EUA - visto negado, plano frustrado, fui enganada por advogado
Angela Gonzalez saiu de Joinville (SC) com o marido para tentar realizar o sonho americano. A primeira tentativa foi com visto de estudante em 2015, morando na Flórida. Mas o que parecia ser o começo de uma nova vida virou frustração após um visto negado por falha do advogado. Com recursos limitados e sem rumo, decidiram recomeçar no Canadá. Durante os seis anos em Toronto, Angela passou por tudo: morou em porão, enfrentou o frio, trabalhou com faxina e só depois conquistou espaço profissional. Mesmo com a vida estabilizada e a cidadania canadense, o sonho dos EUA ainda pulsava. Até que seu marido foi contratado por uma empresa americana e, após um longo processo, conseguiram se mudar legalmente para a Califórnia em 2023. Hoje, Angela vive em Irvine, trabalha como professora assistente e compartilha nas redes sociais a rotina real de uma imigrante. A história dela é sobre insistência, adaptação, escolhas difíceis e a fé de que o caminho certo pode demorar, mas chega — se você estiver disposto a pagar o preço com planejamento e verdade. Contato Instagram: https://www.instagram.com/angela.gonzallez ≡≡≡≡≡≡ Transforme seu sonho americano em realidade com o melhor curso sobre imigração legal. Descubra como conquistar sua nova vida nos EUA com apoio completo e suporte via WhatsApp 24h. Comece sua jornada aqui → https://www.construindoosonhoamericano.com ≡≡≡≡≡≡ Empresas patrocinadoras que você certamente precisará nos EUA https://canalperguntas.com/patrocinadores Paulo Paternes / Canal Perguntas Orlando, Flórida, EUA Copyright © Todos os direitos reservados. #amigosnoseua #vidanoseua #podcast
- Sonhos e Aspiracoes PessoaisFrustração com visto negado · Mudança para o Canadá · Adaptação na Califórnia
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- Mudança para a CalifórniaContratação por empresa americana · Custo de vida na Califórnia
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Fala aí, galera. Beleza? A Paula está falando ao vivo, diretamente de Orlando, Flórida, Estados Unidos, para mais um bate-papo com você. E hoje não vou falar muito, porque a Angela não tem muito tempo. Bem-vinda, Angela. Olá, tudo bem? Tudo bem. Angela, de onde você era do Brasil, o que você fazia e por que você decidiu vir para os Estados Unidos? Então, bora lá.
Eu sou a Angela, eu morava em Joinville, Santa Catarina, sou do sul do Brasil, e desde 2009 eu tenho o sonho de ver morar nos Estados Unidos. Então, assim, faz muitos anos já que eu estou aí nessa lida. E aí, o que aconteceu? O que você estava... Você é casada, solteira, e o que deu claro no Brasil e você resolveu vir?
Então, lá no Brasil, eu conheci o meu namorado em 2009, e tanto eu quanto ele a gente sonhava de ver para os Estados Unidos, a gente tinha esse sonho, essa vontade, só que a gente nem conhecia ainda, a gente nunca tinha vindo para cá, e lá eu estava, eu me formei, eu sou designer, ele é formado em sistemas de informação, ele trabalhava com o que ele trabalha ainda, né? E aí a gente tinha esse sonho, e daí a gente resolveu vir para os Estados Unidos a primeira vez em 2010, a gente juntou um milhão.
Pra conhecer. Pra passear pra conhecer. E aí a gente veio pra cá e ficou assim, uau, deslumbrado, né? Onde você é pra cá? Quando você fala pra cá, vocês vieram pra onde? A gente foi pra Flórida. Ah, vocês vieram pra Flórida? Pra onde eu estou? Porque você não tá na Flórida, né? Agora eu não tô na Flórida. Eu tô na Califórnia. Então, daí vocês ficaram quanto tempo aqui na Flórida?
E daí a gente foi para passear, a gente ficou um mês, foi nos parques, fez muitas compras. Aquele negócio brasileiro, né? Vai para comprar bastante, para trazer para o Brasil, para usar o ano inteiro, e era isso. E aí, voltaram para o Brasil.
Voltamos para o Brasil, para os nossos trabalhos, normal, mas sempre com aquele sonho na cabeça, nossa senhora, como a gente pode fazer para ir para lá? Seguindo muita gente, não tinha muita gente na época, mas a gente já fuçava no YouTube, de pessoas que já moravam aqui nos Estados Unidos, só que sempre por conta própria, sabe? A gente sempre pesquisou muito por conta própria, mas ia levando a vida, né? Tinha vontade. E é o que você veio?
A gente veio em 2010 a primeira vez e a segunda a gente veio em 2014. Para morar foi em 2014? Não, para morar a gente veio em 2015. Mas tem muita água aí para rolar ainda. O que aconteceu em 2014? Porque em 2014 foi quando começou o canal Perguntas. Pois é, e eu te sigo desde aquela época já, de tanto que a gente falava aí na internet. Eu já sou uma seguidora de ó. Nossa, linda, obrigada, muito obrigado. E aí o que aconteceu? Vocês vieram em 2014.
a gente veio de novo para passear, e a gente tomou a decisão, não, a gente precisa vir morar aqui, porque esse país aqui, né, muito barato, as coisas funcionam, a educação, a limpeza, e aí a gente voltou para o Brasil em 2014, meu marido era diretor técnico de uma empresa, a gente tinha apartamento, a gente tinha tudo, estava estabilizado, e vendeu tudo. E a filha? Não, a gente ainda não tinha filhos na época, era só eu e ele, o que facilitou um pouco também, né? Sim.
mas a gente resolveu tomar essa decisão e a gente pegou o visto de turista. De turista não, desculpa, de estudante. Pegaram o visto de estudante, visto na mão, venderam tudo. Tudo, tudinho. Nossa, deu até uma tristeza que a gente tinha um apartamento bem montadinho lá, sabe? Mas a gente pensou assim, se a gente realmente quer tomar essa decisão, a gente precisa fazer isso. E aí, quando vocês escolheram a escola, vocês já escolheram na Califórnia ou vocês vieram para a Flórida primeiro?
A gente foi para a Flórida primeiro, porque a gente já conhecia a Flórida e gostava bastante da Flórida, né? Então calma, calma, daí 2015, pum, veio. Fomos de mala e cunha. Para onde na Flórida? Para o que é o sonho? Para onde na Flórida? A gente foi para Fort Myers, fica no bolso do México. E por que Fort Myers? Por quê? Porque eu tenho um irmão que mora aí também. Ah, ele já morava aqui.
já morava, ele mora aí, então a gente ia visitar ele e também passear, né? Turistar, e aí foi um pouco uma mão na roda, né? Por já ter ele aí. Então facilitou isso. Ele ia praticar na casa dele. Isso, ficamos um tempinho na casa dele. E aí a gente, como a gente tinha vendido o nosso apartamento no Brasil, na época, a gente tinha um dinheiro e acabou até comprando um apartamento aí na Flórida. Na época... Foi um bom negócio ou foi um bom negócio?
Foi um ótimo negócio, porque na época os preços aí estavam baixos, né? Era lá para 2015, ainda por causa daquela recessão que teve em 2008, os apartamentos estavam muito baratos, né? E aí a gente comprou, reformou o apartamento, comprou por 70 mil dólares o apartamento. Nossa! Reformou ele, todinho ficou bem legal.
E aí a gente estava aí, como estudante, só que também não é tão fácil viver como estudante, porque você não tem um work permit, você tem que ser... Quando vocês chegaram, você que foi estudar, com certeza, o teu marido. Foi meu marido. Mentira, é? Geralmente é a esposa que vai estudar. Não, foi ele. Ele fez o curso de inglês. E aí tu foi para a faxina na Braba.
É, a gente estava aí se virando. A gente tinha um dinheiro extra, reserva também, que a gente trouxe do Brasil, ainda bem. Mas a gente queria mesmo é que ele conseguisse um trabalho, né? Conseguisse uma empresa que aplicasse para o visto de trabalho para ele. Então, ele fez diversas entrevistas enquanto a gente estava aí. Ele até foi fazer uma entrevista na Amazon, em Seattle. Eles pagaram tudo para ele, passagem. Ele chegou na última entrevista.
bateu na trave só que na última entrevista ele não passou e aí ele vai fazer o quê para trabalhar na área dele de tem é e aí não deu certo né mas a gente ainda tinha um plano B né que a gente tava pensando em abrir um negócio também nos Estados Unidos porque o meu marido ele tem a cidadania
E aí a gente tinha essa chance de aplicar para um visto E2, que é para quem tem cidadanias de certos países, não é? Não no Brasil, infelizmente no Brasil não se impaga.
E aí você podia abrir um negócio, né? Não tinha um valor determinado, podia ser 50 mil, 100 mil, não tinha um valor estipulado para você poder abrir esse negócio. E a gente pensou, por que não, né? Se a gente quer ficar aqui, a gente tem essa possibilidade, vamos tentar. Aí na época a gente, isso já foi em 2016, né? A gente chegou em 2015, em 2016. A gente trabalhou em 2015. Oi? Em que mês você chegou de 2015? Chegamos em...
setembro? Acho que foi setembro de 2015. Ficaram com o teu marido, ou com o teu, desculpa, com o teu irmão até quando? Ah, por uns cinco meses, mais ou menos. Cinco, seis meses no máximo. E aí a gente comprou o apartamento, foi morar nele. Ah, moraram nele. Em 2016 a gente ficou no nosso apartamento. Bom que não pagaram o alugrão. O que aconteceu em 2016? E aí em 2016 a gente começou a planejar, né? Essa companhia, a gente contratou um advogado brasileiro.
E aí estava tudo certo, não tinha por que dar errado, estava tudo tranquilo e a gente foi para o Brasil para tirar o visto, para fazer o visto E2. E que negócio que vocês abriram? Porque para o E2 você tem que primeiro investir o dinheiro para depois pedir o visto.
Exatamente, é isso aí. A gente tinha tudo, o office já alugado, a gente tinha carro, a gente tinha o maquinário comprado, era uma empresa de... Não é demolição, é renovação. Fala aqui renovação, né? Decoração, renovação, porque eu sou designer, eu já trabalhava com isso no Brasil.
e a gente tinha essa essa vontade também meu marido também e tava tudo certo não tinha porque dar errado aí a gente foi para o Brasil fazer entrevista no final de 2016 e é foi negado visto e a gente ficou assim meu Deus que que a gente vai fazer agora e depois a gente foi ver que foi por algumas coisas que o advogado não fez corretamente a gente viu depois tudo né a gente precisa dar o governo quiser mas era advogado da onde
Ele trabalha aí na Flórida. É um monte de... Em Orlando, lá em Fort Myers, onde... Não, acho que ele está em Miami. Mas não posso dar o nome, né?
Aham, aí depois você me fala no office só para eu saber. É, tá bom. E aí a gente ficou sem chão, porque é um sonho, né? Você gastou tempo, muito dinheiro para dar errado. E depois ele simplesmente largou a gente, assim, como não foi culpa minha. Foi, a gente viu o processo. Tinha várias coisas erradas. Mas enfim, a gente ficou sem chão nessa época, a gente não sabia o que fazer.
E por culpa nossa, eu acho que a gente poderia ter feito diferente, sabe? Talvez contratado um outro advogado, ou talvez voltado, porque daí a gente não sabia se voltava para os Estados Unidos ou não. A gente ficou sem chão. A gente pensou, será que os Estados Unidos não querem a gente? Será que é um sinal de Deus? A gente fica pensando um monte de coisa, né?
Estava pensando um monte de coisa. E era bem também na época que o Trump estava entrando, no primeiro mandato dele. E a gente pensou, será que a gente vai para lá? Ele vai acabar cortando várias coisas aí? Porque a gente tinha o visto de estudante. A gente podia ter voltado, estava tudo certo. O nosso visto não foi revogado. Meu marido podia, sei lá, fazer uma pós, um mestrado. Que era o que a gente deveria ter feito, né? Apesar que custa também bastante. Mas aí a gente pensou, por que a gente não vai para o Canadá?
tudo aqui com um monte de aluguel de aluguel de escritório maquinário o teu apartamento não meu marido voltou daí para fazer para vender tudo ele voltou sozinho eu fiquei no Brasil ele voltou para fazer de tudo pensa ele disse que foi a pior coisa que ele fez na vida dele ele foi ele tinha ânsia de vômito assim sabe ele passou até mal a vida para tudo que você me colocou aqui cara ainda bem que o seu apartamento eu ia ter perdido tudo
Sim, não, e ainda bem que a gente ganhou ainda um dinheiro astra com a venda desse apartamento, porque a gente reformou ele todo. E quando a gente vendeu, a gente vendeu por 110 mil, a gente comprou por 70. Então, ainda ganhou um dinheirinho aí para pagar os custos que a gente simplesmente perdeu. Aí ele foi, vendeu as coisas. Você tinha onde ficar no Brasil ou não? Vocês tiveram que alugar alguma coisa, foi por causa da mãe.
Não, fui para a casa da mãe, dos meus pais. Graças a Deus que tem meus pais e eles acolheram a gente. Nossa, senão a gente não teria nem onde ficar, né? Mas fiquei na casa dos meus pais, enquanto ele foi. E aí ele voltou, né? Lá por fevereiro, março. E aí a gente... O que a gente vai fazer agora? A gente volta para os Estados Unidos? Vai para a Austrália? Vai para o Canadá? Engraçado, né? Tipo assim, quando você sai do Brasil, é difícil para você voltar e morar no Brasil novamente?
Muito difícil. A gente não queria mais ficar no Brasil. Não tinha nem chance. Por isso que a gente resolveu pesquisar outros países. E aí, você chegou a qual conclusão? Foram para onde?
E aí a gente viu que na época, não sei como está hoje, né? O Canadá era muito mais fácil para você ir, virar residente. O cônjuge podia trabalhar se a esposa ou o marido estivesse estudando. Podia os dois, na verdade, trabalhar, né? Então a gente pensava, por que não? Vamos tentar lá, né? Vamos ver como é que vai ser. Pertinho dos Estados Unidos deve ser parecido.
E lá fomos nós. Meu marido foi fazer uma especialização. E eu podia trabalhar. Eu tinha o work permit. Ele também trabalhava meio período. Então a gente conseguia se virar muito bem lá. De Toronto, para onde? Para o Canadá? Qual cidade? A gente foi para Toronto. Toronto fala inglês, né? Fala inglês. Quebec fala francês. Quebec fala francês. É o único estado que fala francês. E aí? Que é frio pra caramba em Toronto.
Muito frio. Eu pensei, ah, é frio, mas a gente acostuma, né? Ah, só do sul mesmo você pensou, né? Eu estou acostumado com o frio. Não, não sei. O pessoal não sabe que é frio. O problema nem é o frio, eu acho que é o período que dura o frio, porque dura vários meses, tipo seis, sete meses. E isso incomoda, né? Fica muito cinza a maior parte do ano. E para mim já não... Eu gosto muito. Ah, é calor.
Só que assim, dentro de casa você não passa frio, né? Dentro de casa é tudo aquecido, nos lugares é tranquilo. Mas começamos do zero lá também. E não foi fácil, sabe? No começo a gente passou muito perrengue. A gente alugou o basement da casa de uma pessoa. Basement é o porão. Porão, uhum.
Foi o que a gente conseguiu, porque a gente não tinha crédito score lá, ninguém conhecia a gente. Foi um perrengue da peste. E ficaram quanto tempo no Canadá? A gente ficou seis anos lá. Uma coisa que era para durar pouco tempo se prolongou por seis anos. E durante esses seis anos, o que vocês fizeram?
Então, meu marido estudou, se formou, ele sempre trabalhou na área dele lá, graças a Deus. A pontuação, a gente, para você emigrar para o Canadá federal, é por pontuação para você virar residente. Então, se você tem certos requisitos, por exemplo, se você sabe falar inglês, se você já trabalha lá, você vai ganhando vários pontos.
Então, depois de uns dois anos, mais ou menos, a gente tinha esses pontos, né? E a gente aplicou para residência permanente. E a gente virou residente. No início, eu trabalhava como cleaner lá, porque eu não tinha inglês. Depois eu consegui... E a presidência toda é igual aqui nos Estados Unidos ou não? É bem parecido. A limpeza toda é bem parecida. É bem parecido, mas eu acho que lá vai muita gente já assim que consegue a residência.
Às vezes já consegue do Brasil, já vai com a residência para lá, porque já tem aquela pontuação.
É, e aí... Mas a gente foi fazendo a vida lá, sabe? A gente chegou em quatro malas e no final a gente já tinha uma casa lá. A gente conseguiu comprar a nossa casa. Que legal. Estava bem estabilizado. Miravidei lá, tenho uma filha canadense. O que aconteceu que você resolveu sair do Canadá? Pois é, mas o sonho nunca morreu, né?
Até a gente também decidiu ir para o Canadá por conta de que quando você vira cidadão canadense, você pode aplicar para o TN, que é uma permissão que você ganha para vir trabalhar nos Estados Unidos. Então, assim, não é um visto, é uma permissão, é muito mais fácil para você vir morar nos Estados Unidos e trabalhar aqui legalmente. Então, essa também era uma das nossas ideias.
Mas acabou que o meu marido estava procurando trabalho numa empresa americana, para justamente conseguir vir para cá transferido. E aí ele conseguiu lá por 2012. Ele fez entrevista. Não, que 12, menina? 12 não. 22, talvez. 2022. Estou lá no passado. Mas enfim, ele conseguiu. Ele passou na entrevista. E aí ele começou a trabalhar para uma empresa americana. Lá no trabalho.
Lá do Canadá. E aí ele falou que ele gostaria de futuramente ser transferido para os Estados Unidos. E eles aceitaram. Só que para ser transferido, você precisava ter pelo menos um ano já de trabalho na empresa. E aí foi o que ele fez. A gente ficou lá por mais um ano. E aí a gente conseguiu ser transferido com visto L. L1 e eu L2. Que é o transferência de executivo, no caso, que eles falam. Ou de funcionário especializado.
a empresa é na Califórnia exatamente a empresa dele é da Califórnia por isso que a gente veio para cá e ele faz o que exatamente na área de que aí é na área de ele é devops engineer o engenheiro devops é que assim eu não sei explicar porque eu não sou da área mas ele meio que desenvolvimento isso nessa área aí e aí você aí você chegou Califórnia que lugar da na Califórnia gigante
Então, novamente, lá vai nós vender tudo de volta. Eu acho que a gente já recomeçou umas três, quatro vezes da vida. E a casa no Canadá, vendeu? Conseguiu vender?
A gente vendeu antes de vir para cá, porque foi aquela época do Covid ali que deu um boom também, né? Preços das casas, tanto lá quanto aqui. Então a gente comprou a casa no começo do Covid e daí no final já tinha uma valorização. E a gente pensou, vamos vender porque eu acho que vai começar a cair. E foi o que aconteceu, né? Está caindo bastante lá, principalmente, aqui eu não estou por dentro. E aí a gente vendeu tudo lá. Viemos de novo, alugamos um hall.
E o Hall, aqueles mini containers que trouxe algumas coisas. E o Hall, para quem não sabe aqui, que é um caminhãozinho. Isso. E aí viemos para a Califórnia. Foram para a Califórnia dirigir, não? Não, porque a gente alugou um mini container.
Ah, aqueles pods, acho que tinha uma pod, alguma coisa assim. Isso. Agora eles colocam na frente da sua casa, você enche tudo, depois no caminhão pega e leva. É isso ou não? O caminhão pega e leva e vem trazendo o endereço de onde você está morando. Isso aí. Isso, a empresa paga tudo ou é conta de vocês? Por conta de vocês? Ou é por nossa conta. Então depende do teu acordo que tu fez com a empresa. Tem empresas que pagam. Eu conheço uma família que está aqui que a empresa pagou tudo para eles. Eu ia para cá. No nosso caso, a gente bancou, né?
E você está onde, na Califórnia? Estou em Irvine, que fica uma hora de Los Angeles. Irvine? Irvine, isso. Está no sul. E me conta, e aí vocês chegaram, vocês foram antes para alugar uma casa, um apartamento, alguma coisa, ou não?
Não, a gente nunca tinha vindo para cá antes. Eu imaginava como seria. É um clima parecido com a Flórida e tal. E me surpreendeu aqui. Eu estou gostando bastante. Você está gostando? Isso que eu ia perguntar. Porque a Califórnia é bem diferente dos Estados Unidos, digamos assim. É, eu estou gostando bastante. Aqui é bem bonito. Principalmente essa região de Orange County, que são um grupo de cidades onde a gente mora.
É bem bonito, é bem organizado também. Acho parecido com a Flórida também. Só que aqui tem montanhas, né? Tem deserto. Você vai para a montanha, tem neve. Você trabalha com a gente. Uma hora da praia e uma hora da neve, da montanha. Da praia eu estou uns 20 minutos. Você está perto, então? Bem perto. E da montanha, uma hora e meia. Da montanha, uma hora e meia? Uma hora e meia. Do deserto, uma hora e meia também.
É muito louco, né? É muito louco. Você pode ter tudo isso em um dia. É muito massa. É bem legal. Vale a pena conhecer a Califórnia. E como fazer o custo de vida para as pessoas entenderem que a Califórnia não era? Agora eu não sei, porque depois que a Califórnia está bem... Mudou muito a Califórnia, não sei como estão os preços, mas geralmente os preços para moradia na Califórnia são muito caros. Hoje você mora apartamento ou casa hoje?
A gente mora num apartamento de dois quartos. Dois quartos. A gente paga hoje aqui 3.100 dólares. Uau, 3.100 no apartamento, tá? Exato. Custo de vida aqui, eu acho que é um dos mais caros dos Estados Unidos. Principalmente moradia. Para comprar casa aqui, é difícil. Porque uma townhouse, por exemplo, aqui, é em torno de um milhão ou um milhão e meio. Nossa, que caro.
É muito caro, apartamento, 500, 600 mil, então assim, moradia, o custo de vida é o que pesa aqui. Gasolina também é outro fator que é mais caro do que os outros estados. No galão. Aqui acho que está 4, 4 dólares mais ou menos. Aqui está 3, aqui em Orlando. Exato.
Eu acho que comida até que está mais ou menos parelho aí. Vamos fazer, até para fazer uma comparação, quanto que vocês gastam de qualidade do teu filho ou filha? A minha filha tem quatro anos. Ainda não come muito. Quanto que vocês gastam de comida? Uns 700, 800 por mês, uns 800. Vamos colocar 800 para nível de conta. Luz. A luz é uns 100, mais ou menos. Barato. Nossa, só isso? Aham, só. 100 dólares.
aí é mais caro é aquela eu acho bem cara e aqui depende do tamanho da casa depende da época do ano tem várias coisas a água é incluído né a água não tá incluído aqui a água nem lixo nem esgoto vai dar mais ou menos uns 75 por mês esses três juntos eu tô marcando pessoal que é para vocês entenderem quando você entrou você precisou da depósito essas coisas ou não a gente deu o primeiro lugar
Aqui. Uma fatia triste. Já é 6.500, quase logo de cara, assim, para ligar. Eu acho que aí também é assim, né? Quando entra na... É, depende, pode ser até mais. Depende do teu visto, depende dos teus status migratórios. Depende de onde você vai, é bem diferente. É bem diferente, não. Depende. E carro? Vocês compraram carro quando chegaram aí?
A gente comprou um carro, daí a gente vendeu nosso carro lá no Canadá, daí a gente pensou, vamos comprar um carro à vista? Para não ficar com essa preocupação de parcela por mês? Então a gente já quitou o carro e comprou um carro à vista. A gente tem uma Mercedes. E foi uma boa compra? Foi, foi uma boa compra. A gente pagou nela, acho que foi 38 mil, é uma SUV. Olha o que é agora. Deu branco.
Ah tá mas 38 mil não não é um carro pequeno é uma SUV grande né é uma SUV grande mas é cinco lugares não é de 7. Tá aí seguro aí é caro aqui o meu seguro é caro aqui na Flórida segundo carro você sabe segura que eu acho que estão 120 por mês mais ou menos muito diferente daqui não é não a gente não acha caro
Que trabalho você é? Bom, teu marido, ele continua nessa empresa ou não? Continua na empresa, é. Nem dois anos, nem dois anos aí, então. A gente chegou em outubro de 2023, então a gente vai fazer dois anos esse ano. Vai fazer dois anos agora. Colocou tua filhinha na escola ou ainda não? Ela vai, ela vai para uma escolinha, ela começou no passado, inclusive eu trabalho na escolinha, que ela vai também, eu sou professora lá, assistente. Ah, legal!
Sim, eu comecei trabalhando no passado, tem um ano já que eu trabalho lá. E nunca trabalhei nessa área antes. Simplesmente perguntei se eles estavam precisando de ajuda de alguém para trabalhar. E eles, não, sim, Angela. Se você quiser trabalhar aqui, a gente está precisando.
conversando com eles mesmo. Você começou de substituto e depois ficou professora efetiva? Eu comecei meio que ajudando duas salas, e agora estou em uma sala só como professora assistente, eu e outra professora. E você ajuda com qual idade das crianças? Eles têm entre um e dois anos.
Ah, porque eu fiz isso. É que daí, quando... Depende da idade da criança, precisa de mais professora, né? Entre um e dois anos, precisa de duas professoras para oito crianças na sala. A partir de dois anos, é uma professora para até doze crianças.
Deixa eu fazer agora umas perguntas meio que polêmicas. Como que está os Estados Unidos, ou melhor, como que está a Califórnia agora? Era Trump, e aí tem gente que sabe que a comunidade hispânica, na hispana, aí na Califórnia, é a maior que tem, tem muitos hispanos aí, principalmente nessa área de Los Angeles.
Muito mexicano, muito mexicano aqui. É, o que se fala na escola? O que você vê que está acontecendo? Está acontecendo alguma coisa ou não? É muita mídia. Aqui não estou vendo nada, assim, está bem tranquilo. Ninguém comenta sobre nada do ICE, nem nada disso, como eu estou vendo em outros estados acontecendo, principalmente Massachusetts. Aqui nunca vi ninguém falando sobre isso, está bem tranquilo. Portanto...
A questão de polícia na rua não aumentou. O Estado continua igual. Desde que eu cheguei até agora, não vi nenhuma mudança.
Uma coisa que eu nunca morei na Califórnia, eu conheço alguns lugares na Califórnia, me falaram que aí tem muito imposto. Então, por exemplo, se você ganha X por hora, você fica com, tipo, 55%, 60% do teu... É isso mesmo? Em torno de 40% vai para imposto?
É, porque aqui tem o imposto federal e o estadual, né? Que na Flórida só tem, acho que o federal. O federal tem a Flórida, sim. Então, é, realmente. E aí, quanto mais você ganha, mais você vai pagando de imposto. O imposto aqui é um pouco mais alto. E é uma média, quando você vê o teu cheque, que você trabalha legalmente. Então, quando você vê o teu cheque, depois do desconto, tudo, é tipo ridículo ou nem tanto? Não, nem tanto. É menos do que no Brasil. Eu lembro que no Brasil era mais imposto.
que eu pagava aqui não é não é tanto não acho que e também é bem menos um Canadá no Canadá era bem mais imposto lá era bem mais mas o custo de vida aqui por pelo aluguel eu acho que é o que pesa bastante o resto nem tanto sabe comparado com a Flórida assim é bem parecido
Hoje, e a comunidade brasileira? Tem bastante brasileiros por aí? Você fez bastante amizade? São unidos? Não são? É igual na Flórida? É diferente? Como funciona?
Não é igual na Flórida, que a Flórida eu acho que não se compara em nenhum outro estado, né? Tem muito brasileiro aí. Orlando mesmo é só brasileiro. A gente vai nos parques, eu sou português. Mas aqui tem, sim, bastante brasileiros. Tanto que no meu condomínio tem dois ou três casais de brasileiros que moram aqui. Sempre estou encontrando brasileiros, fazendo amigos. Então, assim, os amigos, na verdade, viram a nossa família aqui fora.
É o que a gente, né? A gente chega acolhido, a gente vai fazendo amizades, se sente um pouco mais...
no Brasil, né, por falar português, por fazer churrasco juntos. Então, tem bastante brasileiro, sim, não se compara com a Flórida, mas você sempre encontra mercadinho, pessoas que fazem comida, que fazem coxinha, tem também. Não, tem mercadinho brasileiro ou não?
Tem o quê? Mercadinho brasileiro? Tem, mais para a banda de Los Angeles. Aqui na minha cidade, não. Mas vai indo mais para perto de Los Angeles, onde a concentração é maior, você encontra mais. Restaurante, tem um aqui perto de casa. Texas de Brasil. É uma cidade brasileira. A gente consegue ir a pé ali. Tem fogo de chão, tem duas aqui perto. Então, é legal porque acho que em qualquer lugar dos Estados Unidos vai ter comunidade brasileira.
Pra vocês, você acha que valeu a pena? Ah, sim. Eu acho que sim, com certeza. A gente não se arrepende. Eu acho que a única coisa que eu me arrependo é de talvez não ter vindo antes, lá em 2016. Qualquer idade, desculpa perguntar, você tem uma carinha de novinha. Eu não... Obrigada, mas eu tenho 37 já. Ah, novinha, você é. Vocês começaram cedo, vocês dois. É, a gente começou lá na Casa dos Lins, né? Eu tenho 20 anos.
É a primeira vez faz 10 anos atrás, né? 2015, que quando a gente veio tinha 27. Mas ainda estamos na batalha, hein, né? Estamos na luta ainda do green card agora. Não é fácil. Não veio o green card de vocês ainda? Não, a gente está no processo. A empresa do... Demorou 8 meses ou mais? Quanto tempo o advogado falou? Então, agora está demorando mais. Pós-Covid, parece que aumentou bastante o tempo de processamento. Agora está levando de 3 a 4 anos o EB2.
E não é o NW, é o EB2 normal, porque a empresa que está patrocinando para ele. E aí a gente está agora no processo do PERM. O L1, ele transformou no E2? Não, a gente ainda está com o L1, o L1 está válido, enquanto isso a gente está podendo trabalhar aqui, só que o EB2 está correndo já. A gente está no processo do PERM agora.
que não os Estados Unidos não achou um americano para contratar para fazer essa mesma função para esse processo para depois a gente demora realmente uns três anos e o L1 não vira o Green Card eu pensei que virava então é isso aí do L1 a gente consegue ir para o Green Card através do EB2 entendi entendi é tipo ficam efetivo eles fazem
O L1 é a transferência e faz o efetivo através do EB2. Só que daí, para a gente estar aqui, a gente precisa ter o nosso visto válido de trabalho, que é o L1, né? Se o Green Card não sair antes... ...de trabalho. E aí vocês vão renovando a autorização de trabalho. Isso, a gente pode ir renovando esse visto que a gente tem de trabalho até o Green Card sair. Isso mesmo. O teu marido está feliz na empresa em si?
Então, ele está feliz, sim. Porém, ele tem visto que ele tem recebido propostas melhores já de outra empresa. Ele está amarrado agora. Mas ele está amarrado agora, é isso mesmo. Ele já podia estar ganhando mais de salário, só que o que eles fazem? Eles sabem que ele não pode sair da empresa agora, então o salário dele está ali, sabe? Naquela faixa de valor que eles não estão aumentando.
Mas é isso, é o preço que a gente está pagando. É o preço, mas é melhor, pelo menos ele está trabalhando na área dele, vocês estão legais aí, tiveram que comprar, inventar, muitas pessoas acabam fazendo para conseguir se legalizar aqui, que não é fácil. Não é fácil, exatamente, é o que eu digo, a gente está nessa lida aí já tem quantos anos.
Sempre querendo vir para cá. E graças a Deus, a gente está aqui, está tudo certinho. Mas não foi fácil. A gente fez uma longa jornada. Ficou seis anos no Canadá. A gente fez, acho que o caminho mais longo. E a gente até se tornou cidadão canadense. Acho que eu não falei, né? Não, aí perde depois de abandono? Não, não perde. Se você só tem a residência, perderia. Que nem aqui, né? Depois de tanto tempo fora, se você passa, perde a residência. Mas virou cidadão, não perde mais.
E aí, só que viramos cidadãos estando aqui. Não, é legal que eu falo assim, o Canadá pode ter alguns defeitos, mas não é o pior lugar do mundo. Então, pior cenário, você sempre tem mais uma escolha, mais uma opção de escolha. Com certeza, a gente não voltaria mais para o Brasil. Se fosse para sair daqui hoje, a gente iria ou para o Canadá... Qual é a que o seu marido tem? Ele tem a espanhola.
E, meninas, então, Brasil, se você não pensa em voltar para o Brasil, você tem outras opções. Sim, exatamente. Temos outras opções para analisar, mas para o Brasil, provavelmente, não voltaríamos. Assim, nunca digo nunca, mas não está nos nossos planos. Mas estamos muito felizes aqui, graças a Deus. Deixa eu fazer uma pergunta. Eu não vou perguntar valor de salário, até mesmo porque não é problema meu e não me interessa, porque eu não tenho salário. Mas quando eles fazem essa transferência...
com o LI1, geralmente a quantia que ele paga tem que ser o suficiente para manter a casa, ou não. Então, por exemplo, se você deixar de trabalhar, claro que dá uma apertada, mas o que o teu marido ganha é o suficiente para, pelo menos, para o custo de vida, digamos, para sobreviver.
Sim, não, sim. Tanto que antes eu nem estava trabalhando, né? E ele já mantinha a casa com o salário dele, pagava todas as contas e tal. Porque tem que ter pelo menos um mínimo ali que eles têm que pagar, né? Para você, para provar para o governo que eles estão te transferindo. Não pode ser também abaixo de um certo valor. Óbvio que ele já poderia estar ganhando mais, mas assim, não é um salário ruim. Ainda mais que é TI, né? É um salário bom.
e consegue manter a gente aqui, graças a Deus também. E é por isso que eu também estou agora investindo mais meu tempo no Instagram, e tentando crescer. O que você está fazendo no Instagram? Me conta, porque o nosso tempo está aqui. Olha, no meu Instagram eu conto um pouco do nosso dia a dia, da vida, dicas, um pouco de humor, tem de tudo lá, né? Questão de preços também, eu mostro muito, eu gosto de mostrar. Questão de produto, mercado, eu sempre estou indo em lojas, e é bem legal, né?
Se vocês quiserem me seguir, já vai em Rágio. A Gila Gonzalez com dois L e Z, dois Zs e dois L. Vai lá, segue, dá uma força. E qual que é a dica que você daria para a gente terminar para as pessoas que estão pensando em vir para os Estados Unidos? Eu acho que assim, venha.
mas venha com os pés no chão, sabe? Pesquisa muito, vem para os Estados Unidos, mas pesquisa antes de vir para cá, onde você quer morar, qual é o custo de vida de onde você está indo. Conversa com um bom advogado de migração, dá um bom advogado que vai te dar as dicas certas para aplicar para o visto correto, porque tem vários tipos de vistos.
Agora está muito complicado hoje em dia. Não venho como turista, passa de status. Está cada vez mais difícil. Sei que no passado era diferente, mas hoje em dia não está tão tranquilo como era.
E junto o dinheiro, né? Vem com dinheiro extra aí, porque no início, aqui se gasta muito dinheiro. Você vai alugar, vai dois, três meses de aluguel, que não é barato. Você vai comprar um carro, vai lá, cinco, sete, dez mil dólares, né? Que é bom, às vezes, comprar um carrinho mais simples no começo. Mas já tem o carrinho, né? E é isso. Venha com o visto certo, se planeja bastante. Faz as coisas certas que no final dá certo. Certeza.
É isso aí, faça... Não tenha medo de trabalho, que oportunidades tem bastante. Você falou as coisas certinhas, faça a coisa certa, que mesmo parecendo que quando a gente está fazendo certo, parece que é tudo mais difícil, mas no final dá certo, né? É o preço, tudo é o preço, que nem... Se vieram pagar um preço de ir para o Canadá...
depois de perder praticamente, recomeçar, perder aqui nos Estados Unidos, foram para o Canadá, se sacrificaram, falando em 40 minutos, nós estamos aqui 35 minutos, conversando, ouvindo a Ângela. Ah, foi tudo muito...
fácil com certeza vocês vão entrar em contato com ela no Instagram fazer um milhão de perguntas né mas só ele sabe o que choraram incerteza insegurança Será que fizemos certo ou não vendemos tudo que nós tínhamos e agora e se não der certo aqui o dinheiro tá acabando com esse dinheiro não dá para comprar um outro apartamento no Brasil
Exatamente. Não é? Tipo assim, você sumiu, mas quantas noites, acredito, que você e teu marido falaram, cara, será que isso é o certo? Exatamente. Então, teu marido trabalhando, você olha para fora, aquela frio, aquela depressão, aquela tristeza, que não dá vontade de fazer nada.
Gente, quantas vezes que eu chorava, que eu falava, será que a gente tem que voltar para o Brasil? Não estou gostando daqui, mas a gente tinha um propósito, a gente tinha que continuar e no final deu certo. Graças a Deus, hoje em dia eu posso dizer que estou vivendo um sonho americano. E aí você vai melhorar mais, que ainda você vai conseguir o green card, você vai conseguir a cidadania americana. Alguém da sua família tem que vir para cá?
A sua mãe? Vim morar assim ou não? Só passear? Morar não, só passear. Eles vão passear aqui, mas para morar não.
Mas graças a Deus que vocês podem vir passear e ver a gente. E teu irmão, já conhece, já foi para a Califórnia, para a tua casa? Já, já. Ih, já veio para cá, ele gostou bastante. Ele falou, nossa, é muito bonito aqui, né? Não estava esperando por isso, mas ele gostou bastante.
E no final do ano a gente vai para Flórida para passar Natal com ele. Se vier para Orlando, me avisa que a gente grava lá no estúdio do Canal Perguntas. Beleza, daqui seis meses estamos aí, então. Então a gente vai te falando. Angela, muitíssimo obrigado. Parabéns por você. E eu tenho certeza que o teu marido conseguiu o que conseguiu e está conseguindo porque ele tem uma boa mulher do lado. Porque quando o casal... É muito importante o casal ter harmonia. E é muito difícil, gente.
A gente vê muitas separações, infelizmente, de quando o casal sai do Brasil para tentar uma vida fora, que não é fácil. São muitas coisas que a gente tem que abrir mão, são coisas, principalmente família, um vai ficar com mais saudade do que o outro, dá vontade de voltar para casa, você fala que fez tudo errado, dá um piripaque na cabeça que fala que vai voltar e acabou.
Não é verdade? Então é bem importante quando o casal está em sintonia, quando um está para baixo, o outro levanta, não, vamos, o outro está para baixo, fala, não, vamos, vai dar certo, calma, é uma fase. E é uma fase. E é difícil aqui...
É difícil no Canadá, é difícil no Brasil, e não importa o país que você esteja morando, é difícil. Mas a gente vive num mundo que não é simples. Claro que aqui, falando de poder de compra, nos Estados Unidos é muito melhor, mas mesmo para as pessoas que já estão legal aqui nos Estados Unidos, eles renunciam à família, renuncia a toda a estrutura de uma vida. No Brasil a gente cresce, a gente tem nossos amigos, a gente tem nossos amigos crescendo, tendo filhos.
Aquela pai, mãe, tia, avó, familiares que morrem, muitas vezes a gente não pode estar lá. Então, não pensa que é mais fácil para um do que para outro. É difícil para todo mundo, é um difícil diferente.
Claro que a gente sempre pensa que a dor no nosso sapato, que o nosso sapato é mais apertado do que o sapato do vizinho, mas a gente não sabe, até a gente calçar o sapato do vizinho. E isso o que é? Ter compaixão, entender, conversar. E uma coisa que eu percebi, que se vocês perceberam o que a Angela está falando, eles focaram neles, eles vieram com um propósito.
focário, não foi fofoca, não foi foi enganado pelo advogado que fez uma cagada no negócio deles, tá, foi, a gente tem que aprender a burrice nossa e a vida segue. Não adianta sentar chorando que você não faz nada, né? Exatamente. A gente tinha esse propósito.
Então é aí. Vamos trabalhar ainda, porque nós estamos... Vamos trabalhar. A gente trabalha, né? Daqui a pouco, tem pessoal. Vai lá, segue a Angela.gonzales com Z e dois L. E, Angela, quando você vier aqui, já está combinado, então, sua minha visa. Ótimo. Quando estiver chegando, para vocês virem aí. Com certeza. Com certeza.
Sem dúvidas. Foi um prazer estar lá com você hoje, Paulo. Muito obrigada e obrigada a todos vocês que estão assistindo aí a live. Legal, muito obrigado, pessoal. Não se esqueça, curta, compartilha e vai seguir também a Angela, que é uma gracinha de menina. Obrigada. Ela e o marido dela estão dando certo ainda. Vamos continuar dando certo porque eles estão focados e trabalhando. Deus quiser. Beijão, galera. Beijão. Tchau.
Construindo o Sonho Americano
Curso sobre imigração legal