O É da Coisa de 24/04/2026, com Reinaldo Azevedo: Bolsonaros golpistas; Gilmar, STF e ataque reaça
Reinaldo Azevedo
Isabela Mota
Alexandre Bentivoglio
- Eleições e PolíticaEduardo Bolsonaro e dúvidas sobre eleições · Gilmar Mendes e pedido de desculpas · Ataques ao STF · Lógica do estuprador na política
- Declarações misóginasPaulo Zampoli e declarações sobre mulheres brasileiras · Gleisi Hoffman e resposta a Zampoli
- Reforma do JudiciárioFlávio Dino e proposta de reforma · Rejeição da direita à reforma
- Saúde de LulaProcedimentos médicos de Lula
- ImpeachmentGilmar Mendes e controle judicial sobre impeachment
Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Isabela Mota. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Está esperando o quê? Pede iFood já!
Eu sei como pisar no coração de uma mulher. Já fui mulher, eu sei. Já fui mulher, eu sei. Eu sei como pisar no coração de uma mulher. Já fui mulher, eu sei.
Já fui mulher Para pisar no coração de uma mulher Basta calçar um coturno Com os pés de anjo noturno Para pisar no coração de uma mulher Sapatilha jarame O bala é belo e infame
Eu sei como pisar no coração de uma mulher. Já fui mulher, eu sei. Já fui mulher, eu sei. Como pisar no coração de uma mulher. Já fui mulher, eu sei. Já fui mulher.
Vai Vai
Para pisar no coração de uma mulher Alpercada de aço O amoroso cangaço Para pisar no coração de uma mulher Pés descalço, sem pele Um passo que a revele Um passo que a revele
Eu sei como pisar no coração de uma mulher Já fui mulher, eu sei Já fui mulher, eu sei Como pisar no coração de uma mulher Já fui mulher, eu sei Já fui mulher
Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de Ué da Coisa. E se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem pra cá, que a gente desconfunde, desatrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa pelo TAY e pelo Band News TV, mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre em Rádio Band News FM, ou no aplicativo Band Play.
Boa noite, Isabela. Boa noite, Ivole e o Beni. Boa noite. Esta música maravilhosa, Mulher Eu Sei, do Chico César, cantada por um grande cantor chamado Caio Prado, pouco conhecido, genial, e pelo Johnny Hooker, maravilhoso Johnny Hooker. E para quem, eventualmente, não tem entendido, depois procura a música. É uma música...
profundamente feminista no seguinte sentido, fala ali das doces ternuras, minha querida Isabela, com que muitas vezes se pretende tiranizar uma mulher. Sim. Em nome da fofura. E aí então é um homem dizendo...
Eu sei como pisar no coração de uma mulher. Não eu. Eu, o indivíduo que está falando. O eu lírico que está falando. Eu, a condição masculina, sabe? E se vocês olharem, a música é toda ela feita.
de contrastes, sobre essa condição que acaba subordinando as mulheres. Música espetacular, grande, grandíssimo Chico César, numa interpretação da dupla que é impecável, inclusive com arranjo.
maravilhoso. E nós vamos ver, imagina, o enviado especial do Trump para assuntos do mundo, minha querida Isabela. Diz que mulher brasileira é feita para confusão mesmo. É, um bando de mulher e tal. E aí resolveu perseguir a própria mulher. É um negócio espetacular. Bom, nós temos muita coisa aqui.
Oh, Isabela! Isabela, minha bela, vale bem, hein? Oi. Eu não vou abrir mão de debater democracia. Ah, eu estou enjoado disso, eu quero um pouco de ditadura. Não é aqui. Deve ter para você, em algum lugar. Aqui, não. Aqui é democracia.
Não, vamos discutir isso, vamos discutir o pedido de desculpa do Gilmar Mendes. Olha, tem muita coisa, fica aí. Fica aí para aprender, eu acabei de abrir aqui com Mulher Eu Sei, fique aí para aprender como a lógica do estuprador está dominando parte da imprensa política. Hein? Enlouqueceu, Reinaldo? Não, mas eu nunca estive tão...
No eixo e estão nos meus pés. Ô, Isabela. Oi. Como é? Ela foi estuprada, mas também estava de minissaia, né? Não é isso? Ela foi estuprada, bebeu demais, quem mandou? Não podia ter bebido. Foi numa festa, mas era uma festa meio assim.
Pô, subiu no apartamento com o cara e depois não queria? Como é que isso se aplica à lógica política? Acreditem, isso está em curso. Isso está em curso. Isso está sendo escrito por homens e por mulheres. Sobre estupro propriamente? Não, sobre política.
Então, queridos, não vamos discutir tudo isso. Mas vamos começar por Eduardo Bolsonaro, que voltou a colocar em dúvida, olha, vejo vocês, o processo eleitoral. Vamos lá, vai.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro participou na última terça do jornal Comunica do Brasil. A rede Comunica Brasil se auto-intitula um portal de notícias independente com sede em Salvador. O conteúdo é alinhado à extrema-direita. Durante um comentário na última terça, Eduardo voltou a colocar em dúvida resultados eleitorais e citou que mesários na Bahia, se forem de esquerda, podem em conluio votar por eleitores ausentes. A gente vai acompanhar.
Nós temos que dar a certeza de que temos um processo íntegro. Como é que você faz isso? Melhorando as leis, vou dar um exemplo. Vários votos, principalmente da Bahia, entram nos cômputos depois das 5 da tarde. Ora, eu posso muito bem imaginar que os mesários em conluio, já que sempre são os mesmos eleição após eleição, se for um bando de mesários de esquerda que não tem valor nenhum, não liga para a honestidade, acima de tudo está ganhar a eleição e permanecer no poder.
eu posso imaginar que eles em Conlui vão lá e ficam lá digitando o número várias vezes dos ausentes para votar pelos ausentes. Então, milhões de votos, falando de mais de um milhão de votos que entram com essa suspeita. Se o TSE já fizer uma resolução encerrando as urnas definitivamente às 5 da tarde, não permitindo que nem mais um voto seja somado após as 5 da tarde, você já fecha uma porta de uma possível fraude. De novo isso?
De novo essa história? Isto seria menos cínico se não houvesse um ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal em cana, na papudinha, justamente porque tentou interditar a livre passagem de eleitores.
Então, claro, olha aí, olha a receita perfeita. Fecha, acabou, se tiver gente na fila não vota. E a gente cria dificuldades para que as pessoas votem. O que lhes parece? Não parece bom? Não parece bom? É espantoso isso.
A mesma coisa. A mesma coisa. Aliás, essa rede aí é de um deputado do PL, sei lá. E eu falei Jornal Comunica do Brasil, é Jornal Comunica Brasil, sem o Doutor. É, Jornal Comunica Brasil. É uma rede de comunicação e eles se definem, eu gostei, porque eles dizem que eles são independentes. A gente vê. É uma independência fenomenal.
Agora, de novo, de novo, isso. De novo, só o resultado da eleição é aceitável. E mais, ele incidiu na mesma acusação que ele já tinha feito, e que o bolsonarismo tinha feito, na eleição de 2022.
Coloca outro vídeo aí. Aí fomos para a eleição. Críticas sendo feitas por aquela comissão do Exército, que foi convidada pelo Barroso a participar de uma frente pela integridade eleitoral e, em que pese as várias alertas, o que eles fizeram? Ignoraram todos.
Existem diversas críticas no documento do Exército. E o que o Alexandre de Moraes fala? Ah, não. Ele simplesmente não se importa com a realidade e fala, não, o Exército fez um relatório falando que não encontrou nada de errado nas urnas. É claro que não encontrou nada de errado com as urnas, porque não tem como investigar, não tem como auditar. É a mesma conclusão que chegou em 2014 os técnicos do PSDB depois do Aécio Neves perder para a Dilma aquela eleição. Então, esse foi o cenário que revoltou as pessoas.
as mentiras repetidas como se os fatos não existissem. Não há nenhuma, absolutamente nenhuma evidência de fraude. Agora, vejam aí, isso cria o seguinte cenário.
Ou nós ganhamos ou não aceitamos o resultado. Eu acho curioso. Tem um troço que me chegou hoje dizendo assim como é que é. O STF não quer deixar a direita fazer política. Isso é fazer política? Isso é fazer política?
de antemão declarar que só um resultado é aceitável? E faz alusão ao fato de que se criou uma comissão de transparência eleitoral, vocês se lembram disso? E se colocou um membro das Forças Armadas ali, para acompanhar, olha aqui, tudo é absolutamente transparente. Aí ele diz, não, é porque é impossível, não, é mentira.
O sistema brasileiro é que é um sistema auditável. E eu não posso fazer nada se eu sei lidar muito bem com a memória minha e do país. E dos fatos políticos.
A coisa é tão cínica que o próprio Jair Bolsonaro, numa reunião de 5 de julho de 2022, aquela que ele fez para impedir a realização de eleição, ele se referiu a essa comissão de que fala o Eduardo.
E aí aquilo que foi um ato de pluralismo do TSE, que é colocar alguém das Forças Armadas, como é que o Bolsonaro viu isso à época? Ele falou, eu mando nas Forças Armadas, portanto o cara que está lá, está lá para fazer a minha vontade e dizer que a eleição está sendo fraudada. Ele falou isso. Vai, conta para nós, Bolsonaro, vai.
Quando convidou a Forja Marça a participar da comissão de transparência eleitoral, o Vitor Manão. Ele derrava. Para nós foi excelente. Ele se esqueceu que eu sou chefe do prêmio da Forja Marça. Não? Está aí. Vamos adiante.
O Flávio Bolsonaro, na tal Sepak, aquele encontro de reaças lá dos Estados Unidos, fez o mesmo raciocínio. Ou a gente ganha, ou a eleição tem fraude. Vai. Se o nosso povo pudesse expressar livremente nas redes sociais e se os votos forem contados corretamente, nós vamos vencer. O E. Willen. Então, quando eu falo...
que há, por enquanto, e a menos que eles deem sinais evidentes de que se converteram à democracia, por enquanto, a gente tem um embate entre quem defende a democracia e quem não defende não é minha vontade. Assim são os fatos.
E está aí, reiterado, isso aqui é do dia 21. Foi desautorizado pelo irmão? Alguém disse que não é assim? Absolutamente não. Ao contrário. O Flávio andou, por exemplo, se solidarizando com o Zema, dizendo que o Supremo tem de parar de se meter em eleição, que o TSE não pode se meter em eleição. Desde já.
já se prepara para se vencermos então olha que raciocínio singelo Vólio Beni e Isabela se vencermos é porque não houve fraude eles até tentaram mas não conseguiram e se a gente perder ah então a fraude deu certo e portanto o resultado é ilegítimo e portanto qualquer porcaria que a gente faça está justificada
O Volho! Oi! Eita! Isabela, minha bela, não existe amor na extrema-direita. Tá feia a coisa, viu? Tá feia, tá feia. O Nicolas andou dizendo que o Jair Renan está abaixo de uma topeira. O que eu acho, olha...
Isabela, a gente precisa criar uma lei. Qual? Você sabe que tem um debate no meio jurídico sobre pessoas humanas e pessoas não humanas. Animais seriam pessoas não humanas nessa expressão. Eu acho que precisa parar de tratar a topeira desse jeito.
Eu quero preservar. Eu não acho que a topeira mereça certas contras. A gente falou outro dia do jumento, do asso. Do mussarela. É, o jumento. Coitado do jumento também. Aliás, está em extinção. Precisa tomar cuidado. Precisa cuidar do nosso jumento. Que é um gênio. É um gênio. O que aconteceu?
O deputado federal, Nicolas Ferreira, voltou a se desentender com um dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro nesta sexta. Pelo X, ele afirmou que a capacidade cognitiva do vereador de Balneário Camboriú, Jair Renan Bolsonaro, é menor do que a de uma topeira cega.
A briga começou após o perfil Júnior Japa, que costuma criticar Nicolas pela falta de engajamento na campanha de Flávio Bolsonaro, ironizar um vídeo do parlamentar mineiro em que ele aparece com uma camiseta branca. Na gravação, Nicolas aponta seus feitos pelo Estado de Minas Gerais. Em outros vídeos nas redes sociais, normalmente em que faz denúncias contra o governo Lula, Nicolas utiliza uma camiseta preta.
A mudança no vestuário gerou a reação do perfil que postou a frase seguinte Se trocou a camiseta preta pela branca, é porque sentiu. Pare um pouco, Isabela.
A lógica é impecável. Olha, tem uma piada que eu não vou contar aqui, mas que assim, você tem aquário em casa? Ah, então... Não vou contar. Mas, olha, o Vale Bene, pensa bem. Se você fala uma coisa lá, eu te critico.
E você está de camiseta branca. É, branca. E depois você volta e está de camiseta preta...
Prova que você sentiu. Meu Deus do céu. Vocês não têm um pouco de medo, às vezes? Medo que eu digo, medo civilizacional. Não é medo físico. O medo civilizacional. A gente se sentiu um pouco à beira de um certo abismo. Para onde isso vai? Mesmo entre eles. Mesmo entre eles.
E a topeira, até, eu devo ter lido em algum momento, a topeira, ela realmente não enxerga quase nada, mas ela vê pelo menos, ela distingue luz e escuridão, vai, Beni. É por isso que eu acho que a topeira não cabe aqui. Aliás, ó, vocês dois...
O emprego de vocês dois vai entrar em risco daqui a pouco. Ai, meu Deus do céu. Vai, porque eu vou colocar um vídeo do Jair Renan e eu vou exigir que vocês me expliquem o que quer dizer. E ai de vocês. Se o Jair Renan sabe, como é que vocês não sabem?
Fica difícil pra gente. Ah, não quero saber. Não quero saber. Olha, ele, você, quase da mesma geração, eu não, que eu já sou idoso, então... Não, tem 44. Tem 44. Isso. A minha mãe falou que era pra você falar que eu tô com carinha de 41, você falou 43. Ela ficou meio... 40, 40. 40, pronto, mamã. Aí.
Ah! Vai, sigam! O Nicolas reagiu. Ele respondeu o seguinte, vou mandar emenda também para internar vocês num hospício. O deputado foi rebatido por Jair Renan, que usou um antigo meme da internet com o narrador Galvão Bueno para ironizar Nicolas por ter sentido a crítica.
Um outro perfil de extrema-direita, chamado Vlog do Lisboa, participou da crítica ao lado do Filho 04 de Bolsonaro. Nicolas, então, atacou Jair Renan e o perfil de direita que costuma criticá-lo. Ele tirou um print da conversa e postou Se juntar a capacidade cognitiva dessa dupla não alcança de uma topeira cega. Bom, eu já... Não, antes eu... Ô, meninos!
Meninos, atenção, você que acompanha o Arda Coisa. Este é o momento, se a gente tivesse musiquinha aqui de tensão, a gente precisa fazer, viu, Vole Bene? Exatamente. Empregos de Isabela e Vole Bene, à beira do abismo. Jair Renan, conta pra gente...
Qual é o segredo para a gente entender o mundo? Fala, Jair Renan. Vai. Renan, aos seus olhos, como você viu a perseguição de hoje? Vamos lá, então. Em Attack of Titans, os eudianos foram tratados com ameaça por três motivos. Tinham o poder dos titãs, herdados por Fritz.
carregavam um passado de dominação, basicamente fizeram os maiores, e foram transformados em inimigos por propaganda de Merlin. Isabela. Então tá, né? Não entendeu, né? Não. Preparada para procurar emprego depois. Na hora. Vale bem.
Não. Também não. Você que está ouvindo o candidato a sentar nessa bancada...
Vai traduzir isso. Porque, olha, eu quero dizer... Se o Carlos costuma ser enigmático, o Vale e o Bene, nós chegamos aí já a uma fase transcendente do enigma, não é? Pelo que eu ouvi, esse enigma é solucionado porque ele é otaku, né? Ele é fã de animes, os desenhos japoneses. Seria uma referência à série Attack on Titan. É uma série japonesa.
continue a entender nada mais de qualquer modo não sei a história não sei nada da história se alguém souber escreve aqui pra gente olha perto disso o remo holandês é uma coisa muito mais clara não é? é o remo holandês do Carlos que é especialista em remo holandês depois vocês procuram melhor não
É, gente. O problema aí é que o Nicolas tem o seu próprio nicho no bolsonarismo. E aí eu digo com clareza, infelizmente, ele é muito mais inteligente do que eu gostaria, por exemplo.
Você reconhecer a inteligência de alguém que você acha perigoso é só uma questão de prudência. Ele é. Assim como a sua maneira, o Eduardo tem um preparo que os outros da extrema-direita não têm. Preciso reconhecer essas coisas. Agora, o fato dele ter seu próprio nicho, seu próprio público... ...público.
que não depende muito das variações de humor de Eduardo, desse ou daquele, e isso deixa a filharada enlouquecida. E os bolsonaristas ultra-radicais também, que são ali da turma, ligados à família e tal. Eles destruíram muitos outros que eram fiéis ao Bolsonaro. Veja o que fizeram com a Joyce Hasselman. Com o Gustavo Bebiano.
com o general Santos Cruz. E a gente podia pegar a fila toda que a família foi fulminando. O fato de o Nicolas ter seu... Ah, eu estou achando que você está elogiando o Nicolas. Não há risco. Eu só coloco as coisas na sua devida dimensão. A dimensão do Nicolas nem é assim tão exacerbada, mas de qualquer modo ele tem densidade ali no grupo a que ele pertence.
O fato dele ter seu próprio nicho e fazer suas próprias conexões e fazer suas próprias leituras os deixa muito indignados. E aí até a própria imprensa ajuda. Em 540 postagens, eles falam do Flávio só em 10. Fica parecendo que agora nós temos contadores do Flávio até na imprensa.
E aí o Jair Renan... Ora, Vólio Beni, ora, Isabela, sempre há a hora da filosofia, a hora do pensamento, a hora da metáfora, com essa coisa incompreensível aí. Parece que o PH até sabe um pouco do que ele está falando. Foi ele que avisou aí, vocês? Que é mais ou menos o joguinho? Então.
Aí a gente já tem que pensar o PH também. Estou começando a achar... A Band está começando a abrir aqui um... Vou ter que contratar muita gente. Ou para o meu emprego, troca pelo Pedro. Falta o Pedro. É? Melhor. Acabei de chegar, né? É, isso. É, pensando bem. Acho que... Não há amor, não existe amor na extrema direita.
Mário Frias tá magoado agora com Michele. Ih! Ai, magoou. Magoou! Magoou! Magoou fazer o quê? Porra.
O deputado federal e ex-secretário de Cultura, Mário Frias, publicou nesta sexta nas redes sociais um longo desabafo com indiretas para a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro, que teria vetado a pré-candidatura dele ao Senado por São Paulo. Pelo X, Frias postou o famoso textão e disse que veio para a política pelo projeto de Brasil de Jair Bolsonaro, jamais por ambição. Em um trecho, ele diz o seguinte.
Jair Bolsonaro representa tudo aquilo que sempre sonhei para o meu país, para meus filhos e para meus netos. Desistir nunca foi uma opção. Aos que me medem por suas próprias réguas, achando que luto por cargos ou por voos mais altos na política, deixo claro, ambição não é um sentimento compatível com quem tem fé.
Ter fé é caminhar, muitas vezes, sem saber o caminho. Em um mundo onde todos querem mais, eu quero menos. E o pouco que quero a mais é simples, estar ao lado da minha família, minha mãe, meus filhos e minha esposa. Nossa, eu estou muito comovido agora. Eu nem sei o que dizer.
Há a hora em que o texto é acachapante, sabe? Sobretudo essa coisa de ter fé, caminhar...
muitas vezes sem saber o caminho. A minha mulher diria, essa altura, é uma pena que ela não goste de aparecer e não apareça, mas ela, Valio Beni, se eu chamar ela aqui e dizer assim, meu amor, eu sou uma pessoa de fé, sabe o que ela vai responder, Valio Beni? Sim, porque você nunca sabe onde está. Eu sempre pergunto, não importa o lugar, eu pergunto, estamos na Vergueiro? A Vergueiro é longa, não é longa, a Vergueiro? É, né?
Mais de uma vez eu falei, é a Vergueiro aqui, é Rinaldo. Mas é outra zona, é outra área, é outro lado. Eu não sei, eu posso me perder dentro do shopping. Eu falo, me espera aqui, que eu vou comprar um negócio ali, depois eu volto. A hora de eu voltar, Isabela, eu até marco a tal loja, mas depois eu não acho a loja. Então isso significa o quê? Eu sou um homem de fé.
porque eu nunca sei onde eu estou, que nem o Mário Frias. Né? Mário Frias. Ô, coitado. Ô, mas que peninha do Mário Frias. Uma pessoa tão ligada ao mundo das ideias, vale o bem. Um artista. E o artista? O artista é sempre uma alma meio torturada. Entende?
porque ele está sempre imerso em contradições, especialmente ele um ator, um ator desse talante, um ator dessa grandeza que ele atingiu, depois de muito Shakespeare, muitos papéis pesados, dramáticos, ele tem a sua alma frágil, sensível.
Aí a Michelle falou, eu não tenho nada com isso. É, ela respondeu. Disse, em nenhum momento fiz esse tipo de pedido. A minha única atuação ocorreu há muito tempo, quando pedi a inclusão do nome da deputada federal Rosana Valle nas pesquisas contratadas pelo partido. É. E aí o Mário Frias, né? O Mário Frias, ele, afinal, o Vólio Beni, ele é o cara que está na raiz do filme Dark Horse. É.
que se traduz por aquele que não tem muita sorte no aumentativo. Sim. O Azen. É. Né? Ele é o autor do roteiro.
Essa alma complexa. Não, não pense que o Mário Frias é apenas aquele corpo bonito. Não, ele tem desvãos na alma. E mais, generoso, ele adora gastar o dinheiro da Isabela para fazer um filme exaltando o Bolsonaro. Porque ele mandou dois milhões em emendas parlamentares para fazer o filme.
E também está envolvido num documentário, e o nome é grandioso, uma coisa pomposa, a colisão dos destinos, sobre a biografia do Bolsonaro, dirigido por Doriel Francisco. E adivinha quem é o idealizador, vale bem? Quem? Mário Frias. E aí, na hora de decidir quem é o candidato ao Senado...
Ele leva um pé no seu traseiro culto? No seu traseiro sábio? É uma tristeza. Não é mesmo? E quem é que estão querendo ir para o senador, vai?
O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, deve ser anunciado em breve como candidato do PL ao Senado após ter desbancado postulantes como o deputado federal Mário Frias e o vice-prefeito da cidade de São Paulo, o Ricardo Melo Araújo. O anúncio deverá ser feito dentro de dez dias, conforme ficou acordado entre o presidente do partido, Valdemar da Costa Neto, e Eduardo Bolsonaro.
Em declaração à Folha, André do Prado afirma que a candidatura reforça o campo ideológico. Ele afirmou o seguinte, minha candidatura é uma chance de buscarmos o segundo voto, com um candidato mais ideológico, além da candidatura de Guilherme de Ritchie. André do Prado também falou da relação próxima que tem do governador Tassísio de Freitas. Ele disse, a gente pode agregar bastante neste momento a chapa do governador Tassísio, trazendo a classe política, os prefeitos, os vereadores para mais próximo.
Puxa vida, está ficando ruim para o nosso artista. Não é mesmo? Olha aqui, vamos lá. O ministro Gilmar Mendes concedeu uma entrevista ontem ao Metrópolis. Fez uma declaração infeliz.
e admitiu o erro. Primeiro, vamos à declaração que ele deu. Vai lá.
Ainda ontem, durante uma entrevista ao Metrópolis, o ministro Gilmar Mendes citou como exemplo o que seria uma suposta imputação injuriosa ao ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema. O decano comparou as críticas feitas ao Supremo pelo pré-candidato à presidência. Pelo Novo, há possíveis representações de Zema como homossexual. Gilmar indagou se isso não seria ofensivo. A gente vai acompanhar o que ele disse. Todos nós gostamos, rimos, achamos engraçado.
Agora, se começamos a fazer piadas com coisas sérias, com as instituições, imagine que nós comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo? Ou se fizermos ele roubando dinheiro no Estado, será que não é ofensivo?
É correto brincar com isso? Homens públicos podem fazer isso? Obviamente não há como esta frase ser boa ou ser correta. E o ministro percebeu isso de pronto e publicou uma nota nas redes sociais.
fazendo o que todo homem público deveria fazer quando erra. Admitiu o erro. Não é? E ele fez. O que ele escreveu?
Logo após a entrevista, ainda ontem, Gilmar Mendes se desculpou pela declaração e afirmou que cometeu um erro. Pelo X, o decano escreveu. Há uma indústria de difamação e de acusações caluniosas contra o Supremo. Vou enfrentá-la e não tenho receio de reconhecer um erro. Errei quando citei a homossexualidade ao me referir ao que seria uma acusação injuriosa contra o ex-governador Romeu Zema. Desculpo-me pelo erro e reitero o que está certo. Impecável a correção.
impecável a correção. Porque, de fato, é uma injúria, o cara pode se sentir injuriado, ah, não sou, estou muito ofendido. Agora, evidentemente, quando o ministro fala se o acuso de roubar, ele vai gostar, se o acuso de homossexual, não cabe isso. Porque são coisas distintas. Até porque uma coisa é crime, a outra não.
E aí é importante lembrar que o Zema acusou o ministro de cometer crime. Sim, ele grudou na tese do ataque ao Supremo e do ataque ao Gilmar. E à medida que o ministro faz essa abordagem, criando uma espécie de paralelismo entre uma coisa...
uma orientação que obviamente não é criminosa, e aquilo que é uma escolha criminosa, fica impróprio, fica errado. E é preciso admiti-lo. E o fez. E fez muito bem, acertou.
Quem dera todo mundo que comete uma dessas, que fala alguma coisa errada, que fala alguma coisa imprópria, viesse a público para reconhecê-lo. Então eu parabenizo o ministro não pelo erro, parabenizo pelo acerto. E sim, existe uma campanha de difamação contra o Supremo, e isso é um solução.
como ele deixa claro na nota dele, ele insiste, vou enfrentá-la, vou combatê-la, agora, vou combatê-la não com erro, vou combatê-la com acertos. Insisto, seria maravilhoso se fosse sempre assim na vida pública. Aliás, seria maravilhoso se fosse sempre assim na imprensa.
Errou? Admite. Olha, nossa, fizemos muita bobagem durante a Lava Jato. Puxa, eu comentei que eliminar do Alexandre permitia impedir quebra de sigilo, voltar atrás na quebra de sigilo de bandido. Eu errei porque eu não lia eliminar, eu nem sabia o que era. Eu achei que atacar o Alexandre é uma coisa da hora, então eu ataquei também, porque eu ouvi o coleguinha atacar. Falei, ah, se é assim...
É como jogar pedra, é como um linchamento. Se tem o outro batendo, também vou bater. Morte por apedrejamento. Todo mundo está jogando pedra, vou lá pegar uma pedra e jogo também. A minha função de jornalista, entre outras coisas, que é ler um documento oficial, não. Isso eu não vou fazer, porque também, porra, tudo tem limite, né? Se agora a gente não puder nem mais atacar um ministro sem ter razão...
só porque a minha ignorância alimenta o meu fígado, seria maravilhoso. Então o ministro agiu certo. E aqui, e agora sim, presta atenção que isso aqui é muito importante. Há dois equívocos. Equívoco não, um é equívoco, o outro é canalice.
Há duas vertentes aí. Ah, o Gilmar erra ao deixar o Zema, expor o Zema. Tem até extrema-direita preocupada. Hum, será que o Zema pode tomar o lugar do Flávio? Não, não é o menor risco de isso acontecer. O problema... Ah, o Gilmar não deveria entrar na pilha do Zema. E... vamos lá. Primeira coisa.
Zema diz que Gilmar vende decisão. É o que pode haver de mais grave contra o juiz. Vender decisão. E o Zema não acusou o Gilmar de vender decisão? E agora está por aí pedindo a cabeça do ministro e tal? E aí o ministro disse, não, espera aí. Vender decisão?
Isso não é opinião. Se eu tivesse feito isso, eu teria cometido um crime, como eu não fiz a calúnia. E pediu a inclusão dele no inquérito das fake news. O senador Alessandro Vieira pediu indiciamento do Gilmar. Porque ele não gostou de um habeas corpus que o ministro deu. Abuso de autoridade na veia.
Como é que é? Um ministro tem de ser indiciado porque eu não gostei do seu habeas corpus? Aí vem uma análise que é até benigna, embora equivocada. Acho. Não, Gilmar não deveria fazer nada porque só está dando palco para o Zema. E o Zema está se sentindo estimulado. Ainda hoje, voltou a atacar e tal. Vamos destruir o Supremo, é isso aí.
E parte da agenda de um pedaço da imprensa também é essa. E há a lógica do estuprador. Quem é o culpado de o Zema estar atacando como está atacando o Supremo Gilmar? O próprio Gilmar. Quem manda? Quem manda acionar o ex-governador porque ele caluniou o ministro?
Quem manda acusar um óbvio abuso de autoridade do senador que cometeu o abuso de autoridade? Essa é a lógica do estupro, do estuprador. Eu só ataquei porque ela estava de minissaia, a culpa é dela, não é minha. Eu só ataquei porque ela deu mole, olhou para mim, deu uma piscada, tomou uma bebida junto.
Eu só estuprei porque quando eu falei vamos subir, ela falou vamos. Ela subiu. Se ela subiu, eu achei que ela queria transar. A culpa foi dela, a minha não. Essa lógica do estupro está funcionando na imprensa. Em parte considerável. Então deixa o Zema cometer crime à vontade.
Hoje o mar não pode reagir? Ou reagindo a culpa é dele? Jornalistas devem aceitar acusações dessa natureza? Empresas de comunicação devem aceitar acusações dessa natureza? Quem deve aceitar acusações dessa natureza? A tese só vale para o Supremo? Ou vai ser uma tese que nós vamos generalizar?
Isso é muito sério. Nós vamos ter que pensar essas coisas. Porque eu quero saber onde mais se vai usar essa lógica. Onde mais se vai usar essa lógica? De o culpado ser a vítima.
É um momento muito delicado da vida nacional. Meninos, nós vamos... Atenção, TV, rapazes do estúdio. Rapazes do estúdio é ótimo, né?
os meus queridos do estúdio Isabela e os rapazes da produção, aí sim, nós vamos para sete. Caiado, terras raras e ataque truculento a Lula. Vai.
O ex-governador de Goiás, pré-candidato à presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, rebateu uma crítica do presidente Lula sobre o acordo de terras raras fechado entre Goiás e os Estados Unidos sem a anuência da União. Em declaração ontem, durante a agenda em Belo Horizonte, Caiado defendeu os memorandos assinados entre o seu governo e o Washington e criticou o presidente Lula mais uma vez. A gente vai acompanhar. O Lula não sabe nem o que é terras raras pesadas. Nem o que é.
Na tabela periódica, ele não sabe nem onde estão aqueles minerais. Então, veja bem ele falar que eu estou querendo vender. Quem está vendendo é ele. Ele está entregando tudo. Ele não está desenvolvendo nenhuma tecnologia no Brasil. E nós estamos continuando a vender para o Brasil. Entendeu?
Desde a época da colônia. Estava vendendo pau Brasil. Vendendo nióbio, vendendo terras raras pesadas. Ele falou que as pessoas deixaram de ser analfabetas e fazendo o que ele fez em Goiás. Criarem uma lei de autoridade estadual. Só isso. O Lula disse que vendia o Brasil, mas quem vendeu foi ele. E assim vai. O governo vai acionar a PGR? Porque, atenção.
tudo que há no subsolo, etc., é da União. Não pode fazer sem a parceria com a União. O Caiado sabe que ele está desrespeitando a lei.
E o que foi que afirmou o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa e Tendê? Vamos com o negrito aí.
O interesse nacional não pode ser gerido localmente. Não vou desconfiar da boa intenção. É possível que tenha boa intenção. Vamos estabelecer que há um pressuposto legítimo, que é levar desenvolvimento para o Estado, que motiva que alguém resolva fazer uma negociação desse tipo. Mas do ponto de vista constitucional, ela não se sustenta. Do ponto de vista jurídico, ela não se sustenta. Não se sustenta, é ilegal. Agora, tem uma coisa. Ô, vai... Fui monitor de química. Foi.
Física e matemática. Eu insisto, eu não fui fazer humanas porque eu não sabia. Tem muito. Não, sabia, sei. E sei boa parte dos elementos da tabela. Agora, Isabela, será que só pode falar sobre terras raras e decidir sobre terras raras quem conhece a tabela periódica?
O Caiado tem alguns conceitos. Primeiro, outro dia, disse que os eleitores são seus pacientes. Não, que sem dúvida, parece que ele é um grande ortopedista, com referências internacionais e tal. Mas seremos todos pacientes do doutor Caiado? Agora, para... Quer dizer que eu preciso decorar agora a tabela periódica?
Que colocando, inclusive, as terras erradas, a tabela periódica precisa... O Valdeberto vira um... Que no geral ela está separada justamente da tabela periódica, porque senão fica um troço gigantesco. Evidentemente está tudo errado. Ô, Caiado, você sabe que atravessou a lei e que isso poderia ter sido feito em parceria com o governo federal. Mas aí você quer fazer o jogo do eu sozinho para mostrar que você é muito operoso e que os outros não são.
e não, não precisa saber a tabela periódica. O maior ministro da saúde que nós já tivemos chamava-se José Serra, chamou-se José Serra. O Serra, como eu, que ele tinha de intimidade com a saúde, era hipocondria. Genial, brilhante. Agora, o que ele é? Um grande administrador. Aí sim.
E fez o trabalho que fez na saúde. Para de falar besteira, Caiado. Tem todo o direito de pleitear o que quiser. Agora, achar que alguém tem que saber ler a tabela periódica. E eu duvido que você saiba. Com a devida vênia, duvido que saiba. Falou isso porque ninguém vai desafiar. O que é? Ô, Valibene, você fala aí, você acha que vai ter o quê? Ah, agora vamos fazer um desafio público para saber quem sabe o quê na tabela periódica. Hein? E quem ganhar?
Vai ter um programa daquele estilo do Luciano Huck, que sempre aparece, o que significa o que significa C.U. na tabela periódica? Significa o que, Luciano? E A.U.? Latido? Não. Cobre ouro? Tenha santa paciência.
Vale, Beni. Não está na tabela periódica, mas está no Horácio. Ok. Lembre ao nosso governador. É um limite nas coisas, né? Pelo amor de Deus. Ó, eu vou fazer um intervalo. Vou, porque senão vai encavalar tudo. Quem manda falar pelos cotovelos?
tem que falar ainda da eleição no Rio de Janeiro, qual foi a decisão, qual é a pressão, as besteiras que o TSE fez, tem muita coisa. Mas não, eu vou encerrar esse bloco com uma coisinha rápida, a 9, vai, eu tomei da cabeça, já operei, já tirei as peles e tudo que estava ruim, vamos falar rapidinho.
O presidente Lula foi submetido a dois procedimentos médicos nessa sexta no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Um deles era uma cauterização para extrair uma queratose no couro cabeludo, nome técnico dado ao acúmulo de pele na camada mais superficial com aparência áspera ou descamativa. Dependendo do tipo, a lesão pode exigir acompanhamento médico e costuma ser removida em consultório. Em fevereiro, o presidente já havia passado pelo mesmo processo. Lula também retirou uma lesão de pele na cabeça. Se trata de um carcinoma basocelular.
Lula também passou por uma infiltração no punho para tratamento de uma tendinite no dedão do polegar da mão direita. O presidente tem reclamado de dor no local. Segundo a equipe médica liderada pelo doutor Roberto Calil Filho, as intervenções não tiveram intercorrências nem devem afetar o ritmo de campanha eleitoral. Lula deixou o hospital para um acesso lateral e não falou com a imprensa. A recomendação médica é que ele permaneça em repouso nessas primeiras horas. A recuperação deve ser rápida.
Um carcinoma, se vocês forem procurar, é maligno. Agora, um carcinoma base celular é aquele que tira. Tem pessoas na minha família, gente com pele muito branca e tal. Tem, tira, acabou e não tem consequência.
Não tem consequência. E, portanto, não é grave sendo isso, embora se tenha feito a biópsia para ter detalhes e tal, e que o presidente se recupere rápido, ele vai voltar a usar um chapéu. Mas eu conheço pessoas maravilhosas que passaram muito tempo usando chapéu para proteger a cabeça, valeu bem. É isso. Então pode. Fique bom, presidente. É isso aí.
Muito bem, nós estamos de volta. E vocês sabem que o ministro Flávio Dino apresentou uma proposta de reforma do judiciário. Porque se não é uma reforma do judiciário, fica naquela negocinha do código de ética do Fachin. Você quer fazer uma reforma? Fazer uma reforma decente, direita e em profundidade. E precisa.
Precisa. Mas a direita não está querendo fazer. Aliás, não quer fazer agora, não quer fazer nunca, vai bem? Isabela, mentira. Não quer fazer. Né? Mas o que a gente tem? Vai.
Integrantes da direita rejeitam embarcar em uma tentativa de reforma do Poder Judiciário a partir da proposta levantada nesta semana pelo ministro Flávio Dino. Segundo a Folha, apesar de defenderem mudanças, parlamentares bolsonaristas avaliam que o magistrado e o PT usam a pauta para distanciar o governo Lula da corte da crise do máster. A oposição tem a expectativa de ter maioria no Congresso a partir de 2027, por isso quer adiar a discussão para o ano que vem para aprovar um texto mais radical.
A Folha, o líder da oposição na Câmara, cabo Gilberto Silva, disse Não vamos apoiar, se referindo à reforma de Dino. Os ministros não respeitam a Constituição. Por que respeitariam esse código de conduta? Alguém entendeu alguma coisa? É que eles não querem nada. É só pretexto dado pela imprensa, por setores importantes da imprensa, para a campanha da extrema-direita.
Delendo Supremo. Destrua-se o Supremo. Faz. Não é para fazer reforma. É mentira isso. Vejam como. Ah, tem o contrato da mulher do Alexandre, tem o negócio do Taiaia do Toffoli. Tá, que se discuta essas duas coisas, mas vejam que todo o Supremo, tudo aquilo que ele fez...
Em defesa da democracia, ficou reduzido essas duas... Tudo isso ficou reduzido essas duas coisas. E aí quando vem uma proposta, então, vamos mudar. Tem muita coisa que precisa ser mudada mesmo. A hora que vem a proposta, não, nós não vamos apoiar, nós não queremos discutir, nós não queremos reformar nada. Até porque se a gente ganha eleição, digamos que o Flávio ganhe. Com três indicações.
Como um é muito no fim, duas pelo menos. Digamos que a gente consiga rejeitar o Jorge Messias, e são três. E que depois a gente consiga um impeachment de mais dois. São cinco. E dado que a gente considera ter dois lá, são sete. A gente vai criar regras quando tudo que a gente vai querer não ter regra nenhuma?
que a gente vê que quando se trata de eles próprios decidirem sobre determinadas coisas, alguém entendeu por que o Mendonça pediu vista no caso da condenação do Eduardo no processo contra Tabata? Que disse que ela queria distribuir absorvente para as mulheres pobres porque ela queria, na verdade, ajudar o Lehmann, suposto sócio da Procter & Gamble?
Que é mentira, de resto. O que? Isso vai virar liberdade de expressão? Mas esses são os heróis da hora. São os heróis da hora. Então a ideia de criar regra, tudo o que eles não querem é regra. Também. Mentira. Serve a campanha eleitoral.
Serve a campanha eleitoral e hoje tem um aliado muito forte contra o Supremo e, portanto, na prática, aliado à campanha da extrema-direita, que são esses setores da imprensa. Que elegeram o tribunal como o mal do Brasil. Inclusive o seminário que o Banco Master fez para ministros, não sei o quê,
E não há evidência de legalidade, mas tem um seminário. Bando de criminosos. Seminário que fez com a imprensa, não. Aí é a quintessência da iluminação. E sabe o que era criminoso? Valeu bem, nem uma coisa nem outra. É isso aí.
Estamos de volta Olha aí que eu acabei de mudar uma orientação Que tinha acabado de dar Voltou ao normal Tudo como estava Vocês não gostam de Lego? Eu gosto de Lego Aliás, minha mulher tem uns Lego complexos Aqui, vale bem Não conseguia fazer não Gilmar Impeachment no STF Olha, passa pelo STF
Nossa, tem gente que está surpresa com isso. Agora fala que é o ministro. Como é que é? Ministro ameaça barrar impeachment. Ai, Valeu Ben. Ô Isabela, a ignorância, a burrice, talvez sejam doces. Senão não haveria tanta, né? E aí você fala por você. Eu nem gosto de doce, Valeu Ben.
O ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal afirmou hoje que a corte pode atuar caso processos de impeachment injustificados contra os ministros sejam abertos pelo Congresso. A declaração foi dada em entrevista à CNN Brasil. Vamos acompanhar o que ele falou sobre o assunto depois de ser indagado pelo jornalista Gustavo Uribe.
Sobre impeachment, o Supremo poderia tomar alguma decisão? Se houver abuso, com certeza. Se houver abertura de um processo de impeachment do Senado Federal? Que não se justifique, certamente pode ter controle. Isso já disse isso. Todo processo de impeachment é passível de controle judicial. E eu poderia, e certamente o ministro...
que já me concedeu o título doutor honoris causa em direito, vale bem, o ministro certamente endossaria a frase que eu vou falar agora. Ele disse, como estava se discutindo de impeachment, eu vou do impeachment. Mas ele endossaria com absoluta certeza isso que eu vou dizer agora. Eu falo, porque antes que alguém diga alguma ignorância e depois passa vergonha, se bem que ultimamente as pessoas dizem burrice e não passam nem vergonha. Inexiste.
ato do poder público, de qualquer poder público, de qualquer autoridade, inexistente ato que não seja passível de ação na justiça e de decisão na justiça. A justiça pode examinar qualquer ato de qualquer autoridade de qualquer poder.
E, portanto, também o impeachment. Está claro, sim? Olha como o Gilmar... Ele está me assando. Vai, vai, deixa de ser... Deixa de ser... Zagão. Zinho. Zinho. Vai estudar. Não custa. Não é tão difícil assim também.
Ele falou claramente que o Fachin errou na condução do debate sobre código de conduta, código de ética, que nome tenha, vai lá. Segundo o decano, o presidente do Supremo conduziu mal essa iniciativa do código de conduta, a gente vai acompanhar esse trecho. Então o senhor considera que o Edson Fachin errou na forma de apresentar o código de ética? Acho que sim, acho que sim. De novo voltando ao modelo anterior, isso é um modelo parlamentarista.
É um modelo de colegiado. É preciso respeitar essas idiosincrasias. Vamos dizer o mal. E por isso a reação. Não se trata de... E aí vocês ficam usando essa expressão, ala. E não estou fazendo crítica pública. A ala tal, a ala qual. Eu não vejo assim. Eu acho que há vozes no tribunal que se levantarem, elas bloqueiam o processo decisório.
E é natural que assim seja, porque há pesos diferentes no tribunal. Mas, fundamentalmente, então é bom que se diga, ninguém é contra o Código de Ética. E eu acho que é boa a discussão. Eu acho que as crises são boas sempre, porque elas permitem que a gente organize, faça autocrítica, faça esse tipo de análise. Acabou.
Poderia ter feito debate direito, mas esse negócio de dentro, no tribunal, ter uma conversa pacificadora e depois não resistir à paixão do holofote, ou bem se quer código de ético ou bem se quer o mariposismo.
O que é o mariposismo mesmo? As mariposas, quando chega o frio, ficam dando volta em volta da lâmpada que é para se esquentar. Elas rodam, rodam, rodam. Depois se cansa. Então, assim, é o mariposismo do companheiro Fachin. Não suporta o holofote da imprensa. Ligou a luz, lá está ele, atacar seus próprios pares.
Dizendo-se, ele, Carmen, os mais éticos da história da humanidade. Zanin, ministro Cristiano Zanin do Supremo, tomou uma decisão sobre a questão do governador do Rio.
Ele decidiu que o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, deve continuar como governador até a conclusão do julgamento sobre o formato das eleições para o Executivo. Na decisão, Zenin afirmou que a eleição do deputado Douglas Ruas, do PL, como presidente da Assembleia Legislativa do Rio, não altera.
a decisão do STF de manter Couto como governador em exercício. A decisão foi assinada após o Diretório Estadual do PSD acionar Zanin para que o ministro reiterasse a decisão anterior, mantendo o presidente da Corte Fluminense como governador do Estado até a decisão final do Supremo. Antes, a Assembleia Legislativa do Rio havia acionado o ministro Luiz Fux, relator de outra ação sobre as eleições fluminenses, para que Ruas assumisse o governo do Estado.
E saiu o acórdão vergonhoso. Vergonhoso porque, olha... Ai, meu Deus do céu. Podia um amigo falar assim, cuidado, não critica a eficácia ou a falta dela, a eficiência ou a falta dela da Carmen Lúcia, porque ela caiu nas graças. Eu não estou nem aí. A gestão dela no TSE foi desastrosa.
incluindo a votação. E agora sai o acordo que não decidiu nada. Corre o risco, eu ainda vou tratar disso com detalhes, corre o risco de a eleição...
O Rio de Janeiro caiu nas mãos em que já estava antes para o desastre dos fluminenses. Ai, do que eu estou falando?
O Tribunal Superior Eleitoral publicou, então, esse ontem, o Acórdão, que traz o resultado do julgamento que tornou o ex-governador Cláudio Castro inelegível por abuso de poder político-econômico nas eleições de 2022. De acordo com o documento, o TSE reconheceu que a cassação do mandato não teve efeito em razão da renúncia do ex-governador e do vice dele e que não houve maioria para cassar o diploma, ou seja, em termos técnicos, que a cassação do mandato ficou prejudicada. Na prática, a Corte deixa em aberto para o Supremo decidir qual será o modelo de escolha para o mandato tampão.
E aí o Supremo já tem o Fux, a Carmen, o Nunes Marques, e tem o quarto voto... Mendonça. Mendonça, claro. Ai, vai, às vezes eu esqueço cada nome. Pela eleição indireta, que vai ficar com as patriotas do PL.
o Zanin abriu divergência pela eleição direta conforme a constituição do Rio de Caste de Passagem. Deve ser acompanhado por Gilmar Mendes, por Alexandre de Moraes e por Flávio Dino. Ainda não votaram o Edson Fachin e o Dias Toffoli. Talvez fique para desempate, talvez, do Jorge Messias, caso ele consiga passar. O que até agora sim.
Às vezes se acha que sim, às vezes se acha que não. É isso aí. O É da Coisa Nós falamos um pouco do Messias. Será que passa, vai, Beni? Eita, e aí, Isabela?
Sim, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, mantém até agora a queda de braço. Com Lula não dá espaço para que aliados mais próximos declarem o voto público em Jorge Messias para vaga no Supremo Tribunal Federal. Parlamentares afirmaram que apoiariam o advogado-geral da União, mas apenas depois do aval do presidente do Congresso. Até o momento não houve qualquer conversa entre Alcolumbre.
E Messias, a sabatina do AGU, indicada por Lula para a corte, está marcada para o dia 29. Ministros do STF, senadores e integrantes do governo já tentaram convencer o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a se posicionar claramente a favor de Messias. Ele, no entanto, vem desconversando. Não faz carga contra, mas tampouco declara apoio.
E você que pode ter ficado confuso sobre quem é esse tal AGU, é o advogado-geral da União, que é o Jorge Bessim. É isso aí.
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Maioria para manter a prisão preventiva do ex-presidente do BRB, conforme antecipamos aqui. Vai.
A segunda turma do Supremo Tribunal Federal formou maioria hoje para manter as prisões do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e do advogado, Daniel Monteiro, investigados no caso do Banco Master. Além do ministro André Mendonça, relator do caso, votaram a favor das prisões. Os ministros Duís Fux e Nunes Marques, o ministro Dias Toffoli, se declarou suspeito no caso e, por isso, não participa do julgamento.
Ainda falta o voto do ministro Gilmar Mendes. O julgamento que ocorre no plenário virtual termina às 11h59 desta sexta. Paulo Henrique Costa e Daniel Monteiro foram presos no último dia 16 em uma nova fase da Operação Compliance Zero, que apura irregularidades envolvendo os negócios do BRB com o Banco Master de Daniel Vorcaro. É muito provável que, não vou ficar adivinhando o voto, mas é muito provável que o Gilmar também vote pela prisão. Vamos ver. Presta atenção aqui.
A prisão, conforme o despacho do Mendonça, era injustificada. Porque o que ele usou na justificativa dele... Ah, porque cometeu esse crime... Não, mas esses são os crimes pelos quais ele é investigado mesmo. Não tinha contemporaneidade, não tinha crime novo no despacho do Mendonça. Depois saiu uma matéria na Folha, dizendo que o ex-presidente do BRB estava alterando o documento.
criando documentos falsos, aí sim interferindo na instrução criminal, o que justifica a prisão preventiva. Agora, o que eu acho sempre lamentável, então, é a gente ter, Voli, Beni e Isabel, ter dois processos. Ter aquele que está no despacho do ministro e ter aquele que está na imprensa.
O do despacho do ministro não justificaria a prisão, porque, desculpem, aquele entendimento do artigo 312 do Código de Processo Penal inexiste. O parágrafo segundo é explícito sobre a necessidade da contemporaneidade. Agora, se estava alterando o documento, aí sim. Mas por que isso não estava no despacho, então? Não, não estou sugerindo uma conspiração, só estou pedindo o fim dessa bagunça.
Porque afinal de contas é ele o relator. Isso aí. Olha aqui. Quando vieram assim, ah, vamos botar Isabela no programa, seria legal ter Isabela, já que o Arthur Covro precisa sair. Eu falei, gente, o problema de ter uma mulher é que mulher brasileira...
faz muita confusão, né? Aí ele falou, não, ela é bacana. Eu falei, tá.
Ai, meu Deus, vai. A gente vai trazer informações sobre o enviado especial para negócios globais do governo de Donald Trump, Paulo Zampoli, que deu declarações misóginas a respeito das mulheres brasileiras numa entrevista à emissora italiana Rai. Ele é acusado de abuso sexual e violência doméstica pela modelo brasileira Amanda Ungaro, com quem foi casado por duas décadas.
Ele se referiu a brasileiras como uma raça maldita e chamou as brasileiras de prostitutas. Segundo Zampoli, as brasileiras teriam uma espécie de programação natural para gerar conflitos. Ao longo dessa entrevista, ele falou o seguinte, as mulheres brasileiras causam confusão com todo mundo, certo?
Não é que essa, em referência à mulher dele, foi a primeira. Indagado se seria uma questão genética das brasileiras, Zampoli diz que não, mas reiterou que as brasileiras seriam programadas. O jornalista então perguntou para extorquir e ele respondeu não, para causar confusão. Rapaz, ele denunciou a ex-mulher dele para o Ice, porque ele tem um filho.
E briga pela custódia. Ela é casada de novo. O novo marido da Hungara, que é portador de um green car, foi solto sob fiança. Já a ex-modelo permaneceu detida por estar com o visto mais recente, que era de 2019. E negou ter pedido que o Ice... Que o Ice aprendesse. Não é? E aí...
Ele dá uma declaração como essa. Veja, de uma experiência dele, casado que foi, mas aí ele generalizou. As mulheres brasileiras fazem isso. Ah, é genético? Não, não é genético, mas...
Elas fazem isso mesmo, são pessoas estranhas. A coisa é muito complicada. A coisa é muito complicada. Uma dessas utas brasileiras, essa raça maldita de brasileiras, são todas iguais. Aquela vaca, estávamos juntos, transava com ela, depois ela também ficou louca.
Esse cara é um representante do Trump para assuntos globais. Olha que estágio se chegou. Esse é o governo que muitos bacanas acham que é o governo que devemos respeitar e tal, e que deve servir de referência ao Brasil.
É, a Gleisi Hoffman, acho que tem aí um troço da Gleisi Hoffman, ela se manifestou a respeito, não foi isso?
Deixa eu pegar aqui a declaração da Glaze Hoffman a respeito deste caso. Não estou encontrando aqui. Encontrei. A ex-ministra das Relações Institucionais diz que o enviado especial, Paulo Zampoli, é o tipo de misógino arrogante da extrema-direita. Pelo X escreveu o seguinte. Esse Paulo Zampoli, enviado especial do Donald Trump para assuntos globais, é o tipo de misógino arrogante de extrema-direita que cria confusão e guerras que afetam o mundo inteiro, é o chefe dele. Respeite as mulheres, respeite as brasileiras. No Brasil você não é bem-vindo, disse a ex-ministra.
Bom, é o mínimo, né? É o mínimo, porque, obviamente, aí não é nem ofensa a essa mulher ou aquela. É ofensa a todas as brasileiras. Qual é o problema delas? O problema delas, segundo ele, ser brasileiro. Queridos, dentro da loucura...
que toma conta daquela gente, o governo Trump quer resgatar fuzilamentos, porque aí a morte por fuzilamento pode ser muito mais espetaculosa, muito mais cinematográfica.
Lembrando que a Ungar foi deportada em outubro de 2025. O que eu não consegui saber é se ela está com o filho ou não está com o filho. Em sabendo a gente diz no curso aqui. O que há sobre fuzilamento? Vamos lá.
Os Estados Unidos anunciaram nesta sexta que vão permitir as execuções de presos federais por fuzilamento e que voltarão a aplicar injeções letais em casos de pena de morte no país, além de métodos como asfixia por gás e choque elétrico. O anúncio foi feito pelo Departamento de Justiça americano. No comunicado, o órgão diz estar cumprindo uma ordem de Trump para agilizar e ampliar a aplicação de penas de morte no país. No caso da injeção letal, o método é um dos previstos no Código Penal do país.
No entanto, vários estados haviam pausado a aplicação desse tipo de execução por uma decisão do governo do ex-presidente Joe Biden. A gestão democrata acatou recomendação de uma série de pesquisas que apontavam dor e sofrimento desnecessário no método. No comunicado desta sexta, o Departamento de Justiça da gestão Trump chamou a análise do governo anterior de profundamente falha.
Disse o seguinte, essas medidas são cruciais para deter os crimes mais bárbaros, fazer justiça às vítimas e proporcionar um desfecho muito esperado aos familiares sobreviventes.
Olha, são vários problemas aí. Primeiro, a pena de morte em si, que já me causa horror. A segunda questão, que é de uma gravidade moral gigantesca, achar que justiça à vítima se faz impondo sofrimento. Além da eliminação, mata. Bom, tá bom, matou, não está mais aqui. Não. O sofrimento...
também ajuda a fazer justiça à vítima. Hipótese essa em que a condição de vítima daria a alguém uma licença para se sentir bem com o sofrimento do outro. Ah, mas é que o outro fez para mim. Então, tudo bem.
Eu já falei aqui, Valio Beni, o filme tem muitas camadas, muitas dimensões, mas tem uma delas, uma das coisas que me incomoda no Bastardos e Glórios, do Tarantino, primeiro que aquilo não existiu, mas isso tudo bem, você pode... Mas uma das coisas que me incomoda é um questionamento que é de natureza moral ali, que eu não vi as pessoas fazerem, é o contrário. Porque você tem um esquadrão de judeus e isso.
que ser encarregados nesse filme de matar nazistas por métodos muito cruéis. E eu vi muita gente não fazer o questionamento, ou achando que aquilo é no norte moral. Insisto, há várias camadas do filme, não vou entrar aqui agora. Mas essa perspectiva... Vai viva.
tivesse existido, então teria sido justo? Mas, espera aí, o que me distingue do outro, daquele horror, entre outras coisas, é a diferença do nosso padrão moral. Não é isso ou não é? Muitas questões. Na segunda estamos de volta. Vai, Caio Prado e o Johnny Hook.
Eu sei como pisar no coração de uma mulher. Já fui mulher, eu sei. Já fui mulher, eu sei. Eu sei como pisar no coração de uma mulher. Já fui mulher, eu sei.
Já fui mulher Para pisar no coração de uma mulher Basta calçar um coturno Com os pés de anjo noturno Para pisar no coração de uma mulher Sapatilha jarame O bala é belo e infame
Eu sei como pisar no coração de uma mulher. Já fui mulher, eu sei. Já fui mulher, eu sei. Como pisar no coração de uma mulher. Já fui mulher, eu sei. Já fui mulher.
Vai Vai
Para pisar no coração de uma mulher Alpercata de aço O amoroso cangaço Para pisar no coração de uma mulher Pés descalços, sem pele Um passo que a revele Um passo que a revele
Eu sei como pisar no coração de uma mulher Já fui mulher, eu sei Já fui mulher, eu sei Como pisar no coração de uma mulher Já fui mulher, eu sei Já fui mulher
Para pisar no coração de uma mulher Basta calça ou coturno Com pés de anjo noturno Para pisar no coração de uma mulher Sapatilha jarame O balabelo infano
Para pisar no coração de uma mulher Alpercada de aço Um amoroso cangaço Para pisar no coração de uma mulher Pés descalços sem pé Um passo que a revele Eu sei como pisar no coração de uma mulher
Já fui mulher, eu sei. Já fui mulher. Eu sei como pisar no coração de uma mulher. Já fui mulher, eu sei. Já fui mulher.
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