O que precisa morrer para uma mulher renascer?
Existe um momento em que a vida que construímos pode deixar de corresponder à mulher que estamos nos tornando.
O trabalho que fazia sentido já não faz. Algumas relações começam a incomodar. Surge uma necessidade profunda de colocar limites, dizer verdades, fazer escolhas diferentes e abandonar antigas formas de viver.
Neste episódio do Podcast Mulher Sistêmica, vamos compreender essas transformações a partir de uma perspectiva sistêmica.
Saímos do nosso sistema familiar levando conosco valores, crenças, papéis, expectativas e formas de pertencimento. Muitas dessas referências nos ajudam a construir nossa primeira vida adulta — mas elas não precisam necessariamente nos acompanhar para sempre.
O que acontece quando a nossa vida interior começa a pedir algo diferente?
Por que deixar uma antiga identidade pode despertar tanto medo de rejeição, desaprovação e não pertencimento?
A partir do mito de Inanna e sua descida ao mundo inferior, vamos refletir sobre as passagens em que precisamos simbolicamente deixar morrer uma antiga versão de nós para abrir espaço àquela que está nascendo.
Uma conversa sobre pertencimento, identidade, maturidade, ancestralidade, limites, escolhas e as muitas mulheres que continuam vivendo dentro de nós.
Talvez a pergunta não seja apenas “quem eu quero me tornar?”, mas também: “o que já cumpriu sua função e eu ainda tenho medo de deixar ir?”
E ao final eu também apresento a nova jornada da Escola Mulher Sistêmica: Deusas Sistêmicas 2 — As Fases da Vida da Mulher, cujas inscrições já estão abertas no link abaixo:
https://mulhersistemica.my.canva.site/c-pia-de-jornada-deusas-sist-micas
Gratidão por acompanhar nossas aulas.
Ju & EMS