Episódios de Podcast do Vogalizando

EP205: Faustão, Rei Charles e Gengis Khan entram num bar

06 de maio de 202637min
0:00 / 37:00

E se quiser e puder, vem viajar com a gente! Clica no link aí que tem todos os detalhes:

⁠⁠https://partiu.vip/historiaecinema2026

Mais uma quarta-feira saindo um novo episódio do Podcast do Vogalizando, onde Marco e Vogel te trazem notícias, desmentem fake news e contam detalhes dos bastidores.

Pra participar do podcast com a gente, manda um email pra podcastdovogalizando@gmail.com

Assuntos3
  • Datas ComemorativasMaximilien Robespierre · Sigmund Freud · Orson Welles · Tony Blair · Maria Montessori · Henry David Thoreau · Eduardo VII · Enéas Carneiro
  • Cantores LatinosRick Martin · Shakira · Rosalía · Bad Bunny
  • Máquinas de lavar em patrocínioLava louças · Máquina lava e seca
Transcrição99 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá, aqui é a Ana Paula Padrão e como empreendedora eu recomendo a Claro Empresas. Se você é micro, pequena ou média empresa e quer ir ainda mais longe, bora com a Claro Empresas. Soluções completas e inovadoras para transformar o seu negócio. Saiba mais em 0800-720-1234 ou acesse claroempresas.com.br. Claro Empresas, bora fazer juntos.

E aí, pessoal? Mais um podcast do Vogalizando começando, aqui é o Vogel. Começa o teu amigo, Marco Viríssimo. Ué, pá! Um, dois, três, um passe tu adelante, Maria. Eu achei que tu ia começar a cantar na música da Shakira. Eu demorei um tempo até perceber que isso aí é outra coisa. É Rick Martin, né? É, Rick Martin. É, mas é o sangue latino, né? É o que tá na moda agora, né? Eu acho que sim, Marco. Quem é o seu cantor latino preferido?

É o Rick Martin, é a Shakira ou tem um terceiro aí? Pô, eu gosto bastante da Rosalia. Tá de sacanagem, né?

existe uma cantora chamada Rosalie? porra, gigante inclusive cacete não fazia ideia não fazia ideia, eu achei que tu ia falar o Bad Bunny o Bad Bunny é bom também tu és um homem do estilo latino tu gosta de dançar na salsa tu é um cara que tu tem molejo nos quadris do Marcão o pessoal que acha que tu erita bem em vídeo que eu não te vi dançar

É uma virtude e uma maldição. É mesmo, Marco. Poucas pessoas sabem a dor que é. Esse dom, né? Esse dom que Deus te deu, né, Marcão?

Marco, 6 de maio, quarta-feira. Podcast sendo na quarta-feira. Primeira coisa que estamos gravando essa semana é o podcast? Oi, eu. Primeira coisa. Oi. Sabe quem está no aniversário hoje? Quem? Maximiliano Robespierre, Marcão. Oi, o Robespierre. Robespierre nasceu num dia como hoje, em 1758. Esse que foi aí o grande nome da Revolução Francesa, né? E que depois acabou guilhotinado, como mandou para guilhotinar muita gente também. Às vezes, o que vai volta, né? É verdade. Às vezes, o que vai volta.

Em 1856 nascia Sigmund Freud. Aí, ó. Pai da psicanálise. Freud explica. Explicou bastante coisa. Explicou? Eu acho que sim, né? Dizem que sim. Tu não acha um pouco, sei lá, tudo é a tua mãe? Ah.

Eu acho que isso responde muita coisa, que é bem fácil assim, ó. Tipo, pô, cara, tô... Tenho que trabalhar todo dia. Eu também, tua mãe não nasceu rica. Aí, tua mãe não trabalhou o suficiente pra que você nascesse rico. Então é culpa dela. Isso é culpa da minha mãe. Eu acho que é fácil colocar culpa da mãe pra todas as coisas. No pai ninguém coloca culpa, né? Em 1915, Marcos, nascia Orson Welles. Orson Welles. Que é um grande ícone do cinema, né?

É o cara aí que escreveu, dirigiu, atuou e produziu o filme Cidadão Kane. Mudou a cinematografia para sempre. Com certeza. E fez outros trabalhos importantes aí depois. E ele tinha menos de 30 anos quando fez o feito cinematográfico. Então é reverenciado. Eu acho que é um dos grandes aí do cinema. É um daqueles que tu pensa assim, pô, com 30 anos, o que eu tava fazendo?

É, então. É ruim se comparar nisso aqui. Mas se der tudo errado, pode culpar tua mãe. Isso. A mãe do Orson Meus aqui fez tudo direito. E completando 73 anos, tem o Tony Blair, Marcão. O Tony Blair que foi primeiro ministro do Reino Unido.

Tinha até um governo bastante popular, até que disse acho que os Estados Unidos estão certo em invadir o Iraque, sim. E aí a popularidade dele foi pro caralho. Porque, porra, Tony Blair. Claro que não, né? Vai cair na história aí de arma química, porra, tá doido? Despedidas também. Temos hoje. Que jeito foi esse de anunciar?

Hoje, morreu gente, tá? Vou falar aqui quem morreu hoje. A educadora Maria Montessori, em 1852. Um dos grandes nomes, cara. Sempre que... Todo mundo que é pai, imediatamente começa a ouvir esse nome. E Waldorf. É. Fala muito do Piaget e do Vigotsky também? É, então. Não, mais essas duas, assim. É. Que é tipo, ah, tu vai criar Waldorf ou tu vai criar Montessori. Cara, sensacional. Sensacional esse jeito. Só escolhe um nome, né?

Waldorf.

O cara nem sabe. Mas a motocicleta é uma grande educadora, pô. É conhecida como... Deixa a criança se virar, pô. Deixa que ela faz as coisas dela sozinha. E é isso aí. Bota a cama no chão. Ah, cara. Deixa que ela se vira, pô. A criança é independente. A criança é como a gente. Ela faz as coisas dela. Só que menorzinha. Só que um pouquinho menor. Só que ela não alcança a parte alta das prateleiras. E é bom não deixar ela brincar com coisas cortantes também.

Nem químicos. Nem químicos. E nem em lugares altos sem proteção. Talvez não seja boa ideia deixar a criança solta, não.

O autor de A Desobediência Civil, Henry David Thoreau, em 1862. O cara era um abolicionista, influenciou em movimentos anarquistas no futuro também, mas ele é muito conhecido por ter escrito essa obra, Desobediência Civil, que depois veio a influenciar figuras como Mahatma Gandhi, como Martin Luther King, que defendia que você não deve obedecer leis injustas. Sim. De que a população deve se organizar para desobedecer o governo. Ele morreu no dia como hoje. Mas muito tempo atrás.

O rei Eduardo VII, do Reino Unido, morreu em 1910. Filho da rei Vitória, Marcão. É aí. Então, foi muito ofuscado pelo governo da mãe dele. Aí é foda. Pois é, não vão lembrar muito do que vem depois. Vão lembrar o que vem depois dele e tudo mais. A rainha mais longeva da história do teu país até agora. Aí agora vem tu. Dá nome a um período da história.

mais se situa o baita. Então fica ali tímido, né? E Enéas Carneiro, em 2007. O maior presidente que o Brasil não teve, né, Marcão? A galera fala que se esse cara tivesse sido presidente... 56 era o número dele? É, na época do... 56! É, na época do Prona. Então, o nome é Enéas. Então, porque, pô, hoje em dia acho que a gente teria carros voadores no Brasil se o Enéas fosse presidente. Teria o quê? Carros voadores. Eu acho que sim, tá? O primeiro, né? O primeiro pra ir.

ia ser outra coisa, Marcão. Eu olho pra essa janela aqui e vejo um horizonte mais límpido, assim, pensando se a Eneste vai ser o presidente do Brasil. E todo mundo ia ter a barba dele, né? Os nenéns já iam nascer assim. Careca barbudo. É um grande, grande look. Tem vídeo ali no nosso canal sobre Eneste Carneiro. Escrito aí pelo Miquel, inclusive.

Vamos ver as pessoas, Marcão? Bora. O que é melhor? Lava louças ou máquina lava e seca a roupa? Tu vai saber responder melhor. Tu que tem esses dois aparatos aí. Os dois. Privados. O meu é público. Cara, eu acho... Porque a parada aqui é de tu lavar a louça e deixar no escorredor. E o outro é de tu lavou a roupa, mas tem que estender no varal. Eu acho que o ato de lavar a louça incomoda mais do que o de estender roupa. Incomoda mais.

Então eu, entre essas duas opções Eu escolheria a Lava Lúcia O problema do secar a roupa é a falta de espaço Talvez, né? Tipo, por exemplo Lá no nosso apartamento É a varanda interna Não tem um lugar fora de casa Para deixar Então ele fica ali no meio da sala Fica num cantinho ali, né? Depende muito da configuração do apartamento Mas tendo espaço para ambos Eu optaria primeiro pela Pelo...

lava-louça, assim, que é pra... Bota a louça lá dentro. Pô, se domingo eu fiz um fricassê. Não sei nunca que a lava-louça vai lavar isso aqui. Pô, limpinho mesmo. É. Maravilhoso, cara. Existe um preconceito, né, com a lava-louça que vem da época das lava-louças das nossas mães. Elas eram ruins no passado, cara. Elas eram muito ruins. É. E aí tem muita gente que, tipo, não, lava-louça não presta. Nunca prestou. É bom.

Hoje em dia as lavouras são bem boas. E assim, lava e seca, eu adoro também. Tira da máquina, já bota no copo e vai embora. Eu quero que as máquinas façam tudo por nós. Isso. Não quero fazer mais nada. Inclusive, bota para escrever roteiro aqui. Esse episódio aqui é gravado por Iá.

Nenhum de nós tem que ir agora. Voltar para a minha área e ganhar menos ou ficar sendo peão ganhando o dobro? Porra, ganhar o dobro é bastante, hein? É bastante, porra. O que é esse trabalho? Será peão, peão tipo de obra? Será que é obra? Mas não pode ser assim. É que aí a parada pode ser um serviço muito cansativo, danoso para o corpo do cara. É, tem isso também. É, mas às vezes o cara não tem como ganhar metade do salário dele agora também. Não está com criança pequena. É difícil em algum momento disso aí.

E às vezes o cara nem gosta tanto da área dele. Às vezes o cara só quer voltar porque, ah, foi a faculdade que eu fiz. Então já que eu fiz aquela faculdade, eu vou ter que trabalhar nisso aqui também. Muitas questões, né? É, então, olha, se pro cara, assim, o nível de agredibilidade do trabalho é o mesmo? Ah, eu abandonaria, assim, o que eu estudei pra fazer. Vou dar a dica de ouro. Vai, Marcos. Faz o que é melhor pra ti. Isso. Pô, caraca, mano.

o que é Sigmund Freud, perco de Marco Viríssimo? Porra, porra. Daqui algum dia, cara, vai ser tu o cara que vão estar falando aqui, ó. Marco, explica. Marco, explica. Vou lançar um livro aí. É só uma frase várias páginas em branca e aí uma frase lá no meio, assim, ó. Faz o que é melhor pra ti. Isso.

Dá pra fazer um livro só com frase que tu já soltasse aqui, tá? Esses dias eu falei pra um professor, aquele... Pô, os adolescentes é foda, né? E eu falei pra ele, cara, o adolescente é o mais próximo que a gente tem de um animal. E ele olhou, tipo, caralho, é verdade. Não tô falando, pô. Já me apropriou da tua frase já.

Deputado quer dia dos legendários no calendário de Santa Catarina. Ah, vai, tô bom. Onde mais seria, né? Onde mais seria uma coisa dessas? Mas esses dias que os deputados fazem, assim, no calendário, não quer dizer porra nenhuma. Serve pra quê? Ele usa isso no argumento dele. Ah, galera.

Então, pra que nós vamos fazer uma bosta dessa? O que alguém ganha com isso? Nada. Nada. Ninguém ganha nada. Ninguém perde. O make-up, o que ele diz é, ah, mas ninguém vai perder nada com isso. Nada. Agrada os caras, pô. Ah, velho. O que alguém quer um dia pra sua profissão? Claro, tem gente que gosta, né? Eu é que não dou bola. Não é nem a profissão.

Beleza, mas o que tu é? Sabe? Tipo, eu faço parte disso aqui. Tem gente que gosta. Eu não consigo companhia porque não dou bola. Às vezes o legendário sente falta disso. Ele quer, naquele dia, que a mulher dele diga Parabéns, meu amor, por subir a montanha e gastar o dinheiro do casal nisso aí pra você me tratar melhor. Pois é. Pra você dizer que me trata melhor. Os caras vão lá em cima pra chorar, porque eles não podem chorar aqui embaixo. Tá doido? E aí liberam os sentimentos.

Às vezes até eu quero a volta melhor, porque nunca teve uma expressão de sentimento na vida. Foda que tem que subir a montanha. E pagar dinheiro, né? Às vezes é para subir a montanha de graça, né? Estados Unidos vão emitir passaporte com imagem de Trump.

É, é comemorativo, né? 250. Mas é limitado, né? É uma coisa que eu não entendi sobre isso aí, eu vi essa notícia. Vai ser uma edição limitada. Isso, comemorativa. Mas aí, tu é sorteado com a cara do John? Não tá claro. Não tá claro a notícia. E é o seguinte, e se eu não quiser esse? Não tá claro se tu vai ganhar sem querer ou não. Eu vi uma notícia gringa disso e aí um monte no comentário assim, porra, ainda bem que o meu tá...

Não tá válido aí. Cara, é isso. Não tá claro se quem ganha, quem não ganha. E se tu ganhar, se tu pode não querer esse. Não é explicado. Imagina. O passaporte dura 10 anos, pelo menos no Brasil. Não, nem sei, nem sei. No Brasil, 10 anos de validade. 10 anos com a cara do tio. Cara, e assim, o presidente é altamente impopular, cara. Como é que o cara acha que é uma boa ideia botar a cara dele ali, pô? É, também se vier, pede segunda vida.

deu, dá pra resolver aí vem a segunda via dele, não fica a cara dele agora dele com o Didi vence agora dele com a cara de braba assim, ó é, eu sei que tu mandou eu tô de olho eu tô de olho eu tô de olho eu tô de olho eu tô de olho eu tô de olho eu tô de olho pastor Amirim faz pregação em voo e é contida por comissários pô cara, que momento desgraçado é meu

Tu viu que era um voo voltando pra Navegantes, né? Tá de sacanagem. Pra cá? De São Paulo pra Navegantes. Puta que pariu. A gente poderia estar nesse voo. Marco. Parte de mim ia achar engraçado estar nesse voo. Porque às vezes eu acho graça na desgraça. Inclusive quando é minha. Eu ia olhar. Cacete, eu não acredito. Eu não acredito. Eu ia voltar querendo contar pra vocês assim. Pô, vocês não sabem o que aconteceu comigo no voo de volta. Ok. A pastora Mirim tava lá e atrasou o voo porque queria pregar.

E ela fica o tempo todo... Eu sei que as pessoas acham que esse aqui não é a hora, mas a Bíblia diz que não há hora nem lugar. Ai, cara. Ai, velho. Obrigado, comissários de bordo. É importante que os caras façam o treinamento. Vão ter que incluir isso aí, né? Aconteceu no maluco. Mas eu fiquei pensando, deve ser uma situação muito difícil de lidar para a companhia, porque...

interrompe o negócio, ah, porque é intolerância religiosa. Exatamente. Tudo é filmado também, vai ser filmado num bagulho desse, é delicado. Mas parabéns aos comissários de bordo que interromperam esse evento.

Pouca gente nos comentários da notícia defendendo a menina. Eu também olhei. Tinha poucos assim. Tinha gente, ah, meia gente. Deixa a menina pregar. E os comentários eram, pô, mas eu quero que o avião decole. Ela pode pregar sentada. Não, pode estar atrasando alguma coisa. Importante de verdade.

Festival de Música Negra revolta o público por conta de poucos artistas negros. Esse aqui é o flyer, Marcão. Festival Melodia. Festival de Música Negra. Não tem nenhuma pessoa negra nesse flyer. É foda, hein? Porra, cara. Os caras não se tocam. Não, o cara não se deu ao trabalho. Ele não se deu ao trabalho. Só pegaram ali os top charts. E aí se reclamaram, vou dizer que é lacração. Vou dizer que o politicamente correto tá acabando com tudo. E aí pronto, cara.

Mas é o tipo de evento que eu deveria estar preocupado justamente por isso. Não, tá preocupado é com a música. A música é mais importante do que qualquer coisa. E aí, porra, de revolta na internet. Coisa boa, né? Tá certo. Monges são presos com mais de 100 quilos de maconha no Sri Lanka. Mas monges não podem?

Eu não sei o que Siddhartha Gautama falava sobre, né? Mas eu acho que é uma quantidade muito grande, né? Aí meio que pode ser tráfico internacional de drogas. Eu sou usuário. Porra, isso aqui é tudo para nós aqui. Tem muito no evento. Porra, galera. Não vou voltar de lado. Intolerância religiosa. Se me prender com isso aqui. Não, é assim. A galera vê o monge. Uma figura imaculada.

Galera, os monges também fazem umas doideiras. Eu vi isso em época de faculdade, assim, de que já foi... Depois eu nunca parei para dar o fact check, né? Mas de que já foi relatado, assim, em países como Sri Lanka, China, Tailândia, onde havia instabilidades políticas de que atentados terroristas eram cometidos por monges.

E vamos lembrar, por exemplo, no Vietnã, teve muitos protestos de monges na época. Nenhum deles violento, tudo. Mas monge não é aquela figura... Inofensiva. Inofensiva, passivo de tudo, sabe? Não, monges são ativos politicamente. Monges fazem as coisas... Mas quem fuma também 100 quilos de maconha fica inofensivo. Eu acho que fica. Eu acho que esse cara aí... Passa um tempo aí imóvel.

Os caras foram presos e, assim, eles estavam já sendo monitorados e teram as fotos dos caras com roupa civil, assim, ó. São monges jovens que deram início na vida, não sei se é eclesiástica, mas na vida religiosa, com roupa civil, assim, roupa normal. Não era mais fácil passar esses 100 quilos vestido de monge? Então, e aí depois de vestir de monge...

E foram. Saca? Meio que pode ser que os caras se vestiram de monge pra passar com a droga. Entendi, entendi. Então tá... Claro, a investigação tá correndo ainda. Os caras já foram detidos, foram presos. Mas é... Se tu tá pensando aí, ó. Vou me vestir de monge, quem vai me pegar? Se veste padre, se veste padre. Bota a batina que é mais fácil. Bota a batina que não...

O pastor que ensinava a amar esposa é preso por ter mais de uma nos Estados Unidos. Mais de uma esposa. Mais de uma esposa. Quem diria, né? Porra. É, mas tá errado. Ele ensina a amar esposa. Se ele ama mais de uma, ele ama bastante. Tá, manda. Pô, ele manja? Querem impedir o cara de amar, né? Pô, é um político que já tá acabando com tudo. O cara que ama uma esposa só, pô, daí...

Tá, mano, porra. O cara escreveu um livro, Marcão, que o nome é Amia Assim. Amor nunca foi tão profundo. O que é que lê um livro? Pra tu aprender a tu amar a tua mulher. Porra, tem uma galera. Caralho, cara. Porra, eu não acredito, cara. Cara, autoajuda ela em todos os campos da sociedade. Meu Deus do céu. Pô, tô casado? Eu acho que seria uma boa ideia amar minha esposa. Vou olhar o livro pra ver como é que faz. É, gente, cara.

O cara perdeu a oportunidade do começo do relacionamento. É, né? Quando ele vê... Acho que agora está na hora de começar a gostar da pessoa que compartilha a vida. Ainda bem que o vocalizante te avisou, Marcão. Davi Brito cai no chão e grita de dor após crise de câimbra. Para mim, o Davi Brito é um gênio incompreendido. Tu diz, cara. Eu acho que ele é. Porque o que ele fez nesse vídeo aí é diferenciado, tá?

Pouca gente teria coragem de postar um vídeo desse. Já viu quantas vezes ele mudou a bio dele? Já vi. Teve um cara que está acompanhando, não tem? Cara, é bem bom. Ele já foi investidor de cripto, boxeador. Eu acho que ele já era boxeador antes, naquela época que ele apanhou lá. E agora de novo. Aí já foi dar conselho de aposta esportiva. Cara!

Apresentador Não dá pra dizer que ele não tenta, né Marco? Eu tô falando, ele é um gênio incompreendido É o nosso Da Vinci, pô Da Vinci É isso que ele tinha que mudar É, vai ser a próxima tentativa dele, né? Na próxima vai começar a pintar uns quadros E aqui, ó Tu compraria um quadro da Vibrito? Eu não sei quanto custaria, mas talvez

Ó, preço acessível, Marcão. 10 contas, 10 mil reais. Passaram 10 vezes? Não, 10 mil reais. Tu passaram 20 vezes, Marcão. Não, não, não. É uma praia de arte. Um trezentinho eu pagava. Ah, pô, trezentinho. Pô, trezentinho. Tu não pô, mas tá barato demais o trabalho do cara. Trezentinho tu pagava? Não.

Ah, mas eu não partilho dessa opinião. Eu sou o mais fã do Davi Brito que tu. Por isso. Eu acho que tu é o mais fã do Davi Brito que eu. Mas pô, 10 milzinho, Marco. Ele parcela pra ti 20 vezes, cara. Tu paga... Tá, Marco, 15, 15 todo mês. Por 20 meizinhos, só 22 anos tu paga. Eu tô casando, só depois de casar.

Não, depois de casado. Isso aí é para janeiro do ano que vem. Porque leva tempo até ele mudar de profissão, se aperfeiçoar na pintura e tal. Deu janeiro de 2027. Davi Brito chega para ti e mostra um quadro. Olha só esse quadro aqui. Um quadro grande, tá? Um quadro que pega uma parede inteira. Marco, 10 conto. Vou precisar de uma promoção dele. 8 conto, Marco.

8 contos, 10 vezes, sem juro no cartãozinho aqui, tu passa aqui eu acho que eu não sou tão fãzinho do Davi Brito boa Marco, boa Marco mas, 300 tá na mão

O cara quer vender por 10 mil. Não, 10 mil não. Mas 300 reais eu faço. Tá bom. Parcela, parcela. Eu ia convencer o David. Eu acho que sim, Marcos. 10 mil vai pagar caro. Vai pagar caro. Vai pagar caro. Sensacional. Modelo curtida por Neymar. Surge com blusa do jogador em foto no Rio.

Pensei, vou ver Ela bota o blusa do Neymar Ajoelha na praia E tira a foto de costas assim A camiseta do Neymar Essa é a notícia O Neymar continua curtindo Caralho, Neymar, é só não curtir Tu pode olhar, não curte, cara O que falta pro Neymar É ler o livro do cara lá O que falta pro Neymar é ler o livro lá Assim que ele lê o livro, eu acho que ele muda de vida Ou ele muda de vida ou ele casa com todas as amantes que ele tem

Olhar a foto é de graça. Curtir a incomodação, pô. Tu acha que o Neymar se incomoda, não? Tu acha que o Neymar liga pra qualquer coisa? Pra qualquer coisa o Neymar liga? Ah, Marco. Já tá aprovado que não. Já tá aprovado. Rodrigo Simas faz acrobacia e troca beijos com Agatha Moreira em Praia Carioca. Que bonito, né? Ele fez uma acrobacia pra beijar? Ou ele fez uma acrobacia e depois beijou? Ele fez acrobacia porque quis, cara. Olha aqui a foto da acrobacia dele aqui, ó.

Aí ela, caralho, vou ter que dar um beijo nessa boca agora. Ele plantando uma bananeira com a mulher do lado olhando. Olhando. Eu fico pensando que a mulher tem que aturar pra viver um relacionamento heterossexual. Ela vai na praia com o marido ou o namorado, não sei. E do nada. E do nada o cara tá plantando bananeira. E ela ali, é, tá bom. Tá bom, tá bom. Ah, muito legal essa bananeira que você plantou aí. Dá um beijinho aqui, ó.

Dá um beijinho. Pronto. E o cara, porra, sou foda. Olha que bananeira que eu plantei.

Ela tá caidinha por mim Acrobacia Por que, cara? Por que os homens fazem isso, cara? E o seguinte, eu faria o mesmo Eu na praia, ah rapaz Tira a caminha, sai correndo, vai pra água Tu planta uma badaneira? Tu sabe plantar badaneira? Ah, quando eu era criança eu plantei bastante Mas hoje em dia

Não tenho mais oportunidade, Marco. Eu tenho ido pouco na praia. Entendi. Mas dá para plantar em casa. Mas em casa, o meu apartamento é apertadinho, né? Não tem muito espaço. Por isso, né? Se não fosse isso. Eu vou plantar uma aqui no escritório. Verdade. Acabando o... Aqui tem um espaço amplo. Acabando aqui a gravação, eu vou plantar bananeira. Vou ficar ansioso.

Tu não quer comprar as coisas da Vibrita, não quer patava... Tu não quer nada também. É, isso foi difícil. Roberto Justo celebra 11 anos de casamento com Ana Paula Siebert e se declara. Ah, uma mensagem bonita, tá, Marco?

Hoje comemoramos 11 anos de casados e quase 13 anos juntos. Você é uma companheira maravilhosa. Sou muito feliz ao seu lado e construímos uma linda família. Tenho muito orgulho de você em todos os aspectos pessoais e profissionais. Vamos em frente, pois ainda tem muito por vir. Te amo demais. Aí, ó. Bela mensagem. Será que depois disso ele cantou uma música do álbum Just Us? Eu acho que sim. Eu estava embalando esse momento de declaração. Era o... Era Just Us. Era Just Us. Grande álbum da música brasileira, tá?

Pô, se a música pode ser ruim, mas o nome que ele deu foi muito bom. Isso aí, não vamos tirar mérito do Roberto Justus. Eu quero empresário, né? Eu quero ouvir a publicidade, né? Ele sabe o que tá fazendo, né?

Vamos para a leitura de meio, Marco? Vamos. João Vitor Teixeira mandou o seguinte. Olá, Mark Vogel e todos os responsáveis por manter esse projeto rodando. Vocês são incríveis. Eu já acompanho vocês há alguns anos. Deu tempo de virar Vogalover enquanto ainda liam os nomes no podcast. Mas não deu tempo de ter o nome falado com o mano de inscrição. Tá aqui, João Vitor Teixeira. Isso.

Porque a gente teve um tempo que quando dava um ano a gente dava um agradecimento especial. Por um tempo não deu mais de fazer. Eu gosto muito de conhecimentos gerais e sou várias vezes o cara do Você Sabia? Nas conversas. Várias curiosidades saíram dos vídeos do canal. Mas hoje eu vim aumentar o coro das pessoas que pediram mais atenção ao podcast. Esse ano eu e a Ana Luíza finalmente conseguimos morar juntos depois de seis anos de namoro à distância. Peraí, o Mikkel se afogou.

E cara, o Mikael é dedicado a essa empresa, cara. Não que ele ia morrer afogado. Como é que tu percebeu? Eu percebi um movimento aqui, de o Mikael meio com vergonha de tossir.

Fofou, cara. Abriu roxo. Já pensou, cara? Não, não. Fica à vontade, Mikael. Para tossir quando tiver um problema desse. Aí vem nós estamos gravando e o Mikael sai para fazer a folga dele. Pô, e ele entra quietinho aqui, tentando não fazer um barulho. Pô, Mikael, fica tranquilo, cara. Quase tivemos que chamar o Samu.

Na volta do feriado O trabalhador morre dentro do escritório Deus, Ulisses Vamos seguir aqui com o e-mail do João Vitor Esse ano eu e Ana Luísa finalmente conseguimos Morar juntos depois de seis anos de namoro à distância Como começar a levar ela para o serviço Alguns dias, nós começamos a ouvir algumas coisas Juntos de manhã, e sendo honesto Caiu sem querer um dia no podcast de vocês

achei que ela não ia nem gostar. KKKKK. Imagina o meu espanto quando ela começou a falar do absurdo de ter ficado tanto tempo sem podcast e depois ter lançado podcast no dia errado. Ah, ela... Ela gostou, pô. Por que os caras não lançam no podcast? Mas ela não ouvia. Absurdo foi a dor do companheiro dela que ela absurdeu. Não, eu acho que aí ela ouviu, passou a gostar. E aí, pô, e os caras não estão mais lançando? Pô, estão lançando sexta-feira porque não estão lançando quarta-feira? Entendi, entendi. Aí, ó.

Então é isso, o podcast realmente atinge um público bem diferente do canal. P.S. Eu sempre adoro os e-mails que são dos apaixonados para a sua amada, então vou aproveitar a chance e mandar uma dedicatória super pública para a minha. Eu te amo muito, meu amor, e é uma honra dividir a vida ao seu lado.

Ah, como é bom amar. Isso é. PS2. Anexo com uma das primeiras publicações que eu fiz para minha namorada usando uma bela cantada histórica bem brega. Eu abri o link que ele mandou aqui. É um perfil privado. É um perfil privado, João. Foi mal. Vamos dizer que é meio que declarar assim o que o Roberto Jussi deu ali. Isso. Ele botou para tocar de estresse. Isso, botou de estresse. Desculpa pelo meio longo. Um grande abraço. E vamos se amar.

Valeu, João. Um grande beijo. E um beijo também para a querida Ana Luísa com dois N's. Beijo.

Ele botou PS2 aqui. Eu lembrei que em um e-mail o cara botou PS2, o melhor videogame de todos os tempos. Um negócio assim. E a gente... E passou batido por a gente. Caraca, Marco. Umas duas pessoas me chamaram de burro já. Não, mas agora eu tô me sentindo imbecil também. Como é que não pensamos isso aí, cara? Não sei.

Ô gente, às vezes é que nós estamos aqui no modo trabalho, estamos sérios. Não foi porque eu pensei no joguinho não. Igor Carneiro, bom dia para toda essa família Vogalizando. Estava escutando o episódio 203 que vocês estavam falando sobre viagens para shows e resolvi vir contar duas para vocês. Uma que tinha até esquecido, mas daí lembrou. É porque às vezes o cara não está fresco na memória, mas ele ouve uma história e lembra de uma história dele.

A primeira foi no ano passado com minha esposa. Moramos numa cidade chamada Itaqui, mais de 600 quilômetros de distância de Porto Alegre. Então, qualquer show é sempre difícil de irmos. Pois bem, no ano passado, ela descobriu duas semanas antes que teria lá um show do Teatro Mágico. Banda que nós dois amamos. Gastamos dinheiro que não deveríamos ter gasto com ingresso, hotel, ida de carro. Mas como valeu a pena? Um dos melhores shows que já fomos e uma memória que sempre teremos. Nós dois chorando ao ouvir o Anjo Mais Velho.

Eu não conheço muito de teatro mágico. Também nunca ouvi muito. Acho que é Yasmin gosta. A outra eu literalmente relembrei ao ouvir o podcast. Tinha 12 anos e uma banda chamada Anjos do Hangar ia cantar na minha cidade. Anjos do Hangar. Nunca ouvi falar. Minha mãe me disse que eu podia escolher entre o ingresso para o show ou o CD deles. Meu irmão mais velho passou a manhã inteira me convencendo a escolher o CD, pois esse eu teria para sempre.

Hoje vejo que ele somente não queria ter que levar uma criança junto dele no show.

Cara, o irmão. Agradeço a vocês por terem desenterrado essa lembrança, pois o meu irmão faleceu, mas agora tem uma lembrança a mais dele comigo. Por favor, mandem um abraço para minha esposa Renata, que está escutando o podcast comigo desde o início, a pessoa que simultaneamente é uma das coisas que mais me irrita nesse mundo, colorada chata, e a pessoa que mais amo nessa vida.

PS, Vogel já falou muitas vezes do livro Meu Everest, do Luciano Pires. Ele tem um podcast chamado Café Brasil, que faz uns episódios sobre música que são uma delícia. Recomendo o episódio God Save the Queen sobre o Queen. Melhor, não sabia não. Obrigado pela dica, meu querido. E um abraço aí pra querida Renata. E pô, que bom que esse cara tem essa lembrança legal com o irmão dele, pô. Olha aí, ó.

Às vezes, pô, rola o falecimento na família do cara, o cara perde alguém, mas que bom que tem. Imagino que são muitas lembranças, né? Ah, sim. Agora tem mais uma. Uma marcante. Mais uma que voltou, né? Marcante, marcante assim. E aí, pode ver, o cara tá... A gente falou de show, ele lembrou de show. Eu lembrei de uma história que circundou a minha família por muitos anos. A minha tia se formou no ensino médio, acho que no ano 2000, por ali.

Eu muito criança, não fui na formatura dela, mas contam histórias de que a banda que tocou era muito horrível.

muito. O nome da banda, vou inventar o nome aqui, a banda era Camelos de Guadalupe. E aí, e era um nome meio marcante, assim. E aí, aquela banda Camelos de Guadalupe, horrível, horrível, e todo mundo contava de como eles escorraçaram a banda do palco. Expulsaram, todo mundo na formatura expulsou a banda Camelos de Guadalupe do palco, e botaram direito a tocar lá, e aí a festa seguiu bem. E aí, pô, anos, anos, tanto que assim, ó, volta e meia alguém fala, vai ser um show muito ruim, vai ser da banda Camelos de Guadalupe.

Era uma piada na família. Sempre que tinha uma música muito ruim, a música é do Camelo de Guadalupe. Sempre tinha. Passou, a vida seguiu. E aí, um dia, pô, tô na minha casa, eu, minha mulher, a gente chama um amigo pra jantar lá com a gente, um amigo que eu não vi há muitos anos, que foi morar perto lá de casa, encontrei com ele na rua, não sabia. Pô, vamos lá, fomos lá em casa.

E esse meu amigo é músico. Esse meu amigo, ele foi professor de música na escola que eu trabalhava, tudo. E aí, pô, estamos contando história ali, a Júlia nunca tinha visto ele. E aí, pô, contando a história de músico dele. Ele falou, é porque uma vez a minha banda foi expulsa de uma formatura. A minha banda, Camelos de Guadalupe. Aí eu, cacete, eu não acredito. Eu não acredito.

E aí, cara, eu falei pra ele, eu mandei na hora uma mensagem pra minha tia. Falei, pô, tia, eu tô aqui com um amigo meu, que tá contando as histórias de banda, banda Camelo. Meu Deus, pede desculpa pra ele, eu não acredito que a gente fez isso. E aí ele explicou o que aconteceu. Ele disse, pô, não foi culpa da banda. É porque assim, ó, quando tu é numa formatura, tu espera que...

a banda toque músicas de formatura. A banda dele era uma banda pra tocar em bar. Era a banda que ia tocar o quê? De música autoral? Não. Também música autoral, mas vai tocar o quê? Vai tocar um Kiss. Vai tocar um Iron Maiden. Porque assim, o que aconteceu é que alguém da formatura ou da escola viu essa banda num bar, achou maneiro pro gosto dele e chão pra formatura. E ela tá na expectativa de dançar um morto muito louco.

E essa banda não tocava isso. E aí ele explicou, gente, a gente percebeu que não era aquilo pra gente quando já estava em cima do palco. E aí vamos fazer o quê? Vamos tentar seguir o show e uma hora não deu. Os caras... Dizem que os caras foram com cabo de vassoura, assim, mas foram só os caras... Eles foram embora. E aí, grande momento, cara, da banda Camilos de Guadalupe. Hoje já não existe mais. Mas um membro dessa banda era o ex-prefeito de Balneário Cambori, o Fabrício do Baturita.

Essa história não tem como ela ter mais camaradas. Cara, Fabrício do Baturité era membro dessa banda. Ele era baixista da banda. Mas ele, no dia, não estava. O meu amigo foi o cara que substituiu ele na banda. Ele já não fazia mais parte do conjunto musical. Grande momento. Sensacional. Lembra da vez que a gente subiu no palco e fez parte de uma banda... Eu lembro. Era aniversário da Fernanda? É.

A noite estava acabada. Porque a gente acabou com o aniversário dela também, mano. Porque ela queria que fosse num restaurante. E a gente saiu. Todo mundo foi embora. E ela, tá, e agora? Meu aniversário acabou? E aí, gente, não. Nós temos outro lugar para ir? Nem tinha. E estava tocando a banda e foi bem legal. Aí reviveu, assim. Foi grandes momentos, grandes momentos. Isso já fazia mais de 10 anos já, mano.

Comentários aqui no podcast, Marquão. No episódio 202, o Henrico Ribeiro comentou o seguinte. Eu nunca tive problema com o Gov. Totalmente excelente. Vários comentários ali, Marcos, dizendo que tu não sabe mais cheio. Os defensores do Gov contra os odiadores do Gov. É uma coisa na internet, todo mundo odeia o Gov. Nos comentários lá, não tinha ninguém que adicante o Gov. Então a gente só tem o espectador TechSav. Ah, eu acho. Carlos, você entra... Boa noite.

Você entra fácil no app do Gov Porque os nove dedos Têm seus preferidos Tá explicado, Marco Temos agora a explicação científica De porque que alguns conseguem e outros não Entendi, então eu sou o preterido Eu acho que o Nine Não gostou muito de ti, Marco Eu acho que ele não Não foi com a tua lata

Esse que o presidente faz todo dia, né? Ele fica com o celular dele na mão. Esse não vai entrar no gobe. Esse não vai no gobe, esse vai. Michel Ramon comentou o seguinte. Esse episódio durou exatamente o tempo de eu limpar a casa. Muito obrigado, aquele abraço. É o que a gente pensa, né, geralmente. A gente faz pensando isso. Um episódio deu o tamanho de uma mini faxina. Ainda bem que a gente acertou.

Vai mandando pra gente aí Atualiza nós Sérgio Lafayette O moleque de 13 anos foi mandar Olavo Vogel e o corretor ortográfico Meteu um Olavo Cara, o corretor põe a gente em cada situação Esse cara matou a situação que aconteceu Porque o menino me chamou de Olavo Olá, olá Olavo

Tadinho, cara. E o menino é muito novinho, pô. Ele não tem a malandragem ainda, pô. Aí acabou comentando esse equívoco. O Afonso, no episódio 203 agora. Só 30 minutos de duração? Pô, vocalizando. Estão falhando com seus fãs mais fiéis. Pô, os caras não querem trabalhar, né? É, mas no episódio seguinte a gente explicou o que que deu, pô. É que os caras, nesse momento, não sabiam ainda. Tadinho. Os caras, porra, fizeram isso aqui. Mas eu não rio a... Malfeito.

Mas eu não vi o Afonso no episódio seguinte dizendo, pô, galera, não sabia que tinha dado erro. Perdão aí. Não vi. Pra falar, eles são bons. Romulo Rodrigues Lapa. Por que o título de Goku Barbeiro não tem nada no episódio? Ele começou a botar, esse aqui vai ser um título que não tem nada a ver com o dado. Tá bom.

A gente também podia ter Precavido, porque quando a gente Monta os títulos, assim que o episódio acaba Acabou, a gente define o título E fica salvo no arquivo No docs do podcast, fica salvo ali Então quando o Mikael vai subir o episódio Ele só bota o título que tá lá

A gente é que não avisou ele de que, ó, a notícia do Goku não vai... A gente nem se ligou. E aí acabou indo o título com o que não estava mais no episódio. Esse aqui eu vou botar alguma coisa bem confusa. Isso. Lorenzo Dedé. Não basta os caras lançarem um episódio com menos de 30 minutos de duração. Eles ainda reservaram os últimos 5 minutos para ficar falando merda sobre o Neymar. Eles lançaram esse episódio só para deixar o telespectador com raiva. Só pode.

Olha aí. Os amantes do Neymar eram especialmente ofendidos. Eu acho que eu já sei que time que o Lorenzo é. Eu acho que o Lorenzo defende... Eu acho que o Lorenzo defende o Neymar na seleção. Não pode falar mal do Neymar. Não pode. E ele pode dar like em quem ele quiser? Ele é livre? Não tanto. A sociedade diz que não. Ah, mas... O Neymar não liga pra sociedade.

mais um filme episódio, Marcão. Tomara que tenha dado mais de 30 minutos aqui, senão o Lourenço ia ficar chateado. Deu, deu, deu. Deve ter dado, né? Acho que sim. Mas vamos lembrar a galera também, dá pra viajar com a gente, né, Marco? Dá. Galera aqui, ó, tá tudo liçado comprando o pacote de viagem. Entra no link ali da Inclusive Travel. Entra. E lá tá tudo detalhadinho. O roteiro, os valores e o WhatsApp pra tu conversar com os caras.

Vamos pra Roma, vamos pra Atenas, que vai ser irado. Vai. E os caras, vai ser tudo...

a maioria das coisas tá tudo incluído, tudo que tu ia passar uma dor de cabeça resolvendo antes da viagem, tu não vai mais tá resolvido, passagem aérea hotel, guia em português ingresso pros bagulho café da manhã, janta, um monte de coisa e janta lá

coisa linda, tá? Boa, na Itália e na Grécia? Pô, melhor lugar pra jantar, não tem. Ou um arrozinho a grega? Ela é original. Pô, vai dizer que não. Mas assim, se tu não tiver com tanta grana assim, pelo menos um vídeo de pilinha pra virar membro vocalizando, deve dar, né? Deve dar. Vira membro, confere os vídeos exclusivos que tem lá. Saiu semana passada desse vídeo. Jeffrey Demer, só vídeo tranquilo. Pô, tô tendo pesadelo até hoje. Porra, macho.

Porra, Marco, que eu não sabia que ia pegar essas imagens aí pra tu ver, cara. Descara tudo desmembrado ali. Ô, Marco, desculpa aí, cara. Se eu soubesse, eu tinha pego crimes menos... Uns crimes mais tranquilos, né? Crime mais tranquilo. É, mas não deu, faz parte. Pegar só aí um roubo a mão armada. Isso, isso. O próximo de crime que vai ter é um roubo. E ninguém morreu. Então tu pode ficar tranquilo, não vai ter nenhuma imagem grotesca lá.

E claro, as pessoas que forem ver esse vídeo aí, não vão ver essas imagens. Porque tu não botou essas imagens lá, né? Não.

O pessoal pode conferir o História de Cinema também. O pessoal pode mandar para a gente um e-mailzinho. Pode castar o vulgarizando.com. Pode seguir a gente no Instagram, no TikTok. O vulgarizando está em todas as redes sociais. Tem vídeo nosso aqui no Spotify também. Dá uma morosinha para a gente. Tu consumiu o nosso conteúdo aí e já ajuda bastante.

Do História e Cinema também. Tem vídeo aqui. Tem no YouTube também. Também no YouTube, no Spotify. Estamos lançando coisa no Instagram. Tem uns cortezinhos da semana tudo lá. Confere aí a rede do nosso sócio também, do Aba Russa, do Vitor Soares. Estamos cheios de coisa na internet. Conteúdo é que não falta. Show de bola. Um beijo. Beijo.

EP205: Faustão, Rei Charles e Gengis Khan entram num bar | Castnews Index — Castnews Index