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Iquine e a estratégia de tecnologia que seleciona a cor perfeita entre 5.000 opções

05 de maio de 202642min
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O novo episódio do podcast TrendOff detalha como a colaboração estratégica entre Sky One, Iquine e Just resultou em uma solução pioneira de Inteligência Artificial para o mercado imobiliário e de construção. Os convidados explicam o desenvolvimento de um algoritmo que resolve o "paradoxo da escolha", reduzindo um leque de mais de 5.000 cores a três opções altamente personalizadas para o perfil de cada cliente.

A discussão revela como as empresas conseguiram transpor a barreira entre o digital e o físico, permitindo que os usuários recebam amostras reais de tintas formuladas instantaneamente por meio de uma integração entre IA e máquinas tintométricas. O conteúdo aborda ainda a mudança de mentalidade nas áreas de tecnologia, que deixam de ser focadas apenas em infraestrutura para se tornarem protagonistas na estratégia de negócios e na geração de novos leads qualificados.

Participantes neste episódio6
A

Alexandre

ConvidadoCoordenador do curso
A

André Cotrim

Convidado
F

Felipe

ConvidadoInfluencer
G

Guilherme Abreu

Convidado
S

Seu Custódio

diretor comercialDiretor comercial
V

Vinícius Ramos

Convidado
Assuntos7
  • Inteligência ArtificialPerguntas para o usuário · Refinamento da escolha · Redução para três opções · Testes em eventos · Evolução para o digital e aplicativo
  • Impacto no NegócioMudança de mentalidade em tecnologia · IA como protagonista na estratégia de negócios · Geração de leads e ROI · Encurtamento do caminho de compra
  • Escolha de CoresAmbiente e sua funcionalidade · Iluminação · Área interna ou externa · Tendências de cores · Humor e momento do consumidor
  • Plataformas digitais e marketingConsumidor final · Arquitetos · Lojistas · Ferramenta de experiência · Compartilhamento social
  • Eventos e feiras no Supply ChainHouse Decor · Amostra física da cor escolhida · Filas e curiosidade · Ilustrações para ambientação
  • Iquine: gigante desconhecidoTerceira maior indústria de tinta imobiliária do Brasil · Atuação no Norte e Nordeste · Expansão para Sul e Sudeste
  • Desenvolvimento de Produtos ArtísticosProdutos com texturas diferentes · Decorato Mármore · Decorato Pedras Naturais · Tinta lavável e interativa · Grafismo e arte nas paredes
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Começando mais um Trend Off, nosso podcast de marketing, tecnologia e tendências. E esse é um podcast que eu já queria gravar há muito tempo. Porque vocês não sabem, mas vocês realizaram um sonho barra desejo meu de muito tempo, que era botar isso num mundo mais complexo do mundo, que é o mundo da tinta. E a gente está aqui, seu custódio, que é o diretor comercial aqui da Sky One, Alexandre, da Equine.

E a gente vai conversar sobre o efeito de tecnologia, o efeito desse case que a gente fez e as grandes descobertas que eles fizeram. Mas a gente passa um pouco o que a Just faz. O que é a Just? É um prazer estar aqui com essa roda aqui.

de amigos Just A Little Data é uma consultoria de dados uma empresa que tá aí sete oito anos no mercado trabalha com IA desde o seu início

E agora, com a evolução nesses últimos dois, três anos, a Conversacional vem desenvolvendo bastante projeto nessa área. A gente tem três grandes pilares de atuação, data analytics com inteligência artificial, com AI, um pilar de tecnologia e um pilar de CRM. E temos uma operação, uma atuação bastante parruda nesse sentido de transformar as empresas em empresas mais data-driven possíveis. O Leão?

Você está bem no mundo. Está super moderno. Quando a gente começou não tinha esse barulho todo. Mas agora está no hype. Alê? Eu sou do Grupo Iquini, certo? O Grupo Iquini é a terceira maior indústria de tinta imobiliária do Brasil. É a primeira 100% capital nacional. Caramba! Então, assim, somos grandes.

Temos uma atuação muito grande no Norte e Nordeste, em primeiro lugar. E aqui, nesse âmbito do Sul e Sudeste, somos entrantes. Estamos ganhando o mercado aqui. E aí, um desafio grande, está expandindo os negócios para todo o Brasil.

Não, é aí. Eu adoro o case de vocês, que é aquele gigante desconhecido. E eu, como marketing aqui da Sky One, é exatamente a mesma sensação. As pessoas vêm aqui e falam, caramba, vocês são grandes? Tipo, nunca tinha ouvido falar em vocês, assim. E aí, quando... É que nem eu não conhecia. Aí, de repente, eu fui conhecer, eu falei, caramba, os caras têm uma... E é uma grande realidade, mas o Nordeste já está virando. Mas pelo sucesso que eu vi ali da feira que vocês estão, vai entrar bonito aqui.

Seu custódio. É isso aí. Prazer estar aqui com vocês.

Tanto a Just quanto a IKINI, acho que representa o que a SKIU entende melhor, que é materializar a inovação que muitas vezes está dentro do negócio, está dentro do conceito de ideia, uma ideia que você provoca bastante a gente. E eu sou um dos responsáveis aqui por garantir que as coisas aconteçam de fim a fim dentro desse processo de onboarding dos clientes estratégicos, como a IKINI, parceiros como a Just. Realizar minhas loucuras, basicamente. Basicamente isso.

Então, vou explicar um pouco o que estamos fazendo aqui, qual foi a ideia. Eu sou o diretor de marketing daqui, e aí eu sempre dou aula de comportamento consumidor, essas coisas, e para mim um dos TEDs mais interessantes, para mim muito simples, chamava Paradoxo da Escolha. Que basicamente as pessoas acham que elas tomam decisão, só que na verdade se eu estou tomando decisão, tem uma pré-decisão muito forte sobre tudo.

que você tem, e tem alguns segmentos que são basicamente impossíveis de você tomar uma decisão que você fique realmente feliz, e um deles é tinta, porque vocês não cansam, hoje vocês devem ter inventado 150 mil tintas novas e cores novas e tudo mais, então com tanta opção é literalmente impossível você escolher a perfeita é

E aí hoje, com o mundo de ar todo, a ideia era como fazer com que esse momento decisório não gerasse dúvidas. Porque é uma coisa também que dura muito tempo, Tinta, né? Então, você não quer chegar lá e ficar simplesmente constante de, putz, será que era essa? Não sentia energia e tudo mais.

E aí veio essa ideia, que já é uma visão que eu tenho de marketing, de utilizar o IA para facilitar essa decisão e não dar muitas quebras. E aí vocês realizaram isso, já testaram alguns ambientes. E aí, me explica.

Qual foi o briefing que eles te passaram de desejo e qual foi os caminhos que você pensou em fazer da tecnologia e como ela funciona? Legal, foi muito bacana, uma oportunidade enorme de ter essa atuação junto com a SkyOne e com o grupo Eclini.

onde a dúvida era bem essa, se o poder da escolha no consumidor, o consumidor hoje tem muita informação, então ele tem um poder muito grande para isso, mas quanto mais escolha e mais opções você tem, mais difícil é a tomada de decisão.

Quem nunca aí ficou uma hora buscando seu próximo filme no Netflix e passou uma hora e não escolheu qual que era o próximo filme, né? O Pauta do Fundo tinha uma brincadeira dessa, que o Netflix é feito pra você ficar procurando, não assistir. Eu sou desses que assisto Netflix, não há nenhuma série dentro dele. Eu fico lá trocando.

Então, quando a gente vai para o mundo das tintas, é a mesma coisa. A gente tem uma gama de opções imensa e como que a gente facilita o consumidor, consumidor final e também as pessoas que trabalham diretamente nesse mercado, arquitetos, pessoas que trabalham aí na decoração de ambientes.

internos, externos, a tomar essa decisão de forma mais assertiva, mais precisa, mas reduzindo um pouquinho o leque de opções. Acho que a gente hoje tem uma variação de alguns milhares de opções. Então, através de inteligência artificial e alguns questionários que a gente colocou, algumas perguntas que foram colocadas para esse usuário.

a gente vai refinando esse material, essa escolha, entendendo um pouquinho qual é o ambiente, entendendo um pouquinho o objetivo daquele ambiente, entendendo um pouquinho a personalidade do usuário que está tomando a decisão e reduzindo para três opções. A plataforma hoje...

Obviamente, você tem a escoragem, quem é do mundo de tecnologia sabe, você tem um volume grande de opções escoradas, mas a gente traz na usabilidade para o usuário três opções, de acordo com a resposta. Quantas opções tem? O nosso leque tem 2.135, mas no todo o nosso sistema titométrico é mais de 5.000 cores. Então a gente faz essa escolha, vamos dizer assim, inicial, e apresenta para o usuário.

três caminhos ali, três opções para ele e a gente já testou isso em evento com profissionais que atuam no setor, com consumidores finais e o nível de assertividade vem sendo muito alto e é legal de ouvir a pessoa falando, nossa essa era a cor que eu pensava mas não tava visualizando ali no final, né? Então tem uma experiência, uma resposta desses usuários muito bacana.

Foi muito interessante, né? A ideia surgiu de a gente levar algo diferente para a feira. E aí aqui na Sky One, a gente conversando junto com o Felipe. E aí a gente viu essa possibilidade, essa tese que o Felipe tem da escolha. E aí foi muito tranquilo.

Quando a gente passou para a Just, o pessoal teve uma absorção do que a gente queria. Então, assim, foi um projeto que, em um mês, foi um desafio grande, né? Foi. Mais ou menos 30 dias para a House Decor. Foi a primeira feira que a gente utilizou a ferramenta. Mas o pessoal absorveu muito bem. E aí o projeto seguiu e a entrega foi extraordinária. E isso é só o primeiro passo. Isso é só a primeira fase, né?

A ideia é de a gente trazer evolução. Acho que esse primeiro momento foi para esse evento ou para momentos de evento que geram essa experiência. Acho que a gente já rodou a plataforma em mais de um evento hoje e agora é evoluir para o mundo digital, para aplicativo. Acho que tem um roadmap aí. Como gerador de lead é incrível. Mas no evento, quando vocês faziam, a pessoa respondia quantas perguntas, mais ou menos?

Na primeira fase, na primeira feira, foram cinco perguntas. É, bem pouco. Sim. E na segunda-feira, porque a gente tá aprendendo, né? Esse é um projeto que é só a primeira fase. Exato. E a gente sentiu a necessidade de colocar outras perguntas mais pessoais. Dava mais pra o ambiente, né? E aí a gente, junto também com a equipe da Justy, trouxeram algumas opções que a gente levou pra o nosso...

De curiosidade, o que foram essas perguntas pessoais? É casado? É momento? Muito sobre a pessoa e o ambiente, né? Você tem pessoas em casa, você é só tem pet. Então, assim, foi muito pessoal. E também, por onde é que você vai buscar essas informações? Quando você procura uma tendência de uma cor, você vai no TikTok, no Instagram? Que legal isso.

Foi bem interessante as opções que a equipe da Just passou. E a gente escolheu, passaram quatro opções, a gente escolheu duas e a gente incluiu. Eu acho que a primeira fase foi um sucesso e aí a gente vai começar a melhorar para essas outras etapas, deixar mais popular, vamos dizer assim, para falar mais. A gente fez a primeira feira, foi um...

um pessoal mais elitizado, vamos dizer assim, um nicho mais de arquiteto, de lojistas. A segunda-feira foi mais pintores, mais lojistas, mais popular. Então, assim, a gente está fazendo uns testes bem interessantes aí, com vários.

De curiosidade, a pessoa preenchia lá, mostrava as opções, ela escolhia uma, isso virava para um contato para vocês? Tem duas coisinhas que eu acho que são essenciais. Tem uma que é do contato, que é da geração de lead, mas a que eu particularmente acho fantástica é essa integração direta com uma máquina que já fazia a produção em uma quantidade menor, em uma mini-mostra.

Uma mini amostra daquele produto pronto, que ela acabou de definir ali na tela. Até para botar o nome da pessoa da cor daqui a pouco. Dá para brincar. Para essas feiras, a ação, ele fazia a experiência da IA. E quando escolhia a cor das três, escolhia uma.

tinha uma equipe que já aprontava uma amostra no nosso e-teste que aí ele já levava essa cor pra casa deve ser uma bela fila fez filas foi grande problemas gostosos ai que problema eu tava na feira, nas duas feiras aí quando tava a fila

Eu mandava sempre para a equipe a quantidade de pessoas que estavam lá. Então, assim, gerava uma curiosidade muito grande. E, assim, até a experiência, né? A gente está falando de opções para um determinado nicho de mercado, mas a Just fez muito legal que...

ele perguntava, o ambiente é clássico, moderno, mas sempre viu uma imagenzinha pra uma pessoa ilustrar o que era aquilo ali que ele tava respondendo. Então, assim, foi uma experiência muito legal. A escolha de tinta, nesse caso, bem cor só, porque por enquanto você está falando só de cor, não de... tem aquelas várias versões de tipo de tinta, mas por enquanto era só cor. Tem textura, tem outras coisas, mas... Isso seria uma fase... Vai ser a versão profissional. A versão premium profissional.

mas a gente tem alguma ideia dos leads que a gente fez, quanto a gente conseguiu vender depois, teve algum pulo disso ou ainda é incipiente? A gente só está absorvendo da feira aí das duas feiras agora a gente vai começar a ver o lead a gente vai começar a trabalhar com a equipe de marketing lá também aí depois, acho que esse podcast pode ser a segunda fase que é com o pessoal do marketing

Ah, vamos embora. Aí eu vou deixar comigo. Aí já com spoiler de marketing, falando sobre os bastidores, né? Acho que quando a gente traz a ideia, quando o Felipe faz a provocação, meados de novembro, que você traz o marketing pra conversa...

E até o fechamento, como é que foi a percepção do marketing da E-Kin em relação à IA, a construção da IA? Como é que eles viram essa questão de testar rápido, criar? Porque a gente vê a IA como muito modelo simplificado de tangibilizar coisas. A gente vê a IA muito de forma digital e pouco físico. A gente está vendo que agora vocês transcederam isso a partir do estúdio, a partir da Just, da Sky One.

para o mundo físico, saia do digital. Como é que isso foi visto dentro da equine? Como é que as pessoas, como é que o time de marketing viu de onde saíram os dados? Como é que eles montaram as perguntas? Porque é algo super novo, nunca tinha visto isso no mercado. E vocês deram um passo muito grande, além, inclusive, dos demais concorrentes.

A experiência foi muito interessante Desde o início Que você está falando Quando eu trouxe A gente tinha fechado com a Justy Quando eu trouxe até para a minha equipe de suprimentos De negociar o contrato Tudo isso Foi muito interessante que todo mundo Todo mundo dizia Isso é muito massa

eu cheguei para suprimentos a gente tem que agilizar porque a gente só tem 30 dias então todo mundo viu o potencial dessa ferramenta viu que isso ia trazer cases muito legais para a gente muito lead de mercado para a gente então assim, a equipe de marketing já estava

Sonhando, né? Já estava sonhando com isso. Equipe de suprimentos. Então, todo mundo que eu falava sobre a ideia, comprou a ideia na hora. Então, assim, foi muito interessante. E a construção disso, e aí tem um papel fundamental da equipe da Just, que selecionou aí. A gente não tinha muita pesquisa de mercado, a gente não tinha muito insumo para o pessoal da Just trabalhar. Foram dias bem... A gente marcava reuniões.

duas reuniões semanais, então assim bem pra gente ter essas perguntas então o pessoal da Just foi sensacional porque absorveram a ideia tem a Andréa da equipe que é espetacular ela conseguiu concretizar todo o nosso pensamento a equipe da Just teve um papel fundamental também na produção

Só para eu entender do modo, da parte criativa das coisas, porque a gente, na verdade, está juntando decisão final, de uma cor em si, sobre vários argumentos, a maioria até quali, né? Exato. Como foi o estudo, como foi a parte back para dizer, por exemplo, se tem patch em casa, isso vai para vermelho, isso vai para amarelo? Como vocês fizeram esse estudo de dados atrás?

E qual é o efeito de certa... Porque acho que as pessoas não param. Por exemplo, se eu tenho um pet, talvez não é para usar preto em casa, porque o pet não gosta, não sei. Ou branco, porque o pelo aparece. Exatamente. Então, qual foram as perguntas e os efeitos delas para chegar nessa decisão? Obviamente, a gente não vai explicar o nosso molho da essência aqui, mas um pouco desse lado comportamental aí.

Eu acho que a gente foi muito feliz, e aí André Cotrim, Vinícius Ramos, Guilherme Abreu e todo o time aí da Just que participou desse processo, era um tempo curto, então o número reduzido de perguntas não necessariamente tem a ver com o tempo, mas com as correlações das coisas que a gente foi entendendo, não tinha, como foi comentado, pesquisas muito profundas que dessem uma base científica da gente, como é que o cérebro funciona nesse momento de escolha, acho que não é muito isso.

mas tinha muito do mood da pessoa naquele momento e o funcional do ambiente. Então, nesse primeiro momento que a gente traz as perguntas mais sobre o ambiente, é porque aquele ambiente é funcional. Esse ambiente aqui é funcional, ele tem uma razão de existir e o porquê das cores a gente trouxe nessa linha. E aí agora, já nessa primeira evolução da plataforma, a gente começa a entender um pouquinho mais.

da pessoa por trás. Esse segundo momento tem um quê? De entender a pessoa por trás, que pode influenciar no algoritmo, mas muito mais olhando para o time de vendas, que é entender a pessoa por trás, do porquê que ela toma a decisão, como que ela vai fazer essa compra, e a decisão mais correta. Então, eu acho que junta as informações e os dados para uma definição, um algoritmo, para...

o apoio à metodologia científica que traz quais são as duas, três opções de cores, isso é um caminho, e a outra é como é que eu qualifico aquela pessoa que vai tomar a decisão para o time de vendas, para o time de marketing, também tem informação para ajudar e converter aquele lead, então acho que tem esses dois momentos de perguntas, sobre o ambiente, é a definição de cores, sobre a pessoa, como é que o time de vendas ajuda ela na venda em si.

Contando do case do passado que eu vejo pegando o início, tem uma coisa interessante eu espero que aconteça, depois vocês vêm me contar na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na na

mas a gente fez todo o estudo, era pra vinho, que foi a primeira ideia que a gente desenvolveu. E aí apareceu um vinho que a pessoa não gostava do vinho. Aí ela falou, putz, esse vinho eu não gosto. Aí ela falou, cara, mas será que eu não gosto? Aí a pessoa mesmo ficou na dúvida do próprio gosto, já que tinha dado o sistema. Aí ela falou, vou comprar de qualquer maneira, porque vai que eu gosto. Aí depois ligou e falou, sabe, Caio, acho que foi um outro episódio ruim, agora eu gosto desse vinho. Então eu tinha assim...

De algum modo, o fato de ler uma essência dela fez mudar uma percepção de gosto que ela tinha no passado e que vai. E eu penso... A minha casa é bem colorida. Eu não tenho a menor ideia por que escolheram todas aquelas cores, mas as pessoas chegam na minha casa e dão parabéns. Aí eu fico feliz. Basicamente, esse é o meu argumento.

de felicidade. Mas... Eu acho que tem um que de momento também, né? Eu brinco com a minha esposa. Ela enjoa das coisas muito rápido. Eu falava, enjoa de mim, que já tem um tempo que a gente tá junto. Mas às vezes ela olha ali em casa e fala, acho que essa parede aqui tinha que... Esta parede específica tinha que mudar de cor. Eu acho que tudo deu.

Então, aquele momento, você tentar captar aquele momento daquela pessoa, ela é importante, sem deixar de lado a parte funcional do ambiente, não pode perder isso de vista, porque senão a pessoa vai se arrepender, né, na tomada de decisão sem analisar isso, mas entender aquele momento da pessoa, como foi com o vinho, a gente falando aqui de tinta, e quando a gente vai abrir aí para varejo, esse tipo de coisa, compra por impulso, que é um processo completamente diferente de tomada de decisão.

Mas às vezes compra por impulso, seria incrível, mas eu vejo coisas que você não tem conhecimento.

Por exemplo, agora a gente estava conversando sobre tênis lá. Raquete de tênis. Houve opinião de 10 pessoas. Sem testar, não dá. Tênis de corrida. Você compra do jogador que você mais gosta. Você fala seu peso, quanto você corre e tudo mais. O cara, o tênis perfeito para você é esse. Você passa a acreditar, porque hoje é tanta opção. E a teoria, tem uma teoria que chama... É um cara chamado Barry Swartz, que ele fala disso.

É a teoria da escolha. E aí ele fala exatamente, quanto mais opções que as pessoas têm, mais angústia cria e menos alegria. Então liberdade não é sinal de felicidade, em alguns casos é sinal de angústia. Só que se você perguntar para qualquer pessoa, ah, você quer menos liberdade? Ninguém vai dizer não. Ninguém vai falar. Exatamente. E aí como você diminui essa angústia sem...

parecer que você está tirando liberdade. E aí vem a ideia das três opções dentro dela. Mas se eu não gostei, temos outras. Ainda dá um beck nesse quesito. Quais são as coisas que mais afetam? E aí no mundo de tinta, meio de tendência mesmo. Quais são as coisas que mais afetam o tipo de cor? Por exemplo, é o ambiente? É a cidade? É a idade do casal?

é o tamanho da casa, o que são as coisas, por exemplo, sei lá, quarto de criança tem que ser sempre pastel e claro, não sei. Sala, TV, tem algumas coisas meio óbvias ou não tem? Eu acho que o ambiente fala muito, né? Pra que você vai querer aquele ambiente?

Então, acho que é primordial o que é que você quer, e aí na IA a gente traz muito disso, esse ambiente, você quer que ele fale como? E é uma das perguntas. Você quer que ele grite? Você quer que ele fale baixo? Então, assim...

Para que você quer aquele ambiente? Se você quer um ambiente mais calmo, então vai para uma tendência mais neutra. Se você quer aquele ambiente que seja mais alegre, com energia alta, aí você vai para umas cores mais vivas. A gente tem cores crentes, neutras. Então tem muito do ambiente.

A iluminação. É um ambiente de alta iluminação, baixa iluminação. Se é uma área interna ou uma área externa, eu acho que tem variáveis que são importantes e que acabam já trazendo um nicho menor de cores para a escolha. Falando sobre iluminação, a gente fez outra experiência também nas feiras, que a iluminação muda.

a cor que você escolheu. Ah, muito. Esse teste é incrível. Eu adoro esse teste. A gente fez um teste lá, a gente colocou lá, quando desligava as luzes, era a mesma cor. Quando você ligava a luz com uma forte ou fraca, a luz, e aí já mudava totalmente a cor. Luz branca, amarela, a percepção da cor fica diferente mesmo. Totalmente diferente.

Então acho que iluminação... Outra pergunta de curiosidade minha, aí vou para minhas curiosidades. Eu sei que eu trabalhava com cosméticos, então ninguém inventou mais cores do que eu nesse meio do caminho. No meu primeiro tribego eu dava nome para tinta de esmalte. Então, é... Já enganei muita gente. Tem cada nome. E era nome de mood, muito mais que nome de cor.

existe uma tendência que vocês estão vendo de cores através do tempo? Então, por exemplo, sei lá, 20 anos atrás a gente tinha menos cores e elas eram mais terrosas e aí agora estão ficando mais vivas. Tem uma coisa de geração que vocês percebem de mudança ou não é uma coisa muito perceptível? É, a gente... Eu não tenho esse estudo, sabe?

mas todo ano a gente tem cores, né? A equipe sempre lança a cor do ano, né? Mas a gente sempre traz um tema por trás, né? Esse ano é a cor Majare. Não tem a menor ideia aqui. A Majare é uma cor azul. Azul? É, uma cor azul. Caraca, eu ia chutar marrom por causa de comagre? Eu não sei. Porque ele traz uma tranquilidade.

Ah, tá bom. Mas não é um bebê. É um outro azul. É um azul mais... Meio escuro, certo? Mas ele traz uma tranquilidade para o ambiente, né? E até a frase é Respire, pense, majeare. Ah, ok. Tá bom.

Então ela traz uma tranquilidade. Mas assim, a gente não tem um estudo... Acho que você já tem. Um chute meu é que pegou yoga 100% nessa história. Porque todas as calças de yoga são uma versão escura-escura. Aquela halo, aquela marca cara. Mas deu para sentir o mood dessa nova tendência.

Acho que os ambientes hoje se permitem ser mais coloridos, sem, obviamente, nenhum conhecimento. O negócio aqui é tecnologia, dados. Não é tendência de moda, mas o que a gente percebe é que os ambientes hoje tendem a ser mais coloridos. Uma mistura de cores é muito mais aceita do que no passado.

tua casa, você falou, minha casa é colorida, provavelmente uma casa cheia de energia e muitos itens. Então, e isso tem hoje uma aceitação, um negócio mais vivo, assim, né? E antes, talvez, acho que os ambientes eram mais calmos.

Quando a gente entra numa loja de tinta, seja no home center, seja numa loja específica, é uma briga pelo ponto de venda muito forte. Você tem ali marcas competindo palmo a palmo pela atenção do consumidor. Muitos investem em mídia tradicional. O consumidor já vem com aquele branding na cabeça, ele já pensa numa marca de tinta.

Mas agora o que a Equine está mostrando é que a decisão não está mais ligada ao social. Até porque as gerações mais novas não assistem mais televisão, não escutam mais rádio. Elas estão online. Quando você traz isso para uma questão de ar, você acaba criando uma identidade. Você vincula a marca Equine à pessoa, a uma cor sugerida, a uma cor que é a cara dela.

Na visão de vocês, qual é o impacto que isso tem dentro do ponto de venda? Acho que é uma pergunta que, de novo, acho que tem que ter ali uma base disso tudo por trás, mas traz uma modernidade, querendo ou não. Assim como outras marcas, você conecta a IKINI com inovação, você conecta a IKINI com tecnologia, com novas tendências.

Então, acho que tem um valor de marca agregado. E experiência, né? Isso, você tem uma experiência no ponto de venda muito diferente. Que não é boa. Eu pintei meu apartamento outro dia. Tive que pegar o catálogo que já estava lá. Super cansado.

uma experiência que não é das melhores. Não é das melhores. Sobre o ponto de venda, essa experiência com os lojistas, eles mesmos, na experiência lá da IA, diziam quando é que isso vai estar na loja? Sim. Quando é que a gente vai poder utilizar isso?

E ele dizia, não, porque a gente tem dificuldade com os catálogos, né? A gente tem dificuldade de escolha lá na hora. Então, assim, eu quero isso na minha loja. Então, assim, é uma decisão de longo prazo. Então, você vai falar, putz, estou na dúvida entre essas três.

Putz, o cara vai acabar não comprando por causa disso, então você cria um problema. Por isso que a gente fala, quanto mais você acelerou, e parece que você pegou a alma da pessoa e sentiu. Por isso que eu... E eu brinco, a vez que eu comprei tinta, foi porque o vendedor falou, cara, a sua tinta é essa. Aí eu falei, cara, tô um pouco na dúvida. Ele, não, você não tá com dúvida, é essa. Aí eu falei, cara...

você parece que sabe mais do que eu, estou confiando em você, eu vou comprar, entendeu? Só que no sistema de vendas, provavelmente ele deve ter recebido bronca. Não, tem que entender. Falei, cara, mas ele fez exatamente. Ele viu que eu estava com a dúvida, que se eu não tive dúvida, não ia dar nada. Isso, ele te ajudou, né? E o IA ajuda um pouco nisso, que aí não é nem a opinião do vendedor. É uma opinião de você mesmo, baseado no que você respondeu.

Então, de algum modo, estou lendo sua alma ali e puxando. Mas além disso... Eu acho que isso, num ponto de venda, vai fazer muita diferença.

Não, acho demais. Eu acho que vocês têm que botar bons nomes criativos aí para as pessoas não usarem o seu sistema e comprar o do Amiguinho. É bem isso. Mas aí você bota um tipo de técnico. Esse fato de eu te ajudei funciona bem no nível de constância.

Inclusive, onde ele pode comprar em casa e já falar assim, ó, essa tinta aqui já sai impresso do ponto de venda e entrega via delivery. Não sei como, dependendo do nível da pessoa, quem compra a tinta não é nem ela, deve ser o pintor e tudo mais. Se o cara já manda eu quero essa tinta disso aqui e mandar pro pintor, ele vai comprar a que você pediu. E aí não tem nem outra parte, aí a chance de...

naquele discussão, ah, não, vou na certa, tudo, morre, porque é uma decisão da pessoa. Eu acho que você falou da pergunta e do ponto de venda, o que a gente entende que mais vai acontecer é essa tomada de decisão mais rápido, essa assertividade do usuário na tomada de decisão, você não perder a venda.

dele ficar ali uma hora na tua loja, não chegar na conclusão, ligou para o marido, ligou para a esposa, para o filho, não sei o que, e vai embora da tua loja, e você não sabe se é clã. E conectando o tema IA em termos de tecnologia, em termos de negócios, com esse tipo de projeto, uma das grandes preocupações das empresas não é mais usar IA de forma experimental, mas usar IA...

como forma de ROI. Ou seja, aquele investimento precisa dar um retorno cada vez mais rápido, cada vez mais aprimorado. E quando você coloca isso em prol do negócio, gerando mais receita, encurtando o caminho de compra e gerando valor para a máquina, daí você vê uma IA que transforma o negócio. Não é apenas uma IA experimental.

Não, e tem várias etapas interessantes que você botava. Eu tô aqui porque meu cérebro é meio maluco, eu tava pensando em outras ideias. Por isso, cara, nesses prédios que vendem mini apartamentos, que as pessoas já compram, você responde um monte de coisa lá.

Se na hora de comprar o prédio você já responder isso, o prédio já vai ser entregue na sua essência. A sua chance de fechar a compra daquele apartamento numa parceria com vocês vai ajudar a venda do imóvel muito mais. E aí daqui a pouco vocês estão patrocinando prédios. Esse prédio foi personalizado pela equipe.

aquela parte de marketing, aí o time de marketing vai adorar esse negócio, quanto mais você ser linkado ao eu realmente conheço você, eu sei chegar a você,

vocês podem virar um símbolo, uma marca e alguma coisa mais forte, principalmente aqui no Sudeste, que temos mais concorrências, as pessoas são mais tem um pique indiferente, se você linkar ainda mais com a nova geração, oportunidade, e tem muitos outros caminhos que podem ser feitos nisso. Tem muita alternativa ainda para a gente...

trabalhar nessa IA. Como eu disse, essa é a primeira fase. Acho que tem muitas possibilidades. Já foi longe na primeira fase. Tem muitas possibilidades. E o que o Bruno falou, acho que a tecnologia está aí em foco do negócio. Na TI do Grupo Kine, a gente não pensa em trazer a tecnologia só de ferramenta.

é em pró da estratégia do negócio. Então, a gente está muito linkado a isso. Onde é que a gente... A equine quer chegar? Então, vamos trazer a tecnologia para ajudar a equine a chegar nesse... Você que é a minha pessoa tech de mundo de tinta, se você fosse chutar para que há 5, 10 anos, para que lado? Porque até um tempo atrás, a gente achava que a TV ia morrer e ia ser só uma tinta pintada na parede e que ia ser a TV. Tinha uma época que eu vivi isso, não deu em nada, era só chute.

E tinha época que a camisa ia mudar de cor No seu mood também Já tivemos essa Hoje em dia nada muda Se você fosse chutar uma grande transformação Nesse mundo de tinta pro futuro Você consegue chutar alguma coisa? Acho que não Mas eu vejo que A equina vai estar preparada A gente lançou vários tipos de produtos De texturas diferentes Então a gente tem o decorato mármore E que

faz o mármore na parede da pessoa. É que legal. Então, assim, na feira a gente apresentou isso. Então, assim, a gente tem vários produtos para atender o cliente do desejo que ele quiser. Então, assim, se for cores, nós temos as tintas. Se for textura, nós temos as texturas. Então, para o que o cliente quiser, a gente vai atender.

E aquele negócio de cor quente, cor fria, é basicamente cor ou envolve cor, textura, mistura? Tudo, tudo. Textura, a qualidade do produto, se é fosco, semibrilho. Então a gente tem uma linha muito grande para atender o cliente. Dá para pegar qualquer emoção.

Hoje vocês estão falando de cor, daqui a pouco vocês vão ter que botar, não é somente o... Qual é o nome? Majari? Majari. Majari, mas tem que ser o Majari Verniz, o Majari Brilho. Não, a gente tem todas as opções para os clientes. A gente também lançou o decorato Pedras Naturais. Então, parece pedra, né? Então, é muito interessante. A gente está no leque de produtos para atender os clientes.

A tendência dos adesivos, né? Que simulam uma série de outros materiais. Eu acho que a tinta com muita mais qualidade, com muito... É, vem numa toada, sim. E quem sabe vendo esse mesmo consumidor voltando várias vezes pro ponto de venda pra trocar as cores. Ou seja, você... Porque muitas vezes você compra uma tinta e você faz uma pintura e fica seus 5, 10 anos.

E agora, ele podendo usar a inteligência artificial, ele pode fazer isso todo ano, por exemplo. É que tinta é cara, eu me lembro. É, mas a ideia... Não mais, não mais. Mas quando você coloca valor, esse cara acaba se tornando barato. Eu mudei até, desculpa te cortar, eu mudei para, no quadro das minhas filhas, a tinta que pode desenhar, que sai, essa é uma. Eu mudei uma parede lá, a gente decidiu pintar na parede, contratar um artista para fazer um...

um arco-íris no quarto das crianças. Então essas mudanças a gente está fazendo, mas é mais no quesito detalhe do que uma mudança mais total, assim. É mais no meiozinho da coisa. Eu sou prova viva disso, né? Eu fiz uma construção na minha residência e eu utilizei um produto da Equine, o decorato rústico, e aí meu muro de fora é todo em 2017. E aí de lá pra cá eu só mudo a cor.

Então assim, a mulher, a esposa enjoa da cor do muro. A gente muda a cor. A gente pinta por cima. Então assim, a gente já utiliza isso. O presente é das mães esse ano. Tinta. Deixa eu dar um muro novo, né? Acho que tem um... As pessoas também...

gostarem de fazer alguma coisa assim, mais manual, né? Hoje tá tão digital, tão maluco o mundo, e aí veio aquele, enfim, período triste ali de pandemia, mas que trouxe as pessoas pra dentro de casa e as pessoas dando um valor diferente pra dentro de casa, criando diferentes ambientes dentro de casa, passa mais tempo dentro de casa e fazendo manualmente. Eu acho que é um caminho super legal que ainda não pegou tanto, grafismo mesmo.

Tipo, contratar artistas, grafiteiros e tudo mais para mudar a sua parede. Porque essa é uma das coisas que a galera vai mudando. Eu fiz na minha. Aqui na Sky One você vê. Tem bastante. A questão da cor da Sky One não é tinta, é grafismo. Você fica vendo que cada ambiente tem uns designs diferentes. E esse é um caminho que eu acho que venderia muita tinta sem essa mudança de casa toda.

O importante é a tinta do grafismo ser pequeno, é isso? Sem dúvida. Mas eu gosto da arte. Estava óbvio, sem dúvida. Mas eu gosto da arte também, de ter esse ambiente vivo, acho que isso traz muita...

muita energia para o ambiente. Minha última pergunta desse mercado, você acha que a plataforma que vocês estão pensando, quem é o público-alvo que você acha que vai ser mais utilizado e como? Vai ser o arquiteto, vai ser o pintor, vai ser o cliente final ou ela vai ter um mood diferente para cada um deles? Eu acho que vai ter um foco maior no consumidor final. E ela vai ser ferramentas para o arquiteto.

Então o arquiteto vai utilizar ela em vários ambientes, ele vai disponibilizar essa ferramenta para o cliente dele, e dizer, para esse ambiente aqui a gente vai usar pergunta aqui, responde essas perguntas, e ele já vai trazer para o arquiteto, mais ou menos, a personalidade do cliente, o que o cliente deseja. Então vai ficar mais fácil para o arquiteto. Então vai ser uma ferramenta para o arquiteto, e um produto para o consumidor final está escolhendo as suas cores dos seus ambientes.

Acho que é para o ponto de venda também, uma ferramenta para o lojista também. Foco no consumidor final, na coleta da informação, na experiência, mas também uma ferramenta para o lojista. Colocar na fila, deixar os iPads, a pessoa na fila, já, e aquela fila já fica um negócio mais interessante. Tô tens ali nos home centers, colocar tô tens para a gente. Já vou te dizer para você, a fase 2 que eu fiz na época do vinho que eu gostava, que era a parte que as pessoas mais compartilhavam no final.

É que a resposta final dizia que país você deveria ter nascido baseado na tinta que você escolheu. E qual a região. Era do vinho, né? Mas era assim, ah, escolheu o vinho tal, você deveria ter nascido em Roma em 1800. E a pessoa adorava.

Ela achava, putz, sou eu mesmo. E com tinta dá pra fazer a mesma coisa. Ela nunca pensou aquilo na vida dela. Não, é. Era quase uma versão seguindo baseada em tinta. Aí o cara, ó, você deveria morar na praça. Aí a pessoa adorava compartilhar.

porque dava essa definição de mood, e aí para uma fase para o marketing, até já passando, para uma fase para o marketing, o grande objetivo é que outras pessoas queiram fazer esse teste, não somente nas coletinhas, às vezes você não quer as coletinhas, você quer saber quem você é, fazendo no seu mundo.

E aí, funciona. Às vezes você não está nem querendo mudar a parede. Só usar a plataforma, te trazer uma informação, você vislumbra um mundo diferente. Agora eu vou mudar. Agora eu vou mudar. Se eu botasse lá, eu ia já criar. Eu ia fazer um jogo de esporte que o cara já ia repreender. A gente ia botar cada pessoa com uma cor. Aí a gente dá para brincar.

E aí você vira tendência de modo interessante. Mas é legal que começamos. Legal que a primeira fase já teve fila e sucesso. Eu acho que vai dar muita venda. E os potenciais aí é gigantesco. E é muito legal. Eu fico muito feliz de trabalhar numa empresa, tipo como a Skyone, que eu consigo dar o back. Consigo ter minha ideia maluca.

E essas ideias são captadas e executadas para o mercado. E, no fundo, a gente está mudando a vida de milhões de consumidores de modo muito interessante através dessa parceria. Então, muito obrigado por realizarem.

Meu desejo, espero que dá... Eu tenho certeza, já está com sucesso. Dei cada vez mais. Eu registro aqui que realmente, acho que desde o começo dessa troca, a área de tecnologia, que não é comum ter essa mentalidade dentro das empresas. Eu sou de tecnologia, então, pessoal, não briguem comigo. Eu também já sentei nessa cadeira.

hoje como dentro da consultoria, mas já sentei nessa cadeia de tecnologia que muitas vezes a gente olha para a tecnologia, a gente esquece do negócio, como é que eu melhoro meu parque, meu ambiente, como é que eu tenho mais controle, mais segurança e pouco participativo do negócio, essa é a área de tecnologia antiga, e eu acho que o time da IKINI aí...

junto com a Lê. O Alexandre vai para o marketing. Junto com a Lê, mostrou isso na sua essência, como é que a gente coloca em pé um projeto em um mês que vai impactar diretamente o negócio. A tecnologia, os dados, a nossa IA, ela é o meio disso, ela não é o fim. E muitas vezes as áreas atuam como a tecnologia sendo o fim e não está correto. Então, parabéns para você e para o teu time. Foi uma experiência muito bacana. A gente fica feliz de ver essa mentalidade crescendo. Foi um desafio, né?

a gente tinha que entregar a gente tinha que segurar do pessoal querer uma ferramenta extraordinária, mas sempre colocando o pé no chão trazendo a usabilidade a experiência do cliente, então foi muito legal

Se a gente entregou perfeito, é que entregou tarde demais. É isso. Vamos entregando, o perfeito vai chegar nunca. É isso. E aí também a equipe da Jossi conseguiu absorver muito bem o projeto. Foi uma parceria muito legal. Também agradecer muito a Sky One por ter nos ajudado. Todo o parque tecnológico, toda a infra, o estúdio. A gente não teve um problema, a gente não teve um gargalo de infraestrutura de tudo.

Então, assim, foi muito... A ferramenta foi muito boa para nos dar base para que a gente tenha a nossa ideia. Velocidade de desenvolvimento, base, integração. A gente está muito bem calçado de plataforma. Eu acho que no final, tudo convergiu muito bem e o nosso papel como SkyOne é justamente simplificar a realidade para possibilitar que você disrupte, que você inove.

Mas só é possível porque a gente tem cabeças, a gente tem dados estruturados, a gente tem ferramentas, a gente tem pessoas, processos, que olham para o negócio, né? Então, acho que a Icine chegou num momento muito bom, junto com a SkyOne, junto com a Just para fazer, de fato, diferença nesse mercado tão competitivo, né? Que é o mercado de tintas. E vai mudar a vida de muita gente. Sim.

Cara, muito obrigado. Foi uma honra estar aqui. Agora a gente vai fazer, daqui a pouco, testar a ferramenta ao vivo para saber qual é a cor de cada um aqui. É isso. E eu acho que esse vai ser o case do case aí.