ANA PRETA e LIVIA CRUZ - Gringos Podcast #406
ANA PRETA e LIVIA CRUZ - Gringos Podcast #406
CONVIDADA DE HOJE:ANA PRETA : @OFICIALANAPRETA / oficialanapreta LIVIA CRUZ : @liviacruzh2 / liviacruzh2 Segue a gente:Canal de Cortes: / @cortesgringos Gringos no Insta: / podcastgringos Gringos no Tik Tok: / gringospodcast Anfitriões: @neygringos | @erickjay
- Lançamento "Rap Nacional"Ana Preta · Lívia Cruz · Maximus Beats · Queen Latifah · UNI2Y · Beat internacional · União · Letra da música · Nome da faixa "Carteirada Máxima" · Rap Nacional
- Questões de raça e representatividade no rapAna Preta · Lívia Cruz · Dexter · Queen Latifah · Rap Nacional · Intercâmbio de gerações · Homenagem · Música brasileira
- Documentário "O Melhor Está Por Vir"Lívia Cruz · KL Jay · Max Beo · Auri · Alice Oura · Emissário · Drica · Taíde · Malena Ibanez · Beca · Bia · Gui Massago · Rap Nacional · Hip Hop · História da música · Memória · Carreira artística · Muito Mais Amor (álbum)
Salve, salve, muito boa noite, começando mais um Gringos Podcast. Sejam todos e todas bem-vindos, eu sou o Ney. Boa noite, Jereck e Jay. Boa noite, Ney, boa noite a todos. Sejam bem-vindos ao Gringos Podcast, episódio 46, é isso? Isso. 406, lembrando que estamos em todas as plataformas digitais da sua preferência, então corre lá, não tem para onde correr, aliás. É isso. Está na concorrência, está em todo lugar. Muito obrigado, audiência de todos.
Lembrando que ainda dá tempo de mandar pergunta para as nossas convidadas de hoje. Inclusive, Eric J, tem uma caixinha de perguntas lá no Instagram, viu? Pode chegar lá que se não estiver seguindo a gente também, por favor, já siga o Gringos Podcast lá no Instagram. Inclusive, chegaram várias perguntas já, viu? Sim, sim. Já chegaram várias perguntas. Então dá tempo de mandar as perguntas, corre lá ainda, né? Sim. Só não manda pergunta quando estiver no final já. Subir as letras.
Sobri nas letras. Já liga na TV de plasma. Já liga no estúdio. Da onde você estiver. No busão, no trem, no avião. Onde você estiver ouvindo a gente. Obrigado pela audiência de todos. E antes da gente começar a aula. Já espalha nos grupos também. Já vamos começar antes. Eu nem vou dar um recadinho.
Boa, vamos agradecer antes de mais nada a Manus Caps, quem quiser fazer bonés personalizados, camisetas, artigos em geral, pode entrar em contato com a Manus Caps ali no Instagram, chama no inbox lá, fala que viu aqui no Gringos, o pessoal vai dar atenção, inclusive em breve chegará os novos bonés aqui do Gringos Podcast, aqui para os nossos membros, seja membro também do Gringos Podcast, quem quiser adquirir também, terá no site aqui da Gringos os bonés, beleza? Muito obrigado Manus Caps, que está sempre com a gente aí.
Eric, como a gente já falou, tem uma caixinha de perguntas ali no Instagram. Pode ir lá, fiquem à vontade. Quem quiser mandar o superchat também, fiquem à vontade também. Pode mandar o superchat, faça sua pergunta. Quem quiser mandar por Pix também, tá? O número do Pix é o 9...
11, né? 947458865. Mandando no pique, já manda a pergunta junto, tá bom? Para as nossas convidadas de hoje. Lembrando também que qualquer valor que você mandar, você vai estar concorrendo a uma entrada no Encontro das Tribos, que será no final do ano, né? 14 de 11, é isso, Bandir?
isso aí, né? vai ir uma caravana do Grings Podcast até lá, enfim então vai estar concorrendo a uma entrada 0800 VIP no Encontro das Tribos então você já põe na sua agenda aí que tá longe, né? Mas você não vai pagar nada, tá? quem mandar pergunta pode ser o sorteado ou a sorteada do episódio de hoje tá bom?
É isso, DJ, Eric, DJ. Você pôs na tela aí o Encontro das Trígios? Sim, sim. Pôs na tela o pessoal ver? Lembrando, pessoal, isso. Boa noite, Bandinho. Tem Matue, tem BK, tem trocentas pessoas. Vai ter um monte de gente. Boa noite, Bandinho. Esqueci muito a boa noite, Bandinho. Boa noite. Então eu tô empolgado, que hoje a gente vai passar uma estreia aqui, então eu tô meio empolgado. Tá, Bandinho, tá. Vamos que vamos, que a semana é quente, hein?
bastante quente. Você quer falar já? Deixa eu só dar um, da vez que você lembrou essa semana no sábado, pessoal que já tá chegando aí sábado aqui na Grinhos a gente vai tá fazendo o lançamento do CD da Lauren Lauren Priscila que ela fez um CD físico então teremos uma tarde de autógrafo aqui no sábado, a partir das 14 horas tá bom?
e ela vai dar uma, fazer uma canjinha desse álbum aí que tá pesadão, vai ter um pocket show, tá bom? Então, pessoal que vir retirar, tirar uma foto, enfim, comprar o CD, ainda vai ter esse pocket show aí, Eric D. Legal, legal. Beleza? Legal.
Então é isso, já põe na sua agenda aí, sábado agora aqui na Gringos, tá? A partir das 14 horas. Lembrando que ela também cola aqui essa semana, que dia, né? E quarta-feira ela vai estar no podcast também falando desse disco aí também, essa semana a gente vai ter uma maratona aqui no Gringos. E sexta, quem cola sexta? Sexta também vai ter o André Ramiro. André Ramiro. Que é o ator lá do Tropa de Elite e ele também é rapper, inclusive tá com um trabalho novo também e ele vai estar aqui no Gringos também falando sobre.
Semana especial, que semana incrível, hein? Esses dois e mais as duas de hoje, hein? É começam com. Vocês vão falar aí, vão dar os adjetivos e vamos que vamos. Mais tralando, hein? Mais tralando. Olha aqui, Jay. É adjetivo já?
Já são sócias Inclusive tem programa das duas Solo Então As nossas convidadas de hoje Estão com um lançamento Estão com um videoclipe Enfim, nós vamos trocar ideia com elas Porque tem muitas coisas novas Vindo desse projeto Que espero que virem um vinil, né Ney? Com certeza
vai virar CD é fácil, eu tô falando vinil porque vinil é difícil, né CD também é muito importante eu assisti o videoclipe, escutei a música tá muito legal, lançamento exclusivo, tem exclusivo aí? foi na tela que dá trabalho dá trabalho? o último que fazer, isso não tá mais aqui melhor não ficar colocando deixa quieto já foi pro plano melhor ele, então não é bom ficar colocando exclusivo não anyway, anyway
Ana Preta, boa noite. Boa noite, senhoras e senhores. Lívia Cruz, boa noite.
Boa noite, senhores e senhoras. Arraseada e mulherada. É, isso mesmo. Muito obrigado mais uma vez pela presença de vocês no nosso humilde underground... Gringos Podcast. Arrojado gringo podcast, né, Neck? Isso. Muito obrigado pela presença de vocês. Vamos falar hoje, antes de nós falarmos de lançamento, tem uns brindes, um mimo, né? Tem uns mimos.
Mimo pras duas aqui. Os convidados é muito mimados. Ai, gente, jura. Ai, meu amigo. O meu ser tal, meu. Agradecer o Airbase, que é o membro do Gringos Podcast. Ele faz as canecas pras nossas e pros nossos convidados. Hoje ele fez especial por conta do... Tchim, tchim.
do lançamento, que é o Rap Nacional. Então, quem quiser fazer caneca personalizada, também pode chamar o... Eu ia falar Vandinho. Chama o Airbase no Instagram. Pode chamar o Vandinho. O Vandinho indica ele. Essa semana já chegaram três aqui que eu indiquei. Foi o Vandinho que indicou. Chame o Vandinho ou o Airbase. Arroba Airbase BR no Instagram. Obrigado, Airbase.
amei, obrigado a Herbês e aqui também temos o voucher de 500 pratas lá do Bronx, não sei se vocês já foram lá a gente vai fazer nossa tatuagem de Mignes agora novamente agora deixa eu falar, da outra vez eu não utilizei, posso montar daquela? dá um barão, entendeu? dá um barão prepara aí, Bronx
o meu voucher tá no vídeo de três anos atrás leva um corte lá Ana vale mil da Ana você pode ver o Olívio o meu também tá dobrado tá com juros tá com juros
Não, mas eu tô devendo essa visita pro Bronx mesmo. Vamos lá, amiga. Da hora. Da hora demais. Vamos as duas agora. Sim, vamos lá fazer a tatuagem de rap nacional. Isso. E quem quiser conhecer o trampo do Bronx, arroba bronxtatua no Instagram. Ok? Obrigado, Bronx. Valeu. Da hora. Você é louco. Falando em rap nacional, tem lançamento, né? Tem. Nívia, Ana, tem lançamento?
Sim. A primeira coisa, como é que foi? Rolou essa junção de vocês duas? Como é que foi? Eu sei que vocês já tinham contato faz um tempo, mas como é que rolou essa junção e a parada de vamos fazer uma parada junto? Vamos lançar um disco, uma música, um clipe junto? Como é que foi? Como é que rolou os bastidores para nós? Você conta?
A gente começa de trás pra frente ou de frente pra trás? De trás pra frente. De trás pra frente, então. Recentemente a gente tem feito, a gente tá desenvolvendo um projeto juntas. E numa das apresentações, fazendo clássicos do rap nacional. Ah, que legal.
É, e aí, numa das apresentações, a gente teve a ideia de usar o beat da UNI2Y, da... Quilatifa. Quilatifa, é isso. Boa. E aí, na vibe da melodia, a gente começou a cantar. Rap nacional. Aí, ó. E aí, a gente fez essa no show ao vivo e tal. Isso funcionou super. A galera veio com a gente. Sim. Fui na Black Luxury. Sim. O bailão Black, lindo, incrível. Inclusive, você tem que tocar lá, viu? Olha que dia.
Preciso, né? Alex, vamos chamar o Eric J, hein, gente? Por favor, por favor. A balada mais black de São Paulo precisa ter o number one. Muito louca. Aqui a dica, continue. E aí a gente ficou nessa energia, nessa empolgação, e aí acho que na mesma semana a gente já falou, vamos pro estúdio, vamos criar esse som. Aí a gente deu um salve no Maximus Beats, e aí ele já chegou com aquele beatzão, que ele é um gênio, né? Você é louco, o Max é monstro, monstro. Monstro.
E aí foi isso, acho que em duas semanas depois do show da Black Luxury a gente tava no estúdio e agora estamos obcecadas. Não, é muito louco porque essa música todo mundo, geralmente a gente acaba mostrando a música nos bastidores pras pessoas, né?
E aí, geralmente, ah, legal, muito bom, não sei o quê, né? Óbvio que ninguém vai falar na sua cara assim, ah, não gostei. Mas, enfim, essas, assim, as pessoas não deixam de falar. Elas querem falar e pontuar e dizer. Se não gostam, falam, ah, legal, né? Pra não deixar a pessoa ali chateada. Mas essas pessoas não poupam adjetivos, assim. Tipo, não, que bom, que legal, nossa, me lembra. Às vezes a pessoa não lembra aqui, né, da referência. Isso. Me lembra uma sonoridade antiga, não sei o quê, não sei o quê, né, né?
E aí tá sendo bem especial. Tem isso das pessoas comentarem, mas você vê a reação, você vê o brilhinho quando a pessoa curte o som. E aí falando da referência também, a gente começou a fazer os hits do Rap Nacional e foi essa a grande inspiração. Mas trazendo a Queen Latifah também, a gente fala de união. A gente trouxe esse rolê da união, o E-Night Y.
E esse clássico, né, que é inspiração pra nós, acho que desde o começo e tal. Então isso deu um norte também na hora de criar a letra. Sim. E a música é muito pra cima, é muito boa. Inclusive, parabenizá-las, porque vocês fizeram uma apresentação na última São Bento que teve.
E foi sensacional, levantou o público lá, foi bem legal. Eu fiquei com receio de cantar rap nacional na São Bento, que é o berço do hip hop, da dança. Falei, será que vai dar certo? Desculpa, Tati. Não, perfeito. E aí foi muito legal, assim, eu fiquei... Tá.
É, porque a gente sabe que o público de São Paulo, vamos dizer assim, para usar um bom adjetivo, é muito criterioso, né? Sim, sim. As pessoas prestam muita atenção e tal, e às vezes eu já acho um sucesso quando as pessoas estão quietinhas te olhando. Sim, sim.
porque tão prestando atenção às vezes, é nem isso, a gente atinge, alcança. E aí, realmente, aconteceu isso, foi vibe, levantou, e é muito emocionante, né? Na São Bento. Esse beat aí também, o Max acertou na veia, né? Diga-se de passagem. E o refrão também, vocês usaram, tiveram a ideia de usar a Queen Latif ali, mas um rap nacional também foi...
Tipo assim, chiclete, né? Todo mundo que tava lá, todo mundo ficou né? Happy nacional. Não, e agradecer também ao Thaís que deu espaço pra gente. Foi tipo assim, de última hora. Eu tava indo com ele, a Lívia falou que talvez iria. Aí daqui a pouco ele fala assim então, por que vocês não cantam a música? Eu falei, porque a gente não combinou nada. Ele, ah, vê com a Lívia se ela consegue chegar. A Lívia deu um jeito, tava em outra situação. Conseguiu chegar e deu certo. Deu certo. Cronometrado.
na hora do show foi massa demais muito bom muito legal vocês já tinham ideia de fazer em cima da Cunativa ou não?
Nasceu do clássico do rap nacional. Sim. A gente, tudo bem que essa batida, ela é da Queen Latifah, não é do rap nacional, mas essa era o único beat internacional que a gente fez, né, gringo. E aí a gente falou, vamos cantar alguma coisa em cima. E aí a melodia veio muito, rap nacional, rap nacional. E foi até a última música que a gente cantou no show. E o povo veio, assim, na hora que a gente mandou, rap nacional.
Aí depois a gente foi fazendo uma análise e falou, nossa, você viu que o povo veio? Ela falou, é, não, realmente. Falei, e dá certo. Aí o Max falou, vou produzir alguma coisa, aí produziu, aí ele mandou a batida, a gente já, tipo, é isso. Sabe como era pra ser? Do jeito que foi? Muito lucro isso.
Legal, o resultado já está sendo muito positivo, né? Sim. Está bem, né? Nossa, imagina. É igual a Lívia falou aqui, que em São Paulo tem uma galera do rap meia fria, assim, né? Criteriosa. Criteriosa. Criteriosa, né? Uma ótima palavra. Fala, fala. Vamos ver qual que é. Deixa eu ver se é isso mesmo. Tá ligado? É.
enfim, vários guardinhas, tem os guardinhas também, né? Guardinhos, guardinhas falando em guardinha eu aprendi a expressão carteirada aqui, né? Eu escuto carteirada no lugar que diz
e aí a gente, mas como é seu nome da faixa? era meio óbvio pela questão do refrão, mas a gente pensou na hora assim mas deve ter várias, rap nacional impossível a gente ter sido as primeiras a ter essa ideia aí a gente entrou no Spotify e não tinha
Aí quando a gente se olhou, eu já falei, carteirada máxima na preta. Porque assim, toda vez antes de lançar uma música, aí a gente, primeiro a gente faz a letra e tal, aí depois no final que a gente pensa, qual o nome, né? Às vezes vamos girar, essa já tava indo pro sentido de rap nacional. E aí eu falei, vamos ver quantas músicas de rap nacional tem.
Mas eu faço isso com todas as músicas. Aí coloquei lá um monte de playlist. Eu falei, gente, pera, não tem nenhuma. Aí a Lívia falou, não, você tá zoando. Aí eu falei, juro. Muita playlist, mas não tinha uma música de banda rap. E como eu sou muito jovem mística, eu acho que tudo tem símbolos, significados e tal.
a gente pensando nessa trazendo na letra a questão da união e tudo mais, pensei nossa que legal, duas mulheres deram essa carteirada, tipo assim chamamos no peito que a gente chegou com o rap nacional voltando né acho que tem isso também, as eras vão se reciclando, evoluindo
E é uma forma da gente se posicionar no jogo, como sempre, né? Que da hora, se adora. A gente tem esse rolê de sempre ter que se provar. Então, foi simbólico, assim, esse momento de descobrir. Não, e é um desabafo também a música, né? Assim, eu tô bem nervosa nas minhas vidas. Porque quando eu lanço meu disco, eu falo que eu tô lançando um disco com letras pensantes e bastidas dançantes, né? Aí eu pensava... E aí
Que batida dançante. Sei lá, guardinhas e guardinhas. E aí nessa eu venho muito nervosa. Falar igual o Tifu, espumância pura. Espumância. Até as dobras tem uma mensagem sobre iluminar. Sim, sim. Até nas dobras. Que louco. Descobram. Se eu faço a letra, demorou muito tempo para escrever a letra? Como é que foi? A letra já estava pronta. Só faltava o beat mesmo, ou não? Só faltava o beat.
Porque assim, a gente sabia que o refrão ia ser Rap nacional, a gente só tinha isso Rap nacional E aí Depois aí a Lívia, mas será? Porque foi tudo muito rápido E aí o Max mandou a batida Aí a Lívia falou, mas a gente também não tive Aí eu falei, vai sair Se acalme, vai dar certo E aí a gente foi pro estúdio Na primeira sessão a gente já tinha letra já A gente fez uma segunda sessão pra lapidar As coisas
mas na primeira a gente tinha o Diogo Mato. E bom. E esse projeto, Lívia, é um projeto que vocês cantam, o rap nacional, os clássicos? É isso? Isso, foi ideia da Ana, da gente... Ah, então a ideia foi sua, conta você e amiga. Não, eu gosto muito daquele projeto que é a batalha de hits do pessoal lá da...
da gringa. Certo. E aí eu já tinha, eu tava, na verdade eu tenho essa vontade de colocar o pessoal, sabe, fazer um taíde com o Dexter cantando clássicos do rap nacional, não sei o que. Só que aí essa ideia ela ficou muito distante, foi ficando, até um dia que a gente falou, ela falou, vamos fazer um show? Eu falei, vamos fazer um batalha de hits o rap nacional.
Aí ela falou assim, vamos. Ela topou. Aí eu falei, então vamos. Porque daí a gente começa, é um começo. Certo. E vamos embora. Porque eu tenho ideia de fazer que seja muito maior isso, entendeu? Começou comigo com a Lívia, mas que seja gigantesco. Você incluir outras pessoas também. Porque no rap não tem muito essa questão do pessoal cantar música um do outro, né? Interpretar, né? Interpretar o outro, né? Acho que caiu aqui, mas tá tudo bem.
Consegue... Continua aí, Miglis. Continuo. Eu achei muito interessante, porque eu acho que é um jeito, assim, a gente...
homenagear também, né? Eu acho que tem muita, eu vejo na fala de muitas pessoas, a percepção de muitas pessoas que existe uma distância entre as gerações, né? Que a geração mais nova de repente não conhece, não escuta, a galera mais das antigas. Então eu acho que é uma forma de misturar gerações quando você traz clássicos do rap. Então, por exemplo, a gente fez uma pesquisa g g g g
das músicas mais tocadas de mulheres, coisas que surpreenderam a gente, por exemplo. Sim, sim. Eu cantei Pretinho da Flora, foi bem fora da caixa pra mim, tipo, como a gente não tem o hábito de interpretar, e funcionou super no baile, então eu acho que...
que isso promove esse intercâmbio de gerações. Eu acho que atrai um público novo para músicas mais antigas e pode conectar os próprios artistas, que às vezes por a gente estar interpretando o som do cara, ele pode...
voltar, né? E, enfim, essa troca. Eu acho que é muito louco por isso. Que legal. E é super aceito, assim, porque, pensa, a gente tá num lugar onde eu tenho minha carreira, a Lívia tem a carreira dela, a gente canta as nossas músicas também, mas a gente coloca a música de outros artistas. As pessoas ficam meio assim...
Uau, porque no rap isso não é tão... Não deveria, né? Mas estamos aqui, as regras estão aí para serem quebradas. Sim, acho que surpreende. A gente fez Fogo na Bomba. Fogo na Bomba vai muito bem também. É, a galera pira, é muito legal. Foi muito legal. É que é acostumado a ver no samba, né? No pagode. Muito. No samba de roda, eles cantam vários. E é maravilhoso, né? Música de todo mundo eles cantam, né? Entendeu? Eu acho que no rap deveria ser assim. Eu vi poucas pessoas fazendo isso no rap.
Nós poderemos ver mais? Estamos aqui? Sim, sim. Para o quê? Para isso que você... Mas eu acho legal esse resgate, né? Não, e o povo gosta, tá? Porque daí você canta um clássico de um, canta um clássico de outro, e as pessoas ficam assim... A gente fez um medley de refrões também. A galera fica louca, né? São os nossos clássicos. Todo mundo vem junto, é muito legal.
carteirada máxima o Eric chegou já um pix do semeador diretamente de poços de cauda ele mandou uma pergunta para as duas tá? Boa noite Ney todos do podcast
Algo muito esperado por nós fãs do rap nacional original, Ana Preta e Lívia Cruz. Tive o privilégio de estar em alguns shows do mestre Taíde, lembro de um episódio recente, ela dando honra à sua esposa e méritos Ana Preta, dizendo o que está acontecendo nesse momento de sua carreira como rap era por conta dos cuidados da Ana Preta. Isso aí o Taíde já falou aqui também no Grings Podcast.
Pela visão empreendedora que deu vida nesse projeto maravilhoso, que é o último trabalho do Taíde, acho que ele está falando do último trabalho, tá, Ana? Do último disco, né? Do último disco. E para a Lívia Cruz, como é fazer parte da família apenas? E parabéns pelo trabalho delas juntas, o Som Rap Nacional. Inclusive, ele estava lá na São Bento, estava do meu lado. Ele sempre estava, o semeador. Inclusive, o Salve, o semeador, ele...
Ele sempre está semeando a cultura hip hop nos lugares. Então, sou grata por você estar aqui ajudando a proliferar o hip hop. Ele é um rap nacional de verdade, o Semeador. E ele pediu para me presenteá-las com o CD dele. Com certeza, Semeador. Antes delas irem embora, vamos fazer até a foto, tá bom, Semeador? Obrigado pela pergunta e pelo Pix. Muito obrigada.
Então, Ana, ele fala do... Sim. Do seu empreendedorismo. Tá. E do trabalho novo do Taíde. Eu já falei pra ele parar de falar essas coisas. Porque depois... Ele fica falando, né? Porque é ano, porque é ano, porque é ano. Arrumou a casa, né, Ana? Você veio pra arrumar a casa, né? Não, não dá. Poxa, imagina, o Taíde tem uma história... Ele é a fundação, né?
do Ciroletor que a gente vive, né? Ele é um dos fundadores, ele tava lá, assim, não foi? Ele não ouviu dizer, ele estava lá, ele era o... tava ali. Um dos pilares, né? Um dos pilares. Então, às vezes, eu fico até meio assim, porque a gente tem que separar...
Somos um casal, mas ele é uma... Pra mim, eu vejo ele como uma entidade do hip hop, assim, é muito louco. Sim. Outro dia eu tava falando pro Pedro Zezé, ele falou, é, se o hip hop, o Pedro Zezé todo expansivo, se o hip hop fosse o Vaticano, o Taís é o Papa. Então é umas coisas, assim, que é muito louca, porque não é só um casamento, é também a admiração, sabe? E também ter o cuidado com o artista.
Porque é um cara com muita bagagem. Fundador daquilo que a gente vive. Fundador daquilo que a gente tá fazendo aqui agora. Então, é muito louco. Então, é óbvio. Mesmo se ele não fosse fundador, eu arrumaria a casa, sabe? E aí, eu fico muito feliz de ver. Eu acho que ele tá na melhor fase da carreira dele. E tá com muita vontade. Ele lançou um disco, tá, gente? Mas ele já tá com várias músicas aí. Ele já quer lançar outra. Eu falei, uau!
mas assim, porque ele faz música num tempo diferenciado, por exemplo eu e a Liv, a gente fez essa música em duas semanas provavelmente ele levaria uns dois anos pra fazer faz no tempo dele, né? faz no tempo dele, ele até faz uma música encomendada, assim, que ele fala que ele não gosta de música encomendada, mas ele tem uma outra maneira de trabalhar, e eu respeito muito isso, no começo eu falava, não, você tem que fazer ele...
Se acalme. Meu jeito de trabalhar é assim. Então, eu fico muito feliz de estar vivendo esses momentos que ele está vivendo. Tipo, de viver esse mesmo momento que ele está há 16 anos juntos, né, Nath? Sim. Já teve outros relacionamentos, mas ele nunca esteve tanto tempo com alguém e eu nunca estive tanto tempo com alguém.
É novo pra mim, é novo pra ele, né? Porque você dividir vida com alguém é uma parada muito louca. Sim. Então vê ele. E outra coisa, tá, gente? A capa do disco Corpo Fechado, Mente Aberta, a versão normal e a deluxe, é ele mesmo. Ali é o corpicho dele.
Esclarecendo a polêmica Não é Iá Várias pessoas se vão ouvir Eu vi esse tapo de Iá mesmo Não é Iá Esclarecendo a polêmica Quem fez a pintura Quem fez a carteirada Quem fez a pintura corporal Foi a nossa filha Maia Que trabalha com maquiagem Tem vídeo dela fazendo Tinta corporal Fins g g g
E ele se empenhou desde a questão musical até na questão do físico. Ele falou, eu sempre tive vontade de fazer uma capa sem camisa. Certo. Aí ele, não, mas eu não quero fazer qualquer capa sem camisa. Eu falei, se acaba, vamos lá, vamos trabalhar. E aí ele chegou naquele shape e aí é só pintura corporal. Então assim, eu tô muito orgulhosa dele. E, gente, tem muita coisa por vir aí. Ele não tá parando, ele tá assim, no ritmo. Frenético. Frenético. E eu tô muito feliz e obrigado por pontuar isso, Semiagro.
Obrigado, presemeador. E Lívia? Eu estava aqui tentando não esquecer, prestando atenção e tentando não esquecer a pergunta. Família apenas. Eu perguntei no começo da conversa se era de trás para frente, de frente para trás, no bom sentido, inclusive lembrando do Taíde. Mas aí a gente começa do começo agora, porque a amizade nossa, minha e da Ana, desde que eu vim morar em São Paulo, a gente se conheceu.
em 2009. Então, eu sou feliz de fazer parte da família, tipo assim, não estou na produtora, a gente colabora, faz coisas juntas, mas eu sou feliz de fazer parte da família, que é muito mais importante. Tá ligado? E é muito bonito, eu tenho muito orgulho de vocês também.
Momento monante. Sempre tem um comigo, gente. Foi o primeiro, tá? Depois vai ter mais. Que da hora, que da hora essa família, essa união. São mais de 15 anos de amizade. É da hora demais. É do Manos e Minas, né? Sim, sim. Lembra-me bem. O Manos e Minas uniam muitas pessoas. Pérolas do Eric Jay também, não podemos esquecer.
Sempre, meu Deus. O Minas veio pra marcar história mesmo. Sim, total. Exatamente. Inclusive, acho que deveria ter um novo comentário sobre o Minas. Formar amizades, famílias. Famílias. Famílias.
Cuidado, fala muito alto não Porque né, Eric, essa semana a gente viu O pote de palavra, né Os cara pega, não dá nem o salve pra nós, né Os animais Pegaram o quadro que a gente faz aqui Não deu nem o salve pra nós Você sabe, você já veio aqui E aí E aí
Pegaram o BK lá. Porque falando em carteirada, a gente tem um momento carteirada. A gente põe a foto de vocês como pessoas famosas e o significado daquela foto pra vocês. Aí os caras pegou a ideia e levaram lá pro BK. Eu falei, olha. Sem querer eu descobri. Não fala muito alto não, que eles pegam e fazem primeiro. Eu vou falar que eles fizeram primeiro, né? É difícil, né? Enfim. Aquela parada de gerações, né?
essa geração aí, sei não às vezes eu fico bem tristecida com essa geração, porque é difícil, é gente dá um salve, né gente vocês conversam com a nova geração falando isso, como é que é o público como é que vocês conversam com eles, assim, na questão de eles entenderem as músicas o significado, tem essa barreira ou vocês conversam com eles normal? com a nova geração
A nova geração já começa pela minha casa, né? Eu tenho irmãs, filhas. E aí, por muito tempo, era assim, a mãe e a irmã, sabe? Dando ali e falando. Quando eu entendi que a gente tem que ultrapassar essa barreira já dentro de casa, porque daí eu tenho uma filha de 13, uma de 23, tenho uma irmã de 16, tenho uma irmã de várias gerações, certo? E aí, quando eu comecei a escutar mais elas...
Aí agora, e é bem recente, tá? Inclusive tá todo mundo online. Filhas, irmãs, mãe, irmão, marido, todo mundo. A carteirada. E aí, agora eu tô começando a entender algumas coisas por conta delas, da minha base. Que eu tenho várias idades. Tenho adolescente, adulta.
É uma adulta que ainda não é adulta, uma adolescente que quer ser adulta, é uma bagunça. Mas agora que a gente começa a dialogar mais sobre o que está acontecendo, e o que eu me orgulho é que todas elas gostam do que está acontecendo. Legal. Mas gostam muito também do que é novo, o que está aí agora. Então eu sinto a necessidade...
Do novo dialogar com quem já tava aqui Sabe? Nem falo tão Acho que uma mistura de um pouquinho de tudo Sabe? E aí a música homenagem também Que eu fiz vem pra reverenciar A primeira geração Eu percebo que essa geração que tá aqui agora Elas não conseguem chegar nem na geração dos anos 2000
Pode crer. É, eu também acho. Só pontuando que homenagem ao seu lançamento mais recente, né amiga? Que foi no final do ano passado e aí traz as pioneiras, os no-fit. Homenagem, homenagem remix, mas eu fiz o Forbid, bem pontual mesmo pras pioneiras mulheres do rap.
né, então, e não estão todas eu gostaria que tivesse todas, mas assim o mais interessante é que estão todas vivas né, sim, isso isso pra mim é algo muito interessante e aí quando vem essa nova geração de agora, que
vai de Nadia Negrali pra frente, é algo que me pega um pouco, porque assim, máximo respeito de Nadia Negrali, poxa, tenho essa parada, só que tem ainda geração pra trás, sabe? Tem. E não tá difícil, porque antigamente a gente não tinha internet celular. Tinha informação, né? Hoje tem. Hoje tem. Hoje, tipo, se eu tô na dúvida...
Vem aqui no meu celular e rapidinho eu vou ter informação. Isso. Então eu senti essa necessidade, fiz, mas eu acho que não tá difícil. Eu acho que é só uma questão de interesse mesmo. Certo. Então, muito do que tá acontecendo agora com pessoas que são início, mid school, né? Que tem old school, mid school. Falei que fala Rogério. Eu acho que eu sou mid school. Talvez eu seja eu também. Não sei. Mid school.
Old school, mid school, new school Mas não tá difícil Então essas paradas da gente fazer De homenagear as pioneiras
de tentar esse diálogo com a nova geração, eu acho que é o caminho, né? Eu acho que não tá difícil. E aí, eu tô começando pela minha casa. Então, eu acho que eu tô num caminho legal. A Lívia também tem uma jovem mística cantora. E é, cantora, já. Cantora. Lembra que ela veio aqui e ficou me desmentindo ao vivo? Eu lembro. Agilosa. Agilosa. Aí, as pessoas vão achar que eu minto.
Não foi isso, gente. Enfim, segue o baile. Essa coisa da nova geração, eu concordo com a Ana. Mas eu acho também que tem uma coisa de achar... A internet, ela deveria facilitar o acesso. Mas aí a galera chega agora e acha que inventou a roda.
porque tem muitas ferramentas para fazer girar a roda, e aí, não, eu criei da minha cabeça, né? Fonte, vozes da minha cabeça. E aí, isso gera um apagamento, né? Tipo, eu acho que a Ana falou especialmente das pioneiras, e citou uma galera que vem dos anos 90 para frente, porque a gente viu em março muitos conteúdos falando sobre rap de mulher, por exemplo, que é o assunto, né? Vamos fazer esse recorte específico.
E aí, é isso, fala dos anos 90 pra frente, cita dois nomes, né? Não tem uma profunda... Porque vai além de conhecer só os precursores da cultura. Eu acho que isso que o hip hop traz faz a gente olhar pra história como um todo. É uma cultura que abre a nossa visão, pra gente ter uma visão de mundo, uma visão de história, uma história que não é...
contado nas escolas. Então, isso faz parte do que o hip hop representa e fomenta. E aí, perder isso é muito triste, né? Sim, porque parece que tem um mercado que faz apagar a história. Não sei, assim. Ó, vamos chegar daqui pra frente só. Será que é o oitarismo? Será que a gente tá falando disso também? É, vamos, vamos, vamos. Esquece do passado. Vamos, vamos.
isso pra mim, no masculino e no feminino, tá? Tipo assim, esquece essa parte aqui, vamos começar daqui, vamos dar início, vamos iniciar daqui pra frente, vai, dos anos tal, tal, tal, tal, entendeu? Porque eu vejo, sinceramente, eu vejo muita carência. Muito. Até nos debates mesmo. Eu falo, como assim ele não sabe? Eu fico, nossa, no mundo dos homens, eu fico pé da vida, porque eu falo, nossa, como é que ele não sabe? Como é que ele não sabe?
Como é que ele não sabe? Como é que ele não sabe? Como é que ele não sabe? Como é que ele não sabe?
falando das mulheres, tem milhares de mulheres que são fodas e só sabem ali do ano... Tem a maioria... Tem alguns que sabem do ano 2000 pra cima, né? Nem 90 é, entendeu? Então eu falo, pô, como é que você quer exigir cobrar alguma coisa de uma pessoa? Sendo que você não sabe do passado.
o Eric inclusive tem um documentário né da se não me engano é Lady First que é as pioneiras do rap americano né aí mostra MC Light Queen Latifah Roxane Chante enfim até a rapzode tá né que é não e não tem suas antigas tem as novas tem então isso mesmo tem aquela lá tem uma menina que eu gosto
Tá lá também, é da Nova. Uma das que tá lá é a Rap Zodin, que até veio fazer show aqui no Brasil. Tá o Remy Ma, tá? Também, então, é um documentário que vale muito a pena pro pessoal que quiser. Ladies first. Do início do hip hop feminino nos Estados Unidos. Ele conta meio que a cronologia, né? Até chegar nos dias de hoje. Sim, sim, sim. Falando em documentário...
Tem o documentário da Lívia Cruz Que lançou Opa, fala comigo Vandinho Eu vou colocar na tela bonitinho Eu só tô deixando aquilo ali no esquema Vamos falar de Ladies First Mas o clipe é o documentário Então, o documentário depois eu vou colocar Se você falar agora Vamos esse daí Quando ele fizer assim, você fala do Doc Tá bom, temos um documentário Eu quero ilustrar
Porque o Melhor está por vir. Teremos imagens, mas é isso. Imagens exclusivas. Imagens, imagens. Veio do corte direto pro Gringo. Chama o Melhor está por vir, conta o começo da minha carreira, até chegar no meu primeiro álbum.
Tem depoimentos muito importantes e tal. Você tá no YouTube já. Daqui a pouco a gente mostra, né, Vandinho? O Vandinho já ia achar de qualquer jeito. Já tá no esquema aí, por isso. Fala quem participou também. Foi lançado em novembro do ano passado. Ah, que legal. Participação do KL, Max Beo, Auri, Alice Cruz, que é minha filhote. Alice Oura, na verdade, que é o nome artístico. Eu falo o nome artístico dela. Alice Ouro. Alice Oura. Oura.
E não estou esquecendo ninguém. Ah, tem o emissário, tem a Drica, que ele estava no dia da comemoração dos 10 anos do álbum. A gente começou gravando a partir da comemoração de 10 anos do álbum Muito Mais Amor, que é o meu primeiro álbum. E aí ele foi crescendo, crescendo e virou esse...
um trecho da minha história, assim. E aí... Tá muito lindo. E aí estamos nessa energia do Melhor Está Por Vir. Foi batizado pelo KLJ, meio sem querer, assim. Ele soltou essa frase. E aí eu falei, ah, tem tudo a ver. Que legal. Que legal. Que da hora, mano. Rapidinho, voltando ao assunto que a gente tava falando. Vocês acham demais, é... Tipo, nós queremos querer saber, querer exigir muito de nova escola.
saber a importância da velha escola? Você acha... É a gente querer demais ou não? Eu acho necessário. Necessário. Eu lembro que quando eu comecei, eu comecei na dança.
viam as informações, é, você começou na dança, mas você sabe quem é Backspin? Você começou na dança, mas você sabe quem é Crazy Crew? Você, nananã, nananã. Aí depois a parte dos MCs. É, mas você sabe quem que foi o primeiro? Quem que foi o segundo? Quem que fez isso? Quem que fez aquilo? Sabe quem é nosso triunfo? Então, assim, e não tinha internet. Não tinha internet. Era ali, no boca a boca. Nos fundadores, ainda era pior ainda, porque não chegava nada.
Era só alguém que vinha da gringa, que falava, que não sei o que, nananã, nananã.
Então, assim, é necessário ter que aprender. Eu consigo entender, tipo assim, você não sabe agora, hoje, mas daqui uma semana a gente pode ter essa conversa de novo? Sim, sim. Porque assim, a gente até tá falando sobre isso no estúdio. Sim, sim. O Thaís fez um conteúdo, não vou falar o nome, não vou falar nomes, mas o Thaís tava fazendo um conteúdo num dos bastidores de um festival.
E tinha uma artista X da Nova. Que aí o Thaíte vai perguntar qual era o significado da sigla RAP. Porque ele tava lançando Rap com E na época. Então ele tava fazendo conteúdo. A artista X não soube dizer. Ritmo E. E poesia.
Teve uma pessoa que tava junto com a artista também, que eu não vou nem falar, porque lá no estúdio eu falei o parentesco. Não, não, não, amiga. Não vamos dar pistas. Ela deve ter aprendido já agora. Tomara que tenha. Mas isso não tem dois anos. Isso é muito... Rapidinho, isso é muito grave? Porque assim, é tipo...
Você não vai saber o significado da palavra. Do que você... Tipo, da sigla do rap que você canta. Aí a gente, educadamente, mas também pediram pra gente tirar. Não entrou no vídeo. Eu acho que se não pedissem, a gente tiraria também. Porque...
Mas você entende que, assim, tem sim esse afastamento que não deveria. Um abismo, né? Mas é isso. Ainda tem esperança. Mas eu acho que a gente deve fazer perguntas difíceis, sabe? Igual você falou. Num debate, colocar alguém da old school, mid school. Viu, Fábio Rogério? Olha o que você fez. Mid school. Ele falou, eu comecei nos anos 90 e eu acho que sou mid school, tá? Não sei o quê. E aí, enfim.
Ir da nova escola e fazer umas perguntas difíceis. Tipo essa, que não é tão difícil, né, gente? Essa que não é, pra mim, essa tá facinho. Não é difícil. Sabe quiz? É, vamos fazer um quiz aqui. Quem canta é Billie Jean.
Johnny Heaver, Michael Jackson ou Dr. Dre? Ou Prince. Ou Prince, é. Eu me identifico com a Ana e eu acho que da experiência do Eric também, tipo, eu acho que quando a gente começa a frequentar os lugares, primeiro, quando eu comecei, o rap era muito didático, dele mesmo falar nas letras o que é a sigla, o que são os quatro elementos, então esse interesse e essas informações...
me interessar já vinha por essas informações. E aí você começa a conhecer os mais velhos, e aí tinha uma coisa assim, para você permanecer nesse território, você precisa se interessar, não necessariamente saber, mas tipo, se você não sabe, cola aqui que eu vou te mostrar.
Porque senão você nem permanece, você nem cola a segunda, a terceira vez, sabe? E parecia um pouco hostil, mas na verdade é essa coisa do griô, da pessoa te ensinar, né? O beabá, a caminhada das coisas. E aí quando eu falei que tinha uma coisa macro, que vai além da cultura hip hop, por exemplo, teve uma vez, a lista era pequenininha ainda, aí foi lançamento do livro do Taíde na biblioteca Mário de Andrade.
E aí eu entrei na biblioteca e eu lembro de pensar assim, eu não imaginava que eu podia entrar aqui.
E o hip hop me convidou a entrar aqui. A partir do momento que eu entrei, se abriu um portal. E aí eu começo a conhecer muito mais coisas, além de quem são os percussores, que tudo isso é muito importante e base. Mas o hip hop me faz abrir essas portas que apresentam mundos. E eu acho que de gênero musical, culturalmente falando, é a cultura que faz isso.
Então, esse interesse, essa curiosidade, essa necessidade de conhecer o passado, de conhecer a construção das coisas, o hip hop traz para a gente. Então, se isso se perde, enfim, não vou nem falar que é lamentável, é preciso transformar isso, é preciso trazer as pessoas para perto para dar continuidade a esse poder de transformação.
Tão bonito da nossa cultura. Aliás, o segundo momento, Monange. Perfeito, Lino. Eu esqueci o nome do Mano que fez as perguntas lá no... Eu vou lembrar o nome dele, mano. Do Black Lives, esqueci o nome dele. O que vem aqui no podcast? É. O Spectro. O Spectro. O Spectro. Isso. Ele teve... Acho que ele fez uma pesquisa. Ele foi num evento de... Eu lembro disso aí.
Fiz uma pesquisa, né? Sim, foi numa batalha. E ele perguntando pra galera quais os quatro elementos do hip hop, mano. Uau. Se eu te falar que 95% da galera não sabia, falava sol, água, tipo, falava várias coisas. É muito triste. Aí eu falei, mano, eu fiquei abismado. Eu falei, mano. É muito triste. Desculpa, mano. É o básico, assim.
Tipo, na nossa época Você não colava Não colava, não ficava Com nós você não vai Eu fiquei abismado com o vídeo Eu até comentei Eu comentei lá, falei, não, não acredito Aí já veio Alguns novos querendo falar Mas
É, vocês tinham que ensinar, né? Não é vocês tinham que ensinar, é vocês que estão fingindo aprender. É, eu falei, como assim ensinar? Você vai fazer parte de uma cultura, você não sabe onde você tá se metendo? Tipo, entendeu? Tipo, você fazer parte e, ah, eu quero ser roqueiro, mas saber que é bateria, não saber que é guitarra, não saber que é nada, não saber, sabe? Tipo, é meio incúmulo, eu fico...
Eu tava vendo o documentário do Paulinho da Costa Inclusive o Thaís é muito fã do Paulinho da Costa também E eu não sabia a grandiosidade dele Até assistir o documentário Eu já sabia porque o Thaís sempre falou muito do Paulinho da Costa
E lá tem o Quincy falando sobre o Paulinho da Costa, né? Certo. E aí ele começa a falar sobre o Paulinho da Costa, sobre a música brasileira. E ele falou assim, cara, o carnaval do Brasil, aquele batuque, não sei o que, não sei o que lá. E aí ele tava falando sobre o Paulinho da Costa, certo? Toca percussão, todos os instrumentos de percussão. Daqui a pouco, o Quincy já tava na África.
Porque daí ele foi falando sobre a percussão. Ele é, mas você tem que entender que essa origem, tanto da percussão quanto do carnaval, não sei o quê, a origem dela tá aqui na África. Então ele nem foi só lá no movimento de... Como fala? De percussão. Ele foi na origem, na origem, na origem, na origem. Então o cara, ele trapassou assim várias paredes e falando de música. E não parou de falar de música e ainda foi na raiz da música mundial.
Que vem da África. Sim, sim. Entendeu? E você fala assim, você acha que um cara, uma pessoa dessa, vai conseguir ter uma conversa se não consegue nem entender os quatro elementos da cultura que vive? Imagina entender que aquela música veio de uma música, que veio de outra música, que veio de outra música. O hip hop é isso, ele vem do tambor, de tudo, da África. Se você não consegue nem entender o movimento que você tá.
imagina você chegar lá na África não consegue não dá, não chega gente, você vai fazer parte do movimento sem mesmo saber onde começou, não sei o que é raso demais você tá na cultura, você não sabe os quatro elementos é raso, gente, são quatro não comece a inventar cinco esse dia eu vi oito
Não, gente, bota um de coisa. Calma. Vocês vão chegar onde com isso? O pessoal não tá decorando nem quatro, né, Eric? Quatro já tá... O Eric, o gordão agora é o seguinte, se acalme. Entendeu? Tem um remédio de uma se acalme. Vou mandar figurinha pra vocês. É isso? Pra vocês compartilharem.
Se acalme, pessoal. Se acalme. Pega o celularzinho ali, entendeu? Chat EPT. É uma pena que a exposição que aconteceu no Sesc aqui já terminou, porque muita gente que foi lá e que nem sabia sobre a história do hip hop saiu de lá feliz da vida, porque aprendeu. Sim, lindo. Muito lindo. Uma pena que essa exposição do Sesc finalizou tão rápido. Linda, linda.
Demorou quase um ano, mas parece que foi ontem e já terminou. É, é verdade. Mas, pelo... Não, e lá tinha uma parte só das mulheres, né? Falando das pioneiras, inclusive. Tipo, quase uma árvore genealógica. Genealógica? É, é. Às vezes eu... Mas falei certo. Porque eu até dei a ideia de fazer uma árvore genealógica, assim. Que eu acho muito lindo, assim, essa ideia da parada toda. Mas não tinha tanto tempo. Na verdade, não ia nem ter a vitrine das mulheres, né? Certo. E aí... E aí...
E a gente começou a entender, né? Eu não era curadora, mas eu tava ali dando um espetáculo de longe. Certo. E aí... O Taíde foi um dos... O Taíde foi um dos curadores. Aí as mulheres do rap e hip-hop iam ficar meio que espalhadas, meio junto com tudo. Aí a Rose deu a ideia de, inclusive, um salve pra Rose MC.
de fazer um lugar só pras mulheres ter aquele momento das mulheres, né? E aí ela falou pra gente, eu falei, não, Taíde, sim, precisa ter um lugar, e era lindo aquele espaço, inclusive a gente fez um conteúdo lá antes de acabar a exposição e ali conta certinho. Legal. Cronológico. Eu vi lá. Inclusive a Tula me surpreendeu que eu não sabia, descobri também durante esse processo todo que a Tula é a primeira régua do Brasil. Sim, fiquei sabendo também.
Primeiro registro fonográfico é a Tula. Ela veio aqui no Gringos. Ela até falou. É maravilhoso. Ela veio recente, né? Ela veio, é. g g g
Eu tava na dúvida, mas depois que ela falou aqui, eu falei, puta, velho, que é antigo. Não, e eu vi ela falando, olha que muito louco. Por isso, porque a informação nunca acaba. Se a gente tiver curiosidade, pesquisar, tiver interesse, nunca acaba. Ela falou que descobriu que teve uma gravação anterior à dela.
Eu vi, eu não sei se foi aqui. Talvez tenha sido aqui. Eu vi um corte dela falando isso na entrevista, que ela descobriu que tinha um trio de Minas e tal. E que ela descobriu isso também, não na época, mas é isso. Uma pessoa que poderia ser considerada a pioneira tem a humildade de...
Falar que descobriu que tem a informação e aí a gente vai crescendo, vai agregando. A Ana falou de etarismo e aí você falou de mercado. Então são muitas camadas. Acho que tem essa coisa da competição de mercado, de querer apagar o coleguinha, sim. Tem essa camada. Tem uma coisa do desinteresse pelo que é mais antigo, principalmente dessa geração. E são muitos ismos, né, gente? Assim, estruturais.
Quando a gente vai falar de hip hop, é sempre uma batalha pra manter as coisas nas mãos das pessoas certas, né? Sim, sim. Então, é importante a gente ficar atento com isso mesmo, não deixar correr. É que o amor de se acalme.
Não perder a cabeça. Mas é isso. Aí também tem a parte das pessoas que podem ajudar as outras pessoas. Acho que eu falei isso da outra vez que eu vim aqui. E aí quer tomar posse. Tudo é meu, meu, meu, meu, meu. Aí é difícil, né? São várias camadas. Muitas, muitas.
E sobre essa semana, teremos um premiere, como é que vai ser, sobre o rap nacional. Onde vai ser? Pode convidar o pessoal? Como será essa celebração? Momento corte, hein? Essa é para o corte, hein?
Já coloca a minutagem. A gente quer convidar todos vocês. Vai ser um momento muito especial. Vai ter uma premiere da música e do clipe. Só que horas depois vai ser lançado o clipe e a música. Certo, Lilith? Certo, certíssimo. Vai ser na Cave Pool, quinta-feira, a partir das 5 horas da tarde. Lívia Cruz e Ana Preta convidam...
E DJ Maximus Beats fazendo set, produtor da faixa. Cave Pool é um espaço incrível e começa a ser, então não tem desculpa, entendeu? Virou o mês, virou o cartão. E direto. Lá, pra quem gosta de andar de skate, eu sempre falo, toda vez, tem duas pistas de skate dentro da malada. É muito legal. É um espaço que abraça a cultura de rua, em todas as vertentes. Total.
E aí a gente vai estar lá, a gente vai fazer show, vai fazer a premiere do clipe, enfim, vamos cantar. Vai ter clássicos do Rap Nacional também, que eu fiquei sabendo, e me falaram. Te falaram? Me falaram. Se acalma, foi você que me falou. Na quarta-feira a gente ensaia, depois de amanhã, tá, gente? E aí a gente vai fazer um rec.
Mas acho que sim, pelo menos umas duas acho que vai ter. Vamos, vamos. Clássicos. E vocês estão convidados. Amanhã a gente vai fazer uma promoção. Pra quem comprar ingresso, que tá baratinho, gente. E pra quem fizer o pre-save também. Amanhã a gente vai lançar essa promoção. Na verdade, ó, faz a pre-save e compra o ingresso que vai ter sorteio. E aí amanhã a gente vai falar qual é o prêmio. A gente vai deixar o mistério, mas já pode correr fazer a pre-save lá. Exatamente. Já tá rolando a pre-save.
Legal, legal. Entendeu? Já tô fazendo o convite aqui pros meninos, vamos sair daqui na quinta, a gente vai dar uma passada lá, rapidinho. É direto. Carteirada máxima. E o clipe foi, como é que foi a produção do clipe? Você tá pronto já? O clipe? É. Tá ali, ó. É, mas não vai passar tudo, né? Como é que foi o processo? Quem fez o clipe? Pra chegar no... E os cortes, como é que foi pra chegar do jeito que vocês duas queriam? Queriam, tipo, como é que foi?
a gente fez uma parceria com o Gui Massago, que já é um cara que faz muitos clipes de rap, já tem essa visão e tal. Fotografia linda, como vocês podem ver aí. E aí ele deu a ideia da gente... Na verdade, eu e a Ana, no estúdio, quando a gente começou a gravar, a gente começou a lembrar do começo. E aí a gente lembrou da primeira vez que a gente veio na galeria.
E como isso foi transformador e tal. E aí eu contei como foi pra mim, ela contou como foi pra ela e tal. E é muito louco também que, é isso, são histórias que acontecem em paralelo e vão se cruzar lá na frente e tal. E aí a gente falou, nossa, mas então vamos fazer um clipe assim, da gente chegando novinhas no rolê e tal. Aí essa foi a primeira ideia. Aí a gente chamou a Beca e a Bia, que são dançarinas, que trabalham com a Ana, pra fazer as nossas versões Young, Young Lívia e Young Ana Preta. E aí
e aí o Gui deu a ideia da gente fazer essa mistura de estúdio e vida real e rua, e aí a gente gravou umas imagens aqui na Gringos a Bia e a Beca
Nossas duvelas. Que simboliza isso. São muito parecidas. Nossa, a Beca, a gente ficava assim. Meu Deus! Que susto! A gente tá com as mesmas roupas também, parecidas. A gente tá entregando tudo, né? Não teria o clipe também sem a esposa. Eu esqueci agora. Ah, Malena. O Gui, a gente já tinha trabalhado juntos.
E aí o Gui fez a fotografia, mas a Malena foi a diretora. Malena Ibanez. Pensa numa argentina da hora. A gente tava lá gravando, ela faz assim, ó. Com um neném de oito meses no braço. Vamos lá!
Como assim? No ritmo. Agora no ritmo, hein? Ela ensinando as dançarinas a dançar. A bichinha é fogo. Olha a Helena. Na hora que ela falou, vai tocar e agora vocês têm que fazer no ritmo. Aí eu pensei assim, gente, ela é demais. Aí ela, a gente na gringa. Quer dizer, a gente com a gente, com a gente da gente.
as nossas versões de Young e aí foi isso foi essa criação assim do roteiro com o Gui a Malena foi a diretora maravilhosa, a Becker e a Bia lindas, maravilhosas, me fizeram dançar que eu tenho vergonha
Olá, Alice de fundo. Mas depois vai ter um corte ainda disso. Na verdade, o Gui não sei se ele tá muito feliz que ele não é o corte final. Para de contar, amiga. Finge que tá tudo bem. O povo tá vendo. Só pedaço. Só pedaço. Eu tô cortando em vocês e lá. É só pedaço. Ninguém tá tudo vendo, amiga. Eu sou leão com escorpião. Ou leão com virgem. E tem aquela coisa de virginiano, de perfeccionista. Mas tá lindo.
E aí tem um brilho, tem uma coisa bonita de remeter ao passado, assim. Achei que ficou incrível. Eu também. Estou emocionada. Estou assistindo aqui e estou tipo, ai, que lindo. Porque chegou ontem à noite. Chegou ontem à noite. A Ana, inclusive, só viu hoje de manhã. Primeiro corte. Ele já acertou 90% do clipe. Acho que ele mandou até que estava 90%. Ele falou que estava no Luluz.
É, que sempre tem um detalhezinho, né? Que a gente pede pra mudar. Mas muito incrível, assim. E a gente gravou tudo numa diária só. E essa é em duas. E a gente fez em uma. A gente achou, será que vai dar? E deu. O menino é bom, cara. Ele é bom, Gui. E a Malena já chegou o quê?
tá com a criancinha aqui, vamos, vamos. O Bento, participou. O Bento quase falou rap nacional antes de falar mamãe. Quase. E foi muito louco também que essa coisa da galeria, né, que todo mundo tem a sua história com a galeria de encantamento, de transformação. E aí as meninas mais jovens, principalmente a Bia, aí a gente dando rolê e falando, ah, mas essa roupa, esse tênis. Aí eu falei, gente, vocês não sabiam que era tudo disco? Aí as meninas...
Nossa! Tudo disco, cara. Uau, né? Muito louco. E aí, foi isso. Pra mim, foi entrar nesse lugar e falar, meu Deus. Tudo disco. Eu cheguei a trabalhar na galeria, né? Eu trabalhei na Repower. Que incrível.
Também era no Repau de 2007, acho que até 2008, por aí, um pouco. Tinha submoda, eles eram marido e mulher, a Lélia Fátima, não sei se são ainda. Não, não são mais. Informações privilegiadas. Você já tava aqui, né, Ney? Já, já tava. Outros além, né? Porque um tinha submoda em cima e outro Repau e mais. 2007, 20 anos já, né, amiga? Quase.
30, já uns 30 já 30 não, para Ney, 20 27 é verdade se acalme olha aí, antes de você ler, vocês querem que passe uns 30 segundos pro pessoal lá só a abertura fechou, gente, 30 segundos vou ficar fazendo freestyle aqui em cima põe a faixa já lança na barraca ok, não é?
Olha, mas eu acho que Quando piratei é sucesso Essa é a forma Isso aí confirmou Que você tá fazendo sucesso, certo? Essa música é um sucesso Então chama vocês aí, fala aí do clipe que eu coloco O Fabio Rogério vai trocar lá, né?
Fabio Rogério já está tocando. Por favor, né, Fabio Rogério. Ah, estreou na 105, gente. Por favor, viu? Música boa tem que ser tocada. Muito obrigada, Fabio Rogério. Música boa tem que ser tocada, gente. Ele tocou antes da gente mostrar pra qualquer um. Quer dizer, o Taíde escutou. Acho que o Taíde foi a pessoa que mais escutou fora de nós duas. E aí eu mandei pro Fabio Rogério, que eu já mandei outras músicas pra ele. Não que ele não gostou, ele elogiou, mas ele não tocou na rádio. Certo.
E essa ele elogiou e tocou no rádio. Vocês viram? Foi diferente. Então, muito obrigada, Fabio Rogério. Eu estou entregando todos os bastidores. Eu amo. Obrigado. Mas ele não é obrigado a tocar. Ele é obrigado a tocar. Não é. Mas se tocou, o Rap Nacional agradece. Agradecemos. Agradecidíssimas. Com vocês, 30 segundos de... Rap Nacional! Direita a capelinha ainda.
Rap nacional, rap nacional, gente quer ouvir Rap nacional, dos quatro elementos, super fazer da MC Rap nacional, rap nacional, gente quer ouvir Rap nacional
Rap nacional pra minha vida Sem conversa fiada Não tendo a disciplina Esse é o puro sul De quem sabe rimar Oi, Vandinho, se acalme, volte Já foi? Já foi? Gente, tem dois segundos, vai Tem um delay aí, mas já foi aqui Vandinho, Vandinho tomou o se acalme e voltou Eu tô fazendo propaganda sem remédio pra caramba, né?
É, eu acho que eles devem ter um outro sinal que a gente tá precisando, amiga. Por que você vai falar desse acalmo, gente? Mas é muito louco, né? Porque a gente precisa, né? A vida é meio maluca, assim. Hoje, por exemplo, já fiz várias coisas. Vocês fizeram quantas coisas hoje?
Eu vim só pra loja e tô aqui. E você, Eric? O Eric J. A gente viu muita coisa. O Eric o dia todo no corre. Então, mas quantas coisas você fez hoje? Já contou? Contabilizou? Não, não. Ah, não, para. Se acalme. Dez. Dez, dez. Eu fiz seis.
Você, Lívia. Ah, eu não contei aquela. Mas é muito louco, né, São Paulo? Tipo, quando você faz quatro coisas, é um grande sucesso, né? Porque o bagulho é louco. Eu fiz seis, quase brigando com a quinta. Da sexta. Mas deu tudo certo no final. Mas assim, é muita coisa, né? E pra gente que é mulher também, e mãe...
Também tem isso. Aí tem aquela parada de você pensar por você, pelas crias, pela família. Não que vocês não pensem pelas crias, só que... É um outro jeito, né? É um trabalho invisível. É, sim. E vocês têm... Quando vocês terminam o som, vocês...
Se tem aquela galera de confiança que vocês mandam, vê se tá bom. Antes de mandar pras pessoas, antes de fazer tudo. Tem aquela galera que dá uma válvula, puta, tá bom. É isso mesmo. Zerou. Só fecha. Só manda masterizado. Sim.
É ruim quando você mostra a master e a pessoa pergunta assim, já tá masterizado? Fortes emoções. Já fechou o arquivo? Já tá masterizado? Meu Deus. Não, mas assim, tem. O Taíde, ele é meu termômetro, né? Tá em casa ali. Tanto que na primeira versão a gente falou os quatro elementos, super poder do MC. Aí ele falou, eu acho que vocês precisam colocar...
Ah, legal. Ele falou assim, acho que você tem que colocar da MC e do MC, nos dois gêneros. Aí a gente colocou... Sim. Fale, acho que está passando documentário agora. O mestre falou, né? Vamos... Esse é o documentário da... Esse é o documentário da Lívia. Por favor, Lívia, agora sim com imagens. Com imagens. Põe na tela. Na tela. Lívia, quanto tempo demorou para fazer esse documentário?
Olha, foi demorado, porque como eu falei, não foi planejado. Ele foi um filme que foi se transformando, né? Começou o pessoal da Rapo Coletivo, foi registrar os 10 anos de Muito Mais Amor, o show de comemoração.
E aí eles já fizeram um mini doc, assim, eu chamei pra registrar o show e aí já rolou um mini doc. E aí quando eu assisti, eu falei, gente, posso trazer mais pessoas pra contar mais dessa história e tal? E aí nesse processo tinha o Aurí do Rio, o Max, que também não tá morando aqui em São Paulo. Então entre uma entrevista e outra, demorou alguns meses até fechar tudo.
Deixa eu ver o tempo certinho O álbum, Muito Mais Amor, é de 2013 A gente comemorou em 2023 E conseguimos lançar no ano passado Em 2025, em novembro Aí a gente fez uma exibição lá no Sol e Sombra Na Bela Vista E é isso, conta o começo da história Eu tenho depois... Como não foi planejado
Quando eu assisti, eu tive essa impressão de como se fosse a minha vida em capítulos. Então é como se fosse o primeiro capítulo da minha vida artística. E aí eu preciso contar mais. Agora eu fiquei com vontade de contar mais histórias. Estou lindo.
E tem a ver com o que a gente estava falando, do registro da memória, de buscar no passado as referências. Então, acho que é papel nosso também fazer esse registro. A gente tem o acesso às ferramentas, então buscar fazer o registro, contar a nossa história da nossa própria visão. E é assim. Eu acho que esse filme saiu dessa forma. Minha filha também fala um pouco. Para mim, ficou bem pé no chão, bem real.
posso fazer lá dentro? pode, pode teve duas primeiras, né? eu achei bonito, muito bonito acho que nem falei isso pra você a maneira como o Aurí fala de você também, achei muito legal acho que ele dá o pontapé inicial falando sobre o início, como ele conheceu a Lívia, achei muito bonitinho sabe o jeito que a pessoa fala sobre a outra que eu achei bem emocionante é bem legal, bem bonito legal
O pessoal, pra assistir, então, tá no YouTube. Tá no meu canal do YouTube. Chama o Melhor Está Por Vir. Acho que eu já falei antes, mas vou repetir que quem batizou foi o KL. Foi uma frase que saiu enquanto ele tava dando a entrevista.
E aí virou um mantra, assim, virou uma coisa que eu acredito, também tem a ver com toda essa história, todo esse fio que a gente tá falando, acho que a gente tem que colocar isso em visão à frente nossa, sabe? De o melhor está por vir, o jogo nem tá ganho, nem tá perdido, a gente tá nesse caminho, trilhando esse caminho. E eu queria também, não sei se tem tempo, posso falar rapidinho? Pode falar. Olha, neném.
Eu assistindo aqui, vai ter... É sua filha? É, é. Ela veio aqui no dia... Meu Deus do céu. É, ela se conheceu na mente, tinha três anos. Nossa, meu Deus. Uma mulher feita já. Inclusive, ela e a Maia saíam de um rolezinho já. É, deixa a gente doida, preocupada, acordada, esperando. Outro dia a gente tava lá em casa, eu e a Lívia, esperando elas chegarem. Olha só, que fácil, que fácil.
ela chegando na balada e a Maia tinha ido se trocar na casa da Lívia daqui a pouco a Maia chega assim com uma roupinha de Alice e fala que roupa é essa? não, é que eu passei lá na casa da Lívia e coloquei a roupa de emprestar uma pra outra mas é bonitinho e eu queria fazer um adendo também que eu acho importante
A gente frisar homens que também apoiam mulheres, né? Porque tem muito esse rolê de, tipo, ai, não apoia, não apoia. Mas, por exemplo, o Taíde é um cara que me apoia 100% em tudo, todas as ideias que eu tenho, desde o meu trabalho, o trabalho dele. Porque, pô, imagina, né? Ele já tem uma caminhada.
E aí vem uma pessoa mais nova Falar pra ele, não, eu acho que você deveria Andar por esse caminho Tem que ter um pouco de humildade E tem a Lívia A Lívia não é a primeira pessoa que me fala isso A Rosemissi também já me falou Que o KLJ também é um cara que Apoia muito as mulheres De muito tempo De sempre A Rosemissi contou uma história Dos anos 80 pro 90 Mais 90 talvez Dele apoiar o MINA Um grupo Um grupo
que a Ruzi fazia parte, e ainda pediu assim, ó, não fala que eu tô ajudando.
Não precisa falar, não é foda. Anos depois, a Líbia fala assim, inclusive ela fala que ela tem um cléberne. Eu sou clébernista. É minha religião. Clebernista, só aceito andar com clebernistas. Isso. Entendeu? Nosso culto é o sintonia, sempre que precisa energizar, a gente vai ao culto, e é isso. Só clebernistas são aceitos aqui.
A mesa. E eu achei muito legal, porque assim, essa conversa eu tive com a Rose, que eu não tive com a Lívia. Aí vem a Lívia e fala, não, a LJ me ajudou muito e tal. Thaíd também me ajuda muito, também já ajudou muitas outras mulheres. Inclusive a Rose, acho que o primeiro registro da Rose foi gravando com o Thaíd no estúdio, na época de Thaíd. Sim, sim. E várias outras, assim, várias outras. Inclusive, pra escrever homenagem, ele me ajudou, porque eu lancei o homenagem e depois o homenagem remix. No homenagem...
Eu procuro colocar todas as pioneiras dos anos 80 o nome. Elas não estão participando, mas eu coloco o nome no vídeo, em cima do vídeo. E no homenagem remix, algumas delas cantam comigo. Então ele me ajudou muito com isso, né? Ele estava lá, ele viu tudo e tal, não sei o quê. Então é importante, não são muitos, mas é importante a gente sempre pisar os homens que apoiam mulheres.
É, eu acho, assim, se eu falo... Pode falar, pode falar. Eu acho que sobre o KL, ele é uma pessoa muito verdadeira e muito apaixonada pelo que faz, né? Pelo hip hop. Então ele tem... E ele tem essa luz mesmo de transformar o ambiente, de transformar onde ele tá.
E aí ele é um cara investidor, empreendedor, ele transformou a vida de muitas pessoas. Pra caramba! E ele enxerga, e ele não tem essa coisa de tipo, ah, mulher isso, homem aquilo. Então onde ele vê talento, onde ele vê possibilidade, ele põe a mão e transforma, e é isso aí. E o que a Ana tá falando é...
Eu acho que tem uma coisa, às vezes, de... Ah, sei lá, de um embate, de uma divisão. E que é importante a gente reconhecer quando as pessoas certas estendem a mão e dão apoio, né? Porque essa divisão, ela não é da hora, tá ligado? Rap, rap feminino, né?
Então, quando tem pessoas que... Por exemplo, ela falou do Auri. O Auri foi um cara também que... A minha primeira gravação de estúdio foi no estúdio do Auri. Enfim, eu acho que quando a gente...
Tem pessoas que fazem de coração, fazem porque... Homens e mulheres que apoiam uns aos outros, que constroem esse caminho da cultura hip hop, tem que ser reconhecido. Que é a cultura. Sem essa divisão, sem tipo...
O que eu tô querendo dizer, gente? Eu acho que eu tô dando uma volta, mas pra dizer que às vezes incomoda é... Ah, porque eu fiz tudo sozinha? Ah, porque ninguém me ajudou? Não sei. Às vezes eu percebo umas posturas assim. Pode crer. E é isso. A gente sempre tem... Eu agradeci o Taíde, na São Bento, pela oportunidade. Tipo, eu tô num lugar, né, que é o berço do hip-hop, tô cantando no show de um cara que é o percursor, eu não vou chegar lá.
Muito obrigada pela oportunidade. Que da hora. E é isso. Acho que a gente sempre tem que ter esse olhar horizontal, assim. De olhar pra todo mundo e a importância e o peso que as pessoas dedicam nas coisas, né? Isso não quer dizer que não tenha essa maneira do machismo. A gente sabe que tem. Então, de vez em quando eu vejo os discursos, assim, principalmente da galera Nova Escola, que é...
É tipo, parece que não existe cara bom, não existe homens que ajudaram algumas mulheres no hip hop. Eu fico até meio assim, falo, pô mano, sei lá, tem que tomar cuidado. A gente sabe que tem um monte de filha da posta real mesmo, machista pra caralho, a nossa cultura, tá ligado? Mas a cultura em si ela não é, são as pessoas. São as pessoas, em qualquer ambiente. Mas tem uma galera que meio que generaliza assim, tipo, como se...
Ali, alguns caras não fizessem nada pela... Nada, entendeu? Eu acho meio pesado isso, assim, entendeu? Eu tento não generalizar nada. Nada. Nada. Generalizar nada. Porque ninguém se conceita tudo em nada. Sim, sim. Entendeu? Também agradecer aqui também, né? O Ney e a Grinhos, que abriu a loja pra gente.
não pestanejou, né? A gente quer fazer um clipe, nem tinha mandado a música. Só vim ver o horário e vem. E da hora que vocês estavam falando, né? Fecha a loja da hora. Que vai ter quarta lauren e aí eu fiquei pensando, não, sabe que semana chique, que legal. Muito bom.
Não, a Lauren também, super importante. É muito importante ela estar lançando o disco dela. Sábado também vai ter a tarde de autógrafos. A tarde de autógrafos. E aí é bonito. Eu fico emocionada, fico feliz de ver mulheres trabalhando juntas no contexto na mesma semana. Faz um volume que deixa as coisas fluírem naturalmente. É muito legal. Com certeza. Onde que vai ser montado esse palco pra ela cantar? Que eu já tô pensando aqui. Quero saber.
Olha a empresária trabalhando Nós fizemos isso Nós fizemos o Dexter ali na frente Ali na frente, na cabine Ali onde Onde o Taíde gravou Manos e Minas há muitos anos atrás A batalha, a verdade Entrou ali A ideia é fazer ali Fechou a rua Eu não vi o vídeo do Dexter A gente comprou o vídeo do Magritte Até no Sesc ali dançando Fins g g g
Foi da hora demais. Gente, que massa. Deixa eu tirar uma dúvida aqui como documentarista. Ficou alguém de fora do documentário que você queria? Ah, muita gente, na verdade. Ficou alguma história de fora? Porque assim, 53 minutos de documentário é muita coisa. E tá muito legal. Eu assisti inteiro. Ai, que legal. Por isso que eu queria colocar. Não queria que fosse só rapidinho, entendeu? Eu assisti, tá muito bom. Parabéns aos meninos da RAPO. Maravilhosos. Ficou faltando algo? Ah, eu, assim, a gente...
Como eu falei que não foi planejado, eu não tinha um começo, meio e fim. Eu acho que o filme se apresentou e contou a história que foi esse final aí. Mas eu acho que faltam amigos, situações, agendas, coisas assim aconteceram. Algumas pessoas não colaram por isso, por agenda. Mas acho que contou bastante. Eu nunca tinha pensado sobre isso, na verdade.
que você realizou o sonho que a maioria que vem aqui comenta, não é? Pode falar, eu queria ter um documentário. Então, eu acho que eu fico muito, eu ainda estou vivendo essa emoção de estar nesse lugar, de ter realizado um sonho, que às vezes a gente sonha, mas não sabe se vai realizar. E aí realizou de um jeito tão...
Natural. Natural, que eu ainda tô nessa brisa, assim, tipo, uau, aconteceu, tá acontecendo. Legal. E aí, não sei se, assim, pensar que faltou, eu acho que não faltou, porque conta essa história, essa parte da história. Me deu vontade de contar mais histórias sobre outros recortes, outras coisas. Parte 2. É, tipo isso. Mas, assim...
pessoas faltaram mas acho que elas foram citadas também essa conexão com as pessoas, o que me fez querer chamar mais pessoas e acabou virando um filmão é que eu acho que o emissário falou olha que doido, eu chamei o emissário porque ele é meu amigo próximo pra cantar no show do Muito Mais Amor
E aí, quando ele tava lá, ele falou que uma das gravações foi na Toca do Leão. Aí essas coisas loucas, eu não lembrava. E aí ele começou a contar da gravação, não sei o quê, e aí conectou com outra pessoa, com outra história. Aí eu falei, gente, eu preciso trazer as pessoas que estão sendo citadas aqui e tal. E aí foi falado do Rotação 33, aí o Kylie Jay foi citado, aí o Wally... E aí virou essa coisa onde as pessoas se conectaram.
Então, ficou desse jeito. Acho que no final não faltou não, tá? Perfeito, tá do jeitinho que tinha que ser. Lívia, você anotou quem poderia depor ou falar alguma coisa nesse documentário? As pessoas, você chegou? Vai, KLJ, Auri, você chegou a anotar? Sim, anotei, anotei. Pra não perder ninguém assim, você chegou a anotar? Sim, sim. Que é muita informação, eu tô falando que é foda, cara. É o que eu falei, tinha até mais pessoas, mas aí não rolou a questão da agenda.
Uma pessoa que eu fiz muita questão, e aí, vamos lá, Auri, quando é que você vem daqui pra São Paulo e tal? Foi ele. Ficou lindo. Mas anotei, sim, e aí é muito louco, porque, como as pessoas lembram também, teve uma situação engraçada com o Max, por exemplo.
Eles perguntaram... Eu não fiz as perguntas, tipo assim, ficou muito na mão dos caras. Aí perguntaram, como que você conheceu a Lívia? Aí ele começou a falar do ano e tal, aí eu tava perto e falei, e aí, o Max tá mentindo? Aí ele... Eu conheci você antes de tal situação, não sei o quê, aí eu... Eu não sabia. Então é muito louco a perspectiva das pessoas, às vezes.
E aí ele conta, assista um documentário pra vocês saberem a história, mas que era antes da gente se conhecer pessoalmente, que foi no Rotação 33 depois. E aí é isso, a visão da pessoa pra mim é surpreendente. Abriu também esse outro mundo, é muito louco. Sua gravação oficial mesmo foi no Rotação ou teve antes?
Que eu te conheci no Rotação. A minha primeira gravação de estúdio foi no estúdio do Aurina, a casa do Aurina, um estúdio lá, que era da Brutal Crew, em 2002. Depois eu gravei um demo em 2005.
e aí desse demo eu distribuí, fiz um um tanto de cópias entreguei na mão do KLJ e aí ele me chamou pra fazer o Rotação e aí o Rotação foi que fez eu ficar conhecida mundialmente mundialmente abriu as portas com certeza, porque não
E aí também é um bagulho muito louco, porque como eu não sou de São Paulo, contextualizando, tá, gente? Ai, nenê! Olha aí o DJ Hard, ele gravou uns riscos pra esse meu demo de 2005.
E aí, nossa, que nenenzinha. Aí, o que acontece? Pra quem está me conhecendo hoje, tem um outro episódio aqui no Gringos, que eu conto muitas histórias também, que eu sou contadora de histórias. Mas aí, eu não sou de São Paulo, né, gente? Eu sou de Recife. E aí eu morei um tempo no Rio e um tempo em Brasília.
Por que eu comecei a falar tudo isso? Porque a gente estava falando do Rotação. Rotação. E aí eu tive a dimensão, muito mais recentemente, conversando com as pessoas, as pessoas me contando até nessa vibe nostálgica mesmo, né? Que a Rotação 33 está fazendo 20 anos, esse ano, né? Que foi lançado em 2006. Façam alguma coisa. Vamos fazer alguma coisa, Titio Kaeli, pelo amor de Deus. Aí... É...
saiu em revistas. Então eu tinha minha cara na revista, eu não sabia. Então as pessoas têm revista com a minha cara e lembra tipo, o Rotação é um trampo que é um pesadão de rua, eu tô andando na Cefa, você é aquela mina do Rotação 33, com essa lata aqui de 40 anos. Juro. As pessoas têm essa memória afetiva muito forte com esse trabalho. E eu não sabia, assim, eu não tinha noção de como as coisas aconteciam em São Paulo.
Então, eu fiquei sabendo disso até mais recentemente, tendo essa dimensão do quanto expandiu, do quanto que ficou mesmo na memória das pessoas. E aí, como eu falei, o Kaeli transforma, né? E daí em diante, eu comecei a...
viver, fazer que legal, da hora estamos aí até hoje eu agradeço o pessoal que mandou as perguntas vou fazer algumas aqui muitas foram respondidas rap pelo hip hop podemos esperar disco novo da Ana Preta? tá podemos
Podemos. Já degustaram daquele primeiro? Está nos planos. Ela ficou com dúvida. Eu tenho certeza. Poderemos. Em breve. Vai sair. Olha o neném ali também. Na época da Happy News. Foi essa foto de referência que a gente usou para o clipe. Foi. Legal.
O Pedro Rafael, conheci seu trabalho, pra Lívia. Lívia, conheci seu trabalho nesse podcast aqui em 2022. Olha que legal. Achei muito bom o seu som. Aí você combina com o flow de jazz, rap. E o que você acha da cena atual do rap? A gente fala um pouquinho, né, sobre essa coisa de gerações. Mas acho que...
A gente falou do problema, agora vamos falar da solução. Para cada problema... Eu estou achando incrível essa cena, principalmente das mulheres. Acho que as letras, produção musical, essa semana teve um show especial da Duquesa, com tema de anos 70. Então eu acho lindo a gente ver...
cenários, balé, é uma coisa que me impressiona nesse tempo, em tempo real. Eu estava conversando isso com a Ana, tipo assim, a gente não conseguia nem imaginar uma coisa dessas. Tipo, tanto pela, de repente, pela falta de recursos.
Quanto por uma opressão, né? Que aí, nesse caso, o machismo pesa. Pode crer. Na linha do tempo da nossa geração. Então, tipo, tinha uma coisa com a roupa, com o discurso, com o jeito de se portar, que eu tô achando lindo a cena atual nesse sentido. A liberdade delas se expressarem, o desenvolvimento artístico, estético.
E aí eu tô pirando nisso, tô achando incrível, assim, a Duquesa, a Júlia Costa, a... Ai, por que eu fui citar nome agora? Agora vai começar os guardinhas. Tá faltando um fulana de tal. Mas ele falou que sua voz termina com jazz, que eu concordo muito. A voz da Lívia me lembrou. Um blues, um jazz, assim, eu já falei isso pra ela. Inclusive, eu acho que no futuro, porque eu acho que tem muita coisa que você ainda quer fazer.
Mas fazer um disco mesmo, assim, direcionado pro jazz, pro blues mesmo, porque ela tem um vozeirão, assim, muito... Olha a empresária aí de novo. Ele falou. Na preta tem visão, vai. O JC Happy, ele fez essa mesma pergunta pras duas, então, Ana, da nova geração. Da nova geração. Rap atual, enfim. Tem muita coisa que eu gosto. A Tasha Trace eu gosto bastante. Gosto também da Duquesa, gosto da Júlia.
Eu gosto. Tem uma menina que eu gosto muito também, que é a... Gente, agora eu vou errar uma... Viu? Citar nomes. Você gosta de citar nomes? Eu cometi o erro, você poderia ter se salvado nessa. Que é aquela que eu posto direto a música dela.
A minha vida é vezes parecido em um filme. Tória. Tória. Tória. Tória, eu gosto muito. Inclusive, a Tória já veio aqui? Ainda não. A Tória é boa, cara. Ela manda umas barras. Barras e barras. Monstra. E umas barras. Ela é muito boa essa menina. Ela tá fazendo uns boom-bap pesado também. Ela faz de tudo, sabe? MC Luana, se. Isso aqui é isso. A cena tá tão linda que são muitas, né? Amém. É, amém.
Mas é isso, eu escuto sim, gosto. Eu gosto desse lugar da liberdade, de ser livre, né? Dentro do que proponho fazer. É só isso. Não estou falando que nenhuma delas não estuda, mas só me pega essa parte do não estudar novamente. Não estou falando que são elas. Mas qualquer um que for, me pega nesse lugar. Mas se elas estão estudadinhas... A taxa 3 eu acho elas bem letradas, assim, com a parada do rap, do hip-hop, assim. Eu gosto do posicionamento delas.
Mas agora eu tô falando da música em si, das apresentações, etc.
Ô, Ney, deixa eu só pegar um recado aqui, que eu vi um elogio pra Ana, eu achei incrível aqui. Que falaram que você é uma das poucas que mostra e fala do pessoal da antiga, que muita gente não cita, né? Quem começou, a parte histórica mesmo. E falaram que a Ana é uma das que mais fala, eu já fui pesquisar, já achei. Então, eu tô entendendo esse elogio aqui. É tão fácil fazer isso, assim, eu acho muito fácil, assim. E é gratificante, tá? É gratificante.
Eu fico com meu coração quentinho, porque eu fico pensando, se fosse eu, eu ia ficar tão feliz, né? De você estar reverenciando suas griots em vida. Sim. Sabe? E o mais legal é o que eu falei lá no início, inclusive. Em vida. Com todas as vidas. Vivas. E precisam disso. Porque às vezes, quando eu chamei a Rose MC, inclusive amo a Rose MC. Chamei ela pra participar de Volumine Som, que é uma música que eu amo. Inclusive foi gravada na São Bento. Com ela e com a Ieda também, que é outra professora.
E eu brinco com o Taíde que nesse dia eles me batizaram no nosso aumento. Esse clipe acho que é do meu disco, que foi em 2022. E a gente gravou o clipe 100% no nosso aumento, né? E aí o pessoal do nosso aumento, hum, tá, pode vir. Aí eu falei que nesse dia eu senti que eu fui batizada realmente nos quatro elementos. E olha, eu tô já alguma cota aí. Em 2022 eles falaram, tá bom. Ô louco, tudo isso.
Na Sombenta. Sombenta especificamente. Não no hip hop, tá? Sim, sim. E foi tão lindo. E a Rose, ela chega numa energia. Eu amo esse clipe, mas a parte da Rose é uma das partes que eu mais amo. E ela tinha acabado de completar 60 anos, né, gente? Isso é exagenário. Ela não bagulha. Minha mãe olha pra Rose. Minha mãe é um pouquinho mais nova que a Rose. Ela fica assim.
Tipo assim, porque a Rose, mano, nas 60 anos, agora tá quase 63. Eu falo pra ela que eu tô no projeto Rose MC. Pra chegar lá desse jeito, linda, maravilhosa. Aí a Rose chega na rima assim, black, black, Rose MC. E o jeito que ela chega, toda bonita, maquiada, toda linda. E falei, caralho. E aí, desculpa falar palavrão da gente, que eu me empolguei. Mas aí, depois a gente trocou a ideia dela, ela falou, meu, você não sabe o quanto foi bom pra mim você receber esse convite.
E olha, acho que eu nunca falei isso, ia ser uma garota da nova geração que eu chamei pra participar, que me deu algumas desculpas. Talvez estivesse tentando estudar o hip hop, né? Porque, sei lá. Mas é bem da nova geração, eu não vou rolar o nome. E aí me deu vários pelés. E aí nisso, eu tava trocando de neve, eu falei, ah, fiquei chateada, não sei o quê. Que era uma menina que dialoga com a alma, o que eu faço. E ele falou, meu, chama as minas...
Desculpa, chama a Rose, chama a Ieda E foi a melhor escolha que eu fiz É um dos clipes que eu mais amo Era pra ser E aí foi aí que eu comecei uma amizade com a Rose Com a Ieda já tinha amizade com a Ieda cantando nos shows Do Taíde, amo a Ieda também muito Mas a Rose a gente estreitou Por conta dessa música E ela chega numa energia, gente Tipo, tá Muito boa E aí
E aí eu fui batizada nesse dia. Nesse dia eles falaram assim, tá bom, Ana. Tá bom, chega. Pode vir aqui na sombento, a gente tem. Brincadeiras à parte, mas é verdade, sim. Olha. Mas assim, tudo bem, agora tá tudo certo. Mas e aí cantamos lá o rap nacional e foi muito legal, inclusive. Esse foi o dia que eu fui batizada.
Demora mais, hein? É verdade. É porque é muito critério, mas assim, é isso aí, é o berço. E eu tô ouvindo a Ana falando e tô numa brisa aqui, numa ideia, que é esse lance que eu falei de... que eu falei de...
Eu falei no off, tá? Com o Eric Jay, que ele também foi importante na minha vida, num momento muito importante, ele não sabia. Mas é muito legal quando a gente faz coisas sem saber. Tá ligado? Tipo, só da nossa espontaneidade, e aí isso às vezes transforma a vida de uma pessoa. Tipo, o KLY Jay não sabia que me convidando eu ia ter 25 anos de carreira, ter um... Entendeu? Ele não sabia. Ele fez porque ele acreditou naquele momento.
da mesma forma você também fez de coração pra acreditar no que você tava fazendo e transformou pra mim e aí é isso, você chamou a Rose no momento e numa visão artística de criar uma coisa uma coisa pontual que de repente pra ela já virou disco já virou show, já virou um monte de coisa que não foi, tipo você não fez isso pensando nessa caminhada toda mas isso trouxe essa autoestima, essa transformação pra Rose então é
isso que é o hip hop, né gente? que a gente tava falando desde o início que é a transformação da sua comunidade, do seu entorno das pessoas ó, o nenéns eu subiçalvo essa camiseta eu dei de presente pra ele de aniversário
Ele usa, gente. Pode dar presente pro Kael que ele usa. Eu, se fizer um documentário que tenho vontade de fazer um dia, não tá nos planos ainda, Eric D. vai participar do meu documentário. Com certeza. Fizemos manos e mudanças. Eu também tenho que estar, amiga. Se acalme. Eu tô no celular.
você vai estar no segundo capítulo parte 2 é vontade você também vai estar enfim, é isso, muita história para finalizar as perguntas vocês vão lançar um single ou um disco colaborativa juntas?
Eu acho que... E aí, empresária? Gente, tá tudo acontecendo, entendeu? A gente tá numa fase que... A gente tá muito alinhada. Nossas ideias estão muito alinhadas. A gente trabalha de uma maneira... A gente sempre foi amiga, desde 2009. A gente se conhece. Mas a gente nunca tinha trabalhado... Eu já dancei pra você nos seus shows. Sim. Quando eu era só dançarina. Isso há muito tempo.
E aí, a gente nunca trabalhou fazendo rimas, barras, letras, melodias. Na verdade, a gente tem um projeto juntos, que são várias MCs.
Mas Fitch, nosso projeto, só nosso, é o primeiro. É o Rap Nacional agora. E é isso. São anos de amizade e tal, e correndo juntas, em paralelo. E aí rolou essa sintonia agora do som. E eu acho que essa sintonia só tende a crescer. Fala aí. E esse nosso projeto Cantando Clássicos também dá ideias, né?
Por exemplo, só vou falar bem rapidinho. O Bruno Mars, perguntaram pra ele qual era o segredo do sucesso dele. Ele disse o seguinte, porque ele vem de cantar, fazer covers em Las Vegas, desde quando ele era criança. Ele canta em Las Vegas. Aí ele falou assim, cara, como? O segredo do sucesso pra mim tá em cantar músicas que fizeram sucesso mundial, todo dia. Meus hits saíram daí, tudo de músicas que eu gosto, que eu cresci cantando, cantei.
E aí eu fiz o meu trabalho. Então, se a gente tá numa fase em que a gente canta músicas que a gente gosta e que a gente ama, então vai sair muita coisa daí, com certeza. Ó, essa imagem é muito da hora que eu tava esperando essa oportunidade. Muito obrigado, Vandinha. Vandinha arrasou agora, hein? Que esse lançamento mais recente da Ana, que é o Homenagem, estão aí as pioneiras, né? A Tula, a Rose, a Rúbia.
E a Ieda. E aí a gente... A Ana teve a ideia de homenagear a Dina. E aí, pra isso, a gente recriou a cena do Mente Engatilhada. Inclusive a Rose e a Rúbia estavam na cena original. Pode crer. Foi muito emocionante gravar essa cena. Foi. E aí eu pude fazer a Dina.
Que foda. O clipe é homenagem. Que legal. E vocês fazem no show também? Vocês fazem no show do Rap Nacional? Eu, mente engatilhada. Na verdade, mente engatilhada eu já faço na vida, né? E aí a gente leva pro nosso show também. Não, a Lívia sempre cantou de Jorandino no show. Sim, sim. Inclusive a gente pediu a autorização através da Lívia pro Chuck e pra... Como que é o nome dela? Joyce. Pra Joyce. Um beijão pra Joyce. Beijo, Joyce.
E eles liberaram pra gente poder fazer. Que legal. Foi a última cena do clipe, né? Que a gente gravou e que tá no clipe. Então, se vocês não assistiram ainda, assistam homenagem. Porque eu estou lá de Dina D. Tá ligado. A Dina D. A Dina Lívia D. Está no clipe. Homenagem e remite. Que da hora. Bom, vamos fazer um convite novamente, né? Pro Premiere. E o vídeo clipe vai estar nos canais do YouTube, Ana?
no YouTube, agora dá pra fazer colab, né? Inclusive, até o podcast dá pra fazer colab também? Dá. Ah, eu quero, quero o Sik. Com o nosso canal. Assisti aqui também. Iremos fazer essa colab, então. Eu vim aqui pensando nisso, porque agora a gente vai fazer a colab do clipe, Lívia, Ana e o Gui, né? Isso. E aí a gente quer do podcast também. Porque é importantíssimo, né, a gente vir colar os canais. Com certeza. Muito legal. E vai estar no... Qual canal? O videoclipe?
Nosso canal. Da Lívia Cruz. Siga Lívia Cruz Oficial no YouTube. Da Ana Preta. E talvez do Gui também, acho que da produtora dele. Legal. Então vai estar na... Vai ser fácil de achar, né? Não tem como. Lívia Cruz Oficial no YouTube. Já segue agora para não esquecer o seu Ana. Oficial Ana Preta. Se inscreva. E aí, já que a gente está aproveitando esse momento, Merchan, arroba Lívia Cruz H2 no Instagram. Arroba Oficial Ana Preta. Fica tranquila, vamos ver.
Bandinho ligeiro Daqui a pouco ele vai pedir aumento Vai Porque ele tá trabalhando Bandinho tá milhão ali Então vamos assim, pra quem vai ouvir só o áudio É Lívia Cruz H2 Lívia Cruz H2 Vocês já estão vendo ali que tem link da pre-save E dos ingressos Então além de me seguir Já pode fazer a pre-save E já pode colar, pegar seu ingresso antecipado Fins g g g
Que amanhã a gente vai revelar qual vai ser o sorteio. Mas vai ter promo, vai ter sorteio, vai ser bom demais. Pra participar do sorteio, precisa garantir o ingresso. Tá baratíssimo, gente. 20 reais. 20 reais. Muito bom. Tá bom. E fazer o preceiro. Pronto. Já vai estar participando. Legal. Pum.
É isso, e a gente vai divulgar amanhã. E aí é isso, o show é o evento Rap de Quinta da Cave Pool, Lívia Cruz. Fora que vai ter Taíde, né, gente? O vídeo não tá aí, gente. Que legal. DJ Maximus Beats fazendo sete, a gente fazendo ao vivo nossos sons e hits do Rap Nacional. Isso mesmo, vamos cantar a música lá. Passar o seu também, Ana.
Ah, obrigada. Muito bem. Ah, e tem novidade que eu quero cantar, mas não vou cantar agora. Arroba oficial Ana Preta. O oficial Ana Preta. Também tá o link lá de Reprenacional, descoisa tudo. E tá o link também dos ingressos. Mas acho que só não apareceu ali. Mas tá tudo lá, gente. Legal. E, Ana, shows pra contratar também? Direto no Instagram? É, Alice, gente. Alice! Sigam a Alice também, ó.
Alice Aura, nossa herdeira aí da cultura hip hop, Beldi. Gente, ela é muito boa, ela também se organiza com o pessoal dela, faz as coisas do jeitinho deles. Ela faz um rolê bem experimental, bem contra a cultura. Esses dias ela virou pra mim e falou você queria que eu cantasse rap? Você tinha uma expectativa? Porque não tem nada a ver, né?
Falei, não, meu amor, o que você fizer tá tudo certo, eu sou muito orgulhosa de você. Um beijão, Alice. Ela dança muito também. E é isso.
Ela é uma ótima dançarina. Sigam a Alice Oura, maravilhosa. Te amo. Então, Ana, pra caso queiram contratá-las também, agora essa dupla maravilhosa. Apenas Produções. Apenas Produções. Tem o Instagram também da Apenas, né? Apenas Produções. Aí lá tem todos os números. Tem o número de WhatsApp, tem o e-mail. Contactou. Estaremos lá.
Legal. Salvem. Tem a carteirada. Leva nós, leva nós pro Brasil pra fazer rap nacional na sua rua, na sua cidade. Por favor. Algumas informações, pessoal. O pessoal tá perguntando onde assistir o documentário. Então, no YouTube, né? No YouTube. Lívia Cruz Oficial. Já segue, não perde nada, que tá vindo muita coisa boa. Fala, empresária.
E assim, ó, Ana, pra quem quiser saber, assim, a gente tá indo daqui pra frente, mas quem quiser saber toda a história da Ana, tudo, episódio 198, tá, pessoal? 198, e da Lívia eu tinha colocado ali, é sem ter alguma coisa ali, não é? Não é?
Isso aí eu vi em 2022. Da Lívia 102. 102. É lá, episódio 102. Beleza? Muito bom. Muito bom. Olha só os verdadeiros. Tá, que ali desde o começo ali pro pessoal acompanhar já... Gente, eu dei tanta risada nesse negócio. É muito legal, assistam, se vocês não tiverem assistido. No meu dia eu tava super nervosa. Eu ainda tava meio gripada ainda, tipo... Não, eu já comecei rindo com uns barulhinhos. Aí eu já tava rindo antes de começar.
Muito bom, muito legal.
Vou fazer a carteirada aqui. Enquanto eu tô colocando, eu só vou fazer uma pergunta pra Ana que passou, que eu tava preparando agora do clipe. Quando a Eliane Dias veio aqui, do Racionais, ela falou assim, que o pessoal demorou pra entender a importância dela, pra organizar tudo, pra arrumar tudo, que ela era sempre a malvada, ela era sempre a pessoa mais nervosa. O pessoal não entendia aquilo como um trabalho de verdade, um arquivo. Você fez a mesma coisa trabalhando com o Taíte. E...
Hoje, o pessoal entende a importância que você tem para os 40 anos do Tide, para você ter arrumado a vida toda digital, a parte de documentos. É que eu lembro que da outra vez que você disse, você falou, a gente começou em 2014, alguma coisa, imagina, o pessoal entende hoje, respeita, entende a sua importância nisso.
O pessoal respeita, só que tem uns apelidos aí, né? Tem um que eu detesto, que foi o Funkbuy que me deu, que eu fiquei putaça. Funkbuy? Ah, Funkbuy é... A Ana já falou. Bastidores com o Ana Preta. Vai ter que ter um programa só de bastidores com você. Mas o Sargento também gera sempre bem, entendeu? Porque é isso. Às vezes, brincadeiras à parte, pra você ter pulso firme ali, principalmente no meio que tem muito homem.
Você tem que chegar e conversar, e pulso firme, e vamos lá, e vamos sim. Mas o pessoal me respeita. Falo assim, brincando, mas eu também gosto muito do Bui, a gente tem música junta e tal. Sim. Mas é isso. Demorou. Muitas vezes as pessoas não sabem, e eu até falo pro Taíde, não fala. Prefiro que não fale, mas ele sempre fala. Eu falo, não fala, mas ele fala.
Mas muito antes do Thaíd falar que eu trabalhava com ele, eu já tava trabalhando com ele, fazendo outras coisas, sabe? Sim, sim. A gente começou ali. E eu tenho muito orgulho da nossa caminhada e tem muita coisa por vir ainda. Melhor está por vir. Melhor está por vir. Melhor está por vir. Boa. É isso. Obrigada, menino. Vocês foram maravilhosos. Eu vou fazer só carteirada de coisas que vocês não falaram da outra vez que vocês vieram, tá bom? Então isso aqui é uma novidade que aconteceu há pouco tempo.
Olha aí, hein, quem tá vigiando pra piratear. Quem for copiar, dá o crédito, pelo menos. Arrubinha, gringos, podcast. Ai, meu Deus. Fale sobre este momento que um dia todo mundo ficou triste, no outro todo mundo ficou feliz. Foi ideia do Taíde, tá? Eu sabia que era a ideia dele. Foi ideia dele? Não, ele foi muito maligno. E ele ainda queria postar antes do casamento. Eu falei assim, mas foi uma cerimônia simples pra poucas pessoas. A gente organizou isso em um mês. Foi muito rápido.
E aí ele queria postar, tipo assim, dias antes. Eu falei assim, a gente convidou poucas pessoas. Os poucos convidados não vão vir. Se você postar que a gente acabou... Aí vai bombar. Que a União está. Mas foi um momento muito especial. Eu e o Itaíde, a gente está junto há 16 anos. E a gente formalizou isso no final do ano passado, novembro. No dia do aniversário dele.
Ai, que legal. E foi um momento muito especial. Ah, ela é linda, emocionada. Que lindo. A gente casou na nossa religião, né? Candomblé. Certo. E foi maravilhoso. É que você falou, todo mundo aqui sabe, mas você não falou do começo. Eles anunciaram, pra quem não viu. Ah, é verdade. Eles anunciaram o fim da união estável. Eu não sei.
todo mundo entendeu, a internet foi abaixo por 24 horas e aí o fim da união estável eu quero te dar notícia ruim, quero ver como é que você vai tirar do Google, já entrou no Google e colocou? não, mas foi o fim da união estável porque virou um casamento acabou o casamento foi o fim da união estável o Google não tira eu fui tentar ler os comentários do Facebook e aí não leia gente, não comenta esse erro
Mas enfim, foi um momento especial. A ideia foi do Taíde. Porque assim, a gente tinha a união estável. E realmente foi o fim da união estável. Porque a gente casou no civil. É isso. Quando eu vi, eu falei, é marketing. Sério? Deixa eu te falar, o engajamento foi assim, ó.
muito, juro, bizarro por isso que tem gente que fica toda hora só falando de coisa ruim eu não sei como a Sônia Abrão procurou a galera né não deu tempo, não deu nem 24 horas ai gente, momento muito especial
Bom, fazer o da Lívia agora aqui. Então, outra vez que você veio aqui, Lívia... Tô até com medo. Você falou assim, que tinha uma coisa que incomodava, que era sempre você ser a única mulher no meio da equipe toda, assim, quando anunciavam shows, né? Sim. A foto que eu separei foi essa. Qual que é?
Assim, mudou. Eu quero saber se mudou. Se isso mudou hoje, quando tem o online e tudo, tem as mulheres, tudo. Aquela coisinha pequenininha de boné. Mudou, Lívia? Você vê a diferença? Você vê que agora melhorou? Como é que você está vendo? Mudou, né?
repetindo a pergunta da cena atual, hoje tem muito mais mulheres. Foi o que? Rotação? Rotação, é. Mas bem mais pra frente, quando foi lançado, não. Acho que foi em... Ah, eu não vou lembrar o ano, mas foi na Olido e tal. Certo. Eu acho que agora tá fazendo 20, eu acho que já tinha 10 anos do Rotação aí. Certo.
E aí, mudou, porque tem muito mais mulheres na cena, e esses dias a gente participou de uma comemoração do Nação Hip Hop e tal, do aniversário, e até a Ana comentou no mic, que falou, não, acho que é a primeira vez que eu estou no line só de mulheres, e já era muito legal, porque tinha um line só de mulheres, mas a Ana faz.
festas e cria a line só de mulheres. Eu, também nos últimos anos, comecei a fazer festas e eu crio a line de mulheres e quando não me chamam eu faço o meu show. Você cria a sua própria oportunidade. Isso, é. Então mudou, porque eu acho que o que mudou principalmente, aí eu vou falar do meu desenvolvimento pessoal, da minha visão pessoal, é que é o que a Ana acabou de falar, eu não espero mais ser convidada.
Eu não espero mais que o espaço se abra. Eu hoje tenho ferramentas para abrir o espaço. E antes eu acho que eu não tinha, talvez, oportunidade, talvez ferramentas, talvez autoestima, para pensar que eu poderia desenvolver isso e fazer isso.
E aí eu acho que os últimos anos do rap, do hip hop, mostraram isso pra gente, que a gente não precisa esperar convites, não precisa esperar oportunidades, e isso mudou. Amém? Graças a Deus. Precisa mudar mais, melhorar mais, mas já mudou sim. Que bom. Uma dica, não fique amargurada ali. Ai, não me chamam, não faço parte do bolinho. Faz, cria.
Se você tem a criatividade pra fazer, às vezes a gente acha que não consegue, né? Cria. Porque às vezes de uma oportunidade que você cria, você ganha outra oportunidade. E por aí vai. É um movimento vendo, né? Um movimento cria oportunidades, né? Exatamente.
E pra fechar, Ney, a mesma pergunta pras duas, tá? Eu vi isso aqui, essa foto, eu achei legal, eu vou perguntar mesmo pra duas. O que você mudaria, eu vou colocar a foto pra você ver, mas primeiro você, Ana, pra essa pessoa, se você tivesse que falar pra ela. Ai, ai. Nido. Ah! Que maria! O que você falaria pra ela hoje? O que você teria mudado nessa história? Vai ganhar uns apelidos.
você não vai gostar tanto mas vai vai, só vai com os dois para a porta três, quatro, cinco mas o apelido vem, vai dar tudo certo certo? beleza agora você Lívia
Ai, gente, eu sou muito... A Ana que fez essa foto, né? E aí, quando ela mandou, eu até chorei. Porque a brisa, né? De você realmente se encontrar com você mesmo e tal. Eu entrei nessa brisa. E... Era perto do meu aniversário de 40 anos e tal. Primeira coisa que... Parecido com a Ana. Tipo assim, vai ser muito difícil, vai ter hora que...
Que você vai achar que não vai dar, mas vai dar, deu. Olha aí, olha como é que você ficou. Tá tudo bem, né? E é isso, acho que essa menina jovem aí nem sabia das possibilidades. Eu sou muito grata a essa caminhada toda de...
de terem acontecido muito mais coisas do que eu sonhei e imaginei. Que bom. Que venha mais. Que venham mais e vão vir mais. Muito obrigado. Mais uma aula, né, Eric D. Mais uma aula. Terceira das duas. Uma solo, solo e... Juntas.
Só espero quando ela não tiver hype, né? Ixi. Elas não. Eu quero vir cantar aqui, lá onde que é, lá no tambor. Ali na frente. Pois é, gente. Vamos lançar em discos, viníceis, CDs. Vai chegar, tá vindo, tá vindo. Vai, vai acontecer. Muito obrigada pelo espaço. Que isso, obrigado a vocês. Sem palavras, sempre, sempre, sempre. Então, novamente, quinta vai ser no... Quinte. Lá na... Cave Pool. Cave Pool. A partir das...
17 horas pode levar a criança o espaço lá é maravilhoso cachorro pode levar
Eu não sei, amiga. Ah, Ana, muita informação. Porque tem gente que gosta de levar. Você tá pensando no seu bichinho. Será que eu vou levar o sal? Foi esse o raciocínio. Bichinhos não sabemos, mas crianças podem levar. O show começa cedo. Acho que o evento acaba meia noite. Isso. Abra às 5h. Então se você quiser chegar mais cedo, vai ter DJ 7h.
E o show vai ser ali entre 8 e 9 horas. Então chega cedo pra pegar tudo, assistir o clipe em primeira mão. Tem umas comidinhas gostosas. E é dia de semana, então termina cedo também. Até meia-noite você tá suave, voltando pra casa, feliz, com muito rap nacional na veia. Isso com certeza. Quem sair de lá vai sair chapadão de rap nacional, com certeza. E é isso. Vamos mandar um salve pra Rose, que falou que ia estar na seitoninha, Rose MC.
Pra Vã, Vã Castro da Abramas, que falou que tava na sintonia também. Boa. Pra meus parentes todos, mãe, irmãs, filhas. As filhas, as maridas. Ai, gente, minhas filhas, que eu amo. Eu sou muito família, viu, gente? Vou falar pra vocês. Ou pode falar o que for de mim, mas não que eu não sou uma...
Uma boa foto. A minha mãe. Ah, meu Deus. Ah, pronto, viu? O momento monange veio. Olha, ele... Aí esse negócio da foto mesmo. Não pode ter que avisar, gente. Aquivo mesmo, confidencial. Não tô querendo chorar. Não chora. Aquivo confidencial total, gente. Total, mano. Mas eu sou muito babona, assim. Meus sobrinhos, minha mãe, meu marido, minhas filhas.
O México é uma família O Vagão tá aí O México é como se eu põe seu nome lá no meu terreno Eu sou macumã Meu, parabéns pelo projeto A música é ótima, quem não ouviu Já tá tocando no Espaço Rap O Fábio Rogério Então escutem, sintonizem Está lá nas plataformas também Vai estar tudo quinta-feira ou sexta-feira?
É, meia-noite, né? Meia-noitista, então... Acabou o evento, tá tudo já nas plataformas. Legal, então na quinta-feira pra sexta já vai estar nas plataformas no YouTube também, certo? O YouTube eu acho que um pouquinho depois, né? Depois. É, YouTube eu acho que é meio-dia, é. Na sexta. Mas a música já vai estar. A música para quem fizer a pre-save, a meia-noite, entra na sua playlist direto. Ah, é? Então, pessoal, quem... Deixa o pre-save já.
Se estiver escutando aí, já faz aquele videozinho, já marca elas pra elas postarem nas redes sociais delas, porque a música é boa. Os DJs também, por favor, peguem essa música, toquem, que a música é pra cima. Não é a do Taíde, mas é pra cima. É muito boa mesmo a música. Olha o Neistro. Tá vendo? No bom sentido. No bom sentido da palavra. No bom sentido da palavra. Salve, Taíde!
Então é isso, muito obrigado pras duas novamente Vocês já sabem que as portas aqui estão abertas, tanto do Gringos Podcast quanto o da Gringos Records também Muito obrigada Vamos fazer em breve alguma coisa aqui, Ana? Com certeza E agora tem pocket show, hein? Agora não tinha, agora tem
Gente, eu adorei sensacional, cara. Eu não tinha visto vídeos daqui, vocês vão ver assim. Os avisos do início. Show da Lauren no sábado. Como programar pra colar. E essa caravana do gringos no tribo também? Com os convidados?
Se vocês quiserem, então... Vocês é. Eu quero, hein? Eu quero ir nessaquela vela. Só manda ali. Eu acho que assim, Contras Tribos, Showzão tá aí de disco novo, pelo amor de Deus. Por favor, né? Vamos dialogar, daí a gente vai ter já umas participações femininas lá também, cantando umas músicas, tipo Pena Preta, Líbia Cruz. Showzaço, showzaço. A gente pode ir pra assistir também, mas a gente pode ir pra se apresentar. Lógico. Por favor. Contras Tribos, cabe o show novo, né? Com certeza.
vamos dar uma melhorada se vocês quiserem uma sugestão de atrações novas a gente tem, tá tendo e vou te falar mas eu quero ir na caravana tá bom, a gente vai estar lá você estará só manda os 200 nomes lá tá bom, tá bom bandinho que é o cara, tá bom
Mas cabe os dois, com certeza, Ana, isso é fato. Obrigado, agradecer novamente a todo mundo que colaborou aqui, mandou perguntas, o ganhador é o semeador, até rimou, semeador que ganhou novamente, semeador que vai vir com a caravana lá de Poço de Calda, pra esse evento.
agradecer novamente a Manos que tá com a gente aí sempre, quem quiser fazer bonés, colem ali no Instagram da Manos Caps, chama lá fala que viu aqui no Gringos, o pessoal vai dar uma atenção é isso, Eric J? é isso mesmo muito obrigado novamente, Lívia, Ana
obrigado. Obrigada, gente. Valeu, Vandinho. Tamo junto. E quarta-feira estaremos de volta com a Laura e Priscila, falando sobre esse novo trampo dela. E sábado estaremos com ela aqui também, tarde de autógrafo, a partir das 14 horas no sábado. E sexta-feira estaremos também com o André Ramiro. Pra não falar errado.
Sexta-feira no Gringos Podcast. Ok? Certo, DJ Erick J? Certíssimo. Não se esqueçam de deixar o like. Não se esqueçam de se inscrever também. Ô, Erick, quinta você tá onde? Quinta você vai tocar onde? Santo André. Santo André? Na hora. Vizinho. Não se esqueçam de se inscrever no nosso canal. Entendeu? Segui.
Alívia e Ana Preta no Instagram ou no Facebook. E no YouTube. Existe, existe. Pelo amor de Deus, existe. Existe, o pessoal tá lá na expectativa do Rap Nacional. Se acalme. E senão você vai tomar hate no Face, tá? Tem um público específico no Face. Verdade, verdade.
Lembrando que esse programa já... Aliás, se acabar já vai estar nas redes sociais. Já, já. Já está. Já está. Acabar aqui já está. Já viu os 32º do clipe. Já está lá. Já era. Muito obrigado, gente. Lembrando que se copiar o clipe e lançar antes delas, na quinta-feira ela vai dar strike. Lançar no pendrive, né? Sair vendendo pendrive aí. Vai tomar strike, hein? Tamo junto, família. Valeu. Quinta-feira que está mesmo de volta. É nóis. Peace. Satisfação.
E aí
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