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AqueleNerd#188 - Jogos Injustiçados: Fracassos que não Fazem Sentido!

04 de maio de 20261h23min
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No episódio de hoje do Aquele Nerd Podcast, Renato, Thiago e Pedro entram em um debate que todo gamer já teve alguma vez: existem jogos que fracassaram… mas não deveriam ter fracassado?

A gente analisa os famosos “jogos injustiçados” títulos que tinham qualidade, ideias boas e até potencial pra sucesso, mas acabaram sendo mal recebidos por fatores externos como hype exagerado, marketing fraco, bugs no lançamento ou simplesmente o timing errado.

Ao longo do episódio, discutimos a diferença entre um jogo realmente ruim e um jogo que foi mal recebido por circunstâncias, além de explorar como a percepção do público pode ser completamente influenciada por expectativa, narrativa da internet e primeira impressão.

Também falamos sobre aqueles casos clássicos em que o jogo foi ignorado no lançamento… mas anos depois ganhou reconhecimento, provando que nem sempre o sucesso vem na hora certa.

🎙️ Neste episódio você vai ver

• O que define um jogo injustiçado

• Diferença entre jogo ruim e jogo mal recebido

• Como o hype pode destruir a recepção de um jogo

• O impacto de lançamentos bugados

• Jogos que passaram despercebidos no lançamento

• Títulos que só foram valorizados anos depois

• Se esses jogos fariam mais sucesso se lançados hoje

Um episódio cheio de reflexão, exemplos e opiniões sinceras sobre como o mercado pode ser cruel e como bons jogos às vezes simplesmente não recebem o reconhecimento que merecem.

🎧 Sobre o Aquele Nerd Podcast

O Aquele Nerd Podcast é um espaço dedicado à cultura pop onde falamos de Games Filmes e Seriados, sempre com análises, debates e muita resenha entre amigos.

📅 Episódio novo toda sexta feira falando de Games Filmes e Seriados.

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Assuntos6
  • Menções Honrosas de JogosDefinição de jogo injustiçado · Diferença entre jogo ruim e mal recebido · Impacto do hype e marketing · Lançamentos com bugs · Timing de lançamento · Críticas de imprensa vs. público · Fanbases saudosistas
  • Piores jogos de bons estúdiosJogo quebrado e sem polimento · Jogo mal compreendido ou à frente do tempo · Rivalidade entre jogos do mesmo gênero · Narrativa negativa
  • Jogos Ignorados no LançamentoFalta de visibilidade e boca a boca · Jogos que ganharam reconhecimento anos depois · Atualizações e melhorias pós-lançamento
  • Expectativas para JogosCyberpunk 2077 e o lançamento problemático · The Witcher 3 e seu lançamento inicial · Sonic 2006 e a decepção dos fãs · Superman 64 e a experiência ruim · Velozes e Furiosos: O Confronto
  • Declínio do gênero super-heróisVingadores e sua recepção negativa · Guardiões da Galáxia (jogo) e sua qualidade · Batman: Arkham Origins e sua comparação com outros jogos da série · Gotham Knights e a confusão com a série Arkham · Acessibilidade de cinema vs. games · Personagens maiores que os atores
  • No Man's Sky e sua ReviravoltaPromessas não cumpridas no lançamento · Atualizações gratuitas e constantes · Mecânicas de caça e batalha de pets
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Bom, galera, e no Checkpoint de hoje, o que a gente andou jogando aí nos últimos meses? Porque a última vez que a gente fez o programa aqui do Checkpoint faz um tempinho, né? E saiu muita coisa aí nas últimas semanas. Bom, comecei jogando Resident Evil Village, né?

foi e reviveu a franquia, já que tinha lançado o 9. Aí eu falei, pô, vou continuar, né? A sequência. Eu tinha jogado o 7, aí cheguei no Village agora e depois joguei o 9, que o turma recomendou. E, cara, a gente fala que é realmente bom, hein? É bom mesmo. O 7, você jogou ele na época que lançou ou você jogou quando você pegou pro stage? Foi, foi bem na época que lançou. Foi bem no hype lá. Foi bem na FOMO. Era o último que você tinha jogado? É.

Cara, então, Resident Evil eu comecei a jogar no 7, né? Como eu falei, acho que no século passado até. Aí, foi na época que teve toda aquela troca do Resident Evil, lá de primeira pessoa, focar mais no horror. Comecei jogando, gostei. Aí foi aí que eu parti pro 7 e pro 8, né? Ah, não. Eu vou te falar que desses novos aí, cara, eu tinha parado um pouco de Resident Evil também, na época, porque eu fiquei uns 5, 6 anos sem jogar Resident Evil, mas depois que eu peguei o PlayStation 4...

Aí eu comecei a voltar a jogar, porque começou a ser umas coletâneas remasterizadas do jogo e tal. Mas eu joguei a maioria na época. Acho que foi só os do Playstation 1 que eu não joguei na época. Eu joguei depois, porque eu não tinha na época o Playstation 1. E eu comecei a jogar mesmo o Playstation 2. Foi ali que eu comecei a voltar para os primeiros, porque o Playstation 2 era retrocompatível.

Então eu colocava o disquinho ali e ia jogar. Esse 9 aí, né, que foi o último que saiu, eu zerei também ele, zerei ele faz umas três semanas que eu zerei. Cara, eu gostei muito do jogo. A gente nem fez review, né, mas o legal dele, cara, é que ele mantém, né, ele mantém a ação ali do Resident Evil. Eu vou dizer o 6, tá? Ele tem a ação do Resident Evil 6, tá? De tanta ação que tem.

mas ele é meio termo, então ele parte um pouco também para o que é o Resident Evil 7. Isso, eles fizeram essa dualidade, eles juntaram o que mais deu certo no 7 e no 8 também. Eu só achei o Leon um pouquinho exagerado, as ações dele, mas é que é legal. Mas aí, tanto que até no próprio jogo, eles fazem uma questão de câmera, que para o Leon vai ser para a terceira pessoa, é recomendado.

Porque é mais ação e tudo mais. E pra Grace, é a primeira pessoa. Porque na parte dela é mais focar em terror, né? Então combina mais ser primeira pessoa com ela. Então eles fizeram essa dualidade que ficou bem legal, cara. Eu particularmente gostei bastante. Eu gostei também. Não é o melhor dos Resident Evil, mas ele é meio curto também. Deixar só 10 horinhas, né?

Mas é porque, assim, eu gosto muito de Resident Evil, então é o zero muito rápido, sabe? Mas, assim, é bacana, vale a pena. Eu acho que vale a pena uma promoção pra comprar ele, não vale o preço cheio, não. O preço cheio tá um pouco salgado demais. Acredito que eu fui na contramão do Thiago, eu joguei primeiro o 8. Eu tinha comprado o 7, não joguei.

Fui pro 8, adorei por causa da dublagem, voltei e joguei o 7. Gostou do 8, Pedro? Gostei demais da conta. Cara, muita pessoa não gosta do 8, cara. Eu não gosto do final, eu não gosto do final, acho final meio bosta, mas todo jogo eu acho legal. O jogo é impressionante, sensacional. Gosto do 7, aquela premissa mais de terror, né, aquela vibe, você não sabe o que vai acontecer, né. O 7 é bom, mano. É bom, e eu não tive o prazer de jogar o 9.

Ó, eu te falo, eu vou até adiantar aqui um pouco do tema, é um dos injustiçados aqui.

Ah, não. Eu acho que o 7, ele vendeu bem, cara. O 7, ele não. Não, mas ele é muito desprezado também. Pelos fãs, né? Porque eu vou te falar um negócio pra você. Se não fosse ele, não teria esses novos, não. Não, com certeza não.

Mas, ó, curiosidade. Eu joguei recentemente o Village, né? Porque ele tá na Plus, né? Tá lá, entrou na Plus lá. Você viu, Pedrinho? O Village entrou na Plus. E eu baixei o 4 de novo, porque eu comprei um Oculus VR, até peguei aqui pra mostrar. Aqui, ó, o do PlayStation 5. E aí, o Resident Evil Village e o Resident Evil 4, o remake do 4, eles têm a opção pra você jogar eles em realidade virtual.

E, cara, eu comecei a jogar o 4 primeiro. Mano do céu. Assim, o Village... Eu não sei porquê, eu não tenho tanto medo do 4, mas do Village, mano. A hora que eu cheguei aqui no VR, naquela vilinha, a primeira vilinha que você chega ali, que tem aqueles lobisomem, e eles se escondem no meio do mato, é um mato grande, assim, né? O Nicano, né? É, esses daí mesmo. E, cara, e eles é filho da puta, mano, porque você tá andando assim, eles vêm devagarzinho, assim, do teu lado e faz barulho a hora que tá perto. Só que no VR, mano,

É uma parada assim, só testando, mano. É que o VR, ele é o acessório mais difícil de você passar a sensação pra uma pessoa que não jogou, né? Então, tipo assim, mesmo se eu gravar uma gameplay jogando ou contar pra pessoa, não é, a pessoa não vai entender. O VR, você só entende na hora que você coloca ele e você entende que você tá dentro do jogo, você olha pro lado assim e tal.

E o PSVR2, ele tem uma qualidade muito superior ao primeiro, né? Então fica muito mais realista. As telinhas dele aqui é de OLED, sabe? Então ele tem aquele som 3D. Então se o bicho vai vindo assim, se você vira a cabeça, o som vira também, entendeu? Isso daí é muito louco.

E os controles agora, eles têm o sensor de movimento, né? Você pega aqui, aí se você faz assim com a mão, o personagem também abre a mão lá no jogo, você entendeu? Se você aperta aqui e tal. E é louco, porque o Resident Evil 4, por exemplo, que é o que eu tô jogando agora...

É bem complexo de jogar com isso aqui, porque o que acontece? Você tem que pegar, por exemplo, a pistola. Você pega a pistola aqui. Aí você tem que pegar a munição, fazer assim. Você coloca. Aí você aperta o botão aqui, aí puxa o trinco da arma. E aí você consegue atirar. A 12, mano, você pega a 12 aqui nas costas. Aí você pega a bala assim. Aí você coloca bala por bala. Depois faz assim. Só que, mano, isso na loucura...

É tenso, mano. É tenso pra cacete, velho. Só que assim, é uma outra experiência, cara. É uma outra experiência. A pessoa que jogou Resident Evil 4 normal no controle, depois jogou no VR, é outra parada. É outro jogo. É outro jogo. Completamente diferente. É muito legal. E você vê só os bracinhos, né? Você não vê em terceira pessoa. Você só vê os bracinhos do Leon, assim. É muito bom. E isso no 4. Imagina eu tô jogando o 7. Eu joguei o 7.

Inclusive, acho que o Pedrinho testou quando eu tinha o VR em 1. O 7 é doideira.

Mas eu vou te falar que o Village é pior, cara. É mais aterrorizante. Porque o Village, eu acho que a qualidade é maior, né? A qualidade do jogo é muito realista, sabe? Eu não sei se você já testou VR, mas VR, qualquer joguinho meia-bomba, que tem um gráfico meia-bomba, fica foda no VR. Sim, sim. Não fica aquele gráfico feio quando você tá jogando, sabe? Eu já joguei Superhot. Superhot. E é frenético. Frenético pra caramba o Superhot aí. Eu joguei ele, cara. Mesmo assim, em VR, fica muito maneiro.

É foda, porque, assim, quando eu tô jogando, eu sou meio preguiçoso pra ficar me movimentando. Então, eu não gosto, porque a gente começa a suar, sabe? Fica muito calor. O óculos... Esse aqui não. Esse óculos aqui, ele é perfeito. Por quê? Quando você coloca ele, se esquentar, você começa a suar assim, ou esquentar o lugar, ele tem um ventiladorzinho na frente aqui, que não deixa a lente embaçar.

Às vezes ela embaça só na hora que você coloca. Pum. Porque acho que a lente tá fria ainda. Não sei o que tá acontecendo ali. Então, às vezes, ele embaça. Tem que pegar um paninho e limpar. Mas depois que ele tá no teu rosto, ele não embaça mais. O primeiro, eu vendi por conta disso, mano. Porque tem que ter ar-condicionado. Tem ar-condicionado, não tem. E ali, ó. Eu não tenho ar-condicionado. Meu é ventiladorzão da massa. E aí, o que acontece?

Quando você coloca o primeiro VR, mano, você esquentou. A lente já embaça. Aí você tem que vir com um paninho por dentro, limpar assim e tirar.

E tem que ser o pano certo, tem que ser que é de microfibra, que limpa óculos, sabe? E aí, cara, vai chegando uma hora que você fica irritado com essa porra, mano. Por mais que seja legal, que seja incrível, irrita, esse negócio irrita. Mas é uma tecnologia antiga, o primeiro e tal. Aí esse novo, eles já pensaram em tudo isso, mano. Ele cobre mais a visão aqui, então não entra de jeito nenhum luz, mesmo se tiver aquela luz acesa do quarto, não entra de jeito nenhum.

E é foda, mano. É só testando mesmo assim. E cara, eu falando que eu não gosto de jogar jogo que se movimenta muito, eu gosto de jogar jogo assim que o VR serve como uma câmera aérea, sabe? Tem vários jogos que são assim, que é tipo uma câmera aérea e aí você controla o personagem no DualSense, né? No controle.

E o que eu tô mais gostando de jogar, obviamente, é o Gran Turismo. O Gran Turismo, o novo lá, o 7. Mano, é absurdo, cara. Você senta no carro assim, pega uma Ferrari, você já tá dentro da câmera do cockpit. Aí você olha do lado assim, dá pra você ver os botão, você olha no retrovisor pra ver se tá vindo o carro, olha em cima assim também, sabe? Você olha, não tem um botão que você aperta pra olhar pra trás, não. Você é que tem que olhar pra trás, sabe?

Então é muito foda, mano. É uma loucura. E aí a imersão fica muito maior. Eu não tenho um volante ainda.

Então eu acho que quando tiver o volante, aí fica bacana. Mas assim, basicamente nos últimos dois meses eu joguei Resident Evil 9, testei o Starfield, que lançou também para a Playstation, né? E alguns outros joguinhos menores assim. Agora eu comecei a jogar o Sea of Thieves ontem, né? Comecei a jogar ontem. A gente montou um grupo lá, tá jogando.

E tô testando uns VR de vez em quando. Basicamente isso que eu andei jogando. Eu tô jogando Contro. Aquele joguinho de 2020 lá do... A menina. Interessante, mas eu tô dentro do prédio. Aquela parte do prédio ainda que tem que ficar, tipo, exorcizando lá.

É interessante, mas se ele fosse dublado, mano, eu acho que é outra imersão, cara. Acho que o 2 vai ser, não vai? O 2 agora que vai sair? É outra imersão. Eu acho que merecia dublagem ali, que você conseguiria entender melhor o jogo, tudo, né? Tudo. Melhora tudo pra mim, né?

Eu acho sensacional a dublagem brasileira pra jogos. Igual eu falei, eu acho que o meu pulo de Resident Evil foi por causa disso, quando eu descobri que o 8 era dublado. Aí eu fui lá e joguei, agora tem que conhecer a história. Joguei grande maioria dos outros Resident Evil, voltei pra trás. Que é porque vão fazer na boa, né, mano? O 4 também foi, né? O 4 remake também é dublado.

A Capcom deu aula com as dublagens que vem fazendo Resident Evil. Não só as dublagens, né, mano? Não é qualquer dublagem. É dublagem boa, sabe? Você viu? Os últimos quatro jogos que ela lançou, só jogão, só jogão. Esse Pragmata, eu tô com ele aqui também, né? Eu testei ele umas... Joguei umas duas horinhas dele, mas eu vou pegar ele mais pra jogar no meio da semana.

E jogou um também, cara. Jogou um. E no Switch eu peguei aquela que você me recomendou lá, aquela coletânea lá. Do Marvel Capcom. Fighting Collection. É. Aquele dos arcade clássicos lá. Tem um lançamento de 2024 lá. Esse aí que tem o... Punisher. Marvel vs. Capcom 2? Tem, tem Marvel vs. Capcom 2. Tem... O melhor. Tem o Marvel Street Fighter, né? Tem o Super Heroes também. Ah, tem os X-Men. É esse que tem os X-Men?

Tem o X-Men também. Ah, esse é bom, hein? Esse é muito bom. Aí eu tô jogando o Punisher lá, né, pra relembar os tempos de arcade ali, né, de flipeira. É bom, hein, Pedrinho? O Punisher, né? Nós zerou ele aquela vez também, né? É curtinho o Punisher. O Punisher é curto, o Cadillac Dinossauro é curto. Tudo duas horinhas no máximo.

A dificuldade desse jogo no fliperama era a questão da ficha, né? Agora não, né? É porque, assim, é aquela parada, né, os jogos antigos, se você toma um golpe, você já morre, né? Tipo, um ou dois, né, você morre ali. Então é bem dificil. Mas foram isso, os jogos de jogo, você jogou mais alguma coisa, Tiago? Tem um em particular, que é o Mouse API for Hard, que eu não zerei ainda, tô jogando. Muito legal, lançou há pouco tempo, lançou dez dias atrás. Jogão, hein?

Cara, é muito bom. Ele lembra, o gráfico, né? Lembra bastante Cuphead, pelo jeito de animação dos anos 30. Mas ele não tem nada a ver. Ele é a primeira pessoa, né? E ele é noir, né? Então, investigação é bem legal. Ele tem aquele negócio do mouse, que lembra o primeiro Mickey Mouse lá.

Gostei bastante É, tem um review lá pra quem quiser ver no canal Daquele Nerd Podcast no YouTube, eu joguei ele Antes do lançamento, a Playside Me mandou o jogo em antecipado pra testar Aí eu testei ele E tem lá a reviewzinha pra quem quiser ver lá É jogão, cara, eu dei nota máxima Pro jogo, porque eu não consegui achar defeito No jogo, né, eu sempre jogo assim, né Eu coloco nota máxima e aí se tiver alguma coisa que não me agrada Eu vou tirando nota, né E aí

E esse jogo não teve nada que não me agradou, assim. A única coisa que teve, assim, eu até falo no meu review, teve uns bugzinhos ali, mas foi questão, assim, de... Ah, travar no meio de um puzzle, tá? Tava fazendo direto. Às vezes eu ia abrir um cadeado ali com o rabinho dele, né, que vai entrando assim, faz um cadeado, e às vezes não finalizava, sabe? É o rabo dele? É o rabo. Pra mim era só uma minhoca ali que ele...

O rabinho dele que ele enfia no negócio travava ali, né? Mas de resto, assim, o jogo acho que não bugou a mesma vez. Eu não peguei nenhum bug, não. Eu gostei muito que ele veio não dublado, mas ele veio legendado em português, que é muito legal também. E também é bom que mantém a dublagem do Troy Baker, né? Que é o nosso querido Jana Johnny. A dublagem é muito boa.

Porque é dublagem de época, né? Eles imitam o jeitão. E a voz dele é boa, que é grossa. É uma voz pesada, né? Ele é o melhor, né? Ele é o melhor que nós temos aí no mundo dos games de intérprete, né? O cara é foda demais. Foi até o Coringa, mano. O jogo é legal, cara.

E ele é bem... Tem bastante referência de outros jogos também, de outras coisas. Não sei se vai estragar a surpresa. Tem uma parte que tem o Welcome Leon. Tem, tem. Na parte da delegacia. Tem, tem. E, cara, eu achei muito legal, inclusive porque eu joguei o Wrecking agora, né? Pouco tempo.

Eu falei, caraca, tem até isso aqui. E o nome da arma que a Tommy Gun lá é James Gunn. É. Eu falei... Legal essas coisas. Inclusive, no Resident Evil 9 que a gente estava comentando, tem o cartaz do linho, né? No chão, na hora que você vai lá. É bem legal isso daí. Bom, mas esses foram os jogos que andamos jogando nos últimos meses.

Fala galera, bem-vindos ao Aquele Nerd Podcast. Aqui é o Renato e Vingadores, galera, não é um jogo injustiçado. Vingadores é um jogo horroroso, que não deveria ter se lançado daquele jeito.

até para o fã pior que essa frase vai de encontro com o que eu vou falar na minha frase só que é o oposto olha aí tem uns pontos positivos aí não tem não fala galera aqui é o Pedro e Heaven Sword é o hack and slash mais injustiçado Heaven Sword é verdade né é a cópia do God of War né mas esse aqui é o melhor o

Nossa, cara, esse jogo é muito injustiçado. Você tem razão, cara. Muito injustiçado, porque a galera pegou no hype do God, né? Falou que era copy, tem nada a ver. É, gostosinho isso aí. Saudades. Fala, galera, aqui é o Thiago. Não existe jogo ruim. Existe jogo que você não gosta. Todo jogo tem uma pessoa que gosta daquele jogo. Então não tem esse negócio de jogo ruim. Você só não gostou daquele jogo. Então, aí que tá.

já vamos começar vamos pro debate aqui o jogo dos Vingadores que eu citei na minha abertura se você for ver as mecânicas que implementaram nele que é mecânica de de lootzinho, de você ficar pegando loot igual o Destiny, sabe? Você fica abrindo loot box e tal pra você conseguir uma arma melhor, o equipamento melhor é uma bosta, agora se você seguir só a narrativa, só a história principal e ignorar todas aquelas missões online, é um jogo legal, é um jogo divertido agora... Então tá aí

Se você... Se você entrar na onda... Mas existe uma pessoa nesse mundo que gosta do jogo. Ah, eu gosto, pô. Falei, mas eu gosto. E pra ela é um jogo bom. Não existe jogo ruim. Ela só não gosta tanto do jogo. Ele entra no meu Guilty Pleasure. Ele entra naquele joguinho que...

Vou zerar de novo? Provavelmente não, mas eu gosto. Inclusive, hoje está bem inacessível, né? Porque tiraram ele de todas as plataformas, né? Não tem jeito de comprar, mas... E se você quiser comprar o disco, você vai pagar bem caro agora, porque o disco ficou meio... Não é que é raro, raro não é não, mas assim...

difícil, né? Não é fabricado mais, né? Bom, galera, é isso. Hoje a gente vai falar sobre jogos injustiçados, vamos falar sobre aquele joguinho que às vezes você tem ele ali, você gosta muito dele e você queria que as pessoas gostassem mais dele, mas ele é um jogo que não vendeu bem, é um jogo que não chegou ao público às vezes.

A gente vai discutir isso aqui hoje, vai falar o porquê que existe o jogo injustiçado. É porque ele foi lançado numa hora ruim? É porque ele foi lançado com problema? Tem toda essa comparação, né? Não é só, por exemplo, ah, um jogo que não vendeu. Às vezes um jogo lançou ruim, mas depois ele foi atualizando e ficou bom. Isso será que é um jogo injustiçado também? A gente vai falar sobre tudo isso aqui hoje. Mas antes, Pedro... Galera, não esquece de...

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Oi, eu sou o Gopu. É assim que se consegue vencer. Eu sou o Gopu. Eu sou o Gopu. Eu sou o Gopu. Francis Drake. O Wolverine. O tratamento! Eu sou o X-Man. Olá, pessoal, do podcast do Akela Nerd. Esse é o Hugh Jackman, o Wolverine. Bem-vindo, todos. Faça os tiros valerem a pena.

Bom, galera, vamos lá, vamos falar sobre joguinhos injustiçados. Cara, vou te falar, viu? Esse tema aqui é um tema que eu fazia tempo que eu tava querendo gravar sobre ele. E a primeira coisa pra gente começar aqui, eu acho interessante a gente primeiro definir, né? O que é um jogo injustiçado. Porque às vezes tem aquela parada, né? É um jogo que teve um marketing ruim, é um jogo que lançou com bugs, é um jogo que lançou fora da data. Por exemplo, GTA VI vai lançar no final do ano.

Se algum jogo lançar naquela semana, vai flopar. Isso daí é meio óbvio, porque ninguém vai comprar. A galera vai comprar o GTA, né? Vai guardar dinheiro pro GTA. Então, isso daí não é um jogo injustiçado. É um jogo burro, né? Que às vezes lança num time errado. Pra vocês, assim, o que define o que é um jogo injustiçado? É isso? É o marketing? É o timing? É os bugs? O que é? Então, eu acho que vai muito de venda, né? Obviamente.

Porque se um jogo não vai muito bem... Basicamente, né? Provavelmente ele não vai ter nenhuma continuação. E às vezes não vai ter nem atualização. Porque a empresa vai cagar pra ele. Porque ele não deu lucro, então não tá dando retorno. E, cara, muitas vezes é... Sei lá, alguma birra do público. Por algum motivo, sabe? Por ser alguma franquia, por ser alguma coisa que o público não gostou. De alguma mudança que teve no jogo.

o caso que teve agora do Resident Evil mesmo, como falei do Resident Evil 7 muita pessoa não gostou do Resident Evil 7 porque mudou toda a dinâmica porque agora é a primeira pessoa e sei lá o que teve muita pessoa que não gostou, mas mesmo assim ele fez sucesso, por quê? porque ele era bom, ele realmente era bom

agradou bastante a pessoa, então ele não chegou a ser injustiçado. Mas teve outros jogos que mudaram alguma dinâmica e foi injustiçado, sabe? Com esse caso de crítica ou por causa de venda. É a questão do lançamento do momento ruim que você frisou.

Você deu o exemplo perfeito do GTA, quem lançar vai perder, não tem como. Vai rodar, cara. A empresa tem que tomar cuidado com isso, cara. E essa questão que o Thiago falou, recepção negativa, crítica baseada no quê, cara? A pessoa vai lá e fala, é ruim. Beleza, é pegando aquele gancho naquele programa que a gente falou lá. Crítica verso o público.

Eu acho que pra falar, né, a gente tem que ir lá assistir mesmo e falar, ó, não gostamos, não gostamos de jogar, beleza, né, mas eu acho que é mais ou menos isso, né. A galera pega aqui lá e fala, ó, é isso e a galera pega como certo, né. É, cara, eu acho também que tem muito do marketing ruim, tá, porque tem alguns assim, são diversos fatores na real, no final das contas, né.

São diversos fatores que culminam numa coisa só, né? E não dá certo. Por exemplo, se o jogo não tem um bom marketing, se ele não é mostrado para as pessoas, as pessoas não vão saber que aquele jogo existe. Vai ser o boca a boca que vai fazer o jogo ser vendido, né? E às vezes esse boca a boca demora, porque como a gente até falou no programa de crítica...

o jogo tem que ser bastante vendido nas primeiras semanas, porque é ali que o desenvolvedor vai arrecadar um monte de dinheiro, porque está full price. Depois que o jogo começa a ficar mais barato, metade do preço ou com muito desconto, aquele retorno vai ser muito pequeno para o desenvolvedor. Então, mesmo que ele faça sucesso depois...

ele não vai ter um retorno muito grande. Então, eu acho que se não tiver um bom marketing, o timing também do lançamento, que a gente falou, dependendo se for lançado junto com um grande jogo ali, ele pode sumir. Se o jogo tiver muito bug no lançamento, como, por exemplo, o caso do Cyberpunk, que lançou com muito bug, só que era um jogo que estava muito hypado. Então, mesmo assim, ele vendeu muito bem. Ele já garantiu...

O Cyberpunk, na pré-venda, ele já garantiu a sequência. Eu lembro de sair uma notícia de que eles já estavam planejando uma sequência só com o que foi vendido. Porque mesmo sabendo que o jogo teve todos aqueles problemas no lançamento, lançou todo quebrado...

ele se pagou. Então, eles conseguiram pagar o desenvolvimento e conseguiram financiar o desenvolvimento do próximo jogo. Tem a questão também das críticas, que a gente comentou no último programa também. Às vezes, os críticos vão lá, dão uma zoneada no jogo, falam que o jogo é isso, o jogo é aquilo, a nota vai lá embaixo, as pessoas vêem a nota e não compram. Às vezes nem só crítico, tá? Às vezes o próprio jogador, o fã de uma franquia, que inclusive pode ser até um pouco mais duro do que o crítico. O fã da franquia pode ser saudosista, né? Tipo...

O exemplo do Resident Evil, como sempre, porque a comunidade do Resident Evil é muito... Eu acho que é muito saudosista, né? Até mais do que, sei lá, outros. A do Mario também. A do Mario acho que é a mais saudosista que tem. Se você mudar algum ponto no Resident Evil, o pessoal vai chiar. Vai ter um pessoal que vai chiar, sabe? Então tem esse ponto também. Os críticos, eles têm muita força. Então, por exemplo, você pega um jogo ali que teve, sei lá, 50 reviews de crítico.

E aí ele tem lá uma nota 70. A galera já fala que é um jogo ruim, porque não é, né? Não é verdade. Uma nota 70 não é um jogo ruim. Mas aí você vê a crítica das pessoas que compraram e jogaram o jogo é tipo 900 reviews, sabe? Então, tipo assim, é muito desproporcional em comparação. Então, você vê, por exemplo...

A maior parte das pessoas gostaram do jogo. Se ele tem uma nota, tipo... A gente pode usar o exemplo aí do... Não é um jogo, mas é a mesma coisa. O filme do Michael Jackson aí. Teve 35% de aprovação no Rotten, mas teve 93% de aprovação, ou 95% já também agora, no público.

E foi mais de mil pessoas que avaliaram. Então quer dizer o quê? Qual que é mais importante ali? O do público, obviamente. Quanto mais pessoas assistem, mais tem críticas fundamentadas ali, né? Mais pessoas têm uma opinião fundamentada e aí no final faz um resumão somando todo mundo ali, né? É a teoria do iFood, né? É melhor pegar uma loja 4.7 estrelas com mil avaliações do que uma 5 estrelas com duas, né? Exatamente. Falou perfeito.

Só que você citou um caso bem interessante, que é o Resident Evil. O Resident Evil, Thiago, eu e o Pedro, que já vivemos um pouco mais da fanbase do Resident Evil há muitos anos, a gente sempre percebeu que é uma fanbase chata, uma fanbase complicada. Sempre que...

Mudou alguma coisa, o Resident Evil sempre foi disruptivo, ele sempre tentou mudar. Todo jogo tenta mudar alguma coisa, tenta trazer uma coisinha nova, muda o ângulo de câmera, muda um pouco a ação, sabe? Deixa o jogo mais longo, menor, mais curto. Então, tipo assim, sempre tem uma reclamação de algum fã.

E sempre vai ser, a maior parte das vezes, aquele fã que jogou os originais. Aquele fã que jogou o 1, 2 e o 3. Sabe? É esse fã que é o mais crítico. É ele que não gosta do 4, que não gosta do 5, que não gosta do 6. Gosta do 7, porque se ele não gosta do 7, a galera bate nele. Só que fala que a história é uma bosta, mas a gameplay é muito boa. É sempre esse papinho. Sabe? Aí joga... E tem aquele que fala...

O jogo é bom, mas não é Resident Evil. É, exatamente. É o fãzinho chato do Resident Evil. Tem um monte, é o que mais tem na internet. É um jogo fora do padrão, pra gente usar meio como exemplo por conta disso, por conta da fanbase. A fanbase já é muito chata, sabe? A fanbase não gosta de mudança. Pra fanbase só existiria Resident Evil 1, 2 e 3, câmera... Tem gente que fala câmera tanque, né? Eu dou risada, mas não é bem câmera tanque. É o estilo mesmo. Ah, é a câmera pura. É.

E, tipo assim, pra essa galera só existiria desse jeito. Só igual um, dois e três, né? Mas, cara, é inevitável que o que manda é o sucesso. E faz sucesso, vai mudar. O 4 fez sucesso absurdo. É o que mais fez sucesso da franquia, né? E é por isso que foram todos os outros se moldando em cima dele, né? Tipo, pegaram o 4 e foram mudando em cima dele. Todos os outros, né? Só o 7, que por ser primeira pessoa, saiu um pouquinho fora da curva ali.

Mas também fez muito sucesso, então acho que valeu muito a pena. Mas o 7 ruminou na produção do 4 Remake, que inclusive melhorou muito o 4 Original. Muitas pessoas falam que é mil vezes melhor do que o 4 Original. E, cara... Tem gente que prefere o 4 Original. Não, aqui, ó. Querendo ou não, o 7, ele ajudou a produzir o remake dos anteriores, sabe? Tanto pela engine, quanto pelo modo de contar a história, sabe?

Assim, eu respeito o Pedro que prefere o original, porque é uma questão afetiva no Nostalgia. Só que assim, se você pôr o 4 remake e o 4 original um do lado do outro, é o mesmo jogo, não tem muita mudança. Quer dizer assim, eles não reinventaram a câmera, não reinventaram a gameplay tanta. A gameplay foi o que mais mudou, mas não foi tão assim.

tão diferente, sabe? As únicas coisas que mudaram foi pra melhor, sabe? O que teve, assim, de pior foi a questão do DLC da Ada, que tiraram fora, né? Tem que comprar a parte. E no original já tá tudo junto ali. Então, se eu fosse reclamar de alguma coisa, seria nisso. Mas é inevitável que a gameplay do remake é melhor, o gráfico é melhor, o som é melhor, é tudo melhor, sabe? Fora essa parte da Ada. Então, assim, eu não consigo, sabe?

colocar ele na mesma prateleira. Eu acho que o 4 é melhor em tudo. Inclusive tem VR, né? Acabei que eu falei aí. Isso daí é bem interessante. Apesar que o Antigo também tem VR, né? Lembrando agora, é verdade, o Resident Evil 4 Classic também tem.

Mas assim, uma coisa que eu queria perguntar pra vocês, o que difere um jogo mal recebido de um jogo ruim? Eu vou deixar pra vocês falar o que é um jogo mal recebido, mas pra mim um jogo ruim é um jogo que é quebrado. É um jogo que ele é lançado quebrado, ele tem uma estrutura quebrada, gameplay ruim, o design dele é inconsistente, ele não tem polimento, né? E isso é a diferença do que um jogo mal recebido, né?

Ó, um jogo mal recebido. Ou ele é mal compreendido, ou ele tá à frente do seu tempo. Aí eu vou dar dois exemplos aqui já. Mais um eu vou deixar pra você e pro Thiago, que foi o gancho do 6-2. Que é o Guardiões. Já pegando o gancho do Avengers lá. Então eu vou deixar pro 6-2 esse daí. Pra mim, é o Titanfall 2. Titanfall 2. Titanfall 2. O que que acontece? Foi numa época, igual a gente fala, né, cara? Tem que acertar essa questão de lançamento. O timing foi horrível.

Foi entre Cod e BF, né? É, mano, é complicado, cara. Não só isso. É um jogaço. Eu joguei, acho sensacional, mas, cara, você quer pegar, o Thiago citou aí, você vai pegar os líderes do mercado, pra bater de frente não vai, dá bom. Não vai, cara.

Ah, e o pior é que o Titanfall, se não me falha a memória, é da EA também, não é? Cara, mas eu acho que eles não ligou, cara. Eles falaram uma linha só. A divisão do Titanfall tava ali aí. O Titanfall 2, eu lembro bem que eu comprei ele na época, né? Ele lançou na mesma semana que o BF1. Então, tipo assim, o BF1... Que tava hypadíssimo. Um dos melhores Battlefield. Até hoje o BF1 é um dos melhores Battlefield.

Não, calma aí, calma aí também. Eu acho que os melhores, pô. Vendeu pra cacete. Mas no sentido de hype, o BF1 tava hypadíssimo, tanto que o trailer bateu o recorde do BF1, sabe? O negócio tava de maluco. Então, cara, foi uma ideia de Jericho lançar entre esses dois. Então, o jogo mal recebido, ele também é atrapalhado pelo hype. O hype, ele gera comparações também, né? Isso daí é complicado, cara.

Fã de outra franquia, né? É, é, é. Não é o Titanfall, não. Eu quero o BF. Eu quero o Call of Duty. Já era. Eu queria adicionar um fator também de ser mal recebido é que é justamente esse tipo de rivalidade entre jogos do mesmo gênero. Como o BF Code, por exemplo. O BF4 lançou junto com o Code Ghost. O Code Ghost foi mal recebido pra cacete. Foi criticado.

Em comparação com o BF4, que veio todo com hype, foi bem avaliado. Então, o pessoal jogou mais para o BF4 as coisas positivas e largou de mão o COD Ghosts. Então, o pessoal fez uma comparação meio que injusta, sabe? Porque cada um dos jogos tem um tipo de propósito diferente, sabe? O BF4 é uma coisa mais de larga escala, o COD em geral é mais arcade.

Então teve esse mal recebimento nesse jogo por causa dessa rivalidade também. É que nem todo jogo mal recebido é bom, né? Mas todo jogo que foi injustiçado, ele foi mal recebido por algum motivo além da qualidade real dele, né?

Acho que tem essa questão aí também. Porque tem a questão também da narrativa negativa, né? Por exemplo, às vezes o jogo é mal recebido na narrativa. Mas, por exemplo, a gameplay é incrível, entendeu? Tem isso também. Por exemplo, eu não acho o BF1 a história lá, essas coisas. Apesar de ser legal aquele negócio de toda vez que você morre, você vira uma outra pessoa no jogo, né? É como se você morresse em um campo de batalha e outro membro do pelotão, você assumisse ele, né?

Inclusive, quando você morre, aparece, né? Nasceu na data tal, morreu na data tal. Nascimento e morte.

É bem, é bem, pesa, né, na narrativa, né, você tá ali morrendo, matando as pessoas, né. Só que no final das contas, meio que uma coisa que é batido, assim, também. É só mais uma historinha de guerra ali. Mas a gameplay é muito boa, cara. E comparando já com o Titanfall 2, que esse sim é um jogo muito injustiçado, né, que pra mim tem uma das melhores campanhas já feitas, absurdamente foda a campanha.

esse sim, ele é bom na história ele é bom na gameplay ele só foi mal vendido porque é uma mecânica nova, né, de você ficar apesar de ter um 1, só que o 1 ali era um jogo mais exclusivo de Xbox, né, o Xbox One, o 1 e eu lembro que o 1 também não tinha campanha olha ele aqui

Então, o 1 ele não tinha campanha, e isso daí já afastou uma galera, porque tem uma galera que só gosta de jogar a campanha, né e é uma franquia nova, querendo ou não por mais que você fala, ah, é um jogo espetacular porra, bater de frente com Battlefield, que já tá aí sei lá quanto tempo, então tipo assim é óbvio que a galera vai gastar mais o dinheiro no Battlefield, porque é um dinheiro mais garantido, entendeu

Porque apostava num universo de robô, né? Eu acho que também o Titanfall 2 foi mal recebido também, foi injustiçado por causa do Titanfall 1. Porque o Titanfall 1 não fez tanto sucesso porque era muito maçante. Era um negócio de robô toda hora. Só aquilo, sabe? Eles não inovavam tanto. Ah, é muito bom, velho. Muito bom. Veio diferente, sabe? O Titanfall 2, eles acertaram muito.

Eles corrigiram os erros do primeiro, então... Acho que muita pessoa achou também que o 2 seria a mesma coisa do primeiro, sabe? Não é. Acho que muita pessoa ficou nessa ideia e acabou largando de mão, nem tentou dar uma chance pra ele. Eu sou da época que lançou o Title Fall 1.

Então, eu vi que era... Joguei muito. Sei lá, em três meses, sabe? É que o problema é que ele era exclusivo do Xbox, pô. Ele era exclusivo do Xbox. Aí depois o pessoal largou de mão e falou, ah, é muito chato. Toda hora chama robô, chama robô, sei lá o quê. Pô, mas isso daí que é maneiro no jogo. E era só multiplayer, sabe? Então o pessoal, ah, pô, multiplayer, não quero jogar, quero história. Já é um assunto que é legal a gente falar aqui agora também, é que a expectativa alta, ela destrói um jogo também, né? É...

Geralmente quando você, por exemplo, eu vou dar como exemplo aqui, eu sempre falo do cyberpunk, a minha expectativa do cyberpunk, de como de qualquer outra pessoa da época, de todo mundo que estava acompanhando as notícias, cara, comprava na pré-venda um ano antes.

Você entendeu? Era absurdamente foda, assim. Por quê? Era a CD Projekt Red que tava fazendo, que fez The Witcher, que acertou no jogo principal e acertou nas DLCs absurdamente, só que o The Witcher também lançou cagado. A galera não lembra disso, que o The Witcher 3 lançou todo cagado. E ele foi sendo consertado rapidamente com o tempo, né? Só que... É que ele não chegou cagado como Cyberpunk. Não, nenhum jogo chegou cagado como Cyberpunk. Cyberpunk, ele tava estragando o videogame, rapaz. Ele tava... Cara...

Eu falei já em outro episódio, né? Eu comprei ele e eu joguei na noite de estreia. E, cara, nos cinco primeiros minutos já tinha dado bug. O bagulho zoou o jogo todo. Tive que dar reembolso logo na primeira noite porque não dava, tava injogável. Isso cria uma frustração automática, cara. Mesmo que o jogo seja bom, cara. O jogo tem uma ideia boa, é bom, só que...

putz, lançou tão cagado que nada que eles façam vai fazer esse jogo ficar bom por exemplo, tem uma frase muito famosa do Shigeru Miyamoto, que é o criador do Mario do Zelda, o cara é o maior da indústria eu considero ele o maior de todos e tá aí até hoje trabalhando, fez o Pikmin também, Donkey Kong

E cara, ele disse assim, um jogo lançado bom, ele sempre vai ser um jogo bom. Agora um jogo lançado ruim, por mais que ele esteja consertado, ele sempre vai ser um jogo ruim. Então o Cyberpunk, por mais que ele esteja incrível hoje em dia, ele tá realmente incrível hoje em dia, não tem mais problema. É um jogo com esse aspecto pra sempre de jogo que foi lançado cagado. E a galera pergunta ainda, será que dá pra jogar ainda? Porque a galera que não é da bolha, como a gente, o público comum, vamos dizer assim.

eles ainda veem o Cyberpunk como um jogo destruído, né? Por quê? Porque ele lançou realmente destruído. É, o Sonic, 2006, cara. Nossa! Ele pega o remake lá do Mega Drive e promete, você lembra? Vai chegar pro Play 3, pro Xbox 360, pro Sonic, aí ele põe o nome, The Red Hot.

Todo mundo ficou louco. Tanto que os fãs falaram, não, é Sonic 2006, cara, para com isso. Não pode vincular esse nome lá. Cara, ele é muito ruim, ele é muito zoado. Tanto que teve um programador argentino que arrumou, né? Ele arrumou todos os bugs do jogo, lançou cinco demo, com os três personagens que aparecem. A galera fica no hype que um dia vai ter um...

uma possibilidade de um jogo novo desse, mas esse jogo, cara, todo mundo, né, ficou no hype ali em 2006, né, falou, nossa, é agora, né, o Sonic vai ressurgir. Quando foi jogar, galera do céu, o negócio era muito ruim. Mas a minha pior experiência, cara, não é Cyberpunk, porque eu não tive essa experiência aí. Foi gastar meu dinheirinho pra jogar no Nintendo 64, Superman, mano. Você comprou isso, Pedrinho?

Não, fui jogar na lanhal. O Pedrinho chorou de ter pagado a lanhal, mas a gente tivesse copado a fita. Quando eu comecei a jogar o Superman,

O Superman começou a passar por dentro de argola, igual o Sonic. Ele se move assim, né? Mano, a história, ele tá dentro do mundo virtual, que o Lex colocou ele, mano. Tudo bugado, mano. Esse é foda. Ele e Veloz Furioso o confronto, mano, que eles queriam lançar junto com o filme do Rio de Janeiro. Nossa senhora! Você jogou aqui lá?

O cara sai com a metranca, mano, dando o tiro. Mano, é muito ruim, mano. Porque você pega Need for Speed Rivals lá, que foi lançado, mano. Você fala que qualidade tosca que esse jogo do Velocity Furiosa perto, mano. Que os dois é do mesmo ano, você compara, né, cara. Esse, pra mim, já é ruim. Ruim de verdade. É, ruim. De verdade. É igual você falou ali. Você pegou ali o Cyberpunk, saiu zoado, conseguiu, deu a volta por cima. Hoje ele tá considerado excelente.

mas esse foço não é ruim mesmo não tem jeito não e tem também a questão dos jogos que foram ignorados no lançamento a gente tem jogos que tipo eles não atingiram a visibilidade que precisava, a galera não viu esses jogos, e foi o que a gente comentou, ele foi ganhando boca a boca ali só que, cara, eu acho que esse talvez seja o pior cenário, sabe, que é tipo aquele jogo que o jogo que ele acabou ele acabou ele acabou ele acabou ele acabou

Você testa ele, você viu ali do nada, por exemplo, testou ele, não vou citar o exemplo do mouse aqui, porque o mouse ainda está vendendo bastante, mas o mouse facilmente, se ele não tivesse aquela arte chamativa, talvez ele não venderia tanto, sabe? Foi pela questão de ele ser lembrado ali como um cuphead, né, que o cuphead que veio antes, que chamou atenção, né, e aí criou essa ideia na cabeça das pessoas, então quando as pessoas viram o mouse, falam, porra...

Uma qualidade tem, porque a galera sabe como é difícil fazer um jogo daquele ali. Mas tem vários outros jogos, cara, que eles lançaram, assim, muito bons no lançamento, só que ninguém viu, né? Aqueles jogos assim que a galera passou despercebida. Foi embora. Eu queria fazer um parênteses aqui sobre o Titanfall que a gente falou, né? O Titanfall 2. Foi abrir aqui a caixa do CD dele. Tem aqui o informativo dele, né? E atrás oицêque.

vamos lançar os dois mesmo a ganância, meu amigo se deixa uma ganância se não for esse, compra esse aqui também ganância daí foi lançado entre gigantes não foi só teve o Ederskrow Civilization, então cara, não tinha chance pra ele, mesmo que a história melhorou muito, não ia ter chance

morreu, coitado. Então, esse negócio que eu falei do tópico dos jogos que foram ignorados no lançamento,

O maior deles que eu já citei aqui, o Pedro já falou, foi o Guardiões da Galáxia pra mim. É o maior deles, porque é o jogo que lançou bom, não teve bug, eu zerei ele do início ao fim. No lançamento não teve bug, não teve nada, não teve glitch, não teve nada. É um jogo espetacular, ninguém comprou o jogo, porque a galera tava com a visão ruim do que aconteceu com Vingadores. Então a galera falou assim, pô, se o Vingadores, que é o Vingadores, não chegou lá, o Guardiões da Galáxia vai chegar lá?

Só que o Guardiões da Galáxia é um jogo totalmente diferente, cara. É feito por uma outra equipe, uma outra gameplay. Inclusive, o Guardiões, que a gente pode falar dele aqui agora, eu acho que a forma que eles fizeram a gameplay foi acertadíssima. Por quê? Você controla um personagem, que é o Peter Quill, e o Peter Quill dá comandos para os outros personagens. Tem muitos jogos que são assim.

Não é aquele jogo que você controla cada um da party, igual o Vingadores. O Vingadores você controla o Hulk, depois você controla o Homem de Ferro. Só que o Vingadores é um jogo online. É um jogo pra ganhar dinheiro. É um jogo pra você ficar abrindo baú, sabe? Não é só narrativo. O Guardiões da Galáxia é só narrativo. Ele não tem sistema online. Ele não tem...

Nada pra você comprar em DLC. Não, você comprou o jogo e é o jogo completo, como deveria ser, né? Tem uma trilha sonora inacreditável. Tem uma trilha sonora, cara? Eles foram na onda do James Gunn, né? E falaram assim, porra, se o James Gunn colocou esse tanto de trilha sonora no Guardiões da Galáxia, isso já remete na cabeça das pessoas que o Guardiões da Galáxia tem que ter trilha sonora legal.

então eles foram lá e licenciaram várias músicas famosíssimas aí da cultura pop colocaram, e o mais legal o jogo do Guardiões da Galáxia ele tem uma banda original que é a banda Star-Lord, por isso que é o nome do Peter Kuhn no jogo ele coloca o nome dele Star-Lord, porque ele gosta muito de uma banda que chama Star-Lord e todas as músicas dessa banda então

foram feitas pro jogo, os caras contrataram lá vários membros de banda famosa vocalista, baterista de um baixista de outro e montaram essa Star Lord, gravaram um álbum inteiro e colocaram esse álbum no jogo inclusive esse álbum tá no Spotify pra quem quiser ir lá ouvir

e cara, depois que você zera o Guardiões da Galáxia, você vai correndo ouvir esse álbum, porque as músicas ficam tanto na tua cabeça, você curte tanto, é rock, heavy metal, e você vai atrás das músicas pra você ouvir, aí você fica ouvindo aquilo ali, fazendo outras coisas, acaba virando um grupo meio que verdadeiro de banda que você acaba curtindo ali, não só isso, a gameplay é foda, igual eu falei, você controla o Peter Quill e ele controla a party, então...

A progressão é muito legal. O jogo é dublado em português. Eles usaram as mesmas vozes do MCU. Então as vozes do Peter Quill, a da Gamora, todos eles, é a do filme.

É a do Rocket. É igual a do filme. E talvez isso também tenha decepcionado um pouco a galera, porque a galera... A galera... A galera é complicada. Porque a galera... Eu lembro que quando mostrou, por exemplo, o Homem de Ferro no Jogo dos Vingadores, que Homem de Ferro estranho, porque a galera tava com o rosto do Robert Downey Jr. aqui, ó, né? Tipo aquele cavalo que fica usando aqueles cabezas, que não consegue olhar pro lado, coisa diferente, só quer ficar olhando aquilo que conhece, não abre a mente pra coisas diferentes...

Tem uma galera que é assim. O Robert Downey Jr. nasceu pra ser o Homem de Ferro, cara. Então, cara, mas o Homem de Ferro, ele tá nas animações, tá no quadril, muito antes de Robert Downey Jr., entendeu? Mas é que... Eu conheci o Homem de Ferro nos Supremos. Quando eu assisti a animação Supremos, né, chama Avengers também a animação, é incrível essa animação, assistam. Tem Supremos 1 e 2. O 2 em Wakanda, né, com Pantera Negra, e 1 se passa contra o Hulk. O Hulk é o inimigo ali e tal. É bem parecido algumas coisas com o filme.

E, cara, é espetacular essa animação. E ali já tinha o Homem de Ferro nada a ver com o Robert Downey Jr., sabe? Só o bigodinho ali e tal. Então, assim, as pessoas, elas têm que sair um pouco disso aqui, sabe? Pra abrir a mente pra coisas novas. Senão a gente nunca vai ter um Wolverine novo, a gente nunca vai ter um novo Homem de Ferro, a gente, sabe? E o personagem, ele é maior do que o ator, cara, ele não pode ficar preso no ator, a não ser o Superman do Christopher Reeve. Aí é foda, né? Aí... E aí E aí

Aí não dá pra tirar, né? Mas assim, a galera tem que aceitar, cara. E jogos de super-herói são difíceis de fazer hoje em dia, porque o super-herói, ele deu muito certo no cinema. Funcionou muito, independente, ah, foi ficando ruim e tal, independente. Super-herói é uma coisa que deu muito certo no cinema. E o cinema, ele é mais acessível pras pessoas do que os games. O game é muito caro. O cinema é 12 reais, né?

A pessoa vai lá 12 contas e assiste o filme. Não, e não só o jogo, porque pro jogo rodar você tem que ter uma coisa que funcione, que rode ele, né? Um PC, um PS5. Tem, você tem que ir lá investir uma grana, montar um PC foda. É, então tipo assim, não é acessível. Tipo, eu não tenho esses números, mas eu tenho certeza que a maior parte do público que gosta de games vê pelo YouTube. A galera não tem condição de ter um videogame, sabe? E é complicado, cara.

A galera conhece aquele personagem pelo cinema, a galera quer o rosto do ator do cinema. Entendeu? Teve muita crítica também nesse fato, né? Da galera não ter gostado da feição dos personagens no jogo do Guardiões da Galáxia. Por isso que eu dei essa volta gigante. E a galera tem que se pegar.

Mais ou menos, né? Tem hora que muda. Só que eu posso ser sincero? Ó, todo mundo que eu conversei, que zerou o Guardiões da Galáxia, no final do jogo, colocou esse status de que ele 100% melhor do que o filme. O jogo do Guardiões da Galáxia é melhor do que o filme, mas assim, ó. Muito melhor. A história é melhor, os personagens é melhor, é mais bem desenvolvido. Mas é porque você fica muito mais tempo, né? Você fica muito mais tempo com eles, né? Exato, em comparação a filme ou livro, qual é o melhor? Porra.

O livro tem muito mais páginas, tem muito mais tempo pra você desenvolver, né? Mas assim, tem a questão afetiva que a gente viu três filmes dos Guardiões da Galaxia, a gente tá muito apegado com esses personagens e a gente viu eles nos Vingadores também, a gente viu um personagem aparecendo num filme, fazendo camion no outro filme, eles tão bem intrínseco na gente, né? Se juntar tudo isso, dá, sei lá

7 horas. Não dá, não dá o tanto que deu o jogo. O jogo dá, sei lá, 10, 12? Cara, eu não lembro, cara, porque eu zerei ele no lançamento. Esse jogo ele lançou acho que em 2019? Não lembro. Foi antes da pandemia, eu acho. Eu não lembro quantas horas que tem o jogo, mas o tempo que você passa com aqueles personagens ali, você tá gostando muito mais deles. Cara... Com licencie o jogo.

O Drax, mano. O Drax do jogo, velho. É muito legal, mano. E ele conhece uma mina lá, que é uma vilã do jogo, né? Uma mina lá. E ela se apaixona por ele. Só que o Drax, ele não liga com esse negócio de namoro, de paixão, você entendeu? Então toda vez que ela fica dando em cima dele, ela é fodona, ela é muito mais alta que ele, ela é mais forte e tal. É tipo uma general, sabe?

E ela anda em cima de um dragão, velho. Ela fica em cima de um dragão. É muito louco, velho. E aí ela fica dando em cima dele. E ela fica soltando umas piadas sexual, mano. Negócio pesado, sabe? Pra cima dele. E ele não entende sarcasmo. Ele não entende a ironia dela. É muito bom, cara. É muito bom. E no primeiro jogo já tem o... O Adam lá. Como é que é o nome dele? O que tem a joia da alma.

Como é que é o nome dele? Warlock. Warlock, né? O Adam Warlock. E é muito maneiro também. É totalmente diferente do Adam Warlock do filme. Não é aquele molequinho, não. É o Adam Warlock dos quadrinhos mais velhos, mais sábios. E, tipo, tudo é melhor, cara. Tudo é melhor. Agora, eu quero ir pro No Man's Sky. Por quê? Jogos que foram sendo reconhecidos anos depois. Tem essa ideia também, né? Porque é aquele jogo que lançou ruim ou lançou desapercebido, só que no boca a boca...

chegou até o auge ou foi melhorando com atualizações, tem essas duas vertentes. É o caso do Noman's Sky, né? Ele começou com uma proposta, mas aí foi mais culpa dos desenvolvedores do jogo, né?

do que no público em geral, porque eles prometeram ah, vai ser tão grande que nenhum player vai conseguir se encontrar e tudo mais e cara, quando o jogo lançou não foi tanto assim, porque os mundos começaram a ficar repetitivos, sabe ficou a mesma coisa, não tinha progressão na história do jogo que você fazia era muito limitado na verdade então

Se você assiste o primeiro trailer do No Man's Sky, ele te apresenta umas coisas absurdas, sabe? O primeiro maior delas é o multiplayer. O multiplayer, né? Que só veio anos depois, muito tempo depois do multiplayer. Só que não tinha no lançamento, era uma mentira, né? Eles contaram várias mentiras do No Man's Sky.

E os monstros, eu falo monstros, porque lá não era criatura, não. Você chegava no planeta e encontrava os monstros lá, mano. Era uma coisa bizarra, velho. Era a perninha desse tamanzinho com um tronco gigantesco, sabe? Era uma coisa ridícula. Tem até um meme do Tiranossauro Rex. Vocês já viram isso daí? É ridículo, mano. Só que, cara, o No Man's Sky...

Ele é o maior exemplo, hoje em dia, em 2026, na gravação desse episódio, é o maior exemplo que deu certo de um jogo que fez um 360 na virada dele, mano. Teve um glow up. Que glow up, hein? Porque, caraca!

O jogo, ele não é um jogo online, tipo assim, pra arrecadar dinheiro online, né? Live, um live service, ele não é um live service. Ele é só um jogo que você compra ele, eles atualizam todo ano ele, mano, desde quando foi lançado, com grandes pets que fazem grandes mudanças. A desenvolvedora mandou pra mim um código do jogo, inclusive a gente tá devendo um programa especial de No Man's Sky, a gente vai fazer.

E quando eu peguei esse jogo, ele já tava bastante atualizado, sabe? Tinha muita coisa nele. Só que, cara, semana passada semana passada, na gravação desse episódio, chegou uma atualização de pets e você pode caçar nos universos, nos planetas criaturas pra batalhar como Pokémon, velho.

Você tem ali a sua equipe de pets e você vai numa arena, você enfrenta outros jogadores e você consegue ter uma biblioteca de milhares de bichos que você pode encontrar. E cada bicho tem um golpe específico, tem habilidades específicas, dá para você colecionar, completar a coleção, enfrentar outros inimigos. Isso é uma mecânica dentro do jogo, cara. Uma mecânica. Ninguém pediu essa mecânica. Eles foram lá e criaram. E não está vendendo essa mecânica. É um update free.

Pra todo mundo que já comprou o jogo lá no lançamento, todo mundo que tem o jogo. Então, tipo assim, como é que eles estão ganhando dinheiro com esse jogo? Com a galera que tá comprando o Boca a Boca. Eles ganharam o prêmio do BAFTA agora? Eles ganharam o DICE também? Ganharam o Game Awards ano passado? Continuam ganhando prêmios? De tanta atualização de comunidade que eles vão lançando, não cobram um centavo a mais por isso, não tem loot box, não tem nada, cara.

Esse jogo é inacreditável. Eu nem sei como é que eles conseguem sobreviver só com a vinda do jogo, mano.

porque o jogo é bem barato. E o multiplayer é outra coisa agora, cara. Tu pode fazer a tua armada lá, sabe? Consegue criar a sua própria nave do jeito que você quiser. Tem um cara que fez uma milha no Falcon aí. Ficou muito maneiro. Tu consegue chegar mais teus amigos pra uma batalha. Tipo, as naves começam a aparecer assim no espaço como se fosse o Star Wars com a velocidade. É muito maneiro. Eu tenho uma frota e tem naves alienígenas na minha frota que eu tive que ir atrás dessas naves alienígenas, né? Elas não aparecem assim do nada.

E aí eu chamo elas pra minha frota e aí eu tenho um um cargueiro espacial gigantesco que é tipo uma... É tipo... Eu vou ver se eu pego um vídeo pra vocês, eu vou gravar um vídeo e vou colocar aqui pra vocês e ver minha frota. É como se fosse um Star Destroyer lá do Star Wars. É um Star Destroyer.

Eu vou colocar aqui pra vocês assistirem. Só que a atualização mais pica que teve até hoje, nem foi essa, né, da frota. A atualização mais top foi a de você construir a sua nave. Essa foi a melhor atualização de todos que eles lançaram. Por quê? Você pode construir uma nave gigantesca, absurda, de qualquer formato, tá? Você pode fazer qualquer formato da nave, quantos corredores você quiser, ambientes dentro da nave.

E você pode pilotar essa nave, sair de dentro dela, voar no espaço, dá pra você sair de dentro da nave agora e ficar no espaço, dá pra você pousar, ir pro planeta, ir pra outro planeta. Mano, é inacreditável o que eles fizeram, eu fiz uma nave que é tipo um caça, é um caça, só que ela é gigantesca, enorme.

E eu tô jogando ele no VR também. Eu joguei ele no VR também. Só que como ele é um jogo muito massivo, e eu já tenho, sei lá, eu tenho mais de 200 horas no No Man's Sky já. E... Ele é muito massivo. Pra começar no VR, eu queria começar no zero de novo, sabe? Eu queria começar uma nova... É porque assim, a galera que me conhece, o Pedro aqui, o Thiago, eu adoro montar vila. Eu adoro construir nos jogos. Jogos que tem construção de sobrevivência, eu gosto de ir lá e montar uma base.

E minha base no No Man's Sky é sacanagem. O Gilmar falou no que viu. Mas, cara, a minha base, ela é... Ela fica em cima de uma água, ela fica em cima de um lago gigante, tipo um mar, assim, flutuante. Ela tem a base em cima e ela tem a base dentro da água. E tem uma base no céu também, que eu fiz em cima dessa base, eu fiz uma base flutuante no céu. Gigantesca. E, cara, é maravilhoso, cara. É maravilhoso. E, assim, é jogo pra você jogar, cara.

Muito, muito, muito, muito, muito. Centenas de horas, cara. É maravilhoso. E essa eu acho que é a maior virada da indústria dos games. Eu acho que é esse jogo aí, né, Thiago? Não, sim. Se não for a maior, é uma das maiores. Porque, cara, o que teve de mudança dentro do jogo ao passar dos anos é bizarro. Acho que até mais do que o Cyberpunk, sabe?

Porque foi uma virada de chave que eles tiveram que poucas empresas conseguiriam, sabe? O Pedro até pode falar um pouco aí também sobre o Fortnite. Porque o Fortnite quando lançou não tinha nada a ver com o que é hoje, né? Nada a ver, cara. Só foi vindo expansão, expansão. Algumas expansões foram muito boas, né? Aceitas. Outras já foram embora, né?

E é dessa forma. Sabe uma franquia que se encaixa nisso daí também, que é impressionante, que se perdeu, você lembra do PES, do Pro Evolution, que virou e foi? Ah, o Pro Evolution, é verdade. Mas tipo assim, ela já é na contramão, eu não sei se ela vai ter essa virada que no meio Sky teve, né, cara?

Porque perdeu a mão, né? Tipo assim, o PS dominou o cenário ali muito tempo, né? O FIFA que corria atrás, corria atrás. Quando foi ver o FIFA, o FIFA nivelou o jogo, né? Ali, mais ou menos ali de 2007 a 2012, eles conseguiu nivelar, mano. Depois o FIFA passou, mano. Porque começou a investir ali nas licenças, mano. Quebrou o PS.

Aí o PS foi tentar o quê? O crossplay, né? Igual o Fortnite. Só que não deu tão bom, né? O jogo veio muito zoado, mano. Quando o PS acabou e foi pro futebol, né? Veio muito zoado, né? Futebol é um estilo de jogo que eu acho que vai surgir novos no futuro.

tipo, pra bater de frente com o FIFA, né, que não é nem FIFA mais EFC, né, eu acho que vai surgir, porque tem que surgir, mano, porque é um estilo de jogo que além de vender muito, milhões, a galera nunca deixa de gostar, mano, é igual comida, é igual você abrir um comércio de comida, você sempre vai vender bem, porque as pessoas não param de comer, você entendeu?

FIFA é a mesma coisa, as pessoas nunca vão parar de torcer para jogo de futebol, para o seu time, então a galera quer ir atrás desse tipo de jogo, igual o Call of Duty. Call of Duty eu acho que até pode acabar uma hora, porque eles cagam demais às vezes no jogo, né? O último mesmo não vendeu quase nada. Mas assim, as pessoas vão pegando um bode, né? Mas futebol eu acho difícil, porque futebol é uma paixão ali, sabe? É uma questão de família, é uma questão muito maior.

Eu não gosto, mas tem quem goste e respeito pra caramba isso. Só que, cara, eu queria trazer um exemplo aqui, Pedro, também, de jogos de comunidade. Porque tem muitos jogos que, às vezes, eles nascem apagados, né? São jogos, assim, pequenos, ou jogos que são incríveis, mas não venderam nada. Só que os streamings, a internet traz esse jogo, e esse jogo explode, cara. Foi o caso do Among Us. O Among Us lançou lá tímido.

Ninguém falava daquele jogo. Era um jogo indie. Tanto que os caras não estavam preparados para o sucesso do jogo. Eles não conseguiam lançar a atualização que a galera queria. Porque aconteceu a pandemia. Todo mundo viu a pandemia chegando. E todo mundo ficou em casa. Nasceu um monte de streamers. E fazendo streaming todo dia, todo dia. O que a gente vai jogar? Jogo de comunidade. Jogo com a galera. Vamos chamar a galera. Porque a galera toda está em casa jogando. Fazendo live. Então...

O Among Us foi esse jogo perfeito, que encaixou, jogo simples, levezinho, roda no celular, roda em tudo quanto é lugar, grátis. E o Gartic também. Não, teve vários. O Gartic é mais fácil até que de um navegador, então facilitou bastante. Eu lembro que teve o Slitheral, da Cobim, como é que chama? Slitheral, sim. Isso daí a gente pegou hack, depois estragaram ele, mas era um jogo...

Era um jogo muito, muito foda Da bolinha também, não só Da bolinha eu esqueci o nome agora Ele fugiu a mente agora Mas tinha o Iô também É o jogo do bolão que o rato jogava Eu lembro do rato jogar Ele veio depois desse jogo da bola

É, é isso daí. Eu esqueci o nome dele também. Coloca aqui nos comentários se alguém lembrar. Mas ó, um outro jogo que também a gente pode colocar que também se encaixa é o Sea of Thieves, que eu tô jogando agora. Porque o Sea of Thieves, quando ele lançou, ele era muito ambicioso na sua proposta de lançamento. Só que a Rare, que fez o jogo, que fez o Donkey Kong também...

ela tava se ressurgindo ainda, né? Eles estavam se remontando e tal. E aí lançaram o Sea of Thieves, que é um jogo muito ambicioso. Só que na época que ele foi lançado, acho que eles não tinham muita noção ainda de como criar um jogo de comunidade, né? Que durasse muitos anos, né? Só que, cara...

Ele é também ali... Eu posso colocar ele do lado do No Man's Sky, não no mesmo nível, porque o No Man's Sky ele traz muito mais coisas, né? Só que o Sea of Thieves, cara, ele foi lançado um jogo assim que não tem nada a ver com o jogo que é hoje. É uma coisa totalmente diferente, sabe? É até impressionante. Se você ver a gameplay da galera jogando no lançamento e jogando agora, você fala, caralho, o que eles fizeram?

E é um jogo que ele é por temporada, né? É aquele jogo tipo Fortnite, que tem temporadas, e cada temporada modifica um monte de coisa, e tem histórias. Teve 19 temporadas já o Sea of Thieves, desde o seu lançamento. E cada temporada traz um monte de missão, um monte de coisa pra fazer, novidade, e tudo assim, tudo que envolve o universo de pirata, né? Isso é muito legal, cara. Eu tô jogando agora...

E é loucura, mano, é loucura. Inclusive, a gente tava jogando hoje as missões do filme do Piratas do Caribe, né? Que tem, né? A missão com o David Jones, com o Jack Sparrow e tal. E são várias missões, são umas 10 missões. E é muito bom, cara. É bom demais, cara. Eu acho que o Self-Tieves, ele é um jogo assim que... Por mais que você... Ah, nunca joguei esse tipo de jogo, cara. Joga.

que é aquele tipo de jogo viciante, só aquele jogo viciante que você começa a jogar e não quer parar mais, porra, não é inacreditável, e tem uma comunidade muito grande o Self-Tv, isso é legal também, mas ó, eu acho que seria legal a gente falar agora,

alguns títulos, né, que a gente jogou ou que a gente conhece de jogo injustiçado, né, tem vários aí que a gente pode dar uma citada, né, eu já citei aqui alguns, né, vocês citaram Titanfall, Guardiões da Galáxia, mas você sabe um que é bem injustiçado, cara, e é um puta jogão? O Sleeping Dogs. Vocês já jogaram Sleeping Dogs, cara? É um jogaço, mano, é um GTA, é chinês o lugar que se passa? Sim, isso, o mapa é chinesa.

Nossa, mano, é incrível esse jogo, né? Então, cara, Sleeping Dogs é aquilo, né? Rivalidade, não chega nem a ser rivalidade, né? Mas é comparação entre um outro jogo que já é estabelecido no cenário, como é o GTA. O Sleeping Dogs lembra muito o GTA, ele é mundo aberto e tudo mais. Tem só inúmeras possibilidades dentro do jogo.

Mas aí o pessoal vai no certo, sabe? Eu acho que o pessoal tem um pouco de medo de tentar um jogo novo, que é um pouco parecido com o outro. E o Sleep Dogs é esse, cara. Porque primeiro que ele se passa em um ambiente que não é tão usual quanto os jogadores jogam, né? Que é em Hong Kong, na China, né? O pessoal tá acostumado a jogar em Estados Unidos e tudo mais. Então tem esse um pouco de preconceito até de jogar assim. E, cara, é um jogo muito bom.

Um jogo totalmente feito pela... Silão GTA, né? Não, totalmente feito por produtora chinesa. Os caras fizeram um trabalho bem feito de mapa, de jogabilidade. O gráfico também é bom pra época, que era 2013, né?

Eu acho que o grande problema do Slimp Dogs é porque ele é comparado a GTA, mano. Esse é o grande problema dele. A galera pega esse jogo aí e fala nossa, GTA é muito melhor. GTA da China. Só que é o seguinte, tem uma coisa que esse jogo faz que nem o GTA fez melhor, mano. Nem o GTA fez melhor. Eu não sei não, mas é possível que nem o 6 faça, tá? Que é a gameplay de corpo a corpo. O combate corpo a corpo. Que é o grande diferencial.

É bem focado nisso, né? Porque ele pega toda aquela parada do, ah, Kung Fu, né, sabe? Tipo, briga de rua, só que ele leva isso a décima potência. Ele coloca um cara que é muito habilidoso e essa mecânica dentro da gameplay funciona assim, de forma espetacular, mano. Você chega nos caras assim, você bate eles na parede, você bate a cabeça deles no latão de lixo, você joga tampa na cabeça deles. Sim, essa interação com o cenário também é muito boa.

Você faz golpe de Kung Fu neles, assim, é muito louco, mano. É muito foda a gameplay corpo a corpo, o que é uma bosta nos GTA. Todos os GTA tem uma gameplay péssima no corpo a corpo, né? A parada deles é a arma só e talvez uma faquinha. Mas, assim, essa parada, mano, se tivesse um GTA 6, uma mecânica em que você pudesse aprender luta corporal no estilo Kung Fu, mano, puta!

Mas assim, a gente... É engraçado, né? Que no GTA Sandris até tem essa partida RPG, né? Ah, mas nem compara. Só que é muito limitado. Você aprende alguns golpes, sei lá, uns três ou quatro no máximo. Mas é só isso. É, vamos ver.

A Rockstar é muito ambiciosa, né? E ela tá fazendo o jogo mais ambicioso de todos. Então, tipo assim, talvez eles... Com certeza... Com certeza eles devem ter feito uma pesquisa de mercado, né? Olhar dos jogos que foram lançados nesse meio tempo do GTA V até o VI. O que foi lançado de mundo aberto? E que a gente pode dar uma inspirada, né? Copiada, né? Inspirada. E aí, tipo assim... Eles sabem que o ponto mais alto do Slipin' Dogs é a gameplay corpo a corpo, que é o que todo mundo fala.

podem puxar isso pra eles, né? Se eles quiserem acrescentar um jogo tão caro desse, né? Mas assim, tem vários outros, né, galera? Qual outros que vocês têm aí pra gente dar uma citada? O jogo injustiçado, que veio junto com o lançamento do Playstation 3. Esse eu vou voltar um pouquinho mais atrás. Essa foi a sua abertura.

Ah, precisa que você falasse sobre tudo. Não, não, do Resistência. Porque o 1 e o 2 é muito bom. É focado no foco militar. Quando o Resistência 3 vem, o Playstation 3, ele é focado mais, tipo assim, emoção barra assim, a jornada pessoal do cara, que é uma jornada mais sombria, né? Cara, a Sony esqueceu.

no tema que a gente tá trabalhando aqui na gravação toda, mano. Por quê? Que o Zone 3 tava batendo na porta e um chart, mano. Isso nem ligou, não. Resistência deixou de lado. E não poderia, porque é um jogo que nasceu com o PlayStation. Ele vinha acompanhando em alguns, né? Resistência, você deu um ótimo exemplo, Pedro. Eu lembro quando eu joguei o 2, inclusive você que me emprestou a mídia física dele.

e, cara, que jogo bom o 1 é o melhor, acho que é o mais legal o 1, né, mas é porque eu acho que era novidade também, né, por isso que a gente comparava muito, só que eu acho que o que o olha aí, ó aqui é gamer, pô tem todos os jogos, zerei todos

E tipo, é uma tristeza, cara. O Resistance realmente é uma tristeza. Foi muito bem lembrado aí. Porque a Sony, ela focou no Killzone. Ela quis focar no Killzone. Eu não me importo porque Killzone é uma das franquias que eu mais gosto. Tem a adição de colecionadores caralho do... É desculpada, senhor. Não, tem o capacete mesmo, entendeu?

Mas é... assim, não ligo. Apesar de... é outra franquia que eles mataram, né? Por conta do Horizon Zero Dawn, né? Lançou o Horizon Zero Dawn. Ah, deixa aqui o zoninho de lado agora. Porra! Mas, cara, o Resistência é uma tristeza, cara. É uma tristeza absurda. Mas, ó. Você sabe um jogo que também é bem injustiçado, cara? Eu acho ele extremamente injustiçado. A galera... É porque a galera gosta de comparar, né? E esse jogo é foda porque...

Ele faz parte da franquia que mais deu certo nos videogames de super-herói, que é o jogo do Batman. Que é o Batman Arca Origins, né? É o que conta antes do primeiro. Só que, cara, ele é um jogo tão bom, mas a galera tem o péssimo exemplo de ficar comparando ele com os outros da franquia. Gente...

A gente tá pegando o melhor jogo de todos os tempos de super-herói, que é o jogo do Batman. O Dom Homem-Aranha veio depois, né? Tem muita inspiração no jogo do Batman também. Mas o Warcon Cool ali é a série Arkham. É o Arkham Asylum, o Arkham City e o Arkham Knight. Apesar de ter alguns problemas, o Arkham Knight a galera sabe a qualidade que ele tem ainda, né?

Mas o Arkham Origins não fica atrás de nenhum. Ele é do mesmo nível. A grande decepção, talvez, é porque a galera jogou o hype muito lá em cima, né? E quis comparar ele com o Arkham Knight, que era o último que contava a história da franquia. Sendo que ele é um jogo que vem antes. Ele não pode inovar tanto.

Porque se ele inovar tanto, a galera fala porra, mas todas essas inovações não tem no Asylum, por que fizeram essas inovações antes? Você entendeu? Então ele é um jogo que tinha que andar ali na corda bamba entre o primeiro jogo, sabe? E o primeiro jogo é aquele jogo que tava postando ainda, tava criando ainda, então tipo assim não dá pra inventar muita coisa apesar de

eles terem inventado uma parada diferente no Origins, que é as lutas contra os boss. É diferente as lutas contra os boss. É cinematográfico as lutas, né? Ao contrário do Hulk, é só você ficar batendo, esviando, andando no mapa, né? Contra o boss ali. Agora no Arkham Origins não. Tem cutscene, tem câmera no ombro. É, tanto que tem aquela cena famosa dele contra o...

Deathstroke. Tem o Máscara Negra também. Então, tipo assim, cara, é um jogo muito bom, mundo aberto. É o primeiro jogo dublado da série. É o primeiro? Eu acho que é o primeiro. O Arkham Knight veio depois ou veio antes? Não lembro. Qual que veio? Não, o Origin veio antes. O Origin veio antes do Arkham Knight. Sim, sim. Porque eu lembro que até eles copiaram a mesma dublagem do Origins. Eles puxaram a dublagem do Origins.

E colocaram no Arkham Knight. Que é a voz do cara que faz o Christian Bale, né? Do Batman Begins, né? A mesma voz. Cara, jogaço. Jogue em Arkham Knight. E tá direto na promoção do Steam por oito reais, sabe? Comprem ele. Eu acho também que tem muito...

Não é preconceito, mas é, sei lá, alguma coisa, alguma estranheza, porque o Origins não é feito pela Rocksteady, é feito pelo outro produtor. É só por isso, cara. É só por isso. A galera tem essa parada. Então o pessoal já começa a implicar, sabe? Falar que não é igual o outro. É igual a galera, ó.

Outro exemplo que a gente pode citar aqui, foi bom você ter tocado nisso, Thiago. A galera, tem uma galera que é chata, chata demais na internet. Quem sabe, sabe. Cara, Dark Souls. O Dark Souls 2 não foi feito pelo criador do Dark Souls, porque ele tava fazendo, na época, o Bloodborne. Ele foi feito por uma outra equipe muito boa também, extremamente profissional. O jogo é maneiro pra cacete, o Dark Souls 2.

A galera só não coloca ele, sei lá, como bom, a galera fala que ele é ruim, porque não foi feito pelo Miyazaki, o criador do Dark Souls, que é a mesma coisa que o Batmarca. Ah, não foi a Rocksteady que fez, então não vale porra. A Warner Montreal, que eu acho que foi que fez o Batmarca Rodges, os caras têm um gabarito, mano, os caras são bons pra caramba. Teve também outro aqui que é...

é casadinho, a gente pode citar ele aqui, que é o Gotham Knights. O Gotham Knights ele sofreu um extremo hate desnecessário, porque é um jogo do Batman sem Batman. Não é um jogo do Batman, é um jogo dos Cavaleiros de Gotham. Entendeu? E a galera compara isso, cara. Os Batmans, Arkham é melhor. É lógico que é melhor, tá pegando o maior exemplo de todos? O melhor jogo de todos? Do super-herói?

Então, tipo, o Gotham Knights, joguem, é muito bom o jogo, tem uma gameplay gostosa, sabe? Tem vários personagens pra você escolher pra você jogar, tem moda online. É, mas eu acho que o Gotham Knights, eu acho que também teve muita crítica.

Devido ao fato do Batman, do Bruce Wayne, ter morrido mesmo naquele universo. Mas a ideia não é ele estar no jogo, sabe? Depois que você joga... Não, não, tudo bem. Mas é que, querendo ou não, o Gotham Knights, se não me engano, é a continuação direta do Arkham Knight. Não é, não é, não é. Eles falam que é, mas não é.

Ah, então, esse que é o problema. O pessoal ficou dividido nesse negócio e ficou cismado que, ah, o Batman morreu mesmo. Não, não tem nada a ver. O Batman Arkham Knight, ele tava vivo. Então o pessoal ficou, caralho, que nem aí. Aí que foi o problema. Eu acho que foi o problema colocar Knights no nome. Porque, o que acontece? Ou ir pegar o hype do Arkham Knight, que tinha lançado há pouco tempo. Então, por quê?

Tem um quadrinho que chama Gotham Knights. O jogo é baseado nesse quadrinho do Gotham Knights. Ele não é baseado na série Arkham. Você entendeu? Se ele fosse do mesmo universo, ele teria Arkham no nome. Inclusive eu vi o diretor do jogo falando isso. Ele não tem Arkham no nome. Só que...

por ter sido feito pela mesma Warner que fez lá o Batman Arkham Origins, a galera fala ah, então é do mesmo universo. Não é do mesmo universo. É porque não tem outra empresa pra fazer esse jogo, os direitos da Warner. Tem que ser o Warner pra fazer esse jogo. Ou é o Warner ou não tem, entendeu? Então, tipo assim, é óbvio que ia ser a mesma galera que desenvolver.

Só que é uma parada dos quadrinhos chamar Gotham Knights. Não tem nada a ver com Arkham. Quem zerou sabe que é outro Mr. Freeze, é outra cidade. É inspirado, gente. Tem muita referência, assim, de inspiração. Mas não é a mesma história, não faz parte, não é o mesmo Batman, não é o mesmo Alfred. Inclusive...

O Batman não tá no jogo que é o legal do jogo, porque eles estão perdidos, entendeu? Todos eles são filhos do Batman, de certo modo, eles são discípulos dele. Então eles estão perdidos, eles estão fora de rumo, eles não sabem pra onde vão, entendeu? E... Eu gostei muito de jogar com a Batgirl, a gameplay dela é a mais parecida com o Batman, então se você gosta do Batman, joga com ela. Porque é, né, é basicamente o Batman a mulher.

Mas, assim, é um jogaço, cara. É um jogaço pesado. Então, tipo assim, se você tem PC e vai jogar no PC, se prepara, porque ele, até hoje, ele é usado como referência de teste de benchmark, né? Benchmark, né. É, porque ele usa muita qualidade. Mas, cara, esses dois jogos, Gotham Knights e Arkham Origins, podem jogar que é maravilhoso. Muito injustiçado os dois jogos. Vocês têm mais alguma coisa aí? Eu tenho, tenho um aqui. Inclusive, vou pegar.

esse aqui esse aqui é injustiçado sim muito criticado esse aí é o Liberty City é o GTA Cinza aqui é verdade, o 4 é injustiçado sim

Cara, esse é um jogaço, tá? Jogaço. Muita pessoa deixa de jogar porque fala, ah, o jogo é tudo cinza. Você não zerou ele recentemente? É, joguei. No PC, né? Você jogou no PC, né? Eu tinha zerado a expansão do The Ballad of Keitone e não tinha zerado o jogo original. E os motoqueiros? Zerou os motoqueiros?

Não, isso é uma merda. Isso aí, porra. Eu penso, o cara morre no final do GTA V, no início, porra. É verdade, ele é o manézão que morre no início lá, né? Não adianta nada, sabe? Então, só gira esses dois. Mas, cara, GTA IV, o original, a história principal, o jogaço. O pessoal critica muito porque a jogabilidade é mais baseada na vida real, né? Com a física real.

do que o arcade, que é o GTA V. E, cara, porra, é um jogaço, cara. A história é muito maneira. Eu acho uma das melhores histórias, inclusive, do GTA... Eu acho... É porque é sério, né? Diferente do 5, que é galho. Sim, sim, sim.

E cara, o GTA San Andreas também é muito grande, eu acho que é muito extenso, muito maçante. Eu acho que é um pouco de necessário algumas partes do GTA San Andreas. Então eu acho que o GTA IV, ele dosa bem isso e é um tempo até que bom para uma campanha do GTA. Então por isso que eu, para mim, eu acho que é um dos melhores GTAs.

A galera fala do Michael DeSanta, fala desses caras aí, mas pra mim, Nico Bellic é o nome mais presença da série inteira, velho. Nico Bellic. Olha que medo, velho. Passa... O cara é assim nisso. O Michael CJ, velho. Então, cara, esse é um jogo muito injustiçado, eu acho. Eu também acho. O pessoal pega muito no pé nessas coisas que acho que, se não me engano, tem um update e saiu depois.

que eles resolveram um pouco do tom cinza do jogo. Mas, cara, tom cinza é Nova York, cara. O jogo se passa em Nova York. Em Nova York, antigamente, não sei como é, hoje em dia, se melhora a poluição, mas antigamente era cinza. Mas ele tem um aspecto de jogo da época do Play 3, sabe? O Play 3, eu lembro que tinha muito jogo amarelado, lembra? Jogo amarelado? Nossa, aquele filtro amarelo. O God of War Ascension tem isso.

Max Payne, o Resident Evil 5, tem um monte de jogo que tem esse filtro amarelo feio do caramba, filtro de mijo, eu gosto de falar. Mas esse tom cinza é pra combinar com a Arirrubana de Nova York. É basicamente isso, é cinza. A única coisa que muda é ir na Times Square lá do jogo que é mais iluminado. Inclusive a física desse jogo é melhor que a do 5, né? Eu acho muito melhor, cara. Eu acho mil vezes melhor. Cara, se te falar que...

Eu acho que não tem nenhum jogo, hoje em dia, que tenha física melhor do que ele. É. Mas eu odiava quando eu bati o carro e saía fora da janela. Nossa senhora. Toda hora, velho. Eles mantiveram. O carro voava, né? Só que no 5 não é toda hora. É mais difícil você fazer isso no 5. Sim, sim.

E no moto também tu voa E tu voa longe E morre, tá? E morre Passando rapidamente aqui Os outros jogos que são injustiçados Que eu deixei aqui pra falar O Days Gone É um jogaço Ele lançou exclusivo pra Playstation 4 Só que ele lançou muito quebrado no início Olha o exemplo do jogo quebrado

E aí ele foi sendo consertado com o tempo e ganhou uma fanbase enorme, cara. Depois que ele foi arrumado, né? A versão de Play 5 é perfeita. Se você quiser comprar, não a versão remasterizada que lançaram aquela coisa idiota lá. Não olhem aquilo lá. Vão na versão de PS4 mesmo e joguem ela no PS5, porque no PS5 roda 60 FPS e roda 4K, né?

E, cara, que jogo bom, velho. É bom demais. A história é maneira. Aquelas hordas gigantes de zumbi que se enfrenta, que eles vão vindo correndo, tipo Guerra Mundial Z, sabe? Mano, é bom demais, cara. É, exatamente. O Odio Asi é outro jogo também que eu acho que é muito injustiçado, porque ele tem toda essa mecânica de, cara, tem uma parte que o zumbi faz meio que uma montanha.

de corpo assim, que vai te perseguindo, que é muito, é igual ao filme. Days Gone também. É muito legal, é muito legal essa mecânica. E cara, é um jogo bem interessante, sabe, de zumbi, bem diferente, assim como Days Gone também. Eu e o Pedro jogamos muito esse Guerra Mundial Z aí. Perdemos muitas horas lá. Ele é de você ficar montando base, né, tipo, você vai protegendo a sua base, aí vai ter uma invasão. Aí você tem que tentar sobreviver a essa invasão.

e aí você tem que ficar montando armadilha atirando e tal aí se conseguir destruir até o final do tempo você consegue passar pra próxima fase só que vai enjoando né Pedro, é uma repetição mas não vai enjoando, mas é um jogo gostosinho pra jogar com a galera o Days Gone tem uma mecânica diferente ele usa moto então é mais dinâmico e não é online né, o Days Gone é de história e aí

só que eu gosto da mecânica de gasolina porque você tem que ficar atrás de gasolina você tem que ficar atrás da potência da moto tem outras motos diferentes inclusive eu tenho a moto do Death Stranding é legal, o bebezinho fica aqui no tanque de gasolina é uma mecânica que eu gostava inclusive de um jogo de zumbi agora que eu lembrei, DayZ

Quem lembra de DayZ? DayZ é bom também. Que tu tinha que coletar todos os suprimentos. Também tinha carro que tu tinha que pegar gasolina. É survival, né? Tudo escasso. É jogo survival, né? Tem um jogo de zumbi que eu esqueci o nome agora. Que você... Tipo assim, se você morrer, você morreu da game over. Você tem que começar tudo de novo. De zumbi pra PC.

É pequenininho. Não, eu sei qual é. Eu esqueci o nome. É uma dificuldade extrema o jogo, só que é como se fosse uma sobrevivência na vida real, sabe? Você fica doente, você pega doenças, se você bobear, ficar na chuva, se você tretar com um zumbi que te morder, você vai morrer. E fica contando os dias, né? Um, dois, três, vai contando. É bem foda, mano, esse jogo. Só que eu nunca tive coragem de jogar, não.

Acho que é o Zomboid. Projeto Zomboid. Esse jogo é famosíssimo, cara. A galera gosta muito dele. Tem gente aí que tá sobrevivendo há mil dias, não sei como. Mas ele é dificízinho, tá? Outro jogo injustiçado, Mad Max. Mad Max é bom demais. É a mesma galera que fez o Batman lá. Cara, o Mad Max é foda, mano. É um jogo assim... Inclusive, a gameplay é bem parecida com o Batman também de combate, né? De você ficar combatendo os caras. Mas...

Ele se passa meio que no mesmo universo do filme Estrada da Fúria. E você tem que pegar o carro, tem que equipar o seu carro, né? Fugir. É um mundo aberto. Você tem que ir nas bases, conquistando as bases e pegando a história. É um jogaço, MediMax, cara. É um jogaço. Muito bom mesmo. E o último aqui da lista, que só que eu queria citar, que é um jogo, cara, que eu entendo o motivo dele ser injustiçado.

Mas assim, porque ele custou muito caro na época que ele lançou e não entregou o que a galera queria. Só que é um jogo tão legal, tão bom, que é o The Order 1886. Esse aqui, cara, é um jogo muito, muito bom, cara. Muito bom mesmo.

só que é um jogo muito curto ele tem 6 horas de duração esse jogo 6 horas num dia, você pegar pra zerar e ele lançou por 250 reais, sabe então tipo assim, a galera ficou meio assim só que ele tava muito à frente ao seu tempo, é gráfico um chart de 4 o gráfico dele, sabe é absurdo o gráfico dele, inclusive teve a galera do o Rafael Grassetti que fez o God of War novo aí, trabalhou no

no The Order. É muito bom, cara. Ele é aquele estilo vitoriano, você passa na época vitoriana, só que com armas steampunk. Com o Tesla, o Tesla tá vivo ainda, né? O cara, né? Então ele faz armas pra você, elétricas. Nossa, é muito legal, mano. Beleza, você pega essa arma elétrica só no final do jogo, só um pedacinho do jogo. Só que, cara, é um jogaço...

tem lobisomem, ele te coloca naquele ambiente, assim, te encaixa muito bem no ambiente, sabe? É jogo com câmera no ombro, é dublado, ele é exclusivo do Playstation também, né? Ele era um exclusivo. Era pra ter uma sequência, né? Eles queriam fazer o universo, só que como não vendeu bem, porque é um jogo, assim, que curto, né? Essas coisas que eu já falei, custou caro no lançamento. Mas, cara, se você achar esse jogo, The Order, pra comprar por...

Eu comprei ele, acho que por 20 conto, eu paguei nele. Eu comprei ele muito depois, né?

Vale cada centavo, mano. Não é um jogo ruim. Ele é um jogo que não valia o preço na época, mas baratinho, porra. Só vai, cara, que é um jogaço, The Order 1886. Vale muito a pena. Platina é facinho também. Se você só zera uma vez, você já platinou o jogo. Compre um negócio assim. Foi o meu primeiro platino, Tiago. O primeiro jogo que eu platinei. Olha aí.

Foi a minha primeira platina, foi o The Order. Minha primeira platina, acho que foi o Arkham City. Difícil? Coletando o troféu do Charada. Você tá maluco, difícil pra caralho. Não é que é difícil, é demorado. É igual do Arkham Knight. Arkham Knight tem 900 troféus do Charada. Acho que pegar, né? Arkham Knight também zerei. Peguei todos os troféus. Essa é a diferença do fã pro fã boy. Peguei todos. É que o The Order, o The Order, quando você zera, você vai lá ver, você pegou 89% dos troféus. Você faz porra.

Vou pegar o ré. É, falta pouco, vou pegar. O Guardiões da Galáxia é igual. O Guardiões da Galáxia, eu zerei ele e peguei 90% dos troféus. Só zerando. Aí eu falei, porra, vou voltar. Mas eu não platinei o Guardiões, mas eu vou platinar ele ainda quando eu for rejogar ele. É só fazer uns negócinhos assim lá. Porque tem capítulos separados, né? Você pode jogar por capítulo.

Bom, mas é isso. Acho que falamos um pouquinho aqui. Acho que a galera entendeu porque a gente quis falar sobre jogos injustiçados. Coloque aqui nos comentários, onde você estiver ouvindo, qual jogo injustiçado você acha que a gente ia ter colocado aqui. Tem muitos, né, gente? A gente só queria se falar um pouquinho desse tema, né? Mas se for ver mesmo, nossa, tem muito jogo injustiçado por aí, né? Continua lançando, né? Sempre vai ter um jogo injustiçado, tanto pelo que a gente falou aqui, crítica, birra com alguma coisa, timing também.

Timing principalmente, né? Quem for o louco de lançar no mesmo dia que o GTA 6 ou no mesmo mês, vai ser... Já era. Rodou. Atestado de que não vai vender nada, mas beleza. Mas é isso, cara. Sempre vai ter um jogo justiçado, que alguém vai criticar, alguma coisa não vai cair bem pra pessoa. Então, é isso. Não tem jeito. Sempre vai ter. Pega esse gancho aí, ó. Às vezes o jogo é bom. Isso nasceu no momento errado, cara. É, é isso aí. Tinha ganhado um pouquinho mais, tinha ganhado uma grana aí, ó.

é, pois é, né, mas indiquem pra galera aqui, jogos injustiçados pra galera jogar, né, eu também vou dar uma olhada depois, porque geralmente a galera me manda às vezes no Instagram lá e tal, responde alguma coisa lá, eu acabo vendo depois lá, beleza, é isso, fechamos?

Fechamos, é isso aí. É isso, fechamos. Fechamos. Bom, galera, espero que vocês tenham gostado desse programa aqui. Não se esqueça, com aquele Nerd Podcast, sai toda sexta-feira lá no YouTube e no Spotify, ou nos agregadores de podcast também. Segue a gente lá, e tem coisa legal vindo por aí pra quem gosta de joguinhos, beleza? A gente se vê na próxima semana. Tchau. Valeu, falou.