Pedra na vesícula
Cerca de 20% da população brasileira sofre com pedra na vesícula, sendo mais frequente em mulheres, obesos e pessoas acima de 40 anos. Embora seja assintomática em 80% dos casos, a pedra na vesícula pode manifestar sinais no corpo, como cólicas e dores no abdómen. Mas, assintomática ou não, a pedra na vesícula assim que descoberta, precisa receber tratamento adequado.
No Saúde com Ciência desta semana, vamos conversar sobre a pedra na vesícula. Abordaremos como os cálculos são formados, os principais sintomas e como é feito o diagnóstico da condição. Além disso, também explicaremos se são necessárias adaptações após a cirurgia de remoção.
Convidado:
Cristiano Xavier – professor do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da UFMG
Deise Amaral
Cristiano Xavier
- Tratamento e complicações da pedra na vesículaTratamento cirúrgico (retirada da vesícula) · Complicações: pancreatite · Complicações: inflamação da parede da vesícula · Importância do tratamento precoce
- Sintomas da pedra na vesículaAssintomática em 80% dos casos · Cólica biliar · Dores abdominais e torácicas irradiadas · Confusão com outros sintomas (boca amarga, problemas estomacais)
- Formação da pedra na vesículaComposição da bile · Precipitação de colesterol · Formação de areia e pedra
- Fatores de risco para pedra na vesículaObesidade e distúrbios de colesterol · Gravidez e alterações hormonais femininas · Emagrecimento rápido
- Diagnóstico da pedra na vesículaUltrassom do abdômen como exame principal · Achado incidental em exames de rotina · Não há indicação de rastreamento geral
- Adaptações após a retirada da vesículaOrganismo se organiza perfeitamente · Bile continua sendo produzida e armazenada · Não há necessidade de dietas especiais · Possibilidade de fezes mais líquidas nos primeiros meses
- Prevenção da formação de pedras na vesículaAlimentação saudável e controle de peso · Controle do diabetes · Ausência de métodos comprovados de prevenção
Olá! Cerca de 20% da população brasileira sofre com pedra na vesícula, sendo mais frequente em mulheres, obesos e pessoas acima de 40 anos. Embora seja sintomática, em 80% dos casos, a pedra na vesícula pode manifestar sinais no corpo, como cólicas e dores no abdômen. Mas, assintomática ou não, a pedra na vesícula, assim que descoberta, precisa receber tratamento adequado.
Em todos os casos, é necessário remover as pedras junto da vesícula, para evitar complicações. O procedimento pode gerar receio, mas é pouco invasível e seguro, quando feito fora de situações de emergência. Eu sou Deise Amaral e você está ouvindo Saúde Consciência. Hoje, conversei com Cristiano Xavier, professor do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da UFMG. Ouça como foi a conversa.
Professor, o que é exatamente a pedra na vesícula e como ela se forma dentro do nosso organismo? A pedra na vesícula é um processo patológico, é uma doença mesmo que o ser humano adquire durante a sua vida. Raros casos isso é na infância, a maior parte das vezes é na fase adulta. E ela ocorre porque a bile nossa é produzida pelo fígado. Ela é...
Levada até o intestino para ser feita a digestão, a função da bile é fazer a digestão dos alimentos que a gente come. Ela fica armazenada durante certo tempo na vesícula, onde ela vai passar por um processo do corpo que concentra essa bile. A bile perde um pouco de água, ela fica mais concentrada. Para quê? Para quando a pessoa alimenta-se.
De uma hora para a outra, a vesícula contrai e joga uma bile concentrada para fazer a digestão desse alimento. A bile, então, ela tem uma série de constituintes, ela é uma mistura de várias coisas e que ela tem que ter uma proporção ideal de cada um elemento que ela é constituída. Ela tem alguns tipos de sais, tem alguns tipos de gorduras e tem água.
E essas gorduras, principalmente, elas precisam ficar bem dissolvidas dentro da bile. Então, tem um componente que a gente chama de sal bilhar. Então, a proporção desse componente sal bilhar e a quantidade de colesterol dentro da bile, ela tem que ter uma proporção ideal. Se por acaso começa a ter muito mais colesterol do que sal bilhar, esse colesterol começa a precipitar. Pensa num copo de água que a gente vai colocando.
Sal, sal, sal, até um certo momento dissolve, a partir de um certo momento não dissolve mais. Não havendo, não dissolvendo mais, ele vai chamar o que a gente chama de precipitação. Então esse colesterol, ele vai se precipitar e ficar parado dentro, ficando parado dentro da vesícula, ele vai formando primeiro uma pequena areia, essa pequena areia vai agregando mais e aquilo vira uma pequena pedra. Então é uma pedra que vai se formando.
aos poucos dentro da vesícula biliar, por uma precipitação de um excesso de colesterol. Em cima daquilo, esse cálculo que pode ser único ou múltiplo, ele vai se formando. Muita gente pensa que a pedra na vesícula está ligada principalmente à obesidade e dietas gordurosas. Isso é verdade? Ou pessoas magras também podem desenvolver a pedra na vesícula? Qualquer pessoa em que...
Haja um desequilíbrio entre esse sal, a gordura e a água, pode ocorrer rapidamente. Entretanto, na maior parte das vezes, as pessoas em que ocorrem esse tipo de distúrbio, está associado a algumas doenças, algumas situações do dia a dia da vida da pessoa. Então, na obesidade, é muito mais frequente na obesidade, ela ter distúrbios de colesterol.
como a gente sabe, na população. Havendo distúrbio de colesterol no corpo, esse colesterol pode chegar em uma quantidade muito maior dentro da bile do que seria o esperado, e os sais biliares não conseguem dissolver. Então, é fato realmente que existe uma associação. Não é que a obesidade cause a pedra na vesícula, mas sim a obesidade, em muitos casos, está associada a uma bile propícia a formar pedras.
E a mesma coisa com outras situações em que isso pode acontecer. Exemplo, durante períodos nas mulheres, o período de gestação. Então, nos próprios homens, quando ele tem alguns tipos de distúrbios, em que o colesterol esteja muito alterado. Mas não só as obesas. A gente tem uma situação que a medicina viu acontecer nos últimos anos, que é o emagrecimento rápido de uma pessoa, seja através...
de uma dieta muito forte, quer dizer, a perda de peso muito rápida, seja ela por um tratamento clínico ou cirúrgico, ela inclusive, durante um certo tempo, pode precipitar o aparecimento de pedras na vesícula. A gente pode considerar a pedra na vesícula uma patologia comum? Ela é uma situação patológica, uma doença muito frequente. Dizer que é comum...
a gente talvez estivesse dizendo que ela seria uma coisa esperada, mas ela é bem frequente, mais frequente em alguns tipos de pessoas que em outros, mas dentro do nosso contexto da gastroenterologia do dia a dia, ela é uma doença muito frequente, porque são uma série de distúrbios, e da forma como o ser humano vive com o passar do tempo, que pelo menos em algum momento da vida dele, ele está diante de uma mudança, ocorre essa mudança da constituição da bile dele,
e que essa pedra pode começar a formar a primeira areia. Mesmo que depois de certo tempo essa desregulação da bile se conserte, ela já formou a primeira pedra. E uma das características da pedra da vesícula é que ela não se desfaz. A única forma de tratamento que tem para ficar livre dela, hoje em dia, é a retirada da vesícula com a pedra.
Muita gente acredita que a pedra na vesícula é um problema que atinge mais as mulheres do que os homens. Porque as mulheres são muito mais acometidas do que os homens. Em primeiro lugar, por questões hormonais. Então, a mulher está sujeita a um ciclo de perda de hormônios. Então, realmente o hormônio do estrógeno está muito frequente nos pacientes que têm a pedra na vesícula, as mulheres.
As mulheres, a gravidez é um fator predisponente, então pacientes que tiveram várias gravidezes têm muito mais chance de ter a perda no vesículo. Então são situações do dia a dia em que a mulher está muito mais exposta do que o homem. Então os tipos de alterações que levam a ter uma bile desregulada, ela de certa forma, além das normais que os homens também estão expostos, as mulheres têm umas condições que são específicas delas.
Agora eu queria saber, que é muito importante, quais são os principais sintomas da pedra na vesícula, principalmente aqueles que as pessoas costumam ignorar. É importante deixar claro que 80% das vezes, aquela pessoa que tem uma pedra na vesícula, ela é assintomática. O que é assintomática? Não tem qualquer sintoma. É um achado que foi feito durante o exame que fez de ultrassom por outra situação qualquer da vida dela.
Por exemplo, no caso das mulheres que engravidam a terceira vez, quarta vez, ela vai fazer o ultrassom de segmento dessa gestação. E durante esse exame de ultrassom, o ultrassonografista, o médico ultrassonografista, passando o aparelho junto da vesícula, ele faz o exame da vesícula. Então, o que já se sabe há muito tempo é que a maior parte das pessoas que têm pedra na vesícula não têm sintomas. Aquelas que têm sintomas, os sintomas mais comuns, são o que a gente chama de cólica biliar.
que é, por vezes, associado um tempo depois da alimentação, ela sente uma forte cólica constritiva, que pode ser no abdômen, pode ser em algumas regiões do tórax, pode irradiar para as costas. Esse tipo de dor mais comum, que é a cólica biliar, ela passa normalmente com uma, duas horas, ou às vezes precisa de uma medicação habitual de dor, e essa dor passa. Então, é uma dor que ocorre.
às vezes isoladamente, mas ela é esporádica, ela não é o tempo inteiro, e ela causa, esse é o principal sintoma dela. Existem algumas complicações da perda da vesícula que dão outros tipos de sintoma. Mas aquele paciente que esteja nesse grupo que a gente chama de grupo de risco de T, e ele apresenta uma dor desse tipo constritiva no abdômen, algum tempo depois da refeição, esse é o tipo de sintoma mais comum.
O que é muito importante dizer é que na população geral existe o conceito que estou com a boca amarga, isso deve ser problema do fígado ou pedra na vesícula. Esse é um conceito errado, a gente como médico ouve falar muito isso, porque às vezes o pessoal pensa que na verdade a pedra na vesícula vai causar uma boca amarga, mas isso não é verdade. O sintoma característico da pedra da vesícula são esses episódios de cólica, de dor na barriga.
ocasionais, por vezes, associado a um tipo de alimentação ou outro. E aí entra o sintoma que é, como eu disse, que 80% das vezes, a pessoa que tem a pedra na vesícula, ela nunca teve um sintoma, quer dizer, essa pedra nunca causou nela nenhum tipo de sintoma, aí a partir do momento que ela começa a ter esse diagnóstico, ela soube através da ultrassom que ela tem essa pedra, ela começa a associar outros sintomas.
que são do estômago, do esôfago, ou de outra parte do corpo, do intestino. A gente tem doenças que as dores são parecidas com a dor da vesícula. E às vezes se confunde e ela quer associar a presença daquela pedra com outro sintoma que, na verdade, não é um sintoma da própria pedra da vesícula. E esse é um grande desafio do médico e do paciente compreender que, embora ele tenha, aquela pedra está sintomática.
Mas, assim, não é a causa da dor do paciente. Ele tem que ficar muito esclarecido que aquilo não é a causa. Vamos imaginar uma situação que o paciente tem essa queixa da boca amargando, depois que alimenta, né? É muito comum na população ter essa queixa e ele tem uma pedra na vesícula. O problema é que é. O tratamento da pedra da vesícula vai resolver o problema da boca amarga dele? Não vai resolver o problema da boca amarga dele.
A má digestão dele vai ser resolvida com o tratamento da pedra da vesícula? Não vai ser resolvida.
Então é questão de expectativa e associar um certo sintoma a essa doença, que na verdade não é a causa do sintoma que o paciente está sentindo. Ei você, se está ouvindo esse podcast, é porque se importa com a saúde e com a ciência, não é mesmo? Você sabia que algumas pessoas fazem uma doação imensurável para o avanço da ciência e da formação dos nossos médicos? Conheça o projeto Vida Após a Vida.
Basta acessar medicina.ufmg.br barra vida após a vida. Agora, bora voltar para o episódio. Falando sobre sintoma, você disse que muitas pessoas descobrem sem querer. Como é feito esse diagnóstico da perna vesícula nos exames de rotina? Nenhum exame de rotina habitual que a gente indica para os pacientes por causa da idade e outras, diagnosticam a perna da vesícula.
E na maior parte das vezes não há, inclusive, essa necessidade do que a gente chama de rastreamento da perda da vesícula. Por vezes, se o paciente tem a queixa realmente sugestiva da perda da vesícula, o exame está indicado. Então, aquele que tem essa cólica e o exame indicado é o ultrassom do abdômen. O exame mais fácil de dar o diagnóstico, mais simples e mais objetivo é realmente o ultrassom do abdômen. Por vezes, como a...
todos nós, durante a nossa vida, a gente vai acabar fazendo um ou outro ultrassom, em especial as mulheres, muitas das vezes o radiologista tem esse cuidado de aproveitar e olhar realmente a região da vesícula se por acaso ali já se formou ou está se formando um grupo de pedras dentro da vesícula. Mas ele não entra como exame de rastreamento, embora seja uma situação...
relativamente frequente na população, não há indicação para rastreamento de procura de pedra na vesícula na população em geral. É um achado que vem, um diagnóstico que vem ou de um quadro clínico, que é uma queixa, uma dor específica, que lembre a pedra na vesícula, ou feito porque o ultrassom já está fazendo como é um método não invasivo, ele está naquela situação e se faz esse diagnóstico. Agora eu quero saber, quando a pedra na vesícula deixa de ser apenas um incômodo?
e passa a representar um risco mais grave à saúde. Essa questão de quando que ela deixa de ser um simples achado assintomático, então o que a gente diz que toda paciente que tem uma pedra na vesícula e que tem sintoma, aquilo já é o suficiente para ele necessitar tratamento. E o tratamento sempre é cirúrgico. Ele se passa pela retirada da vesícula, feita hoje por várias técnicas cirúrgicas, pode ser mais invasiva.
tem a laparoscopia, que é menos invasiva, mas o tratamento passa pela retirada da vesícula, junto com a pedra. Agora, quando a pedra é deixada há muito tempo, existem alguns tipos de pedras que são diferentes. Existem alguns pacientes que têm pedras muito pequenas, que elas podem sair da vesícula e se alojarem no canal bilhar, que vem do fígado até o intestino. E essa saída, no finalzinho dele, a hora que ele encontra no intestino,
Por ali também chega, onde desemboca o suco digestivo do pâncreas. E, por vezes, essa pedra pode não só obstruir o canal bilhar, mas obstruir o pâncreas. Então, uma das complicações mais graves de uma pedra que esteja pequena dentro da vesícula é deslocar, obstruir o canal do pâncreas e o paciente ter uma pancreatite. É a mais temida hoje em dia.
Essa complicação. No longo prazo, acredita-se também que não é uma coisa muito boa a pessoa ficar com essa pedra, mesmo que grande dentro da vesícula, porque ela incomoda a parede da vesícula. A vesícula acaba, pela presença da pedra, ela ficando sem essa capacidade de absorver a água da bile, e ela vai ficando uma vesícula muito acometida.
e acaba tendo que ser retirada, não por causa de sintoma do paciente, mas porque esse tempo adoeceu o tecido e a parede da vesícula muito. Então, existem complicações que são relacionadas a pedras pequenas, e existem complicações que são relacionadas a pedras grandes. Basicamente, é o que a gente vê disso. E, logicamente, existe um grupo de pacientes em que...
o médico tem que se antecipar as complicações por uma outra questão de saúde dessa pessoa. Então, por vezes, aqueles pacientes que mesmo que a pedra na vesícula seja sem sintomas, a condição de saúde dele é preferível que ele faça esse tratamento bem programado, planejado do ponto de vista médico e da própria vida dele.
do que ele ser pego numa situação de urgência, em que há uma inflamação mais grave da vesícula e a cirurgia faça num momento de vida ou de saúde dele, que não é o melhor momento para ele fazer a cirurgia. Então, por vezes, isso leva em consideração, o médico leva isso em consideração quando ele planeja o tratamento de um paciente com a pedra na vesícula. Em geral, é melhor descobrir e tratar, né? É hoje, porque a gente tem forma de ter o diagnóstico mais precoce da pedra,
No passado, quando não tinha ultrassom, o médico só tratava a pedra na vesícula porque já era através das complicações da pedra da vesícula. Hoje, com o advento, a possibilidade de todas as pessoas a fazerem ultrassom, isso propiciou que o diagnóstico é precoce, a maior parte das vezes, inclusive antes do paciente surgir o sintoma. E o tratamento nessa situação vai anteceder as complicações que podem acontecer. Então hoje...
exceto em algumas situações muito específicas, todo paciente que tem uma pedra na vesícula merece tratamento. E qual tratamento? É o tratamento cirúrgico. Não existe chá, não existe erva, não existe medicamento oral, não existe injeção, absolutamente nada que trate essa pedra na vesícula. Essa pedra na vesícula esteve lá e vai continuar lá até o momento que o médico for realmente cirurgicamente, não só tirar a pedra, mas como tira a vesícula também.
A pessoa que tem a vesícula retirada, ela precisa fazer adaptações no modo de vida? Não, hoje a retirada da vesícula, ela é suportada, o organismo se organiza perfeitamente depois dessa cirurgia de retirada da vesícula. A bile continua sendo produzida no fígado, ela continua no seu canal que não é nem mexido durante a cirurgia.
desembolcando até o intestino, e o paciente não tem que fazer dietas especiais, ele não está privado de nada da vida dele, não há qualquer tipo de sequela para retirar do vesículo. Raríssimos casos podem acontecer de um paciente, durante os primeiros meses depois da retirada da vesícula, ele ter que ficar com o intestino um pouquinho com as fezes mais líquidas depois que alimenta. Mas isso é menos que 1% das pessoas que retiram o vesículo.
E esse sintoma passa já nos primeiros meses depois dessa cirurgia. De modo que hoje a gente tem inúmeras pessoas em que tem uma vida absolutamente normal, podem beber e se alimentar de qualquer tipo de coisa. E essa retirada da vesícula não ocasionou qualquer tipo de limitação para a vida dela. Aí por fim, para a gente encerrar o nosso programa, eu queria que você falasse...
O que o pessoal de casa pode fazer para ajudar a prevenir a formação de pedras na vesícula? Não tem nada que hoje a gente tenha comprovado que a gente possa utilizar para evitar a formação da pedra na vesícula. Há uma alimentação saudável, um controle do peso, um controle do diabetes, condições que podem alterar essa composição da bile que eu falei lá no começo.
elas podem realmente, de alguma forma, impedir a formação. Mas não existe nada na literatura de conhecimento médico que essa ação tivesse um efeito de realmente, numa grande população, isso fazer um efeito que vai diminuir as condições de formação de uma pedra. Então, hoje é...
Ao primeiro sintoma, procure o médico. No caso de dúvida, esse médico vai solicitar o ultrassom e vai ser possível ele ver se aquela situação que o paciente está vivendo, se aqueles sintomas são ou não devidos à pedra na vesícula. Mas uma prevenção de pedra da vesícula, como existe no caso que a população às vezes confunde um pouco que é a pedra do rim, realmente na pedra do rim existe uma alimentação específica para evitar de formar.
Existem alguns medicamentos que a gente pode usar que vão reduzir a chance de formar essa pedra no rim, mas na vesícula a gente desconhece até o momento qual seria uma dieta ou um medicamento que impedisse de formar, já que isso inclusive é algo que vai acontecendo muito lentamente no nosso corpo.
Agradeço novamente a participação do professor Cristiano Xavier. O podcast Saúde Consciência desta edição fica por aqui, mas não deixe de participar com a gente por meio de comentários, dúvidas e sugestões, que podem ser encaminhadas para o nosso WhatsApp. O número é 031-985-7603-26. Siga também o Saúde Consciência no seu agregador de podcast preferido.
E ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que postamos. Essa é uma produção do Centro de Comunicação Social da Faculdade de Medicina da UFMG. E essa edição foi produzida por Alexandre Bueno. Eu sou Deise Amaral, informação é saúde e até a próxima!
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Projeto Vida Após a Vida