PAI MATA OS FILHOS ENQUANTO ELES DORMIAM - ENTENDA O CASO
► Caso principal começa em 9:40Na madrugada de 19 de abril de 2026, em Shreveport, um pai de família abriu fogo dentro de casa e matou oito crianças — sete delas seus próprios filhos. Antes disso, ele ainda foi até outro endereço e atirou contra a esposa e outra mulher com quem tinha filhos, que sobreviveram. O caso, tratado como violência doméstica extrema, chocou os Estados Unidos pela brutalidade e pela rapidez com que tudo aconteceu, transformando uma família aparentemente comum em cenário de uma das tragédias mais impactantes dos últimos anos.
Marcos Campos
Alexandra
- Massacre em Shreveportviolência doméstica · Shamar Elkins · Xaníqua · Christine Snow · crianças mortas · divórcio · saúde mental · arma de fogo
- Consequências do massacreimpacto emocional · Investigações Policiais
- Contexto familiar de Shamar Elkinsfamília disfuncional · infidelidade · relacionamentos paralelos
- Motivações do crimeciúmes · narcisismo
- Reações da comunidadeluto · memoriais
Muito bom dia, meus abduzidos queridos do coração. Hoje, quarta-feira, a nossa live de sempre. Live matinal, criminal. Pra falar de um massacre que aconteceu lá nos Estados Unidos. Agora, domingo. Muita informação. Muita ponta solta. Mas eu confesso pra vocês, galera, que eu passei ontem o dia inteiro fazendo um roteiro pra produzir um documentário pra vocês. Pra apresentar hoje, na live de hoje.
com o máximo de informação, assim, criteriosa que eu consegui apurar. E confesso que a gente vai precisar ligar uns pontos aqui de investigação também, porque nem tudo foi apurado pela imprensa americana lá. E tem muita coisa que você olha e fala assim, mas caramba, como que isso estava acontecendo? Será que é isso mesmo?
uma sensação de você falar, caramba, que bagunça é essa? Como é possível que isso estivesse acontecendo? Mas ao mesmo tempo parece verdade, porque quando você vai ligando os pontos, você fala assim, caramba, eu acho que era isso mesmo que estava acontecendo em relação a duas mulheres, uma que a imprensa chamou de namorada, a outra que era esposa que estava pedindo o divórcio, e quem pagou o pato para variar pelo egocentrismo, narcisismo de um ser...
que estava ali dia após dia já há meses mostrando que ia extrapolar, foram as pobres crianças. Filhos do cara, um sobrinho dele também. Um caso extremamente chocante. Aconteceu lá na Louisiana, em Sheverport. Sheverport é o nome da cidade? Não lembro. Mas enfim, vou apresentar todos os detalhes que eu consegui apurar para vocês. Mas bom dia, sejam todos bem-vindos.
Nessa live aqui hoje que está acontecendo na horizontal e também na vertical, seguindo aqui as recomendações da minha querida gerente de contas do YouTube. Espero que seja mais entregue essa live aqui para todo mundo poder acompanhar o canal insólito. Estou de brincos, Marcos Campos. Vou dar um bom dia para a galera aqui antes de colocar aqui o documentário para vocês, que ele está daquele jeitão, tá? Deixa eu ver quem já está aqui na live.
Tem uma galera aqui já, hein? Alexandra, Davi, o David, Daisy, Francisca, Alexandra, já falei, Catarina, Gi Santos, Flávia Lemos, Ju Soares, Kátia Mesquita, Augusto Lanzelotti, o cara que causa lá no grupo de membros.
Bom dia, galera. Muito bom dia. Vocês estão por dentro do que aconteceu lá domingo nos Estados Unidos? Ou ainda não? Como eu comentei, é tudo muito bagunçado, né? Daniele, é a primeira vez que consigo assistir uma live sua. Já zerei os episódios no Spotify. Olha só, Daniele, convido então você a zerar os episódios aqui do YouTube, que são muitos, tá? Porque o podcast lá no Spotify começou depois do canal aqui.
Olá, Silva Leila, muito bom dia. Liliane Ramos, bom dia. Bom dia para todo mundo, sejam todos bem-vindos a mais uma live criminal aqui. Então é o seguinte, gente, eu vou já direto para o caso lá de domingo, depois eu volto para a gente conversar, porque aconteceu também uma prisão agora em abril, recente, notícia fresquinha.
sobre um crime que aconteceu lá em 1989. Não sei se vocês sabem do que eu tô falando, mas depois que terminar a gente bater um papo sobre o massacre dos Estados Unidos, se der tempo, eu conto esse caso aqui pra vocês, que é brasileiro, um cara que ficou foragido, mó cara, coisa bizarra e surreal também, mas que felizmente ali, nos 49 de segundo tempo, pra prescrever, a polícia conseguiu pegar o sujeito.
Bora lá para o documentário então. E eu já volto aqui com vocês.
Era domingo de madrugada quando uma mulher ligou para a emergência dizendo que estava em cima de um telhado de uma casa. Ela estava sussurrando, desesperada, e disse que um homem armado tinha acabado de atirar em pessoas lá dentro daquela casa. Disse que tinha conseguido escapar pelo telhado com a filha. As duas então pularam para o quintal dos fundos e a polícia chegou rápido. E quando eles começaram a investigar o que tinha acontecido ali...
O que encontraram fez até o chefe de polícia dizer que aquilo possivelmente foi o pior dia da história daquela cidade. Esse caso acabou de acontecer, foi no domingo agora, dia 19 de abril de 2026, na cidade de Chivreport, na Louisiana, nos Estados Unidos. Um pai de família, funcionário de uma empresa de entregas, executou os próprios filhos enquanto eles dormiam.
E o detalhe que torna essa história aqui ainda mais difícil de processar e entender todas as camadas é que duas semanas antes, esse mesmo homem tinha postado uma foto toda orgulhosa com os filhos lá na igreja num domingo de Páscoa, dizendo que tinha sido um dia abençoado. Então, o que pode ter acontecido no meio do caminho ou antes para que um pai chegasse a esse extremo? É o que a gente vai investigar agora.
No domingo de Páscoa, agora de 2026, o Shamar Elkins, de 31 anos, fez algo que, segundo a própria família dele, era bem raro. Ele levou todos os filhos, sete, para a igreja. Ele postou uma foto no Facebook com as crianças ao redor dele, todo mundo arrumadinho, e escreveu que tinha sido a primeira vez que ele foi à igreja com todos os filhos.
Chamou aquilo de um dia abençoado. A foto circulou entre os amigos e os parentes. Ao que tudo indica, ninguém viu qualquer sinal do que viria duas semanas depois. Mas será mesmo? Antes de continuar, eu preciso apresentar aqui pra vocês, né? Cada pessoa dessa família, porque a estrutura dessa família, galera, não é tão simples assim de entender, tá? E tudo isso precisa fazer sentido pra gente entender o que vai acontecer a seguir, tá?
Tentei resumir da melhor forma possível, o caso é extremamente recente. Então, assim, muitas pontas soltas, a imprensa divulga uma coisa, a outra contradiz, fala que é outra coisa. Então, assim, com base no que foi divulgado na maioria das fontes, fazendo umas inferências que a gente vai precisar ligar uns pontos aqui de investigação, eu cheguei no roteiro que eu fiz e estou apresentando aqui pra vocês agora, tá? Olha só, o Shamar, ele era casado com uma mulher chamada Shaniqua.
Ela tinha 34 anos. Os dois, então, tiveram quatro filhos juntos. E eles moravam numa rua chamada West 79, no bairro de Cedar Grove, lá em Chivreport, que fica no noroeste da Louisiana. Esse endereço, galera, é muito importante, tá? Aguenta aí.
Nessa mesma casa, segundo consta, morava também a irmã da Xaniqua, a Kiyosha Pug. A Kiyosha era casada com um homem chamado Troy Brown e os dois tinham dois filhos, Markadon de 10 anos e uma menina de 12, sem nome revelado. Ou seja, eram dois casais de cunhados vivendo ali sob o mesmo...
teto. Então, dentro dessa dinâmica familiar, até quando ela durou, porque essa informação não existe assim a ponto de você bater o martelo, até onde durou, parece que tava tudo dentro dos conformes, porque o próprio Troy fala isso em algumas entrevistas que ele deu.
As crianças viam ali tranquilamente, a harmonia, etc. Bom, mas não acaba por aí. Porque o Chamar também tinha outros três filhos com uma mulher chamada Christine Snow, que segundo o divulgado, morava ali na região, por perto.
E aqui tem um ponto muito importante na história. Essas duas relações com a Xeníqua e também com a Cristine, pelo que parece, não aconteceram em momentos distintos da vida do chamar, tá? Por quê? Provavelmente ocorreram em paralelo e aí existe um grande elo, possivelmente, dessa corrente. E isso dá pra inferir, muito embora não tenha sido dito assim de maneira clara nas fontes, mas dá pra inferir pela idade das crianças.
Segundo algumas idades que foram informadas e pelas reportagens, Chamar tinha filhos de 5 e 6 anos com a Xeníqua e também com a mesma idade ele tinha filhos com a Cristine. Ou seja, aconteceu aí no mesmo período. Ao todo, eram sete filhos biológicos do Chamar com duas mulheres diferentes, nascidos ao longo de uma mesma década.
E os três filhos de Shamar com a Christine também moravam na casa da 79, supostamente, do bairro Cedar Grove, tá? Junto com todos os outros irmãos e os outros adultos que lá estavam. Na verdade, eram nove crianças no total naquela casa, né? Porque as quatro do Shamar com a Xeníqua, as três do Shamar com a Christine e os dois filhos do Troy e da Kyusha. Aí eu pergunto, galera, por enquanto tá todo mundo na mesma página?
Acho que deu para entender mais ou menos como era isso aí. Então, em relação à harmonia entre os adultos nessa convivência, eu não sei dizer exatamente como era. Mas em relação às crianças, como eu já antecipei, segundo consta, todas conviviam ali como...
Colegas, como irmãos até o Troy disse. Ele comentou que elas eram crianças felizes, amigáveis, que brincavam juntas. Disse que ajudava a cuidar de cada uma delas, ou seja, de todas as crianças ali, todo dia, como se fossem todos filhos dele.
Pra quem passava na rua e olhava aquilo, era só uma grande família tentando sobreviver. Muito bem, galera. Feita então a contextualização com base no que eu encontrei sobre tudo isso, nós temos agora os elementos de base, digamos, pra gente conhecer melhor o Chamar, que é o protagonista nefasto do episódio de hoje. Chamar Elkins.
A história do chamar Elkins não começou naquela casa cheia de crianças, tá? Começou muito antes e de um jeito diferente, eu diria. A mãe dele, a Marília Elkins, engravidou dele, ainda adolescente, numa época em que ela estava lutando contra um vício em crack.
A Maíla, então, contou ao jornal The New York Times que não teve condições de criar o filho e deixou ele, então, aos cuidados de uma amiga da família lá deles, chamada Betty Walker. E foi essa Betty quem criou o chamar durante a infância e a adolescência inteira dele.
A Marília e o filho só se reaproximaram mais de uma década depois. Em agosto de 2013, com 18 anos de idade, o Chamar se alistou então na Guarda Nacional do Exército lá da Louisiana. Ele serviu por sete anos como especialista de sistemas de comunicação e apoio de fogo.
Nunca foi enviado, no entanto, para combate. E ele saiu em agosto de 2020 com a patente mais baixa, que é um soldado raso. Na vida civil dele, então, ele conseguiu um trabalho na UPS, que é uma empresa americana de entregas e logística.
Como ele conseguiu, eu não sei. Por quê? Pelo histórico que eu vou apresentar agora. Alguns anos antes disso, antes dele sair do exército, em 2020, em 2016, ele teve uma condenação criminal por dirigir embriagado. E em março de 2019, depois, veio uma segunda, segundo boletim de ocorrência dessa chamada e do que aconteceu, o Chamar tinha saído da casa dele para encontrar supostamente um amigo que ia buscá-lo de carro, só que quando ele chegou lá, ele viu que um cara estava apontando a arma para ele.
Sem pestanejar, ele puxou a 9mm que ele tinha ali na cinta da calça e mandou fogo no carro. Aí o carro vazou, evidentemente, né? Só que, aparentemente nesse ato aí de se defender, que o cara tava apontando a arma pra ele, só que ele acabou se estrepando porque os tiros foram disparados a menos de 100 metros de uma escola num horário em que crianças estavam brincando do lado de fora no pátio.
Uma das balas, inclusive, foi encontrada ali perto do pátio da escola. Isso complicou demais a vida do Chamar e acabou sendo preso. Ele se declarou culpado mesmo de uso ilegal de arma de fogo para piorar e pegou 18 meses de condenação ali, mas em liberdade condicional. E segundo a lei da Louisiana, essa condenação deveria ter proibido o Chamar de possuir qualquer arma de fogo pelos próximos 10 anos.
Ou seja, mais um elo dessa corrente, não é? Mas vai vendo. Como ele conseguiu uma arma usada no massacre, é o que as autoridades, inclusive, precisam responder durante essa investigação. Bom, muito simples, né? Vamos, vamos... Todo mundo acho que não vai discordar disso que... E é nesse período aí, galera, entre a saída do exército e a condenação de 2019, e o trabalho lá na UPS, já em 2020, que a vida familiar do Chamar foi se construindo.
ou se complicando, dependendo do seu ponto de vista, foi quando ele se casou com a Xaniqua e quando a relação paralela com a Christina Snow seguiu também produzindo filhos. Uma vida dupla que por fora, na cabeça dele talvez, eu diria, até poderia funcionar de alguma maneira, só que ali por dentro daquele mecanismo familiar, a coisa estava desmoronando. O casamento e o pedido de divórcio.
Bom, agora que todo mundo conhece o personagem principal e quem vivia lá naquela casa da Rua 79, onde tudo aconteceu, nem tudo eu diria, porque começou, mas eu já chego lá. A gente pode entender agora então o que pode ter acontecido, de repente tentar investigar aqui o estopim desse massacre. Em algum momento, antes de abril de 2026 agora, a Xaníqua entrou com um pedido de divórcio. O motivo, segundo o Troy Brown,
cunhado que morava lá na casa, foi infidelidade do Chamar. A relação do Chamar não é com a Christine Snow, que aparentemente parece que estava acontecendo ainda ao mesmo tempo. Tanto que tem algumas matérias que chamam a Christine de namorada do Chamar.
mas ao mesmo tempo ele ainda era casado com a Xaníqua. Não sei se já tinha rolado uma separação de corpos, depois tem um elemento aqui na investigação, que na verdade eu fui fazendo inferência e que pode fazer um sentido, galera. Vocês já vão me dizer a hora que eu chegar lá, aguenta aí. Uma outra prima da Xaníqua, a Crystal Brown, ela confirmou que o casal estava já no meio de uma separação há algum tempo e que eles tinham uma audiência, inclusive agendada no tribunal, para segunda-feira, dia 20 de abril agora.
exatamente um dia depois de tudo que aconteceu. Essa prima aí da Xaníqua, Cristal, disse ainda que os dois viviam discutindo sobre separação. E aqui entra uma informação que talvez mude completamente o peso das coisas, tá? Porque segundo o que foi divulgado pelo The New York Times, a Xaníqua já tinha pensado em deixar o chamar antes mesmo do casamento. Ou seja, aqui a gente tem um elemento que dá pra gente inferir que esse relacionamento com a Cristine já vinha de longa data, né?
E quando ela cogitou, ou seja, a Shaniko cogitou isso de se separar do cara, o Shamar disse pra ela que se ela o deixasse, ele mataria ela, os filhos e ele mesmo. Ou seja, ele meio que avisou, ameaçando, fazendo aquela psicologia de medo ali e tal. E assim a Shaniko acabou casando com o cara.
Não sei se ele fez ali um miguezinho, deu aquela conversa mole para, sei lá, falar que ele ia mudar de alguma forma, só que parece que continuou. Parece, eu estou dizendo, porque não tem essa confirmação. Muitas das coisas... Fiquem tranquilos, eu estou passando aqui uma base factual do que está na mídia até o momento.
Mas algumas coisas a gente precisa fazer inferência, precisa investigar aqui, porque não se divulgou tudo. E anos depois, quando finalmente a Shaniko pediu o divórcio por sei lá o que estava acontecendo, o Shamar fez exatamente o que ele já tinha ameaçado fazer antes.
para vocês terem dimensão de como funcionava a mente do cara. O Chamar não reagiu ao pedido de divórcio como alguém normal, talvez agiria ali, seguisse a vida. O Troy Brown, para vocês terem uma ideia, que morava lá na casa e via tudo de perto o que estava acontecendo, contou para o The Washington Post que ele viu o Chamar ficar bem transtornado depois de uma conversa que ele teve com a Xaníqua sobre separação. Ele disse que ele parecia estar perdendo a cabeça.
Chamar chegou a desabafar com o Troy, dizendo que não queria perder a esposa. Mas daí não queria perder a amante também, complica, né? E foi a partir desse momento que os sinais começaram a aparecer de que coisas piores poderiam acontecer, né? Sinais que a família viu ou ouviu e tentou responder, mas que não deu tempo de...
parar de repente esse gatilho. E aqui com base nas informações divulgadas, dá pra supor também que a Xaníqua provavelmente suportou a infidelidade do marido por algum tempo. Talvez pelas crianças, como costuma acontecer em alguns casos, não é? Mas chegou um momento que ficou insustentável e ela deu o ultimato.
Por qual razão exatamente? Infelizmente não dá pra bater o martelo aqui. Mas de alguma maneira faz sentido isso que eu tô conversando com vocês. Vocês não acham? Comenta aqui pra mim. Mas olha, tem mais alguns elementos aqui que são assustadores e mostram como os elos dessa corrente foram se fechando, tá? Pensamentos sombrios. Voltando aqui lá pro domingo de Páscoa, onde rolou aquela foto e tudo mais, o Chamar ligou então pra mãe dele nesse dia, a Marília.
E também falou com o padrasto dele, o Marcus Jackson. O tom da ligação, e é Marcus Jackson mesmo, não é Michael Jackson. O tom da ligação, galera, foi completamente diferente da imagem daquela foto feliz que ele publicou.
Segundo os dois, a mãe dele e o padrasto disseram a The New York Times, o Chamar estava chorando nessa ligação. Ele disse que a esposa queria o divórcio e que ele estava se afogando em pensamentos sombrios. Disse que queria tirar a própria vida. Nesse momento, o padrasto dele, o Marcos, tentou de alguma forma contornar a situação. Disse para ele se reerguer, superar aquilo, que não importava o que estava se acontecendo, se passando, que ele ia conseguir vencer.
A resposta do Chamar foi uma frase que ela mexe, né? Porque ficou ecoando na cabeça desse padrasto. E agora que a gente toma conhecimento de tudo, também dá uma sensação assim meio de... Parece que não ia chegar a lugar nenhum mesmo, né? Ele disse que algumas pessoas não voltam dos próprios demônios. Em janeiro de 2026, Chamar se internou voluntariamente num hospital de veteranos local para tratar problemas de saúde mental.
Ficou internado ali por cerca de uma semana e meia e recebeu alta. O Troy, o cunhado, contou que quando o Chamar voltou pra casa, ele parecia melhor. E aqui, gente, apesar de não falar quanto tempo isso já estava acontecendo, essas discussões, essa questão da separação, dá pra gente inferir pelas falas picotadas de um e de outro, que já devia ser há vários meses, não é? O Troy contou também, quando ele voltou dessa internação, o Chamar, que ele percebeu que ele parecia estar com a cabeça mais...
regulada, digamos assim, no lugar, falando sobre fazer as coisas certas, ser um bom pai. Só que a mulher que criou o chamar, a Betty Walker, lembram dela? Ela contou também ao The New York Times que ele chegou a tentar tirar a própria vida em fevereiro desse ano.
Um mês depois da internação e dois antes do que ele fez. Ou seja, saiu do hospital, tentou se matar e mesmo assim seguiu convivendo normalmente na casa com as crianças. Ninguém conseguiu impedir o que estava se construindo ali.
E aqui não dá nem pra entrar no mérito da questão, né, galera? Porque assim, ninguém tava lá pra saber como é a dinâmica dessas pessoas, né? Como eles viviam e tal. Na terça-feira da semana do ataque, ou seja, terça-feira passada, não é? A Marília, a mãe dele, mandou uma mensagem de texto pro filho perguntando como as crianças estavam. O Chamar respondeu de boa, que tava todo mundo bem, tranquilo. E na quinta-feira da semana passada, a Marília mandou outra mensagem dizendo que amava todo mundo, pediu pra que ele beijasse os netos. O Chamar...
Nunca respondeu a essas mensagens. Antes do ataque, Chamar compartilhou uma publicação que meio que viralizou no Facebook. O post original perguntava, se você pudesse voltar no tempo e ter filhos com outra mulher, mas ter os mesmos filhos, você faria? Ou seja, dando um claro indício de que ele estava muito descontente com...
Qual mãe dos filhos dele, não é? Xaníqua, provavelmente, que morava com ele, ou não. O Chamar repostou isso aí depois com uma resposta enfática para ele mesmo, dizendo que sim, que faria isso, sem dúvida nenhuma.
Muita gente que viu esse post aí depois do massacre, né? Considerou que ali já tinha um sinal claro de que uma coisa ruim ia acontecer. E voltando ainda lá pra Páscoa, quatro dias depois, ele repostou uma oração de uma outra página do Facebook que começava da seguinte forma. Querido Deus, hoje eu te peço pra que me ajude a proteger minha mente e minhas emoções. Na véspera do massacre, galera, ele postou uma foto da filha mais velha comendo um hambúrguer.
Então vocês percebem que tem uma nuance de pico emocional gigantesca? Uma hora está assim, completamente instável. Aí parece que tem uns dias tranquilos assim. Depois tem um pico de novo de descontrole. Tudo muito complicado, né? Porque quando você olha esses posts aí lado a lado, um pedindo ajuda divina para controlar a própria cabeça, o outro de um pai orgulhoso, todos os filhos na igreja, filha comendo um hambúrguer.
24 horas depois dessa foto aí do hambúrguer, ele executou essa mesma filha e várias outras, enquanto todos estavam dormindo.
Sábado à noite. O que aconteceu na noite do último sábado, 18 de abril, foi exatamente o oposto de tudo o que os sinais indicavam. Esses bons sinais, que havia uma melhora ali. O Troy, vou narrar aqui pra vocês mais ou menos como foi a dinâmica desse dia. O Troy, o cunhado saiu pra trabalhar, ele trabalhava à noite, era por volta às nove. Antes de sair, ele precisou até pedir pro chamar, tirar o carro dele da frente ali, pra ele poder sair com o dele.
O Chamar fez isso, até brincou com o cunhado ali, estava de bom humor. O Troy contou depois que as crianças estavam ali jogando um joguinho, outras assistindo televisão, tudo normal, nenhum sinal de que algo estava prestes a acontecer. Ele disse que se tivesse visto qualquer sinal ali errado no Chamar, ele não tinha ido trabalhar. E acrescentou que se não tivesse ido trabalhar naquela noite, provavelmente teria morrido também.
O homem chamado Fred Montgomery, vizinho ali que mora do outro lado da rua e conhece aquela vizinhança lá há muito tempo, ele viu o chamar sentado na varanda no fim de tarde de sábado, as crianças corriam ali pelo gramado, pelo quintal, do jeito que sempre faziam. Esse Montgomery disse depois que não ouviu briga, não ouviu grito, não ouviu nada ali fora do comum. Quando o sol então desceu e as crianças entraram, a rua ficou quieta. Era um sábado qualquer.
Coisa, não é, galera? Parece assim, olhando por todas as declarações, uma espécie de possessão maligna, coisa do mal puro mesmo, não é? Bom, a Betty Walker, a mulher que criou o chamar, ela contou à imprensa que a família inteira tinha ido jantar na casa dela no fim da semana anterior. Disse que o chamar pareceu normal, que as crianças estavam bem...
e que não viu absolutamente nada nele ali. A Crystal Brown, lembram dela? Aquela outra prima da Xaníqua e tal, então. Ela diz que viu o Chamar e a Xaníqua juntos no sábado à noite, e os dois passaram na casa dela, e pareciam super bem também.
A polícia de Chief Report confirmou depois que não tinha nenhum registro anterior de violência doméstica envolvendo o chamar. Nada. Só a condenação de 2019, com aquela arma lá. Ou seja, pra todo mundo ao redor, aquele sábado ali, era só um sábado à noite. Só que por volta das 5 horas da manhã de domingo...
ou seja, madrugada de sábado para domingo, 19 de abril, alguma coisa aconteceu. E o que aconteceu nas duas horas seguintes deixou oito crianças mortas, duas mulheres baleadas e uma cidade inteira em choque, tentando entender como aquilo foi possível.
O primeiro alvo de chamar foi a própria esposa dele. E aqui tem um detalhe que precisa de contexto, tá, galera? E aqui é aqueles pontos que eu falei pra vocês que é na base da inferência, tá? Pelo seguinte, a Xaníqua...
não estaria na casa da rua 79, tá? Ela então estava em outra casa, na rua Harrison. A poucos quarteirões de distância, como vocês podem ver no mapa. Provavelmente já vivendo separada por causa do processo de divórcio, já que eles tinham audiência na segunda-feira e tudo mais. Só que eu preciso dizer também que algumas fontes disseram que quem morava nessa rua Harrison aí era a Christine. E outras dizem que a Christine estava na casa da rua 79. Então...
Essas partes são bem complicadas. Então vamos nos ater aqui aos fatos criminais, tá? Sem esses pormenores aí. Por volta das 5 da manhã, então, o Chamar foi até uma dessas casas, atirou na Xaníqua.
Acertou o rosto dela, a Chanica não morreu, ela sobreviveu, foi levada para o hospital, passou por cirurgia. E na segunda-feira a família até conseguiu visitá-la. Supostamente ela teve ali uma consciência, acordou, a primeira coisa que ela fez foi perguntar sobre as crianças. Os médicos, no entanto, estavam limitando as visitas para manter a Chanica calma. E eu não sei como está o estado dela nesse exato momento.
Os médicos disseram que provava que ela se recuperaria. Mas Chamar não parou por aí, depois que ele atirou na Xaníqua. Segundo a polícia, ele teria levado três crianças que estavam lá naquele endereço com a Xaníqua e dirigiu até a outra casa, supostamente da rua 79.
Uma observação aqui, as fontes não deixam totalmente claro de quem eram essas três crianças que estavam ali, supostamente com a Xaniqua, né, e por que que não estavam lá na rua Harrison, se era lá que a Christine, a outra mãe morava, então é bem complicado, tá, esse contexto aí, tá, galera.
Como eu comentei lá no início, o caso é super recente e tem detalhes ainda que precisam de melhor apuração. O que se sabe com certeza é que Chamar chegou na casa da rua 79, onde o restante da família estava, as crianças todas. A casa estava super escura de madrugada, o Chamar entrou e começou a atirar. Segundo o porta-voz da polícia disse, boa parte das crianças foi baleada na cabeça enquanto dormia. O Chamar também atirou em...
Cristina Snow, ou seja, a namorada dele, o amante, seja lá o que for, que estaria também nesse endereço. A Cristina também não morreu, ficou em estado grave e na segunda-feira a polícia disse ter expectativa de que ambas as mulheres baleadas se recuperariam. Às 5h55, dando sequência aos fatos, a polícia recebeu a primeira ligação sobre a ocorrência.
Era a Kyusha, Pug, a irmã da Xeníqua, ou seja, a cunhada do Xamar, que tinha conseguido subir para o telhado daquela casa com a filha de 12 anos, durante os tiros. No telhado, então, ali no escuro, a Kyusha ligou para a emergência e a 5h58 ela confirmou que o atirador era um parente dela. Ela falou que era o Xamar, disse que ele tinha atirado em todo mundo dentro da casa. E falou também que ela estava no telhado e que ela tinha conseguido pular para o quintal lá e que ela estava bem, tinha se machucado, mas estava viva.
Às 6h01, então, os primeiros policiais chegaram na ocorrência. Kiyusha, como eu disse, quebrou a pélvis na queda. A filha dela teve só uns arranhões. As duas sobreviveram também. Mas o Mark Aydon, o filho de 10 anos da Kiyusha, lembram-se dele? Pois é, ele ficou lá dentro e não teve a mesma sorte. Dentro da casa, sete crianças foram encontradas mortas. A oitava, que foi descrita como um menino, eu não sei se é o Mark Aydon ou outro.
Foi encontrado no telhado da casa porque ele também estava tentando fugir, subiu ali, mas foi atingido. Foi divulgado que algumas crianças tentaram escapar pela porta dos fundos da casa quando os disparos começaram, algumas acordaram.
Marcas de tiro foram encontradas ali nessa porta depois. Uma câmera de segurança de uma vizinha capturou ali, que fica a mais ou menos duas casas de distância, capturou o chamar saindo correndo da casa. Registrou o som de dois disparos também. Minutos depois então de tudo isso, a polícia recebeu outra ligação. Dessa vez lá da rua Harrison, a casa onde o chamar tinha atirado na Xeníqua.
Alguém informou que um homem armado teria baleado uma mulher naquele endereço, levado três crianças que estavam com ela e fugido. O atirador, claro, foi identificado, né? Os policiais já ligaram os dois casos como sendo o chamar Elkins. Assim, com a conexão dos dois, das duas casas, né? De tudo que tinha acontecido, das crianças mortas, o Instituto Médico Legal já começou a pegar os corpos e fazer o reconhecimento. Eram três meninos e cinco meninas, com idades entre 3 e 11 anos.
Depois de matar as oito crianças e atirar em Xenico e Cristine, não necessariamente nessa ordem, o Chamar fugiu a pé. Então no meio do caminho ele teria roubado um carro, ameaçando uma motorista com uma arma, e a polícia recebeu essa informação. Aí logo em seguida, ainda de manhã, uma viatura avistou o carro que ele teria roubado, e a perseguição continuou até a cidade vizinha de Boster City.
Em algum ponto, a polícia alcançou o veículo roubado. Houve trocas de tiros ali, né? Os policiais conseguiram atingir o chamar. E o chamar Elkins foi declarado morto ali no local mesmo. A polícia estadual da Louisiana ficou responsável por investigar todo o confronto. E até o momento da publicação dessas informações, não estava claro se o chamar morreu por tiros dados pela polícia ou por um disparo autoinfligido.
E aí na segunda-feira já muitas homenagens já começaram a acontecer ali na casa principal, onde aconteceu a maioria das mortes, né? Flores, uma espécie de memorial ali, bichinhos de pelúcia. As pessoas estavam ali, paravam, rezavam, outras choravam, muita comoção ali no bairro. E o Troy Brown, que tinha saído pra trabalhar na noite anterior, disse que tava aparentemente tudo bem, não é? Deixou o filho dele brincando, chorou ao se lembrar disso. Diz que nunca mais ia jogar futebol americano com o Mark Aden.
Que nunca mais ia ouvir ele perguntar que se podia pegar um pacotinho de salgadinho. A Bete, a mulher que criou o chamar. Ela ficou devastada também. Ela tinha visto a família inteira na semana anterior, no jantar lá na casa dela. As crianças estavam brincando.
E a investigação sobre a motivação exata de chamar ter feito o que ele fez continua aberta ainda, tá, galera? Mas, assim, provavelmente ciúmes ou controle, ou querer ter as duas, ou seja lá o que for, uma mazela desgraçada, como eu disse, não é? Aliás, todo caso segue em aberto a investigação, tá? A polícia ainda está apurando o que aconteceu nos detalhes, sabe? Entre as duas casas, naquela madrugada. É tudo um pouco confuso, como eu disse pra vocês, mas dá pra ter um panorama geral de tudo, não é?
E aqui eu fiquei pensando, galera, na Kiocha, a prima da Xaníqua, né? Cunhada do Xamar.
Imagina, ela conseguiu ter tempo de subir no telhado com a filha e tal, mas deixar o menininho lá, evidentemente sim, não tinha o que fazer ali naquele momento, né? Então, imagina o impacto emocional. Além do outro filho, todos os sobrinhos estavam lá, não é? E assim como o fechamento simbólico de tudo isso, e um tom de reflexão também, na segunda-feira, dia 20, dia seguinte ao massacre, ninguém apareceu na audiência do tribunal, a audiência que decidiria um divórcio.
Ninguém assinou nenhum papel sobre isso. E o que dá a sensação? Parece que algumas pessoas têm um mal na essência mesmo, né? Porque, cara, era tão mais simples. Se separar, o cara já estava fazendo isso, supostamente o que ele estava fazendo. Caramba, separa, cada um vive sua vida de boa.
Não, mas parece que quando o cara tá sentindo que ele tá no inferno, ele precisa arrastar as outras pessoas juntas, né? É de um egocentrismo, de um narcisismo bizarro, cara. Parece que quando para de ter um benefício que na cabeça a doentia tinha, tem que arrastar todo mundo pro inferno junto. Terrível demais isso, não é?
Resumo da ópera, galera, desse caso aí, na minha percepção, né, que li bastante sobre ele, é que, embora não tenha oficialmente sido declarada a motivação, a sensação que dá é que é um folgado que não aceitou que a esposa dele tava querendo meter um pé na bunda dele porque ele era um folgado que queria ficar com as duas.
Por que a imprensa ia chamar a outra de... Que também, acho que, sei lá, não deve ter culpa de nada também, acho que ele estava enrolando as duas. Chamava a outra de namorada. Como assim, tem esposa e namorada ao mesmo tempo? É um negócio confuso, né? Tem quatro filhos com uma, três filhos com a outra em momentos... Basicamente simultâneos ali, não é? Então, pra mim, assim, a motivação principal é que ele ia tomar um pé na bunda.
E aí ele ficou alimentando isso aí com aquelas postagens, né? Adeus, por favor, bloqueie meus pensamentos ruins, uma coisa assim que ele postou. Até coloquei o print, achei o perfil dele no Facebook. Coloquei o print aí pra vocês verem. Então assim, o que pode acontecer na cabeça do cara pra ele ir construindo? Porque quando você olha a princípio, talvez creio eu que até os familiares dele devem ter pensado isso em algum momento. Tipo assim, o cara tá fazendo, sei lá, manha.
Porque assim, ele não tinha um histórico de violência. Tinha aquela questão da arma lá que ele foi preso, tudo bem. Mas não tinha nenhum histórico de violência doméstica e tal. Então assim, acho que a pessoa olha e fala assim, ah, o cara tá fazendo charme, né? Querendo atenção, fazendo manha pra mulher dele não largar. Só que a pobre coitada também já devia estar de saco cheio, né, cara? Porque, pensa.
Um cara, o marido que tem a outra lá também, que é namorar a outra o tempo todo. Uns filhos da mesma idade. É ruim pras duas, né? Mas a outra tava casada, Xaníqua, né? Que foi quem lhe atirou primeiro. E eu tava pensando, né?
As duas, segundo as últimas notícias, estão vivas. Não sei exatamente nesse momento que eu tô fazendo a live agora, mas vamos supor que elas estejam vivas mesmo e vão se recuperar. Será que foi intencional esse ataque menos grave? Talvez. Não sei se ele... Me passou pela cabeça. Será que ele pensou nisso quando ele tava atacando? Só machucar.
E mato as crianças pra fazer elas sofrerem. Porque aí tem aquela questão do crime de matar a mulher viva, né? Deixar ela viva, porque quando perde os filhos, você imagina a dor que é, né? Então eu fiquei pensando, o que vocês acham? A gente poderia ter alguma coisa a ver nesse sentido? Ou foi só uma coincidência mesmo elas terem ficado vivas e tal? E assim, aí o cara posta lá, um domingo abençoado de Páscoa, todos os meus filhos na igreja comigo.
E aí vai matar as crianças? Porque a mulher quer separar? Então faz um sentido isso que eu tô questionando, né? A gente queria fazer a mulher sofrer mesmo, né? Porque matar as crianças é complicado, hein, cara? Eu vi um comentário passando aí na hora que tava exibindo o documentário aqui de alguém que falou que pra matar criança tem que tá possuído mesmo. Olha, cara.
quando você fala disso, de possessão do mal as pessoas levam já pro lado de, sei lá, especulação nada a ver mas cara sei lá, existe o mal o mal puro encarnado, vocês não acham? vocês concordam com isso? sei lá, o que vocês acham, chat?
Acho que foi um negócio mais racional mesmo. Pensou, vou matar os meus filhos pra fazer a minha esposa sofrer. As duas, no caso, né? A namorada e a oficial. Vocês acham que ele pensou isso? Será que foi um gatilho do cão ali mesmo? O cara fez um impulso e queria matar todo mundo mesmo. E acabou não dando certo. E tem a questão também de ele ter sido morto. Não se sabe ainda se foi pela polícia ou por ele próprio, né?
Deixa eu ver aqui o que o chat tem a dizer sobre essa questão. Eu pensei exatamente igual. Acredito que ele tenha apenas dado um susto nelas. Ele sabia o que fazia quando atirou nelas. Uma possibilidade, não é?
É, também Eu não sei, Daniela Ela falou que a impressão é que Algumas situações o mal sente e aplaude Senta e aplaude Aprendendo com esses humanos Acho que tem um pouquinho do mal
A Mari Santos, é. Sim, foi pra elas sofrerem e se sentirem culpadas, né? O típico narcisista. Tendo aí mais por esse lado também, viu? Porque assim... Pode ter sido um surto só também? Não encontrei nada sobre transtorno...
na cabeça dele ali, sabe? Tipo assim, não se fala nada de se ele tinha alguma avaliação prévia. Também se o cara serviu vários anos na Guarda Nacional lá da Louisiana, então, tipo, eu acho que não tem, né? Pode ter desenvolvido depois que ele saiu, ele saiu em 2020. Pode ser, mas sei lá. Eu acho que desenvolveu só o ego mesmo, a maldade, o narcisismo.
Olá Mari Ponta Grossa, um abraço para Ponta Grossa Paraná. Eu acho que o mal existe, mas a pessoa pode decidir se deixa, se se deixa levar ou não por esse mal e seguir um caminho diferente.
É, eu acho que tem coisas que você abre janela, né? Acho que tem sim essa questão do livre-arbítrio, a pessoa vai lá e... Às vezes, não sei nem se conscientemente, mas vai abrindo umas janelas, né? E o... Pirotão vai entrando, né? Até que seja... Não tem mais volta, né?
Ô, Mônica Frias, você não chegou no final não, minha filha? Fique aí que nós estamos só no começo. Depois você volta à live, assiste o documentário inteiro. Mas eu tenho mais um caso aqui pra conversar com vocês. Mas antes eu queria terminar umas perguntas aqui desse caso aí do massacre. Eu até notei que eu tava vendo o documentário aqui. A gente vai pesquisar, escrever o roteiro. Às vezes você tá tão concentrado nos fatos que foram documentados que deixa passar alguns assicícios de investigação mesmo, sabe? Tipo...
Será que Se a Xaníqua Tivesse de repente falado assim Não, tudo bem então Você fica aí com O jeito que você quer ficar e nós vamos levando
E fosse cozinhando o cara em banho-maria, assim. Até meio que ele desgostar. Não sei se vocês já ouviram aquelas pessoas que fazem o caminho engenharia reversa, por exemplo. Você tem um cara lá que é, sei lá. Eu tô falando isso por conhecimento próprio. Aconteceu aqui com umas pessoas que eu conheço. O cara era um viciadão e tal, né?
Alcoólatra. E a família, durante anos, não, não faça isso, não faça isso, você vai se matar, não sei o que. Aí chegou um momento, todo mundo de saco cheio, falou assim, não, então beleza, estou aqui, todo dia ela chegar com uma garrafa de bebida, bebe tudo aí. Aí a pessoa teve uma virada de chave, falou assim, mas eles não se querem que eu morra mesmo, então eu vou parar.
meio tosca assim, mas funcionou. Então assim, pensando nesse raciocínio, se a Xanica tivesse levado o cara em banho-maria ali e de repente, sei lá, é claro que eu tô jogando ônus nela, tô fazendo só uma... devagando aqui, fazendo um devaneio, mas pensa, será que esse doido aí, de alguma forma, não teria meio que se deixado levar?
É claro que ela foi pelo correto, né? Fala, meu amigo, eu não quero ficar com você. Você quer ficar com as duas? Não tem como. Comigo não vai ficar com as duas ao mesmo tempo. Muito embora tenham ficado anos, né? Mas sei lá, fiquei pensando nessa questão aí. Se eu tivesse dado um... Cozinhado no cara ali. Enfim. Vamos ver aqui esse chat.
Pois é, Débora, eu acho que pelo histórico, pelos filhos, no mesmo período, ela aguentou bastante. Eduarda, fala sobre o caso da Evelyn Firmino, de 17 anos, que foi morta pela namorada em Minas Gerais, na quinta-feira, o corpo foi encontrado ontem. Não estava sabendo, preciso me informar.
Tem como alguém ser um assassino e ser normal? Acho que não tem como. É. Assim, é difícil definir normal, que é muito subjetivo, né? Porque tem muitos assassinos que levam uma vida assim, de boa, até virar um assassino, né? Porque...
É difícil de saber. São vários contextos, né? O que está acontecendo na vida da pessoa. Carga emocional, nível de estresse. O cara passar a linha, a linha da normalidade é dois palitos, cara. Porque a gente... Onde a gente mais vê isso é em trânsito, né? Caboclo entra dentro de um carro, vira... Nossa senhora, vira um MacGyver, vira um Hulk. Já repararam isso aí? Todo mundo vira... Dentro do carro é monstrão.
Mas o que eu quero dizer com isso é que... E se pega um monstrão também. Dá ruim, né? Oi, Eduardo. Obrigado, viu? Um beijo pra você.
Exato. Exato. O... Marie. Só que abriu mão dos filhos, né? Você vê que era um cara assim... Complicado, né?
Então, Stephanie, não se sabe essa informação ainda ao certo, tá? A polícia não divulgou isso, se ele tomou tiro da polícia ali no meio do tiroteio, né? Quando eles estavam perseguindo o carro. Ou se... É, se ele fez isso com ele mesmo, né? Precisa averiguar melhor isso aí. Que ok! A Siri querendo se meter na live aqui.
É pra acabar, viu? E falar em pra acabar, galera, mudando um pouco aqui de pato pra ganso. Vocês viram agora aí que, no ano passado, um assassino lá de 1989 foi preso pela Polícia Federal Brasileira? Pois é. Tá mais de 30 anos depois, né?
Vocês lembram do caso do Marcos Campinha Panissa? Aconteceu lá em 1989, o cara tinha 23 anos, era de uma família bem influente lá em Londrina.
no Paraná, né? E ele casou com uma garota chamada Fernanda Estruzani, que tinha 17 anos, quando os dois ali se uniram em matrimônio. Eles tiveram uma filhinha e o Marcos era muito ciumento e possessivo. Amigos lá da época já descreviam esse padrão aí no comportamento dele. E a Fernanda se separou dele quando ela tinha 19 anos, que são dois anos antes do crime ter acontecido, tá?
Então quando ela tinha 21, ela tava recomeçando a vida, morando sozinha e tal, num apartamento. Lá mesmo, em Londrina. E ela tinha começado um novo relacionamento. Aí apertou o gatilho do doido, né? Começou um novo relacionamento. O fulano lá não aceitou. Cara, dois anos já depois do término, velho. Dois anos, cara. Mas isso já é revolta por si só, mas nem é o pior de tudo, tá? O pior é o que vai acontecer agora.
A mãe da Fernanda, dizem, todo mundo que relatou o caso na época, que ela tratava esse Marcos como se fosse filho dela antes do crime. Deixa eu até colocar aqui para vocês a matéria que saiu da prisão dele. Olha lá. Vou colocar aqui. Olha o cidadão aí. Hoje como ele está, né?
Na época do crime, deixa eu ver se tem foto aqui da época do crime. Tem aqui as manifestações, né? Então, vou contar para vocês como é que aconteceu esse crime aí, galera. No dia 6 de agosto de 1989, a Fernanda estava sozinha no apartamento dela com a filha do casal que já estava com 4 anos.
O Marcos, então, invadiu o apartamento e esfaqueou a Fernanda 72 vezes com uma faca de mergulho. Cara, 72 vezes, tá? Então, assim, a violência, a vontade de matar existia nele ali e não há o que se questionar sobre isso, né? E, evidentemente, isso chocou todo mundo lá da cidade e o Brasil inteiro, né?
Bom, depois de matar então, o Marcos não saiu correndo de lá não, tá? Ele pegou as roupas da própria Fernanda e tentou limpar o sangue na cena do crime. Os familiares que chegaram ao apartamento logo depois descreveram uma cena de violência indescritível. Pra vocês terem uma ideia, mesmo com a tentativa de limpeza do assassino.
O crime teve repercussão nacional, evidentemente. Foi parar no programa Linha Direta da Rede Globo. Falar em Linha Direta, eu tô pensando em fazer aqui um especial sobre isso, mas depois eu não vou dar spoiler, não. Um grupo de mulheres lá de Londrina fez essa manifestação aí nas ruas, né? Vocês estão vendo aí na fotinha, exigindo justiça e tal.
E o Marcos chegou a confessar o crime. Ele disse que matou por ciúmes, não aceitava a Fernanda seguir em frente, ter um outro relacionamento. E, enfim, a motivação dele foi essa, mesquinha. Não pode ser de mais ninguém se não for minha.
O problema, como eu disse, foi o processo judicial que se arrastou para esse caso aí. O Marcos, como eu comentei lá no início, era de uma família rica, ele tinha advogado bom, e a justiça foi lenta, lenta, lenta, lenta. Quando tem advogado bom, a justiça sempre vai lenta, né? Em 1991, ele foi condenado a 20 anos e 6 meses de prisão, no primeiro júri popular dele, tá? A defesa recorreu, evidentemente, e em 92, um segundo julgamento reduziu a pena para incríveis...
9 anos? Pois é, galerinha. 9 anos por 72 facadas. Mas você acha que acabou? Ainda não. Nesse segundo julgamento, o crime foi reconhecido como passional. Então acho que por isso que diminui. Agora, o que eles querem dizer com passional? Eu não sei. Porque a mulher estava seguindo a vida dela, não é? O que é passional? O cara não pegou a mulher dele lá no ato, com o outro, uma traição, o calor do momento, que assim, na justiça, justificaria essa redução de pena.
Bizarro, né? Mas enfim. É...
Isso é real, cara. Essa decisão aí da redução foi anulada depois, tá? Por irregularidades aí no julgamento. Em nenhum desses julgamentos, o Marcos, acontecia o coelho que deveria ter acontecido, que é a prisão, ele respondeu o processo inteiro em liberdade, comparecendo quando era chamado só. A defesa usou todos os recursos possíveis para manter ele solto. E teve sucesso. E aí... E aí...
Aí tem aquele elo, aquele elemento absurdo demais do processo. A defesa tentou usar como prova uma carta psicografada, supostamente escrita pelo espírito da Fernanda, através do médium Chico Xavier. Eu acho que foi na década de 80, ou 70, 80, acho que foi 80 que teve um caso muito emblemático, onde uma carta de fato foi aceita.
num julgamento de dois amigos, vocês devem se lembrar desse caso, né? De dois amigos estavam brincando com uma... com uma arma e tal, e aí o... acabou disparando acidentalmente, e no julgamento do cara, que estava ali por homicídio culposo, etc.
O juiz admitiu uma carta psicografada pelo Chico, onde a vítima dizia que era para deixar tudo quieto, porque foi um acidente, os dois concordaram em brincar. Então eu acho que, resumindo, esse advogado desse cara aqui, ele usou esse...
Esse precedente aí. Eu acho que foi antes desse... Com certeza foi antes, porque aqui a gente já tá falando da década de 90 já, né? De todos esses recursos aí. E cara, assim, só que... Haja cara de pau, né? Pelo amor de Deus. Haja cara de pau, porque, cara... A gente tá falando de 72 facadas, velho.
Bom, nessa carta aí, a Fernanda dizia que não tinha sido assassinada por Marcos. Que, na verdade, tinha se suicidado porque magoou e feriu loucamente a quem tanto amou e lhe deu. Ah, você tá de sacanagem, velho. Até na carta o cara é narcisista, velho. Putainho, velho. Você é louco. Ah, não dá. Ô, chat, por favor, me ajuda aí. Não me deixa sozinho nessa, não, que é... É inacreditável o negócio desse, cara.
A carta, adivinha, foi aceita no processo, tá? Só em 1999, o fórum lá de Uberaba, em Minas Gerais, enviou um documento provando que a carta era falsa. Como que você vai...
É desesperançoso, né? Mas antes, um pouquinho, em 1995, foi marcado o terceiro julgamento do sujeito. O Marcos simplesmente não apareceu. E a partir dali, ele virou foragido oficial. A justiça decretou, então, a prisão preventiva dele, mas ele já tinha ido embora. Pra onde? Comprar iPhone no Paraguai. Tinha ido pra lá, né? Dar um rolezinho no Paraguay.
Vou botar a foto aqui, né? Essa aqui, ó, bonita. E aí ele foi para o Paraguai. E aí começou, né? Toda a questão. Ele cruzou a fronteira, foi para o Paraguai, arrumou documentos falsos, adotou o nome de José Carlos Vieira e desapareceu completamente do radar da polícia brasileira. Primeiro ele morou em Concepcion, uma cidade do interior do Paraguai, onde ele conheceu uma mulher, se casou de novo e formou uma nova família.
Minha opinião, tá? Alguém pode discordar, mas... Como é que consegue uma coisa dessa, gente? Como é que consegue um bagulho desse, cara? O que fica na mente de uma pessoa que dá 72 facadas em quem diz que amou?
Na verdade, a pessoa acha que não gosta da outra, né? Ele gosta de sentir o prazer quando ele vê que a outra gosta dele. Quando a outra mostra que não gosta mais, acaba tudo, porque, na verdade, ele nunca sentiu amor. Porque senão é impossível, bloqueia, né, essa ação. Mas, assim, mesmo assim, cara, não tenha sentido nada por ela, pela Fernanda. Vai lá dar 72 facadas e leva uma vida depois, como se nada tivesse acontecido, cara.
Bom, depois então ele se mudou para São Lourenço, na região metropolitana de Assunção, onde ele abriu negócios e levou uma vida discreta, comerciante, sem chamar atenção. O nome dele entrou então na difusão vermelha da Interpol, sabe aqueles alertas vermelhos? Pois é, a lista dos criminosos mais procurados do mundo, né? Mas ninguém achava o sujeito.
30 anos se passaram então. Em 2008, com uma mudança na legislação brasileira que passou a permitir julgamento sem a presença do réu, o Marcos foi condenado a revelia a 20 anos e 6 meses de prisão. Depois, a pena foi ajustada para 19 anos e 6 meses.
Em 2018, a juíza Elizabeth Tananã fez um alerta. Se Marcos não fosse encontrado até novembro de 2028, o crime ia prescrever e ele ia ficar impune. A justiça tinha prazo de validade pra encontrar ele, né, cara? Surreal que ela tava no Paraguai, velho. Tá louco, mano. Bom, em abril de 2026, agora...
A Polícia Federal Brasileira trocou informações com o Senad, que é a Secretaria Nacional Antidrogas lá do Paraguai, e uns agentes especiais lá de um determinado agrupamento dessa agência aí começaram a monitorar a rotina de um homem lá de São Lourenço que batia com o perfil do foragido. Olha, parece que pressionou aí, achou? Que mágica, que milagre! Pressionou achar o cara, velho. Isso é, ó.
A operação foi batizada então de Operação Otelo, mas também algumas pessoas chamaram de Momento May, que em latim significa lembre-se de mim. Os agentes confirmaram a identidade de Marcos e fizeram a abordagem dentro da casa dele. Ele não resistiu.
Marx foi expulso do Paraguai e foi entregue à Polícia Federal na Ponte da Amizade, lá em Foz do Guaçu, e começou a cumprir a pena imediatamente, a defesa dele. No entanto, já anunciou que vai entrar com recurso para reduzir a condenação. O advogado dele disse que foi crime passional, briga de marido e mulher, e que ninguém deveria meter a colher.
Tô brincando, né? Que a pena deveria ser reduzida por isso. Mas é basicamente isso, né, galera? Vamos ser sinceros. A promotora Suzana de Lacerda respondeu, ela disse o seguinte sobre isso. Demonstra que o passar do tempo não fez com que o crime caísse no esquecimento. A mãe da Fernanda, a dona Terezinha, ela infelizmente não viveu pra ver esse dia chegar, tá, galera? Ela morreu sem justiça mesmo. A filha da Fernanda e do Marcos cresceu sem a mãe.
E a família paraguaia de Marcos, a segunda esposa dele, os filhos que ele pode ter tido lá, talvez só descobriram o que realmente aconteceu e quem realmente era esse homem agora. Cara, não sei vocês, mas assim... Se você assiste um filme que conta uma história dessa, você fala assim, ah, marmelada, não é possível uma coisa dessa. Mas aconteceu. Mas aconteceu, abduzidos.
Olha, sou obrigado a... Giovani, sou obrigado a... Concordar às vezes. Cara, eu também sou obrigado a concordar.
Prescrever homicídio é um negócio assim... Eu entendo o que tem por trás disso. Que é meio que o Estado reconhecendo a sua incompetência. Ele tem um prazo pra poder fazer valer a punição. Mas, cara, não devia, né? Essencialmente não devia, penso eu, porque... A ação do homicídio é irreversível, né? Então acho que o crime deveria ser também. Crime de homicídio. E, cara, a gente tá falando de 72 facadas, né?
faca de mergulho, cara. O cara ficou liberdade, bicho. Vocês acham que tem alguma coisa a ver com o lance lá de ser uma família bastada, etc, que isso de alguma forma ajudou?
Eu não gosto muito de entrar nessa seara não, mas algumas pessoas, né, que eu tava lendo os comentários sobre esse crime aí em algumas matérias, algumas pessoas dizem isso, que, ah, se fosse não sei o que, teria sido preso antes e tal. Não sei. Sabe por que eu não gosto de entrar nessa seara? Porque a gente assume que a nossa justiça é uma merda, quando não deveria ser, né?
Porque aquela história, não pode dois errados, não pode fazer um certo. Então, assim, a gente deveria lutar para que isso não precisasse entrar em pauta. Questão de classes e tudo mais. Criminoso é criminoso, cara. Independente de quem seja. Mas eu sei que tem sim aqui. Infelizmente, isso é uma bizarrice que a gente precisava combater.
Vocês acham que a família dele lá do Paraguai sabia, galera? De alguma forma? Acho que não, né? Não é possível. Será? Não encontrei nada falando sobre isso, mas... Ah...
Ah, e sem contar que se a gente pegar a proporcionalidade, como eu sempre falo, uma vez que o cara foi preso, você pega a proporcionalidade de 72 facadas de ódio ali, crime de marido e mulher, você acha que 19 anos é o suficiente? Você olha a foto do cara sendo preso ali, você tem a sensação de que o cara fala assim, ah, não era porra nenhuma isso aí, daqui a pouco eu tô fora.
Olha só, Olimpia. Uma boa observação, né? Mas não sei. É. Com o caso que eu acabei de contar lá dos Estados Unidos, não dá pra duvidar de nada, né? Pois é, Débora. Eu fico imaginando se eles não soubessem mesmo o que aconteceu quando ficaram sabendo.
Eita, Isa, hein? Mas, e a questão da carta psicografada, né, gente? Vocês lembram do caso que eu comentei? No meio, aí? Dos dois amigos lá? Vocês lembram disso, chat?
Essa foi a seita, tá? Eu acho que foi a primeira seita. Eu fiz até um documentário lá no Marcos e Fatos sobre isso. Psicografias aceitas em tribunal. E... Certeza que o cara usou esse precedente aí. Mas quem escreveu essa carta aí? Tem que tomar um tapa, né? Não é possível, velho. Ai, Jesus.
Ela se matou com 72 facadas porque ela não soube amar o homem que muito lhe deu. Tá parecendo o papo furado do cara que matou a policial em São Paulo, né? Não tá parecendo o papo furado lá? Eu sou um príncipe, eu sou o provedor e você tem que ser submissa. Eu sou um alfa e você como beta tem que me obedecer. Olha, cara. É de cair do bumbum.
Vocês acharam que... Opa! Esqueci de tirar o efeito. Total, né? Vergonha ali. Gente, vocês acharam que eu não tinha efeito especial aqui, né? Mas eu tenho. Testar alguns aqui. Alô, você?
Alô, você... Essa é a voz do cara que vai receber esses assassinos aí. Ei. Gente, acho que é isso, né? 11h30, entramos um pouquinho mais cedo hoje na live. 10h20, de surpresa, né? Porque eu fui fazer um teste aqui, o negócio entrou do nada. Falei, caramba.
Mas é isso. Espero que vocês tenham apreciado o conteúdo de hoje. Separei esses dois casos. O lá dos Estados Unidos. É um trabalhão. Então peço por gentileza que quem ficou comigo até aqui, deixe um like nessa live, um comentário. Isso é muito importante. Se puder, se torne membro aqui do canal. Não tenho ideia de como ajuda isso nas produções, tá galera? E é isso. Quero agradecer imensamente pela companhia.
Nos vemos em breve, ok? Se tiverem sugestões de pauta para as nossas lives de quarta-feira, me envie. Pode comentar aqui, pode mandar no e-mail. mpcampos.com.br Fechou?
Vocês mandam por lá as pautas, os casos que estão acontecendo. Se eventualmente você tem um parente ou alguém que queira apresentar a história por aqui, a gente sempre traz a pauta aqui para debater e ficar atualizado sobre tudo que está acontecendo. Fechou? É isso então. Um beijo para todo mundo que ficou comigo até agora. E até o próximo...