S03E09 - Lana Távora (Eletrobanjo)
Zé invisível no grupo do WhatsApp, falta de vontade de botar a cara na internet, domador de Instagram, queijo de pia, Feira da Foda, cantoras compositoras dos anos 90, bandas se submetendo a fazer reels sem vontade ou fazer playback no Viva a Noite e coreografia portuga foram alguns dos assuntos deste episódio do Troca Fitas, onde recebemos Lana Távora do Eletrobanjo!
Abertura por Aletrix
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- A Feira da Foda em Pias de Monção e sua coreografiaPortugal·gastronomia·tradição·Pias de Monção
- Apresentação da banda Hijas de la Muerte e a música La Lloronarock em espanhol·punk rock·Califórnia·futuro do rock feminino
- Apresentação da banda Jules and the Rollers e a música Call Me UpLos Angeles·blues rock·banda nova·algoritmo do Instagram
- Apresentação do podcast Eletro Banjo e seu conteúdonewsletter·podcast·análises musicais·sociologia da música
- Festival Daisy Chain Fields e a polêmica sobre o lineup femininoOlivia Rodrigo·Steve Nicks·Riot Grrrl·Ted Lasso
- Dificuldade de se assistir em vídeos e aversão à própria imagemedição de vídeo·telejornalismo·TikTok·Instagram
Olá, olá, caros amigos! Errei. Olá, olá, caros amigos, ouvintes e espectadores do Troca-Fitas! Eu sou João Pedro Ramos e meu cabelo está parecendo do Champ dos Três Patetas. Em breve cortarei, tá bizarro. Eu sei, mas no momento eu não consegui achar lugar para cortar. Estamos vivos, isso é o que importa, pois a nossa mente já foi para as cucuias. Estou aqui com ele, que também tem muitos problemas psicológicos, assim como todos os ouvintes do Troca-Fitas e os apresentadores também, Zé Vitor Ramos.
Todos, todos eles, um acúmulo delicioso. A única coisa que eu tenho acumulado mais do que isso é dor nas juntas, sabe? Quando você deita e craquela, Johnny. Então eu tô aí, mas estou feliz porque estou de moletom, estou feliz porque está frio, estou feliz que já Eu tô chegando naquele nível de loucura que eu tô começando a swingar com jingle eleitoral, John.
Ah, cara, eu tô evitando qualquer visão disso. Eu só vejo as bandeirolas na rua e olho lá, eu já sei em quem eu vou votar. Até nos deputados, senador, o cacete, já tá tudo escolhidinho.
Ah, cara, eu trato política como entretenimento, então admito que às vezes cola um jingle assim daqueles bem swingado que eu juro por Deus, cara, eu saio rebolandinho.
Cara, tem um, olha, o cara é bolsonarista ainda, só que o jingle é muito bom, que é do Lula do Bem. Procurem.
Puta que pariu, achei que você ia falar do Osmarzinho. O que me falaram hoje de manhã, o do Osmarzinho para mim é o melhor. É um jingle contra um tal de Osmarzinho que é muito reboloso, Johnny. É difícil para mim, pega bem na veia do Furacão 2000, sabe? Aquela época que a gente rebolava gostoso com coreografia de mãozinha. Mas é, vamos tirar esse detalhe dos meus problemas mentais, eu falo com meu psicólogo. O problema do Bem é um imitador do Lula?
Só que ele é bolsonarista. Só isso, só isso já é o plot. É horrível assim, espero que ele não se eleja, pelo amor de Deus. Mas como peça de marketing, realmente é de se admirar. Mas a gente sempre tem umas bosta dessa, né? Não tem jeito. Espero que o Manuel Gomes, esse é o nome do cara, espero que ele não entre. Isso é basicamente o que eu gostaria, mas ele vai entrar. Você sabe que o brasileiro é assim. Estamos aqui com ela, que é de casa na verdade.
Sempre está presente, sempre que possível, e que faz o Eletro Banjo sempre que possível também, que é um projeto maravilhoso. Então, se você não conhece o Eletro Banjo, antes de eu falar o nome dela, você já vai atrás lá, Eletro Banjo, e aí você vê tudo que puder, porque vale a pena. Estamos aqui com ela, que faz tempo que está para retornar, está de volta no episódio comum do Troca-Fitas. Faz tempo também. Lana Távora, e aí?
Opa, vocês não sabem o prazer que é estar de volta.
Pois é, então, e a gente tá um tempão Pelo menos dos debates você participou de quase todos, de 2 acho, não foi?
Porra, quase todos, 2 assim, eu salto bastante aqui um para o outro.
Então assim, você participou de 75% dos debates.
É, 1 com certeza, 2 talvez, 3 não tenho essa certeza, sabe?
Assim, debates que a gente planejou foram muitos, agora que aconteceram aí foram menos porque a gente conseguiu juntar nossas Nossos amigos, tá difícil.
A parte boa é que quando converte é sempre 30 nego, né? É um monte de gente de uma vez assim para discutir.
E aí todo mundo quer falar ao mesmo tempo, fica aquela coisa barraco MTV, aquela coisa show da Clemental com atos sexuais acontecendo no fundo. Mas fala, fale um pouco de como está, como está Eletro Banjo, tanto newsletter quanto Podcast está meio parado, né, mas eu sei que assim, ele nunca está morto, né, assim como o Troca-Fitas muito tempo acontece.
É, não, assim, morto ele dificilmente vai estar, porque ele sempre vai estar com assim pelo menos a primeira temporada no ar, tá lá. Mas a newsletter, ela também, eu dei uma paradinha por um tempo por questões de procurar empregos de verdade, mas ela tá voltando essa semana aí. Acredito que até sair o o podcast, esse episódio nas plataformas, já vai ter saído mais um texto, pelo menos mais um. Então, ó, já vai ter 4 textinhos lá para ler, 4 testículos.
E então, ó, pessoal que quiser, tiver interesse em ler análises que ninguém se importa sobre música e sociologia do ponto de vista de alguém que assim gosta muito de comparar lá com Krah, e tá em casa, gente, cheguem lá no Eletro Banjo, deixe comentário, me xinga, é nós.
Como faz para as pessoas acharem? Será que nas buscas do— bom, no Instagram tá lá, né?
Pô, não tem erro, Johnny. Eletrobanjo, tudo junto. Vai mandar para minhas páginas.
Esse nome é teu, ninguém roubou ele até o momento. Não é que nem— se bem que o Troca-Fitas, ele até que ninguém roubou até o momento assim. Até tem uns Troca-Fitas, por muito abandonados assim, nas areias do tempo, sabe?
Aqui é como os jovens falam, é o OG, né? O original.
Exatamente. Estamos, estamos, espero que continuemos. A gente tá tentando continuar porque é o nosso remedinho pra cabeça, né, Zé?
Eu não sei porque assim, como o evangelistão está acontecendo, é capaz sempre de um pastor criar um troca-fitas aí e roubar, como já aconteceu até com bandas do nosso podcast que passaram aqui e perderam suas arrobas pra pastores, né, Johnny?
Quem que foi? Foi a Debbie?
Acho que foi, eu não lembro especificamente quem foi, mas eu acho que teve mais de um artista perdendo arroba.
Voltou o nome da banda para a Babilônia, era The Bandamentals o nome da banda. Aí teve uma fase que mudou só para Debbie, e aí foi aí que fodeu, porque aí quando ela subiu o disco da The Bandamentals foi para o perfil de uma cantora crente ou vice-versa assim. E aí deu toda uma treta, né? Não deu treta, mas enfim, aí derrubou, aí subiu de novo, só que a estreia É foda, que você vai lançar o disco, é importante o momento do lançamento.
E aí o momento do lançamento foi cooptado pelo evangelistão, mesmo sem querer. Pode ser que a artista nem tenha a ver com isso, pode ser que tenha sido o algoritmo que ferrou com ela.
Eu quero saber qual que é o input do Zé sobre isso, como um grande marqueteiro. Tipo, o que você acha disso?
O que você disse? Na minha cabeça, na real, eu tava aqui pensando, eu até perguntei, fiz uma questão em off pra minha esposa, porque Debbie, a primeira coisa que veio na minha cabeça é aquela menina de cabelo encalacolado que fazia programa com o Didi. Até como marqueteiro, é Debbie original, me vem aquela menina que eu nem sei se tinha algum parentesco com o Didi ou não, se era só um personagem.
Não, tanto que depois, assim que o Didi tinha uma criança para se chamar de sua, né, filha dele, ele já chutou a Debbie, né, ele colocou a Lilian Aragão.
É isso, fantástico.
Para falar de Renato Aragão, essas coisas, tem que chamar o Felipe, o Felipe Braga, que ele que é o especialista em Trapalhões, Grupo Liberado, Sérgio Malandro, as expertise.
Cara, não me deixa chegar aí também não, porque outra coisa que me mostraram essa semana, e quando eu falo me mostraram, geralmente a minha esposa funciona o TikTok onde não devia. Apareceu uma galera fazendo um joguinho de tipo casa, mata ou fode, e era um joguinho de casa, como é que era? Casa para ser traído, come, mata. E aí o cara fez com os Trapalhões, mano, eu tive uma crise de riso.
É a Juve, a Juve, foi, foi.
Então por isso que eu conheci a Juve quando ela tinha o Tá na Capa.
Tá na Capa, é só fãs de dinossauros da internet aqui.
O meu site era parceiro Spotify lá nos primórdios, 2012 acho, e ela foi lá. E aí a gente conversou um tempão, tipo, putz, e a gente chegou a conversar uma cara. E depois que ela explodiu, não deve nem lembrar que eu existo, mas enfim, mas a gente já conversou.
Ah, eu acho que lembra, viu, John? Eu tenho ela no no WhatsApp até hoje.
Então a gente conversava até quando a gente fez o tributo, eu não sei se foi aos Titãs, ao Pato Fu e tal, ela ia participar, chegou a fazer umas demos, mas no fim falou, ah, putz, não gostei das demos, não vou participar porque eu não tô feliz com o que eu fiz. Eu acho que foi isso que aconteceu, mas que a gente já conversou. Ou foi do Guilherme Arantes, talvez tenha sido Guilherme Arantes. Mas enfim, dos tributos que eu já fiz a artistas, já chegou a existir esse papo.
Quem sabe no futuro a gente faz um tributo e E ela participa. Mas é, foi isso que eu vi também, cara. É uma brincadeira legal para se fazer entre amigos, né?
Muito bom. E agora eu não consigo mais ouvir falar dos Trapalhões sem lembrar disso. Marco, foi outra coisa que chegou.
Mas eu escolheria igualzinho o que foi escolhido lá, cara.
Então, mas é a resposta certa, é literalmente a resposta certa, né? Casar para ser traído é com o Dedé, né?
Sim, exato. Dá para o Mussum e comeu o Zacarias. Eu acho que todo mundo gostaria E aí tirou de mim.
Se fosse dos Novos Trapalhões, eu acho que tinha que colocar o Bananinha e tal, mas daí já estaria indo muito longe.
Aí é o Comando Maluco, pô. Calma, Dedé, calma, Dedé, calma, Dedé. O pior é que isso era melhor do que o Turma do Didi, tá? É que a gente tá entrando no ambiente de bateco aqui, que já é esse negócio de falar dessas coisas. Eu queria até perguntar, Lana, a gente sempre faz debates lá no nosso grupinho, aliás, Amigues, entrem no apoia.se/trocafitaspode para participar do nosso grupo do WhatsApp. E aí você pode conversar sobre música com a gente e conhecer, além dos mais novos lançamentos de todo mundo que tá no grupo, que tem um monte de artista lá, você também vai ver discussões sobre artistas horríveis, que a gente também sempre gosta de zoar eles.
E que mais que a gente faz lá? A gente fala um monte de bobagem também, né? É disso que a vida é feita.
A gente faz nossos debates em texto, a gente faz os nossos julgamentos muito generosos com musicistas ruins, a gente fala mal de certas pessoas que já foram mencionadas no último episódio, então eu não vou falar novamente.
Não vamos zerar não, não vamos zerar.
Pareceu até em charge hoje, tá super em alta.
De quem? Do Leandro Franco, que está lá no vídeo inclusive.
É isso, é só a gente do alto garbo lá assim, o creme de la creme da sociedade que gosta de música no Brasil, então É isso aí, assina lá o Apoia.se, entra no grupo para conversar com nós. Menos com o Zé.
Ah não, é com o Zé que eu falo. Ele tá lá. Eu só apareço se algum dos membros do grupo aparecer no Meteoro especificamente, talvez eu avise lá. Mas é esse tipo de coisa assim.
O Zé não consome o nosso conteúdo, ele consome conteúdo de outros canais. O nosso ele—
Cara, na real, isso é uma confissão, não sei se vocês têm esse problema, mas eu não me assisto nem a pau. Especialmente em lugar que a minha cara aparece.
Eu não me assisto. Ouviu até ouço, mas assistir não.
Os vídeos eu edito, eu tenho que passar tipo 6 horas por dia olhando eles porque eu tenho que editar, mas assim, isso aqui eu não vou me assistir jamais.
Ouviu troca-fitas eu ouço assim, mas assistir não. Ficar vendo minha cara falando eu não consigo. Eu odeio.
Cara, eu consigo.
Eu odeio vídeo.
Eu não gosto, mas eu faço assim pelo prazer de sentir raiva, sabe? Porque você pensar tipo, puta, falei muito errado aqui. Falei esquisito, fiz uma cara estranha, entendeu? Vamos melhorar isso aí, ou bola para frente, mas também não, não desse jeito, entendeu?
Eu tive muito pouco audiovisual na faculdade, porque foi publicidade com ênfase em marketing. Eu imagino que o Johnny teve bem mais, mas aparecer na câmera para mim é dificuldade, dificuldade a porra. Fazer roteiro, brincar, etc., beleza, mas aparecer nem fodendo.
Não, eu fiz jornalismo, eu tinha que fazer telejornalismo, então eu cheguei a apresentar jornal na aula. De terno e tudo, e fazer reportagem aparecendo, fazer a passagem. Eu não, eu não peguei essas fitas para trazer para casa para falar, olha o que eu fiz. Não, é horrível, é horrível, nojento assim.
Trampo de faculdade é foda. Eu fiz uma radionovela na minha, foi difícil também. Mas até aí, tipo, foi legal, para mim chegou edição, foi legal escolher, tá ligado, áudios diferentes para fazer e trilha e tudo mais. Isso já é gostoso. Mas aparecer, gravar, fazer vários takes, mano, eu sofri. Eu achei que eu ia ser o único.
Johnny falando do telejornal na faculdade me deu flashbacks da guerra, assim. Me voltou, acho que o gosto da câmera na minha garganta, entendeu? Se alguém tiver vendo no vídeo agora, vai perceber que eu estou de blazer com ombreiras. Porque isso é algo que está já feito dentro do DNA do jornalista, então... Às vezes a vida é assim, cara, é horrível, tenebrosa.
Por falar em vídeo, o Eletro Banjo tem chances de voltar em vídeo. Você chegou a fazer coisa de vídeo, mas era para o Instagram, né?
Isso era para o Instagram, na verdade para o TikTok. Para o Instagram eu subia como espelho. E essa parte, Johnny, eu juro para você que eu queria voltar a fazer, é a parte do top 3 clipes musicais com blank, sabe? Daí eu inventava o tema na hora, fazia o top 3, era divertido, era um programinha que me lembrava os remanescentes tempos de ouro MTV Brasil, mas eu acabei deixando de lado porque eu não gosto de me olhar também.
Então eu cheguei a fazer coisa também para o Instagram do Troca-Fitas, mas parei porque eu fazia às vezes, é tipo, só eu falando no começo assim, eu já ficava com ódio de ver minha cara. Aí eu falava, para quê que minha cara tá aqui? Não faz diferença.
Eu tenho, eu tenho um sonho, cara, que eu gostaria muito de pegar vídeo do YouTube e fazer o que o Marcos Mion fazia de green screen, ficar tirando sarro da pessoa, apontando coisas e lugares.
Exato.
Cara, mas eu também não conseguiria ser a pessoa que faz, porque aí você tá sendo só mais um babaca no YouTube tirando sarro dos outros, sabe?
Então tipo, uma pena, Zé, porque encontrar um mionzinho parecido com você ia ser muito fácil também.
É menor que o Zé, ia ser difícil assim, ia ter que ser um anão.
Porra, eu sou, eu tô assim de poder ser considerado assim, entrar no podcast do Johnny e falar: estou aqui com o anão mais alto do Brasil, sabe? Eu só preciso do título mesmo.
Cara, vamos começar a ouvir uma das nossas musiquinhas. Os ouvintes já estão, quem acompanha podcast sabe que o Spotify ele joga contra os produtores de conteúdo musical aqui, de podcasts musicais, etc., e a gente não pode tocar as músicas originais. E aí a nossa solução que está dando certo agora é tocar versões ao vivo, que até é legal porque aí tem um vídeo da pessoa tocando ao vivo para quem assiste o podcast pode acompanhar.
E hoje eu, cara, quer começar, Zé, com o seu? A gente sempre tá começando com o seu. Pode ser, pode ser, porque o meu tem pouca história.
História. Eu achei a banda sem querer numa playlist que eu tava procurando playlists de rock em espanhol, e eu achei, sabe quando você guarda uma música e fala essa vai pro podcast e aí nunca mais você procura a banda? Eu deixei lá guardada lá e aí ficou tipo debaixo de uma pilha de músicas antigas, que eu achei uma, aquele canal Music for Empty Rooms, que tinha várias músicas de décadas passadas. E aí quando o Johnny falou, ah, vamos procurar uma música pra hoje, eu cacei, cacei e fui atrás dessas músicas do sei lá, 1975, se eu não me engano.
Aí o Johnny virou para mim e falou: acha ao vivo. Ah, eu tomei no meu cu, porque essas porra dessas bandas de 1985 nem sempre tem música ao vivo. Aí eu tive que procurar alguma coisa que tivesse. Aí, né, fui mais fundo na minha playlist e peguei aí Rastre de la Muerte. E eu acabei pegando uma música diferente, que a música de hoje, se eu não me engano, é La Llorona, que é de um ao vivo que eu encontrei por pedido do João, porque esse podcast se recusa a ajoelhar-se perante o capitalismo maldito.
E a música que eu tinha encontrado, que eu achei bacana de cara, foi, se eu não me engano, chama Se Me Buscas. O Johnny deve conhecer porque parece ser um single grande das meninas, e o Johnny parece conhecer mais as Irras de la Muerte do que eu.
Johnny, eu não sei se eu já trouxe, eu não sei se eu quase trouxe, mas assim, eu já vi um vídeo delas ao vivo inclusive, e eu não sei se foi esse ou se foi do KXP. Mas enfim, vamos então Hijas de la Muerte con La Llorona, y allí vamos.
First song is called La Llorona.
Two, one, two, three, four.
Tá aí, Johnny. O que que eu ia falar? Eu achei que essas meninas fossem espanholas porque o espanhol tá bom. Aí quando eu fui caçar a banda hoje antes de vir para cá, descobri que elas são da Califórnia, da onde eu sempre trago as bandas. É, como eu achei que o Johnny ia conhecer muito mais essa banda do que eu, por dois motivos principais. Primeiro, porque tá diretamente num gênero que ele conhece muito, que é punk. E dois, a banda só de mulher, que é uma especialidade do Johnny.
Para eu trazer algum artista que o Johnny não conhece aqui, eu tive que trazer idosos ingleses cantando trap.
Cara, mas essa live aqui aparentemente é da pandemia, foi lançado, eu fui fuçar aqui, a live foi comecinho de 2021, por isso que é uma live meio true assim. Mas para tanto prazo não, né?
Então eu escolhi esse som em específico porque eu imaginei que o ao vivo estivesse sujo o suficiente para direitos autorais não serem achados, manja? Porque se tem um lugar que vai ter show sujo com áudio estourado vai ser punk rock. Mas as Irras de la Muerte, a versão que eu tinha ouvido, né, que era do Filme em Buscas, que era uma versão, imagino eu, de álbum, que era um clipe já com elas todas produzidinhas, etc., é uma banda de punk rock muito bem tocado.
Eu achei as meninas são capazes para cacete, fora de serem uns mulherão da porra. E assim, como o Johnny sempre fala, cara, descobrir banda só de mulher é fantástico, porque daí seu algoritmo se suja com banda só de mulher, e aí ele começa a te oferecer um monte de banda só de mulher, mano. Aí agora eu tenho Tem várias outras pérolas já separadas, viu?
Eu não posso, não posso falar outra coisa a não ser que eu goste muito. Então assim, é isso aí.
Eu não conhecia essa, eu curti bastante porque juntou 3 coisas que eu gosto bastante, né? Que é um vocal feminino agressivo, sujeira e uma guitarrinha safada, cara. Tem uma linha de guitarrinha que é safadeza, provavelmente vai me chamar atenção.
Eu curti bastante, é muito bom, né? Eu gosto muito.
Os meus joelhos já ardem, Johnny. Já me dá aquele sensação de playlist de descer ladeira de joelho, cara.
Dá vontade. E essa live aqui me dá vontade de ver aquele Show Sujo, cara, que ela foi feita no Muquifo depois que— acho que depois que elas deram uma estourada, acabaram— eu não sei se é que XP, mas enfim, elas apareceram em algum lugar desses que fazem umas lives fodidas assim. Então tem umas lives fodidas delas, também tem os discos e etc. Então procurem, porque o meu bordão permanece: o futuro do rock é feminino. E isso é uma verdade, não é nem—
Dito isso, vocês estão acompanhando os lançamentos e as notícias sobre o festival da menina Olivia Rogério?
Ah, Rodrigo Rodrigo é demais, cara! Eu adoro Rodrigo Rodrigo. Como é que aconteceu alguma coisa?
Nada, é só alegrias, né? Burburinha do pessoal lá dos Estados Unidos que é burro. Tem um pessoal assim, não todos, né?
Mas são populares por isso.
Tem até amigos que são, mas é que tem uma galera em específico que estava criticando. Olivia Rodrigo foi criticada por fazer um lineup que supostamente é totalmente feminino. Calma lá, lá vem a crítica. Mas que na verdade não é totalmente feminina, porque aparentemente um cara chamado Steve Nicks está no lineup.
É, sim, isso é bem americano, isso é extremamente americano de se dizer. Meu Deus do céu! E eu ainda achei tipo, ah, beleza, vai ter um membro que é um cara, tipo que nem no Ho tinha, pô, tinha um cara ali no meio. Tudo bem, sério.
A ironia do negócio é que se ela convidasse Lindsay Buck, ninguém ia reclamar.
Exatamente.
Quer dizer, ninguém dessa galera específica.
É, provavelmente aí Steve Nicks ia reclamar.
Tava falando aqui com a briga dos Estados Unidos na tarifa do Canadá lá, agora eles vão se foder mais ainda para achar carne e Aí alguém deu a ideia, eu tava vendo numa live, alguém no chat deu a ideia de mandar carne de burro da Argentina para lá. Eu fiquei preocupado que vão criar a doença do burro louco, né? Porque burro comendo carne de burro é foda.
Pois é, cara. Ó, peguei aqui o lineup que tem do— como é que vai ser o nome do festival?
Daisy Chain Fields.
Isso. Quem teremos aqui? Chet O'Rourke, a Doce, Cat's Eye. Cat's Eye eu achei que tinha terminado, porque eu vi umas tretas aí delas já, porque Mas não, mas ainda estão até o final do contrato.
A gente vai ver todas as formações possíveis de Cat's Eye. Atualmente tem 4 meninas de 6.
Então você tá vendo, o negócio é Mitski, The Breeders, porra, aí tem o Breeders, o Garbage, Santi Gold, cara, eu lembro dela quando ela colaborou com os Beast Boys, foi quando eu conheci. Bikini Kill, que eu não preciso falar nada. Exato. Rachel, essa eu não conheço. Rachel Chinoriri, é que é um riri no final, tipo de Rihanna. E aí tem mais algumas bandas que tem uma delas que a gente ama, que pelo menos no grupo do podcast ela é muito elogiada, que é o Die Spitz.
Tem Not for Radio, Quite Light e Eli. Aí também vai ter Steve Nicks, esse cara, Karen Hall e a Sarah McLachlan. Para quem lembra da Sarah McLachlan, ela vai estar lá. É McLachlan, é esse mesmo, cara. Eu sempre achei que eu tava falando errado. E pô, eu acho maravilhoso. Tinha o Lilith Fair antigamente, muito tempo atrás, né, que era também focado em mulheres, mas pô, acho que isso foi nos anos 90. Então vocês sabem que assim, apesar de ter ali o movimento Riot Grrrl e etc., e tinha um monte de banda feminina, era daquele jeito, né, daquele jeito que a gente vê na atual temporada do Ted Lasso também, que quando ela lançava Ted Lasso, agora tem um time de futebol feminino.
E aí todos os torcedores que são fanáticos pelo time saem tipo, ah não, feminino! Eles levantam e vão embora.
Virou lacração, virou tá woke.
É, não existe mulher woke, mulher acorda cedo, é por isso.
Só existem dois gêneros, homem e woke.
Exatamente. Então a gente é homem, a gente é woke, Zé. Eu acho que eu prefiro ser woke.
Porra, tranquilamente, mano.
De um lado estão os homens, eu prefiro ser woke.
É, então do meu lado está um computador rosinha. Eu fiz questão de montar rosinha porque se existe, você tem a opção de montar o seu próprio computador. Você vai buscar as pecinhas, lá tem o preto que parece um micro-ondas, o branco que eu fumo, então vai ficar amarelo em uma semana.
Eu fumo, né?
Aí vai ficar lindo. Você já teve coisa branca com fumante em casa, Johnny? Seu otário! As coisas amarela em uma semana, mano, é horrível.
É, eu fui lá e não tem fogão, você não era chaminé ainda, então não posso.
Quando vocês moravam junto devia ter as capinhas para computador, para CPU ainda.
Tinha, exatamente, que também amarelava sozinho, fumante em casa, tá vendo?
Amarelava sozinho, né, basicamente. O negócio ficava amarelo em 3 dias.
Graças a Val e várias outras mulheres inteligentíssimas, elas tiveram tiver paciência de me explicar o quanto eu era babaca aos meus 20 e poucos anos. Então eu venho tentando me educar desde então, cara. Se isso for seu ovo, eu tô tranquilão, porque o tanto de baba aqui, Johnny. Eu ia falar, eu não tô acompanhando o bagulho, o circo da Olivia Rodrigo, porque eu tô acompanhando um circo muito maior que é o do GTA 6. Essa semana saiu vazamento, foi uma desgraça do caralho.
E assim, é engraçado ver a mente do fã derretendo, porque ele não sabe ao mesmo tempo se ele gosta que vazou e o jogo está bonito sabe, para o gosto dele, ou se a Rockstar é uma desgraça que deixa as coisas vazarem e daqui a pouco vai dar problema. Mano, tá um circo do caralho também. Então assim, desculpa, eu tô metade do meu cérebro tá em políticas e jingles ridículos e outra metade tá em jogos inúteis.
Eu tô perdido, Júnior. Eu me abstenho disso aí, por isso que eu evito. Já tem muita, muita gente falando merda sem eu entrar no mundo dos games. E o mundo dos games inclusive é um dos piores.
Então se você quer entrar nesse mundo de woke aí, o dos games é o lugar para começar, porque ou como tem lugar de gente babaca. É isso. E como eu tava falando, peças de computador, todo mundo parece que fala de computador na internet é um grandíssimo imbecil, cara. É impressionante.
Em contrapartida, você quer entrar numa comunidade da internet em que todo mundo é gente boa para caramba e ninguém tá nem aí pelo que você tem no meio das pernas? É a comunidade do Reddit que fala sobre queijo artesanal.
Ó lá, putz. Então, olha, vou escolher entre games e queijo. Queijo, eu sempre vou preferir o queijo. Pode ser o jogo, pode ser qualquer jogo, foda-se. Nossa, imagina, eu viveria de queijo se pudesse. É muito curioso.
A comunidade de queijo artesanal do Reddit, ela não se importa se você é homem ou mulher. Eles se importam se você vai postar a foto do queijo com furinhos para eles falarem se cagaram perto desse queijo ou não.
É verdade, né? Tem até a polêmica do queijo furado. O queijo é o queijo fresco, né, que pode ser furado, especialmente assim. Tem os que tem furo porque é para ter, e tem os queijos que não é para ter, porque se tiver, senão que ele passou, que tem coliformes fecais, que o cara limpou a bunda, não lavou a mão e foi lá fazer seu queijo. Então fique, pode dar um também, pode dar um barato, né?
Tem, então, exatamente. É o queijo, eu tenho uma teoria de que o queijo não envelhece, ele vira outro queijo, né? Ele só vai mudando de cor e talvez a gente já falou do queijo, se você esperar o suficiente também.
A gente já falou do queijo que a gente conheceu, o queijo que foi criado assim, artesanalmente, pela, pela mesa.
A gente foi viajar, a gente já chegou nesse momento do podcast, você não quer deixar isso para o final?
Como tá terminando esse bloco, eu quero terminar com uma coisa bacana. A gente viajou para a casa de uns amigos dos meus pais, né? Eu, o Zé, um amigo meu que foi de sempre, ele ia junto e tal. A gente foi, ele não cabia na cama, inclusive ele dormiu com os pés para cima assim, para fora da cama, porque ele é alto. Mas a gente chega lá, esse Eles, esses amigos dos meus pais, eles têm uma peculiaridade que é assim, eles não arrumam muitas coisas.
Tanto que a gente, você lembra da pizza que a gente foi na casa deles tipo em um mês? Eles pediram uma pizza, a gente voltou depois de 2 meses, a caixa de pizza ainda estava lá com um pedaço da pizza.
E aí quando a gente foi, não, terceira vez que a gente foi, porque depois eu fui e a caixa de pizza estava lá, ela estava aberta e tinha barba dentro. Alguém se atrasou para o trabalho e foi lá, ó, da caixa da pizza.
É quando a gente foi para praia essa vez, a gente chegou, né, tava chovendo, foi bizarro. Aí chegamos, tinha uma churrasqueira com uma cueca dentro. E aí, eis que a gente foi na cozinha, e aí na pia tinha toda uma pia cheia de louça e um copo com algo branco, uma leiteira, uma leiteira com uma colher, com uma colher em pé. A colher foi você que jogou, porque a gente— você mexeu, você mexeu qualquer coisa ali, suco, sei lá, o açúcar no café, qualquer coisa, aí você jogou dentro da leiteira, tanto que a gente falou perdemos a colher porque ficou em pé.
Era uma leiteira que tinha o resto de leite e o resto de leite já tinha uns 4 dedos de queijo na superfície assim. Então quando eu joguei a colher, ele bateu como se fosse numa gelatina e ficou em pé. A colher.
Ele foi criado, esse é o queijo artesanal de verdade, que ele foi criado, né, cara?
A Mãe Natureza não erra em nada, né? Para você ver como é que as coisas são. Ele foi criado aqui, nasce nos ambientes mais inóspitos. E Johnny, por quê?
Eu não sei que praia que era aquela, mas assim, se naquela época teve algum surto de alguma coisa, pode ser que tenha se iniciado ali. A gente inclusive, a gente achou vários CDs coisas assim, tipo, tipo, umas coisas são largadas como elas estão. Então tinha um rádio, eu lembro que tinha a capinha do CD aberta assim com encarte meio na metade, que era o disco de covers do Barão Vermelho lá, álbum acho que chama, que tem Amor, Meu Grande Amor, tem várias, é bom esse disco.
E tava lá assim largado, aquela casa ela foi largada como estava, né? Acho que eles sempre foram assim.
Eu ia tentar fazer, eu ia tentar fazer uma conexão que se a gente tava falando dos Estados Unidos, agora a gente tá falando da culinária estadunidense, porque com certeza lá É o que tá acontecendo agora. Não pode comer salada, não pode comer frozen raspberries. Eu vi, eu já vi gente temperar o peito de frango no fundo da pia num vídeo. Jogar o peito de frango no fundo da pia da cozinha, jogar o tempero em cima, virar na pia.
Eles não fazem, eles não cozinham, né? Eles fazem unboxing, como disseram. Eles vão abrindo as coisas, jogando.
Cara, juro por Deus que a pessoa fazendo o frango no fundo da pia ainda é menos pior que a pessoa preparando a ceia de Natal, aves grandes, peru e o cacete, na banheira do banheiro, cara.
Americano é então, pô, os americanos, eu acho que, desculpa aí os americanos que não se enquadram no que eu vou falar, mas assim, americano, eles, o que eles transparecem é que eles são burros e nojentos, né?
Exatamente. Mas eu tento não falar muito porque é xenofobia.
É doloroso saber que lá eles devem falar a mesma coisa dos brasileiros e sul-americanos em geral.
Total. E eles acham maravilhoso.
Então assim, exatamente, mano. Eu tive uma situação engraçada que eu faço amigos online. Eu sou um grandíssimo babaca, né? Eu saio conversando com os outros, que eu fui dessa geração. E aí eu fiz amizade com americano, e aí ele virou um amigo mesmo. Ele continuou na playlist lá. E aí, de vez em quando, a gente trocava ideia. Ele me mandou jogo, a gente jogou junto uns tempos. Aí depois, um belo dia, ele vira para mim e fala, é porque eu estive no exército.
Aí já ficou pesado, tá ligado? Aí ele, ah, papapá, porque eu estive nesse queijo, velho. Aí, mano, pensa quanto que você não quer mais ser amigo da pessoa e ela fica te mandando mensagem falando. Eu tô até hoje tipo, e aí, tudo bom? Tudo tranquilo? Mas caralho, o mano é Ele esteve no exército, ele provavelmente matou inocentes, e ele fica tentando me mandar jogos na Steam, sabe?
Enfim, estamos chegando ao final do primeiro bloco. Pô, queria acabar com uma coisa boa falando do queijo natural, aí a gente acabou falando de um assassino de pessoas.
Mas isso foi um pedido de socorro, Johnny. Terminando esse bloco assim, tentem mandar desculpas para o José não falar mais com americano.
Vamos para o intervalo, que eu não sei qual será. Tá? Porque hoje não, hoje não sei, vou colocar, mas vai ter alguma coisa aí muito da hora, muito incrível. Provavelmente vou procurar os piores comerciais, não vai ser de política, tá? Não vou pôr o Lula do bem. Se você quer procurar, vai por conta e risco, porque eu não vou pôr.
A última vez que eu estive nesse podcast como convidada foi a Feira da Foda. Eu não espero nada menos que isso.
Porra, será que tem um vídeo atualizado?
Eles devem fazer todo ano, pô. Vamos ver, vamos ver se esse ano eles vão à foda, porque eu gosto muito da 12:15. Vamos a foda, pô! Vamos, vai ser, vamos ver. Se não tiver, vai ser outra coisa, mas vai ter. E no próximo bloco vai ter a escolha da Lana, a minha, e mais um monte de bobagem. Eu acho que a gente não vai chegar no nível do queijo, mas quem sabe, tentaremos.
É, eu teria segurado até o fim do episódio para não enojar o povo assim no primeiro bloco, mas agora já foi.
Tudo bem, então enojados voltem que teremos mais no segundo bloco. Já voltamos.
Nos dias 29, 30 e 31 de março, o Alto Minho volta a estar em festa. Vem aí a 3ª edição da Feira da Foda em Pias, Monção. Este ano temos várias surpresas, vem a descobri-las. O Cordeiro à Moda de Monção, mais conhecido por Foda, já conquistou os paladares do mundo. A iguaria reúne à mesa a história, a gastronomia e a tradição. Mereceu em 2018 o prémio das 7 maravilhas à mesa e desde aí nunca mais parou. Esta foda deu origem ao prato, à confraria, à feira e a um hino da autoria dos Sons do Minho.
O evento cresceu e o espaço também, agora num local mais amplo para receber o maior número de pessoas. Venha descobrir os nossos produtos regionais e artesanato, saborear o afamado vinho Alvarinho e desfrutar da animação musical. E muito, muito mais. A primeira surpresa é a estreia do presunto de cordeiro, uma inovação que vai deixar de água na boca. E este A segunda é que juntos vamos fazer a festa dia 31 na emissão do Somos Portugal na TV.
Não tem motivos para faltar à feira mais saborosa de Portugal. O primeiro dia é fantástico, o segundo é ótimo e o terceiro é divertido. Próxima paragem: Feira da Foda em Pias de Monção.
Tá aí, a gente perdeu a Feira da Foda 2026, foi em março, mas está aí de vocês. Vocês acabam de ver novamente as informações sobre a Feira da Foda porque eu não resisti e porque eu reassisti. E eu acho que vai que os ouvintes, né, não viram daquela vez, eles precisam ver, porque aquela vez era só o áudio, agora é vídeo, agora eles podem acompanhar tudo sobre a Feira da Foda em Pias de Monção. E a melhor parte para mim é quando ele falou: primeiro dia incrível, segundo extraordinário, e o terceiro é divertido.
Ele dá uma caída no terceiro, é muito bom. Eu gosto muito da parte que nem fala de foda, mas que é para mim a minha parte preferida do vídeo. E aí, calma, meus amigos, no final vocês terão uma surpresa quanto à Feira da Foda. Já separei aqui, eu vou só contar quando tiver terminando o programa. Vocês terão um vídeo no final que vocês vão adorar. Aguardem, aguardem. Então é isso, Feira da Foda em março, mais ou menos, em Portugal, em Monção, Pias de Monção.
E a foda parece muito apetitosa, realmente dá vontade de experimentar, exceto no terceiro dia, daí dá uma caidinha mesmo, que é divertido.
Tenho certeza que na Feira da Foda há queijos, e acontecendo em Pias de Monção, há queijos de pias. Não confundir com queijo de pia do Johnny do último vlog.
É bem diferente, tá? É, mas cara, eu, ó, eu sou o único da família que nunca foi para Portugal, tá? O Zé já foi, todo mundo, só eu, eu não fui convidado. Tá aí meu repúdio, minha nota de repúdio. Então quando eu for, eu vou querer ir em março. E aí eu não vou ficar só lá na aldeia não, inclusive eu tô com a camiseta da aldeia aqui, da Serra da Estrela de Portugal, ó, que é isso que eu, ó, a camiseta eu tenho, eu tenho, nunca fui, mas tem.
Mas aí eu quero ir, pô, a gente tem que ir em março para ir em Pias de Monção e a gente fazer uma visita à Feira da Foda, né?
Não, isso aí é um rolezão, cara, sinceramente. Pessoal que tem família em Portugal não pode deixar de conferir.
Será que é muito caro? Bom, ir para Portugal eu sei que é, mas será que na feira é euro, né? Tudo vai ser caro, não tem jeito. Acho que eu vou vender.
Converte, não se diverte, Johnny. Você quer ir na Feira da Foda, você tem que estar pronto para gastar alguma coisa.
Tem que esperar mais uns aninhos aí, Johnny. A gente tá fazendo a recolonização forçada em Portugal, então, mas assim, coisa de 5 anos vai ser real lá também. Daí dá para ir tranquilo.
Dá para levar, já vou, meu filho já vai ser adolescente e tal, aí já vai poder falar de foda o tempo inteiro, porque adolescente adora falar. Então já não vou poder falar assim, não, não fala não. E lá tem outros, tem outras comidas lá que tem esse nome, né, porque tem as punhetas também. Eu gostaria de citar que tem as punhetas portuguesas. Então procurem saber, português adora falar uns palavrão quando não deve assim. Tipo, tem um quadrinho, né, que ele fala assim, que português, homem, passa aquela Bucetas, porque português tem isso, tem vários palavrões que para eles não são nada e para a gente fala caralho.
Vocês são, ô Johnny, agora que você falou em palavrão, eu tenho uma pergunta que eu ia fazer no primeiro bloco, só que acabou me escapulindo assim, me fugiu o pensamento na hora. Tá podendo falar palavrão no troca-fitas ou é para a gente evitar?
Por favor, pouca coisa. Não, não, a gente foda-se, né? Eu acho que essa é basicamente a nossa, assim, não há um consenso. O YouTube, o YouTube provavelmente não vai gostar, mas caguei também, caguei para o YouTube.
É que eu gostaria muito de puxar a minha, a minha fita do dia.
Por favor, aproveite que eu ia falar para a gente.
Eu ia usar um termo que eu posso usar, vocês infelizmente não podem usar, que é, já que o Zé começou nessa vibe, a minha sugestão ela também veio para servir xoxota, que no caso é demonstrar grandes artistas femininas que estão fazendo um trabalho excepcional. Então essa música ela era minha segunda opção de fita para trocar hoje. Minha primeira opção infelizmente não ia funcionar porque o capitalismo tardio não permite que a gente coloque nem segundos da música música aqui para tocar, né, sem tesourar o podcast de pessoas honestas.
Então eu peguei a minha segunda opção, que é uma música que eu tava ouvindo em looping há alguns meses atrás, que é de uma artista bem bê chamada Anabel Dinda. Ela tá começando a fazer sucesso agora na internet, né, começou acho que a primeira onda de apresentações físicas dela agora. Ela tá assim em turnê, só que é uma turnê pequena ainda. E é a música The Hand. Então o trabalho todo dela, eu peguei uma vez para ouvir, eu ouvi tudo dela assim, tipo, em um dia, numa sentada, ouvi tudo.
E eu gosto muito do trabalho dela, é um trabalho muito visceral, é algo entre confessional, folk. E o que eu gosto muito na música dela é que ela é o contrário da inteligência artificial Se algo assim de 0 a 100, sabe? Se 100 é a inteligência artificial fazendo música, ela é o zero. Parece artesanato, é isso que a música dela é. O lirismo dela é artesanal e eu gostaria de compartilhar com o mundo, se possível.
Vamos então, Anabel Dinda, The Hand, ao vivo, claro, porque a gente tá fazendo a versão ao vivo. Mas você pode procurar, tá, meu amigo? E se você tá no Spotify, vai estar tá linkado aqui, enfim, algum lugar que fica linkado. Ele linka, tá, as músicas que toca. E aí você pode clicar e já põe na sua playlist. Não seja preguiçoso, não seja preguiçoso. Anabel Dinda, The Hand. Já voltamos.
Every time a guy writes a song, he's a cowboy, a sailor, playing with the world in his palm like the first pioneer. Every time he opens his mouth, it's a loud movie trailer, clipping every image and sound he thinks proves he was here. A hand, a spike, a physical fight, a Flash of light, a curtain, a toll, a tide, the passage of time, a height, a dive, a burden, a girl, a night, a typical type, a siren in the water, a soul, a knot, a message from God, a son, a holy father.
Every time I go, I write a song. He's a sailor, a cowboy, home of the world. This poem like he made it himself. Every time I open my mouth, I think, wow, what a loud noise! Oh, so boxy. Just hoping I seem underwhelmed. The hand, the pen, the writing again. The wind around the willow, the filthy ice, the passage of time, the melting down the window, the mouth of him, the thinking of when the Bottle in the ocean, the strike of us, a message from God forbid she shows emotion.
This isn't rage, it's worth a mention. This isn't rage, it's Eterna tensão. Às vezes eu espalho uma opinião e coloco ela de costas para ganhar atenção. Isso é um reino que é muito específico. Eu gosto de se envolver em tudo. Isso não é uma coisa que eu consigo concluir. This is a dream that brought me ahead. A hand, a spike, a physical fight, a wind around the willow. I saw the tide, the passage of time, the melting down the window.
The now, the then, the thinking of when. The siren in the water, the strike that caused a message from God. Does that make me his A mão no chão, o balde no chão, o score na linha. Só me leva, só me leva e me leva para um lugar mais alto. Só me leva, só me leva e me leva para um lugar mais alto. Só me leva, só me leva e me leva para um lugar mais alto.
Muito bom essa versão. Eu não sei se essa versão original tem o coral, mas essa versão com coral ficou incrível.
A versão original não tem o coral, ela é um pouquinho mais rápida, o ritmo dela é um pouquinho mais agitadinho, mas essa versão com coral é lindíssima.
Nossa, assim, os ouvintes e assistentes vão ver com o vídeo e eles vão ter mais performances que eu assisti aqui. Eu não consegui compartilhar com os meus companheiros de episódio, porém eu recomendo que quem só ouviu, mesmo que esteja ouvindo aí no seu fonezinho, assista, viu? Procure, porque não é uma performance cheia dos barangadã assim com fogos e tudo, mas é bonito de assistir, é bem legal de ver.
É só ela tocando violãozinho dela no meio do coral. Mas é que ela tem o mesmo tipo de magnetismo da Joni Mitchell, sabe? Você fica olhando porque é interessante olhar.
Sim, não tem, não tem performance de coreografia, nada assim e tal, mas é magnético, é isso aí, é um negócio que te prende.
Gostosinho para caramba. Posso estar falando uma merda muito grande, mas a última cantora com uma voz mais doce desse jeito que me chamou atenção foi a Sia, sabe, cantando Breathe Me. E cara, fazia tempo, gostosinho demais. Tem alguma semelhança com Alanis Morissette ou eu que tô faltando referência?
Tem um negócio do vocal dela que lembra assim, tipo, mas tem bastante dessa coisa de algumas cantoras dos anos 90 que era meio nessa alguma coisa, sabe?
É, não só isso assim, eu quando eu não sei gostar das coisas casualmente, né, se eu gosto de alguma coisa eu tenho que descobrir até o fundo do que que ela funciona, como é que ela é, quais são as referências. Então eu sei que, tipo, por acaso algumas das referências delas são a Dolores Jordan, né? Isso, a Dolores Jordan, a Alanis Morissette também, a própria Joni Mitchell, só que assim, menos, por incrível que pareça. E sei lá, o trabalho dela era bem assim poema no quarto que por acaso virou música, sabe? Eu gosto bastante.
É um negócio que então nos anos 90 tem, a gente citou 3, mas tem tantas, né? Aliás, a Joni Mitchell adianta, mas enfim, mas teve a Tori Amos, a Fiona Apple e tantas outras que nos anos 90 teve uma explosão de gente bacana assim.
Porra, e se eu não falei, na minha opinião, canta para caralho, viu? Então, meu Deus, como canta!
Então ela tem uns Eu não sei como é que chama quando faz essa tremida na voz aí, porque eu não sou vocal coach. Esqueci, tem um nome aí. Mas eu acho mó legal quando conseguem fazer com—
Ela tem uns melismas bacanas quando canta.
É, e não é aquela coisa, não sei, não é forçado, sabe? Não é tipo, ah, vou fazer porque é muito foda, assim. É porque cabe.
Minha ignorância tava querendo chamar de vibrato, Johnny.
Isso, mas é esse nome que eu tava tentando chamar. Era essa palavra que eu tava tentando lembrar, porque meu cérebro já derreteu, gente. Desculpa, cara. Eu, a minha escolha de hoje, inclusive, eu não vou sair do tema porque vocês sabem que quando eu encontro uma banda nova que é formada só por mulheres, como o Zé falou, e aí eu acho ela muito boa, eu sempre trago aqui. E essa aqui eu descobri hoje, literalmente hoje, porque como o Zé falou, quando o seu Instagram ele é bem educadinho e você só clica nas coisas certas, e aí quando você vê aquelas coisas de aquelas pegadinhas tipo montada, você põe não quero ver mais isso.
Quando aparecer umas coisas bosta, não quero mais ver mais isso. Aí você vai bloqueando, tira todos os minions do negócio. Aqueles negócios de mulher pelada na academia que os cara coloca também, que os cara não, né, provavelmente são as próprias moças e deixa elas. Mas assim, esses negócios sempre tipo colocando umas pessoas seminuas, aí você vai não quero mais ver isso não, obrigado moço. Eu quero ver pessoas peladas, tem um site específico para isso.
Isso.
Aí apareceu para mim no Instagram Ads, quando você doma bem o seu Instagram ele te mostra coisas legais, essa banda chamada Jules and the Rollers, os dois com Z.
Eu tenho impressão que apareceu para mim essa semana também.
Então apareceu hoje para mim, cara, primeira vez. Aí eu falei, pô, gostei, deixa eu ir atrás. E não foi nem no meu, foi no do Troca-Fitas, que também tá bem domadinho, porque afinal a gente só segue gente da música lá. Eu acho que ele entendeu o que a gente—
isso aí, Johnny, pega o algoritmo e segura ele pelas Rollers.
Exatamente, arranca. E cara, isso é de Los Angeles, como o Zé trouxe uma banda do mesmo local, porque é de Los Angeles, Califórnia, que aparentemente, bom cara, aparentemente não, né? A gente sabe que lá é um puta de um celeiro de banda, né? Assim, quantas bandas a gente gosta que é de lá? Muitas.
Inclusive a minha preferida, justamente eu passei por isso hoje, eu tenho certeza que essas minas são latinas.
Não, Mas ali, cara, é porque também é um lugar com muito imigrante, tudo, né? Então assim, por isso que elas estão lá, provavelmente elas devem ter. É isso assim, apesar dos trumpistas não gostar de imigrante, imigrante é o que faz a parte boa dos Estados Unidos, é feito por quem? Os imigrantes, tá? Então assim, eles têm que aprender isso, porque o que os americanos mesmo fazem, os americanos são uns invasores lá, que nem os que os americanos não foram os ingleses, né, que fizeram toda cagada assim e tiraram todos os nativos americanos de lá e fizeram toda cagada, que é a mesma coisa que fizeram aqui em todo o planeta.
Mas estadunidense é foda, os cara tem zero cultura, eles têm tão pouca cultura que a galera que é tipo bisneto de latino tem que pegar a cultura da bisavó emprestada para dizer que tem, sabe?
Sim, não, e eles ainda ficam agradecendo pelo Ação de Graças lá em que os os invasores e os indígenas sentaram juntos e comeram em toda santa paz. Fala, vai cagar, meu amigo! E eles fazem, não vou agradecer, agradecer porque eles dividiram com os indígenas. Vai cagar no mato, gente! Americano é foda. Desculpe, americanos. Aliás, desculpa para alguns, eles talvez para o quarteto de Los Angeles, Califórnia. E o primeiro disco delas, auto-intitulado Saiu em junho desse ano.
Então assim, a banda é nova, por isso que a gente acabou de ver. Então vamos ouvir aqui uma versão ao vivo, claro, da música Call Me Up, e a gente então já volta para ver o cachorro. Mas eu gostei muito, cara, achei muito legal. Vamos lá. We're Jules and the Rollers, we're doing a QSC TouchMix session with Jam in the Van.
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E foi isso, um rockão clássico, true popzeira, gostosinho, grudento, muito bem feito pela Jules and the Rollers, que acabaram de chegar aí e já chegaram me agradando. O que que vocês acharam?
É quase um blues, Johnny. Eu tô viajando. É por causa do rock de estrada, talvez.
Aquele blues rock, né? Tem essa batidinha tipo 4x4.
Ah, mas dessa vez não foi a guitarra que foi safada, foi o baixo, cara. Eu gosto de um baixo safado também.
Você tem que ver o vídeo. A baixista lá atrás assim, ela tem aquela cara de tipo, eu sou baixista, sabe? Então tá lá tipo super, é foda, é muito bom, cara. Ela fica lá no fundão, mas sabe a pessoa que fica no fundão mas tem a presença? Tipo, ela tá ali, você fica tipo olhando para ela. Mas é legal, como é uma banda nova, eu acho que isso também transparece. Elas estão tocando e a baterista, sabe quando fica tipo cantando junto?
A baterista tá tocando e cantando junto. Pô, isso é demais, cara, quando a banda tá a fim de tocar. Então isso fica muito legal porque gosta É, então ainda tá, ainda tá nessa fase assim de tipo, não foi. Hoje em dia a indústria não engole mais ninguém, né, porque a indústria não tem dinheiro quando engole. Cara, eu não sei o quanto que ainda existe isso da indústria pegar uma banda e falar, nossa, essa banda é foda, vem para cá, e começar a moldar as bandas.
Mas eu tava falando até, vamos entrar num debate aqui rapidinho, falando com o nosso amigo Matheus Krempel, né, que está lá no nosso grupilho do WhatsApp.
Grande Mateus, um abraço!
E cara, a gente tava falando sobre, tem umas bandas que estão em alguns selos brasileiros aí, selos tipo, e que aí você vê que a banda passa a ter, eu não sei se ela tem que fazer ou se é uma vontade da banda ou o selo dá verba para isso, começa a ter que fazer aquelas coisinhas de tipo de viral de Instagram, de TikTok e piadoca e não sei o quê, e usar todas as as trends e fazer videozinho sendo engraçadinho. E puta, eu não sei o quanto que isso é uma exigência do selo, mas eu vejo que tipo, se a banda tá num selo específico ali, não vou nem citar quais selos e quais bandas, etc.
E tem a maioria das bandas que fazem isso, são bandas que eu gosto, tá? E ele também, inclusive. A gente não tava falando mal das bandas. Ele falou, putz, se fizessem comigo, eu ia acabar fazendo alguma coisa, mas eu acho que eu ia dar uma, falou assim, ó, não quero entrar em trend porque por entrar não tem a ver com a minha banda, sabe? Porque tem algumas que dá para você ver que a banda tá meio constrangida de fazer, sabe? É foda, cara.
Mas vamos não falar em selo, não vamos dar nome aos bois, mas vamos pensar nem tão longe assim, coisa de 15 anos atrás. Porra, nem tão longe. Aí eu fui, fui ingenerosa, né?
Faz tempo. Quando a gente, para mim, os anos 2000 ainda foram ontem.
Então é, então pensa assim, de 2005 a 2015 no máximo. Não tinha TikTok, não tinha trend de Instagram, não tinha essas coisas, mas já existia um certo molde mold para banda brasileira quando chegava embaixo das asas de um certo, certos produtores, certos agentes aí, que eles tinham que fazer, bater carteira lá na Capricho, na Todatinha, na Atrevida, aí uma entrevistinha na Mix TV, uma entrevistinha na MTV.
Então assim, já existia os playback na TV quando possível. É verdade. É outro, é só se cria, tudo se transforma.
Eu lembro na época dos acústicos, saiu muito acústico que a banda parecia não querer estar lá, sabe, cara?
Eu lembro do, tem a história do Charlie Brown que eles não queriam fazer assim, depois fizeram e tipo fizeram, falaram vamos fazer do meu jeito, tipo, por isso que o Chorão fica andando de skate durante ali. Mas ele falou não, isso é coisa de banda que já foi assim, tipo, é para levantar a moral da banda. Ele falou minha banda já tá foda, mano, não preciso E aí convenceram o cara, mas ele não queria não. É que o Chorão também era uma pessoa difícil de lidar, mas eu acho que ele não tava errado assim, na real, assim, porque as bandas até ali, até ali, as bandas que estavam gravando eram bandas que já tinham uma carreira, podiam fazer um Greatest Hits.
Eles estavam no, sei lá, terceiro disco, quarto disco, estavam no começo ainda, mas assim, fizeram bem, fizeram. É um acústico que quem gosta de Charles Brown ama, e tem alguns que gostam mais do acústico do que da carreira da banda. Ok, assim, mas acústicos que não tem vontade, qual que você citaria, José? Tem algum aí?
Desculpa, cara, de bate-pronto assim não, de verdade. Essa é a merda da gente não ficar programando pauta, tá ligado?
Eu não acho que o último acústico que eu assisti inteiro, sei lá, foi o da Cássia Heller.
Inteiro de cabo a rabo, talvez, da minha banda favorita, assim, só por curiosidade. Porque de verdade é raro eu ir atrás de— fizeram porque é tipo banda de rock sempre acaba fazendo, né? Exatamente, tem vários, tem vários de fora, tem coisas que sai aqueles pocket show que é só eles de pé em algum lugar. Já vi, cara, já vi até aqueles acústicos. Você já viu como é que fala, capela no carro? Formato estranho. É, então tem de tudo um pouco, já.
Mas a gente falou, sem contar o formato que foi tipo assim super disseminado nos últimos anos, que é o dos Tiny Desks, né? Música no escritório, música na biblioteca, música na van, na locadora.
Uma resposta ótima é os Tiny Desk, porque o que teve de Tiny Desk que parecia mais acústico do que não, cara? Eu acho que eu devo ter visto o último acústico num Tiny Tá ligado?
Ah, não, eles fizeram, teve até na MTV quando tava viva, teve acústico. Acho que eu não sei se eu vou falar bosta aqui, eu acho que teve da Miley Cyrus, não sei se tô falando merda, mas que teve da Katy Perry, teve. E tipo, na época já não foi divulgado, você ficou sabendo? Teve, mas teve. A última acústica que eu ouvi inteira, eu acabei de lembrar, mas é a banda mexicana, foi lá no México, que é do Molotov. Tem uma coisa do Molotov que é maravilhosa.
Maravilhoso, incrível, recomendo, é muito bom. Ele chama El Desconecte, sei lá, mas é da MTV mesmo, é lapidado, é chancelado pela MTV. Mas o que a gente tava falando dessa versão antiga, né, do que as gravadoras e selos faziam as bandas fazerem, o que eu vi as bandas fazerem sem vontade assim era ir fazer playmecão com aquela bateria que é uma caixa e um prato. Puta, isso eu vi muita banda ali de saco cheio Isso, o Ratos de Porão no Viva a Noite, né?
Isso é, cara. E aí eles começaram a zoar, né? Mas é que a gravadora, isso acho que no livro do Gordo ou no documentário, eles falam que a gravadora fez eles irem tanto na Angélica quanto no Viva a Noite divulgar que a gravadora mandou Ratos de Porão na Angélica. E ainda, tipo, vai mandar em programa? Não vai mandar só nos Jô Soares da vida? Vida, sei lá, alguma coisa assim, né, que faz sentido. Não, vou mandar vocês na Angélica e no Viva a Noite do Gugu, para você ver como entender o que tem na mão, né, as gravações.
É os clássicos, né, tipo assim, tem um grande agente aí com as iniciais RB que ele era campeão em colocar a banda em capa de revista adolescente, cara. Vender pôster, pôster do meio da revista, entendeu? Fazer aquelas revistinhas de pôster, transformar em ícone, mas não no sentido de músico, era no sentido de it boy.
É assim, a gente colocar, é colocar, vocês não querem fazer um ensaio aí e tal também? Colocar, é o que o Gugu fazia com as boy band dele lá, né? E aliás, o que os americanos também faziam com as boy band, né? Também, bom, boy band basicamente era feito para isso. Eram os moços bonitos.
Mas é que lá pelos anos 2000 e pouquinho, o Brasil tentou importar a cultura de boy band para algo que não era boy band, eram bandas. E de repente eles queriam que, tipo assim, as bandas que tocavam instrumentos, faziam suas músicas, escreviam suas letrinhas, fossem a galera que é consumida pela estética, entendeu? Estética e personalidade. Aqui no Brasil o pessoal quis importar essa parte, vender carisma em vez de vender música.
E aí tinha que colocar o NX Zero para tipo se comportar como Backstreet Boys, né? Eu lembro bastante, tem uma capa do NX Zero na— isso foi na Rolling Stone ainda, hein? Eles pelados, eles tipo peladão assim, tipo tudo escondendo as partes assim.
Era para imitar o Red Hot Chili Peppers na época, não era?
A foto em si eu não sei se ela tá imitando, porque tem uma foto famosa das modelos, eu não sei se Victoria's Secret, enfim, de algumas modelos, inclusive acho que tem até a Kate Moss no meio. E tal, que elas estão tipo abraçadas assim, que aí não mostra nada. Aí tem tipo, essa é uma foto clássica da época assim, dessa, desse boom das modelos, né? Tanto que o Jackass fez também, que é eles pelados também abraçados, todo mundo abraçado assim. E o do NX é mais nessa pegada assim, cara.
Os anos 90 tiveram foto do Júnior na banheira de miojo, sabe? Os anos 90 eram mágicos.
E até hoje ele explicou, vocês ouviram a explicação dessa foto? Eu ouvi mais ou menos. Ele falou que é tipo, era, não sei se Capricho, Atrevido, enfim, era uma revista dessas. E aí eram os 7 pecados capitais, aquilo lá é a gula.
Fantástico, sensacional, cara.
Não teria como fazer melhor.
Em vez de colocar o cara comendo, o cara toda suja, sei lá, fala assim: não, não, já sei, já sei, ó, tive uma ideia, Júnior. E o Júnior é foda, né, porque ele vai Foi aqui que a gente falou do Júnior no Poupatempo, foi, não foi?
Não lembro não, mano.
Eu acho que foi aqui, porque— ah não, não foi, foi no Debateco. Porque o Júnior, ele é aqui de Campinas, né? E todo mundo fala que ele é o cara mais gente fina do mundo. E assim, esse negócio da fama dele, ele não quer ser um cara famoso, ele quer ser o Júnior e dar um rolê. E aí ele foi no Poupatempo de Campinas, que o Zé conhece, ali tudo um E ele foi no Poupatempo assim, ó, fui no Poupatempo, foda-se, foi tirar o documento.
E aí ele ficou de boa até que alguém falou assim, você não é o Júnior? Ele, ah não, sou. Ficou de boa. Puts, aí acabou, tiveram que escoltar o cara para fora porque começou um monte de gente em cima. Mas que o Júnior é assim, ele tipo, caguei para fama, ele vai. E aí ele faz o pânico na TV lá. Quando começou, ninguém ia, né? Quando era patrocinado pela Dolly, quando era na RedeTV, o primeiro convidado foi, que foi, foi o Júnior. Ele foi lá.
Então as poucas entrevistas que eu vi, ele passa essa vibe mesmo assim. Eu só tô a fim, sabe o cara que tá sempre pronto para um rolê? Só vamos ali comigo na padaria, sabe, buscar um pão.
Ele tá, ele é um conhecedor de música e músico também e produtor. Ele é um cara foda assim. Só que ele tá de irmão da Sandy, né, basicamente.
O pobre, ele tá sendo jurado agora daquele reality show que estão fazendo na Na Globo, acho.
Vocês viram? É que tem a Casa das Estrelas, alguma coisa assim. Eu vi um comercial aqui que minha mãe fica vendo novela o dia inteiro. E aí, olha, passou raríssimo.
Uma elogio que eu tenho que fazer ao Júnior: népo baby com bom senso. Raríssimo, raríssimo.
Ele é, e ele fala, ele não fica quieto, né? Porque ele podia muito ficar quieto que nem o pai dele. O pai dele eu acho que ainda cai assim balançando, cai para esquerda. Mas aí o tio dele cai para direita total, né? O tio dele tem um vídeo dele chupando ovo do Bolsonaro ali, que é um mar de Fiuk.
Tente ser o Júnior se um dia você for um Neko Baby. Exatamente, cara.
Eu vou falar para você que eu sou uma pessoa muito simpática pelo Fiuk, né, cara? É muito difícil você tá quase batendo os 40 anos e você ainda ser um adolescente. Eu entendo, cara, é uma dor assim.
Ele já passou, acho que ele é mais velho que eu, provavelmente.
Posso confessar um negócio que ainda vai sair em um vídeo meu? Eu tenho uma mania idiota de, já que os videogames me dá oportunidade de criar seu próprio carro, seu próprio bonequinho, eu crio os carros mais idiotas que eu posso. Então nesse exato momento, antes de eu entrar no ar, eu tava fazendo a Ferrari de ouro do Lulinha num carro. E o último carro que eu criei antes desse era o carro de drift do Fiuk, porque a MAF falou que o Fiuk tá entrando, acho que em falência, o caralho, há Porque o sonho do menino era fazer um filme de drift, cara.
Olha que sonho! Ele faz na garagem, ele fica fazendo.
Eu fiquei com dó, velho, juro. Não, o lance dele ter feito um investimento de não sei quantos mil lá para o filme de drift e a galera ter chutado ele. Mas pô, velho, como é que deixa um adolescente entrar num negócio e não assinar contrato, cara? Pô, ele precisa de supervisão.
Então, pois é, o Fábio Júnior lançou, largou o Aproveitar que é ano eleitoral, dá ideia da Lana Tavora para criar ali menino Ney aí para os meninos de 40 anos poder fazer as coisas que eles querem de coração.
Tadinho, deixa ele, coitado. Ele é uma grande promessa, 45 anos.
É um menino de 45 anos que queria derrapar. Ele nasceu quando o Fábio Júnior deu uma derrapada numa das curvas de Santos. Você nem sabe da história.
Vou elogiar assim uma coisa do Fio, que ele é um grande drifteiro, porque o vídeo lá o cara dá umas, ele manda bem, dá para fazer.
Entendeu? De todas as coisas que eu vi ele fazer melhor na vida, foi fumar chorando no banheiro e derrapar, cara. Achei legal para caralho.
Pode juntar os dois, que o banheiro não vale tudo drift, mas ele podia tipo chorar fazendo drift, fazer um emo drift.
Eu ouvi dizer que ele é a pior visita que você pode ter porque ele treinava as derrapadas dele no condomínio. Então você já imagina a desgraça. O cara chora no seu banheiro fumando de roupa e derrapa no seu condomínio e jogando tipo uns petróleo em cima dele assim, né?
O negócio bizarro que ele fez assim, meio tipo—
Cara, como é que pode? A gente tá falando tudo isso de uma única pessoa e ele não ter carisma, entendeu?
Eu não entendo.
Ele é o contrário do, sei lá, do Supla, do Sérgio Malandro, cara. Então os cara Aliás, o Supla ainda não— eu ia falar que ele é multifacetado, mas ele é sempre o Supla, né? Não tem jeito. E o Sérgio Marias também, são duas pessoas que são sempre elas, mas tem um carisma inegável, né, cara?
Sim, o Supla é a minha referência de pessoa bilíngue, assim. Infelizmente para mim eu fiz publicidade com ênfase em marketing, então todo mundo no meu meio tá sempre falando alguma palavra em inglês. O Johnny teve o desprazer de trabalhar na minha área a vida inteira, praticamente. Ele sabe, a galera é muito bilíngue. Toda vez que alguém vem se sentir muito bilíngue para cima de mim porque eu fiz um brainstorm, eu não vejo a pessoa se sentir inteligente. Eu fiz um supla, cara, tá ligado?
Você sabe que o Duolingo foi criado quando alguém assistiu uma entrevista do supla, né? Assistiu assim e falou, tive uma ideia. E aí criaram o aplicativo Duolingo por isso. É que não puderam usar o bonequinho do supla como é, usaram do língua, cara.
É que ainda não criaram o nome da língua do Supla, mas é alguma coisa com o Spanglish que ele criou, a versão brasileira do português, alguma coisa que ele inventou para ele.
Sim, cara, estamos chegando ao fim, infelizmente. Agora que a gente começou a falar bobagem, é bom. Eu achei que a gente até terminou melhor do que falar de escatologia, mas falamos de Neopobebes maravilhosas, cara.
Ainda tem 5 minutos, Johnny, calma lá, ainda dá tempo.
Napal Baby, né? Na verdade, a gente pode, só não seguiu a área dos pais, mas ele é Napal Baby, pô.
É exatamente do bem, cara.
É tipo assim, a melhor coisa que o Napal Baby pode fazer, na minha opinião, se ele não for foder o meio ambiente, é virar DJ e ir para casa do caralho, que é o que tipo o filho do Ronaldo faz, tá ligado? Agora, o que tem de gente que sai fazendo coisa pior, mano, se for para sonhar em fazer umas derrapadas aqui, que eu fiquei sabendo que ele tentou gravar aqui na prefeitura prefeitura de Campinas e não pôde, não conseguiu, umas coisas assim.
É, pelo menos você não tá destruindo o meio ambiente andando de jatinho para lá e para cá, fazer um monte de merda com dinheiro. Ele tá gastando menos, tá acabando menos com o planeta, a pegada de carbono é menor.
Cara, faltam 4 minutos, mas eu só não quero deixar para o final porque agora eu vou revelar o que a gente vai assistir assim, os ouvintes e todos aqui aqui, vão assistir quando o episódio for ao ar, que é a coreografia da música da Feira da Foda, que foi lançada esse ano. Então é um grande clipe e vocês vão aprender a dançar a música da Feira da Foda com dançarinas típicas de Pias de Monção. Então esse programa aqui ele foi abençoado com isso.
Ainda bem que a Alana me lembrou da Feira da Foda, e porque aí a gente vai terminar em grande estilo. Então é isso que teremos para o final. Eu queria que vocês dois se fizesse suas despedidas e recomendações, etc., tudo que você faz no final aí de um programa. Curte, compartilha e etc.
Lana, obrigada pelo seu tempo, pela paciência de ficar aguentando dois machos falando merda. Pedro, obrigado de novo por me aguentar estragando seu podcast com as minhas piadas idiotas. E eu acho que por hoje é só. Nos vemos na próxima sessão de psicoterapia que a gente faz, se chama de podcast, aqui aonde o Johnny vai tentar entender por que que a minha família leva Leva até a cachorra para Portugal e não leva ele.
Então, cara, ela foi, é, ou se ela foi, eu vou ficar.
Não, mas é justamente isso, você não foi ainda porque ela não foi ainda.
Depois da vez dela, eu acho que não é no grande esquema das coisas. Eu tô abaixo. Lana, como é que as pessoas te seguem? Já fala aí, cara.
Eu prefiro que elas não sigam. Eu tenho muito medo de andar na rua assim e ver que tem alguém indo na mesma direção que eu. Eu já fico um pouco paranoica, entendeu? Entendeu? Então no máximo pode me acompanhar nas redes sociais, no Lana_Tavora ou no @eletrobanjo. Em todas as plataformas que tiver vai ser esses os arrobas, Lana_Tavora ou @eletrobanjo. E é isso, caras, eu agradeço muito pela oportunidade de estar aqui de novo. Sempre bom conversar com vocês, e principalmente com você, né, Zé, já que você não interage no WhatsApp.
Então é sempre uma boa conversa, e você tem toda todo o direito de fazer tuas piadas ruins porque você é tio.
Você pode. Exatamente. Eu tô me especializando em trocadilho, cara. Esses dias apareceu o Flávio Dino numa live e alguém lembrou que chamaram ele de rocambole do inferno. Eu lembrei que eu ainda preciso criar o meu perfil no YouTube que vai ser uma foto do Flávio Dino chamado Relcambole. Eu quero ver quem vai entender essa merda, mas eu preciso criar isso.
É isso, minha gente. Ouçam os episódios do Eletrobanjo que estão disponíveis, tá? Porque tem uma temporada muito boa. Ouçam, vão lá agora. Hora, inclusive. Eu vou linkar no episódio. E agora vocês, junto com a gente, vocês vão aprender a dançar a música da Feira da Foda. E já peguem sua agenda, se você é rico, já pega sua passagem em março do ano que vem, vá para Pias de Monções em Portugal para participar da Feira da Foda. E mande seus vídeos para gente, que a gente quer saber, né? A gente quer ver como é que é. Se quiser levar a gente, inclusive, é só levar.
Leva o João, leva o João e manda foto para minha família.
Falei, ele Filha da mãe! Bom, beleza, vamos à foda então e voltamos semana que vem com mais troca-fitas. Vamos à foda, vamos à foda, gastronomia, história e tradição. Vamos à foda, vamos à foda, a boa foda e a imperdível mansão.
As gentes da burguesia vinham à Piaça Feira e toda a gente queria um carneiro de primeira. E lá vinham as donzelas para comprar o mais gordinho. Nunca pensariam elas que vinham Foda a caminho, vamos à foda, vamos à foda, gastronomia, história e tradição. Vamos à foda, vamos à foda, a boa foda enche de emoção. Vamos à foda, vamos à foda, gastronomia, história e tradição. Vamos à foda, vamos à foda, a boa A forma em que eles demonstram.
O peso é creditável, o porte do animal, de tanto beber, inchava de uma forma natural. Uma pitada de sal torna o pasto Dá você no animal para torná-lo mais formoso. Vamos à foda, vamos à foda, gastronomia, história e tradição. Vamos à foda, vamos à foda, a boa foda é incrível emoção. Vamos à foda, vamos à foda, gastronomia, história e tradição. Vamos à Vamos à moda, a boa forma em que este monção. É assim que reza a lenda desta nossa história, com o nobre ninguém se ofende a coisas da gastronomia.
O carneiro a pingar no arroz com açafrão. Dá para nadar à volta do Pias de Monção. Vamos à foda, vamos à foda, gastronomia, história e tradição. Vamos à foda, vamos à foda, a boa foda em Pias de Monção. Vamos à foda, vamos à foda, gastronomia, História e tradição. Vamos à moda, vamos à moda, da boa forma em primeira mão. Vamos à moda, vamos à moda. Costume, história e tradição. Vamos à foda, vamos à foda, a boa foda é incrível, esta emoção.
Vamos à foda, vamos à foda, costume, história e tradição. Vamos à foda, vamos à foda, a boa foda é incrível, esta emoção.
Aletrix
João Pedro Ramos
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Zé Victor Ramos
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