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Imigrante brasileira revela como superou desafios na América

02 de maio de 20261h9min
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Paulo Paternes conversa com Ana Paula, uma imigrante brasileira que chegou aos Estados Unidos ainda jovem e precisou enfrentar grandes desafios logo de início. Sozinha em um novo país, ela teve que aprender a lidar com a saudade, a adaptação cultural e a responsabilidade de se sustentar. Ela relembra os primeiros trabalhos, como babá e em diferentes funções que exigiam esforço físico e dedicação, muitas vezes conciliando estudo e trabalho ao mesmo tempo. Foram momentos de insegurança, medo de não conseguir pagar as contas e a constante preocupação com o futuro. Apesar das dificuldades, sua história mostra como a resiliência e a força de vontade foram fundamentais para não desistir. Um relato honesto e real da vida de imigrante, que inspira quem busca recomeçar e superar os obstáculos da jornada nos Estados Unidos. Contatos: Instagram: https://www.instagram.com/anapaulacurado1 Instagram: https://www.instagram.com/radiantAesthetics.wellness ≡≡≡≡≡≡ 🚀 Conecte-se com a nossa comunidade! 🎥 Inscreva-se no Canal Perguntas e ative o sininho 🔔 📲 Instagram: @canalperguntas 🤝 Empresas que confiamos: https://canalperguntas.com/patrocinadores/ 🎯 Transforme seu sonho americano em realidade 📚 O melhor curso sobre imigração legal, com profissionais renomeados: 👉 https://construindoosonhoamericano.com 💬 WhatsApp oficial: 🌎 Quem ainda não mora nos EUA https://chat.whatsapp.com/GslfdA28Kfl8CRkOmceS2t 🗽 Quem já mora nos EUA https://chat.whatsapp.com/5omnZPlVhQx6zlbqK3eOEM 📢 Quer falar com Paulo Paternes ou contar sua história? 📞 Envie mensagem para +1 (321) 285-2551 https://wa.me/13212852551 Copyright © Canal Perguntas e Paulo Paternes. Todos os direitos reservados. #amigosnoseua #vidanoseua #podcast

Participantes neste episódio2
P

Paulo Paternes

Host
A

Ana Paula

ConvidadoJornalista
Assuntos3
  • Imigração e AcolhimentoAdaptação cultural · Saudade e solidão · Responsabilidade financeira · Resiliência e força de vontade
  • Experiencia nos EUAPrimeiro emprego como babysitter · Formação em enfermagem · Trabalho como nurse practitioner
  • Vida Pessoal e FamiliarRelação com o marido · Filhos e educação
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Fala aí, galera, beleza? O Paulo aqui tá falando ao vivo e gritando diretamente de Orlando, Flórida, pra mais um bate-papo com vocês. E hoje eu tô aqui com a Ana Paula. Bem-vinda, Ana Paula. Obrigada. Cara, sabia, menina, que é bom que você... Tu é nurse, tu é enfermeira, eu tô ficando surdão.

É, foi o que a moça falou. Bate! Já teve gente que bateu aqui e foi embora. E eu bravo que ninguém veio pra esse lugar. A pessoa não veio, tá atrasada. E a pessoa bateu, foi embora. E eu bravo aqui esperando. Ou você foi... Tem dois tipos de perda de audição. Aqui a sensorial, que também pode ser porque você tem... Foi... Como fala? Você foi... Exposto a um barulho. Exposto a um barulho muito grande.

E acontece isso. Ou então, tem outras que é por causa que aconteceu alguma coisa. E alguma coisa tá acontecendo dentro de você. E que você não tá mais vendo o som. E dizem que é... Eu fui já na especialista. E dizem que quando a pessoa começa a ficar... Isso é muito... É péssimo pro cérebro. É. Faz mal pro cérebro. Mas o meu, na verdade... Ela não conseguiu explicar. A minha... Trombas que fala.

É, tá tipo amassada. Aí ela foi olhar por trás, fizeram todo um... É, eles fazem. A gente pode calcificar também. Quando calcifica, que nem pedra. E aí viu que tinha água. Daí drenaram. Daí ela falou que a única forma de consertar, eles tinham que fazer um furinho, pôr tipo um canudinho.

Pra drenar. Pra drenar e ficar com esse canudinho. Eu falei, você tá doida? E eu falei, como que eu vou na água? Ela falou, ó, quando você for na água, aí você coloca tipo um tampão assim, como se fosse aquele nadador que coloca. Isso. Né? É. Aí eu não quis. Eu falei, deixa. E tudo bem. Daí limpou, eu tava ouvindo. Essa eu sou surdaço mesmo. Essa não é cera, não é nada. Essa eu não descobriu o que foi. Mas esse que é o único que eu ouço bem. Aí eu tava na piscina esses dias.

Daqui a pouco, eu senti tipo entrar numa água. Eu não fiz o furinho, eu não fiz nada. Eu fiquei surdo de novo. Aí ficou surdo de novo. Quando eu viamos pra falar de mim, viamos pra falar de você. Não, não tem problema, mas você tem que ver. Eu sou surda de um ouvido, eu uso aparelho. Ah, tu também é? É. Então é qual lado? Desce daqui, eu acho que... Você é o esquerdo, eu sou o direito. Perfeito, a gente podia dirigir, você não ia me ouvir.

Não ia ter ouvido. Não, e é, eu tenho que ficar sempre virando. Se eu tô sem o aparelho, eu tenho que virar.

Ou eu vejo o que você está falando ou eu tenho que realmente prestar atenção. É bom que agora o teu lado bom está do meu lado. E o meu bom está do teu lado, ó. Putz, vamos ter que se ouvir agora, não vai ter desculpa. Não tem. Vamos lá, conta a tua história. Você é do Brasil, óbvio. Sou do Brasil. Você veio pra cá pequenininha. Vim com 13 anos, vim passar férias com a minha mãe. Porque minha mãe tinha, acho que, 3 anos que não via a mãe dela.

A gente veio passar férias. A tua avó morava aqui? Minha avó e minhas duas tias moravam aqui.

Aí eu vim passar férias com elas e acabei... Você é do Rio? Sou do Rio. E acabou que depois de... Passou 30 dias que a gente tinha que voltar, né? E eu falei pra minha mãe, quando foi dia 30 de janeiro, no final, eu já falei assim, ó, não quero voltar. Não quero ficar aqui. Deixa eu ficar com a minha avó, deixa eu ficar com as minhas tias. Aí a minha mãe ficou que nem pingue-pongue durante um ano, indo pra lá, ficava no Brasil, ficava aqui.

Que ano que foi isso? Isso foi em 94. A gente veio em dezembro de 94. E aí já em janeiro de 95 eu já entrei na escola.

E aí fiquei e não voltei mais. Sem inglês. Sem inglês. Aí a gente aprende, né? A gente também tinha aquela... Tinha muita... Tinha muito brasileiro. E onde é que a gente morava? Em Miami, Miami Beach. Uau, Miami Beach. Eu fui pra Norris. Miami Beach ainda? Miami Beach ainda. Eu fui pra... Na 41 tinha escola, né? Que era Middle School. Que eu cheguei aqui na Middle School.

Então tu aprende espanhol também? É, sim, falo com isso. Porque a mãe fala mais espanhol do que inglês. Espanhol do que inglês, é. Você aprende espanhol e o já espanhol eu já sabia, porque em 91 nós tínhamos tentado morar aqui também. Mas a gente não conseguiu, meu pai não conseguiu se adaptar, a gente voltou. Aí, como já tinha três anos que a minha mãe não via a minha avó, ela quis vir em 94. A gente veio em 94 e acabei que eu nunca voltei pro Brasil.

E a tua avó, então eu garantei de porta porque já passou muito tempo e tua avó tava como? Tava ilegalzona? Tava ilegalzona. Por isso que ela não ia pro Brasil e por isso que tua mãe não viu. É, gente, é. Em 91 não tinha muito dessas coisas de ilegalidade. É, não é que não tinha, sempre existiu. Mas ninguém falava respeito. Ninguém falava respeito e todo mundo vivia uma vida... E tinha social security na época podia tirar. Tanto que a gente tirou, eu tirei meu social security em 91, quando eu vinha aqui pela primeira vez. Todo mundo foi lá na casinha do social security e pegou e eu tinha o quê?

quando a gente viu que eu tinha 11 anos e eu tinha social desde 11 anos que doido né porque tinha que abrir conta de banco só podia abrir conta de banco com social então você alegava que você tinha que abrir conta de banco aí você ia no banco a gente abriu também e a gente conseguiu social

Os tempos mudaram muito, né? Tudo isso em Miami. Tudo isso em Miami. Aí a tua mãe voltou e você ficou com a tua avó. Eu fiquei. Aí a minha mãe ficava aqui três meses, ficava dois meses no Brasil, ficava aqui quatro meses, depois ficava um mês no Brasil, ficava limpo e limpo. Tua mãe fazia o que na época? Minha mãe vivia, minha mãe trabalhava em casa, ficava em casa com meu pai, meu pai que trabalhava, meu pai era engenheiro elétrico e hidráulico, e a minha mãe ficava em casa. Às vezes minha mãe também já foi vendedora de Muamba.

Minha mãe também... O que mais minha mãe fez? Acho que era isso. Ela adorava fazer isso. Vender coisa de vendas, sabe? Então ela ia muito pro Paraguai, comprava coisa lá e vendia. Lá no Rio. Lá no Rio. Que lugar do Rio? Copacabana. Copacabana! É outro nível. Era outro nível, né? Que agora também tá ruim lá.

A gente foi, eu falei pra você, a gente foi seis anos atrás com as meninas, eu fiquei na mesma rua que eu fui criada, e era aquela coisa, você pagava, você não precisava pagar nada, porque você podia estacionar ali, mas vinha sempre ninguém pegar pra você pagar alguma coisa, tinha que pagar, e pagava duas vezes, entendeu? E às vezes eu ficava assim, ai, era...

A gente não se sente bem. Eu não me sinto bem indo pro Rio, mas... É, porque você praticamente... Você virou... Você acostumou... Eu que vim pra cá mais velha do que você, eu já me acostumei com aqui. Porque é mais fácil a gente se acostumar com o que é melhor.

Não é verdade? E aí tem mais segurança, né? Quando você vê que uma pessoa entra no seu carro pra você conseguir estacionar o carro, você fala assim, pra onde a gente tá indo? Sabe? É aquela coisa. Será que a gente foi... É porque a gente não tá mais acostumado com essa pegada. Entendeu? Aqui é totalmente diferente. Ninguém entra no seu carro, ninguém quer que você estacione, não tem fanalhinha, não tem isso, não tem aquilo. Você não tem que pagar estacionamento, mesmo quando o estacionamento é público.

Não tem ninguém querendo, ah, eu vou ficar olhando o teu carro. Se você não pagar, a gente pagava duas vezes. Duas pessoas passavam, ó, eu tô olhando o teu carro.

Tem que pagar, né? Tem que pagar, porque se você vai pagar, vamos destruir seu carro. Tem um menino no Facebook, eu não sei se é Facebook ou Instagram, não sei. Apareceu pra mim que ele tem uma namoradinha gringa. E ela é do Rio. Ele fala assim, ô gringa, ela é da Alemanha, ela fala português. Ela falou, gringa, vai lá na barraca, ela é do Rio de Janeiro. Vai lá na barraca e pergunta quanto custa esse suco. Ela vai lá e ela tenta fazer na gíria. Ela fala, ei, quanto que é esse suco aí?

Aí o cara fala, por exemplo, 30 reais. Ela fala, pô! Ela tenta falar, tipo, cadê? Pô, tá caro! Daí ela vira e vem embora. Daí vem o moleque que ele fala que é o cria. Cria do Rio.

Ele fala, e aí, brother, dá um suco aí de laranja pra mim. Quanto é que tá? Tipo, cinco reais. A diferença é gritando. Gritando, gritando. Gritando do turista. E você fala assim, ah, como é que foi? Cara, a gente levou dinheiro, a gente trocou dinheiro, levou dinheiro. E a gente gastou, assim. E você fala assim, ah, você comeu nos melhores restaurantes. Não, a gente comeu em um restaurante, ok. Mas a gente não foi, é tudo muito caro.

Cara, é a mesma impressão que eu tive quando... Muito cara, e a gente levou grana, cara, mas a grana foi assim, ó, pacata. Muito rápido, a gente foi com... Tipo assim, a gente fez aquela... A gente se preparou e eu falei pra minha marida, eu não quero a gente trocando dinheiro em cambista. Eu não quero entrar, não quero... Tudo que eu posso ver pra tentar diminuir, eu diminuo os riscos. Eu não quero trocar...

Saúde. Eu não quero trocar dinheiro, eu não quero fazer nada disso. Então a gente tinha gente, amigos nossos que estavam no Brasil, eles traziam real pra gente, a gente dava dólar pra ele. Então a gente chegou lá com grana. Cara, mas foi assim, voou. E a gente ficou duas semanas. Depois de quanto tempo que você tava aqui que você voltou a primeira vez? Olha, faz seis anos atrás. Eu tô aqui há 31 anos, então foi 25 anos.

Ah, você não reconheceu. O Brasil é diferente hoje de 25 anos atrás. Nossa, muito, muito diferente. Tudo mudou, né? Aqui também mudou. Quando a gente chegou aqui, há 31 anos atrás, era outra pegada, outra visão que a gente tinha. A gente também estava naquela coisa de a gente é imigrante, então a gente quer ficar com... A gente quer...

Não aparecer pra nada. A gente só quer trabalhar antigamente. Hoje você já chega falando cheguei! E já chega onde que é a fila do pão, onde que tem a Bolsa Família. Não é verdade? Os imigrantes, é verdade que você falou. E na época dos nossos avós, eu falo assim, porque todo mundo aqui é imigrante, óbvio. E os imigrantes que colonizaram, que vieram pros Estados Unidos.

duas, três gerações, eles aprendiam o inglês, eles só falavam o inglês, a língua nativa dentro de casa, e eles faziam tudo pra se camuflar.

camuflagem isso mesmo eu não sabia essa palavra pois você está falando verdade porque aqui olha eu cheguei aqui com 13 anos eu nunca fiquei doente se fiquei doente eu nem me lembro ea gente fazia o que a gente tomava aquele terraflú que ainda que já existia era aquela coisa básica a gente não sabia o que era médico a gente não sabia o que a

o que era ficar doente ou precisar para um hospital, porque falava, você vai para o hospital, a conta vai ser, você vai pagar 5 dólares por mês, há de eterno, e você não usa nada do governo, não faz nada. Agora eu vejo essas pessoas chegarem aqui, já querem gente falando português, já querem ser atendida em português. E fica bravo se não. E fica bravo se não, ou então, sabe, ou então toca-lhe o pau de falar mal de como é a saúde americana, o que é isso, o que é aquilo, ou seja...

Já se espera muito quando chega aqui. E tá tudo bem, eu entendo. São outros mundos, outras épocas. Eu sou da época que você alugava. Você alugava fita. A fita cassete era assim, gente. Pra vocês terem uma ideia. Ah, eu quero assistir. Vamos lá, de um exemplo. Na minha época, fantástico.

Ou a novela da semana passada. Olha como que era. Chegavam aqui no mercadinho brasileiro. Um monte de fita. E essas fitas, eles se produziam pra poder alugar essas fitas. Talvez o pessoal nem sabe mais o que é fita cassete. Era tudo de Nova York. Vinha tudo de Nova York. Eles entregavam. E você ainda ficava assim na fila. Tinha ficado dois dias. Você entregava fita. Ou então você... Quando o Rei do Gado. Lembra aquela novela do Rei do Gado?

Que foi um sucesso. Então, a gente... Minha mãe alugava com os amigos. Pra todo mundo assistir na casa de alguém. Pra... Pra todo mundo assistir.

Isso é pré-internet, gente. Pré-internet, pré-Facebook. Hoje, cartão. Lembra cartão de ligado no Brasil? Cartão de 10 dólares que prometia falar uma hora. Uma hora. Falava 10 minutos. Você fazia uma ligação e já era. Então, a gente tem esse legado. Eu fui fazer, como sou mulher, Papa Nicolau, essas coisas, na clínica da escola. Que dava anticonceptivo, que dava tudo que você precisava. Eu também era adultista. Ainda tem isso na escola?

Hoje em dia, eu não sei. Lá em Miami Beach, tinha. Eu fui pro Beach High. Aqui, meus filhos nunca falaram. Não, porque agora já é outra coisa. Porque agora você já vai em clínicas, você já tem outras coisas. Antigamente, tinha uma... Hoje tem mais acesso. Muito mais acesso.

Antigamente não tinha, então você ia fazendo, porque eu também era nadadora da escola, então eu tinha que fazer todo ano físico. Então eu fazia nessa clínicazinha que tinha. Então eles davam muito dessa... É, a escola tem uma clínica, mas eu não sei o... Essa clínica oferecia, Papa Nicolau oferecia tratamento de... Tem outras coisas lá que eles ofereciam, tratamento para não engravidar.

anticonceptivo, davam outras coisas, entendeu? Então, acho que ali era mais pra manter... O básico ali. O básico ali, porque a gente não tinha, né? Antigamente, não tinha muita clínica. E aí, como foi? Você, claro, você foi pra escola aqui. Qual foi o teu primeiro emprego?

Meu primeiro emprego foi de babysitter. Eu cheguei com 13 anos, fiz 14 aqui, e eu já cheguei fazendo babysitter para as clientes da minha avó ou as clientes da minha tia. Então, para fazer o quê? A minha avó passava roupa. Olha só, é um trabalho que não tem muito mais, né? Não. Ela trabalhava muito para aquela cubanada que vivia ali na 41, aqueles cubanos ricos. Então, eles eram daquela old fashion, né? Que a gente fala, que passava roupa ainda. Então, ela passava roupa. Minha avó passava roupa.

é um trampo pesadaço, porque o dia inteiro assim, ó. Passando roupa. Nossa, Dubrano, o dia inteiro. E teve vovô? Tua vó veio... Não, minha vó veio sozinha, minha vó era viúva. Aí ela veio com uma das minhas tias que já moravam aqui, que trabalhavam na limpeza. Todo mundo chega nessa área, né?

E aí depois você foi pra escola? Fui pra escola, fiz... Eu entrei com 17 anos na faculdade. Você foi fazer o quê? Eu fui fazer pré-medicina. Pré-med. Aí eu... E como funciona a faculdade pra criança? Na época funcionava pra pessoas que não tinham documento.

Então, como eu já tinha, porque aí quando minha mãe veio pra cá, ela casou. Mas ela casou por amor, não foi pra negócio de brincar. E eu entrei debaixo dela. Ah, tua mãe casou com uma pessoa legal. Era americano ou brasileiro? Era cubano. Cubano?

Aí eu casei, entrei debaixo dela e aí a gente conseguiu ter... Mas eu já tinha social, né? E antigamente não era muita... Eles não perguntavam muita coisa. Então eu já entrei e consegui a minha faculdade. Aí tu fez faculdade de o quê? Eu fiz... Eu tava fazendo pré-medicina, que eu queria ser médica. O que é o pré-medicina? É, são aulas de biologia, química, física. Era aquela coisa de pra você fazer os quatro primeiros anos, né? Eu entrei no...

Miami-Dade Community College, que eu ia fazer dois anos, depois ia transferir pra uma universidade, ia terminar quatro anos e depois aplicava pra uma faculdade de medicina. Aí eu esperava você ser aceita. Só que aí você mudou? Aí eu mudei, porque eu acabei conhecendo meu marido com 20 anos e engravidei com 21. Tive o meu marido brasileiro, você falou. Lá em Miami? Lá em Miami, numa festa de ano novo. Bailando. Bailando. Numa festa de ano novo de uns amigos nossos. A gente tinha amigos em comum e a gente se conheceu assim.

E ele fazia o que na época? Na época ele trabalhava em construção. E estava aqui quanto tempo? Ele já estava aqui, ele veio com 17 anos também, mas ele tinha 24, ele já estava aqui acho que há 7 anos. É, eu conheci ele com 24. Carioca também? Carioca também, mas morou em Nova York e veio pra Miami, acho que ele já tinha uns 3, 4 anos de Miami, aí eu conheci ele.

E aí logo engravidou? Logo engravidei. Aí eu tive que mudar meus planos, né? Porque mulher, pra entrar coisa de medicina, já era difícil. E também virou, né? A prioridade virou. Já que eu coloquei os burros na frente da... A carroça na frente dos burros? É, eu tive que mudar meus planos. Aí eu acabei ficando na área da enfermagem. Fiz os meus anos de enfermagem. Depois apliquei pro mestrado. E agora eu sou nurse practitioner. Caramba.

Mas isso demorou, não foi... Porque como eu já tive as meninas, eu tive que acoplar tudo. Eu trabalhava. Saí da escola. Ficou um tempo fora. Dei um tempo. Acho que eu fiquei um semestre, dois semestres fora. E depois eu voltei. Elas pequenas, voltei a estudar.

Porque já estava ali você, você queria trabalhar nessa área médica. Eu queria, eu queria trabalhar, eu sempre quis. Desde 4 anos de idade eu só sabia o que eu queria. Não tive... Lembra aquelas farmácias que tinha no Brasil que tinha aquele cheiro? Eu amava aquele cheiro de farmácia. Nossa, aquilo dali era uma... Eu ficava lá esperando acontecer alguma coisa, ver alguém que estava entrando, por uma injeção. Sentiu o cheiro? Porque antigamente os farmacêuticos eram o seu primeiro médico, né?

Sim. Eles que prescreviam as coisas pra você. Você chegava lá, você falava os seus sintomas, eles te davam remédio.

Então aquilo ali era um médico instantâneo. Então eu era muito, eu via muito, porque eu fui criada ali, tinha um leco das garrafas. Alguém é com a família nessa área ou não? Não, ninguém. Sou filha de... Ninguém que você saiba, né? É, ninguém que... Não, não era. Vai saber alguns vó, desabota, tem avô? Eu tinha, minha madrinha era enfermeira, mas não era madrinha de sangue. E a avó da minha prima era enfermeira.

Até que furou a minha orelha quando eu era recém-nascida. Mas eu não via por ela, sabe? Eu via por isso. Sim, não sei. Eu não sei o que aconteceu. A medicina me escolheu. É tipo um chamado de Deus. É um chamado de Deus. Eu acho que é um chamado. Sim, porque, na verdade, eu acho que essa é uma profissão muito especial.

pra você fazer por dinheiro, até mesmo porque fazer por dinheiro não é tanto quanto... Tem gente que fala, ah, enfermeiro ganha muito. É, ganha muito comparando com o Brasil, né? Mas também não é tanto que ganha, assim, do jeito que as pessoas vendem a ideia. É. É muito trabalhoso, você tem que realmente gostar do que você faz, porque você trata de gente no pior delas. Você nunca... Eu nunca falo pro meu paciente, ah, que bom te ver de novo. Não, porque nunca é legal quando ele vem me ver.

só tipo assim eu trabalho hoje em dia eu trabalho em outras áreas que as pessoas vêm me ver porque precisam de mim mas vão se vão na felicidade não vão na tristeza mas tem certos casos que na tristeza você vê as pessoas no mais vulnerável que elas estão e você tem que ser é você tem que passar humildade suficiente

pra passar aquilo que aquilo é normal. Entendeu? Passar que tudo bem, né? Tudo bem. É tipo assim, eu acho honrou. Eu tenho honra em estar ajudando uma senhora que não consegue fazer as necessidades dela. Pra mim é uma honra estar tratando de uma senhora. Que por algum motivo tá numa cama de hospital e ela precisa de mim. Entendeu? E você sabe que eu passei por isso? Eu passei por muitas coisas aqui nos Estados Unidos, que eu vim sozinho.

E esse ano, esse ano eu fiz uma cirurgia nas minhas costas, uma cirurgia bem delicada, que eu acabei...

Entrei no inóbito duas vezes. Uau, te trouxeram de volta. Não era só a hora. Não era só a hora. E quando eu estava lá, eu fiquei na UTI 13 dias. E eu não podia ir embora sem fazer o número 2. Só que eu não tinha condições. Aí eu fui até o banheiro, a gente falando, isso aqui é a primeira vez na internet aqui.

E eu fui até o banheiro. E eu fiz amizade com vários... Com vários enfermeiros. Porque eu fiquei no hospital. Eu fiquei no Celebration Hospital. Aqui. Que eu moro em Tio Pius Gate. Então é o mais próximo da minha casa. E ali passei por vários enfermeiros. E a gente sente. Quando você tá nessa situação. E minha esposa comigo no quarto o tempo todo. Na UTI. E a gente sente quem tá ali. Que você é mais um. Por amor. E quem tá ali por amor. E teve dois enfermeiros. Uma enfermeira e enfermeiro. Um homem e uma mulher.

que eu conectei. Eu adorava quando eles estavam, que realmente... Você se sentia que você estava sendo cuidado com amor. É, outra coisa. E ó, eu já morei na rua aqui nos Estados Unidos. Agora, e a primeira vez alguém teve que limpar minha bunda. Cara, que sensação horrível.

total entrega, né? Sua entrega de você estar precisando daquilo. De você não ter a opção de falar não. De você não conseguir fisicamente fazer isso.

E o cara, ele foi militar por muitos anos, era um jovem, um meninão. Naquele momento, a gente fica velha, todo mundo fica menino. Você já reparou isso? Tem um dia que eu vi um médico e eu falei, cara, tu não é um médico, não. Você dá pra ser meu filho, lembra? E infelizmente, a gente vai ficar no velho, é bem assim. E ele falou, relaxa, Paulo, eu pegava a cara em pedaços, isso aí não é nada.

Ele tentando... Tentando fazer normal a normalidade. Porque eu também passei por isso quando eu fiz umas cirurgias. E eu tive que... O meu marido ficou comigo. Então ele ficou sendo o meu enfermeiro. Então ele teve que fazer isso pra mim também. E eu deixar alguém fazer, me tratar assim, mesmo sendo meu marido... É horrível. É uma sensação horrível. Eu mais que rapidamente já queria me curar. Pra não precisar. E era meu marido.

marido, cara. Ele já, tipo, tô com ele há 23 anos, não tem nada. A gente já não tem mais nada que... Ah, isso daqui você não pode... Não, a gente já sabe sim. Nessas alturas da campeonata. Detergurado já sabe tudo. Mas é diferente, né? É diferente. Você dar a sua vida assim pra alguém. E você não poder. E você não poder, né? Ali, eu acho... Cara, e aí... E aí ele... Minha esposa tinha feito a primeira vez, né? Deu falar...

É diferente também. Eu sei, mas é isso. É esse tchan, entendeu? É você querer fazer e você tem honra em fazer. Porque você realmente sabe que a pessoa não pode. Ele virou meu amigo, é americano. Ele virou meu amigo, ele me segue. Ele segue no canal Perguntas. E é incrível como tem pessoas que você conecta. E você sente que a pessoa está ali realmente... Você sente o amor, você sente o carinho, você sente tudo. Eu acho que é muito especial esta profissão. Não é pra qualquer pessoa.

Não. E você tem que entender, porque eu também tive essa dificuldade. Não é com alguns pacientes brasileiros, sabe? Eu falo assim, ah, não, sei falar português, eu vou ajudar. Mas não é isso. Não é só falar português. É você realmente ter aquele clique. Empatia, né? Empatia. É empatia. De você se ver naquela... Aí, o que me dava força, ainda que a minha esposa falava, é... Cara, isso só tá... Você não vai ficar assim. Não, isso aqui é passageiro. É passageiro. É passageiro. É uma fase. Quantas pessoas que vivem desse jeito?

É, e vivem à mercê das pessoas. Mas daí você acostuma também, depois já estava do jeito, então é hora que você já perde todo o... Toda a vergonha. Toda a vergonha porque não tem jeito. É, porque já é normal, já virou seu normal. Já vira... Você já acostumou com aquela situação, é.

Mas aí, você foi, se formou, fez pós-graduação, teve filhos? Tive filhas. Aí, quando eu fui fazer a pós-graduação, que é agora, que é recente, que eu tive que fazer minha pós-graduação porque eu queria algo mais, e aí as minhas filhas já estavam grandes, e aí elas já sabiam, já sabiam da rotina, eu continuei trabalhando full time, estudando full time, fazendo as coisas, virando a minha vida, me virando em 20 para mim poder fazer o que eu tinha que fazer.

E seus filhos? Alguns que entram na faculdade ou ainda não? Já, a minha graduou, já. Até com 22 anos já graduou. Quatro anos ela foi pra UF. Fez antropologia com linguística. Cada uma, né? Não sei nem o que é isso. Então, ela estuda como que... É uma neurociência também, né? Porque ela estuda como que a gente interpreta a língua no nosso cérebro e como que a gente aprende e...

O cérebro identifica a linguagem. Qual é o nome dela? Melanie. Melanie Curado. Melanie, o que é isso? Você arrumou isso, Melanie? Eu sei. Manda ela vir aqui também fazer a... E ela está trabalhando? Está aplicando agora. E trabalha onde? Na escola? Pode trabalhar como... Com speech therapist? Não, porque ela não fez patologia. Ela não fez a patologia. Ela fez a neurociência. Ela está esperando agora dar um tempo para ela aplicar para o mestrado e doutorado dela. Que é isso que ela vai querer fazer.

Mas ela pode, ela fez várias línguas, ela sabe, ela fez coreano, fez alemão, inglês, espanhol, português. Então ela tem várias línguas que ela tem que estudar.

Eu falei pra ela assim, ó, eu aplicava pro FBI, SIA, pra tentar fazer diagnóstico de língua nas outras pessoas, alguma coisa assim. Pra ver se a pessoa tem dom, acho que nem tem necessidade de a gente falar outra língua, né? É, e de como que ela interpreta, como o cérebro produz, ou... Você pensa, eu penso em inglês, você pensa em inglês?

Eu penso em inglês, é mais fácil... E traduz pro português, é, eu também. Geralmente é mais fácil pra mim. Ou, às vezes, eu não sei falar algumas palavras em português, eu tenho que ficar pensando. Aí eu tento traduzir, às vezes eu fico meia... Eu tenho lagging, sabe? Demora pra chegar. Um delay, um tempo. Um delay, um delay. Tem um delay. Tem delay, eu acho que é inglês também, delay?

É, não. Delay é mais chápe do inglês, mas pra português. Não, tô falando... Delay é a palavra em inglês ou português? Não, é aquela... Como é o nome? Tempo. É o tempo. É aquele... A gente tá procurando aí, ó. É uma palavra que eu também não sei em português. Delay. É, um delay. É um atraso, né? Um atraso. Mas não é um atraso de você estar atrasado. É aquela coisa que não vem, né? É aquela palavra que não vem que você tem que ficar pensando.

E o nosso vocabulário, a gente já é muito mais exposto, eu sou muito mais exposta ao inglês, hoje em dia um pouco mais pro português. Então a gente consegue falar muito mais rápido o inglês que vem mais rápido, nosso vocabulário é um pouco maior. Quando eu comecei, eu fiz toda a minha parte clínica na VIP, com a Cris, maravilhosa, com o Dr. Daniel também. Ah, não exagera, não, não é tudo isso, a Cris, não.

Aí eu tinha que pensar. Aí o doutor Daniel ficava sempre puxando pra mim, pra mim pensar mais em português. Ou então falar, ou quando eu falava inglês, aí ele ia falar em português pra mim saber a palavra. Maravilhoso. E o que você tá fazendo agora, então?

Então, agora eu estou abri faz dois meses o meu consultório lá em Clermont, onde se chama Radiant Aesthetics and Wellness, que eu vejo todo mundo, geralmente eu gosto de ver, eu posso ver, eu sou treinada para ver de zero a qualquer idade, mas a gente prefere ver já crianças mais assim com 3, 4 anos, que seja melhor.

Aquela criança pode interpretar, saber o que ela tá sentindo, ela já começa a falar melhor com você. Então, eu atendo pessoas que têm doenças, faço check-up, faço botox. Mas você não é médica.

Eu não sou médica. Vamos explicar como funciona isso. É, aqui é diferente. São só dois países que entendem que... Nurse practitioner? Entende o poder e o que uma enfermeira pode fazer. E também vê que também tem uma... Tá escasso, o médico tá escasso. Então, o que eles fizeram? Começaram a pensar.

Quem quiser na enfermagem fazer os dois anos, depois você faz o bacharelado e depois você faz a maestria. Se você chegar na maestria, passar as provas que a gente coloca para você passar, você já pode atender. Você vai atender, tem um médico te supervisionando pelas suas primeiras 3 mil horas e depois você está solo. Você pode fazer uma carreira solo. E eu tenho minha médica me supervisionando e eu posso prescrever, posso passar remédio, posso passar um ciriótico. Você também?

Tarja preta também, porque eu tenho a licença para passar a tarja preta. E aí a gente faz isso. Só tem dois países, geralmente, que eu conheço que fazem isso, que é os Estados Unidos e a Inglaterra.

E é como se fosse, tipo... Como se fosse um clínico geral. Um clínico geral, é. Eu faço clínico geral. Mas aí tem outras áreas que você também pode fazer. Eu tô também investindo em um wellness, que é tratamento de hormônio, tratamento de emagrecimento, uma saúde, um bem-estar em geral. Faço infusão de vitamina, faço B12, vitamina D, vários outros tipos de infusão de biotina, pra você se sentir melhor.

Outras coisas. Porque é uma mistura de uma nutricionista, que a nutricionista faz isso também. A nutricionista só dá, realmente, ela só tem que dar, ela não dá... A nutricionista não pode prescrever. A B12 eu acho que não, viu? Ela não pode prescrever, ela não tem poder de prescrição. Já a nurse practitioner aqui tem. Mas tem coisas que não precisa, um A12, por exemplo, não precisa ser... Tem que ser prescrito.

Eu sei gente que dá. Não sabia. Vitamina D precisa ser prescrito. Tudo que é remédio aqui nos Estados Unidos, se vende na farmácia, que você pode pegar na prateleira, não precisa. Mas injetável tem que ser prescrito. E você tem que ser uma nurse practitioner para prescrever esses remédios. Ou um médico. Ou um médico. E qual que é a diferença tua e de um clínico geral?

Um clínico geral no Brasil ou um clínico geral aqui? Aqui que ele tem mais dois anos de faculdade e ele é médico. Tá, mas o que ele pode fazer que você não pode?

Ele pode... Além de... Eu posso assistir numa cirurgia que nem ele, se ele é cirurgião ou se ele... Não, acho que não tem muita diferença em um clínico geral aqui e eu ser nurse practitioner. Ele não precisa. Ele, quando termina a faculdade de medicina, ele não precisa ter ninguém... Depois que ele passa o board, passa as coisas que ele tem que fazer, ele não precisa ter ninguém supervisionando. Eu preciso ter alguém me supervisionando.

E você pode fazer mais dois anos para se tornar um MD? Ah, eu não, eu não posso fazer dois anos. Eu tenho que entrar numa faculdade de medicina mais quatro anos. Para me tornar MD. Ah, já deve falar? Ah, não, já dá preguiça. Ah, não, já não tenho mais para isso. Eu já estou com 44 anos para entrar para fazer. Ah, eu tenho que fazer quatro anos de medicina, mais três anos de residência. Você aceita seguro lá?

Ainda não, estamos trabalhando... Você abriu agora, então, há pouco tempo? Abri, faz dois meses. Então, agora eu tô tentando entrar pra aceitar algum seguro. A gente tá trabalhando com isso, mas hoje em dia a gente não tá aceitando. Eu não gosto de fazer essa pergunta, mas você não veio aqui. Bom, eu já vi que você veio aqui pra fazer propaganda, né? Não, não. Vem aqui pra fazer... Gente, aqui não é combinado, não, dá pra perceber. Vem aqui.

Eu tô por fora de preço. E eu não gosto de falar em números, porque esse vídeo fica gravado, depois a pessoa vai falar, ah, eu vi no teu vídeo que você falou. Mas a média de uma... Eu vou dar um exemplo. Aqueles... Aqueles... Aqueles... Quando você fica desesperado, que dá uma dor e tá tudo fechado. Como é o nome? Urgent Care. Urgent Care.

dependendo se gaste 150 dólares a 200 dólares eu acho que é eu não sei quanto que é o office visa deles mas tem gente que é 190 150 eu não sei que você paga o copain então aí eu não sei o meu office visit não é isso a tenha pode fazer oнитos e oнитos e oнитos e oнитos e oнитos e oнитos e oнитos e oнитos e oнитos

o meu óbvio se você pode eu posso pedir é de laboratório exame de sangue faz papa nicolau tudo geral e é bem diferente aqui pessoal do que no brasil até que vocês estão acostumados que até os médicos aqui que uma coisa que eu não acostumo mas eu tive que acostumar porque eu não vou em médica brasil no não sou do tipo aí vou no brasil na médica vou tudo aqui os cara tem medo de ficar do processo

Então tem um milhão de especialistas. Então eu falo pra você, eu não sei... Pelo que a Paula tá falando aqui, que a Ana Paula tá falando, e pelo que eu sei de médico, não tem diferença nenhuma entre elas ou ele. Por quê? Porque eles vão falar assim pra você, ah, isso é especialista. Isso é especialista. Eles ficam te mandando pra especialista. Não é verdade? É o referral. Eles dão um referral pra tudo. É, porque é tipo assim, é primary care, que é o médico clínico geral.

Ele vai ver. Quando ele vê que ele começa o tratamento e você não tá respondendo, ele já vai começar a levar pra você. Se você tem asma e ele não consegue controlar você, dando o remédio que ele tem que dar, ele já vai falar pra você ir pra um pulmonologista. É isso aí mesmo. Eu até mudei o meu seguro este ano. Eu já peguei aquele que eu posso ir onde eu quiser, que não precisa de referral. É, o pipião. Exatamente por causa que eu ia pra ele pra perder meu tempo.

Aí você fica sentado, você espera meia hora, cinco minutos. Como que é o nome? Telemedicina? Telemedicina, sim. Tem lugar, tem gente em todos os Estados Unidos. É, e telemedicina eu acho bem legal também. Eu sou prático. Diferente dos brasileiros, principalmente de 60 chegados, que gostam de falar, querem contar a vida dele, falam que o médico quer, é ruim porque o médico não quer saber da avó dele. Não.

Não é na verdade? Por isso que a pessoa fala... É 15 minutos, 5 minutos já tá dando. É, vem a enfermeira, já pega todas as tuas informações. É assim. O médico sente antes, ele fala oi e já vai no computadorzinho dele, lê tudo. Daí ele faz uma pergunta que ele já sabe a resposta, que foi a mesma pergunta que a enfermeira fez. Só pra ele confirmar. Só pra ele confirmar isso mesmo e direto ao ponto. Aí a brasileira fala, ah, o médico aqui é ruim porque não dá atenção.

Só ficou comigo 15 minutos, 10 minutos. Menos, 5 minutos. 5 minutos, é isso mesmo.

é por isso que também às vezes eu é o meu marido estava a gente estava discutindo de porque você não aceita seguro porque você não quer aceitar seguro porque eu posso ficar uma hora com o paciente eu posso ficar 40 minutos no pacuente se eu tiver seguro eu vou receber menos então vou ter que ver paciente cada 15 minutos

Eu não. Hoje eu me dou o luxo de ficar. Se eu quiser ficar 35 minutos com a minha paciente, eu vou ficar 35 minutos. Mas, menino, se eu não tiver nada pra fazer, quiser... Fala comigo 35 minutos, é só ligar lá. É só ligar, você marca uma consulta, fala assim, gente, na verdade eu vim aqui bater um papo com você. Fala pra você, eu vim tomar um café. A gente pode tomar café virtual. Porque eu sou... Hoje, como eu sou prático e eu trabalho muito...

Ah, então a gente não tem tempo. Se não for nada que vai tocar, eu faço telemedicina.

O que eu fazia com a minha... Eu também tinha uma médica, eu tenho uma médica, que eu falava pra ela assim, ó, eu já vou com você, mas eu só quero ir com você. Me manda logo o laboratório que eu tenho que fazer, pra mim já chegar, você já vê meu laboratório. Pra mim não tem que ficar gastando tempo. Por quê? Porque tempo é dinheiro aqui, né? Eu não tinha tempo. Então, eu marcava minhas consultas pra final do dia, chegava no laço.

Por quê? Porque eu trabalhava o dia todo. Não tinha tempo. Como é que você tem tempo aqui? Entendeu? E como você tá fazendo a sua divulgação?

Minha divulgação eu faço muito pelo Instagram, Facebook. Você abriu quando, doutor Clínica? Eu tô aberta desde janeiro, mas o que eu abri mesmo foi em junho. Ah, agorinha. Agorinha. Sou baby. Tem ninguém. Tem que fazer propaganda aqui, ó. Tem que entrar naquele time ali. Olha já eu vendendo aqui o negócio. Tá vendo? Propaganda de casa e lá. É, ué? Vamos, vamos fazer.

Porque todo o meu público são brasileiros, óbvios. E brasileiro precisa. E Claremont está crescendo muito a comunidade brasileira. Muito! Eu mudei. Eu estava em Winter Garden e a gente mudou para Miniola. Tem bastante brasileiros também em Miniola. Tem muito brasileiro. Está crescendo muito. Crescendo demais. Onde não tem brasileiro, né? Sim. Hoje em dia tem muito mais brasileiro. Muito mais. Muito mais do que quando a gente chegou aqui.

Sim, muito. Que era um circulozinho bem fechado e muito pouco. E me fala, e teu marido?

Meu marido? É. Meu marido trabalha pro Estado. Pro Estado? O que ele faz? Ele é detetive. Olha aí, ó. Ele ama, ele ama que eu fale isso, sabe? Daqui a pouco ele vai mandar... Ele faz pouco tempo? Que ele tá... Não, faz tempo. Ele é detetive de qual county? Ele é do Estado.

Ele é do... Ele é State Trooper. Ele é detetive do State Trooper. Então é do Estado. Mas você lembra que quando ele chegou, ele tava trabalhando de pedreirão? Uma coisa que eu acho o máximo nesse país é, cara... Se você quiser agora mudar de trabalho, e você, óbvio, se qualificar, que não é a coisa mais difícil do mundo, você pode. Inclusive o Weiss tá contratando, tá pegando até pedreiro. O Weiss só não tá contratando legal agora, porque eles são desesperados precisando de gente.

Ainda mais porque estão numa busca terrível, né? De pessoas que têm alguma criminalidade. Qual o nome é teu marido? Meu nome é Glaucio. Um detetive... Temos que convidar aqui o detetive Glaucio. Curado. É pelo last name, eles vão pelo last name. Ah, curado? É. Detetive Curado.

Você tá curado mesmo, detetive? É, né? O pessoal fala, o nome dela já é curada. O nome dela já é o nome santo, curada. É, curada. E ele entrou quando pro... Ele tá desde 2015. Legal, e o State Trooper é mais difícil de entrar, dizem, do que o county, do que o xerife e do que a cidade. É, muito. Eles são muito regrados. Eles são muito... Ai, é difícil.

Se vocês não sabem qual que é, sabe aqueles carros pretos que saem do nada? Do nada, que eles pulam do nada. Você não vê, daqui a pouco tem a luz azul atrás de você? São eles. É esse departamento aí. É. E ele também conseguiu entrar, ele também é do Air Force. Puxa, podia chamar ele aqui. Sabe por quê eu podia chamar ele? Porque agora eu sei que o de Santos deu o poder de migração. Eles foram os primeiros. Os primeiros. Eles são, eu acho que eles ainda são, ele deu pra ele, ele tem a... É? É? Uhum.

Será que ele topa aqui? Pra contar como que é? Ele não sabe enfadar do nada? É normal. Só pra contar como que é. Como foi pra entrar. Ah, pode. Vamos ver se ele vem. Entendeu? Como foi pra entrar. A gente não quer mais saber desse negócio de enfermeira agora. Vamos falar do negócio bom. Vamos falar dele. Vamos falar dele. Ele ama que eu falo dele. Vamos falar do curado.

Detetive curado Nossa, e ele também é Ele também entrou, que era outro sonho dele Entrar pras Forças Armadas aqui, ele entrou Hoje em dia ele é Master Sergeant do Air Force Também Ele entrou onde? Pro Air Force Não sei não, viu Não, mas é bom, é muito bom trabalhar Tem o que? Tô filho? Não, ele é, eu não tenho filho Ele é Reserve? Ele é Reserveist

Que legal. Eu tenho uma filha que tá fazendo escola militar. Ela já tá no High School Militar, fazendo DROTC. Que ela quer fazer o West Point, ela falou. Ai, que legal. É.

Ah, ele adora, adora falar, ele vende o whole package. O que que é? Tipo assim, pra ele foi um sonho dele que ele tinha de menino e que ele não conseguiu fazer no Brasil, mas conseguiu fazer aqui. Foi o meu último trabalho no Brasil, foi o exército, eu fiquei três anos. Então, ele foi desclassificado. Tem aquela, você fica todo mundo em linha, ele vai classificando, ele não classificou. Aí quando ele veio pra cá e ele conseguiu, ele entrou.

E tá lá, já vai fazer, daqui a cinco anos, faz 20 anos que ele tá. Tá 15 anos já. Logo, ele tá aposentando.

Porque vai uma vez por mês só, né? É, uma vez por mês, pra ficar o final de semana. Mas ele já foi deploy duas vezes. Ele passou seis meses no Kuwait e seis meses na Jordânia. Que legal. Sim.

Tem história, né? Só que você não gosta dele, vai? Ou você adora, né? Não, não. Eu não gosto, porque tudo que acontece, tudo que tem que... Tudo que tá certo na sua casa é errado. Eu furo pneu. Sempre que ele tá fora, furo pneu. A bomba da piscina quebra. Quase quebra. Eu fico lá que nem a louca.

Então, todas as coisas que têm que acontecer de ruim acontecem quando ele não está. Mas ele é muito legal, porque ele já deixa todo mundo que ele pode. Liga pra essa pessoa, liga pra aquela. Faz isso, faz aquilo. E a gente tenta manter uma comunicação muito grande.

quando ele tá fora. Mas ele não gosta de ir nem eu gosto que ele vá, claro, a gente não gosta. Mas hoje em dia, a primeira foi muito difícil pra gente acostumar. Ficou quanto tempo? Ele fica de seis a sete meses, entre seis e sete meses, porque o Air Force não deixa você ficar. Quando você é do Marines, de qualquer outro, das outras patentes, você fica um ano. Ele não, o Air Force só deixa você ficar seis meses.

então ele fica mas você tem que duas semanas aí você fica no processo aí depois pra você voltar então geralmente é de seis a sete meses até você voltar e para ele então para ele foi mais fácil para entrar para o centro porque é uma preferência de um não preferência que já vem tudo já vem treinado para o jovem base e porque o treinamento do estado é muito militar é muito baseado militar é muito militar que eles aqueles chapelão feio não sei

Daquele tamanho já foi, tem tudo bem, legal. Se tivesse no Texas, até tudo bem. Porque eles eram, eles são, tipo assim, militares, não vão trocar, entendeu? Eles ficam naquela coisa. Eles são daquele jeito. Mas é... Ah, é legal, viu?

Eu sou fã de polícia, eu adoro forças armadas. Dá pra ver, né? É, eu vi. Quando eu cheguei aqui, tipo assim, só falta a lista azul. Porque é o que eu tenho na minha garagem. Eu tenho a bandeira nos Estados Unidos com a lista azul. É, eu não tenho a lista azul, mas eu tenho toda a força armada. Tenho muitas armas, muitas armas. Minha filha é de 15 anos. Minha filha completou 15 anos já com licença de caça, licença de barco.

Mas... Foi muito legal. Tipo assim, pra gente é muito diferente. Era tudo muito novo. Quando ele se formou com o Estado, quando ele veio com espingarda, com a metralhadora, com fuzil, ele deixou tudo, ele tirou a munição de tudo e botou tudo em cima da cama. E deixou eu e as meninas tocarem tudo.

brinca, faz o que vocês quiserem. Esse daqui é o normal, entendeu? Aí ele explicou como é que tinha que fazer, como é que não tinha. Então, pra gente já é normal ter arma dentro de casa. É, na minha casa também. Na minha casa todos os meus filhos sabem atirar. Todos os meus filhos sabem manuzuar. Aí levou a gente pra atirar. Não é uma coisa que eu gosto de fazer. Eu faço porque ele gosta. A gente vai pra range, mas não é uma coisa que eu gosto de fazer, sabe?

Barulho, por ser muito alto, eu sinto aquela coisa. Eu tenho mais medo do barulho do que de atirar.

Vai vim, vai vim, vai vim. Aí vem. Já pro homem, geralmente o homem de verdade, que tem uns homens meio delicados, o barulho que é o que dá o...

E tipo assim, eu tô acostumada a ver... Você tá atorando e vai lá em cima, bum! Eu tô acostumada a ver filme, né? No filme nada... Eu falei assim, cadê meu silenciador? Compre um silenciador, porque aí eu vou atirar tudo. Aí eu vou ficar que nem aquele Nintendo, né? O CD do Nintendo. Paca, tá dos... Pessoal, tem, tem, tem o barulhinho. Dos patinhos. Então era mais fácil, não tem barulho. O barulho que me incomoda. Aí ele comprou já o negócio, mas mesmo assim tem barulho, né? Acho que só quando você vai no open range que o barulho não é tanto.

Mas a gente vai muito em close-mente. Eu quero que você faça a sua opinião. Não precisa ser política. Mas o que você acha dessa mudança que teve de governo? Os imigrantes, muitos indo embora. Não só brasileiros, de todos. Eu acho que sempre teve. Quando veio o Obama também, lembra? O Obama, na verdade, foi o presidente que mais deportou. E as pessoas não falam nisso, né? Porque ele deporta sorrindo, falando bonito. É assim. Mas não, eu acho que...

todo mundo já foi imigrante aqui eu já fui imigrante aqui então somos nós fomos até hoje somos nós não somos a gente americano porque a gente jurou bandeira para o papel mas a gente é imigrante entendeu a gente nunca vai ser a gente não tem o mesmo a gente paga imposto como todo americano mas a gente não tem gente e quando eu falo não desespere porque em 2008 aconteceu a coisa quando teve aquela aquela queda na bolsa

que na construção, aquela coisa toda. Sempre tem essas coisas, sempre. Faz parte. Faz parte, entendeu? Então, tipo assim, aqui não é aquela terra daquelas pessoas que desistem. A gente tem que continuar, cara, continuar. E vai passar, vai acostumar. Vai passar, vai acostumar e a areia vai abaixar. O New Novo, é, o New Novo? Fala, não. É, o Novo New. O Novo New!

É o novo. Isso não vai passar. Tipo assim, agora... Gente, o que eu falo para as pessoas? E eles não estão... Ah, estão levando. Não, eles estão vendo pessoas que têm não só crimes nos Estados Unidos, mas crimes na sua terra. Você pode não fazer nada nos Estados Unidos, mas se você tem uma ficha suja no Brasil...

Vão atrás de você. Vão atrás de você. Porque eles têm uma lista. E tá várias... Foi o que eu fiquei sabendo. Que tem várias... Se juntaram várias... Entidades. Entidades. Departamentos. Departamentos. E cada um tem a sua lista. Eu tenho a lista por causa disso, minha lista por causa daquilo, e tá todo mundo buscando. Entendeu? Então, acho que é aquela... É aquela... Estão peneirando. Entendeu? Porque também tem muita gente que vem pra cá...

Pra fazer coisa errada. Pra fazer coisa errada. Não só brasileiro, mas de outros também. Brasileiro é um...

A gente se preocupa com os brasileiros, porque nós somos brasileiros e moramos na comunidade brasileira. Mas é um número bem irrelevante comparando com o resto dos... É, então a gente também tem que saber. Se você vem pra cá, faz as coisas certas. Porque o americano, você acha que o americano é besta. Mas o americano não é besta, não. Ele vai te dando corda. Vai te dando corda até que você mesmo se enreda. E a hora que ele bater na tua porta, não tem mais saída.

E quando ele bater, ele já sabe. Não tem, porque ele já fez tudo. Ele faz toda... Ele não vai bater na sua porta se ele não tá com a investigação. É isso aí. Pra você não vir e dar um...

um counter nele, entendeu? Então ele vai muito, ele é muito certeiro. Então a gente pensa que a gente é muito esperto, a gente não é esperto não, eles são muito mais inteligentes. E esse é o novo nerd, engraçado que você tem o mesmo pensamento, talvez seja porque a nossa geração é a mesma, bem próxima, porque isso que tá acontecendo aqui, se vocês pararem pra pensar, cara, não tem nada de errado.

É triste porque foi um acostumado errado nos últimos dez governos, digamos assim. E agora tá dando uma organizada na casa. Mas em qualquer país que você for imigrar, inclusive no Brasil, existe imigração. Eles pegam. Vocês não sabem como vivem os imigrantes, os venezuelanos, o haitianos, os japoneses no Brasil, escondidos.

Tem muito. É porque pra nós brasileiros, a gente nem sabe, mas eles vivem num mundo paralelo igual os imigrantes aqui, os indocumentados, como eu já fui, como você já foi, como teu marido provavelmente tenha sido também. Todo mundo foi. Todo mundo veio pra cá como turista, né? Não existia na nossa época, não existia visto de estudante. Era turista, entendeu? Era que eu não ia. Era os imigrantes raízes que vieram pra ganhar dinheiro. Não era por causa que era moda.

Não é verdade? Não. E agora, depois dessas sanções que estão saindo, vai começar a querer muito mais gente e migrar pra cá, né? E vai ter muito mais oportunidade, eu tenho certeza, porque nós vamos precisar. Então, não sei o que vai acontecer na imigração, mas eu concordo com você que isso não é novo.

É novo de estar mostrando tanto e focando nisso, mas exatamente o que este presidente quer. E eu falo para as pessoas, o presidente Trump, além de a esposa dele ser imigrante, os avós dele serem imigrantes. Ele trabalha na construção civil. Então, ele precisa muito mais de imigrantes do que qualquer outro presidente antes dele.

Não é verdade? Então, ele tá dando-se a pavorão porque tava realmente uma bagunça aqui dentro. Tava uma bagunça. Esse ZB2NW da vida que a gente sabe que é falso, que o pessoal faz brasileiro e não é brasileiro de tudo. É porque ninguém tava vendo. Todo mundo virou especial, você fazia uma aplicação, passava, passava. A gente entrando pelo México e lembrando, e não é...

para pegar os brasileiros trabalhadores, os mexicanos trabalhadores. Não, da mesma forma que entrou os bons, entrou um monte de ruim. Tranqueira, esse pessoal do Miroístico, que é o Oriente Médio, que vem aqui, são contra os Estados Unidos. Chineses, espião, todo mundo entrando por aqui, pela fronteira, porque estava aberta, e hoje estão aqui dentro. Então é um... como fala quando... que é um perigo para a sociedade, eu esqueci, não caos que fala.

Não, mas é uma calamidade para a sociedade. Mas, pessoal, você começa a abrir... A gente não sabe quem está aqui hoje. Não. Tanto que aconteceu. Isso tudo começou quando caiu as torres. Perdão. Quem fez, fez a escola deles foi aqui em... É, aqui. Era o Beach. É, isso aí. Ô, Tampa.

Palm Beach? Ih, melhor. Tem uma enfermeira boa lá, você conhece o problema? Não, foi Vero Beach que eles fizeram a aula deles de... De piloto. De piloto. Foi aqui. Tanto que a gente foi o primeiro a fechar pra ter acesso à carteira de motorista. Que antes o pessoal do norte vinha pra cá pra tirar a carteira de motorista. Aqui foi o primeiro a fechar, por causa disso. Então, depois de setembro 11, tudo mudou.

Você viu que agora abriu os aeroportos? Não tem mais aquela... Agora você... Não, você precisa de identificação. A ID que você precisa pra você passar. É, e agora você não precisa tirar o sapato mais. Ah, ok. É isso que mudou. Não precisa mais tirar o sapato. Ah, é tanta coisa. Antes você leia até a porta do avião. Antigamente você ia do avião. Você ia não tinha problema nenhum.

Eu lembro disso. Não é? Não tinha nada disso. Você entrava até a porta do avião e tava ali. Você recepcionava as pessoas na porta do avião, você pegava e você entrava. Não tinha nada disso. Onde você tava no 11 de setembro? Eu tava. Eu tinha passado a noite com o namorado, tava chegando em casa, porque eu tinha dormido na casa dele, tava indo pra casa, porque eu trabalhava na clínica que hoje em dia é da Cris, antigamente era um Center Care, eu trabalhava naquele Center Care.

Então eu tava chegando em casa, ia esperar dar meu horário pra ir pro trabalho. Olha a Lake Bonavista, né? Lake Bonavista, eu morava naquele prédio ali da Lake Bonavista. Então eu tava ali, começou, minha mãe tava em Miami, e aí quando começou a cair, eu já comecei... Eu acho que eu cheguei em casa na segunda torre, porque eu tava chegando, eu tava na rádio, escutando a rádio, começaram a falar, e quando eu cheguei eu liguei a televisão em casa.

Eu tava em Canérica. Ninguém esquece. Eu lembro direito. Eu tava assistindo a televisão em Canérica na casa de um amigo meu. Porque a gente não foi trabalhar nesse dia também. E eu falei, uau. Daí foi em setembro. O YouTube foi quando eu vim pra Flórida. É. Em 2008.

Aí tudo começou a mudar e a gente tava do lado da Disney. Foi uma das poucas vezes que a Disney fechou. A Disney fechou. E porque eles eram foco de terrorista. Sim. Porque você quer matar muita gente. E o país é o lugar mais feliz do mundo. E também não só isso, porque aglomeração de gente. Muita gente ali. São vários parques. Aglomeração total de gente. Eles queriam pegar. Então a gente tava ali pensando, nossa, foi terrível.

Foi bem triste. Foi triste, foi muito triste. A gente tinha gente, a gente tinha, a minha mãe tinha a melhor amiga dela que morava em Nova York, a gente conseguia falar, queria saber pra ver o que tinha acontecido, porque todo mundo estava ali perto de Manhattan, né? Então a gente estava querendo saber como é que estava, como é que não estava, até que a gente conseguiu saber, falar. Também os outros, tinha um avião que era pra vir pra cá também, podia ter vindo pra cá, várias coisas, né?

É, porque parou tudo, né? Parou tudo. Parou tudo. Tanto que teve um que eles... Tiveram que...

Ninguém fala, né? Agora vamos lá. O que a gente pode fazer? O que você oferece para os brasileiros lá em relação a serviços?

que você faz serviço serviço de saúde geral só o geral que aí meu filho tá com dor de garganta de garganta vai lá eu tenho exame para fazer de dor de garganta para saber o que é para saber que é a febre tô com febre vamos lá a gente faz exame ver que é é exame de laboratório vocês fazem lá tem lá não tem você manda não é o que você confia em house

em house eu faço laboratório exame de sangue a gente eu criei lá a gente fez faço laboratório faço é reposição hormonal é inserção de pele que é o teste da mulherada nos homens também é mulher é mulher faz pele creme o gel homem faz injetável geralmente e pele o palo que bom

Tem gente que gosta. Eu faço sozinho. Mas você compra em alguma lugar. O seu médico te dá a prescrição e você vai lá e pega. Tudo bem. O negócio é que a testosterona é bem... Como ela é muito oleosa, é difícil. Dói, né? Pra injetar. Mas... O pellet, ele dá bastante ou não? Sim. Porque é de mil a mil e duzentas miligramas de testosterona que você injeta. O pellet? E dura quanto tempo? Mais ou menos seis meses. Mas não é pouco.

Não, mas você tem que ficar, você também não tem, a gente vai ter que dar um óbvio. Fazer. Ele geralmente mantém a testosterona entre 800 a 1000, 1200, fica ali. Pro homem? Pro homem. Que é o que realmente um homem, nessa, numa faixa etária mais jovem, é o que mantém. É depois vai baixando. Um menino de 20 anos tem quanto? Ah, deve ter de 800 a 1200. E um véio que nem eu? Ah, ele vai baixando, fica 500, 600.

Não, não como você. Mas geralmente vai abaixando, entendeu? O que que é? Aí você perde aquela... Aí você vai perdendo aquela... A energia. Já fica cansado. Aí é essa mudança. Ó, isso é legal. Vamos dar uma... Galera... Pessoal, é super importante. Tem pessoas que têm medo. Você vai lá primeiro e faz o teu exame de sangue. Faz exame de sangue. Eu peço o exame, geralmente...

dependendo do histórico a gente realmente senta porque reposição de hormônio não é só exame de sangue mas é muito bom ter o exame de sangue ver como é que está as suas coronárias entendeu pra que pra mim não dá porque as coronárias são as suas artérias do seu coração então a gente tinha uma foto das coronárias pra ver se você tem placa no coração eu vou te dar um remédio que vai engrossar o seu sangue eu vou criar eu posso que ele engrossa o sangue engrossa o sangue e como faz para desengraçar

aí você tem que tomar realmente você é porque vai aumentando a sua hemoglobina aí você tem que por isso tem que ficar fazendo exame de sangue periodicamente pra gente ver como é que estão seus níveis se o seu nível de da hemoglobina for ficar muito alto acima de 18 a gente tem que ser bem que doar sangue se o seu se os seus glóbulos vermelhos estão muito alto a gente tem que fazer mandar você doar sangue que aí vai diminuir entendeu

Preciso fazer um exame de sangue. Ah, tá vendo? Então tem que fazer. Você faz a reposição, depois de seis meses, a gente tem que ver como é que tá o seu... Como que o seu corpo tá reagindo à reposição, entendeu? Se o seu colesterol não tá sumindo muito, se... Pra gente tá tendo aquele controle da sua saúde, entendeu? Pra não te dar um ataque de coração, que pode ser evitado.

Então, é muito importante. Não é só colocar o pallet e esquecer do seu médico. Não, você tem que ir no pallet depois de seis semanas, você tem que fazer acompanhamento. Seis semanas? Seis semanas depois a gente faz outro exame de sangue para ver como estão as suas taxas, como que o seu corpo está reagindo e se está tudo bem, normalizado. Aí depois de seis meses você tem que voltar, você vai começando a sentir a sua energia cair e você volta de novo para botar mais.

é isso então é aquela tem que sempre tá prestando atenção sempre tá de olho porque eu sou muito pró saúde então você anda se corre sobre a bicicleta alguma coisa olha eu faço eu já fiz triatlon que eu amo

Então agora, eu passei por uma cirurgia, então agora eu tô voltando de pouquinho em pouquinho. E tá difícil, eu tô conseguindo manter, fazer a musculação. Então isso eu sempre faço, meu marido me treina. E aí agora eu tô voltando. Peraí, teu marido não é qualquer um.

É um detetive curado. Detetive curado. Agora ele não veio mais, porque eu não vi que a gente não saque. Não, mas ele vem sim. Vamos ver se ele vem sim. Então, aí ele... Treino com ele, que é mais uma vez, mais uma oportunidade de a gente estar junto. E aí eu gosto, porque ele sabe do jeito que eu quero, como é que eu quero. Eu gosto de ficar doendo, porque dói muito, entendeu? O que é que dói?

musculação dói você fica do dolorido eu não gosto de dor muscular então eu tento fazer para ficar mantendo e também você não é preciso você vai fazer qualquer tipo de esporte assim triatlon você não pode ficar tão você não quer muita massa muscular se quer resistência

Então, se você ficar muito bulky, você fica muito mais pesado pra você correr, você fica muito mais pesado pra você nadar. Então, você não quer muito. Então, eu quero ficar só tendo pra criar resistência no músculo. Aí, eu fiz um triatlon, aí depois eu tive que fazer algumas cirurgias, aí eu tive que parar um pouquinho, mas agora eu tô voltando de novo. Eu gosto. E tua filha tá com você ou já casaram? Uma tá comigo ainda e a outra mora em Gainesville, não quer voltar. Depois você entende o gostinho da liberdade, eu tenho uma fora também.

E eu tô falando, Melanie, não vale a pena você ficar fora. Não, mas eu quero ficar, então fica. É, não adianta. Não adianta. Pra mim, eu queria que ela ficasse com a gente. A pequena, que tem de 20 anos, tá? Na faculdade, a gente tá fazendo o Community College, então ela tá em casa. O que ela tá fazendo? Ela quer fazer veterinária. Então começou agora. E ela gosta de bichinho? De bichinho, ela ama. Ela acha que gosta? Não, ela gosta mesmo.

E ela não tem medo. Ela gosta de ficar, de tratar. Então, vamos ver. Você tem animal? Eu tenho um cachorro de 15 anos. Um maltenso.

O Rio. O Rio. Não, pequenininho. Então vai durar mais uns 10 ainda. É, ainda bem que é bem tratado, né? Então vai ficar lá. Mas já tá com problema de coração, você acredita? A gente descobriu agora em dezembro. Mas só dando remédio, tá super direitinho. Ele ama aquelas meninas. E isso... Ah, costuma, né? Costuma. E, tipo assim, a gente pegou elas, a Isabela tinha 5 anos e a Isabela tinha 7.

Então foi criado com elas, assim. Não morre esses bichos. Depois que meu cachorro morreu, morrendo, eu tive que colocar ele pra dormir, porque eu tinha uns 16 anos, 17 anos. Aí eu falei, ah, não quero mais mexer com esses... Vai fazer 16 agora em novembro. Mas o meu era grande, era o Strolling Chopper. E durou muito, geralmente não duram. Geralmente eles morrem com 8, 10 anos. A gente teve que colocar ele pra ele, ficou muito doente.

Aí o médico falou, não adianta fazer nada, que tá velhinho. O veterinário falou. Aí a gente colocou ele pra dormir.

É, e a gente fica... É horrível, é horrível. É que não é... Porque passa a ser parte da família, né, os bichinhos? Eu reclamo muito porque é tipo assim, eu que tomo conta dele, né? As meninas que arrumaram, mas... Era pra elas, né, na verdade. Era pra elas, né.

A história dele foi muito cômica. A Isabela tinha dificuldade pra ler. Então falava que ele era The Reading Dog. Então ela tinha que ler pra ele pra ele continuar vivo. Só que aí depois ela não deparou de ler, viu que ele não morria. Mas olha, fazia tortura com essas meninas. Às vezes ela falava assim, ó, vocês não estão fazendo isso, estão fazendo aquilo. Eu vou levar o rio. Às vezes eu tinha que levar pra deixar ele tosando.

Aí ela chegava em casa, cadê o rio, cadê o rio? Eu falei assim, não sei. Aí ela ficava desesperada, cadê o rio, cadê o rio? Eles foram tosar. Porque eu sempre falava, não tá fazendo alguma coisa, eu vou dar esse cachorro.

Então, esse aqui é a criação raiz. Criação raiz. Agora não pode fazer mais isso. Imagina, agora os filhos ficam traumatizados. Os filhos vão falar, minha mãe me traumatizou. Ah, é. Não se preocupe, eu pago a terapia. Hoje em dia eu pago a terapia. Igual na minha casa. Eu falo, aqui é território brasileiro, filho. O que acontece aqui é porrada. Aqui é raiz, raiz. E aqui é raiz. Aqui é raiz. Meus filhos são maravilhosos. Não tem nada pra reclamar.

A pessoa fala, você deu sorte. Eu falo, não, é educação. Educação raiz. Educação que eu tive.

Eu só olhava para minhas filhas assim, que estavam pulando, fazendo... Eu só olhava. E quando estava no carro, antes de chegar em qualquer lugar, ó, eu quero comportamento, que nem a terapeuta que o seu pai fazia com a sua mãe, fazia com você no carro, né? Eu quero comportamento. Avisa antes. Avisa antes. E levava, cada uma levava suas tralhas. Uma levava uma mochila cheia de livro, que ela ficava lendo. A vida dela era ler, até hoje é.

E a outra levava uma mochila cheia de brinquedo. Então cada uma ficava no seu mundo, entendeu?

E era assim que eu criei. E falava. Porque, tipo assim, eu fui criada com aquela coisa também. Se o filho fizer alguma coisa errada, é culpa da mãe. Sim. Sempre é. Então, só olhava assim, nossa... E, na verdade, não generalizando, mas na maioria das vezes, os filhos são reflexo dos pais. É.

quando você vê que os filhos são meio problemáticos pode dar que os pais também são meio problemático não estou generalizando mas a gente vê muito principalmente que eu já fui líder de igreja esses negócios a gente vê quando você vê que os filhos são meio atentados ela para os pais aqueles pais que não tomam conta dos filhos então não queria passar aquela vergonha entendeu então pra não passar vergonha eu mantinha que a gente ia pra igreja eu mantinha duas meninas sentadas do meu lado e elas não ficavam correndo porque porque igreja não é lugar de correr

Mas tinha gente que deixava correr, porque ela também... Criança, né? Sobreviveram. Sobreviveram. Não ficaram loucas, estão estudando, estão aí lindas, maravilhosas. Não se envolveram com droga, nem dessas coisas, porque era um medo que a gente tinha, ainda mais quando vai pra faculdade. Então, não, graças a Deus. E não é porque cada um tem um estilo de vida, não tô julgando o estilo de vida de ninguém, mas não era o estilo de vida que eu queria pras minhas filhas.

E eu a mesma coisa que eu... Eu sou muito... Quando que é o teu aniversário? Janeiro 20. Aquariana. Ah, o meu setembro. Você é o meu... Doze de setembro. O meu marido é 28. Setembro? Minha esposa é 28 de setembro. É. A gente tem muita similidade. Nossa! Você conheceu a sua parceira em janeiro. Eu também conheci o meu marido em janeiro. Que legal. A gente tem muita similidade. 28 de setembro. 28 de setembro. Libriano. Qual a idade dele? Ele tem 48. Ele faz 49.

Ele faz 49, eu acho. Ele é de 77? Ah, então ele faz 48. Eu sou de 76, eu faço 49. Esse ano. É. Ó, detetive...

ele ama nossa ele é super super classificado ele gosta tanto que mesmo quando ele foi para as forças armadas ele qualificou e quando ele foi para qualificou tipo assim ele tem um bad porque ele é tirador ele se qualificou melhor ele se qualificou destacou destacou em tiro

Que legal. Nos dois. Nas duas carreiras dele. Ah, então eu preciso pegar umas aulas com ele, porque eu sou um monte de tiro. Ah, ele... Eu sou bom com fuzil, mas na pistola eu não sou bom. Ah, ele ensina, fala... Ó, eu só consigo... Eu só consigo fechar esse olho, só que eu só tiro com a direita. Então não dá pra ficar com o olho direito, eu tenho que dar uma... É, ele gosta e ele ensina direitinho. É, tem paciência? Tem, muita. Ele é calmo, né? Ele é calmo?

Eu sou ligada no 320. Ele é a pessoa total... A gente é inverso um do outro. Totalmente inverso. Ele é calmo, gosta de música baixa. Eu já sou... É por isso que dá certo. Igual a minha esposa também. Meio velho. Bica, amor. 28 de setembro. 28 de setembro, cara. Não explica mais. Não explica mais.

Não quer confusão com ninguém. Não quer saber de nada. Entendeu? Mas você sabe que se... Ele sabe de tudo. Presta atenção em tudo. Agora, se mexer comigo ou com as minhas filhas, ela vira um capeta. Eu já sou calmo. Tipo assim, eu não sou calmo, não. Eu sou loucão o tempo todo. Mas eu não vou ficar mais doido ou menos doido. Ela é calma, mas se falarem dos filhos dela ou do marido dela... Ela vai defender com exidente.

defende eu já sou aquela que eu sou a mãe raiz eu sou aquela que vou virando assim entendeu me transformando mexe com as minhas filhas que eu vou eu perco eu perco a minha estribeira tanto que eu não gosto sabe eu mantenho porque não tem tem certos lugares que você não toca eu também faço inclusive eu sou assim com meus filhos

Em relação a minha esposa. Eu nunca aceitei, e não aceito até hoje, que eles gritam. Sabe o que tem uns filhos aqui? Nunca fizeram, mas eles sempre soubem. Uma coisa é você reclamar, brigar, falar de alguém ou ficar bravo. Agora, desrespeitar a mãe é pior do que me desrespeitar. Então eles já sabem. Ah, não. É, com certeza. Elas já sabem. Eu tenho um menino também, mas tá pequenininho ainda. Quem não? A gente tá com 10 anos. Vou fazer 11.

Ah, lá em casa eu que grito, que faço tudo, meu marido só fala. E ele fala de tom baixo. E ele fala, sabe? Ele não é... E elas obedecem mais. Ele nem xingar xinga. Quem xinga sou eu. Aí a pequena... A Melanie uma vez botou... A pequenininha de 20 anos. É.

Não, mas essa foi a Melanie. A Melanie tinha botado alguma coisa no Instagram. Ela botou WTF, botou W, perdão, WTH. Eu peguei, né? E como eu tava muito coisa na igreja, como é que a minha filha tá fazendo isso, aí ele foi falar com ela. Ele foi assim, poxa, Melanie, fazer isso. Não é legal, Melanie. Poxa, você vê o seu pai falando isso? Aí ela falou assim, não, você não, mas a minha mãe sim. Ainda me jogou debaixo de tudo.

Daí o teu marido fala, tá vendo? Tá vendo? Aí, tá vendo? Aí ela fala, porque você fala. Aí ele falou assim, mas... Aí ele falou, não, mas eu não falo com você, então eu acho que você não deveria falar. Aí, desde então, ela não fala, mas ela não é de xingar, entendeu? Se eles também não, graças a Deus. E aí, uma coisa... E você... Agora falando de ciências e psicologia, a maioria das pessoas, principalmente filho, quando... Se você olhar nas suas filhas, se tiver alguma coisa que elas fazem que te irrita... É porque você faz.

É quando elas são te mimicando inconsciente. Então, o que você não gosta de você, quando você vê nelas, você quer morrer. Quer morrer, é. É incrível isso, não é? E lá em casa é... Elas são mais parecidas com você ou com o pai? A mais velha é o pai todo de... de falar, de ser aquela pessoa que é certa, entendeu? Ela não anda na grama porque não pode andar na grama. Ela é bem certinha, muito metódica.

Já a pequena, já é mais... Você, mais eletriquinha. Mais eletriquinha. Mais social. Não, é mais social, entendeu? A Melanie é que nem o pai. Ela não precisa estar... Ela gosta de ter aqueles amigos dela. Festa pra Melanie, vou falar a diferença. Melanie convidava cinco pessoas e todo ano eram as mesmas cinco pessoas. Eu fazia uma festa pra cinco pessoas. A Isabela terminava o aniversário dela agora. Depois de uma semana, ela já tava vendo quem que ela ia chamar pro próximo ano.

E era assim, era aquele evento. Ela chamava, ela fazia... Ok, quantos convites você quer? Eu vou te fazer 20 convites. Não, mãe, 20 por muito pouco. Ela convidava metade da escola, entendeu? Ela gosta de tá, de falar. Já a Melanie não. Ela já se basta com pouco e o pouco tem super alta qualidade. Então, ó, agora pra gente terminar, vou pedir pra você olhar pra essa câmera aqui. Eu quero que você dê uma dica.

que funcionou com você e você vê que funciona com muitas pessoas, como diminuir a chance de dar errado? Não vou nem falar pra dar certo, porque aqui somos nós pra dar a fórmula de acertar, mas como diminuir a chance de dar errado e aumentar suas chances de dar certo aqui nos Estados Unidos?

educação educa se educa em saber o que você pode fazer o que você deve fazer que você não pode fazer aqui você vai dar uma opinião uma opinião pra turma alguém que você ama que quer vir morar pra cá

faça o seu a faça seu research né faça sua a sua visão de casa a faça sua visão de casa pesquisa onde é que você quer morar pesquisa como você pode vir pra cá é qual que você precisa fazer pra tá aqui legalmente o que mesmo que você se você vem é muita gente vem da saúde como é que você faz para você se legalizar aqui pra você fazer o que é certo aqui entendeu saiba que aqui

tem leis e as leis funcionam, entendeu? E você pode tentar falar assim, ah, não, mas aqui é fácil dar a volta. Não, não é, porque vai chegar a conta, e quando chegar a conta...

É difícil você pagar quando a conta vem, entendeu? Porque geralmente é com o tempo que você tem que pagar a sua conta. Vem e é cara, né? É, entendeu? Então eu falo assim, aqui é o país da oportunidade. Venha com o seu sonho, venha que você consegue ficar aqui. Mas venha também sabendo que é um país que você tem que galgar tudo que você tem. Nada te é dado de mão beijada.

você tem que correr atrás você tem que fazer as coisas certas entendeu mas se você se empenhar aqui assim você trabalha você tem se você trabalha você tem o mesmo direito de morar num condomínio bom é você tem que tem você tem que trabalhar você tem condições de comprar um carro zero você tem isso tudo ou seja nada

Você tem um poder aquisitivo bom se você botar de si pra trabalhar, fazer uma coisa honesta. Então, uma vida digna aqui, né? Uma vida digna. Você pode morar em Windemir. Sim. Que é um... Quando você é um... Peraí, eu tô falando em vida digna. Tô falando. É, Windemir. Mas você pode. Sim. Se você trabalhar, você vem aqui em casal. Qualquer um pode.

qualquer um pode ser essa porque você é rico que você pode morar naquele condomínio naquele bairro qualquer pessoa pode porque tem apartamento para alugar lá entendeu que é uma coisa que no brasil você tem que trabalhar muito nem sabe você não consegue sair o brasil trabalha muito mas não tem que ganhar muito tem muita oportunidade aqui é o país das oportunidades que é você que você tem que querer atingir as suas oportunidades

Também concordo, tem que ter foco, saber o que quer. E traçar seu plano. Entendeu? Aqui é difícil, aqui, você vê, tem muito casal que vem junto e se separa. Entendeu? Mas aqui não. Aqui você tem que ser união. Você tem que saber que você vai passar perrengue, mas você vai ter, sabe? Você tem que, o perrengue você vai passar, você tem que passar pelaquela aprovação e você passa pela aprovação e você vai crescendo, vai crescendo, vai crescendo.

É isso aí. E qual que é o Instagram lá dela? Eu vou deixar tudo aqui pra vocês, bonitinho. Ela não veio fazer propaganda, viu, gente? É porque eu gostei bastante dela, então eu vou dar... Vou dar esse... É uma mata que fala? É. É que a gente vem e fala umas coisas, né? Vou dar essa mural pra ela. Qual que é o Instagram lá teu?

O meu Instagram, o meu Instagram que eu uso é anapaulacurado1 e também tem o radianaesthetics.wellness, que é o da clínica. Vocês não vão saber escrever isso aí. Então, anapaulacurado.1. Isso, vai lá anapaulacurado.1, mas eu vou deixar tudo anotadinho aqui pra vocês na descrição, onde você estiver vendo ou ouvindo a gente. Muito obrigado, Paula. Adorei conhecer você. Igual, obrigada pela oportunidade.

Detetive Curado está convidado, viu? Vamos ver se você vem contar umas mentiras aí pra galera. Beijo, obrigado. Tchau, gente. Tchau.

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