Escritório de imigração nos EUA rebate denúncia sobre acusação de cliente
Após o depoimento de Thiago, que trouxe uma denúncia séria contra a empresa Divus Legal Group no Canal Perguntas, abrimos espaço para que a empresa também pudesse apresentar sua versão dos fatos. Neste vídeo, o representante Lucas Costa responde diretamente às alegações feitas, esclarecendo o posicionamento da empresa sobre o caso e explicando os procedimentos adotados durante o processo de legalização imigratória. Lucas rebate os principais pontos levantados por Thiago, como a suposta ausência de orientação sobre a entrevista de asilo, a não assinatura do formulário G-28, o bloqueio nas redes sociais e a acusação de abandono. Ele apresenta os registros internos da empresa, a metodologia de atendimento adotada com os clientes e reforça os limites da atuação consultiva para quem não é advogado licenciado nos EUA. O Canal Perguntas reitera seu compromisso com a imparcialidade e transparência, oferecendo espaço igual para ambas as partes. Nosso objetivo é garantir que os brasileiros tenham acesso à informação completa para tomarem decisões conscientes, especialmente em processos tão importantes como a legalização nos Estados Unidos. Vídeo da acusação do Thiago https://youtube.com/live/lrTtMo0XY1s Contato Instagram: https://www.instagram.com/lucashmcosta ≡≡≡≡≡≡ Transforme seu sonho americano em realidade com o melhor curso sobre imigração legal. Descubra como conquistar sua nova vida nos EUA com apoio completo e suporte via WhatsApp 24h. Comece sua jornada aqui → https://www.construindoosonhoamericano.com ≡≡≡≡≡≡ Empresas patrocinadoras que você certamente precisará nos EUA https://canalperguntas.com/patrocinadores Paulo Paternes / Canal Perguntas Orlando, Flórida, EUA Copyright © Todos os direitos reservados. #amigosnoseua #vidanoseua #podcast
- Denuncia contra Divus Legal GroupAcusações de Thiago · Resposta de Lucas Costa · Consultoria imigratória · Limitações legais da consultoria
- Imigração e AcolhimentoFormulário G-28 · Entrevista de asilo · Documentação necessária
- Imparcialidade do Canal Perguntas
Fala aí galera, beleza? O Paulo que tá falando ao vivo, diretamente de Orlando, Flórida. Eu mudei essa câmera de lado aqui, ó, e agora eu tô meio perdido, porque ela ficava aqui e eu falava aqui. Hoje eu resolvi mudar pra esse lado e agora eu tô meio perdidão.
Bem-vindo todo mundo. É o seguinte, gente, vocês sabem que aqui no canal Perguntas não é canal de denúncia, não é canal de polêmica, é um canal de história. Mas quando alguém vem aqui no canal Perguntas e conta uma história que a gente nunca sabe o que é, as pessoas não... elas às vezes querem falar, mas eu falo, não, deixa pra contar tua história lá na hora, ao vivo.
E aí tu conta o que você quiser. E eu não tô aqui pra julgar quem é certo, quem é errado, mas sempre que existe uma acusação contra uma pessoa, contra uma empresa, ou contra alguma coisa, eu sempre abro espaço para o outro lado contar a versão dele. E eu tô falando que um é certo ou que o outro é certo.
óbvio que eu tenho a minha opinião eu ouço os dois lados e tiro a minha própria conclusão, que sou uma pessoa inteligente uma pessoa que não fica em cima do muro eu tenho oposições mas e aqui nos Estados Unidos funciona assim, pra quem não sabe você pode ter a opinião que você quiser
Mas, se a pessoa não fez nada pra você diretamente, você não pode ficar falando. Então, por exemplo, se o Donald Trump... Eu posso falar assim, Donald Trump é feio pra caramba. Isso é opinião. Eu não posso falar que ele é bandido, porque ele nunca me roubou. Só pra vocês entenderem mais ou menos como funciona a lei aqui nos Estados Unidos. E a partir do momento que eu falo assim, estou ao vivo... Vivo!
O convidado, abrindo a boca, ele já me deu todos os direitos de imagem, de áudio e tudo. Não adianta depois falar, tira meu vídeo. Ou pedir para o meu gerente do YouTube tirar o vídeo, que ele não tira, porque já fizeram isso. Então as pessoas ficam decepcionadas, porque o vídeo não sai. Porque, como eu falei agora, nós estamos ao vivo, e é exatamente por isso que eu faço ao vivo, que é uma forma de me proteger.
Você não ia ficar colocando vídeo pra lá? Tira vídeo, coloca vídeo. Aqui no canal Perguntas, nós não tiramos e não removemos nenhum vídeo. A não ser se eu quiser, mas eu não faço. Tá bom? Porque se eu faço pra um, daí eu vou fazer pra outro. E aí já é uma outra coisa que acontece aqui nos Estados Unidos, que nós usamos um caso como exemplo pra poder conseguir outras coisas. Então é o seguinte, teve a história do menino...
que veio aqui, eu nem lembro agora o nome dele, para falar a verdade, eu acho que eu até anotei em algum lugar, e falou sobre uma empresa de vídeo, depoimento, denúncia, do Thiago, Thiago Quintz.
E aí vocês viram, ele falou da empresa, falou, falou, falou. E o dono da empresa entrou em contato com o canal Perguntas e falou, Paulo, posso contar o meu lado? E nós falamos, pode. E ele está aqui hoje, bem-vindo, Lucas. Obrigado, Paulo, obrigado mesmo. Muito obrigado pelo espaço aí.
Tamo junto, vamos lá. Então, o Thiago, você viu o vídeo inteiro? Sim, com certeza. E o Thiago denunciou praticamente que ele pagou, vocês parecem perderam o tempo de executar, depois ele pediu dinheiro de volta, fazendo uma longa história curta, ele falou que ele sofreu, que estava com câncer, aquela coisa toda, e ele queria o dinheiro dele de volta e vocês não deram, ele acabou arrumando outro advogado e falou que vocês são todos picareta.
Mais ou menos isso? Foi exatamente isso. E me fala, antes de a gente falar da empresa, me fala um pouquinho de você. Quanto tempo você mora nos Estados Unidos? O que você faz? Quanto tempo você tem essa empresa? Com certeza. Paulo, de novo, queria agradecer o espaço. Acredito que sempre, realmente sim, tem dois lados da história. A gente até tem na sua equipe de marketing, na empresa.
e até um certo aconselhamento jurídico a nível de empresa e não a nível dos clientes. A gente vai falar mais sobre isso, explicar sobre isso. E aí ficou aquele debate, né? O Lucas vai falar ou não, né? Eu sou uma pessoa que minha rede social, se alguém for acessar, vai ver que é fechada. Sou uma pessoa que hoje não me exponho muito.
Mas eu falei, cara, ficou algo... Se a gente fala muito de justiça, ficou algo meio injusto. Eu acho que é legal a gente trazer outros pontos, outro ponto de vista e trazer um pouco mais de fatos, né? Mais contexto para a história. Então, obrigado, obrigado pelo espaço. É muito importante. Quanto tempo você está aqui nos Estados Unidos? Há 13 anos. Então, eu estou há 13 anos nos Estados Unidos. A tua empresa é do que agora? Eu tenho várias empresas, né?
Mas a empresa do qual o Thiago veio falar aqui sobre chama Divus Legal Group. É uma empresa de consultoria imigratória.
E é legal adicionar o disclaimer, o E-R-N-O-R-A Law Firm, a gente não é uma empresa de advocacia e a gente deixa isso muito claro nos nossos canais de comunicação. Então a minha pergunta já... Uma empresa que não é de advocacia, ela pode dar consultoria, ela pode falar o que é melhor pra mim ou o que não é melhor pra mim a nível...
Legal, por exemplo? Não, não pode. Isso considera prática ilegal, né? Exercício ilegal da profissão de advocacia. E independente de qualquer lei mais nova da Flórida, como a HB 915, isso a nível nacional é contra a lei, né? Então o que vocês fazem exatamente?
A consultoria imigratória vai estar muito mais limitada, quando a gente não é uma law firm, na preparação de documentos. Você seria um document prepare e você também pode ser um paralegal, mas você não pode dar legal advice. Você não tem o poder e nem pode dar aconselhamento jurídico.
E isso tem que ser seguido, eu falo que hoje em dia a imigração, consultoria imigratória, são empresas que tem uma linha muito tênue, muito tênue mesmo, pra não passar da linha e fazer uma parte que daí é proibida por lei, que é o exercício ilegal da profissão de advocacia. Aquele ventilador tá te atrapalhando? Tá voando coisa? Você quer desligar? Ele pode desligar aqui. Tá tranquilo. Tá tranquilo? Tá tranquilo. E aqui a gente faz um negócio ao vivo aqui.
Então vamos fazer comigo O Thiago, ele bateu na tua porta Ele entrou em contato Como foi o contato dele com vocês? Vamos lá Ele nos consultou, até aqui numa linha do tempo Ele inicialmente Fala um pouquinho mais perto do microfone Ah, claro
Ou puxa o microfone aqui, você pode puxar aqui. Isso. Vamos lá. Quer mais um pouco do contexto da minha história ou não? Não, tua história, vamos... Vamos lá. Eu quero entender, eu já entendi mais ou menos o que você faz. É isso. Legal. Começou o seguinte, começou em dezembro, né? Eu fiz aqui uma linha do tempo pra gente ter uma referência. Tiago fala que viu um anúncio nosso em dia 18 de dezembro, pra ser mais específico, nas redes sociais.
Entrou em contato através do nosso canal, dos canais que a gente tem. E ele falou que ele queria uma reunião.
Então ele solicitou uma reunião, primeiro fizemos uma ligação para ele, depois ele pediu uma reunião para entender e contar um pouco da história dele. Ele já veio falando que ele tinha se consultado com alguns advogados e aí não é no nosso poder falar certo ou errado.
a gente está muito ali para o cliente, ele contrata a gente para executar um serviço. Então, seja no caso de um processo de EB1, de EB2, qual é que seja o processo, o nosso serviço limita a preparação dos documentos. Isso é muito importante, que é um dos fatores principais para não cruzar essa linha. Então, se eu ligar para qualquer um que entrar em contato com você...
Já tem que ter a ideia do que... Tem que ter uma base formada, porque eu falei, a gente não está ali para dar aconselhamento jurídico. E a gente, nos nossos canais, deixa isso muito claro. O que a gente chama de nossos consultores deixa isso muito claro. O que o consultor faz, então? O consultor pode falar com o cliente, conversar com o cliente, entender o que o cliente quer.
E o cliente fala, olha, eu quero, eu vi, hoje em dia, o cliente pesquisa muito, né? Então hoje o cliente pesquisa em média 18 horas sobre um processo de migração antes de entrar em contato, seja com o escritório de consultoria ou uma law firm. Então ele já vem muito...
Aí a base, né, ou a fonte que ele estudou não é a gente que vai julgar. Então ele já vem muito direcionado falando o que ele quer. E geralmente, principalmente no nosso caso, a gente vê muitos clientes que já vem com uma história gigante. Fala, olha, eu quero isso. Porque eles já vêm com as conclusões dele.
Então a gente tem muito cuidado com isso Acho que uma das áreas que hoje a gente mais gasta Paulo, sendo muito sincero A gente tem alguns escritórios aqui na Flora Que nos auxiliam com isso Que é o Holland, que é um escritório muito grande De compliance aqui, de Tampa e de Miami Greenberg Milhares de dólares com compliance Compliance por quê? Para justamente não cruzar essa linha muito tênue E a gente não quer ter problema
Com isso. Então, por que isso acontece? Porque diferente de outras áreas, como o business, você é obrigado a ter um advogado. A empresa não tem como se representar sem um advogado, ela não pode usar uma consultoria, ela não tem essa opção. Agora, na área da imigração, a nível federal, a imigração aceita o self-petitioner, e você pode ter um document prepared, ou um paralegal, isso é permitido nas leis de hoje. Então, só para as pessoas entenderem o que ele está falando, pelo que eu estou entendendo...
E você corrige se eu falo errado, tá? Ele tá falando assim, quando você é um self-petition, eles estão fazendo por você, mas você assina o que você fez, é isso? Ou que você teve ajuda? Exato, assina, os dois casos é assinado, tá? Porque por mais que não é um escritório de advocacia, tanto o peticionário, no caso do cliente do Tiago, ele assina.
como peticionário, inclusive responsabilizando pelas informações, porque a gente não dá aconselhamento jurídico, então, óbvio que as informações estão ali, são as informações que ele passa para a gente, né? A gente está transcrevendo aquilo. Se tiver alguma tradução, a gente é obrigado a assinar como intérprete também, e também assina como document prepare, tá? Então, existe a assinatura do Tiago, né?
Aí existe, ele tem que falar lá que não foi ele que preparou. E aí tem a assinatura do escritório também. Mas ele deve ter que falar, achando, não sou advogado, só uma pergunta que eu teria. Ele ou o teu cliente tem que assinar que ele leu tudo. Vocês dão tudo para eles lerem antes e assina. Eu li, entendi e estou aprovando todos esses documentos. Exato, exato. E quando a pessoa não fala inglês?
Aí ela usa o intérprete e a gente tem todas as informações dela em português. Quando um cliente fecha um processo com a gente, né? E hoje acontece muito, o pessoal não gosta muito de tocar nesse assunto, até algumas questões não gostam de tocar nesse assunto. Quando o cliente entra em contato, eu quero fazer um processo de asilo.
Não é a minha função, até porque não somos advogados, de julgar o caso da pessoa. A gente não tem nem capacidade para isso. O primeiro julgamento vem da imigração, mas o segundo vem do advogado e é algo que o bar, seja da Flórida ou de outro estado, requer. Então, hoje, quando um cliente fecha um processo desse, por exemplo, com a gente...
A gente envia um formulário para ele em português na língua dele, justamente para não... A gente pergunta se ele quer em inglês ou em português. Se ele quer em português, lá vai algumas... Vai todo... Basicamente as mesmas... Basicamente não. As mesmas perguntas que estão no formulário desse processo tem lá em português. E no final, ele tem que fazer um language acknowledgement, né? Que ele fala que ele está ciente. E também certificando que a gente...
Vai colocar as informações como ele nos enviou. E a gente faz isso também, é uma camada que através dessas empresas, desses escritórios de advocacia que prestam a consultoria de compliance para a gente, nos recomendou para que fique muito claro até onde vai a nossa atividade dentro de um processo como esse.
Entendi. Então vamos focar de novo aí no Thiago. Vamos lá. O que aconteceu? Desculpa, eu só tô tirando dúvida. Não, com certeza. Porque acredite ou não, em 11 anos de canal Perguntas, nenhum tipo de assessoria teve coragem de sentar aqui comigo, porque os caras, muitos, não tô falando todas, fazem coisas erradas, então eles sabem que eu vou fazer perguntas difíceis. Exato. E não é que é pergunta difícil, pra mim é uma pergunta simples.
Mas a resposta não seria correta. Isso é uma das coisas, tá? A gente vai aprofundar com certeza aqui, que me moveu muito para vir, tá? Só para... Eu acho que, assim, existe gaps hoje dentro, diria, da lei que permite isso. Se não permite isso, a gente não estaria fazendo. Mas, infelizmente, tem pessoas que se aproveitam disso. A gente recebe diariamente vários casos de clientes que passaram por outras consultorias.
E foram lesados, e vários lesados de forma muito absurda. Isso é ruim, isso denigra a imagem até mesmo do escritório, do Law Firm, do escritório de advogados. Eu acho que ainda mais aqui na cidade, a gente tem ótimos advogados brasileiros. E a gente não está aqui para tirar o lugar, e a gente não está aqui, legal deixar isso muito claro, para substituir.
Como eu falei, a gente não faz legal representation, né? A gente não pode fazer isso, a gente não dá legal advice. Então, por exemplo, tem uma pessoa que já aconteceu e acontece com a gente, olha, eu tô preso, a imigração pegou meu marido, por exemplo. A gente não pode fazer nada. A gente não tem nada que a gente possa fazer, isso é um caso de um advogado. Então, até uso como exemplo, né? No meu processo, meu advogado, acho que ele é até um sponsor, não sei como é.
O patrocinador, foi o doutor Walter Santos que fez o teu caso. Walter Santos fez meu processo.
processo. Qual o processo que você descobriu? Agora que você mencionou, eu vou perguntar. Qual o processo que você entrou? De casamento. De casamento. Eu tive outros processos, tive também EB, mas o que me legalizou realmente foi o... Eu sofri com imigração, mas sofri só até chegar até o doutor Walter Santos. Você falou assim, eu sofri tanto que agora eu vou fazer outro processo. Imagina.
Então, até chegar com o Walter Santos, fui muito bem atendido, meu processo ocorreu tudo bem. Então, seja pro doutor Walter Santos, mas como outros que eu conheço aqui em Orlando, hoje eu tive referência, tem o meu respeito, né? Então, eu acho que tem que ser um ambiente de respeito e mútuo, como eu deixo muito claro, a gente não tá aqui pra substituir, até porque eu diria que uma boa parte quando se fala de imigração, ainda mais quando fala defensiva, não pode ser feito por uma consultoria como a gente, por exemplo, né?
Então por que eu usaria uma consultoria e não um advogado?
Aí, essa é uma questão que realmente volta acabando ficando para o cliente. Os dois podem atuar, a gente é muito limitado do que a gente pode atuar comparado a um advogado. Como eu falei, tudo que entra muito mais defensivo, por exemplo, a gente não pode fazer. Então, vou te dar um exemplo. Se um cliente quer fazer a aplicação de um asilo. Para fazer a aplicação de um asilo, o cliente pode nos contratar a nossa assessoria, ou seja, nosso serviço de document prepare para fazer protocolar o asilo dele.
Mas para acompanhar o processo de asilo dele até o final, em corte, a gente não pode fazer isso. É ilegal, é exercício ilegal da profissão. A gente não pode, a gente tem que deixar isso muito claro quando a gente fecha com um cliente, por exemplo, de asilo. Até onde são as limitações, né? Vem na nossa cláusula, no nosso contrato, Service Limitations. Para deixar muito claro o que você está contratando, o que realmente, até onde a gente pode ir.
E isso tem que ser uma linha muito, isso tem que ser um jogo muito claro. Eu falo que é um jogo aberto.
Eu acredito que de repente, algumas outras... Até fiquei feliz em saber que nenhuma outra veio, nenhuma outra empresa de consultoria. E eu sempre prezei muito na minha empresa, sendo muito sincero com você, por nunca ter rabo preso. Eu já estou aqui há 13, 14 anos, fiquei lá 9 anos em Boston, trabalhei dentro de algumas grandes empresas, sempre aprendi o jeito americano de fazer, ou seja, faço certo, que você vai longe, não precisa dar jeitinho brasileiro. Então eu falo que hoje eu já tenho muito a perder.
Não quero ter problema nem com a justiça, nem com o FBI, que seja. Hoje a gente está lá no prédio que tem um escritório do FBI ali em downtown Orlando. Então não vale o meu sono isso. Eu sei que eu estou num negócio que o compliance tem que ser muito à risca, como eu falei. Porque é uma linha muito tênue entre o que a gente pode e o que a gente não pode. E vale a pena?
Olha, vendo e olhando o motivador, eu sou uma pessoa hoje muito movida por propósito, eu comecei isso porque eu sofri com imigração, como eu falei, graças a Deus cheguei no doutor Walter e tudo deu certo. Gastei muito dinheiro, e aí ao longo da minha jornada, como eu já falava inglês, era muito envolvido na igreja, fui ajudando pessoas da igreja, nunca tinha pensado nisso, como tocar um negócio como esse. E aí recentemente, há mais ou menos um ano e meio atrás,
Tive alguns conhecidos que perderam muito dinheiro e eu não tava sabendo disso. Amigos meus lá de Boston que, por incrível que pareça, pagaram 20 mil dólares pra fazer uma aplicação de asilo, tá? Eu não tô falando uma família gigante, não. Tô falando de duas pessoas, 20 mil dólares, fazer um processo. 20 mil dólares, acho que foi 20 mil dólares por pessoa.
E foi algo que eu falei, caraca, não pode, né? Então, existem, eu acho que independente da profissão, seja um advogado, seja uma consultoria, existe o mau caráter, a má intenção em qualquer mercado, em qualquer negócio, né? Então, eu vim muito mais com uma visão.
de conseguir trazer algo que realmente tenha qualidade. Mas para ter qualidade e não ter problema, eu invisto hoje muito em compliance para ter certeza que a gente está dentro do que a lei permite. Então vale a pena sim. Eu acho que é uma missão de impactar e a gente tem uma visão de ajudar, através da nossa empresa, 10 mil brasileiros nos próximos anos a se legalizar através da gente. Bem legal. Deixa eu só responder uma pergunta aqui. Você não falou direito o que você faz. O que é que você não deve ter entendido?
Ele ajuda a preparar os documentos para poder dar entrada com o processo, seja ele qual for. É isso que ele falou que a empresa dele faz. Vamos falar do Tiago. Eu já entendi o que você faz, entendi quem que é você. E você está fazendo isso, você falou que tem um ano, né? Um ano e pouco. Um ano, né? Nossa, parece que tem um ano. Tá, o que aconteceu com o Tiago? Ele entrou em contato e ele falou o quê?
Ele entrou em contato, ele já veio, como eu falei, ele mandou um texto pra gente, ele já tinha a opinião muito formada do que ele queria, ele pediu uma reunião, foi feita uma reunião com ele, depois, isso foi em dezembro, depois ele passou ali no final do ano, ele falou dia 28 aqui de dezembro, ele perguntou se ele podia iniciar o processo com apenas 500 dólares, que talvez os pais dele, a mãe dele também ia querer dar entrada no processo.
A gente falou que não era possível. Quando foi, virou o ano, né? Então já em 2025. Ele pede o endereço pra fazer uma visita pra gente, pessoalmente.
fornece o endereço, e aí no dia 23 ele fala, né, que ele e a família dele gostaria de seguir ali com o processo, que ele mesmo descreveu no vídeo que ele tava aqui de asilo, né, dele pra família em um 20, no dia 24, né, de janeiro tá, o Thiago liga pro nosso escritório, tá, e ele manda uma proposta, do qual a gente aceita e a gente começa Qual foi a proposta?
Proposta financeira. Ó. Aí de forma de pagamento, tá? Entendi. Do processo dele. A gente aceitou a proposta.
E no dia já 27, por que eu trouxe muito datado e com uma linha do tempo, tá, Paulo? Só para entender, porque um dos pontos que ele aborda no vídeo que ele teve aqui com você foi a falta de resposta ou a demora entre os atendimentos. Então, isso é o que eu prezo muito na minha empresa, por isso que eu fiz questão de trazer as coisas com nada. Então, o nosso atendimento ali no dia 27 de janeiro, já envio o contrato para ele por e-mail e por WhatsApp, tá?
Legal até me atentar aqui, quando a gente fala que a gente envia... Eu vou falar um pouco mais pra frente. Tá. O Tiago fala, nesse mesmo dia, tá? Que ele vai ler e assinar o contrato. E alguns minutos, 12 minutos, pra ser mais específico, após essa mensagem que ele envia pra gente, ele fala que após ler e revisar o contrato, ele solicita que a gente faça uma alteração na data do pagamento. Tá? Isso tudo de maneira escrita, tá? E a gente tem... A gente tem tudo muito documentado.
aqui, isso porque é o formato que a gente atua na empresa. Isso, como eu falei, para não cruzar aquelas linhas muito tênue. Nesse mesmo dia, a gente confirma que é possível a gente fazer essa alteração no contrato para ele, isso dia 27, e reenvia o contrato já ajustado para ele.
E aí ele fala que vai dar uma olhada e já assina. Então ele finaliza ali, dia 28, ele faz a assinatura ali, tá? Do contrato, nosso contrato. E aí, o que é o legal dessa parte? Da assinatura do contrato. Como eu falei, é uma linha muito tênue de onde a gente pode atuar, né?
Isso tudo tem que estar muito claro a todo momento. Então isso a gente está falando ali dia 28 de janeiro. Eu tenho aqui em minha mão a cópia do contrato que ele assinou, né? 28 de janeiro agora, de 2025? Exato, 2025. Então tem os dados dele, as informações dele pessoais. Acho que a câmera não pega aqui. A câmera não pega.
fala, né, preparação e filing, a gente deixa muito claro que a gente pode assistir ele em algumas dúvidas, mas fala as limitações. Então a primeira cláusula é Services Provider, ou seja, o serviço que a gente está prestando, e a segunda cláusula já é o Service Limitations, né? E pela lei a gente é obrigado a ter um disclaimer que deixa muito claro que a gente faz o que a gente não faz. Pela lei eu tenho que ter um disclaimer. Eu fui até um pouco além, isso é recomendação dos escritórios que nós assessoram, de ainda deixar em negrito.
dentro do contrato aqui, falando que
Isso que eu ia falar, para você falar em português. Com certeza. Vamos falar assim, a Divus Legal Group não é uma empresa de advocacia e ela não fornece conselho legal e nem representação. É representação, a pessoa precisa de uma corte de imigração, a gente não pode fazer isso.
Os serviços são limitados à preparação e o protocolamento, não sei a palavra, né? É protocolar com a imigração e facilitar a comunicação entre o cliente e as autoridades relevantes da imigração. Esse desagreamento não inclui representação legal em juízo, apoiados ou outros serviços que requer uma licença de ator.
Ou seja, esse contrato não inclui representação legal em corte, apelações ou nenhum outro serviço que requeira um advogado licenciado. Então, isso é... Sem falar em outras partes aqui que a gente fala sobre responsabilidade do cliente, tá? A gente fala no formato de pagamento que vai ser acordado, como ele vai ser pago, autorização de pagamento.
só dando os termos e o termination do contrato, como pode ser, até que momento ele pode cancelar o contrato, confidencialidade e o que a gente pode compartilhar de informação. Client Representations, ou seja, aqui explica um pouco sobre até onde ele pode ir e que realmente...
o que ele fala para a gente, a gente dessa mesma maneira reproduz nos formulários da imigração. Entire agreement. Essa cláusula aqui, 12, é muito importante. Eu, como eu falei, eu trabalhei em grandes empresas aqui já nos Estados Unidos. Na Califórnia, a gente já teve no banco que eu trabalhei, a gente teve alguns problemas com isso que chama language acknowledgement. O estado da Califórnia é conhecido como lawsuit state e lá a comunidade hispânica começou a falar que eles não entendiam o contrato.
Então, os bancos e algumas instituições foram obrigadas a ter essa cláusula, que fala o seguinte, que a parte, ela teve a oportunidade, que o contrato é escrito em inglês, e que ela tem a oportunidade de traduzir, de buscar qualquer opinião sobre o contrato antes que ela assine. Então, isso deixa muito claro aqui. E vocês fazem isso também? Você dá o contrato para a pessoa? A gente fornece o contrato? Não, a pessoa tem a responsabilidade de traduzir o contrato. Então, quando você fornece o contrato para ela,
Ela tem quanto tempo pra... A gente não estipula prazo. A gente envia pro e-mail dela. Ah, pro e-mail. É, e aí se em três dias ela não assina, a gente liga pra saber, olha, você tem interesse de continuar ou não, senão a gente cancela o contrato e tá tudo bem. E depois que envia, né, ainda mais porque é assinatura eletrônica hoje...
A gente pede uma etapa a mais, que é uma validação do IP com o e-mail pessoal da pessoa, para que gere um relatório desse aqui nessas empresas, que comprova que foi ela mesmo que assinou eletronicamente. Como falei, mais uma vez, visando a questão de compliance interna nossa. Então assim, a gente enviou o contrato, onde o contrato deixa muito claro tudo o que a gente faz.
Além de, por lei, a gente precisar ter o disclaimer, a gente faz questão de deixar isso em negrito, porque a gente não tem zero a intenção de esconder o que a gente faz ou se apresentar como uma coisa que a gente não pode. Então, assim, ele fechou com a gente em janeiro e ele assinou o contrato dia 28, como tem aqui nesses documentos que estão aqui comigo.
Me deixa fazer uma pergunta sobre quem que foi que fez o processo dele? Foi a tua empresa? Foi a minha empresa. E teve esse negócio que parece que ele falou que vocês perderam a data? Vamos chegar nesse ponto. Vamos chegar nesse ponto e eu vou acelerar. Ah, daqui, você desculpa. Não, não estou por essa não.
É porque eu pensei que você tinha terminado aí. Ah, não. Então, a gente continua avançando, né? No dia 28 mesmo, a gente manda esse formulário que eu falei, da nossa empresa, onde ele preenche todas as informações, assim como tem no formulário da migração.
No dia 24, ele pede pra ligar no nosso escritório, tá? E ele queria saber da possibilidade. Isso é algo que ele traz aqui. E depois que eu finalizar essa linha do tempo, eu vou aqui pro documento do que ele falou na live com você. Ele pede informação pra gente no dia 24 de fevereiro, que ele quer saber mais informações sobre um processo de GB3 pra namorada dele. Então isso foi uma solicitação dele pra nós, tá?
No dia 25, a gente informa ele, ou seja, um dia depois que o processo dele tinha sido protocolado. Pera rapidinho. Se você sair, vira para... Desculpa, gente, a gente está ao vivo aqui. Ele vai fazer um xizinho. Se você sair, vira para a esquerda para o Zé não ficar trancado. E lá no banheiro ele tem um código 62... Você tem o número? 627-BESTE? Tem. Então tá bom.
Desculpa, gente, é ao vivo aqui e não tem, aqui não tem borogodó aqui. A gente vai fazer um negócio, tô vendo que ele pegou uma aguinha, foi fazer um xixizinho ali fora. Falei, vai pra um cara deixar ele perdido e prendido lá fora. Desculpa, Thiago, vai lá. Marino. Vai lá. Não, eu sou o Lucas. Não, é o Lucas. Lucas, desculpa. Marino, marino. E aí no dia 25 a gente informa que o processo dele foi protocolado, foi enviado, tá?
No dia... E aí, isso fica um momento ali de silêncio. No dia 31 de março, ou seja, pouco mais de 30 dias depois, o nosso atendimento comunica ele que chegou a 797C, que é um documento da imigração, onde fala que eles receberam e foi protocolado o processo dele. Junto com isso, no mesmo dia, chega a...
uma outra carta, também uma 797, informando da biometria dele. Que de acordo com o tipo de processo que ele tem com a gente, é necessário fazer uma biometria. A gente comunica ele. Dia 21, e aí a gente comunica ele, ele vai lá... Desculpa, eu pedi por cortar. Eu lembro que ele falou...
que ele estava com visto de turista, aí vocês falaram estudante ou asilo, depois acabou EB2NW. O que foi que ele fez exatamente? Ele fez com a gente um processo de asilo. Ele com a família, ele fez um processo de asilo. Que vocês falaram para ele fazer ou não? Não, ele já veio com a ideia formada ali já, do processo, de fazer o processo de asilo. E ele tinha interesse aqui, como até no dia que eu acabei de falar aqui.
No dia 25 de fevereiro, não, desculpa, EB3, no dia 24 de fevereiro, ele solicita a informação do EB3, porque como ele falou aqui, inclusive no vídeo que ele teve aqui com você, a namorada dele estuda, ela é estudante, então ela tem a possibilidade de migrar para um vice de EB3. Entendi.
Então ele solicita mais informações, ele faz a biometria dele, a biometria deu tudo certo, recebeu as cartas, até que no dia 21 ele solicita de novo, 21 de abril, tá? Ele solicita de novo que o time entre em contato com ele, o time entre em contato.
Mais uma vez ele quer as informações ali para fazer um processo de EB3 novamente. A partir desse momento... Ele já tinha pego os documentos dele, tipo seguro social, autorização de trabalho? Não, ele não tinha. E isso foi se estendendo, Paulo. Até que na data... Até que nesta data aqui... Tranquilo.
Aqui, perfeito. Então, no dia 12 de maio, foi onde, então até aí, o processo dele já assinou o contrato. Ele sabia que nós não éramos uma law firm, como o contrato diz, né? O contrato foi assinado ali três dias. Ele fechou com a gente dia 24, dia 28, dia 27, desculpa. 28 de manhã. 28 de manhã ele assinou o contrato. O contrato que ele mesmo, até porque ele solicitou que alterasse uma data de um pagamento, ele falou que leu e ia assinar e depois ele fala que assinou.
E aí ele pergunta no dia 12 de maio, para a gente dar um retorno para ele, porque ele teve um problema com a 797, quando ele foi tentar fazer a carteira dele. A gente dá um retorno. O que é a 797? Isso dá para a gente, para a pessoa que está ouvindo e assistindo. A 797, nesse caso, era a carta que ele tinha recebido, falando que ele tinha protocolado o processo dele. Ele já tinha recebido essa carta, ele já tinha feito a biometria.
Que é mais uma etapa importante do processo que ele tinha com a gente. E nesse dia, a 12 a gente fala que a gente vai validar, vai verificar essa informação e dar um retorno pra ele, né? E aí no dia 13, isso foi no dia 12, tá? De maio. Ó, tá chovendo. Essa chuva?
Isso era dia 12 de maio, tá? Só pra contextualizar. No dia 13 de maio ele já começa, 13 de maio, mandando muita mensagem, mas assim, absurdamente. Exigindo um atendimento e eu acredito que a gente deve ter algumas pessoas aqui que devem ter negócios, né? Acredito que você deve ter alguns negócios.
A gente tem, eu acredito que, o respeito com o cliente, de responder o cliente, olha, estamos aqui e a sua pergunta a gente vai ter que passar para o setor responsável para que a gente traga uma resposta clara e a resposta correta, que é o mais importante. E aí a gente, em comunicação com ele, ele surtando o que tinha que responder naquela hora e dentro de uma empresa, né Paulo? A nossa empresa aqui já está com, a gente deve ter uns 20, 30 colaboradores aqui em Orlando, a gente deve ter mais em torno de uns 20 no escritório que a gente tem na Venda Paulista de São Paulo.
Então a empresa está cada dia crescendo mais, não tem como ter essas respostas, são respostas e perguntas muito específicas, dá uma resposta, não tem como, não existe a pessoa de atendimento ao cliente dar uma resposta tão objetiva. E a gente fala...
que entende isso de forma muito rápida pela proporção que se tomou, já é escalado para mim. Isso já se escalou para mim no mesmo dia, no dia 13, que ele já estava ali, vamos assim, surtando nas mensagens. A mãe dele também nesse momento entrou em contato com a gente e também até faltou com um pouco de respeito ali com a gente, mas a gente sempre muito soliço, muito empático até mesmo pela história dele.
E aí eu falo, olha, eu mesmo estou aqui, estou te respondendo, sou CEO da empresa, sou responsável, eu, como paraligo, que estou fazendo e fiz, tomei conta do seu caso, e eu vou entrar em contato com você, eu quero entender o que aconteceu, porque é essa insatisfação. Esse mesmo dia, eu entro em contato com ele, falo tudo que tinha que falar, isso foi no dia 13, uma ligação de praticamente...
13, desculpa, praticamente 50 minutos, com a gente também hoje tem ela gravada, todas as ligações que o pessoal faz com a gente é gravada também, tá, ligações e mensagens com a nossa empresa.
E no dia ele entende o que aconteceu. Depois que ele fez a biometria, ele foi chamado para uma entrevista, não é uma corte, ele foi chamado para uma entrevista, onde a imigração tem que enviar uma carta, ou para a gente, ou chega no escritório da gente, ou chega para ele. Não existe o certo, porque a imigração já enviou para clientes nossos, para o cliente ou para a gente.
E não é a gente que define isso, né? É diferente se a gente, de repente, fosse um escritório de advocacia, tivesse o G28, que é uma outra questão, do qual a gente não tem, porque não somos escritórios de advocacia. Então, é comum que isso envia para o escritório, mas pode acontecer de enviar para o cliente. E ele fala, olha, eu estou vendo aqui, eu perdi minha entrevista, vocês são culpados disso?
ela falou, olha, a gente não foi notificado. Você foi notificado? Não, eu não fui notificado. Não que isso é responsabilidade de vocês, eu não vi minha entrevista, eu perdi minha entrevista, vocês têm que verificar isso 24 horas e não é assim que funciona. A notificação, a imigração é responsável por te mandar uma notificação. Assim como já aconteceu em alguns clientes nossos, que o cliente não recebeu a notificação nem a gente, e a gente redige uma carta falando para a imigração que nem a gente, nem o cliente foi notificado.
O que a imigração faz? Solicita um novo reagendamento daquela entrevista, sempre sendo muito verdadeiro. Só que isso, ele falou que não foi notificado, e ele falou, não, vocês têm que fazer isso de qualquer custo, de qualquer forma. Como a gente também não tem a garantia, isso é um serviço, se ninguém é notificado e precisa fazer um reagendamento, isso é um serviço da empresa de fazer o reagendamento.
Aí a gente explica pra ele, nessa hora, pro telefone, ele fica surta, ele fala, não, que isso não pode ser feito, tem até alguns pontos da ligação dele que eu vou deixar, mas vou deixar pra abordar mais pra frente. E a conversa, em alguns momentos, fica um pouco mais acelerada, em outros momentos desacelera, e no final da ligação ele fala que entende, que não concorda, a mãe dele entra na ligação, fala que vai buscar os direitos dela, que ela não acha que isso é correto, e eu falo, olha, tô falando como que funciona na empresa.
tudo que os nossos, a prestação de serviço inclui, está escrito no nosso contrato. Ela, não, eu já li o contrato. Então isso mais uma vez valida que já tinham lido o contrato. E não é assim. Falei, olha, a senhora tem todo o direito de buscar o direito da senhora, eu não estou aqui para tirar esse direito da senhora, mas isso é um serviço nosso. Ela fala, então tá bom, me fala quanto é que eu tenho que pagar, eu vou pagar e eu quero seguir. Perfeito. Isso foi no dia...
No dia 13, tá? No dia 14, já pela manhã, ele pergunta como é que faz para fazer o pagamento, tá? E nesse dia eu recebo a informação de um consultor nosso que tinha uma tia dele que estava fazendo um processo de F1, tá? Estava em prospecção, vamos pôr assim, com a gente, fazendo um processo de F1 e tinha sido indicação dele, tá?
E aí eu falei, cara, me solidarizo com a história, mais uma vez, mais uma demonstração do nosso lado de empatia. Cara, ele já até indicou pra tia dele, faz o seguinte, eu vou mandar uma mensagem pra ele, eu mesmo fiz isso, porque nesse momento eu coloquei no sistema, eu travei o sistema, só eu respondi a ele. E eu falei assim, olha, eu vou, isso por escrito, tá? Estou anulando a sua cobrança de reagendamento, não vai ter cobrança nenhuma de reagendamento.
E a gente vai seguir com o seu reagendamento. Eu peço até alguns dias úteis, se não me engano, 7 dias úteis para a gente fazer tudo aqui. Caso você assinar alguma coisa, você assina, a gente deixa saber e a gente vai protocolar isso. Perfeito. Nesse dia eu falo. No dia 22, um dos contatos dele, que ele conversa com a gente através de 3 WhatsApps.
agradece, porque eles tinham mandado, assinaram, a gente já tinha submetido o reagendamento, e ele agradece, ou ele ou a mãe dele, que às vezes em um momento eles eram dois interlocutores ali, ela fala, agradece e fala assim, tá, eu quero saber o bar. Qual que é o bar de vocês, né? Essa é a parte que eu tenho aqui.
Qual que é o bar de você? Eu vi que foi um... O bar, pra quem não sabe o que é que tá vendo, é como se fosse a OAB. Que aqui nos Estados Unidos, cada estado tem a sua. E falando de imigração, você nem precisa, na verdade, ter nenhuma OAB pela lei aqui na Flórida.
Exato. Daqui nos Estados Unidos, eu acho. Exato. E aí ele pergunta do bar, que às vezes eu só... Não quero ser imprudente de não colocar a letra aqui, né? Exatamente o que foi falado. Aqui, ó.
Dia 22, perfeito, manda uma mensagem, fico no aguardo do nome do advogado e do state bar dele e do nosso processo. E aí tinha alguns pagamentos pendentes, do qual eu não vou entrar nesse questionamento, eles colocaram nesse momento, regularizaram. E ela falou, obrigado. Isso foi a...
No dia 23, ou seja, no outro dia já de manhã, eu mesmo, porque ninguém tinha autorização nesse momento na empresa para responder, eu peguei o caso para mim, eu falei assim, olha, nossa empresa presta serviços de construtoria imigratória, não somos uma law firm e mencionamos isso de forma muito clara em nosso contrato. Bom dia, certo? Mas o que seria um departamento jurídico? Eu falei, seria a nossa equipe de paralegais.
E aí ela fala, olha, tudo bem? Pode me confirmar? Aí ela já fala de pagamento de novo. Ou seja, nesse dia, novamente, mais uma vez de forma muito clara, e sem demonstrar nenhum rabo preso, ou, nossa, não falaram isso para o cliente. Como eu falei, eu faço questão de ser muito claro na minha comunicação, Paulo. A gente comunica novamente, quando é perguntado sobre bar, sobre a gente em momento nenhum se calou, deixou o assunto morrer, porque a gente não tem, a minha empresa não tem receio de esconder, não tem necessidade de esconder isso.
Se você for nas nossas redes sociais, tem disclaimer. A gente tem que ter disclaimer em todo lugar que a gente... Comunicação que a gente faça, tá? E ela pede de novo, consegue me enviar o nome dos paralegais ou dos advogados que estão no meu caso, por favor?
A gente prontamente responde e fala assim, olha, boa tarde, tudo bem? Temos uma equipe de paralegais que está trabalhando, né? E no seu caso e da sua família, sou eu mesmo que estou trabalhando. Ela pode me enviar os nomes, por favor? E a gente fala novamente o nome, fala como eu posso te ajudar.
pode me informar quem são paralegals como eu falei, era ele e a mãe dele às vezes conversando com a gente do seu caso, eu mesmo estou fazendo você é paralegal? eu falo que sim pode me mandar sua certificação? eu falo não mas caso queira vir aqui no escritório está completamente disponível como ele já foi no escritório caso tenha alguma dúvida, me fala senão a gente está encerrando o atendimento ele não fala mais isso aí a gente já está falando de dia 6 de junho um
Uma perguntinha. Existe certificação para legal? Existe. Certificação existe. E você tem uma? Eu tenho. E por que você não quis mandar por...
Na verdade, porque eu acredito que é uma coisa... Hoje, você vai num escritório, por exemplo, ele não vai ficar mandando a foto, a certificação dele, não sei o que podem fazer. É muito realmente, eu acho que vai ser algo pessoal. Porque no caso, a Florida Bar, ele é disponível no site para qualquer um. É, é que hoje... Refaz a sua pergunta, você falou uma palavra que me fugiu a palavra. Eu falei assim, quando ele pediu, você falou não, certificação.
A certificação existe, diferente de como é um advogado, que ele tem que ser licenciado. Licenciado é o quê? Ao Florida Bar, né?
Então hoje não é obrigatório no estado da Flórida ser licenciado, tá? Mas existem sim certificações. Inclusive a minha certificação é por um outro advogado barra escritório que eu respeito muito, não sei se eu já ouvi falar, que é o doutor Mark Moraes. Já ouvi dizer. É, ele é ali do sul da Flórida. Na verdade ele vende cursos, essas coisas, né? Exato, a certificação de paralegal.
É um cara que tem um conhecimento absurdo, trabalhou dentro da imigração, foi inclusive promotor justamente na sessão de asilo. E uma outra pergunta que eu tenho para você, minha particular, você aparentemente está sendo super claro com tudo, mas o nome Legal Group...
Se eu tenho zero... Por exemplo, se eu vou pra Dubai, que é um lugar que eu acho bacana. Se eu vou pra Dubai e eu quero fazer minha imigração lá em Dubai, eu não conheço nada. Se eu vejo escrito legal, eu automaticamente vou associar com o legal que eu vou associar com o direito. Por conta dessa preocupação que as leis federais, e agora tem uma lei mais nova da Flórida, obriga você ter um disclaimer.
Por isso que é obrigado. Então eu posso ter o nome, eu posso colocar aqui. Canal Perguntas Legal Group? Legal Group você pode, tá? Hoje, o que tem hoje que é muito mais restritivo é quando você usa Law Firm. Porque daí tem que ser advogado. Exato, exato. Em alguns estados isso não é levado a sério a nível do bar, tá? Mas não existe restrição, tá? Agora, Immigration.
mobilidade global, legal group, isso pode se ter, não existe nenhuma lei que restringe isso, porém a forma que eu acho que cada estado com o seu bar e a nível federal tem de ser muito cuidadoso com isso é obrigatoriamente ter um disclaimer. Mas o disclaimer é no contrato, no caso. Não, não. Não tá assim, legal group, nós não somos advogados no lobo. No nosso, por exemplo, se você for no nosso Instagram, que ia abrir aqui, ó.
ajudamos brasileiros, 600 clientes em um ano, a gente deixa claro aqui o tempo que a gente tem, we are not a law firm nós não somos uma empresa de advocacia, exato isso tem que estar claro, alguns dos nossos vídeos, também isso tem um disclaimer lá, que a gente não somos uma empresa de advocacia e obviamente também, se um dia falhar em algum documento que seja, que a gente seja penalizado e julgado por isso a gente não está aqui para enganar as pessoas, Paulo, isso queria deixar muito claro um
Respondi essa pergunta? Respondi, respondi, eu já. Legal. Então, a gente continua aqui, a gente comunica a ele, né? Que ela fala que, olha, perfeito, que dia eu posso passar aí? Isso no dia 6 de... Desculpa, dia 2 de junho. A gente já responde, bom dia, tudo bem? Quando quiser, você sempre será bem-vinda para tomar um café conosco. Outra observação também, Paulo, no nosso escritório físico, também tem um disclaimer, tá? Em alguns pontos das salas, tá?
Não é uma obrigatoriedade, mas mais uma vez, a gente tem escritórios grandes que nos auxiliam com compliance e eu sou muito chato porque é uma linha muito tenue entre uma coisa e outra, tá? Eles continuam falando com a gente. E aí...
É onde começa a ficar, eu diria que um pouco fora de controle. Isso nós estamos em que data, mais ou menos? Agora a gente está no dia 10 de junho. 10 de junho, tudo isso começou em janeiro. Tudo começou em janeiro, até ter essa questão dele ter perdido a biometria dele, porque não fomos notificados, não tinha nada de errado. Depois da minha ligação, ele entendeu e falou que estava disposto a pagar, que fique claro isso. Depois que eu vi que tinha uma indicação dele, a gente fala que estava abrindo mão daquela cobrança, fazendo de forma gratuita, por mais que fosse um serviço da empresa.
O que esses fatos estão muito descolados da realidade, do que a gente vai revisar um pouco aqui. Eu peguei todo o conteúdo e transcrevi do que ele falou aqui no seu canal. Para eu saber exatamente, eu não quero ser injusto ou dar dupla interpretação. Que eu acredito que a gente tem que ser muito claro, como eu falei, eu predo muito pela clareza.
Então, até então, até ele não ter perdido essa entrevista, tudo estava indo bem. Sabia que a gente não era a Law Firm, tem várias coisas aqui para provar isso. E aí foi dali para frente desse dia que começa a ficar um pouco pior. No dia 10, ele pede de novo, ele escreve aqui a mensagem. Olha, gostaria de ver com vocês, pois estou pensando em dar a entrada no EB3 também.
Ou seja, quase um mês depois ali, que ele tinha perdido, né? Que a gente já tinha feito aquele serviço para ele de forma gratuita. Ele fala de novo que quer fazer um EB3, né? A gente fala que a gente pode tentar entrar em contato. Quando eu vejo essa mensagem, como eu falei, o sistema estava travado ali, eu falo que... quer ver? Entramos em contato para...
Dia 11, eu mando uma mensagem para ele o seguinte, olha, entramos em contato para reforçar a importância de realizar o agendamento da entrevista com máxima urgência, tá? Conforme mencionamos antes, não haverá cobrança adicional, aí precisamos disso, precisamos que você coloque os pagamentos do seu processo.
em dia para que a gente possa finalizar isso. Até aí ele tinha pago quanto? Se eu não me engano, 2.500 dólares. Bate muito com o valor que ele tinha falado. Só que até esse momento tinha algumas parcelas em atraso do processo inicial. E a todo momento a gente fala que a gente está ok de fazer isso para ele.
De novo, e é isso, é onde eu considero, Paulo, que começa, foi onde eu já suspeitava de um pouco de má fé. Porque ele, até aqui esse momento, em vários momentos da nossa conversa, eu tenho tudo muito bem mapeado, todos os contatos que ele fazia com a gente, ele pedia pra gente ligar pra ele.
Todo momento ele pedia pra gente ligar pra ele A gente por natureza já faz muito por ligação Mas ele a todo momento Pedia pra gente ligar pra ele E aí ele começa a mandar muita coisa por escrito Eu já entendo ali prontamente Ele é certo, gostaria de saber Se tem algum advogado na equipe Ou se tem apenas para ligar entre vocês Uma pergunta que já é a quarta vez em menos de um mês Que ele tá fazendo e todas as vezes ele teve resposta E também gostaria de ver Sobre a questão do EB3 Se eu mando um áudio pra ele Falando que E aí
A gente não tem, porque o EB3 como funciona, tá? A gente age como um agente dentro de um EB3. A gente precisa ter empresas do outro lado que estão dispostas a contratar essas pessoas, né? Se não tiver empresa disposta a contratar essas pessoas, não tem processo para ser feito, né? E a gente faz o trabalho de agente. A gente busca essas empresas. Mas quem paga o processo do EB3 é a empresa, né? Isso é obrigatório por lei.
Ah, agora tá. Então, deixa eu entender. O EB3 que nós estamos falando é aquilo que a gente ouve dizer, não estou falando que eu estou calmo. O que eu ouço dizer, dizer que as pessoas pagam X, vamos lá, 20 mil, 25 mil, 30 mil, depende da época, para ir trabalhar no McDonald's e ganhar 10 dólares por hora, daí fica um ano, pega os documentos e depois vai fazer. É mais ou menos isso. Exatamente, né?
O que a gente cobra, o valor que a gente cobra é pelo trabalho de conectar as pontas. Se essa pessoa encontra uma vaga de trabalho, ele pode fazer esse processo com qualquer escritório. Geralmente quem vai escolher esse escritório é a empresa que está contratando.
Isso não precisa ter um advogado para fazer o EB3? Para fazer o EB3, não. Não é necessário advogado. Porque o EB3, quem que faz, no caso, é você ou a empresa? Não, quem solicita o EB3 é a empresa. No caso, a gente faz o trabalho de agente. De conseguir o emprego. De conseguir o emprego. A gente conecta as duas pontas. E o EB3 é feito em duas etapas. Ministério do Trabalho e depois ele vai para a imigração. Então, hoje a gente tem uma conta como agente dentro do Ministério do Trabalho, que a gente chama de DOL, Department of Labor.
E depois que tudo é aprovado, isso vai para a imigração. Nos dois âmbitos, a gente tem se posicionado da forma correta, como agente no Ministério do Trabalho e depois como documento preparado. Mas quem solicita, quem no caso está pedindo ali, é a empresa. Principalmente na questão que envolve o Ministério do Trabalho.
Ele fala então aqui, pedindo mais informações de novo, a gente fala, olha, a gente não tem mais empresas, acabaram as vagas que tinham das empresas que estavam querendo ser sponsor, mas de qualquer forma, que é o que a gente escreve aqui para ele, a gente pretende não seguir com esse processo.
a gente ainda vai ver se vai disponibilizar mais vagas, a gente está mais interessado em dar andamento com o seu processo de asilo, porque a gente não quer que tenha nenhuma insatisfação, olha que louco, mais uma vez ele pedindo, e aí eu começo a falar, se ele está falando que ele não sabia que era uma law firm, e aí nessa vez aqui, já fazia mais de um mês que a gente tinha deixado inscrito que não era uma law firm porque ele ainda está correndo atrás de querer fazer um processo de B3 com a gente, né não é coerente a...
Isso continua, quando é no dia 23 ele manda um e-mail e ele fala de novo, poderiam me enviar o nome do advogado, eu pesquisei e para um paralegal agir ele precisa estar trabalhando para um advogado, o que não é uma realidade, pode ser se ele quer ser certificado, por exemplo, na Flórida, existe uma licença, que é para você ser um paralegal, aqui aí sim você é obrigado a estar abaixo de um advogado. Entendi.
A gente fala mais uma vez, dá um e-mail para ele e nesse momento ele envia um e-mail falando que ele não está feliz, que não é desse jeito, até que no dia 30, depois que ele esteve aqui no seu canal, ele envia uma mensagem falando que diante da consequência, de tudo o que aconteceu, que ele ora para a justiça eterna, acima dos homens e tudo mais.
Ele mandou alguns e-mails com a gente, voltou com respeito por e-mail com a gente, a gente se posicionou muito bem como empresa, sempre com muita empatia.
E não é... Foi... Essa é uma das questões, né? Como a história não foi essa, ela foi... A gente diria um pouco mal contada, que a gente realmente fez questão de vir aqui e esclarecer os fatos, né? A gente também não tá aqui pra falar mal do Tiago, da pessoa Tiago, né? Eu acho que eu sempre, desde o começo, foi um dos fatores que fez eu me envolver nessa história, como no dia 13 de maio.
que ele meio que deu um surto ali nas mensagens, e eu fiz o fato de eu ter ligado pra ele, a minha ligação pra ele, que também tem gravado aqui, foi muito empática, né? De deixar muito claro que a gente não era advogado, deixou tudo claro de novo, ele entendeu. E quando ele veio aqui, depois que ele abriu um espaço que ele contou um pouco da história dele, uma história que eu tenho muita empatia, porque eu tava falando sobre empatia, porque meu avô teve um câncer muito similar com o dele, que precisou de oncologista,
Infelizmente alguns meses depois que eu mudei para os Estados Unidos Era uma das pessoas que eram mais apegadas na vida Ele veio a falecer e eu não pude estar lá no Brasil Então eu acho que era um vínculo de empatia um pouco mais forte Porque era algo muito mais, diria, próximo meu Ao que até chega a me emocionar um pouco até hoje
E aí eu penso assim, né, Paulo? A história é muito de empatia, mas graças a Deus ele superou isso. Eu acho que esse é o principal. Graças a Deus ele superou isso. Eu acredito muito no poder da mão de Deus e no milagre. Mas eu sou muito justo, Paulo. Muito, às vezes até o excesso. Eu cometo sincero sídio.
Mas assim como eu sou cristão e eu não dou carteirinha de cristão, você não me perguntou, mas todo mundo, desde quando eu trabalhava no banco, me perguntava no que eu era formado. Minha formação não tem nada a ver com negócio, minha formação é em teologia, mas eu não dou carteirinha, não dou carteirada de teólogo.
Então, graças a Deus que ele foi curado disso, mas eu não acho legal, isso daí é a minha opinião, a pessoa que passou por um momento difícil, e como eu vi meu avô passando, da carteirada usar o que realmente aconteceu e foi um fato na vida dela, como uma forma de conduzir as coisas ou como escudo para as atitudes dela, que não está dentro daquilo que tem que ser falado e dito e do que é o correto.
Eu não gosto disso. E aí foi quando eu assistindo, ele começou, obviamente, trouxe o lado humanizado e muita empatia. E aí ele começa a falar já, uma das primeiras partes, quando você fala uma pergunta para ele, por que não foi para um advogado de verdade? Ele fala, então, eu achava que era um advogado de verdade.
Porque como eram as pesquisas que eu fazia? Eu pesquisava advocacia de migração no Google e no Instagram e eu olhava uma por uma.
E a maioria eu recebia indicações de paralegais, mas eu falei assim, não, nem que eu tenha que pagar mais caro, mas eu quero um advogado. Isso palavras dele, de um corte do seu vídeo, tá? E aí, como que a pessoa me fala que ela não sabia que era advogado de verdade, e aí foi onde a gente já tomou medidas legais, através do nosso escritório, a gente tem um escritório que nos ajuda quando a gente tem casos de difamação, assim, como eu falei, eu não tenho...
Eu trabalho e eu gasto de verdade muito dinheiro com consultoria de compliance para ter rabo preso com ninguém. Por isso que eu aceitei vim dar as caras aqui. Então, assim, a gente tem que prezar, a gente tem que ter um cuidado, Paulo, tão grande por não sermos law firm. É uma linha tão tênue para que alguém venha aqui e desconstrua tudo que a gente está construindo com muito suor.
Então, quando ele fala isso, isso se torna uma coisa que é uma inverdade. Isso deixou de ser a opinião. Ele não expôs só a opinião dele aqui no seu programa, ele usou coisas que são uma inverdade, como a gente tem em documentos. Então, a gente tomou uma medida legal através do escritório que é bem conhecido, chama Mink Law, que já nos assessorou no passado em outras empresas que eu tenho, de notificá-lo, né? Para que ele tenha um período ali de vir, de tirar isso da internet e remover, porque são coisas que são infundadas.
Então ele fala que, acho que um dos principais motivos, eu nomeei três motivos aqui que ele falou e ele levou a narrativa no nosso programa. Então a principal era que não era um advogado de verdade. E dentro, olha que... Ele falou o quê? Que não era um advogado de verdade. É, quando você pergunta pra ele, por que você não foi pra um advogado de verdade? Ele então, eu achava que era um advogado de verdade. Então ele tá falando que ele foi enganado. Ele foi pensando que era um advogado. Exato, exato.
E aí logo depois ele fala assim, olha, eu fui confiar numa empresa que eles diziam ser advogados. E aí é que vem o meu, que é o cara de Aquiles, porque a gente nunca disse ser advogado, né? Ninguém do meu time nunca disse ser advogado. Diziam prestar uma consultoria.
E aí ele fala assim, cara, foi nessas pesquisas que eu fiz no Google e Instagram, eu devo ter falado tranquilamente com umas 30, 40 empresas, sendo elas advogadas ou não. Até pesquisei na Flórida, se você foi em escritório de advocacia e o cara se apresentou como advogado. Onde ele fala que um dos meus consultores, Celso, se apresentou como advogado, que é uma inverdade, porque nessa ligação que eu fiz com ele do dia 13 de maio, eu tenho até um trecho dela aqui, caso precise a gente escutar.
ele fala o seguinte, olha, quando eu recebi a notícia que eu tinha perdido a entrevista, eu fui até falar com o Celso, mas ele não tem capacidade, não seria o serviço dele me falar alguma coisa sobre. Obviamente que não seria o serviço dele. Então mais uma vez fica provado que ele não era...
Que ele não era, que esse Celso, no caso aqui, um dos nossos consultores, não se passou por advogado em momento nenhum. E aí, dentro dessa mesma narrativa, dentro da mesma conversa dele, como se eu não tivesse, Paulo, trazido nada disso que eu trouxe aqui. Como se não tivesse nenhuma validação. Olha que loucura. Ele pega na conversa dele, opa, ele pega na própria conversa dele e fala o seguinte.
Quando ele fala, ele começa a mencionar de uma outra advogada. Nesse momento ele fala que depois de tudo isso que aconteceu, ele entrou no Instagram e pediu indicações de escritório. Mas é um pouco contraditório quando ele falou que ele já tinha pesquisado 30, 40 escritórios. Mas vamos seguir. Mas antes ele falou assim, quando ele falou com essa... Não vou mencionar o nome dela aqui, mas quando ele falou que faz com uma advogada, ele fala do bar que ele pesquisou, ele fala assim, para essa moça. Mas antes eu quero fazer uma pesquisa.
Aqui é só essa pesquisa. Eu fui pesquisar se realmente o bar dela era verdadeiro e se ela não estava mentindo. Se ela tinha uma empresa de advocacia, eu fui correr atrás disso. Como eu fiz com a Divus e como fiz com todas as empresas.
Mais uma vez, uma contradição. Porque se ele já sabia do bar e ele fala que assim como ele fez com a Divos, cadê o bar da Divos? A Divos não tem bar. A Divos não é um escritório de advocacia. Então, colocando à parte, qualquer coisa desse material que eu trouxe, que eu acho que o público, o telespectador, não está vendo, dentro da própria narrativa, do próprio vídeo, ele se contradiz, ele desconstrói o que ele tenta construir, que é nos acusando de se intitular como advogados quando isso nunca foi feito.
Então esse é um dos pontos Tem mais uma aqui Ele fala aqui, postou
E aí ele fala assim, e sempre omitindo informações, eles nunca queriam nada por escrito. Eles sempre queriam levar para uma ligação. Sempre ligação. Sendo que, na verdade, a gente tem mais, hoje eu contei, 12 mensagens dele pedindo uma ligação nossa para ele. Então, mais uma vez, é algo que está muito descolado da realidade, Paulo. E aí, onde que eu falo que para mim entra, assim, um pouco de má-fé. E onde eu acho que as pessoas não podem usar uma coisa como escuro da outra. Ele fala assim, ó.
Eu sempre tentei puxar o máximo de conversa no WhatsApp, até que para uma tradução juramentada é melhor que seja escrito do que ligação. Ou seja, ele tinha o intuito ali de realmente, vamos pôr assim, nos incriminar se tivesse alguma coisa de errado, mas todas as mensagens que ele fez ali e que ele pergunta por escrito se a gente era advogado, a gente por escrito, justamente por entender, já está vendo como eu falei no início essa má fé, a gente respondia também por escrito.
Porque como eu falei, a gente não tem nada escondente, é muito transparente em relação a isso
Aí depois ele fala do G28 e ele fala o seguinte, vocês vão fazer o reagendamento? Não, não, não vão. Quanto é o reagendamento? E aí eles não me respondiam. Mais uma inverdade, porque a gente falou do reagendamento, tem mensagem dele perguntando quanto ia ser e aí no mesmo dia, que foi o que eu falei, que a gente isenta ele de qualquer valor de reagendamento. Então, não, a gente não respondeu. A gente fez, aliás, a gente respondeu e a gente ainda isentou ele de qualquer cobrança de reagendamento, tá?
E aí ele fala um pouco, até nesse momento você entrou um pouco nesse ponto dele, que é a situação de paralegal, é obrigado ter um advogado, você não pode ser paralegal e fazer nada disso, porque isso é um crime que está na lei federal, o qual acho que qualquer pessoa com um pouco mais de noção sabe que isso é completamente infundado. Quer ver? Eles não me mandavam o nome desse advogado.
Obviamente que a gente não vai mandar o nome do advogado Porque a gente não está aqui para mentir nem para enganar ninguém Vocês têm algum advogado? Pergunta minha também Porque geralmente as empresas Que não são o escritório de advocacia Eles falam para o cliente Na hora de vender assim Nós não somos escritório de advocacia Mas nós temos um advogado Que nos auxilia Então esse é o pitch de venda Que geralmente as pessoas usam Vocês falaram alguma coisa parecida? Não Então
Não, e só para contextualizar, tomar muito cuidado para que as pessoas não façam cortes do que a gente vai falar, porque isso tira completamente de contexto. Existem dois formatos, e a gente tem grandes empresas de consultorias hoje nos Estados Unidos.
Não estou aqui para discutir delas. Eu estou perguntando por curiosidade minha, porque a gente ouve, eu já ouvi mais 4 mil histórias aqui. Como o G4U, Heyman, algumas que são muito grandes, de consultoria, e existem formatos. Existe uma empresa que pode ser uma consultoria imigratória e ela ter um contrato onde ela indica para um advogado, ou seja, ela tem como se fosse um referral para um advogado, e o advogado não pode share fees, tem toda uma lei.
Isso é, porque existe lei que o advogado não pode pagar comissão. Não pode, não pode share fees.
Mas existem alguns outros contratos que são firmados como contratos de marketing. A gente não trabalha nesse formato. A gente deixa muito claro para o cliente, caso ele precise de um advogado para representação, a gente pode até recomendar um. Hoje, os únicos que eu recomendo são alguns no Norte.
Aqui a gente hoje, principalmente em questão imigratória, a gente não recomenda, até porque quando a gente faz a recomendação, a gente tem uma responsabilidade muito grande também. Então eu não estou vendo... Eu poderia pensar, pô, vou fazer uma parceria e vou ganhar dinheiro com isso. Não, não. Eu não tenho interesse de pisar nisso aí. Hoje o que a gente tem, Paulo?
E por que que mesmo isso, mesmo a gente tendo um advogado na empresa, a gente não pode em nenhum momento falar isso aqui. Então vocês têm um advogado na empresa? A gente tem um advogado. Advogado? Advogado, licenciado no Flórida Bar, do qual a gente não fala o nome nem passa a informação. Eu vou te explicar o porquê. E aí, como eu falei, tudo com muita direção dos escritórios que nos fornecem compliance.
Esse advogado esquece que ele é um advogado. Ele está dentro da empresa, a função dele é um compliance officer. Então ele esquece a certificação dele, por isso que a gente não menciona. Você não vai ver nas nossas redes sociais a gente falando que tem advogado. Porque a gente pode dar a entender... Porque não pode, né? Na verdade, um advogado não pode ser sócio de um advogado, é isso? Não, um advogado... Você pode ser sócio de um advogado na Flórida? Não, isso não pode. Não pode, não pode. A gente tem um funcionário...
Um funcionário pode? Um funcionário... Posso, posso ter um funcionário. Por curiosidade minha, posso. Grandes empresas aqui, a gente tem ali, eu tenho alguns amigos advogados aqui em Orlando, eu tenho um amigo americano advogado que trabalha, como que é o nome daquela PwC? Ali que tem um escritório gigantesco, uma empresa de consultoria gigantesca a nível nacional que tem... Eu posso contratar o Dr. Walter Santos pra trabalhar pra mim, legalmente?
Pode, mas a sua empresa não pode ser law firm, né? Porque ele pode ser só o meu advogado do canal Perguntas. O canal Perguntas precisa... Parte jurídica. Exato. Vai rever contrato seu. Isso você pode. Você pode empregar um advogado. Entendi.
Mas você não pode usar o Dr. Walter Sanzes no seu canal para você vender processo para outra pessoa. Isso é completamente legal. Então eu posso ter um funcionário, e ele é um compliance officer. A gente não expõe isso na mídia. Você pode olhar a nossa mídia inteira. Não tem isso nas nossas comunicações com o consultor, nada.
Então, a gente tem, mas é muito mais a nível de compliance, porque como a gente tem consultoria com alguns escritórios grandes que nos orientam em cada passo que a gente está de compliance, a gente achou mais prudente que a gente tenha um advogado internamente para estar supervisionando os paralegais. Porque a gente entende que é uma pessoa que tem mais conhecimento. Então, sim, temos advogados, mas, por exemplo, o cliente pergunta para mim, você tem um... posso falar com um advogado? Não temos advogados, somos um time de paralegais.
Por quê? Porque se a gente fala, temos advogado, está aqui o número, o bar do advogado, o nome dele para você consultar o bar, futuramente, se existe uma ação entre a pessoa e a nossa empresa, pode falar que ela só comprou porque ela achou que o processo ia ser feito com o advogado.
Nossos processos não são feitos por advogados, são feitos 100% por paralegais, document prepares. Existe internamente, por regra de compliance nossa, uma validação de um advogado que vê se está tudo nos moldes que precisa estar. Ele não assina como advogado, não tem isso em nenhum canal de mídia nossa. Então isso é muito importante. Respondeu sua pergunta? Respondeu claramente.
E ele continua falando aqui, ele fala, se não me engano, vai ter uma lei que vai privar essas agências, consultorias, agir como advogado. Agir como advogado é crime e sempre vai continuar sendo, independente de lei nova ou antiga. Isso fique bem claro. E ele fala uma coisa aqui mais pra frente, até o momento, Paulo, não falei isso com ninguém.
Eu só deixei pra minha família e mais ninguém. E pra advogada, não abrir isso nas redes sociais, tem um alcance de, sei lá, mais de 20 milhões de pessoas no meu Instagram, tem um alcance no YouTube, TikTok, enfim. Eu falei assim, cara...
eu não vou botar a boca no trombone, chegar denunciando, falando um monte de mal deles, e nem vou tentar de nenhuma questão agir de má fé, porque eu quero ter uma conduta de boa fé. Então ele fala, até o momento eu não falei isso pra ninguém. Mais uma em verdade, tá? Nesse dia, já fazia alguns dias, quase uma semana, que ele criou um bad review gigantesco no nosso Google Review.
com mais um monte de coisas infundamentadas, que é uma das coisas que a gente está lutando com esse escritório para que seja derrubado, porque nada tem fundamento. E aí, considerado a difamação e calúnia, uma coisa é uma opinião. E aí aqui a gente tem o free speech, né? Graças a Deus que continue assim para sempre. Claro. Mas a gente não pode mentir. Senão você não poderia nem estar aqui hoje. Exato. Mas a gente não pode em nenhum momento mentir.
Por isso que eu sou, não sei se você já reparou, eu tenho um lado comercial muito aguçado.
Mas ao mesmo tempo, eu aprendi o jeito americano de que é o que está no papel. É o que você falou. Não distorcer nenhuma palavra. Não existe entendimento. Não existe o entendimento da lei, assim como no Brasil, muitos juízes tomam decisões erradas, né? Ah, não, entender os que a lei não. A lei é uma. É sim e não. É preto e branco. Então é...
Então ele fala aqui que até o momento ele não tinha falado, não tinha feito nada, e não é uma verdade. Quem olhar a data do seu vídeo foi agora nos Google Reviews da nossa empresa. A gente, em tão pouco tempo, eu diria, já tem mais de 600 clientes, e já temos mais de 200 Google Reviews positivos. A gente preza muito por isso. E ele fala que não pode vender um processo de B3, não pode vender um processo de casamento, o que também não é uma verdade.
E aí ele fala outra coisa que eu também, ele tentou usar isso com a gente, tá? Além da questão, eu falo com muito respeito por que ele passou, muito respeito mesmo. De maneira alguma eu quero que o público leve isso pro outro lado. Mas ele em alguns momentos com a gente, ele levava muito pra um lado assim, porque eu sou influencer, as coisas tem que ser assim. Se não for assim, eu vou jogar na rede. E como eu falei de novo, Paulo, eu sou muito preço no branco. Se eu tô certo, eu vou até o final e é por ir até o final que eu tô aqui hoje.
Entendi. Eu não tenho nada a esconder. E aí ele fala assim, que eu falo que é mais uma carterada. Ele já tinha falado aqui que ele tinha 20 milhões, que ele tinha um alcance gigantesco. E aqui ele fala, exemplo, eu sei do meu alcance, eu sei de todas as pessoas que eu conheço. Pô, eu conheço o André Valadão, eu conheço o David Leonardo. Esses caras a gente tá falando juntos só de 40, 50 milhões de alcance mensal. Então por que eu vou querer chamar essas pessoas que eu conheço pra falar mal deles?
Pra mim, isso não faz zero sentido. Isso pra mim, deixa mais uma vez, ele dando uma carteirada de influencer, que eu acho muito feio. Eu acho muito feio essa carteirada, tanto a de influencer, Paulo, sendo muito sincero com você, como a carteirada pelo que aconteceu com ele.
Uma história que realmente comove as pessoas. Volto a falar que eu vejo sim milagre, que eu tenho empatia porque passei isso dentro de casa, né? Não é por história de terceiros. Mas eu acho muito feio a gente utilizar isso como escudo, como desculpa pelas coisas que a gente fez. Pelas atitudes que a gente tem no mundo aí fora. Eu acho que isso tem que ser muito tomado cuidado. Ele até fala em alguns momentos, e é muito contraditório, que ele estava se preocupando, e aí volto para o lado da empatia, ele estava se preocupando...
que ele não podia passar muito nervoso, porque caso ele viesse fazer um exame, poderia voltar a desenvolver o câncer dele e tudo mais. Que Deus me livre, que isso jamais aconteça, não desejo o mal para ele de forma alguma.
E aí é muito... Ele fala que ele não podia passar nervoso e que com todo o nervoso que a gente estava fazendo ele passar ele poderia ter um problema. E isso eu acho às vezes um posicionamento um pouco extremista. Até quando a gente tem em um dos áudios dele aqui também que ele fala o seguinte, né? Fala em um dos áudios dele que ele estava passando muito nervoso dentro da casa dele porque a família dele estava colocando muita pressão nele diante de tudo que aconteceu.
Então, se a família dele estava pondo muita pressão diante de tudo o que aconteceu, a família dele também tinha que estar empática com ele nesse momento sabendo disso. Então, como eu falei, a história não é coerente. Não sei se faz sentido a gente colocar aqui essas falas dele. O que você achar que é importante para você, nós estamos abertos para isso. Eu vou colocar dois pontos aqui.
Lembrando pessoal, você que está aqui nos assistindo, se você não é seguidor do canal Perguntas, inscreva-se, nós temos programa todos os dias da semana, o denúncia não é uma coisa normal aqui no canal Perguntas, não acontece muito, e é bem legal que o Lucas veio...
pra contar o lado dele da história. E aí vocês que assistiram o vídeo do Thiago, depois assistido do Lucas, vocês tiram sua própria conclusão, deixando que aqui nós somos imparciais, até mesmo porque eu não sei todos os fatos e não vi documento, não quero ver, não é problema meu. A gente abre aqui o canal Perguntas pras pessoas contarem a história e a gente sempre acredita que seja verdade. Aí, olha...
Esse aqui, ele fala sobre a pressão que ele tava da família. Coloca no microfone. Ah, tá no computador? É, quer que pode virar no microfone? Pode colocar, mexe tudo o que você quiser.
E a segunda parte, aqui ele fala sobre a pressão que ele estava dentro de casa, né? E aquela questão que é um dos pontos que ele vem aqui como primeiro ponto, quando ele está aqui com você, que ele fala sobre a questão do Celso, que o Celso se apresentou como advogado e aqui mesmo, fora o que ele já se contradiz aqui dentro do seu próprio canal, existe essa outra parte aqui.
Ou seja, ele mesmo fala, olha, não é o Celso que presta essa informação. Opa, não é o Celso que presta essa informação.
Então, esses e vários outros fatos, como eu falei, eu acho que hoje já existe um estigma de consultoria, porque sim, existem hoje, e até com tristeza, Paulo, falo isso, não estou falando que não tem consultorias boas também, mas infelizmente do que eu hoje vejo no mercado, a maioria...
tem mal intenção, a maioria. E aí isso é uma... Acho que um dos porquês é porque realmente não é tão regulamentada como se fosse uma law firm, não exige um nível de licenciatura, não existe um nível de ter advogados. Então isso, infelizmente, é algo. Mas eu acho que assim como às vezes as pessoas, como ele fez, jogam aí as palavras, eu falo palavras ao vento, são que nem penas, né? Elas não voltam.
Eu achei legal trazer, e fiquei feliz em saber que é a primeira consultoria que teve coragem de vir falar com você, de vir trazer outro lado da história e mostrar que existem sim consultorias de imigração que estão focadas em fazer um trabalho sério.
focados em fazer um trabalho sério. A gente dia e noite trabalha muito. Essa é uma empresa que até hoje eu gasto muito dinheiro investindo nela. E não tem outros negócios, tem um fundo de investimento. Uma empresa minha, quem quiser olhar aí desde 2021, chama XLC Capital, que a gente tem um private equity lá dentro, a gente tem investidores, tem vários outros negócios. E eu abracei muito isso por realmente me conectar.
com isso, tá? E realmente focado em fazer um trabalho sério. Se eu tiver que ficar investindo mais 10, 15 anos, é o meu dinheiro, eu vou investir pra realmente causar impacto. Não só impacto na vida dos clientes, que eu acho que precisam de pessoas sérias, empresas sérias, mas também na vida das pessoas que estão lá no meu time, todo dia estão se dedicando e eu contrato muito com pessoas que entendem e abraçam junto comigo o propósito.
O propósito é impactar a vida das pessoas, ajudar a vida das pessoas. Obviamente a gente cobra pelos serviços? Sim, a gente cobra, porque a gente não é uma ONG, né? A gente até tem alguns projetos, a gente apoia algumas ONGs, mas hoje a gente não é uma ONG, a gente cobra sim pelos nossos serviços, mas a gente tem um propósito. O propósito é realmente impactar as vidas das pessoas e fazer as coisas da maneira correta.
Não sei se ficou mais alguma pergunta. Eu não tenho... Na verdade, eu tenho uma pergunta. É a minha última pergunta. E a gente pode encerrar ou você pode falar mais alguma coisa. Em nenhum momento, ninguém da tua consultoria, que você saiba, porque eu sei como o CEO, como é muito grande a empresa, a gente não consegue saber de tudo. Com certeza. Em nenhum momento, ninguém nunca ofereceu. Eu falo assim, Tiago...
Para você, eu acredito que o EB3, o EB2, o EB1, seja o que for, ofereceu algum tipo de visto para ele? Olha, sendo muito sincero, esse é um momento que a gente tem que ser muito racional, eu diria, né?
Eu parto do princípio, sendo muito sincero com você, que não existe empresa perfeita. E conforme as empresas vão escalando, e em um ano eu acho que tem escalado muito, então se eu falasse para ela assim, olha Paulo, eu garanto com toda certeza que isso nunca aconteceu, eu não estaria sendo coerente no meu ponto de vista. Mas uma coisa eu garanto, eu garanto que eu enforço muito isso lá dentro da empresa.
como eu me forço né porque falar que faz é uma coisa agora que são o como como você prova isso é toda a comunicação ela de forma obrigatória porque que tem essa ligação aqui ela ela é feita 100% em canais da empresa
Então toda conversa de WhatsApp é gravada e todos os áudios, todas as conversas, ligação, elas ficam gravadas. E isso é muito mais por proteção nossa. Também pode ser por proteção do cliente, caso ele queira nos processar por algo que ele acha que é um direito dele. A corte vai solicitar, sabendo que isso é gravado, e a gente vai ter que fornecer.
Uma coisa eu consigo te dar garantia, de todas as nossas comunicações oficiais da empresa, não, isso não aconteceu, porque isso foi uma das primeiras coisas que os escritórios que nos assessoram com compliance.
nos recomendou aí fazer, né? Vamos fazer uma auditoria em todas as comunicações que a gente teve com ele e ver onde pode ter errado, onde pode ter realmente pisado do outro lado da linha, né? Então, dentro das comunicações oficiais hoje da empresa, no caso do Tiago, não, não teve. Inclusive, foi até legal que você tocou nesse ponto, ele fez um questionamento, ele falou algo aqui no seu canal.
que ele falou assim, olha, eu fui no privado, no Instagram privado, das pessoas que me atenderam lá, eles me bloquearam e tudo mais. Quando eu fiquei sabendo que ele estava indo no privado, no Instagram privado das pessoas e abordando elas, mandando texto, mandando cada áudio, que assim, esse é melhor eu nem expor aqui, porque senão vai ficar, pode ser que ele fique envergonhado pelas atitudes dele.
Eu imediatamente, tá? Isso tem conversa aqui com ele. Essa eu não separei um minuto, mas eu posso buscar. Eu falo assim, olha, por favor, você fechou um contrato com a empresa e você deve utilizar somente os canais oficiais de comunicação da empresa. Nosso número de telefone, nosso Instagram, nosso WhatsApp, nosso e-mail. Eu não tenho controle se você começar a levar isso para a esfera pessoal das pessoas que trabalham comigo. E aí realmente foge do nosso controle.
Então eu falo que o que está no meu controle, tenho certeza que no caso do Thiago, o Thiago Quint não ouve isso aí. Então é isso aí. Mais alguma coisa que você acha importante para a gente encerrar aqui? Nós estamos 1 hora e 20 minutos. Meu Deus!
queria agradecer de novo, falar que estou muito disponível, se tiver qualquer outro assunto, falar sim que existem empresas de consultoria migratória sérias, sim, é uma linha muito tênue, mas a gente trabalha todos os dias para ter certeza que a gente está de acordo com tudo, deixar muito claro para quem está assistindo, consultoria migratória não é a mesma coisa que escritório de advocacia.
A gente tem limitações muito diferentes, a gente não faz representação legal. Se a pessoa está na corte, a gente recebe muitas ligações. Olha, fulano de tal foi preso, tem como ajudar? Não, não é o nosso trabalho. Até hoje vem crescendo muito as nossas vendas, o pessoal que está no Brasil. Então é um trabalho 100% documental. E para o pessoal que está aqui, são algumas coisas que a gente pode fazer. Então a gente não está aqui para substituir.
A cidade tem grandes advogados aqui, advogados de imigração mesmo. Eu mesmo acabei de deixar o meu relato, que passei por um, que inclusive, por coincidência, patrocina e está junto com o canal. Então, isso não substitui. São propostas diferentes, são negócios diferentes. Mas, obviamente, sim, tem uma linha muito tênue. É só agradecer o espaço aqui de novo. Desejo tudo de bom para o Tiago, mas eu precisava trazer a resposta do nosso lado aqui também.
Muito obrigado por você ter vindo colocar a sua cara aqui. Muitas pessoas te conhecem, falaram de Boston, vendia carro, trabalhou no Landbus. Fiquei 10 anos no mercado automotivo, fui responsável por expansão de um banco nos Estados Unidos. Tem uma jornada muito grande já até chegar aqui. Mas que bom, espero que estejam falando bem. Eu não consegui ler, mas isso aí. Muitíssimo obrigado, parabéns pelo teu trabalho. Boa sorte. Muito obrigado. Para quem entrar nesse ramo, como você mesmo sabe, é...
Bem problemático, né? É muito. Por causa de... Como o... Como o inglês aqui saiu. Como a venda de carros, né? Existem empresas boas de carro, mas já pegou esse nome feio. Exato. Quando você fala, você é vendedor de carro, automaticamente... Já perdeu uns 10 pontos. Já perdeu 10 pontos. É isso aí. Muito obrigado. Obrigado a vocês. A gente vai se falando. Fica com Deus. Valeu. Tchau, tchau. Tchau, tchau.
Construindo o Sonho Americano
curso sobre imigração legalDivus Legal Group