Episódios de Canal Perguntas PodCast

Planejou 10 anos para mudar e descobriu que nada é fácil nos EUA

05 de maio de 202659min
0:00 / 59:06

Rafael deixou uma vida estável no Brasil para recomeçar do zero com a família nos Estados Unidos. Depois de mais de 10 anos planejando o sonho americano, ele conquistou o Green Card pelo visto EB2-NIW e embarcou com a esposa e as duas filhas rumo à Flórida.

Nos primeiros meses, enfrentou dificuldades que nenhum vídeo na internet costuma mostrar: adaptação, incertezas e a busca por equilíbrio entre trabalho, família e o novo país. Mesmo com formação em TI e experiência internacional, o recomeço exigiu muito mais do que planejamento.

Hoje, Rafael compartilha essa jornada no canal Acordei na América, mostrando a realidade de quem chega cheio de expectativas, mas descobre que a vida nos EUA é bem diferente do que se imagina. Uma história de coragem, recomeço e aprendizado que inspira e alerta quem sonha em viver nos Estados Unidos.

Contato

Instagram: https://www.instagram.com/acordeinaamerica

YouTube: https://www.youtube.com/@UCO_KnzdFMZtUHB8ct40ES7w

≡≡≡≡≡≡

🚀 Conecte-se com a nossa comunidade!

🎥 Inscreva-se no Canal Perguntas e ative o sininho 🔔

📲 Instagram: @canalperguntas

🤝 Empresas que confiamos: https://canalperguntas.com/patrocinadores/

🎯 Transforme seu sonho americano em realidade

📚 O melhor curso sobre imigração legal, com profissionais renomeados:

👉 https://construindoosonhoamericano.com

💬 WhatsApp oficial:

🌎 Quem ainda não mora nos EUA https://chat.whatsapp.com/GslfdA28Kfl8CRkOmceS2t

🗽 Quem já mora nos EUA https://chat.whatsapp.com/5omnZPlVhQx6zlbqK3eOEM

📢 Quer falar com Paulo Paternes ou contar sua história?

📞 Envie mensagem para +1 (321) 285-2551 https://wa.me/13212852551

Copyright © Canal Perguntas e Paulo Paternes. Todos os direitos reservados.

#amigosnoseua #vidanoseua #podcast

Assuntos7
  • Políticas de MigraçãoPlanejamento de 10 anos para imigrar · Dificuldades inesperadas nos EUA · Visto EB2-NIW · Adaptação cultural e familiar · Busca por equilíbrio trabalho-família
  • Imigração nos EUA e imitaçõesPreparação desde o Brasil (inglês, cultura) · Importância de fazer as coisas certas · Preparação psicológica · Cuidado com corretores e fraudes · Documentação e vistos
  • Mercado de TrabalhoTrabalho com SAP (ERP) · Dificuldades em encontrar emprego nos EUA · Processo seletivo e currículo (Resume/ATS) · Negociação salarial e experiência · Trabalhos temporários (faxina, house cleaner)
  • Segurança e Estilo de Vida AmericanoPercepção de segurança em Orlando · Diferenças culturais e comportamento · Estilo de vida americano vs. brasileiro · Importância da autoestima e autocuidado
  • Família e autoridade na educaçãoAdaptação das filhas na escola · Sistema escolar americano · Regras de condomínio vs. leis · Importância do inglês para crianças
  • Custo de VidaCusto de aluguel (3 quartos) · Despesas com energia e carro · Gastos com alimentação · Estimativa de custo mensal para viver · Poder aquisitivo e preços de produtos
  • Diferenças culturais e de negócios entre Brasil e exteriorBrasileiros em Orlando · Estereótipos e realidade da imigração · A influência da cultura pop
Transcrição162 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Fala aí, galera, beleza? O Paulo está falando ao vivo, diretamente de Orlando, Flórida e Estados Unidos, para mais um bate-papo com vocês. Deixa eu apresentar meus convidados de hoje. Rafael, bem-vindo. Obrigado aí pelo convite, Paulo. Tamo junto. Isa... Obrigada. É Isabela ou Isabelle? Isabela. Isabela. Obrigada. As pessoas geralmente erram, né? Sim, muito.

Então eu vou chamar de Isa. Mas é Isabela com ela ou dois L's? Dois L's e com S. Não. Peraí, com S, Isabela... Isabela. Isabela Rosolini. Falam que tem na Isabela Russelini. Isabela. Vamos lá. Da onde vocês eram do Brasil, o que vocês faziam e por que decidiram vir para os Estados Unidos?

Que maravilha. Começa aí você aqui. Então, vamos lá. Nós éramos de São Paulo, do ABC Paulista, uma cidade chamada Mauá, que a gente chama de Mauami, né? E nós viemos, estamos aqui há um ano, né? Eu, nos últimos tempos, estava como esposa troféu.

Sou formada em radiologia, raio-x, mas desde que a gente foi ter nossa última filha, tudo, a gente planejou bem e eu estava em casa nos últimos anos. E o Rafa, fala aí, Rafa, um pouquinho. Isso aí. É uma brincadeira, esposa, toroféu, tá? Porque parece que a gente é rico, né? É. Mas, enfim, sou da área de TI, né? Sou desenvolvedor, mas, especificamente, do sistema chamado SAP ou SAP, né? Então, a linguagem que eu entendo bastante aí é a ABAP. Se chama ABAP essa linguagem.

eu trabalho com isso há 15 anos cara 15 anos mas você tá com 16 agora desde que eu sei então carinha de menino 15 anos faz tempo nós temos duas filhas também uma de 12 e uma de 4 anos duas meninas a Lorena e a Cecília o que que faz o SAP SAP ele é um ERP é um sistema que ele tá dentro da toda a empresa ao invés de você ter um software para cada área ele

comporta a empresa inteira desde o RH material estoque logística financeiro gigantesco tem nas principais empresas multinacionais vai encontrar e aqui nos Estados Unidos achei interessante porque tem na Beth and Body Works tem SAP

publics usa sap então assim aqui pertinho já recebi até uma vaga deles na lockheed martin você deve conhecer em armas a armas é trabalho com o governo americano né é um outro secreto eu vi que tem aquela área restrita é então você sabia que eu fui expulso de lá eu entrei errado uma vez

O cara gritava, gritava comigo. Eu falei, cara, o que é isso? Aí depois eu fui ver o que era. Cara, esses caras que trabalham pro governo, o Lockheed Mark, tentando lembrar algumas outras, são bem conhecidas, são os caras da área 51, cara. É cara que faz coisas secretas, projetos secretos pro governo. Usa SAP também. Então o SAP, ele tá dentro dessas principais empresas. No Brasil, muitas multinacionais, né?

Eu trabalhei para várias empresas, consultorias como TCS, tem muito indiano, muita consultoria indiana.

com a TCS, Infocis. Por isso que você tá com essa cara de indiano! Que a gente tava conversando lá fora. Depende do teu lugar, do que você frequenta, muitos anos. O DNA vai mudando. Tu ficou com cara de indiano. Uma das coisas que mudou bastante na minha vida aqui foi a cor também, por causa da Flórida, né. Se você for, viu, a minha cor é aqui, ó. Você era branco. Agora você ficou realmente indiano, com esse cabelinho pra trás. Só precisa comprar um Seven Eleven agora.

E ele trabalha com indianos hoje. E eu trabalho com indianos. É incrível, né? Bastante indiano, assim. Você sabia agora, mudando de assunto, mas nesse mesmo assunto, o ambiente que você frequenta define, ou melhor, muitas vezes pode definir o teu futuro. Sim. Com as pessoas que você faz parte do teu ecossistema, assim, do onde você trabalha. Sim. É muito doido isso. A gente viu isso até no próprio visto, né? Que a gente foi tirar. Sim.

quando você tá ali compartilhando com pessoas ali no mesmo sonho, né? É verdade. Porque se às vezes a gente ia falar ali do visto com pessoas que nunca sonharam vir pros Estados Unidos, a pessoa fala, ah, vai lá lavar privada nos Estados Unidos. Então quando você tá com uma pessoa ali no mesmo ambiente, compartilhando o mesmo sonho... As coisas acontecem, fluem. Exatamente. E aí o que foi que você estava arrumando lá que você falou, ah, vamos pra América? O ideia de quem? Dele.

Cara, eu tenho esse sonho desde criança. Tem uma teoria maluca, porque que eu tenho... Porque o que uma criança teria... Brasileiro criança teria sonho de vir para os Estados Unidos. Tem uma teoria que eu gostava muito de desenho animado. Cultura pop no geral, como todo bom brasileiro, né? Assistia lá. E a gente vê aquela realidade dos filmes e séries que são gravados aqui.

Você olha a sua volta, aquela quebrada que você mora, não faz sentido, não dá match. E aí, eu falei, pô, eu queria morar num lugar assim. Então, venho alimentando desde criança. Porém, nunca imaginei que isso daria certo um dia, né? A gente apenas sonha assim.

Até que a gente, eu quis tirar o visto de turismo pra visitar, pelo menos. Porque até então, até então não, até hoje, né? Os Estados Unidos é um país muito difícil de você conseguir um visto, de você morar aqui. Legalmente, né? Bem competitivo, né? É, é um dos países mais difíceis de entrar, né? Se você for ir pra Portugal, é fácil imigrar? Eu acho que sim. Sim. Outros países, os Estados Unidos é muito difícil. Então, pra gente estar no Brasil, a gente fala, pô, é impossível ir pra aquele lugar. Então, vamos...

pelo menos conhecer, turistar, passear. Estive a primeira vez pra cá em 2015. Fomos pra Nova York, depois pra Orlando, Miami. Fizemos um tour aqui. E aí eu fiquei mais doido ainda, cara. Falei, não, preciso morar nesse lugar aqui. E aí comecei a pesquisar. Só que na época, 2015, você já estava aqui há muito tempo. Tinha poucos produtores de conteúdo, não tinha muita informação na internet.

e aí eu comecei a pesquisar e vi que não tinha cara um visto assim só casando com americana como é aquele visto de investidor na época acho que era meio milhão de dólares depois foi aumentando agora 900 agora é a ciência a milhão para não ter um milhão de dólares é e tinha a um visto legal que era de transferência então entrava numa empresa eu entrava numa empresa multinacional ou empresa que queria abrir uma filial aqui

transferia, né? Também não era algo muito possível pra mim. E eu fui esfriando isso daí. Aí até que foi chegando a época de pandemia que foi pesquisando mais, foi quando estourou essa bolha. Em 2019 a gente veio de novo também. Veio de novo a turismo. Aí estourou essa bolha do EB3 dos vistos EBs, né? EB3, EB2, NW e tal. Então a princípio eu tava pesquisando muito EB3, cara. 2020, começo de 2021.

E eu vi que eu era, eu qualificava pro EB2NW, pela minha profissão, né? Na época eu tinha, acho que uns 12 anos, 11 anos de trabalho na mesma área, faculdade, pós, um monte de coisa. Fazer aquele checklist lá que eu qualificava. Falei, eu acho que eu vou. Aí eu contratei um advogado de imigração pra primeiro ver se eu era elegível. Falei, eu era, vamos tentar, vamos.

E a gente tentou e graças a Deus deu certo. Lá no Brasil. Tudo no Brasil, processo consular. E a empresa que eu tratei é uma empresa americana, cara. E eu morria de medo, porque assim, o valor é alto, né? Pra tirar um visto desse. Pelo menos pra gente no Brasil, convertendo. E aí, você tem que transferir esse dinheiro pra cá. A gente vendeu carro, né? Vendeu algumas coisas, porque assim... Dá mó medo, né? Você transfere, aí se é um golpe, eu vou reclamar com quem?

de lá do Brasil ainda do Brasil eu nem sabia se existia então foi assim foi acho que a gente transferiu 7 mil dólares de cara de cara e aí depois parcelava o resto aqui o quanto foi o nosso visto completo quase 15 mil dólares é com tradução é business plan um monte de coisa assim então mas ó para vocês verem que tá nos ouvindo não assistindo 15 mil dólares é um preço normal de um advogado

Agora vem esses malucos de consultores e é 25, 30 de anel. É, isso mesmo. Não dá não, cara. E nem é advogado, né? E às vezes nem tem um bar, né? Não, às vezes não. Quem cobra essas loucuras não tem mesmo. Exato, exato. E aí, uma das coisas que eu chequei foi isso. Que eu pesquisei e aí vi que a advogada que ia defender o meu caso, que ia assinar lá tudo certinho, tinha um bar, principalmente aqui da Flórida.

E aí... Um bar da esquina ali, né? É. Isso aí. Aí, quase isso, né? E aí, deu certo, cara. Mas, assim, foi muito medo, porque... Mas por que ele veio pra cá?

Para os Estados Unidos, para viver o estilo de vida americano. Cultura. Sempre gostei muito da cultura. Então, eu queria ir para Orlando, então, lá. É, eu acho que é o hub que a gente chama, né? É a porta de entrada. Eu pensei muito na minha família, cara. Porque é um choque de realidade, um choque de cultura, de adaptação. Então, eu falo para todo mundo. Então, a gente pergunta mesmo. Por que Orlando? Por que a Flórida? Por que você não foi para outro estado? Porque eu acho que aqui você fica no meio termo para entrar.

nos Estados Unidos e adaptar. E daqui, eu não sei se vou ficar aqui mais tempo, na Flórida, posso ir pra outro lugar. Tanto que pintou algumas oportunidades, cara, em Kansas, pra mim, eu tava no processo seletivo, pro Kansas, Oregon, Chicago, e eu tava disposto a mudar.

A gente já tava aqui alguns meses, a gente já pegou a adaptação, a minha filha mais velha já tava fluente no inglês, já tava curtindo demais, né, o middle school. E eu falei, pô, a gente já tá pronto pra ir pro outro estado até, se precisar. Então eu tava disposto. Não, foi dois meses. É, meu Deus, você achando. A gringo já, ó. Você achando.

Mas um ponto importante é que a gente sempre fala, o pessoal às vezes em migra, fala, eu quero sair da corrupção do Brasil, quero fugir da violência. A gente já foi assaltado lá várias vezes em São Paulo. Amar nada. Mas não era isso, era mais esse sonho que ele tinha e que depois passou pra mim também, assim, de viver tipo o estilo de vida americano. É tudo isso que ela falou de segurança, educação.

poder de compra que existe aqui muito bom, pra mim é um bônus é algo muito bom mas é um bônus, não foi o motivo principal, cara realmente foi, e aí casa com o que você falou no começo, né o ambiente que você tá, influencia esse era o ambiente que eu queria trazer minha família e mudar a história da minha descendência, cara porque a partir de mim você entende que os meus descendentes

tiveram um rumo diferente se eu continuasse no Brasil? Sim. Que quando o meu bisneto nascer, crescer, eu ia falar, o meu bisavô foi doidinho, veio aqui para os Estados Unidos e agora a gente tem um rumo, uma história diferente porque ele mudou o curso do Rio lá atrás. Bem doido, né? Pensando assim, é bem legal. Só que eu já penso disso antes, entendeu? É legal você falar, porque uma coisa que eu gosto muito aqui do canal Perguntas... Deixa eu colocar no S4.

O que eu gosto muito aqui do canal Perguntas é que muda histórias. Sim. Porque, como você falou, lá atrás não tinha muitas pessoas. O canal Perguntas começou em 2014. E abriu a porta de possibilidades que as pessoas não sabiam que existiam. Verdade. Pra muitas coisas, assim. E é legal porque eu já entrevistei mais de 4 mil famílias ou pessoas aqui. E...

E as pessoas vão falar pros netos, pros netos. Então naquela época tinha um tal de negócio, era tipo o YouTube que a gente assistia. E tinha um cara, eles não vão lembrar meu nome, mas vão falar, tinha um cara que mostrava como era os Estados Unidos, foi assim que eu criei coragem de vir. Sim.

Querendo ou não, eu vou fazer um pedacinho da história. Uma sementinha, né? Das pessoas, né? Eu gosto dessas coisas, acho bem bacana também. Até foi por isso também que a gente decidiu abrir um canal também, né? A gente tem um canal aí que chama Acordei na América. Mas no começo foi pra mostrar o nosso dia a dia. Mostrar a mudança, a família, os amigos acompanhando. Era um vlogzão, né? Era um vlog. Ah, vamos na Disney. Mais do mesmo, vamos dizer assim.

Mais do mesmo. Igual canais que já tem aqui consolidados. E aí a gente lançou um vídeo.

Foi o vídeo de quatro meses, assim, quatro meses, valeu a pena? E aí esse vídeo bombou e aí começou a atrair a galera de EB2NW, porque no vídeo a gente fala, conta o visto, né, que a gente veio. E as dificuldades, a gente fala a real, cara. Porque assim, a gente pega e fala, ó, não é fácil, não é fácil arrumar trabalho, não é fácil várias coisas aqui, hoje em dia, por exemplo, aluguel não é fácil pra recém-chegado, não é só dar os três meses de entrada.

agora estão pedindo muito mais coisas pedindo é carta de emprego uma certa é segurança e estabilidade no inquilino porque muita gente pisou na bola na bola entendeu então a gente tem saudades para alugar casa aqui é lugar para saber você se usaram de grana total

30 mil. Um pouquinho mais. Foi um pouco mais que isso. E aí já chega comprando um carrinho e já vai... É, já vai... E aí, nesse próprio vídeo, eu falo, ó, chega baixo, né? Chega sem torrar tudo. Você não precisa... Você não tem que provar nada pra ninguém. Tem que ter um carro melhor do que eu tinha no Brasil. Não, por quê? Agora, no começo. Compre um carro que você não vai ficar sem dinheiro, né? Você não precisa estar no melhor.

bairro você não precisa estar na melhor casa não precisa chegar e alugar uma single family

Por quê? Você quer mostrar pra quem? Você quer provar isso pra quem? Então a gente vai falando... Não sei se a pessoa tem condições, né? É, isso. Ela faz o que ela quiser. Exatamente. Hoje a gente ia ver igual, o que a gente deu de dar um permit no carro, a gente teria comprado o carro à vista. Exato. Um carro mais barato, né? Isso. Então a gente foi vendo essas coisas e vai alertando os outros. Mas igual você falou, se a pessoa tem dinheiro, tem condições, ok. Mas às vezes não tem e acha que só existe essa opção.

E aí a gente vai alertando as pessoas. Aí por isso que o canal começou a crescer e atrair essa galera, né? Exatamente. Esse vídeo que ela falou, pra você ter ideia, o nosso canal tinha 300 inscritos. No vídeo de quatro meses.

E dava em média 300, 400 visualizações por vídeo. Esse vídeo hoje tem 272 mil views, cara. E viralizou. Viralizou. E aí atraiu automaticamente inscritos. A gente tá indo pra 17 mil em meses. Parabéns. Mas foi apenas o quê? A gente...

Falando a verdade, né? Falando as dificuldades, porque a galera às vezes só fala o lado bom, né? Deixa eu fazer a pergunta aqui, então. Então me fala uma coisa. Bom, vocês vieram pra cá, Orlando, porque já vi eu passear, falaram, ai, meu sonho, morar aqui em Orlando. Eu não queria ir pro frio, queria algum lugar aí calor. Outra explicação que você falou da Flórida. Você já percebeu ali, né? Eu tô...

Sofre com frio. Eu queria saber do frio. É, então, a gente que... A escolha, a primeira escolha era Orlando mesmo. E qual que é o plano? Você já veio empregado, você continua trabalhando no Brasil. Sim, sim. Convertendo. Isso, ainda convertendo. E não só convertendo, como sendo bitributado, né?

Ou seja, não é o ideal, mas é melhor o pouco do que nada, né? É melhor ter alguma coisa, alguma renda chegando do que nada. Enquanto isso, vou mapeando, tentando melhorar para poder entrar de fato no mercado de trabalho americano. A ideia é essa. E o inglês como está? O inglês está médio. Não, está bom, está bom. Cheguei com o inglês bom. Até cheguei a passar em algumas vagas de empresas americanas, mas não na minha área.

recebi job offer então bem bacana protestar mesmo assim só que eu não aceitei que eu quero manter o meu business plan o foco no que eu prometi fazer entendeu e você e você o Isa é um inglês bem básico não tem inglês não falava preciar o que eu preciso melhorar e aí por isso a minha o meu leque de opções com menor ali para procurar emprego né mas aqui na região de Orlando tem uma empresa brasileira né E foi nisso que eu foquei enviando currículo

E até que eu consegui, hoje eu trabalho numa empresa de seguro-saúde, sou assistente de agente, né? Tirei a licença. Contratada. Contratada, W2. Mas uma empresa de brasileiros, então eu não uso tanto o inglês ali. Uso, assim, pra falar com a seguradora, alguma coisa assim, mas... E os filhos, pra colocar na escola, como que foi?

Sem burocracia, cara. Muito, é. Faz surpresa positiva. Muito tranquilo. Positiva demais, cara. Tipo assim, foi muito rápido. Em dois dias a gente resolveu tudo, fez os exames que precisava. Já colocou ela, começou a mais velha. A mais nova ainda não tá no período escolar. Tá quatro anos de idade. Ano que vem ela entra. Tem que trabalhar de casa, né? Isso. É, ele fica com ela. Fica com ela.

E aí a Mais Verde a gente colocou e ela entrou e cara, um mês ela já tava... Ela gostou? Ela sofreu bullying alguma coisa? Onde vocês tão morando? Em Davinport. Perto de você. Ah, perto de mim lá, velho. Perto do Champions Gate. A gente morando de frente pro Posner.

Sabe onde é o Bosner Mallzinho lá? Ah, vocês estão ali. E ali tem um monte de brasileiros agora. Tem até os maloqueiros brasileiros lá. O nosso condomínio é só brasileiro. O maloqueiro sou eu. Será que é você que falaram mal pra mim então? Não, eu sou não. Deve ter sido então a Isabela. Pode ser.

Mas tem bastante brasileiros lá, né? Muito. No nosso condomínio... Nosso condomínio é 80% brasileiro. E é condomínio novo. O condomínio completou há três meses. Ali, pra vocês terem uma ideia, onde vocês estão era um campo de beisebol. Sério? Não existia posse no parque.

nossa era um campo de beisebol mato só mato no campo de beisebol bem embaixo onde vocês estão sem nada daquilo há pouco tempo atrás é tudo novo mesmo até a gente vê que é bastante março ainda no geral é

E tá cada vez mais construindo na beira da 27, né? E por que você só ir pra lá? Você é tudo aqui? Falta de opção. Foi onde nos aceitaram, na verdade, né? É o que eu te falei do aluguel, cara. Outra coisa que a gente achou que ia ser super fácil. Nos programamos ali, três meses de aluguel. Fizemos, né, conversando o valor pra poder comprovar três vezes.

o valor, tudo certinho, chegamos lá, o Rafa fala inglês, vamos procurar não contratamos corretor, nada e aí a gente pegou 10 dias de hotel e ficou indo de office em office procurando. Olhava no Zillow a gente filtrava pelo valor que a gente poderia pagar nota de escola, obviamente e os bairros que a gente queria, então os bairros queridinhos, Winter Garden, Winter Mirror Hunter's Creek, Lake Nona

que a gente falou, desde o Brasil a gente estudava esses bairros. E Davenport, a gente não queria nem passar perto. Não era opção. Por causa da nota da escola, né? Exatamente, por causa da nota da escola. E aí a gente foi visitando e foi falando. Então desenrolava tranquilamente no inglês. Conseguia visitar, olhar os apartamentos. Só que quando chegava na hora de fazer a aplicação, eles falavam assim, então, preciso de uma carta do seu trabalho aqui nos Estados Unidos. Mas cheguei há dois dias, não tenho trabalho ainda.

eu preciso de uma carta e dois anos de extrato bancário em banco americano. Para o recém-chegado não dá, entendeu? Então, a primeira lição é, para vocês serem ouvindo, é contrate um corretor brasileiro. Sim. Porque ele vai facilitar a sua vida, porque ele já sabe os lugares que aceitam você.

Exatamente, é o que a gente sempre fala também. E aí, enfim, ficamos 10 dias nessa procura, aí a gente pegou e falou, meu, não vai dar, não vamos conseguir. Jogamos num grupo que a gente tinha lá de EB2, e aí passaram o contato desse corretor, que levou a gente pra lá. Ele falou, olha, eu só tenho um condomínio em Claremont e um...

em Davenport. Aí a gente falou, ah, então vamos pra Clermont. Aí ele falou, ah, não tem três dormitórios, quero que a gente precisava. Então só sobrou essa opção. O condomínio em si é muito bom. Novinho. Novinho, assim, um apartamento lindo. O lugar também, tirando o relógio dos brasileiros, o lugar em si, vocês estão partindo de tudo. Tudo, ali tem Target, Ross, tem tudo ali. Posner tem tudo, a gente tá 15 minutos da Disney.

só que a gente pegou o trânsito daí fora né porque quando a gente chegou era assim agora tá melhorou uma linha mais uma hora que chegar aqui em Orlando cara uma hora agora mas teve dia já de uma hora e vinte assim e aí ampliaram agora melhorou mas a gente tá olhando já casas mais para a gente vai dar um ano né de

já deu né um ano de estados unidos vai dar 13 meses porque a gente assinou então outro nosso último mês lá nesse que vem e aí estamos olhando a região de winter garden aí sim aí a gente já tem crédito score a gente já tem mesmo assim a gente contratou um corretor e a gente também assim achou que ia ser mais fácil e a gente já tá vendo que ainda assim tão pedindo três aluguéis mesmo já residente já com escola tem que chegar com a bola entendeu

E qual foi o maior perrengue que vocês passaram até agora? Eu acho que foi o de emprego, porque a gente veio com essa reserva financeira e aí começou assim um mês, não arrumou trabalho, segundo mês, terceiro mês e a gente foi, a reserva foi indo embora, pagando conta e a gente pagando conta. E foi bem rápido, né? Bem rápido, muito rápido.

E sabe por que? Eu pensei assim, bem lógico, mas assim é que eu foquei em outras coisas no Brasil. Me preocupei em família, adaptação. A gente ficava nesse negócio de escola. Porque eu falei assim, se a gente chegar tudo bem, milionário, chegar milionário aqui com emprego e a família tiver quebrada Sim, não vale a pena. Não vale nada. Não vale nada. A gente sofre pra caramba, não valeu de nada.

Então, a gente estruturou a família, estruturou a casa, o alicerce, para que a gente pudesse vencer aqui as dificuldades. Então, o trabalho, eu pensei o seguinte, porque eu já tinha feito algumas aplicações para trabalho aqui, e eu comecei a fazer algumas entrevistas sem ter documentação, do Brasil, só para testar, ah, então tem vaga, então eu fiquei mais tranquilo, dá para se inscrever, testei até aí, porque a lógica é simples, tem a documentação.

tem o inglês e tem uma profissão vou arrumar trabalho tem ainda que tem vaga para caramba e tem mesmo não é tão simples assim não é tão simples onde está sendo a barreira a barreira primeira experiência em empresa americana

Eu perco nisso. Já fiz muitas entrevistas e passei em vários. Eles chamam de rounds. Aqui também, diferente do Brasil, o processo seletivo é mais longo. Então, eles vão fazendo vários processos seletivos. E eu fui passando em vários rounds, mas quando eles vão afunilando, vão ficando com poucos candidatos, aí o detalhe dá a diferença. Então, uma coisa que eu vou dar uma dica para você aqui, que você consegue negociar o salário.

Então, por exemplo, eu passei por isso. Então, quando eles não queriam me contratar...

por causa que eu não tinha a experiência que eles queriam, eu negociei salário. Legal. Eu falei assim, vamos tirar a experiência. Quanto se fosse para uma posição de não experiente? Tipo o júnior. É, de júnior. Quanto você pagaria? Ah, eu pagaria a X. Então o povo falou o seguinte, eu aceito esse X só para conseguir a vaga. Daqui a três meses a gente faz um review. Ou vocês me mandam embora, ou vocês me pagam. Boa.

boa ótima dica porque a gente não recebeu essa e a gente percebe que aqui você tem que saber se vender o americano ele se vende muito bem né então ele espera isso que você se negocia você faz isso é isso é isso faz o que faz uma proposta é isso cara é muito louco é muito pensamento empresarial tem que né de empreendedor mesmo cara tá sendo contratado sendo um funcionário os dentes a mentalidade essa tem sido a barreira principal

Fora a concorrência. No próximo vídeo vocês já sabem que vai vir com emprego top aqui. Amém. Amém, amém, amém. É isso. E aí o perrengue foi esse, né? Porque aí foi passando o tempo, o financeiro. O desespero. O desespero. E aí a gente foi fazer, eu também, né? Fui fazer várias coisas. Foi faxina? Fiz faxina. E aí?

Foi de esposa troféu pra lavar banheiro. House cleaner. House cleaner. Mas assim, foi uma experiência boa. Eu peguei uma pessoa também muito legal. Até se ela assistir aí Um Beijo pra Vivi. E ela me tratou muito bem, sabe? Não foi nada... Não explorou nada assim. Foi muito legal a experiência. Pagou? Pagou. Pagava muito bem. Até acima da média.

e agora já vai um monte de mandar mensagem da whatsapp da vivi e no dia pagava no dia porque aqui a conta a conta não espera espera a pessoa fala a gente paga de 15 em 15 dias não só que ela acaba de sair da casa ela tentativa tentativa tentativa tentativa tentativa

entendeu muito junto a gente e era casa casa de férias ali no no incórdio reunião ali e aí fiz alguns meses né aí a gente também pegou na lavanderia algumas coisas entregas para fazer lavanderia é de launder de casa de férias também pegava na lavanderia e saia distribuindo para entregando as roupas né os lençóis toalhas

É muito doido, quando você sabe que existem essas profissões Sim, e é tudo muito Tem uma empresa pra cada coisa Tem a parte Que lava e tem a parte que só entrega Então a gente fez isso também Várias coisas Acho que foi mais isso Depois comecei a pegar mais projetos Na minha área, porque assim Eu comecei a ficar muito distante, muito tempo Da minha área, longe

Eles começam a esquecer. Eu falo, eu preciso pegar, nem seja do Brasil mesmo, mesmo convertendo, pra eu me manter atualizado, manter na minha área e, quem sabe, conseguir alguma coisa em breve, né? Então, aí a gente... É, depois você pegou esse projeto, aí eu consegui também na agência de seguros. Aí foi dando uma melhorada. Conseguiu tirar a licença. Sim. As coisas foram se acertando. Até com o inglês ruim saiu a licença? Eu fiz em espanhol.

que eu achei mas eu achei a próxima agora que eu vou tirar mesmo eu falei não vou tirar inglês eu confundi mais eu acho que é muito parecido e não significa mesmo exatamente eu falei não eu fazendo a prova lembro na próxima vou fazer inglês tentar inglês

Vamos fazer um custo de vida para as pessoas terem noção de quanto custa começar uma vida aqui em Davenport. Vamos falar Davenport. Um apartamento de 3 quartos. O aluguel ali. O aluguel é 2,278 dólares. Não está ruim, sabia? Não, não está. Mas é com a taxa do lixo, internet, essas coisas, dá 2.500. De 3 quartos, um apartamento grande. Grande, é.

Então, uma média de 2,5 mil. E luz? Energia. Agora aumentou um pouco. Está a 170 dólares. Mas eu já cheguei a pagar 100, 110. E vai diminuir agora? Vai esfriando? É, agora no verão. E o calor? Vocês estão acostumados com calor assim ou não?

Eu gosto, pra mim tá... Você tá louca, tu gosta? Eu não gosto, não. Não, minhas amigas do trabalho usam aqui, falam assim, tá 40 graus, a Isa vai pro parque. Porque pra mim... Você vai no parque com 40 graus? Fui ontem, inclusive, ontem. Tava bem calor. Aí no parque tudo bem com 40 graus, eu tenho que ir também. Puts! Eu gosto do frio, sou o cara que gosta do frio. Mas assim... Mas eu prefiro o calor.

Mas estamos num país muito estruturado em que todas as casas têm acionado. Ah, sim, tem acionado, tem acionado. Eu trabalho de casa, então eu fico ali. E carro? Quanto a gente pagou de seguro de carro? Quando a gente chegou, 260. 260, mais ou menos. Agora baixou já. 190 agora. Ó, melhorou. Melhorou, melhorou. E prestação de carro?

Também. Era 460, agora tá 400. Você tá com o carro? Tô. Por enquanto só um. É, porque só você que vai... Você já tirou a carteira de motorista? Tô com a provisória. Porque eu não dirigi no Brasil. Ai, tô tirando aqui. Você tá com o permit, então. É, isso. Permit. Você, tecnicamente falando, você não pode dirigir sem um adulto. Um adulto com carteira de motorista. Habilitado. São um aprendiz.

É uma curiosidade que eu fico brincando com ela. Falei assim, olha, acho que a moça que te deu esse permit aí não tá acreditando muito em você, não. Que você vai tirar a permanente. Porque você já tem que renovar? Não, porque ela deu a validade até 2033. Mentira! Sério? Tá lá. Ó, você tem oito anos pra conseguir uma carteira. Se não aprender, né?

Nossa, deu oito anos? É. Oito anos. É o que... Eu acho que eles dão com base no documento. Carteira de motorista. A minha carteira de motorista são oito anos. É. Com base no documento, eu acho. Também no nosso. Então até esse prazo. A gente já vê outras pessoas que têm outros vistos. E tu tá dirigindo? Tô. E o cara tá o nome de quem? Dele. Meu. Nos dois. Você já tirou a carteira de motorista? Já, já. No segundo mês eu já fui tirar. Então, mais uma dica pra vocês, então. Achei que eu demorei até.

Quando você... Então, lembra, a Isa tá sem a carteira de motorista, mas o Rafa tá com a carteira de motorista dele. A sua placa, ela é linkada com a sua carteira de motorista. Certo. Quando se tem a carteira de motorista do país, né? Então, por exemplo, se você não tá dirigindo e só você, e passar aquelas viaturas que tem um monte de câmeras assim, que aquelas câmeras só ficam tirando foto e no computador fica passando. Então, ele vai dirigindo...

E vai atualizando. É. Então, não dá nada. Mas se por um acaso de bobeira, se a tua placa for 1, 2, 3, 4, 5, e ele para atrás de você no farol, pô, que placa interessante. Deixa eu colocar aqui. 1, 2, 3, 4, 5.

Aí vai mostrar que você tem o permit e que você tem a carteira de motorista. Sim. Aí ele olha pra ver quem tá dirigindo. E é você? É. Aí ele pode. Sim. Se ela estiver sozinha, né? É, se ela estiver sozinha, aí é motivo pra te parar. Que é uma coisa bem legal também, porque quando as pessoas veem que não podem...

tirar a carteira de motorista, o turista, eu falo, não tira. Porque você não quer ter um documento vencido. Por quê? Porque se eu tiro a carteira de motorista, tá linkado com a minha placa, e ele vai vencer seis meses, porque eu tô com o visto de turista, quando o policial ver a minha placa, vai ver que o dono daquela placa, pode ser o Paulo Paternos dirigindo o teu carro, mas o dono daquela placa, que é você, no caso...

tem a carteira de motorista vencida então é um motivo para eles poderem te parar sim é aqui é bem interessante você precisa tirar a carteira precisa não tá aprendendo os próximos dias aí é muito simples cara eu fiquei não tem subida não tem descida não tem baliza

não morre, porque no Brasil assim, você deixou o carro morrer, perdeu já é reprovado na hora então aqui não morre o carro, cara, é muito simples eu fiquei muito feliz, porque assim, ainda demorei não, porque eu demorei pra tirar porque eu falei assim, nossa, tem que estudar pra prova não sei o que, meu, a prova é muito tranquila porque é muito parecido com o do Brasil então já tem em mente ali tem uma pegadinha ou outra, então estude, né tem em português hoje, né? tem em português pra fazer a prova também E aí

a prova teórica e eu tirei em dois dias cara eu fiz um dia a prova teórica passei dia seguinte era a prática aí tanto vai passar de boa essa eu passei né você passou porque eu vou passar então tá fácil tá fácil eu queria muito que ela tirasse muito mesmo assim é porque a gente fica preocupado né sim sim e o ruim eu lembro que ela tem verdade também tipo ir aos lugares sem eu não sei o que tá levando não ela vai sozinha

Como assim? Vai falar, ninguém vai assistir. A polícia não tem por dirige. Não vai, cara. Não vai, é sério. Não vai. Você é que dirige? Não, eu dirijo com ele. Ah, tu não vai sozinho? Sozinho ainda não. Não vai. Você vai e volta? Duas vezes? Agora que a empresa mudou, eu tô indo de Uber. É. Mas quando a empresa tava pertinho, ele vai e voltava. É. E voltava. E voltava. Peraí, você tá indo de Uber pra onde? Da onde até onde?

De Davenport a Metroeste. Agora pegou. É. Não, mas tem um acordo aí da empresa. Da empresa. Porque a empresa mudou... Eu fui contratada pra um lugar e a empresa mudou pra outro. Ela trabalhou, tipo, dois, três meses num lugar e a empresa mudou de endereço pra mais longe. Aí, como a gente tá no período também de mudança de casa... Eles estão tendo um pouco de paciência e estão ajudando com isso. Sim, sim. É, fala assim, aguenta esse um mês que falta pra gente mudar de casa, que a gente vai mudar mais pra próxima. Isso.

O que que te impressionou aqui, Isa, que você fala assim, ó, fala caracas, cara. A qualidade de vida, a segurança. Eu lembro que no 4 de julho a gente foi pra Celebration ver os fogos. E aí eu tava com um iPhone aqui, né, no bolso de trás. Aí eu falei pra minha amiga, eu falei, você percebeu que a gente aqui, a gente anda.

com o celular aqui, um monte de gente, você não tá nem aí se vão pegar, se não vão pegar, porque você sabe que não vão pegar, né? A gente pode sair à noite, filmar, igual a gente que cria conteúdo, fazer story, ficar ali à vontade, então a segurança é algo surreal, assim. E pra você, Rafa, o que te surpreende aqui que você fala caramba?

Cara, acho que todas essas coisas, além de segurança, tudo que a gente sempre escuta, que é segurança, educação, o que a gente sente, o poder aquisitivo, isso daí é bizarro. Ah, vou falar, vamos focar no poder aquisitivo para ficar diferente um pouco. O que acontece? Eu ainda não digeri o fato de eu pagar centavos em algum produto.

que não existe isso no Brasil talvez quando você morava no Brasil você pagava centavos em alguma coisa que quer dizer que isso quer dizer que isso é que tem que falar não tem muito tempo aqui eu falei que o Paulo tá muito americano então pagar centavos cara de você chegar lá a gente comprou material escolar agora para começar outro período e tem lá onde ele está estudando

no Belacita. Ela chama Belacita, lá em Davenport. Lá em Davenport. A gente vai comprar o lápis de cor, então uma caixinha de lápis de cor por 50 centos, cara. Um caderno 40 centos. 40 centos. Isso daí eu fiquei maluco. Aí você vai num cosco da vida e vai comprar 40 garrafinhas de água por 3,98, por exemplo.

para vocês é barato né é 500 ml cada garrafinha você faz o cálculo aí você vai ver que é muita água muita coisa por menos de 4 dólares é muito barato muito assim porque vocês gastam mais a comida o aluguel não aluguel aluguel é por isso que eu falei não precisa chegar no

Mas só porque a galera... Winter Garden. Não, o que? Winter Garden é de 3 mil pra cima. Não, Winter Garden. Winter Garden. Winter Garden. O pessoal chama de Winter Farm, né? Uhum. Tinha muita fazenda, né? Mas assim, se a pessoa quer chegar economizando até se estabelecer bem aqui e estabilizar a sua vida financeira, você não precisa ir pra um lugar pagar um aluguel de 3,500.

que tem o Intergar, Lequinona, Dr. Phillips, por exemplo. Meu, é caríssimo. Então, pega um menor porque é a maior dívida que a gente tem. É a maior dívida. Entre aspas, a maior... Quantos gastos de comida por mês?

Você cozinha isso? Bem pouco. Bem ruim? É, bem ruim. É, eu que cozinha. Você cozinha? É, pra gente. Na verdade, nenhum dos dois, né? No Brasil a gente vivia de iFood. Jadinha das crianças. Hoje eu cozinho pra mais nada. É, hoje ele cozinha. Mas acho que a gente gasta uma média de uns mil e pouquinho, né? É, a gente gasta pouco comida, cara. Gasta pouco.

não sei se é pouco para sobreviver em devinport pagas só para as contas não tô nem falando para dizem furar pneu nem comer pizza aluguel pressão de carro precisão de luz seguro e comida o básico para sobreviver quando precisa ganhar eu na minha opinião chutando alto alto 4 mil dólares no alto

Sem anual pass, sem essas coisas. Então é sendo baixo, né, Alto? Alto é acima do que é o normal. Isso. O mínimo. O mínimo. Não, eu chutei alto porque dá pra viver menos. Por exemplo, assim, chutando alto no sentido assim, ó. 4 mil é um... Dá pra pegar um condomínio mais barato? É. Agora, se você chutar mínimo, sim. 3 e 500 dá pra você viver. Pra você...

fazer o break even pra... É, porque vai depender também do tamanho do lugar. Por exemplo, a gente tem três quartos lá. Você consegue achar de um dormitório, de dois, bem mais barato. E num lugar mais... Sim. Mas lembrando que existe uma regra.

A regra são duas pessoas por quarto. Sim. Não é que é obrigado a ter duas pessoas por quarto. Porque quantas pessoas quiseram. Se todo mundo ficar mutuado no quarto, fica. Mas aqui é a regra. Quando eles vão alugar o número de pessoas, duas pessoas por quarto. Você sabia dessa ou não? Não sabia. Não, a gente sabia de criança, né? Que não é verdade. Não é verdade. Que menino e menina tem que ficar separadas? Não, não. De dormir com os pais. É.

De que não pode... Acima de dois anos. Acima de dois anos não pode dormir no mesmo quarto que os pais. É, então isso não é lei. Não é lei. Isso daí é regra de condomínio pra te alugar um apartamento maior. Entendi. Mas não é lei. Sim. Que tem bastante... Né, pessoas que passam informações, vai passando e que não é. Então não existe menino e menina em quarto de ser diferente. O que existe é desses condomínios, são duas pessoas por quarto.

Não é lei também. É regra. Se você quiser, é assim. Se não quiser, ninguém é obrigado a alugar pra você. Entendi. Mas acho que essa faixa aí de valor mensal é um valor bom. É, eu acho que pra viver bem, assim, igual a gente, né, já com anual pass, né, ir num restaurante. Ah, anual pass. Você renovou? Vou renovar agora em outubro. Pra Disney? Pra Disney. A gente tem os três, né? Pode falar.

Tão brincando. Falta mais dois, falta os parques aquáticos. A gente não fechou ainda. A gente tem da Universal, porque o Rafa e a Lolo gostam muito, eu e a Cecília da Disney.

E o do Seward, que não precisa dar down payment, a gente fez. O Seward é mais barato, né? É. E até você vendendo os ingressos bônus lá que eles dão, às vezes você paga até a própria mensalidade. Já paga. É barato. Mas incluindo o anual, pés acho que uns 4,500, 5 mil dólares, dá pra viver. A gente não é gastão não, cara. 4,500 já é... Porque eu já ouvi cara falando que gasta 10 mil. 8 mil. Abaixo de 10 mil. Eu falei, pô, caramba, você vive? Você é bichão, né?

Não fala o seu, tá? Não vou perguntar. A cara dele. Seu custo de vida, você tem mais filhos. Eu tenho um monte de filhos. E não dá pra comparar comigo que eu já tô aqui há quase 30 anos. Desde 98 eu tô aqui. Eu já tô estabilizado. A gente é recém-chegado ainda, né? Já passou um ano. Eu falo são dois anos. Se você passar dois anos, você não volta mais. Sim. São dois anos pra você pegar dois invernos, dois verão, dois anos de escolar.

Mas eu tenho uma prima que é quase irmã, a gente cresceu junto, e aí ela veio pra cá em abril passear a primeira vez, e aí eu falava, ah, hoje eu não posso ir no parque que eu vou fazer faxina, tal. E aí ela me chamou um dia e falou assim, você não pensa em voltar? Tipo, né, você tá aí lavando o banheiro. E eu falei, não, mesmo assim, mesmo não tendo a vida que a gente achou que ia ter no começo, né, que eu achei que o Rafa já ia arrumar emprego e tal.

eu não penso então mesmo com os perrengues a gente nunca nunca foi uma opção assim mas aqui eu vou falar pra você colocar mais tudo aqui aqui eu vou falar pra vocês ó se você focar seja no que você for sim dá certo dá porque a terra é fértil que tem que ter um pouco de paciência porque você está aprendendo até pegar manha do currículo

Que aqui o currículo, não sei se você sabe, eu vou falar também, caso você não saiba. No Brasil, você faz o teu currículo, que aqui chama Resume, e você manda pra todo mundo. Aqui não é assim. Você tá fazendo isso? Não, ele já é com o currículo. Currículo é por vaga. Então, pra esta vaga...

eu tenho que fazer um documento, o meu resumê, o meu currículo, que eu posso agregar para esta vaga, porque esta vaga é boa para mim. No Brasil, você coloca três páginas, que você tem inglês, português, espanhol, que você faz comida, que você é TI, que você já trabalhou administração.

Se você não vai fazer nada daquilo, é irrelevante. Sim. Pra quem tá te contratando. Sim. É, é. Então, você vai pegando as manhas. É, o Rafa contratou uma pessoa, né? Que faz esse tipo de serviço. Porque assim, quando eu comecei, tem outro detalhe aí. Tem um negócio chamado filtro ATS aqui.

nos Estados Unidos. O que é o Filtro ATS? Seu currículo nem chega na recrutadora quando você é esse candidato para uma vaga. Porque todo o site das empresas, também LinkedIn, esse site de vagas, Indeed, Dice... Você foi no Monster.com?

Não, Monster não. É bom também. E esses sites, eles têm esse filtro ATS, que é o quê? A recrutadora, quando ela vai postar a vaga da empresa, ela coloca lá, ó, pro filtro ATS. Só passa os currículos pra mim que tenham... E essa é essa palavra-chave.

Entendeu? Porque a gente já sabe que tem experiência, talvez. Isso. Então, se você não tem essa formata, você falou um currículo específico para cada vaga e as palavras-chave ali... De cada uma, né? Não chega nem na recrutadora, cara. Eu fiquei uns três meses batendo cabeça, falei, caramba, eu estou com um currículo top. Igual você falou, três páginas. Cara, não é isso. Não passava, porque não tinha as palavras-chave daquela vaga que ela colocou como obrigatória.

Eu contratei uma especialista, uma assessora pra me ajudar nisso. Formatou meu currículo bonitinho, tem cover letter também. Quem foi? A Daniela? Não, a Marcela é o nome dela. Marcela. E ela me ajudou nisso daí e aí começaram a chamar pra entrevista. Falei, pô, a primeira etapa eu passei. Meu, entrevista era toda... Marcela ou Marcelê? Marcela. Muitas entrevistas foram rolando, foram rolando. E aí entra o lance que a gente tava conversando de vender o peixe. E aí você tem que saber conversar. Você tentou a Disney?

Não na minha área. Dei uma olhada por cima de outras áreas lá, porque contrata pra caramba, tem muita vaga. Todos os dias. Tem 80 mil funcionários. Tem, tem, tem. Então todo dia alguém é mandado embora e alguém é contratado. Tenho amigos, tenho pelo menos duas pessoas que eu conheço que trabalham na Disney. Só que assim, a área...

lavar sacada, outro... São áreas diferentes. Até hotel de cachorro, a gente tinha uma conhecida que trabalhava no hotel pra cachorros da Disney. Mas o legal na Disney é o seguinte, posso dar uma dica pra você, que minha esposa trabalha lá desde os 16 anos. Ah, que legal. Ela faz 45, 45 ou 46 esse ano. 46 esse ano. Quando você entra na Disney, você coloca lá pra trabalhar no hotel de cachorro, eu dou um exemplo. A cada seis meses...

você pode colocar uma transferência. Ah, legal. Então dá pra ir subindo. Entendeu? E daí você pode, se você quiser, a cada seis meses fazer uma coisa diferente, ou ver se existe uma vaga ali, eles já vão dar preferência pra quem tá...

Pô, interessante. Sim. Interessante. Tem os benefícios da Disney, que é o que faz as pessoas ficarem. Sim. Tem a experiência também, né? Você agrega bastante no seu currículo. No currículo. No currículo, né? É, depois você conseguir algo melhor, né? Mas é isso. Essa questão de você se candidatar a trabalho e tudo mais não é simples. O padrão é outro. As entrevistas são diferentes, formatação é tudo diferente.

pessoa chega aqui tem gente chega aqui cara me procura tá um mês cara tô um mês é b2nw sabe tô mesmo consegui nada falei bem vindo estou há um ano então não é simples assim o cara desesperado relaxa cara se precisar fazer as coisas a gente faz as coisas vão se ajustando nosso exemplo é tem a ver com isso igual dela tava fez faxinha tava o cleaner conseguiu já um contrato w2 já conseguiu trabalhar agora escritório

tá se profissionalizando em uma área que ela tá gostando, tirando licença, por aí vai, as coisas vão se ajustando, eu só falo dos dois anos, né? Os dois anos necessários pra adaptação mesmo. Igual eu falei aí no começo, a gente pensa em tudo.

adaptação das crianças escola com que vai ser a vizinhança mas esquece do profissional para pô também tem que me adaptar profissionalmente adaptar ao país não até a questão do uber né pessoal falar se tudo der errado vou fazer o uber você tem que ter um ano de habilitação para fazer o uber não dá dinheiro aqui na flora não dá zero

todo mundo fala assim não fala por que você não faz entrar cara esquece daí cara fazer entrega aqui você vai trabalhar entregar para a Amazon pessoal fala tem uma fila de espera gigantesca é cara mas olha aqui pertinho de tua casa também você já foi lá para aplicar para trabalhar não não só no dia de entrega eu tentei fazer isso aí mas não

E tem fila de espera? Fila de espera da Amazon e do Walmart, cara. Que é o Sparks lá, é fila de espera gigante. No Walmart, na verdade, já fala, ó. Pra sua região, você coloca o zip code. Ou até de Orlando, na região no geral. Não tem. Não tem, esquece. Já é assim. Tem gente que faz os esqueminhas e tudo mais? Eu não faço, cara. Aqui a gente veio muito... Eu não sei, qual que é o esqueminha?

as pessoas fazem as colocas de outro estado alugar conta aluga conta essas coisas cara a gente fez tudo certinho para chegar aqui ficar fazendo uma coloca assim porque de outro estado deles depois depois transfere para cá cara colo eu não sei direito cara tipo que eu não sei como exatamente eu sei que alguém falou uma vez não se põe lá de celular

Da Pensilvânia e aí depois que eles aceitarem, você fala, não, eu vou mudar. E aí você muda o zip code pra cá e aí ele meio que aceita. Isso é um bug do sistema, se for ver, né? Mas eu não tentei fazer isso não, cara. Eu falei, ah, não vou... A gente fica zelando meio que pelo green card, entendeu? Claro. E pela nossa... Qual... Tá valendo a pena? Sim. Tá valendo.

Bastante. Mesmo passando todo esse perrengue, a incerteza do trabalho. Sim. Apertado. Sim. Com certeza. Agora que tá melhorando, né? Agora que eu tô muito felizão, cara. Felizão. Mesmo convertendo dinheiro do Brasil, o salário lá é muito alto, cara. Na minha área, né? E a gente pode pegar outros projetos, não precisa só um projeto. Então, juntando dois projetos, aí já dá pra pagar as contas, entendeu? Então, a gente tá muito feliz, cara. Seu salário alto.

Não vale mais a pena ter uma boa vida no Brasil? Eu já tinha isso lá. Já tinha isso lá. Foi isso que eu deixei. Já tinha lá o salário alto. Já vivi uma boa vida. Como eu falei pra você, mas eu não posso viver Estados Unidos lá. Entendeu? Mas você não tá vivendo nos Estados Unidos. Poxa, como não?

Tô vivendo, tô vivendo assim, nos Estados Unidos, padrão de vida americano, estilo americano. Tudo bem, você vai falar assim, não, mas não é exatamente, não é os rednecks lá. Mas, cara, tipo, não é o Brasil. Já é bem diferente do Brasil. Já é bem diferente, bem diferente. Muita gente fala, ah, Orlando é um...

Brasil melhorado. É o melhor estado do Brasil. O melhor estado do Brasil. Faz tempo que você não vai no Brasil, né? Exato, cara. Acho que não tem muito a ver, não. Tem muito brasileiro aqui. Mas matemática simples, Paulo. A Flórida tem 22 milhões de habitantes. E a Flórida inteira tem quase 400 mil brasileiros.

Cara, não tem como falar que é um lugar que tem 22 milhões de habitantes e 400 mil brasileiros. Só tem brasileiro. Só tem brasileiro. É porque o cara vem turistar. Eu tinha essa impressão também. A gente vem turistar e tem muito brasileiro turistando nos parques. Você escuta as pessoas falando português à sua volta. Aí você fala, caramba, só tem brasileiro. O brasileiro gosta de vir pra cá passear. Agora, morar mesmo, não é tudo isso, né? Não é tão assim.

Já foi bastante, mas também não é tanto assim. Me fala do canal, pra gente terminar. Quem for lá no teu canal, acordei na América, o que vai encontrar?

Primeira coisa, estilo de vida americano com sinceridade, cara. A realidade, essas dificuldades que a gente passa e muita, muita dica. Acho que o canal criou um propósito. A gente queria fazer, como a gente falou no começo, fazer um vlogzão, só mostrar nosso estilo de vida, até pros amigos, parentes, ver como a gente tá se resolvendo aqui.

tomou um rumo, um propósito diferente que foi de ajudar as pessoas a não cometerem os mesmos erros que a gente cometeu, cara. Esses erros de aluguel, não se preparar melhor pro trabalho, porque tudo isso que eu falei de filtro ATS, formatação...

aprender a vender melhor, fazer o pitch de venda. Você pode se preparar do Brasil. Não precisa estar aqui para se preparar para isso. Então isso a gente tenta ajudar, né? E tem vídeo disso no canal, tem muita dica. Então tudo que a gente vai passando de dificuldade ou vai descobrindo algo legal, a gente sempre faz um vídeo. O que foi que você achou super legal que você compartilhou lá? Deixa eu ver agora.

A própria questão do seguro-saúde mesmo, assim, da pessoa igual, quem vem com green card já pode vir com o seguro-saúde pra cá. Não precisa fazer um seguro-viagem. Então a pessoa já economiza aí uns 2, 3 mil reais. Então vamos lá, vamos lá que agora o bicho pega aqui, hein? Ele já pode vir com o seguro-saúde? Como? Se o seguro-saúde, olha lá, vai eu falar com a tua patroa aqui.

Vamos lá. Para você colocar o seguro saúde, você tem que colocar o endereço. Isso, mas aí são os... Se você não tem o endereço... São os EB2NW que já vem com a casa alugada.

entendeu que a galera está fazendo a galera que pegou a dica contrata um corretor exato e já vem com a casa é outra dica que a gente tinha muito isso em mente quem tá no brasil que tá vindo para cá tá pesquisando não eu preciso chegar lá e olhar a região olhar a vizinhança para o alugar cara dificilmente você vai

errar aqui, principalmente na região de Orlando. Nossa, aluguei em um Inter Garden. Nossa, como eu errei a localização. Cara, aluga, aluga do Brasil. O cara comeu de alugar desde o Brasil e chegar e ter uma surpresa negativa de vizinhança.

Tem muita floresta, sei lá, ter bicho, animal selvagem invadindo a vizinhança. A gente tinha essa neura. E, cara, aluga, dá pra alugar, entendeu? Contrata um corretor, aluga, se já... É isso que eu ia falar, tem que tomar só cuidado com o corretor que você vai contratar. Com o corretor, muito cuidado. Porque ele pega teu dinheiro e desaparece. E também não vê, ah, vi no Facebook uma casa alugando, vai fazer o depósito. Não, não é assim.

É igual, pega. É pegar um corretor, uma pessoa séria. E tudo isso a gente sempre alerta em todos os serviços, tá? Corretor, é dealer.

Tudo isso tem que ter um cuidado. E até do próprio seguro saúde. Às vezes as pessoas procuram. Ah, estou indo com visto de turista. Vou fazer um seguro do Obamacare. A gente não faz. Não tem como também. Porque você vai passar na imigração com visto de turista. E falar, ué, mas tem um seguro lá. Um seguro saúde privado dos Estados Unidos. E até com visto de estudante. Você não pode pegar subsídio. Sim. Mesmo que eles não falem para você. Ah, coloca qualquer coisa aí. Para diminuir, para ficar baratinho.

Depois, na hora do...

Você tinha uma oportunidade de fazer um green card ou alguma coisa? Não. Vai sair, porque você mentiu. Mentir é fraude. Tem que tomar muito cuidado. Fazer tudo correto. E agora com o presidente Donald Trump ele tá procurando. Ele não, né? A administração tá procurando pelo em ovo. Sim. Pelo em ovo, cara? É, pelo em ovo. Tirando leite de pedra. Não tem essas dias? Tem. Qualquer coisa é motivo, né? Qualquer coisa é motivo. Então sempre foi a hora de andar correto, mas agora mais correto.

ainda em tudo que você puder pelo menos, deixa pra fazer o jeitinho brasileiro ficar aí no Brasil porque é problema é uma frase clichê, faz certo que dá certo faz certo que dá certo verdade, mais alguma coisa?

alguma coisa importante que a gente precisa deixar aqui qual que é a dica que você dá um ano já estão gringos já estão dando consultoria mentoria vendendo curso de como se dá certo na américa pessoal pede viu pessoal pede curso quero acordar na américa também como que vocês mas a gente recebe é quero morar aí que eu faço

Tira um visto de residência, né? É isso aí. Então, qual que é a dica que cada um pode dar, baseado no teu conhecimento? Você olha nessa câmera... Naquela câmera ali, ó. Vai o Rafa primeiro que eu vou pensar. Eu primeiro? Então vai, você primeiro.

Você pode começar a se preparar muito bem para chegar bem aqui desde o Brasil. Então você pode estudar bem inglês, estude a língua. Não é porque você vai vir para a Flórida ou para Orlando que você não precisa falar inglês. É necessário.

Lembre de uma coisa, Flórida e Orlando estão nos Estados Unidos da América. Então, a língua aqui mais forte é o inglês, tá? Independente de morar brasileiro, hispano, o inglês é a língua mais forte. Então, estude desde o Brasil a língua, estude a cultura e também estude o mercado de trabalho aqui e se prepare. Você pode fazer isso desde o Brasil.

E como eu falei aqui anteriormente, faça as coisas certas, porque você vai ver que vai dar certo. Por mais que demore, não tente apressar, não tente sair atropelando as coisas, porque todas as coisas têm um tempo certo.

É isso aí. Isso aí. A minha dica, o Rafa já pegou um pouco aí, mas falar por experiência própria do inglês. Então, se eu tivesse inglês, eu acredito que teria sido muito mais rápido a questão de arrumar trabalho. Então, estude inglês ainda estando no Brasil. E o segundo é, prepare o seu psicológico também. Porque para a mulher ainda é mais difícil ficar longe da mãe, longe da família. Então, se prepare o máximo possível.

seu psicológico para chegar aqui, porque aí o psicológico estando bem, você vai conseguir aí tirar as dificuldades de letra. Agora, deixa eu essa unha aí. Cadê? Aqui.

Bonita unha. E eu que faço, viu, gente? Hã? Eu que faço. Todo mundo pergunta se é gel. Pode ser uma unheira. Eu ia falar, unheira? Nossa. Manicure. Manicure. Nail designer. Eu ia falar, a mulher, eu tô casado com uma americana, né? Há muitos anos. Mas a mulher brasileira, não importa se é perrengue, ela deixa de comer, mas o cabelinho tem que ir arrumadinho, a unha tem que tá arrumadinha. House cleaner com a unha aqui, ó. Tava lá. Limpando privada, mas a unha bonitinha.

Muito legal. Quem precisar fazer unha que mora aqui em Orlando e região, já pode falar. Tu sabe fazer dos outros, não? Não, só sei a minha. Então não fala nada. Não, não fala nada, então. Arruma alguém que faça unha pra vocês. Isso aí. A rica dela é essa. Faça a sua unha. Faça a sua unha com sua autoestima, ó. Oh, isso aí. Oh, cara.

E é muito verdade isso que a Isabela falou. É. Não deixe a sua autoestima. Verdade. E esse negócio, agora eu vou falar uma coisa que todas as mulheres, muitas mulheres falam, ah, eu adoro por causa disso. E eu tava tendo uma conversa com a minha esposa muito séria a respeito disso. Sobre, ah, e na América ninguém repara pra você, você pode ir no Walmart de pijama.

Verdade. Se ninguém reparasse, não tinha a pegadinha ou o website que fala as pessoas do Walmart. Você já viu? Se você escrever no Google, escreve People of Walmart. É inglês, não é pro Brasil. Já tem a pegadinha, já tem a tiração de sarro. E a Isa falou uma coisa que é extremamente verdadeira. Tá nós quatro aqui na câmera.

você vai se sentir da forma que você se cuidar. Sim. Então, se você reparar, quando você se arruma bonitinha, você se sinta bonita, você se olha no espelho. O homem também se sente bonito, se olha no espelho. Até chupa um pouco a barriga, né, se não gostei. Chupa, né, estufa o peito, a mulher fica bonita, ela dá aquela olhadinha pra aquela bunda sequinha dela, parece que até deu uma bundinha, deu uma crescida, né? Você se olha quando você se arruma.

Não é verdade? Então é importante, como a Isa falou, mesmo se você trabalha aqui nos Estados Unidos, trabalhando na faxina, sendo pintora, sei lá o que for, se arruma o melhor, põe o cabelinho pra cima, estica, uma coisa que quando eu vou pro Brasil, eu acho bem bonitinha, é que eu passo às vezes de manhã de carro, eu vejo no ponto de ônibus, que eu não tô acostumado mais, as mulheres com o cabelo molhadinho, esticadinho, toda bonitinha ali pra pegar o ônibus.

E aqui não são todas as mulheres que fazem isso. Então não culpem essas coisas ruins. Cuida de você, cuida da sua unha, cuida do seu corpo, cuida do seu cabelo. Porque o diferencial de vocês, mulheres brasileiras, é essa. Vocês, mulheres brasileiras, são lindas. Vocês são místicas. Vocês são diferentes. Vocês chamam a atenção porque vocês se cuidam. Não perca isso e não entra nessa. Ah, as americanas não se...

Claro que todo mundo repara, Fia. Você que acha, eles só não comentam. Mas todo mundo repara. A gente não repara? Com certeza. Não é? Todo mundo repara. Você vê aquela gorda mostrando metade do rego com aquela blusa. Não sabe, tem uma bunda peita atrás, na frente, tudo apertado. Um desfile de pijamas no Walmart. Hã? Um desfile de pijamas. Um desfile de pijama feio ainda, rasgado e todo mundo desvoltado. E a gente repara assim. Repara. Repara. Não é? Todo mundo tem olho, né? Todo mundo tem olho.

E esse cabelinho aí é o... É autoestima. É autoestima. Nossa, mano. Autoestima é baixa de cima. Brincando. Gente, muito obrigado. Acordei na América. Instagram. Qual que é o Instagram? Acordei na América. Acordei na América. Então vai lá, segue. Mostra a força do canal Pergunta. Vamos dar uma força pra eles. Boa sorte. Muito obrigado. E o que vocês precisarem, entre em contato comigo. E boa sorte em tudo. Tomara que você arruma um trampo que pague tão bem quanto no Brasil. Só que em dólar.

Amém. Obrigada. E aí tu vai voltar a ser a... A esposa troféu. Vamos ver. A esposa troféu. Agora eu gostei. Esse daí é um termo muito usado no Brasil. Esposa troféu? Sim. Quando o cara trabalha, a mulher não trabalha. Então, mas é o seguinte. Agora vamos mexer com o Paulo Patrins aqui. É.

Quando a esposa troféu afiar, você tem que estar em academia. Tem que ser troféu. Toda a sua zona, sempre com as unhas bonitas assim, cabelinho esticado, direto. Troféu brilhando. Tem que estar brilhando. Pilates, três da tarde, assim. Caramba. É o sonho da mulherada. Ainda bem que minha esposa não fala português, senão ela não vai colocar essas coisas na cabeça dela. Vamos conhecer a esposa quando você fala com ela. Gente, muito isso.

Obrigado. Valeu, fique com Deus. Obrigada, Paulo. E a gente vai se falando. Tchau, tchau. Tchau, tchau.

E aí

Anunciantes1

Construindo o Sonho Americano

Curso sobre imigração legal
external