DISSOLVIDO EM ÁCIDO POR ACASO?
📌 Na live transmitida ontem (08/04) apresento dois casos criminais cujo fio da meada é o "acaso". Doi casos chocantes e o segundo além de chocante é revoltante. Além dos casos, nosso bate-papo sobre crimes reais e as notícias desse universo.-------📧 Contato comercial: contato@mpcampos.com.br📲 Me acompanhe nas redes sociais: @eusoumarcoscampos-------⚠️ Aviso importante:Todo o conteúdo deste canal é baseado em informações públicas, investigações oficiais e reportagens jornalísticas. O objetivo é informar, refletir e promover debates construtivos — sempre com respeito às vítimas, às famílias e à complexidade dos fatos apresentados.
Marcos Campos
- Estatísticas de abuso infantilCaso de menina de Anápolis · Reação da família ao abuso
- Casos de crime (true crime)Acidente de carro com Frank Gott · Desaparecimento de John Favara · Assassinato de Joseph Andrews · Reação da sociedade ao crime
- Suzane von Richthofen documentárioRepercussão do documentário · Vida de Suzane após o crime
Muito bom dia, muito bom dia, porque será que a música agora parou de tocar? Bom dia galera, sejam todos bem-vindos. Ah, eu já sei o que está acontecendo, já sei o que está acontecendo, preciso deixar. Bem-vindos. Ah, eu já sei o que está acontecendo, preciso deixar. Cara, ser o meu próprio engenheiro de áudio é um desafio que eu preciso lidar ainda. Sejam todos bem-vindos. Maria...
Artes Farias, Thelma, Nisse Batel, deixa eu ver quem mais está aqui, Wilton, Afonso, bom dia, bom dia, Sirene, Eliana, Depieri, buenos dias.
Cinnamon Pepper. Olha só, eu gosto de Cinnamon Roll. Sabe aquele bolinho de canela enrolado assim? Cara, uma delícia. Tem um lugar que faz aqui na minha cidade. Quase que eu solto um palavrão aqui. Já cedo, não pode, né? 10h30 da manhã. Quarta-feira com muita coisa pra gente falar, né? Preparei dois casos.
pra gente aqui, pessoal. Mas antes, quero trocar uma ideia também com vocês sobre algumas coisas, sobre as notícias da semana, né? Você viu que repercutiu bastante aí a notícia do lançamento do novo documentário da Netflix, né? Fiz um conteúdo curtinho lá no Instagram sobre isso. Assim, na moral, né, galera? Acho que todo mundo tá sabendo, né? Que a hiena, a carnicera, vai estrear agora aí. Estrelar, melhor dizendo.
um documentário sobre o ponto de vista dela, pra falar sobre a vida dela, que agora ela é mãe, casada. Mas, sobretudo, todo mundo quer saber como é que vive a assassina dos pais, né? E eu diria que tá aí justamente o ponto que causa esse entojo, né? De saber que...
Tem umas pessoas falando que ela teria recebido um cachê bem gordinho para fazer isso aí, algo em torno de 500 mil reais, outras fontes falam um milhão de reais. Eu não duvido, não duvido porque espertinha ela é, tem driblado todo mundo há muito tempo. Essa pessoa fez dentro do sistema carcerário, agora sou.
É bizarro, cara, mas eu quero saber de vocês, vocês estão sabendo. Curtiram a notícia? Estão ansiosos aí pra ver o que vai acontecer nesse documentário? Hã? Ia na carnicera esse documentário. Pois é, Penélope, é... Bizarro, né? Porque assim, galera, é complexo falar sobre isso, mas...
O sistema de punição é meio brando, como a gente já viu diversas vezes aqui. E assim, tem crime e crime, não é? Tem algumas coisas ali que eu até acredito que dá pra tentar trazer o cara pra luz de volta, mas primeiro que o sistema onde o cara é encarcerado já não ajuda nesse sentido.
Se bem que a Suzane já ficou, parece que ela comandou tudo, né? Então já mostra também que ela tem ali uma certa habilidade pra lidar com o bandido, né? Mas enfim. Então eu já não acredito muito nisso. Mas, cara, a sociedade como um todo não engole o crime que ela cometeu. Que ela participou ali junto com os outros dois lá. Porque, cara, assassinar seus pais enquanto eles estão dormindo...
E depois todos os desdobramentos. E aí, assim, essa história já está extremamente saturada e os caras têm a brilhante ideia de fazer mais um documentário com a hiena estrelando. É bizarro. Bizarro, bizarro. Boa noite, não, né? Bom dia, Léo. Bom dia, Simarques. Patrícia Russo. Bom dia a todos. Olha só.
Noelle Pinto, estou em Maryland, States. Buenos dias, Noelle. Ah, a C. Marks, estou boiando. Pois é, é ela mesmo. A Richtofen, que agora não é mais Richtofen, é outro nome que ela tem agora, porque tem uma outra vida aí, então, não dá mais para usar o nome que ela...
Ficou famosa aí no Brasil. É bizarro isso, né? A pessoa fica famosa porque matou os pais, cara. Surreal isso. Então, gente, mas falando aqui... Olha lá! A dona primeira dama apareceu. Alguém falou aqui que queria... Estava ansioso pela live porque com certeza ia ter a primeira dama. Acho que era a Cinnamon Pepper. Felizmente ela não estará presente hoje.
Infelizmente não estará presente, galera. Olha lá, parada no estacionamento vendo a live. Mas aproveitando aqui para falar dos casos que eu separei hoje, eles têm um elemento em comum, tá? Vou colocar o primeiro aqui para vocês. O elemento em comum, galera, é o acaso.
Mas sabe aqueles acasos assim que, com perdão da expressão chula, é uma cagada danada? Porque, tipo assim, no primeiro caso, eu não vou dar spoiler, vou deixar vocês assistindo, depois eu volto e a gente bate um papo sobre esse caso aí, porque assim, eu não sei, tem minhas dúvidas se o cara ali, eu coloquei no título aí, né? O cara foi colocado no ácido, por acaso?
porque na verdade o acaso está na sede do negócio, onde deu o start ali do elo, dessa corrente que não sei se é criminal, depois vocês vão me dizer aí, tá bom?
Então vamos lá, Penélope. Já que você parou tudo pra assistir a live, vou colocar o primeiro caso pra vocês. E daqui a pouco eu volto pra gente trocar uma ideia sobre esse caso. E também trazer mais notícias aqui. Teve uma ontem que eu fiquei assim completamente... Na verdade, da semana passada, mas eu coloquei pra vocês lá no meu Instagram ontem, que eu também fiquei assim completamente embasbacado. E aí a gente troca mais ideias. Combinados?
Era uma tarde comum de março quando John Favara saiu do trabalho. 51 anos, gerente de uma fábrica de imóveis em Long Island, morador da Howard Beach, no Queens, Nova York. Um cara que não aparecia em manchetes nenhuma, que não devia nada a ninguém, cujo filho adotivo era amigo das crianças do vizinho. Era esse tipo de bairro, esse tipo de família, que a gente já viu diversas vezes em introduções de casos criminais, não é?
Todo mundo sabe o nome de todo mundo. Bom, nesse dia quando ele saiu, ele entrou no carro, pegou a rota de sempre. Em algum ponto, na rua 157, perto da rua 87, o sol desceu no horizonte exatamente no ângulo errado. Havia uma caçamba de entulho de uma obra na rua do lado direito dele. E assim, diante desse acaso, numa fração de segundos, a vida de três famílias mudou para sempre.
18 de março de 1980, Howard Beach, Queens, Nova York. Frank Gott tinha 12 anos e tinha acabado de receber uma das melhores notícias da sua vida. Ele tinha sido aceito no time de futebol americano da escola. Então ele saiu pra comemorar do jeito que qualquer menino ali de 12 anos...
comemoraria, não é? Naquela época, na rua, com os amigos, um colega do bairro, tinha uma mini moto, digamos. Não era um brinquedo qualquer pra época, sabe? Era aquele tipo de coisa que fazia qualquer criança encher os olhos. E o dono estava sempre disposto a emprestar aquele brinquedo, entre aspas, pros amigos.
Era até um motivo de orgulho pra ele. Então o pequeno Frank subiu na mini-moto antes que o amigo terminasse de explicar o funcionamento dela. Deu partida e saiu ali pela rua. Do outro lado da caçamba de uma obra, John Favra dobrava a esquina voltando pra casa. O sol estava descendo ali na direção do parabrisa do carro dele.
Ele não viu o Frank sair de trás daquela caçamba. O impacto foi inevitável. A versão da família Gott, registrada anos depois no livro de Memórias da Filha Vitória, diz que Favra não percebeu ter atingido o menino e continuou dirigindo por quase 60 metros, enquanto moradores gritavam para ele parar. A família também afirmou que ele estava bêbado e essas alegações nunca foram...
comprovadas oficialmente, tá? O que a polícia registrou foi bem diferente. Favra disse que o sol o cegou naquele momento ali por um breve instante e que a caçamba criou um ponto cego que impediu qualquer reação. A conclusão oficial foi acidente. O menino entrou na rua sem esperar as instruções de como pilotar a minimoto, por exemplo. O John Favra nunca foi indiciado criminalmente por vários detalhes que foram apurados e investigados. O Frank Gott morreu naquele mesmo dia.
Mas agora eu preciso contar pra vocês quem era a família Gott, tá? John Gott, o pai do Frank, não era um homem qualquer lá em Howard Beach. Em março de 1980, ele era um dos chefes de quadrilha mais respeitados e temidos da família Gambino.
uma das cinco grandes famílias do crime organizado de Nova York. Em 1968, o FBI prendeu por três roubos de carga e sequestro de caminhões perto do aeroporto JFK. Quando ele saiu da prisão, em 1972, ele assumiu a chefia interina da sua quadrilha, digamos.
Preso e solto de novo em 1977, ele foi promovido dentro da hierarquia da organização criminosa. Um dos maiores arrecadadores da Gambino operando agiotagem, tráfico de drogas e extorsão. Ele era um homem de meios, de conexões e métodos. E acabava de perder o filho nessas circunstâncias que eu contei pra vocês. Nos dias seguintes ao acidente, John Favra começou a receber ameaças de morte. O carro dele, que não havia sido consertado...
e que tinha ali marcas do acidente, foi roubado, recuperado perto de casa e depois pichado com a palavra assassino em letras grandes. Cartões do velório de Frank foram deixados na caixa de correio dele. Depois, uma foto do menino também. Em 28 de maio de 1980, dois meses após o acidente, Fávara foi até a família Gotti pra pedir desculpas.
dizer que o cara era corajoso, e também, de certo modo aí, ingênuo, Vitória Gotti, a mãe do Frank, foi até ele com um taco de beisebol. O ambiente ficou daquele jeito que vocês podem imaginar aí, insustentável. Amigos e conhecidos ali aconselharam Favra a sair de Howard Beach, sair ali do Queens, sair até da cidade, ir o mais longe que ele pudesse.
Então ele finalmente ouviu o conselho dos amigos. Ele colocou a casa à venda, encontrou um comprador. Então o fechamento do contrato estava marcado para 31 de julho de 1980. Em 25 de julho desse ano, seis dias antes de Favra fechar a venda da casa dele e zarpar, sumir de lá, o John Gotti e a esposa pegaram um avião para a Flórida. Oficialmente, uma viagem de luto.
De repente pra se distanciar ali das coisas que se faziam lembrar do pequeno Frank. O casal precisava sair de Nova York, processar a dor, respirar um outro ar. Era o que constava. O álibi estava construído, não é? Três dias depois, em 28 de julho, John Favra saiu do trabalho.
E ele nunca chegou na casa dele. Testemunhas disseram depois ter visto um grupo de homens ali empurrar o Favra para dentro de uma van perto do local de trabalho dele. Os relatos divergem um pouco nos detalhes, tá? Alguns falam em espancamento, outros num tiro de pistola com silenciador, outros que ele foi levado sem ferimentos visíveis no primeiro momento, o que todas as versões têm em comum.
É somente a van. E o fato de que ninguém voltou a vê-lo com vida. Falar pra você que essas vans americanas aí dão um calafrio, né? Pouco tempo depois disso então, desse sumiço do Defávara, a família dele se mudou e em 1983 ele foi legalmente declarado morto.
Quando a família Gotti voltou da Flórida em 4 de agosto, dois agentes do FBI foram até a casa deles em Howard Beach. Perguntaram a John Gotti se ele sabia algo sobre o desaparecimento do vizinho e a resposta confirmada em documentos judiciais é não lamento que o cara esteja desaparecido e não lamentaria se ele aparecesse morto. A Vitória Gotti, que foi questionada separadamente, disse o seguinte não sei o que aconteceu com ele, mas não estou desapontada.
Ele matou meu filho. Nenhuma acusação foi feita. O Gott tinha um álibi de ferro, digamos, né? Estava em outro estado quando Favra sumiu. Provar que ele era o mandante sem corpo, sem testemunho e diante de um homem com os advogados e as conexões dele era praticamente...
impossível, então o caso esfriou, ficou aberto. Vai vendo. Porque John Gotti continuou a trajetória como se nada tivesse acontecido. Em 1985 já, ele ordenou o assassinato do chefe da família Gambino, o Paul Castellano, na saída de um restaurante em Manhattan, e assumiu de vez o comando.
Então ele virou o chefe da máfia mais famoso dos Estados Unidos, chamado pela imprensa de Don Teflon, depois de duas absolvições seguidas em julgamentos federais. Era fotografado saindo de tribunais, interno bem passado, sorrindo pra câmera. Aquele deboche que vocês sabem, né, de criminoso.
Em 1992, ele finalmente, no entanto, foi condenado. Homicídio doloso, extorsão e uma série de outros crimes. E ele morreu na prisão federal em 10 de junho de 2002. E o que aconteceu com John Favre continuou sendo uma das maiores incógnitas da história da mafia americana. Em novembro de 2004,
Informantes levaram agentes do FBI até um estacionamento no Queens. O local seria um cemitério clandestino da máfia e Favre estaria enterrado ali supostamente. Os agentes escavaram e encontraram dois corpos, mas supostamente nenhum deles era do Favre. O caso continuou sem resposta até janeiro de 2009.
Naquele mês, promotores federais do Brooklyn protocolaram ali um documento de 44 páginas com partes do julgamento de um homem chamado Charles Carniglia, soldado da família Gambino, acusado de cinco homicídios e extorsão. O nome de John Favra aparecia nesse documento. Segundo a acusação, Carniglia tinha matado Favra por ordem do John Gott e depois dissolvido o corpo em ácido. Mas não era qualquer ácido não, tá?
Nem em qualquer lugar. Carnegie e o irmão John operavam um ferro velho em East New York, no Brooklyn. E esse ferro velho servia para desmontar carros roubados, traficar drogas e, segundo promotores, para eliminar cadáveres. Pessoas ali, pessoas não gratas para a galerinha da máfia ali. Lá, eles mantinham supostamente barris de ácido corrosivo no local. De acordo com um informante, Carnegie descrevia o ácido como...
o melhor método pra evitar detecção. O corpo de Favra foi colocado, então, supostamente num barril de aço, no ferro velho desses caras aí, e não restou nada pra contar a história. O júri no julgamento do Carniglia, em 2009, já condenou ele por quatro homicídios. No caso específico de Favra, não chegou a veredito. Tecnicamente,
a morte dele nunca foi oficialmente resolvida por um tribunal. Mas o que os promotores apresentaram continua sendo até hoje a explicação mais detalhada, razoável e incrível, eu diria, sobre o que aconteceu naquela noite de julho de 1980. Mas tem um detalhe nessa história aí que a maioria das pessoas não sabe. O informante que testemunhou contra a Carniglia em 2009, o homem que revelou o destino suposto de John Favre,
era Kevin MacMahon. O mesmo Kevin MacMahon que em 12 de março de 1980 tinha emprestado a mini moto pro Frank Gott. Pois é, abduzidos por esse plot aí. Eu acho que ninguém esperava, não é?
Esse tal Mac Marron tinha sido criado como filho pelo irmão de Charles Carniglia, depois de ser encontrado ainda criança perambulando ali perto do ferro velho da família criminosa. Ele cresceu dentro do crime organizado, virou associado da família Gambino. Em 2009, se tornou informante do governo e foi ele quem fechou o círculo, o elo último dessa corrente, contando o que sabia sobre o corpo do Favra.
Então, por esse elo, eu diria, nós temos aí talvez um fechamento, mesmo que não um batido martelo assinado? Eu acho que sim, né? O que vocês acham? Comenta aí pra mim. A tal mini moto aí que o Frank pegou emprestada naquela tarde de março criou uma corrente de eventos que levou 29 anos pra completar o ciclo.
Quando os filhos de John Gotti cresceram e tiveram filhos próprios, cada um deles batizou um filho de Frank em homenagem ao irmão. O corpo de John Favra nunca foi encontrado e provavelmente nunca será, não é?
Pois é, galera. Falei que tem o acaso, mas olha, o próximo caso, melhor dizendo, além desse elemento do acaso, ele tem um elemento que revolta, porque é assim, absurdo demais. Mas falando aí do caso do John Favara, o que vocês me dizem? Vocês acham que foi um acidente mesmo? Que ele realmente não viu o menino saindo lá de trás da caçamba?
Porque toda a cerne do negócio é isso, né? O cara, se foi exatamente isso que aconteceu, ele tava ali, sei lá, sol cegando o olho dele ali, do nada o menino apareceu. Uma fatalidade, mas um acidente, né? Só que daí, como eu vi alguém comentando aqui, exatamente, uma falta de sorte do caramba do cara ter atropelado o filho.
De um capo da máfia, meu filho. Aí o bicho pega, né? Aí. Porque ele foi lá pedir desculpa, ainda não, mas ele saiu com o porrito pra dar paulada nele, velho. Clarice Nascimento. Bom dia, Marcão. Manda um oi pra nós. Sou de Bauru. Beijos, lindão.
Beijo pra vocês aí, Clarice. Tem parentes aí em Bauru, viu? Beijo pra todos os meus parentes em Bauru. Sabe o que eles estão me vendo? Porque em casa de Ferreira, o espeta de pau, né? Vocês viram eu tava refletindo aqui sobre isso, cara. Falei assim, cara, aqui na minha cidade acho que ninguém sabe com o que eu trabalho. Impressionante. Pois é.
Talvez se ele tivesse sido punido pelo atropelamento, talvez teria evitado... Essa revolta aí, não sei. Afinal de contas, quem manda, né? A polícia, inclusive. O cara era capo da máfia, velho. Não é mole, não. Uma baita cagada mesmo. Nayara Matos. Bom dia, mano. Eu mando oi aqui pra Goiânia.
Um beijo para vocês aí, Nayara. E olha só, aproveitando o ensejo, queria falar de um caso de Anápolis, Goiás. Não sei se vocês estão sabendo, mas antes... Andressa, muito bem-vinda aqui ao grupo de abduzidos e incentivadores deste canal. Carmelita, também assistindo lá dos Estados Unidos. Olha, uma audiência internacional aqui hoje.
Olha, muito bem observado, C-Marx. É provável que, de alguma forma, para manter o status de chefão temido, o cara teria dado fim dele dentro da cadeia mesmo. E outra, tem um lance também que, se ele conseguisse provar de fato que foi puro acidente, porque não tem nenhum elemento ali que o cara... Bom...
pelo que é contado, né? Nenhum elemento ali que caracterizaria, por exemplo, uma negligência absurda dele, tipo um homicídio doloso, se ele, por exemplo, tivesse bêbado, como foi afirmado, mas nunca foi provado, né? Então, tem isso também. Mas falando lá do caso de Anápolis, galera, é o seguinte... Não sei se vocês viram essa manchete aqui que saiu semana passada.
Cara, assim, é um negócio que é até difícil você colocar em palavras, né? Eu tento fazer os conteúdos curtos lá pra passar as notícias aí pra quem acompanha o nosso trabalho aqui, né? Mas tem umas coisas que eu vou falar, cara. É difícil de fazer conteúdo, porque... Pensa comigo, vamos imaginar aqui a cena. Uma menininha de seis anos.
Ela começa a ser abusada dentro de casa, como acontece 99% das vezes, né? Não é estranho, não tem essa oportunidade. A janela de oportunidade se abre dentro do convívio. Tá, seis anos, ela começa. Você imagina, né? Às vezes não sabe nem o que está acontecendo, mas assusta, obviamente. Aí ela fala. Ninguém dá moral. Chega um ponto que ela fala na escola, porque muito provavelmente... É uma inferência, mas não tem outro caminho para pensar que não seja esse.
A menina fala na escola que o tio tá fazendo coisa errada aí com ela. A escola faz o quê? Seu trabalho. Chama os pais e explica. Fala, ó, senhor e senhora... Melhor não soltar o que eu pensei aqui. Senhor e senhora, a filhinha dos senhores, agora com oito anos... Porque quando foi descoberto, a menina já tinha oito anos. Ou seja, estava ali há uns dois anos já sendo submetida a esse terror, né?
A filhinha do senhor está alegando que um parente de vocês, tio dela, estava usando dela. Ah não, imagina, isso é coisa da cabeça da criança. Não é nada não, imagina. Aí vai lá, pergunta pro cara, o cara fala, imagina eu fazer isso nunca? E fica por isso mesmo, cara.
Teve uma pessoa que comentou lá assim, a criança tem imaginação, eles dizem. Eu acho que foi um comentário irônico, mas suponhamos que não tenha sido. Se a criança tem essa imaginação com 6, 7, 8 anos de idade, é porque uma coisa errada está acontecendo lá, porque uma criança da cidade não é para ter essa imaginação. Surge de onde essa imaginação? Qual é a origem dessa imaginação? Então alguma coisa errada já estava acontecendo, sem a menor dúvida.
E aí, o que aconteceu? Isso que essa headline, essa manchete está estampando. Menina de 8 anos guarda o sêmen do tio para conseguir provar os abusos que ela estava sofrendo. Aí, finalmente, a família... Olha, você estava falando a verdade o tempo todo. Cara, que filha da putagem com a criança, não é, cara? Porque assim... Claro...
Eu não tô falando assim, a criança fala, você já vai lá condenando todo mundo, entregando, porque, né, provar que focinho de porco não é tomada é complicado. Mas, cara, investiga. Até porque nessa matéria, ele, porque vocês podem acessar, tá dizendo aí que a mãe, provavelmente, teria presenciado uma cena onde tinha ali uma situação que não é natural, sabe? Mas daí a pessoa lá deu um disfarce, falou que não era nada, não sei o quê.
E, cara, é incrível, né? As pessoas preferem tapar o sol com a peneira porque, eu não sei, talvez por medo da pessoa que está ali ser linchada, de repente, presa e sofrer consequências lá dentro da lei da cadeia, né? Mas aí, cara, você coloca para escanteio, escanteia todo o sentimento dessa criança que foi arregaçada, literalmente, né?
Como é que você pode pensar uma coisa? Como pode ter uma família que age dessa forma, bicho? Ah, não sei, cara. É assim, é... Falando pelas minhas experiências, um negócio desse acontece aqui. Cara, eu nem sei... Pelo horário e pela plataforma, eu tenho que me conter, tá? Por isso que vocês estão vendo aí que eu fico contido, que aqui não dá pra ser plenamente...
Claro, sobre tudo que se passa na cabeça. Mas, enfim. Fica, em termos mais eruditos, o choque. O choque de saber que o ser humano...
Ele é capaz de chegar num ponto desse. O cara que abusou de uma criança de seis até os oito anos, acostumou, desgraçado, acostumou a fazer isso aí. E do outro lado, os pais, os responsáveis, ignorarem o que a criança está falando. Se quer investigar para, de repente, pegar o cara com a boca na botija. A criança de oito anos tem que ter uma ideia dessa, cara. Guardar o negócio.
Não sei se ela foi orientada por alguém da escola. Não sei se a escola entrou em contato, de repente, com algum conselho tutelar para, sei lá, orientar a menina lá no ambiente da escola mesmo a fazer isso que ela fez. Mas seja como for, graças a Deus a família daí denunciou o cara.
Ele foi preso no primeiro momento, negou, né? Negou, só que com essa prova material aí fica difícil, né? Aí ele acabou confessando, deve responder provavelmente por estupro de vulnerável, né? E a família, evidentemente, deve estar correndo no curso do processo aí também como negligência, né? Assim se espera, porque, cara, há consequências, né? Enfim.
Vocês estavam sabendo já dessa história? A história realmente... A gente meio triste até, né? Vamos ler aqui alguns comentários, galera. Eu fui molestada dos cinco aos nove pelo meu avô materno. Contei e minha mãe disse que eu era mentirosa. Minha prima contou, a mãe também, e disseram-lhe o mesmo.
Isso é o que a gente mais ouve falar em casos desse tipo, né? Infelizmente. Mas aí entra aquilo que eu falei, né? A pessoa acredita que, sei lá... Tem família que acha que a criança é meio que um boneco, né? Que não pensa, não raciocina. Pô, minha filha de quatro anos tem um raciocínio às vezes melhor que o meu, cara. Eu falo, caramba, Lula. Surpreendeu o papai. Esses dias a gente tava no carro, ela soltou uma que eu não vou lembrar agora, cara.
Cara, ela soltou uma palavra que era... A gente não sabia, nem eu, nem a Ana. A gente não sabia o que era, cara. Aí a gente foi pesquisar rapidinho no celular. Era um estado antes do casulo ali da lagarta, que ela tinha visto num desenho que ela estava assistindo. Aí ela soltou. A palavra. O que ela está inventando essa palavra? Vamos procurar, era isso mesmo. Eu falei, caramba, velho. Quatro anos. Então, assim, investigue o que a sua criança fala.
O mínimo que você pode fazer é investigar, como eu falei. Sair também já, chutando o balde, mas dá uma olhada, tenta pegar. A boca na botija, né? Enfim.
Não sabia dessa história, mas me lembrou um caso onde a mãe precisou juntar provas para denunciar o abuso. A polícia indicou que ela esperasse o próximo abuso e filmasse. Aí sim, teriam provas para prender. É um assunto complicado, né gente? Porque... Se você realmente às vezes não tem ali uma prova material, se bem que com exame, né? Você consegue fazer essa prova de materialidade, mas...
Aí também tem toda a questão que eu estava comentando com vocês. Às vezes a família prefere deixar a criança traumatizada para o resto da vida ao invés de enfrentar, sei lá, uma vergonha. Como é que você vai ter vergonha disso? E o instinto protetor? Deixa eu ver o que mais aqui.
Priscila Fagundes. Eu fui molestada pelo colega do meu pai. Contei pra ele e no mesmo instante ele foi atrás. Isso ocorreu, eu tinha 10 anos e hoje estou com 40. E aconteceu? Teve alguma consequência, Priscila? Essa pessoa aí foi denunciada, presa. E cara, na moral, uma pessoa que tem coragem de fazer isso com uma criança...
Minha opinião, tá? Vocês podem concordar, discordar à vontade, mas uma pessoa que tem esse tipo de desvio mental não tem solução. Tem que ficar sob tutela aí full time, porque é um perigo pra qualquer um. Porque é um problema sério mesmo, né? Na formação aí da cabeça, porque não é possível, cara. O cara olhar pra uma criança de 6 anos e sentir qualquer coisa de cunho sexual, cara.
Deixa eu ver aqui o que mais. Infelizmente, os próprios munícipes fizeram justiça com as próprias mãos. Sério, Priscila? O cara foi mesmo de arrasta? Conta aí pra nós, que agora a gente ficou curioso, hein? Em chat, comenta aí pra mim o que vocês... As da Priscila aí.
Porra, aí... Vocês lembram num caso que aconteceu lá em Manaus? Toda vez que acontece abuso com o menor, eu lembro desse caso aí. Rapaz lá, abusou de uma menina lá, menor, né? Bem jovenzinha e... Cidade pequena, né? As pessoas ficaram sabendo. Aí tem também um perigo nisso, né? Porque, assim, é aquilo que eu falei. Você tem que primeiro investigar, ter uma prova contundente pra você também não...
ferrar a vida de alguém injustamente. Então, assim... Mas nesse caso aí era de fato. Todas as provas ali e tal, o cara foi preso e delegados, policiais ali da cidade tentaram conter a população lá, mas não deu muito certo, não. Os caras invadiram lá a delegacia.
Picotaram o cara, velho. Sobrou nada. Literalmente não sobrou nada. Nem... Os caras queimaram, velho. Nossa, deram uma surra e depois queimaram. Foi assim um negócio de barbárie mesmo. Eu não incentivo isso não, tá, galera? Eu sou a favor de ter processo, ter condenação. E aí, assim, amargar pro resto da vida dentro de uma cadeia. Aqui dá até pra gente fazer um...
Voltar um pouquinho aqui no tempo para falar da Suzane, que ela está tendo a oportunidade de fazer o documentário, ganhar grana para caramba, que muitas pessoas não vão ganhar durante a vida inteira trabalhando. Mas ela está lá para expor a desgraça que ela cometeu na vida da família dela, do irmão dela, sobretudo, dos pais que foram mortos covardemente dormindo.
E agora ela está aí, nadando na grana, sendo estrela, dando risada pra caramba na capa do documentário. Por que isso acontece? Fazendo um paralelo com as penas dos abusadores e estupradores. Porque a gente tem um sistema que é, no mínimo, que debocha da gente. Porque determinados crimes, na minha visão, não deveriam ter progressão de pena.
Porque assim, aquilo que eu falei lá quando tava comentando da Suzane, a sociedade não perdoa, não tem esse negócio de reeducar, reinserir, dar uma segunda chance. Não existe isso, cara. Pessoa que estupra menor, que abusa, depois mata. No caso dessa menininha de anapso, felizmente, tá viva, né? Vai ter aí um caminho pra se curar, mas tá viva. Tem uns desgraçados aí que ainda não deixam, né?
Então, assim, aí vai preso, pega ali, às vezes pega 30, 35, mas tem a progressão de pena, logo tá aí na rua de novo. Isso é um vexame, cara. É um negócio assim, vem o clichê aí, mas é um tapa na cara mesmo da gente, cara.
Porque se se cumprisse a pena que deveria, essa Suzane aí sequer poderia lucrar com a história que ela fez. Se não, aquilo que eu comento sempre em vídeo, vai virar comércio daqui a pouco. Porque tem uns doidos aí que vão começar a matar para depois vender a história. E quanto mais absurdo, bizarro, insólito for o caso, melhor. Porque vai dar mais audiência, vai dar mais notícia, manchete. E quanto mais...
Mas as hieninhas carniceiras estão lá.
Então, assim, duas coisas que eu queria perguntar para vocês. Vocês são a favor de segunda chance para criminosos? Claro que tem aí a questão do tipo de crime, né? Mas eu não estou falando desses crimes menores, não. Estou falando de crime bárbaro mesmo. Homicídio qualificado, estupro, principalmente de menor e também de maior, enfim. Crimes covardes, assim, como o da Suzane. Vocês acham que tem que ter progressão? Tem que ter.
A resposta é meio óbvia, mas comenta aí pra mim, quero ver. Porque às vezes eu dou uns comentários desses, pessoas me chamam de punitivista, mas... Punitivista, é pra acabar, meu irmão. Hum, hum, hum.
Verônica, bom dia pra todo mundo que tá chegando, tem alguém que acabou de chegar? Hoje a gente tá fazendo uma live especial aqui no canal, galera. Diferente, né? Onde eu tô trocando ideia aqui com vocês ao vivo e apresentando casos. Tipo um programa investigativo de TV, sabe? Roda aí. Daqui a pouco tem mais um, tá? Não sai daí, não. Mas só pra gente encerrar o assunto lá de Anápolis...
Não tem perdão para esse tipo de caso. Prisão perpétua para canalhas. Sou contra, provavelmente, a progressão de pena, não é? Não acho que deveria ter. Ou seja, me parece um consenso, não é?
Castelos Grayskull. Aí sim, boa tarde, Marcos. Grayskull de Pomba, Portugal. Eu ia achando que era, eu tava zoando. É, é um lugar mesmo, cara. Eu achei que você... Eu tenho a força pelos poderes de Grayskull.
É, o princípio básico é esse, né, St. Marques? Quem morreu, de fato, não vai ter a segunda chance, nem a família, né? Porque, convenhamos, a gente precisa ter um pouco de empatia e se colocar no lugar de uma mãe, de um pai, de um parente, né, que perde uma pessoa numa situação dessa. E aí, como é que fica a cabeça dessa pessoa com o resto dos dias dela? Enquanto isso, o outro parece que...
vai lá para o sistema prisional e aí ele fica na expectativa de ter bom comportamento para sair logo. Ou seja, ele tem uma perspectiva, ele tem para onde olhar. Muitas vezes as pessoas seguem, elas se apoiam em projetos. Tem muita gente que vai atrás de projetos para casos parecidos, para ter apoio jurídico, apoio psicológico, etc. Mas, convenhamos, não tem como comparar.
Rita Benites, muito obrigado. Parabéns pela qualidade dos vídeos. A imagem está belíssima. Eu fiz um upgrade aqui nos equipamentos um tempo atrás, tá? Muito obrigado. Agradeço imensamente pelo carinho. Que bom que vocês percebem. É isso que a gente quer. Afinal de contas, a gente faz os upgrades e ninguém percebe. Fala, caramba. Gastei dinheiro na tua, mas não.
como a gente aqui lê todo tipo de opinião opa não deveria ter redução de pena pra esses crimes bárbaros essa daqui ó sou a favor até da pena de morte de alguns assim eu não pelo seguinte é sei lá eu acho que a pessoa tem que amargar mesmo a solidão lá na cadeia e sentir até o último dia de vida natural ali o que ela fez né
me parece justo. Assim, eu sei que vai até um pouco contra algumas coisas que eu acredito, em termos de espiritualidade, de cristianismo, você tem que perdoar, mas tem certas coisas que é complicado. Para mim, pelo menos, ainda é muito complicado. Não tem essa evolução espiritual ainda.
Boa tarde de Lagoa, Portugal Ana Diogo, muito boa tarde É isso galera, vou colocar o segundo caso pra vocês Aí eu volto pra gente bater mais um papinho Se vocês tiverem Enfim, sugestões Trocar ideia, vai mandando aí que eu vou salvando Aqui os comentários, depois a gente Conversa mais um pouquinho antes de encerrar Tá bom?
Aproveitando aí, você que está trabalhando nesse momento, você que está fazendo almoço, 11h09, horário de Brasília, dia 8 de abril. Sejam todos muito bem-vindos a essa live e aproveite o próximo conteúdo. Já, já eu volto.
Era quase uma da manhã quando o celular dela vibrou. Uma notificação do Uber. A corrida tinha parado no meio do destino ali do nada. O motorista estava parado. O passageiro ainda dentro do sistema ali do aplicativo. Então, ela pediu um momento ali pro Uber. Na verdade, digitou, né? E ligou pro namorado. Ele atendeu, tava com a voz normal, de boa. Disse que tava tudo bem. Que na verdade ele tinha mudado o plano ali, mudado de ideia. E é que ele tava voltando pra casa.
Então ela perguntou mais nada, falou ok e ficou lá de boa esperando por ele. Falou que estava tudo certo para o Uber. Algumas horas depois, por volta das três da manhã, um sistema de detecção de tiros alertou a polícia de Albuquerque lá no Novo México. Os agentes então foram até o local onde tinha o alerta.
E no meio da rua, eles encontraram um homem caído, com vários ferimentos de bala, morto. O nome desse homem era Joseph Andrews. Ele tinha 30 anos. E aquela notificação de corrida parada, que tinha sido ignorada por essa moça que eu comentei no começo, era o exato momento em que esse homem estava sendo assassinado. Mas calma, vocês já vão entender tudo tintim por tintim dessa história.
Tudo começou com um pedido aparentemente banal, simples. Quem iria desconfiar disso? Na madrugada de 7 de agosto de 2025, um rapaz chamado Xelique Sanches, 18 anos, pediu pra namorada, uma menor de idade, que a identidade foi preservada, pra que ela chamasse o Uber ali da conta dela. A justificativa foi que ele precisava buscar um carro de um amigo que ele tinha visto pra comprar lá.
conversinha mole. Então, ó, a mocinha chamou aí o carro pro aplicativo, o Xelic esperou chegar, embarcou e foi. E enquanto a corrida acontecia, o Uber, então, entrou em contato com a namorada desse Xelic aí pra confirmar se tava tudo bem. Exatamente aquela cena que eu contei ali no começo da história. A viagem tinha parado assim, no meio do nada. Aí, como a gente vê, ela ligou pra ele, perguntou se tava tudo bem. Ele disse se tava tudo bem.
Tinha se arrependi, tava voltando pra cá, tá tudo certo, tudo tranquilo. Aparentemente tava.
Mas tem sempre um mais, não é? Ela voltou então Eles foram juntos depois disso ao McDonald's No meio da madrugada Ela pegou um frapezinho ali Ficou de boa tomando E o cara tava lá no estacionamento Lá de fora mexendo no carro Uma madrugada comum pra eles Exceto que o carro que ele tava mexendo ali Não era dele Não era de um amigo que ele tinha ido ver Mesmo porque ele já tinha dito Que tinha se arrependido Tinha voltado pra casa Ele já tem um monte de ponta solta aí, não é? Esse carro que ele tava mexendo Era do Joseph Ficou de boa tomando
Andrews. Exatamente, aquele cara que morreu na abertura da história e que era um motorista de Uber que a polícia encontrou lá na rua.
Desse casalzinho de namorados aí. E Xelique tinha removido a placa do carro já, tá? No dia seguinte, então, 8 de agosto, a polícia foi até o endereço da namorada do Xelique. E o que eles encontraram ali foi exatamente o carro da vítima. Um Ford Escape 2022 estacionado ali na frente da casa como se nada tivesse acontecido. Evidentemente, o Xelique foi preso. A namorada também foi levada pra prestar depoimento. Aqui tá coçando a minha quinta série, viu? Quando a polícia chegou, o Xelique deu um Xelique. Tô de brincos.
Bom, quando ele foi interrogado, o Schalick negou tudo. Ele disse que tinha dormido a noite inteira na casa da avó, afirmou que não tinha usado aplicativo de transporte naquela madrugada. Ou seja, um babacão tonto, bobo, que achou que ia enganar a polícia com essa conversa mole. Sendo que tem um monte de...
Pegada digital aí, né, filhinho? E sobre o carro, ele disse que tinha, na verdade, comprado pelo marketplace do Facebook no próprio dia 7. Quando a polícia, então, informou que o veículo, na verdade, pertencia a um motorista de Uber que tinha sido assassinado, o Felipe abriu os olhos e disse, o quê? Bom, a conversa com a polícia durou aí cerca de 40 minutos. 40 minutos de um málib que, digamos, é beira a infantilidade, né? Não se sustenta em...
Nada, em lugar nenhum. Câmeras, registros, aplicativos, históricos de localização, toda pegada digital. Em menos de 40 minutos, confrontado com o que a investigação já tinha levantado, o Xelic confessou. E aí a coisa ficou muito mais pesada do que qualquer um pode imaginar, porque a confissão foi gravada em vídeo. E o que o Xelic descreveu para a polícia não foi um crime de momento de raiva, uma briga de trânsito, um acidente.
Aquela coisa que dá uma explosão, acontece ali. O que já seria de você falar assim...
Samba, cara. Pô, não dá pra engolir o orgulho e voltar pra casa? Não. Mas é um negócio bem pior. Foi uma sequência de decisões completamente frias. Tomadas uma a uma. Antes de a namorada chamar o Uber ali no app, ele já tinha verificado uma arma pra ver se ela tava carregada. Confirmou que sim. Depois, os dois ficaram ali navegando pela lista de motoristas disponíveis no aplicativo. Supostamente a namorada não viu a arma. Supostamente. Eles olharam os perfis ali.
Os carros, os nomes, escolhendo. E o Xelique escolheu exatamente o Joseph Andrews. Ele foi perguntado pela polícia por que ele tinha escolhido especificamente o Andrews, né? E aí o Xelique disse, ah, ele parecia um cara legal. Depois ele disse ainda que ele não costumava ir atrás de gente boa.
Aí já começa a confusão mental do cara, né? Durante a corrida, o Schelick disse que teve uma conversa longa com o motorista, que ele era simpático, que os dois bateram um papo ali, que o Andrews era mesmo um cara legal pra caramba, nas palavras dele, tá? Quando chegaram ao destino, uma casa que ficava ali no sudeste de Albuquerque, o Schelick tinha escolhido ali aleatoriamente um ponto pra parar. Então ele mandou o motorista descer, no caso, o Andrews, né? Só que ele não saiu rápido, não pelo menos o suficiente pra motivação desse...
Esse louco aí, não é? Então, ele disse pra polícia sobre isso que o cara tava demorando demais. Ele não saía do banco. Aí eu fui falando pra ele, sai, sai, sai, vaza. Aí ele não saiu, eu atirei umas cinco vezes, eu acho. Depois, atirou mais uma. Ele ficou ali parado, observando o corpo no chão, antes de pegar o carro e ir embora.
Perguntado se ele tinha pedido o Uber pra roubar o carro, se era esse o motivo primário, digamos, ou só atirar no motorista, ele respondeu sem pestanejar que era pra atirar nele. Sobre a sensação depois do crime, ele disse que sentiu um pouco de pena, mas completou. Só que resolver isso, tirar isso de mim, é como um alívio. Tipo inspirar e respirar. Ou seja, cara, eu tava fazendo uma analogia que matar pra ele...
É uma coisa tão comum quanto respirar. Diz que foi fácil, que curtiu até aquele momento ali, que foi uma descarga de adrenalina pra ele, quase um êxtase ali. Enfim, e que o único arrependimento que ele tinha era não ter escolhido um motorista mais forte, mais imponente. Vai vendo, né?
Porque até aqui a gente tem um crime hediondo, não é galera? Premeditado, frio, um assassino de 18 anos que planejou, executou e depois foi ao McDonald's, que usou a namorada, supostamente sem ela saber do que se tratava, que escolheu uma vítima aleatória porque estava com raiva e não podia descontar em certas pessoas. Então, descontou.
O primeiro que apareceu. Mas essa não foi a única confissão que o Xelique Sanches fez naquela sala, tá? Em algum momento do interrogatório, a polícia perguntou quantas pessoas ele já tinha matado. Desconfiando, né? Que aquele cara ali não era normal. Um cara que fala desse jeito aí... Deve ter alguma coisa ainda por trás. Só que ele tinha 18 anos, né, galera? Aí o Xelique pensou um pouco ali, quando os policiais perguntaram isso pra ele. Ele disse... Eu não sou um serial killer, tá? Mas... Acho que matei umas...
Três pessoas que eu saiba. Três homicídios anteriores cometidos enquanto ele ainda era menor de idade. E pelo menos um deles disse que atirou e matou alguém quando ainda estava no ensino fundamental, na faixa dos 12 e 13 anos.
Não dá pra saber, né? Ao descrever esses crimes, ele usou a palavra lindos pros crimes, tá? E acrescentou que nessas situações ele conseguia enxergar melhor a noite. Digamos que a adrenalina do capiroto mesmo, né? O Ministério Público lá do Condado de Pernalillo confirmou publicamente que essas confissões tinham credibilidade e estavam sendo investigadas, mas que Xelic ainda não havia sido indiciado formalmente por esses outros casos aí. Mas o interrogatório ainda não tinha acabado, tá?
A polícia também revelou que em maio de 2025, meses antes do assassinato do Joey, o Chelique havia encostado o cano de uma arma na testa de uma criança de 7 anos enquanto ele estava chapando, bebendo. E depois ameaçou a criança para ela não contar para ninguém. O Chelique já enfrentava acusações formais por esse episódio também, tá?
Quem era essa criança? Não sei, não é? Talvez alguém do convívio dele ali, alguém só passando pela rua? Acho que não, porque não estaria sozinho, não é? Difícil saber, talvez seja alguém do convívio mesmo. O juiz responsável pelo caso, ao negar a liberdade dele, do acusado, disse Este é um dos cinco piores casos que eu já vi. Monitoramento por rastreamento não vai proteger o público de alguém como o Sr. Sanches. Olha que frase simples e tão emblemática para representar tanta barbaridade que a gente vê por aqui, não é?
Exatamente isso. Em setembro de 2025, o caso saiu da esfera estadual. O Ministério Público do Novo México abriu mão das acusações e a promotoria federal assumiu o caso. Então, um grande júri federal indiciou o Xelique Sanches por dois crimes. Sequestro de veículos seguidos de morte e sequestro de pessoas seguidas de morte. Ambos são crimes federais que, sob a lei americana, podem resultar em pena de morte.
Se condenado, Xelique Sanches pode ser executado. E aqui, a gente precisa parar um segundo. Porque ao longo dessa história, o nome que ficou mais conhecido foi o desse cara aí.
escroto aí, assassino. A foto dele sorrindo na ficha policial circulou por toda a parte e o Joey, que foi escolhido a dedo por um cara perturbado pra morrer, ficou em segundo plano. E é aí que mora, né, o... talvez o ponto de reflexão, porque é exatamente o que um cara paranoico desse quer, não é? Quando ele escolhe matar assim pra se satisfazer, ele quer ser conhecido por isso.
Então a gente aqui vai fazer uma breve homenagem, uma breve biografia do Joseph L. Andrews, que nasceu em 14 de agosto de 1994. Ele teria completado 31 anos uma semana depois de ser assassinado. O Joey cresceu num contexto de família reconstituída, a mãe dele, a Alison Green.
Criou ele sozinha até uns 14 anos de idade dele. Ela descreve o filho como uma pessoa muito querida. Ela diz que ela é a árvore e que ele, o filho, é o fruto que não caiu longe. A mãe dele se casou depois com um cara chamado John Green. E o relacionamento do Joe com esse padrasto aí era bem bacana, sabe? Tipo de pai e filho mesmo. Tanto que já adulto, o Joey tinha iniciado ali um processo de adoção formal, porque ele queria, juridicamente, ter o sobrenome Green.
Queria que o John fosse oficialmente o pai dele no papel também. O Joey tinha um irmão mais velho e também uma irmã mais nova. Filha da Allison com o John, tá? Que tinha acabado de completar 16 anos em junho de 2025. Ela passou por várias cirurgias ao longo da infância. Teve uma vida ali complicada. E esse detalhe é importante porque todo esse processo da vida dela, que foi duro também, dessa irmã dele. Ele era o cara que sempre tava lá dando moral pra ela, ajudando, sabe?
Tanto é que nas cirurgias que ela passou aí, é dito que ela sempre queria falar com o Joey, sabe? Mais do que com qualquer outra pessoa. Supostamente, o primeiro nome que essa irmã teria dito quando pequenininha foi Joey. Então, assim, tinha uma conexão forte com ela.
O Joey, galera, era escoteiro desde criança, chegou a um cargo de liderança, presidente ali da região dele, dos escoteiros. Ele cresceu como filho de uma família militar itinerante, ou seja, mudando de cidade para cidade. Mas há oito anos ele estava vivendo ali em Albuquerque.
E ele fez ali realmente a sua morada. Uma amiga dele, descrita como uma segunda mãe, Abigail Hanauer, foi quem recebeu o Joey lá no Novo México quando ele chegou. E nos oito anos que ele viveu ali, né? Ele participou de viagens com essa família, passou aniversários, feriados juntos. E a família Green também conta um detalhe importante da biografia dele pra gente ver como ele era um cara bacana, né? Quando ele tava com algum problema na escola, tipo assim, faltava grana lá na cantina da escola, ligavam pra mãe dele.
dizendo o que estava acontecendo e tal. E ela mandava dinheiro para ele, para o dia, para a semana e tal. E ele gastava tudo no caminho da escola. Só que por uma boa causa. Ele entrava em uma padaria, ele comprava as coisas e distribuía para a galera em situação de rua.
Essa era, na verdade, a essência do Joey. Então, em julho de 2025, um mês antes de ser assassinado, ele tinha se formado na Universidade Estadual do Novo México, bacharelado em tecnologia da informação e segurança digital. Levou anos, galera. Muita sofrência ali. A mãe escreveu nas redes sociais que era um objetivo dele há muito tempo. A família toda tinha muito orgulho. E que aquele ano tinha sido, de longe, um dos melhores anos da vida do filho daquela família.
Ele tinha superado o medo de voar e começou a viajar, estava abrindo uma empresa. Estava super feliz. Uma empresa dentro do ramo de atuação da formação dele, tecnologia da segurança da informação, enfim. A vida do cara estava decolando, indo de vento em popa. Até apareceu um desgraçado desse, um demônio desse daí que escolheu o cara ali ao acaso. É muito louco isso, quando a gente começa a filosofar sobre isso.
Porque o cara, né, velho? Enfim, galera, mas um detalhe importante, como ele chegou a ser motorista de Uber, né? É porque ele tava fazendo bico, tá? Tipo assim, na verdade, ele tava juntando uma grana justamente pra dar o start aí nessa empresa que ele tava lançando, inaugurando do ramo dele.
E foi na madrugada de 7 de agosto de 2025, quando o Chelique Sanches entrou no carro dele, lá na rua Merlida, era o primeiro turno do Joe como motorista de Uber. Vai vendo, primeira corrida dele na primeira noite. A namorada do Chelique, que usou a própria conta dela pra chamar esse carro aí, sem saber o que ia acontecer, disse que quando o Uber notificou que a corrida tinha parado, ela ligou pro namorado, ele disse que estava bem, então ela acreditou.
Só depois de ver o carro e entender as circunstâncias é que o peso desabou nos ombros dela.
Aquela segunda mãe do Joey, amiga dele, Abigail, disse numa entrevista que a gente não foi feita pra entender esse nível aí de maldade. Eu não consigo entender como alguém pensa dessa forma. Essa é a parte mais difícil de carregar.
É justamente isso, né? Porque um cara bomba caramba, assim, supostamente, né? Ninguém é perfeito, né, galera? Lógico que as biografias vão sempre exaltar as qualidades, mas, pô, tudo indica que o cara tinha mesmo um bom coração, né? Aí tem esse cruzamento bizarro na vida, né? Ela disse, inclusive, ainda, essa amiga dele, Abigail, que se ele soubesse que esse cara aí tava passando por qualquer tipo de problema, ele teria sido o primeiro a oferecer ajuda.
E por incrível que pareça, parece que era exatamente esse tipo de pessoa que dava prazer no Xelique, não é? Pra matar.
Assim, a família dele, os amigos, o Joey também, pediram, ao invés de flores ou correntes de mensagens, uma coisa mais simples, que as pessoas fizessem o que ele faria. Uma coisa boa pra alguém, pra um estranho, todo dia. Esse seria, então, o legado dele. Sobre esse ser das trevas aí, o Sanches, ele segue preso, tá? Sem direito a fiança. A investigação dos três homicídios anteriores que ele confessou segue em andamento. A defesa sugeriu, durante a audiência, que as confissões extras eram fanfarronices, tá? Que ele provavelmente estava assumindo crimes ali.
de outra pessoa. Bom, foi a defesa que disse isso, né? Já os promotores disseram que essas confissões têm certa credibilidade. A família do Joey aguarda o julgamento, claro, como todo mundo que conhecia ele. E o Xelique Sanches, 18 anos, com um espírito totalmente maldoso, escolheu a dedo um motorista qualquer num aplicativo com o celular da namorada numa madrugada de quinta-feira porque ele precisava de uma válvula de escape que era matar.
E ele acabou escolhendo, como a gente viu, um cara que era do bem, tinha acabado de se formar, e que tava buscando seus sonhos ali. Era a primeira noite de trabalho dele no Uber. O primeiro turno dele. Pois é, galera. Eu acho que o principal...
O questionamento que fica desse caso aí é será que o Xilique foi a primeira vez dele? Porque assim, do nada, bateu uma vontade de matar nele assim, do nada, já com método, porque aí pelo menos ele verificou a arma, depois usou a namorada pra pedir o carro por aplicativo. É assim, uma semente do mal, meio burra também, assim, né? Porque...
Claro que a polícia ia chegar, né? Mas assim, o que eu tô dizendo é Será que essa vontade surgiu ali? E como é a coisa aí do acaso, né? Mesma forma lá do primeiro caso Só que o primeiro caso é aquela situação assim Que é imprevisível completamente, né? Não que esse não seja, mas lá o cara Provavelmente foi um acidente Agora aqui, o Joey, ele foi...
Cara, ele tava trabalhando, velho. Aí o cara abriu o aplicativo e escolheu ele ali, uma roleta russa que ele não escolheu participar, né? Bizarro isso. Mas eu fiquei com isso na cabeça. Será que esse Chilic só matou esse cara? Você olha pra carinha dele ali novo pra caramba, né? Não sei se tem um pouco de verdade nisso que ele falou que ele matou com 13, 14 anos ainda na escola. Sei lá. Talvez seja um cara que tem algum distúrbio aí.
Usou aí o Joey, de fato o assassinato do Joey, pra, sei lá, de repente criar um status de assassino doidão, porque a hora que cair na cadeia sabe como é que funciona. Então, eu fiquei pensando nisso. Não sei o que vocês imaginaram. Mas esse tema de crime ao acaso, no lugar errado, na hora errada, é bizarro, porque é totalmente imprevisível. Você não sabe. Você tá ali, a Deus dará, completa roleta russa mesmo.
Mas é isso, galera Eu perguntei ali pra vocês no chat Meu chat, querido Vocês já estão quase na hora do papá Pelo menos pra quem tá aqui no Brasil Tem audiência internacional também
Mas eu falei, vá comentando, se vocês estão gostando desse formato aqui, que eu posso padronizar. De repente, imagina, toda quarta às 10h30 da manhã, esse bate-papo criminal, eu trago as notícias da semana, e a gente vai trocando essa ideia juntos. Posso inserir casos mais produzidos, para a gente ir acompanhando, batendo um papo sobre também. Às vezes não, às vezes só as notícias mesmo.
Mas fazer um conteúdo aqui mais de proximidade, né? A gente já fazia isso, acho que na temporada 24, 25, depois deu uma esfriada, né? Mas se vocês curtem, é que me parece que o algoritmo do meu canal ele ainda não entende muito a questão da live, né? Não sei se a galera, como é um tempo muito maior, né? Eu costumo fazer vídeo de uma hora, por exemplo, aqui a gente já está batendo uma hora de live.
Então, assim, talvez não tenha tanta entrega. Então, eu vou pedir para você que gosta do meu trabalho, sempre que você olhar lá e tiver a notificação de que vai ter a live, por exemplo, de quarta ou de sexta ou até de segunda,
Impulsiona, compartilha Nas suas redes sociais, sabe? Vá jogando o link pra frente pra gente tentar Sei lá, mandar um sinal pro algoritmo Que esse formato também vai fazer parte Agora do canal, tá? Eu acho bacana pra caramba Confesso pra vocês que eu preciso ainda Me acostumar, não tô acostumado a fazer live assim O pessoal fica me convidando Às vezes pra ir em podcast Eu sempre falar
Não curto tanto assim, né? Inclusive o Daniel esses dias me convidou pra ir lá de novo, do LendaCast. Falei pra ele, pô Daniel, eu não me sinto muito confortável ainda com live, mas eu vou começar a fazer aqui no meu canal, assim. A gente vai acostumando, né? Porque live, galera, aquilo que eu falei na hora que eu tava comentando do documentário da Iena, né? Falei assim, cara, qualquer palavra que você solta, às vezes, você pode ser penalizado, derrubar vídeo ou, sei lá, as pessoas entenderem errado, então...
É complexo, mas ao mesmo tempo é gostoso. Então se vocês tiverem...
apreciando esse formato, eu topo deixar ele aí na grade de programação do Marcos Campos. Aproveito para fazer um convite aqui, tá? Antes de finalizar, tem uma galera que confunde ainda, porque eu acredito que a base de fãs, de inscritos, é a mesma, então dá uma certa confusão. Eu criei o canal Marcos e Fatos, galera, para falar de assuntos que não cabem aqui no Marcos Campos. O Marcos Campos é um insólito, galera, que a gente fala só de casos criminais.
Então todos os casos que não cabem aqui, por exemplo, mistérios, casos de desaparecimento, marcos e fatos históricos. Por exemplo, eu estou produzindo um vídeo super bacana lá para o Marcos e Fatos, que é sobre o ano 536, que é considerado por muitos historiadores, muitos cientistas, pesquisadores, como um dos piores anos da nossa existência, da existência humana.
Então eu estou fazendo um vídeo bem legal, com base científica, falando do Império Bizantino. Enfim, está muito legal, está bem robusto o vídeo.
E eu vou publicar lá, provavelmente na semana que vem. Então já fica o convite para você se inscrever lá no Marcos e Fatos também, que é esse outro tipo de conteúdo, tá? Se você curte, fica o convite. Se não, pode continuar aqui no Marcos Campos, que é o insólito, como sempre, tá bom? Vou ler alguns comentários aqui. Aproveita para a gente trocar uma ideia. Antes de finalizar, a gente já ia aqui se despedindo. Deixa eu voltar um pouquinho aqui no tempo.
pior que é né Olimpia Carvalho, até pra ser criminoso o cara tem que ter o mínimo de inteligência perigoso né mas os serial killers famosões dos Estados Unidos, todos eles tem essa, digamos essa característica da personalidade os caras com QI e tal elevado, não sei se é uma romantização dos caras ou se é a verdade mesmo Olimpia Carvalho
Você assiste aquela série lá que... Como é que chama aquela série? Nunca lembro o nome, cara. Que são dois detetives lá que eles acompanham, que eles criam o Criminal Profiling no FBI. Como é que chama essa série? Alguém me ajuda aí, por favor.
Mas enfim, aí eles vão lá conversar com vários serial killers que já estão presos, né? Aquele grandão lá que eu esqueci o nome. E assim, os caras são sempre retratados com uma mente completamente sapiente. Você fala, caramba, velho. É uma merda perto desse assassino, né? Não sei se é aí que tá aquele toque de romantização, né? Vocês viram o que eu fiz aqui nesse vídeo que acabou de tocar pra vocês aí? Do caso do Joey? Você vê, você tem uma biografia.
O meu ponto de vista sobre a criação de conteúdo, né? É assim que a gente vai devaneando, né? Cada hora é uma segunda, mas vamos que vamos. O meu ponto de vista é, você tem que... Eu, né? Sempre nesses seis anos já de canal, meu objetivo sempre foi focar na vítima e dar voz pra quem não tem. Tem muitas famílias aí lutando por justiça, por exemplo, de feminicidas que matam e depois...
A investigação é porca pra caramba, porque o cara é filho de senador, filho de não sei quem, do prefeito da cidade, aí fica se abafando, sabe? Então, aí a gente tenta, é óbvio que são muitos, não dá pra fazer todos, mas a gente vai elencando, colocando aqui na lista de produção, sempre que tem documentação suficiente pra gente falar.
Pra quê? Pra ajudar um pouco a dar voz à internet, galera. É uma coisa maravilhosa nesse sentido. Quantas coisas a gente viu mudar já por pressão de vocês que acompanham. Então, assim, quando subverte isso, tem essa inversão de valores, complica quando você foca no assassino. Mas é compreensível também, porque desgraça às vezes...
A carniça dá mais clique, né? Infelizmente. Eu vejo um monte de canal aí, cara, que tem umas... umas headlines assim tão grotesca. Eu falo, meu Deus do céu. Mindhunter, Penélope. Mindhunter mesmo. Isso aí mesmo. Olha lá, família Marques. Realmente a plataforma não entrega os vídeos. Entrei só pra saber que tava ao vivo.
Não sei, cara. Isso aí também é uma coisa que eu tenho ali minhas queixas, porque não é possível, cara. Pô, eu tenho maior constância. Nesses cinco anos eu nunca deixei de postar vídeo segunda, quarta e sexta. Porque eu trato isso aqui com profissionalismo mesmo. Eu ganho a pão hoje, então é totalmente caxias. Mas apesar disso, sei lá. Deve ser as coisas que eu falo, acho.
Gosto do seu jeito de abordar e ressaltar quem precisa. Claumacena. Obrigado, Clau. Cacau. É verdade, né? Não tem mais. Sacanagem, né? Uma série tão legal. Adoro seu canal. Assisto todos os vídeos. Amei a live. Muito importante o trabalho que você faz. Parabéns. Valeu, Daiane.
O próprio caso da PM Gisele foi assim. Pois é. Leandra Cássia, Marcos Campos sempre te acompanha. Espero que você cresça mais e mais nesse canal. Amém, Leandra? Estamos aí, batalhando para isso. Pô, seis anos, cheguei a um milhão ainda, cara. Isso às vezes dá uma deprimida. Vou ser sincero com vocês. Eu fico, caramba, velho. Será que eu estou fazendo de errado aqui, meu?
A gente construiu uma base muito sólida, sou muito grato a vocês que me acompanham aqui semanalmente. Eu conheço a galera já, de novo, bato o olho, eu já sei quem tá aqui sempre. Porque apesar de não conseguir responder todos os comentários, vou dando um coraçãozinho lá, mas assim, eu sei a galera que tá lá comigo. Então assim, eu sinto que os vídeos estão sempre dentro da bolha, entre aspas, sabe? A gente precisava arrumar um jeito de fazer, sair pra mais pessoas, né?
Porque tem uma certa resistência, não sei o que acontece. Mas a gente vai aí, cara, tentando.
Arruma um milhão se Deus quiser. É isso, primeira dama. Primeira dama, eu choro. Margarete Figueiredo. Marcos, você conhece o caso do Brian Nichols? Não me é estranho esse nome, mas não lembro, não. Cacau entra todo dia. É isso aí, tem que entrar. Se o YouTube não entrega, a galera que curte, é só entrar. Segunda, quarta e sexta, tem vídeo, tá?
Lucy, é isso Marcos, parabéns pelo seu trabalho, assisto todos os vídeos e fico até triste nas terças e quintas aí fica o convite pra você vir lá no Marcos e Fatos que eu tô postando justamente de terça ou de quinta lá que é pra cobrir essa lacuna aí já zerei todos os vídeos, me restam as lives agora não zerou não, tem vários aqui que eu preciso postar já estão prontos aqui, tá? essa semana eu vou postar, pelo menos uns três aí pros membros e aí
Eu acho que são três que tem pronto. Não sei, eu fico prometendo. Porque eu não cumpro, vocês me cobram, né? Mas acho que pelo menos uns dois tem pronto aqui. Eu fiquei pasma com a criança de ontem, pelo amor de Deus, os pais não acreditarem nela. Pois é. Ontem estive assistindo os vídeos do começo do canal e... Caramba. E é impressionante a evolução do canal. Muito orgulhosa do trabalho que você criou.
Valeu, Rita. Isso aí, né? A gente sempre tenta evoluir realmente lá no começo do canal. Eu assisto e fico até com um pouco de vergonha, porque travadão, né? Nunca tinha feito isso, mas...
Valeu, esse é o nosso intuito Gosto demais Do seu canal, quem vê seus vídeos Fica mais alerta E mudei muito depois de te conhecer Exato, né? Isso é mais um ponto Da nossa linha editorial Priorizar, eternizar a biografia das vítimas Contar toda a história Conta também Os dois lados Os dois lados Os dois lados Os dois lados Os dois lados Os dois lados Os dois
mas, acima de tudo, também fazer alertas, pequenos alertas, como, por exemplo, a gente acabou de fazer aí no caso da menininha lá de Anápolis, né? Cara, ouça a sua criança, vá atrás, investigue, cara, pode escantear assim, meu. Tá criando ali uma ruptura que nunca mais vai se colar. Como é que essa criança vai perdoar esses pais aí? Ela vai esquecer, tem oito anos, né? Pode ser que sim, mas não sei também.
Ai, ai. Deixa eu ver. Tem que postar mais erros de gravações para os membros. Se é bom dar risada. Ô, Penélope, vou te falar uma coisa. Como diria o poeta sem querer me gambar. Mas, sem zoeira. Faz tempo que não está rolando uns erros. Assim como rolava lá no começo. Que agora eu estou com... Sei lá, acho que eu acostumei. Então, não rola uns errinhos. No começo era um erro absurdo. Tem lá no meu Instagram vários vídeos de erros.
Você vai conseguir chegar a um milhão, assista todos os seus vídeos. Abraço, abraço. Silva Leila. É isso aí. Bom dia, adoro o seu trabalho. Bom dia, Tatá. Tati.
Duplo feminicídio em Tanguá. Homem matou amante e filha após a menor denunciar abuso sexual. Nesse momento aqui gostaria de convocar a senhora Eliana. A senhora Eliana se encontra na live. Agora peguei. Por favor, vamos anotar aí. Eliana, pra quem não sabe, minha roteirista trabalha aqui comigo já pelo menos uns 4, 5 anos. Eu acho. Acho que sim, fez tempo já.
Parabéns Marcos Eu faço todo o serviço de casa Escutando os casos que você traz pra nós Em alguns eu choro Outros a vontade de fazer justiça com as próprias mãos É Digamos que True Crime mexe com as emoções da gente mesmo, né? Vamos ver o que mais aqui Agora melhor mesmo É o tanto que ele fica puto com o mal É Isso aqui faz parte Eu acho que é por isso que às vezes dá uma segurada nos meus vídeos Preciso ser mais polido E aí
Porque assim, sei lá, eu fico vendo uns vídeos aí às vezes, um polimento, aquele sentimento retido, contido. Cara, eu não consigo, velho. Às vezes eu me seguro, eles não fazem ideia. É que daí vira um negócio meio canal policial, né? Tem que tomar cuidado também, né? Tem que ter um negócio de ficar só amaldiçoando os caras. Mas eu procuro, dentro da revolta, trazer o porquê dela, não é? Porque são coisas assim, às vezes até repetitivas, mas, cara...
A gente, enquanto sociedade, precisa tomar cuidado em certas decisões, porque senão a gente está corroborando certas incoerências, certos discursos e, como é que o povo chama agora? Narrativas, que são incoerentes. Eu vi um vídeo uma vez, aproveitando que já que a gente está falando de tudo, vi um vídeo uma vez, logo que aconteceu o caso do Cão Orelha.
aí o cara tava entrevistando a menina e falou assim, ó, você acha que os menores lá que mataram o Orelha tem que ser punidos? Tem, tem que ser punidos, claro é um absurdo o que eles fizeram, então você assina aqui uma baixa assinada pra gente votar, pelo menos debater a questão da menoridade da maioridade, melhor dizendo penal, ah não aí não
Ou seja, então assim, quando a causa convém, só que vale a pena, aí complica, né, cara? Aí complica porque você ferra todo o resto. Quando não te atinge, foda-se. Não pode ser assim, né, cara? Às vezes você tem que olhar, tirar um pouco as vaidades políticas do pensamento e olhar mais serenamente, mais com racionalidade, porque tá sendo dito ali, caramba.
Sabe, quando você fala assim de votar, discutir a questão da maioridade, porque tem muitos casos onde as pessoas passam assim, meio que assim, o cara é maior, ele quer cometer um homicídio, aí ele chama um grupinho lá de menores também, todo cagado mentalmente, vai lá, faz a cagada e o menor que atira, porque ele tá prestes a completar 18 anos, não vai acontecer nada com ele. Isso é um absurdo.
Pelo menos no meu ponto de vista é. Porque o cara sabe, obviamente, o que está fazendo. Aí você tem as medidas socioeducativas. Convenhamos, o que é essa medida socioeducativa? É a gente não poder saber quem fez aquilo? Porque é assim, se você divulga nome e imagem do menor que cometeu um ato...
Um homicídio que eles chamam de ato infracional é você que se ferra. Eu fico vendo páginas que colocam a cara dos caras, estão ferrados, porque essa família pegar, vai processar os caras e é capaz de quem divulgou esse absurdo e preso e quem fez não. Então você percebe a inversão de valores que tem intrínseca nos discursos, nas narrativas? É aí que a gente tem que tomar cuidado e pensar com clareza quando for tomar decisões. Enfim.
Valeu, Ana Diogo. Melhor live. Sou muito fã. Muito obrigado. É isso, galera. Eu acho que, depois de bater um papo legal aqui, eu agradeço mensalmente a companhia de todos vocês, tá? Compartilha aí. Nossa live tem um conteúdo bacana que foi gerado aqui hoje. Pera aí um pouquinho. Em todos, o apresentador não mostra sentimento nenhum. Só conta o caso e pronto. Estranho demais. O seu diferente...
Valeu. Valeu, Eslúcio, é isso? Acho que tem que ter, tem que se envolver um pouco, senão fica um negócio bem esquisito. Mas é isso, tamo junto. Valeu demais aí pela companhia de vocês, gente. Sempre muito bom poder trocar uma ideia.
Semana que vem eu vou tentar preparar mais uma, tá? 10h30, ficou um horário bom? Ficou um horário bacana, né? Antes do almoço ali dá pra gente fazer, conversar enquanto vocês estão fazendo os afazeres aí do dia a dia, fechou? É isso então, deixa eu só... Eu sou meu próprio engenheiro de áudio, de áudio não, da live, tá galera? Então eu apanho que vocês não fazem uma ideia, achei. É isso então, um beijo no ruivo e até a próxima.