#335 Frieren e a Jornada para o Além - 2ª Temporada
No episódio #335 do Animes Overdrive, Pedro Lobato, Ped e Bianca Sakai conversam sobre a 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além.
Neste episódio, discutimos como a série continua expandindo seu universo com sensibilidade, beleza e profundidade emocional. Falamos sobre a evolução de Frieren, as novas relações construídas ao longo da jornada, os desafios mágicos e emocionais dessa nova fase e como o anime segue transformando pequenos momentos em reflexões poderosas sobre memória, amizade, perda e o valor do tempo.
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Links da Bianca:
Capítulos do episódio:
(00:00:00) Introdução
(00:03:44) Primeiro Bloco
(00:35:34) Segundo Bloco
(01:28:45) Conclusão
Pedro Lobato
Padgames
- Mensagens Vorcaro-MoraesValor do tempo e memória · Amizade e perda · Reflexão sobre caridade e bondade · Equilíbrio e sustentabilidade · Dualidade entre bem e mal · Propósito vs. objetivo final · Leveza e tranquilidade na vida
- Comparação entre temporadasEvolução da narrativa e personagens · Apreciação da jornada semanal · Comparação com a primeira temporada · Foco em momentos internos e reflexões · Transição para novos arcos
- Análise do episódio Retalhos, Cartas e Telas (Ep. 215)Episódio 1: Confiança em grupo e fuga · Episódio do "Herói do Sul" · Episódio do "Date" de Stark e Fern · Episódio da bebida lendária e fake news · Arco de três episódios: Vila atacada por demônios · Episódio da ponte e investimento no futuro
- Personagens e personificações recentesRelação de Frieren com Himmel · Desenvolvimento de Fern e Stark · Arco de Genal e Metode · O "Herói do Sul" e seu propósito
- Trilhas sonoras de animesQualidade da animação e cenas de ação · Aberturas e encerramentos marcantes · Impacto emocional da trilha sonora
- Demonios e PossessaoDemônios como seres instintivos vs. mal puro · Maniqueísmo na narrativa de Frieren · Possibilidade de desenvolvimento de personagens demoníacos
- AnimeApelo para público não familiarizado com animes · Narrativa acessível e emocionalmente ressonante
- Recomendações de viagem e gastronomiaRecomendação de Belém do Pará · Gastronomia paraense (caranguejo, tucupi)
Sejam bem-vindos ao Anime Overdrive, eu sou o Pedro Lobato. Eu sou o Padgames. E eu sou a Bianca Sakai.
E hoje, meus amigos e amigas, nós estamos aqui para finalmente continuarmos a Jornada para o Além com Freiren em sua segunda temporada. Freiren Jornada para o Além, é isso. Cara, que momento maravilhoso numa temporada em que a Freiren pede. Está viajando para onde, né? Está a jornada dela para o Norte. E sabe quem acabou de voltar do Norte? Bianca Sakai. Bianca Sakai. Bianca Sakai.
Bianca Sakai, tá o Call Freer, hein? Sua jornada. Bianca, seja bem-vinda. Finalmente é o Unimus Overdrive, minha amiga. Obrigada, gente. Eu fui pro norte, mas não é uma jornada tão longa quanto a da Freer, né? Até porque eu não sou uma elfa, né? Foi uma viagem mais curta. Né?
Eu cheguei nas férias pra ir pra lá. Mas a gente já passei uns diazinhos ali no Pará. Maravilhoso. Eu recomendo pra todo mundo que gosta de comer bem, de ver lugares bonitos, praia de rio, rio, caranguejo, camarão, peixes, tucupi, tucupi, tucupi, me bateu uma fome agora. Boa dia, né? Falar de comida nessa hora, né?
Caraca, maravilhoso. Inclusive, fica aí realmente essa recomendação, gente. Eu não sei se a galera que escuta a gente provavelmente em algum momento me ouviu falando disso. A família do meu pai é toda de Belém do Pará, então eu sou apaixonado por aquele lugar. E a comida daquele lugar é incrível, gente. Sério, viagem para Belém do Pará, porque vale muito a pena. E, Bianca, estamos felizes de finalmente você estar aqui conosco, né? Foi a primeira vez no Anonymous Overdrive.
Bem-vindo, amigo. Pode ser ainda, gente. Pô, que honra. Olha aí, olha aí. É isso aí. Estamos felizes, mas antes da gente começar o nosso programinha, aquele recadinho pra você ouvir, querido, querido, que curte o nosso podcast e pensa como você pode ajudar. Apenas então, somente espalhe a palavra do Animes Overdrive por aí pra gente chegar no ouvido de mais e mais pessoas. Mas também não se esquece de colar lá no nosso feed do Spotify e nos avaliar com cinco estrelinhas.
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que quiserem continuar essa jornada até o além junto com Names Overdrives podem entrar no catarys.me barra Names Overdrives e nos apoiar em toda e qualquer tier de apoio que caiba no seu bolso e seja confortável pra você continuar apoiando esse projeto a ir mais e mais nessa jornada. Que ela é longa, mas ela talvez termine, talvez não. A gente descobre. Só quando a gente chegar aí vamos aproveitar a jornada, meus amigos. É isso. Sem mais delongas, vamos começar o nosso podcast.
Amém.
Frieden, Fern e Stark continuam a sua jornada rumo ao norte investigando novos mistérios de demônios e ataques de demônios nas pequenas vilas em que eles vão passando, mas que cada vila vai ter a sua história, cada momento vai ter o seu momento de brilhar ali com seus personagens maravilhosos e continuamos acompanhando nessa viagem eterna. Eu queria que fosse eterna, mas que...
Que chega na sua segunda temporada aqui com o Freedon. A jornada para o além com jornadas cada vez mais longas. E parece que o tempo cada vez mais curto. Porque cada episódio parecia que tinha cerca de 5 minutos. Sim. E era simplesmente a minha maior... Eu juro pra você. Era a minha maior alegria chegar na sexta-feira e pensar. Hoje tem Freedon. E aí terminava o episódio de Freedon. E era a minha maior tristeza do dia. Mesmo sendo numa sexta-feira, tá ligado? Aquele sextou, tipo... Caraca, sextou. Tem Freedon.
Aí acaba de encarar, uma semana, tá ligado? Depressão de uma semana até voltar. Pois é, isso aí é o poder de frio. A alegria de 20 minutos, mas é. Cara, esse é o problema, né? De anime ter um episódio de 20 e poucos minutos. Porque tem o lado positivo, que a gente geralmente, inclusive, fala, pô, pelo menos anime a gente consiga ir lá em uma hora esses três episódios, putz, rende uma beça. Mas aí chega nessa hora aí, você tá aproveitando, se deleitando de cada episódio, aí 20 minutos não é nada, né?
Nossa, todo dia tem um episódio, mas todo dia tem que esperar uma semana a mais.
Exatamente Mas eu não acho ruim, eu já deixei muito mais Do que claro aqui nesse podcast O quanto eu aprecio ter Uma semana para Pensar sobre o episódio e Frerem dar muita coisa pra gente pensar A gente continua numa jornada Onde Cara
Cada história que entra é uma história cada vez mais preciosa do que a próxima. Só que mesmo assim, são coisas que a gente vai deixando pra trás cada vez. E sabe-se lá quando a gente vai ver isso de novo, né? Então, é muito essa sensação do inesperado que a gente tem aqui em Freelie. E... E hoje a gente trouxe aqui no nosso primeiro episódio a Bianca, que, pô... É uma amante gigante de Freelie e a gente queria muito saber de você, Bianca. Como que...
Como que foi essa segunda temporada pra você de modo geral, assim? Como que foi voltar, retornar a esse universo de Philemon? E como é a relação da obra com você, inclusive, né? Exatamente.
Ó, primeiro, só comentando o lance do semanal. Eu gosto, principalmente dessas obras que são muito queridinhas, porque a gente vive mais tempo, né, com elas ali, né. Tipo, é gostoso maratonar? É gostoso. Mas você fica naquela... Você vai degustando aos pouquinhos, sem pressa, né. Tipo, tipo o Freed, né? Sem pressa. Exato. Tem tudo a ver com a premática, inclusive.
Eu acho que é para simular o tempo da Freire, a noção de tempo dela. Sim.
Mas, assim, gente, Freer, eu não li o mangá. Eu acompanhei só o anime, né? Não sei se vocês leram. Mas, cara, assim, a primeira temporada, nossa. Pra mim já foi, tipo, putz, o anime subiu ali pro meu top, sei lá, cinco melhores animes. Talvez três até. Eu nunca parei pra refletir muito sobre pra onde ele tá ali. Mas tá lá em cima, assim, sabe? E...
Porque, cara, o anime é muito... É isso, o que o Petty falou é muito precioso. É muito precioso, tipo, todas as experiências que eles passam, tipo, todos os aprendizados que eles têm. Né? E é tudo muito, tipo, por mais que seja no mundo muito fantasioso, cara, é tudo muito humano. E por mais que é frio.
Mas enfim, ela também ali Incorporando algumas Emocões humanas Assim, né Eu gosto muito de De coisas que me fazem chorar Que me fazem me emocionar Você gosta muito das rotinhas De tchá tchá tchá, isso aqui é ação E tal, os animes tipo, sei lá, Wind Breaker
Eu falei Windy Break, mas Windy Break também me emociona também. Eu até dei um exemplo nem muito bom, assim. Mas enfim. Mas Freem é emoção pura. É emoção pura, assim. Eu acho que, não sei pra vocês, assim. Mas, nossa, é lindíssimo. É belíssimo, assim. É de ver. Eu assisti. Ele começou a assistir. Eu assisti de novo com ele.
Né? Alguns episódios da primeira temporada. Putz, é muito gostoso até de revisitar uma coisa que nem é... Primeira temporada foi o quê? Dois anos atrás? Dois anos, isso mesmo. Putz, e reassistir aquilo, reviver... Ai, gente, é um quentinho no coração imensurável assim, né?
Eu gosto muito de como ele usa do tempo, sabe? E, tipo, isso é uma coisa que já deve ter se debatido muito no primeiro episódio da primeira temporada, que eu também não participei. Então, tipo, pra mim, Freedem é uma sensação muito gostosa, assim, igual você falou, amiga. Porque, tipo...
começou o primeiro episódio você já fica extremamente quentinho no coração, você fala assim, estamos de volta a essa terra com esses personagens que amamos tanto, e mesmo os episódios mais bobinhos, assim, ou os que talvez não tenha grandes coisas acontecendo, acontecem várias pequenas coisas, várias interações entre eles principalmente, mas também a interação com esse mundo e com esse universo que ele começa essa primeira temporada nos apresentando coisas tipo de outro
outras perspectivas que a gente ainda não tinha visto desse mundo com outros heróis que estavam também fazendo parte daquela primeira derrocada do rei demônio e aí ver essa expansão de universo assim no...
Parece que abre um novo tabuleiro, assim, né? Em toda a história pra você, você começa a enxergar, tipo, como se fosse... Caraca, tem mais coisas ainda, né? Que essa história ainda não me contou. Só que, mesmo assim, ela ainda não perde nada, tipo...
Quando ela quer retratar coisas mais internas, como a relação da própria Filin com o Rimmel, né? E a gente continua cada vez mais saber mais sobre o Rimmel e saber mais sobre como que foi se criando essa relação entre os dois e como que ela agora reinterpreta essas coisas diversas vezes. Porque, assim, é basicamente todas as mesmas fórmulas que a gente viu na primeira temporada, tá ligado? Eu sinto que a gente conversou sobre isso em outro episódio, sobre, tipo, eu às vezes ficar meio incomodado com...
Me sentir repetindo os mesmos temas, só que as mesmas batidas que a gente tem na primeira temporada, a gente tem aqui. Com essa vidinha quase que monótona. É quase que pacata que eles têm nesse universo, só que a gente pega cada episódio como se fosse um holofote e coloca num momento diverso nessa timeline esquisita que eles colocam pra gente aí. E a gente só vai aproveitando. É só mais um dia, tá ligado? Eu, particularmente, almoçando assim.
Tipo, caraca, assistindo o Frida, assim. Ficando mó feliz com tudo que aparecia na minha frente.
Cara, eu ouvi sobre as pessoas, vocês comentando sobre Freem, qualquer pessoa comentando sobre Freem, conversando sobre, eu fico todo menino. Sabe, eu fico todo animadinho, todo quentinho, porque sério, a Bianca mencionou que pra você, você quando assistiu, o anime já entrou no teu top 3 possivelmente. Eu falo tranquilamente a mesma coisa. Pra mim, Freem subiu pro meu top 3.
com muita tranquilidade, porque eu acho que a experiência que Freire me trouxe quando eu vi na primeira temporada, pela primeira vez, que foi quando eu conheci, foi arrebatador, saca? Foi um negócio que, tipo, eu não sentia há muito tempo. E a sensação que me deu foi algo muito único. Eu acho que quando a gente tem essas sensações muito únicas em termos de experiência, eu acho que a gente tem que valorizar isso e a gente até pensa e reflete sobre o porquê, né?
Eu acho que tudo isso que vocês já mencionaram, inclusive o Paddy ressaltando sobre a narrativa, e querendo ou não, a gente também tem um primeiro episódio, para a galera aí que quiser ouvir sobre a gente conversando sobre a primeira temporada, lá tem bastante sobre isso, mas enfim, aqui a gente vai repetir, o quanto é especial uma narrativa que ela...
Quer trazer as coisas de uma forma, por um olhar diferente. Não à toa, eu gosto demais. Eu acho que Freiren deve ser o anime que eu mais recomendo para pessoas de fora do mundo do anime hoje. Facilmente. Eu acho que é o que eu mais... Porque é o que eu sempre falo. Olha, você gosta de fantasia? Você gosta de RPG? Então.
Pega essa base, só que vamos começar numa premissa diferente em que a história já acabou. A história principal terminou, o grande vilão foi vencido. E aí tem outras coisas pra se buscar, outras aventuras. Essas aventuras são mais internas. Eu acho que principalmente nós aqui, que já somos adultos, a gente tá numa fase de vida bem diferente, a gente não é mais aquela criança pensando, sei lá, no grande sonho de enfrentar o rei demônio.
A gente tá numa fase diferente de vida. Eu acho que esse é o tipo de anime que conversa demais conosco. E com a vida adulta. E com a forma como a gente lida com a vida, né? E com as coisas da vida, né? E como que a gente se conecta. E isso me pega demais positivamente. E essa temporada, inclusive, né? Falando dela. Eu gosto muito porque ela ajuda a me comprovar.
O mérito de Freem, no fato de que é um anime que serve momentos de ação inacreditáveis, fantásticos, todo mundo sabe que as cenas de ação de Freem são absurdas, são incríveis, são maravilhosas e empolgantes pra cacete, como um bom shonen é, né? Só que é um anime que não precisa disso pra se sustentar. Definitivamente não precisa, tanto é que não é o foco.
acontece relativamente pouco, né? Porque de fato não é o foco. Porque o foco narrativo tá ali na história, no mundo, nos personagens e tudo é muito interessante, saca? E isso é tão gostoso, isso é tão bom, isso é tão único. E aí, pra finalizar essa introdução, até uma comparação que eu acho que eu fiz, Paddy, quando a gente falou sobre as...
As últimas impressões da última temporada de animes, né? Eu mencionei que eu assisti o Sentence to be a Hero, que foi um anime que, pô, a galera mencionou pra caralho, falou um monte. E é um anime de fantasia de porrada. E ele é bonitaço, animação absurda e não sei o quê. Só que é foda.
Porque é aquele momento do... Tá, é o anime que precisa da ação pra ser alguma coisa. Porque sem a ação, o mundo não é tão interessante. Os personagens não tão interessantes.
E eu acho que aqui em Freedham é o oposto disso, sabe? Tipo, da experiência, da forma como você consome a obra e essa experiência de uma forma geral. E eu acho que continua sendo, com a segunda temporada, um anime que eu vou continuar recomendando pras pessoas. Você já viu o anime Freedham? Não viu? Você tem que assistir Freedham. Tem que assistir Freedham. Você não assiste tanto anime? Assista Freedham. Freedham é uma boa porta de entrada. Você acha que é uma boa porta de entrada, Bianca, inclusive?
Eu acho, inclusive, eu tenho um amigo meu que ele é ilustrador, ele é quadrinista. Ele se chama Wagner William, inclusive um beijo de Wagner. E ele é um autor, ele faz obras muito sensíveis, de questões muito pessoais, muito emotivas. E ele veio comentar comigo de Freirem.
Ele falou assim, eu não assisto anime, né? Mas me recomendaram esse e eu estou gostando muito. E eu olhei pra ele e falei assim, nossa, mas Wagner William tá vendo anime, né? Aí ele falou, né? Ele falou assim, puta, mas ele tá na primeira temporada ainda. Ele falou assim, mas chegou a parte da lutinha lá, aí me deu um pouco de preguiça, não sei o que. Não, não, não desguste, pelo amor de Deus, continua. A lutinha vai se resolver, continua, continua, sabe? Vai dar certo.
Vai dar certo. Ele, ah, não, tá bom, então eu vou continuar vendo e tal. Então, eu acho que isso, Freeling, eu acho que é uma boa porta de entrada. Sim, eu acho que é uma ótima porta de entrada. E justamente até muito, por acho que o que você falou, Pedro, por nós, né, já estarmos adultos, sermos adultos, né, tipo, beleza, a porrada ali é legal e tal, eu adoro o jujitsu. A gente se diverte igual.
Só que, tipo, quando tem uma obra que, assim, a personagem principal, ela já é foda. O crescimento dela não é, tipo, a força, não é a porrada, o tiro, a bomba. Sim. O crescimento dela é outra coisa. O crescimento dela é emocional. O crescimento dela é ali no entender mais o mundo que a cerca.
Porque, assim, ela existe lá e ela entende as coisas lá no tempo dela. Ela começa a tomar muito mais consciência, tipo, da pessoa que tá do lado dela, das pessoas que estão ali viajando com ela, das próprias emoções, né? Ela entende as emoções que ela sente. Isso tudo é muito, tipo, é uma maturidade, assim, de história, eu acho, né? E de personagem, de tudo. E não só ela, mas também os outros também, né? A Fernie, mesmo a Fernie e o... O Stark. Isso.
eles serem mais novinhos também, eles têm todo um nível de amadurecimento ali, que tipo é sutil. Sabe? Isso que eu acho que é uma coisa que é muito bacana, assim, as coisas são mais sutis. Tem o humor, tem um pouco da galhofa ali, tem as cenas inusitadas, mas é muito diferente do que a gente tá acostumado a ver de os animes mais mainstream, assim, né? Perfeito.
Não tem aquela coisa mega, meu Deus, super exagerada, aquelas caras. A gritaria, é. É a gritaria. Não precisa, gente, vamos manter um tom, né? E mesmo assim é extremamente engraçado, né? É muito engraçado, né? Então, assim, eu acho que é um ótimo anime, assim, que foge bastante do que é um estereótipo, acho que, de anime, assim. Perfeito. E a segunda temporada, porra.
Veio muito mais pro Vai. E olha que foram só 10 episódios, hein? Só 10. Então, uma temporada bem curta, né? Bem curtinha. Que assim, tem o lado infeliz da coisa, né? Do fato de, obviamente, só tivemos 10 episódios. Mas...
Mas pelo menos eu sou a favor do... Ok, foram 10 episódios, mas significa que está sendo preparado a próximo lado aí. Eu não... Aí até, Bianca, você tinha perguntado. Eu estou colecionando mangá, mas eu não estou lendo mangá. Porque eu gosto tanto da experiência do anime que eu estou segurando a minha vivência de Freerim para o anime. E eu não li, então não sei a história do que acontece pra frente, mas eu ouvi dizer...
que essa temporada, ela é uma transição para um grande novo arco, que vai acontecer. Então, tipo, na primeira temporada a gente teve um grande arco, a gente agora tem meio que uma transição para ir para um outro grande arco. Então, estou presumindo que, ok, temos uma segunda temporada de 10 episódios para chegarmos numa terceira temporada, talvez como a primeira, né, que teve 24, 25 episódios ali. E, enfim, eu só torço que sim e que seja muito bom. Não, eu ia falar assim, não, também assim, gente, se é para fazer...
bem feito, que sejam menos episódios. Bem feito, exatamente. A eternidade de uma temporada e fazer tudo correndo e explorando o povo. Eu não sei, gente, eu não sei se o pessoal de Freelham foi explorado ou não, mas assim, se for pra ser bem feito, então que seja menos e tudo certo. Perfeito, é isso. E agora, não querendo ser engenheiro de obra pronta, mas já que o Lobato trouxe a informação de que é um...
uma passagem, uma transição entre esse novo arco eu gostaria de trazer um pouco sobre, tipo assim eu fico impressionado que por mais que ele não faça um grande desenvolvimento gigantesco durante esses 10 episódios ele ainda consegue ser muito bom porque você porque como ele criou essa
esse ambiente que você está convivendo com esses personagens, então você está passando praticamente os dias junto com eles ali, naquela vila que eles chegam e tudo mais, mesmo assim, você fica com esse pensamento durante a temporada inteira, tipo, caraca, parece que a história não está andando, né? Tipo, em algum momento, assim, eu me peguei pensando esse tipo de coisa, assim, não...
A Freire, não tô vendo nada, tipo assim, ela tá tendo esse desenvolvimento interno dela, principalmente com a Fernie, com o Stark, igual a Bianca bem colocou, só que, tipo assim, eu fiquei um pouco perdido na situação, e aí é uma parada que é um pouco inversa do que aconteceu comigo em Jujutsu, que ter lido o mangá me ajudou muito a entender essa temporada, e aí aqui...
Agora faz sentido pra mim, agora faz essa colocação, agora fez bastante sentido pra mim, porque eu fiquei tipo, hum... Na questão da sensação de transição, você disse. É, é, porque tipo assim, ficou meio que um buraquinho, um buraco assim na história. Parecia que não tinha um norte específico, né? É, só que, desculpa com a piada não intencional de ir pro norte mais uma vez, mas tipo, eu fiquei com essa sensação de tipo, tá, mas pra onde que a gente tá indo a partir desse momento, né? Só que agora faz sentido, porque a gente ainda não entrou no novo arco, né?
Só que mesmo assim, pô, eu tava gostando tanto de viver cada episódio ali com eles, tá ligado? Pô, tem ali a vila do cara que tinha uma dívida com a Freiren e que essa dívida perdurou. E o cara vai lá e faz todo um esquema, tá ligado? Pra colocar ela pra trabalhar, pra achar o negócio.
Só que tudo isso era pra continuar girando a economia. É surreal, assim. É engraçado essa tua colocação. Eu não tinha pensado por esse ponto de vista, assim, agora que você colocou essa questão da sensação de transição, sensação de falta de talvez uma linha de objetivo ali que os pessoal estão seguindo, né? Que eu concordo com você, eu acho que não tem. Só que é muito engraçado porque na minha experiência pessoal, enquanto a temporada tá rolando e tudo mais...
Eu em nenhum momento estava buscando isso. E aí eu sinto que é porque... Eu sinto que a série como um todo, eu consigo, obviamente, ver que na primeira temporada a gente tem alguns arcos específicos. Ah, o arco lá da prova, da magia, né? Enfim, que a Fern vira a maga de primeiro grau. A gente tem esses arcos claros.
Mas pra mim é muito... Eles são irrelevantes dentro do contexto de Freer in, que é sobre o dia-a-dia deles, de fato, e sobre a evolução pessoal, e sobre as pequenas mudanças que trazem grandes mudanças internas, saca? Que a gente até vai... Vamos comentar episódio a episódio, enfim, alguns acontecimentos aí um pouquinho mais pra frente, mas eu sinto que a segunda temporada, por mais que tenha só 10 episódios,
ela ainda acontece coisa demais, sabe? A gente descobre coisa demais e coisas do passado e relações da Freirem com o Rimmel e coisas que a gente tá acompanhando ali nessa nova aventura e que a gente vê que poxa, é por causa disso que a Freirem age dessa forma, sabe?
Cara, e pra mim isso é tão rico, tão rico, de uma forma narrativa, o foco narrativo da coisa, e até puxando um pouco o que a Bianca tinha mencionado e você também, uma coisa que pra mim é muito especial e principalmente vendo nessa temporada, eu acho que Freerim faz muito bem isso, é justamente, ele criou um cenário, fantasia medieval, tem elfos, tem anões, tem não sei o que, papapapa.
Só que existe um cuidado e uma preocupação tão detalhada com... Tá, a gente tem aqui esses elfos. Qual é o papel desses elfos nesse mundo? Qual é o papel desses humanos nesse mundo? E qual é a relação que eles têm com o ambiente? E qual é a relação que eles têm entre eles? E a gente vai vendo todos esses micro detalhes, e a gente vê isso sendo trazido pelos personagens.
E, cara, tipo, pra mim é uma das histórias, assim, que eu fico, cara, eu não sei dizer qual outra narrativa consegue fazer isso tão bem, saca, dentro dessa mídia. Com tanto carinho e cuidado e detalhe. Não à toa, tipo, a gente tem depois mais lá pra metade... Se for pra ter um arco nessa temporada, a gente tem aquele arco da vila atacada pelos demônios, né? Que é, tipo, o único que tem três episódios seguidos lá de história pra se fechar.
E ali a gente tem, por exemplo, a presença lá do Guenau e da Metode, né? Que eram dois personagens que, em tese, assim, cara, tipo, a gente... Cara, o Guenau, na primeira temporada, foda-se, ele era só um pau no cu lá, tá ligado? Não prova. E ele continua sendo um pau no cu, tá ligado? Só que agora eu amo ele, entendeu? Só que agora ele tem meu coração, porra.
Ele continua muito bom, mano. Cara, sério, então, pra mim essa série ela faz umas coisas que são surpreendentes, surpreendentes. E, tipo, só em 10 episódios, só em não acontecendo nada, em não ter um norte, um fio condutor narrativo muito específico. Tipo, cara, pra mim não interessa, sabe? Eu sinto que isso, tipo, simplesmente...
Eu não preciso ter. Essa série está me ensinando a largar a mão disso. O que eu gosto muito é que, assim, por exemplo, toda vez que a Freire vai aceitar um trampo lá, um job, um job, né? Eu falando marketeis. Ela vai aceitar um trampo, ela aceita em troca qualquer grimório.
Gente, o Grimório que transforma a massa verde em massa vermelha, eu vi isso. Fantástico esse cara, isso é tão bom. Tipo, mas é isso, sabe? Tipo assim, não importa a grandeza das coisas, sabe? E aí, eu acho muito legal que daí depois ela fala que ela faz essas coisas e ela prefere viajar por terra do que ir pelo barco, além de ser caro, é que eles estão indo também para ajudar as pessoas.
né, tipo assim, ah, pô, é muito bonito quando eles falam, e ela se não me engano, acho que ela fala e depois o Stark, ele se liga tipo, quando cai a ficha mesmo que ela fala assim, cara por que você tá ajudando isso aqui? isso aqui é o lar dessas pessoas elas querem ficar aqui sabe, isso aqui é a história delas, isso aqui é o território delas, tudo aconteceu ali, a história tá lá arrepiai
É por isso que eu quero ajudar, entendeu? Porque eles precisam de ajuda e tal. Gente, isso é tão rico, isso é tão precioso. Isso já é bem no comecinho da temporada, né? Inclusive até, tipo, Bianca, você mencionou isso, eu acho que uma das coisas mais interessantes, assim, da narrativa que essa temporada traz, que tem a ver com o que você mencionou aí, a partir desse começo, que eles estão entrando lá no território do norte.
e estão começando, tipo, pô, mas aqui é muito perigoso, tem muitos demônios e tal, não sei o quê, e vilas destruídas e pessoas mortas, né? Que aí eles têm esse diálogo, e isso me remete muito àquele momento dessa temporada em que ele, a gente é revelado pra gente porque que ela sempre cobra alguma coisa, né? Que a gente descobre que lá no passado o Rimmel fazia questão de cobrar as pessoas, mesmo que por um gesto simbólico de cobrança.
Porque o objetivo era que as pessoas não tivessem uma dívida com eles. Uma dívida. Por mais que o objetivo seja, não, a gente só tá fazendo isso pra ajudar as pessoas de fato, que nem você falou, Bianca. Só que, pra mim, isso me pegou muito, porque é uma mensagem tão forte sobre libertação verdadeira, tá ligado? De tipo...
deles terem realmente uma compreensão que a gente tá aqui na terra de pessoas que estão sofrendo, estão em sofrimento, estão passando por diversas dificuldades e no caso desse mundo fictício, demônios que destroem vilas e não sei o que, mas eles estão ali, eles não estão ali pra fazer uma bondade barata.
Eles estão ali pra fazer a bondade de fato, mas pra além da bondade de fato, a sensação de libertação. E isso, caralho, isso me pegou de um jeito, assim, tão grande. Porque é sobre repensar a caridade e a bondade, sabe? Tipo, o que é a bondade que você faz para o próximo? O que você tá fazendo de fato com a bondade que você tá causando o próximo, sabe? Cara, isso me pegou tanto. Pra mim foi tão profundo. E é só a desgraça de um anime.
E a forma como eles retrataram nessa segunda temporada, tipo assim, ela continua dando cada vez mais camadas a essa relação entre a Freire e o Rimmel, vai dando cada vez mais camadas desse personagem também que nós só conhecemos pelas memórias que a Freire mantém, né? Então ela estar revisitando esses momentos é o único momento em que a gente consegue ver esse personagem, só que tipo assim, a gente já viu o quanto ele é amável, o quanto ele é uma pessoa que tava ali ajudando essas pessoas e fazendo essa...
e criando esse pensamento efêmero da vida humana dentro da dentro da Freedain ali também que vai repassando isso aos poucos pro Stark e pra Fernie é muito bonitinho ver esse tipo de relação quando você vai passando esse bastão pra uma nova geração que é o tema aqui e
E também ajuda muito ao crescimento dessa relação dela para com eles, né? Então toda vez ela tá olhando e se orgulhando de quem a Furnace se tornou, né? O Stark, o quanto que ele cresceu, o quanto que ele amadureceu também, e que isso vai se se refletindo no relacionamento dos dois também, que eles vão ficando cada vez mais próximos. E aí, você tem a Freer, que ela tem mil anos de conhecimento, só que ela não consegue ela não é um bom exemplo de relacionamento pros dois, só que é muito bom.
Você vê esse tipo de relaçãozinho assim no dia a dia. Porque você se sente parte da família, tá ligado? Você literalmente fala, eu estou almoçando, igual eu que almoçava assistindo episódio, eu estou almoçando com a minha família aqui. E eu amo eles, tá ligado? Eles são perfeitos. E é muito bom.
É, e é muito bom ver como eles aproveitam cada um desses momentos, tá ligado? Porque, pô, a animação, a trilha sonora, os takes que eles escolhem ali, pô, tem cada take tão lindo que a gente vai assistindo nessa temporada, e a gente já tava colecionando um milhão de imagens da primeira temporada. Agora a gente tem mais um milhão de imagens que a gente pode utilizar como papel de parede no nosso computador de tão bonito.
que é, tá ligado? Você vai botando uma transição ali e o papel de parede rolando com várias imagens só de Freelham, tá ligado? Então, tipo assim, esse conceito de usar o tempo, assim, ao favor de Freelham nesse sentido, eu fico muito... E é o que mais me dói...
Quando acaba, tá ligado? Porque é tipo assim, me dá mais saudade dessa parada, porque só vai vir outro daqui, sei lá, daqui dois anos. E ah não, vai vir mais uma temporada de 24 episódios, vai vir mais uma de 12, vai vir mais de 10, vai vir mais de 5, sei lá, cada vez diminuindo. Porque pra continuar nesse nível de qualidade, mano, é um trabalho muito grande, tá ligado? Você consegue ver assim, pelo...
Tipo, você consegue sentir aquela parada que... Ah, sabe? Tipo, na escola, na aula de artes, quando ele fala assim, ah, porque o artista usou vermelho, porque ele queria passar esse sentimento. Você sente, tá ligado? Você sente o gosto da tela, tá ligado? Você sente o gosto, assim, a sensação na sua pele da parada, assim, de...
Esse sentimento investido que vocês haviam comentado, tá ligado? Que esse sentimento investido dessas pessoas que estão ali envolvidas, elas gostam muito dessa parada. E eles estão fazendo uma parada que eles amam pra caralho. E você sente. Sabe quando você tá cozinhando e aí você sabe que a pessoa colocou um tempero único dela, assim, e aquilo deixou gostoso? Porra, esse é a minha coisa.
A janta da mãe. É o almoço da mãe. Nossa, mano. Essa é a parada que você... Tipo assim, você tá rodeado de pessoas que te amam e, tipo assim, você só tá sentindo muito... Porra, essa série é essa série pra mim, gente. Eu tô com saudade já. Desculpa. Eu tenho certeza que vocês também sentiram muito quando eles estavam comendo aquele pão duro. O pão duro, sim! Puta que pariu. Que dó que dava. Meu Deus do céu. O croque croque me pegava demais, mano. Não tem nenhuma magia. Cadê a magia de esquentar pão, né?
a magia de air fryer, gente, reviva esse pão reviver o pão magia de reviver o pão, tá faltando essa aí na... voltar o pão pra... o pão de ontem tá ligado? sei lá, volta um dia nesse pão aí sei lá, mano você tava falando do lance de sentir e tal
Eu, inclusive, acho que é a minha abertura preferida, essa aqui da segunda temporada, né, que é o Mr. Green, se não me engano, e foi uma das que mais me chamou a atenção. Bom, primeiro que todas as aberturas e ferramentas, né, diferentes, são incríveis, né, até o estilo de arte que eles usam, né, então, tipo, na primeira temporada teve aquela coisa de fazer aquele make stop motion com bonequinho.
e agora nessa segunda temporada o encerramento que é com o Millet e fizeram aquela coisa meio tipo parece que é desenho de lápis de cor, uma animação mais manual, mais artesanal de como era feito antes de existir qualquer inteligência artificial chupa inteligência artificial chupa e aí
A primeira abertura é... Até a música, né? Ela começa num ritmo e é a Freire ali, caminhando. E aí, tipo, bem quando tem... Que dá uma subida na música, né? Que você... E aí, tipo, é quando aparecem os amigos dela. Primeiro começa com o Rímel e tal. E depois aparece a Fern e o Stark. Sabe que é quando a música dá uma subida, ela dá uma levantada. Ai, gente, aquilo é tão... Especial.
É tão frio, hein? É assim que a gente vai começar a definir as coisas. Isso é tão frio, hein? É muito frio, hein? Isso já define muito. Puta merda. Nossa, mas esse encerramento, ele dá um negocinho diferente, porque você fica vidrado na tela, né? Você olhando assim, você fica querendo ver cada um dos frames diferentinhos, porque você entende que uma pessoa rabiscou aquele negócio inteiro pra pintar as falas. Nossa, é muito gostoso, assim.
Eu tenho uma relação difícil com as endings de Freedman. Confesso. Por quê? Porque é bom demais. E aí o problema de ser bom demais nesse caso é que, gente, eu juro, aparecia o desgraçado do Rimmel lá de costas escrevendo em lápis de cor e já me dava vontade de chorar, aí eu desligava.
Eu não assistia. Eu não assisti nenhuma Andy inteira. Porque, maluco, vinha na hora aquela travada na garganta que... Que eu já, tipo, não. Já saía, levantava, ia tomar uma água. Não, não é que você tinha visto uma vez. Aí você falou assim, tipo assim, eu nunca mais vou ver esse negócio na minha vida, porque eu vou chorar demais, entendeu? Não, eu assisti o primeiro episódio, eu assisti a Andy inteira.
Mas foi tipo isso. Tipo, cara, eu subi a música, vi a cena lá, eu já parava. Porque eu falava, cara, não dá. É bonito demais. Tá maluco. Eles conseguem fazer muito bem essa... Eu acho que são músicas, é tanto a abertura, eu acho que ela introduz muito bem o feeling da série, né? Eu acho que isso faz uma boa abertura. Da mesma forma como um bom encerramento, ele dá o feeling do encerramento, de terminar, de concluir.
E isso, porra, é muito difícil numa história como o Freire, que é muito melancólica, é muito sobre reflexão e sobre essas coisas, né? Então eu acho que se a gente tá emocionalmente fragilizado, sensibilizado, porra, aí não dá não. Então pra mim não dava, gente. Eu não sei se você ouvinte deu pra você aí, mas pra mim não deu. Escutem as músicas depois, gente. São todas muito boas. São, são muito boas.
Amém.
Bom, gente, é o seguinte, vamos começar nesse bloco aqui e falar dos spoilers da temporada, né? Então, você já tá aqui nesse episódio, com certeza já conhece o Freer, já tá acostumado, segue a gente aí, se não, pode olhar na trilha do Spotify aí o próximo capítulo pra você pular. Mas enfim, gente, vamos começar, de fato, a conversar sobre a história, deixa ele maravilhoso. E aí, eu já queria...
trazer sobre o primeiro episódio, né? Que a gente tem aquela introduçãozinha, a gente, depois de quase um ano, sem ver os nossos personagens maravilhosos, a gente já vê eles se enfiando em roubada, caindo em caverna que tem mineral que não pode usar magia, viajar essa galera de magia.
Muito episódio de cartoon, tá ligado? Cara, esse episódio é muito cartoon, porque tipo, aquela parada aqui, o que tem pra dar errado? O que tem pra dar errado é você cair num lugar em que elas perdem os poderes delas, é isso. Nossa, essa maga, ela é muito poderosa. Como que a gente anula os poderes dela? Uma pedra. E se a gente cair no...
uma caverna que tem uma gente que anula ele. Cara, que desgraça. Tipo, pra mim esse episódio, ele é muito bom, porque ele seta, além dele ser bem divertido, né, tem toda essa brincadeira e tal, eu acho bem divertido. Mas eu acho que ele seta muito bem um tema que pra mim ele se repete na temporada em outros momentos, que é justamente sobre
a confiança em grupo e a... como é importante esse elemento ali dentro da aventura deles e dentro da relação das pessoas na vida, né? Porque a gente tem esse momento muito específico que... Cara, a Freeran é a maga mais roubada de todos os tempos. Ó, você não pode usar magia. A Fern, ela é uma grande maga já. Já é.
E na Fern, a gente vê o desespero de não conseguir usar magia. A gente vê ela passando por um momento ali meio que de ansiedade, e ela meio que até se apegando na correntinha dela, que ela tinha ganho de presente, né? Você vê que ela vai tendo esse momento de buscar algum conforto numa sensação de...
de... uma sensação de perder tudo, né? Tipo, dessa impossibilidade. Buscar numa memória um lugar mais de conforto. Exatamente, cara. E aí tem toda essa enrolê deles confiarem no Stark e o Stark também, detalhe, né? Tipo, ele chegar num bicho que é ruim contra ele. Então, o resultado é... Então, lá o Rimmel também me ensinou lá no passado que às vezes dá pra fugir, né? O negócio é esse. Então, cara, pra mim toda essa...
É a experiência que, no fim das contas, ó, é a mãe de tudo, Bianca. E, tipo, pra mim, esse episódio, ele já crava muito bem toda essa vibe, esse sentimento, sabe? Porque, além de tudo, eles nem enfrentaram o monstro que eles tinham que enfrentar.
Eles só, tipo, fugiram mesmo, ficou todo mundo bem, todos se cuidaram, essa aliança, né, e essa união. Isso, pra mim, já começou a temporada muito alta, sabe, tipo, muito bonitinha. Eu gosto bastante, assim, da variedade de...
de episódios que ele consegue me proporcionar, porque, tipo assim, o comecinho é sempre a mesma coisa, né? O céu, a musiquinha, ah, 30 anos atrás, o Rimeo é Rimeo, o grande herói morreu e tudo mais. Só que aí quando começa o episódio, você não sabe absolutamente pra onde ele vai, tá ligado? Tipo assim, ele consegue te surpreender até mesmo nessas escolhas, por mais clichês que elas sejam, no fim das contas, aí, tipo assim, a forma como eles vão contando a historinha e vai te deixando cada vez mais interessado, porque você vai entendendo o sentimento junto com esses mesmos personagens e vendo o...
Os limites dele, né? O Stark que tem uma... Como é que fala? Ele tem essa... Essa síndrome do impostor dele que tira ele de batalha e fala assim Ah, eu não consigo, ele me ajuda. E não sei o que. Aí, no fim das contas, tudo bem. Fugir ainda é uma opção, tá ligado? A gente não consegue, só que a gente...
Depende de você nesse caso aqui. A gente precisa de você, meu parceiro. Que você corra. Você seja as nossas pernas e tudo mais. Só que é um momento bom de entender, tá ligado? E tipo assim, o negócio da Fernie não ter mais magia, pô. É uma parada que você vai estudando, passando a sua vida inteira estudando pra, tipo, ter aquilo junto de você e de repente ela some. É um desespero que, tipo, cara...
Deus me livre. É, não, tipo, paralisa as pernas e vem, vamos embora, tá ligado? E aí a Freelie, sempre muito calma. Eu amo isso, que ela tá sempre muito calma, assim. A pessoa, não, tá tudo bem, tá tudo certo, a gente vai sair daqui, tipo assim, tudo dando errado. E ela, não, tá tudo bem, a gente vai conseguir. E a memória dela no rímel desse episódio é muito bom, né? Eles fugindo da caverna, sendo carregados. E eles, assim... E aí
E os caras discutindo porque quem tá carregando quem ali. Cara, assim, não, você se fudeu. Você pede álcool, você quer beber álcool aí todo dia, meu parceiro? Tá louco?
E é uma parada muito gostosa, assim. Ela vai colocando sentimentos que a gente, às vezes, não pensa que a gente vai acabar revisitando, mas que bate umas coisas de várias... Uma qualidade muito grande de reflexões, assim, eles geram na gente, assim, sabe? Tipo, esse primeiro episódio aqui, ele já mostra que, tipo assim, tudo pode ser meio bobo também, tá ligado? Tem episódio que pode ser meio bobo, mas ele pode se entreter. E esse episódio, tipo assim, quando você volta de uma saudade muito grande, você fala assim, cara, esse episódio aqui foi tão gostoso de ter assistido, tá ligado? É, esse é o sentimento no final, pra mim, no fim das contas.
Eu gostei muito da parte do fugir é uma opção. Saiba comprar as suas lutas. E acho que esse episódio mostrou muito sobre o que é o anime, entendeu? Você não precisa estar em todas as lutas. Você não precisa ganhar todas. Você não precisa, tipo, sabe? Assim, nossa, apareceu um monstro ali e temos que derrotar, né? Não precisa, bicho. Prioridades. Vamos priorizar?
né, vamos priorizar. A prioridade aqui é sobrevivência, a gente não vai ganhar nada matando esse cara, ninguém precisa e deixa ele quietinho onde ele tá vivendo. Sem falar que era um bicho numa caverna lá, que eles caíram, inclusive, né, eles não tinham nem nada a ver que tá lá. Entendeu? Então assim, deixa ele quietinho aí, vamos fugir. Aquele pau, né, e sai correndo ali, e ainda no final, Lise, ainda dá aquela, né, aquela refletida lá também do lance de fugir e tal, não sei o que. A gente é...
10 de 10, né? E é isso, a Freire é sempre muito tranquila, né? Eu penso assim, nossa, será que quando eu ficar mais velha eu vou ter calma? Eu vou estar nesse nível de calmaria, de tranquilidade. Será que quando eu tiver mais de mil anos eu vou ter essa tranquilidade, essa paz de espírito que hoje eu não tenho não, né?
Pô, é muito meta, tá ligado? Pô, esse é o objetivo. Se você chegar mais velho e você conseguir tipo, manejar as coisas com uma sabedoria que a sabedoria esteja do seu lado, tá ligado? A gente vê que idade e sabedoria não estão sempre atreladas de uma coisa na outra, mas tipo assim, a gente espera que a gente chegue são e muito com muita sabedoria do lado, já dizia minha avó.
É que esse conceito da vivência é um negócio muito interessante, né? Porque até pulando um pouco alguns episódios, né? Mas a gente tem depois ali, eu acho, o episódio 3 ou 4 o episódio que eles vão pras termas e aí tem o episódio maravilhoso que a gente vai falar do Stark e da Fern indo num date. Mas até o fato desse date do Stark e da Fern, que é muito fofo.
pra mim a relação da Freirem ali é muito interessante, porque ela tá de boa, ela que é a pessoa, que não manja de relações românticas assim, tipo, de uma forma, né, que a gente esperaria, tipo, não, essa pessoa ela viveu um grande romance não sei o que, não, ela na realidade agora tá entendendo diversas coisas sobre isso do passado dela, né.
Mas mesmo assim, você vê ela, tipo, lidando, assim, com os dois, a juventude dos dois, com uma forma tão, tão, tipo, de sabedoria de, tipo, é, não, é isso aí, vai lá. Stark, a Fearn gosta disso e disso e disso. Tipo, como se fosse a coisa mais, tipo, assim, o menino fritando de ansiedade, fritando de preocupação, porque vai ter um date. E ela, não, mãe, pô, ela gosta disso e disso e disso, acabou resolvendo o problema, saca?
Eu acho isso tão bom, saca. Porque beira o blasé, mas é realmente a... Eu acho que é o lance de levar a vida com mais leveza. Eu acho que é esse que é o grande ponto. Aí a Bianca, eu tô no mesmo objetivo que você, Bianca. Eu espero um dia chegar lá. Eu não sou essa pessoa. Tô bem longe de ser, inclusive. Mas eu torço muito. Esse é o dos objetivos de vida. É levar a vida com muito mais leveza e mais tranquilidade.
é muito bom que a Freirem ela vai ensinando pra gente que tipo assim por mais que ela não acumule conhecimento no romance ela acumula conhecimento de muitas outras coisas o que ajuda ela a sair de diversas situações a colocar em várias, mas em sair de diversas também nesse sentido então tipo, ela é muito bom ver, porque gostaria inclusive de fazer citar novamente aqui a série de Ted Lasso que é uma das séries que eu assisti assim recentemente que ela é muito boa
E aí tem uma série que me pega muito que ele fala, né? Seja curioso, né? Não seja a pessoa que julga as pessoas. E tipo assim, a Freiren, ela sempre se coloca nessa posição, né? De que ela tá simplesmente assistindo as coisas acontecerem ao redor dela. E ela sabe lidar com umas, as que ela não sabe lidar. E ela fala assim, ah, tudo bem, né? Então, tô devendo dinheiro aí, mas então é isso. Não tenho muito o que fazer, vou trabalhar.
Qual que é o pensamento mais simples, tá ligado? Ela pensa assim, tá bom, vou lá trabalhar. Eu começo a trabalhar, quando volta os caras falam assim, nossa, a gente já tava pensando num plano aqui pra resgatar você, Freire. A gente já tava desesperado, a gente não sabia como é que a gente ia buscar. Não, tá tudo bem, tá resolvido já, tá ligado? Vamos embora. E do nada acaba, tá ligado? Imagina, do nada acaba assim, uma situação toda que você fica tipo o tempo todo, você fica tipo, caraca, mano. Não.
E ele tem essa magia, né? Ele tem esse negócio que te cativa, assim. Porque ele não deixa enfadonho as coisas que ele vai te mostrando, mesmo que seja a parada mais mundana possível. E aí tem essa mescla que eu acho perfeita entre essa coisa mais...
mundo mundano da coisa, mais mágico da coisa, que tipo, eles se entrecalam de uma maneira muito gostosa em Freed. Então, tipo assim, pô, tenho que resolver o negócio da mina. Ah, eu tenho uma magia aqui que eu vou escolher. E tipo assim, é só uma magia que vai apontar onde está o... a prata, tá ligado? Só que ela, tipo, faz todo um preâmbulo que é bonito, é gostoso, é gostoso de assistir, tá ligado? E ver ela fazer todo o ritual das coisas. Então, tipo assim, eu gosto muito
Eu gosto demais, assim, dessa temporada. Principalmente quando isso vai acontecendo com outros personagens também, né? Que o Pedro tinha comentado um pouquinho sobre o Genal e a Metodo, né? A Metode. E, pô, você vai aprendendo mais sobre esses personagens, tá ligado?
Porque ele não deixa de focar em personagens satélites ali que a gente tem ao redor dos principais, porque ele vai mostrando mais sobre eles também, porque isso também reflete nos nossos personagens que vão continuar com isso, né? Então, tipo, todo acontecimento dessa temporada, por mais que seja uma transição, eu gosto como elas impactam os personagens, eu gosto como esse impacto aparece pra eles, tá ligado? Como isso dói, como isso encoraja eles, como isso emociona eles, como isso dá...
uma força de vontade dele continuar tentando, né? Porque a batalha final lá do Stark foi exatamente isso, né? Tipo, você acha que ele tá se estrupinhando todo ali, sendo furado de tudo que ele... Ele não, relaxa, tô de boa. E dava uma machadada do nada no cara, você fica tipo, caraca, esse moleque ele é incrível, tá ligado? E o Genal ele consegue admitir isso. Ele é brutal. O Genal ele olha e fala assim...
Puta, mano, eu dei esse moleque, mano. Esse moleque, ele é bonzinho demais, tá ligado? Só que ele se importa e é gostoso. Tipo, você é foda ver esse tipo de construção. Porque ele vai pensando de uma maneira muito... Ele vai criando esse quebra-cabeça, assim. Essa história do Freire é um quebra-cabeça muito gostoso de ir montando, mano. Cada episódio que vai passando pra gente, pô... O que é o negócio do vinho, tá ligado? O que é o negócio lá da bebida que o anão tá atacando há anos? Porra, esse episódio da bebida é muito bom.
Esse episódio é muito bom. O cara tá caçando há anos e aí, tipo assim, a Freire novamente, ela fala, ele precisa disso, tá ligado? Ele dedicou a vida dele a achar essa parada. Vamos ajudá-lo a fazer exatamente isso. É uma merda a bebida. E a Freire sabia que era uma merda. É, a Freire já sabia, eu já sei que é uma merda, mas ele precisa desse fechamento, tá ligado? Tipo assim, outra coisa que a gente aprende nessa temporada, né?
Sobre fechamentos que a gente tem e... Eu tô com saudade dessa série de ferro, cara.
Desculpa, gente. Esse episódio, você mencionou a bebida, vamos falar sobre ele, porque ele acontece no episódio 5. E pra mim ele é muito marcante. Até a gente estava mencionando esse assunto anteriormente, porque pra mim tem muito essa questão do propósito. Tipo, eu acho que...
Existe uma lição interessante nesse episódio do fato de que propósito não necessariamente é a mesma coisa de objetivo final. O objetivo de achar aquela bebida era um objetivo, não era exatamente o propósito de vida daquele anão. O que é engraçado, porque ele era um anão que estava há muitos anos em busca daquilo.
Enquanto a gente tem a contraposição da Il que eu tinha mencionado antes, do fato de ser uma série que... Eu acho que a série faz muito bem em querer, em colocar em perspectiva as espécies, né? E a gente tem essa diferença muito clara da espécie dos elfos que o propósito de fazer a bebida...
Foi literalmente foda-se. Foi só, tipo, um domingo qualquer, contemplando um rio e aí não sei o quê, deixou ali sem motivação nenhuma. Só que isso, independente dessa pessoa, desta elfa...
Isso impactou milenarmente a região a um ponto que a bebida era conhecida como uma lenda milenar. Este anão dedicou centenas de anos da vida dele em busca daquilo, saca? Então, não é porque o propósito lá daquela primeira personagem não era nobre, não tinha um negócio realmente grandioso.
Que isso, tipo, diminuiu o propósito de vida das outras pessoas, né? E, inclusive, até a reação do anão bebendo o negócio e achando uma merda e gostando. Porra, maneiro pra caralho. Vamos todo mundo beber essa merda, tá ligado? Tipo, porra, isso pra mim é muito fantástico, sabe? O que me chamou muito a atenção é... Criou-se toda essa lenda em cima dessa bebida, né? E aí, quando eles chegaram na caverna lá, né? Tinha, né? Escrito na pedra lá que foi a...
Esqueci o nome da Elfa que escreveu. Falando que aquela bebida é incrível, é bebida não sei o quê. Eu não lembro o nome dela também, não. Não lembro o nome dela. Mas a Freiren sabia que, tipo, ela escreveu aquilo por nada. Ela tava entediada um dia, foi lá e escreveu. E criou-se a lenda, né? Sobre essa bebida, que é uma droga. Eu nem imagino o gosto que deve ter esse negócio. Eu imagino um treco, tipo, vinagre, assim, sabe? Vinho passado, assim, sabe? Era miliarde. O nome dela era miliarde.
A milhares, isso. E aí eu fiquei pensando assim, cara, quantas coisas... Ai, gente, aí é o lance de fake news, né? Tipo, quantas coisas que a gente acredita. Fake news? Isso!
que a gente leu e a gente não sabe a procedência daquilo, entendeu? Freire também é um alerta sobre fake news. Com toda certeza. No passado, no presente e no futuro a fake news ainda vai existir. Puta merda. Então cuidado com que vocês lêem por aí e com que vocês consomem, porque, ó...
Pode ter sido só, tipo, quantas coisas que a gente acredita que, ai, não, são escrituras históricas e tal. Você nem sabe, entendeu? Pode ter sido uma brincadeira de criança que acabou criando uma lenda que, tipo, nasce hoje todo mundo, não sei o que, né? E tal. Sim. Enfim.
Achei isso muito legal também. Então, e tudo isso são, tipo, esses episódiosinhos de transição, né? De rotina. Tipo, até o episódio 6, que de fato a gente começa ali no nosso primeiro arco, de fato, ali dessa temporada.
mas pra mim, tipo, já foi muito emblemático. O episódio 1, que a gente mencionou, pra mim, esse episódio foi muito emblemático. E também o episódio do date do Stark e da Fern, assim. E pra mim, o episódio do date deles, eu acho que eles até, a gente não mencionou tanto, mas eu acho ele especial.
justamente por ele ser algo, tipo, extremamente mundano, muito atrelado ao... O que é um date entre dois jovens no escopo dessa história, onde eles estão indo lá, sabe, enfrentar o demônio, saca? Tipo, se você parar pra pensar realmente em termos de escopo, isso não é nada. Tipo, ou não deveria representar nada, mas aqui, cara, representa tudo, porque são dois jovens que estão crescendo, que estão amadurecendo, que estão aprendendo coisas.
E uma das coisas que eles estão aprendendo é afeto, como se relacionar, se entender, e aí a gente vê todo aquele encontro meio xoxo, porque o Stark tá seguindo um roteiro que a Freeran passou pra ele, mas chega no final e dá tudo certo, porque a Fern, tudo que ela queria era ser notada por ele, e ele nota ela. É um momento muito fofo, um diálogo muito fofo entre eles.
E pra mim, tipo, é mais um episódio mundaninho com grandes sentimentos, sabe? Tipo, pra mim esses três episódios, assim, pra lembrar, eles merecem destaque por conta disso, sabe? Tipo, eles fecham muito bem essa primeira parte da temporada pra mim. Não, o encontrozinho deles é muito bonitinho porque, tipo...
Porque é importante a gente lembrar também o que está acontecendo entre eles, tá ligado? Eu gosto bastante como a gente consegue dividir bem esses espaços entre as cenas dos três, as cenas do desenvolvimento do Stark com a Freel, do Stark com a Fern, da Fern com a Freel.
a Freeland com outros personagens e tudo mais, eu gosto de ver a relação deles, porque um, eles têm uma base de confiança muito grande um no outro, né, e a gente pode ver nessa temporada principalmente o quanto eles confiam um no outro, então não existem grandes decepções entre aspas, nesse sentido entre eles, mas ainda assim você tem uma relação...
adolescente entre um menino que não sabe se expressar e uma menina que quer que ele note ela, só que ela tá, tipo assim, ela também não quer dar muito braço a torcer, então, tipo assim, é muito fofo, e mesmo você falando assim, caraca Stark, era só comprar um negócio pra ela, era só comprar um negocinho que ela tava dando todos os sinais que ela queria. Para de ser otário, né? Para de ser otário.
E aí, só que, tipo, você ainda fica com muita dozinha dele, tá ligado? E é, tipo, é... E é bom, porque é legal a gente ver eles no Massa Velho, no Poderzão e, tipo, nas batalhas. Só que também é bom de ver como que eles se portam nesses momentos, assim, principalmente com...
as evoluções dessas temáticas, né? Então a gente já tinha visto que o relacionamento da Fern e do Stark tinha começado na primeira temporada, eles começaram a ter essa conversa e ficarem mais próximos, e aí nessa temporada eles vão dando esses avanços, e é gostoso porque você percebe como existe uma noção de...
crescimento, né, e que o tempo, por mais que ele passe devagar, ou ele pareça passar devagar, ele está passando igual para todo mundo, né, então nessas horas é que dá pra ver o quanto ainda existe essa preocupação de contar a história de todo mundo ao mesmo tempo, assim, então esse episódiozinho do encontro me pegou bastante por causa disso.
E aí também eu dei de como ele termina, né? Eles ali, tipo, vendo o entardecer. Uma coisa super simples. Começa a enrolar do, nossa, todo um dia, o tour, passei no mercado, comer as coisas boas, tal, não sei o quê. Comer o pastel. Comer pastel. É. Tomar caldo de cana. Caldo de cana. Ali na pera, na barraquinha. O gostoso foi que, tipo, o que foi o satisfatório no final das contas e que marcou, né, que ficou ali pra eles, pelo menos é o que dá a entender no episódio, é que...
Aquele momento final, tipo, em que eles foram muito mais honestos um com o outro. Assim, ah, então, é, pois é, a Freire que me falou dos lugares pra você me levar. Ela falou assim, ah, então, eu queria que você fosse mais você, né, e tal. E aí, eles dois ali, só sentadinhos, assim, olhando, assim, é isso. Os dois são isso, assim, sabe? E ficaram felizes, né, ali. É.
É muito honestinho, assim, é muito bonitinho, assim, é muito terno. Se entenderam, né? Conversar faz bem, gente. É, exatamente. Porra, mas é muito bonitinho, cara, tipo, e me pega muito esses momentos da temporada, tipo, com esses personagens e, tipo, até partindo ali, né, pro nosso arco, é engraçado que você mencionou do do
A série, ela se preocupa em dar espaço para a gente, né, tá acompanhando ali a evolução de cada um deles, né? E aí, quando a gente chega no episódio 6, quando eles tão chegando lá na cidade que os demônios destruíram e a gente encontra com o Genal e a Metod, pra mim é muito interessante ter um fanfact que no episódio 6 demoram 6 minutos até a gente ver o grupo da Freelie.
Ah, verdade, né? Porque ele se comeu e põe pra aparecer. Porque tem todo o rolê inicial do Guenal lá, tentando salvar o rapaz, aí ele carregando o corpo do amigo dele de infância, né? Porque a gente descobre que é a cidade natal dele. E...
E aí, eu comecei falando dessa forma justamente porque é impressionante como é um episódio em que tá seis minutos que não aparece nossos pessoais principais. E eu tava mega investido naquele micro-universo que tava rolando ali, tá ligado? Como uma introdução pra uma parada ainda bem grandiosa que ia rolar. Que aí é o pega pra capar barata voa da temporada, né? Com a porrada aí, o nosso momento de chonenzão. E luta de demônio, ninja, samurai e... E aí
O goro dos demônios lá, quatro braços, porra. Que é foda pra cacete, diga-se de passagem, né? Nossa senhora, as lutas são absurdas. Meu Deus.
As lutas são absurdas. Pra mim, essa necessidade de apresentação, né, tipo, de querer contar essa história do Genal, de mostrar tanto ele quanto a Metode ali já em missão, mas, cara, pra mim, me pegou muito positivamente todo esse arco de três episódios, todo, todo, todo, todo. E como eu disse até no primeiro bloco, brincando, né, cara, era a porra de um personagem babaca do cacete que eu não poderia me importar menos.
E eu terminei apaixonado por ele, tá ligado? Tipo, caraca, eu quero esse cara vivo. Eu tava triste quando eu achei que ele ia morrer. Dicas de passagem. Eu achei também.
Eu também achei isso muito curioso, porque é um cara que realmente, tipo, que foda-se na outra temporada, e aí ele virou totalmente protagonista nessa, e é ele falando os pensamentos dele, então a gente entra na cabeça dele. Nossa, sim. A gente entende, a gente acompanha ali todos os pensamentos dele, coisa que, até pensando agora, isso é uma coisa que até meio difícil até de ter na série, né, porque, tipo, é como se a gente estivesse realmente na cabeça do...
De outro personagem E ele, tipo, falando da vila Eu falei assim, cara, aqui é minha vila, mas eu não tô sentindo Grandes perdas E tal, se fazem de durão Se fazem de durão De machão E ele contando, né, tendo flashback Ali do ex Do ex-companheiro dele, né, de jornada E tal, o ex-parceiro Dele, né, ele falou assim, ah, o cara morreu Porque ele é bonzinho demais, né, bonzinho só se fode Morrer mesmo, né, pá, não sei o que Só, ok
E aí depois ele percebendo, né, ao longo desses três episódios ali, que tipo, e ele percebendo o quanto que essas... Esses acontecimentos impactaram ele e ele nem percebeu. Né? Exato. Então, assim, aham, quem é o machão aí nessa história? Aham!
É que tem muito esse lado, eu acho, né? De, tipo... Ele é um cara que saiu da vila cedo e tem todo esse negócio da busca do propósito. E aí eu acho que tem toda a questão da... da expectativa... Do que se espera desse cara, dele como sendo um mago de nível 1 e pá, pá, pá, em missão, o negócio do soldado, né? Tipo, tem todo esse arquétipo do...
Ele não pode demonstrar sentimentos ou apreço ou apego a nada porque isso tem que estar distante dele. Eu acho que existe uma beleza nesse arco desse personagem justamente por conta do... Ele não muda drasticamente, não vê exatamente uma mudança brusca de nossa, não, agora ele é um grande sensível. Não é isso, né? Eu acho que esse não é o personagem dele, mas a gente percebe o quanto ele de fato foi tocado, como você falou, né, Bianca?
E pra mim é muito emblemático porque a série coloca a gente num cenário em que é a cidade natal dele. Ele está enterrando amigos antigos dele, saca? E porra, isso me pega muito. Inclusive, sim, eu acho que o momento do jeito dele...
O momento que ele, eu acho que ele transpareceu até mais sentimento, foi o momento que ele vira pro Stark, né? Que eles se dividem lá, e aí ele vira pro Stark e fala, ah, eu até anotei, vamos mostrar a ele como a humanidade pode ser aterrorizante, né? Porque, tipo, cara, o cara, ele tá com sangue no olho pra caralho, sabe? Tipo, não é, virou o pessoal, é pessoal, saca? Então, porra... Até o demônio tinha se ligado que era pessoal, porque ele foi assim, né?
Ele foi atacar a igreja, alguma coisa assim, e ele viu que ele tinha ficado, e falou assim, ó lá, ficou aí pra defender, os caras já estão mortos, tá fazendo o que aí? Exatamente. Demônio sacou a humanidade do Guenal antes do próprio Guenal se ligar. Exatamente.
Foi assim, pô, ele tá aí defendendo os caras que já morreu, né? E tal, pra quê? Tá apegado, tá, né? Enfim, foi, nossa, ou esses três episódios são muito bons, né? É muito bom. É muito bom, porque, tipo, às vezes ele traz uma reflexão pra gente sobre isso, tá ligado? Porque às vezes a gente acaba meio desligado de algumas certas coisas que a gente acaba não percebendo que também já fez, já pactou muito em como nós somos hoje em dia, né?
E ver ele percebendo isso, o quanto a Vila afetou ele, que começou a nascer uma beleza entre uma rachadura de uma parede ali, que era a vida dele que ele construiu ali, é bonitinho de ver. E você vê muito isso, porque você personifica isso no Stark, né? A relação que ele foi construindo com o Stark, eles foram com essa camaradagem deles e também a própria batalha.
da Metode, da Freelyn e da Fern, também com a outra demônia que, tipo, você vê uma confiança vindo das três ali, desde um primeiro momento, sabendo o potencial de cada uma ali, se respeitando como ninguém, e ainda a Freelyn meio que continuando fazendo o papel de mentoria da própria Fern, né, porque a Fern, ela vai fazendo as coisas, e a Freelyn fala assim, ela já sabe se virar sozinha. A Freelyn literalmente larga o campo de batalha, saibando e fica lá, vou ficar só olhando.
Tá tudo bem. A Fernie tá tudo controlado. E a Fernie só, tipo, correndo pra caralho, tá ligado? Ela só, tipo, assim, sem saber o que fazer, mano. Vai lá, vai lá, fião, vai lá. Vai lá. Minha filha está pronta. Ela só tem seis anos. Ela só tem seis anos.
Mas até, cara, essa cena pra mim é muito boa da luta das três, né? Com a demônia ninja lá, da Katana. Porque, porra, as duas lutas, quando acontecem simultaneamente, elas são absurdas, né? Visualmente falando, a animação é... Cara, que deleite, que coisa maravilhosa, incrível.
E sensacional. E é engraçado até a divisão, né? Porque a luta do Stark e do Genal é muito violenta, né? É muito, extremamente violenta, é muito sangue, eles se ferram demais, né? A gente quase vê eles morrendo, inclusive.
enquanto o da Freer a luta deles que elas estão passando ali é um pouco diferente, tem uma outra pegada é uma pegada inclusive até mais tática eu acho que aí conecta inclusive com o que eu mencionei lá antes, tipo que pra mim aquela mensagem lá no primeiro episódio sobre a confiança do grupo
pra mim aqui se repetiu muito forte, porque a Method, ela sabia o potencial da Fern, ela sabia como que a Fern conseguiria resolver aquele problema. E aí na hora que ela percebe que, ah não, essa essa, o problema tá sendo essa neblina aqui, então eu vou resolver a neblina, e aí por conta da neblina sendo resolvida, tipo, aí a Fern vira uma...
uma ninja do silêncio lá, simplesmente some, né, tipo, absurdo, e aí dá tiro de sniper da lua, né, tipo, tem todo esse rolê. Mas, cara, pra mim é muito foda ver essa conexão no meio do combate ali rolando, sabe, tipo, e sem falar, tipo, que são duas magas muito fodas, muito fantásticas, que a gente tá tendo a oportunidade de ver, tipo, caraca.
Elas em ação ali, né? Pra mim, essas duas lutas juntas, na realidade, eles me empolgam mais pro futuro ainda. O lado shonenzinho porrada da coisa e lutinha. Aquela quantidade de mago que a gente deixou pra trás, gente. Que a gente não viu de novo, tá ligado? Cara, o que não vai rolar daqui pra frente com personagens que vão voltar com certeza? Duvido que essa série tenha coragem de abandonar aquela galera toda, saca? Tipo... Tipo...
Com, enfim, vilões aí que vão aparecer ainda, né? Algum rei demônio novo aí que tá... A gente sabe que tem alguma coisa, né? Tem algum... Não é exatamente o rei demônio, né? Mas tem algum demônio aí sinistro lurking. Mas, porra... Os demônios estão ressurgindo na Terra do Norte e a gente só não sabe o que tá acontecendo. Mas a gente tá seguindo esse caminho. Ou a metode é foda, né?
A metode é absurda. A gente sabia quase nada dela ali no rolê lá do teste lá. Da escola, na escola de magia, né? Virou outra coisa. Mas enfim, pra ela virar maga lá, classe 1, a gente sabia muito pouco dela. Mano, quando eu vi ela na luta, eu falei assim, caraca, bicho, a bicha é foda, hein? Cara, absurda. É muito da hora. Absurda. A luta dela com o negócio da névoa é muito foda, mano. Tipo, ela desaparecendo. Pô, é muito da hora.
E ela fica querendo abraçar e passar a mão no cabelo da Freer. Ah, é verdade. Isso é muito bom. O melhor é a Freer ir deixando, né? Eu tenho um negócio aqui pra você. Eu tenho uma magia de não sei o que. Então pode, fica à vontade. Pode fazer carinho quando você quiser.
pode encerrar meu cabelo inteiro é pra passar a mão ainda é muito fácil comprar a Fridy é muito bom posso fazer outra coisa? acho melhor não, mas eu tenho um Grimori ah não, tá tudo bem mas que tá faltando a magia da Airfryer lá que a Bianca falou só pra dar uma arrequentada no pão lá dar uma renovada pelo amor de Deus pelo amor de Deus
Mas aí depois desses três episódios, a gente volta de novo para um momento de encerramento, porque daí eu acho que são só dois, só o episódio 9 e o episódio 10. Só que para mim o destaque está no episódio 10, que é o episódio da ponte. Meu Deus!
Novamente essa série, tipo, dando rasteira no coração, saca? Tipo, que pra mim me pega demais, demais, demais. Toda essa mensagem do... o investimento pro futuro, né? Tipo, da ponte. Tipo, um dia Rimmel acreditou que aquele lugar precisava de uma ponte. Ele investiu numa ponte pro futuro. Ele não viu a ponte estando levantada, saca? Mas, tipo, a gente tem a Freem pra tá lá passando de novo.
E podendo usufruir dessa ponte, e melhor ainda, né, que eu acho que... Cara, isso me pegou muito, eu tô até arrepiado só de falar. Que é justamente eles verem que prosperou um vilarejo novo ali, por conta disso, né? Cara, e aí pra mim essa concepção de... Você construir um mundo que você quer viver, sabe? Tipo, eu acho que esse é o objetivo, esse era o objetivo do Rimmel. Ele ajudou a construir o mundo que ele queria viver.
Ponto. Essa era a visão dele. Isso pra mim é de uma força tão grande. E aí tem toda essa conversa novamente com a mística e a gênese de Freer dos elfos, por exemplo, serem uma raça...
de estagnação, né? Mais lenta. Eles vivem dentro de uma... Eles veem a estagnação de uma forma ok, né? Porque o tempo tá a favor deles. E os humanos são essa espécie que existe essa gana imensa de moldar o mundo à volta, né? E ter essa alteração na natureza, eu acho que, tipo, casa com tudo isso que tá acontecendo e, no fim das contas, a Freem, por mais que seja de uma espécie que...
estagnada, entre muitas aspas, aqui, ela tem esse rolê de se entender qual é o lugar dela nesse novo mundo, né? Porque, querendo ou não, o mundo tá mudando. O mundo natural pode ser mais perene do que o mundo humano, mas, querendo ou não, ela convive num mundo que está sendo modificado por humanos e tecnologia e tudo mais, e as coisas estão acontecendo, e novas civilizações estão surgindo, e novos lugares, e novos vilarejos, e tal.
E aí a gente entra nessa linha de tipo, desse lugar que ela também tá buscando construir. E aí, nossa, pra mim fecha tão bem essa temporada, gente. Tão bem, tão bem, tão bem. Que, meu Deus.
Ai, é... Pode suspirar, tá tudo bem. Suspira. Não, é muito bom. Até o final da temporada é muito ela sempre relembrando. Ele sempre dá um jeito de relembrar as aventuras dela, né? Com o grupo do Rímel ali e tal. E a ponte, né? Ai, gente, olha só. A passagem, né? Olha a passagem pro norte aí, ó. Olha só que metáfora, né?
E é também nesse episódio que rola o lance que eles encontram a vila ali também, né? Sim. Os caçadores? Não. Os mineradores, né? Isso, é o dos mineradores lá, porque tava tendo os pássaros que estavam impedindo eles de conseguirem usar a ponte lá.
E aí eu também fiquei pensando, ai gente, foi um pensamento que me veio na minha cabeça, mas eu não sei se vai fazer sentido, mas eu vou jogar, porque quando eles chegam nesse vilarejo, o prefeito do vilarejo, sei lá, o chefe do rolê lá, pede ajuda deles pra acabar com esses pássaros, né?
E aí eles vão lá e, enfim, exterminam todo um monte lá e tal. E eu fiquei pensando também, foi assim, cara, mas os pássaros também estão só vivendo, sabe? Estão procurando um lugar ali só pra eles viverem, sabe? Aí eu falei assim, por que a gente não deixa? Tipo, não dá pra, né, conviver ali e tal. Aí depois eu, nada, tudo bem. Eles estavam atacando os humanos e matando as pessoas também, né?
e o anime inteiro eu fiquei pensando muito nisso, assim, cara, os demônios eles também estão querendo sobreviver nesse mundo eu fiquei assim, eles só estão querendo sobreviver tipo, o foda é que realmente, eles matam os humanos e aí fica aquela coisa da sobrevivência, né o quanto também os seres humanos eles também não
não vão além do que deveriam, né? E eles invadem outros territórios ali, tipo, por invadir ou por ganância, ou seja lá o que for, e, tipo, isso dá uma... Enfim, foi só uma coisa que... Eu não se abrizei muito, sim. Mas esse... Não, eu acho que esse é um grande papo, na realidade, Bianca, porque eu acho que... Eu acho que um dos grandes aspectos dessa obra...
é realmente essa relação de equilíbrio. O que é o equilíbrio? Eu acho que quando, até mencionando a diferença dos humanos pros elfos, eu acho que é justamente nessa busca. Não é que o elfo estagnado é o ruim.
E o humano que busca evolução é o bom. Pelo contrário, eu acho que existe uma necessidade de equilíbrio no mundo. Eu acho que essa é a mensagem que, inclusive, vaza para o nosso mundo, no fim das contas. Porque, de fato, eu acho que a gente pode entrar no assunto...
Desmatamento sustentável, por exemplo. A gente sabe que não é feito, não é sustentável. A forma como é desmatado, a forma como as grandes indústrias usam na pecuária, por exemplo. Enfim, tipo, morte de animais, etc, etc, etc. A relação do ser humano com a natureza não é equilibrada no nosso mundo.
E isso é o ponto. E eu acho que é o lance do dá pra ser. Eu acho que essa existe uma grande mensagem aí de existir uma necessidade de pensamento sustentável, que naquele caso ali da ponte, por exemplo, pra mim é muito plausível o fato que cara, tem uma ponte que precisa ser usada, não pode ser usada porque tem aqueles pássaros que estão matando pessoas. Então...
Matar esses pássaros faz parte de um exercício ativo para convivência. É um tipo de equilíbrio que está sendo buscado ali. Mas, novamente, sempre entra nessa espiral de discussão e reflexão sobre equilíbrio e sustentabilidade. Eu acho que não é viagem, eu acho que tem tudo muito a ver, com certeza. Agora, só um detalhe a mais, que viram até uma provocação para vocês.
até a relação dos demônios nesse mundo, porque isso foi algo que eu me peguei pensando, que até o momento, a obra, ela apresentou os demônios como eles são seres da natureza malignos, ponto.
Eles querem comer carne humana, eles querem matar humanos e ponto, acabou. Tanto na primeira temporada, eu acho que a gente teve mais um pouco de desenvolvimento dessa parte, porque a gente vê demônios que tentam fingir que são empáticos e aí na hora do vão ver não estão nem aí na realidade, eles só vivem pelo instinto, tanto que a própria Freem é uma pessoa que tá lá tipo, não, gente, o demônio ele só vai, é só o instinto. Mata essa merda, mata essa merda. Ela é toda direta nesse ponto.
Então, assim, pra mim é interessante também como a obra aqui, ela está sendo maniqueísta com relação ao comportamento dos demônios. Ela não está tendo... Sabe a relação do Senhor dos Anéis? Fazer uma comparação com o Senhor dos Anéis. No Senhor dos Anéis, existe bom e existe mal. Não existe...
um caminho cinzento. O caminho que o Aragorn, o Frodo, toda a Companhia do Anel tem na jornada pra destruir o Anel, eles estão caminhando e trilhando um caminho do bem. Ponto. E os orques, eles estão a serviço do mal. Não existe uma linha cinzenta, sabe?
porque a história quer fazer isso, a história quer contar uma história sobre bem e mal, é uma escolha da narrativa. E de uma certa forma, eu sinto, e aí fica a prova para vocês, vocês sentem isso, eu sinto que aqui, por enquanto, a linha da história está sendo muito clara para esse maniqueísmo, eu acho que é uma história sobre bem e o mal, é uma história sobre equilíbrio, mas esse equilíbrio dentro do tipo, do que é positivo e o que é negativo, sabe? Não sei se faz sentido para vocês.
Faz um adicional ainda maior, porque tipo, quando a gente vê logo nos primeiros episódios eles ajudando lá no reino do tataraneto, do tatara, do tatara, do tataraneto do maluco lá, ao ajudar eles, você começa a ver que alimentos, o grande problema é, eles estavam fazendo abastecimento de alimentos naquela região, teve um problema, eles ajudaram com isso, porque veio a prata com o dinheiro pra eles conseguirem restituir.
Essas comidas, e elas começam a chegar nos outros vilarejos ao redor. Então, o enfraquecimento daquela região pela magia, ou pela natureza, ou pelas criaturas, começou a ser claramente mais afetado, porque eles começaram a voltar a conseguir se expandir e conseguir entregar as coisas. Então, dá pra você pensar nesse sentido sobre esse maniqueísmo que você falou, como, por exemplo, assim...
No passado, a gente descobriu que o rei demônio atacou os humanos. A gente não sabe o porquê, a gente não sabe os motivos dos demônios. Fica nisso, ah, os demônios são ruins, os humanos são bons. Só que no final das contas, pode ter sido somente o mundo mágico tinha uma força muito mais predominante nesse universo, os humanos iam perecer perante ele, veio os heróis, destruíram o rei demônio.
a humanidade começou a se expandir e começaram a ter anos de paz. Só que aí elas começam a se desenvolver de novo e elas começam a, talvez, começar a entrar mais no território das criaturas mágicas ou da natureza e começam a destruir esse tipo de coisa. E aí começa esse equilíbrio e se reequilibrando. E os demônios tentando voltar. E essa roda...
sendo girada. Só que a gente definitivamente não sabe o que tá acontecendo, mas quando eu comecei a perceber sobre o negócio da expansão, do alcance que eles começaram a ter a partir do momento que a Freem ajuda eles a obterem mais minérios, né? Pra fazer a exportação dá pra ver em algumas pílulas de momentos que tipo assim, isso afeta aquele reino do norte de uma maneira assim, então
Novamente, outro ponto positivo muito bom de você sentir esse mundo muito vivo, tá ligado? Tipo assim, eles ajudaram com uma coisinha pequena, entre aspas, lá no começo da temporada, que ela vai impactando e ela vai descendo em cascata vários outros acontecimentos. E aí, tipo assim, quando você fala isso de tipo assim ah, pô, os demônios são retratados. Sim, eles são colocados como uma parada maligna, ponto. Eles são do mal, nós somos bem, ponto final. Só que já há bastante tempo você vai vendo no próprio vídeo.
Na própria fala dos demônios, né? Sobre, tipo assim... Cara, isso é uma parada que é uma disputa o tempo inteiro, tá ligado? Eles estão sempre disputando esses territórios e agora os demônios estão tentando reconquistar. Então eles não devem ficar achando que eles estão por cima da carne seca. Olha como os humanos estão protegidos. Pode acabar... Eles podem simplesmente se implodir em algum momento, tá ligado? E levando pra isso, assim, é muito bom ter essa expectativa, tá ligado?
Você não saber pra onde que tá indo... Às vezes é até bom porque te permite criar suas próprias... Só pra onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde onde
teorias nesse sentido, né, e debater junto com as pessoas. Inclusive, eu até ia te perguntar, Bianca, se eu sempre costumo sentir pelo ano de Twitter da vida ou pela internet da vida como que tá a...
o termômetro das obras no geral, e Freem, eu senti que apareceu pouco em quantidade pra mim, só que a galera tava sempre elogiando muita coisa das cenas, das animações. Você chegou a ver alguma coisa de diferente, assim, da galera comentando alguma coisa de diferente em relação a essa última temporada? Porque às vezes eu gosto de ver muito pela ótica do fandom, às vezes...
das coisas, porque eles trazem muito conteúdo legal, né? Comparativos com coisas específicas, ou então conexões que às vezes a gente, eu que não li o mangá, não pude fazer dessa vez em Freem, mas já fiz em outras obras como Jujutsu, por exemplo, e que é sempre legal, tá ligado? De ver essas curiosidades, informações, essas bolas que a galera levanta de modo geral. Ai, gente, primeiro Twitter eu não entro mais.
morreu, perfeito você tem toda a razão enfim, era ótimo também, pera lá, ótimo é tirar férias, mas enfim eu larguei o twitter depois de todas as tranqueiras de x, perfeito mesmo conversando com outros amigos eu senti que assim o hype em cima da animação continuou, ela continua maravilhosa, linda, né? tal
E... E... Eu entendi também que o pessoal também achou que, tipo, manteve ali o mesmo... Padrão. Mude, assim. Ai, gente, não é muito contexto, né? Tipo, mas manteve ali o mesmo... Clima. A questão de rir e clima. Isso, obrigada. Clima é uma ótima palavra em português. Manteve o mesmo clima, né? Gente, sou da comunicação. Tá tudo bem, você é gringa. Toda gringa.
Acabou de voltar do Pará, tá toda grana. E aí... Eu achei, assim, que manteve, assim, sabe? Eu acho uma pena que não é tanta gente que não é uma obra tão hypada quanto o outro. Pois é. É uma coisa que eu lamento ainda. Mas não sei se vocês viram alguma outra coisa, assim, mas... Uau!
Eu sempre gosto de ver, assim, o que a galera consegue achar de easter egg, de alguma coisa que às vezes foi colocada na primeira temporada e aparece aqui na segunda. Ou então, geralmente, vem aquela galera que, tipo assim, olha essa coisa específica aqui, que lá pra frente vai fazer muito sentido. E tudo mais. E aí, como eu não tô muito por dentro do fã de Free, eu não sei como é que a galera se... E assim, eu quis dizer Twitter, mas, tipo assim, toda a internet como um todo, né? Porque Twitter é um ótimo termômetro, né?
tem o seu valor tem gente que tá no Red, tem gente que tá no Blue Sky também eu sempre fico curioso de ver coisas de pessoas que já assistiram ou leram coisas, tiveram mais algumas informações, eu não cheguei a pescar nada de diferente, por isso que eu perguntei se você teria visto alguma outra coisa
mais interessante. Mas é uma temporada que foi muito boa, foi muito gostosa, vai me deixar com bastante saudade, de modo geral. Eu gosto dela ter o mesmo clima, eu parei de me importar muito com o destino, porque eu acho que eu consegui assimilar bem essa proposta de...
Aproveitar o tempo que eu tenho com esses momentos e tudo mais. E eu tô muito pronto pra uma terceira temporada. Pra qualquer coisa que eles me jogarem. Porque eu quero muito continuar vendo essa história. Essa temporada foi muito curtinha. Mas eu poderia ver mais cinco dessas facilmente toda semana.
Eu tô empolgado pro futuro de Freedman, principalmente por conta dessa última discussão que a gente teve, saca? Do que eu tava mencionando sobre o maniqueísmo, sobre a comparação com a obra do Tolkien, por exemplo. Porque em parte eu sinto que talvez eu possa ser surpreendido, sabe? Tipo, como a gente ainda vai entrar no reino dos demônios e talvez conhecer um personagem diferente do lado de lá.
eu sinto que possa existir alguma surpresa nessa narrativa. Eu não sei se, Bianca, você sente que talvez a história possa fazer isso, porque, como eu estava mencionando antes dessa questão da dualidade, eu acho que a dualidade é importante às vezes...
numa narrativa, quando você usa o contraste pra, tipo, afirmar exatamente a mensagem que você quer afirmar, sabe? Tipo, olha, fazer o... Isso aqui é fazer o bem, sabe? Isso aqui, cuidar das pessoas, a sua volta e tudo mais. Então, eu sinto que existe um lado positivo no maniqueísmo, na dualidade da narrativa, quando é utilizado pro que tá sendo feito.
Mas aí eu fico me pensando, sabe? Cara, pra onde a história pode caminhar e será que ela vai mudar isso de alguma forma? Será que isso combinaria com o clima de Freer? Eu não sei se você concorda, Bianca. Eu acho, assim, eu acho que tem brecha pra, tipo, ser uma coisa... Abrir uma coisa...
Quer dizer, eu não sei se eu acho que tem brecha ou se eu quero acreditar que tem brecha, né? Por essa coisa mais cinzenta, assim, sabe? Você prefere a obra quando ela vai mais pro caminho mais cinzento? Eu gosto. Eu também. Eu, no geral, gosto mais também.
Porque assim, por exemplo, teve um episódio lá do... Eles... Ah, um desses... Puta, não lembro. Acho que foi antes até do... Enfim, não lembro qual episódio que era. Mas que eles vão lá na casa de um ricão lá. E ele pede ajuda pra recuperar a espada. Que é a herança da família lá. Porque o demônio roubou, né? Mas porque essa espada era de um demônio. Mas estava na família há gerações. E aí eu fiquei pensando... Cara, se era dos demônios...
E por que que eles não podem pegar de volta? Sabe? Por que ficar na casa do humano ali, que acabou com esse demônio, tipo, como um troféu? Por que que precisa ter essa coisa material de volta, assim, sabe? Essa parte, assim, eu fiquei meio, tipo, assim... Ai, cara, eu só... Te fez sentir alguma coisa diferente ali, é.
Só entrega, deixa os demônios que ficarem com esse negócio. Significa tanto pra eles. E não era nem uma arma mágica, né? Tipo assim, um anel, entendeu? Que vai dar um pulo. Sim, sim, sim. Era uma espada, tá ligado? Era só uma espada. Então, isso, eu comecei a pensar mais esse lance do tipo assim, será que, né? A gente também tá vendo só muito o lado dos humanos ali, do lado bom, né? E tal. Assim, ah, e o outro?
Eu gostaria de ver. Eu acho que existe brecha pra isso. Eu não sei se a obra vai pra lá. Mas eu gostaria que tivesse, assim, sabe? Não ser só, tipo assim, olha, aqui realmente existe essa linha aqui. Quem tá do lado de cá é bacana. E quem tá do lado de lá merece morrer. Foda-se a sua história, você apenas merece morrer.
É que eu acho que é engraçado que todas as oportunidades que eu senti que a história teve de, tipo, dar esse esse gancho, ela ela reafirmou a dualidade. Tanto que nesse episódio mesmo da espada eu acho que isso era no final da primeira temporada Bianca, eu não tô lembrado certinho, mas eu acho que era. Mas eu não tô lembrado eu não lembro exatamente.
Agora, eu lembro que nesse episódio tem um negócio do... tinha essa parada do... a espada era do demônio, não sei o que, só que o demônio que pegou a espada agora, tinha uma... a Freedon explica que, ah não, os demônios, eles são muito orgulhosos deste item e aí por conta de ter o item, eles vão lá e vão matar mais humanos. E aí eles estavam, tipo, o demônio com a espada tava arregaçando e matando uma porrada de vilarejo.
E aí, tipo, eles foram lá e mataram um demônio e pegaram a espada. Então, tipo, a história abriu um espaço e foi lá e fechou a porta, tá ligado? Eu fico com essa sensação.
É, é que tem, eles justificam muito, tipo, pelo lance da rematia da sobrevivência, né? Então, é, mata os pássaros, os pássaros estavam matando o povo do vilarejo. Mata o demônio porque eles estavam matando todas as pessoas que estavam passando pela estrada. Né? E essa daí, a demônia lá que tava matando, fingindo que era uma sacerdotisa rezando lá. E a pessoa fez favor, ela ia atacar. Caralho, essa daí é sinistra, inclusive.
talvez essa da primeira temporada, que como eu revi com o meu namorado, talvez eu esteja um meio blur entre a primeira e a segunda pode acontecer, não lembro eu preciso rever a primeira temporada, essa que é a grande verdade chegou nesse tempo chegou nesse momento é figura irrepedida, mas vale a pena vale, vale
Eu só queria puxar uma parada que eu falei pouco, mas eu adorei o segundo episódio, que é o Herói do Sul. Inclusive, eu falei de curiosidades, acabei perdendo toda a oportunidade de falar sobre a marionete, que a marionete ela existe, então tem o videozinho da marionete sendo teatralizada de verdade.
que a gente vê na história, e eu veria muito uma série, um spin-off só do Herói do Sul, mano, ele é muito maneiro, tá ligado? A concepção dele é de um personagem muito maneiro, e ele faz uma parada que ela é, que, novamente, às vezes pode parecer simples, às vezes pode parecer extremamente inútil, só que se bobear foi uma das paradas mais importantes pra eles conseguirem derrotar o Rei dos Demônios.
Foi a intervenção do herói do Sul. E ele só, tipo, ele sabia exatamente qual que era o fardo dele. Barra, é, o objetivo dele, né? O propósito dele ali. E ele simplesmente cumpre e deixa a gente, assim, de uma maneira...
O cara sabia mais desse caluco, tá ligado? Cara, é absurdo, né? Tipo, ele sabia quando ele ia morrer, era isso, né? Não tinha negócio? Puta merda. Ele sabia o destino dele. Ele sabia quando ele ia morrer e falou, eu não vou ser o herói que vai salvar o mundo, mas eu vou fazer de tudo pra, tipo, facilitar pro herói que vai salvar o mundo. Exato. Eu fiquei, poxa... Ele é muito maneiro, mano. Ele é muito maneiro. Inclusive, o dublador desse cara é o mesmo dublador do Kakashi, do Naruto.
né? Ah, é mesmo, caralho? Aham, eu cheguei a olhar. Muito bom, cara, muito bom. Saudades. Pena que ficou aí, né? Pena que ficou aí. Apareceu, fez história, morreu, é isso aí. Fez história, foi embora, deixou morrer. Foi embora, caralho. Puta merda. Excelente.
Bom, gente, vamos chegando então ao final de mais um episódio da Lins Overdrive aqui, falando da segunda temporada de Freem com meus amigos. E a gente espera que você tenha curtido o nosso episódio e que você comente aqui embaixo no Spotify, no YouTube, onde quer que você esteja nos assistindo.
pra você continuar o papo, falar dos seus momentos favoritos, o que a gente às vezes esqueceu de falar, não lembrou, algo que te tocou, algum momento pessoal. Enfim, comenta aí embaixo pra gente continuar este papo. Mas antes da gente encerrar o nosso programa, vamos para os nossos jabás de sempre.
Bom, meu jabá, essa semana eu vou trazer aí pra vocês um centavo de videogames aí na vida de vocês. Comecei a jogar um jogo chamado Baba Ziu e eu nunca me senti tão incompetente na minha vida porque ele precisa muito do meu processador da cabeça e ele não consegue acompanhar assim.
Mas muito bom e muito divertido que você tem que montar as palavras, as palavras tem que mudar de significado pra você poder manipular elas de outras maneiras, assim, e tudo mais. Então, dá uma olhadinha se você conseguir jogar. E qualquer outra coisa que vocês quiserem trocar uma ideia sobre Pokémon, mundo de animes, Haikyuu, no geral, arroba PadGamesAndreLine, tanto no meu Instagram quanto no meu Twitter. Parece complexo esse jogo, hein?
É de passar raiva de jogar. É de passar um pouquinho de raiva, né? É um pouquinho de passar raiva, desculpa.
Pois é, eu pensei a mesma coisa. Falei, caraca, puzzle de palavras parece... Nossa, eu acho que eu ia passar raiva. Ó, recado final aqui. Se você não assistiu Freerem, vai corrigir essa sua falha de caráter aí e vá assistir. Se você assistiu e não gostou... Bom, provavelmente você não viu esse episódio até o final, né? Mas enfim, se você assistiu e não gostou, reveja, né? Reveja. Tente de novo.
Tente de novo, dá um restart aí dá um reset Gente, bom, vocês podem me encontrar principalmente no Instagram arroba Bianca Sack Bianca S-A-K Eu falo bastante de cultura geek em geral, mas eu foco bastante em animes mangás e histórias em quadrinhos, que eu gosto muito e eu também tenho um programa numa rádio online, uma web rádio que chama Antena Zero chama Tem Trilha de Tudo lá, eu comento trilhas sonoras de E aí
Absolutamente tudo. Então, filmes, séries, animes... Irado. Até histórias em quadrinhos também, livros, né? E tal. E eu vou fazer um episódio sobre Freelie. Sobre as trilhas, sobre as músicas de Freelie. Nossa, aí sim. Então, assim, em breve, vem aí. Então, por favor, sigam lá, Rádio Antena Zero. No Instagramzinho, por favor.
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Segue a gente lá, vamos conversar e vamos ser felizes! Muito obrigado pela sua audiência e até o próximo episódio.
Radio Antena Zero