Evangelho suavizado é evangelho enfraquecido - Romanos 1:16_17 ¦ Germano Tavares ¦ IPTambaú - 03/05/2026 DEV
Podcastes de mensagens da Palavra de Deus, para edificar a toda família, ministradas na IPTambaú em 2026.
Germano Tavares
- Exegese Evangelho JoaoTransformação pelo Evangelho · Universalidade da salvação · Justiça de Deus
- Evangelhos Apócrifos
Graças e paz, amados irmãos, vamos compartilhar a palavra do Senhor, vamos refletir naquilo que o Senhor tem para nós, ao final teremos nosso momento missionário. Abra sua Bíblia em Romanos capítulo 1. Meus queridos, talvez aqueles que são um pouco mais velhos,
e fazem parte da geração de 80 e 90, ou de 70 também, os mais novos talvez não conheçam, ou não conheçam esse famoso remédio que afligiu as crianças nos anos 80 e 90, chamado mertiolate. Não sei quantos de vocês conhecem, mas eu conheci.
Fez parte da minha infância e acredito que pelo sorriso de muitas pessoas também. Na nossa infância, a fama é que ele separava a alma do corpo, né? Não sei se por aqui também passou, mas em São Paulo era assim. E aquele velho conhecido...
Ele causava um terror em todas as crianças. Parece-me que os pais aproveitavam o remédio para disciplinar os filhos mais arteiros. Eu faço parte desses também. E cada vez que o menino caía, cada vez que o menino aprontava, chegava em casa machucado, a mãe já apresentava aquele vidrinho vermelho, com aquela pequena raquete.
que misturava e passava na superfície do machucado. Aquilo ardia de um jeito, uma dor insuportável. E a razão é porque aquilo ali era um composto de timerezol com álcool. Então, quando encostava, de fato, a dor era gigantesca.
Mas apesar do desconforto daquele remédio, todo mundo entendia que ele trazia uma solução e era unânime, funcionava. Funcionava porque nos dias seguintes...
Aquele machucado começava a cicatrizar, a ferida começava a secar e você começava a ver a melhora. E apesar da dor, nós tínhamos uma convicção que aquele remédio era poderoso, tinha uma ação excelente. E quando o coleguinha se machucava, nós recomendávamos também, vai lá passar um mertiolate.
porque era a solução. Por volta de 2001, a Anvisa proibiu o uso com o composto.
E passou a ser e ter uma nova fórmula que não tinha mais o composto do timirasol, que é uma espécie de mercúrio, né? E diminuiu também, retirou o álcool. E ele passou a vir azulzinho, branquinho, com spray. E aquilo foi suavizado de uma maneira gigantesca. Então, de 2001 para frente, nós não encontramos mais o antigo...
mertiolate vermelho, cheio de corante, que assustava a vida das crianças.
Então, de alguma forma, aquele poderoso Mertiolat, ao ser suavizado, ele perdeu simbolicamente o seu poder, ele perdeu a sua força, a sua capacidade, já não causava o impacto necessário na mente das crianças, para que ele se controlasse um pouco para não subir nas árvores e aprontar tanto.
É nessa perspectiva que ao ler o Evangelho, ou a carta de Paulo aos Romanos, falando do poder do Evangelho, que nós encontramos Paulo preocupado em não suavizar o poder do Evangelho naquela cultura. Então eu quero te convidar a ler apenas dois versículos.
Romanos capítulo 1, versículos 16 e 17. Diz assim, Pois não me envergonho do Evangelho, porque é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.
porque a justiça de Deus se revela no Evangelho, de fé em fé, como está escrito, o justo viverá por fé. Curve a sua cabeça e oremos. Pai, nós te louvamos que a tua palavra, que é viva e eficaz, possa falar aos nossos corações e nos ensinar de maneira extraordinária nesse dia tão especial. Amém.
A declaração de Paulo dizendo que o Evangelho é poder de Deus, emerge dentro de um contexto altamente tenso. A igreja que estava em Roma precisava entender que estava no centro do império com uma tensão cultural, com uma tensão religiosa.
e uma tensão entre os povos, entre judeus e gentios, havia uma diversidade entre as religiões, e Paulo apresenta o Evangelho que não é frágil, que não se adapta a uma cultura ou a um grupo ético, com o objetivo de atender...
as necessidades daquele povo, ele apresenta um evangelho com uma força divina, suficiente para transformar homens e mulheres, grupos completos, não apenas...
um grupo específico, seja ele judeu, seja ele gentil, seja ele religioso ou não, Paulo apresenta um evangelho diante de uma cultura, apesar de sofisticada, resistente, ele mostra que esse evangelho tem um poder que vem do próprio Deus.
então ele não suaviza esse evangelho ou a mensagem, pelo contrário, ele apresenta e exalta e afirma, esse evangelho é poder de Deus para um objetivo, para a salvação de todo aquele que crê, o evangelho então passa a ser não apenas um discurso, uma...
Palavra ao vento, ao contrário, ele é de forma clara e objetiva, uma proposta que visa transformar de maneira eficaz, aqueles que ouvem esse convite, e aceita que esse poder entre dentro de si e o transforme, isso significa que o Evangelho então, é a mensagem, e o Evangelho então, é a mensagem,
que vai ao encontro das pessoas, transforma o seu coração, pelo poder do próprio Deus, isso não depende então, de habilidade de um pregador, isso não depende da receptividade da cultura, isso não depende de ninguém, apenas da ação soberana de Deus.
Perceba que Deus então usa essa força justamente para revelar aquilo que é importante ao homem e o homem entender primeiro a gravidade do seu pecado, a santidade de Deus e o poder que isso pode fazer por meio da graça que nós recebemos mediante a fé. Veja que...
Paulo está tentando nos conduzir ao entendimento que nós não podemos reduzir esses elementos que o Evangelho apresenta para que ele seja mais acessível aos nossos corações e às nossas vidas.
Além disso, o poder do Evangelho se manifesta em sua universalidade. Paulo declara que ele é eficaz para todo aquele que crê, tanto o judeu quanto o gentil. Em um ambiente de divisão e de conflitos.
o Evangelho vem e se apresenta como uma única força capaz de moldar, unificar, salvar e transformar. Novamente, ele não se adapta àquelas diferenças, àqueles grupos, ao contrário, ele transforma.
todos eles, é essa a evidência, do seu poder, mudar e transformar, todos, aqueles, que creem, alcançar o pecador, transformar a vida deles,
mas não deixá-los como está. É nessa perspectiva que Romanos 1, 16 e 17 nos conduz a uma conclusão inevitável. O Evangelho não precisa ser suavizado, diminuído.
porque ele já é poderoso em si mesmo, a tarefa então minha, a tarefa sua como igreja, é apenas uma, proclamá-lo, mesmo,
que isso cause algum desagrado, mesmo que isso seja um problema para alguns. Veja como Paulo então constrói a sua tese, e fala o tese porque esses dois versículos são exatamente a tese de toda a carta de Paulo aos Romanos, que vai mostrando capítulo a capítulo a importância desse evangelho. Ele começa dizendo...
pois não me envergonho do Evangelho, perceba que, não sei você, mas eu já fiz essa pergunta, é possível nos dias atuais, em que é moda ser Evangelho, alguém se envergonhar do Evangelho?
E aqui está algo importante para nós, Paulo não está falando simplesmente de um constrangimento, Paulo não está apresentando apenas uma vergonha no sentido de constrangimento, Paulo está apresentando...
uma vergonha no sentido de ofensa, e nessa perspectiva o Evangelho pode sim ofender, talvez até hoje muitos cristãos, e muitos que não são cristãos, o Evangelho pode sim causar ofensa e consequentemente vergonha, e como isso pode acontecer? Primeiro,
O Evangelho nos apresenta...
uma realidade que nós, apesar de saber todos os dias, nós muitas vezes não percebemos o impacto que ela tem, a salvação é gratuita e nós precisamos dela, e ela também é imerecida, isso parece simples, mas muitas vezes fere profundamente o coração humano, porque isso demonstra...
que o coração humano precisa de algo que ele não pode resolver, isso desmonta a autossuficiência espiritual, o Evangelho vai revelar que por mais religiosos e moralmente corretos que nos consideremos, o Evangelho vai denunciar a nossa insuficiência diante de Deus.
ao denunciar a nossa falência espiritual, a ponto de afirmar que precisamos do próprio Filho de Deus, como substitutos para as nossas vidas, essa verdade confronta o nosso ego, o ego humano, porque isso tira de cada um de nós, qualquer mérito.
e apesar da graça não eximir de nós as obras, aquilo que podemos fazer, ela excluiu definitivamente qualquer mérito humano, e numa sociedade meritocrática, em que o homem é autossuficiente,
Saber que para chegar até Deus e ser salvo, ele não tem condição alguma, isso é ofensivo. É vergonhoso, é ofensivo também, porque o Evangelho afirma que por mais corretos e éticos que sejamos, só há um caminho para chegarmos até Deus, e é Jesus Cristo. Ele é o caminho.
em um mundo que valoriza a pluralidade, o caminho de muitas ideias, ou seja...
todas as pessoas de bem, tem alguma maneira, ou de alguma maneira pode encontrar a Deus, ou a ideia de que todos os caminhos levam a Deus, a mensagem cristã exclusiva, confronta diretamente a mentalidade ao declarar que o homem, pelo seu próprio esforço humano, não consegue ir até Deus.
isso é destrutivo, para o ego humano, terceiro, é possível sim se envergonhar do Evangelho, porque ele nos ensina, que a nossa salvação foi conquistada, por meio de sofrimento e serviço, Cristo serviu,
Cristo se entregou, e isso implica para cada um de nós, trilhar exatamente o caminho que Ele trilhou, segui-lo implica também, que nós devemos sofrer às vezes, e servir sempre, e isso nos ofende, porque confronta o nosso coração,
Paulo então, mostra, através dessa primeira frase, dessa primeira afirmativa, que para ele, o Evangelho não é vergonhoso, porque esse Evangelho é poderoso, esse Evangelho transforma a vida, e para muitos, ele escrevendo aos Coríntios,
no capítulo 1 de 1 Coríntios, versículo 23, ele já dizia aos coríntios, mas nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gentios, isso de fato pode ser um problema para nós quando somos confrontados.
seja pela gratuidade da salvação, seja pelos méritos que achamos que temos, seja pelo serviço que nós não queremos executar, o Evangelho pode ser confrontador e dessa forma nos levar a um constrangimento. Paulo diz então, as razões porque ele não se envergonha desse Evangelho.
E ele dá duas razões para nós, a primeira, ele diz que não se envergonha desse Evangelho, porque ele é poder de Deus, para a salvação de todo aquele que crê. A afirmação de Paulo não é apenas uma descrição do Evangelho, mas a definição da sua natureza, a razão e a eficácia do Evangelho.
o Evangelho é chamado de poder de Deus, não porque simplesmente é uma mensagem sobre salvação, ao contrário, ele é o meio pela qual Deus realiza a salvação, e aqui há algo que nós precisamos nos lembrar, que talvez nós esquecemos nos dias atuais, o Evangelho ainda é capaz de transformar pessoas, Deus re
o Evangelho ainda é capaz de mudar homens e mulheres, porque esse Evangelho revela o próprio Deus, na cultura atual, às vezes até mesmo dentro do meio cristão, nós esquecemos que o Senhor pode mudar o homem mais pecador que existe,
e o que dizer exatamente do apóstolo Paulo, quem lendo Atos antes do capítulo 9, poderia olhar para Paulo e lembrá-lo que ele era um eleito de Deus, ninguém, um homem terrível, perseguidor da igreja,
mas Deus o elegeu, o Senhor o chamou, porque o Evangelho é capaz, não apenas de informar o pecador sobre a sua condição, ele é capaz de transformá-lo, de regenerá-lo e de reconciliá-lo com o Senhor Jesus.
a mensagem para a igreja em Roma naquela época, é a mesma mensagem para nós nos dias atuais, Deus ainda pode mudar o coração humano,
Deus pode transformar homens e mulheres, o Evangelho é poderoso, porque ele revela e aplica a obra completa de Cristo, na vida do ser humano, a sua morte, a sua ressurreição e a sua justiça é imputada na vida de um pecador, porque creu em Jesus como Senhor e Salvador, sabe aquela ideia?
Ah, esse aí não tem mais jeito. Talvez se aplique a cada um de nós, mas não se aplique ao Evangelho. Não se aplique ao Evangelho. Não posso dizer que quem será, mas eu sei que o Evangelho pode.
porque eu faço parte daqueles que não mereciam a salvação, e que o poder do Evangelho transformou a minha vida, assim como fez com a sua também, por isso o Evangelho não pode se limitar, a minha satisfação, porque agora sou um eleito, salvo em Cristo, estou na melhor igreja da cidade, sirvo ao Senhor,
recebo a palavra, então está tudo bem, não se preocupe com o restante, não, o Evangelho continua sendo poderoso, para ser imputado na vida daqueles que estão aí fora, que nós não sabemos, mas o Senhor o sabe, o Evangelho não perdeu a sua força, dois mil anos depois, o Evangelho continua sendo o poder,
porque ele é instrumentado pelo próprio Espírito de Deus, não sobre a perspectiva do germano, mas ao contrário, pelo Evangelho, quando o Evangelho é proclamado, não ocorre apenas uma comunicação verbal, não são homens que estão trazendo a solução,
é a operação divina, é o Espírito, usando a mensagem, para abrir o entendimento, convencer o pecador, gerar fé e produzir vida nos piores homens, para que a glória de Deus se manifeste.
Portanto, o poder não está na eloquência, o poder não está no pregador, o poder não está na receptividade do ouvinte, está na ação divina, que acompanha a mensagem quando é pregada. Por isso Paulo não sente necessidade alguma de amenizar o Evangelho. Ele será confrontador.
sempre, apesar de ser consolador, ele chegará ao coração, aquele que crê, a expressão, para a salvação de todo aquele que crê, revela o meio pela qual, esse poder se torna eficaz, a fé, quando o Espírito, abre o entendimento do pecador,
e a fé é gerada, automaticamente a fé, não é meritória, não é por méritos humanos, mas é o instrumento que o pecador precisa, para receber a salvação, por fim, esse poder,
todo aquele que crer, demonstra que, esse poder não está limitado a um grupo, específico de pessoas, a um grupo, que o Senhor quer salvar, e o outro grupo que o Senhor não quer salvar.
nesse contexto havia divisão entre gentios e judeus, e Paulo está direcionando e afirmando, que o Evangelho é suficiente para todos, não que todos serão salvos, mas o Evangelho é suficiente, para todos, todos aqueles que creem, terceiro,
ou melhor, segundo, a segunda razão, Paulo diz, o porquê ele não se envergonha do Evangelho, porque o Evangelho, para ele, é a justiça de Deus, se revelando, nesse Evangelho, de fé, em fé.
Novamente a declaração do apóstolo Paulo, porque a justiça de Deus se revela no evangelho de fé e fé, aprofunda o poder desse evangelho. Esse evangelho mostra exatamente o que Deus está fazendo na vida de um pecador. Aquele grupo, seja A ou B,
todos os pecadores, o Evangelho agora está alcançando a vida deles, o Evangelho é poderoso, porque nele Deus está revelando a sua justiça, está imputando, não apenas como um atributo conhecido, Ele está imputando a um homem, que não tinha direito, o direito de estar diante de Deus.
está dando uma condição, a quem não tinha condição, de estar, diante de Deus, essa justiça de Deus, não se refere, primariamente, ao padrão, pelo qual Deus julga, mas, a justiça que Ele concede ao pecador, para torná-lo aceitável, diante de si mesmo, é essa justiça, a justiça,
entendida sobre essa perspectiva, como imputada, ou seja, não é uma justiça produzida pelo germano ou por qualquer outra pessoa, ela é recebida, ela é dada como um dom para cada homem, veja a importância.
Deus declara justo aquele que crê, não com base novamente nos seus méritos próprios, mas com base na obra perfeita de Jesus Cristo. Se Jesus decidiu imputar, se Deus decidiu imputar por meio de Jesus Cristo, a um pecador, quem sou eu para dizer que pode ou não pode? Quem somos nós?
porque isso resolve o maior problema do ser humano, a nossa culpa diante de um Deus santo, portanto meu irmão, o Evangelho é poderoso, porque nele Deus não apenas exige justiça do homem, mas provê justiça que Ele mesmo está exigindo e que só Ele pode resolver, é Deus.
esse Evangelho não perdeu a sua força nos dias atuais, para transformar os piores homens que existem, os mais pecadores e que nós não acreditamos mais, o Senhor ainda é capaz de imputar a justiça, segundo a sua vontade, e revelar a sua justiça diante dos homens, e é nela que nós podemos dizer de fé em fé,
quando Paulo diz, que essa justiça se revela de fé em fé, ele está dizendo que iniciou por fé, e vai terminar por fé também, até o último dia da nossa vida, ou até o dia em que encontraremos com Jesus na eternidade, tudo é por fé, não é porque eu recebi, eu criei por meio da fé, agora está tudo resolvido, não continua sendo por fé,
o Senhor continua operando a fé que nos mantém, na sua presença, nos preserva, nos sustenta, para que possamos chegar até a eternidade com Ele. Por fim, essa verdade mostra que o Evangelho, não pode ser suavizado, não pode perder.
a sua força, e aqui é dunamis, poder, é dessa palavra que nós enxergamos outras palavras, dinamismo, dinâmico, dinamite, o Evangelho ainda é o dunamis de Deus, operando nos dias atuais.
o Evangelho não pode ser relativizado dois mil anos depois, porque alguém decidiu não crer nesse poder, porque as pessoas deixaram de crer no poder do Evangelho para transformar o maior pecador que ela conhece, o padrão não somos nós,
não são as nossas experiências, o padrão é o Evangelho de Deus, o poder de Deus que é capaz de transformar, assim como o antigo remédio ardia, mas curava, o Evangelho pode ser confrontador,
expor a nossa realidade, quem somos, nosso orgulho, mas é exatamente nisso que reside o poder, quando tentamos suavizá-lo, não tornamos mais eficaz, ao contrário, tornamos mais fraco, porque é conhecendo quem eu sou, que eu reconheço o tamanho da graça que Deus fez.
na minha vida, Paulo não teve vergonha do Evangelho, porque ele entendia, exatamente, o que Deus havia feito, e transformado na sua vida, veja o versículo 1, como Paulo inicia a carta, para a gente concluir, veja como Paulo, se apresenta,
Paulo, servo de Jesus Cristo. Esse homem, que foi o perseguidor, esse homem, que agora pregando aos gentios, não se apresenta mais como o grande general, não se apresenta mais...
como o grande perseguidor, ele se apresenta como servo, dulos, escravos, ou escravo, escravo do Evangelho, é essa transformação visível na própria vida do apóstolo Paulo, que nós podemos crer nos dias atuais.
que o Senhor ainda transforma o homem mais orgulhoso, o homem mais poderoso, e o faz servo do Evangelho. O Evangelho ainda é capaz de transformar homens e mulheres para a glória de Deus. Particularmente eu não sei.
o que você passa ou o que você enfrenta, mas eu sei que esse Evangelho ainda é poderoso, na sua vida e na vida de outras pessoas, ele não perdeu a sua força, ele não foi adaptado para doer menos, para confrontar menos.
Ele é consolador justamente para mostrar que eu e você não tínhamos condições, mas o Senhor imputou justiça, trazendo salvação às nossas vidas. Meu amado, o poder do Evangelho não está num grupo A ou B.
o poder do Evangelho não está numa ideologia moderna, o poder do Evangelho não está nos pseudos messias da atualidade, tal como em Roma, o poder do Evangelho não está na pauta política.
o poder do Evangelho, que transforma homens e mulheres, independente da circunstância, ainda está, no Evangelho de Jesus, ele não mudou, e meu amado, ainda que, ainda que, conforme Abacuque,
traz para cada um de nós, ainda que a figueira não floresça, o Evangelho continua poderoso, ainda que falte tudo, o Evangelho continua poderoso, ainda que você conheça o homem mais terrível, o Evangelho continua poderoso.
Ainda que a situação seja mais difícil, o Evangelho continua sendo poderoso. Ele não mudou. O nosso Senhor não mudou. Ele é o mesmo operando nos dias atuais. Creia no poder do Evangelho.
o Evangelho, apesar de nos mostrar por meio de Jesus Cristo, e nos alcançar dizendo, eu estou contigo todos os dias, até a consumação dos séculos, é o próprio Evangelho dizendo isso para nós, nós precisamos lembrar, que esse Evangelho,
Ele não é simplesmente para nos oferecer o que nós precisamos. Esse Evangelho é poder de Deus para transformar quem somos. E eu garanto para você. Porque se você está aqui ainda hoje, você precisa de transformação. Como eu.
nós precisamos ser alcançados, pelo poder desse Evangelho, nós precisamos ser transformados, pelo poder desse Evangelho, Ele precisa ser o espelho, todos os dias das nossas vidas, para mostrar quem somos, e dessa forma, o Senhor, mudar, quem somos, mudar quem eu sou,
novamente não é uma questão de comportamento, o Senhor precisa mudar todos os dias a nossa essência, que muitas vezes tenta se levantar novamente, mostrando o velho homem, o Evangelho vem como o poder de Deus,
transformando as nossas vidas, que o Senhor faça isso por nós, mas que lá na sua casa, no seu trabalho, onde você está, e que você convive, com pessoas que você não acredita mais, que o Evangelho pode transformar, que você volte, orando, seja pelo seu filho, seja pelo seu esposo,
seja pelo seu funcionário, seja pelo seu patrão, seja pelas autoridades deste país, mas que você volte crendo no poder do Evangelho, que transforma homens da pior espécie em servos, em escravos do Evangelho. Curve a sua cabeça.
Pai, obrigado pela tua palavra, que ela cumpra o que lhe apraz, que cada coração que hoje ouviu a tua palavra, encontre confiança no poder do Evangelho, que nós possamos mais uma vez, olhar para o Senhor, olhar para os seres humanos, e lembrar que o Evangelho é poder de Deus.
que nós podemos confiar, apesar da nossa incredulidade no ser humano, apesar de não entender como certas pessoas agem como agem. Nós cremos que o Evangelho possa...
transformá-la, faça isso Pai, em nossos corações, use as nossas vidas, para que nós possamos compreender mais uma vez, que o Evangelho, sendo o poder de Deus, pode tirar o homem, do mais terrível pecado, e colocá-lo como servo do Senhor, para a sua glória, e para o seu louvor, amém.