P4Cast 389 - O que fazer quando Jesus diz: venham, sigam-me e vão? - Pr. Rodrigo Freitas
Mensagem gravada em 30/08/2026
Pastor Rodrigo Freitas
O que fazer quando Jesus diz: venham, sigam-me e vão?
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Rodrigo Freitas
- O convite de Jesus para o descanso e alívio em meio ao cansaço da vidaCansaço·Sobrecarga·Descanso·Jesus Cristo
- A importância de aprender e praticar os ensinamentos de Jesus para construir uma vida sólidaAprendizado·Prática·Palavra de Deus·Construção de vida
- O sacrifício de negar a si mesmo para seguir Jesus e construir pontesSacrifício·Negar a si mesmo·Discipulado·Construção de pontes
- A sabedoria encontrada em um velório e a esperança em Jesus CristoVelório·Sabedoria·Esperança·Jesus Cristo
- Maria Madalena como exemplo de libertação, discipulado e revelação de JesusMaria Madalena·Libertação·Discipulado·Jesus Cristo
- A necessidade de profetizar a palavra de Deus e não viver de sentimentosProfecia·Sentimentos·Palavra de Deus·Ezequiel
Muito boa noite, graça e paz.
Amém. Nós estamos numa série de sermões e esse é o terceiro sermão da série e fala sobre discipulado.
E hoje o título do sermão é uma pergunta: o que fazer quando Jesus diz venham, sigam-me e vão?
O que que a gente faz? Jesus está nos dizendo: venham até mim. Depois ele nos diz: sigam-me. E depois nos diz: vão. O que a gente faz nesse tempo? Essa é uma pergunta que a gente vai responder na noite de hoje. Amém. Essa série de sermões visa principalmente a maturidade da nossa igreja. Não há tempo para vitimismos, não há tempo para coitadismos, não há tempo para se diminuir. Esse é um tempo de posicionamento. Hoje eu vivi uma daquelas experiências que todo pastor precisa viver, que é acordar pela manhã e receber uma mensagem do falecimento de alguém.
E por que que eu digo que todo pastor precisa vivenciar isso?
Porque a palavra de Deus nos ensina que há mais sabedoria em um velório do que em uma festa. Ontem à noite eu estive numa festa e foi uma festa muito agradável, mas hoje pela manhã eu recebi a notícia de uma morte, precisei fazer um velório. E alguém que estava lá me disse, pastor, você estudou para falar o que você falou aqui? Ou isso é experiência? Eu falei, talvez seja um pouco de tudo, mas mais do que estudo e experiência é a sensibilidade que a gente tem por meio do Espírito Santo para saber se posicionar.
E essa sensibilidade, ela vem com a caminhada, vem com o relacionamento com Cristo. Então hoje, por exemplo, eu estava no meio de pessoas que ouviram que é lícito no meio da dor sentir-se abandonado por Deus. Jesus está no alto da cruz, ele diz: Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste? Jesus não pecou, amém? E ele também não duvidou da bondade e do cuidar de Deus. Mas eu digo que o ápice do sofrimento do ser humano é quando este se sente abandonado até pelo próprio Deus.
Em um velório, em um momento de morte, nós encontramos pessoas que estão ali perguntando: por que Deus permitiu isso? Por que Deus não curou? Por que Deus levou?
Por quê?
Porque não mais tem. São tantos porquês dentro de um velório. E a grande resposta, e a mais sábia de todas para mim da Escritura, vem através da seguinte palavra: alegre com aqueles que se alegram e chore com os que choram. Ontem eu me alegrei com uma família no aniversário de 15 anos e hoje eu chorei com outra em um velório. Mas dentro desse contexto de chorar com os que choram, A gente sempre precisa olhar para a cruz. E Jesus está ali no ápice do seu sofrimento dizendo: Por que o Senhor me abandonou?
Mas ele não parou aí. No mesmo alto, na mesma cruz, ele disse: Pai, nas tuas mãos eu entrego o meu espírito. E essas foram as palavras no velório de hoje. É lícito você sentir dor e nesse momento sentir-se abandonado por Deus. Mas também com o nosso Deus é justo nós voltarmos os nossos olhos e sabermos que nós temos um Pai e confiar nele o nosso espírito. Velório de hoje foi de uma pessoa que já foi membro da nossa igreja e que eu tive a oportunidade de batizar.
Então, por mais que as palavras ali eram palavras de dor pela perda de um ente querido, também eram palavras de consolo. Porque aquele que estava ali deitado num caixão estava apenas ali com o seu corpo físico, porque o seu espírito já tinha entrado à eternidade. Era uma pessoa que conhecia a Cristo, havia passado pelas águas e está neste tempo com o Senhor. Então a sabedoria que há num velório é esta: entender o desespero daqueles que perdem e a dor dos que sofrem, mas também entender que mesmo aqueles que perdem a vida, mesmo aqueles que sofrem com a morte, podem ter esperança em Jesus Cristo nosso Senhor, porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu único Filho para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Você crê nisso de verdade? Diga amém. Então a sabedoria consiste nisso, entender a dor do outro, Mas também ter a esperança de que Jesus vive e reina para sempre, voltará, e que toda a nossa separação é momentânea, é um passo daqui para a eternidade. Bendito seja Deus por isso. Você crê nisso de verdade? Diga amém. Então, o que que a gente faz quando Jesus diz venham a mim? Queria que você abrisse sua Bíblia, por favor, comigo.
No Evangelho de Mateus, capítulo de número 11, gostaria que você me acompanhasse dos versos 28 a 30. Pastor Fernando, se tiver muito frio aí, diminui um pouquinho a ventilação, amém? Não sei como é que tá aí, pra mim tá muito bom, eu sou demais, mas pode diminuir porque tem gente que sente frio. Não tem tanta gordura quanto eu no corpo. Evangelho de Mateus, capítulo de número 11, versos 28 a 30. É um texto extremamente conhecido, mas que eu quero mergulhar nele com você hoje.
Amém? Mateus 11, verso 28 em diante. Venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas, pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Pai bendito, essa é a tua palavra. Quem está aqui é o teu povo, aqueles que te chamam Pai, por isso são teus filhos. Que o Senhor fale com cada um aqui, em nome de Jesus.
Que o Senhor fale comigo, fale conosco, Espírito Santo tem liberdade de trabalhar nas nossas vidas aqui, em nome de Jesus.
Amém.
Então, o que fazer quando Jesus diz: venham? O que fazer quando ele nos faz esse convite? Ele mesmo responde: venham a mim, vocês que estão cansados, sobrecarregados, e eu darei descanso a vocês. Jesus está nos chamando a um tempo de descanso.
Descanso, inclusive físico.
A palavra cansado do original grego é kopos, que significa aqueles que estão vivendo de intenso trabalho unido a um aborrecimento e fadiga.
Vivemos, como já pregado aqui recentemente, dias muito, mas muito, mas muito difíceis.
A gente está cansado. Hoje eu acordei pela manhã, antes de receber a notícia do falecimento dessa pessoa, liguei a televisão, estava assistindo o Globo Rural. Eu acredito que esse seja um dos primeiros sinais da velhice.
Domingo de manhã você acorda cedo e assiste o Globo Rural, e com mega interesse.
Eu acho que esse é o sinal de velhice. Eu já olhei a pastora Valéria dando uma cutucada no pastor Toninho aqui. Maturidade, boa. E eu raramente assisto à TV aberta, mas o Globo Rural passa na TV aberta. E não preciso dizer o nome da emissora porque já está no título do programa. E aí começaram as propagandas. Aí apareceu um tal de Lula do Bem.
Já ouviu falar nele? O Lula do Bem?
Eu também não tinha ouvido falar até assistir à propaganda hoje. O Lula do bem é um médico de algum lugar aqui do Brasil, que eu não fiz esforço nenhum para gravar, que parece com o nosso presidente, mas ele é do bem porque ele é de direita. E ele é médico e ele se preocupa com as pessoas. E era uma propaganda eleitoral com o número do candidato e diga: o único Lula que faz bem para o Brasil.
Eu falei: puxa!
Eu já queria quebrar a televisão logo cedo. E aí, de repente, vem a propaganda do outro lado e ela sela da seguinte forma contra o Flávio Bolsonaro. Já que falei o nome do Lula, vou falar do Flávio também. E ela sela com um carimbo a sua propaganda política assim: Flávio Bolsonaro, o pior dos Bolsonaros. São dias difíceis, porque você acorda e começa a ouvir falar de plantinhas, de hortaliças, do que é bom estar no sol, do que não está, das galinhas, dos bezerros, e daqui a pouco você se depara com alguém te expondo o Lula bom, porque se existe um Lula bom é porque o outro é ruim.
E se existe um Bolsonaro pior, é porque talvez tenha algum melhor. Eu tô cansado disso. Essa semana eu estive em uma igreja a convite de um amigo querido. Não vou, obviamente, citar o nome da igreja, mas foi de um movimento que se propõe a trazer conscientização política. E também essa semana nós tivemos aqui recebendo um doutorando em economia e mestre em ciências da religião pela PUC, também para falar dessa perspectiva da política.
Mas a nossa perspectiva aqui na igreja é esquerda e direita, a fé na trincheira. Ela é uma aula inaugural do nosso segundo módulo do curso de teologia, que é o módulo família, e a gente ia tratar esse tema. Por que tratar esse tema, esquerda e direita, a fé na trincheira? Porque muitas famílias têm se dividido Meu tio vota na esquerda, eu odeio meu tio. O meu pai vota na direita, eu não quero nem conversa com meu pai. Então, o nosso objetivo aqui na igreja foi tentar fazer com que ao final do ano, no Natal e Ano Novo, menos cadeiras fiquem vazias no Natal.
Aquele seu tio que sempre faz aquela piada do pavê ou para comer, a respeito do pavê, lembra?
Tem pavê para comer, é pavê ou para comer?
Já ouviu essa piada que o tio faz? Sempre o tio faz essa piada. Às vezes ele nem vai na sua casa mais porque ele vota na direita e você virou alguém muito contrário a ele porque você é de esquerda. E às vezes acontece o contrário, esse tio do pavê ou para comer vota na esquerda e você odeia ele. O objetivo da nossa igreja foi trazer uma consciência verdadeiramente política de que cidadania se exerce na urna e a gente deve votar em quem a gente estuda e o que é melhor nessa concepção que a gente estudou para o nosso país.
Amém? É o que a gente entende por conscientização política. Agora, no evento que eu fui, um pastor pegou um envelope— me dá um envelope ali, por favor— e ele teve, desculpe o termo chulo, mas a pachorra de pegar um envelope e falar assim: nós vamos orar pelos candidatos, nós não vamos induzir as pessoas a votar neles. Pastor Toninho é testemunha disso, que ele estava comigo lá. Ele falou, você vai pegar um envelope, pastor, era uma reunião de pastores e líderes, e vai colocar os panfletos dos nossos candidatos.
E você não vai falar no púlpito, você vai pegar o envelope e vai entregar para o irmão e dizer assim, esses são os nossos candidatos, ore, ore para votar neles, porque nós não vamos resolver assim, nós vamos resolver com base na oração. Tá certo. Todas as pessoas que subiram naquele púlpito, que para mim é um palanque, naquele altar, que para mim é um palco para show de pastores, apóstolos, bispos, que se eu fosse dizer o nome das igrejas que ali estavam, você ia se escandalizar, ou talvez você achar isso uma coisa mais normal do mundo. Eu não sei qual que é a sua visão sobre isso.
Estavam ali para falar de um escopo, de uma esfera política.
Estavam ali para dizer, vote nos candidatos de direita, porque comunista, como diziam os antigos, são todos comedores de criancinha. E assim vai.
São dias difíceis. Jesus está falando assim, venham a mim todos que estão cansados, sobrecarregados. Porque na época de Cristo, os judeus eram divididos em partidos, por exemplo, não sei se você sabe disso. Existiam os partidos dos zelotes, o partido dos zelotes, do qual, por exemplo, Simão Pedro fazia parte. Existia o partido dos fariseus, que a Bíblia fala à exaustão, que eram os mais legalistas de todos. Os zelotes eram aqueles que queriam atacar Roma de qualquer jeito.
Tinham vários zelotes ali. Jesus tinha pelo menos 2 discípulos que se identificavam como zelotes, mas provavelmente Judas Iscariotes também era zelote.
Queria de qualquer jeito derrubar o Império Romano.
Jesus pega Mateus, um publicano que cobrava imposto para o reino opressor, mas também judeu, e como dito pelo Gustavo aqui, o nosso professor, ele juntou a esquerda e a direita do tempo daquele momento e botou os dois juntos na mesa da ceia do Senhor.
Mas a igreja não quer juntar a esquerda e a direita, a igreja quer odiar a esquerda, esquerda, e eu não estou dizendo toda a igreja que diga isso, de passagem, porque a outra parte parece que quer odiar a direita.
Cansa isso, porque Jesus está exatamente num tempo onde ou eu sou zelote, ou eu sou fariseu, ou eu sou isso, ou eu sou aquilo. E tinha um grupo que eram os essênios. Os essênios ficaram tão indignados com tudo o que acontecia que eles se enfiaram na caverna.
Eu não sei se você ouviu falar que em 1947 ou 48 foram achados uns manuscritos, e o nome desses manuscritos são Manuscritos de Qumran, das cavernas de Qumran. Quem escreveu esses manuscritos foram judeus chamados judeus essênios, porque eles estavam tão, tão, tão, desculpe o termo chulo novamente, com o saco cheio, que eles se enfiaram na caverna. Eu não quero saber o que está acontecendo, vamos nos enfiar na caverna e guardar a fé.
O sacerdócio judeu está contaminado, João Batista é o sacerdote legítimo, descendente de Zacarias, mas quem está lá?
Anás, Caifás e toda a politicagem de Roma.
Jesus surge no cenário para dizer assim: Vamos para cá, vamos para a direita, vamos para a esquerda, vamos com os zelotes, vamos com os essênios, vamos fugir.
Não!
Ele surge dizendo assim, ó, eu estou aqui, o Reino de Deus está entre vocês, venham até mim vocês que estão cansados e sobrecarregados e eu vou dar alívio para vocês. Essa passagem sobre alívio, e quando Jesus fala de fardo suave e leve, o fardo é um dogma, é a lei interpretada por um determinado rabino, amém?
Então, um determinado rabino, ele interpretava a lei do sábado da seguinte forma, a guarda do sábado: você não pode sair de dentro da sua casa, você tem que adorar ao Senhor dentro da sua casa. Todo serviço que você for fazer dentro do seu quintal, você pode.
Agora, se tiver alguém morrendo do outro lado da rua, você não pode cuidar, porque a guarda do sábado é assim, você não faz nada, só cuida das suas coisas e do Senhor. O outro rabino vinha assim: se tiver do outro lado da rua, você pode ajudar, mas se tiver na outra esquina, não.
E eram muitas leis, era muita politicagem, era muita gente dizendo, vamos para lá, vamos para cá, vem para cá.
E não bastava muita gente dizendo, os pastores da época estão dizendo também.
E o povo é pobre, o povo é doente, até os religiosos estão fugindo para as cavernas escrevendo textos. E Jesus surge no cenário e diz assim, você está cansado?
De todo esse jugo? Você tá cansado de todo esse peso? Vem pra mim, vem perto de mim, porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Em tempos como esse que a gente tem vivido, eu quero te dizer: se aproxime mais de Jesus. Você precisa descansar, eu preciso descansar, a gente precisa evitar as brigas em casa, por conta de política. Política passa, mas a família não fica imune às destruições que a política traz. E aqui a gente não está falando de alienação, aqui a gente está falando de consciência, conscientização.
Os missionários moravianos diziam assim: naquilo que é fundamental, unidade. Naquilo que não é fundamental, liberdade, mas acima de todas as coisas, o amor. O que isso significava? Na doutrina cristã, Jesus de Nazaré nasceu de uma virgem, foi concebido por meio do Espírito Santo pela vontade de Deus, ele morreu pelos nossos pecados, ao terceiro dia depois de sua morte ressuscitou, vivo está e para sempre viverá E em breve voltará.
Amém? Isso é o essencial da fé cristã. E aí Jesus veio cumprir tudo isso e a gente tem que olhar para isso como a base doutrinária. Isso não se mexe. Agora, aquilo que não é doutrinário, os moravianos ensinavam liberdade.
Seja livre. É basicamente, faça uma análise consciente da sua liberdade, da sua cidadania.
Vote em quem você julgar ser correto, porque isso não define a Igreja de Cristo. Você é Corinthians? Problema seu, azar o seu, maloqueiro, sofredor. Alguns dizem graças a Deus, como eu sou corinthiano.
Você é Palmeiras?
Sorte sua, Dona Leila chegou lá e resolveu o problema financeiro junto com o outro senhor. Vocês nadam de braçada ganhando tudo, parabéns.
Você é São Paulino?
Você tá com inveja da gente virando maloqueiro sofredor, porque sofrendo você já tá, né? Porque haja paciência para assistir o São Paulo.
Você é santista?
Meu Deus, nem o Pelé tá aqui mais para ajudar. Mas você é livre para torcer por quem você quiser. O que é mais louco no nosso tempo como igreja é que a gente é livre para torcer pelo time de coração, mas nos púlpitos nos ensinam a escolher o partido. Do coração, o escopo ideológico do coração. E aquilo que para nós deveria ser um exercício de cidadania virou um exercício de paciência, porque os nossos púlpitos viraram palanques, nossos altares viraram showmícios.
Que Deus tenha piedade de nós. Então, se você está cansado, se você está sobrecarregado, vai até Jesus, vai para ele. Só que não para por aí. Jesus fala: venham até mim, vocês que estão cansados e sobrecarregados, venham descansar, confiem em mim. Mas para confiar em mim você tem que aprender de mim. A palavra aprender vem do original grego mantano, que significa aprender pelo exercício prático. Eu conversava com o pastor Daniel essa semana, o pastor Daniel falava assim para mim: pô, se a gente não assume que a gente é de direita, se a gente não assume que a gente é de esquerda, A gente tem que dizer, Rodrigo, que a gente é neutro.
Eu falei, não, não, não, não, não existe neutralidade, porque neutralidade não resolve nada.
Não da esquerda, não da direita, nem do centro, mas do alto.
Eu pertenço ao alto e o meu discurso é o discurso do alto.
E o meu discurso é a César o que pertence a César e a Deus o que pertence a Deus. O meu discurso tem que ser esse. Jesus não era dos fariseus, nem tampouco dos saduceus, nem tampouco dos zelotes, nem tampouco dos essênios. Ele era do Reino de Deus e Ele dizia: O Reino de Deus está aqui. Então, onde quer que eu vá, onde quer que você vá, a gente tem que aprender com Jesus a dizer: Não é esquerda e nem direita, é o Reino de Deus que vai mudar a história do mundo.
A esquerda e a direita são escopos de uma ideologia política e nada mais. E você tem que aprender o que significa isso para poder votar com consciência. Diga amém, por favor, se você está entendendo isso. Em tempos de cansaço, onde até a política nos cansa, onde o time de futebol já não nos alivia mais, Jesus está dizendo: Vem para mim. Muitos não aguentam mais a política, muitos não aguentam mais a vida, muitos não aguentam mais o futebol, muitos não aguentam mais nada.
E eles vão para pornografia, eles vão para o álcool, eles vão para droga, eles vão para adultério, eles vão para alienação, mas eles não vêm para Jesus.
O convite de diz Jesus é: vem para mim, eu te dou alívio e aprende como eu ajo para você agir no meio da sua casa, no meio da sua família, no meio do teu trabalho, no meio da igreja. Está entendendo? Diga amém.
Então, o que fazer quando Jesus diz: venham a mim?
Vá até ele, mas não apenas vá até ele, descanse nele. E não apenas Descanse nele, aprenda com ele. Amém. E aprender com Jesus não é ler a Bíblia simplesmente, é ler a Bíblia, é ouvir a palavra que está sendo pregada hoje e praticá-la. O próprio Cristo nos ensinou no Evangelho de Mateus, capítulo 7: aquele que ouve estas minhas palavras e pratica é um homem, é uma pessoa sensata que coloca sua casa sobre a rocha. Vem a chuva, transborda os rios, sopram os ventos e dão contra a casa. E como a casa fica?
Em pé.
O insensato, agora eu vou parafrasear, é aquele que domingo após domingo está na igreja, é aquele que assiste pregação e ouve pregação a semana inteira, ouve a palavra, ouve podcasts com a palavra de Deus, mas não pratica. Veio a chuva, transbordam os rios, sopram os ventos, dão contra a casa e a casa cai, grande é a sua ruína. Quando Jesus fala sobre casa, querido, é vida. Eu tenho o privilégio, eu estava até pensando ontem, a minha filha mais velha vai fazer 18 anos, a minha mais nova vai fazer 14.
Eu estava conversando agora num aconselhamento, estava falando, a minha filha está com pretensões de ir embora para o Uruguai o ano que vem. Quer ficar um ano em campo missionário? A minha filha era só um bebezinho quando eu comecei essa igreja. E aliás, um parênteses aqui, quando eu comecei essa igreja, eu comecei essa igreja junto com outros irmãos queridos, maravilhosos, mas eu comecei lá na casa da Monique, lá na chácara do Rinaldo, da Lúcia, da Monique, da Dani.
Na época era só a Monique, a Dani, a Lúcia, também a Nicole, o Rinaldo, e agora tá aí o Ricardo. Seus filhos. Prazer recebê-los nessa noite. Amém. Não poderia deixar de fazer menção a vocês, que se hoje existe essa igreja, a gente tem que louvar a Deus pela sua casa, Monique e Ricardo, que abriram as portas para a gente começar os cultos lá. São muito bem-vindos. Mais do que uma força de expressão, é a verdade do nosso coração.
Essa casa pertence à sua família. Deus abençoe vocês. Amém. Quando nós começamos essa casa, eu me lembro do dia que a gente mudou para cá e começou a a reforma, a Pietra tava aqui sentadinha, era uma rampa cheia de poeira porque o Pastor Daniel tava quebrando um monte de parede aqui, poeira pra todo lado, a Débora tava trabalhando em São Paulo e eu trouxe a Pietra pra reforma. A Pietra quer ir embora pro Uruguai e ela quer servir ao Deus dessa casa.
Ela tá abrindo mão de entrar na faculdade no ano que vem pra ficar um ano em campo missionário. Porque quem ouve e pratica constrói casa, e construir casa é construir vida. Eu construí uma vida com a minha esposa, eu construí casa com ela, e a casa e a vida que nós construímos passou pelas chuvas, pelos rios que transbordavam, pelos ventos que bateram, mas por nós termos praticado a palavra de Deus, a nossa casa está de pé até hoje.
Chuva, vento, rio que transborda representam os problemas da vida pela qual a sua casa, a minha casa, as nossas casas passam. Está entendendo? Diga amém. Quando eu pratico a palavra de Deus, não significa que eu estou imune aos problemas da vida representados pelas chuvas, pelos ventos e pelos rios que transbordam. Eu não estou imune no sentido de não passar, mas eu tenho uma garantia que se eu passar pelas chuvas, pelos ventos e pelos rios que transbordam, a minha casa vai permanecer em pé, porque eu pratico a palavra de Deus.
Aprender de Jesus é praticar exatamente a vida de Jesus na nossa vida, está entendendo? Por favor diga amém. Então Ele diz, aprendam de Mim. Tem muita gente nos dias de hoje ansioso para descansar em Cristo, mas não quer aprender Dele.
Deixa eu te dizer uma coisa, só descansa quem aprende. Aí depois que eu entendi isso, hoje pela manhã o Senhor falando comigo, eu perdi a vontade de quebrar a TV, por conta de um monte de idiotice que tinha lá. Sendo dita. E eu fui preparar o meu sermão. E aí eu vi a notícia da morte de uma pessoa. E a pessoa me disse assim, pastor, não precisa ir no velório, pede para alguém ir, se possível. Eu falei, eu vou, eu quero ir. Posso?
Ô pastor, pode. Então eu irei. Tem uma oração de São Francisco de Assis que diz assim, Onde houver trevas, que eu leve a luz. Eu não posso ficar na minha casa lamentando a propaganda eleitoral política, lamentando as coisas, se eu aprendi de Cristo que a luz chega aonde eu vou, porque eu sou a luz do mundo. E se num lugar de trevas como um velório eu posso ser luz, é lá que eu tenho que estar. E não pensando em política, e não pensando nas desgraças que acontecem no mundo.
Você tá entendendo? Diga amém. Eu preciso praticar o que eu fui chamado a fazer. Você está construindo uma casa, querido. Você está construindo uma casa, querida. A sua vida é uma construção, e o resultado final dessa construção, se é permanecer em pé ou cair, vai depender da sua prática ou não do evangelho de Jesus Cristo de Nazaré.
Então, o que fazer quando Jesus diz: venham a mim, vá, encontre descanso?
Amém. Ele tem descanso para você, mas esse descanso também depende de aprender dele. E agir como ele agiu. Você crê nisso? Diga amém, por favor. Glória a Deus por isso. Ir a ele nos traz descanso, e descansar também implica em confiança. Bendito seja Deus. Abra sua Bíblia comigo no Evangelho de Lucas, capítulo 8. Verso 1, perdão, verso 1 ao verso 3, Lucas 8:1-3. Depois disso, Jesus ia passando pelas cidades e povoados, proclamando as boas-novas do Reino de Deus.
Os 12 estavam com ele e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos. E doenças. Maria, chamada Madalena, de quem haviam sido expulsos 7 demônios, Joana, mulher de Cuza, administradora da casa de Herodes, Susana e muitas outras mulheres ajudavam a sustentá-lo com seus bens. Até aqui. Maria Madalena é um dos maiores exemplos pra gente daquela que vai até Jesus e encontra descanso. Querido, você já pensou o que é ficar possuído por 7 demônios?
O que deve ser a vida de alguém que já não tem mais opção de viver como deveria, mas fica sujeito a um espírito maligno? Você já pensou o que significa isso? Isso é terrível. Aquela mulher foi até Jesus e ela foi liberta, e ela encontrou descanso para sua vida, ela encontrou paz em Cristo. Só que não ficou apenas aí. Quando a gente lê o Evangelho de Marcos, capítulo 16, verso 9, que aliás eu queria que você abrisse comigo, Marcos 16:9, a gente vai encontrar Maria, essa mesma que foi liberta de 7 demônios.
Marcos 16:9: Quando Jesus ressuscitou na madrugada do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, de quem havia expulsado 7 demônios. Quando você vai até Jesus, você encontra nele descanso. Amém. Como já pregado, ela encontrou, mas não parou por aí. O evangelho que a gente leu agora, Lucas 8:1-3, a gente encontra Maria Madalena sendo uma discípula de Jesus, inclusive ajudando no sustento da obra. Que Jesus fazia.
E quando a gente olha para esse texto de Marcos 16:9, a gente encontra Maria Madalena, a mesma de quem Jesus havia expulsado 7 demônios, encontrando com ele depois de sua ressurreição. A primeira pessoa a quem ele aparece, os evangelhos nos dizem, é Maria, aquela que encontrou descanso nele. Eu quero dizer com isso uma coisa para você muito importante: Jesus quer aparecer para você. Permita ele te livrar de tudo aquilo que tem atormentado você.
E eu espero, em nome de Jesus, que você não esteja sendo atormentado por 7 demônios. Mas talvez o que te atormenta é olhar para as coisas desse mundo e ver para onde esse mundo está indo. Talvez o que te atormenta é ver a sua família e o caminho que ela tem tomado. Eu não sei o que te atormenta. Talvez as suas finanças, eu não sei. Eu sei de uma coisa: Jesus não quer apenas te dar descanso e alívio, ele quer aparecer para você nesse tempo.
Maria tava com angústia da morte e Jesus se mostrou a ela. Eu profetizo em nome de Jesus que Jesus vai se mostrar a você na noite de hoje, ele vai trazer alívio para tua alma. O exemplo de Maria é o maior de todos para nós, foi liberta, reencontrou descanso, Andou com ele, tornou-se discípula, e no momento em que a dor da morte a atravessava, Jesus se revelou a ela. Profetizo em nome de Jesus, Jesus se revela a você hoje para tirar a dor do teu coração, em nome de Jesus.
Maria encontrou descanso nele ao ser liberta e passou a aprender dele quando o seguiu como sua discípula.
Discípulo.
Ela foi a primeira a vê-lo, porque quando a gente é discípulo de Jesus de verdade, Jesus vai tirar até a dor da morte dos nossos corações. Amém. O que fazer quando ele diz: vem, vá, descanse, aprenda e siga para a vida? Tópico 2 do meu sermão: o que fazer quando Jesus diz: siga-me ou venha após mim? Lucas 9:23, abra comigo, por favor. Vocês estão tão quietinhos hoje, que bom, ou não, né? Ô, Lívia, vem ministrar comigo, por favor.
Lucas 9:23, já chegou? Diga amém. Jesus dizia a todos: Se alguém quiser acompanhar-me, negue a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Se o primeiro convite, querido, é um convite ao descanso e um convite ao aprendizado, O segundo convite é o sacrifício.
Amém.
O grande erro da gente que é cristão, principalmente nos dias de hoje, é achar que Jesus só veio aqui nesse mundo para nos dar vida e vida abundante, e não desejar que a gente ofereça a ele alguma coisa. E tem gente que acha que o que oferece a Deus é dízimo e oferta, dinheiro.
Não.
Jesus está dizendo claramente: se você quiser me seguir, você vai negar a si mesmo, você vai tomar a cruz diariamente. Isso é sacrifício. Negar a si mesmo não é fácil. Quando eu estava nessa reunião nessa igreja essa semana, a minha vontade era gritar Tá loucos!
Essa noite vão pedir a alma de vocês. A minha vontade era subir naquele lugar que eu não posso chamar talvez de altar, naquele dia pelo menos não, e pegar algumas pessoas pelo pescoço Pegar alguns pastores e falar: o que você tá fazendo? O que que você tá fazendo?
E a minha personalidade é extremamente combativa. Eu sou um cara que enfrenta, eu sou um cara que bate de frente. Eu não tenho medo, bendito seja Deus, eu não temo. Mas eu tava sentado ali perto do Pastor Toninho, do Pastor Fernando e o Pastor Israel, que estavam comigo lá, e eu fiquei quieto, sentado, ouvindo. Sabe por quê, queridos?
Porque quando Jesus diz: neguem a vocês mesmos, ele tá dizendo assim: você é um cara combativo, irmãozão, você é um cara que confronta, mas eu tô dizendo para você: bem-aventurados são os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Você tá aqui, você quer confrontar o quê? Eu te chamei aqui para isso, ou você veio aqui para ouvir e discernir o tempo de hoje? O Espírito Santo começa a lhe confrontar: você veio discernir e entender, ou você veio causar escândalo e confrontar?
A que espírito você pertence? Jesus, mas eu sou assim, o Senhor me amou assim. E Jesus tá falando: eu te amo assim.
Mas tem hora certa para agir.
Eu te chamei para negar a tua natureza. E se negar a tua natureza é calar a boca quando você quer falar, você tem que entender o que é negar a si mesmo.
Porque o negar a si mesmo é se sacrificar.
Se o primeiro convite é descansa, aprende, e eu me revelo a você, o segundo convite é você precisa se sacrificar por mim. E eu conversava com o Pastor Toninho, a gente tem um trabalho de capelania, algumas escolas da cidade de Jundiaí, e tá sendo lindo. Essa semana o Pastor Toninho levou os alunos de uma das escolas, os alunos de enfermagem do modo técnico da escola, para dentro da Faculdade Anchieta. Ele conseguiu ônibus, ele conseguiu um monte de coisa, levou os alunos para lá.
Você fala, pra que isso? Você sabe pra quê? Porque eles estão fazendo curso de enfermagem e eles não enxergam futuro pra eles. Eles não enxergam futuro da profissão, eles não enxergam nada. Porque eles olham pra política da direita, elas não têm nada a oferecer. Eles olham pra esquerda, não tem nada a oferecer. Eles olham pro país que foi governado pela direita por 4 anos e não viu melhora nenhuma. Ele olha agora 4 anos de esquerda e não vê melhora nenhuma.
Ou talvez mínimo. Mas não o suficiente para tirar aquele jovem da condição de miséria na qual está. Mas a igreja do Senhor, sem fazer proselitismo, enfiar Jesus dentro das goelas das pessoas, porque o Estado continua sendo laico e a escola não é lugar para a gente pregar o evangelho com palavras, mas sim com a nossa vida. Porque tem uma antiga frase que é muito clichê no meio dos evangélicos, que é: pregue o evangelho, se necessário for use palavras.
Porque a maior pregação do evangelho não são as palavras que a gente diz, mas sim o nosso agir no meio das pessoas, o exemplo, a conduta.
E o Pastor Toninho, nesse contexto de conduta, falou: eu preciso dar perspectiva para esses jovens. E levou-os para faculdade, e lá eles tiveram palestras, eles fizeram laboratório, e eles ficaram felizes. E como eu tava dizendo, tem essa escola, tem outras se abrindo.
E nós temos uma escola que pediu a capelania aqui no centro, perto da Sala Glória Rocha, para quem conhece, um dia aí. E a gente não pode pegar essa escola agora porque a gente não tem voluntários suficientes. E o Pastor Toninho falou, a gente precisa conversar com as igrejas. Só que as igrejas em infelizmente tem feito de altares lugares para show místicos, palcos, tem feito de púlpitos palanques.
Mas o meu Jesus, ele não me chamou para usar a minha personalidade para meter o dedo na cara das pessoas e humilhá-las. Ele me chamou para ser um pacificador.
Porque se aquela escola precisa, e se naquela igreja onde nós estivermos houver uma pessoa disposta a servir o Senhor Jesus com capelania, o recado seguinte é: a política passa. De 3 em 3 anos ela aparece, de 4 em 4 anos ela aparece. Eu tô falando das eleições para presidente, senador, deputado federal, deputado estadual, tô falando das eleições para vereadores e prefeitos. De 3 em 3 anos a política aparece, de 4 em 4 ela aparece, mas as vidas que estão dentro daquelas escolas que a gente não alcança porque a gente não tem voluntário, essas podem desaparecer sem salvação, sem esperança, se eu não conseguir deixar a política de lado e fazer uma ponte com as igrejas que talvez não estejam entendendo o momento, mas estejam desesperadas.
O que faz com que as igrejas se posicionem muitas vezes de maneira errada é medo. Aquele cara é um genocida, eu não quero saber da família dele porque ele é genocida. Lá na pandemia ele fez um escarcéu e não tinha vacina, e mais de 700 mil pessoas morreram por causa dele. Por isso é que eu voto no outro. Eu não quero genocidas governando meu país. Eu não quero pessoas que levantaram pessoas para dar um golpe de Estado, como foi o 8 de janeiro.
Eu não quero o meu país debaixo de uma ditadura. Por isso eu voto do outro lado. Aí o outro lado fala: eu não quero alguém que foi condenado em 3 instâncias, eu não quero uma política de ideologia de gênero dentro da escola dos meus filhos, eu não quero isso, eu não quero aquilo, eu tenho medo do que vai acontecer com meu país. E pelo medo vota do outro lado.
Um vota pelo medo de um lado, o outro vota pelo medo do outro.
E a Bíblia diz: pois o perfeito amor lança fora todo medo.
Existem igrejas com medo que se dizem corajosas, mas a maior coragem nos foi ensinada pelo próprio mestre. E ele chamou isso de: não há maior amor que esse, a coragem de entregar a própria vida pelo outro.
E eu conversava com Toninho sobre isso.
Não vamos quebrar pontes, façamos pontes. A política vai passar, mas a escola precisa de gente. E a gente vai para dentro das escolas chamando essas igrejas para participar do que Deus tá fazendo. Vamos fazer ponte, vamos junto, vamos sentar com o conselho de pastores da cidade se necessário for. E não importa se eles por medo não estão enxergando as coisas, porque o que nós vamos oferecer a eles é o que a gente tem de melhor a oferecer.
O amor às escolas da nossa cidade. Você tá entendendo a mensagem de hoje? Diga amém. Mas para eu fazer isso, eu tenho que morrer. Toninho é todo amor, Toninho é todo abraço. Tem um lado ruim dele que a gente desconhece também, mas vamos fazer de conta que não tem, né, pastor? Ele é brabo também, mas ele é muito melhor que eu, diga-se de passagem. Toninho, se fosse Tá na mesa da ceia, ele seria aquele João, sabe, que tá ali com a cabecinha deitada no peito de Jesus assim, sabe.
Eu, se tivesse na mesa da ceia, eu ia ser o Pedro, pronto para negar ele 3 vezes. Eu ia ser o Pedro, eu ia puxar a espada, sair cortando a orelha dos outros. Você tá entendendo?
O Toninho deita a cabeça, eu puxar a espada. Eu tenho o meu jeito, Toninho tem o dele.
Eu sou um destruidor de pontes e o Toninho é um construtor delas. Mas eu preciso negar minha natureza, eu preciso negar a mim mesmo, porque se eu quiser ser discípulo de Cristo, eu tenho que olhar para os perdidos desse mundo que precisam do evangelho. E não para minha ideia ideal de uma igreja. Porque se o meu ideal de uma igreja é uma igreja apartidária, é uma igreja que pega a palavra, mas algumas pessoas não entendem isso por conta do medo.
Eu vou sentar com os irmãos da esquerda, eu vou sentar com os irmãos da direita.
Eu tô chamando de irmão porque, independente dele votar na esquerda, ele é meu irmão. Porque o que me emana a ele não é o meu partido político, não é minha ideologia. O que me emana a ele é o sangue precioso derramado na cruz. E essa historinha de quem é de esquerda não é de Deus, é do demônio, é coisa que esse monte de louco tá botando na sua cabeça. É possível ser de esquerda e servir a Jesus?
Sim.
É possível ser de direita e servir a Jesus?
Sim.
É possível sim, porque o que me emana com essas pessoas é o sangue precioso derramado na cruz. Vamos parar com essa história de rotular pessoas e dizendo: você é do demônio porque você vota nesse cara, você não é de Deus porque você vota nesse. Você vota no genocida, então eu não creio no evangelho que você prega. Você vota no ladrão, por isso eu não creio no evangelho que você prega.
Chega, chega!
Tá na hora de alguém se levantar para dizer: nem esquerda nem direita, eu pertenço ao reino, eu pertenço ao Senhor. E o reino de Deus é paz, justiça, alegria no Espírito Santo. Enquanto houver alunos de uma escola que não estão sendo alcançados porque a minha igreja é partidária, não tem gente Eu preciso alcançar a igreja que tem gente e fazer uma ponte com ela, para que a ponte que eu faço com ela alcance aquela escola. Mas e se não tem ensino no dia do juízo?
E é esse o único dia que importa. Dirão a ele: olha, Jesus, eu expulsei demônio no teu nome. Olha, Jesus, eu curei no teu nome. Olha, Jesus, eu profetizei no teu nome. E alguns ouvirão: aparta de mim, maldito, pois eu não te conheço. É só ele que vai dizer quem é maldito ou não.
Eu faço muita coisa em nome de Jesus, eu não sei se eu sou bendito ou maldito. Eu só vou saber no último dia aonde eu vou ser julgado. Mas eu digo que maldito é o que vota na esquerda, maldito é o que vota na direita, maldito é esse, maldito é esse, maldito é aquele. Jesus tá dizendo: para com isso, eu chamei você para se sacrificar.
O que fazer quando Jesus diz: siga-me, morra!
É isso que você vai fazer, você vai morrer para sua personalidade, para o seu ego, para os seus racismos.
Mas como eu vou fazer a diferença?
No dia 4 de outubro, diante daquela máquina chamada urna eletrônica, vote de acordo com a sua consciência, de acordo com aquilo que você estudou. E de acordo com aquilo que acima de tudo o Espírito Santo te dirige. Porque não é o envelope que a gente entrega, aspas, a gente, com panfletinho do candidato que vai fazer a obra. É o Espírito Santo que convence o homem do pecado, da justiça, do juízo. Pastor, mas eu tenho dúvida, eu queria uma orientação.
Quando eu descer aqui do altar hoje, me procura, eu te digo. Mas aqui no altar não, aqui no púlpito não. Eu tô falando de coisas atuais, queridos. Jesus tá dizendo: vem para mim, você tá cansado? Vem para mim. Tá doendo?
Eu te dou descanso.
Aprenda comigo, você vai viver melhor. Olha o exemplo de Maria: ela veio até mim, eu tirei 7 demônios dela, ela virou minha discípula. E quando ela tava passando pela dor da minha própria morte, eu me revelei a ela. Ele tá dizendo: eu te dou descanso, aprende de mim, eu me revelo a você, e agora vem e me segue. E para me seguir você precisa sacrificar. Esse é um convite pessoal de Jesus para mim. Jesus não quer apenas, entre aspas, aliviar a nossa dor, não.
Ele quer também isso. Ele não quer apenas nos ensinar como viver, ele também quer que a gente siga ele, matando o nosso eu, matando o nosso ego, pedindo perdão. Me perdoa por eu ter errado com você, esposa. Me perdoa, filho, por eu não te entender direito. Me perdoa, meu marido, pelas falhas que eu tenha tido com contigo. Isso é negar a si mesmo. Esse é um convite para quem quer ser maduro. A minha imaturidade grita dentro de mim: vai lá, pega ele pelo pescoço!
E o Espírito Santo diz: morra, fica quieto, sacrifica, construa pontes, aprende com o Pastor Toninho Seu pecador. E eu aprendo com ele. Está entendendo?
Diga amém.
Ah, mas tá doendo, eu me sinto abandonado, eu não sei. Olha para cruz, acabei de dizer: Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste? Mas também olha para ela e veja ele dizendo: nas tuas mãos eu entrego meu espírito, Senhor, eu confio em ti. Eu confio em ti. Está entendendo? Por favor, diga amém. Há tempos atrás, a gente estava com um lema aqui na igreja dizendo assim: profeta não sente, profeta profetiza. E isso estava sendo dito dentro daquela passagem bíblica onde um menino na fé ver uma pequena nuvem depois de vários e vários dias de seca em Israel.
Ele era um moço do profeta, um aprendiz, e o profeta falava para ele: vai até o monte e vê se tem alguma nuvem de chuva. Ele foi uma, duas, três vezes, não achou nada.
De repente ele vai e fala assim: eu vejo uma pequena nuvem, mas ó, é do tamanho da mão de um homem.
O que ele sente ao ver uma pequena nuvem é que aquela pequena nuvem não vai fazer diferença nenhuma. Mas o profeta maduro diz: esse é um sinal que a chuva vai chegar. E ele começa a profetizar, e a chuva vem. Talvez esse culto hoje seja para você uma pequena nuvem. A questão é se você vai ser um profeta ou um menino, um homem ou uma mulher maduro que diz: eu estar na igreja hoje ouvindo a palavra que eu tô ouvindo é um sinal de que Deus vai mudar a história da minha casa, de que Deus vai mudar a história da minha cidade, de que Deus vai mudar a história da minha nação.
Ou você vai dizer: foi apenas mais um culto. Foi apenas mais um domingo. A diferença entre meninos e profetas de verdade maduros é que meninos dependem de sentimentos e profetas dependem da palavra de Deus. O profeta Ezequiel olha um vale de ossos secos e Deus começa a falar com ele. O que vê é um vale de ossos muito secos, a morte tomou conta.
E Deus pergunta para ele: pode Esse vale de ossos secos tornar a viver? O profeta nem ousa dizer claro, sim ou não.
Ele só diz uma coisa: tu sabes.
O Espírito Santo te pergunta nessa noite: pode o meu casamento voltar a viver? Podem os meus filhos voltar à vida? Pode o meu trabalho voltar a trazer resultado? Pode a minha igreja voltar a ter vida? O Espírito Santo te faz perguntas na noite de hoje e ele quer saber uma resposta de você: você confia no Deus Todo-Poderoso?
Se confia, diga assim: tu sabes. E depois que você diz tu sabes, espera o que ele vai dizer para você. Ele disse para o profeta: então profetiza, filho do homem. Começa a declarar. Deus te diz nessa noite: dependa de mim. E profetiza as minhas palavras.
Diga: meu casamento vai tornar a viver, minha família vai tornar a viver, meus filhos vão tornar a viver, todas as promessas de Deus vão viver da minha vida plenamente. Deus fará milagres, Deus transformará o meu casamento que não passa de um vale de ossos secos em um casamento que vai ser um testemunho de exemplo de transformação e milagre que Deus faz. Deus vai pegar minha carreira que hoje é nula, é morta, e vai mostrar como Deus coloca homens como cabeça.
Deus vai fazer na minha vida, na vida meus filhos um exemplo, porque ele vai trazer à vida o meu filho que tava morto. Ele sabe, ele quer. E agora eu vou começar a dizer: meu filho vai tornar a viver, meu trabalho vai tornar a viver, minha casa vai tornar a viver. Porque Deus diz: profetiza, filho do homem. Profeta não vive de sentimento, profeta vive do que Deus diz. Ele vê um vale de ossos secos, o que que ele sente?
Morte.
Ele não ousa dizer: não tem jeito.
Por que você tá dizendo que o teu casamento não tem jeito mais? Por que você tá dizendo que a tua vida profissional não tem jeito mais?
Por que a gente tá dizendo que não tem mais jeito a situação financeira da igreja? Profeta não vive de sentimento, profeta vive do que Deus diz. E Jesus nos ensinou: eu vim trazer vida, e vida em abundância para você. Começa a profetizar bênção sobre a tua vida, sobre a tua casa, sobre a tua família.
E para isso você precisa negar a si mesmo.
E negar a si mesmo é isso também: não tem nada de bom no casamento, não tem nada de bom acontecendo, não tem nada de bom na minha vida profissional.
Você tá vendo isso?
Então você nega a si mesmo hoje, começa a dizer: mesmo que eu não esteja vendo, Deus tem poder para fazer.
Ei, você tá aqui?
Você tá entendendo o que tá sendo pregado? Deus quer fazer a parte dele e ele sempre faz. A pergunta é: você quer fazer a sua? E para fazer a sua, você tem que negar a si mesmo, tem que parar de amaldiçoar teu marido, tua esposa, teus filhos, e começar a abençoar. Tem que parar de amaldiçoar o teu trabalho, pouco recurso que muitas vezes chega na tua mão, e começar a abençoar, dizer obrigado, Senhor, Senhor, por tudo que o Senhor tem feito.
Multiplica esse dinheiro aqui, multiplica o amor na minha casa, na minha família.
Ontem eu tava tomando banho com a Débora. Ô tempo bom! A gente tava tomando um banho, conversando, e eu tava lá no banheiro, ela tava preocupada comigo porque esses últimos dias têm sido muito difíceis para mim. Quinta e sexta-feira foram dias desafiadores e a gente ia no aniversário. E eu não sou amigo simpatia, sabe? Eu não sou simpático, eu sou chato demais. Quem me conhece sabe, né, amor? Ô cara chato, né, Silas? E a Débora tava preocupada comigo.
E a gente tava lá no banho e eu comecei a profetizar sobre a minha vida. Eu sou um cara legal, eu vou ser legal com as pessoas no aniversário, eu vou sorrir.
E ela dava risada. Eu vou ser legal, Jesus, Jesus. Eu falei, só Senhor, tem uma canção que pode me ajudar nesse momento.
Dá-me um coração igual ao seu, meu mestre. Ensina-me a amar o meu irmão, a olhar com seus olhos, perdoar com teu perdão. Eu vou lá, Senhor, me ajuda a amar meus irmãos. Que não tem nada a ver com as minhas dores da semana. A Manuela já tinha dito pra Débora que eu não ia no aniversário, porque ela me conhece, sabe que eu tava cansado. E a Débora falou pra ela assim, não, papai vai, porque a Manu ia dançar na festa. Papai vai ver você dançar.
A Manu falou, verdade. Eu tava negando a mim, homem, e eu tava profetizando sobre mim. Jesus, me ajuda a ser mais alegre, me ajuda a ser mais feliz. Eu sou uma pessoa excelente para ir no velório, mas eu sou a pior companhia para uma festa. Me ajuda a saber viver dentro dos ambientes, Senhor, que eu estou sendo enviado Porque eu preciso ser luz onde eu vou. Eu preciso aprender que a vida não é sobre mim, sobre o que eu sinto, que ele me diz para profetizar ou não. Você tá entendendo?
Diga amém.
E eu fui ali e acredita que Deus falou comigo no aniversário? Eu sorri, né, Débora? Né, Pastor Toninho? Pastor Toninho falou comigo ali umas 2 horas, a gente conversou, me ensinou tanta coisa ontem sobre filhos, sobre família. Eu só não danço porque eu sou horrível para dançar, diferentemente do Pastor Fernando, que apesar de horrível para dançar, dança.
O Pastor Silas então já pode fazer, sabe aqueles robozão que tem na festa?
Tinha ontem.
Pastor Silas, se tiver problema financeiro, já pode fazer bico de robozão em festa.
Eu não consigo ainda dançar, mas talvez eu chegue lá. A Manu faz 15 anos daqui 2 anos, né? Talvez até lá eu consiga dançar. O desafio de negar a si mesmo é esse, porque aonde eu não enxergar alegria Pelo menos dentro de mim, eu preciso profetizar alegria dentro do meu coração. E foi tão bom, porque eu mal sabia que hoje ia estar no velório. Então ontem eu recarreguei as minhas baterias emocionais, que eu sorri, para hoje eu poder chorar.
Você tá entendendo? Diga amém. O que fazer quando Jesus diz: siga-me, negue a si mesmo? Porque é necessário que ele cresça e que eu diminua. Foi muito legal ontem, a gente foi chamado lá na frente pela família e eu tive a oportunidade de orar pela mocinha que fazia 15 anos. E na hora que eu ia orar, o Espírito Santo falou comigo assim: o que ela precisa receber não é você quem tem que pregar. É uma mulher. É muito lindo quando a gente recebe uma honra, queridos.
Eu já tive honras maravilhosas, já apresentei vários bebês a Jesus que hoje eu vejo caminhando pela igreja aí. O Miguel, por exemplo, foi o primeiro bebezinho que eu apresentei. Hoje ele toca o terror na igreja, rebenta a bateria literalmente às vezes. Faz umas coisas que eu falei, que você tá maluco, meu querido, vem cá. Apresentei ele aqui nesse altar. Aqui é uma honra poder fazer um casamento de alguém, ser chamado para orar por uma menina que faz 15 anos.
Mas muito mais do que a honra que o Senhor nos concede É o espírito que a gente carrega que faz diferença na vida de alguém. E eu falei ontem, o Espírito Santo tá me dando uma outra direção. Vocês me permitem quebrar o protocolo do aniversário, mas eu queria que a pastora Débora orasse, porque era uma menina que estava fazendo 15 anos. E eu sei que a Débora carrega uma sabedoria muito grande, e a sabedoria que a Débora carrega era para ser liberada sobre aquela moça, porque não há mais sabedoria do que ser casada comigo.
Lidar comigo não é fácil, e essa mulher tem tido muita sabedoria. E eu entendi da parte de Deus que ali quem tinha que ser a profeta era a Débora e não eu. Você entende? Profeta não sente nem honra e orgulho por estar sendo chamado para orar. Profeta profetiza, e a minha profecia era só uma: é a Débora quem vai orar na noite de hoje, não eu. E foi muito legal que depois uma irmã me procurou e falou: nossa, pastor, que legal isso que você fez!
E a grande questão é que eu não fiz nada, eu só me permiti Ser usado para que Deus fizesse. Mas para que eu me permita ser usado para que Deus faça, eu preciso negar a mim mesmo, eu preciso deixar o meu status, a minha posição de pastor, presidente, uau, que vai orar na frente das pessoas, para que uma mulher abençoe outra mulher. Está entendendo? Por favor, diga amém. Tá na hora de descer dos pedestais do orgulho, do pedestal da vaidade, do pedestal do eu nasci assim, eu sou assim, quem quiser que me aceite assim, porque eu já estou crucificado com Cristo e já não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim.
Se você é um cristão verdadeiro, um homem, uma mulher de Deus, o convite na noite de hoje É para descansar nele, é para aprender dele, é para ser alguém, é objeto da sua revelação e alívio no meio da dor. Mas também é um convite para deixar ele viver aonde você está.
Deixa ele viver na sua casa, deixa ele fazer café da manhã para o seu marido.
Mas ele não merece.
Mas não é você que vai fazer, é Jesus.
Deixa ele comprar um presente para sua esposa. Ela não merece. Então é Jesus que vai comprar.
Deixa ele dar um abraço no seu filho, na sua filha.
Mas ele aprontou essa semana.
Então não é você que vai dar, não, é Jesus. Mas é Jesus através de você. E para isso você tem que se negar. O que fazer quando ele diz Siga-me, negue a si mesmo, deixa ele viver. Último tópico do sermão, e aqui eu encerro: o que fazer quando Jesus diz vá ou ide? Mateus 28, por favor me acompanhe, versos 19 e 20. Além de ver o Globo Rural de manhã, um dos maiores sinais da velhice é o óculos. Não consigo mais ler a Bíblia direito sem óculos.
Mateus 28, versos 19 e 20: Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a obedecer a tudo que lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês até o fim dos tempos. Primeiro, Jesus te chama ao descanso. Amém? Ei, ei, primeiro Jesus te chama ao descanso, ao aprendizado com ele, à restauração sua em meio à sua dor. Segundo, ele te chama a negar a si mesmo.
E terceiro, ele te chama para olhar para o outro Para olhar para o lado, para fazer discípulos. Vá por esse mundo e pregue o evangelho. Por onde você for, pregue. Sempre houve uma discussão teológica muito interessante. Ide, o verbo ou ir, é uma ordem, um verbo no imperativo, ou é um movimento, um verbo no gerúndio? Jesus nos deu uma ordem: vão. Ele nos disse: por onde quer que vocês vão, façam. A grande questão é que não cabe discussão aqui.
Onde quer que você esteja, deixa ele viver, porque quando ele vive no seu lugar, não é necessário pregar a palavra, porque vão ver Jesus ali. Está entendendo?
Diga amém.
Não é qualquer pessoa que diz para você, Alex, E lá da aula de Excel, foi Jesus que disse, vai lá. Não é qualquer pessoa que diz para você, vá para sua casa, abrace seu filho, faça dele um discípulo. É Jesus. É muito lindo hoje ver o que Deus tem feito na vida da minha filha Pietra, porque significa que em 18 anos de vida dela, o pai dela não fez vergonha ao evangelho. Mas formou uma discípula. Eu não sei o que vai ser da vida das minhas filhas daqui alguns anos, mas eu sei de uma coisa: as sementes que foram lançadas nos corações delas vão brotar.
E elas conhecem o Deus que foi lhes apresentado, não porque eu lhes ensinei com palavras, mas porque eu tenho vivido com a minha vida. Eu tenho deixado ele viver em mim, porque não foi qualquer pessoa, volto a dizer, quem disse para ir, foi Jesus. E quando ele faz um chamado, um convite, eu tenho que ir. Só discípulos encontram descanso nele, queridos. Só discípulos deixam ele viver. Só discípulos podem ir E em deixando ele viver, fazer outros discípulos.
Cada chamado de Jesus exige de nós uma posição. Quando ele diz: venha, eu vou descansar, eu vou aprender, eu vou ser curado das minhas dores. Amém. Essa é a posição: eu recebo dele cura, descanso.
Restauração.
Eu não sei o que você veio fazer na igreja hoje, mas se você veio aqui buscar cura, descanso e restauração, ele tá te chamando: vem para mim. Se você já tá descansado, curado e restaurado, ele tá dizendo: agora é hora de me seguir. E para me seguir, tá na hora de se negar. E se você já tem se negado, tá na hora de ir para algum lugar fazer alguma coisa, porque as escolas de Jundiaí estão precisando de capelães, de homens e mulheres que querem oferecer uma hora do seu tempo para estar na escola abraçando um adolescente.
Se você já tá descansando, você pode escolher continuar, mas Jesus tá te chamando também a se negar. Se você já está se negando, Jesus tá te chamando aí, porque esse é o chamado do discípulo. Mas sabe a boa notícia, pastor? Mesmo quem vai pode voltar a descansar, mesmo quem descansa pode voltar a ir. E todos aqueles que descansam e todos aqueles que vão também são chamados a continuar negando a si mesmos, porque quando ele vive, realmente dentro de nós há vida.
E ele disse: quem crê em mim do seu interior fluirão rios de águas vivas. Eu encerro aqui o meu sermão e eu quero te fazer um convite na noite de hoje. Nós vamos adorar o Senhor com uma canção aqui que diz assim: vejam os tronos de outros deuses, eles estão prostrados ao chão. E o meu coração está se rendendo a Deus. Está entendendo?
Diga amém.
Eu quero te falar que na noite de hoje você precisa entronizar Deus no lugar dos falsos deuses. Não deixa o cansaço, a fadiga ser uma desculpa.
Amém.
Para você viver uma vida qualquer, não deixa as preocupações da vida serem desculpas para você viver uma vida qualquer. Eu quero que você se coloque em pé, por favor.