Trump e Lula conversam no G7; Negociações entre EUA e Irã continuam; passageira agride funcionárias da Latam em aeroporto de SP; acesso a ponte onde jovem morreu em rope jump é fechado e mais
Daniela Scalabrini
Bianca Rothier
Luísa Tenente
Lula
Trump
- Passageira agride funcionárias da LatamAeroporto de Guarulhos · LATAM · Agressão
- Encontro Lula e TrumpLula e Trump · G7 · Brasil politicamente difícil · Urna eletrônica
- Negociações EUA-IrãDonald Trump · Irã · Acordo econômico · Benjamin Netanyahu
- Jovem arremessada de ponte em LimeiraPonte do Esqueleto · Limeira (SP) · Maria Eduarda Rodrigues · Rope jump
- Chuteiras cor-de-rosa na CopaCopa do Mundo de 2026 · Física das cores · Cérebro humano · Luísa Tenente
Daniela Scalabrini:Boa tarde. Hoje é quarta-feira, 17 de junho. Eu sou a Daniela Scalabrini e esse é o Resumão do G1. Eu vou te contar agora as principais notícias desta tarde. Eu começo trazendo novidades da cúpula do G7. Lula e Trump se encontraram ontem. O papo durou uns 2 minutos. Eles estavam sem os tradutores e não falaram sobre o tarifácio. Hoje, os dois falaram com jornalistas. A Bianca Rothier, repórter da TV Globo, perguntou ao Trump sobre o que ele falou com o presidente Lula. Trump respondeu que passou bastante tempo com ele, mas não deu mais detalhes. Também falou que o Brasil é um país politicamente difícil. À tarde, o Lula também falou com jornalistas. Disse que o Trump deveria aprender mais com a política brasileira e que gostaria de mostrar a ele como a urna eletrônica funciona. O G7 reúne as 7 maiores economias do mundo. O Brasil não faz parte do grupo, mas foi convidado para participar das reuniões. E as negociações entre Estados Unidos e Irã continuam. Apesar do acordo já fechado e que deve ser assinado na sexta, Donald Trump disse hoje que as conversas ainda não terminaram. Em seu discurso de encerramento no G7, Trump defendeu o acordo e disse que não queria ver uma catástrofe econômica. Trump disse ainda que o Irã poderá ter acesso ao fundo de US$300 bilhões somente se se comportar. O acordo para acabar com a guerra prevê uma compensação financeira. A história desse acordo está azedando as relações entre o Trump e um dos maiores aliados dele, Benjamin Netanyahu, premier de Israel, que está ficando mais isolado e longe de atingir o objetivo de acabar com o programa nuclear iraniano. E olha só essa história que aconteceu no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Um atendimento no check-in terminou em violência. Segundo a polícia, uma passageira que estava no balcão da companhia LATAM atacou 4 funcionárias. A mulher estava com o marido, que carregava uma criança no colo. Depois disso, ela fugiu do local. A Secretaria da Segurança Pública informou que, segundo o relato das funcionárias, a passageira estava recebendo orientações, se irritou e partiu para agressão. O caso foi registrado como lesão corporal e a polícia tenta localizar a mulher. A Latam informou que está prestando apoio às funcionárias, colaborando com as investigações, e disse que nada justifica a violência. A prefeitura de Limeira, no interior de São Paulo, começou a fechar hoje o acesso à Ponte do Esqueleto, onde a jovem Maria Eduarda Rodrigues morreu. Ela caiu de cerca de 40 metros depois de ser arremessada sem equipamento de segurança durante um salto de rope jump. Do outro lado da estrutura, em Cordeirópolis, a prefeitura também vai reforçar a interdição. A ponte está desativada para veículos há 30 anos, mas acabou virando ponto para esportes de aventura, como ciclismo e saltos. E o local já tem histórico de outros acidentes. Segundo a prefeitura de Limeira, a ação acontece depois que o governo federal reconheceu a responsabilidade pela área e pediu apoio para reforçar a proteção do espaço até uma solução definitiva. A prefeitura diz ainda que medidas permanentes, como muros de contenção e fechamento completo da área, seguem sob responsabilidade da União. O que chuteiras rosas têm a ver com TV e com o nosso cérebro? O G1 te explica. Se você está acompanhando a Copa, já deve ter reparado que as chuteiras cor-de-rosa estão dominando os gramados. E não é só moda ou marketing. Tem uma explicação física por trás disso. Tudo começa com o contraste. No círculo cromático, o rosa choque é praticamente o oposto do verde do gramado. Isso faz com que a cor chame muito mais atenção, tanto para quem está no estádio quanto nas transmissões de TV. E aí vem a curiosidade: o rosa nem aparece no arco-íris. Ele não tem um comprimento de onda próprio. O cérebro cria essa cor a partir da mistura de outras luzes. O resultado é simples: no campo, o rosa se destaca mais. E isso ajuda a acompanhar melhor o jogo na tela. A matéria da Luísa Tenente explica a física e a neurobiologia por trás desses modelos que viraram febre no Mundial de 2026. Vai lá conferir! O Resumão Diário está no ar de segunda a sexta, no G1. E também todos os tocadores. Mais tarde você continua acompanhando as notícias com o Resumão do JN. Até mais!