Fator Replay
Leo Nerdkit (@nerdkitt ) e Filippe Chaves (@contraotedio ), atravessam o portal do Passando de Nível para falar do fator replay.
Neste episódio, exploramos o poder do replay, aqueles jogos que ficam ainda melhores na segunda (ou décima) jogada. Seja por escolhas diferentes, segredos escondidos ou mecânicas mais profundas, tem game que te chama de volta sem esforço.
Porque no fim...zerar é só o começo.
🎧 O novo episódio do Passando de Nível já está disponível em todas as plataformas de áudio.
🔗 Siga o nosso multiverso nas redes sociais:
Instagram: https://www.instagram.com/multiverso.dageek
TikTok: https://www.tiktok.com/@multiversodageek
YouTube: https://youtube.com/@multiversodageek
PodversoDaGeek #PassandodeNível #Podcast #Games #replay
- Retornos e recomeçosExploração e caminhos secretos em Super Mario World · Múltiplos finais em Chrono Trigger · Desafios do Charada e final verdadeiro em Batman Arkham City · Peso emocional e detalhes narrativos em The Last of Us · Dois personagens jogáveis e upgrades em Mega Man X4 · Escolhas de narrativa e rota dourada em Triangle Strategy · Fator troféu e conquistas em jogos · Jogos curtos e cooperativos da era Super Nintendo
- Eventos e apresentaçõesParticipação em CineGeek sobre Super Mario Galaxy · Evento de board game em São José dos Campos
Salve, salve meus amigos e minhas amigas, sejam todos bem-vindos a mais um Passando de Nível, o seu, meu, nosso podcast TD Games aqui do Multiverso da Geek. Aqui nos fala, Leonard Kitt, e hoje, meu amigo, esse podcast é pra você. Sim, você.
que joga o mesmo jogo uma par de vez e nós aqui não somos diferentes fizemos a mesma coisa a gente vai discutir porque que a gente faz isso
citando alguns exemplos. Eu disse alguns exemplos. Não são todos os jogos. Mas, é claro que eu não estou sozinho. Estou aqui com ele, Felipe Chaves. Aqui de novo. Falamos sobre jogar jogos novamente. E aqui estamos novamente, né, Léo? Para poder fazer, gravar o passando de nível. E essa pauta aqui, ela tem tudo a ver comigo, viu? Porque, para mim, é um grande desafio não jogar as mesmas coisas.
Eu comecei a fazer lista de jogos que eu zero e etc. Até para poder me ajudar a não cair nessa tentação. Porque eu era aquela criança que assistia os mesmos filmes várias vezes. Tudo muito repetido. E agora, com um backlog tão extenso igual a gente tem, eu tento evitar. Mas é difícil.
É isso aí, mas acho que uma das coisas que a gente mais faz na vida de jogador é jogar o mesmo jogo várias vezes, por diversos motivos aí. Mas antes da gente começar com esse bate-papo, não esquece de seguir nós aí, arroba multiverso.dakique. Estamos lançando bastante coisa aí, estou participando do máximo de podcast que eu consigo, até CineGeek eu fiz.
A gente falou lá de Super Mario. Então quem quiser ouvir aí. Falou sobre o Super Mario Galaxy. Que eu achei o filme assim divertido. Mas não é lá dessas coisas também não. Mas vale a pena assistir. Degustando série. Tá aí também com. Ah, eu sempre esqueço o nome da série. Monark. Se você quiser me seguir. Arroba Nerd Kit com dois t's. Arroba Nerd Kit no YouTube. Com conteúdos de RPG. Conteúdos de videogame.
lá pra você, e se você quiser passar na loja, a loja tá lá no link da bio do Instagram se você levar alguma coisa, Leozinho fica feliz aí
E o meu eu tô meio parado Tô com preguiça De gravar vídeo, sendo bem sincero Mas Volta e-mail eu volto E aí é só seguir lá no arroba contra o tédio Que já já eu lanço alguma coisa Quando der na teia Quem não sabe tem feriado chegando aí Vou biar o Aninho Eu acho que esse podcast Vai sair na sexta-feira agora Se você é de São José dos Campos e região E aí
Estarei num evento de board game lá no Vale Sul, hein? Então, se você quiser me conhecer, conhecer a loja, a gente vai estar lá com o nosso stand, passa lá pra trocar uma ideia. Vai lá, corre lá que você vai gostar. É bem maneiro, é um evento, assim, aberto. Se você quiser levar seu board game, pode levar. Se você quiser levar o seu deck de Pokémon, pode levar lá pra jogar também. Seu board game pra trocar, jogos pra trocar também. Tá tudo liberado lá, então...
É só chegar, evento gratuito. Quem quiser, quem for da região aí, é só chegar. Beleza? Sem mais delongas, bora para a nossa discussão aqui do Fator Replay. Não me chique. Bora. Música
Felipe ó esse primeiro jogo aqui que eu trouxe o fator de eu jogar ele é o fator exploração cara porque na época que desse jogo
Não sabia, né? A gente não tinha internet nessa época. Sou sub-40 mesmo, não vou fugir disso, não. Então não tinha internet, pouco acesso à revista e tal. Então a gente tinha que descobrir as coisas na raça. E eu tô falando do Mario World, do Super Mario World, do Super Nintendo. Primeiro, eu joguei assim, fui embora, fui jogando, jogando, jogando. A única coisa secreta que eu descobri era aquele lugarzinho que eu chamo de lojinha, né?
Onde tem três caixinhas ali que ele dá respawn várias vezes ali que você pode reabastecer os itens ali do mar. Às vezes até você tem a sorte de pegar uma vida.
Mas eu fui embora. E aí eu descobri que tinha o caminho pela água. Porque eu não tinha achado essa chavinha. Eu só rochei. E aí eu fui descobrindo e tal. Fui pela água. Cheguei e falei, caramba, olha que da hora. Onde que eu cheguei aqui? E aí teve um amigo que falou assim, ó cara. Tem o caminho da estrela, o caminho do chocolate. Aí pronto, cara. Eu joguei várias e várias vezes pra fazer todos os caminhos e chegar lá no Bowser e zerar.
por todos os caminhos assim. Então o fator replay aí foi a exploração. Muito bom, cara. Muito bom. Primeira vez que eu tive essa experiência de explorar fora do RPG, né? A gente pega um RPG de plataforma... RPG não. Um jogo de plataforma com exploração no mapa. Isso é muito foda, mano. Pra mim foi assim... Revolucionário na época isso daí.
Sem contar que a gente não tinha tanto acesso a vários jogos. Depois, quando estourou um pouco mais a pirataria no Super Nintendo, talvez até facilitou um pouco a gente ter acesso a mais jogos. Mas o Super Mario World era um dos jogos que vinha em algumas versões do Super Nintendo. Então, todos esses jogos que vinha com o console...
Na nossa época, eram jogos que a gente zerava muito. Então, por exemplo, a minha prima, ela ganhou, eu tive o Super Nintendo muito depois, mas a minha prima, ela ganhou o Super Nintendo com o Mario World, e poxa, zerei até falar chega, porque era o jogo que ela tinha. Igual quando eu tinha o meu Master System, meu primo tinha o Sonic, Master System com o Sonic. Nós zerávamos ele.
uma vez atrás da outra. Então, entra essa questão, mas no Mario World tem principalmente esse ponto que você falou, por ter rotas diferentes, caminho secreto, e era um jogo muito grande comparado com outros jogos de plataforma da época. E o Mario conseguia...
em cada um dos seus mundos e tudo mais, ele tem muita diferença entre as fases. Então você rejogava ele e era sempre quase uma experiência nova, mesmo sendo de certo modo linear, mas como as fases variam muito, então ele tem um fator replay muito grande.
dava para aproveitar bastante, e cada vez você ficava melhor jogando também, então tem esse ponto ainda. Então é um jogo marcante, talvez um dos melhores jogos aí do Super Nintendo, para muitos é um dos melhores jogos de plataforma, um dos melhores jogos do Mario, e ele tinha esse fato replay absurdo. Isso, isso quando salvava.
Pois é Porque eu tinha um cartucho 8 em 1, tinha o Mario World E ele não salvava, então eu e um amigo Que isso é um negócio da hora Também do Super Mario É que um Joga com o Mario, outro joga com o Luigi Você faz ali a administração de vida Você pode passar a vida pro amigo E tal E também teve esse fator aí
Depois de várias vezes ter jogado Mario World. Que a gente zerou num dia só. Cada um fazendo um caminho assim também. Mais um replay aí de jogabilidade. Mas também não tinha como salvar. Então a gente foi na raça assim. Desde de manhã até de noite jogando. Fritou o Super Nintendo lá. Mas foi divertido. Falando aí mais ou menos dessa mesma época. Falando de Super Nintendo também. Então eu vou trazer um aqui. Que eu tenho certeza que você também teve uma experiência de replay.
grande nele, e aí é interessante porque a gente tá falando, de certo modo, de formas diferentes, né? O Mario ele tem um replay por um motivo e agora eu vou falar de um jogo que tem um replay por um outro motivo que é o Chrono Trigger o RPG ali
tão amado até hoje, virou um clássico cult, todo mundo esperando uma nova versão, um novo remake. Mas o que chamava muita atenção nele era justamente os seus múltiplos finais.
Então ele tinha ali o New Game Plus, o New Game Mais, onde você conseguia zerar e depois voltar já com alguns dos atributos de algumas coisas da sua experiência anterior. E essa diversidade de finais te fazia querer jogar uma segunda, terceira, quarta, quinta, dez, treze vezes. Então eu fico até esse jeito que eu estava pensando e eu acho que Chrono Trigger é o jogo que eu mais zerei na vida.
justamente por essa brincadeira de querer fazer todos os finais mais de uma vez. Então, por isso, eu acabei zerando muitas e muitas vezes mesmo na minha adolescência ali.
E aí aqui já é um fator replay por um motivo diferente. Muito, cara. Mas assim, eu também, a mesma coisa. A gente não tinha revista, não tinha nada. E aí você pode pegar aquele mago, né? Ou não. Do seu grupo. Na minha primeira zerada, eu não peguei. Eu fui sem ele, até o final do jogo. O que eu me arrependi pra caramba, porque ele é um puta personagem, né? Sim, e é overpower também, né?
muito aí vem aquele famoso e se né e se eu pegar o personagem para o meu grupo que acontece Zerei final diferente eu falei louco mano tem mais de um final um jogo super Nintendo e aí né falando com os amigos por aí e tal e falou assim não o negócio aí tem oito dez treze finais falei caramba que que você tem que fazer aí você vai rejogando tentando fazer a a
As escolhas certas ali, os caminhos certos pra você poder fazer os finais, né? Mas é o e se? Que caminho que você vai? É a mesma coisa quando você estiver jogando um teal-down, né? Esses jogos de escolha aí. E se você for pro outro lado? E se você não fazer tal coisa? É a mesma coisa. Então eu me perguntei isso e fui jogando. Fui jogando várias vezes pra saber onde é que tinha que fazer as coisas pra poder chegar num final diferente.
Isso antes da internet. Então, o nosso fórum era os amigos que conheciam o jogo e a gente ia fazendo junto. Verdade. Era a troca de informação mesmo, né? Era a troca de informação nua e crua. O meu próximo é um fator exploração forte.
Um dos primeiros jogos de mundo aberto que eu joguei na vida. Até por causa do personagem. A curiosidade também é muito boa. Porque a gente que vem dos quadrinhos e tudo mais. A gente quer saber o que ele vai enfrentar. Eu estou falando de Batman Arkham City. Porque cara, que jogo. Que jogo. Que gráfico. Sensação maravilhosa. Parece que realmente você está jogando com o Batman ali. Você é o Batman.
E você tá enfrentando todos os vilões dele ali, a maioria dos vilões dele. E tem o segmento linear, se você quiser ver o primeiro final. Mas se você fizer todos os desafios, tem o final verdadeiro. Porra, mano, é muito bom, cara. Então, tipo assim... E sem falar que os desafios do Charada é chato pra caramba de fazer. É bem trabalhoso.
Tem muita coisa escondida Jogar com a mulher gata é da hora Jogar com a Arlequina é da hora Também nesse jogo Então assim, é muito bom e é um jogo que eu fiz questão de platinar Esse daí é assim Caramba, se eu cheguei até aqui Eu quero platinar Daí eu fiz tudo que o jogo permitiu Fiquei horas e horas e horas jogando Até pegar o final verdadeiro Que ele tem essa pegada Do Você já viu
igual Resident Evil 2, se você fizer até X, você vai ter um final. Se você chegar a fazer tudo, você vai ter um final verdadeiro dele.
Que pra mim foi uma surpresa, porque eu não tinha visto na internet, não tinha visto no YouTube, nem nada. Eu só fui na gameplay mesmo. Então o fator exploração e curiosidade pegou muito nesse jogo. E claro, a gameplay é uma delícia, né? Nesse jogo aí. Você comentou aí, eu até achei que você ia trazer Resident Evil pra essas listas aqui. Porque realmente Resident Evil é um jogo que ele já é pensado pra ter um replay, né? Sim, o Resident Evil... Então...
Praticamente todos os Resident Evil já pensam bastante nisso. O Batman em si, eu não joguei o Arkham City, eu joguei só o Asylum, mas eu sei que pelo sistema de combate, por tudo que foi feito ali...
Tem muita gente que acaba voltando pra toda essa trilogia aí que fez tanto sucesso. E o Arkham City aí é um dos destaques até mesmo por te dar mais liberdade no jogo ali também, né? Sim, pô, o jogo é tão grande que você enfrenta os vilões underground dele. Nem é vilão primeira linha. Só pra você ter uma ideia, você enfrenta o Chapeleiro, mano. Olha aí. O Chapeleiro é underground. Demais, você enfrenta ele.
Você enfrenta lá o... Ah, esqueci o nome dele, mas é um cara que tem uma máscara de porco, que é um serial killer. Você enfrenta ele também. Então, tipo, é muita coisa, mano. É muita coisa. E passa a sensação de que, porra, você tá jogando com o Batman mesmo, cara. Quanto que o Batman se lasca pra conseguir amenizar os problemas de Gotham ali. Então é muito legal. Trazendo o Mil, então, aqui pra isso, eu trouxe esse segundo round aqui, né?
The Last of Us The Last of Us foi um jogo que eu já zerei aí umas 3, 4 vezes, não sei e aí entra coisas diferentes aqui do porquê disso, primeiro que tivemos várias versões eu zerei ele no PS3 primeiro, depois eu já zerei ele no PS4 aí depois eu zerei ele
para quando ia lançar o 2, então para me relembrar para jogar o 2, então tudo isso me fez jogar ele mais de uma vez. Eu acho que o peso emocional conta muito, o The Last of Us tem um final muito emblemático, principalmente os dois, mas principalmente o primeiro ali.
E aí, você já sabendo o final, parece que quando você joga de novo, você acaba vendo outras coisas. Você consegue ter atenção para algumas nuances diferentes, alguns diálogos que você não tinha percebido, a linguagem corporal dos personagens ali, quando você sabe qual vai ser o desfecho, parece que a história fica até mais...
mais triste de certo modo quando você sabe aonde que de certo modo vai chegar, pra onde que ela tá caminhando no final das contas. Então assim, foi um jogo que eu gostei de rejogar, tem gente que fala que acha que não envelheceu bem o primeiro jogo e tudo mais. Você já viu?
E eu não tive disso. Assim, eu sei que já teve um remaster aí que mudaram algumas coisas, até mesmo no sistema de combate, etc. Mas pra mim, do jeito que era, continuou funcionando. Então todas as vezes que eu joguei foi uma experiência muito boa. Eu acho que The Last of Us eu também joguei mais de uma vez. Eu acho que, assim, eu não tenho nem muito que completar o que você disse. É exatamente a mesma sensação.
Mas pra mim a parte que mais me chamou atenção, né, quando eu joguei pela segunda ou terceira vez, explorando, pegando as cartas, foi pegar a carta da galera que tava sobrevivendo no esgoto, cara. Puta, quando você acha as cartinhas ali, os bilhetes, e você vai assimilando, cara, e depois quando você tá lá embaixo, você enfrenta aqueles zumbis que estão lá, né, que são...
Justamente essas pessoas que escreveram essas cartas, esses bilhetes. Aí esses bilhetes eles escrevem o que eles sofreram lá embaixo. Porque eles acharam que era um lugar seguro, porque estava tudo na superfície. Aí quando os infectados entraram lá, junto com... Bom, os infectados no geral entraram lá, eles não tinham o que fazer, porque não tinha para onde ir. Então eles tentaram de tudo para defender o que eles chamaram de lar ali.
Mas infelizmente todo mundo morreu, inclusive até criança morreu lá embaixo. Você até acha uns brinquedos ali, uma salinha assim e tal. Puta, é triste pra caramba, mano. Eu não tinha prestado atenção na primeira, porque eu tava imerso.
Na história da Ellie e do Joel ali. Não tava prestando atenção no que tava acontecendo no mundo, claro. Não tava imerso a detalhes. Aí quando você vai pegando os detalhes, nossa mãe do céu, que isso. Doideira. Doideira demais. E é isso. Cada vez que você joga, mais detalhes vão aparecendo. Então aqui é muito um rejogar pela história. E eu ainda quero rejogar o 2.
Também, mas o 2, como ele é mais denso, eu quero esperar um tempo a mais aí pra me preparar pra isso. Na nossa última rodada, cara, o meu jogo agora, vamos voltar um pouquinho pro retrô aí, pro meu console favorito, que é o Playstation 1. Cara, esse jogo é assim, ele obriga você a jogar duas vezes, porque você tem dois personagens.
Tô falando aqui do Mega Man X4. Então você tem ali o Zero e o Mega Man pra você jogar. Obrigatoriamente, eu vou ter que jogar duas vezes. A animação final é a mesma, mas os finais são diferentes um do outro. Então a primeira cena final de cada um dos dois personagens são diferentes. Até chegar na cutscene final, que é igual. Então é... Obrigatoriamente você tem que jogar duas vezes mesmo. Mas o Mega Man...
Ele tem um plus, que é a Full Armor, cara. Aí lá vai o Leonardo. Falei, o quê? Full Armor? Aí eu vou correr atrás. Vou correndo atrás. E conforme eu fui correndo atrás, eu fui achando os corações para dar upgrade de vida.
Porque assim, eu achei alguns, mas eu fui na raça. Aí depois eu falei, não, onde é que tá todos os upgrades de vida também? Aí conforme você vai nas fases, procurando o Full Armor, as peças da armadura, você vai achando os corações também. Você vai tentando pegar. Cada um com seu macete, cada um com o upgrade de boss que você tem que usar lá pra pegar. Não só de vida, mas também dos poderes, também tem upgrade. Então...
Você vai procurando e vai achando. Então esse foi o fator que fez eu jogar. Eu também rejoguei com o Zero. Para poder pegar os upgrades de vida dele. Então essa curiosidade aí. Quando eu achei eu não sabia. Porque só uma curiosidade. O Mega Man X4 foi o primeiro Mega Man X que eu joguei. Eu nunca tinha jogado nenhum X. Não joguei o X, nem o X2.
do Super Nintendo, e nem o X3 do Playstation mesmo eu não tinha jogado. O X4 foi o primeiro. E foi nessa. Então, o cara que veio do X já sabia que existe a Full Armor, o cara já vai jogar pensando nisso. Eu não. Eu comecei do 4, então pra mim foi tudo uma novidade. Eu fiquei lá jogando, jogando, jogando, jogando, jogando, até achar.
E uma coisa que é muito forte em Mega Man no geral, né? É que muitas vezes você não sabe qual é a fraqueza de cada chefe. Quando você vai jogar a primeira vez. Então o fator replay é legal até por isso. Até pra você jogar já, tipo, poxa, agora eu já sei. Então deixa eu fazer uma ordem diferente de quem eu vou enfrentar aqui.
E o X4, por exemplo, é igual você falou, ele tem muitos upgrades escondidos ali também. Então quando você vai rejogando, você já vai sabendo achar as coisas de uma forma mais fácil também. Então é isso, assim, é o tipo de jogo que muitas vezes ele já é pensado pensando no fator rep. E esse daí, total, total, total. Foi uma experiência muito boa, assim, eu lembro, cara. Nossa, tanto que ele é um dos meus favoritos, eu tenho ele original.
Na minha coleção Eu gosto bastante dele, eu tenho ele aqui E pra esse último bloco, o jogo que eu escolhi Foi até o jogo que me Me deu vontade de sugerir Essa pauta Porque é o jogo que eu estou jogando no momento Estou fazendo a minha segunda run
Pra mim não é muito fácil, é muito raro de eu zerar um jogo e voltar a jogar ele de novo, logo depois. Porque igual eu falei aqui do The Last of Us e tudo mais, e a maioria dessas vezes teve um espaçamento entre uma vez que eu zerei e outra. Esse daqui não, foi, eu acabei...
Zerei, subiu o crédito e eu já comecei um new game mais e já comecei meio que tudo de novo logo em seguida, mesmo tendo um backlog gigantesco, que é o Triangle Strategy. É um jogo que eu quero falar mais um detalhe dele aqui ainda, talvez num bloco de indicações, algo do tipo, mas é um RPG tático, bem na pegada, eu acho que...
ele é, pra mim, o melhor sucessor de Final Fantasy Tactics até hoje. Sendo bem sincero, eu tenho até minhas dúvidas se ele não é superior a Final Fantasy Tactics em muitas coisas. E eu já falei aqui que eu sou apaixonado com jogo de Tactics, com jogo de estratégia, eu acho que atualmente é um dos meus estilos de jogos favoritos.
E ele tem aquilo, além de ser um jogo, para mim, um jogo conforto, o jogo tático, por mais que exija uma concentração, mas me ajuda a ficar confortável ali.
ainda tem a questão de que ele é um jogo de escolhas. Igual você citou ali mesmo, né? Essa questão de jogo de escolhas e tudo mais, do Until Dawn, que tem isso e etc. Ele é muito político, ele tem uma história extremamente robusta e tem caminhos, tem decisões que você toma que mudam completamente o rumo da história.
Então, muda o rumo da história, porque você tem um exército e existe uma certa democracia ali, a balança da justiça. Então, sempre que tem uma decisão muito pesada, as pessoas da sua pare votam no que elas queriam dessa decisão e você tem que tentar influenciar elas de acordo com o que você queria.
Então, e aí isso varia o que você tá querendo, só vai no máximo conversar com as pessoas pra tentar influenciar elas. Pode ser que você consiga, pode ser que você não consiga. Caraca! Então, é, então assim, teve decisão que eu fiquei assim, eu não faço ideia do que que eu faço, sabe assim? Porque todos os lados pra mim fazem muito sentido.
Ou aquela decisão onde todos os lados são ruins. Eu tenho que ver onde vai ser menos pior. Então tem tudo isso. Mas assim que eu zerei, eu já acabei o jogo pensando. Poxa, legal, adorei esse final. Mas eu preciso de ver os outros. E aí sim, depois de zerar, que eu fui pesquisar. E eu vi que existe um final verdadeiro.
E esse final verdadeiro, que é como se fosse uma... Eles chamam de rota dourada no jogo. Ele só é possível de acessar no New Game Plus. Não tem como você acessar ele na sua primeira gameplay. Ou seja, o jogo meio que te obriga.
a jogar mais de uma vez igual o Nier faz isso também alguns jogos fazem isso né te obrigam a jogar mais de uma vez para você se você realmente quiser ver o final verdadeiro ali
Mas eu acho que o jogo é tão pensado nisso que eu estou jogando de novo e está sendo extremamente satisfatório. Porque eu estou vendo rumos diferentes da história que é como se eu estivesse jogando o jogo 2. Como se eu estivesse jogando um spin-off, uma outra versão do jogo.
Então, é um jogo novo, um jogo recente, mas que eu acho que ele trabalha muito bem essa questão de fazer você querer jogar mais de uma vez. É isso cada hora, quando você faz uma combinação de escolhas, RPG e estratégia de gameplay, né? Porque toda vez que você vai rejogar, é um jogo novo, que você não sabe para onde vai. Você sabe assim, o começo é sempre igual.
Depois, você não sabe para onde vai mais. É por isso que eu gosto de Detroit, por exemplo. Detroit, dentre todos os jogos de escolha, ele é o que mais tem. Então, um passo que você dá para a direita já muda tudo, em vez de você ir reto. E esse jogo aí, pelo jeito, é a mesma coisa.
Ele tem várias Escolhas que você tem que fazer E cada escolha Segue uma trilha Você não volta mais Então você vai pra trilha O que te obriga a ficar jogando, jogando, jogando E mais esse outro fator que você falou Então, cara, isso aí é É muito da hora E, mano, ele justifica o preço, né? Você vai pagar carão num jogo
Você vai ficar um tempão aí jogando pra aproveitar mesmo. E aí é um desafiador pra gente, né, Léo? A gente faz aqui nos nossos episódios de maior audiência. São os episódios de trimestre, onde a gente aumenta o backlog das pessoas e o nosso, né? A gente acaba falando sobre o que vai lançar, o que interessa e etc. Mas, ainda assim, tem hora que é difícil a gente...
soltar dos jogos que a gente gosta e que a gente já jogou e quer jogar de novo e tá tudo bem né então nem só de hype vive muitas vezes a gente fala que poxa tá cara espera um pouco então talvez é isso tem hora que é legal você jogar de novo um jogo que
que você gostou, que você quer ver um novo caminho, etc. Você mesmo, pelo que eu já vi, lá nas lives mesmo, tem Solasta, que eu tenho certeza que você já jogou outras vezes. Volta a ver, você está jogando em live um jogo que você já jogou.
Então é importante a gente ter também esses jogos aí guardados. O caso do Solasta foi para fazer todos os finais, porque cinco campanhas, então a gente jogou todas as cinco campanhas. O rejogar é para pegar os troféus mesmo. Esse daí é um outro fator que a gente não mencionou aqui. Verdade. Mas tem o fator troféu, né? Sim. Que a gente volta a jogar para...
Pra latinar ali das conquistas ali, por exemplo, você, no Solace, se você fizer um personagem de cada classe, você já ganha um achievement de cada classe. Então tem várias coisas pra fazer lá. E o Roget falou muito de jogo antigo também, hoje os jogos são muito grandes, até mesmo pra tentar justificar o valor ali, né, que é cobrado.
Mas na época ali de Super Nintendo, Mega Drive, Master System, a gente tinha muitos jogos curtinhos, né? Então, acabava que esse jogo, até mesmo os jogos mais arcade, tipo um beat'em up, por exemplo, a gente jogava e zerava várias vezes, né? Então, por exemplo, ah, Goof Troop, um jogo cooperativo de Super Nintendo. Nossa, eu devo ter zerado ele.
dezenas de vezes também, por quê? Porque zerei com vários primos e amigos diferentes, já que tava pra jogar de dois, a mesma coisa com Final Fight, então, como eram jogos mais curtos, que às vezes, pô, parte de uma tarde ali, uma, duas horas dependendo, você já zera o jogo, não, então, antes isso era uma coisa muito fácil de se acontecer, né, da gente zerar várias vezes. Mas é isso, então.
e é comente aí gente quais os jogos que vocês rejogaram e por que que vocês rejogaram como eu disse foi só alguns exemplos né eu mesmo não tô residente e vou aqui para trazer outros exemplos mas fiquem à vontade aí coloquem os jogos que vocês jogaram que vocês rejogaram que a gente vai trocar uma ideia aí seja no Spotify ou no no Instagram beleza
Conta pra gente quais são os jogos Que vocês gostam de rejogar Também né Ou se vocês não conseguem seguir certinho A listinha e sempre jogar Coisa nova É isso aí Felipe mais uma vez Muito obrigado pela presença Eu que agradeço E até a próxima, valeu Valeu