O É da Coisa de 15/04/2026, com Reinaldo Azevedo: Mais empate Lula X Flávio; o favorito; CPI: crime
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- Redução da Jornada de TrabalhoProjeto de lei 6x1 · Ministro Luiz Marinho
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Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivólio e Isabela Mota. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Está esperando o quê? Pede iFood já!
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Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de Ué da Coisa. E se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem pra cá, que a gente desconfunde, desatrapalha. Milhões de pessoas acompanham o programa do Tóio, pelo Band News TV. Mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre em Rádio Band News FM ou no aplicativo Band News TV. Oh, boa noite, voi, Ben. Boa noite. Boa noite, Isabela Mota. Boa noite. Comida de 1987.
Jesus Cristo não tem dentes no país dos banguelas. Um grande disco dos Titãs. Música do Arnaldo Antunes, do Marcelo Frômer e do Sérgio Brito. Uma grande letra. Uma grande letra. Bebida é água. Todo mundo bebe. Tendo água, bebe. Todo mundo bebe. Pessoas boas, pessoas más, pessoas com aspirações, sonhos, desejos, outros sem nada. Comida é pasto. Pasto também é comida.
Mas você tem sede de quê? Você tem fome de quê? A gente pode ter sede de justiça, de verdade, fome, de felicidade. Beber? Comer? Não. Sim, num país de tantas carências, isso tudo pode fazer muita diferença. Mas a gente não quer só comida. A gente quer comida, diversão e arte. A gente quer saída para qualquer parte. Bebida, diversão, balé.
A gente quer a vida como a vida quer. Em um período eleitoral em que tanta coisa é debatida, tantos valores são debatidos, isso aqui é fundamental. Fundamental. A gente quer comer e quer fazer amor, a gente não quer só comer, a gente quer prazer para aliviar a dor. Na nossa interesa, Isabela, e nas nossas fragilidades. Claro. Como todo mundo.
Então, é uma grande letra de um grande disco dos Titãs, que deve servir de divisa, especialmente nesses tempos eleitorais, insisto. Você vai me propor o quê? O quê? Qual é o futuro que você me oferece? Em relação ao passado recente, você fez o quê?
A gente tem que pensar nessas coisas todas. Olha aqui, temos muita coisa aqui, tem pesquisa eleitoral, vamos falar a respeito. Ô, vai, Ben! Ô, Isabel! Reinaldão! Eu falei aqui na segunda-feira que o Lula seguia favorito. Não vou começar por aí não, mas só para dar aqui um.
uma antecipação. Falei, o Lula segue favorito. Aí é petista, petista. Aí o Rogério Marinho, coordenador da campanha do Flávio, falou hoje o que, vai bem? É, o Lula é favorito. Põe uma coisa na sua cabeça. Você quer torcida, ódio, rancor, militância, não é aqui.
Você quer informação porque as pessoas têm direito às próprias opiniões, mas não aos próprios fatos? É aqui. Ah, mas eu acho que você não votaria no Flávio de jeito nenhum. Não votaria. Alguém tem o direito de desconfiar disso? Eu não quero enganar ninguém. Não estou aqui. Ah, não sei em que eu vou votar. Sendo esse o quadro, todo mundo sabe. Mas eu não vou distorcer os fatos por causa disso.
Assim como não distorci quando disse que o Flávio seria candidato e que ele era competitivo e que pode ganhar a eleição. Eu consigo conviver com a realidade? Eu estou aqui para isso. Tendo opinião. Tenho as minhas opiniões, eu não tenho os meus próprios fatos. Compreendem?
E é por isso que eu quero que você venha aqui, por isso que as pessoas vêm. Ai, não, eu quero que você fique fazendo... Ai, não...
Não, aí não. Aí não. Imagina, Isabela, alguém nos meus... Já estou com 44 anos, você até observou ontem que eu tenho carinha de 43. Minha mãe não gostou, tá? Ela falou assim, ela foi irônica com você. Eu falei, não foi, ela foi verdadeira. 100%. Sempre. É, um, um. Aliados de Flávio tentam atrair Zema para vice.
para a candidatura vice. Às vezes, na tarde da TV, como tem poucos toques, vai bem, a gente precisa dar uma... Às vezes, a concordância fica parecendo estranha, mas a pessoa entendeu. Sim, nós vamos falar de pesquisa, fica aí, e mais Supremo, e mais o chororô do Alessandro Vieira, e mais não sei o quê. Leia um texto meu, depois que terminar o programa, sobre a diferença entre moralidade e moralismo.
A vida está cheia de culpa. Por quê? Porque a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão, balé. A gente quer pensar com você. Ah, ai. Nos bastidores da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, a avaliação é de que, ao pontuar melhor que outros nomes da extrema-direita, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro ganha força para liderar um movimento de unificação e formalizar o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato do novo Romeu Zema como nome para o cargo de vice.
As articulações entre Flávio e Zema ganharam força após o senador afirmar que o mineiro seria o nome preferido do ex-presidente Jair Bolsonaro para compor essa chapa. As conversas, no entanto, ainda não avançaram. Com as pesquisas eleitorais mais recentes, aliados de Flávio passaram a reforçar a pressão para que Zema componha a chapa, movimento ainda estudado pelo ex-governador.
Isso. Vai bem, fala para o Augusto ou para o Pedro mandar uma mensagem para minha mulher para trazer meu celular que eu esqueci no quarto de novo. Tá bom?
É, tudo na correria. Eu sei, o Vólio Beni fala, rei, faça de camiseta mesmo, leve a audiência lá para os píncaros. Mas eu sou uma pessoa meio tímida, Vólio Beni, não gosto de ficar me expondo. Eu, a diferença daquele... Lembra um juiz bombadão que tinha no Rio? Eu não gosto de mostrar aqui a minha musculatura jornalística. Então, vamos... Aí foi pouca mesa, gravata, larguei lá. Olha aqui.
Reinaldo, você acha que o Zema vai levar adiante a candidatura? Sinceramente, se eu fosse apostar, eu não tenho... Ah, o que o Zema me contou? Eu me poupo de certas coisas. Eu deixo isso claro. Não me contou nada. Então, eu acho que não leva. Eu acho que não leva. Por outro lado...
Então, assim, acho que vai acabar cedendo. Até porque tem toda uma análise de que Minas vai decidir a eleição, sempre tem isso, Minas decide, Minas decide. Porque Minas, afinal de contas, no norte é a Bahia, no leste é o peso do centro-oeste, no sul é São Paulo, no leste, Rio de Janeiro, Espírito Santo, é uma síntese do Brasil, tem toda essa conversa.
Uma vez veio a público uma análise que depois ele negou, embora o Globo não tenha corrigido a informação, de que o Felipe Nunes, da Quest, que hoje tem pesquisa, seria entusiasta, foi a palavra que saiu, dessa alternativa, já que Minas decide, então o Zema levaria um aporte dos votos mineiros para o Flávio e seria tudo tranquilo.
Acho que, assim, eu não sei, eu diria a tendência é ele não sustentar, porque ele pontua muito mal no primeiro turno. Agora, por outro lado, tem um monte de gente que pode fazer aliança com Flávio.
mas que não tem simpatia pelo Zema como vice, porque o Zema tem como vice, o Zema tem no seu passado político, por exemplo, no dia 2 de junho de 2023, lá no consórcio dos países do Sudeste, Sul, se tem estados que podem contribuir para este país dar certo, eu diria que são esses sete estados aqui, Sul e Sudeste.
Consórcio dos Estados, né? Consórcio dos Estados, acabou saindo dos países. Consórcio dos o que que eu falei? Países. Ah, não. Não, olha, São Paulo não é um país, Minas ainda não é um país. É dos Estados. São Estados onde, diferente da grande maioria, há uma proporção muito maior de pessoas trabalhando do que vivendo auxílio emergencial. Tratando o Nordeste quase como um peso morto.
o Brasil funciona como um produtor rural que começa só a dar um tratamento bom para as vaquinhas que produzem pouco e deixa de lado as que estão produzindo muito, e de novo falando de Nordeste. Considerando que uma das estratégias do Flávio é aumentar o percentual de votos do Nordeste em relação ao PAE,
Eu acho que isso é um peso. Mas também, tudo deriva, tudo vai de acordo com a campanha. Vamos ver o que acontece. Agora, acho difícil ele manter. Por outro lado, é importante o novo, porque o novo tem uma expressão parlamentar muito pequena, é importante o novo ter o seu próprio aporte eleitoral para ver se consegue aumentar a bancada e tal.
A ver, a ver. Eu, se fosse estrategista do Frávio, do Fabinho, como dizia meu tio, se eu fosse estrategista, eu falava, Flávio, você precisa de alguém, continua a precisar de alguém que o torne menos reacionário, porque o seu aporte todo é reacionário.
deveria ser alguém que desse um tom um pouquinho menos reacionário para a campanha. E, obviamente, não é o caso do Zema.
que, ademais, resolveu que agora é um criador de casos com o Supremo, resolveu fazer do Supremo o seu alvo principal. E o Flávio agora, por mais que a sua base bata no Supremo, o Flávio não está querendo muito esse confronto, porque, você imagina, Valeu Bene, você, o Brasil está vivendo um bom momento econômico, ainda hoje eu falava com um grande empresário brasileiro, que está nos Estados Unidos.
dada a situação internacional, o Brasil é hoje um destino de investimentos, o Brasil tem tudo para viver um ciclo bom na economia, inclusive com uma situação social equilibrada, embora isso não apareça nas pesquisas.
Então tem tudo. Basta ver o dólar onde está, basta ver a bolsa. Ah, isso é o caso de fator externo. É, mas se os fatores internos estivessem muito ruins, não estaria assim. Então o que se quer? Crise institucional permanente ou alguma estabilidade? O Zema aporta à candidatura do Flávio uma promessa de mais instabilidade.
E não de estabilidade. Ainda assim, eu acho que há uma ligeira tendência do Zema não continuar com a candidatura. Se não como vice, algum outro arranjo. Qualquer. Porque eu acho que como vice, pesquisas também indicam, ele não aporta muito voto, não. Essa tese é um pouco furada.
E acho que potencialmente pode tirar. Eu acho que ele tende a não ser candidato, porque também o desempenho muito vexaminoso é ruim. E a gente vê que a campanha, as coisas, convergem realmente para ficar entre Lula e Flávio. Há até quem veja a possibilidade de resolver no primeiro turno, para um lado ou para o outro. Acho um pouco difícil, mas também não se descarta.
Tá aí. E já que a gente está com o Zema, o Zema fez mais um vídeo atacando o Supremo, pedindo a cabeça de ministros do Supremo. Ele considera que isso é uma peça central da campanha eleitoral.
Será que a minha mulher fugiu, Vai Beni? Eita. O bonequinho dela sumiu ontem. O bonequinho dela sumiu da prateleira ontem. Será que o Augusto não conseguiu falar com ela ainda? Mandou mensagem, já mandou mensagem. Tá, então eu espero que ela ouça o programa ao menos, ou será que ela nem está ouvindo, Vai Beni? Não sei. Acho que ela falou, chega também, né? Aguentar Reinaldo o dia inteiro ainda tem que ouvir. Muito bem. O ministro Gilmar Mendes...
Deu uma resposta. Ah, o seu celular está descarregado, meu amor. Pega para mim o celular que eu esqueci no nosso quarto. Obrigado, anjo. Ela voltou e falou assim, meu celular está descarregado. Meiga assim comigo, Isabela, há 40 anos. Ai, que lindo o amor. E eu também sou. Muito bem. Aí o Gilmar resolveu lembrar quem é o Zema. E foi muito bem. Foi muito bem.
Ah, ele responde a fala de estrambelhada do Zema. Vamos aí, Isabela, parando a cada parágrafo do que está marcadinho aí, você me fala e eu comento, vai.
É, no mínimo, irônico ver quem já geriu o Estado de Minas Gerais atacar o STF e seus membros após ter, durante sua gestão, solicitado ao tribunal medidas que permitiram ao governo estadual adiar por meses o pagamento de parcelas de sua dívida com a União. Sim, isso é verdade. Só conseguiu não tornar o Estado inadimplente porque ficou apelando ao Supremo. Eu já disse aqui o que aconteceu com a dívida de Minas.
de 104 bilhões foi para 180, na gestão do glorioso governador, ex-governador Romeu Zema. Vamos ao segundo parágrafo aí, marcado.
O mesmo agente que hoje agride o tribunal recorreu a ele inúmeras vezes para obter decisões que suspenderam obrigações bilionárias com a União. Sem o socorro institucional do STF, o então governador teria enfrentado um cenário de grave desorganização fiscal com riscos concretos à continuidade de serviços públicos essenciais. E é verdade. A gestão dele em Minas decorre.
das ações do Supremo. Desse Supremo que agora ele resolveu transformar em alvo. Vamos ao outro trecho até o reconhecer.
A contradição é latente. Quando o STF profere decisões que garantem um fluxo de caixa ou suprem omissões do legislativo local, a corte é acessada como agente necessário ao funcionamento da máquina estatal. Afinal, ninguém recorreria sucessivamente a um tribunal cuja legitimidade não reconhecesse. Não é? Alguma contradição aí? E claro, porque é o seguinte, vai bem, Isabela. Supremo bom é aquele que decide como a gente quer. Claro.
Aí, olha, tal. E qual é o Supremo ruim? Ah, quando toma alguma decisão de que eu não gosto. Ou quando, entrando na agenda daqueles que querem destruir instituições, feito o que fez, a exemplo do que fez o Alessandro Vieira, relator da CPI do crime organizado. Ah, então aí, o Supremo faz o que eu não quero, aí eu vou bater. Então vamos terminar de ler aí, vai lá.
Contudo, basta que a Corte contrarie interesses políticos desse grupo para que o pragmatismo jurídico dê lugar a chavões vazios de ativismo judicial e a ataques à honra dos ministros. É a política do unilateralismo, do utilitarismo. O STF serve como escudo fiscal e contábil, mas é tratado como vilão quando decide conforme a Constituição e não conforme a conveniência de ocasião. É isso mesmo.
Aí vem o Zema, olha o Gilmar Mendes, eu fui mesmo várias vezes ao STF, durante meu governo, claro, para defender os mineiros. Defender os mineiros dá incúria da gestão da dívida. Defendi o meu estado da dívida bilionária que outras gestões... Outras gestões... Não menti. Olha, direito às próprias opiniões sim, aos próprios fatos não. Que dívida bilionária que outras gestões criaram? Na sua gestão foi de 104 bilhões para 182 bilhões.
Na sua gestão. Documentadinho. Quer que eu fique alado? É só os ministros intocáveis pararem de roubar o brasileiro. Aí eu acho que ele tem que falar quem está roubando quem. E por quê? Isso aqui, como vice do Flávio, não vai bem.
Eu não torço para o Flávio ganhar, não. Sou Flávio. Acho que até vou começar a defender o Zema de vice do Flávio. Vai ser uma festa. Teremos todo dia declarações felizes como essa, pacificadoras, alô mercados. Além do que, Isabela, sempre pode haver uma conjugação nova de verbo. Sempre.
O verbo ouvir, por exemplo. Primeira pessoa do indicativo presente. Eu ouvo. Não é? Sempre pode ter um ataque de inteligência. Quem é Adélia Prado? É apenas a principal poeta no Brasil. Hoje, podemos falar poeta de qualquer gênero. O principal texto em poesia do Brasil. É de Minas. Ocorre de ser de Minas. De Divinópolis.
Então acho que eu vou começar... Ah, pronto. Vou escrever um texto hoje. Não perca, hein, Voi Bene. Vou escrever um texto, hein? Hoje vou escrever. Zema para vice de Flávio. Vamos falar de pesquisa? Vamos. Quest. Mais uma pesquisa. Vem empate. Lula. Flávio. Vamos lá.
A Quest divulgou nessa quarta-feira uma nova pesquisa sobre a corrida presidencial e a gente traz logo os números da simulação de primeiro turno. Lula aparece com 37% das intenções, Flávio Bolsonaro tem 32%, Ronaldo Caiado aparece com 6%, Romeu Zema tem 3%, Augusto Cury, pela primeira vez aparecendo como candidato do Avante, tem 2%, Renan Santos tem 2%, Cabo Daciolo do Mobiliza tem 1%,
Samara Martins, da União Popular, tem 1%, Aldo Rebelo não pontua, 0%, Indecisos marcam 5%, Branco Nulo ou Não Vai Votar são 11%. A margem de erro dessa pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidas 2.004 pessoas entre os dias 9 e 13 de abril. Não tem grande diferença.
em relação à pesquisa anterior, que fique claro, está tudo mais ou menos ali. Nessa simulação não tem o governador do Paraná, o Ratinho Júnior, não tem o Eduardo Leite, mas está tudo, o Flávio e o Lula variaram dentro da margem de erro. E aí tem a simulação de segundo turno, vamos lá.
Simulação de segundo turno entre Lula e Flávio. A Quest aponta um empate técnico. E os números são Flávio Bolsonaro, 42%. Eram 41% em março e 38% em fevereiro. Lula, 40%. Eram 41% em março e 43% em fevereiro. Indecisos, 2%. Esses mesmos 2% em março e em fevereiro. Branco, nulo, não vai votar, 16%. Que eram 16% em março e 17% em fevereiro. Olha aqui.
E o cenário com Ronaldo Caiado, Lula 43, 44. O Caiado 35, 32. O Caiado subiu 3, mas também se tornou candidato nesse período. Lula Zema, Lula 43, 44. Zema 36, 34. Então, está dentro da margem de erro. Não há uma grande mudança? A grande mudança aí...
que é obviamente ruim para o Lula quando se vê o movimento, é que há uma progressiva aproximação e, finalmente, o cruzamento, ainda que na margem de erro, digamos assim, a boca do jacaré fechou e cruzou. Virou uma boca de cocrodilo. Que é o gente que faz assim, mas bem.
Então cruzou. Então o movimento, evidentemente, é um movimento hostil ao Lula e favorável ao Flávio. E sim, qualquer um dos dois pode ganhar a eleição e creiam, o resultado vai ser apertado. O resultado vai ser apertado. Então, quem vai ganhar? Eu não sei.
Eu mantenho a minha avaliação de que o Lula segue favorito quando eu considero o conjunto das circunstâncias. Não estou falando exatamente de pesquisa, até porque o ponto fraco para o Lula dessa pesquisa não é isso aqui. Porque aí eu posso pegar, ontem nós demos a pesquisa CNT-MDA, o Lula está na frente.
Dentro da margem de erro, mas está na frente. Muito provavelmente na frente, porque está nos extremos da margem de erro, coisa de quatro pontos. No Datafolha, a diferença é de um ponto. Aliás, num patamar diferente desse da Quest, porque lá 46 o Flávio e 45 o Lula. Aqui 40 e 42. Que pesquisa está matando na mosca? Nenhuma. As pesquisas aí, elas pegam...
quadros, cenários, tendências. E o que a gente tem hoje, tudo indica uma situação de empate. Agora, a política tem agenda. A política tem disputas sobre o passado. Atenção, se há alguma coisa que instabiliza o passado, é a política, vale bem. A política pode reescrever na cabeça das pessoas o passado.
O passado é instável na política. Aliás, até com a historiografia séria também é instável, porque você vai estudar e ver, não era bem aquilo que se dizia. Política o tempo todo está disputando o passado também. E também é uma disputa sobre o futuro. Voltando para os titãs, o que a gente quer?
A gente quer comida, diversão e arte? Tem a diversão e arte também, além da comida? Bebida é água, comida é pasto, mas a gente tem fome de quê? Então, precisa ver com quais futuros as pessoas acenam. Uma coisa é certa, que economia brasileira, insisto, falei hoje com um grandíssimo empresário, que a economia brasileira está nos Estados Unidos, que a economia brasileira é cuidando de negócios para o Brasil, também para si mesmo, para o Brasil. A economia brasileira...
ela está muito melhor do que as avaliações indicam. O governo vai conseguir passar isso? Numa campanha eleitoral, isso pode ser mais tranquilo fazer. Porque hoje o governo vive sob intenso escrutínio, tomando pancada. Então, por várias razões, eu disse o Lula...
segue favorito, ainda que a gente olhe os números e a gente vê a curva, a gente vê o gráfico, os números dos dois se aproximando, se aproximando, se aproximando, se aproximando até o empate. E hoje o Flávio numericamente à frente, mas dentro da margem de erro, no Datafolha e na Quest. CNTMD ainda não. Se vai ser, não sei.
Mas aí, esse terrível... Ô, Valibendi, você sabe que eu assinei a ficha do PT, agora eu sou petista da esquerda. Deixa claro. Viu, Isabela? Ela é esquerda mesmo. Ela dá porrada. Comigo não tem... Ô, Isabela, não vim a esse mundo pra dar selinho. Vim ao mundo pra dar beijo na boca. Se é pra ser radical, eu sou radical. Não quero saber. É. Essa piada é do Porta dos Fundos. Né? É, tem essa. Ah, o que que é?
E quem assinou a ficha? O Zé Dirceu falou, quer que eu assine? Eu falei, não, eu quero alguém radical. Você não é radical o bastante para mim. Que besteira. Mas também não estou nem aí. Pode falar o que quiser. O fato é, o Rogério Marinho, quem diria? O Rogério Marinho, eu nunca concordei com o Rogério Marinho. Senador Rogério Marinho, do PL do Rio Grande do Norte. A gente, inclusive, chora por causas diferentes.
Ele chora pensando nos golpistas presos. Lembra aquela cena como o Vem? Lembro. Parecendo que eles estavam sendo severamente torturados. Ah, eu choro vendo filme às vezes, assim, emocionado. Lendo uma poesia muito boa. Agora, por isso não, a gente chora inclusive por motivos diferentes, mas ele concorda comigo. Um.
Principal coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho, comentou os números da pesquisa Quest e disse que Lula ainda é o favorito. Ele disse, toda pesquisa é um retrato de momento, a campanha vai ser dura e o favorito é quem está sentado na cadeira. Flávio é um candidato competitivo e representa a novidade na eleição. Na segunda, você comentou na sua coluna os números do Datafolha, também falou a respeito aqui na segunda-feira, no domingo, na coluna.
e segunda-feira aqui não é da coisa. E afirmou que Lula também é o favorito. Quer dizer que você e o Marinho, nisso, finalmente têm a mesma opinião. Não é? É. Agora é, hein? Se eu sou filiado ao PT, vai ver que o Marinho também se filiou. Vai ver que é um bonde do petismo dentro da campanha do Flávio. É. O Lula é favorito porque tem o governo...
porque, insisto, há essas disputas sobre o futuro, essas disputas sobre o passado, e o Marinho sabe que vem uma agenda pela frente daquilo que é também pergunta e resposta. Quando eu digo uma agenda de pergunta e resposta, o que é uma agenda de pergunta e resposta?
Vai o que para o salário mínimo? Vai o que para o fim da jornada 6x1? Vai o que para a aposentadoria? Vai o que em relação à regulamentação de algumas áreas do trabalho? E aí você ainda precisa responder. Resposta para o endividamento. Evidências de melhoras na economia que precisam ficar mais claras.
Mas o governo tem coisas que estão na sua mão, que dependem dele, e que também são mobilizáveis. Agora, se o governo vai conseguir, não vai conseguir, querido? Aí não sei. Entende? Porque também...
Se pode fazer a coisa errada buscando fazer a coisa certa. Ah, que coisa mais absurda e óbvia. Não, o que eu estou dizendo é o seguinte, você muitas vezes tem propostas que são propostas que você entende, são úteis e são boas para aqueles que estão desprotegidos, etc. E se não souber fazer a campanha direito, passar a informação direito para ter uma leitura negativa, como teve quando houve a tentativa de regulamentação do trabalho de Uber, do trabalho de entregadores.
A extrema-direita conseguiu emplacar uma versão mentirosa do projeto. E o governo não conseguiu sair. Porque hoje tem esse fator também. Então, agora, o Marinho sabe que o governo tem trunfos. Tem trunfos. Tem esse aqui, por exemplo, que eu sei, muita gente vai falar ai, mera campanha eleitoreira, vamos falar, vamos botar a bola no chão.
Porque eu quero saber se quando o Tarcísio aumenta o salário de professor, é só campanha eleitoreira, se quando aumenta o salário de policial, é só campanha eleitoreira. Alguém, por um acaso, vai falar não aumenta? Deixa o professor se aumenta, deixa o policial se aumenta? Um governo precisa parar de governar porque vai disputar a eleição? Isso nem sentido faz. Do que é que eu estou falando? Vai.
Vamos lá trazer, então, Reinaldo, qual que é que você está querendo ir? A sete, querido. O projeto mesmo enviado pelo governo, porque o presidente Lula encaminhou ao Congresso esse projeto de lei que acaba com a chamada escala 6x1, ou seja, modelo de seis dias de trabalho, para onde descansa o texto que prevê a redução do limite de jornada de trabalho semanal.
das atuais 44 para 40 horas, e reduz a escala de seis para cinco dias de trabalho com dois dias de descanso remunerado. Segundo o Palácio do Planalto, as folgas poderão ser definidas em negociação coletiva, de acordo com as peculiaridades de cada uma das atividades. O envio do projeto foi acertado ainda ontem, no almoço no Planalto, entre Lula e o presidente da Câmara, Hugo Mota, e também participaram desse encontro o ministro de Relações Institucionais José Guimarães, recém-empoçado, e o deputado Paulo Pimenta, o novo líder do governo na Câmara.
isso, vamos para mais 6x1 eu pulei uma e eu deveria ter avisado eu pulei de caso pensado e eu não avisei você precisa parar com essa sua mania de não ler a minha mente eu esperava que depois de 7 anos que a gente está junto mais que isso, 2010 eu esperava que depois disso você fosse capaz de fazer essas coisas, mas enfim
Tem mais seis por um aí, vamos lá, Isabela. Reinaldo, a proposta foi encaminhada com urgência constitucional. Com isso, os parlamentares têm até 45 dias de prazo máximo de tramitação em cada casa. Além disso, prevê mais 10 dias caso o texto seja alterado na casa revisora. Depois disso...
Se não retirar da urgência, o projeto passa a trancar a pauta e impede a votação de outras matérias até que o texto seja apreciado. De acordo com o Planalto, cerca de 14 milhões de brasileiros trabalham na escala 6x1. Desse total, 1,4 milhão são trabalhadoras domésticas. Isso. Ah, isso pode mudar o rumo da eleição? Pode ter alguma interferência. Vamos ver o debate.
Eu lembro que a isenção de imposto de renda até 5 mil e mais a redução da cobrança para quem ganha de 5 a 7,5, atinge estimados 17 milhões de trabalhadores. E até agora isso não teve efeito na eleição. Não, na eleição, nas pesquisas. Então, mas esse é um debate que vai ser feito. Esse é um debate que vai ser feito.
O ministro Marinho do trabalho, Luiz Marinho, pode botar o vídeo direto? Ele disse, olha, nós vamos tentar para já, agora quem vai estabelecer como isso vai ser, se vai ter transição, estou falando vídeo Marinho, transição, tá, Pedro? Aí é o Congresso, coloca o vídeo dele aí. A proposta do governo é aplicação imediata.
Evidente que o Congresso, o Parlamento, ele tem autonomia de qual é o projeto que vai aprovar, qual o resultado do projeto, que vai virar lei efetivamente, se tem, se não tem transição, já não compete ao governo. Compete ao governo fazer a defesa do seu projeto e a defesa do seu projeto é a aplicação imediata. Agora, se vai ser ou não vai ser, vamos aguardar a aprovação, tá certo? Nós somos, às vezes, muito ansiosos de querer antecipar o resultado.
Isso. Tem esse caminho, que é o do projeto, e tem o caminho da PEC, Proposta de Emenda à Constituição, que é um pouquinho mais longo. É claro que a oposição vai tentar impedir. É muito difícil se opor de peito aberto a uma proposta como essa que beneficia trabalhadores.
beneficia sempre ter um monte de pequena empresa, que às vezes é o cara com uma empresa, com um amigo dele que é funcionário, que vai achar que não é uma boa ideia. Então a gente precisa sempre ver com calma isso. Na CCJ se tentou votar o texto, na Comissão de Condição e Justiça, e sair da PEC, que é outro projeto do mesmo assunto, e a oposição, por enquanto, deu uma segurada. Vamos para o item C aí.
O deputado federal Paulo Azzi, da União Brasil da Bahia, apresentou um relatório favorável na CCJ da Câmara envolvendo essas duas PECs que prevêm a redução da jornada semanal de trabalho no Brasil, essas duas que você citou. Após a leitura, o deputado da oposição Lucas Hedecker, do PSD do Rio Grande do Sul, que é crítico ao fim da escala 6x1.
apresentou um pedido de vista. Ele alegou que não teve tempo para ler o parecer. Bia Kicis, do PL do Distrito Federal, também pediu mais prazo, que foi concedido pelo presidente da CCJ, Leur Lomanto Júnior, também do União da Bahia. A votação foi adiada, deve ocorrer em até 15 dias. A comissão analisa a admissibilidade das propostas. Se forem aprovadas nessa fase, seguem para uma comissão especial para depois ter análise do mérito, primeiro na CCJ, e depois a votação no plenário da aprovação.
Isso, e aí vamos ver qual vai mais rápido. O projeto de lei em tese é mais rápido. E agora sim a gente volta para seis. É o seguinte. Pesquisa eleitoral, empate, isso está tudo dentro da margem de erro. Pode ser assim, pode não ser. O Lula pode estar na frente. Agora, há coisas, e isto sim, realmente preocupa o governo.
E isso realmente deve ser preocupante para o governo. Por exemplo, avaliação do governo. Em relação a março, fazem uma avaliação negativa do governo, regular e positivo, como é que é? Vamos lá, me digam aí. Negativo foi de 43% para 42%. Regular foi de 25% para 26% e o positivo ficou em 31%. Legenda por Sônia Ruberti
Isso. A única coisa que se faz no Brasil, que é um erro de análise, é que o regular no Brasil é considerado negativo. Então fala assim, negativo está 42. O regular não é negativo. O regular é o cara que também não tem o geriza ao governo. Preocupa um pouco, mas não é tão grave. Isto aqui, em sendo assim,
realmente deve preocupar o governo. E aí quando se olha o gráfico, a gente tem uma coisa importante aí, que é aprovação e reprovação. Vai lá. A aprovação foi de 44% para 43%. Desaprovam o governo, eram 51%, agora 52%. Não sabe, o índice permaneceu em 5%.
Uma diferença de nove pontos em aprovação e reprovação, sendo isso, é preocupante. Agora, quando se olha o gráfico, quem está no rádio não está vendo, mas eu passo a informação para vocês. Quando se olha o gráfico, você vê que é de dezembro para janeiro que a boca do jacaré começou a abrir, olha o bem, contra o governo, com mais reprovação do que aprovação. Eu acho isso justo? Eu acho isso compatível com a qualidade do governo? Eu sou franco, não acho.
Mas é a opinião de sua excelência, o eleitor. O que aconteceu em dezembro? Operação Compliance Zero. Contra o Banco Master. E a partir daí, o noticiário foi dominado por aquilo que é uma voragem, cara. Engolindo o resto do noticiário. Compara com o peso que tem o escândalo das americanas para o que tem aí. Tudo bem, o valor é diferente, mas continuava a ser uma coisa bilionária.
O que é que a gente tem? Nas costas de quem está caindo, é evidente, é escancarado. Nas costas de quem está caindo, o peso do escândalo do Master, nas costas do governo. Quem está conduzindo a investigação, o governo. A PF está pegando mole com eles? Não está. Está pegando muito duro. Mas, não obstante, olha aí. E a INSS?
Começou com uma série de reportagens do Metrópolis, mas a CGU foi lá investigar, a PF investigando. Até filho do presidente sendo investigado. O governo está pegando mole? Não. Mas, como disse uma pessoa nem tão sábia deste programa, mas que de vez em quando acerta, a investigação sempre será contra o status quo, não adianta. Não adianta nem mesmo.
Que alguns progressistas estão com essa tese que eu considero errada, mas cada um faz o que quiser da sua vida, do seu pensamento. Enfim, não tem nada com isso. Eu tenho a ver com aquilo que eu penso. Ah, vamos bater no Supremo também, porque assim a gente mostra que não tem nada a ver com o Supremo. Não! Não adianta você tentar pegar a tese do outro. Ou vocês acham que o Flávio agora vai falar assim, ah, eu não quero parecer muito reacionário, vou ser contra a maioridade penal aos 16. Oh!
Vou começar a defender boas condições de vida para presos. Só se for golpista, aí tudo bem. Porque eu não quero parecer reacionário. Ele resolveu votar a favor do projeto que pune a misoginia, minha querida Isabela, que estende as punições do crime de racismo e misoginia, começou a tomar porrada da extrema-direita, recuou. Disse, ah, eu fui levado ao engano.
Vocês lembram disso? Claro. Ai, me enganaram. Ai, me enganaram. Olha, me ocorre aqui uma piada que eu não posso contar no ar. Falaram, ai, não sabia que era isso. Olha, vale bem, veja você. Meu coleguinha me enganou. É. Então, acho que não adianta, mas... Sim. E quando se vê a rejeição...
Ah, então, aí eu digo, um projeto como o do 6x1, fim da 6x1, pode melhorar? Pode melhorar. Daqui a pouco nós vamos ver. O governo vai mandar uma proposta sobre habitação. Pode melhorar? Pode melhorar. Isso tudo vai ter que ser disputado severamente.
Quando se vê rejeição, o quadro para o Lula também não é sorridente. Conhece e votaria de 41 para 43. Bacana. Conhece e não votaria de 56 para 55. Ainda alto. Flávio Bolsonaro. Conhece e votaria de 36 para 39. Cresce um pouquinho, mas ainda abaixo do Lula. Mas também pode ser dentro da margem de erro nos extremos. Conhece e não votaria de 55 para 52. A rejeição cai um pouco. Porque o Flávio está passando um pouco essa ideia de que é ursinho blau blau.
É outro material de campanha. Agora, esses números de o governo não conseguir deixar claro até agora, ou de a população ter uma leitura do governo, que eu acho que não corresponde àquilo que o governo fez, isso é um dado da realidade. Lula anuncia mais 20 bi para habitação. Será que muda esse quadro? Não sei.
Reinaldo, o presidente Lula anunciou nesta quarta um aporte de 20 bilhões de reais para programas de habitação como Minha Casa Minha Vida. A origem dos recursos é o Fundo Social. Também foi anunciada uma expansão no Reforma Casa Brasil, programa que subsidia reformas em todo o país. As medidas foram oficializadas durante o evento no Palácio do Planalto com ministros e representantes da indústria da construção civil. Sobre o programa Reforma Brasil foram definidas as seguintes mudanças.
aumento de R$ 9.600 para R$ 13.000 na faixa de renda elegível para o programa, elevação de R$ 30.000 para R$ 50.000 no teto de crédito para as reformas, o teto dos juros é reduzido de 1,95% ao mês para 0,99% ao mês e o prazo de abortização passa de 60 meses para 72 meses, ou seja, de 5 para 6 anos.
É um programa, a mudança atinge mais a classe média, é um grupo que continua mais hostil ao governo. O governo está muito bem nos que ganham até dois salários mínimos e dois a cinco não, na avaliação do governo. Na avaliação da população. Quando a população avalia o governo, para deixar claro.
Justamente aquela faixa que teria sido beneficiada pela isenção do imposto de renda. Então a gente vê que tem coisas que não estão, digamos, pegando. Isso sim é preocupante. Consegue reverter? A ver? A ver? O Lula brinca e diz que pressionará Galípolo para baixar juros.
É difícil, hein, vai bem? Porque ali, olha... Já tentou muito. Num evento nesse mesmo que a Isabela citava, em que anunciou mudanças em programas habitacionais, o presidente Lula brincou que o país pode avançar mais na política habitacional se o Banco Central reduzir a taxa básica de juros.
Uma pessoa que ganha 10 mil reais, 9 mil reais, 11 mil reais, sabe, se ele for uma pessoa bem equilibrada, ele tem um dinheirinho para pagar uma prestação de casa. E todo mundo quer trocar o aluguel pela prestação da casa. E esse é o papel desse programa, é tentar criar as condições para que as pessoas tenham a casa, porque senão o cara fala, pô, esse Lula só governa por causa de único, tudo é por causa de único.
E eu? E aí a gente pensou em elevar esse padrão e também baixar a taxa de juros, gente. Vocês vejam que o Banco Central olhar para nós, ele vai baixar a taxa de juros. O Banco Central precisa olhar o que o Tesouro fez, o que o planejamento fez aqui. Quando o Galímpio voltar da viagem em Europa, eu vou falar, olha aqui, os meninos da gastança estão reduzindo o dinheiro.
É uma gracinha com Galípolo, mas eu só quero deixar claro que os juros são escandalosos mesmo. Perderam a chance de baixar juros lá atrás. Ah, o Lula está pressionando o BC. Não, não está. Agora, esse juros não precisava estar nessa altura. E ainda disputas sobre...
culpas no caso do Banco Master. Nós sabemos que setores do PT acham que o Roberto Campos é o responsável, o Galípolo foi à CPI e disse que não dava para saber. O Haddad resolveu...
resquentar essa coisa. Vamos lá, vai. É, o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a fazer mira no ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Haddad disse que o Banco Master foi beneficiado por decisões do BC durante a gestão de Campos Neto e que a autoridade monetária ignorou os alertas sobre o comportamento de Daniel Vorcaro por anos. O pré-candidato ao governo de São Paulo disse o seguinte em entrevista à CNN.
Durante cinco anos, o banco prosperou sem que ninguém tomasse medidas que prevenissem o que aconteceu. A maior fraude bancária da história do Brasil. Vamos separar duas coisas? Quem cometeu ilícitos? Tem dois diretores do Roberto Campos Neto que estão respondendo a inquérito por corrupção. Ele está respondendo por corrupção? Não, ele não está. Mas a pergunta que precisa de uma resposta é por que o Banco Central ignorou os alertas durante anos sobre o comportamento do Daniel Vorcaro?
Foi por omissão, incompetência ou engano? E na mesma entrevista ele afirmou o seguinte. Eu não tenho conhecimento de nenhuma medida do Banco Central favorável ao Banco Master antes da gestão do Roberto Campos Neto. E não tenho nenhuma notícia de uma atitude favorável ao Master depois da gestão do Roberto.
Então, por que a gestão do Roberto está sendo avaliada desse ponto de vista? Porque ela foi alertada pelo sistema financeiro, pelo FGC, pelos bancos, de que um monstro estava sendo criado em torno do esquema do Master. Pois é, mas qual era o instrumento de intervenção do Banco Central? Então aí a questão é regulatória, né?
Que também fica, convenha, é um raciocínio um pouco... Fazer uma brincadeira com o livro do ministro, cadê aqui? Ministro, qual é a hipótese do terceiro excluído aí? O que é o quê? É um livro do ministro. Mas o que você está tentando dizer? Porque aí ou existem elementos, então, para que o Roberto Campos seja chamado a responsabilidade, ou não existe?
Existe ou não existe? Esse é o ponto. Aberto inquérito contra Flávio por calúnia contra Lula. O ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal autorizou, após pedido da Polícia Federal, a abertura de um inquérito para investigar o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro por suspeita de calúnia contra o presidente Lula.
O pedido da PF faz menção a uma postagem de Flávio no X em que o senador comentava a ação dos Estados Unidos quando capturaram o então ditador da Venezuela, Nicolás Maduro. No dia 3 de janeiro deste ano, data da operação americana, Flávio escreveu o seguinte. Lula será delatado. É o fim do foro de São Paulo. Tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas.
A PF afirmou que Flávio atribuiu os crimes falsamente ao presidente e pediu a Moraes a abertura de inquérito por calúnia. A Procuradoria-Geral da República se manifestou nos autos e concordou dizendo haver indícios de que Flávio tenha cometido o crime. Claro, e há mesmo. Aí o Flávio reagiu à medida juridicamente frágil, uma vez que a publicação, objeto do procedimento, carece de qualquer tipicidade penal. Como carece de qualquer tipicidade penal?
O Lula está sendo considerado cúmplice de todos esses crimes, está sendo acusado. Aí falando de censura, intimidação, o Flávio também veio com isso. Olha aqui. Sabe onde não tinha nada disso? O Flávio. O Eduardo. Olha a censura. No dia 5 de janeiro de 2021, André Mendonça, ministro da Justiça,
mandou a Polícia Federal investigar o sociólogo Tiago Costa Rodrigues e o empresário Roberval Ferreira de Jesus, de Tocantins, ambos de Tocantins, porque o Bolsonaro passou por Tocantins e os dois publicaram o seguinte Aldor.
Cabra à toa, não vale um pequirruído. Palmas quer impeachment já. Aí mente, vaza Bolsonaro. Tocantins quer paz. Tem alguma acusação de crime aqui? Não. Tem alguma acusação de crime no Flávio? Tem. Tem grave. Esse sim era um inquérito que não fazia sentido. E o Mendonça mandou abrir. O Ministério Público não viu razão para abrir.
o Mendonça recorreu. Como é que é? Ministro da Justiça, quando é meu, manda abrir investigação, porque o outro compara alguém a um pequirruído, e aí sim se pergunta onde está o crime. Agora, quando sou eu acusar, eu posso acusar o outro de conivência com narcotráfico, com roubalheira, com não sei o quê.
E aí não há crime nenhum. Há crime. Inequívoco. Um crime de calúnia. Né? Ah, calúnia não falou qual era o roubo específico. Quando menos de difamação. Mas, eu acho que caracteriza calúnia mesmo.
Rapidamente, Messias a caminho da aprovação do Senado. Vai lá. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado mudou a data da sabatina do advogado-geral da União Jorge Messias para a vaga no Supremo Tribunal Federal. Inicialmente havia sido marcada para o dia 29 de abril. A sabatina agora foi adiantada para um dia antes. 28 de abril, uma terça-feira, a mudança na data se deu a pedido do relator da indicação de Messias, o senador Everton Rocha. A avaliação que se tem aí é de que ele já teria hoje pelo menos 48 votos.
A ver, fica com a gente, ainda tem Supremo, ainda tem Alessandro Vieira, tem muita coisa, fica aí. Muito bem, nós estamos de volta. O Reinaldo Azevedo, que é uma pessoa muito bem informada, falou há pouco que tem um pesário, o grande pesário que está lá nos Estados Unidos, falou que o Brasil está sendo bem visto.
E que essa maluquice toda que o TAMP está fazendo aí está até ajudando a gente. Porque o Valdemar, o Brasil está indo bem, a América Latina até tem países indo bem, ao passo que ele está deixando o mundo empolvoroso.
Você sabe que eu tenho uma tese... Ai, meu Deus, não foi. Weiber, minha tese é a seguinte. Os Estados Unidos, eles vão melhorar muito quando eles liberarem a Diperona. Porque como eles... Já começa assim. Hã? Já começa assim.
É, porque é o seguinte, Isabela, como eles não liberam de pirô, tem um outro remédio que eu não vou falar mal, que para mim, por exemplo, e a água dá na mesma, além de fazer mal para o fígado, para o pão de vida da dor. E aí tome fentanil na ideia. E aí fica todo mundo doidão, cara. Obviamente é uma tese irônica. Mas o que a gente tem aí? O Brasil está indo bem e vai ficar nas 10 maiores economias do mundo de novo. Vai!
Reinaldo, com a revisão para cima na projeção de crescimento econômico do Brasil neste ano, este ano pelo Fundo Monetário Internacional, o FMI, agora vê a economia brasileira de volta ao posto de décima maior do mundo, já em 2026, ao ultrapassar o Canadá. A entidade revisou sua projeção para o crescimento do PIB brasileiro neste ano para 1,9%, ante a previsão anterior de 1,6%. Segundo o relatório Perspectivas da Economia Mundial, divulgado ontem em Washington.
Apesar de ter registrado crescimento no ano passado, o Brasil ficou de fora do top 10 a Rússia. Impulsionada pela valorização do rublo, confirmou a ultrapassagem do Brasil, ocorrida em 2024, e superou a Itália e o Canadá. Tanto em 2024 quanto em 2025, a economia brasileira foi a 11ª maior do mundo.
As primeiras posições são ocupadas por Estados Unidos em primeiro, China em segundo, Alemanha em terceiro e Japão em quarto. Nas projeções recém atualizadas do FMI, após ficar na décima posição este ano, logo atrás da Rússia, a economia brasileira deverá superar a Rússia em 2027, chegando à nona posição, logo atrás da Itália. É claro que a diferença entre a primeira e a décima é tão gigantesca, entre a segunda e a décima é tão gigantesca. Agora, estar entre as dez...
Quando menos prova, vai bem, eu não marquei tempo aqui, mas tem uns dois minutos ainda. Tem, tem, tem sim. Quando menos prova, que a turma da bola de cristal, que continua sumida aqui, precisa achar, que a turma da bola de cristal estava errada. Que o caos que adiviria... Não, não aconteceu.
Nós temos um problema de despesas ainda, de evolução da dívida, mas que eu acho que é equacionável. E aí tem tudo para deslanchar. Já está. Agora, é preciso fazer a coisa certa. Vamos ver. Ministro da Fazenda, o Brasil está no caminho certo. Vamos lá.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nessa quarta que a economia brasileira segue no caminho certo ao comentar a revisão das projeções do FMI. Numa manifestação no X, ele escreveu, a economia global deve crescer 3,1% abaixo do esperado anteriormente, reflexo direto dessas incertezas internacionais. Diferente desse movimento, o Brasil teve sua previsão elevada, de 1,6 para 1,9. O número está alinhado ao mercado, 1,85, segundo o boletim Focus.
e acima da estimativa do Banco Central. Esse resultado reforça que estamos no caminho certo. Responsabilidade fiscal, crescimento sustentável e soberania econômica caminham juntos. Lembrando que isso não é um crescimento formidável, mas atenção, o Brasil vive praticamente um regime de pleno emprego.
a inflação está sob controle. Está enfrentando muito bem o solavanco da economia internacional provocada pelo psicopata. Então, as coisas estão caminhando com a renda dos salários no seu topo. Isso tudo vai ser matéria de disputa e de enfrentamento eleitoral. É isso aí.
Muito bem, estamos de volta. Eu falei aqui de remédio para dor. Eu não posso fazer nada, eu sou esquisito. Quando eu operei do aneurismo, falaram que vai ficar com dor pelo menos três meses. Eu nunca tive dor de cabeça. Fiquei mesmo.
Mas tem aí um derivado de morfina que é importante e tal, que para mim água é a mesma coisa. Então, sei lá, né? Agora com aquela turma doida pelo fentanil, eu acho que pode prejudicar o raciocínio dele. Olha aqui. O Alessandro Vieira, que fez aquela porcaria que fez na CPI do crime organizado, eu vou dar uma economizada de tempo aqui.
agora está dizendo, e o Gilmar falou, isso é crime de responsabilidade, é mesmo. Ah, estão sendo ameaçados. Então primeiro você faz um relatório insano, esquece o crime organizado, porque esqueceu, foi só para atacar os meninos do Supremo, e ainda disse que eles têm que ser responsabilizados por crime de responsabilidade, como se CPI cuidar do crime de responsabilidade. Agora, agora ele se disse vítima do Gilmar. Põe o vídeo dele se dizendo vítima do Gilmar, vai.
É uma ameaça direta, a fala do ministro Gilmar, a fala do ministro Dias Toffoli, elas configuram claríssima ameaça.
Não é novidade. O ministro Dilma, em particular, usa muito desse artifício da fala em rede social, através da imprensa, para mandar recados. Não raro recados ofensivos ou ameaçadores. Mas cada um segue a linha daquilo que tem como pauta de vida. Eu não vim para cá para me acovardar por recado de WhatsApp de ninguém, de rede social de ninguém. A manifestação que eu fiz, o voto que eu apresentei, foi um voto técnico.
que tem sustentação técnica, que tem seu valor. Ser aprovado ou não é do jogo democrático. Ser questionado ou não é do jogo democrático. Ser ameaçado por isso não é jogo democrático. Uma ova. Uma ova. Crime de responsabilidade. Me mostre. Desafio. Tem um monte de advogado que acompanha esse programa. Juízes. Me mostre. Como é que CPI.
Pode cuidar de suposto crime de responsabilidade. Outro, seu relatório recomenda iniciamento com uma linguagem absolutamente acusatória. O senhor cometeu, sim, abuso de autoridade. A CPI, senhores juízes, senhores advogados, CPI concentra, se tiver errado, manda, olha, o Reinaldo está mentindo. CPI concentra poderes de polícia e do judiciário.
E tanto polícia como judiciário estão limitados por códigos legais. No que diz respeito a limites, inclusive a vazamentos, senador.
O senhor sabe a besteira que o senhor fez, que não encontrou apoio nem no Senado. Foi severamente criticado, ainda que, sem citar, pelo próprio Davi Alcolumbre. Ah, mas o Davi Alcolumbre também não é uma pessoa boa. Quem é uma pessoa boa? O senhor é o dono da verdade? Agora está dizendo, foi o governo que está usando não sei quem para me perseguir. O que é? Voltou ao bolsonarismo, como em 2019, quando queria a CPI da Lava Toga?
E aí, turma da oposição foi fazer chororô para o Fux, para o Mendonça. Ah, estão perseguindo o senador. O que é? O Mendonça e o Fux, por acaso, vão censurar o ministro Gilmar? O que é? Cometeu abuso de autoridade. Se a Procuradoria-Geral da República vai ou não acionar, eu não sei.
Está aproveitando de um momento, porque mesmo o Fachin ontem fez a defesa do Supremo, mas uma defesazinha ali meio assim, não foi tão entusiasmada. Então vocês estão animados, buscando destruir instituições. Eu falei hoje de manhã aqui, olha o Beni, aqui na rádio, na TV, e escrevi um texto que botei no ar agora há pouco.
A moralidade é legalista, o imoralismo é ilegalista. A moralidade segue regras, o moralismo é coisa de ocasião. A moralidade tem limites, o moralismo não tem, acha que vale tudo. A moralidade tempera a convicção com a responsabilidade. O moralismo opta para ir para a Bíblia pelo ataque de cães. O senhor resolveu...
apelar para a galera. E sabe que perdeu a mão. E sabe que abandonou as facções de lado. Deixou para lá esse papo de facção. Que facção, uma ova? O senhor nem deu bola para isso. Resolveu. Ah, vou investigar o caso Márcio. Ele falou, ah, o caso Márcio é muito complicado. Vou investigar ministros do Supremo e o Procurador-Geral da República.
E sim, a avaliação que se faz no Supremo é que o Fachin tem sido tímido na defesa. Fez uma nota, mas também... Você sabe que o Vale e o Bene tem coisa que é longa demais para dizer pouco. E você, Reinaldo, que escreve textos de 9 mil toques? É, Isabela, mas é que é 9 mil toques dizendo muito nos 9 mil também. É como se fossem 18 mil. Ah, vai, 17.
A reação do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Edson Fachin, ao relatório da CPI do Crime Organizado, que pedia o indiciamento de ministro da Corte, foi vista como tímida. Nós lemos aqui ontem o texto do magistrado em relação ao relatório do senador Alessandro Vieira. Segundo o Globo, a nota aprofundou o clima de insatisfação em uma ala da Corte e acentuou divergências entre os integrantes do tribunal.
sobre a defesa que Fachin vem fazendo do STF. Ainda segundo o jornal, que ouviu ministros sob reserva, a nota adicionou mais uma camada à onda de insatisfação com a forma como o presidente do STF se posiciona diante de episódios que expõem os membros do Supremo. O texto, assinado por Fachin, foi divulgado apenas após a rejeição do parecer, derrotado por seis votos a quatro na CPI.
Sim, tímido, assim como a Carmen Lúcia dizendo que eu não mudei o Supremo, mas o Supremo também não me mudou. Eu também dediquei uma parte do texto a ela hoje e comentei ontem aqui. Quem não se deixa mudar por nada? Será que é assim? É isso aí. Faz besteira e depois vê o chororô. É isso. O É da Coisa
E rapidamente, o Senado aprovou a indicação do deputado federal Dair Cunha, do PT de Minas Gerais, para a vaga do Tribunal de Contas da União, foram 50 votos a favor e 8 contrários, e uma abstenção, o nome do deputado já havia sido aprovado, 303 votos na Câmara, ainda ontem. A escolha de Cunha foi de um acordo, lá atrás, feito entre o PT e o Mota, essa é a indicação feita pela Câmara, porque tem uma composição ali no TCU. O Flávio Bolsonaro ensaiou, resistia, apresentou outro nome.
mas não conseguiu. Então, ele ainda não é o articulador que ele imagina ser. É isso aí. O É da Coisa Você está ouvindo na Band News FM, O É da Coisa.
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O que nós temos aí, meninos, de operação contra o narcotráfico? Vamos lá. A Polícia Federal realizou nessa quarta uma mega operação contra uma organização criminosa acusada de lavagem de dinheiro e transações ilegais de mais de R$ 1,6 bilhão. Batizada de Operação Narcofluxo, a ação contou com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo. De acordo com as investigações, os envolvidos usavam o sistema para ocultar...
e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de dinheiro em espécie e transações com criptoativos. Cerca de 200 policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão e de prisão temporários pedidos pela 5ª Vara Federal, em Santos, em endereços localizados em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão.
Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. Também foi determinado o sequestro de bens. Entre os presos estão os cantores de funk MC Rian SP e MC Pose do Rodo. Os influenciadores Rafael Souza Oliveira, criador da página Choquei, e Cris Dias, que tem quase 15 milhões de seguidores, também foram presos na operação. As defesas de Rian SP e Pose do Rodo alegam que não tiveram acesso aos autos.
Que mais aí, meninos? Até indevidas, vai. No total, havia 39 mandados de prisão temporária, 45 de busca e apreensão para serem cumpridos pela PF. Segundo a investigação, o esquema utilizou a indústria audiovisual e o show business digital, unindo o tráfico de drogas, jogo de apostas e rifas digitais ligadas à imagem de influenciadores.
Deixa, esses 260 bilhões é que me incomoda, eu não estou desconfiando da investigação da PF, mas eu quero fazer aqui algumas ordens de grandeza para vocês. Então esse esquema do narcotráfico tal seriam 260 bilhões. Vocês sabem qual foi a receita da Vale no ano passado? Qual? 213 bilhões, da Vale.
Do Itaú, 46,8 bilhões. Do Bradesco, 36 bilhões. Do BTG Pactual, 33 bilhões. Vocês acham mesmo que um esquema envolvendo franqueiros... Será que as pessoas têm noção de quanto... Do que significam 260 bilhões? Mais de um quinto de um trilhão?
Claro que deve ser um negócio brutal. Agora, a gente não precisa ficar... O escândalo, se fala todo massa, 50 bilhões... A gente não precisa ficar jogando os números na estratosfera da irrealidade para tentar evidenciar que um troço é grave. E é muito grave. É isso aí. O Eta Coisa E é o seguinte...
O ministro Gilmar Mendes encaminhou o pedido ao Procurador-Geral da República de investigação, sim, do senador Alessandro Vieira, por crime de abuso de autoridade e desvio de finalidade. A imprensa noticia por suposto crime. Não, a investigação que ele pediu, parece que ele pediu, é sobre crime. Se o PGR achar que não, diz que não.
Mas ele não pediu. Ah, investiga pra mim suposto crime? Posicione-se sobre o suposto crime. O que a PGR dizia, não, sobre o suposto crime eu não tenho nada a dizer, vale bem. Eu tenho a dizer se na minha avaliação houve crime ou não houve crime.
O claro desvio de finalidade, enveredado pelo relator da CPI do crime organizado, não encontrou guarida sequer entre os seus pares, que deliberadamente optaram por não aprovar o texto. A grave arbitrariedade praticada pelo relator da CPI do crime organizado foi objeto, inclusive, de reprimenda da presidência do STF. E foi por aí afora. Bom, sendo certo o desvio de finalidade e sendo certo o crime de abuso de autoridade...
Ele quer que se posicione sobre investigação. Ai, que perseguição. Atenção. Como diz, eu vou citar aqui um pensador do direito, vale o bem. Posso? Quem? Alessandro Vieira. Ninguém está acima da lei. Ou ele está.
Eu resolvi fazer a defesa do Papa, agora em comunicado oficial, porque o Papa está precisando de defesa e eu resolvi fazer a defesa do Papa. Vamos lá. O presidente Lula gravou um pronunciamento divulgado nessa quarta em defesa ao Papa Leão XIV, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fazer ataques ao pontífice. Leão XIV tem feito críticas à guerra dos Estados Unidos contra o Irã e mensagem enviada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB, em razão da Assembleia Geral da Entidade. Lula disse o seguinte.
Quero em primeiro lugar manifestar minha mais profunda solidariedade ao Papa Leão XIV. Ao longo da história da humanidade, defensores da paz e dos oprimidos têm sido atacados pelos poderosos que se julgam divindades a serem adoradas pelos simples mortais. A mesma história tem demonstrado que mais vale um coração repleto de amor ao próximo do que o poder das armas e do dinheiro.
Dito isso, quero fazer uma saudação especial à CNBB por ocasião de sua 62ª Assembleia Geral. Reafirmar meu respeito e admiração por uma instituição que nos momentos mais dolorosos da nossa história recente esteve na linha de frente em defesa da democracia.
A CNBB enfrentou a ditadura, defendeu os perseguidos pelo regime militar, apoiou as greves dos trabalhadores urbanos e a luta dos trabalhadores rurais pela posse da terra. Bom, é...
Acho que faz a boa defesa do Papa quanto ao papel da CNBB. Na verdade, o Lula lembra uma questão histórica e eu estou aqui também porque falo de história com vocês o tempo todo. Falamos de livros o tempo todo. Olha bem, como diz o neto do Azor, que bebeu da boa água de dois corregos, o Antônio Carlos Jobim.
Há sempre uma canção para contar. E há sempre um livro, há sempre uma memória. Sim, um dos três pilares de formação do PT foi a esquerda católica. E a CNBB teve esse papel. Quais são os outros dois? O sindicalismo e aqueles que voltaram do exílio. E, de fato, a igreja teve um papel importante na própria formação do PT, na história do PT. Agora, independentemente de qualquer coisa, imaginar que o Papa...
possa apoiar guerras e que o Papa possa endossar que Jesus Cristo está na origem de ideias de morte, como faz o Pete Hague, setembro da guerra dos Estados Unidos, é uma insanidade.
E os Estados Unidos vivem um momento, olha... Ah, Isabelita, vou continuar a fazer minhas provocações, né? É, continuarei a fazer as minhas provocações. Olha a falta que faz um Supremo nos Estados Unidos. Olha a falta que faz um TSE nos Estados Unidos. Tá lá o maluco. Tá lá o maluco. Aqui...
Aqui o maluco não prosperaria. Mas os Estados Unidos hoje são governados por lunáticos. Lunáticos. De tal sorte que um deles, que inclusive se diz católico, resolviu. Ora, vejam. Vai.
Reinaldo, vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, afirmou ontem que o Papa Leão XIV deveria ser cuidadoso ao falar sobre teologia. Para um pouco, para um pouco, Isabela, para um pouco. Preste a atenção. J.D. Vance, falando que o Papa tem que ser cauteloso, não é para falar sobre física quântica. É, não. Não. Não é para falar sobre química.
Não é para falar sobre física. Não é para falar sobre esportes radicais, que ele deve entender mais do que nós. Não. É para falar sobre teologia. Não, o senhor já cautelou.
Vai, siga! A declaração de Wenzel rebateu críticas do pontífice à política externa americana e à guerra com o Irã. Católico e convertido na vida adulta, Wenzel disse que o líder da igreja errou ao afirmar que discípulos de Cristo nunca estão do lado daqueles que antes empunhavam a espada e hoje lançam bombas, argumentando que essa visão ignora conflitos como a Segunda Guerra Mundial. Wenzel disse o seguinte...
Deus estava do lado dos americanos que libertaram a França dos nazistas? Deus estava do lado dos americanos que libertaram campos do Holocausto e aquelas pessoas inocentes que sobreviveram? Eu certamente acho que a resposta é sim. Da mesma forma que é importante para o vice-presidente dos Estados Unidos ser cuidadoso quando falo sobre política pública, acho muito importante que o Papa seja cuidadoso quando fala sobre questões de teologia. Não, isso é uma delinquência. Deus não estava do lado da morte de ninguém.
Sabe por que, cara, como você é michuruca, como você... Mas como a sua teologia é vagabunda, canalha mesmo. Você acha o quê? Que Deus estava na bomba atômica que matou os japoneses? Ainda que o Japão fosse aliado ao eixo?
Você acha que Deus estava nas bombas do massacre que houve em Dresden, na Alemanha? E houve? Ainda que fosse na Alemanha nazista? Não. Existindo um Deus, e eu acredito que sim, estava vendo tudo com horror, ver a morte com horror.
O que é isso? Porque isso dá a eles a licença para matar quem eles decidirem matar, porque diz assim, eu sei ao lado de quem está Deus. É uma das coisas mais estúpidas que uma pessoa estúpida já diz, que é o seu caso.
De resto, aquele seu livro lá da Zona do Ferruge, outro dia me caiu nas mãos que fez um filme. O filme é muito melhor do que aquela porcaria que você fez. Além de tudo, é um péssimo escritor também. Coitada da que ele é incluso, acabou fazendo o filme, um filme... Tadinha, nunca ganhou Oscar, merecido, e ainda fez aquele filme lixo do seu livro idiota. É isso por hoje.
A gente quer também diversão e arte. E balé, e comida, e tal. E quer estar em qualquer parte. Desde que dê vontade. Beijo, tchau.
Não quer só comida, a gente quer a vida como a vida quer Bebida é água, comida é pasto Você tem sempre de...
A gente não quer só
Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem Dem
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