É da Coisa de 17/04/2026, com Reinaldo Azevedo: Lula, Flávio e a regra; Fachin e Cármen contra o STF
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Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivólio e Isabela Mota. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Está esperando o quê? Pede iFood já!
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E aí
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Transcrição e Legendas Pedro Negri
Começa agora para todo o Brasil mais uma edição do Rádio Apoio Essa coisa parece confusa, atrapalhada Vem pra cá que a gente se confunde, atrapalha Milhões de pessoas acompanham pelo TAR e pelo Band News TV Mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais Sempre em Rádio Band News FM
Ou no aplicativo Bandplay. Olá, olha o Beni. Olá. Olá, minha querida Isabela. Boa noite, não é? Oscar Schmidt morreu, nos deixou. É...
Quem está acompanhando pelo rádio, enquanto nós tocavamos o VR de Champions, nós estávamos mostrando sequência de fotos do Oscar na quadra, na vida, desde quando passou a enfrentar os problemas de um câncer, de um tumor cerebral.
passando por várias fases, enfim. Já se disse tudo há pouco, a rádio dedicou um tempo grande e está em todos os lugares. Eu não sou a melhor pessoa para falar sobre as qualidades esportivas do Oscar. Não sou especialista na área, sei muito pouco.
Agora, o que eu, e aí sim, não sou especialista, mas acompanho como todo brasileiro, eu tinha, obviamente, uma grande simpatia por ele, por uma razão em particular. Sim, como todo mundo que foi muito famoso, que foi considerado o número um, e era em muitos aspectos no Brasil e no mundo.
Teve uma hora ali que teve a tentação da política, mas sempre foram coisas muito superficiais, muito leves, no caso do Oscar. A verdade é a seguinte, ele morre aos 68 anos, tendo a grandeza que tinha e se metendo muito pouco em polêmicas. Não há de Oscar nada que se possa dizer que tenha sido um mau exemplo.
Não foi como atleta, não foi como personalidade, personalidade pública, não foi como pessoa, ao contrário. Sempre encarnou a ideia do esforço, do trabalho. Ainda há pouco a Hortência falava na rádio e disse que ele dizia eu não tenho, falo que eu tenho a mão santa, não, que eu tenho a mão treinada.
é o esforço a ideia de que as coisas caem claro, existe esta coisa mal compreendida que é talento não estou dizendo que é tenho compreensão certa, ninguém entende direito as pessoas tem inclinações, tem talentos tem habilidades às vezes específicas e as habilidades que a gente tem também são habilidades que a gente tem para aquilo que o mundo oferece talvez alguém tenha habilidade para muita coisa que ainda não está posta então
Mas em relação às coisas postas, as pessoas têm determinadas habilidades, ele tinha muitas. Agora, ele sempre soube fazer bom uso disso, e tinha muito claro que ele tinha de trabalhar muito para que as coisas acontecessem. As pessoas fazem isso ou aquilo com mais ou menos esforço, a depender, insisto, dessas inclinações. Mas o fato é, se você não cultiva aquilo que você tem,
também não funciona. Eu brinco, eu acho que eu tenho uma boa memória, mas eu cultivo isso. O quê? Tomando remédio? Não. Talvez até atrapalhe um pouco. Não. Usando, lendo, trabalhando, estudando, organizando. E ele sempre soube fazer isso. Muito bem.
E não me lembro de ter sido, em nenhum caso, um mau exemplo. E também não gosto daqueles, ah, eu quero ser um exemplo para todo mundo, também é chato isso. Mas ele não tinha essa coisa. Aquele tamanhão todo, era uma pessoa leve. Leve.
como personalidade, que fazia bem a quem o ouvisse. E muito bem a quem o visse nas quadras. Então, um abraço à família. É uma perda importante para o país. A gente perde um dos maiores atletas que o Brasil já teve. Então, fica aqui a nossa homenagem. Vamos tocar a vida?
O democrata Lula diz o que fará se perder. E Flávio? Vai fazer o quê? Hein? É muito mais... Eu não estou fazendo especulação, aposta, nada. Eu lido com fatos.
As pessoas têm direito às próprias opiniões, não têm direito aos próprios fatos. Então vamos aos fatos. Vai lá. O presidente Lula declarou à revista americana Der Spiegel que é preciso aceitar o resultado das eleições. É americana? Revista alemã. Alemã, alemã. Eu falei americana, desculpa. Acho que você falou americana. Ou eu escutei errado. Não, deve ter escutado certo.
Eu estava tão concentrado em falar Spiegel, do jeito certo que eu falei americano, mas a revista alemã, ele falou que é preciso aceitar o resultado das eleições. Durante a entrevista ao Veículo, ele foi indagado sobre uma eventual vitória do senador e pré-candidato do PL à presidência, Flávio Bolsonaro.
nas eleições de outubro. O presidente disse o seguinte, quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou de centro, temos que aceitar o resultado. Nunca imaginei que um metalúrgico líder sindical como eu fui seria eleito três vezes para a presidência, mas aqui estou.
Lula também foi indagado se tem medo de que o Brasil recaia no autoritarismo. O presidente declarou que o país continuará a ser democrático e acrescentou que não há lugar no Brasil para fascistas, para pessoas que não acreditam na democracia. Disse, essa ideologia de direita que domina o mundo não tem futuro. Em vez de ideias, ela só espalha ódio e mentiras. Olha aqui. Fato.
O Lula perdeu em 89, continuou a organizar seu partido. O Lula perdeu em 1992, continuou a organizar seu partido. O Lula perdeu em 1996, 98, 94 e 98, eu errei as datas. 94, perdeu, organizou o partido. 98, perdeu, organizou o partido. 2002, ganhou.
2006 ganhou. 2010 ganhou a Dilma. 2014 ganhou a Dilma. Tudo dentro da regra do jogo. Dilma foi deposta. Sofreu processo de impeachment. Sem cometer crime de responsabilidade. O PT não foi para a ruaça. Aceitou o resultado. Pode não gostar. Chama a golpe, não sei o que, mas...
Lula foi condenado e preso sem prova. Foi pra cadeia, ficou lá 580 dias. Saiu da cadeia, procurou fazer uma frente. E agora tá dizendo, se eu perder, eu vou pra casa, o PT vai se reorganizar e acabou. E quem ganhou leva.
E aí diz ainda, se não fosse quem ganhar leva, como é que o metalúrgico como eu teria conseguido chegar? A democracia é assim. Não adianta. Ele retire o que ele disse, e eu paro de insistir nessa coisa. Duas coisas que ele diz. O Flávio disse na CEPAC.
E eu escrevi um texto fazendo uma análise sintática, afinal de contas eu fui professor de gramática também. Eu fiz a análise sintática da frase dele, dita na Sepak. Que tem uma oração principal, duas subordinadas adverbiais condicionais, e que quando a gente interpreta aquilo que ele diz, para conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv conserv
com as orações explicativas, que é só inverter o sentido, elas se tornem explicativas, a gente entende que ele não aceitará a derrota como o pai dele. Igualzinho. Coloca a frase dele na Sepaque. Vai lá. Se o nosso povo pudesse expressar livremente nas redes sociais e se os votos forem contados corretamente, nós vamos vencer.
Logo, se a gente não vencer, vale o bene, então é porque os votos não foram contados direito e o povo não pode se expressar. E se os votos não foram contados direito e o povo não pode se expressar, então aí a gente perde, então aí o resultado é legítimo, então aí a gente não aceita. Como o papai. Demonstrem que eu estou errado. Demonstrem que aquilo que está na língua portuguesa, na análise sintática, é falso.
Eu não preciso entrar na cabeça do Flávio para interpretar. Aliás, Deus me livre deste momento. Se for para entrar em locais perigosos, há outros mais atraentes. Eu estou falando do pensamento, naturalmente. É análise sintática.
Análise sintática. Mas eu não preciso ficar na análise sintática. Eu posso ficar na pura expressão da leitura objetiva daquilo que ele disse quando ele ameaça o Supremo. Na entrevista de 14 de junho à Folha de São Paulo. Indagado. Se alguém do campo de vocês chega à presidência, é porque ele não era pré-candidato.
com anistia ou indútil, e o Supremo diz que é inconstitucional, e é, vocês farão o quê? Responde, Flávio. É uma hipótese muito ruim, porque a gente está falando de possibilidade de força, de uso da força. A gente está falando de possibilidade de interferência direta entre os poderes. É tudo que ninguém quer. E eu não estou falando aqui, pelo amor de Deus, eu não estou fazendo um ponto de ameaça, eu estou fazendo uma análise de cenário, que é algo real que pode acontecer ou não pode.
Então, Bolsonaro apoia alguém, esse candidato se elege, dá o indulto, faz a composição aqui com o Congresso Nacional para aprovar uma anistia, dois, três meses isso está concretizado, aí tem o Supremo falando em constitucional, volta todo mundo para a cadeia. Não dá. Isso não dá. Certamente o candidato que o presidente Bolsonaro vai apoiar vai ter que ter esse compromisso, sim.
Eu acho engraçado que alguns ficam assim, ah, é porque o Reinaldo, depois que virou petista... No meu livrinho de frases, vale bem, eu tenho lá uma brincadeira que eu faço, que tem gente que não pode entrar num carpete verde, que logo dá vontade de comer o carpete. Pensando que é grama. Capim.
Não, petista. Os petistas sabem que eu não sou petista, mas também eu não estou nem aí. Você acha o que quiser. Quem sabe de mim sou eu. Aquele abraço. Não estou nem aí. O que eu realmente sou. Um democrata que não negocia. Isso sim.
e eu já tratei disso no Adolmoço hoje, fiz uma imagem, vale o bene, Isabela, que é a seguinte. Imagina um campo de futebol tomado como metáfora, portanto, um campo de batalhas ideológicas. E tem uma linha.
que separa, não é perfeito do futebol, porque no futebol os dois lados são legítimos e tal. E tem uma linha que separa a democracia da não democracia. Do lado aqui da democracia, tem direita, tem esquerda, tem mapa o meio, mapa a ponta, tem tudo. Tem tudo.
Você, você com a sua convicção, eu com a minha convicção, a gente está lá na ponta, sabe onde a linha depois que vaza vira gol? A gente está lá. É convicção, cara. O que é que você acredita? O que é que você quer? Lembrei da pergunta, porta dos fundos. O que você quer, Mário César? O que você quer? Ah, eu quero isso.
E se não for isso, eu não quero nem saber. Eu vou lá e jogo bomba no campo adversário. Não, aí você não é um democrata. Agora, você pode lutar por aquilo que você quer, mas na política você vai se aproximando, vai fazendo alianças, vai conversando. Chega mais perto, muitas vezes, do campo adversário. E a política é isso. Porque a sua convicção é temperada por sua responsabilidade.
Pela ética da responsabilidade. A política como vocação. Max Weber. Há sempre uma canção para... Aquela velha história. Se tem sempre uma canção para contar uma história de amor, tem quase sempre um livro de referência. E eu não vou abrir mão de falar de livros. Eu não vou ficar falando aqui do meu estômago, dos meus ódios, dos meus rancores. Até porque eu não os tenho. Oh, love para vocês.
Agora, ultrapassar a linha da democracia? Não. Não porque aí eu viro um deles. Ah, para mim, tanto faz. Tanto Lula como Flávio, tudo a mesma coisa. Não me identifico com nada. Ah, você pode subir para as estrelas. Ou pode decidir se você fica no campo da democracia. Não, eu fico no campo da democracia, querido. Querida, queride.
Cridex, eu estou no campo da democracia. Se eu tenho um candidato que diz que o único resultado é legítimo, que é a sua vitória, repetindo Trump, repetindo pai, que tentou dar um golpe. Se eu tenho um candidato que ameaça o Supremo com o uso da força, passa a linha. Entende?
Passa a linha. O Lula falando isso fica do lado de cada linha. Ainda que eu tenha divergências muitas com o PT. Não é difícil de entender. Eu não preciso me converter a nada. Eu preciso apenas continuar convertido aquilo a que estou convertido faz muito tempo. Democracia.
Onde está o erro lógico daquilo que eu estou falando? O Flávio retirou a fala lá da Sepac? Onde ele palestrou tendo um foragido na primeira fila que ele abraçou depois de forma entusiasmada? Hum?
O mínimo que um candidato que disputa a eleição tende a dizer é quem ganhar leva. Quem ganhar leva. Notaram que o Flávio continua a tratar a possibilidade da vitória do Lula como se fosse uma fraude? Repetiu essa história agora porque o Alexandre autorizou a Polícia Federal a abrir um inquérito contra ele.
Como a gente anda em tempos pusilânimes? Como a gente anda em tempos em que os idiotas não leem nada e colocam o cotovelo no lugar do cérebro? Ignoram a lei e falam do alto da sua ignorância satisfeita e robusta. Então, Alexandre precisava abrir esse inquérito? Alexandre não...
O Pessoa, pessoas, o Código Penal confere ao Ministro da Justiça o poder de abrir inquérito de ofício.
Manda a Polícia Federal abrir inquérito. Como André Mendonça mandou abrir inquérito contra aqueles dois rapazes do Tocantins que publicaram ao DOR em que o Bolsonaro era chamado de Pequi Ruído. Grande coisa. Nossa, que ofensa, Vale Bene. Ai, Pequi Ruído. Eu se me chamarem, ai, Maracujá de Gaveta, pode chamar do que quiser.
Eu sou, na verdade, um moranguinho fofo de dois córregos, que nem um moranguinho do Nordeste. Gostei da comparação. É, não é? Moranguinho do Nordeste. Só que eu não sou do Nordeste. Moranguinho do Nordeste. Mas quer chamar? Pois chama do que quiser. Só que o Flávio acusou o Lula no dia 6 de janeiro, quando o Maduro foi sequestrado pelo Trump. Maduro um vagabundo, mas foi sequestrado.
ilegalmente. Aí vai o Flávio e diz, aí liga o Lula, tráfico de droga, fraude eleitoral, não sei o que, terrorismo. Que eu diria, isso realmente é grave, chamar o outro de pique e ruído não é. E mesmo assim o Mendoza falando, não, abre pra sério, 2021. 2021. É.
Atenção, o ministro da Justiça pediu abertura de inquérito, porque o Código Penal lhe confere esse poder. De pedir abertura de inquérito. Só que como o Flávio tem foro no Supremo, tem de passar pelo Supremo. O Alexandre não faz juiz de admissibilidade, ele apenas despacha, porque o processo correrá lá, o inquérito. Só isso.
O Alexandre nem tinha interferência, abre ou não abre. Só que aí vai o Flávio e diz, está vendo o Alexandre mais uma vez tentando interferir na eleição? Já fez isso no TSE, agora fazendo de novo. Tentando arrumar pretextos para ilegitimar o resultado caso lhe seja diverso. É uma baixeza porque nem se comporta como quem.
é competitivo e em muitas pesquisas aparece numericamente à frente. Ah, mas é que você não gosta de... Não, o fato de eu não gostar... Alguma vez eu disse aqui que ele era inviável, Volibem? Nunca. Alguma vez eu disse aqui, imagina, oi Flávio Caidão. Não, ao contrário. Eu sempre os tratei com o respeito que eles merecem.
E quando a gente diz respeito, a palavra é plena. É uma palavra rechonjuda. Porque é preciso tratar com respeito, inclusive os perigos da democracia. Quando eu digo respeito, não é tratar com sabugis. É tratar com o tamanho que tem. Eu não subestimo perigos da democracia.
Tá claro? Acho que tá Lula indaga Sobre o erro da democracia E eu tenho uma resposta Porque aqui A gente mata a cobra E mostra a cobra Metaforicamente porque não é pra matar a cobra Tu encontrei o biólogo Henrique Lá no Premier Best É Tchau
Mata a cobra e mostra a cobra. Não mostra o pau, porque pode ter... Mostra o pau e a cobra tá viva. Metaforicamente. Porque vai deixar a cobra quieta lá. Deixa a cobra no lugar dela. Hum? Hum. Vai lá.
Reinaldo, o presidente Lula disse que se questiona diariamente onde é que a democracia errou diante do avanço do extremismo negacionista. A declaração foi dada hoje em coletiva com o prêmio espanhol Pedro Sanches. Lula está no país europeu para participar da primeira cúpula Brasil-Espânia realizada em Barcelona. Em discurso a jornalistas, ele afirmou o seguinte.
pergunta que eu me faço todo dia é a seguinte aonde é que a democracia errou? Porque se você é derrotado por defender a democracia e você perde para um regime melhor tudo bem o povo fez uma boa opção mas do que nós estamos vendo hoje
é que o extremismo negacionista, em que não tem nada concreto de novo, não tem um programa que possa mostrar algum despertar para o futuro, mas apenas no sentido destrutivo das instituições que existem, por que as pessoas votam nisso? O que é isso?
Então eu quero saber aonde é que nós falhamos enquanto democratas. Aonde é que as instituições democratas deixaram de funcionar. Ah, presidente, questão importantíssima. Largamente tratado num livro que tem aspectos polêmicos, mas um livro essencial.
Há sempre uma canção para cantar aquela velha história de amor. Quase sempre há um livro. Você sabe que, Isabela, o Vaibene, eu acho isso tão torturante que eu fico pensando em tudo que eu não li. E me dá aquele... Fala, meu Deus! Talvez tudo tenha uma explicação já escrita, será?
E quanta coisa a gente não leu, por isso que tem uma certa sofreguidão nessas coisas. O povo contra a democracia, Yashaman. Presidente é complicado. Onde é que a democracia falhou? Presta atenção nessa passagem. Página 118.
A América não está sozinha em sua tendência ao liberalismo antidemocrático. Praticamente todas as atuais democracias desenvolvidas apresentam fortes mecanismos tutelares. Muitas questões importantes foram removidas da contestação política
por tratados de comércio e agências independentes. Quando a vontade popular se extravia para além dos limites do aceitável, é restringida pelas instituições democráticas, pela justiça, pelo Banco Central, mesmo em áreas onde os indivíduos permanecem formalmente senhores do próprio destino.
os mecanismos para traduzir a opinião popular em políticas públicas estão tão sintonizados com os interesses das elites sociais ou econômicas que a influência do povo sobre seu próprio governo fica severamente limitada. Há um monte de coisa hoje
em que a democracia só funciona formalmente, de verdade, não é decisão de ninguém. Veja o esforço que se faz para que o Banco Central seja imune a qualquer interferência do povo. Não estou fazendo juiz de valor. Não estou dizendo que o presidente do Banco Central deveria ir para a praça pública, olha o Beni Isabela, falar, Ei, pessoal, embaixamos o juros ou não?
Quem quer que baixe juro, levanta a mão. Quem não quer? Quem quer que baixe juro, fique como está. Quem quer que... Não, não é assim.
Mas sempre que há uma pressão popular que vá sobre o juro, olha que absurdo. O Galípolo, esses dias, o presidente Lula, um democrata inequívoco, eu tratei disso por aquilo que ele é. O Galípolo, um aliado dele, foi para o Congresso e para o Senado, na CPI, da importância de o Banco Central botar o Banco Central numa bolha de plástico. O Galípolo vai virar o menino da bolha de plástico, como naquele filme.
E os diretores? Pergunta. Olha bem. Isabela. O mercado financeiro, por exemplo, penetra na bolha de plástico? Fede. Oxe! Está lá. Está lá. Senão o juro não estava nessa altura, inclusive.
Então você tem mecanismos que vão distanciando a população. Eu estou fazendo diagnóstico. Quem soube se aproveitar e tem sabido se aproveitar desse distanciamento é a extrema-direita. A extrema-esquerda, não, a esquerda, a esquerda se tornou, tanto é, Valibene, que a esquerda se tornou institucionalista.
Vamos fazer as coisas de acordo com os modelos da democracia. Está aí o Lula. Qual é o grupo de esquerda hoje no Brasil que não respeita os limites da democracia? Existe, existe. Com chance de chegar ao poder, zero. Zero. Abaixo de zero. E quem é anti-institucionalista? A extrema-direita, a direita, com chances de chegar ao poder. Está aí o Flávio.
as democracias se tornaram excessivamente formalistas e, nesse sentido, o povo ficou meio afastado. Aí vem a extrema-direita e diz está vendo? Ninguém resolve nada. Olha aí, olha como está, olha não sei o quê. Fácil de resolver essa questão? Não, é muito difícil. Mas é dificílimo.
E modestamente achei a minha explicação muito boa. Muito boa? Sim. E há sempre uma canção para contar Aquela velha história de um desejo Que todas as canções têm para contar
Aê, fotografia, Tom Jobim, Vinícius e... Não, Tom Jobim. E aí é o seguinte, na fotografia, quando acontece a coisa, aquele beijo. O livro, quando acontece, é quando você se depara com uma passagem, que eu quase me comorgo, me dá até vontade, me fico emocionado. Você se depara com uma passagem e você fala... É isso!
Isso ilumina as coisas. Quando você sente uma área da sua ignorância sendo iluminada, sendo devassada pela informação. Isso é fascinante. Isso me fascina. E andar de avião? Não fascina. Nem dirige carro.
Mas também não. Aliás, nada que eu vou ter que sair daqui. Porque eu também não preciso. Para a tristeza da minha mulher. Mas, ó! Daqui a pouco ela manda um protesto. Olha aí. O Nicolas deu uma coisa. Ai, meu Deus. Eu fiquei com vergonha até dele a tarde agora.
Fui eu mesmo que fiz, mas fiquei. Nicolas Cutuca Eduardo, só de pensar nisso me deu uma certa tristeza de viver. Mas, vai. O deputado federal Nicolas Ferreira afirmou que tem sofrido ataques unilaterais e falou que membros de seu grupo político se acham mais Bolsonaro do que o próprio Bolsonaro. São, segundo ele, experts em afastar as pessoas.
A declaração foi dada numa entrevista ao jornal O Globo e vem após um bate-boca público entre ele e Eduardo Bolsonaro. Indagado-se a gente errando na pré-campanha de Flávio Bolsonaro, Nicolas respondeu, disse, muitos acabam ficando focados em fazer a manutenção da base, o que eu também acho importante. Não tem problema o cara falar sobre o Flávio todos os dias desde que ele não fale que a minha estratégia esteja errada.
É errado o zagueiro fazer gol? Não, vai ser ótimo. Mas concorda que o papel dele, na maioria das vezes, vai ser a defesa? Meu papel é atacar. Eu posso alguma vez roubar a bola? Posso, mas meu papel é de atacante. O problema é quando querem que todo mundo faça a campanha da mesma forma. Tem alguns que se tornaram experts em afastar as pessoas. A gente não vai contribuir com uma campanha descartando quem não concorda 100% com a gente.
Eu vou pedir perdão a quem está me ouvindo, mas eu não... O problema do Eduardo com o Nicolas e de outros com o Nicolas é que ele é diabolicamente inteligente. Mesmo pensando coisas hediondas, absurdas, a gente tem de estar preparado para essas situações desagradáveis.
em que o sujeito pensa coisas asquerosas, mas é bom na porcaria que ele faz. Esse rapaz é um perigo para a democracia. Aí a gente faz o quê? Dá porrada nele? Não, enfrenta-o politicamente. Mas essa imagem que ele criou... Porque, veja, você percebeu que ele admite que ele rouba a bola?
Você percebeu que ele está dizendo assim O meu papel não é de zagueiro não Fazem as merdas que vocês fazem Eu não tenho que resolver Meu papel é atacar E aí se referindo explicitamente A Eduardo me parece Não é explícito porque não cita
Mas, não, a indagação foi sobre Eduardo. O que ele falou? Vamos para as aspas aí da B, vai. Eu nunca fomentei nenhuma briga. Pergunta que tem que ser colocada é, o que eu já fiz? Porque uma briga são dois, isso não é uma briga, é um ataque unilateral. Qual poste meu eu tenho atacando filho, esposa ou o próprio Bolsonaro? Pelo contrário, eu sou extremamente leal às ideias que o Bolsonaro carrega.
Ele mesmo, na última vez que nos encontramos, falou, fique em paz, estou contigo. Mas, infelizmente, tem alguns que se acham mais Bolsonaro do que o próprio Bolsonaro. E isso significa, não vem que não tem, né? E agora vamos para a cloaca da extrema-direita. Você sabe o que é cloaca, eu espero, né? A cloaca é... as aves têm cloaca.
por onde sai tudo, o que as aves têm de excretar. A cloaca da extrema-direita, ideologicamente falando, se chama Romeu Zema. Se você não viu direito, você está preparado.
Deveria até ter uma tarja. Cuidado. Cuidado de coisas muito delicadas. Tem estômago forte? Para Romeu Zema?
Aliás, o Zema... Olha, Vale e Beni... Ah, não, vou falar disso daqui a pouco. Primeiro, vamos falar do Zema. Vai. O ex-governador de Minas, Romeu Zema, pré-candidato do Novo à presidência, lançou ontem em São Paulo aquelas que serão as principais linhas de seu programa de governo. Segundo ele mesmo disse, seu alvo principal é o Supremo Tribunal Federal. Depois do discurso, chegou a dizer à imprensa que é preciso prender dois ministros. Também elencou propostas para a economia e para a segurança pública.
Sobre o STF, a gente vai ouvir o que ele disse. Minha primeira medida será propor ao Congresso um novo Supremo. Um Supremo em que parentes de ministros não possam ter negócios jurídicos. Supremo com idade mínima de 60 anos e mandato de 15.
para que seja a coroação de uma carreira irretocável. Olha, qualquer um que diga que o Supremo é o principal problema do Brasil, padece de delinquência intelectual. Mudar coisa sobre o Supremo...
O primeiro que está regulado pelo artigo 101 da Constituição tem de ser PEC. Então tem que ter maioria para isso na Câmara, tem que ter maioria no Senado. Ainda assim, toda PEC está sujeita a controle de constitucionalidade do próprio Supremo, porque o país tem... Zema, vai estudar o que é controle abstrato de constitucionalidade, que é a AC no Brasil. Então pode-se votar uma coisa que é essencialmente inconstitucional.
Então, por exemplo, há decisões que são reguladas pelo regimento interno do Supremo, em que você não pode se meter. Porque você fala assim, não, não está aí, mas vamos proibir decisões liminares, decisões monocráticas. Há decisões que necessariamente têm que ser monocráticas, porque existe, e vale o BNI, o perículo imora.
O que é perículo em Mora? Mora em lugar perigoso? Não! Perigo da demora. E uma catástrofe pode acontecer. E o regimento interno do Senado... Desculpa, Zema, espero que as palavras não pareçam muito difíceis. Eu não gosto dessas palavras difíceis que eu não entendo, porque eu ouvo coisas que eu acho necessárias mudar.
o regimento interno do Senado foi recepcionado como lei pela Constituição, viu, querido? Artigo 96. Tem força de lei. Então tem coisas que você não pode mudar por disposição constitucional, porque aí significaria ir lá fazer o regimento interno do outro poder.
Então você pode prometer o que você quiser. Ah, e também falou depois, falando à imprensa, que ele vai propor abertura automática de processos de impeachment que não tenha nenhuma forma de filtro. Porque, afinal de contas, o Supremo virou o saco de pancada da sociedade e ele tenta se afinar, inclusive com certos setores da imprensa, que nada de Supremo não entendem nada também, e nem de Constituição. Uma coisa é não gostar, outra coisa é achar que você pode chegar lá e meter a mão grande.
Aí disse que também pretende prender dois meninos do Supremo Porque agora o Zema está querendo fazer o Flávio parecer progressista Ele está indo tão para a extrema direita Que o Flávio fica parecendo um ursinho blau blau Da vida pública
e ele tem mais ideias, tem mais ideias, o Zemo está cheio de ideias, vamos lá.
Em matéria de segurança pública, a peça de resistência da campanha de Zema será a equiparação das facções criminosas a terrorismo, a maioridade penal aos 16 anos e o fim da chamada saidinha. Esse eixo do programa é coordenado por Rogério Greco, ex-secretário de Justiça e Segurança Pública de Minas, que afirma se inspirar em Naíbe Bukele, presidente de El Salvador. Já com os golpistas, o pré-candidato do Novo escolheu ser generoso.
Nosso plano prevê tratar as facções criminosas como terroristas. Prevê pena mínima de 25 anos para bandido faccionado sem direito de saidinha. Vamos também acabar com a hipocrisia da maioridade penal aos 18 anos.
Crime de adulto vai ter pena de adulto. Eu estou convencido de que o brasileiro não quer nada demais. O brasileiro não quer privilégio, ele não quer favor do governo, ele só quer um país normal. Olha, me dá nojo.
de ouvir, porque esse senhor prometeu também, então esse senhor que quer pegar os menores e mandar para a cadeia, certamente ignorando que nas estatísticas as mais pessimistas, os crimes realmente graves, 3% deles são cometidos por indivíduos abaixo de 18 anos. Agora, se você pega...
jovens de 16 a 18, coloquem presídios, que já são possílgas hoje, a gente sabe o que vai acontecer. Presídios esses, por sua vez, dominados por facções. Então, com os pretos e tão pobres e pobres e tão pretos, o Zema é severo, e ele sabe que isso cola a falar uma coisa como essa. O tal Greco, falando sobre Naíbe Bukele,
um país de 6,5 bilhões de habitantes, que tem o tamanho da metade do Rio de Janeiro, e ele pode transformar num presídio. Imagina isso no Brasil, com mais de 600 mil presos. Nem sabe o que fala. Provocaria um desastre, já com o fim da saídinha. Mas isso fica parecendo que ele é severo demais, né? Que é um homem muito bravo. E aí ele tem...
Aí, como eu falei que ele é a cloaca da extrema direita, ele resolveu ir para um preconceito mais asqueroso contra o povo e contra os números. Fala, bonitão. O que você quer mesmo, hein? Na economia, como é que é? Vamos passar a faca nos gastos do governo do PT que fez as famílias se endividarem.
fez os juros elevarem e pararem o país e também a dívida pública explodir. O Brasil poderia instantaneamente, na minha opinião, criar de um mês para o outro meio milhão de empregos. Existem vagas hoje no setor privado que não são preenchidas por causa do Bolsa Família, como ele está desenhado.
Marmanjões de 20, 30 anos, o dia todo deitado no sofá, julgando videogame, participando de rede social e emprego tem. Eu vou fazer quem recebe Bolsa Família do sexo masculino.
saudável, novo, ser obrigado a aceitar proposta de emprego, ou então ter o benefício cortado. Mas isso é tão absolutamente nojento, que é o preconceito mais escancarado de setores da elite, de um janota, filho de pai rico.
que, aliás, nunca tinha feito nada na política antes. Começa que isso é mentira. Levantamento da FGV de 5 de dezembro de 2025. Vai estudar, cara! 60% das pessoas que recebiam o Bolsa Família 10 anos antes já haviam deixado o programa. Entende?
No ano passado, mais de 2 milhões de famílias deixaram o programa. Quem causou um aumento considerável do número de pessoas de boas de família foi o Bolsonaro, que esculhambou o cadastro único de quem recebia benefícios. Se multiplicaram as famílias de uma pessoa só, porque ninguém cuidava de nada e ele não queria tratar disso em ano eleitoral. Isso é preconceito.
Como é que é? Você vai equacionar a dívida? Você que levou a dívida de Minas de 104 bilhões quando chegou ao poder em sete anos foi para 182 bilhões? Hum?
Isso faz o Flávio parecer progressista. Aliás, tem gente que está doidinho para se abraçar o Flávio. Eu até escrevi um texto hoje, eu pedi para a inteligência artificial fazer para mim uma ilustração que ficou muito boa. Porque quando você faz um bom prompt, quando você for inteligência natural, Isabela, a resposta da inteligência artificial é boa. Aí eu falei assim, faz para mim uma ilustração em que as ovelhinhas...
estão tendo os lobos como seus pastores. E aí ficou bonitinho. E tem gente que está falando assim, acho que o Flávio vai proteger a liberdade de expressão. Estou querendo um lobo para cuidar de mim. Ah, quer? Então vai.
Como diria Bolsonaro, eu sou um cordeiro do ponto de vista existencial. Talvez eu sou uma pessoa boa. Agora, sou incomível por lobos. Ah, não. Não. Não, não, não. Não, não, não, não. Né? Quem lá? Ai, Flavinho, blá, blá. Quem é de extrema-direita é o Zemo. Flávio não, Flávio é fofo.
É preciso ter compostura. E está faltando compostura a muita gente. Claro que ele fala isso. É mesmo, só tem vagabundo recebendo Bolsa Família. Olha aí, o Brasil tem um desemprego histórico. Nós estamos vivendo o mais baixo desemprego da história.
É que tem gente que estava doida para pagar ainda menos, aí fala assim, tá bom, sua família, e aí? Olha a herança escravocrata que fez. Ainda com o Brasil. Boa parte da elite brasileira é essencialmente anticapitalista. Ainda tem uma tradição escravocrata.
Não quer saber liberalismo de verdade? Não. Isso tudo é uma soma tão brutal de delinquências. O sujeito que quer meter preto e pobre jovem na cadeia e que quer ir puxar saco de golpista. Que é isso que ele quer.
E também diz que vai privatizar todas as estatais. Como se ele pudesse fazê-lo por ato do executivo. Ignora, ignora o inciso 19 do artigo 37 da Constituição. Deixa isso ignorante. E você só pode criar estatais ou empresas mistas E você só pode criar estatais.
No Congresso, na autorização do Congresso Nacional. É disciplina constitucional. E depois, Zema, por um critério que se chama paralelismo das formas, ah, como o assunto é fascinante. Se você só pode criar estatal e empresa mista com autorização do Congresso, você só pode vender com autorização do Congresso.
E aí já tem a jurisprudência do Supremo. Pode vender até a empresa associada, mas a empresa mãe não. Aí só com autorização do Congresso. Não é executivo. Vou lá fazer tudo isso. Até parece que ele fez um governo formidável em Minas. Ah, foi reeleito no primeiro turno. Eu quero que se dane. O governo dele, do ponto de vista da dívida de Minas, foi desastroso, não fosse o Supremo.
teria ido à falência. E aí ficar arrotando esse monte de miséria moral. Tenha vergonha na cara. É o mesmo cara que acha que o Nordeste é um peso morto para o Brasil. Já tratou assim.
Ai, como Reinaldo é comunista. Não. Eu era liberal. O que deixou de ser é porque eu não aceito essas companhias. Zema, para mim, está do outro lado da linha. Sabe a linha que eu falei? Gente que flerta com golpista, para mim, é o cocô do cavalo do bandido. Hum?
Eu vejo, era uma vez no Oeste, tem atuações fascinantes de atores que fazem papéis de bandidos. Estou do outro lado, mas vejo com fascínio a personagem. Mas quando o cavalo dele faz cocô, não me interessa, vale bem. Eu nunca ouvi tanta delinquência saída de uma única boca, delinquência política.
É asqueroso mesmo. Porque é ignorante. Ignora os números, ignora a constituição, ignora a lógica. E está fazendo para causar. É isso aí. O Eda Coisa
Atenção TV Estúdio, 8 e 9, agora, vamos lá. Ramagem, quando o banditismo...
A rota moralidade. Vamos lá. O ex-deputado federal Alexandre Ramagem, que foi preso pelo ICE nessa semana e solto após dois dias, publicou um vídeo nas redes sociais em que agradece a alta cúpula do governo Donald Trump pela sua soltura. Ele também disse que entrou regularmente no país com passaporte válido e visto válido e que, na sequência, entrou com pedido de asilo. Num trecho do vídeo publicado, Ramagem resolveu atacar diretamente o atual diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e a corporação.
Primeiro que eu fui detido por uma questão migratória Nada de trânsito Agora, ocorre que eu entrei nos Estados Unidos Em setembro do ano passado De forma perfeitamente regular Quem está demonstrando que pode estar sorrateiro aqui não sou eu O adido da Polícia Federal que vem falar comigo de frente Que eu não tenho nada para esconder Muito pelo contrário Essa nossa Polícia Federal de outrora Com tanta credibilidade Obrigado
se tornou o quê? Uma polícia de jagunços desse diretor-geral Andrei Rodrigues, que declarou haver uma cooperação policial internacional contra uma situação de completa regularidade. Uma vergonha de diretor-geral ter que ser afastado imediatamente das funções. Não é impressionante que um foragido
condenado a 16 anos de cadeia, por comprovada ligação com tentativa de golpe de Estado, com tentativa de rompimento do Estado de Direito, com organização criminosa, que se meteu com a tramoia da ABIN, da espionagem ilegal, inclusive de jornalistas.
foragido, que entrou ilegalmente sem nos Estados Unidos, que fugiu do país via Roraima. Não é impressionante que esse cara ainda diga que a Polícia Federal hoje é de Jaguço?
Qual a Polícia Federal de Jagunço? Aquela que investiga até o filho do presidente? Aquela que investiga coisas que, inclusive, machucam o próprio governo? E você vê a desmesura com que sai o ataque, a violência retórica? É essa, gente.
É essa gente que está disputando o poder. É esse cara que estava lá na fila do gargarejo do Flávio. Só para que não se diga, depois a gente não sabia com o que estava lidando. É essa gente que quer voltar. Ao poder. Que trata. Uma polícia federal que faz um trabalho sério assim.
Sendo ele policial federal, diga-se de passagem, de origem. Policial federal de origem. Mas aí revoltadinho, né? Porque foi designado para chefiar a Polícia Federal, não pôde assumir. Porque inclusive estava sob investigação, porque era um caso claro de desvio de finalidade. Até eu fui espionado, vai ver.
que eu já disse, imagina Isabela morrendo de tédio, falar coitado do idoso, ficar lendo lá, e fazendo outras coisinhas.
E o trem da alegria de Reaços, que quer os Estados Unidos, para ver, vamos ver como está passando, como estaria o pobre do Ramagem. Nossa, mas gente, nas redes sociais, vivendo bem, casão, tudo lindo e tal. Eu gostaria até de saber vivendo de quê, mas vai lá, vamos.
Reinaldo, a Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal aprovou ontem um requerimento para criar uma missão oficial de senadores aos Estados Unidos para acompanhar a situação de cidadãos brasileiros no país. O requerimento de autoria do senador Jorge Seif cita o caso do ex-deputado federal Alexandre Ramagem. Ele deixou a prisão ontem, apesar de aprovado a missão internacional, só vai acontecer se o texto também for aprovado pelo plenário do Senado Federal e não há previsão do item ir para a pauta da casa.
E consta que o Davi Alcolumbre já deu um sinal de que pode tirar o cavalo da chuva. A simples aprovação é vergonhosa. Dá vergonha até de ler, né? De informar. Mas a gente tem esse tipo de delinquência no país. É isso aí. Ô, vai bem, Isabela?
O pior temperamento que eu conheço é o temperamento de gente oportunista. Eu tenho... Olha, mas eu tenho... Gente que... Sabe a pior personagem da literatura? Qual é, na minha opinião? Já falei aqui uma vez. Qual? Criada Juliana, do Primo Basílio. A patroa está fazendo sacanagem, está traindo o marido.
Ela é muito moralista, mas ela resolve se aproveitar. E ela é má. E eu não gosto de gente oportunista. É o pior temperamento que tem. Do que é que eu estou falando, velho?
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, afirmou ser preciso reconhecer que o Brasil está imerso em uma crise em relação à atuação do judiciário. Ele disse ainda que é preciso enfrentá-la com atenção para não repetir soluções velhas e que o STF tem que refletir sobre a atuação e os próprios limites. As declarações foram dadas nesta sexta-feira em São Paulo durante um evento na Fundação Getúlio Vargas que teve como tema o papel do Poder Judiciário na garantia da segurança pública como direito fundamental.
Para Fachin, é preciso prestar atenção nas respostas que são dadas pelo Judiciário. Mais do que diagnosticar as crises, constatá-las, é também examinar as respostas que vão sendo progressivamente dadas a essas crises da atuação do Judiciário. Quando falamos em crises, é fundamental reconhecer que efetivamente nós estamos imersos em relação à atuação do Judiciário. É uma crise que precisa ser enfrentada.
e é enfrentada com olhos de ver e ouvidos de ouvir, sob pena de repetirmos para problemas novos soluções velhas que significam simplesmente relegar os problemas sem resolvê-los. Isso não quer dizer nada. Isso só expõe os colegas dele. Ele é presidente de um poder.
É um comportamento sorrateiro, porque lá dentro ele tenta conseguir apoio, ter uma linguagem de conciliação, mas vive expondo o Supremo à expiação pública. A palavra sorrateira é boa, porque sorrateira, vale o bene, vem de sub-reptus. Reper, em latim, é arrastar-se.
Arrastar-se aí a pressão de setores da imprensa que elegeram o Supremo como grande inimigo. Só que ele fazendo isso, ele não consegue mobilizar ninguém. E disse uma coisa gravíssima, gravíssima. Porque na ânsia de agradar...
Ele falou outras coisas. Põe outro trecho da fala dele, vai lá, direto. Toda expansão de poder, ainda que bem intencionada, precisa ser acompanhada de autocontenção e reflexão crítica. É imprescindível que o judiciário, e especialmente o Supremo Tribunal Federal, ao qual se atribui, não sem controvérsia, obviamente, a última palavra sobre a Constituição, mantenha o judiciário postura reflexiva sobre os limites de sua própria atuação. Obrigado.
Olha aqui, quem expandiu os direitos do Supremo, os direitos do Supremo, a ação do Supremo, ele, por exemplo, era um seminário sobre segurança pública. Lembra a liminar dele concedida no caso do Rio? O quanto ele apanhou? E ele teve a solidariedade dos seus colegas. Agora, eu fiquei muito preocupado quando ele disse quando se atribui ao Supremo não sem controvérsia a última palavra sobre a Constituição. Que controvérsia?
Os únicos com controvérsia a respeito que trataram isso foram os golpistas, meu amigo. Com o artigo 142. Qual é a controvérsia sobre o Supremo ser a última palavra da Constituição? E aí vai a Carmen Lúcia, a outra, a soninha toda pura do Supremo,
Também ela, em seminário, falou a mesma coisa. Também ela, em seminário, aí no Rio de Janeiro, temos no Brasil o problema da confiabilidade, principalmente no Supremo, tenho ciência, mas é preciso saber por que e como, há equívocos e não sei o que, mas de novo essa história. Se vocês são bons demais para o Supremo, caem fora, peçam para sair.
Se você se considera bom demais para pertencer a um determinado clube, saia do clube. Porque isso não corrige nenhuma das distorções e, ao contrário, coloca o Supremo sob pressão e deixa de reconhecer, porque vocês estão deixando de reconhecer as intervenções que fazem, o trabalho do Supremo na preservação da democracia.
Mas, em vez de unir o tribunal, vocês desunem e expõem o tribunal às pressões como a desse tal Zema, por exemplo, que nós vimos há pouco. Eu não conheço um comportamento mais rastejante do que esse, rastejante diante daqueles que cismaram que agora é o Supremo o principal problema do Brasil, e o Supremo não é o principal problema do Brasil.
O Supremo salvou a democracia brasileira. Sim. Ah, e por causa disso tudo lhe deve ser permitido? Não, eu não estou dizendo isso. Só estou dizendo que esse não é o caminho. Unir-se àqueles que cismaram que o Supremo é o principal problema não é o caminho. Até porque eu tenho 500 críticas que eu poderia fazer, inclusive a forma como o Fachin chegou ao Supremo Tribunal Federal. Aliás, ele sabe.
Eu escrevi uma penca de textos contra a indicação dele. Por boas razões. E posso falar de atuação deletéria da Carmen Lúcia também, por que não? Agora resolveram bater na Carmen Lúcia, quem mandou? Não, ninguém mandou, é só pegar coisas que eu escrevi. Por que a senhora não botou para votar ação declaratória de constitucionalidade do artigo 283 da Constituição, que teria soltado o Lula da cadeia antes e a senhora não fez?
o tempo todo que ficou na presidência. Condescendeu com as maluquices do Edson Fachin, relator do caso do Petrolão, quando era evidente já as ilegalidades que estavam em curso. Vocês não estão contribuindo
para fortalecer o Supremo e para corrigir eventuais extorsões. O que vocês estão fazendo é o Supremo é podre e nós não somos. Como diz Carmem Lúcia, eu sou a mesma que meu pai criou. Não mudei o Supremo, mas o Supremo não me mudou. Basta ver na eleição do Rio a porcaria que vocês fizeram.
Estão prestes a fazer. Nesse caso, a Carmen Luzi. Tem um pouco mais, vocês sim, de compostura e de respeito pela instituição. Ao Reinaldo da Brunca, justamente nos dois heróis. Não, não são heróis de nada. Porque estão contribuindo com o processo de desinstitucionalização do país.
com esse moralismo raso, que não faz a devida distinção entre o que tem de ser preservado e o que não tem de ser preservado no Supremo. Lamento ter de falar assim. É isso aí. O É da Coisa Muito bem, meninos. Rapidamente aí uma linhazinha só que aconteceu com o Minha Casa Minha Vida. Vai.
A Caixa Econômica Federal, principal operadora do Minha Casa Minha Vida, passará a aplicar na próxima quarta as novas regras do programa habitacional após aprovação do Conselho Curador do FGTS e regulamentação pelo Ministério das Cidades. Na prática, o programa abre espaço maior para a classe média dentro da política habitacional, porque passa a atender famílias com renda mensal de até R$ 13 mil. É isso aí. Pronto. O É da Coisa Você está ouvindo, na Band News FM, O É da Coisa.
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Mudando tudo, TV e meninos, eu vou tratar da 11.1 rapidamente aqui, depois aí a gente reorganiza o último bloco. Eu afirmei ontem aqui, e sustento, que segundo o artigo 312 do Código do Processo Penal, não havia razão para a prisão preventiva do ex-presidente do BRB, porque afinal de contas...
não havia atualidade nos crimes que estava apontando a ele o tal do Paulo Henrique Costa. E sustento isso. Aí a Folha publica hoje que a Polícia Federal tem informações de que ele fraudou documentos para tentar esconder as operações ali com imóveis, etc. Se há fraude de documento...
Aí, obviamente, a razão para a prisão preventiva. Porque, vale o bene, aí se inscreve no artigo 312 do Código de Processo Penal. Está havendo uma tentativa de interferência na instrução criminal. Só que isso não está na decisão do Mendonça. Esse é o ponto. Por que não está?
Esse excesso de vazamento de coisas faz com que a gente tenha dois processos penais no Brasil. Aquele que é oficial e aquele que vai no paralelo. E isso é muito ruim. Não estou dizendo que é uma conspiração. Mas só que não está. Deveria estar, então, no despacho do ministro. E aí você justifica a prisão preventiva, a hora bolas. Isso aí.
E nós vamos agora abrir com a 1314, com o Rio de Janeiro Depois aí eu vou falando pra vocês, fiquem atentos Combinado
Ah, vai lá, porque vai voltar ao Supremo. O assunto vai voltar ao Supremo. Vai lá. Reinaldo, numa eleição sem concorrentes, o deputado estadual Douglas Ruas, do PL, foi eleito e impulsado o novo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, hoje pela manhã. A votação registrou 44 votos a favor de Ruas e uma abstenção. Alguns partidos, no entanto, não votaram e prometeram acionar o Supremo Tribunal Federal.
Não participaram da votação 25 deputados do PT, PSB, PSD, PCdoB, MDB, PDT e PSOL. Rua já tinha sido escolhido para presidir a alerje em 26 de março, mas essa votação acabou anulada pelo Tribunal de Justiça do Rio.
Assumir a presidência normalmente daria a Douglas Ruazul o precedente de assumir interinamente o governo do Estado, mas uma liminar do Supremo Tribunal Federal mantém no comando o presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador Ricardo Couto, até que a corte defina como será a eleição do mandato do Rampão. Por enquanto, o golpezinho dado pelo Cláudio Castro, que renunciou, está dando certo.
Vocês se lembram que o Dino, na questão da forma de escolher o governador do Rio de Janeiro, ele pediu vista e disse, vou aguardar o acórdão do TSE para saber o que se diz sobre a cassação de Castro. E o acórdão, obra da gloriosa Carmen Lúcia, que estava na presidência, né?
E o acordo nada diz. E tudo caminha, espero que se corrija, há um risco grande de o Rio de Janeiro continuar na pindaíba, em qualquer sentido que se queira que estava. Mas vamos lá, o que a gente tem sobre o acordo?
A primeira turma do Supremo Tribunal Federal formou maioria para rejeitar um recurso apresentado pelo ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacilar, contra a cassação do mandato dele, determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral. No fim de março...
Ah, era de baixa, desculpa, era do acórdão já do TSE, é isso aí. O acórdão do TSE, do julgamento que tornou inelegível o ex-governador do Rio Cláudio Castro, já foi concluído, não estipula se eleição para o mandato tampão no comando do Estado, deve ser direta ou indireta, tema que ainda está em discussão no Supremo Tribunal Federal.
A corte ainda aguarda a finalização de trâmites internos para ser publicado esse acordo de acordo com interlocutores do tribunal. A tendência é que isso aconteça nos próximos dias, período em que ainda pode haver ajustes no texto. O acórdão reúne os principais pontos do julgamento e as conclusões tomadas pelo colegiado a partir dos votos dos sete integrantes. A publicação é esperada.
Porque o julgamento no STF sobre o formato do pleito foi suspenso pelo ministro Flávio Dino, que pediu vista, alegando que seria necessário ter acesso aos detalhes da decisão do TSE. Ao interromper a análise, Dino afirmou que pretendia aguardar a consumação da decisão do TSE para verificar, entre outros pontos, se a corte eleitoral havia enfrentado a hipótese de fraude na renúncia e se teria deliberado sobre a cassação do diploma ou apenas do mandato. E ficou tudo obscuro.
Tudo obscuro. E segundo a Constituição do Rio, a eleição tem que ser direta, dadas as circunstâncias da cassação do Cláudio Castro, que foi por razões eleitorais. Mas, como hoje nós temos patriotas exemplares,
A Carmen Lúcia, o Fux, o André Mendoza e o Nunes Marques já votaram pela eleição indireta, que é botar na mão do Ruas, do aliado Cláudio Castro, no fim das contas. Porque você sabe, olha bem, às vezes esse moralismo, viu, Isabela, uma pessoa tão moralista que ela...
É tão moralista que se esquece até da própria moral. Que é uma diferença entre moralidade e moralismo. Já estabeleci aqui. A moralidade constrói instituições, o moralismo corrói. Essa que é verdade. Tem o voto do Zanin pela eleição direta. Já está claro que o Gilmar, o Alexandre e o Dino vão segui-lo.
Portanto, na prática, não foram pronunciados ainda, tem um 4 a 4, mesmo o Dino tendo pedido vista. Fachin e Toffoli não se sabem. De novo, Fachin moralista como é, eu tenho medo que faça coisa errada. E talvez até a decisão fique para o Messias, para o Jorge Messias, em sendo aprovado.
Mas é importante ficar claro, se trata de tirar o Rio de Janeiro das mãos de uma quadrilha, ou de deixar mais tempo com a quadrilha. Mas, pelo visto, nós temos moralistas que não abrem mão do moralismo.
que já disse alguém bem interessante, é o túmulo da moral. Lula na Europa e urgência e regulação digital. Vai lá, 17. Vamos lá. Reinaldo, como já citamos, o presidente Lula participou hoje da Cúpula Brasil-Espânia em Barcelona, ao lado do Premier Espanhol Pedro Sanches. O evento marca o início de uma viagem de cinco dias pela Europa. Lula está acompanhado de uma comitiva com 11 ministros do governo. Brasil-Espânia assinaram 15 acordos de cooperação em áreas como minerais críticos,
Assuntos consulares, economia social, cultura, ciência e tecnologia, igualdade de gênero e racial e adaptação a mudanças climáticas. Os países também divulgaram uma declaração conjunta na qual rejeitam o unilateralismo e a ameaça ou o uso da força contra a independência dos Estados. E sublinham a centralidade das Nações Unidas, sem citar nominalmente Estados Unidos ou Irã.
E aí sim, o Valeu Bênin tem a questão sobre a interferência na área digital.
Sim, o presidente falou em regulação digital para barrar a intromissão de outros países nas eleições do Brasil e fez autocrítica sobre o avanço do extremismo no mundo. Ainda em Barcelona, ele disse, nós precisamos agora regular tudo que for digital para que a gente dê soberania ao nosso país e que não permita, inclusive, intromissão de fora, sobretudo no ano eleitoral. Não é possível você tratar como normal e como liberdade de expressão a indústria da mentira, da violência verbal, da desinformação, como tem acontecido no planeta.
Lula afirmou que vai trabalhar muito na regulação para evitar que as plataformas causem qualquer dano contra a democracia, a soberania e a felicidade das pessoas. Eu não li o conjunto do coisa, eu não entendi porque isso seria uma autocrítica. Autocrítica dos países? Fiquei me questionando a mesma coisa. Fiquei me questionando a mesma coisa. É, não entendi porque seria uma autocrítica. Se tiver esclarecimento, vocês me façam aí. Não, era boa, só para eu entender porque seria uma autocrítica.
dos países, do Brasil, do mundo, enfim. Mas, de qualquer modo, a questão digital é certamente...
uma questão relevante. Ah, porque ele falou, eu quero saber como nós, como os democratas falhamos. Ah, entendi, como os democratas deixamos. Entendi, tá, tá. Isso, isso. Foi a resposta que eu dei a ele. Ah, entendi. Ah, é porque as coisas ficavam separadas, tá certo. Aí, nesse sentido, sim, autocrítica dos governantes, né? Como é que nós, democratas, deixamos que essa porcaria toda acontecesse. Eu dei uma resposta que está no Yasha Monk, né? Que precisa ser pensada.
Até quarta-feira. Tchau. I've had my shells and chips in my brains
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