AqueleNerd#189 - Jogos de Corrida: O Gênero Que Perdeu o Controle!
No episódio de hoje do Aquele Nerd Podcast, Renato, Gil Vandriatt e Pedro aceleram fundo em um debate nostálgico e polêmico: os jogos de corrida perderam relevância… ou o gênero simplesmente perdeu sua identidade?
A gente volta no tempo pra relembrar a era de ouro dos games de corrida, quando franquias como Need for Speed Underground, Gran Turismo, Burnout 3: Takedown e Midnight Club 3: DUB Edition dominavam o mercado e entregavam experiências completamente diferentes umas das outras.
Durante o episódio, discutimos como o gênero passou de um dos mais populares da indústria para um mercado muito mais nichado, além da mudança do estilo arcade exagerado e divertido para experiências cada vez mais focadas em simulação e realismo.
Também falamos sobre o impacto dos mundos abertos, o crescimento de franquias como Forza Horizon, a saturação das fórmulas repetidas, e a dificuldade do gênero em competir com gigantes modernos como RPGs e shooters online.
🎮 Neste episódio você vai ver
• A era de ouro dos jogos de corrida
• O sucesso absurdo dos arcades nos anos 2000
• A mudança para jogos mais simuladores
• O impacto de Forza Horizon nos games de corrida
• Por que o público se afastou do gênero
• Ainda existem bons jogos de corrida hoje?
• O que precisa mudar para o gênero voltar ao topo
Um episódio cheio de nostalgia, opinião sincera e muita discussão sobre um gênero que marcou gerações inteiras de jogadores.
🎧 Sobre o Aquele Nerd Podcast
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- Era de Ouro dos Jogos de CorridaNeed for Speed Underground · Gran Turismo · Burnout 3: Takedown · Midnight Club 3: DUB Edition · Rod Haas · Top Gear · Enduro · OutRun · Need for Speed 3DO · Driver · Sega Rally · Daytona USA · 18 Wheeler · Scooter Racer · Monaco GP · Fórmula 1 (Playstation) · Ayrton Senna · GTA · Gran Turismo 2 · Cruise USA · Need for Speed Underground 2 · Burnout · Need for Speed Most Wanted · Need for Speed Carbon · Midnight Club 3 · Rock'n'Roll Racing · Destruction Derby · Vigilante 8 · 24 Horas de Le Mans (Dreamcast)
- Corrida e Hábitos SaudáveisMudança de Arcade para Simulação · Impacto dos Mundos Abertos · Forza Horizon · Saturação de Fórmulas Repetidas · Competição com RPGs e Shooters Online · Forza Motorsport · Gran Turismo 7 · The Crew Motorfest · Test Drive · The Crew · Grid · Rally · Ride · Concorrência de Gêneros · Gênero Indie · Jogos Double A · Saturação do Gênero · Perda de Relevância · Mudança de Linguagem do Jogador · Motorfest
- Simuladores de corridaLicenciamento de Músicas · Licenciamento de Carros e Componentes · Realidade Virtual (VR) · Playstation VR2 · Flight Simulator VR · Volantes e Controles · Forza Motorsport 6 · Logitech G920 · Oculus VR 2
Fala galera, bem-vindos ao Aquele Nerd Podcast. Aqui é o Renato e... E aí, Gays? Challenge.
Island Everything é demais e esse que vem lá no fundo do baú EA fazendo a boa essa aí quem é das antigas conhece demais é isso aí fala galera aqui é o Pedro se a vida te fechar, passe na brita e faz a curva é isso aí cara bem entendido fala galera aqui é o Vandriati
o Gil comentou antes da gravação que ele tá tentando baixar o emulador pra jogar Daytona, cara, logo a mão disso, Gil você vai se arrepender a falsa memória de que é um jogo bom vai te deixar muito decepcionado mas às vezes é só pra deixar o som rolando lá e lembrar
saudosismo, saudosismo. Tem aquela famosa regra de nostalgia, né? Não volta praquilo que você gostava quando era mais jovem que você vai ficar triste. Nostáltico, bate um papo aqui no podcast, fica aqui mesmo, sem instalação. É, mas eu acho que hoje a gente não tem muito como fugir de nostalgia um pouco, né? Um pouco? Tá tudo, né?
Bom, galera, hoje a gente vai falar sobre o gênero jogos de corrida. Será que esse gênero ainda é forte? Por que ele foi morrendo com o tempo? Porque, assim, vamos ser sinceros aqui, ele perdeu a relevância, né? Conforme os anos foram passando. Então a gente vai discutir aqui hoje, falar sobre jogos clássicos na época do arcade, depois ali na era dos anos 2000 com o PlayStation 2, que foi muito forte, né? PlayStation 2, Xbox clássico também.
E depois esse gênero foi dando uma dissipada para outros gêneros também. A galera foi deixando um pouquinho de lado. A gente vai falar tudo isso hoje também. No finalzinho também a gente pode comentar um pouquinho sobre as nossas expectativas para o novo Forza, que está chegando aí também. Já que a gente vai falar sobre jogos de corrida, nada melhor do que falar sobre o novo jogo que vai sair da franquia Forza. Foi uma franquia, vamos ser sinceros, que deu um fôlego gigante para os jogos de corrida.
meio arcade, né? Porque é o estilo que já tinha acabado aí, né? Saudades, saudades underground. Mas antes, Gil? Antes, vamos lá, né, gente? Dá aquela moral. A gente tá aqui toda semana batalhando nesse tema nerd que a gente ama tanto.
Então, a gente faz isso de todo o coração, porque a gente gosta demais desse universo. O que a gente pede é isso, apoio, né? Dá aquela moral, segue a gente no Instagram, no seu streaming favorito. Nós também já estamos com um tempinho, né, Renato? E Pedrão, claro. Explorando também o YouTube, então tem o canal lá para assistir a gente, para comentar, elogiar, dar sugestões. Segue aqui embaixo, né, os agregadores.
E é isso, galera. Dá aquela força pra gente manter sempre o nosso trabalho aqui. É isso. Siga nossas redes sociais. Episódios novos toda sexta-feira. Vai lá assistir também, né? Porque o nosso podcast é tanto em áudio quanto em vídeo. Se você tá escutando a gente pelo Spotify, sabe que tem opção em vídeo também, que dá pra você assistir lá.
Tem um aplicativo da TV também no Spotify que você pode assistir. Lá o episódio sai mais cedo. Meia-noite o episódio já tá lá. E no YouTube você assiste a partir do meio-dia, do mesmo dia. Beleza? É isso, Pedrinho? Roda a vinheta. Pica aí, motherfucker. Eu acho que vocês ainda não estão preparados pra isso. Mas os seus filhos vão adorar. Tá, tá, tá.
Oi, eu sou o copo. É assim que se consegue fechar. É assim que se consegue fechar. Eu sou o G-dai. O Wolverine. O tratamento! Eu sou o X-Man. Faça os tiros valerem a pena.
Bom, galera, vamos lá. Vamos falar sobre joguinhos de corrida. Vamos falar sobre a era de ouro, senhor Gilmar. Desses joguinhos. Aquela era que não volta mais. E quando a gente volta, a gente se arrepende, porque tá feio. Passou. Já passou, cara. Eu queria já começar perguntando pra vocês. Qual foi a franquia que pegou vocês nesse gênero? Que foi, pô, aqui esse gênero é interessante, é legal, hein?
Eu vou ser sincero que o meu, sou um pouco mais novo que vocês, né? Foi a franquia Underground. Foi o Underground 1, né? Que foi o primeiro jogo, assim, que eu joguei bastante. Lógico que eu já tinha visto outras coisas, né? Top Gear joguei muito no Super Nintendo também. E vários outros lá. Mas o que eu me apaixonei, assim, fiquei jogando, jogando, jogando, jogando, jogando, jogando, jogando, tentando fazer tudo que tinha pra fazer no jogo foi o primeiro Need for Speed Underground. Que tinha a musquinha, né? Tom, rom, dom, dom.
é, você é boa essa daí, cara essa é a top, ó, no meu caso foram dois jogos porque a galera tava mais acostumada pra gente brinca tudo, mas a galera vem ali brincando e jogando o Enduro aquela coisa bem
puxona, né? Bem dura. É, só pra você se divertir. Aí o que me pegou foi o Rod Haas, do Master System, porque mudou, foi uma corrida de rua, e o motociclete já poderia derrubar o oponente ali, né, upar a moto.
e o Top Gear, que é uma mecânica totalmente diferente, né? Abastecer o carro, né? Diferentão. Foi os dois. Como você falou, né? Cada um aqui vai ter a sua época, né? Lógico, o Need for Speed chega pra revolucionar, acredito eu, naquele momento, mas até então era o Rod Brash, né? E o Top Gear, cara. Os dois. Acabou a gasolina.
o Top Gear, Pedrinho é legal porque era uma febre o 2, né o 2 era o top, todo mundo queria jogar só que, cara, você acredita que o que eu mais gostava era o 3000? porque o 3000 tinha aquela parada de você ficar indo de planeta em planeta e eu gostava muito desse negócio de ficção científica e tal e eu gostava daquele esqueminha também de você ficar dando upgrade no carro, sabe
Foi o que me pegou, cara. Foi o Top G 3000 depois que eu fui jogar o 2, né? O 2 veio depois. É um estilinho diferente, né? Um quadradão ali, cara. Muito bom o Top G clássico. Eu comecei no Atari. Comecei no Enduro. Aí desisti quando eu percebi que não tinha fim. Demorou, hein? É. Mas eu falo que, assim, cada geração de hardware ele simulava, estimulava a nossa mente a acreditar na realidade com...
o recurso disponível. O Enduro, ele cumpriu esse papel imaginário da corrida. E me incomodava, porque já naquela época eu pensava, pô, mas as corridas sempre de noite, né? Porque o que você vê são só as duas luzes traseiras do carro. É. Então isso, né, é meio frustrante. É uma forma de maquiar a falta de tecnologia, né? Exatamente. Aí, assim, que eu, jogo de corrida, o primeiro que eu olhei e falei, nossa, aqui ficou legal, que eu joguei muito no Mega Drive, o OutRun.
Que era uma vibe maravilhosa, você correndo, contornando a praia, tinha uns monumentos e tal. Ali eu fiquei muito fascinado porque já naquela época o carrinho rodava, né? Você tinha uma visão lateral, tinha muito simulado, mas já dava uma sensação muito boa de... Eu sempre fui apaixonado por dirigir.
E ele já me dava essa sensação ainda lá, moleque. O Top Gear também foi incrível no Super Nintendo, porque eu zerei, né? O 2, principalmente, era a sensação muito boa. Mas jogo de corrida, assim, o primeiro que eu realmente...
Falei, não, aqui me pegou de verdade. É mais ou menos coincidente com a época do Need for Speed, que eu conheci o Need for Speed lá no 3DO. 3DO, o lendário 3DO. Ali eu realmente fiquei impressionado, porque ele ainda não era da EA, é uma curiosidade interessante, tem documentários falando sobre isso.
O Need for Speed nasceu como uma produção de um canal de TV britânico, se eu não estiver enganado, que se chama Road & Track. E eles se propuseram criar um simulador para o que era considerado simulador na época. E o que me ganhou ali, cara? Porque era como se você estivesse viajando de carro. Você saía de um ponto até outro ponto. E só carro sensacional. Era Ferrari, Lamborghini, Dodge Viper, enfim. Os ícones da época. Sim.
E eu não me esqueço disso, porque tinha uma corrida que era muito bacana, porque eram sessões de pista, né? E tinha uma pista específica que você estava subindo a montanha, e quando você vencia o topo da montanha, a gente era surpreendido por um monte de balões que tinham decolado e estavam passando, assim. Então, nossa, ali foram noites e noites jogando esse Need for Speed, cara. Need for Speed foi muito impressionante na questão visual, né, Gil? Porque...
Ele começou a trazer um estilo de 3D, assim, pro negócio. Refletivo também, as cores. E era muito impressionante, né? Principalmente na lataria do carro, né? Você ficava de cara quando via ele rodando num PC bom, né? Porque o que acontece? Eu não tive os consoles na época, né? Eu fui ter depois, depois de muitos anos e tal. Mas eu tive um PCzinho primeiro. E foi ali naquele PCzinho que eu comecei a jogar muita coisa, sabe?
E a primeira vez que... Eu lembro que saiu o Windows XP. Saiu o Windows XP. Meu pai comprou o PC, né? Aquele brancão, né? E aí meu tio foi lá. Tio Deva.
E ele foi lá e instalou um monte de demo, cara. Porque antigamente vendia aqueles discos de demo, né? As revistas. Que vinha nas revistas, exatamente. Nossa. E um monte de disquete. Eu lembro que ele levou um monte de disquete, sim. E foi instalando um monte de coisa lá no computador do meu pai. Teve um também que ele instalou, que eu lembro bem, cara. Que era o Monster Truck.
Que era o de carro com uns pneuzão gigante, assim. Nossa, cara. Eu não sabia nem qual que era o objetivo do jogo. Eu só gostava de ficar passando por cima dos outros carros e apostando corrida. Aí eu vi o Need for Speed, né? A demo do Need for Speed. Acho que era uma demo. Acho que nem era o jogo completo. E eu fiquei maluco, cara. Fiquei maluco. Não, eu preciso ir atrás desse jogo aqui. Porque ele era daquela geração Velozes e Furiosos, né? O 1. Velozes e Furiosos 1 e 2.
E eles começaram a entrar nessa onda do tuning, né? Do tuning lá e modificar, colocar neon, colocar nitrox no carro, né? E isso daí, cara, é um sentimento que infelizmente hoje em dia não tem mais, né? Você não tem mais esse estilo de jogo. A EA até tenta, né, Gil? A gente vai falar isso mais pra frente, né? Sim. Agora a gente vai falar um pouquinho mais da era de ouro, do negócio, mas a derrocada lá na frente, depois que a gente for falar...
Aí ela até tenta hoje em dia, né, fazer algumas coisas, mas infelizmente ela não acerta mais, né. A equipe mudou, né, o estilo de jogador também mudou. Mas eu queria que a gente comentasse, cara, ali na era do Playstation 1, que eu acho que foi ali que explodiu esse gênero, né. Porque a gente tinha ali na época do...
do Atari ou desses outros consoles mais fraquinhos, Super Nintendo, Mega Drive, só que não era aquele negócio, eu acho que o que saía mais fora da curva pra gente aqui no Brasil era o próprio Top Gear, né? Porque o Top Gear, ele... ele mudou, né, o estilo de gameplay, né? Antigamente era só aquele carrinho subindo, assim, né, e tal.
Tanto que tem até naquele videogaminho, o Brick Game, né? Eu joguei muito aquilo lá. Tem um joguinho de corrida, né? Que você fica jogando ali. Tinha os arcades também, né? Que você ia no fliperama, no arcade. E tinha os jogos de corrida que eram um pouco mais avançados, mas isso daí veio depois, né? Veio um tempo depois. Sim. Na época ali do 64, tinha bastante arcade desse estilo ali.
Mas, o que eu lembro, assim, que virou um free song, que foi na época do Playstation 1, que foi ali que explodiu mesmo, Driver, Gran Turismo e Need for Speed. Eram os três jogos que todo mundo que tinha Playstation tinha, cara. E jogava e falava muito sobre esses jogos, né? E foram franquias, assim, que foram mudando muito, né, com o tempo.
Em paralelo ao Playstation 1, a gente também precisa mencionar aqui, faz todo sentido, mencionar o Sega Saturn, porque ele trazia os arcades da Sega para dentro de casa, versões domésticas. E a Sega era fortíssima no universo dos arcades. Ela tinha o Sega Rally, ela tinha o Daytona USA, que eu brinquei aqui na abertura. No universo dos arcades ela tinha...
outros jogos de corrida gênero, tipo até caminhão, cara, eu lembro que tinha um chamado 18 Wheeler, que era você pilotar um caminhão nas estradas. Esse daí tem no Dreamcast, é bom demais. É, da hora. Tinha também nos arcades, né, uma geração mais à frente, depois um chamado Scooter Racer, que é da placa AM2 da SEGA, que era um sonho de consumo, esse nunca...
A gente esperava ele no Saturno, não veio. Depois chegou o Dreamcast e a gente falou, agora vem. Nunca veio. Enfim. É, cara, verdade. Isso aí, quem é das antigas sabe. A gente... O sonho foi destruído, cara. É, cara, igual a Paçoca, espedaçou. A gente... A gente ia naquelas, né, aquelas sessões de fliperama do shopping, cara, e eu ficava assim...
abismado com a qualidade desse Scudy Racer, a gente ficava lá, jogava duas, três fichas e ficava duas horas assistindo as demonstrações, porque era muito bonito. Por isso que a SEGA não foi pra frente, tá vendo? Quebrou o teu sonho. A SEGA só fez marketing, brincadeiras à parte, só pro Master System, por causa da Tectoy, o resto ela jogou pro vento.
Ó, pra mim, cara, desse jogão que você falou, acredito ou não, Gil, eu tive contato com o Sega Rally quando ele veio pro Playstation 1 em 97 que ele chegou, né? Cara, pra mim era o meu preferido, mais que Need for Speed, mais que Gran Turismo também.
eu adorava aquele jogo, é um jogaço cara, é um jogaço mesmo igual você falou, sensual, eu adorava cara, porque não era só na cidade, tinha vários tipos de terreno, né, terra neve, asfalto a jogabilidade era fácil também, não era aquela coisa difícil de pegar então eu gostava bastante cara, e eu tinha o Need for Speed eu tinha o Gran Turismo, jogava também, lógico
Mas quando chegava ali pra ser, qual que é o meu preferido? Era ele, se agarrar ali. É porque assim, gente, durante essa geração aí, né? A gente fala do período de ouro, do gênero corrida. E existe uma razão pra isso. Eles eram system sellers. Você escolhia um videogame com base em gêneros de jogos. Então assim, você comprava uma plataforma já escolhendo, ó. Meu jogo de corrida tá aqui. O meu jogo de luta tá aqui. A gente tem um episódio já até um pouco mais antigo, né Renato?
Falando do gênero de jogo de luta, e a gente também faz mais ou menos algo que a gente está fazendo hoje, analisar o gênero, o auge, os grandes títulos, enfim. Então, claro, o PlayStation, quando lançou o Gran Turismo, ele estabeleceu uma nova realidade para os jogos de corrida, isso é fato.
e até então não tinha esse jogo na plataforma PlayStation, a Sega já tinha os seus arcades para migrar e trazer. Então, o gênero cresceu muito nessa época, porque popularizou demais. Todo mundo queria jogar jogo de corrida, todo mundo queria tirar as drive licences lá do Gran Turismo, que era um negócio sensacional. As aberturas, as músicas, tema. Não vamos ser injustos com os jogos de corrida aqui. Mega Drive tinha um Monaco GP dificílimo que a gente jogava. Ainda na...
na época do Playstation, outros clássicos que foram aparecendo, igual o Renato falou muito bem, é o Driver, que é um... Nossa, ele não é jogo de corrida, necessariamente, mas ele tinha uma mecânica de controle de jogo de corrida que era sensacional. Cara...
Tem Fórmula 1 do Playstation, tem um Fórmula 1, que a trilha de abertura é só do Joe Satriani, cara. Nossa, que delícia que era jogar aquilo. Pela música, pela jogabilidade, você disputar o campeonato mundial. Essa época, a galera também precisa entender que a gente tinha...
a figura do Ayrton Senna muito forte, ganhando títulos, dando ao brasileiro, em específico, uma sensação de pertencimento ao universo automobilístico muito forte. Então, assim, você jogava e falava, porra, o Senna tá lá. Então, era uma coisa que era meio, o nosso vôlei, o nosso futebol, a nossa Fórmula 1, era tudo muito master, assim, tudo muito mega promovido. Então,
Vendia videogame demais, jogos de corrida, jogos de luta. E, incrivelmente, outros gêneros só foram se popularizar depois. Mas isso é pra frente, né? E é louco, né? Porque quando lança um gênero novo, ou quando ele se revoluciona, que foi o caso do jogo de corrida, porque a gente já tinha o gênero jogo de corrida desde sempre. Desde o primeiro console que existiu, a gente já tinha jogos de corrida ali.
Só que é interessante porque quando ele chega ali no Playstation 1, né, nessa geração, 64 também, né, 64 foi muito importante nessa caminhada aí, começa a surgir um monte, né, cara, um monte. E eles vão testando, né, vários estilos, eles misturam gêneros depois, é até assim que nasce o próprio GTA, né, que é um jogo inicial ali na época do Playstation, um jogo de roubo de carro, né.
E aí, quando lança o GTA 3 e vira uma coisa totalmente diferente, né? Eles evoluem aquilo que eles tinham criado ali no início. E eu lembro, cara, que quando surgiu ali no PlayStation 1 o Gran Turismo, eu acho que ele, enfim, com uma estaca ali. Falou assim, ó, esse aqui é o patamar a ser batido. Porque, cara, tanto em gráfico, quanto em som, quanto em jogabilidade...
Hoje em dia, se você for olhar, vocês vão dar risada. Mas assim, naquela época, você vê aquela lataria do carro brilhando, sabe? Quando você girava o carro em 3D, assim, no menu. Sim. Cara, eu tenho essa cena de ir na casa do Gu, Pedrinho. Nosso amigo, o Bola.
E cara, ele tinha um Play 1, né? E ele falou, olha aqui o Gran Turismo. Acho que já era o Gran Turismo 2, se eu não tô me enganado. O 3 saiu pro Playstation 2, né? O 3 foi do Playstation 2 e o 2 tinha no Play 1 também.
E cara, a hora que eu vi Eu não lembro que carro que era, tá gente? Aí também já é demais Mas a hora que eu vi no menu O carro girando, cara Aquele brilho E eu tava jogando Mega Drive, sabe? Porra É uma explosão de cabeça, cara E minha cabeça explodiu mais ainda Quando eu vi aqueles arcades fliperamas Eu tava numa cidade, cara Com meu pai viajando Não lembro onde foi, cara Obrigado
E eu vi um arcade do Cruise USA. Acho que era esse o jogo. Cruise USA. Foi a forma da Nintendo entrar no universo dos jogos de corrida. Cara, eu vi esse arcade, cara, com pedal, com volante.
E aí eu vi aquilo ali rodando. E era muito superior ao Gran Turismo em qualidade. Sim. Sabe? Eu falei, meu Deus, quanto que isso vai chegar no console? E aí os caras falavam, ah, nunca. Porque isso daí é muito avançado, os consoles. Não tem como chegar nesse nível aqui. Não, não chegava. A gente viu uma década de defasagem na comparação arcade e consoles domésticos. E é impressionante, né, Gil? Porque você falou uma coisa muito importante.
O gênero jogo de corrida, ele sempre foi meio que um benchmark pras máquinas da atual geração. Hoje em dia, não. Hoje em dia, não, até porque o gênero, ele se liquefez, né? Ele foi encolhendo, né? É, ele se desfez aí como lágrimas na chuva.
E aí, foi surgindo as franquias muito grandes, assim, conforme o tempo foi passando. E, cara, eu acho que onde o negócio ficou doido mesmo foi ali na época do PlayStation 2. Hora que chegou o PlayStation 2, cara. Eu não coloco muito o Xbox One aqui pra gente, porque ele não veio pro Brasil na época. Ele não tinha acessível pra gente aqui, né?
Já o Playstation 2, o Pedrinho teve, o Pedrinho sabe, era muito fácil ter Playstation 2. Você achava... Não, você achava, sim, muito, muito Playstation 2. A acessibilidade era muito grande. Hoje em dia ainda você acha muito Playstation 2, se você quiser. Qualquer marketplace da vida, você entra lá, bom, Playstation 2 por R$200, sabe, desbloqueado, você acha com muita facilidade. Porque é o videogame mais vendido da história, ele tem um alcance gigantesco.
Então ele teve várias versões também, né? Teve o grandão, depois teve um 5 fininho lá, slim. Então foi um videogame que se popularizou muito, por isso que eu disse sobre o Xbox, tá? Xbox, ele não veio oficialmente no Brasil. Mas quem teve o Xbox One foi muito bom, mas não era acessível. Não, não, não. A gente tem que pontuar da forma correta e o Renato tem toda razão da forma como ele colocou. O PlayStation 2 era muito massivo.
E não é que o Xbox não quis chegar no mercado, gente, ele era extremamente polarizado. A Sony teve uma estratégia de marketing que sempre foi muito vencedora. Isso é até hoje, a gente sabe, né? Mas sim, eu tive, não de imediato, mas um pouco depois eu tive acesso ao primeiro Xbox. E ele trouxe duas das experiências de jogos de corrida mais sensacionais que eu pude ter naquela geração. Uma.
Era um cara chamado Sega GT. Depois, o mesmo estúdio foi evoluindo, né? A franquia em outros nomes. E um jogo que até hoje eu sinto saudade, que é o Rally Sports Challenge 2. O 1, para título de curiosidade, só tinha no PC. Mas a segunda versão, porque o Xbox chegou muito com essa vocação de trazer jogo de PC para o universo doméstico. E o Xbox já tinha um hardware interessante para a época. Um pouco mais parrudo e tal.
Mas a jogabilidade desse Rally Sport Challenge 2 era qualquer coisa assim de absurdo. Tanto é que, a partir desse momento, eu me aproximei muito mais dos jogos de corrida tendendo para uma simulação do que dos jogos mais arcade. Então, por exemplo, o Need for Speed 2, por exemplo, que é sensacional.
traz toda aquela trilha sonora, todo aquele marketing visual que essa coisa do Velozes e Furiosos trouxe para o mercado, né? Não só para o cinema, trouxe para a cultura pop em geral. Esse jogo, esse Rally Sports Challenge 2, ele era perfeito no que a gente imaginava perfeição na época para um jogo, porque você variava do cascalho para o asfalto, para o gelo, para a neve, e ele mantinha uma consistência de jogabilidade que era incrível para a época, entendeu?
E é uma franquia que depois o estúdio, assim, como vários outros estúdios, foram sendo adquiridos, transformados, as pessoas migram de um trabalho para outro, enfim. Essa geração, inclusive nesse sentido, né?
Tendo uma máquina do calibre do Playstation 2, o Xbox ainda conseguiu ter jogos de corrida marcantes. Eu acredito que ajudaram muito a solidificar o caminho desse gênero chegar no seu ápice, no seu momento máximo. O ápice desse gênero foi com Underground 2, cara. Need for Speed Underground 2. Por mais que a gente teve...
outros jogos depois muito grandes, mas naquele momento do Underground 2 ali, foi um momento que todo mundo queria testar, queria jogar, queria curtir aquela parada ali, sabe? E eu coloco um outro junto com ele, porque o...
O Gran Turismo, ele foi muito grande no Playstation 1. No Playstation 2 ele também foi absurdo. Só que o Underground 2, ele sobressaiu, sabe? Porque ele já falava mais com a molecada, com a idade, né? Daquela pessoa que tava ali jogando e tal. E eu coloco na lista ali. Isso, gosto pessoal, tá, gente? Underground 2 e o Burnout. Foram os dois jogos assim. Burnout Paradise.
Paradares vem depois, né? Tô falando o Take Down mesmo. Burnout são... O raiz, o raiz. Aquele que sai regaçando tudo. E você jogou muito também, né, Pedro? Joguei muito Burnout. Joguei Need for Speed. Eu sempre tive sorte quando eu adquiria console. Quando eu adquiri o Play 1...
todas as franquias que eram de outras plataformas já estavam no Play. Então eu joguei Need for Speed o normal, o Sega Rally, o Gran Turismo e o Need for Speed 2 no PlayStation 1. Tipo, não precisei migrar de plataforma. E quando eu adquiri o PlayStation 2, o ápice foi isso que você falou, né? O Need for Speed Underground. O Burnout é top, só que o Need for Speed eu acho que tá um degrau acima, cara. Aquilo ali eu acho que foi o...
Eu não sei, cara. Eu acho que pra ter outro pulo desse demorou. Pra chegar nesse demorou. Porque todo mundo queria, era música, era... A galera ia lá, modificava os carros, era algo tipo assim, que parava, né? A franquia conseguiu roubar a cena quase totalmente pra ela, eu acredito eu, nessa época do Playstation, né? E é doido, né, cara? Um jogo que fez tanto sucesso assim...
aí ela simplesmente abandonou a franquia underground e Force Speed ainda tem daquele jeito né mas a franquia mesmo underground eu sei que é muito doido não sai um remaster, não sai um collection desse negócio né
Porque é um negócio muito querido, né? Olha, eu vou dar um exemplo. Eu tava mexendo no Twitter esses dias, no X, e aí tem um cara que eu sigo lá, que ele remasteriza esses Abandonware que chama, né? Que é os jogos abandonados. Tem um site que chama Abandonware.
que todo jogo de PC acho que é só de PC não sei se tem de console também mas que a empresa ou ela perde os direitos, ou ela atira do mercado, ou fica perdido mesmo, sabe? Não tem mais como publicar aquilo ali novamente virou um abandonware. E esse cara ele pegou todos os Need for Speed desde o primeiro
remasterizou o Need for Speed todos até o Carbon, os principais da franquia, sabe? Na verdade, ele pegou até da época do Playstation 3 também. Ele pegou todos esses Need for Speed 1, 2, etc. Saiu vários, vários gêneros, subgêneros saiu, né? E deixou em widescreen, colocou configuração pra controle atual e tal. E eu lembro, cara, que eu vi isso.
Cliquei lá. Ah, Need for Speed Underground 2 HD Remaster pra PC. Ah, que legal, cara. Eu falei, caraca, velho. É, mano. Fui lá, depois eu posso até mandar pra vocês, se vocês quiserem o link. Fui lá, peguei, joguei dentro do Steam Deck, coloquei na configuração máxima do Steam Deck lá e pus. Mano, ele não usou nem 10% do Steam Deck. Olha que legal.
Que coisa maravilhosa, Gil. Mas funcionou, assim, de um jeito tão perfeito, cara. Os gatilhos, funcionou tudo, cara. E aí eu comecei a jogar isso na época, faz tempo que eu fiz isso, né? E, cara, eu lembro que eu fiquei umas cinco horas jogando esse trem, cara. Eu falei, meu Deus, como esse jogo é bom, cara. Como Underground 2 é bom, cara. É. E eu não lembrava e... Caraca, velho. A gente sempre fala desse negócio de turning, né? Esse negócio de turning é muito legal, cara. Sim.
falando do gênero no jogo de corrida o que eu enxergo nitidamente é assim o Gran Turismo ele fazia um convite enorme para o cara chegar e ver as especificações o preciosismo com os dados, com telemetria que já se... lá no primeiro Gran Turismo isso já era uma coisa muito forte na evolução do gênero
O Need for Speed conseguiu achar uma fórmula de jogo, não só de jogabilidade mais leve, mais atraente, mais fácil, né? Mas uma linguagem visual. Arcade, né? Arcade. Isso, ele criou uma cultura de jogo de corrida.
que o foco estava no universo corrida. É uma diversão, Jô, ele não estava se portando na realidade. Exatamente. Então, eu penso assim comigo, que quem chegava no Gran Turismo e gostava muito de simulação, ficava. Mas o cara que gosta de jogo de corrida, chegava no Gran Turismo, muitas vezes ele ia tirar as licenças, que era o primeiro passo do jogo, ele já falava, não, não é muito para mim isso aqui. Porque é muito sério, né? Era muito sério.
Apesar de ter uma trilha sonora excelente, uma mecânica excelente, física, jogabilidade e tal, tudo funcionava muito bem, mas quando o cara caía no Need for Speed, mano, aí adeus. Diversão, né? Diversão. É foda, cara, porque depois, igual você falou muito bem, né? Depois de um tempo, a franquia de jogos de corrida, tanto o Need for Speed como o Need for Speed, todos, eles quisem se dividir em dois gêneros, né? Que foi o gênero simulação e o gênero arcade.
Simulação foi o que o Gil falou que é o estilo Gran Turismo e tal, né? Forza depois e vários outros, né? Foram saindo vários pra PC e tal. Hoje em dia tem até mais simulação do que Arcade.
e foi também virando esse lado pro arcade que foi o Burnout, que foi o Forza Horizon, que aí virou outro subgênero dentro da própria franquia só o Gran Turismo não lembro se ele chegou a fazer algum jogo no estilo, na época do Play 2 ele não lembro
O Need for Speed ainda se manteve, né? Ele não tentou se arriscar tanto. Eu acho que até saiu um Need for Speed, eu acho que é o Pro Street, não lembro, que é um pouco mais simulação. Não lembro se o Pro Street era. Tem um que é mais simulação. Quem se lembrar, coloca aí nos comentários. Sim. O Need for Speed, eu joguei muito o primeiro. Não joguei muito esses Underground, apesar de ter jogado por causa do trilho sonoro, por causa da vibe e tudo mais. Mas teve um Need for Speed que veio depois aí, que eu...
Most Wanted. Most Wanted. Ah, meu Deus. Aquela BMW, meu amigo, aquela BMW Azul Zibra. É que o Most Wanted tinha um sistema de inteligência artificial do jogo muito bom, né? Nossa, cara. E um hardware novo, porque ela chega junto, né, com o 360, já chega com um diferencial gráfico absurdo, porque realmente houve um salto muito interessante. O Most Wanted já tem no Playstation 2, já. Tem.
É, mas eu, pra mim, assim, a minha memória dele é a do 360. Tem também, tem também. E, cara, ali eu acho que, pra mim, de verdade, falando da franquia Need for Speed, dentro do gênero de jogo de corrida, o Moço Wanted, pra mim, acho que é o ápice. O momento que eles tiveram as melhores... Acertaram tudo, né, no jogo, né? O máximo das melhores ideias, o máximo da jogabilidade, a ideia de perseguição.
Tudo ali funcionou como um relógio suíço, cara. Eu também gosto muito. Eu gosto muito dele. Jogados. É.
Eu ainda coloco o Underground 2 acima por conta do que é o Underground 2. Não tem ninguém que não gosta, sabe? Não, não tem ninguém que não gosta. A galera sabe da qualidade do jogo, assim. E depois a EA começou a brincar um pouco dentro do próprio gênero, né? Ela criou o Carbon também, que é muito bom também, o Carbon, que já é da geração, da sétima geração, né? Do 360 e do Play 3. E eu lembro que o Carbon já tinha um sisteminha novo, né? De parar no tempo, aqueles negócios assim.
Era muito legal aquilo lá. Eu lembro que na época muita gente reclamou, só que hoje em dia se você volta é muito bom. É legal pra caramba o jogo. Depois que foi virando o negócio. Só que é louco, né? Porque eu acho que a empresa vai perdendo as raízes, vai perdendo os criadores, os originais da casa.
E não vai conseguindo mais voltar ao auge do que era, né, cara? E a linguagem vai mudando também, a linguagem da galera. Sabe? Eles vão vendo coisas, assim, muito avançadas, coisas muito novas. Tanto que, recentemente, saiu o Need for Speed Unbounded, né? Que é aquele... Que ele retorna um pouquinho as raízes, assim, ele dá uma olhada ali pro underground e tal, né? Tem essas coisas.
Só que aí já adicionaram um sistema de pintura 2D, no 3D, quando você ativa o nitro assim, sai umas fumacinhas coloridas, sabe, uns negocinhos assim. Então eu acho que isso daí a galera não curtiu tanto. Mas é um bom jogo, inclusive tá até gratuito, acho que na Plus.
e é um jogo legal, mas assim, não chega nem perto do que foi o Carbon Underground, Most Wanted sabe, ele não não chega lá, né eles tentam, mas não chega lá, infelizmente é uma franquia que ficou meio estacionada outra também que a gente pode comentar que a gente tá na área do Pression 2 ali o Midnight Club, né, o Midnight Club ele fez muito sucesso
A Rockstar, né, que fez ali o Dub Edition, lembra do Midnight Cub 3? Que é o mais famosão, né? Sim. E eu lembro que ela tinha um efeito nos carros, cara, absurdo, na lataria até hoje, né? E é o mais perto que chegou do Underground esse daí. É, o gênero corrida...
Você falou aí da mudança de linguagem, porque você não consegue lançar um produto novo mantendo ele idêntico ao anterior. Você precisa evoluir. E o que a gente falou do gênero de jogo de corrida até aqui, na minha percepção, é justamente de evolução. Veio evoluindo o jogador que não conhecia nada disso, não tinha experiências. Veio evoluindo o hardware, veio evoluindo o desenvolvimento, a linguagem dos jogos de corrida.
a abordagem, porque assim, existe um monte de subgênero que a gente nem vai se atrever a explorar aqui, porque o Pedrinho falou do Road Rash lá do Master System, lá na abertura, e eu já fui com meu coração lá no Road Rash 3D do 3DO. Olha aí. Fazendo um paralelo aí. Nossa. Então assim, os jogos de combate, como é que não fala de Twisted Metal, por exemplo, Vigilante 8, no próprio Playstation tinha um que ele tinha uma física que não existia pro Playstation aquilo.
que era o Destruction Derby. A gente tinha o da Blizzard também, do Rock'n'Roll Racing, que era muito famoso. E com essa evolução, vai ficando um público formado, que já jogou, que já experienciou, que já conhece as versões, as iterações anteriores, por assim dizer. Eu fiquei imaginando você vendo o Rock'n'Roll Racing pela primeira vez.
Você curtia muito rock já naquela época? Já, já, já, desde sempre. Como é que foi? Depois você fala, como é que foi esse negócio? Você lembra? Você vê o jogo com músicas de verdade? Cara, olha, assim, o Rock and Roll Racing, né? E o Road Rash do 3DO são dois momentos icônicos da minha vida quando você...
Dentro do contexto nerd, você cria a fusão perfeita, né? O videogame e a música. Porque nos dois casos, mas o 3D foi mais expressivo porque já era geração CD, qualidade lá em cima. Perfeito.
E quando você fala, poxa, conseguiram colocar aqui dentro algo que eu já gostava sem ter jogado o jogo. E essa experiência é absurda, né, cara? Não, deve ser muito louco você ver a música ali. Nossa, nossa. A galera tem que entender que quando o Rock'n'Roll Racing saiu, não tinha essa parada de colocar música em jogo de corrida, sabe?
O jogo de corrida tinha a música, por exemplo, Top Gear. Tinha a música do Top Gear que foi criada pro Top Gear. Exatamente. O Road Rash, esses jogos todos. Agora, quando você pega um Rock'n'Roll Racing, que aquele sonora é de músicas conhecidas, porra. Nossa, mano. E assim... Você falou de um negócio interessante, que é o Abandonware. E boa parte desses caras, Abandonware...
estão lá nesse nicho, né, triste de abandono, de deixar pra trás, de ficar esquecido, porque tinha muita coisa licenciada.
E todo mundo sabe o desafio que é trazer de volta um jogo antigo que tem conteúdo licenciado. Porque você tem que licenciar tudo de novo, ou seja, renovar contrato, pagar outra vez. Essa renovação, o contrato prevê um tempo específico. A galera, às vezes, fugindo um pouquinho do assunto, mas muito rápido. A galera, às vezes, fala de Guitar Hero, por exemplo.
Gente, é tudo música licenciada. Deu tempo. É quase que obrigatório tirar da prateleira. Não vende mais isso. Por quê? Porque nós não podemos mais vender isso aqui.
E os jogos de corrida sofreram com isso também, não tinha como. Então, um ponto importante que você citou aí, que a questão dos direitos autorais é problemática até hoje. Porque a gente vê, por exemplo, dá como exemplo aqui a franquia Forza. A franquia Forza é o seguinte, eles deixam o Forza vendendo durante um período. Todos os Forzas são assim.
E depois ali do lançamento, alguns anos, geralmente é na faixa de uns 5 anos, tá? Que fica ali vendendo. 4, 5 anos, eles vão lá e removem da loja. Eles avisam. Eles falam assim, ó gente, até tal data você pode comprar o jogo. Eles até fazem muitas promoções pra versão Ultimate por 80 reais, sabe? Foi o que teve por último agora, acho que o 4, né? Foi o Horizon 4.
E por quê? Por conta dos direitos autorais das músicas, né? E dos carros também, né? Porque depois que a gente vai pular agora para a próxima geração do PlayStation 3 e Xbox 360, a gente começa a ver licenciamento de marcas mais fortes dentro desses jogos, né? Tanto na parte musical quanto na parte do carro também.
E isso daí tem um período. E não compensa pra eles renovar, porque eles têm que pagar um valor muito grande pra um negócio que já não tá vendendo bem mais, sabe? Já foi a época. E tá na promoção, sabe? Então, tipo assim, não compensa mais pra eles renovar. A não ser quando é muito forte, sabe? Quando é um jogo, assim, fora da curva, né? Por exemplo...
O Forza Horizon 5, eles renovaram essa licença, então ele vai ficar por mais tempo do que o 4, por exemplo, porque o Forza Horizon 5 chegou para o PlayStation 5, então eles, para fazer essa fanbase no PlayStation 5, eles foram renovar esses direitos, né? Mas o 4 já saiu do ar, já ficou fora, né? É importante também a gente citar, porque assim...
Quando a gente fala de licenciamento, normalmente a gente pensa em música, a gente pensa às vezes num ator que fez participação, ou que gravou voz, ou coisas assim. É muita coisa que é licenciado. É, mas falando de jogo de corrida, hoje pesa demais o licenciamento, por exemplo, de componentes. Porque você vai lá num Forza, por exemplo, né? Falando um pouco sobre ele já, porque ele chega no 360 muito forte. Você tem marca de pneu.
você tem componentes, acessórios, tudo isso são empresas, marcas privadas, e elas vendem a sua participação mediante esses contratos de participação. Então, até aproveitando para fazer talvez um esclarecimento, às vezes esse jogo sai da loja justamente por isso, porque ele já deixou de ser um produto com potencial de venda e manter ele aberto, disponível no mercado, exige investimento ainda da produtora do jogo, entendeu?
E aí, normalmente, o que acontece? A versão nova do jogo já está chegando. Eles vão investir na versão mais nova, lógico. Exatamente. Não fazer isso nesse sentido aí. Então, o licenciamento entra muito forte nos jogos. Por exemplo, FIFA mudou o nome por causa do licenciamento. Exato. O saudoso Winning Eleven Pro Evolution Soccer.
licenciamento, tudo isso pegava, os bombapetes da vida só existem por causa de licenciamento, afinal de contas, né? Então, isso tudo são aspectos que cada gênero tem os seus desafios.
E os jogos de corrida não iam escapar desse tipo de situação, né? É, agora é interessante a gente falar dessa parte aí de jogos de simulação que começaram a dominar, né? Porque quando chegou ali na era do 360 e do Playstation 3, eu acho que por conta dos gráficos, que foi ficando muito realista,
E jogo de corrida sempre teve uma facilidade, entre aspas, pra ter uma impressão mais bonita do que outros gêneros. Você põe ali um jogo de RPG, comparado com jogo de carro, o jogo de carro vai sobressair, vai ganhar.
Se você ver, por exemplo, que hoje em dia não tem mais, mas antigamente tinha aquelas lojas de videogame no shopping, em outros lugares assim, de bairro, e você chegava lá, o cara deixava passando um jogo de corrida na televisão lá com o videogame novo lançado. Lançou o 360, ele deixava ali um jogo de corrida passando da vez ali. Por quê? É o que chamava a atenção, né? Tipo, pô, que gráfico que é esse? Que não sei o quê, era o gráfico, né? É.
do Playstation 2 pro 360 pro Playstation 3 não é mais aquele negócio de diversão é aquele negócio de impressionar por isso que o Gen ele saturou muito depois de um tempo porque ele dividiu e ganhou muito espaço os jogos de simulação e foi aí que começou a derrocada do Need for Speed o Need for Speed começou a ser um pouco no final da fase do Playstation 3 ele começou a ser um pouco fora de jogo e foi o seu tempo
E começou a entrar a era do Forza, né? Foi o Forza Motorsport. E, cara, eu sempre fui um cara que gostei muito mais de arcade, né? Antes dessa época, né? Eu gostava sempre mais de arcade burnout, gostava muito e tal. Mas, mano, a hora que eu vi o Forza Motorsport...
e eu vi e tipo assim, eu sempre tive Playstation, né, e aí teve a época de 360, aí eu fui atrás de 360 tive um e eu já tinha parado de jogar esse gênero o máximo que eu tinha jogado era o Carbon, né, aquele Most Wanted, né, tinha parado por ali
E cara, eu lembro que no 360, quando eu peguei ele, tava no Motorsport 3. Já tava no Forza Motorsport 3, que é o meu favorito até hoje, da franquia inteira. É o Motorsport 3. E ele já tinha aquele sisteminha de shopping, de você entrar nele e comprar por leilão. Você comprava carro por leilão de outros jogadores, o que tem hoje em dia também. E cara, isso me conquistou no tanto, porque tipo assim, você juntava grana...
Era legal, você fazia as corridas, juntava grana nas corridas, fazia as missões. Aí você pegava essa grana e dava um lance num carro de um jogador, que o jogador tava vendendo no preço que ele quis. Então às vezes aparecia uns puta carrão que custava, sei lá, 2 milhões na loja e o cara tava vendendo por 150 mil, né? E aí você dava um lance, aí chegava outra pessoa e dava um lance, aí você dava um lance, aí ficava nessa briguinha.
Aí tinha um tempo, né? Tinha um timing lá. Na hora que dá zero, a pessoa que deu o maior lance fica o carro.
E cara, eu me apaixonei tanto nessa parada. Aí começou... Aí abriram também no Motorsports 3 o sisteminha de vinil, né? De você pegar adesivos que outras pessoas faziam pro carro. A pessoa ia lá, modificava o carro. Fazia um carro do... Por exemplo, do Evangelion.
top, cheio de detalhe. E botava lá gratuito pra galera usar aquela skin do carro, né? Sim, sim. Nossa, cara. Como foi legal esse negócio, cara. Aí, né, depois dando a falta, né, de jogos arcade.
eles lançaram o Horizon, que também é outro jogo, mas ele não é tão arcade quanto o Need for Speed, tá? Need for Speed tinha a questão do Nitro, a questão de você modificar o Tunning, essas coisas ainda não tem no Forza. O que eu acho um erro, tá? Eu acho um erro, já passou da hora, a gente podia ter isso daí já, porque é uma crítica que eu vou ter mais no final aqui do Forza, do Horizon, é que ele fez igual o Far Cry, deu certo aquilo ali, ele ficou se repetindo, repetindo, repetindo, repetindo, repetindo.
porque dá certo, não muda, sabe festival Horizon, eles podiam mudar isso daí, depois a gente for falar da expectativa dos seis, eu vou comentar isso daí eu acho muito interessante a evolução do Forza como franquia, porque nasceu pra poder brigar com o Gran Turismo isso aí todo mundo sabe
O Forza, ele é a evolução de uma franquia chamada Metropolis Street Racing, que nasceu lá no primeiro Xbox. Os caras, eles são paranoicos com detalhe, com simulação, com aspectos técnicos, né? E eles potencializaram isso e usaram, né, no 360, o Forza como benchmark. Ó, eu tenho esse videogame e ele roda esse cara. Todo mundo queria jogar aquela, mesmo sendo simulador.
Porque o Forza tem uma curva de aprendizado de jogabilidade muito, mas muito mais atraente do que, por exemplo, tirar as licenças de motorista, que o Gran Turismo sempre colocou lá como primeira parte do jogo. Aí tem os campeonatos, você viaja o mundo aqui e ali e tal, funcionou bem.
Ganhou espaço, ganhou moral, vamos dizer assim, no mercado. Porque chegava com uma proposta que renovava o jogo de corrida comparado com os arcades de antes. Eu lembro também que aqui vale falar muito desse cara. Hoje virou uma franquia realmente deplorável, mas na época tinha o Test Drive. Nossa, hoje era deplorável mesmo. Mas na época eu lembro que, até vou mandar um beijo aqui para o Gustavo, meu sobrinho, que a gente jogava muito, mas muito.
Esse test drive, que era, acho que se eu não te engano, era ambientado no Havaí. E ele já tinha um conceito de você passear de carro por um lugar real. Passear, ir corrida aqui, chegar num lugar que tinha um evento, enfim. E eu acredito até que o test drive tem um certo peso nas escolhas de formato que o Forza Horizon trouxe depois. Porque o test drive original lá, do 360, o test drive é uma franquia bem mais antiga, por sinal.
eles já traziam alguma coisa dessa abordagem. Só que o Forza foi lá e puliu ao extremo. O Forza Horizon chega com essa ideia excelente, porque as festas, rave, psai, estavam bombando o mundo afora. E eles criaram essa ideia que eu acho muito original, de você dirigir até chegar nesse festival simulado. E um festival rolando com música eletrônica, com aquele ambiente todo colorido.
tinha competições de carro envolvidas, né? Parte do festival era as corridas de carro. Virou uma nova evolução do gênero, na minha opinião. Tanto que, hoje mesmo, a gente vai chegar lá depois no final.
O Forza Horizon faz sentido a gente pensar que é ainda o jogo de corrida que consegue melhor êxito comercial. Sim, sim. Então a gente tem a franquia Forza evoluindo dentro de si mesma, porque ela estabeleceu uma zona de conforto, por assim dizer, né Renato? E aí começa o ciclo dessa coisa que tá dando certo, a gente vai manter fazendo igual. O Ctrl C, o Ctrl V? É, esse daí. Mas isso é a tendência, né? Ver que tá dando certo, vamos mexer o mínimo possível.
Pra continuar as vendas. Mas pensando aqui, quando acontece, porque como a gente já conversou, né? O Need for Speed TVA, o forte dele foi ali no PlayStation 2. Hoje, ele existe, só que ele não tá na mesma prateleira mais, né? Hoje em dia, quem briga ali é o Forza e o Gran Turismo, acredito eu. Tem o Fórmula 1 também, mas...
É um público diferente. É, diferente. Bem diferente. Mesmo se tratando ali do simulador ou arcade, acredito eu que depois da terceira geração ali, o que acontece? Os caras já querem te vender também uma coisa pra deixar você atrelado. Se você jogar no controle, é uma pegada. Se você jogar no volante, jogar ali, é, você já tem uma outra sensação.
Isso daí é a venda casada, né? Querendo ou não, né? Vai falar, vai te trazer um diferencial. Você vê quando a galera joga ali. Só que assim também, a galera joga, só que não é aquela facilidade jogando aqui, né? No controle, né? Sofre pra caramba, qualquer deslize ali já bate o carro, né? Já é totalmente diferente já, né?
que o Renatão teve, né Renatão? Tive, tive o Logitech G920 acho que foi esse, G920 é o do Xbox, né porque na época tava saindo o Forza 6, o Motorsport 6 e eu já quero falar aqui porque a gente vai falar sobre a saturação do gênero, né, e a repetição
eu gosto bem mais da franquia Motorsport, porque foi a primeira que eu joguei ali, né, 363 e tal, e eu gostei eu sempre gostei mais no estilo simulação sempre gostei mais, tanto que eu gosto mais do Gran Turismo 7 do que do Forza Horizon 5 apesar de eu ter os dois, eu joguei os dois
Eu gosto bem mais do Gran Turismo. Por conta disso, né? Porque eu gosto das pistas de corrida, dos circuitos, né? Eu gosto dessas paradas, sim. E são pistas que eu conheço, né? Porque elas são no mundo real. Então, eles sempre fazem as mesmas pistas iguais, né? Os desenhos, então... A gente já sabe como é que pilota naquela pista e tal. Inclusive, eu acho que o Hermon do Gil também prefere mais o simulador, né? O Zé, ele gosta muito também.
inclusive o Zé que me introduziu muitos jogos de simulação que ele me recomendou na época na época do Oni saiu o Motorsport 6 e eu comprei o Xbox One edição Motorsport 6 que era aquele Oni azul tinha o controle em gripe azul
Você chegou a ver aqui em casa? Você clicava no botãozinho pra ligar e ele fazia o motor do carro? A Microsoft nessa parte não tem jeito, né? Ele sabe fazer edição especial. E aí, cara, eu falei, meu Deus, Xbox One, né? Caraca, eu saí do 360. E aí, cara, falei, não, vou ter que fazer um investimento aqui. E aí eu já tava trabalhando no Facebook, ganhando um dinheirinho lá no Facebook. Primeiro pagamento em dólar do Facebook.
Pum, comprei lá o volante. Mentira, o primeiro pagamento eu comprei o Onyx, o segundo pagamento que eu comprei o volante.
E aí, cara, comprei lá o volante, conectei, meu amigo. Nossa! Assim, eu vou ser bem sincero pra vocês que são entusiastas que nem eu. Eu sou bem entusiasta dessas tecnologias de videogame. Inclusive, eu comprei o Oculus VR 2 aqui. É, que eu vou falar sobre ele também, nesse programa. E aí, cara, é aquele negócio assim que nas primeiras semanas você quer jogar todo dia, toda hora, que não sei o quê.
Mas depois você vai deixando um pouco de lado. Por quê? É uma coisa assim que não é muito confortável de você ficar jogando, porque é igual você ficar jogando na... Tipo, tô aqui sentado, pego aqui o controle do Offsense e tô aqui. Agora que o volante, mano, com force feedback, sabe, começa a doer, o negócio se tere sozinho, sabe?
com o tempo você vai jogando, tem dia que você só quer sentar e ficar de boa, cara. Você só quer ficar de boa ali. E aí, você não quer mais ficar saindo cansado do negócio. Jogar um jogo pra ser cansado, né? E... E aí, cara, depois de um tempo eu vendi. Mas assim, não é fácil pilotar, tá? Pra quem já teve sabe que não é tão fácil. Ele é bem realista, sim.
O jogo que eu mais joguei foi Aerotruck Simulator 2. É, eu ligava no PC e jogava no PC o Aerotruck. Foi o que eu mais, assim, me diverti. Só que no Forza, que eu joguei no Forza 6, eu achei um pouco difícil. Eu joguei o Forza Horizon 3 também, na época. E achei ele um pouco difícil, assim. Então, né, pensa bem antes de comprar. Se puder testar um antes, é bom, né? Mas não é tão fácil quanto parece, não.
E aí, cara, saindo ali, Horizon junto com... Acho que o 6 foi o Horizon 4. Não, foi o Horizon 3. Saiu, né? O Forza Horizon 3, muito bom. Eu acho um dos melhores Forza Horizon. Eu acho sensacional, sim. Até hoje, né?
Aí saiu o 4, que foi em inglês, que saiu naquela parte da... Foi na Inglaterra, Gil? Ou em Londres? Não lembro de onde que foi. Foi por lá, né? Aí depois saiu o 5, aí o 5 saiu pro Playstation também depois, de uma época, porque hoje em dia não tem mais essa rivalidade, né? Antigamente até tinha rivalidade do Gran Turismo e Forza. Mas como o Forza veio pro Playstation, acho que não existe mais essa realidade de rivalidade, né? Públicos diferentes.
São públicos diferentes. Não é o mesmo público. Ah, é. Tanto é que o Forza Motorsport hoje, por exemplo,
já não existe mais, ele já foi descontinuado. É isso que eu queria falar. A Turn 10? Eu queria chegar aí. A Turn 10, que era o estúdio responsável pelo Forza Motorsport, só para a galera entender, Forza Motorsport era uma franquia de jogo de corrida simulação, Forza Horizon é uma franquia de jogo diversão, arcade, vamos dizer assim, mas... É, muito aberto. E o Forza Horizon, ele é tão mais potente no mercado, e o seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu
que o simulador deixou de fazer sentido. Primeiro que o gênero de simulação, ele foi sendo absorvido por quem realmente é muito entusiasta, igual o Renato falou. Então, e aí, no gênero entusiasta de simulação, o Forza, mesmo o Motorsport, ele já não é um simulador de nível profissional, como existem outros. O Aceto Corsa, por exemplo, é muito mais profissional, muito mais profundo. Muito, muito.
vale mencionar, porque nós estamos falando de jogo de corrida, né? E o Motorsport, ele meio que foi encolhendo. Ele saturou, né? Saturou, porque todo gênero que não renova. E vamos combinar, né? Não existe como você evoluir um simulador de carro. Vai ser sempre sobre entrar no volante e dirigir um carro para algum lugar. Ou é uma rua, ou é uma competição. É só questão de gráfico mesmo. É, então o gênero jogo de corrida em si...
vários aspectos eu acho que ajudou a saturar. Primeiro, surgiu muito jogo. Muito jogo. Muito. Então, isso saturou o consumidor de jogos de videogame de corrida. Segundo, a popularização de veículos ao longo do mundo explodiu. Porque antes você tinha a ambição de jogar um jogo de corrida que simulava, porque você não tinha o carro.
então hoje eu penso muito assim eu tenho carro, eu dirijo, eu vou pra lá e pra cá por que eu vou ficar simulando só pra poder dizer que eu estou dirigindo uma Audi, uma BMW uma Mercedes, ok, vai ser legal por quanto tempo? a saturação vem disso de você ficar simulando uma experiência que você já tem ela de uma outra forma, talvez não na mesma intensidade
Então o público envelheceu, o público amadureceu, não dá, a EA tentou várias vezes voltar lá no Need for Speed, reinventar uma fórmula, um recurso, uma forma de fazer, mas o público que curtiu essa novidade lá na geração Playstation 2, como o Pedrinho falou, foi muito forte, esse público hoje não existe mais. E a galera nova?
as gerações novas, cara, o cenário de diversão eletrônica de videogames mudou demais. A galera não tem mais essa cobiça de dirigir. De ir lá num jogo de corrida e ficar brincando que está dirigindo. Isso já não faz mais sentido mercadológico, vamos dizer assim. Então, a...
o cenário evoluiu, a gente tem hoje ainda, por exemplo, a Ubisoft investe naquele Motorfest, que tem uma proposta também interessante. Tem um público, tem um público, tem. Tem público, recebe update, ele tenta explorar, expandir o conceito que o Forza Horizon tem, é só carro e moto.
já o Motorfest da Ubisoft, ele já deixa você pilotar avião então, eu tiro o chapéu pro Ubisoft, Gil, porque ele é uma das poucas no mercado que se arrisca porque pegar um gênero que já está estabelecido e tentar mudar ele é difícil, a galera pode rejeitar, e a Ubisoft ela fez lá o joguinho dela e colocou avião, colocou snowboard colocou isso, colocou aquilo e aí
E, cara, eu vou te falar, é muito divertido, tá? É muito bom. É muito bom. É que, assim, a galera, na hora de comprar um jogo, é caro, né? Um jogo, se não é a preferência dela um jogo de corrida, ela vai comprar outro jogo, sabe? Sim. E, cara, é óbvio que a franquia Motorsport, lá vamos votar no Forza...
ela não ia começar a se dar bem com o público atual, sabe? Porque o Horizon, que é muito mais Need for Speed, que é o que a galera realmente gostava, né? Dá muito certo. Porque é o que a galera quer, sabe? É um público assim, que é louco que nem eu que gosto do simulador, que gosta mais do simulador do que da maluquice, da zoeira. Porra, qual que é o jogo que mais faz sucesso? É o GTA, cara. O GTA faz sucesso por quê? Porque é zoeira, sabe? É loucura.
E o Forza, apesar dele não chegar lá a esse ponto de loucura, né? Ele é bem contido ali, mas ele pisa um pouquinho, sabe? Tipo assim, ah, joga do jeito que você quiser, bota umas músicas da hora aí, faz o que você quiser com o teu carro, vai pra onde você quiser, sabe? Joga do jeito que você quiser. Então eu acho que é por isso que é uma pena, assim, cara. Esse último Forza Motorsport que saiu, cara, mas foi uma decepção tão grande, cara.
Porque, pô, você lembra que eu falei lá do Motorsport 3, se eu gostava do sistema de leilão? Não tem mais, tiraram o sistema de leilão, sabe? Tiraram um monte de coisa do jogo, o jogo é bem capado esse último Motorsport aí. Eu vou... Me permite fazer uma brincadeira aqui? Eu vou parafaranziar o Pedrinho.
que o Pedrinho parafraseou o Bibiane aqui num episódio nosso recente. O Forza Motorsport 6, 8, 7...
Faz o motor de esporte anterior, pareceu o 5, que realmente, o 5 foi o último grande inovador, assim, que trouxe realmente algo sensacional. Não, mas quando chegou o Horizon 3, cara, o grande champ foi o Horizon 3, né, o 2 ainda era daquele, mais ou menos assim, mas o 3, cara, nossa, foi uma revolução, assim, na qualidade gráfica, no festival Horizon, tudo que eles fizeram ali, cara, foi muito bom mesmo, gostei muito.
E o 5, que é o atual agora, o 4 é bem parecido com o 3, assim, sabe? Não muda muita coisa. O 4, cara, o 5, ele é muito bom, cara. Só que aí ele entra na fórmula... Eu adoro Ubisoft, mas ele entra na fórmula nem Far Cry, eu diria Assassin's Creed. Porque Assassin's Creed, ele pega uma região e uma época e faz o jogo ali. Por exemplo, o último que foi foi o do Japão, né? Ah, foi Lakato lá.
Aquele pedaço da história do Japão e foi ali. O Force faz isso também, cara. Ah, qual o país que a gente vai homenagear agora? Ah, vai ser o Japão também. Pega o Japão lá e vamos levar o Festival Horizon lá pra andar nas ruas do Japão lá. É só isso, cara. Não tem mais uma coisa assim muito diferente. Tanto que tá sendo bastante criticado, né, as gameplay que tá saindo do Horizon.
do Horizon 6, mas assim, a galera tem que saber também que eles não vão mexer muito nisso, gente. Porque é muito arriscado você mexer numa franquia que... Tipo, eles já mataram uma franquia Motorsport, já deu errado uma franquia. Então pra dar errado outra...
É dois palitos, cara. Então, tipo assim, vamos apostar no que a galera gosta, no que dá certo. Fazer um jogo seguro, né? O Forza Horizon 6 vai vender muito bem. Tipo, beleza que ele vai sair no Game Pass, né? E isso daí tira as vendas, querendo ou não, tira as vendas, né? Mas ele vai sair pra PC, vai vender muito bem no PC. Depois de alguns meses vai sair pra Playstation, vai vender bem pra cacete no Playstation também. E, tipo, a franquia, ela sobrevive só com isso, entendeu? Mas é muito difícil hoje em dia, em 2026, e isso.
lançar um simulador tanto do Gran Turismo, tanto do Gran Turismo ele foi muito esperto em ser o Gran Turismo 7 o que ele fez? eles meio que transformaram o Gran Turismo 7 num grande hub de atualização, então tipo assim fica chegando toda hora conteúdo novo pro Gran Turismo 7
de não só carros novos, mas modos novos, lugares novos para você ir, coisas novas para fazer. E também chegou a atualização, faz um tempo já, foi em 2021, acho, de VR, VR2 2023.
E, cara, eu peguei mais o PlayStation VR2 por conta do Gran Turismo 7. Já é um negócio que eu gosto muito, né? O Gran Turismo e tal. A gente até fez um programa, né, Gil? Sobre o Gran Turismo 7. Pra quem quiser lá ouvir, muito bom o programa. E, cara... É foda. Porque aí... Igual eu falei no último programa que a gente gravou, né? A gente gravou um checkpoint no último programa. No início da introdução do programa. E eu comentei um pouquinho minha experiência com o álcool de realidade virtual VR2.
Só que não dava passar essa experiência pra quem tá ouvindo, quem tá escutando, sem a pessoa testar. Porque nem vídeo, nem nada, nem trailer, nem nada. A pessoa tem que colocar pra testar. Porque o negócio te coloca dentro do jogo, cara. É impressionante, assim, o negócio da imersão que tem. Porque se você for ver o vídeo de uma pessoa jogando, você só vai ver a pessoa fazendo assim, olhando pro lado, blá, blá, blá. E o vídeo muito rápido atrás, passando assim, né.
Mas cara, o Gran Turismo 7 com o VR2, você consegue entrar naquela quantidade de carro absurda que tem, olhar o interior do carro, olhar os botões, você sai pra fora do carro se quiser, olhar o carro pro lado de fora, e cara, você na pista...
Você falou da pista Daytona. Eu amo essa pista Daytona no Gran Turismo. E a Daytona é aquela pista assim, ó. É a pista que é redonda, né? É oval. Ela é um oval. Ela é meio de ladinha, assim, a pista. Sim. E, cara...
Foi a primeira pista que eu coloquei pra me testar a primeira vez o VR. E eu coloquei uma Lamborghini. Meu amigo, a hora que eu entrei no negócio, cara, é mudança de chave na cabeça. É mudança de chave na cabeça. Você não vai querer jogar jogo de corrida de outra maneira. É inacreditável, cara. Essa tecnologia VR é...
Não faz sentido a pessoa fazer qualquer tipo de análise, até que se a pessoa considera ter, né? Sem ela testar, sem ela vestir o equipamento, sem ela explorar. Tem que testar. Porque você nunca vai saber o que é a imersão de um óculos VR se você não vestir ele, se você não usar ele. Eu tive experiência com VR, mas não nos games. Eu tive experiência profissional. Lá na empresa que eu trabalho, a gente tem uma área que explora esse tipo de recurso.
E a gente fez alguns conteúdos da empresa, inclusive passeio de drone virtual, porque às vezes a gente quer apresentar a empresa para clientes novos e tal. E como você faz isso?
então a gente produziu conteúdo de VR, e quando a empresa está em algum evento, alguma feira, alguma coisa assim, nós temos uma unidade de VR que fica à disposição do cliente, você quer conhecer a empresa, a nossa indústria, as nossas instalações, o cara faz um passeio virtual de drone usando o VR, e cara, todo mundo elogia a experiência, porque
Realmente a imersão faz você andar dentro do espaço. Faz, cara. Não, e foi o que eu comentei na outra semana. O VR, cara, você pode pegar o jogo com qualquer gráfico, cara. Gráfico de Playstation 1. Fica incrível. O negócio, você fica... Caraca.
é absurdo, agora você imagina o Playstation 5 que é a potência que ele tem, você vê num Gran Turismo 7 eu queria muito que a Microsoft lançasse uma atualização pro Horizon 6 imagina, Horizon 6 tiver um VR
Na data de gravação desse vídeo, a gente sempre grava uma semaninha antes. Hoje é dia 3. Dia 29, acho que foi dia 28 ou 29 da semana passada, a Microsoft lançou a atualização de VR2 para o Flight Simulator. O Flight Simulator chegou no PlayStation 5.
E saiu semana passada a atualização pra VR, cara. Eu tô ouvindo a galera jogar, velho. E eu fico, caraca, velho. Eu vi um cara pegando um avião desses Boeing e pousando no Rio de Janeiro, cara. E aí quando você chega no Rio de Janeiro assim...
não sei se você já jogou essa fase no Flight Simulator você já testou? é a coisa mais linda do mundo você vê o pão de açúcar, o Cristo Redentor a favela, as casinhas perfeito, e é tipo assim não é feito 3D enquanto uma pessoa foi lá e fez não, é foto de satélite é real a parada é foto real
A tecnologia por trás do Flight Simulator é absurda. E aí, cara? E aí, cara? Você tá ali pousando um avião assim no... Puta merda, como eu quero jogar esse negócio. Eu não peguei ainda porque tá muito caro o Flight Simulator, mas eu vou com certeza, eu vou pegar pra testar. Porque eu comprei essa porra pra isso, cara. É pra ficar tendo essa experiência maluca mesmo, cara.
tá ligado? O negócio custa o preço do Playstation 5, pô, é pra testar essa porra mesmo, mas assim uma coisa que a gente pode comentar aqui agora, Gil, é a concorrência dos gêneros, né, porque uma coisa que fez essa, esse gênero de corrida afundar, eu vou dizer afundar, tá, porque não se compara com o que teve antigamente, né, hoje em dia fica tudo na mão de 3, 4 franquias só, não tem mais nada, sabe, acabou
E o Burnout acabou, a franquia Underground acabou, sabe? E vários outros, assim, foram sumindo, tá? O próprio Forza Motorsport, que a gente já comentou, que, caraca, quem imaginaria? Você lembra de quando saiu essa notícia? Foi um baque, cara. Caralho, o Forza Motorsport? Os negócios que mais dá certo, sabe? Então, tipo assim, foi morrendo, morreu aqui, morreu ali. A franquia Ferrari, lembra que tinha Ferrari também, que era um puta jogaço, né, do 360? Do Dreamcast também.
Sim, o SEGA Rally acabou também, acabou um monte Nossa, que saudade em SEGA Rally 2 no Dreamcast joguei muito foi o primeiro jogo que teve aquele sisteminha que eu lembro de você derrapar o carro tinha um botão de derrapagem fantástico mas aí, Gil, saiu concorrência de gêneros, RPG FPS, Call of Duty Battle Royale
E o gênero se esvaiu, né? Eu acho que assim, o que acontece com o gênero de jogo de corrida é um fenômeno que afeta vários outros gêneros de videogame. Se a gente for pegar o próprio universo de jogos de luta, né? Outro que se encaixa perfeitamente, juntinho. Isso, ele sai do mainstream, ele deixa de ser carro-chefe das plataformas e ele vai ficando nichado, ele vai ficando específico.
Porque na própria evolução da percepção do jogador, os gêneros de jogos vão mudando, vão surgindo novas propostas, vão surgindo novos gêneros, né? Por exemplo, você na geração Playstation, na geração Saturno, na geração Dreamcast, na geração Playstation 2 e Xbox, eu vou até ali mais ou menos, quando entra o 360...
E o Playstation 3 é que começa a surgir, por exemplo, o gênero indie, que não existia antes, tudo não era classificado. Então você pega só no universo indie, quanta coisa veio chegando e ganhando espaço, e crescendo, e se transformando em estúdio maior, com capacidade de produzir experiências maiores. E o indie, pra mim, ele é uma área que a gente podia até explorar num episódio dedicado, porque ele traz, eu acho, as maiores inovações do mercado. Com certeza.
muito do que hoje virou gênero importante, massivo Gil, e eu acho que o indie ele vai salvar o gênero no jogo de corrida daqui a uns anos ainda, cara eles vão lançar algum puta jogaço nesse tipo de corrida que seja diferente porque é a única galera que tem coragem de apostar, de fazer alguma coisa realmente diferente, não no gráfico, mas assim, na gameplay, né na experiência de jogo, porque o indie chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute chute ch
Ele é o cara que chega com a mão na frente e o outro atrás e ele não vai competir nunca com um estúdio AAA pra fazer algo que um AAA faz. Quem que vai se atrever a fazer algo que compete com um cyberpunk? Tem jeito, tem como. Quem que vai competir com um Gran Turismo? Com um Forza? Cara, a vibe do Indy é justamente ela ser criativa e o seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu seu
E criar mesmo do zero experiências novas. Então eu aposto muito no indie como força de renovação, não só do jogo de corrida, viu, Nath? Acho que todos os gêneros precisam passar por algum tipo de rebuild, de reconceito das suas propostas. Os famosos jogos Double A, né? Isso. Que consegue apostar mais também. Porque o que aconteceu com o mercado? Ele foi chegando com propostas muito mais atraentes, muito mais agressivas.
para cativar o jogador a continuar jogando. Por quê? Porque esses gêneros clássicos, luta, corrida e outros gêneros, os próprios Metroidvania estão meio que super poluídos, tem tudo... Fez sucesso, vira modinha. Você quer ver outro gênero que também acho que está um pouco saturado? Souls.
Já que a gente está falando do conceito de saturação de mercado, porque o que derrubou o gênio de jogo de corrida, eu acho que mais do que o mercado evoluir e mudar de interesse, mudar o ponto focal, é a própria saturação dele em si.
porque ninguém derrubou o Forza do lugar que ele ocupava ele se derrubou porque ele não foi capaz de se manter atraente de se manter cativante se você não falasse eu vou dizer assim, pra vocês uma experiência muito pessoal minha esposa joga muito pouco videogame
Mas o que ela jogava? Forza. E jogava qual Forza? O Motorsport. Mas é matemática, Gil. Se você parar pra pensar, a Microsoft ela viu os números do Horizon, viu os números do Motorsport e falou, não tem sentido a gente ficar pagando licença. Mas qual é o problema da saturação? O problema da saturação acontece nesse cenário. Se eu colocar pra minha esposa o Motorsport 5, o 6, ou o 7, ou o 8, que é o último, né?
ela não vai saber diferenciar qual é qual. Ela não vai olhar na tela e falar assim, nossa, que renovulação, que revolução visual. Renovulação, essa é boa. Nova palavra. Que revolução sensacional que aconteceu aqui. Olha, o anterior não tinha esse detalhe. Gente, o jogador...
que alimenta a indústria é esse cara, não é os hardcore igual nós, sabe? O hardcore ele ainda é, vamos dizer assim uma faixa pequena, né? da indústria
Tanto é que às vezes eu vejo algum comentarista, algum influencer, ele fala em termos como se todo mundo fosse expert, todo mundo fosse hardcore. E não, não é. A percepção do mercado é baseada no consumo. O jogo parou de ser comprado, ele vai murchar e vai reduzir.
deixar seu espaço ali pra outras oportunidades que estão surgindo. Pois é. É, cara, mas assim, falando em outras oportunidades que estão surgindo, a gente pode falar, tá saindo jogo bom ainda? Tá, tá tendo jogo bom ainda? Tá, galera, tem jogo bom ainda que dá pra ir atrás, né?
Dá pra gente recomendar pra galera. Tá chegando aí, igual a gente acabou de comentar, o próprio Forza 6, o Horizon 6 vai chegar, né? Nos próximos dias até, né? E lá pra agosto chega pra Playstation 5, né? Acho que é seis meses, né?
Então, tipo assim, se você ainda gosta desse estilão arcade, você gosta de divertir, sem preocupar com o circuito, terminar logo a corrida, tem tempo, isso e aquilo. Respeitar o obstáculo, porque o simulador é muito isso. Vai na franquia Horizon, que é muito legal. A gente tem a franquia The Crew.
É difícil falar esse nome, né? Como é que é o subtítulo? É Motorfest? Motorfest. Motorfest. Muito bom esse último que saiu da Ubisoft. Pode ver. Os outros The Crew 1 e o 2, eu não recomendo tanto. Apesar de ser muito bom.
Porque os servidores foram desligados. Tem uma polêmica do caramba isso daí, né? Porque o jogo não funciona sem servidor ligado. E aí eu acho que a Ubisoft lançou um patch pra você poder jogar ele offline mesmo não estando conectado. Mas tem essa questão, né? Então presta atenção nisso daí.
E cara, aí você vai ter outras coisas, por exemplo, o Gran Turismo 7, né? Se você gosta mesmo de simulação, ainda tem o Gran Turismo 7. Tem uma coletânea que eu vou recomendar pra vocês aqui. É uma coletânea que saiu, acho que foi ano passado? Acho que foi ano passado ou ano retrasado, não lembro. Acho que foi ano passado, né? Que foi até uma distribuidora aqui do Brasil que fez essa coletânea. Eles até mandaram pra mim, tá lá na minha conta.
que é a do Top Gear. Eles pegaram o Top Gear 1, Top Gear 2, Top Gear 3, e o Rhodes, acho que Rhodes, alguma coisa, e fizeram uma coletânea que chama... Só que o que acontece? Top Gear, o nome Top Gear, tem direitos autorais, né? Que é... Esse é o nome daquela empresa lá da Inglaterra que faz aquele seriado que se chama Top Gear. Então eles não podem usar esse nome Top Gear mais. E aí... Top Gear...
curiosidade, é a mesma holding track que trouxe o Need for Speed lá no passado. Exato. E aí, o que eles fizeram? Eles utilizaram o nome original do jogo, porque o jogo não chamava Topic quando foi lançado, ele chamava Top Racer, né? Que é o nome japonês. E aí, o que eles fizeram? Eles trouxeram a coletânea Top Racer Collection. Então, vão lá procurar, tava bem baratinho esses dias, né? Inclusive, acho que eles reajustaram o valor do jogo.
E, cara, é o Top Gear que a gente conhece do Super Nintendo. Top Gear 1, 2 e o 3 mil, né? E, cara, bonitão, 4K, sabe? Recomendo muito. E tem modo online, tá? Tem modo online. Se você quiser jogar online com outras pessoas, é muito bom, cara. Eu recomendo muito. Mas, assim, é um gênero que ainda não morreu. Eu acho que não vai morrer, porque tem o público, né? Temos o Fórmula 1 também, que...
O Fórmula 1 é engraçado, né? Desde quando ele foi inventado, ele come pelas beiradas, né? Ele vai pelas beiradas, porque ele não compete na linha principal. Eu acho que o Fórmula 1, ele é meio que como aqueles jogos de rali, sabe? É porque é muito difícil, Ju. Eu fui tentar jogar o Fórmula 1, os últimos Fórmula 1, meu Deus. São jogos que eles são direcionados pra um público que é fã de um gênero de corrida específica. Exato.
Entendeu? Então, assim, tem o público deles, eles já têm uma expectativa de rentabilidade, isso faz sentido para produzir conteúdo e lançar, enfim. Então, lógico, a gente aqui está fazendo um tratamento, não de lista, mas um tratamento de gênero como um todo.
Então tem muitas opções. A franquia Grid, por exemplo, é muito boa. Temos a franquia Rally ainda, que está na área. Eles lançam bastante coisa de jogo de Rally. Aí temos os subgêneros, né? Jogo de moto, por exemplo. Tem o Ride também, que é bastante famoso.
Então, assim, galera, ainda tem. Ainda tem, dá pra procurar ainda, tem muita coisa legal ainda. Não desistam dos joguinhos de corrida, porque é um gênero que eu... Eu amo, cara, eu amo esse gênero. E é legal, porque sempre que lançam Forza Horizon, fica à tona, esse tema de novo volta à tona, porque todo mundo começa a falar de jogo de corrida e tal.
Então, pra quem tem Game Pass, vai sair Day One Game Pass de graça, pra quem quiser testar. Recomendo muito. Testa pelo menos no streaming. Vai lá, coloca o streaming lá. Testa lá se você não tem um PC bom ou console. Dá pra jogar pelo streaming e funciona muito bem, né, Gil?
Com certeza. A opção da nuvem é atraente. Lógico, pra quem faz questão da experiência mais real, jogar pelo console faz mais sentido, mas pela nuvem, fica uma experiência bem mais fácil, vamos dizer assim. É porque a gente pensa, porque é um jogo que tem que ter um input lag muito rápido.
Mas a nuvem eu acho que já está dando conta o suficiente. Tem um amigo meu que ele joga o Forza Horizon 5 e ele fala que é tranquilaço. Sim. Assim, o online ele não joga não. Mas o... Ele falou assim que a campanha, né? Os festivais. Tranquilaço. Mas antes da gente finalizar...
Eu quero perguntar pra cada um de vocês qual é o jogo favorito da vida de vocês. Porque, beleza, vocês jogaram o primeiro aquele ali, o primeiro, o outro aquele ali, né? Jogaram mais o outro ali, mas qual é aquele que marcou? Aquele que você sente saudade de jogar?
de vez em quando. É um jogo marcante pra mim, é aquele que eu falei lá no início, né, vai ser o Rod Rash, querendo ou não, mas não voltem pra jogar, pelo amor de Deus, ficou na memória, ficou na memória, pelo amor de Deus. A regra da nostalgia, né? E só se alguém fazer e falar, ó, tem um 4K aí, da hora, não vou arriscar não, você vai falar assim, você vai falar, o Pedro, que coisa lixo que é esse? Para com o... Mas é isso daí, ficou na memória. Você ia falar do Enduro, Pedrinho.
final, cara. Fica dando pause lá, acaba a força. Ai, cara. Eita. Cara, eu vou falar o meu aqui, porque, tipo, cara, é um gênero que eu gosto, é o meu top 3 de anos que eu mais gosto, né? Então eu já testei muita coisa já. Mas, assim, se fosse... Renato, escolhe um jogo pra você jogar pro resto da vida de corrida. Você só vai poder jogar esse. Não vai poder jogar mais nenhum outro, não.
Cara, por mais que eu sei que o gráfico não é mais legal, mas o jogo que eu mais me diverti, mais joguei, é o SEGA Rally 2, cara. O SEGA Rally 2 do Dreamcast. Meu amigo, era muito legal. Tinha um sisteminha de tempo também pra você fazer as voltas, né? Só que o SEGA Rally 2, cara, eu era o profissional em fazer drift com o carro, velho. Porque ele tinha um botão que você deslizava na areia, o carro.
e que nenhum jogo conseguiu fazer nenhum, cara porque eu joguei bem recentemente, eu tenho um Dreamcast ainda eu joguei bem recentemente o Sega Rally 2 o gráfico riu, mas a gameplay a gameplay de deslizar
de você puxar o freio de mão e o carro jogar de lado, nenhum conseguiu fazer igual, cara. Por quê? Eu acho, assim, minha opinião. Porque eu jogando eu percebi isso. Ele não era muito realista, sabe? A forma de você deslizar. Então ele sabia que ele era arcade. Então ele não queria ser realista. Então quando você puxava o freio de mão ali pra deslizar, ele ignorava algumas coisas da física e segurava o carro pra ele não girar.
Então o carro não girava, era só você pôr na posição certa e deslizar, ele ia. Sabe? Então, aí outros jogos, por exemplo, o Rally, que saiu depois, o jogo de Rally, né, muito famoso, ele já não é assim mais. Se você é perto pra deslizar, o carro gira, você tem que fazer certinho, no tempo certo. E qualquer outro jogo de corrida do que veio depois. Mas o Sega Rally 2, cara, não. Quem tiver curiosidade e nunca testou, testem, testem, mas vão com a mente, que é um jogo antigo. Mente aberta, hein? Pois é, andou.
Eu vou ser saudosista também, porque apesar de todas essas experiências ultra realistas atuais, elas só existem porque a gente teve um passado. Exato. E eu vou destacar dois jogos aqui que foram muito marcantes. Um deles é o Daytona, que eu usei na abertura, porque hoje a gente tem muita competição online, hoje a gente tem internet para tudo, mas esses jogos são de uma época que você tinha competitividade.
com a pessoa do seu lado. E a gente não jogava tela dividida, a gente não jogava desse jogo, a gente jogava por tempo. Então, o Sega Saturn e o seu Daytona, a briga era por milésimos de segundo. E a gente tinha uma zoeira interna nossa, a galera que jogava, quando você quebrava um tempo.
o outro cara ficava terrivelmente ofendido. Explica pra galera, porque a galera nova não entende muito essa questão do tempo, porque antigamente os jogos, eles não tinham fim. E a parada do jogo era quem tinha o melhor tempo, né Gil? É, como funcionava essa questão do tempo? O desafio era quem fazia o melhor tempo de volta. Literalmente isso. Então, a gente competia por esse tempo.
e era uma galera muito legal o Zé Oswaldo, meu irmão, que participou já com a gente várias vezes colocava a letrinha do nome lá, né Gil? e aí, o que acontecia? no fim de semana da frente, quando a gente ligava o videogame e colocava o jogo já começava a deslizar os créditos e os records
E aí começava assim, não, fulano me passou, nossa, o cara ali conseguiu. E uma curiosidade, porque na época, as revistas, né, é que traziam esses scores, essas comparações. E eu lembro que tinha revista Super Game Power e tinha um cara muito fera lá, o editor da revista, e ele publicava cada edição, ele colocava os tempos lá que estavam. Cara, o nosso tempo era tipo dois segundos abaixo da revista, pra vocês terem uma ideia, o nível de competição que a gente travava entre nós.
Então, o Daytona com certeza tem esse espaço garantido ali, mas o cara que realmente marcou muito foi o 24 Horas de Le Mans do Dreamcast, porque ele realmente simulava a competição que existe até hoje, das 24 Horas de Le Mans. E a gente montou uma equipe...
de pilotos que jogava isso. Então cada um pegava, enchia o tanque e jogava, jogava, jogava, até chegar perto da hora de fazer o pit stop. O pit stop era o save. Ô Pedrinho, tem essa corrida que ela leva 24 horas pra ser concluída, velho. Na vida real o tempo. Isso. E o Dreamcast tinha já o jogo dessa corrida. Então a gente...
a gente conseguiu fazer a proeza de cumprir a prova inteira duas vezes, cara. E acreditem, isso não era fácil porque era 24 horas mesmo jogado no controle, não tinha internet, né? O Dreamcast tinha um navegador só, não tinha ainda a jogabilidade online, mas não era sobre isso, o desafio era você contra você, que é algo que eu sinto até um pouco de falta, sabe? Porque hoje, a...
proposta de desafio que os jogos traz, ela está muito diluída e ela está muito orientada aos outros, na competitividade contra alguém. E os jogos antigos eram o inverso, eles desafiavam você a superar você naquele jogo, naquele estilo, naquele gênero, e os jogos de corrida eram talvez o melhor representante desse desafio.
então assim, uma época realmente muito boa não recomendo voltar lá Gil esses jogos hoje já realmente não entregam mais você me trouxe uma lembrança aqui agora, cara, até fui ver aqui qual que era
Mas eu fiz as 24 horas de Le Mans num Forza, cara. Eu fiz num Forza. Acho que foi num Forza 4. No Motorsport 4. Olha, linda. Cara, e é a mesma coisa. É 24 horas na vida real. E aí, o que você tinha que fazer? Ou você pausava o jogo e deixava o videogame em...
Standby ali, né? Antigamente não tinha esse negócio de você desligar o videogame e desligar e estar no mesmo ponto que parou. Você tinha que só pausar. Tinha que pausar e trocar de canal a televisão, né? E, cara, eu não lembro se tinha save. Acho que não tinha save no Forza. Você tinha que pausar o jogo.
E cara, eu lembro que eu fiz isso daí e eu fiz com o carro que foi usado na na história do do Ford GT. Não tem a história dos Ford GT lá? Você sabe dessa história de Le Mans, né? Sim. E eu fiz o Ford GT porque ele é um carro realmente muito forte até hoje, é um carro muito poderoso esse carro da Ford. Sim. E eu falei, eu quero fazer com ele. E é louco, cara, porque tem chuva.
Fica de noite, fica de dia. Tem tudo. Cara, é uma loucura, velho. É uma loucura, cara. Você bate o carro, o carro perde performance. Você tem que trocar pneu no meio do caminho, você tem que trocar pneu, porque vira chuva, aí você tem que colocar pneu de chuva. E, cara, mas é assim, a hora que você conclui, primeiro você ganha muito dinheiro. Nossa Senhora. Sim, arrebenta. Você arrebenta de pontuação no jogo. Sim. Mas a sensação de você conseguir finalizar, nossa, cara.
Eu não lembro, acho que tem um Forza que tem essa conquista que tem que fazer. Mas, cara, é muito louco. Eu diria que hoje, pra eu voltar a jogar jogo de corrida assim, nesse nível de dedicação, só se fosse numa prova, num evento desse tipo aí. Não, mas hoje tem que ir resumo, cara. Hoje você pode só... Ah, sim, mas eu digo assim, falando do gênero de jogo de corrida, a gente distanciou muito, né, cara? Ah, sim, sim.
Porque a galera hoje, por exemplo, eu joguei muito Forza Horizon 5, porque, cara, você entra, joga meia hora, quarenta minutos, coleta um tanto de pontos, desbloqueia vários pontos de estrada.
Às vezes desbloqueia uma conquista, libera um pouquinho, para e dá uma semana depois e você vai jogar de novo. A franquia Horizon é o Fortnite dos jogos de corrida, cara. Até brinco com isso daí, porque o Fortnite você entra pra jogar ali uma partidinha de 20 minutos. O Forza Horizon, você entra e tem muitas coisinhas de 20 minutos pra você fazer. Um monte. E aí você vai lá...
Marca um pontinho, vai lá, faz 20 minutinhos Pronto, fecha o videogame ali E volta E é o único jogo que eu fico voltando de vez em quando Eu fico voltando no Forza Horizon 5 Eu volto, eu gosto, porque é arcade, né? Bom, mas é isso, fechamos aqui? É isso aí, acelerados Papinho fora de controle
Bom, mas e você? E você aí que tá nos assistindo, qual é o seu jogo de corrida favorito? Coloca aí nos comentários. Tá empolgado aí pelo novo Forza? Vai jogar o novo Forza? Gostaria de ver o novo Underground aí pela EA? Vai lá reclamar no X. Cobra eles lá. Quem sabe um dia. Eu acho, sendo bem sincero, eu acho que vai lançar o Underground um dia de novo. Porque
A indústria tá pedindo muita nostalgia e tá pedindo muito remake das coisas. Então tá vindo remake de tudo, cara. Então, assim, ou eles vão fazer um remake do Underground 2, ou vão fazer a continuação da saga Underground, que aí, né, aí só Deus sabe se vai ser bom ou não, né?
Não sei não, hein? Mas é isso. Beleza, galera? Espero que vocês tenham gostado desse programa aqui. A gente se vê na próxima semana. Aquele Nerd Podcast sai toda sexta-feira nos agregadores de podcast, no Spotify e no YouTube. Segue a gente lá e a gente se vê semana que vem. Tchau, gente. Valeu, gente. Tchau, gente. Valeu. Até a próxima.
Ô Gil, quase você ficou sem energia aí, hein? Devolve a minha extensão. Não tem aquele meme Pedro, me dá meu chip. É.
Precisa comprar extensão 9, hein, Gil? Não, essa semana vou atrás. É baratinho. Gil, estalo Enduro aí no suítão, que você vai zerar. Eu demorei 48 semanas. Nossa. Eu e o Mangabinho que jogou. A última fase é no deserto. Tô te contando já, tá? É a brava, Gil. É um spoiler, mano.
É a braba, Gil. Tem fim não, Gil. É mentira. Vai ficar isso que eu acho, velho. A última fase é Star Road do Mário. Ocusão 2D na cara, Gil. Só areia voando.