Mauro Beting, Jornalista Esportivo #holdtalks94
Nesse episódio, Yamn e Taryk recebem Mauro Beting, um dos comentaristas mais respeitados do país e uma referência no jornalismo esportivo. Aos 59 anos, Mauro construiu uma carreira sólida passando por veículos como SBT, TNT Sports, BandNews FM, Estadão e diversos canais digitais, consolidando sua voz como uma das mais influentes no esporte.Fundador do Nosso Palestra, Mauro também é autor de 25 livros, com outros 12 em produção, além de diretor de documentários e produtor de conteúdos relevantes, como a série sobre Ronaldinho Gaúcho para a Netflix. Sua atuação vai além do jornalismo, é curador do Museu da Seleção Brasileira e do Museu Pelé, além de professor e formador de novas gerações na área.Com uma trajetória que une comunicação, história e paixão pelo futebol, Mauro traz reflexões profundas sobre o esporte, mídia e carreira, sempre com autenticidade e visão crítica.🎧 Dê o play e acompanhe essa conversa com um dos maiores nomes do jornalismo esportivo brasileiro.#HoldTalks #MauroBeting #JornalismoEsportivo #Futebol #Comunicação #Esporte #Conteúdo #MídiaInformações em : https://www.hefc.org.br/cms/Doações: Chave Pix: afc@hefc.org.brCartão de Crédito:https://bit.ly/42WLXPeTED/DOC/Outras Formas: https://www.hefc.org.br/querodoarConfira as edições passadas do HoldTalks disponíveis em formato de podcast.Spotify: https://open.spotify.com/show/4UacqcG...Deezer: https://bit.ly/3w7vF79Amazon: https://amzn.to/3sodkQTApple Podcast: https://apple.co/3vXns5a#juntossomaisfortes #vaipassar Curtiu esse conteúdo? Inscreva-se no nosso canal e acompanhe mais novidades! Não se esqueça de fazer a sua doação.________________________________________________________Informações sobre nosso patrocinador:HoldBrasil é uma fintech de recuperação de crédito B2B e B2C, com foco na redução da inadimplência da sua empresa.Gostaria de falar com um dos nossos consultores e saber como a HoldBrasil pode ajudar o seu negócio? Acesse o site da Hold: http://www.holdbrasil.com.br contato@holdbrasil.com.br ou nosso telefone (11) 3135-2100.
Taryk
Yamn
Mauro Beting
- Carreira de Mauro BetingTrajetória no jornalismo esportivo · Influência do pai no jornalismo · Produção de documentários · Curadoria de museus
- Futebol e emoçõesChorando por futebol · Momentos marcantes do Palmeiras · Copa do Mundo 2026
- Análise de Jogadores· EsportesComparação entre Neymar e outros jogadores · Opiniões sobre a seleção brasileira
- Jornalismo EsportivoDesafios do jornalismo atual · Importância da formação contínua
- Promoções e Patrocínios
e fala pessoal tudo bom mais um rolo de toxinista com sucesso graças a deus eu sou ia calil um dos hostes desse podcast estamos aqui com uma pessoa incrível sensacional mas antes de chamá-lo vou dar uma uns recadinhos rapidinho estar que você tá bem como todas as coisas deus vou dar o adiantar um recadinho antes de mais nada lembra que essa pessoa quer foda para caralho muito legal gente eu quero é bolo de goiaba pena que você não pode comer
Mas lembrando que ele parou o tempo dele pra ajudar o Hospital Fabiano de Cristo, que é o nosso projeto. Parabéns. Exatamente. Valeu, Mauro. Obrigado, Maurão. Obrigado a vocês e parabéns a vocês mesmo. Tamo junto. Galera do hospital. Coisa linda que vocês fazem. Mais pessoas fizessem isso. Yes. Tá vendo aqui embaixo na sua telinha o QR Code? Não tô vendo. Com esse QR Code, você vai conseguir fazer. Eu já me enxergo.
Você vai conseguir fazer essa doação, 5, 10, 15, 20 reais, não importa o valor. Nos ajude com isso, nos dê essa força. Na hora que você escanear, vai ter a opção doar por PIX, cartão de crédito, cartão de débito. A gente é um podcast moderno, a gente aceita até Bitcoin como forma de doação. O cheque também, né? Cara, o cheque também, se quiser pode dar, não tem problema. Se quiser mandar, pode mandar.
Faz sua doação, não importa o valor. Se possível, na hora que você for fazer sua doação, poxa, coloca 5, 10, 15 reais lá, mas tem a opção no cartão de crédito de doar mensalmente. Ele já vai debitar automático do seu cartão e já tem essa receita aí para o hospital que vai ajudar bastante a gente. Peraí, como é que é? Faz, mas não tem um que é. Eu sei que está na tela. Está na tela, está na tela. Se quiser fazer agora, por exemplo.
Se você quiser fazer agora, tem lá no perfil do Instagram do Road Talks. Tá, então bota aí o perfil do Instagram do Road Talks. Põe aí, Taricão, o perfil... Põe aí, porque aí eu tenho que pegar, evidentemente, o meu. Isso. Pego aqui, já abri o meu aqui. Agora vou ter que ser no Banque, porque vai ser parque no Banque, Palmeiras. Não, não é? Um beijo para o Banque, a gente faz um negócio lá de produção de conteúdo para eles também.
No próprio Instagram vai ter lá Faça sua doação, não sei se dá pra ver aí Tá, eu quero Você já quer pegar o... Eu vou explicar pra vocês Por que eu tô limpando aqui Eu falei tique de limpeza Tique de limpeza Porque do meu tempo de produtor do crítico Eu tô crítica lá na Bandeirantes De 87 a 91, porque é fundamental Deixar, eu sou a bagunça Mas porque é fundamental deixar a mesa limpa Tá? O estúdio, olha lá E aí
Escaneia o QR Code aí, vê se dá pra escanear. Vamos ver. É o Pixie transferir? Eu nunca sei fazer. Gente, é uma vergonha. Pode ser só na câmera mesmo, ele já vai. Então pega a câmera aqui. Tá. Deu aqui. Foi aí? Foi um leak tree aqui. Tá aqui. Dá os bancários, doê com o Paypal, doê com o Bitcoin. Isso.
E tem a chave Pix, se você quiser. Por exemplo, no caso, quero contribuir mensalmente. Cadastro para... Aí você vai no cartão de crédito. Tá, perfeito. Tudo bem. No Paypal. Apresentação, mas tudo bem. Bom, eu vou deixar aqui aberto. Para fazer essa doação aí. Para fazer depois aqui.
Até para falar, então eu estava limpando aqui, ou enquanto eu falo aqui, tudo bem, dá para fazer. Eu vou dando recadinhos enquanto isso. Vai dando recadinhos enquanto eu estava limpando aqui. Eu consegui pegar o cartão black do Mauro. Nome complemento, não, só a resposta. Olha aí. Nome completo, razão social, não, meu nome completo. Mauro Alexandre Zionibé.
Mauro Alexandre, culpa da minha mãe e do meu pai Se eu fosse mulher, eu ia ser Flávia Patrícia Flávia ou Patrícia? É muito engraçado que eu conheci Tem mais um Mauro Alexandre Que é uma homenagem que o cara gostava muito do meu pai É um cara de Londrina
E aí viu uma entrevista que eu mei lá, Maulo Alexandre, botou Maulo Alexandre. E tem uma história fantástica. Na véspera da inauguração do Elias Park, que eu tive a honra de ser o mestre de cerimônias, tô lá no McDonald's do lado, chega um cara, faz assim, parecia o Kramer do Seinfeld, leva um susto e vira pra mim e fala...
Opa, tudo bem? Tudo bem, tudo bem? Aí ele pega e mostra o RG dele. Ele fala, caraca, Mauro Alexandre, só tem eu, você, tem um cara de Londrina e tem um cara, cara, que é muito engraçado, ele namorou uma baita amiga minha. É, então só tem, mas porque fui eu que namorei ela.
Só tem três Mauros Bettings. Não, não. Mauro Betting ia ter um Mauro Betting Sergipe. Se tivesse nascido o homem, ia se chamar Mauro Betting de Souza, se não me engano. Mas nasceu, ainda bem pra sorte dela, nasceu Chiara, virou Chiara. E por que ele seria Mauro Betting de Souza? Porque o nome do pai dele é João Mirbetting de Souza. O pai dele era muito fã do meu pai, botou o nome de João Mirbetting de Souza. Caraca! E a coisa mais engraçada, ele é da Mancha Verde do Sergipe, ou seja...
Ele é muito palmeirense Depois que ele foi saber Ele sabia que tinha o Mauro Betten, o João Mirbetten Mas não sabia que o João Mirbetten era tão palmeirense Então ele até acabou me conhecendo no ofício Que legal E a gente criou uma amizade final E as vezes ele me manda mensagem E me dá um susca pra João Mirbetten Só me deixa o João Mirbetten E há 12 anos não dá pro meu pai mandar mensagem
E últimos recadinhos, então faz sua doação, não importa o valor, nos azuis de 5, 10, 15, 20 reais você vai conseguir fazer sua doação ali. Também queria agradecer a Road Brasil, que é ela que financia aqui o nosso espaço. A gente não tira dinheiro de doação para pagar aqui o estúdio, que é um estúdio alugado. Então se você tem algum problema... Muito bom, diga.
É, muito legal o estúdio aqui. Se você tiver algum problema de inadimplência, pessoa física ou jurídica, tá precisando cobrar aí alguma pessoa que tá te devendo, fala com eles, eles são sensacionais. Tem as informações aí na tela e tem também na descrição, certinho, todas as informações aí desse nosso patrocinador. Obrigado, Hold, por essa ajuda monstruosa, né, Taricão? Valeu, Dr. C, por essa parceria e confiar na gente. Por essa parceria e confiar na gente. Aí já pedi ele, mas a parceria é tudo bem agora, confiar.
O que é legal até agora no cadastro Você não precisa apertar baldes Pra você dizer que é humano Que é um dos grandes problemas do mundo hoje Confira que você é humano Semáforo, balde Cara, eu não enxergo E fico duas horas e meia pra achar um porcarido um balde Não, e se você só é humano nesse mundo Se você achar com oito baldes uma foto Que eu me mato com a motinho Acha a moto
Aí tem uma moto só, eu nunca sigo. Essa parte faz parte da moto. Eu já não enxergo, por exemplo, o Tark, desse tamanho, eu não tava enxergando ele nem baixo. Mas tudo bem. Mas tô aqui. O cadastro é simples, gente, não tem problema. A gente pode fazer o podcast enquanto faz o cadastro.
É, boa Maurão, a gente gosta de começar Pelo começo, início Eu tenho um início há muito tempo Vai demorar O nosso propósito aqui é influenciar Essa galera que está nos assistindo Que quer de alguma forma Crescer, desenvolver, então a gente sempre gosta de conversar Com pessoas inspiradoras como um todo Obrigado Cara, você que tem o seu pai Que é uma referência monstruosa O cara é sensacional O cara é sensacional
Um jornalista muito incrível. Bravo, brabo. Bravo demais, assim. Ele tem uma história de vida incrível e você, cara, tá seguindo o seu caminho e tá indo na mesma linha que ele, assim. Obrigado. Como que tá rolando isso? Por que você quis virar jornalista? Foi por causa dele? Não foi? Você quis seguir os passos do pai? O que rolou aí em relação a isso?
Então, é interessante, né? Eu costumo dizer que, de fato, eu sou palmeirense desde a concepção, ninguém quer saber detalhes da minha concepção, eu menos ainda. Porque a família inteira de palmeirense, do lado da minha mãe, do lado italiano, 100% italiano, minha avó se chama Itália Roma.
E o lado do meu pai é o lado palestrino Porque meu pai quando nasce em 36 ainda era palestra de Itália E de uma cidade de Tambal Interior de São Paulo Que muita colonização italiana Então eram poucas famílias de alemães como eles Meu pai é neto, sou próprio bisneto
E uma cultura italiana muito forte. Então eles viraram palestrinos. E o lado mais palmeirense da família é o lado do meu pai mais do que da minha mãe. Então não tinha como não ser palmeirense. E o que acontece? Então eu nasço há 59 anos como palmeirense. Essa paixão pelo Palmeiras com 4, 5 anos me faz gostar de futebol. E ao mesmo tempo que eu começo a lembrar das coisas com 5, 6 anos de idade. E ainda pra facilitar o Palmeiras era a segunda academia. Era o brasileiro, o paulista, aquela coisa e tal.
Também é uma época que eu começo a lembrar das coisas e começo a ligar a TV à noite, eventualmente. Estava passando o Batman, e é verdade, acabava o Batman, entrava o meu pai para comentar a economia no jornal da Record, que não era nem Mapimovietone, mas enfim, o meu pai apareceu na TV comentando.
E em 1972 não tinha nem videocassete, que teria sete anos depois. Então o teu pai aparecendo na TV era o máximo. Era falando, meu pai, sai o Batman e entra o Jô Mirbeth. Então você diz, meu pai é um super herói. E eu quando ia pra escola, ouvia a rádio Jovem Pan, que era a rádio que meu pai trabalhava e ele era o comentário de rádio.
da voz bonita, eu não entendi a lufas de economia, nem ele, quem entende é a mãe dele, dona Lucila, mãe do Panda também. E comecei a ler ali o jornal e apareceu no jornal, não lia a coluna dele, mas era Notas Econômicas de João Mirbetti em todos os dias na Folha de São Paulo. Falei, cara...
Pô, eu quero ser esse cara, nem sabia que ele era multimídia, nem havia o termo, e eu até, chupa, João Mirbet, eu até faço mais coisa que ele. Enfim, aí então pra mim foi fascinante, a minha tia, minha madrinha, Cecília, trabalhava como editora da Folhinha, trabalhou também com o Repa da Economia, meu avô era diretor da rádio, onde meus pais se conheceram, também por isso que eu amo rádio. Meu pai deu o golpe não só do Baú, mas de Tambaú, que é o nome da cidade do meu pai.
Porque ele casou com a filha do diretor da Rádio Nova de Júlia aqui de São Paulo Que legal Então assim, a família inteira imersa em comunicação Então nunca me imaginei sendo outra coisa Assim como nunca me imaginei não sendo outra coisa palmeirense Mas o Palmeiras que me deixou apaixonado por futebol Por jornalismo e não teve jeito Então assim, claro que teve influência paterna E não só dele Mas ficou um processo natural Como assim, por exemplo, músicos, todos músicos Tem alguma coisa de música depois
advogados, eu fiz direito na USP também, quase todos, o avô, bisavô, tataravó. Médico também, não estou falando que só essas profissões, mas muito é normal que você siga. Então, para mim, foi absolutamente normal em uma família terrível, porque assim, eu conheci a mãe dos meus filhos na TV Bandeirantes, meu filho trabalha na TV Bandeirantes, meu caçula, minha mulher hoje, amor da minha vida, Silvana, trabalha com...
com moda, com varejo, varejo, moda, coach e tal, mas não é da mesma área. Mas sempre tem alguém em Betim, que é um saco. O pior da minha família é o seguinte, Zione, que é do lado da minha mãe, e Betim, do lado do meu pai. Quem é jornalista meio que casa com jornalista, quem é jornalista também casa com jornalista. Meu filho tinha uma namorada que ele conheceu no Tinder ou Bumble, sei lá. Que loucura. Que porta da veja, cara. Vai pro inferno. Tá cheio, você vai ferrar assim.
Desgraça, desgraça. Morra. Morra. Então não teve jeito. Então, ah, Mauro, o que você queria fazer na vida? Ainda bem que eu nunca tentei ser astronauta. Pra sorte do meu clube nunca tentei ser goleiro, embora não ia tomar o goleiro do Palmeiras. E eu sempre me imaginei jornalista. E queria trabalhar com rádio, que é minha maior paixão até hoje. Queria escrever um livro, já escrevi 25 e tô escrevendo outros 12. Nunca tive a pretensão de dirigir documentário e já são quatro, mas produção de outros dois.
Um lhes acabou, mas estou produzindo o outro. Então, cinema, nunca imaginei. Nunca imaginei ter a honra de ser o que eu sou, curador do Museu da Seleção Brasileira, um dos curadores do Museu Pelé. Até a loja de camisa retro, que é a Retro Guarena. Há quatro anos eu também, outra coisa que eu nunca imaginei fazer, que é celebrar casamento.
E outra coisa legal também, o eFootball, o videogame que eu comento desde 2010, que era PES, com o Silvio Luiz e desde 2017 com o Cracassi Milton Leite. E fazer essas milhões de coisas que eu faço. Eu não sou o cara que mais faz, que mais trabalha, mas é o cara que possivelmente mais trabalha e mais faz um monte de coisa.
Então, muito por conta do meu TDAH, que me mostra que eu sou louco pra caramba mesmo, nada que os outros que... Então, todo mundo que tem TDAH não é louco, mas eu sou louco e faço um monte de coisa por quê? Porque é um tesão trabalhar com futebol, velho. Tem pessoas falando, nossa, que hora você dorme, Mauro? Durante os jogos, por isso que eu falo um monte de bobagem. Mas assim, cara, eu sou pago pra... Viu, Palmeiras ser campeão, agora eu sou pago pra fazer a Copa do Mundo pelo SBT?
Eu só posso dar graças a Deus, velho. Cara, que legal. E, Mauro, teve alguma... Assim, algum peso de você ser filho do João Amir Betting? Sempre foi uma coisa tranquila, sempre foi uma vantagem, foi uma desvantagem. Você falava, mano, porra, isso é do caralho. Ou não, falava, pô, isso eu tô carregando nas costas. Como que era isso? É. E será? Assim?
Eu comecei a trabalhar 10 de março de 87 na TV Bandeirantes como estagiário da chefe de reportagem do jornalismo. Não com esporte, não. Porque a única vez que meu pai falou alguma coisa sobre jornalismo ou sobre o que eu ia fazer na vida, ou sobre qualquer coisa, meu pai falou, olha, jornalista esportivo, como ele havia sido, e até nisso ele foi mais brilhante, ele não ficou 5 anos como jornalista, ele criou não a expressão gol de placa, mas a placa do gol do Pelé lá em 61 do Santos e Fluminense no Maracanã.
O Panda veio aqui e contou essa história pra gente. É maravilhoso. Então veja no outro capítulo que o Panda Bet é muito melhor. O Jôme não, o Jôme não. O Bet sim. E aí o meu pai, ele falou, cara, você trabalha muito, vai trabalhar todos os dias, vai cobrir eventualmente. Não, mas vai poder sair comentando ou escrevendo ou tal, não sei o que lá.
Faço outra coisa, eu sempre gostei muito de política, de história, e fui tentar fazer o jornalismo de política. A princípio eu queria ser repórter de política em TV ou jornal, ou eventualmente rádio, e depois, quem sabe, a pretensão de ser comentarista de política, mas enfim. Então comecei na chefe de reportagem da Bandeirantes, e o primeiro dia de trabalho para mim foi um dos mais fáceis da história.
Por quê? Porque eu era filho de Jô Mirbet e Lucila Betting, que durante 10 anos haviam trabalhado no Grupo Bandeirantes. Eu comecei na Bandeirantes, só que meu pai já estava na Globo, como comenta esse Jornal Nacional, Jornal da Globo e tal. Então eu não estava lá na Bandeirantes, só que meus pais já não estavam havia 2 anos. Só que haviam trabalhado lá e tinham muitos amigos que eu conhecia de casa, que eles iam lá em casa. Então meu chefe era um amigo muito grande do meu pai.
meu chefe. Então eu me conhecia desde os 9, 10 anos, o Maurinho, e agora virava um foca, né? Um estagiário burro e tal. Então quando eu, a uma da tarde, do dia 10 de março de 87, uma terça-feira, eu passei, não era nem crachá porque era estagiário, mas eu passei pela catraca da Bandeirantes, eu deixava de ser o...
Mauro Bet, um menino que ia desde os nove anos Encher o saco das pessoas lá Pra virar um profissional como qualquer outro Ou ainda pior um estagiário E eu dei muita sorte de que logo depois que eu entrei A Bandeirantes criou mais um telejornal Que eu fui deslocado pro Jornal de São Paulo Apresentado pelo queridíssimo Ney Gonçalves Dias
E precisava de produção, não só estagiário. Então eu fui mais rapidamente contratado para ser o péssimo produtor que eu de fato era na época. Agora eu sou produtor até de cinema e fico muito feliz. Fico aquela porca aí produtor, deu uma melhorada. Mas enfim. Então eu comecei, para mim foi muito mais fácil do que para a esmagadora maioria. Mas desde esse primeiro dia, com os amigos e colegas dos meus pais na Band, mas sobretudo a carreira inteira e até hoje são 39 anos como jornalista e 36 no jornalista esportivo. Que legal.
As pessoas me cobram muito e me cobram. Eu só vi alguns comentários entre os tantos desairosos que eu recebo. Que assim, é, você só tá aí por causa do teu pai. Ou outro cara, que é até um colega de ofício, você vê. Falei, népo baby, você é o maior népo baby que tem na história do jornalismo esportivo. Eu falei, velho.
Vamos por partes. Eu só fui trabalhar com meu pai diretamente em 2004, quando o Bande Esportes criou o programa aí sim, mais nepotista da história da TV brasileira, que era o Betting. Ele foi dar por mim, por meu pai, o Eric Betting, brilhante também, e apareceu outras pessoas que viraram Bettings honorários lá no Bande Esportes. Programa que durou quase oito anos, que eu resolvi dar uma parada, porque eu sentia meu pai cansado e menos dois anos depois ele partiu. Mas enfim, então eu levei 17 anos para trabalhar com meu pai.
Na mesma empresa. Então, não me aproveitei disso. E até hoje eu sou cobrado por isso. E até o pessoal fala, é! Quando eu falo alguma coisa que alguém não gosta, sobretudo a torcida do Palmeiras, é! Você só tá aí por causa do seu pai. Eu falei, olha, velho, faz 12 anos que ele partiu. Eu acho que o meu pai não assombra o pessoal do SBT, TNT, Esportes, Band News, FM, Esportes, Nesportes, Estadão.
canal do Mauro Beto e PVC que a gente tem com a WeContent, eu acho que não é o caso. Mas enfim, mas eu me cobro, eu me exijo porque o meu pai é muito melhor jornalista do que eu, muito melhor pessoa, muito melhor palmeirense, muito melhor pai, espero um dia saber se eu vou ser melhor abor. Acho difícil também. Então assim, então eu sempre botei o meu pai como um puta patamar e mesmo se não fosse o meu pai, seria uma das referências que eu teria.
Porque eu não gosto de ser... Ah, que eu posso até ter a banda da minha vida, que toda hora mudo, o craque da minha vida, tirando o Pelé, que é de outro planeta. E não só porque eu sou curador do museu dele, mas o Pelé é o Pelé. Mas enfim, eu tenho várias referências, inclusive as negativas. Eu sou um cara... Eu só vejo as pessoas que eu sigo e eventualmente persigo no Instagram, já recebi... Pô, você segue esse cara? Sim.
sigo, né? Que é do outro lado do meu espectro político, mas até pra ver, porque algumas dessas pessoas tem merda. Tem um outro que eu acho que hoje os maiores humoristas do Brasil pra mim hoje, e estão entre os melhores da história, Marcelo Adnet, Gregório Duvivier, Fábio Porchat e esse que é filho de um político tal que o Molde rida o que ele fala. Mas enfim, é um humor involuntário, mas assim, sem entrar nessa área. Mas de novo, eu quero oi.
ver porque que essa pessoa tem milhões de seguidores eleita, tem algum mérito então é uma aula de comunicação pra gente que eu também sou professor de jornalismo, de jornalismo esportivo mentoria esportiva lá no futebol interativo também, já fui professor de jornalismo na FIEN logo depois que eu me formei em jornalismo e fiz o direito mais torto na USP mas de novo, assim, eu me cobro muito e sou muito cobrado por ser filho de João Biela, então é um baita do fardo sim, mas é uma puta honra e na dúvida é só lembrar quando meu pai partiu em 29 de novembro de e aí
Em 2012, eu estava no ar na Rádio Bandeirantes, quando chegou a notícia, entrevistando o Rogério Senna junto com o cabisulo do Milton Neves. E isso era uma quinta-feira de madrugada. Desde domingo, 10 da manhã, se sabia que o estado dele era irreversível, que ele ia partir. Era questão de... já tinha passado de dias e de horas. E naquele dia, o Albert Einstein deu um boletim médico às duas da tarde que o meu pai ia partir.
Eu falei, quer saber, eu não quero estar no hospital quando ele partir de fato, e eu vou estar trabalhando no jogo. Era um jogo de São Paulo, da semifinal, contra a Universidade de Chile, no Morumbis. Eu fiquei no estúdio da Bandeirantes, e meu pai estava no Einstein, porque tudo muito pertinho. Eu falei, é mais rápido, se acontecer alguma coisa, eu saí da rádio.
para ir para o Arsenal, que sai do Morumbi, do estádio, mais de 50, 60 mil pessoas, é mais rápido. E aí, o meu irmão ligou, o Panda, eu estava no meio da entrevista do Rogério Ceni, aí não participei mais, deixei o Milton e o Rogério quebrando o pau, e tal, aí o Milton, é, o São Paulo classificado, vai para a grande final da Sul-America, e ele aí, Mauro Betting?
Aí eu fiz uma pausa literalmente dramática e comecei a ler o texto que eu tinha preparado naquela tarde para o Lance Net, onde eu tinha o meu blog, o Diário Lance. E comecei a ler o Denis Williams, que era o nosso operador de áudio, sacou, porque estava o hino de São Paulo, que o São Paulo já tinha se classificado para a final da Sona Americana. Ele deu um fade...
Ele levou o hino do Palmeiras do querido amigo Marcos Klein na guitarra. E eu comecei a ler um texto de sete minutos e meio e tal. E falei. E aí eu dei a notícia que meu pai morreu. Então essas coisas como são absurdas, né? Qual foi a notícia mais exclusiva que você deu? A morte do meu pai. Que não era só meu pai. Era uma baita figura. E colega nosso de Rádio Bandeirantes, onde eu tava. De bandes pós, de TV Band. E ele ainda fazia Band News TV.
Era do grupo, né? Então até que quando eu acabo de dar a notícia, me liga o Johnny Sade, presidente do grupo, um amigo de família, para dar condolências. Condolências? Meu Deus, fugiu da palavra. Condolências, estava perguntando se ia ser um enterro, nem sabia se ia ser cremado depois. Enfim.
Tudo. Então foi um negócio absolutamente emocionante. O grande efeito da minha vida é dar a notícia da morte no meu pai. Que eu só fui cair a ficha dois dias depois, quando me ligam da Itália, pra repercutir como é que é dar a notícia da morte do seu pai no ar. Eu falei, nossa, que impressionante. Claro, sabia. O Luciano Huck botou na íntegra uma gravação. A TV, a Rede TV, SBT, todos os canais da Bandeirantes, botaram na íntegra os meus sete minutos e meio, falando do meu pai. É um texto bonitinho e tal.
E uma coisa, nossa Mauro, que legal Primeiro, não é legal E segundo, é Pô, que coragem, ou que altruísmo Ou que, porra, que equilíbrio Ah, eu tava, eu já sabia que era irreversível Falei, vou homenageá-lo Acho que ele faria o mesmo
E ao mesmo tempo, ela teve uma prova de falta de coragem na minha parte, porque eu não tive coragem de falar para os meus filhos, os netos dele, que o avô tinha morrido. Eles estavam na casa da mãe deles, a gente tinha acabado de se separar, já estava noiva da Silvana, minha segunda mulher.
E eu falei na rádio. O meu mais velho ficou sabendo porque um filho... E eles eram jovens, né? O meu mais velho tinha 11 anos, 12. Ele ficou sabendo porque um amigo dele mandou uma tweetada dele. Ele falou, teu pai morreu, teu avô morreu, teu pai acabou de falar na rádio.
E uma amiga da mãe dos meus filhos ouvindo na rádio ligou pra ela e falou, pô, acabou de dar, o Mauro deu a notícia do que o João Miro morreu. E ela foi contar chorando pro meu caçula e o mais velho eu tinha ouvido pelo Twitter. Quer dizer, eu não tive coragem de contar pros meus filhos que o avô deles tá morrido, mas falei pra mim, nossa, que coisa, que coisa que a gente tá fazendo aqui agora. Era o microfone, tem até fotos, você procura na internet a minha, que eu tô com uma camisa vermelha e tal, lendo assim o texto que tava.
No meu laptop, esse texto do blog do Lance que eu li na Rádio Bandeirantes, tem essa gravação no YouTube que eu vi só duas vezes na vida.
E eu tô lá falando porque era a minha função. Então assim, pô, inspirador? Não, cara. Tem gente que acha, pô, que absurdo. Não, absurdo não, velho. Alguém ia dar a notícia. Eu tava preparado, tava pleno, começou a ouvir a gravação e dei. Aí depois no dia seguinte eu fiquei duas horas no programa do Datê na tarde na Bandeirantes. E foi emocionante. A Globo fez uma tarde de quatro minutos e meio no Jornal Nacional. SBT, onde eu trabalho há seis anos também. Pô, foi uma comoção e que nos ajudou muito, né?
Eu só fui chorar dias depois, quando eu vi o senador Eduardo Suplicy, que era amigo do meu pai, havia desde a década de 70, quando ele foi ler o meu texto no plenário do Senado e ele começou a chorar. Eu comecei a chorar com ele, chorando, lendo o meu texto. Ele falou, como é que o Mauro conseguiu ler isso aqui?
Depois eu abracei o senador e falei muito obrigado pelas palavras que me fizeram chorar. Então, porque eu fiquei meio que anestesiado e cada um tem a sua reação à morte, mas muito pelo carinho das pessoas. A gente sabia que o meu pai era respeitado, acarinhado, muita gente gostava dele, mas não sabia que ele era tão querido. Então, essa pressão, que eu diria que é uma pressão extremamente positiva, eu cheguei até a pensar em não usar o betting.
Eu pensei, é Mauro Zione. Mas o meu avô era o Angelo Zione, um grande jornalista filatélico. A minha tia, minha madrinha, mãe do Eric Betting e da Grazella Betting também, que é dona de editora, repórter, jornalista brilhante também.
Quer saber? Eu vou usar o Betinho Porque eu acho que eu tenho... Eu não vou estar nunca do nível dele Mas eu vou ter o mínimo Tentar, esforçar Pra honrar o trabalho dele E acho que eu consegui No sentido de que a coisa que eu mais gosto Quando me falam, em momento, jogar O cotonete Não estou bem hoje Jogar confete na cabeça
momento cabotino, quando me falam Mauro, você é um cara legal, é o que eu pretendo ser você é um cara generoso, não acho que seja tanto como o pessoal fala, mas agradeço mas o que eu mais gosto de ser reconhecido é pelo esforço sim claro, como eu já disse meu primeiro dia de trabalho 87 foi mais fácil mas a pressão é maior desde então e eu nasci não no berço de ouro como se fala, mas meus pais moravam no fundo da casa do meu avô meu pai era de uma origem mais pobre mesmo, minha mãe de uma classe média então
mas eles nos deram tudo e muito mais por muito amor e muito esforço, muito trabalho e muito exemplo. Mas eu quero sempre honrar meus pais, honrar meus filhos, honrar minha mulher, honrar minha família, amigos, enfim, e os lugares onde eu trabalho, graças a Deus, não são poucos, pelo esforço.
Eu sei que eu sou, vai, talentoso, falo pra cacete como vocês estão vendo, escrevo muito rápido, escrevo bem e tal, faço várias coisas e tal, mas eu quero que as pessoas entendam exatamente isso, talvez até por isso que eu trabalho tanto. Eu quero mostrar que eu mereço, que eu sou esforçado e por isso que eu faço o que eu faço. E o Mauro, você acha que esse foi o momento mais difícil da sua carreira? Disparado, né, velho? Assim, já são esses 39 anos, 36.
Foi e ao mesmo tempo não foi tão difícil quanto parece ser pobre. Dá a morte, porque ele está irreversível.
Por exemplo, eu já chorei Dando outras notícias de morte Eu sou muito chorão Eu choro ouvindo La Solitudine De Laura Pausini Eu tenho um Spotify Eu tenho uma das playlists Que eu faço, eu adoro música Eu gosto mais de música do futebol Eu estou ali entre 1% da população mundial Que mais consome Spotify Eu estou o tempo inteiro ouvindo música Eu faço jogo ouvindo música Eu faço playlist do Spotify Eu faço um monte de coisa É...
Uma das coisas que eu mais gosto é a música E me emociono muito Mas eu do meu pai Eu tô falando com psicanalistas Pessoas que vieram me procurar e terapeutas que me conhecem melhor E gente da minha família Eu tava tão atento ao trabalho Que eu tava falando de alguém De um ídolo, no caso do meu pai
Mas como se fosse, meu Deus, até falei com ele hoje aqui, o Ademir Dagui, querido, amado, divino. Provavelmente, se um... Namentávelmente eu vou ter que dar notícia um dia, eu vou sofrer mais... Embora ele tá tão melhor que eu acho que eu vou partir antes dele. Depois tem que ter quatro, é nove dias mais velho que a minha mãe, mas se bobear vai ser isso.
E assim, vai ser terrível, provavelmente, né? Mesmo que seja uma convalescento, o que se for, né? Meu Deus. Então assim, foi. Não é fácil, evidente que não é fácil, mas às vezes a gente se prepara. E eu acho que nesse aspecto eu entendo que eu honrei.
Que talvez se fosse o contrário, claro, é muito mais difícil para um pai falar de um filho do que do filho do pai. Sim. Mas eu tenho quase certeza que meu pai conseguiria fazer. Tá, meu Deus, né? Foi poupado. Porque é o nosso compromisso com o ofício. E de novo, meu pai, e como a minha mãe e a dona Lucila também me ensinaram, eles não são workaholics, eles são worklovers.
que é um termo que tem que falar e tem que ser usado porque eu não fico doente quando eu não trabalho é raro, ano passado 25 eu fiquei com 12 dias de folga eu fiquei de 7 de junho a 25 de dezembro sem nenhuma folga esse ano por exemplo eu já fiz 3 jogos por 3 emissoras diferentes no mesmo dia e outras coisas, estou escrevendo livro, documentário fazendo muita coisa, produção, a minha loja celebrando casamento, todas essas coisas pizza que agora eu faço também, enfim e de boa e aí
Eu não me... Claro que eu me canso. Mas assim, cansa menos porque eu faço absolutamente o que eu gosto. Ou quase tudo que eu gosto. E é fácil fazer. Ter tesão pra fazer essas coisas. Cara, mas celebrar casamento, tipo, por quê? O que aconteceu? Foi muito divertido, assim. Já alguns anos atrás, já aconteceu, já acontecia. Histórias muito bonitinhas, assim. O cara ia ser pai e ele me pedia. Cara, você faz um texto pra minha filha?
Pra eu ler pra mãe dela, pra fazer um banalógico? O outro cara faz a mesma coisa, só que... Faz uma carta pra...
Vou apresentar pra minha filha quando ela tiver 10 anos. Mauro, me ajude a fazer uma declaração de amor? Eu fazia. É, tá. Ok. Aí chegou um casamento de um casal muito fofo de governador Baladares, que me convidaram pro casamento, mas... Mas era amigo? Não, era espectador. Era espectador, ah. E falou, cara, é o seguinte, pô, você pode vir. Eu falei, não, é sábado à noite, não é perto de São Paulo, tem o jogo sábado, tem o jogo domingo.
Eu posso gravar um vídeo. Eu gravei um vídeo pra eles e foi legal que eu dei pra gravar no palestrante no Alias Park, em dia de jogo. Caraca! Pô, eu gravei um mês antes e mandei pra eles e pô, ficou muito legal na entrada do salão, eles usaram. Enfim. Bom, aí passa o tempo aí a outra pessoa, chegou um casal de uma menina, uma mulher que eu conheci porque o pai dela tinha Alzheimer era palmeirense, eu contei a história e a gente manteve a amizade.
Aí ela conheceu o cara, ficaram noivos, e o cara falou, pô, vamos celebrar, fazer uma coisa diferente. Poxa, não, você tem um Mauro, igual do terceiro, me chamou, bom, legal. Aí logo depois um casal de amigos. Bom, pra resumir, eu só não faço mais casamento, porque casamento é um ano antes. Vocês já viram como foi complicado estar aqui no Road Talks pra ajeitar a sua agenda.
Mas assim, eu comecei a fazer e é muito legal. Assim, meus dois próximos casamentos são duas palmeirenses que vão se casar. E elas vão se casar muito porque o Palmeiras fez com que os preconceitos familiares conseguissem se superar. Legal. Provavelmente o outro casamento vão ser dois corintianos. Ô, louco! E assim, e é muito legal porque assim, são de vários clubes...
Na média tem mais palmeirense, mas não é só palmeirense. O último casamento não tinha nenhum palmeirense. Mas são pessoas que gostam do meu trabalho, souberam que eu estou fazendo casamento e estão me chamando, o meu agente cuida. E, cara, é maravilhoso. Porque, assim, algumas pessoas eu já conhecia. Um pouco mais, um pouco menos. Tem alguns amigos ou pessoas conhecidas que em breve vão casar e já me chamam, vou chamar você e tal.
Mas é muito legal, inclusive o antepenúltimo foi um casamento de um católico com uma judia. Aliás, ele é meu personal trainer agora, um beijo com o Murilo. Então casamentos que você não conseguia teriam que ser com médicos. Então ao invés de ter um celebrante, um juiz de paz, chama um cara que nem eu.
E é muito bacana porque o processo é o seguinte, as pessoas me procuram, eu converso com elas, melhor ainda ser presencial, teve um desses casamentos que tem que ser online porque é um casal brasileiro que mora em Madrid, vieram para casar aqui e voltaram para a Espanha. Mas assim, eu quero conhecer, tal, básico, depois de um bom papo, eu peço para que eles me mandem áudios, contando se quiser texto também, tem alguns que mandaram textos maravilhosos.
Eles contando a história de vida deles, a história como eles se conheceram e tal. E aí eu quero normalmente pai, mãe, amigo, próximo, padrinho, madrinho, primo, irmão. E cara, é de chorar alguns depoimentos, cara. Tem um dos mais lindos, que é o irmão do noivo.
Que ele conta tudo que o noivo, o irmão mais velho dele fez por ele. E que ele diz que o dia mais lindo da vida dele seria exatamente o dia do casamento. Que ia ser o casamento do paixão da vida dele com o irmão. O irmão mais velho. E que só vai ser o segundo melhor dia. Porque vai um dia nascer o filho.
deles e vai ser o... E ele só não sabe se vai ser o melhor dia da vida dele, porque vai ter o dia que ele vai levá-lo pro estádio pra ver futebol. Cara, pro time deles. Então assim, pô, agora falando quase me choro, mas eu lembro de eu estar contando um pouco dessa história. Então, meu, chorava até... Não porque era o texto meu, porque a história é muito bonita. E o que é bacana também, eu combino quase sempre de... quase sempre, não, sempre de ficar pra festa.
Porque normalmente o celebrante tem tantos melhores, mais profissionais, mais profissionais mesmo. Ele celebra e vai embora. Eu quero... Você tá me chamando pra essa honra que é contar a história? Eu vou contar. É como eu sou meio famosinho, o pessoal me gosta, a família é muito divertido. Minha mulher é super festeira, ama casamento. E é muito legal, cara. Eu quase sempre choro nos casamentos. Que legal. Eu celebro. Mas não porque eu que tô fazendo.
Não porque a história é muito bonita e porque eu me emociono porque é um negócio desse. Então, assim, é uma coisa que eu gostaria de ter mais tempo pra poder fazer. Mas o pessoal fala... Eu vou contar.
arranjar mais tempo, cara não, arranjar mais tempo o pessoal até brinca, pô Mauro, você é uma franquia não, eu falo muito rápido, falo pra cacete e escrevo muito rápido, e tem então coisas que me facilitam e que me deixam tendo o possível, me parecendo um podcast ainda mais um tão bonito como o de vocês vocês vão ver isso, mas o trabalho de vocês é muito bacana, é ideia muito legal e que inspira mesmo, eu já fiz outras, várias ações também de inspiração que me gostam muito
Manual de Alto atrapalha aqui. Pô, Mauro, como é que você faz as palestras que estou desenvolvendo agora também? Tem um pouco essa pegada. É que eu sou absurdamente caótico, dá para perceber. Mas assim, mas pô, é muito legal você poder trocar ideia. A gente aprende muito. Hoje mesmo eu participei de um evento como panelista de marketing esportivo. Umas três horas de evento. Pô, aprendi...
Por anos, assim. Porque a gente aprende com meus alunos do futebol interativo, é a mesma coisa. Então, assim, eu me mantenho bastante elétrico. Primeiro que eu quero mostrar que eu tenho mérito para ter o que eu tenho. Sem dúvida. O que eu conquisto, que eu sou esforçado. E graças a Deus, uma coisa que apesar de jornalismo palmeiro, eu tenho. Eu sou super, extremamente bem humorado. É diferente de ser engraçado. Por exemplo, um gênio, tipo o Luiz Fernando Viríssimo, você botava um manual de instrução.
Para ele uma bula de remédio, você morrer de rir.
Mas ele, pessoalmente, era muito chato, até porque, assumidamente, ele é muito tímido. E tem coisas, pessoas brilhantes, são... Eu tenho a felicidade de ser bem-humorado mesmo. Se eu... Percebeu. Aqui, antes... Você está falando bobagem, tudo assim. E, de novo, eu não sou engraçado, eu sou bem-humorado. E eu me sinto, às vezes, até como obrigação de tentar manter esse humor. Em casa, que é o mais importante, mas numa medida de trabalho. E eu saio falando. Saio falando bobagem, às vezes, acerto.
Ô Mauro, deixa eu te fazer uma pergunta Você falou que você chora muito Você já cheirou muito por causa de futebol? Principalmente por causa de Palmeiras Claro, mas seria por causa do Palmeiras Seleceu, chorei em 5 de julho de 82 A derrota no Sarriá
O jogo que eu mais vi na vida, completo 23 vezes para escrever livro, documentário, enfim, eventos. O Palmeiras me fez chorar algumas vezes, e olha que eu vivenciei, eu sobrevivi aos 16 anos da fila de 76 a 93. Mas o Palmeiras me fez chorar muito mais de alegria, de emoção do que de dor. A maior dor que eu tive foi 30 de janeiro de 80, semifinal do Paris 79. O Palmeiras tinha ganhado os três turnos e não foi nem para a final, porque o Corinthians com um gol de canela do Birubiro eliminou o Palmeiras.
Eu tava na casa do meu primo, aniversário dele, meu pai não conseguiu ingresso e tal, a gente foi pra festa, até porque era festa do meu primo, e eu chorei pra cacete, aquele dia que ele ia, foi foda. E do rebaixamento? Chorei muito porque no primeiro, são dois, né? No primeiro rebaixamento de 2002 eu tava na TB Record, comentando o Campeonato Brasileiro, e escrevi a minha coluna pra agora São Paulo, onde tudo começou na Folha da Tarde, como jornalista esportivo em 1990.
E eu tava com o meu filho mais velho no colo Que encasquetou que todos aqueles dias Ele tava vestido de palmeireço Meu filho tinha acabado de fazer 4 anos Ele não sabia e eu também não ia contar O rebaixamento E eu tava escrevendo, eu não tava naquele dia Era o segundo comentário da Record Tava o comentário principal, o queridíssimo Paulo Calçadio, com o Luciano do Vale Não, perdão, com o Nivaldo Prieto na cabine Lá no Barradão, quando o Vitória ganhou do Palmeiras 4x3, o Palmeiras é rebaixado E eu escrevi na coluna pro agora São Paulo
E o meu filho do lado, ele brincando e tal, era o Coelho Sabido, que ele brincava no laptop com a qualidade de 4 anos, ele brincando lá e eu vendo o jogo, vendo o sinal baixinho, porque se a gol era a gol do Vitória no Palmeiras, ele ainda fala Palmeiras rebaixado, acho que meu filho não sabia o que era, mas é negócio. E eu escondendo, mas chorando, escrevendo texto, o meu filho, pô, será que ele vai ver o Palmeiras um dia, que tá aquela merda toda rebaixada e tal.
Então eu chorei, o de 2012 eu tava mais irritado que outra coisa, e foi um pouquinho antes do meu pai morrer, então isso se mistura tudo, né?
E, cara, mas me emociona, assim, então tem alguns vídeos meus, por exemplo, Palmeiras e Flamengo, o 27 de novembro de 2021, lá no Montevidéu, comentando pelo SBT, no final do jogo aparece, eu me filmo, porque eu queria registrar pra mandar pra família, mas ficou bonitinho e tal, que eu me emociono lembrando do meu pai, dois dias depois ia completar nove anos da morte dele. E, pô, imaginando que ele estaria, meu pai não ia conseguir ver, meu pai não conseguia ver mais futebol, de nervosismo e tal.
Ele largou o jornalismo esportivo de tão palmeiras que ele era. Esse foi o motivo. Caramba. E aí eu estava... Tem no YouTube, o próprio Deverson já repostou, porque fizeram uma edição como se foi na hora do gol do Deverson. Não, não foi. Foi no final do jogo. Na hora do gol do Deverson, só pegar no vídeo. Foi até para a CPI, não, porque era aí, mas pegaram um negócio... Coitado da pisada na bola do Andrés Pereira e o Deverson faz o gol e tal.
Eu parei de falar. O Théo José narrou brilhantemente, como sempre, pelo SBT. Esse é o gol.
Ali, eu chorei no gol do Breno Lopes também, que o João ficou parado também pelo SBT no Maracanã. Nossa, esse é doído demais pra mim. Então, eu travei, eu não conseguia falar, por sorte, deu um tempinho, aí eu saí falando, comentando e tal.
Então assim, eu choro muito mais de alegria. Não, o Palmeiras me deu mais alegria. Mas assim, porque às vezes eu fico mais puto do que choro. Mas assim, eu adoro chorar. Às vezes a minha mulher até fica um pouco demais, porque às vezes eu posso não chorar de algumas coisas do dia a dia. Mas choro com música, choro com filme, choro com texto que eu escrevi. Não que seja maravilhoso, mas quando a portuguesa foi rebaixada pra série D, eu escrevi um texto que é pra mim um dos mais bonitos e lembrando da torcida da portuguesa, como é que ia ficar tantos amigos queridos.
E logo depois, por honra, eu também escrevi o livro do Centenário da Portuguesa. Foi uma grande honra para mim. Porque eu escrevi como eu escrevi. Eu fui embaixador do Centenário do Palmeiras. Ok. O Palmeiras é meu time. Você escrever a história do Centenário da Portuguesa. Como eu escrevi a história do Zico. Biografia do Zico. Do Neymar Pai, Neymar Júnior. Vários textos. Eu tenho mais textos de livros do Corinthians do que livros do Palmeiras.
Foram os que eu escrevi. Então, assim, é tudo uma paixão. E tudo é uma grande emoção. Que me faz chorar mesmo.
Ô Mauro, eu sou santista Eu sofro bastante Nós dois somos santistas Só que foi o último Deixa eu te perguntar uma coisa assim A impressão que eu santista tenho É que, por exemplo, você pega a Leila Pra mim, ela é uma Vendo como santista, ok? Uma heroína assim, que tipo, pegou e Levantou muito o Palmeiras Uma heroína, mas enfim, mas é uma boa Presidente Uma briga
Ela não é a melhor pessoa do mundo como ela se acha Mas ela é uma boa presidente Eu queria um pouco essa visão sua Porque eu brinco com alguns amigos palmeirenses Que eu falo assim, cara, se você está achando ruim com ela Manda ela para nós aqui e deixa a gente tocar o negócio Como você encara isso? Você acha que ela é uma boa presidente? Não está sendo? Tem toda essa polêmica envolvida? Você acha que realmente vale Essa polêmica toda? Não vale? Ela é uma excelente presidente Não é melhor que o Paulo Nobre?
Na minha opinião, mas eu sempre deixando claro, o Paulo Nobre é um cara que era meu amigo desde 97, é o cara que eu mais briguei enquanto presidente, e já a gente imaginava, mas a gente continua tendo uma relação. Qual a Leila foi sempre respeitosa, pelo menos eu acho, da minha parte, como a dela também foi. Temos nossas diatribes, sim, dela inclusive...
Alguns projetos que eu apresentei ao Palmeiras, o Palmeiras apresentou que eu iria apresentar e não pude apresentar porque ela vetou. E faz parte do negócio, não tem problema algum. E pra mim até um atestado de, não de idade, mas de independência, né? Eu apresentei cinco banquetes do Palmeiras de quatro presidentes diferentes. Aí a Leila, quando assumiu, nem me convida mais pra banquete, eu não tô aqui chorando, apenas uma constatação, não tem problema algum, tá?
E não é por isso que eu a critico quando acho que tem a criticar. Aí tem bem elogio.
Mas ela acha que só critica, então faz parte do negócio. Ela é muito importante até pela presença da mulher, embora ela agora espertamente, e até com dever pela posição que ela ocupa, ela defende mais a mulher. Mas muitas vezes nas empresas dela não foi necessariamente assim, na própria diretoria do Palmeiras. Mas enfim, ela tem méritos inegáveis, aquela coletiva só de mulheres que não foi ideia dela, mas ela abraçou muito legal.
É muito bacana, se empondere mulheres, mulheres que ganham muito dinheiro, que fazem muito dinheiro.
que tem algumas competências, mas não todas, mas tem atitudes absolutamente deploráveis. A maneira como o Dudu e o Rony saíram do Palmeiras não era o caso. Questões de egos. Dudu, mas tem bem dela. O Palmeiras está muito acima dela e parece que às vezes não. Inclusive o Palmeiras feminino jogava na Libertadores, eu comentava pelo nosso palestra, que é outro projeto que eu ajudei a criar, e ela no meio de um jogo do Palmeiras na Libertadores feminino, ela fez uma entrevista absolutamente deplorável em um momento de campanha, para dizer que se ela deixasse o Palmeiras, o Palmeiras ia voltar à segunda divisão.
Não tem ideia mesmo, não tem ideia mesmo, e não respeita, e não resgata a história como deveria. E desculpa falar, mas por exemplo, teve dois ídolos do Palmeiras que morreram, não tinha ninguém do Palmeiras. E um deles eu tive que fazer o discurso, antes dele ser cremado, e eu levei outro camisa, porque nem camisa levaram, eu levei a camisa da minha loja, aproveitando o Merchan. Aproveitem, a gente pegou o Arena, o Merchan, pegou o Arena ali no Itaí, o Renato Paes de Barros 415, porque o Palmeiras não mandou ninguém.
Eu sei de gente que queria ir, mas não pôde ir porque ela não mandou. Ela só conhece os jogadores que trabalharam com ela no Palmeiras e desconhece que o Dudu, o grande Dudu Palmeiras do século, ainda que tenha tido alguns desgastes, não era pra sair do jeito que foi. Então, eu acho que ela é uma ótima presidente, não é a melhor pessoa do mundo, como ela se acha. E ao não falar isso, ou a falar isso, ela fica cri-cri comigo. E graças a Deus, por enquanto...
A ideia deplorável de um terceiro mandato dela foi arquivada e esperamos que seja. Porque eu sou totalmente contra o continuismo, como foi o de Marcelo Teixeira, como foi o de Mustafa Conturso, como foi o de Juvenal Juvens, como foi o de Eurico Miranda e o de Alberto Dualib. Ganharam muita coisa assim, mas perderam e se perderam pelo continuismo, que eu acho deplorável em qualquer área de atuação, ainda mais. Que pode até ser legal, perdão.
mas não é necessariamente legítimo e nada democrático o seu continuismo. Mas ela é uma ótima presidente do Palmeiras. Só que não é a melhor ser humano do universo, como muitas vezes ela acha. E se você não falar isso, ela vai ficar brava. E, Mauro, o que você acha das safs? Que vem uma coisa que tá crescendo muito, todo mundo falando. Muitas vezes a torcida incentivando a última virar saf, até mesmo por uma questão financeira.
A gente já viu alguns exemplos que dão certo, outros que já não dão tanto, ou dão temporariamente. Já respondeu.
O que você acha do X Salada? Acho muito bom. Do Joaquim, isso é maravilhoso. Esse outro X Salada, não é tão bom. Tem coisa boa, tem coisa ruim. Para momentos falimentares dos clubes, é a melhor saída. Mas depende de quem vem. Se for a 777, mais para um 7 no Vasco, morrou. Talvez seja o que é...
A do John Texer no Botafogo. Pegou o Botafogo de acabar de voltar da Série B, para começar a transformar o time, para quase bater campeão em 2023 antes da hora. Não deu aquela queda, aquele derretimento, aquela sublimação. Passa do estado sólido para o gasoso e perde em 11 rodadas, 14 pontos para o Palmeiras virar campeão em 2023, ser bicampeão.
Mas aí em 24, aquela vitória fantástica contra o Palmeiras no Brasileiro, contra o Palmeiras no Libertadores, contra o Atlético Mineiro, com um a menos em Nunes. É até um dos livros que eu estou escrevendo é sobre esse Botafogo, junto com o querido Brown, com a editora Onze Cultural. Então, assim, mas ao mesmo tempo algumas coisas bastante inexplicáveis do John Texer, inclusive aquela bobagem no Good Game, já a inteligência artificial para dizer que os jogadores estavam, inclusive os jogadores do próprio Botafogo D. Mas, enfim.
Tem casos e casos, tem negócios e negócios. E são bons, de modo geral. Para clubes falamentários, o próprio Cruzeiro, que já teve o primeiro Ronaldo Fenômeno, agora tem o Pedrinha BH, é outra história. Com outro modelo, o arquirrival Atlético Mineiro, com os quatro EGs, agora com a SAF, a SAF do Fortaleza.
Logo depois que virou saf, caiu. Uma série de contingências. Mas olha o que o Fortaleza fez com o Marcelo Pass, que hoje está no Corinthians, como virou história. Então assim, gente competente, atraindo e tendo fidelidade, para usar um termo de corintiano, de lealdade, melhor ainda. Eu defendo muito a Safiel, porque são pessoas sérias.
competentes, absolutamente apaixonados, que tentaram um modelo que se pode até dizer que é utópico, mas pelo menos alguma coisa melhor do que estar devendo 3 bilhões de dólares de reais, como está devendo Corinthians. Então, assim, eu acho que é um dos caminhos, mas não pode ser o único e mais, como qualquer negócio e vocês devem entender melhor do que eu, também, é ideal que você não esteja numa pindaíba.
Pra fazer negócio, você acaba aceitando qualquer coisa. Exato. Mas é um caminho. Tipo o Cruzeiro que foi vendido por 50 milhões e depois o Ronaldo vendeu por 700. Claro que uma casa arrumada, mas como qualquer outro negócio. Mas dentro do possível. E sempre lembrando que o negócio do esporte, às vezes mais negócio do que esporte, sobretudo no futebol, faz cada vez mais parte do negócio.
Então, por exemplo, hoje mesmo a gente está gravando quando o Palmeiras já se imaginava deixar de ser o Allianz Parque para virar três alternativas e já aproveitar para fazer campanha. Parque no Banque, né? É melhor porque no Banque é arena, eu não gosto tanto de arena. E no Banque Parque, você vai pensar primeiro em Allianz Parque. Inverte, porque fica como Parque Atártico, Parque no Banque melhor. Embora o meu voto seria palestra no Banque.
palestra é ginásio esportivo palestra é palestra Itália o estádio era palestra Itália de 1920 ou oficialmente de 1933 até 2010 quando começa a obra da Allianz Parque, da W Torre então eu acho que palestra Nubank era o melhor mas espero que goste pelas opções dadas pelo Nubank e pela W Torre que seja parque Nubank mas só falar, o mais o que eu acho mais sensacional é o Parque Antártica Parque Antártica
Então, cara, porque o Parque Antártico era um negócio fantástico, e assim, era um parque da empresa Antártica, que não era só bebida, tinha banho de porco, aquelas coisas e tal, gelo, enfim. Que era ali do lado, onde hoje é o, evidentemente, ou parece Itália, o estado da W Torre, também do Palmeiras, ali os parques agora, de novo, campanha aberta, parque no banco e tal. De 1891,
O primeiro jogo do futebol no Brasil foi jogado ali no Parque Antártica, o primeiro jogo do futebol organizado, que era do futebol paulista, do país pentacampeão. O jogo foi Colégio Marquês II, Germânia, hoje Sport Club Pinheiros I. O futebol brasileiro começa no Parque Antártica, o que tem a ver com o Palmeiras até então nada, porque o Palestra Itália é fundado 12 anos depois, 1914. A partir de 1917, o Palestra Itália começa a ser um dos que alugam o Parque Antártica.
para jogos. E em 1920, 26 de abril de 1920, compra-se a área com 500 contos de réis das indústrias Matarazzo. Então, assim, tem toda uma história que era do Parque Andártica, que vira a Palestra de Itália, o Jardim Suspense do Palestra de Itália, vira o Línguas Parque, agora o Parque no Banque, enfim. Então, tem o nome Parque, já tem aí, tem toda essa história. Vamos de Parque no Banque.
É melhor. Tem mais a ver com essa história. Galera, vou dar uns recadinhos importantes. A gente tá aqui por um propósito, que é ajudar o Hospital Fabiano de Cristo. Então tem aqui, o Mauro parou o tempo mega disputado dele pra bater esse papo aqui com a gente. Tem todas as informações aqui. Tem o QR Code. Escaneio o QR Code, faço a doação. 5, 10, 15 reais. Ajuda e muito. Cara, a gente consegue doação por cartão de crédito, cartão de débito, Pix e até Bitcoin como forma de doação.
Outras duas coisas importantes, o Hospital Fabiano de Cristo está aceitando voluntários também, se você está querendo fazer alguma ajuda voluntária, eles estão precisando, tem também as informações para você colocar lá como voluntário. E a gente tem uma novidade agora, o canal consegue aceitar assinantes aqui, como um todo do próprio Road Talks, tem a mesma iniciativa.
A gente faz todo o repasse para o hospital. Então ele tem três opções. E a última opção é a mais legal. Se depois de você... É a opção CEO. Se você depois de três meses a galera estiver assinando, a gente vai fazer um sorteio. Quando tiver os entrevistados aqui...
A gente vai chamar uma pessoa para acompanhar aqui os bastidores, poder conversar com os nossos convidados. Então vai ser bem legal essa iniciativa. Faz aí, nos ajude aí com essa mensalidade que vai ser muito incrível. Também agradecer aí a Road Brasil, que é ela que está financiando aqui nosso espaço. A gente não tira dinheiro de doação. Obrigado, Road. Se você tem algum problema de inadimplência, pessoa física ou pessoa jurídica, fala com ele. Se os caras são sensacionais, vão poder te dar uma força muito incrível.
Dados, recados, todos os recadinhos dados. Mauro, eu tenho uma coisa para perguntar para ele, referente assim, cara, Mauro Betting, você por algum acaso não poderia vender o seu sobrenome aí para fazer uma Betting, alguma coisa nesse aspecto? Mauro, alguma, tigrinho, sei lá, algo nesse aspecto, fala para mim.
Vou contar a história. Eu fui o primeiro jornalista a fazer conteúdo para uma casa de Bet, a Sporting Bet. Quando ela começou a parceria com o Sporting Interativo, até foi engraçado o vice-presidente mundial do Sporting Bet. Foi almoçar comigo, o pessoal do Sporting Interativo lá no Porcão, no Rio de Janeiro, o finado Porcão, que era uma grande churrascaria.
E quando eu fui falar com ele em inglês, ele falou Excuse me, let me see your ID. Deixa eu ver sua identidade. Mostrou pra ele o RG. Ele falou, well, you have to work with us. Mauro Betting. Que é um sobrenome anglo-saxon, mas alemão. Já falei Betting alemão. E o nosso até tá escrito errado. Era com dois t's, como é o Betting do Bet de apostar.
E foi divertido, a gente trabalhou um pouquinho, depois alguns anos, coincidentemente, eles foram além, eu fui um dos, não fui assim a merchandising, eu era um garoto propaganda, eu, o Edmundo, o Verdun e o Ronaldo Giovanelli, cada um contando um pouco da sua história e eu era o cara, enfim, da Sporting Bet e Mauro Bet. Tanto é que muita gente até do mercado achava que eu era sócio.
Mas eu não trabalhei ali há tanto tempo. Mas enfim, passou. Eu trabalhei com outras casas agora. Tô até falando agora aqui. Ontem fizemos... Não, ontem em relação ao dia que estamos gravando, né? Mas já até combinamos aqui que vocês estão vendo esse episódio. Então vocês estão vendo, já sabem que agora eu sou Mauro. Agora eu trabalho com a Betfair, que é uma das maiores do mundo. É uma grande honra. Também vai estar junto com a gente no meu canal e do PVC, junto com a AgroContent. Mas sem dar spoiler aqui, que eu não contei pra vocês também.
Vocês vão ter uma brincadeirinha que tem a ver, evidentemente, com o betting, né? E até teve alguns anos atrás um pessoal também, muito bacana, veio falar lá comigo que eles queriam fazer a Mauro Betting mesmo. Eu nem comecei, falei, não, cara, eu já tenho dúvida se eu devo fazer o que eu faço em relação a muitos merchandising, propagandas, mas eu resolvi assumir.
Até porque eu já perdi não só dinheiro, eu perdi empregos Por conta de não fazer merchandising, então eu passei a fazer E de empresas absolutamente sérias E com um astral diferente Como as que eu trabalhei, sobretudo agora A Betfair, eu faço muito conteúdo Então, conteúdo pago, então por exemplo, eu fiz umas campanhas Pra Amstel, sobre Libertadores e História da América Da Libertadores, que se não fosse Amstel Eu não sairia, então assim, cada vez mais Eu faço documentário, eu faço livro Eu faço um monte de coisa, eu faço exposição Fiz museu E aí
ainda estou trabalhando, quero trabalhar ainda mais com o Museu Pelé, já fui curador do Museu da Seleção Brasileira, cara, como qualquer coisa você precisa de dinheiro então você pode ir naquele carro, uma boa então agora eu sou Mauro Betfair Betfair, vocês vão ver a campanha vocês vão entender melhor, é que eu não posso dar mais spoiler aqui, mas em primeira mão estou dizendo para vocês boa, boa, boa
Cara, sabe o que a gente podia fazer? Chamar um dia o Mauro Betting e o Panda Betting. Nossa, já pensou um episódio assim com os dois irmãos e assim uma coisa uma hora e uma outra. Eu vou dizer, é, mas é muito... Não, irmão não é parente. Se já tiveram, você tem a desonra de conhecer o Panda, o Jean-Franco Betting. Ou como diz o Milton Neves, o Turbina Betting. Outra sacada genial daquela tampa de vulcão. Usando ele de compostagem de ideias que é o Milton Neves.
Mas assim, o Panda é brincadeira, o Panda é fantástico. Eu detesto o futebol perto do que ele entende e adora, você conhece? Que eu até brinco, você também deve ser um dos Jean Francos, que são todos esses apaixonados, esses spotters, esses caras de aviação. A gente fala, bom, o cara é fanático do futebol, a gente não é nada perto da turma de aviação.
Claro, tem os esportes de carro, o próprio tema era do pessoal de trem lá no 19. Tem os... Eu adoro, sou alucinado por música, por futebol também. Enfim, cinema eu gosto, não só porque eu trabalho com documentários, mas gosto muito de cinema, caralho, com a sua paixão. Tem gente... Pizza virou uma paixão minha, de comer agora, de fazer. De orquídeas. Tem paixão pra tudo do outro lado e ótimo que tenha. Mas eu, dos malucos que eu conheço e não são poucos, inclusive eu, eu não conheço nada mais alucinado do que esses caras, os apaixonados por aviação.
E que é muito legal, cada vez mais, o pessoal fala, Mauro, você é... Se por acaso é parente do João Mirbet? Eu falo, por acaso não, eles quiseram me ter. Não escolou a cabezinha, não. Eles quiseram me ter. Mas cada vez mais é muito legal. Pô, você é filho do João Mirbet, e ser irmão do Panda. É muito legal, fico muito feliz, porque ele merece. Ela é incrível. Tem um carinho muito grande por ele. É sensacional.
de sapiência, e são questões que envolvem engenharia, física, tudo, né? E ele é absolutamente completo. Então, o conhecimento, ele tem livros também sobre desastres de aviação, né? Ele acontece lamentavelmente os desastres. Na última época que era, quando meu pai estava vivo, meu pai falava, claro, de economia e política, meu irmão, de desastre de aviação em várias empresas de comunicação, algumas que a gente trabalhava e também nas concorrentes, por óbvio, porque ele não era...
contratado por nenhuma, e eu falava de futebol. Então a gente, a família é da tragédia, o pessoal é a pior cidade aérea do Brasil, meu irmão fala da tragédia aérea, meu pai fala da tragédia na economia, eu falo das tragédias do Palmeiras. O Mauro, e agora está chegando uma época, os alucinados de futebol. Opa, a nossa época. A nossa época, a gente fica maluco, quatro jogos por dia, três jogos por dia, está chegando a Copa do Mundo. Qual que está sendo a sua visão referente a essa Copa?
O que você tá achando? Tá otimista, pessimista? Cara, então, como eu falei Eu costumo ser bastante otimista Mesmo palmeirense jornalista E sendo filho da dona Lucila, que sempre acha que vai dar tudo errado Eu fiquei na média, meu pai sempre achava que dava tudo certo E ninguém melhor Ou um tá mais certo ou tá errado É característica, tipo, voltando a falar de pizza Tá, você quer o que? Quero calabresa, você quer muito saarela Quem tá certo?
Ninguém, quem tá errado? Ninguém Questão de gosto, uma série de coisas Assim, pra não ficar tão no muro betting Como eu gosto de ficar Agora
Tem até um quadro do meu canal com o Mauro Betting e PVC, vai ter o Muro Betting. Porque eu acho que como cidadão jornalista a gente tem que subir em cima do muro para ver os vários lados da questão. E eu tenho meus lados definidos. Para quem minimamente me conhece, eu tenho meus lados definidos de política, de música, de cinema. Sou contra o coentro, sou contra a pizza portuguesa.
Algumas coisas eu deixo muito claro, mas ok Mas converso com o outro lado também Então eu fico em cima do muro pra ver os vários lados da questão Ah, isso é fácil? Não, cara, é muito pior Você leva a pedrada de dois lados E eu só por postagens Que eu prefiro dizer que são demais De humanidade do arquiteto político Eu já perdi mais de 200 mil seguidores em redes sociais Aliás, somar
Facebook, Instagram, muito mais, mas enfim Então eu costumo me posicionar Então pra não ser tão murubete, eu tenho falado o seguinte Pra Copa que, vejam no SBT Estaremos lá com o Galvão Bueno e nos outros lugares Que eu trabalho também Eu acho pra ir rapidinho Porque são 48 seleções De um lado vai ter Brasil Enfrentando Portugal, que pra mim vai eliminar A Argentina, a Argentina tá melhor do que tava Mas você não tem um bicampeão do mundo De 62 E dois
Então, não acho que vai ser agora. Então, acho que Portugal passa para a Argentina e vai enfrentar o Brasil numa semifinal. O Brasil vai evoluir. Do outro lado, as duas melhores seleções do mundo para mim hoje. Quem passar é a favorita ao título. França e Espanha, eu acho que passar a Espanha. Acho que a França, que é o melhor futebol deste século, de modo geral, não chega a sua terceira final seguida, que não é um demérito.
Então, para mim, chega a Espanha, que é muito boa e tem um monstro absoluto, que é o Yamal. E numa final, Espanha e Portugal ganha a Espanha. A pessoa vai falar, mas a Espanha não ganha nada. Não, ganhou. Três Eurocopas quase que seguidas, atual campeão da Europa e ganhou a Copa de 2010. Uma Copa pavorosa, mas ganhou. E ganha também agora, eu acho, a Espanha e pode ganhar a Portugal, mas Portugal nunca ganhou. Portugal, é. Por quê?
Aí, da história do esporte, da história do futebol, da história das Copas. Copa em continente neutro.
É meio que aberto para todo mundo. Então, a Espanha também ganhou da Holanda, que também até então, e continua sendo uma não campeã, mas já três vezes vice-campeã do mundo da Holanda. A Espanha também ganhou em 2010, para mim, porque é na África do Sul.
A gente só teve duas vezes na história Países ganhando a Copa Que não era do mesmo continente A exceção desses continentes neutros O Brasil em 58 Na Suécia e a Alemanha em 2014 aqui no Brasil No mais o país do continente ganha Sem contar os donos da casa Então como é um continente neutro? Porque não vai ser o Canadá que vai ser campeão do mundo próprio Não vai ser o México uma seleção ruim
que os Estados Unidos talvez ganhe, porque talvez o Trump faça alguma coisa. O pessoal até fala, porra, será que vai ter, tá o mundo desse jeito, né? Será que vai ter Copa, de repente na cerimônia de inauguração, o Trump não invade o México, aí deleta o Canadá, invade a Groenlândia, não, a FIFA dá um jeito de ter a Copa, pode não ter mundo, a Copa vai ter. Então assim, então não vai ganhar nos Estados Unidos, não vai ganhar...
Os Osnos não vão ganhar, não vai ser o México, não vai ser o Canadá. Então abre mais campo para, de repente, dar Portugal. Mas eu acho que dá Espanha. Espanha sem finalista e o Brasil bem. O Brasil ainda tem a semifinal, está bom demais. Com o Neymar ou sem o Neymar? Estamos gravando hoje no dia 10 de abril. 10 de abril. Tá. É a convocação final de 18 de maio.
Se de 10 de abril até 18 de maio o Neymar jogar mais vezes, jogar melhor do que ter jogado, melhor ritmo, com intensidade, pode estar na lista. Na minha estaria. No Don Tielotti é cada vez mais difícil. Cada vez mais difícil. Não. O Don Tielotti deixou aberto, mas não está sendo porque ele não está conseguindo ter sequência. Com muita dor no coração, e estou falando aqui, eu sou Neymar Zetel, eu junto com o Ivan Moré em 2013 escrevemos a autobiografia do pai dele e dele e tal. Eu gosto demais do Neymar, inclusive como pessoa. Mas eu hoje...
10 de abril eu não levaria. Espero poder ter argumentos para levar para 18 de maio. Mas, ao mesmo tempo, se eventualmente eu convocar, que não importa nada, o que importa é se o Antio Lódi convocar, ele... Claro que eu dou a 10 para ele. Se ele estiver em campo, eu dou a faixa, mas eu não começaria a Copa com o Neymar como titular. Eu usuaria, como acho que o Dunga perdeu a grande chance em 2010 na África do Sul, de usar ele e o Gans.
joga 10, 15, 20 minutos, entra. Até porque, inclusive, o Neymar na Copa, no banco, que se ele for, vai começar no banco, muito provavelmente, começa o jogo. Brasil Barrocos! A câmera da FIFA já mostra o Neymar. Bola sai lateral, Neymar. Pelas pro Brasil, bosta o Neymar.
Gol dos caras, gol do Neymar. Gol nosso, gol do Neymar. Gol da França, outro jogo, mostra o Neymar. Esse é o react do Neymar. É um cara muito diferente. Nesse nível, nesse dia... Partido de 2001, jogadores do Brasil que estrearam no futebol brasileiro de 2001 pra frente, pra mim o Neymar é o melhor de todos. E não só pra mim, mas de quem entende mesmo que é jogador. Eu perguntei no ar e fora do ar pra Jairzinho, Gerson, Tostão, Pelé e Rivelino.
A maior linha de frente da maior equipe de todas do Brasil do 70. Você perguntou individualmente para cada um deles. Para cada um. No ar e fora do ar. Tá. E também no ar e fora do ar para Dorval, Mengal e o Coutinho pela IPF. Vocês bem conhecem a linha de frente do maior time da história do Brasil, da América do Sul. Quem sabe do mundo, o Real Madrid, você pode discutir.
O Neymar jogaria, o Dorval falando no meu lugar Outros Todos falam que o Neymar jogaria Porque ele não é o seu titular absoluto Eu estou falando de duas equipes com o Pelenca Mas o Neymar é esse nível de bola Então vai ser triste, tristíssimo que ele não jogue E eu também defendo essa tese Desde que ele começou tardiamente na seleção Eu levaria ele para a Copa da África do Sul Mas quando ele estreia, junto com a estreia do Mano Menezes Em agosto de 2010 Desde então
O Neymar teve o Oscar, o Felipe Coutinho, Casimiro de volante, Thiago Silva na zaga. O Marcelo nunca conseguiu ser na seleção o que ele era no Real Madrid. Como o próprio Vini e ninguém vem da inferior. Tem o Rafinha que é um baita jogador. Agora, o que é? Tem o Estevam que tem um imenso potencial, como o Hendrick também. Enfim. E aí? Mais ou outro mesmo.
Peguemos, desculpa a digressão, Copa de 30, você tinha Leônidas e Domingos. Copa de 50, você tinha Zizinho, Jair e o artilheiro da Copa, Ademir. Sendo que há uns anos quase que você tinha o Zizinho. A partir daí você vai ter já, a partir de 54, você vai ter Didi e Nilton Santos.
No título de 58, você tinha Didi, que foi o craque da Copa na Suécia, Pelé e Mané começando, Newton Santos, Gilmar na meta e tal. Inclusive, 14 dos de 58 estavam em time campeão de 62. Aí você vai pegar a geração de 70, que ainda com Pelé e a Tostão, e Rivelino, e a Jairzinho, e a Gerson, Dirceu Lopes, que nem foi convocado, Clodoaldo, Carlos Alberto Torres, enfim.
Aliás, nos meus próximos livros eu também estou colaborando com a biografia do Clodoaldo, a queridíssima filha dele é Simone, do Pepe eu estou tentando viabilizar outro livro também, tenho vários caras do Santos que eu amo de paixão, inclusive pessoalmente. Mas vamos lá. Aí nos 70, você pega, e início dos anos 82, Sarriá, é Zico, é Dinamite, é Sócrates, é Tânio Cereso Falcão, né?
Aí depois você pega a Careca, depois a Careca, Bebeto, Romário, a turma de 94. Daí você pega Ronaldo, Ronaldo Gaúcho, o rival do Kaká. Gente, quase toda a seleção brasileira pega do Penta em 2002, a última conquista. Foi para a Copa, Romário, Alex, Jalminha, Elber, Sonny Anderson, Jardel, Emerson Puma, o capitão que estava machucado. Gente, é muita gente ótima.
O Neymar está... Os caras de ótimo nível, o Filipe Coutinho de ótimo nível, mas é muito pouca gente. E ninguém nem perde o Neymar, na minha opinião. Então o Neymar carregou nas costas, não lembro aquela chambada do Sumiga, do Brasil-Colômbia em Fortaleza 2014, quase que sozinho. Então o Tebel é pressionado além da conta. Eu acho que ele está preparado.
Pra essas pressões. Mas tem hora que enche o saco. Talvez até você não consiga ser na seleção, sobretudo em Copa do Mundo. Também por lesões, tudo aquilo que ele é e pode ser. E torço pra que ele ainda venha a ser 26. Legal. Mauro, uma dinâmica rapidinha. Então, já que a gente tava falando de Neymar. Neymar ou Sócrates? Neymar é mais genial. Agora o Sócrates, eu sou muito fã, muito amigo. Não que o Neymar não seja... Até fiz o prefácio do livro do Sócrates, do Tom Cardoso, da biografia. Mas é Neymar. Neymar ou Kaká?
Neymar é mais genial. O Kaká é maravilhoso, o melhor do mundo em 2007, um dos melhores amigos que eu tenho no futebol. O Kaká, eu digo que é o mais europeu atleta nascido no Brasil e sou como elogio mesmo. Adoro o Kaká em todos os sentidos. Mas eu estou indo mais pela genialidade. Eu vou com o Neymar. Neymar é o Rivaldo.
Cara, o Rivaldo foi duas Copas. Ele podia ter ido em 94, mas foi duas. Em 98, porque ele foi vice-campeão em 2002. Em 98, ele foi um dos três melhores jogadores da Copa. Em 2002, ele foi um dos três melhores jogadores da Copa. Na história das Copas, desde 1930, quase ninguém esteve entre os dois melhores. Pera, Pelé e Mané. Mané, sim. Mas o Mané, em 58, ele tá abaixo do Didi e do Pelé.
Pra você ter uma ideia. Em 62, não. Então, assim, é monstro que fez o Rivaldo. A gente encheu o saco dizendo que ele não jogava no Barcelona. Aquela gigantesca bobagem. É porque agora é cada vez mais. Você pega o Gosen Skills no YouTube do Neymar. É muito encantador, cara. Mas é que eu sou muito fã do Rivaldo também. Também, porque foi maravilhoso. Ele tá no time dos sonhos do Palmeiras. Que eu vi, li e ouvi.
Porra, Neymar e Rivaldo, mas eu vou ficar mais com a genialidade do Neymar. Neymar. Neymar ou Ronaldinho? Putz. Cara, você sabe que eu trabalhei também agora nessa série que tá entrando 16 de abril do Ronald Gaúcho da Netflix. Só até suspeito que eu sou um produtor e temos outros projetos com o Ronald Gaúcho. O que a gente tá pensando.
O Ronaldinho me decepcionou demais Não ele que me pensou, mas como atleta em 2006 Não estava bem, pareceu que estava cagando E isso é uma coisa que eu sempre gostei do Neymar Quando ele está mal, ele quer a bola O Ronaldinho não estava legal, meio que esquece Quando ele começa ainda, nem havia estreado no time de cima Eu pergunto para um dos empresários deles, Wagner Ribeiro Eu falo que empresário até faz parte do negócio Dá uma exagerada Eu falei, esse Neymar é o que para você?
Ele falou, cara, você vai achar que eu estou exagerado Eu falei, não Eu falei, não, não
Eu falei, ele dribla como o Ronaldo Gaúcho e faz gols como o Ronaldo Fenômeno. E pra mim...
O Neymar é isso. Ele é o maior artilheiro, vai ser o maior artilheiro absoluto, provavelmente, da seleção. Pelé, Romário, Ronaldo, Zico. Então assim, o Neymar é o Ronaldo Gaúcho. Encantamento, o Ronaldo Gaúcho, pra mim, só jogou menos bola do que o Maradona. Pra mim, o Pelé é de outro planeta. Neste planeta, o Pelé desse planeta é o Messi. Então pra mim, Pelé é fora, ou vai? Pelé, Messi e Maradona. O Ronaldo Gaúcho tá nessa linha do cara que joga bola, mais do que joga futebol.
E meio que desde 2006 o Ronaldinho já não foi mais o mesmo, embora brilhante. Em um dos livros que eu escrevi com o Mário Marro e o Leonardo Bertoz, do Agalo, nós acredito, campeão da América em 2013 com o Cuca. Mas Neymar e o Ronaldo Gaúcho, para o meu time, eu vou querer o Neymar que faz mais gol.
Neymar ou Romário? Putz! Cara, eu vou pegar outra genialidade desse gênio absoluto que é o Romário, gênio minimalista pra jogar e pra falar. O Neymar falava eu não quero jogar bem, eu quero fazer gol. Eu não sou craque, eu sou goleador. E também não treinar aquelas outras coisas. O Neymar e o centroavante como um todo, eu faço digamos goleiro, centroavante e os outros novos posições, que são diferentes. E como o Neymar, o Romário tem esse pensamento,
Eu quase entendo, mas eu vou para Romário pelo seguinte. O Romário nos deu uma copa que o Neymar, infelizmente, não deu gol e acho difícil. E ele era muito genial, Romário. E ele fazia... Como ele só queria fazer gol e fazia, e quando ele queria jogar aqueles...
Aquele jogo de setembro de 93 no Maracanã, os 2x0 no Uruguai. A segunda maior partida que eu vi na vida em campo, que teve em 2006 em Frankfurt, o Zidane contra o Brasil, nas quartas de final do Mundial da Alemanha de 2006. Eu vou ficar com o Romário. Romário Neymar, eu vou ficar com o Romário. Romário e o Zico.
Cara, é Romário, porque... Não é porque o Zico não ganha a Copa. E eu sou muito suspeito, de novo, pra falar, porque eu sou biógrafo e amigo do Zico. E o meu reino de almoço foi assunto envolvendo o Zico. Então, eu sou muito suspeito pra falar. O Romário tem uma relação bastante respeitosa.
Mas que o Zico é amigo, ídolo, amigo de família, enfim, é complicado, é. Mas, qualquer pergunta, Romário e Zico? Isso! Eu ainda vou ficar com o Romário com dor no coração, porque o Zico é um gênio absoluto. Tanto é que na relação que eu fiz para a placar, agora que eu já... Depois que eu publiquei, que foi publicado na placar, edição especial do 100 maiores...
Eu já estou em dúvida com alguns dos meus votos de novo, mas eu vou ficar com o Romário pela Copa de 94. Romário Garrincha? Garrincha. Garrincha é absolutamente de outro planeta, claro, mesmo. Assim como o Pelé é de outro planeta, o Garrincha é de outra coisa. Do saudoso doutor Osmar de Oliveira, meu companheiro de várias emissoras, ele falava até como médico ortopedista uma coisa.
Pode haver outro Pelém, outro universo, ou talvez apareça, tipo Messias, daqui a uns séculos. Mas outro Garrincha nunca mais vai haver, porque a condição congênita que fazia ele ser o atleta que ele era, com os joelhos pra dentro e tal, qualquer médico hoje faz o que não foi feito na época, que é o que imagina em Paulo Grande, onde ele nasceu em 1933, que é uma correção que você consegue fazer. Então não tem mais na humanidade alguém com aquela compreensão.
daquela imperfeição que era absolutamente genial pro drible pra direita o centro gravitacional, o que você quiser falar tentar explicar algo inexplicável que era o Garrincha então o Garrincha não vai ter outro e o que ele fez, sobretudo na Copa de 62 pra mim o Garrincha, eu não lembro agora como é que tá mas depois vocês veem lá na placar ou no meu canal do PVC, tá lá o Garrincha acho que é o quinto maior jogador pra mim da história então é Garrincha
Garrincha ou Ronaldo? É Garrincha, por conta disso. Mas o fenômeno é brincadeira. Até aquela questão Romário e Ronaldo, eu costumava falar Romaldo ou Ronário. Ou você é protegente, com a camisa 9, Ronaldo, com a camisa 11, preferida do baixinho, Romário. Mas eu acho que é o Ronaldo, porque o que o Ronaldo fez, sobretudo em 2002?
Quando ele tem a primeira lesão séria no joelho em novembro de 99. Volta em abril de 2004. Estoura pela Inter contra a Latos na Copa da Itália. E só volta a jogar em fevereiro, março de 2002. E ainda sem saber se era o caso de ir para uma Copa do Mundo. Homem vai lá e faz oito gols. E o Brasil é penta. Eu não veria esse filme na Disney numa sessão da tarde. Um filme da Disney. Roteiro venezuelano com produção mexicana. Porque eu falei, essa está ali.
Eu tive um privilégio de trabalhar com o Ronaldo, na Ronaldo TV, fiz uma série sobre isso, eu falo sempre sobre isso, ele fica muito feliz, eu mais envaidecido ainda. E às vezes ele fala, pô, quando eu tiver uma baixa trova, eu vou te ligar pra você levantar minha bola. Eu falo, você é um fenômeno, velho. É um fenômeno, então assim, ele é brabo, tá? Mas Garrincha e o Ronaldo? Garrincha. Garrincha ou Pelé?
Vou pegar o Gerson, que é um queridíssimo, um dos maiores de todos, um dos melhores amigos que o futebol me deu a honra e a alegria de ter, meu companheiro de TV Bandeirantes também. O Gerson, às vezes... E ele jogou com os dois, né? A gente já jogou na seleção pouco, mas jogou. Jogou no Botafogo.
E jogou contra Uma final de 63 Ele teve que marcar, tentou marcar E o Joberio não teve jeito O Joberio é o Jordamp do Flamengo No show do Caimcha Os 3x0 do Botafogo contra o Flamengo Na final do Carioca O Gerson falava Às vezes Ele preferia o Caimcha O Gerson sabe demais de futebol
De novo O Pelé de Outro Planeta Desse planeta eu quero encher esse gênio Mas eu pego outro gênio que é o Maradona E não só porque na minha loja a gente tem uma coleção oficial Do Maradona, na RetroGol Arena Mas o O Seu Zito, que é quem mais jogou E mais ralhou, mais deu bronca no Pelé Seu Zito falava, e meu querido companheiro de bandeirantes Também na Copa de 98 O Seu Zito
Seu Zito falava, é! Às vezes preencher o saco dele, eu falava, é! Claro que a resposta sempre foi Pelé, né? Sobre o Maradona, eu falava, é! Mas ó!
Maradona jogou só 2% menos que o Pelé. Exquisito, não pôde ver o auge do Messi, né? Mas viu, viu alguma parte, mas não auge, auge mesmo não viu. Então assim, é esse nível de jogador. E pra deixar claro, pra mim o quinto melhor que eu vi é o Gaincho, o quarto é o Cruyff, o terceiro é o Maradona, o segundo é o Messi, primeiro é o Pelé. E de novo, porque Messi não é o Maradona, pra mim o Maradona jogou mais bola talvez até que Pelé. Jogar bola no sentido que pega esse monitor, joga pro Maradona.
E de repente toca de calcário e ele acopla o monitor aqui. O Pelé, se você jogar isso para ele, o Pelé faz gol. É de uma objetividade. E no caso, o Messi e o Maradona é a mesma coisa. O Messi sai driblando todo mundo e faz o gol. O Maradona talvez drible todo mundo e toque para trás, alguém vai lá e faz.
O Messi é muito mais personagem, o que aconteceu no gol do Barrileiro e Tecosmo em 86 contra a Inglaterra, pouco antes o gol da Lamanu de Dios, era 4 anos depois da Guerra das Falklands Malvinas, aquela coisa da LBC Leste dramática, Maradona é mais personagem. Para mim, futebol, quem joga mais futebol é o Messi do que o Maradona, mas o Maradona jogou mais bola talvez até que o Pelé.
Caraca, olha aí. Agora a gente faz... Vamos fazer outra dinâmica mais polêmica agora. Polêmica. Tá? Mauro Betting de jornalista. Tá. Mauro Betting ou Fred Bruno? Cara, eu sou muito suspeito pra falar do Fred Bruno. Bruno e, aliás, o da Atena tem uma frase que minha mãe gosta muito e eu sou obrigado a dizer também.
Que assim, todo mundo gosta de mim. Não é verdade. Mas eu realmente conheço muita gente. Uma das coisas que eu mais gosto de fazer é conexões e passar telefone. Eu quero não ser calado. Inclusive, por isso que eu trabalhei na produção do documentário do Rolando Gouche para a Netflix. Por isso que eu participei da produção do documentário do Flamengo Bicampeão da América. Com a Canal Azul também para a ItBiomax, que eu também trabalho.
Enfim. O Fred eu conheci numa palestra que eu dei para a faculdade dele. Eu não lembro.
mas depois ele com um querido amigo ele me falou, Mauro eu tenho um canal aqui Bora as Quatro Linhas e tal
É que eu tenho um moleque muito legal Tá vindo trabalhar comigo aqui Muito fácil e tal Topa dar entrevista? Claro, como mudou, né? E aí, pô, tem meia hora depois do Mando O programa na Fox Sports, eu fui lá na Fox E aí ele chegou todo meio nervoso e tal O Fred, e falou, pô, você que é lá E agora eu nunca lembro se o quadro se chamava Petecando ou Toca e Me Voa Eu só sei que ele falou, ó, vamos gravar agora o Petecando E aí depois ele falou, toca e me voa Eu falei, não, o cara é o contrário Eu falei, legal, quebrou o gelo, ele errou o nome do próprio quadro e tal
Eu errava o nome do Betting, Betting, no Band Sports, então é normal. Mas tipo, 20 minutos acabou a entrevista, eu peguei e falei, ó, pô, você é muito bom, olha, a Fox Sports tá começando aqui, o canal já tinha dois anos, mas tá começando aqui em São Paulo, por isso que eu vim pra Fox Sports, saí da Band, Band Sports, pra vir pra cá. E é muito legal, porque a gente tá procurando gente pro digital, né? Você é um cara que tem potencial, tá, a princípio não deve ter grana, não, tá, pô, sensacional, é o Fox Sports, trabalhar com você, beleza.
Aí eu mandei lá pra chefia, olha, tem um moleque muito bom, me manda o link depois.
Cagaram. Aí dois anos depois, ele já no Desimpedidos com o queridíssimo outro cracassico, a Bolívia, contrataram, né? Pra Fogs Sport. Aí quando contrataram, eu já tava no Sport Interativo, eu só mandei lá pros meus chefes, ó. E reencaminhei os e-mails. Era bem mais barato se vocês tivessem ido na minha dois anos atrás. Então eu sou muito suspeito pra falar do Fred. Pro amigo meu, de festa, tal. Ele é um fofo, fofo, que é legal.
Eu conheço ele desde a primeira gravação que ele fez pro YouTube. Caramba. Então eu posso dizer que eu conheço esses meninos desde o começo.
E ele é o mesmo cara. Então eu só posso elogiar. Claro, linhas diferentes. Dois palmeirenses muito combatidos pelo palmeireiro. Ah, porque outro dia eu perdi uma aposta pro Van Pétral, Jovem Pan vestir a cabeça do Corinthians. E ele vai. E cada um na sua, mas as circunstâncias são complementares. Ele joga bem para o futebol. Aquele documentário dele jogando futsal, ele é foda. Eu sou muito suspeito. Adoro ele. A família adora ele também. É um cara fantástico.
Mas, digamos, pela versatilidade e pelo tempo de uso, eu ainda ficaria com o Mauro Betting, né? Mauro Betting ou Denilson? Denilson Show. Ah, bom, e aliás, os escritórios do Denilson são aqui no prédio, né? Cara, eu sou muito suspeito, porque eu já trabalhei com 87 jogadores.
Desses 87, uns 10 ou 12, eu liguei para eles e falei que topa esse comentarista, ou um jogo, ou a carreira que alguns abraçaram, sim. E desses 80, desses 15, alguns não fui eu primeiro, mas eles sempre chegaram em mim para trocar ideia, alguns até eu converso. E um dos caras que sempre foi maravilhoso na humildade e sempre...
troca ideia comigo ainda hoje, é o Denilson. Então eu sou muito suspeito pra falar. Ih, o cara é bonitão, o cara jogava pra cara. O Rogério Ceni faz muito mais gol que ele. Uma época a gente jogou no mesmo time na Band, eu era o goleiro, o Ronaldo Jovanera era o centroavante, o Denilson, acho que se eu bobear assim, eu teria feito mais gol com o Denilson. Não é um cara tão legal, velho. É o Denilson show, cara. Ele é show e é uma das pessoas mais legais que o futebol me deu a honra de conhecer e ter amizade.
Denilson Show, então? Denilson Show, faço. Denilson Show ou Benjamin Beck?
O Benja eu conheço há 32 anos. 33. Caraca. O Benja. O Benja, ele conheci na época que ele era diretor de... Não, ele trabalhava no marketing do Corinthians. Pô, ele é muito simpático, tá? A gente virou amigo e tal. E a prima dele é a melhor amiga da mulher do meu irmão. Aham. Pô, e que foi a coisa da minha chefe na PSL. Então a gente tem muitas amizades em comum, uma relação muito boa. A gente trabalhou junto no Lance... C.
é uma band pouco na banda tava tava na Fox quando ele trabalha na banda que eu vou pão com o Neto e trabalhamos na Fox e trabalhamos agora no SBT até recentemente é o adoro Benja pelo seguinte batalhador cara super esforçado muito inteligente
E até por grande mérito, ele não entende porra nenhuma de futebol. Ele teve pessoas maravilhosas na orelha dele para ensinar algumas coisas. Ele entende muito de negócios, de negociação, conhece os caras, conhece tudo, super bem relacionado. É um cara que eu adoro porque ele tem a limitação de entender o futebol. E para mim tem uma gigantesca bobagem que é contra o boxe do boxe, aquela bobagem de futebol raiz, de mimimi. Eu acho que tudo isso eu já falei várias vezes, mas deixar o que é. E a gente sempre briga sobre isso, mas eu adoro ele.
Agora que ele está fazendo o canal do Benjo é muito legal Série C, já fez dois anos de campeonato paraense Outras coisas, então é muito legal Mas eu sempre gosto De cara que gosta de futebol Que não que ele não goste Que seja mais equilibrado e ele só fala de Corinthians E exageradamente A gente tem que falar mais de Corinthians e Flamengo Mas não só de Corinthians e Flamengo E eu não gosto que ele briga Algumas brigas que ele tem exatamente com pessoas que estudam E aí
Não que ele não estude. Ele sabe o poder do estudo. Mas é, futebol é do povo. Isso não é futebol do povo, mas isso ia ser, para mim, populista. Não ia ser popular. Então eu discordo muito, até porque ele teve brigas homéricas com gente que não merece a briga. Gente que quer estudar, quer mostrar um outro lado. E eu não gosto disso aí. Eu não gosto de você minimizar as pessoas que estudam.
Ah, não, futebol não é isso. Não, futebol também é isso. Então, acho que as coisas convivem. Como eu convivo muito bem com ele, mas ele briga com um monte de gente que eu não acho legal. Com um monte de amigos também. Então, assim, pra mim é disparado. É o D.D. no seu show. Então, mas agora, ó, bate pronto. Vai.
Deir Nilson ou Milton Neves? Cara, o Milton, o Milton devo dois anos de salário na Rádio Bandeirantes, né? E é um gênio, porque se o Benja não entende nada, se o Benja é o Ricardo Teixeira do futebol, o Milton Neves é inacreditando, sabe o que é bola, ele não sabe mesmo, ele dormia durante os jogos. É um gênio absoluto de comunicação, Milton Neves. Milton Neves ou Neto?
Milton, aliás, sempre deixando claro, eu tenho uma série de amigos indefensáveis, tá? Você pode falar mal dentro, você vai ter razão, mas é meu amigo. Todos eles são meus amigos, quase todos são indefensáveis. O Neto é gênio, porque o Neto é muito amigo dos amigos, e eu tenho felicidade de ele ser, embora brigue muito comigo, eu brigo com ele também. Mas é muito inimigo dos inimigos. E nisso o Milton Neves é a melhor, porque ele não tem de porra nenhuma no futebol. Milton Neves ou Thiago Leifert.
Cara, eu sempre fico numa situação delicada. Outro dia pro Estadão, eu fiz a lista dos 10 melhores goleiros do Palmeiras, né? Então, por exemplo, eu botei o Diego Cavalieri à frente do Serjão, que é um dos melhores amigos que eu fiz, não só no futebol, na vida. Cara, e no caso do Palmeiras, eu tenho uns 17 goleiros que sou muito amigo deles. Os primeiros eu viraram amigo. Então, fica difícil fazer essas coisas, né? Agora mesmo, numa eleição, fiquei sabendo que a família de uma pessoa de uma dessas eleições ficou muito puta comigo.
Porque imaginava que eu fosse colocar o cara numa situação... A pessoa nessa situação... Cara, não. A pessoa nessa situação é melhor. Em relação a um desses melhores, eu não botei. Mas é normal. Mas eu tenho muito amigo, cara. Então, mas enfim. Então, assim... O Thiago é um gênio, tá? O Thiago... Meu primo Eric estudou com ele. O Thiago, a gente está muito bem. Discorda com umas coisas... Eu concordo com 80% do que eu escrevo, do que eu falo.
E 50% do que eu penso. Então, normal discordar. Mas o Thiago é absolutamente genial, cara. Não é porque trabalha comigo que a gente está muito bem.
Mas Thiago Leifert e Milton Neves é que são completamente diferentes. Sim. Mas eu vou ficar, pela versatilidade, eu vou ficar com o Thiago Leifert. Thiago Leifert ou Renata Fã? Cara, de novo, é uma das melhores amigas que eu fiz. Pô, aí a gente, ela me deu uma oportunidade muito legal no jogo aberto em 2013, antes de, eu já trabalhava com ela, mas me deu uma coluna de área lá.
E eu trabalhava, depois eu fui para a Fox, não pude. Então é uma amiga queridíssima, cara. Eu adoro a Renata. Eu adoro a Renata. Renata, Renata e Thiago Leifert. Mas eu vou de novo pela versatilidade, que é uma coisa que eu falo, que eu quero ser reconhecido pelo esforço, mas algo que de fato eu sou. Eu sou versátil. Você me bota para fazer o debate bola com o Betoné, os Fox Sports Rádio que eu fazia eventualmente, ou linha de passe que eu não pude fazer, porque eu disse dois não usar SPN, quando eu quis dizer sim já não tinha a mesma verba.
Mas enfim, eu acho que eu sou dos pouquíssimos caras que pode trabalhar, aliás, quando eu trabalho em milhões de lugares, pode fazer qualquer tipo de programa. Um pouco mais sério, um pouco mais risonho, um pouco mais zona, 15 horas e tal. Então eu acho que a versatilidade aí pra mim é fundamental. E o Thiago é esse cara versátil. Thiago Leifer ou André Rizek? Cara, o André também eu conheço de muito tempo. A gente trabalhou junto no Lance.
Antes de eu trabalhar no Lance eu já o conhecia. O Crack, Crack, Crack. Um excelente repórter, excelente, muito sério, muito sério. Mas Thiago Leifer. Thiago Leifer ou o Caio Ribeiro?
Cara, o Caio Alba é um cara fantástico também. Mas eu vou pela versatilidade. O Caio é um cara maravilhoso. Todo mundo gosta dele, todo mundo gosta e merece. Que é um cara fantástico e sempre me ajudou muito. Como atleta, também como colega. Thiago Leifert. Thiago Leifert e eu moro César.
O Maurão é um dos caras que eu conheço que mais entende de futebol, um dos dos mais sérios que até extrapolam na seriedade, e que mais defende o que pensa, com uma contundência, tem uma capacidade absurda de gerar likes e deslikes de algo que ele faz muito bem.
mas eu discordo de muitas das posições dele e de novo, discordo muito da briga que ele tem com tudo, às vezes com ele mesmo, tem horas que eu acho que o Mauro vai bloquear ele mesmo vai xingar ele mesmo, então assim, eu acho que ele às vezes extrapola na crítica
Ele coloca, a gente se respeita, a gente se dá bem dentro do possível, já se nos der melhor ou pior, às vezes ele manda indireto, às vezes manda direto, eu mando direto, mas a gente tem uma relação, eu diria, muito boa, porque eu conheço o TB há 23 anos. E me considero amigo dele e fã dele. Mas discordo de muitas coisas, até porque ele briga com muita gente, não é por cooperativa, mas por amizade, por coisas que eu acho que não devia brigar. Mas enfim, cada um com a sua.
E até ele manda as coisas que ele fala, porque esses amiguinhos do Neymar, ou amiguinhos não sei o que lá, eu ainda prefiro ser amiguinho de alguém do que ser inimigão, como o Mauro é. E só para deixar claro, eu não sou daqueles jornalistas, tem muitos que falam, não, porque eu já fui processado não sei quantas vezes, eu falo sempre, fui processado pelo Farah e ganhei. Só não fui processado pelo Nabi Abishedi, porque o advogado dele era meu amigo e como é bom ser amigo.
Ganhei o processo do Mustafa Conturce Ganhei de um outro juiz de direito do processo Não, não foi pra frente E parou o jogo Então, eu também sei Criaram algumas inimizades Pelo menos da outra parte Ah, com detalhe, todos os que me processaram Exceção desse último, eu já conhecia
E passei a me dar melhor depois do processo. Ou durante o processo. Então, pra mim, não tem rancor. Eu acho que, às vezes, o Maurão é muito rancoroso. Mas ele é um baita jornalista. Talvez ele não mereça ser tão criticado como ele é. Porque talvez ele mesmo exagere nas críticas em relação ao outro. Porque ele entende muito do futebol. E de jornalismo também. Muito sério. Mas Thiago Leifert ou... Thiago Leifert. Thiago Leifert. Thiago Leifert ou PVC?
Cara, eu sou sócio do PVC agora no canal do PVC. Nossas mulheres são amigas e ele também se dava bem com a... Ele, a Adriana, a mulher dele, que é maravilhosa também, se dava bem com a mãe dos meus filhos, que é jornalista, a Alê Martins. Mas o Tiago, a gente talvez... Mais pra fim, não posso dar spoiler, a gente pode fazer algumas coisas juntos também, além do que a gente já faz no SBT.
Mas o PVC tem tudo o que precisa ter um jornalista. Não que o Thiago não tenha. Mas assim, a capacidade de estudo, a seriedade, não sei o que lá. E vou voltar no PVC, não porque o PVC trabalha comigo, mas porque o PVC num empate técnico, ultra técnico. Aqui, Thiago Leifert e PVC, é mestre cristiano. Eu sou um mecênico convertido ao cristianismo em Ronaldo. Eu trabalho com os dois. Então, como eu disse, algumas situações meio muro betting. Mas pra mim é fácil. O critério é desempate.
Um é São Paulino, outro é Palmeiras. Então, o último, PVC ou Galvão Bueno? Cara, e agora tenho esse privilégio, já trabalhei com 86 narradores de rádio, TV e internet. Ninguém, provavelmente, trabalhou com tanta gente que esteja hoje no mercado e na história também. Eu, provavelmente, seria o único jornalista esportivo a comentar jogos de Copa do Mundo com Silvio e Luiz, do Seno do Vale.
E Galvão Bueno. Caramba. Outros já trabalharam com eles, mas algum trabalho de repórter ou não trabalha com os três. Eu vou estar em Copa do Mundo, se Deus quiser, pro SBT, com Galvão Bueno em estádios, fazendo jogos do Brasil e tal. Até me arrepia. Cara, eu cresci com esses caras e outros todos desses 86. Eu tenho o privilégio, eu sou meio cordato, ou político, como vocês queiram dizer. De porra, desses 86 narradores, eu ainda tenho contato com todos eles.
Inclusive, um beijo pra ler, filho do Silvio Luiz, que outro dia me mandou uma mensagem pelo celular do pai.
Eu falei, o Silvio é tão louco que de repente ele tá lá no céu mandando um WhatsApp pra mim. Na hora eu falei, é querido. Ele deve estar rindo porque era maravilhoso. E foi meu companheiro do PESC, meu Milton Leite. Agora eu tenho a honra de ir trabalhando junto com o Milton Leite também na XSports. Cara, e eu me dou com todos eles. É muito engraçado, sem citar nomes, que alguns deles não se dão com outros, né? Às vezes alguma manda pro teu amigo lá e sabe que costuma me dar, então tudo bem.
Cara, o Galvão é o Galvão Bueno, né? Assim, agora se você me perguntar, me dá a saia justo. Galvão Bueno ou Luciano Dovalho ou Silvio Luiz? O Silvio Luiz é tipo garrincha, é uma coisa à parte. Galvão e Luciano é Messi e Maradona. O Messi é Cristiano Ronaldo. Você pode dizer que o Galvão é o Pelé. Você também, por outro lado, pode dizer que o Luciano é o Pelé. E eu tive o privilégio da amizade dos dois. O Galvão mais recente é uma amizade mesmo. Até envolvendo esposas e tal.
Assim, é... E de novo, o PVC nunca quis ser narrador. O Galvão foi um ótimo comentário. Se eu comecei a acompanhar ele lá na TV Gazeta, comentaríssima, rapidamente, em três anos, ele já era narrador. Brilhante. Cara, é o Galvão, né, cara? É difícil o Galvão Bueno contra ele. Galvão Bueno e o João Mirbete é complicado trabalhar junto. O Galvão Bueno é o Galvão Bueno, né, cara? O Galvão Bueno é uma grife, não só de vinhos maravilhosos da Bueno Wines, cara.
É, Galvão Bueno é brabo. Galvão Bueno ganhou. Galvão, porque não é porque você vai fazer a Copa. E eu quero dizer também uma coisa que eu falo pra ele, eu falo cada vez mais hoje mesmo, num painel que eu participei, eu estava falando disso. Eu tive o privilégio de ser filho de João Mirbet e acompanhar meu pai até os 74 anos. Tive o privilégio de ser trazido também pelo Luciano Duval pra TV Bandeirantes em fevereiro de 97 e a gente trabalha junto na Bandeirantes, na Record e no Bande Esportes.
A penúltima mulher do Luciano, eu que apresentei, basicamente eu passei o telefone, mas na época era pra ser profissional e acabou roubando, que era uma querida amiga, querida, Luciana Mariano, enfim, até hoje.
Então eu tive o privilégio de conhecer, de saber detalhes da vida, de momentos, dificuldades, inclusive de saúde de eles, de família e tal. Então com isso também eu tenho o privilégio de conhecer, não, um pouco mais, um pouco menos o lado íntimo deles, né? E o Galvão, o Luciano lamentavelmente partiu com 66 anos. Meu pai com 74, o Galvão acho que tá com 75. Eu sei que o meu pai tá mais velho, tem mais idade do que teve. Meu pai e o Luciano.
E claro, meu pai teve a doença que levou, o Galvão, o Luciano teve o ataque cardíaco na Páscoa de 2014, indo pra Uberlândia, ainda trabalhando na Band, meu pai também trabalhava. E o Galvão já entendi, cara. O Galvão vai continuar trabalhando como eu pretendo também me inspirar nele, no meu pai, no Luciano e em outros. Porque assim, o pique que o Galvão tem ainda, ainda não, o pique que o Galvão tem, cara... Ah, mas 75 vai ter, cara. Então assim, é um monstro sagrado. Então tudo isso, o Galvão é o Galvão Bueno.
Mauro, então, para encerrar o nosso papo, última pergunta para quem está nos assistindo e, sem dúvida alguma, te tem como ídolo e que quer em algum momento seguir uma carreira como a sua, qual é a dica que você dá para essa galera que está nos assistindo? Olha, exatamente para trabalhar com futebol com jornalismo, eu gosto de falar tudo e depois procure no futebol interativo a mentoria com Mauro Bet, já fazendo o meu chat também é um negócio muito legal, muito gostoso que eu faço, até porque, por exemplo, eu tenho companheiros de e aí
Ex-Sports, TNT e gente que eu indico pro mercado pra caseta TV que são meus alunos. Mas não é porque eles foram meus alunos. Mas a conexão ajuda. E alguns, como por exemplo o Zé Neto ou o Pedro Cunha já vieram prontos. Estou falando de dois caras que tem menos de 20 anos de idade. Então assim, primeiro, estude e esforce. Esforço. Sempre. Tudo. E eu falo sempre pros 87 jogadores. Cara, se você estudar
Você não vai ter mais jornalista esportivo como eu? Não faça isso. Comenta ele esportivo. Porque vocês vivenciaram algo que a gente nunca pôde vivenciar, nunca teria categoria e esforço para ser de 10 anos de idade e situações muitas vezes muito mais proibitivas do que a minha, para ser jogador.
Foram, é só estudar um pouquinho E não só o Corinthians, o Flamengo Não, estudar o Deportivo Cuenca, qualquer coisa O Shakhtar Donetsk, estuda E vocês vão ser imbatíveis Alguns fizeram isso, poucos, lamentavelmente, mas enfim, segue o jogo Então estude, não estou falando de jornalista Até jogador, está parando e eu fico feliz De conversar com muitos que estão parando agora Que estão querendo, eu tenho semana que vem Vou falar com dois jogadores Sobre isso aí, mas enfim Estude Estude, estude a vida inteira Estude
Ah, já parei, já fiz curso. Faça. Eu fiz curso de arbitragem, que devia fazer novos. Já fiz curso de treinador, devia fazer muito mais. Curso de gestão, curso de um monte de coisa, análise, desempenho. Devia fazer, às vezes por falta de tempo, eu estava dando curso ou fazendo oito trabalhos, doze livros, mesmo essas coisas. Mas ok. Estude o tempo inteiro. Observe, converse, ainda mais no futebol, ainda mais com o YouTube, com o que a gente está aqui, com tudo.
Leia, se informe e a vida inteira. Porque o que valia 10 minutos atrás já não vale daqui a 10 minutos. Ou você pode usar o que aconteceu há 22 minutos como parâmetro. E estude não só o futebol, estude vida, psicologia, fisioterapia, fisiologia, geografia, história, português, eventualmente outras línguas. O problema também é esse hoje. E não só o futebol em outras áreas. Quantas línguas você fala? Quatro. Mas você não sabe nem falar português ou não sabe interpretar. Mas ok. Tudo bem. Então vamos com calma.
Tente só saber interpretar português. E leia. Para você poder ter informação, você precisa ler e observar. E ao ler, você vai desenvolver algo que é fundamental em termos pragmáticos, para arranjar emprego. Escreva para cacete. Bem ou mal, mas aprenda a escrever. Porque escrevendo, você vai estar do lado de cá, você vai estar do lado de lá e vai estar em qualquer lado. Você vai estar produzindo conteúdo. Então, leia para poder escrever.
Então, quanto mais você lê, mais você vai poder escrever e mais campo de trabalho você vai abrir a porta.
Yes, Mauro Betting, galera. O cara é fera demais. Parabéns, cara. Fala pra casa. Valeu, Mauro. Uma história incrível. Parabéns. Só uma coisa. Eu comecei falando isso aqui porque eu ia caminhar contra a história. Rapidinho. Eu era produtor do crítico, do crítico. E um dos cenários era uma biblioteca gigantesca lá na Bandeirantes. E eram livros, a esmagadora maioria era só capinha, porque era isopor. Imagina se eu botar uma biblioteca de mais de mil livros.
A capa era só... Me fugiu a palavra aqui do livro. Da borda do livro, do lado do livro. A capa dura, o capa mole e tal. Que apareceu o nome do livro e tal. E o isopor. Bom, aí tá lá o seu Ulisses Guimarães, doutor da diretas e tal, não sei lá. Ele chega, e a minha função era colocar e ver se tava todo mundo bonitinho, né? Ele chega, mas tá 200 metros de distância. Ele vê daquele jeito o Ulisses. Leva de cabeça pra baixo, Dazar!
Ele viu que o que é pior era a constituição que ele havia promulgado em 88. Caraca! 90, tava de cabeça pra baixo.
que ele conseguiu ver. Então, eu tento ser detalhista, embora não enxergue, não preste atenção, não tem BH muito. Então, na dúvida, tome cuidado, senão o seu Ulisses vai ver que tinha um livro em mil de cabeça para baixo. É isso aí. Galera, não esquece que a gente está com um propósito para ajudar o Hospital Fabiano de Cristo. O Mauro parou o tempo dele para bater esse mega papo aqui com a gente. Nos ajude, faça sua ação, não importa o valor, 5, 10, 15 reais.
Nos ajude com isso. Cartão de crédito, cartão de débito, Pix, e a gente é um podcast moderno, a gente aceita até Bitcoin como forma de doação.
E esse negócio de carcoujo é muito difícil pra mim. Não tem problema. Na descrição do vídeo tem ali também a informação pra você fazer a sua doação. Clicando e ajudando, tá bom? Galera, obrigado. Um forte abraço. Não esquece de curtir esse vídeo, compartilhar e se inscrever nesse canal incrível. Tamo junto. Valeu, Mauro. Um forte abraço. Parabéns, Mauro. Tamo junto. Primeiro lugar, mais do que parabéns. Muito obrigado pelo tempo.
Parabéns pelo trabalho de vocês no hospital. Uma coisa linda. E que outros podcasts, não são podcasts, dentro do que a gente puder fazer, que a gente possa ajudar mais. É isso aí. Sempre ajudar o próximo como todo.
Valeu, galera. Fica com Deus. Obrigado.
Brasil Paralelo
Hospital Fabiano de Cristo