Roni - Resenha ESPN
Ex-jogador é o convidado do programa desta semana.
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Binho
Capita
Fabinho
Plirra
Rony
- Carreira de RonyPassagens pelo Fluminense · Experiência na Arábia Saudita · Experiência na Rússia · Jogos pela Seleção Brasileira · Relação com Neymar
- Momentos marcantes no futebolGol na Copa das Confederações · Confronto Fluminense x Corinthians · Primeiro gol de Neymar
- Mercado de Transferências do FluminenseJogos pelo Flamengo · Jogos pelo Goiás · Relação com torcidas
Olá, fã do esporte, do Resenha e Estenho. Que alegria imensa tê-lo conosco em mais uma lição do programa. Quantas vezes, Binho? Quatro, Plê. Disparado, disparado, disparado, disparado. Favorito dos moleiros. Robiceira. Vem, Robiceira.
Vem, homosseira, ligeira, é isso aí. Cada vez melhor, cada vez mais veloz. Está aparecendo até o nosso convidado nos tempos em que atuava na grande área dos times aniversários. Binho, eu imaginei formando o time para este resenha que só você conhecia o Rony de perto.
Mas não é bem assim, não. Não, tem mais gente, né? Mais gente. Boa noite, boa noite, meus amigos. Eu tive o prazer de jogar ao lado dele, né? Conviver. Jogar não, né? Porque eu passei no Cruzeiro em 2007. Ele jogou e você passou? Ele jogou e eu assisti de perto ele, na verdade. Mas teve gente que ficou mais perto ainda. Grande Rony! Jogaste mesmo no Cruzeiro? Ou foi mais ou menos na batida do Fabio Santos? Boa noite. Ótimo receber no Resenha ESPN de hoje.
Boa noite, Plirral, boa noite a todos. Fabinho, Capita, Amarok, é muito bom estar aqui com vocês. Eu joguei, eu era capitão do time. O Fábio, o Chinelinho, estava roubando o Zezé Perrella.
Ele deu a volta do Zé Berreira. Ele é tão valente que ele deu a volta do Berreira. O Zé era tão pequenininho que nem machucava. O Zé acho que nem percebeu que eu estava lá, cara. Por falar em perceber, eu não sei se o nosso fã do esporte percebeu que você deu a deixa para a gente contar a relação de Márcio Amoroso. Lá vem. Lá esperando.
Mas quem vai contar não é você não, Marcio. Eu sou eu não, eu só estou aqui de telespectador. É o próprio Rony que... A gente viu a última imagem do clipe de abertura festejando um gol pela Seleção Brasileira. Isso foi Copa das Confederações. Será a pauta deste programa. Mas, antes de um amistoso, te colocaram, Rony, no mesmo quarto de quem?
Massa amoroso. Atacante artilheiro do campeonato italiano. E eu chego, série C, né? Fluminense, convocado em 1999, Brasil e Holanda. Mês longo lá no Fluminense. Brasil e Holanda. Não, três meses longos.
Brasil e Holanda, jogo lá em Salvador. E aí me colocaram no quarto com o namoroso. Cara, os caras contratando ele, uma negociação da venda dele da Udinese por Parma. Milhões e milhões e eu deitado. E cada hora eu colocava mais a cobertinha escondendo. Com vergonha, eu falei, meu Deus do céu, é muito dinheiro. Só que o Márcio não é de falar muito. Não, só passou a noite no telefone. Eu não dormi nada.
Acabou comigo, não entrei no jogo ainda no outro dia. Milhão de euros era vírgula. Nossa senhora. Hein, Marcito? Primeiro, é um prazer poder receber o Rony, vê-lo pessoalmente, fazia tempo que a gente não se encontrava pessoalmente. Tê-lo aqui conosco, é muito bom.
É, Plirra, resenha do futebol, né? Nós somos privilegiados de poder, na maioria das vezes, acho que durante uma carreira que muitos tiveram aí durante 20 anos, e o futebol nos proporciona isso, né? Você poder, às vezes, concentrar com os caras que você tem história, que aquela pequena resenha fica eternizada. Então, foi bom, viu? Não vou falar legal pra você que foi ruim, não. Valeu a pena ficar ali, hein, Ronizinho? Foi bom pra caramba. Eu lembro que nessa... Ainda fiz gol, viu?
No dia seguinte. E eu lembro que estava o Ronaldo Fenômen. Eu não tinha conhecido o Ronaldo ainda, pessoalmente. Aí eu cheguei e falei, caraca, o Ronaldo. Vou cumprimentar o Ronaldo. Aí eu falei, e Ronaldo, prazer, Rony. Ele falou assim, prazer? Eu te conheço, pô. Você está pensando que eu não vejo televisão, não? Eu também te conheço. Aí eu falei, ah, então menos mal, né? Pelo menos o Fenômen me conhece. Se você tivesse se apresentado assim para o Márcio Amoroso... Ele ia falar, você jogou aonde? Exatamente.
Vou te mandar uns vídeos. Vou te mandar uns vídeos. Melhor pecar pela humildade, né? Eu também faria o mesmo. O capital Luciano enfrentou o Rony. Por pouco não jogou ao lado do Rony no Flamengo. Em 2007. Rony chega, você ainda não tinha chegado. Foi isso, né? Eu chego em agosto e parece que o Rony, pelo que a gente começou, ele saiu em julho.
Um meizinho só. Muito próximo mesmo. Muito perto. Mas... Se eu tivesse chego e com ele quase saindo, com certeza ficaria. Porque ele deu os argumentos dele, mas a gente ia convencê-lo a ficar. E seria muito importante para a gente naquele processo também. Mas cinco anos antes, vocês se enfrentaram. Duelo semifinal do Campeonato Brasileiro, 2002, Brasileirão de 2002. O Rony, para variar no Fluminense, foram três passagens pelo Fluminense.
E você, zagueiro, sempre tomou para o alto. Vai que cola, né? Vai que cola. Vai que o bandeira entra na sua. Eu vi uma assistência maravilhosa ali do Rony no primeiro gol. Estava bem marcado, viu? É, para o Romário no jogo do Maracanã. E no Morumbi, no jogo do Maracanã, foi 1x0 o Fluminense. No Morumbi, o Rony fez os dois gols do Fluminense. Acontece, Rony, que o Corinthians fez três.
E o regulamento não tinha nada de gol fora, não tinha resultado igual. O Corinthians tinha a vantagem e passou e foi embora para a final e foram enfrentar o Santos. Isso aí. Mas foi um grande confronto, viu, Play? Foi um dos grandes confrontos que eu tive.
Principalmente por serem dois jogos, né? E a gente acabou perdendo o jogo no Maracanã. Esse jogo do Maracanã, Pli, eu não sei se o Rony vai lembrar, a sensação térmica ali era quase 50 graus. O termômetro 47. Eu passei mal nesse jogo, Pli. Acabei passando mal durante o jogo, assim, por conta do calor.
Foi muito complicado o jogo para as duas equipes, né? Maracanã com quase 50 é pesado. Você me falou como dava trabalho, né? Deu muito trabalho. Deu para ver nas imagens. Não, deu muito trabalho. Dava para todos os zagueiros, né? E a gente vai mostrar lances dele aí e vai perceber isso. Mas nesse confronto, logicamente que, enfim, eu me baseava muito na presença do Romário, né? Então, assim, era logicamente o nome do Fluminense.
Mas o Rony, nesses confrontos aí, foi o que mais chamou a atenção. Então ele dá uma assistência de letra para o Romário. Depois, no segundo jogo, ele faz dois gols, na vitória do Corinthians, por 3 a 2. Segundo jogo, o Romário sente. É, o Romário sente, acho que no primeiro tempo, né? No primeiro tempo. Fim do Magno Alves, é.
E aí o Corinthians consegue classificar para a final contra o Santos e tem essa questão do Flamengo também, né? Aproveitar a segunda deixa, então, deste programa. E o Bachola, Rony? O Bachola é um grande amigo, né? E um ídolo, né? Então, quando o Bachola vem jogar no Fluminense, para todos nós lá, foi uma grande surpresa, inclusive, porque o Fluminense viveu um momento muito difícil financeiramente.
E eu sempre brinco, né? Que eu fui o único jogador vaiado num treino, porque eu tinha dado uma entrevista natural para um repórter do jornal, um jornal escrito na época, né? Que tinha muitos jornais no Rio de Janeiro. E aí eles falaram, o único patrocínio do Fluminense agora vai...
Unimed? A Unimed vai pagar só o Romário. E aí eu falei, ah, eu sou fã do Baixo e tal, mas a preocupação, e os outros jogadores, o que vai acontecer? Justíssimo. Você deu uma contestada ali. É, normal. E aí, só que o título foi assim, Rony contra a vinda do Romário. Aí o Baixo já ficou pé da vida. Quando eu cheguei nas Laranjeiras na apresentação dele, tinha duas mil pessoas na arquibancada.
E aí, o nego já me vaiando, eu falei, é, o negócio esquentou. Aí eu entro para dentro do Fluminense, não sei se alguém aqui conhece os Laranjeiras ali, você entrava, tinha uma academia e depois você ia para o vestiário. Quando eu entro na academia, estava baixinho na bicicleta.
Aí eu vou lá, ô Bax, seja bem-vindo e tal. Aí ele vira a cara e só pega na minha mão. Falei, o Romário tá P da vida, né? Aí eu entro, quando eu chego no vestiário, tá os três roupeiros, o Manel, que hoje é seleção brasileira, o Kibe, que até hoje tá lá no Fluminense, e o Denilson, né?
aqui não, Roninho, os caras vieram aqui, queria tirar sua camisa 11 pra entregar pro baixo, e a gente falou, desceu até o presente, só entrega depois que o Roninho chegar, aí eu falei assim, pelo amor de Deus, entrega pro homem, vocês estão de sacanagem, vocês estão me complicando mais na minha vida. Entrega sua camisa logo. Você conquistou o baixo rápido?
É, três jogos, né? Porque o Magnata era um baita de um jogador, mas o Magnata não gostava muito de servir, era só cruzado, né? E aí passou um jogo cruzado, e o Romário só abrindo os braços na área, né? Aí chegou uma hora, aí trocou o treinador, saiu o Robertinho e veio o Renato Gaúcho. Exato. E aí o Baixo me chamou uma vez no hotel e falou assim, ó, parceiro, próximo jogo você vai jogar. Já falei com o Renato.
E vai tirar o Magno Alves e você que vai ser escalado. Eu falei, tá, mas o Magnato tá fazendo gol. Não quero saber se ele já fez 80 gols. Eu tenho 800. Quem faz gols sou eu a desistir.
O Diniz também. Roger. Diniz, Roger. Ali é o Roberto Bruno, é o Roger. Magnata. Magnata, jogava muito Magnata. Esse era um outro momento, né? No Fluminense, foram três passagens. E Diniz, e Diniz, e Diniz? Fernando Maldoso Diniz, esse apelido que eu tinha, tem até hoje carinhoso com ele, né? Ô Maldoso, o que é que tá acontecendo? Porque o Fernando era um cara muito...
Muito focado, né? E ele... Foi muito temperamental. Mas ele era difícil de lidar. Tanto que ele não ficava com ninguém no quarto do Fluminense. Aí chega um momento que só sobrava para os moleques da base, né?
Aí o Carlos Alberto, primeira vez que ficou com ele, aí no dia o Carlinho chegou e falou assim, Roninho, pelo amor de Deus, pede pra trocar o do quarto. O Fernando fica fazendo flexão de madrugada, respiração, meditação, ele não é normal não. Eu falei assim, vou pedir os caras pra mudar você. Nessa época ele ainda era fominha, porque o amoroso e o Djalminha sempre falam que, nos tempos de Guarani, ele que hoje é tão adepto ao jogo coletivo, não passava bola pra ninguém, não.
Não, não, ele, o Fernando, quando ele jogou com a gente ali como um terceiro de meio campo, né? Jogava o Marcão, o Fabinho e o Fernando e o Ian.
Mais adiantado. E antes que começou no Vasco da Gama. Isso, isso. Então o Fernando, na verdade, ele pegava a bola e ele tinha que distribuir, não tinha como. Porque ele era muito forte, né? Ele arrastava. Mas aí, agora que ele era fome, é porque ele chegava duas horas antes do treino e ficava brincando com a bola sozinho. Aí os caras falavam assim, não é possível. O Pliriano já xingamos tanto ele no Guarani se ele tivesse, pô, que Fluminense, se fizesse a mesma coisa que ele fez no Guarani, pô, aí não ia dar certo. O cara mantém uma...
Nesse desfile de nomes, você citou também agora há pouquinho. Renato como treinador. O Fabio Santos já teve esse prazer e você também. A história minha com o Renato é muito boa, né? Porque o Renato, ele... Quando eu cheguei no Fluminense em 97, o Renato tinha sido campeão com aquele gol de barriga.
E ele era o ídolo principal do clube. E eu chegando do Vila Nova, lá de Goiás, né? Um garoto lá de Aurora, do Tocantins, que nem imaginava que ia chegar. E chega e tá o Renato. Um dos ídolos, você sempre tá vendo quando criança. E aí ele renova o contrato e começa só a jogar com o Renato.
Só que ele machucava muito e depois o Spinoza trouxe o Alcindo. Então os dois eram cumpadros do Alcindo e eu não era nada. Aí eu falava assim, qualquer hora vai sobrar para mim. Qualquer hora eu vou ter que sentar na casa. Alcindo jogou com o Zico no Japão. O Alcindo, quando ele surge no Flamengo, ele era um Renato genérico. Exato. Então eu ficava naquela, qualquer hora vai sobrar para mim. Porque o Spinoza não vai peitar um dos cumpadros dele. E aí não deu outra. O dia que...
O Spinoza falou, você vai ficar no banco, porque o Renato e o Alcindo vão jogar. Falei, tranquilo. Só que o Alcindo falou assim, eu não vou correr pro Renato não, Rony.
Não vou, não. Falei, e o que é que eu faço? Ele falou assim, calma. Aí ele foi lá e falou pro médico que não tava com dor no joelho, saiu do treino e foi jogar eu e o Renato. E outro jogo, o Espinosa foi e botou o Renato no banco, um clássico contra o Vasco. Ele não jogava do que correr pro Renato. Eu não vou correr pro Renato, não, senti. O Espinosa botou o Renato no banco. Eu brinco com o Renato até hoje, né? Você foi meu reserva. Imagina.
Ele fica louco. Ele fala, nunca na minha vida. Eu te carreguei nas costas. Aí passa os anos e vem o Renato de Tecnic, exatamente em 2002. É demais. Bom, o Rony, ele pega gerações muito legais. Gerações. Vira e mexe isso. Eu conversando com o Fábio Santos também acontece. O Fábio Santos jogou com todo mundo que você possa imaginar. Não é possível que você jogou com esse cara. As idades não batem. Mas você vai ver ali na súmula do jogo e realmente bate.
Tem que pegar o RG dele, viu, o verdadeiro, o certidão de nascimento. O Fabinho, o Fabinho, ele fala que era novo. Não, era novo nessa época, ele ficou novo 10 anos. Ele jogou comigo, ele já era veterano experiente. Aí eu paro de jogar. Não era novinho nessa época. Como você era novinho? Tem 12 anos que eu parei e ele tem 2 anos que parou. Você jogou com o Carlos Alberto Torres, o capítulo, né, também no Fluminense Lateral.
O cara tá bem, você não jogou. O poder é o cara que é cabeludo e depois fica careca. O cara vive duas gerações. Sabe com o que ele jogou? Tony Serese alemão. É louco. O Fabinho falou nessa época que eu tinha cabelo. Essa época que eu tinha cabelo, tinha cabelo. Não, nessa época eu já era careca.
Às vezes eu tô na conversa com os amigos, assim, né? E vai falando, pô, Fábio, você jogou com aquele? Pois, agora você vai percebendo. Cara, de 20 anos de carreira, 18 eu joguei no Brasil. Então, eu joguei praticamente com quase todos. Mas tem um que eu fico até com vergonha de falar, o César Sampaio, velho. Quando eu falo que eu joguei com o César Sampaio, eu me sinto velho. 2004 no São Paulo. 2004 no São Paulo, eu me sinto velho. O Fabio, eu joguei com o Renato Pémujo, cara. O cara jogou em 78.
Ele teve aqui, mas a gente confirmou. O cara, sei lá, antes de nascer, ele já era profissional. O Rony jogou, Toninho Ceres e Alemão. Você com 18 anos, isso? 18 anos. Saindo do Vila Nova e indo para o São Paulo. Eu vim emprestado no São Paulo. Detalhe indicado.
pelo Tele Santana e observado pelo Muricy Ramalho. Muricy Ramalho. Foi me ver jogar lá em Goiânia, no nosso estádio lá, o carinhoso Oba. E aí o Muricy foi ver o Luciano, que era o atacante que jogava comigo. Nós tínhamos sido campeão goiano e eu estava titular absoluto, voando com 18 anos.
E aí o Muricy pega e liga pro Tele e fala, olha, o Luciano realmente é bom jogador, mas eu vou ter que levar o Rony, porque o moleque é muito rápido. E aí eles me trouxeram. Aí quando eu cheguei, dor de cara com o Alemão e o Toninho Cereza. Eu falei, onde é que eu tô, né? O que eu tô fazendo aqui? CT, aquela coisa maravilhosa. Aí fiquei seis meses ali, o Toninho Cereza.
Muito parceiro, gente finíssima. E aí o Tele Santana ficou doente. Naquele ano, né? Naquele ano, o Muricy assumiu. Aí eu fui jogar a Copa São Paulo num baita time também. Eu, Edmilson, o França. E perdemos nas quartas de final um jogo inexplicável contra o América Mineiro. Aí eu volto profissional e depois eles me devolvem para o Vila Nova, onde eu sou campeão lá da Série C. E por que não deu sequência, não deu certo?
Porque o Muricy, quando ele assumiu, o Márcio, ele tinha que colocar os caras do Expressinho, que era o time dele, né? Então era assim, era compreensível. É, era compreensível. E o Telê, o primeiro treino meu com o Telê me marcou muito, porque ele falou assim, garoto, você não sabe cabecear. Eu falei.
Como é que ele sabe disso? Como é que ele já sabe? Eu só treinei um treino. Eu só dei uma vez. Tomei um café da manhã com ele, ele já sabe quando sei que cabecei. Ele me pegou e botou lá, botou o goleiro, acho que era até o Paulão, que é lá da região nossa também. Paulo Sérgio? É. Paulo foi prefeito lá, virou político, amigo nosso. Aí ele me botou lá, botou o Paulo no gol e... Cruza. Cruza, e eu cabecei. Aí teve uma hora que eu falei assim, professor, que hora que é pra acabar? A hora que eu falar. Falei.
dando câmera no pescoço. E o mais legal foi que quando eu fui pro Fluminense, e ele morava ali de frente à praia, ali no Leme, e às vezes os times cariocas tinham aquela coisa linda de treinar na praia, dar uma corridinha na praia cedo. Era maravilhoso.
E aí eu topo o tele, a primeira coisa que ele me fala. É, garoto, você aprendeu a cabecear. Menos mal, demais. O Luciano no São Paulo também não virou, também não aconteceu. Vem cá, Rony, talvez a minha memória esteja sendo falha. Ele teve um problema, ele ficou ausente muito tempo com a negociação. E aí, meu Roida, não foi, não?
Luciano? É. Ah, foi mesmo, foi mesmo, foi mesmo. Ficou fora. Um jornalista, olha a história que ele foi lembrar, cara. O cara ficou fora. Não, eu já falei, o cara vai morrer, eu já pensei, o cara deu a merda. Por favor, eu. O cara ficou fora por hemorróida.
Foi tão marcante que isso faz 30 anos que eu lembro. 30 anos, verdade. Não vai falhar a tua memória nunca, pessoal. Lembra de tudo. Não vai falhar a minha memória. Duvido. O resenho é o melhor do mundo. E no Fluminense? Apesar, o Fluminense era curioso, né?
O Fluminense, como o time não vinha bem, mas você já chegou muito bem lá, né? Sim. O primeiro jogo meu, inclusive, foi contra o São Paulo, no Morumbi. Chegou. E eu fiz gol num torneio, o famoso Rio-São Paulo que tinha, né? E aí... Capita não tá aguentando, Caimão, vai.
E até eu assustei. Meu coração apertou com dó do cara. O cara passou mal. É, eu digo que não. Eu quero coração. Cara, imagina. Luciano tá lá engorrendo. Tá bem pra caramba, parceiro. Segue, segue.
Então, eu sempre, graças a Deus, no Fluminense, sempre joguei muito bem, sempre fazia muito gol. E a torcida, a gente tinha uma relação muito boa, né? Tanto que acabou que eu ia para a Seleção Brasileira por uma performance individual. Apesar do time estar na Série C e tudo, na época era o Pofesho Luxo, né? O Pofesho sempre me dava moral e me levava para a Seleção Brasileira direto. E vinham os craques lá da Europa, né? O Maroc.
É, o abertilheiro da Europa, o Ronaldo Fenômeno, os atacantes. E a Série C, Rony?
A Série C era um campeonato, assim, nostálgico, né? Um negócio de louco, todo mundo tá ali, você não sabe o que vai acontecer. Você não conhece, na época, imagina na época que você não sabia quem você ia enfrentar. Nossa, um adversário. E aí, primeiro jogo do Fluminense na Série C contra o Vila Nova de Nova Lima. O campo não tinha grama, você conhece bem lá, né?
Aí começa o jogo, eu vou um pouco pro lado do quarto zagueiro e ele fala assim, sai daqui que você vai pra seleção amanhã, senão eu vou quebrar sua perna. Aí eu falei, meu Deus do céu, vou pro outro, né? Aí eu caí no outro, babando aquele, ele falou assim, sai daqui, senão eu vou te dar uma cotovelada, você não vai pra seleção amanhã. Eu falei, como é que eu vou fazer?
E aí eu ia na resenha, né? Muito malandragem, conversa. Não, cara, tá tranquilo, relaxa. Eu não quero nem jogar. Não era nem pra mim ter vindo. Aí os caras vacileiam lá e gol. Aí que os caras ficavam loucos. O que é? Você falou desse zagueiro, né? Que vai embora, senão não vai pra seleção. O que é pior pra um atacante? Ser marcado por um zagueiro desse tipo ou a fase ruim, velho?
A fase ruim, né? Certeza, né? Jejum de gols. É, a gente se incomoda, né? Você não consegue jantar com a esposa, você não consegue fazer nada. Atacante sem gol, cara. Ele não consegue nem sorrir. Nada tem graça. O Márcio te perguntou isso, curiosidade dele mesmo, porque nunca viveu essa má fase.
Eu não me lembro, pode falar a verdade. Quando eu tava machucado. Eu não me lembro. Aí não tinha como, pô. Quem passou uma fase difícil foi o Magno Alves no Fluminense. O Magnata. O Magnata passou, tipo, 30 jogos sem fazer um gol. Na Copa João Avelã de dois dias. Ruim é peixão. Ruim é pegar uma fase ruim com um zagueiro desse, né? Aí é pra completar de vez, pô.
Porque o zagueiro você está jogando. Mas na Série C é tudo aniversário mesmo, né? Muito difícil. O campo é difícil, é aniversário. Mas você jogou uma Série C pelo Vila e pelo Fluminense. Muito diferente jogar pelo Vila e depois uma Série C pelo Fluminense ou não? Assim, eu acho que o time do Vila era até melhor do que o do Fluminense, porque nós somos campeões invictos na Série C do Vila. E o Fluminense a gente classificou aos trancos e barrancos.
Mas também a camisa, né? Todo mundo queria jogar contra o Fluminense. Era o único jogo que passava na Esporte TV na época, né? Então, assim, era uma loucura o jogo de Fluminense. O Fluminense era bravo e ruim. É, não era ruim. Era ruim? O time era ruim. Os meninos bons eram muito novos, né? Era o Roger.
Não, muito bom, cara. O time ruim era de novo. Eu falo assim, o Fluminense... A classificação foi contra o Náutico, né? Eu sou um jogador que, assim, se eu pego o Fluminense numa fase de ouro, eu tava no hall da forma do Fluminense, eu era o maior ídolo do Fluminense. Mas mesmo assim, você pegou a beça, 86. Sim, a torcida reconhece isso. Então, eu ando no Rio, eu sei disso. Mas, assim, eu tenho dois títulos no Fluminense.
Tem semifinais e tudo Mas assim, eu não conquistei Isso não deixa mais O estado de 2002 além da Série C Exatamente, então o torcedor Não adianta o jogador sem ganhar títulos Ninguém vai lembrar disso Entre idas e vindas
no Fluminense ou para o Fluminense, você tem duas passagens no futebol internacional. Vamos dizer assim. Arábia Saudita e Rússia. Sim. E qual dessas passagens você guarda melhores histórias? Não, Arábia Saudita, assim, eu fui jogar no Rilal, porque teve um mundial que o Corinthians foi campeão no Maracanã e a FIFA ia fazer o outro.
Em Madrid. E aí a FIFA cancelou no meio do caminho esse Mundial e eu fui contratado para isso, cheguei lá já em final de temporada e não tinha nada. Só que fomos disputar um torneio que eles inventaram lá na Síria, um dos melhores países que eu já pisei na minha vida. E chegamos lá e ganhamos esse torneio. Quando a gente volta, os caras começaram a falar lá que ia ter que ir lá visitar o rei.
E eu falei, cara, vocês estão de brincadeira. Rei, nós descemos agora, vamos pra casa. Agora tem que pegar o avião de novo pra ajudar, pra poder falar com ele. Aí o capitão do nosso time era o Samuel Jabber. Jogador histórico da seleção e tudo. Aí ele falava um pouco português. Aí ele falou assim, Rony, rei é bom. Rei dá dinheiro. Eu falei, então vamos aí. Então vamos aí. Vamos aí. Cadê o avião? Cadê o avião?
E a gente chega lá no... E realmente ele dá já um cheque. Com dinheiro, não me lembro mais quanto era. Mas era acima de 50 mil dólares. Era um dinheiro alto, assim. E eu jogava... Tava eu e o Túlio Lustosa, né? O volante que jogou no Botafogo há muito tempo, no Inter. E aí saiu eu e o Túlio rindo. E aí quando a gente volta, os caras falam assim... Agora vai no vice-ri. Eu falei, tem dinheiro? Se tiver, eu tô dentro. Se não, eu não vou. Mas teve alguma... Qual é a tua maior dificuldade que você teve ali?
Ou na Rússia ou na... Eu fiquei muito pouco. Aí eu vou para... Na Rússia há bastante tempo, né? Não, aí eu fui para a Rússia, a história da Rússia é muito boa, né? Porque nesse ano de 2002 foram se acumulando muitos salários atrasados, imagem e tudo. No Fluminense. No Fluminense. E quando acaba o ano, eu tenho 10 e mais atrasados e 5 meses de salário sem receber. E aí...
O presidente David Fisch fala assim, não, eu vou renovar seu contrato e vou te pagar tudo e não sei o quê, mas tenha calma. E o Paulo Angione, que era o nosso diretor executivo, todo mundo conhece, uma pessoa fantástica. Cansou de me enganar lá no São Paulo. Lá, meu dele era tão burro que eu chegava lá pra cobrar ele e eu tirava 50 contatos dele. Chega pra receber, é que é pra... Fui cobrar ele, ele, ô, Rondi, não sei, aí eu saí, eu dava 50 reais.
Aí o seu Paulo pega e fala assim, Rony, tem um amigo meu que tem uma proposta para um time na Rússia. Eu falei, não vou, não vou, não vou, não vou. Aí ele falou, vamos na reunião, aí fomos na reunião num hotel lá em Ipanema, eu, seu Paulo, sem empresário na época, o russo de lá e um outro cara, aí era um outro empresário, beleza. Aí os caras falaram assim, olha, nós queremos você lá, um contrato de três anos.
o salário vai ser tanto, um baita de um contrato, né? Aí eu falei assim, não vou não, o que eu quero saber da Rússia? Não, um frio. Aí ele falou assim, se você assinar esse pré-contrato aqui agora, eu vou depositar 350 mil dólares na sua conta amanhã. E aí eu lembrei da Andréia, minha esposa, falei assim, Andréia está lá em casa com a Maria Eduarda que acabou de nascer.
A Victoria com dois anos, eu não tenho mais nenhum real no banco, 350 mil dólares a três, um milhão de reais.
Eu adoro a Rússia, não dá isso. Você não lembrou daquela resenha nossa? Você passou lá quietinho. Eu lembrei do amoroso. Só em dólar e em euro. Falei, o que eu tô fazendo aqui? Chegou minha vez, chegou minha vez. E aí fui. E eu te falo, uma experiência maravilhosa. Rubim Casão, um baita de um time. A torcida maravilhosa. O pessoal do clube, das cidades, me receberam muito bem. Fui artilheiro três anos que eu fiquei lá. Legal.
e não tenho nada... No Japão, muitos anos depois, você também se deu bem, né? É, mais ou menos, vamos dizer assim. Do Japão, eu cheguei no Japão depois que eu saí do Cruzeiro, porque o Zé Zé Perrella esqueceu de me dar um contrato da sequência. Para assinar. Um lápis de memória.
Tipo assim, ele falou assim, vai que não dá certo, né? Ele jogou. Ele jogou. Ele pensou assim, se o Rony for bem, eu renovo no meio do caminho. Se ele for mal, tá tranquilo. Aí beleza, quando acaba, chega no final, na reta final...
Os japoneses foram lá para ver o Guilherme, o cabeção. Foi primeiro, a gente está ali na legenda do Gamba Osaka, mas primeiro foi o Marinos, né? Primeiro foi o Marinos. O Yokohama Marinos. É porque eu consegui uma venda de seis meses que eu estava lá, os caras me venderam para outro time. O Lucas está lá também. Lucas Severino, meu parceiro. Aí foi por isso que eu fui para o Japão, né? Aí cheguei no Yokohama Marinos, um time muito organizado, só que eles me vendem nesse meio termo para o Gamba, onde eu fui jogar com o Lucão.
E aí era muito divertido, né? Porque o Lucão ficava louco, né? Porque eu falava assim, Lucão, perdemos a torcida, tá batendo pau. Você vai voltar pro Brasil pra quê? Chega lá, você ganha, os caras estão te xingando.
Aí fomos jogar lá em Tóquio, perdemos um jogo lá e o treinador flinch, treinador hoje tá meio da vida, né? O cara vai, enche a mesa de vinho, cerveja. Eu falei, não, Lucão, não vou embora daqui, nunca mais. Nunca mais. Vamos tomar cerveja, vamos ficar aqui de boa, aqui pela manhã. Só que eu tive um problema, uma pulbalgia muito dolorosa.
E aí, tanto que eu não joguei as finais da... Liga dos Campeões? Da Champions da Ásia, né? E também a... A gente foi campeão, né? Fomos campeões. E aí depois a gente jogou o Mundial, né? E foi até na final. Perdeu pro Manchester United do Cristiano Ronaldo. Você não pôde viver essa experiência. Não, eu tava lá, eu não entrei, né? Aí...
Chego na hora que sobe aqui pro aquecimento, eu viro pro Lucão e falei assim, já perdemos. Aí ele falou assim, porque os caras estão com o celular tirando foto do Cristiano Ronaldo. Dos japonês. Já não tem caminhamento. Outra coisa que o Rony não se importa muito a carreira dele diz é jogar em rival.
jogou no Vila e no Goiás. Aliás, venceu o Goianão pelo Goiás. Ao lado de Souza Caveirão, viu, Capito? Vai ser, assim. Jogou no Fluminense e no Flamengo. Já citamos aqui brevemente, daqui a pouco a gente pode até mergulhar mais no Flamengo. E Atlético e Cruzeiro.
Pra você nunca teve muito essa história de... E aqui também eu cheguei, não joguei muitos jogos, mas São Paulo, Santos. No Santos eu joguei mais. Pra você não tinha essa de fidelidade a qualquer prova? Eu acho assim, quando você joga futebol e eu amo e amei minha carreira, eu amo jogar bola, pra mim o mais importante era o meu trabalho estar sendo bem feito.
E esse negócio de jogar no rival, primeiro, eu nunca desrespeitei nenhuma torcida. Se vocês puxarem, nunca falei mal, nunca provoquei. Então eu ia lá e jogava bola. Azar de quem estava do outro lado. Eu queria ganhar. Eu sempre fui um jogador que sempre quis ganhar. Esse era um grande time. O Geninho era treinador. O time não ganhava de ninguém.
Aí demitiram o treinador e trouxeram o geninho. Aí ele fez um churrasco. Leonardo Zagueiro. Ele fez um churrasco e pediu quatro caixas de cerveja. Aí ele falou assim, os evangélicos me desculpam, mas só vão embora depois que beber essa cerveja.
E o Mengão? A gente quer saber o Mengão. Flamengão. Como é que era o seu Flamengo? De nomes a gente sabe. Tinha aquela galera do Ipatinga, tinha uma galera que já estava lá, gente com nome. Léo Moura. Tinha campeão mundial, o Juninho Paulista. Juninho Paulista chegou, tinha o Clayton, volante que veio do Inter. Renato, meu parceiro. Renato Augusto. Renato Augusto começando. Obina.
O time era bom, só que o Flamengo, o dia que não tinha uma confusão, eu chegava em casa preocupado. Eu falava assim, gente, o que aconteceu? O que aconteceu? Não é possível. Não é possível. E aí todo dia tinha briga. Era briga com o Babão, o Roupeiro. Era o Souza e o Léo Lima fazendo arte. Quem não brigou com o Babão que atira a primeira pedra, não é verdade? Renato Abreu discutindo com o Souza Caveirão. Então, assim...
Todo dia tinha uma confusão. Eu xingando o treinador, porque fui substituído. Parece que... O Ney? É, cara, isso foi uma das coisas que eu me arrependo na minha carreira, foi ter xingado o Ney Franco, porque o Ney é um amor de pessoa, todo mundo conhece. Só que a gente estava jogando no Fla-Flu, e ele até deu razão para mim depois. E aí no Fla-Flu, eu estava bem no jogo, o Fluminense saiu na frente, aí eu cruzei uma bola, o Souza empatou.
E dez minutos, cinco minutos do segundo tempo, ele me tira do jogo.
E eu tinha tomado uma porrada do Fabinho Soldado e cortou meu pé. Então eu tive que tomar ponta ainda no pé e voltei com o pé macho. E aí ele me tira do jogo. Quando ele me tira, as duas torcidas começam a me vaiar. Do Fluminense, chateada, porque eu tava falando. Quando as duas torcidas começam a me vaiar, a hora que eu vou descendo, o Ney olha na minha cara e vem me pegar na minha mão. Eu vou assim, boa, Rony. Eu falei, boa? Vai tomar naquele lugar.
Boa franquia, viu? Aí no outro dia eu vou lá e falo, porra, me perdoe, cabeça quente. Eu falo, Rony, se eu estivesse entendendo o contexto, eu não tinha tirado. Eu falei, ah, tranquilo. Isso porque aí veio o Isaías chinou com o gago, e contornou tudo. Como é que o Isaías falava? O gago? O que você entendia, né? Quem falava mais hoje em hoje, o Isaías?
Não, o Ajônio era o gago, ele era o cara agregador, né? O Isaías era aquele cara que abraçava ali o jogador, tentava passar o pano quente. Quando chegava lá no Seu Paulo, já era algum problema mais sério. Aí o Seu Paulo só usava as artimanhas dele e mandava a gente pra casa. A turma do Ipatinga se misturava ou ficava à parte? Não, eles...
Assim, todos são maravilhosos, meus amigos, mas assim, eles ficavam a patotinha deles sempre, do Ipatinga. E os caras, na época tinha o Paulinho, o Volante, o Léo Salino, o Luizinho, lateral.
E os caras... E eu tinha muito boa convivência de todo mundo. Eu sempre fui aquele jogador que fala com qualquer grupo, não tinha esse negócio. E aí, toda vez, na hora que eles iam pro vestiário, saía todo mundo junto, todo mundo junto, todo mundo junto. Aí eu falei assim, cara, tem alguma coisa errada. Tem alguma coisa errada. Continua, continua. Eu peguei e chamei o Luizinho no canto. Eu falei assim, Luizinho, por que toda hora vocês vão pro vestiário, todo mundo?
Ele falou assim, Roninho, quando a gente tava lá no empatinga, tem um jogador aqui...
que ele tinha mania de pegar as coisas nossas, um perfuminho maravilhoso lá no seu... E aí, a hora que ele sai aqui pro vestiário, nós vamos todo mundo atrás dele. O meu não, né? Aí eu falei, o meu ele não vai pegar também não, porque agora eu vou também.
Ah, e você tava no jogo de Potosi, né? Famoso jogo de Potosi. Aliás, fez um dos gols do Flamengo, o Flamengo saiu perdendo 2x0 e empatou 2x2. Eu tava nesse jogo. Deixa um abraço pra turma de patinha. Eu vou deixar um abraço, eu gosto muito. Eu também peguei esses meninos lá. O Paulinho não, mas eu peguei o Luizinho, o Léo Medeiros, enfim. E a gente tem contato até hoje. Ninguém mexeu nas tuas coisas, não? Não, não, não. A gente já expulsou isso logo cedo.
Mas deixar um abraço pra turma lá, porque a meninada, assim, não tem culpa, né? Porque muita gente pegou no pé com relação a isso, pô, e do Ipatinga pro Flamengo. E era um Flamengo caótico, né? Mas enfim, mas a molecada é muito boa, então um beijo no coração de todos aí. Verdade. Aí eu, esse jogo de Potosi... No perfume ninguém mexe, não. Já pensou? Eles primeiro, os caras criaram o negócio, a Potosi é o inferno e...
Tinha um fisiologista lá e o Paulo e ele, ó, tem que fazer uma máscara pelo menos dois meses. Nós ficamos numa preparação. Mudando a máscara? É, pra você respirar a máscara. Não, a máscara é pra respirar. Chegou lá, não adiantou nada. Zero. Só via jogador caindo, desmaiando, passando mal. Dois meses de máscara. Dois meses pra nada, pra nada, pra nada. Aí, chegamos lá no jogo. Primeiro, pegamos um voo.
Um voo pra Santa Cruz, depois pegamos outro pra Sucre. E aí de Sucre, a gente ia subir nos ônibus. Chega no jogo, uma chuvinha daquela pina, zero grau, assim. Esse é o gol. Esse jogo aí. E aí...
Eu tô no banco, porque eu tinha recém-chegado, né? Tô lá todo agasalhado, bonitinho, arrumado, tomando um chazinho e tal. Torcendo pra não entrar. E eu quietinho, aí vem o Ney Frank, 2x0 pros caras, tô vendo o Ney Frank. Aí eu falei assim, ele não vai me chamar, não é possível que ele vai me chamar.
Aí o Ney falou assim, Rony, você vai entrar? Aí eu falei assim, tá bom? Aí eu entro no jogo, faço gol. Aí os caras chutavam, a bola vinha um veneno. Aí eu falei assim, ô Juninho, rapaz, vamos chutar também. O que nós estamos fazendo? E nós começamos a soltar o bambu nos caras do meio da rua. Aí o Renato bateu a falta, fiz o gol, o Bino empatou. O Bino empatou. Beleza, uma batalha, cara.
Uma luta aí, empatando, todo mundo passando mal. Moisés, o Renato Augusto. Aí a gente volta, esse jogo foi numa quarta noite. A gente volta na quinta, sexta concentra. Sábado, jogo, três horas da tarde em Bangu. É isso aí. Imagina, moça boa. Bangu, 50 graus. Madureira. Contra o Madureira. Tomaram de quatro.
Mas tinha que tomar, né? A memória, a memória. Estranha, a memória do mal. Estranha, você não tinha que tomar. Ele tem uma velocidade pra lembrar das coisas ruins. Não, não tem lógica. O HD dele é 90% coisa ruim, então é diferente coisa boa, porque a velocidade de raciocínio dele pra coisa ruim é só... E esse jogo tem uma coisa que aconteceu, que quando a gente chega em Moçapolita...
O Bruno Goleiro... Foi 4x1. O Bruno Goleiro fala assim pra mim, ele me chamava de Tio Chico, né? Porque eu conhecia ele na época lá do Atlético Mineiro. Aí ele falou assim, Tio Chico, eu vou dar um chapéu hoje. Eu falei assim, como assim? Você é goleiro? Não, mas eu vou dar um chapéu. Beleza, aí fomos pro jogo. E ele tentou dar um chapéu no Mariola, atacante que era ex-fluminense.
E o Marcelo bucha nele. Aí chega no vestiário, todo mundo triste, aí ele virou em mim e falou assim, você viu lá o chapéu? Eu falei, vi, inclusive os outros, os quatro gols que você tomou. Ai, ai, ai. Vamos falar da tua passagem pelo Santos marcante. Especialmente porque no jogo em que Neymar Rúnior marcou pela primeira vez como profissional, fez o primeiro gol como profissional, quem que era um dos parceiros de ataque do Ney?
O Rony. Vamos rever. A preferência por Neymar se evidencia na entrada do time em campo. Nos decibéis que vem da arquibancada quando chega a hora do seu nome ser cantado. A massa mostra gratidão. Giovani é lembrado por ela. A categoria de um grande lançador.
A explosão do velocista, que quer porque quer marcar o primeiro gol da carreira. Calcanhar, lençolzinho, mas bola na rede, que é bom, necas. O segundo tempo teve gols. Três e direta ou indiretamente, Neymar ou Giovani ou um ao outro esteve presente em todos. O primeiro gol sai de uma bola meio espirrada, que Paulo Henrique, mais um garoto do Santos, coloca para dentro.
Paulo Henrique é paraense como Giovani e só está no clube. Só fez este gol porque foi indicado por Giovani. Bola aberta na direita para o Luizinho. O lateral vai a linha de fundo, cruza e o resto é com o Rony.
Rony também serve. Serve Neymar. Mais um gol de cabeça. Mais um jogador de branco que comemora socando o ar. É possível que no futuro seja lembrado como o primeiro de uma supercarreira.
É, desculpa aí. Descobri o Brasil. Descobri o Brasil. O Neymar é da rua. Ele veio assistência pra gol de Neymar do Rony. Você tava parecendo o Seabra, treinador ali naquela entrevista ali. Tá mais forte, né? Mas pode. O tempo fez bem pra sempre. Melhorou, né? Eu não posso dizer o mesmo pra você, Rony. Pra nós. Eu tô falando, Rony. Não dá pressa pra ele não, cara.
Cara, esse gol do Neymar aí tem história, né? Já rodou o mundo. Até hoje eu brinco com o Ney Pai, né? Eu falo assim, sabe que eu ganhei com isso? Vocês não me mandaram um aposto, não me deu um apartamento, não me deu nada. Olha o tanto de coisa que veio depois desse primeiro gol. Tem essa história, pô. Mas é legal. Mas ali no dia a dia com o Neymar, naquele período de Santos.
Já era diferente, né? Muito. Quando o Neymar chegou, ele estava na copinha, né? Aí a gente começou a preparação paulista e depois chegou ele. E aí todo mundo... O primeiro treino, assim, magrelo, né? Eu falei, cara, esse moleque não vai aguentar uma porrada. Esse cara vai comê-lo com farinha. Mas aí você via que ele era muito inteligente, que ele sempre antevia as jogadas. Então dava pra perceber realmente que o Neymar...
seria um grande jogo, mas dava trabalho, que vocês nem imaginam, Neymar, Ganso, Allan Patrick e André Balada, toda hora fazendo arte, aí um dia os caras chegam em mim e falam assim, Domingos, Fabão, Pereira, Kleber Pereira e o Rodrigo Souto.
Aí os caras falaram, ó, tem que dar uma lição nesses caras, porque esses meninos bateram no Molina no quarto de madrugada. Colombiano. E aí eu falei assim, tá, só tem um jeito. Vamos lá, mandei pegar eles, amarrei naquela palmeira que tem ali na frente do CT, amarrei os quatro, passei umas cinco, seis Cobãs nele, tudo de sunga, tudo lá, pegando toalha molhada e... Toma, molecada, toma, toma. E aí eu fui visitar o Neymar lá no Barcelona.
Aí eu cheguei lá e ele fez questão, me levou lá dentro, aí chamou... Amarrou você na palmeira e tomou. Ele chamou o Chave. Chamou o Mestre e o Soares. Ele chamou o Chave e o Indiesta. Ele falou assim, aqui, história que eu conto para você, foi esse aqui. Aí eu olho para os caras e falo assim, não, não foi tanto. Não foi mesmo assim. Opa, opa, opa, opa. Ainda bem que tem uma marcha amorosa. Hoje é o dia.
Este é o momento de Márcio Amoroso, por favor. Chegou a hora da dividida com o nosso parceiro, Rony. Fala, meus queridos aí do Resenha. Um prazer estar falando com vocês. E falar do Rony aqui, aproveitando esse momento, cara.
É um cabra especial, em quem eu tenho muito orgulho. Poderia falar aqui de muitas coisas ruins, principalmente na Série C, que nós passamos juntos, ruemos o osso juntos, né? Mas demos a volta por cima. É um dos poucos que eu posso dizer assim, é meu amigo.
no futebol. São coisas raras, né? Mas eu agradeço a Deus pela amizade, pelo carinho, de estarmos até hoje nos falando. Enfim, então me orgulho por tudo que nós passamos.
por você ter chegado numa época tão complicada a uma seleção brasileira. Então, eu prefiro ficar com as coisas boas, mesmo que tenha muitas coisas ruins, né? Mas eu conto essa coisa boa, essa coisa maravilhosa que foi ele ter chegado à seleção brasileira, mesmo disputando uma Série C. Te amo, cara. Deus te abençoe.
Coisa maravilhosa, magnata, grande parceiro de futebol, parceiro de vida. E é verdade, 99, a gente já falou aqui brevemente, quando o Rony dividiu o quarto para um amistoso da seleção brasileira contra a Holanda com o Márcio Amoroso, no mesmo ano você jogou a Copa das Confederações.
E detalhe, fez dois gols numa goleada do Brasil por 8x2. Contra a Arábia Saudita. Contra a Arábia Saudita. E na final. E na final no Asteca com mais de 100 mil pessoas, 110 mil pessoas. Derrota do Brasil por 4x3, mas o Rony deixou dele. Aí o primeiro gol pela seleção brasileira. Que emoção, Rony. Passa do velho vamp. É.
Tinha Ronaldinho, tinha Alex nesse time? Tinha, o time era bom. Aí a final, ó. Eu passo aí do Ronaldinho Gaúcho. É. Eu tinha acabado de entrar no jogo.
Ainda perdemos porque o Ronaldinho errou um passe lá e saiu um gol pro Blanco. O Tacante fez três gols, acabou pro jogo. Fez gol no Jorge Campos. Quem não fez gol no Jorge Campos, pegou no Inglês. Era o Jorge Campos o goleiro ali? Era, era. O Odivan escorregou e tomou outro gol. Zé Roberto também estava nesse jogo aí, jogou muito. E o Magno é gente boa, né? O Magnata é meu irmão. Ali...
Que é gente boa. Gente boa. Meteu o pretinho no perão. A gente ama, velho. A gente ama mesmo. Tem um Nuguete no cabelo. Magnata vai, ele morrer de infarto, vai demorar uns 30 anos. Aí é tranquilo. Não tem igual, não. Todo mundo tá lá no campo, lá na Laranjeira. Todo mundo pronto. Aí.
Tá faltando lá alguém. Magnata. Aí lá vem ele. Marémolense. Mais uma figuraça agora também dos tempos de Fluminense. Roberto Bruno, você lembra? É a primeira dividida que vem acoplada com o presidente. Treinador e presidente juntos. Vamos ver. Fala, Playhouse. É pra contar a história do Rony?
Então você vai saber o que está acontecendo agora. Eu estou treinador do Araro Oma Futebol Clube e fui contratado pelo presidente, doutor Michele, tricolor roxo, contando várias histórias do Rony, que deu muita alegria para ele. Fala aí, Michele, alguma coisa que te deu muita alegria que o Rony está opossendo para você?
Pois é, Rony, eu sou muito fã dele, porque ele é um símbolo do renascimento do Fluminense, aquela fase difícil que a gente passou. E quando ele foi convocado pela seleção brasileira, foi um orgulho muito grande para todos os tricolores que puderam ver ele fazendo gol lá na seleção e tudo mais com o Tarabio Saudita. Então foi uma coisa muito legal naquela época.
Mikele, você só não sabe como isso aconteceu. E esse furo vai para o ESPN. O Parreira assumiu o Fluminense e falou, vou devolver a honra, a dignidade para todo o povo. O presidente é o maior que cobrou. E ele com o Network.
imenso, enorme que ele sempre teve, levou o treinador da seleção na ocasião, no nosso treinamento. Sentou todo mundo no chão e o próprio treinador da seleção se comprometeu que o atleta que se destacasse do Fluminense seria convocado para a seleção. Quem foi que se destacou? Quem era o melhor de todos nós?
Rony, abraço Rony Heddy. Ah, Bruno, figuraça. O doutor Miquel, acho que é meu filho. É isso aí, fala lá, Plirra. Essa entrevista é de 1988? Parece um Plirra. É o Plirra, o Rony. Cara, é que você é o Plirra? Doutor Miquel, o Presida fez batalha pra aqueles lagos lá. O Presida, achei que era... Em 1988 essa entrevista, pô. Sabe que o Plirra não foi pra aqueles lagos lá? Sabe que o Plirra? É, Plirra. Que figuraça.
Bom, a gente está com pouco tempo, já vou chamar a terceira. Já deixa no esquema, vamos chamar a terceira. Produzida por Fábio Capita Luciano, Souza Caverão. Venha! Fala, galera do Resenha. Um abraço para todos da mesa, inclusive meu amigo Rony.
Quando cheguei em Goiânia, meu amigo Rony me apresentou um lava jato. O que aconteceu? Eu nunca mais queria largar esse lava jato. Por quê? Tinha uma cervejinha, um churrasquinho. Conta pra galera aí, Rony. Tamo junto. Ei, cabelo. Tá no cativeiro ali. Caramba, o Rony. Ele tá a preço. O Rony cada figura, Rony cada figura.
Tá bem, tá no recreio, tá no rio, tá bem. Tá no Lava Jato, hein? Tá no Lava Jato ali. Lá em Goiânia tinha um Lava Jato do lado da Serrinho e às vezes a gente tomava uma cervejinha lá. Até o Genin, um dia chegou lá, né? Aí o Genin falou assim...
Pô, mas vocês tomando cerveja aqui não falam comigo? Eu falei, não, professor, pode entrar aqui e ficar à vontade. E o Sousa, artilheiro do campeonato daquele ano. Eu fui artilheiro, Goianá, o quê? 2004? 2006. 2006. É parceiro bom, viu, Pê? Parceiro bom do dia a dia. Cara que é isso, cara que briga pelo grupo, que briga por você também. O Sousa foi um parceiraço no Flamengo.
A viseira, rapidíssima parada no Resenha e Aspian na volta tem questão de equilíbrio e perspectiva do campo. Rony é o nosso convidado.
Segundo bloco do Resenha ESPN, recebendo hoje Rony, ídolo da história do Fluminense. Cinco perguntinhas, Rony, para você responder de bate pronto. Meu melhor dia no Fluminense? Com certeza o dia do meu primeiro título, né? Série C. Série C do Brasileirão e o mais difícil nas Laranjeiras.
Assim, já tive muitos dias difíceis no Fluminense, mas com certeza um dia que eu senti bastante... Segundo o Fabrício, no dia 30 era sempre difícil. É, mas teve um dia que eu senti muito, foi o dia que eu tive que sair do Fluminense para ir para a Rússia. Não por vontade própria, mas por necessidade realmente. Parceiro de ataque mais fominha. O Magnato está na frente dos outros umas 15 vezes.
O Magno Alves, que já participou do resenha de hoje. E era mais difícil de enfrentar, por causa da razão sentimental. O Vila Nova ou o Fluminense jogar pelo Goiás contra o Vila, onde você foi criado, ou pelo Flamengo contra o Fluminense?
Isso, na verdade, para mim, jogar contra o Fluminense era complicado, era difícil, apesar que enfrentei algumas vezes por outros caminhos. Mas enfrentar o Vila realmente foi... e só aconteceu isso uma vez, porque quando eu joguei no Goiás, eu joguei só o Campeonato Brasileiro e a Libertadores. Então eu não joguei o Estadual, então eu não enfrentei o Vila ali. Eu enfrentei o Vila uma vez na Série B.
Foi sofrido. Atlético Mineiro e Vila Nova. E eu fiz um gol e não consegui comemorar e passei mal a noite toda. Faltou jogar em algum lugar? Um clube que você gostaria de ter jogado? Eu sou muito bem resolvido com a minha carreira, mas se eu tivesse que escolher um clube que eu não joguei... Não vem com o Puritinho. ...pra poder jogar...
Deixa ele responder, Filipe. Intimido convidado, cara. Que é melhor. Fala que o seu coração está mandando. E eu ia falar, se eu tivesse que escolher o time para eu jogar, teria que ser o Real Madrid. Ah, bem demais. Mais conhecido como Corinthians. É, Corinthians brasileiro. Vamos agora rapidinho, sem perder tempo, com a Perspectiva no Campo. Temos duas hoje. Roda a vinheta.
1999, eu estava no Maracanã nesse jogo trabalhando. Foi 2x0 para o Flu contra o Flamengo. Campeonato Carioca, o segundo gol. Esta pintura do Rony. Fala aí, amoroso. O campo estava ruim, a bola estava pingando demais e aí ficou fácil. A bola ajudou? Não, não, não. Não tem condição.
Pensei que ele ia falar... Se o campo tivesse gol, era mais fácil ainda. Eu pensei que ele ia falar, nunca fiz um gol parecido como esse. Se o campo tivesse gol, era mais fácil de fazer. Quem era o goleiro ali, Rony? Era o Júlio César ali? Não. Eu acho que o Flamengo, o Júlio não jogou. Era o goleiro reserva que jogou. Se fosse o Júlio, ia tomar também. Ia tomar do mesmo jeito, não tinha jeito. Mas assim, a gente brincando, né? Falando sério, quem é que deu o passe aí?
Ali foi o França, um volante tinha chegado do Botafogo. Mas a qualidade, né? Estilo Rony sempre fez gols bonitos também. Golás, vocês não viram a segunda perspectiva. A segunda perspectiva que a gente vai colocar no ar agora, vou dar para o Capitinha analisar.
O que fez o Rony? Com certeza nunca fiz. Eita. Ah, o que é isso? Hã? Que golão. Contra o Coringão ainda. Não, não foi. Não, não foi não. Isso aí foi Série C contra o Goiânia. Nunca fez, mas você tomou uma caneta. Caramba. Você era o Rogério Corrêa, zagueiro do... O Rogério, hein?
Também não lembro. Binho, fora também. Golaço, cara. O que você gostou mais nesse gol, Fábio Santos? O drible no goleiro. É o último, na hora que fica cara a cara com o goleiro, que o cara fica nervoso ali não. Driblou o goleiro. Já chega com muita confiança na cara do goleiro. O goleiro também veio numa vontade de goleiro.
Um fala do morrinho aqui dele, o outro fala que o goleiro já estava de sacanagem. Dois golaços, cara. Tudo parceiro, mano. Escolhemos bem, Rui? Dois golaços, bem escolhidos. Quantos gols na carreira? Você tem anotadinho? Não tem, não. Mas no Fluminense eu sei que foram 83. Deve ter mais uns 100 aí, né? Então beirou os 200.
Não sei se chegou a ser o massa amoroso, não. Eu não contava gol, contava artilharia só. Eu falo a você, não dá motivo. Irmão, você é fera, você é monstro. Eu conheço muito bem o Capita. Capita tá feliz da vida, se divertiu, né, Capita? Foi muito bom, foi muito bom.
Programa Energia lá em cima, ótimas histórias. Rony é nosso. Com certeza o Rony voltará, né? Já fica o convite. Segundo o E-Gol, 1,75. 175 gols marcados. Aí, quase que eu acertei. Você fez ponto, Marcos? Nem para mentir que os caras já corrigem. Rapidão, ainda bem que eu não falei 300.
Acho que quase 200 também. Mas eu era jogador de meia, mais meio campo que é... Quase 200 e para. Quase 200 e para. Mas meia com 200 gols, tá bom. E lateral com quanto, Sabi? Meia, meia. E lateral com meia, meia. 50 de pênalti. 80 de pênalti. 80 de pênalti.
Falou, meu. Mas merecido, craque. A Petia também foi bastante gol. Não vou nem falar, porque senão aqui vai ter alguma coisa. Alguns impedimentos e outros que a bola não entrou, mas tudo bem. Foca no Rony. Rony foi legal pra caramba, cara. Foi ótimo o programa, foi uma aula, cara. Rony voto sempre, viu? Foi um prazer ter você com a Resenha. A gente já esperava muito e a expectativa foi perfeitamente atingida. Eu agradeço. Tapete vermelho estendido pra você. Portas do Resenha escancaradas pra você, meu cara.
Quando quiser é só chamar aqui, só amigos e irmãos. Vai ser um prazer. Você é o maior jogador da história do Tocantins? Olha, sem querer me gabar, já fizeram algumas pesquisas assim. Com certeza, não sei se sou o maior, mas acho que o que atingiu uma importância maior no futebol, sim. Ele já cabe mais uma ou não cabe? Não, acabou. Tá louco? Tá melhor do mundo. Acabou, acabou, acabou, acabou.
Agora, aos 57 minutos de programa. Assim que ele fazia gol também, decisivo. Vamos, Robiceira, vamos nessa. Agradecendo a companhia pelo nosso fã de esporte nessa última hora. Lembrando que segunda-feira tem resenha da rodada. Na sexta-feira, o Resenha e a Espiano com ótimos convidados. Tchau, gente.