[Podcast] Antes de tudo | Saciando a fome de Jesus com a nossa obediência #7
O que Jesus espera de nós quando nos chama para obedecer? Em João 21:5-12, vemos os discípulos diante de uma pesca frustrada, até que Jesus aparece e orienta: “Lançai a rede”. A obediência deles trouxe resultado e revelou que, muitas vezes, Jesus não procura apenas aquilo que podemos oferecer, mas um coração disposto a confiar e obedecer.Neste episódio do Podcast Antes de Tudo, vamos refletir sobre como nossa obediência pode ser uma resposta de amor a Jesus e como pequenas atitudes de fé podem fazer parte de algo muito maior que Deus está realizando em nós.João 21:5-12 | Podcast Antes de Tudo #7
- Expectativas humanas vs. desígnios divinos· ReligiaoObediência como resposta de amor·Confiança em Deus·Propósito divino
- Pesca Milagrosa em João 21· ReligiaoFrustração na pesca noturna·Orientação de Jesus·Abundância de peixes·Reconhecimento de Jesus·Pedro se lança ao mar
- Saciar a fome de Deus· ReligiaoDisposição para obedecer·Cuidado de Deus com os obedientes·Superar cansaço e frustração·Ver a ação de Deus
- Comunhão e Provisão de Jesus· ReligiaoCafé da manhã preparado·Entrega dos peixes por Pedro·Celebração e comunhão
- Publicação do livro O Reino das Virtudes· CulturaFrustração com editoras·Foco em propósito, não em dinheiro·Oferta para obra missionária·Publicação virtual e física
Bom dia, rapazinho Jesus! Estamos em mais um podcast. Antes de tudo, gente, eu queria hoje conversar com vocês sobre a fome de Deus. A fome de Deus, ela diz respeito à obediência. E eu queria conversar, testemunhar para vocês uma coisa que marcou a história da minha vida. Definitivamente, se eu vi o Senhor, eu vi naqueles dias. E eu lembro que antes de fazer a publicação do meu primeiro livro, nós já tínhamos buscado de várias formas editoras, e todas as editoras me mandavam feedback fantástico do Reino das Virtudes, mas no fim elas diziam que naquele momento elas não estariam podendo investir uma publicação de um autor que não era conhecido, enfim.
E aquilo gerava uma frustração no meu coração, sabe? Mas porque eu tava buscando, eu acho que da forma errada. Eu acho que eu não tava fazendo a oração certa, né? E eu acho que o foco do meu coração naquele momento tava muito em e vender o livro. E eu sabia que, e eu sei do potencial desse livro, porque como eu gosto de dizer, eu fui caneta, e eu sei que essa história foi Deus quem contou. Mas eu tinha lá no meu coração aquele lado financeiro, sabe, de pensar que, nossa, a venda desse livro pode me trazer uma renda muito boa para minha casa, para minha família.
E eu queria muito que esse livro fosse publicado por uma editora, logicamente. E eu lembro que durante a pandemia eu tava lavando a louça e falando com o Senhor, e eu tava agradecendo a Deus porque naqueles dias de pandemia o Senhor não tava deixando faltar nada. O Senhor tava fazendo com que pessoas comprassem óculos que não saberiam nem quando iriam receber, e de bom grado, né? E a gente ficava assim, meu Deus, como pode isso?
Mas era a mão do Senhor, era o favor do Senhor cuidando de nós. Pagando as nossas contas, suprindo as nossas necessidades. E nós estávamos bem, com saúde, em casa. E eu lembro que eu lavando a louça, eu comecei a louvar o Senhor, agradecendo a Deus. E o Espírito naquele dia bradou e disse: por que você retém? E eu fiquei sem entender. Hã? Eu tô retendo o quê, Senhor? E aí o Senhor começou a me falar que eu estava retendo o livro, né, que ele tinha me dado aquele livro para me dar aquele livro.
Realmente era para obra de Deus aquele momento, e eu tinha que entregar o livro. E não era sobre dinheiro, era sobre propósito. E eu lembro que eu mandei uma mensagem no mesmo dia para o Pastor Eukias contando isso e dizendo que eu queria ofertar O Reino das Virtudes durante 5 anos para obra missionária, para que a igreja fizesse o que quisesse com o livro. Enfim, E assim, gente, o que eu não vivi em 3 anos esperando, né, nos homens, eu vi em semanas confiando em Deus.
Deus começou a mover um projeto em cima do livro Reino das Virtudes e moveu o coração das pessoas. E voluntariamente Deus foi levantando pessoas. E para glória de Deus, o livro foi publicado de forma virtual, de forma física. E quando eu via Deus movendo e Deus fazendo, eu dizia: meu Deus, que coisa extraordinária, Senhor! Como tu tá fazendo as coisas tão rápida, que ia demorar tanto, que me custaria tão caro financeiramente ter isso, e as coisas estão acontecendo de graça?
E o Espírito testificou ao meu coração: você quer me ver? Obedeça. E foi exatamente isso. Eu vi a mão do Senhor enquanto eu obedecia. E aí eu entendi que a fome de Deus tá muito relacionada à obediência, o desejo de Deus, né, para os nossos corações. É uma verdade que a gente sabe. E eu tava fazendo meu devocional aqui no capítulo 21 de João, e quando eu me deparei com esse versículo e o contexto, eu disse, nossa, Deus, é muito sobre isso.
E aí lá no capítulo 21, no versículo 5, vai dizer assim: Jesus lhes perguntou: Filhos, será que vocês têm aí alguma coisa para comer? E eles responderam: Não. Então Jesus disse: Joguem a rede à direita do barco e vocês acharão. Assim fizeram. Já não podiam puxar a rede, tão grande era a quantidade de peixes. E o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: É o Senhor! Simão Pedro, ouvindo que era o Senhor, cingiu-se com a sua túnica, porque tinha tirado a roupa, e lançou-se ao mar.
Os outros discípulos vieram no barquinho puxando a rede com os peixes, porque estavam somente a uns 90 metros da margem. Ao saltarem em terra, viram ali umas brasas com peixe por cima, e também havia pão. Jesus lhes disse: Tragam alguns dos peixes que vocês acabaram de pegar. Simão Pedro entregou, entrou no barco e arrastou a rede para a terra. A rede estava cheia com 153 grandes peixes. E mesmo sendo tantos peixes, a rede não se rompeu.
E Jesus disse a eles: Venham comer. Todo esse contexto, né, que envolve Pedro negar Jesus 3 vezes e depois o Senhor chamar, esse tempo de afirmação 3 vezes, ele é muito forte, fala muito conosco em muitos aspectos. Mas eu tento entrar nessa história e imaginar ali os discípulos estão entre um misto de sentimento de tristeza e de consolação, de milagre, de dependência, de necessidade. Eu acho que tá tudo misturado no coração deles.
O mestre tá ali, mas não tá mais ali, né? Ele ressuscitou, eles já viram o Mestre, eles já sabem que o Mestre está entre eles, mas não está entre eles como ele estava antes, não. Agora de uma forma diferente. E a palavra diz que Pedro decide voltar a pescar. Eu vou pescar, as coisas estão muito nebulosas, eu não sei o que vai acontecer, meu coração tá triste porque eu frustrei o meu mestre, eu deveria amá-lo, eu deveria protegê-lo, eu disse que daria a minha vida por ele, na primeira oportunidade eu neguei ele 3 vezes, eu falhei, eu sou um fracasso, eu não sou um discípulo, não fui legal com Jesus, definitivamente.
E aí ele decide voltar a fazer o que fazia antes: eu vou pescar, vou voltar para minha vida, E eu não sei se eu tô apto a viver essa missão que ele me pediu, não. E os discípulos olham para ele e dizem: é, pô, então a gente vai pescar contigo também. E a Bíblia vai dizer que eles passaram ali a noite toda pescando e não pegaram nada. E eles já estão ali na margem, né, já voltaram cansados, frustrados, desanimados. Mais uma vez, né?
Não era a primeira vez que isso acontecia, já tinha acontecido antes. Esse encontro já tinha acontecido, esse milagre já tinha acontecido, era algo que não era novo, mas que eles já não lembravam com tanta firmeza. E a palavra vai dizer que eles já estão quase ali perto de ancorar seus barcos quando eles veem um homem na praia. E o homem pergunta para eles: ei, Vocês têm alguma coisa de comer aí? E eles respondem na sua frustração: nós não temos nada, não pescamos nada.
E o homem dá a ordem que ele deu antes e diz: lancem a rede. E a palavra vai dizer que naquele rasinho eles enchem a rede de 150 grandes peixes. É um milagre, porque grande peixe ninguém pesca no raso, só pesca em águas profundas. É um milagre eles lançarem a rede e a rede encher. E João reconhece logo, lembra logo do que já tinha sido vivido antes e diz: é o mestre, é o mestre! E Pedro, na sua emoção, se joga no mar e vai ao encontro de Jesus.
Mas é isso que eu acho interessante, sabe? Que a palavra vai dizer que Jesus pergunta para eles se eles têm algo de comer, mas quando Pedro chega, a comida já tá pronta. Jesus já tinha preparado o peixe, já tinha preparado o pão. E isso me faz lembrar e pensar de que quando nós estamos dispostos a obedecer, quando nós estamos dispostos a saciar a fome do Senhor, Ele cuida da gente e vai de encontro às nossas necessidades. Eles estavam cansados, os discípulos estavam com fome, a noite tinha sido difícil.
E aí, quando eles chegam, o café já tá pronto, o mestre já tinha preparado o pão e o peixe. Eles não iam ter trabalho porque o Senhor tava cuidando das necessidades deles. Enquanto eles obedeceram na busca de satisfazer a necessidade e o desejo do seu Senhor. E aí a palavra vai dizer que quando eles chegam, por mais que o peixe já esteja pronto, a refeição já tá pronta, mas mesmo assim Jesus pede: tragam dos peixes que vocês pescaram E Pedro vai e não entrega um peixe, ele oferta a rede inteira, ele oferta os 150 peixes.
Senhor, não é só um pouquinho não que eu quero te dar, eu quero te dar tudo, porque tudo é teu. Se não fosse a tua palavra, se não fosse o teu milagre, se não fosse a tua ação, eu não teria pescado nenhum peixe sequer. E aqui existem 150, e tá aqui todos os 150 peixes. Eu dedico ao Senhor, eles são seus. E eu creio que esse momento foi um momento de celebração, momento de comunhão, né? Como tantos momentos gostosos de comunhão, a gente tem a mesa, né, com os nossos familiares, com os nossos amigos.
Mas isso me falou mais uma vez ao coração sobre saciar a fome de Deus de obedecer. Será se nós temos, tipo, enfrentado as diversidades e cumprido ou satisfeito o desejo e o pedido do mestre? Eles estavam cansados, eles poderiam: não, não, meu senhor. Já que eles não reconheciam, né? Não, meu senhor, eu não pesquei nada não, eu tô cansado e a gente já tá aqui na margem do rio já. Do mar, não vai conseguir pescar mais muita coisa aqui não.
Deixa para outro dia, hoje não, hoje eu tô cansado. Eles não desistiram, eles continuaram mesmo frustrados e mesmo cansados, continuaram obedecendo. E o fruto dessa obediência alimentou a vontade do Mestre e alimentou também a necessidade física dos seus corações, trouxe cura às suas dores emocionais, trouxe cura à sua culpa, no caso de Pedro, porque depois Jesus vai reafirmar sobre a vida dele, o seu chamado, o seu ministério, e ele vai afirmar que ele ama o Senhor.
E muitas vezes os nossos olhos estão só nas nossas dificuldades, no momento difícil, na nossa pouca força, no nosso cansaço, nas nossas tristezas, nas nossas frustrações. E nós paramos de ouvir o mestre e reconhecê-lo, mesmo à distância. E nós temos que ter muito cuidado, porque nós o veremos se nós obedecermos. Nós veremos seus atos poderosos, nós veremos a sua ação, nós veremos a sua provisão, nós veremos milagres, nós veremos o Senhor se nós obedecermos o seu chamado.
E hoje o Senhor pergunta para você: Você tem alguma coisa para alimentar o meu coração? Aonde você precisa obedecer que você ainda não obedeceu? Vamos saciar a fome de Deus por obediência. Vamos orar. Pai amado e querido, nós honramos o teu nome e te agradecemos por mais um podcast, por mais um momento, por mais um devocional. Nosso coração possa estar disposto a te obedecer, a te honrar, a louvar o teu nome. Tira os nossos olhos das nossas fraquezas, das nossas adversidades, Senhor, dos dias maus, e coloca os nossos olhos em ti, Senhor.
Coloca o nosso coração e os nossos ouvidos para satisfazer o desejo do teu coração, Senhor, para satisfazer a fome e a sede que existe em ti, Senhor. De obedecer, de ganhar almas, de viver para o teu reino, de satisfazer o teu coração. Possamos nos encontrar satisfeitos, que assim como o Pedro possamos nos lançar, Senhor, te encontrar, te abraçar e te entregar, te dedicar tudo aquilo que tu tem trazido às nossas mãos. Não só um peixe, não só um momento, Mas tudo que temos e tudo que somos, que tudo seja para o louvor da tua glória. Em nome de Jesus, amém. Até o nosso próximo encontro aqui no ACD.