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O É da Coisa de 14/04/2026, com Reinaldo Azevedo: CPI do crime: aberração; STF e o ódio à democracia

14 de abril de 20261h27min
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Participantes neste episódio6
R

Reinaldo Azevedo

HostJornalista
A

Alexandre Bentivoglio

Co-hostJornalista
F

Flávio Bolsonaro

ConvidadoPolítico
H

Hugo Gonçalves

Convidado
I

Isabela Mota

ConvidadoJornalista
P

Pedro Ribeiro

Convidado
Assuntos5
  • Crime OrganizadoAlessandro Vieira · indiciamento de ministros do STF · relatório da CPI
  • Política STFGilmar Mendes · Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes · Investigações sobre Davi Alcolumbre
  • EleiçõesConselhos de Lula · Flávio Bolsonaro
  • Mercado FinanceiroFaria Lima · Gabriel Galípolo
  • Operação Lava JatoLava Jato · abuso de autoridade
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Agora, na Band News FM, o É da Coisa. Com Reinaldo Azevedo, Alexandre Bentivoglio e Isabela Mota. Oferecimento BTG Pactual, para quem espera mais de um banco. iFood, os melhores restaurantes com entrega grátis estão no iFood. Está esperando o quê? Pede iFood já!

Transcrição e Legendas Pedro Ribeiro Carta

Teus joelhos em vez, faz as pazes com os deuses, carrega contigo uma vida de puro marfim. Pede que te façam profícia, que retire a cobiça, preguiça, malícia, polícia de cima de ti. Basta ver-te em teu mundo interno.

Pra sacar teu inferno Teu inferno é aqui Oh, pessoa

E aí

Começa agora para todo o Brasil mais uma edição de É da Coisa. Se a coisa parece confusa, atrapalhada, vem para cá que a gente, como bandes, atrapalha. Milhões de pessoas acompanham pelo Toy e pelo Band News TV, mas você pode fazê-lo também pelas redes sociais, sempre rádio Band News FM, ou no aplicativo Band Play. Boa noite, Isabela. Boa noite. Boa noite, Rolio Beni. Boa noite.

Pessoa nefasta, do grande Gil. Aliás, eu vólio, não pude ir aquele dia ao show, mas as minhas filhas, meu genro, foram e ficaram impressionados.

com a vitalidade de Gilberto Gil ali, segurando a guitarra, o programa inteiro, participando de tudo. E durou muito tempo o show, né? A pena que eu não podia... Gil que acabou de fazer um giro pela Europa também, com shows, apresentações. Sim, é impressionante. Eu espero... Eu o quê, Isabela? Eu estou agora com 44, né?

Eu espero, daqui mais 40 anos, com 84, então, estar com essa vitalidade toda. Claro, você está super bem para 44. Estou bem, não estou bem? Muito. Daria uns 43. Todo mundo fala que não parece. Mas eu...

Eu sei como é. As pessoas falam isso pra parecer... Elas querem parecer gentis, né? Muito bem. Tá cheio? Olha, tem pessoas nefastas por aí. Cuidado, vem aquela coisa. Olha, pessoa nefasta. É! Tem pessoas nefastas, pessoas ridículas. Nós vamos falar? Claro!

a CPI do crime organizado olha o bem, Isabela olha, o Marcinho VP lá do Comando Vermelho ele está tranquilíssimo ele estava preocupado com a CPI do crime organizado, falei vai que esses caras arrumam alguma pra gente o Marcola também Marcola, que você sabe Marcola que lê Nietzsche é, leitor de Nietzsche é, Isabela, é verdade é, liпа

falaram assim, vai que o Alessandro Vieira, este homem impoluto, puro, que gosta de combater o crime, vai que ele coloque a gente no relatório, os milicianos também estavam algo tensos. Porque quando o Alessandro Vieira resolve combater o crime organizado, ele é brabo. O homem é brabo. Mas o Alessandro não se importou com eles, não.

Nem tem facção no relatório dele. Ele resolveu mesmo, foi, pediu indiciamento de três ministros do Supremo e de Paulo Gonê. Até daqueles que alguns dizem, daquele que alguns dizem, meu sósia. Aliás, um abraço ao procurador-geral, homem brilhante. Sabe tudo de literatura. É.

Olha só, que coisa espetacular, que coisa fabulosa, que coisa fabulosa. Olha aqui, tem uma personagem do Shakespeare, eu escrevi um texto há pouco no Metrógono, tem uma personagem do Shakespeare na peça Noite de Reis. O Vaibene, ele é um mordomo.

Mordomo mal-vólio. Aliás, é mal-vólio que não é o vólio bene, que o vólio bene é bene, bem que vólio, vólio bene. Ele é mal-vólio. É o contrário. É o nêmesis. E ele é um mordomo, Isabela, da...

O mordomo é da Condessa Olívia, muito severo, muito dedicado, e as pessoas o odeiam. Mas ela fala que ele é ótimo, que ele é excelente, que ele cuida de tudo, e ele é todo cheio. Só que quem vive à volta se irrita com ele. E aí resolve, forja uma carta, falando, olha, a Condessa é apaixonada por você, e ele acredita, valeu bem. E ele vai ficando com o peito estufado.

Se fosse um símbolo do auto-engano na literatura, ou na literatura dramática, no caso, é o mal-vólio. Não é o vólio bem. O vólio bem é o símbolo da competência. É, é o mal-vólio. Ele vai ficando assim, olha como... Até que ele cai no ridículo, porque a pessoa, quando ela se acha, ela passa do limite. Assim eu estou vendo Alessandro Vieira.

Por que eu estou falando isso? Vamos lá. O relator da CPI do crime organizado, senador Alessandro Vieira, sobre quem a gente tratava há pouco, propôs o indiciamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. O parlamentar atribuiu aos três magistrados crimes de responsabilidade que poderiam fundamentar pedidos de impeachment. Essas manifestações estão presentes no relatório final do colegiado, que se encerra nessa terça.

O documento tem 220 páginas e pede o indiciamento de quatro pessoas, os três ministros e o procurador-geral da República, Paulo Gonê. Segundo Vieira, Moraes e Toffoli agiram de modo incompatível com a honra, a dignidade e o decoro de suas funções devido à suposta relação mantida com o Banco Master. No caso de Gilmar, o relator aponta que o ministro teria suspendido quebras de sigilo da CPI para proteger os colegas.

A respeito de Gonê, o senador afirma que o chefe da PGR deixou de investigar autoridades envolvidas no caso Mastro. Olha, é um despropósito, é um descalabro absoluto. Esse cara, e eu não sei se o presidente da CPI está envolvido com isso, se estiver, lamento.

Ele diz que o Moraes atuou em processos nos quais ele era interessado. O Moraes simplesmente não oficiou nada em relação ao Banco Master, ainda que ele quisesse demonizar o contrato com a mulher do Alexandre, achar o contrato impróprio. O Alexandre decidiu nada, porque o Alexandre é da primeira turma, o caso do Master está na segunda. Não existe ato de Alexandre...

envolvendo o caso Mastra. Zero. Zero. Zero. Zero. É mentira. O Toffoli, tem lá a história da Maridite, de que ele é sócio, que foi sócia durante um tempo do Tayayá, que depois foi vendido para um fundo do cunhado do Vorcaro. Presta atenção numa coisa? Sim, essa relação existe.

No tempo em que o Toffoli foi relator, ele não deixou de autorizar nada que lhe foi pedido. Não existe pedido feito ao Toffoli que ele não tenha autorizado, da Polícia Federal ou da Procuradoria Geral da República. Mas calma que você pode achar tudo impróprio, que é crime de responsabilidade. Eu já chego lá. Ou eu falo para você como funciona a lei, como funciona a instituição, não.

Ou eu venho aqui pra você ficar com ódio da vida, do mundo, das coisas. E eu, ô Isabela, como a Gal Costa, eu sou a mão da cabeça, os pés, eu sou. Não quero ódio. Em relação ao Gilmar, aí é muito grave, porque ele quer limitar o habeas corpus.

Sabe quando não houve habeas corpus no Brasil? Entre 68 e 78, na vigência do AI-5. Até 68, na ditadura militar, havia habeas corpus. E depois de 78, ainda na ditadura, havia habeas corpus. Quem quis acabar com habeas corpus? A Lava Jato e agora este senhor.

E em relação ao Paulo Gonê, então, é tudo de uma indignidade absoluta. Quem tem de cair nas malhas do Paulo Gonê para valer é a vossa senhoria. É vossa excelência. Sabe o problema desse cara qual é? Ele queria CPI da Lava Toga, vale o bem. Em 2019. Primeiro ano do governo Bolsonaro. Ele se fazendo de não bolsonarista.

Lava-jatista, morista, Moro. Moro no Ministério da Justiça. Ele queria a CPI da Lava-Toga, que não saiu porque não tinha nem objeto definido. Era o quê? Investigar um poder. É proibido, a CPI não investiga poder. Assim como não investiga crimes de responsabilidade.

Estamos diante de um caso escancarado de abuso de autoridade, isso sim. Isso sim. É vergonhoso o que está ali. É vergonhoso o que está ali.

E estava na cara que o desvio estava em curso, que aliás frauda a Constituição também. Artigo 58, existem razões para fazer uma CPI. A CPI tem de ter um número determinado, tem que ter prazo e tem que ter objeto.

Essa CPI virou qualquer coisa. Menos crime organizado. Cadê o PCC no relatório dele? Cadê o Comando Vermelho no relatório dele? Cadê as milícias no relatório dele? Não estão. É uma afronta. O malvólio caiu no ridículo, senhor. O senhor virou um mordomo do ridículo.

Quando achou que a condessa Olívia Wallo Beni estava apaixonadíssima, ele põe uma roupa ridícula numa ocasião fúnebre e solene. E se dá mal, né? O seu relatório é o uniforme ridículo do mordomo. O senhor lembra...

O capítulo 4 de Memórias Póstumas de Brascubas, A Ideia Fixa, Isabel. Deus o livre leitor de uma ideia fixa, melhora uma trava, um argueiro nos olhos. Porque quem tem ideia fixa não enxerga, e a sua ideia fixa é odiar o supremo. Muito especialmente Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.

que respondeu. Com uma linguagem aparentemente sofisticada e tal, Alessandro Vieira propôs um arcabouço de medidas legislativas que visam modernizar o combate ao crime, etc. Modernizar como? Modernizar como?

combatendo os ministros do Supremo? O Gilmar escreveu, falou também, mas o Gilmar nas redes escreveu. E aqui nós chegamos ao ponto.

É elementar até mesmo para o estudante de direito que o indiciamento constitui ato privativo de delegado de polícia e não se aplica a crimes de responsabilidade que seguem procedimento próprio na lei 1079, de 1950. Se ele está dizendo que os ministros cometeram um crime de responsabilidade, não é via indiciamento que se cuida disso.

Aqui é questão técnica. Entendem? Questão técnica. E esse senhor é delegado. Ele deveria saber. Igualmente grave é a tentativa, escreve Gilmar, de criminalizar a concessão de habeas corpus. É chamado crime de interpretação do juiz.

Mas o malvólio, desde o começo, estava ali para se vingar ainda com sua ideia fixa e tentar recuperar a CPI da Lava Toga, quando estava a serviço do bolsonarismo, embora negasse.

Serviço do bolsonarismo. 2019, primeiro ano do Bolsonaro no poder. Primeira manifestação contra o Supremo, 26 de maio. E ele com CPI do Lava Toga. Aí vem todo pomposo e diz que ninguém está acima da lei. É verdade, nem vossa excelência.

Nem vossa excelência. Vamos para dois aí. Ninguém está acima da lei? Nem vossa excelência. Vai. Reinaldo, após propor o indiciamento de três ministros do Supremo e do Procurador-Geral da República, o senador Alessandro Vieira afirmou hoje que ninguém está acima da lei. Em declaração a jornalistas, nesta terça, ele disse o seguinte, abre aspas, é uma análise técnica sem nenhum caráter ideológico e partidário.

É simplesmente a constatação de que numa república ninguém pode estar acima da lei. A CPI esgota o prazo hoje. Vocês acompanharam as dificuldades que enfrentamos, as restrições e decisões sucessivas e negativas do STF. As dificuldades que tivemos com relação à falta de pessoal para o trabalho, alguns órgãos de não cederem colaboradores.

Entendi. Aí, sem tempo, então, vamos fazer o seguinte, vamos dizer a três ministros e o procurador que está bom. Que, afinal de contas, era o que ele queria fazer desde o começo. E sem contar o festival descarado de vazamentos de dados. É assim que se tenta fazer CPI longe? Não vai. Não vai. E pode fazer o diabo.

Não será assim. Aí ele disse que quer uma PEC para moralizar o tribunal. Três. Entre as propostas do Alessandro Vieira no relatório final da CPI, está uma proposta de emenda à Constituição para moralizar o Supremo Tribunal Federal e demais tribunais superiores, esse moralizar o termo que ele utilizou. O texto final do senador afirma que a CPI...

se deparou com fatos extremamente graves relacionados à conduta ética de ministros, em especial do STF, e que é imprescindível a atuação do Legislativo para que haja maior rigor ético no regime jurídico aplicável aos membros dos tribunais superiores. Em outro trecho, Vieira diz o seguinte. Lamentavelmente, observamos que as tentativas de moralizar o STF, por exemplo, têm sofrido questionamentos até mesmo internamente, exigindo atuação externa.

Para um pouquinho, Valebene, para um pouco. Como é que é? Alessandro. Controle externo do Supremo? Quem vai fazer? Olha aí, ministro Fachinho, se eu ficar fazendo brincadeirinha com esse negócio de código de ética, tal como se os ministros não tivessem limite nenhum, quem vai fazer o controle externo do Supremo? Quem vai ser o Supremo do Supremo?

dado que o Supremo não está submetido nem ao Conselho Nacional de Justiça. O presidente do Conselho Nacional de Justiça é o presidente do Supremo. Quem vai controlar o Supremo? E quem escolhe quem controla o Supremo? E aí, Isabela, tenho de perguntar. E depois, quem controla quem controla o Supremo?

E depois quem controla, quem controla, quem controla o Supremo. Isso não é nada. Isso é pastel de vento. Isso é para enganar trouxa. Isso é para incentivar o ódio à política. Isso é para tentar jogar na lama o ente que salvou a democracia. Se há problemas lá, não são resolvidos por aí.

Fazer controle externo do Supremo Tribunal Federal? Sabe quem ajuda? O negócio é o seguinte, hoje, ô Pedrão, você tá, acho, com aquele troço da Carmen Lúcia aí? Carmen Lúcia foi lá na Fundação FHC.

E eu sempre gosto quando a pessoa vai falar e ela é a perfeita e o resto da humanidade não presta. E ela fez uma afirmação realmente muito perigosa. E com a devida vênia, o TSE, sob a sua gestão, foi bem incompetente. Veja lá o caso do governador de Rondônia.

Veja o tempo que demorou para o julgamento do Cláudio Castro, de quando a ministra Galotti disse que está pronto o voto, até quando a coisa foi votada. Um resumo errado que a senhora fez da votação do TSE. Mas tudo bem, tudo bem, a senhora ganhou o lugar da ética não questionável. E aí, ser questionada diz, é porque eu sou mulher. Não, não é.

que a senhora falou uma frase muito ruim, que estimula esse tipo de coisa. Eu quero chegar... Eu quero... Vai o Benio, Isabela! Eu quero apropriar-me do é da coisa. De quem é essa frase? Clarice Lispector. Da Clarice Lispector. Água Viva. Que dá nome a este programa.

Eu quero apropriar-me do é da coisa, daquilo que a senhora falou. Solta aí o videozinho da Caramiruza. Eu não mudei, não vou mudar o Supremo, mas o Supremo também não me mudou. Eu continuo sendo quem a minha mãe e meu pai criaram. Como é que é? Eu não mudei, nem vou mudar o Supremo, mas o Supremo também não me mudou.

Quer dizer, a senhora entrou no Supremo como uma reserva de moralidade inexpugnável e o Supremo era a imoralidade que não conseguiu contaminá-la, é isso? A senhora não se considera dignos da sua presença? Da sua companhia? A senhora não aprendeu nada com o Supremo?

Tem certeza? Nem na Lava Jato? Só não aprendeu nada com a Operação Spoof? A senhora não aprendeu nada nem com a Vasa Jato? Quando, votando sistematicamente com a Lava Jato, a senhora percebeu a manipulação política óbvia? Como não aprendeu nada?

Então a senhora está como o Talleyrand falando dos Bourbon, Voil e o Beni. Será? Eles não aprendem nada nem esquecem nada? Carmen Lúcia é um caso de que não aprende nada nem esquece nada, porque quem entra no Supremo e não consegue mudar o Supremo e diz que o Supremo também não a muda, então não aprende nada nem esquece nada. Não esquecer nada até pode ser bom, Isabela. Eu, sabe, Voil e Beni, eu adoro não esquecer.

Boa parte do meu trabalho, eu só consigo trabalhar tanto que eu sou duro de esquecer. Mas eu aprendo. Algumas coisas não, Isabela. Por exemplo, dirigir, não aprendo. Não? Nem aprendi, não sei. Nem quero saber também, não tenho a menor vontade. E bicicleta?

E bicicleta? Ah, não, bicicleta eu sei. Eu sei. Então tá tranquilo. De bicicleta eu sei andar, sim. Eu vim a este mundo com equilíbrio. Ah, olha ele. Eu sei o que. Vocês não me conhecem. E nadar mal. Muito mal. Me dá um pouco de sufoco. Péssima frase. Porque tendo que ensinar o Supremo, deveria ter ensinado.

E não é possível que a senhora tenha entrado lá sem ter nada para aprender. Não é possível que a senhora não tenha aprendido nada com um dos maiores juristas do mundo, que é seu parceiro, chama-se Gilmar Mendes. Do mundo! Ainda que a senhora seja muito zelosa daquilo que aprendeu com o papai. Porque eu também sou. Meu pai trocava mola de caminhão. Aprendi muito com ele. Aliás, aprendo cada vez mais.

Quanto passa o tempo. E a hora que ele morreu faz 27 anos. 26. Não, acho importante aprender lições na casa do pai. Tanto do pai da gente, como do pai. Agora, essa ideia de que eu entrei por aqui e não me deixei contaminar...

Só não se deixou contaminar nem quando se viu tentado a assumir a presidência da República, quando tentaram articular o impeachment do presidente Michel Temer. Então, que nem era devido, sentiu-se, né? Eu li editoriais a respeito. Embora fosse escancaradamente ilegal.

Se o segredo de aborrecer é falar tudo, a gente fala. Como diria Alessandro Vieira, não existem intocáveis na República. Se a senhora não aprendeu nada no Supremo mesmo, eu lamento. Porque eu lamento que haja alguém que, convivendo com Gilmar Mendes, não aprenda nada. Eu poderia aprender muito sobre...

toda jurisprudência de controle abstrato de constitucionalidade. Gilmar Mendes aponta óbvio abuso de autoridade. Ele se referiu a isso na sessão da segunda turma. Vamos lá, vai. Em sessão da segunda turma do STF, o ministro Gilmar Mendes afirmou que o tribunal tem um encontro marcado com os limites necessários de uma CPI e que os excessos cometidos constituem crime de autoridade.

Tenho para mim, senhores ministros, que este tribunal tem um encontro marcado com essa questão. Afinal, quem concorda com esse tipo de desvio ou de abuso não é devoto da Constituição Federal. Enfatizo ainda, senhores ministros, que excessos desse quilate podem caracterizar abuso de autoridade, como já foi apontado, e devem ser rigorosamente apurados pela Procuradoria-Geral da República.

Afinal, o próprio Congresso Nacional, ao editar a lei de abuso de autoridade, tipificou a conduta daquele que inicia ou procede a persecução penal, civil ou administrativa, sem justa causa fundamentada ou contra quem, inocente.

combinando pena de um a quatro anos de prisão. Lembro, por fim, senhores ministros, que o uso das técnicas de exposição midiática e de emparedamento não correspondem a fórmulas ou estratégias inéditas. O problema é o seguinte, esse negócio combata a corrupção. Sabe o que me incomoda, Avalio Beni? Já passamos por isso.

Com resultados desastrosos. Mesmíssima prática. Sim, prendeu, soltou, prendeu, soltou, quebrou a empresa. Foi um desastre. Inocentes foram destruídos, depois... O presidente da República inocente foi parar na cadeia.

E às vezes eu acho que nem no campo da esquerda tem gente que aprendeu coisa. Mesmo com isso tudo. Vai bem? Oi. Isabela, uma pergunta pessoal. Aqui tem que se expor. Medo. Tem medo de fantasma? Tenho.

Deixa eu ver a carinha dela. Tem que falar a verdade, né? Tem. Tem mesmo? Tem. Ih, tá em casa, sozinha, ouvi um barulho. Já era. É. Bate a janela. Será? Eu não tenho, Isabela.

dormiria num cemitério se não fossem as baratas. Cruzes. É, mas também não é o melhor lugar para dormir. Estou falando assim, é uma imperpa. Se precisar, né? É, se precisar. Agora você vai falar assim, ah, e vem fantasmas sombrais. Imagina, eu vim... Isabela, pensa assim, quer ver? Vou curar seu medo de fantasma. Tá. Se os fantasmas existissem, eu penso isso em relação a mim, tá? Não é te tratando com menoscabo, não.

Vamos falar de nós dois. Se os fantasmas existissem, por que eles viriam falar com a gente, Isabel? Eles poderiam falar com o Trump. Para de fazer bosta! Por que eu ia falar com o Putin? Aí eu falava, não, com eles eu não quero falar. Vou falar com o Reinaldo Azevedo, vou falar com a Isabela. Vai falar, vai por quê comigo? Vai falar com quem manda, porra. Né? E o Gilmarzão falou que também não tem medo de fantasma, não.

Pô, vai botar direto aí. E aqui é um dado muito importante. Cada qual reage de alguma forma a esse tipo de contingência. Alguns enfrentam.

Eu, como sabem, adoro ser desafiado. Mas no meu Mato Grosso, as pessoas dizem, não me convide para dançar, porque eu posso aceitar. Adoro ser desafiado. Me divirto com isso. Mas outros se acoelham. Tem medo.

E a assombração, também dizemos no interior, aparece para quem acredita nisso. Então é preciso que a gente esteja atento, inclusive para dizer para aqueles que têm medo de assombração, que eles não existem, que são fantasmas, que não amedrontam, que são fantoches. Prendeu, Isabela? Compreendido.

Tá, então tá. Então com a próxima vez que bater, ouvi o barulho é o vento, minha filha. Pode ficar tranquilo, vai bater a janela. Vou te ligar de madrugada, então. Pode ligar de madrugada que eu tô acordado. Ah, eu vi fantasma, põe o fantasma no telefone, vamos falar. E aí o ministro acusou a volta do lavajatismo que tá aí, com tudo, igualzinho, igualzinho.

Pode soltar. Devemos ter cautela para não repetir erros e equívocos recentes, pois insisto, há um quê de lavajatismo, e todos sabem que o lavajatismo aqui não rima com coisa boa nessas iniciativas de se tentar emparedar o poder judiciário. Uma tentativa de manietar juízes independentes. Lavajatismo lembra Moro.

Lembra Dallagnol. Lembra Janot, de triste memória. Eu não gostaria de ficar relembrando coisas tristes. Mas me chamaram para dançar. É isso, me chamou para dançar. E o ministro Flávio Dino, grande ministro Flávio Dino. Nós vamos falar daqui a pouco da pesquisa do Datafolha. Tem um problema lá.

Matemático. O ministro Flávio Dino... Vamos para o... Leiam aí, meninos. O segundo parágrafo de uma nota que o Flávio Dino soltou. Vamos lá, vai.

Ele escreveu, é uma irresponsabilidade investigar o crime organizado e não tratar sobre milicianos, traficantes de drogas, vendedores de armas ilegais, garimpos ilegais, facções que controlam territórios, matadores e pistoleiros, etc. Atualmente, há por parte de alguns o equívoco de apontar o STF como o maior problema nacional. É um imenso erro, para dizer o mínimo. Frizo, gigantesco erro histórico que exige uma melhor reflexão quanto às consequências.

É isso, e é claro que está se fazendo uso eleitoral também, estão usando para tentar ganhar pontos na eleição. E o relatório do glorioso relator, Alessandro Vieira,

Resolveu atacar também as bancas e a advocacia. Ô Vaibene, vamos atacar ministro, advogado. Vai todo mundo pra Cafua. Vai todo mundo preso. Ô, vamos fazer o seguinte. Vai ser que nem o alienista do Machado de Assis. Ô, Isabela, vai todo mundo pra Casa Verde. Acabou. Acabou. Vai todo mundo pra Casa Verde. Itaguaí. Fim.

Vai lá, é louco, louco, louco, louco, louco, louco, louco, até que o cara chega, não existe spoiler clássico, né, Isabela? Ele chega à conclusão, bom, acho que louco sou eu, né? O que é que o relatório fala?

sobre as bancas de advogados. Vamos para o negrito aí, vai. Neste panorama, destaca-se também a utilização de bancas de advocacia, garantia do sigilo advogado-cliente, embora legítima, importante, prerrogativa para o exercício da defesa, é por vezes utilizada para mascarar práticas ilícitas, como anteparo para a lavagem de capitais, e levanta um debate urgente sobre a regulação dos chamados gatekeepers, ou sentinelas.

Em outro trecho, ele escreve, entre os objetivos centrais estava a realização de um diagnóstico rigoroso da infraestrutura de combate ao crime e a exploração do fenômeno dos novos ilegalismos, no qual o crime organizado se infiltra em mercados lícitos com o auxílio de profissionais como advogados e contadores. Dito assim, genericamente, e nós vimos vazamento de sigilo de advogado com cliente, a hora que não tiver mais sigilo de advogado com cliente, Obrigada.

Presta atenção, há alguns presos em regime de segurança máxima em que o monitoramento é parte da coisa porque ficou comprovado que usava advogados como correio para ações aqui fora. Agora, o que se está tentando é criminalizar a própria advocacia. Na democracia, sim.

A OAB soltou uma nota com fala do Beto Simonetti, que é o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Vamos aí para o item B, o negrito. Vamos lá. Ele diz, causa especial preocupação a forma como o relatório, em mais de uma passagem, aproxima a advocacia do campo semântico da ilicitude sem o necessário esforço de depuração conceitual.

No enfrentamento ao crime organizado, o Estado brasileiro não pode cometer o erro de enfraquecer uma das instituições que integram a própria arquitetura constitucional de contenção do arbítrio. A advocacia não é obstáculo à justiça. A advocacia é condição da justiça. É isso mesmo. Porque tem gente... Eu já ouvi isso, hein? Tem gente que acha que não pode ter advogado para culpado não, viu, Isabel? Só para inocente. Hein?

Como é que é? Até porque o culpado inocente é sempre culpado inocente em relação ao ente coator, aquele que impõe a coação do Estado. E o cara às vezes não é culpado. E ainda que seja, ele tem que ser punido na forma da lei. E o advogado é essencial.

No momento que não se entende nem o papel da advocacia, que não se respeita nem o sigilo do advogado com o cliente, nós estamos no pior dos mundos. E eu peço cuidado... O Davi Alcolumbre, presidente do Senado, diz que vê um ataque permanente às instituições do país. Vamos lá.

Reinaldo, presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou hoje que o Brasil vive um momento de agressões aos poderes e criticou pessoas que, na avaliação do parlamentar, estão ultrapassando limites institucionais. O senador não especificou a quem estava dirigindo a crítica. Ele deu as declarações durante a cerimônia no Palácio do Planalto de posse de José Guimarães como novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais do governo. Vamos ouvir o que disse Alcolumbre.

Infelizmente, nos dias atuais, está muito difícil fazer política com seriedade. Porque a todo instante, Hugo, as pessoas estão pensando em um processo eleitoral. E efetivamente não estão pensando na vida das pessoas que precisam. Deixa o processo eleitoral por si só se cuidar do debate e do embate. Só que nós estamos vivendo uma agressão permanente às instituições republicanas.

Porque está muito bom agredir as instituições republicanas democráticas, sejam do executivo, sejam do legislativo ou sejam do judiciário. Porque está muito cômodo ofender os outros. Está todo mundo passando dos limites institucionais que norteia a boa convivência na relação republicana.

Nós somos uma democracia. A gente precisa compreender as pessoas que pensam diferente. Mas a todo instante, ofender, subjulgar, agredir e atacar não vai construir o Brasil que os brasileiros precisam e esperam dos poderes.

Ah, mas ele também já foi colocado como suspeito no caso máximo. Que se investigue o que tiver de ser investigado, mas a fala está correta. Se tem alguém achando que daí sai bom país, como eu vejo, algumas notas às vezes assim...

fulano não escapa do não sei o que. Do que está falando? Vira ameaça. E a Gleisi Hoffman, que eu acho que tem tido uma posição muito ponderada, eu só acho que precisa tomar cuidado para... A gente, às vezes, não pode confundir flauta com cítara. Primeira epístola de Paulo Oscuríntios. Os progressistas precisam...

tomar cuidado na tentação de pegar carona no que não lhes pertence. E do que não pertence à democracia. Mas vamos lá, vamos lá. O que ela falou? Recém saída do cargo de ministra de Relações Institucionais, Glaze Hoffman, diz que o país precisa discutir reformas nas instituições brasileiras depois das eleições, incluindo reformas no judiciário. Declarações dadas durante uma entrevista ao UOL.

Disse o seguinte, se formos falar de reformas em instituições, precisamos de reformas em várias áreas, inclusive na política. Está na hora de passar das eleições, pensarmos de que forma arejamos as instituições nacionais, não só o judiciário, mas também o legislativo, através da reforma política e de outras ações. E aí sim, então, essa é uma fala cuidadosa. Porque não é só o judiciário. Como é que é o Supremo virou o principal problema do Brasil? É mesmo?

Está tudo bem com o Congresso e com as emendas? Por exemplo? Agora o Supremo? Ah, o Supremo. Não, o Supremo não. E claro, o Nicolas pediu cadeia para todo mundo. Olha, olha. O Datafolha resolveu fazer uma pesquisa sobre o Supremo.

que tem problemas graves. A pesquisa já é por si grave, porque a natureza do Supremo é ser contra a majoritária. Tem o alarido na rua, o Supremo não tem que necessariamente ceder o alarido.

porque o alarido é ditado por contingências. Dou um exemplo claríssimo, que eu falei hoje na hora do almoço no Metrópolis. A população flagra um cara molestando uma criança. O primeiro instinto é linchar. Havendo uma autoridade, tem de impedir o linchamento, porque o linchamento leva a barbárie, o que ele precisa de lei e de justiça.

Se você for perguntar àquele que impede o linchamento se a autoridade fez bem ou mal, é claro que essa autoridade vai ser hostilizada. Esse ministro não faz concurso de beleza, não faz concurso de popularidade.

Não faz muito sentido isso. Mas, de qualquer modo, a Folha quis saber se os ministros estão ou não envolvidos com o caso Master. O resultado até me surpreendeu, Vole e o Beni, porque praticamente não se fala de outra coisa na imprensa.

É uma... Nossa, o escândalo das americanas também foi multibilionário, né? Mas olha, passou rápido. Passou rápido. Agora esse, ah, porque pega as instituições... Tá, então não se fala de outra coisa. Supremo só toma porrada.

E aí, vamos direto para os números, né? 2.400 pessoas, entre 7 e 9 de abril, tal, margem de erro, 2 pontos. Não tomaram conhecimento. Acredito que há ministros envolvidos, 55%. Não acreditam que há ministros envolvidos, 4%. Não sabem se há ministros envolvidos, 10%. Não.

E não tomaram conhecimento, 30%. Na verdade, a gente tem aqui 45% que não veem o Supremo como culpado. Porque aqui ele está usando o todo. Então, 45% não veem o Supremo como culpado. Porque aqui isso vale para o conjunto. 30% nem ouviram falar. 30% não ouviram falar, 10% não sabem.

40%, 4% acho que não está envolvido, e 55% sabem e acham que eles estão envolvidos. O número é relativamente pequeno. O número é relativamente pequeno. Maioria, sem dúvida. E aí o Datafolha resolveu fazer uma coleta de opiniões. Fez três afirmações, duas de saída contra o Supremo,

E uma a favor, para saber se as pessoas concordam ou não. Então vamos lá. Pergunta, STF tem poder demais? Ministro, STF tem poder demais. Me digam aí, concordam, discordam e o resultado vai. 75% concorda, discorda 20%, não concorda nem discorda 2%, não sabe 3%.

Vai bem, Flanelinha tem poder demais. Você não acha? Acho. Você vai tentar estacionar, não deixa. Ou então o guardador de carro, síndico. Mas eu tenho uma outra questão. Se tem poder demais, precisamos tirar poderes do Supremo. Quais nós vamos tirar?

Pessoas acreditam menos no Supremo agora do que no passado. O mesmo número. 75 concordam e 20 discordam. Os jovens também que compõem a amostra, votaram, eles têm lembrança de qual Supremo? Hein?

STF é essencial para proteger a democracia. Ufa, graças a Deus. 71 concordam, 24 discordam. E quem redigiu o texto da Folha ainda ficou meio inconformado, falando, ah, apesar de tudo, ainda... Mas aí tem um troço que realmente é do balacobaco, que é sobre a popularidade dos ministros. Ministro a ministro, veja só.

Aí sim, meninos. Moraes e ministros mais conhecidos. Moraes é ministro mais conhecido, Cássio menos. Hum, digam para mim. Sim, o Datafolha, então, aferiu a avaliação que os entrevistados têm do trabalho de cada ministro e o fez em etapas. Primeiro quis saber quantos conheciam, quantos não conheciam cada um dos magistrados. E essa é a ordem do mais para o menos.

O que falta para chegar a 100% indica, claro, os que desconhecem aquele ministro. Alexandre de Moraes é o mais conhecido, como você disse, 89% dizem conhecê-lo. Carmen Lúcia, 68%, Gilmar Mendes, 62%, Edson Fachin, 57%, Dias Toffoli, 54%, Flávio Dino, 53%, Luiz Fux, 49%, André Mendonça, 42%, Cristiano Zanin, 37%, e Cássio Nunes Marques, 30%. Um primeiro comentário aqui, Reinaldo?

É um primeiro comentário aí, eu faço o seguinte, é claro que o Alexandre é mais conhecido, foi o relator do caso do golpe, hoje está sob escrutina e pancadaria, Carmen Lúcia, bastante antiga, no Supremo, Gilmar Mendes é o decano.

Faquim já antiguinho, está um tempo lá, Toffoli também. Flávio Dino dos Novos é o mais conhecido. O que me surpreendeu é o Luiz Fux, que está há 15 anos, ser mais desconhecido, porque só 49 conhecem, para a sorte dele. Porque se se lembrasse, por exemplo, que uma decisão dele, que ele segurou por cinco anos quase, custou 5 bilhões aos cofres públicos,

porque ele não botava liminar para votar e naquele tempo não tinha prazo, talvez as pessoas ficassem menos felizes com ele, ou então que ele votou para absorver golpista. Né? Mas, de qualquer modo, faz sentido. E agora vem aquilo que, desculpe, é um erro que a matemática, quando menos um erro que a matemática não endossa.

Vamos lá, vai.

Aí, Reinaldo, vem a avaliação propriamente do trabalho de cada membro da corte. Obviamente, só faz sentido dizer se o consideram ótimo, bom, regular ou ruim. Ruim ou péssimo, na verdade, os que dizem conhecê-lo. É justamente nesse ponto que o Datafolha, segundo você, inventa um critério arbitrário, que não faz nenhum sentido, de modo que Alexandre de Moraes, que é o mais aprovado, vai parar em antepenúltimo lugar. E o André Mendonça, que ficaria em quarto, fica em primeiro. Explica pra gente.

Onde está o que você chama, quando menos, de erro? Explico. Bota o quadro aí. Está no ar? Está no ar. Então vamos lá. Pegar André Mendonça. 58 não conhecem. 42 conhecem.

Que critério a Folha usou? Dos que conhecem, porque agora é diferente do critério lá em cima, do estar envolvido com o Master ou não, que ali não era só onde se conhece, era o conjunto. Dos que conhecem, portanto, no grupo dos 42%, 39% dizem que ele é ótimo, bom, 36% consideram regular, 13% ruim, péssimo, e 13% não conhecem.

Aí o que a folha cria um critério que é o seguinte, o datafolha. Ah, é o seguinte, se 39 gostam, 13, não. Eu tiro 13 de 39 e acho para ele o índice 26. É? Espera aí, mas isso aconteceu o que com o regular aqui? Primeiro lugar, o regular desapareceu. Mas eu, para eu evidenciar a falência desse critério,

É muito simples. Olha o Benny. Vamos botar assim, 98, 99 a 1. Tá? 1 conhece, 99 não conhece. Esse 1, acha o Alexandre, o Mendonça do Balaco Baco. Qual seria o índice de avaliação dele? 100. Por causa de uma pessoa.

Isso me lembra gente em pesquisa que cresce 100%. Tinha um ponto, vai para dois. E aí vamos para Alexandre de Moraes. Vamos para Alexandre de Moraes. Ele é desconhecido por 11% e conhecido por 89%. Dos 89, ele é aprovado por 33%. Acham regular 22%, reprovam 41%.

Sabe quantos do total, desculpem, matemática, sabe quantos do total dos ouvidos aprova Alexandre de Moraes? 29,37%. Quem quiser detalhes, pega na minha coluna no Metrópolis, que na madrugada eu botei isso tudo na base 100, vale o bem, para ficar muito claro. Porque nós temos um problema, as pessoas não sabem porcentagem.

o Alexandre é aprovado por 29,37% do total das pessoas. Que é o que importa. Sabe por que é o que importa? Isabela. Porque ele é ministro de quem o aprova, de quem o desaprova, de quem o conhece e de quem o desconhece. Apesar da porradaria toda,

Ele é aprovado por 29,37%. O desafio é dizer que não é assim. Em segundo lugar vem a Carmen Lúcia, 28,56%. E eu discordo dessa avaliação, porque ela não deveria estar aqui em segundo, mas está. Aí vem o André Mendoza, 16,38%. Então o André Mendoza, ele está em quarto lugar.

no critério da Folha ele vira primeiro, Alexandre, que está em primeiro, no critério da Folha vira antepenúltimo. Injustificável, critério da Folha. Injustificável. Cada um faz o que quer, e eu também posso fazer as análises, eu quero que demonstrem que não é assim.

Ah, vai, Beninho, eu era monitor de física, química e matemática. Eu não fui para as humanas, viu, Isabela, porque eu não soubesse física, química e matemática. Eu sabia. Ah, não é assim. É assim como estou falando. Completa e resolutamente assim. Ok?

Tem pesquisa ainda, tem um monte de coisa. Fica aí, Voelberto. Como sempre, tem mais coisa do que a gente vai conseguir levar ao ar, mas assim que é bom. Porque nós é caipira. Quando vem gente que come em casa, a gente quer que sobre, não quer que falte. É assim.

Muito bem, nós estamos de volta. Eu dei umas entrevistas aí, uma entrevista, e andei falando dos Estados Unidos, andei falando do Papa, andei falando do Trump. Quando eu desando falar, Isabela, ninguém me segura. Ninguém.

Não, então o presidente Lula... Ah, é o vai e o bene, né? É que eu vou conversando com um com o outro, assim, porque eu não lembro, vou batendo um papo aqui, né? Sim, hoje o senhor presidente deu uma entrevista ao Sites Brasil 247, Diário do Centro do Mundo, e revista Fórum, e durante essa entrevista ironizou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a hipótese de interferência americana nas eleições aqui do Brasil, indagado sobre a eventual intromissão da Casa Branca.

No pleito de outubro, Lula disse que poderia até ajudar a sua campanha antes. Eu acho que ele me ajudaria muito se ele fizesse isso. O que eu tenho acompanhado agora mesmo, o vice dele foi, na Hungria, fazer candidato para o Orbán. É uma intromissão sem precedente na soberania de um país.

Aqui, ele ainda não fez, mas os meus adversários, tem um filho lá, sabe, que foi pedir para o Trump intervir no Brasil. Quer dizer, eu acho isso, sabe, um erro de comportamento. É, bom, que o Trump é pé frio, é. Que o Trump é pé frio, é. Porque o Vance foi lá mesmo.

com a sua maluquice toda. Ah, não fui interferir. Foi. Foi dizer, olha, aqui o Urbano é o seu homem. E a derrota, não é que foi uma derrotinha, foi a caixa pante, 138 a 55, em cadeiras do parlamento. Fizeram dois terços com folga.

Não que o tal do Tissa seja um partido lá que vai bem. Não, não é flor que se cheira. Não, não. O Peter Mardia, que é o Pedro húngaro. O Pedro húngaro não é de confiança. Como todo Pedro, uma coisa meio complicada. A gente sabe bem.

Porque nós temos o PH aqui. Pedro, eu também tenho o Pedro e minha família, que é meu genro. Dois de confiança, claro, dois queridos. Mas o Pedro húngaro, não. Mas de qualquer modo, ele foi lá. Não, o nosso homem é o Orbán. E a derrota foi muito grande.

E já que eu falei... E claro que seria... Porque aí você também dá ao Lula o discurso da soberania. O Flávio até chegou a dizer numa certa entrevista que eu acho que nem seria muito bom o apoio do Trump, mas agora eles querem de novo, eles estão outra vez. Há gente que só sabe andar mesmo de joelhos, e que se especializa em tocar flauta de joelhos. Ah, o que mais?

Na sequência, Lula saiu em defesa do Papa Leão XIV, que tem sido alvo de críticas por parte de Trump. O presidente brasileiro também comentou a imagem compartilhada pelo republicano que o representa como Jesus. O presidente Trump faz...

um jogo eminentemente na tentativa de agradar o povo americano para tentar passar a ideia do país potência, do país preponderante. Então o Trump não precisava ficar ameaçando o mundo. Aquela imagem de Jesus Cristo, sinceramente aquilo não contribui com quem acredita no sistema multilateral, quem acredita na democracia.

e aproveitar a tua pergunta para ser solidário a ele, que está correta a crítica que ele fez ao presidente Trump. Ninguém precisa ter medo de ninguém. Ninguém precisa ter medo de ninguém. Bom, não só correta, como... O Trump encontrou meio um osso duro de ruê ali. O Papa é muito atilado.

politicamente, e não fez nenhuma conciliação. Mas quando eu digo conciliação, o papel do Papa não é conciliar. O papel do Papa é conciliar com o que é conciliável. Ainda hoje nós vamos falar de TSE.

Não entendi. É porque eu andei lendo coisas, comentei hoje de manhã, vale bem a Isabela. Ah, vamos ter finalmente no TSE alguém que não compra briga, que não compra acrespações. Depende, não compra briga com quem? Um ministro do TSE que não compra briga com fascista é um porcaria.

Eu acho que o Papa tem que buscar a paz. Mas com quem? Com quem usa a figura de Jesus para matar pessoas, como faz o Hexet? Ou com o Trump, que se caracteriza como Jesus? Ora, é isso aí. O É da Coisa

Muito bem, nós estamos de volta. Eu já participei hoje da coisa. Agora tem uma pesquisa aí que... É, pode falar que em relação a outra coisa, mas a pesquisa está melhor pra mim essa do que do Datafolha. Não dá pra comparar, eu aprendi com o Renan Devedo, não dá pra comparar uma pesquisa com outra, Isabela diz assim, em relação àquela pesquisa do Datafolha e agora esse MTMDA, então o Lula melhorou, piorou. Uma pesquisa com a outra não se compara. Mas é claro que se... Vai bem, se as duas pesquisas são retadas à realidade...

essa é melhor para mim. Isso é óbvio, ou não é? É, claro. Divulgada então hoje essa pesquisa CNT sobre o cenário eleitoral deste ano, 2.002 pessoas ouvidas, margem de erro de 2,2 pontos percentuais, entrevistas feitas entre os dias 8 e 12 de abril. Para o primeiro turno, Lula aparece com 39,2% das intenções,

Flávio Bolsonaro tem 30,2%, Ronaldo Caiado 4,6%, Romeu Zema 3,3%, Renan Santos 1,8%, Aldo Rebelo aparece com 1,5%, Brancos e Nulos somam 10,4%, Indecisos 8,9%. Isso, lembrando que CNTMDA é uma pesquisa séria. Segundo turno.

No segundo turno, Lula tem 45% das intenções, Flávio, 40%. Melhor, né, Voibene, do que o outro da Dota Folha, que ele estava com 46 e eu com 45, pô. É, é melhor. Rejeição.

Lula votaria com certeza? 35,6% dos entrevistados responderam nessa alternativa. 15% dizem que poderiam votar, 47,4% não votariam e 0,3%, acredite, dizem que não conhecem o presidente Lula.

Como, porra, não me conhece, Isabela? Os três mandatos. Isabela, só porque eu comecei ontem na política. Lembrando que tem eleitores jovens, né, votando pela primeira vez, pode ser até... É, mas mesmo assim... É difícil, mas vou tentar entender. Por que eu não conheci uma personagem que eu confundi, eu já me senti meio idiota.

Bom, enfim. Ah, Flávio Bolsonaro. Votaria com certeza 25,5, poderia votar 15,1, não votaria 52,6 e 4,6, dizem que não conhecem.

evidentemente, também na rejeição, os números são muito melhores do que do data folha. Avaliação do governo, ótimo e bom 11,2, bom 20,9, portanto dá 32, regular 29,4, ruim 9,6, portanto dá 38,4... Ah, não, eu estou somando regular, eu idiota. Regular 29,4, ruim péssimo, 36, 37,3...

ainda um pouco inferior, mas atenção, governo regular não quer dizer ruim. Também esse nome é bom para o Lula. Aprova o presidente 44,9, desaprova 49,6. Esse sim é um nome importante, é um nome que precisa mudar, mas também a hora de votar você sempre vê em relação a alguém, né? Sim.

Você não vota assim. Ah, é pessoa pura. Que nem minha mulher quando me descobriu, Isabela. Que não tinha comparação. Vou pegar a quinta essência da humanidade. Aí não tem comparação. Mas se tem lá uns namorados para escolher, aí você vê o que é melhor. Não, na verdade ela tinha um monte e ela escolheu o melhor. Se é que vocês me entendem. Lula e o óbvio. Ele disse que vai ser candidato. Ah, meu Deus. Eu acho essa questão tão interessante.

O presidente Lula disse nesta terça que será candidato à reeleição. Declaração foi dada em entrevista aos sites Brasil 247, Diário do Centro do Mundo e Revista Fórum. No começo da semana passada, ele havia dito em outra entrevista que ainda não tinha certeza sobre sua candidatura. Hoje, ele foi claro ao falar que concorre à reeleição.

É preciso sempre a gente estar querendo um pouco mais para a gente poder brigar. Então, eu sou candidato político, eu tenho muita coisa para fazer nesse país. Tem muita coisa. Nós apenas começamos a alicerçar porque foi mais difícil recuperar dois anos de desastre do que foi o governo anterior, do que em 2003. Mas muito mais difícil. Agora, obviamente que como eu sou um democrata...

O partido vai ter uma convenção em junho e o partido vai decidir se vai ser o Lula, se não vai ser o Lula, se vai ser outro, se não vai ser outro. A verdade é o seguinte, eu nunca tive com tanta energia para ser presidente da República como eu estou agora. Eu não sei quem foi que... Quer dizer, até sei um pouco. Vai bem, como dizia uma personagem de humorística, eu prefiro não comentar. Que história é essa de não ser candidato?

Olha a trajetória do Lula. De quem... É o candidato, sim. Uma vez candidato, vai ter de começar a cuidar. Já da transição também no PT. Mas isso é para lá, lá para frente. Claro que é candidato. Como eu disse, salvo imponderável. Que, felizmente, se Deus quiser, não vai acontecer.

E aí, mas é que ele não gostaria de eventualmente se derrotar e encerrar com uma derrota. Bom, primeiro, precisa ser derrotado. E segundo, o que se acontecer? Um democrata, quem não aceita derrota é golpista. Mas eu continuo a achar que o Lula é favorito. Falei isso, inclusive, quando saiu pesquisa da Datafolha. A diversa para ele. É isso aí. O Eda Coisa

Muito bem, nós estamos de volta. E as blusinhas? Estou pensando nas blusinhas também. Você compra blusinhas, Isabela? Muitas. Muitas. Acho que a taxa vai cair, menina. Vai ser melhor para vocês.

Reinaldo, o presidente Lula afirmou hoje que o governo vai anunciar uma medida para aliviar o aumento de preços causado em produtos comprados online com a chamada taxa das blusinhas. Na mesma entrevista aos portais que já citamos, ele informou que a gestão federal vai revisar a taxa cobrada sobre os produtos. Ele disse o seguinte...

Eu só não posso anunciar o que vamos fazer. Isso sobre a taxa das blusinhas, porque temos um plano de trabalho e ainda vamos fazer o anúncio e só vamos fazer isso quando estiver tudo pronto, porque ao anunciar vai demorar 40 dias para entrar em vigor. É, porque foi um dos enganos.

Não que a medida fosse incorreta, quando você pensa na proteção da indústria, só que foi curioso, porque a direita, toda, Valio Beni e Isabela, o empresariado, precisam botar essas taxas e tal. O Lula acabou cedendo e aí eles fizeram o quê? Saiu atacando o Lula. Lembra disso, Valio Beni? Nós comentamos isso aqui. Nós comentamos isso aqui.

Porque, evidentemente, para quem compra, você prefere 100. Agora, considerando que o emprego no Brasil está bem, muito bem, aliás, eu acho que sim, pode ser revisto. É isso aí. O É da Coisa Você está ouvindo, na Band News FM, O É da Coisa

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E aquela aberração disfarçada de relatório do Alessandro Vieira, aquele absurdo, aquela ofensa ao bom senso,

aplaudida certamente, assim que ele tomar conhecimento, pelo Marcinho VP e pelo Marcola, o leitor de Nietzsche. Uma hora eu conto de novo essa história, o País Abel. Foi rejeitado por 6x4, é isso? Isso, seis votos contra, quatro a favor. O Senado rejeitou o relatório do Alessandro Vieira na CPI do crime organizado. Quer saber os votos de cada um dos senadores? Quero, opa, sim.

Votaram a favor Alessandro Vieira, Magno Malta, Eduardo Girão e Espiridão Amin. E votaram contra Otalemcar, Humberto Costa, Beto Faro, Tereza Leitão, Rogério Carvalho e Soraya Troni. É isso, presidente, não vota. Vai para a lata de lixo da história e só tem uma coisa boa dessa história, esse negócio.

Não é possível que depois dessa CPI não se faça uma revisão dos critérios de operação de uma CPI. Não é possível. Ela não pode ser um instrumento de vingança. E o Edson Fachin soltou uma nota, não é isso? Isso, sim, o presidente... Vamos com... vai por parágrafo, Valio Beni, porque eu quero... Então...

Ele escreveu o seguinte, a presidência do Supremo Tribunal Federal repudia de forma enfática a indevida inclusão e o alegado envolvimento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes indevidamente mencionados no relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o crime organizado no Senado Federal.

O senhor também está mencionado, mas mencionado ali na linha do bem. Não sei se o senhor percebeu. Quando fala de gente que não quer o código de ética, e daí defende até a intervenção externa. O senhor andou dando piscadelas para fora do círculo, mesmo sendo presidente do poder? Querido, é o seguinte, quando se abre...

Quando se abrem as janelas, entram todos os insetos, entende? Isso é uma imagem que é até um outro contexto da música do Caetano, mas me veio agora. Abriu a janela. Sabe quando tem revoada de cupim? Ministro. Acenda a luz e abra a janela para o senhor ver o que acontece. E o senhor está, né? Hum, o que mais?

A presidência reconhece que é uma garantia fundamental da democracia o exercício das comissões parlamentares de inquérito nos limites constitucionais e circunscritas à pertinência temática que deu em seja a sua criação, como instrumento de fiscalização e controle pelo poder legislativo e da sociedade. Não está mais. E isso tem controle constitucional. Certo, senhor ministro? Artigo 58. Hum? E aí?

Vai ser instrumento de vingança só? Hum, o que mais? Desvios de finalidade temática dessas comissões, todavia, enfraquecem os pilares democráticos e ameaçam os direitos fundamentais de qualquer cidadão.

Bom, não tenho a menor dúvida. Tem mais ainda, Valibeni? Tem. Ninguém está acima da lei, direitos fundamentais prescritos na Constituição devem ser integralmente observados, a independência do poder legislativo deve ser preservada na apuração de fatos, sempre com responsabilidade e pertinência. E ele completa. Esse tribunal está ciente de que cabe a todos respeitar a independência e a autonomia dos poderes da República, como é da secular tradição de nossas instituições. O Supremo reafirma que seguirá firme em sua missão... ...

De guardar a Constituição e proteger as liberdades democráticas, a presidência se solidariza, por isso, com os colegas ministros mencionados no relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o Crime Organizado. Então, ministro, com todas as vênias, pare de dar piscadelas àqueles que, a essa altura, fica claro, querem destruir o Supremo. Não é? O senhor viu como é? É isso aí.

estavam perguntando, cadê o bonequinho da Lilian? É que todo dia é isso aqui, você precisa limpar, né? Precisa espanar. E aí tira daqui, põe... E aí ficou com o dedinho ali. Não, tá aqui. É, aqui é inquebrantável. Olha aqui, já estavam perguntando se eu, mas eu achei.

É, a Teresinha ficou preocupada aqui, já ia criar uma teoria da conspiração. Cadê a Lilian? Lilian deu pé na bunda do Reinaldo, porque o contrário não acontecerá. Não, mas ela suporta, ainda está aguentando o idoso.

Nunes Marques e Mendonça, frente do TSE e o Papo Furado, vai. Reinaldo, o ministro Cássio Nunes Marques do Supremo Tribunal Federal será eleito nesta terça-feira presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Na semana passada... Acho que já foi, não foi? Começou às 19 horas a sessão. Ah, começou às 19? Ah, tá bom. Desculpe, desculpe.

Na semana passada, a presidente da Corte, ministra Carmen Lúcia, anunciou que deixaria o cargo antecipadamente. A escolha no TSE, a gente sabe, é protocolar, seguindo o critério de antiguidade entre os ministros do STF indicados para o Tribunal Eleitoral. Com isso, caberá a Nunes Marques conduzir a organização das eleições de 2026, a regulamentação das campanhas e eventuais julgamentos de disputas envolvendo candidaturas e partidos.

A vice-presidência ficará com André Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro, assim como Nunes Marques.

Isso, e aí tem uma frase lá atrás do André Mendonça dizendo que o Cássio como presidente, ele como vice, tendo Toffoli também com experiência, e eu com perfil, ministro Cássio e eu com perfil discreto, eu adoro essa coisa de autoelogio, eu vou bem, adoro.

Eu, Valio Beni, como uma pessoa inteligente, bonita, charmosa, cheirosa, eu tenho de... e modesto, então eu pretendo... Eu repudio algumas análises, dizendo assim, ai, dessa vez teremos um TSE comedido com autocontenção. Autocontenção em quê?

Se tiver fascista fazendo campanha nas redes sociais, em nome da autocontenção, a gente deixa? Hein? Não. Autocontenção, se for para ficar fazendo escândalo... Agora, se for para aplicar lei, você não tem que ter autocontenção com o criminoso. Tem que aplicar lei. Não, eu não gosto de votos que esses caras deram.

O Nunes Marques, por exemplo, absolveu o Cláudio Castro. Diz que os assessores dele fizeram merda, mas ele não. Como assim? Quem era o beneficiário? Estava na cara. Os dois não viram crime de golpe de Estado. Então, aí na outra esfera. Quando foi dado ao pleno, voltar. Isso não é autocontenção. Não vamos confundir omissão com autocontenção.

O Brasil, a democracia brasileira, sobrevive e sobreviveu em razão do STF e do TSE. O que falta aos Estados Unidos, já disse, é um STF que faça controle abstrato e funcionalidade, que lá não tem, e falta um TSE. Tivesse as duas coisas funcionando livremente como aqui, e Trump muito provavelmente não seria candidato.

Não teria sido. Na verdade, estaria preso. E o mundo, é claro que estaria vivendo bem melhor. Com muito menos mortos.

Aí eu falei que a Faria Lima não gosta mesmo de mim. Não gosta. Mas o Reinaldo disse que não entende porque não gosta. Mas quem não gosta, não gosta. É, o presidente Lula criticou integrantes do mercado financeiro ao se referir a Faria Lima. Diz que os mercados, como você, Reinaldo, sempre diz, sempre vão querer outro candidato. A gente vai acompanhar o que disse Lula, que lembrou das políticas de inclusão social durante o governo dele.

Não querem política de inclusão social. Eles querem política para pagar a taxa de juros deles.

E eu quero fazer política de inclusão social. Então a gente vai ter sempre uma divergência. Muita divergência. Então a partir de eles não sabe que eu quero fazer muito mais. Eles não sabem que nós vamos fazer muito mais investimento em política de inclusão social, porque o povo brasileiro merece um pouco mais do que tem. É, isso foi a entrevista 247, Fórum e DCM, né? Ainda. Deixa eu dizer uma coisa. Ok.

Está tudo muito bom, está tudo muito bem, mas realmente, olha como eu sou antigo, blitz, o Galípolo, que é um querido do Lula, mantém a taxa de juros mais alta do mundo. E até o mercado acha que ele perdeu a chance de derrubar a taxa antes. Eu realmente não vejo que o mercado não gostaria do Lula.

Aliás, eu já disse aqui que tem voto envergonhado no Lula. Não fala para não ficar mal com a turminha. Mas não quer confusão. Em que o governo Lula prejudica o mercado? Em que? Hein? O Banco Central é autônomo, sem dúvida. Mas essa política de juros que está aí...

ela está nessa metafísica influente em curso. E ela é péssima. Inclusive, sem dúvida, ajuda a encarecer a dívida das pessoas. Não é aquela maluquice que o Flávio falou outro dia, mas é claro que ajuda a encarecer a dívida. E o Lula disse o que ele pediu para o Galípolo, afinal de contas, em relação ao Banco Master e em relação ao Roberto Campos Neto. Eu só não sei se ficou muito claro.

O presidente Lula disse que pediu ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que deixe claro quem é o protagonista no caso Master. As declarações vêm após Galípolo negar, em depoimento ao CPI do crime organizado, ainda na semana passada, que tenha qualquer prova de que seu antecessor, Roberto Campos Neto, tenha culpa no escândalo envolvendo a instituição de Daniel Vorcaro. Hoje, Lula disse o seguinte. Se você pegar cronologia...

do Banco Máfia, você vai perceber o seguinte, em 2019, no começo, em fevereiro, houve o primeiro pedido de legalização do Banco Máfia. O presidente do Banco Central era o Ilan. Ele negou. Ele negou.

Quando chegou em setembro do mesmo ano, já era o Roberto Campos, ele legalizou. Então, de lá para cá, você pega a área econológica de quem foi quem, você vai perceber que foi tudo no governo passado. Então, o que eu disse ao companheiro Galito? Olha, olha.

O que eu quero de você é que você preste conta da sociedade, de onde é que está a origem disso. Eu não quero que você acuse o Roberto Campos. Eu não quero que você acuse ninguém, porque você não é policial. Você não é procurador. Eu só quero que você mostre para a sociedade quem é quem no cinema. Quem é o artista principal, quem é o coadjuvante.

É, mas é claro que, veja só, e o que o Galípolo falou, a evidência de que foi uma coisa criminosa, não, porque, disse o Galípolo, eu estou dando explicações ainda hoje sobre a liquidação. Eu acho que o que há aí, de novo, Vale Bene, nós vamos insistir, o que há aí, num banco central autônomo, é uma institucionalidade frágil. Isso sim.

Porque, muito bem, se o Galípolo falasse, olha, quem assinou finalmente foi o Roberto Campos Neto, e muda o quê? Alguma evidência de que houve crime nisso? Até porque o Banco Master operava normalmente. Assim, gente, não houve autorização em 2019 e seis meses depois era um descalabro. Demorou.

E o Banco Central está fazendo o quê? Culpa do Roberto Campos Nesse o tempo todo? Então, isso é parte um pouco da confusão que se fez inicialmente e da ilusão de que quando você combate corrupção, e é necessário fazê-lo, seja no INSS, seja no caso Master, qualquer que seja, quando se combate corrupção, que isso de algum modo pode ajudar a governança.

Isto sempre que acontece, disse alguém neste programa, Isabela, é contra o status quo fatalmente. Não tem como ser diferente. Beijo, até amanhã. Cuidado com as pessoas nefastas.

E o astral que se arrasta tão baixo no chão Tu, pessoa nefasta Tens a aura da testa Essa alma de cesta Essa cara de cão Reza Chama pelo teu guia Ganha fé, sai a pé Vai até a Bahia Cai aos pés do senhor do bom fim

Teus joelhos sem vescinhos Faz as pazes com os teus Carrega contigo uma vida de puro marfim Pede que te façam profícia Que retire a cobiça, preguiça, malícia A polícia de cima de ti Basta ver-te em teu mundo interno

Pra sacar teu inferno Teu inferno é aqui Oh, pessoa

Música

Gasta um dia da vida tratando a querida do teu coração. Tu, pessoa nefasta, faz o espírito peso, correr, perder peso, curar, ficar ação. Solta, com a alma no espaço, vagarás, vagarás, te tornarás, bacasso, pedaço de tabu.

Música

Já não terás no fundo desejo profundo por nada que não seja bom. Não mais que um pedaço de tábua apoiar sobre as águas. Sem destino nenhum.

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