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CONECTANDO INOVAÇÃO E CULTURA: CULTTECH - AcicLabs Cast - Ep. 247

07 de maio de 202618min
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🎙️ AcicLabs Cast #247 | Conectando cultura, inovação e oportunidades com a CultTechNeste episódio, recebemos a CultTech, uma startup que atua conectando pessoas e empresas que inovam no setor da economia criativa e em eventos sociais e culturais.A proposta é clara: usar a tecnologia para aproximar quem cria, produz e investe, fortalecendo o ecossistema e abrindo novas oportunidades de negócio dentro do mercado criativo.Ao longo da conversa, exploramos como essas conexões geram valor, quais os desafios do setor e como a inovação pode impulsionar a cultura de forma estruturada e sustentável.💡 Um episódio para quem quer entender o potencial da economia criativa aliada à tecnologia.▶️ Assista agora!

Participantes neste episódio4
V

Vitor

HostDiretor-geral
R

Ricardo

ConvidadoPublicitário
R

Roderick

Convidado
Y

Yves

ConvidadoProdutora cultural
Assuntos5
  • CultTech e Economia CriativaConexão entre cultura, inovação e oportunidades · Uso de tecnologia para aproximar criadores, produtores e investidores · Fortalecimento do ecossistema criativo · Desafios burocráticos na captação de recursos · Serviços oferecidos pela CultTech (gestão, branding, produção, audiovisual, educação)
  • Intensidade sobre InovaçãoExperiência dos participantes como vencedores · Estrutura e dinâmica do evento · Importância das mentorias para filtrar ideias · Convite para participação em futuras edições
  • Mentalidade EmpreendedoraLidar com múltiplas ideias e priorização · Foco na execução e finalização de projetos · Métodos de organização (papel vs. digital) · A importância de transformar ideias em negócios sustentáveis
  • Editais de Fomento e Leis de IncentivoExperiência em captação de recursos (mais de 20 editais, R$ 400 mil) · Editais da PNAB e LPG · Ampliação para outros campos e editais (ex: Itaipu, Lei Rouanet)
  • NIC - Núcleo da Indústria CriativaPapel do NIC no Paraná · Trabalho de Yves como coordenadora · Convite para episódio futuro sobre o NIC
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Está começando mais uma Ciclabscast, o podcast oficial da Ciclabs.

Salve, salve, minha querida, meu querido, estamos de volta. Seja todos e todos muito bem-vindos e chegamos mais um episódio aqui do Asiclabs Cash com apoio e patrocínio do Cicobi Crédito Capital, que é quem acredita e impulsiona cada ação nossa daqui da Asiclabs. E hoje nós estamos com duas pessoas aqui, mega importantes para nós aqui.

que é a Yves, já já vou pedir para ela se apresentar, muito obrigado Yves por estar conosco, e com o Ricardo também, que está aqui, que nós vamos falar um pouquinho hoje de dois temas, cult e tech, um pouquinho sobre jornada de inovação, vamos falar aí que é um dos nossos cases de sucesso, mas antes eu já quero começar aí passando a primeira pergunta para a Yves, quem que é a Yves?

Olá gente, tudo bom? Eu sou produtora cultural, há mais de 20 anos trabalhando na área da cultura e criatividade. Estou como coordenadora do NIC, o primeiro núcleo da eslice criativa do Paraná, que é aqui da SIC também. E atualmente também é parceira do Ricardo, nós fundamos a Cult Tech, que é uma...

empresa voltada para cultura e tecnologia, que a gente vai falar sobre, que ganhamos o primeiro lugar da segunda jornada de inovação, promovida pelo Núcleo de Inovação e parceria com a Ciclabs do ano passado. Boa, muito obrigado, Ivi, seja bem-vindo aqui e parabéns já de antemão aí para você e para o Ricardo, para todo o time que ganharam aí a segunda edição da jornada aí no primeiro lugar. Quem que é o Ricardo? Ricardo, muito obrigado por estar aqui conosco também.

Olá a todo mundo, eu não tenho muita experiência para falar em áudio, mas vamos lá o que é possível. Eu sou Ricardo, sou publicitário há mais de 20 anos também. Atualmente sou como agente territorial de cultura pelo Ministério da Cultura e tenho trabalhado com produção cultural pelo menos 5 ou 6 anos. Nós dois já passamos em mais de 20 digitais de fomento.

E com a Cult Tech a gente pretende expandir isso muito mais, principalmente com uma ideia de startup. Então é mais ou menos isso. Que bacana, que show. E eu quero colocar agora na mesa aqui o que é a Cult Tech, né? Porque a gente comentou um pouquinho, já já eu vou contar um pouco sobre a jornada de inovação, mas a gente lançou um episódio agora recentemente sobre a jornada de inovação, mas eu quero trazer aqui um pouco o que é a Cult Tech, qual é a dor que essa startup vem resolver aí.

Nós somos uma produtora e também executora e gestora de projetos, sejam eles culturais ou também corporativos de diversas áreas.

E hoje, a partir de qual foi o problema que vocês identificaram, né? E até eu acho que isso, talvez lá na jornada vocês conseguiram levantar isso com muito mais detalhe, assim. Qual foi o problema que vocês identificaram? A dor, melhor dizendo. E hoje vocês estão, depois, para a gente explicar um pouquinho qual que é a solução de fato, assim, como que vocês estão entregando ela hoje.

A dor primeiro é nossa, né, Ricardo? Trabalhando há tanto tempo com cultura e projetos, a gente meio que teve que ir aprendendo aquela frase, né, na marra, fazer as coisas. E aí a gente vê a dificuldade da maioria dos produtores também nessa parte burocrática que envolve muito, né, você participar de editais de fomento. E nos últimos dois anos, a gente está tendo muito investimento do governo na área da cultura com vários editais.

E isso abriu uma demanda muito grande de pessoas tendo que escrever projetos. Então, a gente sempre fala que a maioria dos artistas são muito talentosos, muito bons no que fazem, mas na hora de você executar isso de uma forma mais burocrática, ter a documentação certinha para você, que esses editais exigem, exige um pouco mais de conhecimento técnico mesmo dentro dessa área. E aí a gente, por trabalhar tanto tempo com os nossos próprios projetos, a gente viu que a gente tinha uma habilidade com isso.

Tanto que a gente já, nós dois juntos, somamos aí os 20 editais que o Ricardo falou, que a gente já passou e captou e executou. Então, nós temos competência técnica para fazer, desde a escrita do projeto até a produção em si e a parte final ali de prestação de contas e tudo mais, que também é um processo bem complicado, digamos assim, para quem não entende muito.

E aí a gente viu nessa possibilidade a ideia de a gente montar uma empresa nisso, para prestar consultoria, assessoria e também fazer a gestão e execução de outros projetos, não só os nossos. Então vocês vivenciam o problema na pele mesmo, né? Vocês conseguiram vivenciar esse problema que hoje o empreendedor da cultura, da economia criativa sofre, né? Isso é uma coisa que eu queria trazer um dado. É...

algo que é particular ao empresário da economia criativa ou não? Outros setores enfrentam desafios semelhantes. Quando a gente pensou em solução, que agora que a gente conseguiu colocar o nosso site no ar, a gente colocou, são cinco focos. Na verdade, gestão e formamento de projeto é um dos pilares. Mas também tem criação de marcas e branding específico, produção cultural e eventos, produção de eventos.

cobertura audiovisual, que é toda a parte de produção mesmo, e educação e consultoria criativa, que é a parte de treinamento e curso. E todos esses cinco nichos a gente levantou na jornada mesmo, que desde quando a gente fez aquele coisente, que a gente colocou lá, praticamente todos a gente encaixou no... Tanto é que a consultoria com o Gabriel foi bem legal.

Que, na verdade, até no último ele falou assim, velho, só agora tu começando a entender o que vocês estão fazendo, porque você faz muita coisa. E não é o nosso que... A gente está inventando o Roderick, que realmente a gente já trabalha com isso faz 20 anos fazendo muita coisa. Entendi. E é conseguir colocar isso dentro da plataforma, colocar isso dentro do aplicativo, enfim.

tanto, mas é poder fazer o negócio acontecer, né? Sim, exatamente. Direcionar a energia, tipo. E hoje vocês estão, particularmente, vocês tocam só a CUTTEQ ou vocês têm algum outro projeto que vocês tocam paralelo? Vários. Vários? Vários. Normal, normal, então. Eu acho que esse é o caminho da economia criativa, né?

É porque um projeto, ele demanda de várias parcerias e às vezes esse projeto acaba resultando em outros negócios também porque é uma rede muito ampla, né? E quando você junta um criativo com um criativo, são muitas almas de arte que a gente tem. A gente se chama de ecossistema agora. É ecossistema que está na moda, né? Ecossistema Good Tech. A gente nem começou, já tem 15 marcas, né? Mas é isso, é trabalhar muito nessa lógica, né? Mas a gente pode falar aí, Vitor.

Buscando sempre esse diferencial nosso que a gente tem de conhecer um pouco mais de empreendedorismo, a gente busca realmente que cada projeto nosso seja praticamente uma nova marca lançada. Então, todo evento que a gente faz, todo projeto que a gente pega para tocar, ele acaba se tornando uma marca com potencial maior. Então, às vezes a gente pega o edital...

foca naquele valor no edital para começar o projeto, mas de repente ele já começa a andar sozinho, ele tem possibilidade de virar uma marca em um projeto. E é justamente essa ideia que os fomentos e os editais têm, né? Eles são um impulso inicial ali mesmo de verba para que você comece a testar, executar, fazer MVP, e aí você ter a autonomia de ser um negócio sustentável, você conseguir autogerir ele depois.

E você sabe o que eu queria te perguntar? Quando vocês falam em editais aqui, vocês comentaram que já captaram em mais de 20 editais aí, né? Depois, se vocês quiserem comentar o volume disso em reais e tal, se vocês tiverem esse dado, mas não tem problema. 400 mil. 400 mil reais. Pô, que massa, isso é importante. E eu queria entender um pouco isso, assim, são editais de cultura, lei Rouanet, quais são, assim, os grandes marcos, assim, que vocês têm dentro desse processo?

Esses editais específicos são de cultura, editais principalmente da PNAB e LPG, que foram leis de incentivo que resultaram nesses editais do Ministério da Cultura.

Mas agora a gente está ampliando nossa visão para outros campos de outros tipos de editais. Recentemente a gente, até vai sair o resultado amanhã, do edital que a gente fez para Itaipu, um valor até maior do que o montante que a gente já arrecadou até agora com todos os editais. Então agora a gente se sente com conhecimento técnico suficiente e maturidade, digamos assim, para a gente encarar Leironei e outros projetos que demandam...

muito mais tempo, energia, equipe e outras coisas que precisa pra fazer esses editais. Eu já coloco a Ciclabe à disposição, porque eu sei que tem como usar a Lei Roné, até pra pauta de inovação e tal, é incentivo, né, a cultura de inovação e tudo mais, aí pode contar com um parceiro. Existem leis específicas, não só da cultura, que existem leis específicas da...

Sim, sim, sim. Eu acho que você deve estar muito mais a parte que para... Sim, a gente usa, a gente já captou alguns aí e tal, mas é sempre legal, se a gente conseguir trazer parceiros, é algo que é útil para a gente pensar sempre nesse caminho, né? E hoje, assim, quando a gente olha, queria que vocês comentassem um pouco...

Foi a experiência de vocês enquanto participantes da segunda edição da Jornada de Inovação? Queria que vocês comentassem como foi esse processo, o que vocês vivenciaram, pontos positivos, assim, e desafios também que vocês encontraram dentro dessa jornada.

Pra gente sempre tudo é muito... É muito massa, tudo é bem legal, muito bem feito. Na verdade, me surpreendi bastante, achei muito bem feito, muito bem estruturado. O pessoal que deu as palestras foi... Tem uma dinâmica bem...

Achei bem legal mesmo. E até o pessoal que vocês torceram. O pessoal do hospital, o pessoal do... Da Constel. Da Constel. Achei muito bom. Que bacana. Quando a gente conversa entre nós, faz nossas reuniões, a gente sempre é...

É sempre a nossa frase, muitas alas abertas. A pessoa criativa, né? Ela voa, a gente tem que ir rodando assim, falando, não, pera, o que realmente dá pra fazer? E locais como esse, projetos como esse da jornada faz a gente realmente filtrar as ideias ali. A gente traz tudo e aí as mentorias e todo esse processo ali faz a gente filtrar. Então, era uma ideia que a gente estava tendo. Eu e o Ricardo, a gente se conhece menos de um ano.

Então a gente já mudou pra gente junto, a gente se conheceu no WCD. Vai fazer aniversário agora dia 21. É verdade. Parabéns! Um ano de semana. É de aniversário agora. Agora não, foi de ano. Quando foi o WCD? Foi em 20? Foi.

Abril, abril do ano passado. Porque abril o dia da criatividade. E aí a gente se conheceu fazendo um projeto de criatividade. Aí eu convidei ele para o Nick. Ele entrou no Nick e daí a gente já se inscreveu na jornada. Na minha semana já tem isso aqui. Que legal. E eu acho que isso é um pouco a vida do produtor de conteúdo, da economia criativa, de quem pensa em inovação e quem é criativo, né? Que tem várias abas abertas, né?

E eu queria até que vocês trouxessem, vocês já falaram, então, aí, 20 anos já nessa caminhada, né, olhando a economia criativa e tudo mais. O que vocês diriam, para quem está nos acompanhando aqui agora, que é um cara criativo, é uma pessoa criativa, e tem duas mil abas abertas na cabeça?

como avançar com tanta aba aberta, como vocês fazem, porque agora vocês estão com uma startup, estão avançando, eu sei que está num processo bem legal de maturidade no negócio de vocês, eu queria entender como que dá para fazer isso para um criativo. A gente está até agora pegando discurso. 20%, tem o Pomodoro, todo mundo tem um estudo diferente.

Pra gente funciona, abre essa rapa agora, a demanda é agora, vamos resolver isso agora. A gente nunca descarta nenhuma possibilidade, porque as pessoas, característica em comum de pessoas que são muito criativas, a gente tá a mente trabalhando o tempo todo, né? Você vê uma coisa e dessa coisa você tem milhões de ideias. Então, a...

A ideia é focar em cada ideia de cada vez e ir até o final. Então, vou fazer um edital agora, que nem esse da Itaipu. Então, a gente ficou praticamente um mês concentrado nisso. E aí, assim, qual que é a nossa prioridade? Definir prioridades. Agora a prioridade é essa. Então, beleza, vamos focar nossa concentração, criatividade e energia nisso.

e ir até o final. É importante que a gente trace uma rotina, um caminho, e pegue uma das ideias e execute, termine e entregue, porque aí você vai ter a sensação, não, eu consegui finalizar uma coisa e agora eu posso ir para as outras ideias. Mas tudo sempre fica em stand-by, a gente nunca abandona, sempre tem uma ideia. Eu imagino que vocês devem ter um backlog gigante, assim, depois, olha, eu preciso olhar isso algum dia.

Mas foi o que eu falei pra ela, tipo, quando a gente tava levantando a informação do site, e daí foi assim, ó, Ivi, a gente já se encontrou pessoalmente 35 vezes. Por causa que cada dia eu fui registrando uma foto e o que a gente fez. Cada momento. E daí ela deu uma série de falar, ela falou, tá aqui, ó, tá com foto, o dia, a gente se encontrou cada dia e o que a gente resolveu. Pra mim, tá aqui, ó. Pra mim é lista. Vamos mostrar pra galera como que é a lista do economista.

E o Ricardo, ele é do papel. É papel. Se não for lista, o que eu tô resolvendo um dia, não acontece, tipo. E daí, isso é desde sempre. É por dia, tipo, é por dia. Aí, pra mim, funciona assim. Os outros funcionam online. Pra mim, papel. Pra mim, papel e...

E cumpriu traça, cumpriu traça. Vai riscando ali, senão não avança. Cara, isso é legal, assim, porque muitas pessoas que estão no meio do empreendedorismo, de startup, pode se deparar com esse desafio, né? Pode se deparar um pouco, assim, com essa lógica, pensando muito mais...

talvez são muito mais criativos, que é algo que são propensos. Eu, assim, daria para a gente ficar mais uma hora aqui conversando. Não chega. O Ricardo está ansioso para terminar. Não, obrigado.

parte, sim, é um bate-papo, né? A ideia é que daria pra gente ficar mais uma, duas horas aqui conversando, porque eu acho que tem muito tema pra gente conversar e entender um pouco mais. Quero convidar a Yves num outro momento pra gente falar só sobre o NIC, né? Que é o Núcleo da Indústria Criativa, que eu sei que vocês estão fazendo um trabalho muito bacana lá dentro do Núcleo, e a gente precisa, de repente, conectar mais e fazer isso.

Já fica aí o convite pra gente participar do próximo episódio, pra gente falar só sobre o NIC, porque eu acho que aí tem muita coisa pra gente falar, né?

Quero agradecer imensamente vocês aqui por nos ajudarem, né? Trazerem um pouco do conhecimento de vocês. E eu queria que vocês deixassem aí para, de repente, quem está ouvindo nós e quer participar, de repente, da jornada de inovação e está em dúvida, por que esse cara deve participar, né? De repente, fazer um convite para ele aí, um momento fazendo um jabá sobre a jornada de inovação aí que vocês participaram.

Primeiro é, se você não acredita que realmente é possível você pegar uma ideia e transformar ela em um negócio e você começar com o zero que você tem e ir construindo, é um bom começo para participar. E segundo que quando a gente se coloca em desafio, a gente só aprende. E é isso, a evolução do ser humano é essa, está sempre em conexão, em network, buscar.

coisas diferentes pra fazer, pra gente evoluir em todos os sentidos. Que bacana, já ficou legal. Então, se você tá em dúvida, vem que vai tirar um pouco dessa dúvida aí. Boa. Pra mim, ele já falou tudo, mas eu acho que vale a pena independente de falar, ah, não tem uma ideia, mas só pela de você conseguir direcionar sua energia pra uma ideia em comum, já vale a pena. Só pelos quatro encontros, só pela comida já vale a pena.

só pelo cafezinho já vale a pena já fica a dica porque eu só subi a régua do cafezinho esse ano melhorou só nos coffee breaks já vale a pena já paga o custo já paga o custo

Ricardo, Yves, de fato, muito obrigado. Espero que a gente possa tomar muitos cafezinhos ainda. E quero que vocês contem com a Ciclabs para a gente dar todo o suporte para vocês nesse momento enquanto startup, nesse caminho para buscar auxiliar vocês nesse caminho. O que precisar, levanta a mão, que a gente sempre se ajuda dentro desse processo. Beleza, muito obrigada.

Muito obrigado. E até para aproveitar, sim, né, Ivi, conte sempre com a gente, enquanto ir à Ciclabs, enquanto incubadora, a gente quer apoiar o projeto de vocês mesmo, que estão agora incubados aqui conosco, o novo, aê, a nova startup nossa que é incubada na Ciclabs.

O nosso projeto, a ideia é sempre ajudar vocês dentro dessa caminhada, né? Desde olhar o modelo de negócio de vocês, desde a gente poder explorar cada vez mais, assim, essa parte, ajudar mesmo vocês a transformar isso cada vez mais em um negócio, e um negócio cada vez mais rentável, assim. Espero que fique claro, assim, para vocês, e que vocês possam sempre demandar para nós aqui o que for preciso enquanto incubadora. E pode contar com a gente aí, Ivi e...

e Ricardo Obrigada a gente está super animado Boa, boa e fica aí também o convite quando precisarem aqui a Ciclabs está de portas abertas Fechou? Fechou E assim encerramos mais um episódio aqui do Ciclabs Cast com apoio e patrocínio do Cicobi Crédito Capital Bora! Esse podcast foi apresentado por a Ciclabs a aceleradora e rambo de inovação Assine gratuitamente

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