Episódios de zonaV com Ricardo Laurino

ELA ATRAI MILHARES PARA O VEGANISMO #zonaV

06 de maio de 20262h54min
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Ela está de volta — e com ainda mais a dizer. Natalia Rosa retorna ao zonaV pra falar sobre sua trajetória, seus planos e continuar levando o veganismo como um posicionamento ético e cada vez mais acessível para milhares de pessoas.▶️ Assista, compartilhe e participe do debate pelo superchat. Você pode ganhar prêmios!📅 Toda terça-feira📍 No YouTube🕖 19h ao vivo no YouTube do zonaV (ou gravado, também no Spotify), o seu podcast sobre veganismo e muito mais.E que tal agradecer e prestigiar nossos parceiros que tanto nos ajudam a fazer do zonaV uma realidade. Siga no Instagram:@vidaveg @arcasbear_sneakers@atlantikos.oficial @vegsim_br @usebranvas _👉 Compre arcasbear no sitehttps://www.arcasbear.com.br use o cupom ZONAV e ganhe 10% de desconto👉Compre na ATLANTIKOS: o maior marketplace de produtos veganos, orgânicos e sustentáveis da América Latina (entrega pro Brasil inteiro).Use zonav12 e ganhe 12% de desconto na Atlantikos*.Acesse https://www.atlantikos.com.br/ Entrega para o Brasil inteiro.*válido para as 3 primeiras compras do mesmo CPF.👉 Conheça a Vidaveg, presente em mais de 6 mil pontos de venda espalhados pelo Brasil.Acesse www.vidaveg.com.br👉 Compre na Vegsim no siteAcesse https://www.vegsim.com.br use o cupom ZONAV10 e ganhe 10% de desconto na primeira compra👉Roupas para veganos Branvas @usebranvas para você vestir seu poder vegano.Acesse www.branvas.com.br use o cupom ZONAV10 para ganhar 10% de descontoConheça e ajude o trabalho da @willgarciaong 💚 PIX Projeto Will Garcia: 43472016000100Ricardo Laurino é vice-presidente da Sociedade Vegetariana, autor das obras O Último Teste e A Última Morte, formado em História, apresentador do zonaV e Vegflix no Youtube, palestrante e empresário.Siga no Instagram @RicardoLaurino📺 Transmissão ao vivo: aqui no canal do ZonaV👉 Inscreva-se no canal, ative o sininho e participe!#veganismo #vegana #vegano

Assuntos5
  • Carreira Artística e VeganismoTransição para o veganismo e impacto na carreira · Trabalhos anteriores e publicidade equivocada · Oportunidades de trabalho em séries e plataformas de streaming · Inconstância da carreira de ator · Representatividade LGBTQIA+ na mídia · O papel de Natália Rosa na série Checkmate · Atuação e improviso
  • Impacto Ambiental e Produção AnimalDesmatamento para produção de alimentos de origem animal · Consumo de água na produção de carne · Impacto da produção animal no planeta · A relação entre produção animal e mudanças climáticas · O café de fezes de animais
  • Testes em Animais e Cosméticos VeganosA indústria cosmética e testes em animais · Diferença entre cruelty-free e vegano · Legislação sobre produtos veganos · O papel da SVB na certificação de produtos veganos · O sofrimento animal na indústria cosmética
  • Fogo Grás e Exploração AnimalO que é Fogo Grás · O processo de produção do Fogo Grás · A proibição da comercialização e produção de Fogo Grás · O sofrimento animal na produção de Fogo Grás
  • Veganismo e AlimentaçãoA importância da B12 para veganos · Opções de laticínios veganos · A cultura alimentar e a transição para o veganismo · Comida vegana inclusiva · O impacto da alimentação vegana na digestão
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Como o título mesmo diz, ela atrai multidões pro veganismo. Mas não só pro veganismo. Pra uma vida mais leve, uma vida mais consciente. E mais e mais ainda, uma vida aqui, compartilhada no Zona V. Mais uma vez, Natália Rosa, nossa convidada. Tá cheio aqui, vamos aplaudir, todo mundo aplaudindo. Olha aí.

Natália! Obrigada, bom! Que prazer te receber aqui! Estou muito feliz de estar aqui de novo. É terceira, quarta, né? Não sei, eu sei que... Não, acho que é terceira. Você foi pensar a maratona... Sozinha! A rave, né? Lembra da rave que a gente fez? A rave foi... E teve uma outra rave que você ficou só um pouco. Teve, porque você deu uma passadinha. Só deu quatro horinhas ali, deu um oi e tal. Tranquilo.

Como é que tá o som? Microfone mais perto da Natália. Oi. Isso. Ah, oi. Seguei. Agora eu segui. Tá bom aí? Tá legal? É isso. Bom, gente, antes da gente começar mais uma vez o nosso bate-papo, um detalhe de bastidor. Toda vez que eu recebo a Natália aqui, a gente vai conversar, ela fala assim, Boss, que carinhosamente ela me chama assim, Boss.

Será que vai dar três horas a gente conversando? E falta tempo toda vez. Então nós vamos provar mais uma vez que falta, mas não só por minha conta, porque vocês também vão participar e eu quero agradecer de coração todo mundo que, além de ter um carinho enorme pela Natália, acaba transferindo um pouco desse carinho também pra mim, pro Zona V, pra esse podcast que é intergaláctico, né? Já bilhões de pessoas assistindo.

É incrível, é incrível, mas quero agradecer de coração. Você que curtiu, não curtiu? Curta agora. Você que comentou, não comentou? Comente agora. Que compartilhou.

Entenderam? Não compartilhou? Compartilhe agora. E claro, se inscreva. E tem outras coisas que eu vou falar aqui ao longo do bate-papo que valem a pena vocês acompanharem aqui do Zona V. Também quero agradecer muito. Erickson, posso já agradecer? Porque o Erickson fala, não, ainda não dá porque as logos não estão ali. Já estão todas aí, Erickson?

Não, tá bom, olha aí, tá. Bom, primeiro, VidaVeg, agradecer demais a VidaVeg, também agradecer a Arcasber, hoje eu coloquei dois.

Dois modelos aqui. Dois modelos. Arcasber, o seu calçado vegano. Também agradecer muito a Branvas. É, Branvas, roupas veganas. Vista o veganismo em sua vida. Eu não sei se esse era o... Você acabou de inventar. Se era o slogan, mas ficou bonito, hein? Ficou bonito. Vista o... Aliás, vista-se do Fábio Chaves é porque ele vendia camisetas e tal. Mentira. E aí era vista-se. Não sabia? Não sabia?

Não. Olha só. Exato. Também agradecer a Atlânticos, o seu marketplace de produtos veganos, além, é claro, da VegSin, o Empório Vegano, com duas lojas em São Paulo, na Moca e em Moema. Boa. Foi lá que a gente fez o rapidinho lá. Em Moema e também no site, com entrega pro Brasil inteiro. Esqueci alguma coisa, Erickson?

A comida, mas vai esperar um pouquinho. A comida. Você já quer que a gente agradeça? Você já vai? Eu queria comer mesmo. Então vamos lá. Pode ser agradecer mesmo. Com todo o carinho a semente de girassol. A gente vai agradecer o tempo inteiro a semente de girassol hoje, porque a gente vai comer direto. Mandou aqui quibe vegano. Comeram quibe vegano? Ih, acho que o pessoal não... Ô, Erikson, você está comendo tudo aí. O pessoal reclamou que não... Quem não comeu ainda? Quem quer comer?

Então venham aqui. Quem venha? Não? Olha aí, ó. Não quer comer tanto, hein, Natália? Não, a gente dá um pouquinho pra vocês. Claro, nós somos bonzinhos. Então agradecer a Seme de Iraçol. Tem quibe, tem esfirra, tem bolo. Tudo vegano, uma delícia. E é isso. Vamos comer? Vamos. Vamos. Vamos. Porque comida... Eu vou começar filosoficamente com você. Porque a nossa escolha alimentar...

Tem gente que não gosta do termo, então vou tentar transformar em outro. Muita gente fala, comer é um ato político. E tem gente que não gosta porque mistura com a ideia de ideologia política, partidária e tal. Mas tudo é político. Exatamente. Então, comer é um posicionamento que a gente tem, um recado que a gente dá para aquilo que a gente concorda, aquilo que a gente quer construir. Sim.

Quando que você teve noção disso, Natália, que a tua escolha alimentar era além do fator, ah, eu quero comer porque eu gosto, porque eu tô acostumada.

Quando o veganismo entrou na minha vida. Não vou falar quando, porque a gente vai brincar com isso depois. Mas a minha consciência alimentar, não falando de nutrição, mas falando de cidadania, veio com o veganismo, sem dúvida. Para mim, tem gente que não gosta dessa definição, o veganismo é um ato político. É um posicionamento político. E a política está em tudo, gente. No que a gente consome, no que a gente fomenta. Então a alimentação com certeza é política.

Eu acho que o pessoal não gosta do termo político porque ele dá a ideia dessa briga política em si. E no sentido que a gente diz é exatamente isso. De uma postura que a gente tem que ajuda a gente a construir uma sociedade que faz mais sentido para nossos valores. Que no caso é o amplo respeito aos animais, como eu costumo dizer. Então vamos comer? Vamos comer. Em homenagem ao ato político, a posição ou o que seja.

A comida vegana é gostosa, que além de ser boa pra nós, respeita os animais e tudo mais. Eu vou de quibe. Eu vou de esfirra. Você vai de esfirra? Do que será esfirra? Eu não sei. Mas é vegana. Mas é grande, né? Não é? Natal. Nossa, sujeito. Quem caiu aí?

A farofinha. Tem um guardanapo, produção? Aí, ó. Ih, tem lá fora. Quem consegue pegar um guardanapo? Não comeu e ainda vai ter que pegar guardanapo. Aí é demais, hein? Erickson, que mal-educadeza, né? Deliciosa. Ó. Semente de girassol, já te amo. Não, agradecer muito. Emerson, um beijo. Obrigado demais. Um beijo, Emerson. E, ó. Nossa, muito boa. Vamos ficar comendo? Não precisa falar mais nada. A gente fica comendo. Vocês concordam? A gente fica comendo e tá tudo bem?

Tudo bem? Nossa, que delícia. Vamos ver. Vou te dar um tempinho. E vou te fazer a primeira pergunta e você já vai pensando. A gente já falou de muitas coisas do veganismo. E também de você destroçar as esfihas. Olha aí. Bastante guardanapo.

Desde que você começou no veganismo, você passou por algumas fases, algumas épocas, tanto do movimento quanto em relação a você mesma. Hoje você se vê como dentro do movimento, já que agora você tem...

mais amplitude na tua fala, você virou uma voz mais forte por conta do teu trabalho, que a gente vai conversar também, mas também por mais conhecimento, por enxergar melhor o movimento. Como é que você se vê dentro do movimento vegano? Eu acho, eu entendo que mudou pouca coisa desde o momento que me tornei vegana, com relação a como eu me vejo.

Eu acho que eu sou um ser político, porque, para começar, minha profissão, eu sou artista, né? Então, eu acho que os artistas devem refletir o seu tempo e trazer informação, conexão, troca, apresentar temas para as pessoas que talvez...

Demoraria mais pra chegar, enfim, se não fosse esse canal direto, esse veículo de informação também. Nem um locutor de informações, né? É, porque a gente fica ali em evidência, a gente tendo mais visibilidade, eu sinto que é o dever do artista ter responsabilidade pelas coisas que ele faz e fala. E mais do que isso...

Trazer questionamento, trazer informação, falar da situação do país, falar das coisas políticas, sociais, enfim. Eu acho que faz parte e é indivisível do artista. Eu acho que não tem como o artista estar alienado das coisas do mundo, porque...

faz parte da profissão você facilitar ali o alcance de temas que realmente importam. Senão, do que adianta? Eu só ter visibilidade, só ter, sei lá, milhões de seguidores e ficar falando só da minha skincare. Não que não seja importante, skincare é claro que é importante, mas assim... Pode ter mais, né? Pode ter mais. Dá pra ser mais profundo, né? E, Natália, por outro lado, uma coisa que eu percebo.

Muitas vezes a gente vê, não só artista, mas influencer, pessoas que aparecem, que tem uma projeção, tem voz, digamos assim, acabam falando de muitas coisas e muitas vezes...

raso, tipo, ah, eu achei isso, achei aquilo. Como saber lidar com isso? Porque você, pra falar de veganismo, você tem conhecimento, você lida com pessoas, com instituições, você vive isso e tal. Outros pontos, também, a tua representatividade no movimento LGBTQIA+, tem outra letra agora. QAPN+. Dessa tua representatividade, você tem condição de falar sobre isso?

Mas tem muita coisa que a gente não sabe. E a gente vê muita gente que acaba falando e tal. Qual o momento ali de saber? Você já se pegou falando, caramba, estão me cobrando de um assunto que eu não manjo. E aí, como lidar? Já. Engraçado, né? Porque eu sinto, até que pra falar de veganismo, e é a causa da minha vida, é...

Eu não posso sair falando o que eu penso, assim, ou como eu acho que as coisas são. Eu tenho que estudar, me embasar. Eu tenho um aplicativo, né, a VEG, que fala sobre veganismo. E cada semana a gente tem uma pauta diferente. E eu tenho que estudar pra essas pautas. Porque eu tô conversando ali com meninas, em sua maioria, jovens, que talvez não teriam contato com aquela pauta se eu não estivesse trazendo. Então tem que ter muita responsabilidade, né, pelo que eu vou falar. Então mesmo tendo um aplicativo que fala de veganismo, eu...

Tô falando de veganismo embasado. Eu vou procurar, eu vou estudar, eu vou ver coisas suas da SVB, da Aleluio, pra poder trazer aquela pauta com...

da maneira mais responsável possível, né? Então, se até pra coisas que eu vivo, eu não me sinto confortável em sair falando, imagina pra coisas que eu não vivo, né? Pois é. Então, assim... Mas vocês são cobrados de falar de tudo. Sim, sim. Mas é importante a gente ter uma noção de... Tudo é muita coisa, né? Mas, assim, das coisas que... Das mazelas da sociedade. É bom a gente estar sempre ali por dentro. Eu acho que todo mundo tem lugar de fala sobre tudo, né? Não é porque eu, de repente, não... Sei lá.

Não sou vegano, porque eu não posso falar de veganismo. Você pode falar dentro do seu lugar. Você pode falar dentro do que você entende, mas vai pesquisar, não vai sair falando por aí. Simplesmente informações, fontes da sua cabeça. Acho que todo mundo pode falar sobre tudo, pode participar dessa troca sobre tudo, mas com muita humildade, com consciência, enfim, e responsabilidade também.

Muito bom. Ela fala bem, né? Vocês concordam? Mas é bonitinho ouvir. Natalia, agora vamos entrar pro veganismo? A gente falou disso, de saber falar, de ouvir. Então vamos lá. Quero saber de você. Ao longo desse tempo, qual é a coisa que você ouviu? Ou quais as coisas que você já ouviu? Pessoas não veganas falarem a respeito do veganismo que é equivocado, que é um viés.

que não faz sentido. Ah, são tantos absurdos, né? Mas o que mais te... Caramba, não é possível que ainda estão falando disso. Eu vou falar de uma recente, que não é a primeira vez que aconteceu, mas assim, uma... Enfim, eu tava num salão e a moça falou... Eu falei, ah, eu só... Tava perguntando, né, dos produtos ali, né? Aí eu falei, eu sou vegana. Ela, nossa, nem parece.

Como se vegano tivesse uma cara, um estereótipo, uma coisa assim. Eu não sei o que ela quis dizer, eu também não perguntei na hora. Mas não sei se é porque, né, eu sou um pouco atlética. Talvez ela pense que veganismo é mais, sei lá, mal nutrida. Tem gente que acha que é mais magra, tem gente que fala que come muito carboidrato, então engorda muito. É, tem de tudo.

O estereótipo mais negativo para aquela pessoa, ela põe no vegano, né? Sim. Com preconceitos agregados. Agregados, claro. E também acontece, ah, eu sou vegana. Ah, mas o que você toma para suplementar, sei lá, B12? Ah, o que você faz? Como é que você faz quando você vai, sei lá onde?

Tem umas perguntas que vocês falam, gente, a gente só vive, a gente só existe, a gente escolhe, de maneira consciente, não contribuir com nenhuma forma de exploração animal. E é muito mais fácil do que as pessoas pensam, né? Porque existe, de fato, esse estigma de que é uma coisa difícil, nossa, mas como sofre, não come, não tem onde ir, não socializa, e não é por aí.

Pior que tem essa sensação, né? E eu acho legal porque essas coisas, parte delas a gente já falou algumas vezes, mas são coisas que a gente precisa falar sempre. Sempre. Dessa percepção de que, inclusive para vocês, eu sei que muitas de vocês acabam se inspirando e o pessoal que está assistindo não está vendo, né? Mas é que tem milhões de pessoas assistindo. O estúdio é gigantesco. É um estádio. A gente está falando de um estádio. Então tem milhões de pessoas.

Vocês entenderam que é uma brincadeira bem sem graça. Mas tem gente aqui assistindo no estúdio e a Natália acaba inspirando muitas de vocês. E isso é uma coisa que sim, tem pessoas que sofrem.

porque acabam achando que vão ter que se isolar, não vão mais se relacionar. E é muito importante ter esse contato com outros veganos ou pessoas simpatizantes, para você se sentir também naqueles momentos em que as pessoas te entendem, porque o mundo não é vegano. E tem gente que acaba não dando conta por conta disso. E tem gente que até tenta começar a diminuir o consumo de alimentos, de produtos de origem animal.

E de fato sente uma dificuldade, porque a gente é tão socializado, a gente naturaliza tanto as violências ali, que a gente acha que é só isso mesmo. Então aí quando a gente tenta, a gente só, por exemplo, tira a carne, falo da alimentação, né? Tira a carne e talvez...

O corpo daquela pessoa sinta, né? Não é só tirar. Tem que ir ali pensar, aumentar o feijão, de repente. Enfim, tem estratégias que, claro, o profissional pode falar com muito mais propriedade, o profissional da nutrição. Mas essa coisa de mal nutrido, né? Ou subnutrido, acontece até com quem consome carne. Então, não é uma coisa do vegano.

é que a gente tem uma cultura alimentar que as pessoas se acostumaram a comer queijo leite, ovos, carne aí quando tira, as vezes não tem cultura, não é porque é mais difícil é porque não está acostumado você está comendo com gosto não para não para olha aí, então pra você

A tua percepção é exatamente essa. É o... As pessoas acharem que o vegano tem um tipo. Um tipo, uma cara, um jeito de... Você sabe que eu sempre falo, né? Quando dizem, ah, o veganismo é um estilo de vida. Eu falo, não. Porque estilo dá a sensação de que tem um estilo. É. E não. A pessoa pode ter qualquer estilo de vida e respeitar amplamente os animais. Exatamente. E ser vegano. É isso.

Ó, já tem muita gente participando do Superchat e tem coisas legais pra vocês saberem sobre o Superchat, que a Natália precisa saber oficialmente também. Que é o seguinte, participe do Superchat, todo mundo que tá participando agora. Agora, viu, Erikson? É agora. Ele sabe. Todo mundo tá participando.

vai concorrer a R$120 de compras da Atlanticus. O marketplace que eu falei para vocês, que tem milhares de produtos à venda e...

entrega para o Brasil inteiro. Muitos, muitos produtos veganos. Sim, é um Arcte Place vegano. Mas por que eu estou falando isso? Porque a melhor participação segundo, aqui que vem a bronca para a Natália, para arrumar haters. É assim que a gente faz. Mas ela vai escolher a melhor participação para ver quem vai levar os R$120. E está valendo até umas R$8,30. Porque depois vem outra promoção.

Então, comecem a mandar e eu vou ter que começar a ler rapidinho, Erickson, porque senão não vai dar tempo, a gente vai ter muitas participações do Superchat. Mas antes de começar, Natália, você falou que vegano fica... Ah, o pessoal acha que a gente é fraco. O que você usa de suplemento e tal? As pessoas não sabem que, primeiro, a gente não precisa de suplemento. E, segundo, o suplemento é uma possibilidade. A gente precisa de B12 para ser justo.

Mas muita gente que come carne também precisa. Mas vamos lá. Os produtos veganos cada vez mais atendem a várias outras possibilidades que a gente pode ter. O que eu estou falando?

Eu conheço gente que fala, eu não consigo ser vegano porque eu não fico sem um café com leite, é impossível. Eu falo, não fique sem. Tem a VidaVeg. Exatamente. VidaVeg, uma empresa, como a gente chama carinhosamente, uma empresa de laticínios veganos. Eles têm leite, como vocês estão vendo aqui. Eles têm shake proteico. Eles têm requeijão. Tem pasta de grão de bico, homus. Queijos vários. Tem queijo.

Quer saber mais? Quero. Põe lá na tela, Erickson. O Erickson fez assim. Adoro quando acontece isso. Que aí derruba o apresentador. Desse me dá fé, que amo. Anderson, um beijo. Isso, me ajuda, me ajuda, Natália. É isso aí, deu pau aí. Não deu pau nenhum. Põe na tela aí, Erickson. Era brincadeira, imagina.

De morango, Natália? Bora de morango, a Natália escolheu. Pensei que você ia no de café, mas você está tomando café? Eu estou tomando café, até mais curar. Nossa, que demais! Então é isso, gente. Conheçam a VidaVeg, aproveitem mais de 6 mil pontos de venda.

No Brasil inteiro. E todos os produtos, isso é legal, né? Certificados com o selo da SBB, que vocês não vão conseguir ver. Mas está aqui, bonitinho esse selinho, né? Você só certifica o que você consome? Não, não. Mas eu consumo quase que todos que você... Não dá um gosto de você ver o selinho? Nossa, muito. Você fala, ah, vou eu nele. Ah, é demais. Ó, vamos lá. Vamos começar a fazer umas...

Perguntas do Superchat? Porque vieram bastante já. E vocês vão mandando porque está valendo 120 reais do Marketplace Atlânticos. Baixe o aplicativo lá e aproveitem. Aliás, tem desconto na Atlânticos. Depois a gente mostra lá. Está na legenda, gente. Vocês usam o desconto do Zona V. Enquanto isso, a gente abre o nosso VidaVeg. Põe lá, Ericsson, as primeiras participações.

Oi? Põe lá então, põe lá o cupom. Onde eu sempre erro. Aqui, olha aqui. Cupom ZONAV12, é isso? ZONAV12. Utilize o seu cupom lá no site da Atlânticos ou no aplicativo. E ganhe, claro, 12% de desconto na sua compra na Atlânticos. Vamos para as perguntas aqui? Senão não vai dar tempo. Vai ter muita participação. Eu quero ler todas. Vamos lá, lá no começo.

Primeira é Karen, né? Nath, acredito que alguns anjos vivem entre nós. E você com certeza é um deles. Ah, começamos bem, hein? Que bonitinho. Não, Karen? A Karen tá aí? A Karen... Será que a Karen tá aqui? Vamos lá. Você chegou na minha vida como um milagre e mudou meu presente e futuro. Te amo muito. Obrigada por me permitir ser com você. Beijos de Santo André. Beijo.

Karen, maravilhosa. Eu cresci em Santander, é boa, você sabe, né? Sim, sim. Eu sou de São Caetano, mas estudei lá, morei muito tempo. Um beijo, Karen, obrigada pela sua mensagem linda, já ganhou. Não, demais, demais. Muito legal. Karen, obrigado. Obrigada. Que mensagem legal pra gente começar.

Butterfly Neverlands. É a Marta Di. A Marta Di toda semana ela participa. É mais presente. É Ink. Você já viu? Já. Já viu comentando, né? Sim, a Natália assiste Zona V. Sim. É, você pensou o quê? E nas vezes que eu vim também ela tava. Tá sempre.

Ao vivo e em cores. Tá lá. A Butterfly Neverland, diretamente dos Estados Unidos. O vovô vegano. Ai, o vovô vegano. Beijo, o vovô vegano. Olha, o vovô vegano. Pra sua neta também, maravilhosa. Eu ainda tô abrindo aqui. Você tá na tarde do Rio de Janeiro, no próximo dia 15? E aí? Vou tá, vou tá gravando, mas vou tá lá. Você sabe por quê, né? Aquela coisinha que você falou? Olha aí. Aqui a palestra. Essa boca tá suja. Tá.

Vai ter a palestra lá do Ricardo e do Vovô Vegano. Juntos? Conhece o Ricardo? Sim. Vai ser o CAVE. Ah, mas o Ricardo não precisa ir, não. Vai ser o CAVE 2 e o Vovô Vegano. Ah, olha só. Tá aí, ó. Vamos lá. Continuando. Quem mais... Ali o Vovô Vegano. Vovô, obrigado demais. Obrigada. Se eu não estiver gravando, eu vou. Tá aí, ó. Vovô. A próxima. Márcia. Vamos lá. Sobe. Erickson.

Erickson Boa Oi Ricardo, obrigado por trazer a Natália de novo Esse mundo precisa urgentemente Da empatia, da bondade Da honestidade e do amor ao próximo Que essa menina tem no coração Você é um exemplo a seguir, Nath Um cheiro do Ceará, Márcia Que legal, hein Obrigada meu amor, obrigada mesmo Demais, demais

Olha a próxima aqui, hein? Marta Di. Qual foi o momento mais desconfortável, contraditório da sua jornada vegana? Você se considera mais como ativista vegana ou como uma artista? Eu vou comer o bolo agora também. Bom, eu me considero mais ativista vegana. Eu sou tudo, né? A gente é múltipla, não tem uma coisa só que defina. Mas o ativismo, mesmo que eu só deixar de ser artista, eu não vou deixar de ser vegana. O vegano faz ser parte de mim. Aliás, um corte polêmico aqui.

Natália Rosa diz, não existe ex-vegano. Pau! Isso tem a ver com algumas... Vamos falar depois sobre algumas? Falemos depois. Obrigado, Luar. Obrigado. Em momento mais desconfortável... E aí? Engraçado, né? Não sei.

Em algum momento que você falou, putz, por exemplo, você fez o curso de capacitação da SVB. Sim, maravilhoso. Faça. E quando você estava assistindo, você pensou, putz, como eu fiz coisa que eu não devia ter feito, alguma coisa assim? Sim. Talvez isso. Talvez. Talvez seja contraditório, porque às vezes o vegano...

Quer ajudar, mas às vezes a gente tem uma postura que acaba não ajudando tanto. Pra ser carinhoso. Exato. Eu entendi nesse... Tinha outro nome até quando eu fiz, né? Como era? Você fez o da Melanie Joy, né? Foi. Era o... Ai, eu não lembro o nome. Ah, era um negócio pro veganismo... Era um curso de capacitação também. Exato. É. Pro veganismo mais... Como é que se diz? Eficiente. Porque logo que eu me tornei vegana, a causa me tomou tanto, de uma maneira tão passional...

que eu talvez naquela época eu mais afastasse as pessoas da causa do que aproximasse. Por quê? Na ocasião minha mãe tava com câncer. E eu virei pra ela e falei assim, mãe, como assim você come carne? Carne é cancerígena, carne é... Assiste esse documentário. Eu falava com ela e conto as pessoas também de uma maneira tão passional que não é legal quando a pessoa faz uma coisa que não é legal pra ela mesma e você aponta o dedo e você... Enfim, às vezes...

É legítimo. É por amor, né? É legítimo, claro. É o cuidado com ela também, né? Mas é isso. Não é legal a gente dizer pra pessoa... De sua maneira... Uma comunicação meio violenta sobre alguma coisa que ela deveria escutar. Porque o efeito vai ser o oposto. A gente vai talvez mais afastar a pessoa da causa do que aproximar. E aí eu fiz esse curso maravilhoso da SBB. E aí você acha que você se encontrou com coisas contraditórias? É, que eu falei, caramba, realmente, né? Porque eu acho que... E aí

o seu ativismo é muito mensurado pelo quantas pessoas você aproxima pra pauta, menos as pessoas que você afasta. Então assim, quanto menos pessoas você afastar, não é também acolher e passar a mão na cabeça, mas é falar de uma maneira informativa, que desperte consciência e não só aponte o dedo na hora que você faz isso. Porque até ontem, eu era a pessoa também que fazia. Então que moral eu tenho. Exatamente. Ih, quase eu falei.

Não fale. Faz só algum tempo que eu sou vegana. Eu não nasci vegana, né? Eu não fui socializada vegana. Então, eu também errei muito, né? Até despertar, de fato. Então, um momento, pode se dizer... É, foi perceber, foi realizar que o meu ativismo passional, uma comunicação mais violenta na abordagem, poderia ser prejudicial para a causa e não positivo. Muito bom.

Tá aí, Marta Di e mais uma participação da Marta. Gente, olha que ela paga em dólares. É, ela vem dos Estados Unidos, hein? O que você falaria para as pessoas que deixam de ser veganas pelos motivos mais bizarros ou até bobos? Como uma nutricionista que anunciou recentemente. Não reparei esse caso. Qual foi a nutricionista que... Porque a gente viu alguns aí meio bobos, né? Ah, eu sei. Eu sei qual é. Tá. Tá.

O que eu falaria, eu não consigo enxergar como vegano uma pessoa que deixa a causa. Porque uma vez que a consciência está em você, que você tem acesso à informação e você entende o que se passa nos abatedouros, na indústria do leite, na indústria têxtil, enfim. Não tem como você voltar atrás. Ah, agora não sei mais. Tipo assim, como é que você vai continuar, vai voltar a contribuir com uma coisa, fomentar com o sofrimento, dor, exploração e por aí vai?

Não tem como. Então, assim, essa causa não era, de fato, não tinha te tomado ainda como um todo, né? Eu não consigo entender. Não faz sentido. E o pior, não é uma necessidade fisiológica, humana, social, não tem necessidade. Não é igualar, né? Que a gente precisa respirar. Exato! Ninguém tá com certeza de respirar e não comer, entendeu? É...

Não entra na minha cabeça. Uma coisa é a pessoa... Mas o que você falaria? Tá, isso não me entra na cabeça. Eu não falaria nada, porque agora eu tenho uma comunicação não violenta. Viu uma pessoa que acabou de... E aí você está de frente. Fala, Mona, o quê que... Nossa, eu gosto tanto de você, Natália. Você fala, você que...

Eu ia tentar um approach Uma abordagem Vamos conversar, vamos falar sobre Sua última declaração Vamos entender melhor O que você precisa? É nutricionista? Eu tenho a pessoa certa antes de cá Sabe? Vamos resolver, antes de você sair por aí Falando que deixou o veganismo Por isso, isso, isso

Vamos tentar resolver, né? De fato. Porque assim, talvez eu não conheça a pessoa que vai resolver, mas como se o Ricardo conhece, alguém da SVB conhece, entendeu? Vamos resolver. Vamos resolver, imagina. Não temos como perder ninguém. Pois é. Eu espero que algum ex-vegano que esteja aqui, independente de existir ou não, eu peço o seguinte, repense. Repense. Porque em algum lugarzinho teu...

Aquele mesmo motivo que fez você parar, tá lá batendo no coração. E a gente sabe, como a Natália falou, o que isso significa. E tá rolando um som aí fora, hein? Passou, foi embora. Vamos lá, mais um, Marta. Obrigado demais. Vamos lá, Erickson, que hoje tem bastante. E eu vou ler mais algumas, depois eu vou...

perguntar eu, boa noite. Ninguém nunca escolhe minha pergunta. Ah, Kiki Kibbe Vegano. É Kiki Kibbe Vegano. É muito difícil falar. Kiki Kibbe. Mas hoje está na mesa. Está com a gente aqui. A Kiki Kibbe Vegano está na mesa. Olha aí. Vamos ver. Isso foi um pedido, hein? Vai conosco.

Que é a Kiki sempre participa. Entendi. É válido, tudo é válido. Entendi. Vamos lá. Debs, beijo. Obrigada pelo 90.

Debs, beijo, obrigado por 1,90. É isso, tá. Debs, um beijo. Ela escreveu alguma coisa, Erikson? Vê se abaixo tem. Não consigo abrir as minhas minhas agora. Depois dá uma olhada, tá? Te amo, Debs. Eu tento achar. Eu tô babando. Não, veio nadinha mesmo. Ela só fez um teste mesmo. Então tá, obrigado, Debs. Ó, Amanda. Cadê a Amanda? Sumiu. Tá lá.

É um orgulho te ouvir falar. Você mudou minha vida. E eu tô comendo. E muda de muita gente. Eu te amo. Um beijo ao vivo e a cores do estúdio do Zona V. Deve estar aqui. Tá aqui. Aplausos pra Amanda. É Amanda? Natália. Natália. Obrigado. Tá gostando, Natália?

A Natália ficou emocionada. Ela é linda, ela veio cheia de rosinha, de coração, de negócio. Fofa. Que bom ter você aqui, Natália. Obrigado, viu? De nada. Vamos lá. Peraí. Ah, agora veio. Ah lá, eu falei que a Debbie disse que queria. Você mudou a minha vida. Te amo, Lloyd do meu Debbie. É porque eu sou a gente que dá os apelidos, né? E é Debbie, aí eu vou chamar ela de Debbie Lloyd. Porque é o filme, gente, não é nada cancelável. Tinha um filme bem famoso, né?

Samela, né? Samela Evelyn. O que a indústria não conta sobre testes de animais em cosméticos que todo mundo deveria saber? Beijo pra vocês. E aí? Beijo, Sam. A Sam deu uma... Deu uma deixa. Mas fala que depois eu comente do livro. Ah, eu nem sei. O que a indústria não conta sobre testes de animais em cosméticos? Uai, não conta do sofrimento dos bichinhos e quão não necessário é testar em bicho hoje em dia, né? Cosméticos especialmente.

Ó, gente, eu escrevi um livro e esse livro a gente vai sortear. Já vou falar agora. Fala. A gente vai sortear para quem... Todos os membros do canal. Ô, Erickson, vamos colocar o vídeo ali rapidinho, o pessoal entender como eles podem virar membros do canal? Então, a gente vai sortear esse livro. Todo mundo que virar membro do canal e quem já é membro do canal, você pode ser...

Membro, tem dois nomes, tem Zona V Fan e Zona V Lover. Cada um tem os seus benefícios, Zona V Fan é o básico e o Lover é o avançado. É premium. É, e a gente vai sortear com uma dedicatória do Ricardo, ó, todo mundo vai falar, e daí? Com uma mensagem da Natália.

Ah, eu tô entendendo O pessoal tá assim E o que mais, Natália? Um beijinho Um beijinho, igual da Xuxa, né? Que deixava assim

para todos que são membros e que virarem membros hoje. Então está aqui, como vira membro? Você olha aí no YouTube, tem ali o escrito seja membro. Você vai lá e clica. Esqueça, eles não estão, não é patrocínio da L'Oreal não. Isso aí é outra coisa. O que mais? Vamos lá.

Vamos lá, Erickson, me ajuda. Aí, você escolhe um dos dois. Cadê? Olha lá, o nível 1 e o nível 2. E cada um tem os seus benefícios, tá? Com detalhe, o nível 2, que é o Zona V Lover. Todo Zona V, quando termina, a gente faz uma pergunta extra. Um bate-papo de 5, 10 minutos exclusivo.

Para os membros Zona V Lover. A Natália também vai deixar o seu recado. A gente vai falar também. Logo depois de terminar, a gente dá tchau e já grava esse vídeo. Um a mais, um plus para quem é Zona V Lover. Tá bom? Então, tá valendo.

Além de vocês abraçarem o Zona V, apoiarem o nosso trabalho, você também corre o risco de ganhar o livro. Corre o risco, é ótimo. Que fala sobre teste animal. Teste animal, então qual é a resposta? Então, eu diria o seguinte, primeira coisa, a ideia de que é necessário...

Então, como a Natália falou, é questionável se é necessário. Por quê? Porque a gente desenvolveu a ciência olhando para esse... É como se você tivesse várias formas de atravessar um rio. E você escolhe um modelo só e fica naquele. E fica naquele. Você pode ter outras formas. Você pode ir de barco, você pode ir de lancha, pode construir uma ponte, pode ir por ar, o avião. Ou seja, é muito questionável. A ciência poderia se desenvolver de uma forma ética.

Sem usar animais. Assim como a gente não admite usar seres humanos de forma forçada. Há apenas voluntários que fazem. Bom, esse é o primeiro fator. O segundo é que corre o risco da gente ir pelo caminho errado. Você vai lá e testa num rato, que são horríveis. E aí dá um resultado. Não os ratos, né? Os testes. Os testes.

E aí dá um resultado. Só que esse resultado, entre ser humano, já é diferente, não é? A gente, às vezes, toma remédio, tem gente que funciona, tem gente que se sente mal. Já imagina você transferir isso de um animal como um rato para um animal ser humano. Então, é muito conhecido que em torno de 95% de todos os testes que são feitos em animais...

São jogados fora. Só 5% vem para o ambiente de ser testado no ser humano. E boa parte não é utilizada também. Ou seja, você corre, corre, corre, corre, erra, erra, erra. E fala, olha, descobrimos. Talvez você teria outras formas de resolver essas questões. Mais éticas, como eu digo. Sem sequer querer utilizar animal.

E são horríveis, gente. Tem teste Draize, quem não conhece. Coelhinho, preso, ficam pingando a substância no olho dele. Ele não pode sequer coçar. Fica lá um dia, uma semana. O olho vira uma... Pra ver se vai machucar o nosso olho quando a gente usa um shampoo ou um outro produto. Existe o LD50. Utilizam a substância pro animal.

Eles injetam no animal até que metade do grupo morra. Aí eles falam, é letal death 50. Já ouviu isso? Já. Letal death 50. Então é a dose letal de 50%. Identificaram. E aí eles começam a... Olha, são coisas horrorosas. Que nesse livro a gente fala de uma forma... Como é que se diz? Módica. Dramática? De ficção, com drama. Mas é real, né? É ficção, mas é real. Exatamente. Então é uma história cheia de personagens.

falando sobre esse assunto numa história de ficção. É isso. Mas é isso que é o péssimo do teste animal, pra mim, eu acho... É muito cruel. Sem querer comparar uma coisa com a outra, mas eu acho que é uma das coisas mais injustas que o ser humano criou em relação aos animais. Porque são os nossos problemas que a gente vai lá e joga neles pra descobrir determinadas possibilidades de cura e tal, pra trazer pra nós e feice os animais. Eu acho...

terrível, injusto demais, muito antiético. Em que momento o ser humano achou que estava ok fazer isso? Deixa eu testar aqui antes. Em que momento essa hierarquia falsa, pseudo hierarquia foi estabelecida? Horror isso. Tem historicamente lá com Descartes, que falava que o animal não sentia, que eram relógios como relógios, só que feitos por Deus. Aí tinha uma série de... Bom, é isso. É bem difícil. Diga...

Ah, ele é hora de... Ah, vai trocar. Já. Porque é o seguinte, tem mais pessoas aqui no estúdio e a gente troca o grupo. Gostaram, meninas? Muito. Continuem assistindo lá, hein? Continuem. Até já. E tem mais comida lá também, hein? Tem. E vai entrar o próximo time. Natalia, seguindo, porque o pessoal está assistindo. Sim. Depois a gente volta para as perguntas do Super Chat. Sim.

Agora que você ganhou essa projeção e tudo mais, você sente que pessoas que você tinha relacionamento, que você tinha contato, hoje te dão mais valor sobre o veganismo? Ou não? Você não sentiu algo nesse sentido?

Nunca pensei sobre isso. Pessoas que já eram do meu convívio. Você conhecia, de repente, a Natália. Agora que ela fala mais sobre. Fala mais sobre. É uma pessoa mais influente. De repente, começa... Porque existe um efeito nas pessoas. Tipo, quando alguém aparece. Quando alguém... Opa! Você sentiu algo assim? Olha, eu não reparei.

Vamos reparar? Vamos reparar? Vamos estar reparando? Não reparei. Não com relação ao veganismo, mas pessoas próximas, amigos, que há tempos eu não falava e disse, nossa, que legal que está acontecendo, que você está com os números bacanas, que está com engajamento bom e tem fã, fã clube. Eu tenho amigos que falam, às vezes postam uma vez comigo e vários fã clubes começam a seguir esses amigos. Imagino. Acontece com Zona V. Acontece com Zona V.

Mas você nunca percebeu um efeito maior da tua fala sobre o veganismo? Não, não reparei, mas eu reparava. Comece. Comece. Comece. Porque é interessante isso. E não é falar mal da pessoa. Não, claro que não. Não, é que às vezes a pessoa valoriza mais por conta de um... Porque tem mais gente ali na audiência endossando ou prestando atenção. Realmente faz sentido.

Teve alguma história com fã? Eu imagino que teve. E a gente viu algumas aqui. Mas que te tocou em relação ao veganismo? Ah, sim. Algumas. Conta algumas. Bom, teve uma fã. Não sei se ela ainda é, mas na época ela era menor de idade. E que ela entendeu que ela queria abraçar o veganismo como causa. Mas ela teve muito problema em casa. Para os pais alcançarem. Os pais entenderem.

E ela começou a mostrar vídeos meus falando sobre. E no final, a mãe virou vegana, o pai reduziu muito o consumo. Você tá brincando? Juro. Caraca. É assim, é surreal. Eu me sinto validada enquanto ser humano, enquanto ativista, enfim. Porque olha só onde a gente chegou. A garota assiste Checkmate e ela foi entender, né? Tentar pesquisar sobre a minha vida, viu que eu era vegana, viu meu ativismo.

Foi se inteirar do que era, de fato. Abraçou isso pra ela. E levou pra casa dela. Isso pra mim é impagável. Isso pra mim é... E bonito dos pais isso, né? Bonito, né? De pararem pra escutar. Porque, de fato, antes tinha uma resistência. Ah, porque você precisa. Ah, porque você vai ficar fraca. Ah, porque não sei o que é. E aí ela conseguiu, não sei como, né? Convencer os pais a assistirem. E aí a mãe virou vegana.

Eu acho muito legal isso. Quando os pais acolhem a criança, mesmo a criança ou o jovem, mesmo sabendo que tem o medo, tem o desconhecido. Então foram atrás para ouvir e ao mesmo tempo... Foram ver documentário, foram pesquisar, consultaram uma nutrivegana em São Paulo.

Foram atrás mesmo. Muito legal isso. Muito legal. Muito legal. Muito gratificante. E para quem está começando a te acompanhar, porque quer queira ou quer não, imagino que você tenha fãs chegando, pessoas que aparecem e tal. Ainda tem. Vamos visitar um pouco de novo a base do veganismo? Bora. Puxando um pouquinho da tua história, não vou perguntar de novo como foi, você vai falar depois que tenha...

com o sorteio que a gente vai fazer para os membros. Mas o que te pegou foi a questão animal. Com certeza. Na hora. Na hora. Porque é o pilar central do veganismo. Sim. Foi da noite para a noite. Você assistiu ao... Cospiracy. Ao Cospiracy. E aí falou, acabou, chega. Acabou. Acabou. Acabou. Foi assim, foi um nocaute. Na verdade, foi o contrário do nocaute. Acendeu uma luz.

Tava tudo escuro, mas agora eu vejo, sabe assim? Natália, você acha que isso... Aqui a gente vai entrar em temas que talvez a gente nem consiga explicar direito. Mas eu, por exemplo, eu tenho a sensação que de uma forma ou de outra eu sempre vi os animais da forma que eu vejo hoje. Talvez eu não conseguia alcançar o que aquilo significava e não aplicava. Sim.

Você acha que você já via os animais dessa forma? Sim. E aquilo só te acendeu essa luz e falou, opa, você vê de um jeito, mas você não atende a essa forma que você vê? Sim. Ou você começou a ver de uma outra forma? Não, não, eu já via. Tem até uma história que eu já contei aqui também. Meu pai, beijo pai, deve estar assistindo. Ah, é? É só mãe. Beijo mãe. Luiz e Maria. Luiz e Neves. Beijo, amo vocês muito, tô com saudade.

A família do meu pai... Ô, Erickson, mostra. Oi, mãe da Natália. A família do meu pai tem fazendas, né? Enfim, no Paraguai. No Mato Grosso do Sul, ali, Paraguai. Divisa. E a gente tava visitando a família. E tava falando num churrasco. E eu lembro que meu pai foi me oferecer um espetinho de coração. Só que assim, tinha galinhas pelo ambiente, pelo espaço. Tinha vaca, tinha não sei o quê. E na hora que ele me deu... Quer coração de galinha?

Aí eu perguntei, pai, sei lá, uns sete anos, tá? Quantos corações cada galinha tem? Ele, ué, Natália, só um. E aí eu, assustadíssima, assim, eu acho que...

Não sei se foi isso, tá? Mas na minha cabeça foi... Quantas precisaram morrer pra eu estar segurando esse espetinho aqui agora? Só o meu espetinho, que tinha, sei lá, oito corações, sete. Então, foi muito forte isso pra mim. E aí, quando eu encontrei o veganismo, me veio essa situação na cabeça. Então, era uma coisa que...

E eu acho que na verdade a gente já nasce com isso, né? A gente perde, na socialização a gente perde. Porque assim, qualquer criança, sei lá, um, dois anos, que você dizer pra elas que aquele peixinho no prato dela é o Nemo, é o linguado, a criança não vai querer comer. Porque a imagem que ela tem do Nemo, do linguado de peixe, na animação, é que é o amiguinho da Ariel. É uma vida. Eu acho que a gente vai...

Se distanciando disso, a gente nasce com isso, com essa empatia, com esse olhar mesmo, né? De empatia, não tem outra palavra. De não hierarquia, né? De semelhança ali. Mas em algum momento a gente perde. Perde porque a vida vem e todo mundo socialmente se acostuma, porque é culturalmente normal e aceito. Que loucura isso, passar um pro outro, né? É.

Porque aí a gente chega a uma conclusão ou a um pensamento de que tá, essa criança amanhã vai ser o adulto que vai replicar isso pra próxima criança. E aí, por isso que eu falo, ninguém tem culpa. Mas na verdade a gente é responsável pela mudança. Porque são coisas diferentes, né? A gente não tem culpa, mas a gente é responsável sim. Por interromper esse ciclo de exploração. Esse ciclo. Que doideira. E você vê hoje o movimento...

Numa situação mais difícil do que estava um tempo atrás? Tem gente falando isso. Pois é, eu escutei falar, mas eu não sinto isso. Não sei, talvez a gente esteja numa bolha aqui. Eu vejo meninas cada vez mais interessadas em me escutar e falar sobre. E também trazendo o veganismo para a vida delas. Mas eu li em algum lugar também que está saindo de moda o veganismo.

Como se algum momento tivesse sido apenas uma tendência, né? Pois é, até pode ter virado, mas não por conta da sua própria essência. Sim, sim, não, total. Eu realmente não tenho essa percepção. Você tem? Não, eu acho que talvez, como qualquer coisa nova...

Tudo que é novo, você... As pessoas, por exemplo, vou dar um exemplo bem simples. Uma pessoa que nunca ouviu falar em veganismo. Ouve falar. O que ela vai fazer? Vai lá no Google. Sim. Ou agora no chat GPT, né? Vai lá em qualquer lugar e tenta se informar a respeito. A respeito, sim. Tá. Amanhã ela não vai de novo, ela já foi. Uhum.

Então, talvez, a gente alcançou um grupo mais curioso, então gera aquele questionamento, aquela pergunta, interesse e tal, depois diminui, acho normal isso. Já está assimilado, né? Faz parte disso. E isso também pode refletir no consumo. Também. Então, tem gente que fala assim, vou experimentar. Experimentou, pode ter gostado ou não, eu já experimentei.

Vou consumir de novo ou não, mas perde aquela curiosidade. Que talvez o mercado sinta aquilo como diminuiu. Entendi. Mas eu não acho que seja também... Faz sentido, faz sentido. Até as pessoas que falam... Vamos pegar o exemplo da Gisele. Gisele Pinti, que ficou famoso. Todo mundo destacou o quê? O fato dela voltar a comer. Deixou de ser vegana. Exato. Que é questionável, porque a gente fala até que...

Eu não lembro dela algum dia ter falado que eu mantenho uma alimentação à base de vegetais. Eu sei que era predominantemente, depois ela falou. Exatamente. Mas mesmo agora... E ela nunca se colocou como vegana também. É. E mesmo agora, Natália, ela, nesse livro, que foi há dois anos, que agora que bombou aqui no Brasil essa história...

Ela fala, 80% da minha alimentação é a base de vegetais. Então, assim, mesmo pessoas que de repente voltam atrás, eu não fico feliz quando voltam atrás, mas muitos mantêm uma base daquilo que... Mas às vezes, por conta de o social, é difícil. Inclusive hoje, você viu?

Saiu na Folha uma reportagem sobre o principal motivo das pessoas não seguirem no veganismo é o social. Mentira. Saiu na Folha. Ai, ai. É o social. Porque a pessoa fica... Me sinto mal. A pessoa quer ser aceita. A pessoa não quer passar perrengue no aniversário. Porque... Eu entendo. Sem julgar. Mas o que você acha disso? Ah, eu julgo sim. Então julga.

Como assim, gente? Ah, me sinto mal de eu não estar socializando. Ué, vai e leva suas coisas. Ou então vai e fica na batata frita. Ou vai e não come nada. Agora, quem vai ficar mais mal? Você ou o bicho ali morrendo? Vai no batedouro, né? É, tipo assim, não. Desculpa. Aí, esqueci todo o treinamento já. Olha, não demos oi para o novo grupo que entrou aqui. E aí, meninas, tudo bom?

Estão curtindo o bate-papo? Comeram? Estão servindo bem? Porque o Erickson está comendo demais. Eu estou preocupado que não vai sobrar para vocês. Olha aí. Olha o prato dele. Não, traz aqui. Não, não, não. Eu não vou. Olha o seu aí. Só para mostrar o prato do Erickson. Tem que alimentar o menino. Não, não, não. Mostra.

É, a Natália também. Olha o tamanho. Até que tá pequeno agora, porque ele comeu metade. Ah, tá bom. Ele merece. Ah, tá bom. Ele tava trabalhando, veio correndo. Tá bom, Enixon, hoje eu deixo. Tá, pode comer, Enixon. E, Natália, vamos lá. Vamos falar um pouco da tua carreira? Vamos. Vamos. Eu nunca te perguntei. Ou se perguntei, a minha B12 não me ajudou.

Como que veio o convite pra você do... Checkmate? Do Checkmate. Ah! Eu devo ter perguntado quando a Nátaly veio aqui. É. Como foi? Você tava na praia?

Quase isso. Estava lá no Rio. Era segundo turno das eleições presidenciais de 2022. Nossa, há pouco tempo. Foi agora. Agora. E estava em casa comemorando. Na verdade, eu estava sozinha ainda, né? Mas uma amiga, grande amiga, maravilhosa, Ana Júlia. Beijo, meu amor. Falou que ia lá pra casa. E ela falou assim, tô com duas amigas. Aí eu falei, uai, vem todo mundo. Vamos fazer uma festa aqui, né? E aí chegou a Ana Júlia.

Nathalie e Carol Sasson, que é uma cantora maravilhosa, que tá morando fora do país. Beijo, Carol. Alguma você não conhecia? As duas. Você não conhecia? Só conhecia a Ana Júlia. Tá, tá. Já tinha história de falar, a Ana Júlia tinha falado, cara, tem a Nathalie, uma amiga minha, que é produtora e tal, faz várias séries, nananã. Mas assim, nunca tinha conversado com a Nathalie. Tá.

E aí que chegaram lá, e aí a gente ficou lá interagindo e tal, comendo, bebendo, tocando música. E o Nathalie falou, cara, tem um personagem pra você aí, pra você fazer um teste. Como é que tá a sua agenda, sei lá, ano que vem? Porque foi tipo outubro. Aí você falou, nossa, tá cheia, minha agenda. Tá cheia de espaço. Caramba, e agora? Deixa eu falar com o Ricardo aqui, se a SBB vai tocar no Rock in Rio.

Aí ela falou, então tá, vou te mudar o texto, a gente faz um teste. E aí foi assim, aí eu fiz o teste. Eu fui a segunda pessoa do dia fazer o teste pra Maia, pra personagem que eu faço. E aí peguei, né?

E aí você terminou o teste, foi assim? Ela cancelou o restante? Quase isso, assim, sem querer. Não, pode ser, pô. A gente tem que valorizar as nossas... A autora da fanfic estava lá. Tá. E ela estava ali na banca julgadora.

Dos testes, né? E eu não soube isso na hora, obviamente. Claro. Até porque eu não a conhecia até então. Ela falou, depois ela falou, cara, na hora que você saiu, eu falei pra galera, mano, é ela. É ela, esquece, é ela. Chamos a Maia, chamos a Maia. E eu era segundo dia, ainda tinha muita gente. Eu lembro que eu voltei pra casa e aí a Nátaly ou alguém da produção mandou mensagem e falou, você consegue voltar?

No mesmo dia? É. Aí eu falei, gente, deu algum problema? Perderam meu teste, perderam meu vídeo. Não gravaram, olha aí. Aí eles falaram, deixa eu ver minha agenda de novo. E aí eu voltei e fiz uma outra cena de improviso com uma outra atriz, que na época eu tava testando pra fazer a Giovana, que é o papel da Sophie. Beijo, Sophie. Ah, e aí eu peguei. Nem sei depois mais como é que foi. E aí foi. Foi assim. E aí foi.

Não, porque isso mudou tua vida. Mudou minha vida, claro. Não, literalmente, mudou minha vida. Mudou tua vida. Mudou minha vida. E nesse sentido é legal a gente, porque as pessoas não têm ideia do quanto que uma atriz como você que hoje tá...

né, despontando numa plataforma que não era muito usada, né, pra esse tipo de produto, né, e série, porque todo mundo acha que, ah, nasceu pra isso, já tá aí, não tem ideia de quanto você, até propaganda do o quê você já fez?

Vai, fala. Já sabia disso, Elixão? Anotem aí, ó. Olha só. Até propaganda de quem você já fez? Do Bob. Antes de ser vegano, obviamente. E assim, essa propaganda era completamente politicamente equivocada. E era outra época também, né? Outra época. Gente, a gente tá falando de...

2014. Muitas de vocês não tinham nascido ainda. Eu não tinha nascido em 2014? Eu não tinha nascido em 2014. Eu não tinha nascido em 2014. Foi, foi em 2014. Que loucura. Tem 12 anos isso. Eu não era vegana ainda. Ih, dei uma dica já. Tá bom. Eu não era vegana ainda. E foi um dos primeiros trabalhos no Rio. Eu tava no Rio fazendo...

Não sei se eu tava fazendo um curso, se eu já tava fazendo a série da HBO, não me lembro. Mas eu passei pro teste, pra essa publicidade e fiz. Só que assim, não era só do Bob's. Não era só hambúrguer, né? De carne de bichinho. A minha personagem era uma travesti. Toda equivocada. Não era travesti, na verdade. Era um ó. Tipo... Era tudo errado. Não, era assim. Eu tinha que seduzir o moço do caixa pra ele me dar um desconto.

Só que quando ela finalmente conseguiu desconto, ou não conseguia, não sei, eu abaixava, tirava a peruca, e era o Vitor Lamolia, irmão do namorado da Jade. Ah, e o O. Tá, tá. Então é isso. Ele se vestia de mulher, no caso, ele ficava eu. E você pedia hambúrguer? Pedia hambúrguer, pedia desconto, sei lá, era promoção lá. E aí conseguiu desconto, aí quando ele puxava, e era eu. Quer dizer, era ele. Era ele. E ganhou desconto?

Eu acho que sim, depois a gente procura. Não, não procura não, não pode engajar no Itabobes, não. Mas eu puxei isso porque as pessoas têm essa impressão, né? Que o sucesso vem do nada. Que você rala há muito tempo. Há muito tempo.

É uma busca... Isso até vale, porque tem muita gente que quer ser. É isso que eu ia falar, né? São altos e baixos que você tem que estar... Mas muito mais baixos do que altos, devo dizer. E é uma... Porque o ator, ele é autônomo, né? Por mais que você seja contratado, de repente, de uma emissora, isso não acontece mais, tá? As emissoras costumam contratar por obra, não por período.

Antes você tinha contratos de 5, 10, 15 anos numa Globo da Vida. Sim, sim. E quando você não tava fazendo novela, você recebia um cachê ainda. Tava ganhando igual. Claro que um pouco menor com relação a quando você tava gravando. Mas hoje em dia não. Os streamings e as grandes empresas, né, pagam por obra. Então assim, vou fazer tal novela. Então você vai receber durante aquele período e depois um beijo, tchau. Fica à vontade pra fazer o que você quiser. Vai, né?

O que é bom também, porque permite a gente circular mais e fazer trabalhos. Dá uma liberdade também, né? É, em várias redes diferentes, enfim, em vários players diferentes. Mas é muito inconstante. Muito inconstante. Porque, às vezes, a gente trabalha quatro meses do ano, muito intensamente, no projeto. E nos outros seis fica assim, meu Deus, como é que eu vou pagar o próximo aluguel? E agora?

E todo mundo achando que você tá arrebentando, porque tá aparecendo. Exatamente, às vezes que você grava, só vai ao ar, sei lá. Depois de um ano, porque, por exemplo, eu gravei uma série da HBO, a última temporada de Galera FC, que fala de futebol. Antes de gravar a segunda temporada do Chuck Mast, eu ainda não fui ao ar, eu nem sei quando vai.

É uma loucura, né? Ainda não? Ainda não foi. Só foi a primeira temporada. Você nem lembra o que é a história. Nem lembro mais, não lembro. Vamos dar entrevista, que você... Não sei o que é. Coletiva, não tem como. Vou ter que estudar antes. Olhar os roteiros, eu não lembro. Eu fiz essa série? Pois é. Eu sou... Faz muito tempo. Não, é, o pessoal... Eu digo isso porque eu sou um cara que... Que durante muito tempo achava isso.

Tá com a vida ganha. E tal. Não, é claro que depende, né? Se você tem um alcance absurdo, você não vai viver mais propriamente da arte ali, né? Fazendo personagem, papel, novela, TV, série. Mas você vai ganhar 50 pau num story. Você vai entender? Vai ter os marketings possíveis. E pra você? Já veio... Você já falou isso. Do quê? Mas, ultimamente, chega convite de marcas não veganas pra você? Olha, faz tempo que não chega.

Faz tempo. Na verdade, teve um convite para um camarote há um tempo atrás, ano passado, talvez, que o principal padrocinador era um, como é que eu posso dizer, um abatedouro, enfim. Um grande frigorífico. É, aí não dá. Aí não dá, né? Não dá. Você sabe que você fez eu responder para muita gente na semana retrasada ou mês passado, naquele vídeo que a gente fez,

Sobre o que era o vídeo que você participou. Sei lá, a gente faz vários vídeos. Eu peço pra você participar de tanto vídeo. E você estava com a sua jaqueta de couro. Ah, tem o barco. Exato. Porque quem assistiu, já falando de animais com essa jaquetona de couro. Um monte de gente. Pois é, eu não vejo mais comentários. Não sabe a libertação que é, menino.

É, mas a gente precisa olhar, né? É, você, né, cara? Porque é campanha, tudo mais. Do que que era? Aliás, quero agradecer publicamente a Natália, sempre que a gente pede na SVB uma... Faço ideia. Pô, Natália, ajuda a gente com isso, divulgar isso, uma campanha e tal. Eu fiz esses dias do... Cara, é muito legal. Você sempre tá de... Realmei no Washington, mas não foi de vocês. Eu não sei, não lembro. Do que que era? Não lembro. Sei lá. Devia ser alguma coisa de leite, hein?

Porque faz algum tempo a gente está batendo no leite. E já que eu perguntei do leite, o que você achou? A gente falou de vai e volta, o movimento. O que você achou?

Do fográ. Você viu? Nossa, que conquista, né? Que... Caraca, o pessoal não tinha ideia do que é aquilo, né? Muita gente ainda não sabe. Muita gente não tinha ideia. Ainda não sabe. E ainda não sabe. Vocês sabem? Então, explica. Vocês sabem o que é fográ? Alguém sabe? Não, muita gente aqui não sabe. Como é que escreve? Foi... Foi... Foi... Grás. Grás. Que é uma coisa horrorosa. É um tipo de...

É um patê. É um patê que faz dentro do pato. De fígado de ganso. É, do ganso. Ou pato. Gente, é horrível. Eu não sei nem se eu quero falar sobre. Quer que eu fale? Abre a... Pode falar. Não, vai. Você ia falar. Não. Abre-se a boca do ganso.

Enfia um negócio dentro, tipo, com uma... Uns 30 centímetros de... Como se fosse um ferro, assim. Um ferro. Enxerta dentro do estômago. É, vai até lá. Vai em algum lugar aí. O que que coloca dentro? Comida. Comida. Comida, ração e tal. É uma coisa mais absurda. E aí tira pra virar... E segura. E segura. Pra ele não regurgitar. Pra ele não voltar. E aquilo vira um patê. Não, aquilo adoece o fígado. Ai, gente.

aumenta até 12 vezes o fígado. Aumenta o fígado, pra quem tá assistindo aí e não sabe, aumenta 12 vezes, até 12 vezes o fígado desse animal. Por que eles querem que aumente? Porque aí dá mais produto. Rende mais. Porque vira um negócio de uma comida de luxo caríssima. Vira um patê de fográ.

E a gente teve essa notícia, por favor, na semana passada. Que está... Não está ainda, né? É, falta só a sanção do presidente para que seja proibido comercialização e produção dessa coisa horrorosa. Mas quem é que teve a ideia, imagina? De, ah, vou aqui enfiar um negócio aqui na goela do ganso e depois eu vou comer, vou matar o ganso, vou comer o negócio que ficou aqui.

Isso daí veio, se eu não me engano, eu lembro que há 11 anos a gente começou essa campanha. Inclusive foi quando eu conheci a Luís Amel. A gente foi no gabinete do prefeito de São Paulo para pedir porque tinha uma lei para proibir. Aí ele não ia proibir e ele sancionou. Aí deu um arrolo. E na época, eu lembro, eles descobriram porque o ganso tem o costume de se alimentar muito durante um período e o fígado cresce um pouco mais. Cresce um pouco mais.

E aí perceberam que ele come mais nesse período por causa de inverno, verão, essas coisas. E perceberam que toda vez que abatiam o animal naquele período, ele estava comendo mais, o fígado estava maior. O que eles pensaram? Quanto mais ele comer, mais o fígado vai crescer. Mais ou menos essa é a história. E aí o ser humano tem coisas lindas e coisas... Não, só falando já é horrível, mas quando você assiste, é assim...

É filme de terror. E você viu umas imagens? Pra quem quer conhecer...

que é horrível, quando chegam com aquele cano, eles todos correndo pra fugir daquilo. Nossa, é um negócio horroroso. Horroroso. E foi banido, será? Será, tem um mês aí, acho que é o prazo de um mês pra sancionar e espero que não tenha nenhuma ação contra e tal, porque que coisa horrorosa. Aliás, quando a gente fala sobre...

a exploração animal, principalmente a gente falando aqui da alimentação, tudo é muito horroroso, Natália. Tudo é horroroso. Por isso que pra mim não faz sentido a pessoa ter acesso a essa informação, se conectar com isso, compadecer, simpatizar, e aí depois falar, não, agora tá ok pra mim contribuir pra que isso aconteça. Ah, eu vou comer um pô. Ah, não tem problema. Que coisa. Eu não consigo entender, gente, de verdade. Tenho dificuldade.

Vamos ver mais participações? Vamos lá. Põe aqui, mas antes eu quero agradecer o Erickson que veio correndo. Ele estava num outro estúdio, veio correndo para poder fazer a transmissão aqui. E eu não sei se vocês perceberam. Vocês viram que na hora que ele subiu aqui, ele escorregou e quase caiu? Não viram. Vocês não viram isso? Não? Você sabe por quê? Porque ele insistentemente...

Tem vez que sai de casa e não usa o quê? Arcasber! Não estava de calçado vegano! Acaba escorregando! É, olha aqui, Arcasber. A gente tá falando muito de alimentação. Estamos comendo muito. Vocês estão comendo? Estão gostando? Também. Erickson. Erickson tá direto ali, ó. Ó. Mas, veganismo é uma postura de amplo respeito aos animais. E quando a gente pensa em nossa postura, vai além da alimentação.

Por exemplo, calçados. E a gente tem uma marca incrível de calçados como a Arcasber. Que, olha, tem pra todos os momentos da nossa vida. Olha, tem dois aqui. Eu trouxe dois hoje. Olha isso aqui que bonitinho. Rocinha. Olha aqui. E pra várias ocasiões. E tem gente que diz assim. A Natália até comentou sobre o veganismo está na moda ou não. Arcasber, olha aí. Super na moda esses calçados.

E mais do que isso, eles têm uma preocupação muito bacana. Porque além de calçar legal, de ser confortável, de ter para várias situações... Eu tenho esse. Você tem esse, né? Esse aqui, ó. Esse aqui? Não era aquele? É. É, parecia a cor, né? É a corzinha diferente. Mas olha que legal. Além de tudo isso, eles têm preocupação com os materiais que eles usam. E o Erickson vai pôr agora. Eu estou puxando e o Erickson está meio... I'm...

Olá?

Ele até perdeu, ele está comendo, ele não para de comer. Aí, não é ainda, olha lá. Calma, Erickson, calma. Aqui. Aê, apareceu. Olha lá, eles usam fibra de coco, usam algodão orgânico, materiais reciclados, ou seja, eles têm uma preocupação global com isso, de te dar um produto legal, bacana, vegano, que tem um impacto muito menor ambientalmente falando, e mais do que isso. Quando você assiste aqui no Zona V, o que acontece?

Tem desconto. Tá aqui, põe o desconto na tela, Erickson. Olha que bonitinho aqui o desconto. Zona V. Entra lá no site arcasbear.com.br, utilize o código Zona V e ganhe 10% de desconto no seu Arcasbear. Você já conhecia o Arcasbear? Corra, já tem gente que conhece. É quase a música do Billy Eilish. O que é que é feito para...

E ela é vegana, olha só. Pegou a Heffy? Sim. E eles fizeram aquele... Ela e o Cameron fizeram um filme. Ah, sim, verdade. Os dois veganos. Verdade, perfeito. Caramba, aí no Fantástico apareceu e me mandaram. Eles não falaram de veganismo ou falaram. Ou falaram e cortaram. E cortaram. Acontece. É isso aí. Mas Arcasbert é o seu próximo calçado vegano lindo. E como a Natália falou, ela tem. Ela falou, eu tenho. Eu também tenho. Não estou com ele hoje.

Não tô com ele hoje. Eu vim de fora, não tava. Deixa eu esconder ele. Olha aqui, ó. Arcasber, o seu calçado. O nosso calçado. Eu até escorreguei lá fora. Acho que depois de quatro anos de Arcasber aqui, deve ser o primeiro dia que eu não vim de Arcasber. E eu falo, eu não minto. Eu falo.

Feito, Natália? É isso. Você tá com o seu? Você também não tá com o seu. Não tô comigo. Olha aí, caramba, hein? Mas não tem problema. A gente tem o nosso Arcasber, a gente usa Arcasber, mas o toque é esse. A gente pode adotar tudo isso que a gente tá falando em relação aos animais, de amplo respeito a todos eles, nas nossas escolhas. E escolher um calçado vegano é seguir esse padrão em que a gente pode sim ter uma nova forma de lidar com todos eles.

Feito? Perfeito. Perfeito. Zona V. Oi?

Quer passar o vídeo? Ele falou, olha que bonitinho. Ele falou, quer passar o vídeo? Vamos passar o vídeo. Porque a Arcasberg abriu uma loja na Oscar Freire. Olha, chique. Mas não se pressionem porque não é cara, não. Porque fala que é o Oscar Freire e parece que cada par vai ser um Balenciaga. E são lindos. E vale, é um produto super legal. Qualidade, gente. Com qualidade incrível. E mostra lá, Erickson. Mostra lá.

E aí? Tá aí, ó. A Natália pediu, a gente mostrou e é isso. Desde quando você começou, Natália, a usar, além da alimentação, usar também vestuário, calçados veganos?

Eu uso há anos e anos e anos. Anos e anos e anos. E é verdade que a atriz muda. De repente, são outras... É uma habilidade que só a atriz tem. Só a atriz? E parece duas, inclusive, né? Sim, sim. Uma pessoa se multiplica.

Não, traz aqui, Erikson. É incrível, a Natália é impressionante. Você vê aqui, não é possível. Eu falei pra ela, dá uma demonstração de como é o seu nível de atuação e tal. Ela, peraí, pediu só 30 segundos e estão rindo, o pessoal tá vendo. Ai, ai, ai, sensacional. Mas então, voltando, você lembra a primeira vez que você vestiu ou que você calçou um calçado vegano? Natália.

Qual foi a primeira vez? Qual foi? Dia 13 de outubro, né? 13 de outubro de 2025? Isso. Eu lembro. Não, foi 2014. 2014. 2014. A gente se confunde. É que é muita coisa, né? Uma Natália briga com a outra. É complicadíssimo. É a Natália Rosa. É a Natália Rosa. É a Natália Rosa. Natália Rosa. Perfeito. Olha aí, ó. A Natália vai assistir.

Tá aí, meninas. Arrasaram, hein, Natália? Olha isso. Gente. Ó, tá na frente. Arrasaram. Arrasaram. Aparecer? Quer ficar aí? Não. Claro que não. Fica, fica. E três, vamos lá. Abaixou a audiência. Tem que aparecer, né? É a Natália e a Rosa. É, foi a escola. Eu sou a Natália. Ela é a Natália. Natália e Rosa. Vamos aplaudir a Natália e a Rosa.

sensacional. Obrigado, meninas. Tá aí, ó, que a gente inventa cada coisa nesse Zona V, viu? E parabéns, elas foram, né? Olha aí, ó, corajosas. Eu vou, eu apareço. Essas meninas são sem vergonha. Sensacional, hein? Vamos lá, Erikson, vamos colocar na tela o...

as perguntas, porque faltam 10 minutos, vamos lá, 10 minutos pra gente escolher a melhor participação desse primeiro bloco. Vai ganhar 120 reais. Vai ganhar 120 reais na Atlânticos. Então participe. Não é um Pix de 120 reais, não. É de compras, é compras na Atlânticos. Vamos lá. Onde a gente tinha parado?

Hein, Erickson? Me lembra lá. A Kiki Kibbe Vegano reclamou que ela não... Foi a última, né? Que ela não ganha. Não, eu acho que é pra lá. Não, não, não. Não, Erickson, vai descendo. Descendo ou subindo? Descendo. Desce, desce aqui, ó.

É subindo, né? É, sobe aqui, mas desce. Ah, vou. Falei errado? Ah, meu Deus do céu. Sobe, sobe. Não, mas é pra descer a imagem, ó. Pra gente ver aqui. Mas é pra subir pras perguntas de cima. Boa, boa. Escuta, Natália. Não escute. Escuta, Natália. É, tudo depende da perspectiva. Ó lá, ela reclamou que ninguém escolhe o dela. Foi isso, ó. Pera aí.

Eu não vou falar mais se sobe ou desce. Não é esse. Tá pra cá, ó. Tá pra cá. Olha lá. Não é, não é. Olha lá, não é.

Pera aí, Nath é importantíssima. Teste animal, não foi? Foi. Foi a última. Vamos lá. Então, a Ju. Ju, obrigado. Nath, a Nath é importantíssima para a causa. Enquanto pessoa vegana, tenho muito orgulho de ter uma ídola tão consciente sobre isso. Mas diga aí, Nath, qual mito sobre veganismo você mais gosta de desmentir?

Ah, eu acho que vegano é fraco, né? Aqui, ó, mais perto. De que vegano é fraco, né? A gente não é fraco, não. A gente é forte. Vou até mostrar. Não, Natália. Calma aí.

Olha todo mundo pegando o celular aqui. É, eu acho que... Tô quase igual ao Guia Bomar. Tá fácil de desmentir, viu? Tá facinho esse mito. Hoje eu fiz boxe. Natália, você faz... Você pratica esporte todo dia? Todos os dias. Nem que seja uma caminhadinha. Mas e as proteínas? Ah, tô muito fraca, né? Tem que suplementar. Vamos lá! Muito bom. Cadê? O que a indústria não conta... Vamos lá, pra cá.

Aí a Elô Marafona Há quase dois anos atrás Estava aqui assistindo a primeira vez que a Natália participou E foi aí que eu decidi Que não fazia mais sentido continuar contribuindo E sigo até hoje Então só queria agradecer vocês Por naquele dia fazerem mudar tudo

Amo você, Natália. Beijo, Marafa. Que demais, hein? E, cara, tava pensando aqui, será que se o dia eu falar assim, deixei de ser vegana, o povo ia deixar de ser também? As fãs que vieram? Não, não é que bom, porque não me sigam. Quer dizer, me sigam pras coisas boas. Isso não vai acontecer, mas vai que eu bato a cabeça, sei lá, não sei. Isso é bem interessante. Porque vocês estão aqui pela causa e não por mim. Isso, tá vendo? Repete o que ela falou pro pessoal.

A Mari falou, a gente faz você voltar a ser vegano, porque elas são a minha consciência. Sensacional. Não, não, demais, demais.

Aquele Queloteira Tô amando o programa, pai Você é um ser humano incrível e único Manda um beijo pra essa menina Natália Rosa Que conheci agora Abraço enorme Um beijo, filha Ela me chama de pai Um beijo, filha Que legal Olha lá, Larissa Moreira Eu acho que é Primeira vez que eu vi aquele na vida Foi aqui, no Zona V Vouررر

Que é ele aqui, é isso mesmo. Vamos lá, Larissa Moreira. Como abordar pessoas já dessensibilizadas por trabalhar com abate e essas coisas? Eita, cadê a psicóloga? Porque tem isso, né? Mas, você vai saber disso melhor do que eu, mas tem pesquisa de que as pessoas que trabalham ali com abate, essas coisas, elas acabam não consumindo, né? Também.

É, tem gente que se sensibiliza, que vira tipo um... E daí? Não tô nem aí. Nada, tipo, é, tô aqui. E tem gente que trauma. Eu conheço pessoas que quiseram, ah, saíram. Não aguentaram. Não conseguiram. Não suporta. Eu não sei se param de consumir, mas não suporta. Porque é terrível imaginar você o dia inteiro...

Abatendo animal. Abatendo é o jeito bonitinho de falar. Abatendo não diz o que é de fato. É horrível. Eu não saberia dizer como abordar. Eu não sei. Eu acho que isso é muito naquele momento. Aquela pessoa. O quanto que ela está aberta para falar daquilo. Sendo que já está desensibilizada. Que é o que acontece com muita gente mesmo. Mesmo não trabalhando lá. Tem muita gente que está desensibilizado sem trabalhar. Exato. Aliás, a maioria da sociedade está desensibilizada.

Muito bom. Elisena, é isso? Deve ser Elisena. Elisena. Natália, eu te amo. Sua fã, Eli. Eli, um beijo, Eli. Valeu demais, Eli. Ó, a Kalinha.

TWS. Nath, teve e tem um papel na vida da... Pera aí. De vida na minha vida. Coloriu minha alma, esverdeou grande parte da minha alimentação e clareou o meu caminho. Te amo, my hero. Orgulho de quem você é e do que você faz e do que você representa. Uau, hein? Maravilhosa.

O Clariô é porque a gente se conheceu, a primeira vez que a gente se viu pessoalmente foi num show da Ivete no Clariô, que é uma turma nova da Ivete, onde ela canta sambas, né? E a primeira vez que eu vi a Carlinha foi... E aconteceu... Gente, aconteceu uma coisa, que eu acho que eu não falei ainda pro público.

Rolou outra edição do Clarion no Rio esse final de semana. No primeiro de maio, no feriado, sexta-feira. E aí, menina, não é que ela tava no mesmo lugar onde a gente se conheceu e eu no mesmo lugar onde... Entendeu? Você estufa. É. Ela tava no mesmo lugar. Que doideira. E eu tava ali também. E eu falei, não é possível. E eu fui comentar com uma amiga. Tava com a Carmela. Falei, cá, o ano passado, sei lá, quando foi a outra edição, tinha uma fã bem ali.

Na hora que eu falei ali, ela tava... Não, não, não. Impossível. E aí você viu na hora que você apontou. E ela já tinha te visto ou não?

Não sei, não. Acho que não, porque eu acho que eu dei um susto nela. Eu te dei um susto, cara. Eu acho que eu fui lá e falei, não acredito, parece que eu tô revivendo aqui no Deja Vu. Que doideira. É. Muito legal. Olha lá, Lica e Lica Repelica, né? Gente, tudo apelido. Queloteira que deu apelido. Lica Repelica. É uma marca, né? A Debian. Lica Repelica é uma marca, né? Mas não deve existir mais, né? Eu usava quando era criança? Eu acho que tem, hein? Eu acho que tem. Gente, uma marca centenária.

saudades de vocês, principalmente de ti, senhora. Viu? Não fui só eu que te amei de senhora. Te amo. Ela estava no WEG Fest, foi com a mãe, foi com a irmã. Como vai ser o WEG esse ano? Será que é o WEG ou o WEG Fest? Você já sabe, WEG Fest. Vai ter nosso vôlei, né, Ricardão? Eu quero fazer... Você já anunciou a mudança? Ainda não, mas você pode falar, não tem problema. Pode. Você só me demitir. Me demitir não, me... Como é que fala?

Não, não pode então. Então não pode. Vamos dizer exonerado da carteirinha de vegano. Então tá, tem gente que já sabe. Gente, o VegFest esse ano vai ser no Ibirapuera. Que foi, isso você não sabe, break news. É que eu não sei. Onde foi, meu primeiro encontro de fãs na vida foi lá. Foi no Ibirapuera. Foi a sensação mais louca que eu já senti até hoje. Nossa, a Larissa vai me matar, que a Natália falou. Não acredito. Lari, pelo amor de Deus, Lari também é boss, porque é a boss da comunicação, né?

Lari, me perdoa, ele autorizou. Tá gravado aí. O Erickson gravou tudo. O Edson. Até eu acertei e você errou. Corta lá, Erickson. Corta essa parte. Não, vamos lá. Tô brincando. Vamos lá. Natália, eu te amo. Nat, onde tá? Saudades. Aqui, ó. Eu quero reclamar. Reclamar? Porque fui assaltado no jogo de vôlei. Quem estava lá, quem assistiu...

Ah, para! Em minha defesa... Ah, não! Em minha defesa, eu... E a torcida é muito contra, gente. Só para situar. Toda hora que meu time errava, era ponto para a gente. Ah, muito... Tá bom, gente, tá, Natália? Muito triste, eu sabia. Mas assim, gente... Era uma pressão contra nós. Era uma pressão. Muito difícil de lidar.

Era tipo jogar contra o Flamengo no Maracanã. E chegou, tipo, eu tava gravando, né? Só que eu tava gravando a Natália. E chegaram pra mim, falando assim, você tá gravando. Era o VAR. Era o VAR. Ela tá falando aqui. Foi ponto. E aí eu batrei o vídeo.

Só explicar. Qual é o seu nome? Desculpa. A Larissa estava filmando o jogo de vôlei no WEGFEST. E claramente várias situações em que o juiz tendeu para o time da Natália. Mas eu nunca pedi. E a torcida toda. Era a torcida. E aí a gente pediu para ela mostrar a imagem. Não tinha a imagem e falaram, viu? É ponto da Natália. Ah, pô.

Ah, e era ponto da Natália, não era do time da Natália. Tipo, é ponto da Natália. Muito bom, vai ter sim. Vamos jogar, claro que vamos. Letícia! Stephanie. Nath, obrigada por ser quem é, por nos mostrar coisas tão importantes. Ser fã de um ser tão iluminado como você é uma parte linda da minha vida. Caramba, é muito legal. Obrigada, Le, um beijo. É difícil lidar com isso no sentido da responsabilidade, o que é uma delícia.

Eu recebo alguns elogios, esse carinho. Mas você é incrível. Não, eu acho não, tenho certeza. Eu fiquei enciumada. Fui, senti.

Faz um fã clube pro boss aqui, por favor. Vai lá, Natália. Eu sinto que não é difícil, pelo contrário. Elas fazem tudo de uma maneira tão leve. Eu acho que me deixam ser humano melhor ter essas meninas na minha vida. Porque eu tenho muito mais consciência e tento ter muito mais responsabilidade pelas coisas que eu falo, que eu faço, que eu divulgo. Porque eu sei que tem muita gente olhando.

Uma coisa é quando você... Eu já era atriz, mas não tinha esse alcance, esse engajamento, essa vitrine toda que Shaquemate me trouxe. Mas elas falam, você salvou a minha vida, você mudou a minha vida, mas elas mudam a minha. Eu imagino. É surreal. E eu sou o ser humano melhor. Isso em todos os sentidos. Eu falo sem melindre nenhum. Eu sou uma pessoa melhor pra mim, inclusive, depois que elas apareceram.

Que bonito. Porque eu, não sei, elas me mostraram um tipo de amor que eu não conhecia, que eu não sabia nem que existia. E isso faz eu me amar mais também. E me priorizar, e me cuidar, e me amar mesmo mais.

Isso, você acaba transmitindo para elas também, né? Então vira um ganha-ganha. Muito legal. Estão dizendo aqui, é isso mesmo, torcida. Vocês não estão vendo, eu estou vendo. Vamos lá. Muito bom, muito legal. Kiki, que be vegano. É, reclamou que não ganhou, hein? Vamos lá. O que falta de opção vegana nos camarins? E aí, como é que estão? Imagino que no da série, levam.

Depois que eu me autodeclarei Vegana, comecei a me identificar como vegana Nunca tive nenhum problema Em set nenhum Inclusive eu já contei essa história também Logo que eu me tornei vegana Na sequência, dois anos depois Eu fui gravar uma série da Netflix de zumbi Eu vi Que doideira aquela série Porque comer gente pode O que não pode é bicho Isso é uma regra clássica

E aí que tinha o quê? Muito sangue cênico. E sangue cênico, pra quem não sabe, a maioria, é feito de mel. E muita gente fala, ah, mas nem mel? Não, nem mel. Porque mel explora a abelha. Inclusive, saiu um documentário maravilhoso na National Geographic. Eu não vi ainda, mas eu quero ver. Que fala sobre o universo das abelhas e o quanto elas são inteligentes. Mas enfim.

E aí eu, lá na época que a gente tava ensaiando, tá? Na preparação de elenco. Perguntaram de restrição alimentar e tal. E eu falei, cara, alimentar, eu sou vegana. Mas eu tô preocupada com uma coisa aqui. Do que é feito esse sangue que a gente vai, né? Ter que morder, enfim. Ah, é mel? Não, não, não, não. Eu falei, hum, eu sou vegana. Não tem como fazer diferente? Fizeram diferente. E acabou se tornando o sangue oficial que era feito de quê? De gente. Brincadeira.

que poderia, né? Tem uns aí, né? Estatuto vegano. Não, era de melado de cana. Melaço, melado. E aí a maioria usou, de fato, o mel vegano. Então trouxe revolução. Transformou o cinema global. Mundial, Netflix, né? Internacional.

Mas é muito legal quando a gente vê isso acontecer, né? É. É muito legal. E assim, foi um cuidado que eu não teria nem parado de pensar se não fosse a pergunta do mel, enfim, da alimentação. Que loucura, né? O mel que se... O sangue cênico leva mel pra dar a viscosidade. É, dá aquela sensação de... Aí eu... Não tem como ser diferente? E tinha. Que bom. Mais uma da Kiki. Qual o maior mito sobre ser atriz vegana?

Mito? Talvez pensando no veganismo em si. Você falou que tem das proteínas. Eu acho que eu tento ser...

um veículo de veganismo positivo depois. Gente, faça propaganda aí. É o CAV. Então, quem tá no Rio é que já tá acabando. São uns 50 e já tá finalizando. Mas fica a dica. Participem quando tiver na sua cidade e tal. É o Capacitação de Ativistas Veganos, que a SVB realiza. O que a Natália participou é com a Melanie Joy, que é um outro grupo.

Mas não era o Ricardo. Não era o Ricardo. Melody, agora você também. E era Melody e mais uma pessoa. O Tobias. Tobias. E é sobre como a gente atuar no dia a dia, no nosso cenário do dia a dia, sendo vegano no mundo não vegano. Como a gente pode ser mais eficiente, como a gente pode se sentir melhor, mais seguro e tal. Então é um curso que a gente faz, na verdade, uma capacitação. E dia 15 vai ter...

Aí no Rio de Janeiro. No Rio. Bora, Cariocas. Boa. Mas voltando, eu tento ser, especialmente em um ambiente de trabalho, uma ativista eficiente. Então, assim, eu levo uma coisinha gostosa para as pessoas comerem. Ou falo do veganismo com a maior naturalidade e leveza possível. Para as pessoas entenderem que é de fato possível.

Então, eu acho que ser vegana num site de gravação é, pra mim, uma oportunidade de levar o veganismo pra pessoas que talvez não teriam... Que já tenham algum tipo de preconceito ou que nunca ouviram falar, enfim. Por exemplo, vai estar lá maquiando.

Qual é a marca? Ah, essa marca aqui, tem como ser outras? Quer que eu traga a minha? Eu trago, eu levo. Olha essa base aqui, maravilhosa, sei lá, Cat Von D, que não testa, não tem bicho, entendeu? Não testa animal. Eu tento ser assim, né? Você acaba usando, né? Exato. Aliás, alguém que tá aqui, eu vou responder, eu vou dizer qual a resposta. Além de conhecer o veganismo pela Natália, tinha alguma, algum...

Alguma sensação negativa sobre o movimento vegano? E com a Natália mudou? Não? Não? Ah, alguém tinha que mentir e falar que sim e tal. Pô, é... Cadê o cachê? Aí ia ficar, né? Ia ficar mais emocionante. Ah, eu odiava. Mas agora já vou perguntar pro próximo grupo. Aliás, será que já tá na hora de mudar? Não me xinguem. Já quer expulsar vocês já. Tá vendo? Vocês não mentiram pra mim? Agora eu já lembro disso lá.

Mas o pessoal que está ouvindo e assistindo ali fora, ele talvez esteja na hora. Não briguem comigo, porque senão quem briga com a gente é quem está lá fora. Vamos seguir? Vamos lá, que a gente precisa correr agora. Então, qual que é o próximo? Roger de Oliveira. Natália, me tornei teu fã. Essa tua experiência em relação aos corações de galinha na infância foi igual a minha. Sou vegano faz 22 anos. Parabéns. Uou.

Olá, Roger, muito prazer. Que bom, que bom. Olha só que coincidência, né? Essa coisa do coração realmente é um baque. Olha lá, ele ouvindo, recebeu o recado. Vocês falam, não saio, não saio. Desculpa, Natália, porque... Não, tá bom pro Roger. Que coincidência, realmente, né? Esse coração de galinha realmente... Eu já ouvi algumas pessoas falarem sobre isso.

Porque pesa muito, né? É o nome, né? Coração e tal. Pega muito. Pega muito. Vamos lá. Valeu, Roger. A Karen Priscila. Não consigo imaginar voltar a comer cadáveres e derivados depois de tudo que descobri. Nath acendeu uma luz que nunca mais apaga aqui. Aliás, assine em Veg, que é o teu aplicativo, né? É, que é a plataforma onde a gente fala de veganismo de maneira fácil, descomplicada e sem terrorismo. É...

É isso. Mas, ó, aqui é uma resposta da tua pergunta. Se você abandona... Tem muita gente que tem isso. Eu falo, inclusive, eu falei isso quando rolou... Eu fiquei muito, muito chateado quando aquela cantora me fugiu, que era a Hannah Montana. Qual era o nome dela mesmo? Mary Cyrus, que era ativista pelos animais. Era, bastante. Vocês não sabiam o que eu sabia, né?

Quem tem filha, assistiu bastante Rana Montana. E eu vi quando ela disse que tinha largado o veganismo, muitos fãs reclamando com ela. Pô, eu virei vegano por tua causa, como que você tá fazendo isso e tal. Eu acho que quem realmente...

recebe o que é o veganismo mesmo, se aquela luz se apaga, ela já criou a sua própria luz e vai reclamar da... Porque o veganismo é sobre conhecimento e informação e isso não volta atrás. Uma vez que você aprende... É isso. Tá aí, Miley Sars, eu fiquei muito pé da vida com você, viu? Meninas, tem que trocar. Olha lá, eu tô tomando bronca da Eli agora. Olha lá. Quantos tem ainda, Erickson? Curtiram?

Sim, sim. Então tá. Nos vemos lá fora. Até já. Erickson, tem muitos ainda? Então vamos parar aqui. E qual a gente parou? Aqui, né? Da Karen. E aí? 120 reais. Pra quem você passa o... Pode ser qualquer qualquer da sua... O critério. É você que faz o critério. E tem que ser rápido. Não pode demorar.

E vocês, enquanto isso, quem está assistindo, a Natália está escolhendo a melhor, a melhor participação do Superchat, vocês, quem se tornar membro, lembra. Clica lá, vira membro do canal, é uma forma de vocês abraçarem, acolherem o Zona V, ajudar também, vocês vão concorrer.

todos os membros do canal a um livro do Ricardo, Último Teste, com uma dedicatória linda, com uma mensagem da Natália e uma marquinha de beijo igual da Xuxa que a Natália vai deixar. Xuxa vegana, inclusive. Xuxa vegana, beijo Xuxa, te amo Xuxa. Faz esse encontro acontecer, boss.

Eu só conheço o Juno, né? Que a gente é da mesma banda. A gente toca junto. Faz turnês juntos e tal. Não, o Juno e a Xuxa. Eu nunca vou esquecer que quando tava numa live parece que a Xuxa entrou.

E aí... Parou. Eu achei coisa brincadeira. A Xuxa entrou, a Xuxa entrou. Eu falei, quê? Até parece, a Xuxa nem me segue. Mas deve ter aparecido pra ela, sei lá por quê. E aí que alguém printou e viu realmente o momento que ela entrou. Aí você ficou... Fiquei em choque. Eu achei que era piada até eu ver o print. Xuxa!

Você que não perde um Zona V, que sempre manda mensagem, participa do Super Chat. Vamos combinar um dia de você participar do Zona V, Juno. Você também, nosso guitarrista da SVBand. Caramba. Vamos lá. Já escolheu? É o seu irmão.

Ai, meu Deus, e agora? É que eu não consigo lembrar o que disseram, não consigo lembrar algumas pessoas. Não, não tem um critério. Qual que te marcou que você gostou? Uma mensagem ou um... Sabe, alguma coisa que você... Que te tocou e que você falou. Legal. Eu acho que aqui não é pelo... Não é a competição, entendeu? É o que trouxe de...

competição. Mas tem gente que não é aqui da... Pois é. Sabe pra quem que eu queria mandar? Pra quem? Tá valendo 120... O Erickson reclama quando eu bato aqui e faz barulho. E você continua. Eu vou mandar pra... Ah, não entrega fora do Brasil, né?

Não entrega fora do Brasil. Não entrega fora do Brasil. Então, não sei de onde ela é, mas eu acho... Se for fora do Brasil, ela pode mandar pra alguém. Ela dá pra alguém o voucher. Não, pra alguém não. Se alguém tá aqui. Sim. Eu vou mandar pra Kikibe. Ah, Kikibe. Como vale a pena chorar? Não, não. Vocês viram? Vocês que entraram agora...

Kiki, o seu dia chegou. A Natália Rosa escolheu a sua mensagem. Explique por quê. Por quê? Pra não ficar em maus lençóis com nenhuma fã. Peguei uma pessoa aleatória. Ah, meu Deus. Que explicação boa, hein? Ou nesta. Ou né?

Mas isso vai voltar, porque a partir de agora está valendo... Pera aí, vamos lá. A Kiki, então, ganhou R$120 de compras na Atlânticos. Atlânticos, que é marketplace vegano. E a Kiki ganhou essa molezinha para receber em casa. E agora está valendo R$160 da VegSIM.

também, o Brasil todo. É o Brasil inteiro, R$160,00. Ou seja, Natália, você que não é fã muito grudado, Natália, você tem grandes chances, porque vocês viram? Ela falou, eu não vou... Não, brincadeira. Agora você vai ter que se virar com as suas fãs. Bom, vamos lá.

Depois a gente volta. Eu quero fazer algumas perguntas pra Natália. E aí a gente volta e tem que voltar rápido, porque senão não vai dar tempo de ler todas. A gente vai ter que responder rápido. E tem tempo ainda, hein? Tá bom. Mas vamos lá.

Natália. Eu. Relacionamentos e veganismo. Como você vê essas duas questões de, de repente, se apaixonar por alguém que não é vegano? Porque às vezes a gente não escolhe, a gente não sabe como lidar com isso. Tem gente que não consegue, tem gente que fala, cara, impossível. Tem gente que sim, que fala, poxa, eu não consegui escolher, eu gosto dessa pessoa tal. Como você vê isso?

Eu acho que todo ativista deveria se relacionar com não veganos, porque aí converte a pessoa, entendeu? Faz uma lavagem cerebral, aí quando a pessoa se tornar vegana, parte pra próxima. Que foi o que eu fiz, você não reparou? Vai mudando.

Eu sei, eu sei. A Alana faz isso. Coitada Alana. A Alana brincava com isso também. Mas a Alana já contou a história de, ah, veganizei, e aí a gente separou, pelo menos com o vegano. Não, brincadeira. Cara, eu acho que eu lido bem. Eu não sou, assim, radical. Realmente eu conheço pessoas veganas que não conseguem se relacionar. Até ficam, pegam ali, ali, né?

Dá uma passeada. Dá uma passeada. Mas não conseguem ter um relacionamento, né? Assim, de fato. E eu entendo, de respeito. Mas eu vejo como sempre uma oportunidade de, não de veganizar, claro que é lindo quando a pessoa, de fato, toma consciência e carrega aquilo pra ela. Mas de plantar ali a sementinha, literalmente, do veganismo.

E trazer pelo exemplo, através do dia a dia, do convívio, o quão fácil é, o quão melhor é, o quão mais saudável pode ser.

Ou seja, você consegue lidar com isso? Consigo, consigo. Claro que eu nunca me relacionei depois de vegana com aquele extremamente carnista. Eu preciso de um... Vamos para a churrascaria. Não, não. Não cheguei nesse extremo. As pessoas que eu me relacionei pós-veganismo, todas muito ali conscientes. Abertos, pelo menos. Simpatizantes. Exatamente. E o que você acha disso? Do simpatizante.

Calma, eu dou esse... Tem esse momento. É a pausa cênica. Você pergunta, é, exato. Do simpatizante. Porque o simpatizante, uma vez eu fiz um vídeo, logo no começo eu comecei a fazer vídeo, eu falei assim. O vídeo era assim. Ah, você é daquela pessoa que diz, ah, eu não ligo muito pra carne. Pra mim tá tudo bem. Eu conheço muita gente que fala isso. Você conhece também? Sim, conheço. Ah, eu não ligo, eu vivo bem. Ah, só um pouco e tal. Aí eu falo, mas então se você não liga...

Porque a pessoa que está desesperada, eu não consigo ficar sem e tal, talvez eu entenda. Mas você que... Então, como que lida com isso? Porque ao mesmo tempo que o simpatizante é alguém que tem alguma percepção, que entende os seus motivos e tal, ao mesmo tempo você fala, cara, por que não segue?

Enquanto que o outro que fala, não tô nem aí e tal, é difícil, né? Você já pensou a respeito disso? Sim. Você tá vendo que eu tô abrindo meu coração com um pouco de raiva, né? Com simpatizantes. Com simpatizantes. Não, eu gosto simpatizantes. Mas eu tenho esse calor, assim, de tipo, vai caramba. Pois é. Não, realmente, tem um lugar de revolta. Cara, tá tão perto. Você não faz que... Por quê? Você é simpatizante. Exatamente, tá tão próximo ali. Só não. Tá quase ali.

É... Difícil, né? Eu achei que eu não tinha pensado nisso. Não. Aliás, você está trazendo várias coisas aqui que eu não tinha pensado. Ah, mas é legal isso. Não, claro, é ótimo. Até para ficar repetitivo, que eu já venho aqui há 50 anos. E vai ter que vir mais, tem mais. Com certeza. Mas eu tenho essa sensação. E imagina o impacto que seriam as pessoas que de repente são simpatizantes e falarem, assumir. Pô, você ia ter um número enorme de pessoas que...

Eu acho que as pessoas têm um pouco de receio do comprometimento, né? De dizer, porque dizer eu sou vegano é muito pesado.

traz um significado semanticamente falando, eu não corroboro o fomento, nada que tenha exploração animal. Então é muito pesado. É um compromisso. As pessoas aí tem que cometer-me-nation. É problema de comprometimento. Porque dizer isso é...

Você sabe que eu nunca pensei nisso, eu particularmente. Eu digo eu particularmente, tipo, não vou... Putz, é um termo... Pra mim foi algo natural, assim, de tipo, ah, eu sou... Sou vegano. Mas realmente, eu acho que você tá falando algo que tem gente que...

Pode ficar com medo da cobrança. Exatamente. Receio das outras pessoas, né? Da cobrança. E também, será que eu dou conta de não consumir mais nada de origem mal? De não comprar uma jaqueta de couro? De não, sei lá, pagar um brinquedo no SeaWorld? Sei lá o quê? Eu acho que... Porque a pessoa que tá ali na beira, ela já conhece um pouco, né? Sim. Então eu acho que... Imagino que sim. Talvez, assim...

As pessoas que conviviam comigo, talvez elas vejam que eu faço algumas... Algumas... Como é que fala? Por exemplo, lá em casa. Eu moro com a Nátaly, né? E aí, às vezes, tem alguém lá e faz um jantar. E aí sempre faz o meu separadinho. Eu amo quem pensa em mim. Porque faz, por exemplo, se é um macarrão com molho ou alguma coisa, antes de colocar o molho, já separa o meu.

Só que talvez é aquela coisa social. A pessoa veja, eu tendo que comer separado, eu tendo que... Talvez também crie um... Não tô participando de forma real. Exatamente. Porque quando eu faço, todo mundo come. Porque a minha comida é pra todos. Pra todes. E aí eu acho que é isso. Às vezes as pessoas... Pelo menos do meu convívio, eu acho que a questão maior é o social mesmo. É pensando no social. Justamente. Na folha.

Mas uma coisa é você não entrar por controle social, que você já observa ali, que tem algum tipo de restrição que não significa nada pra mim, por exemplo. É uma restrição tão... É uma perda tão ínfima perto do sofrimento animal que pra mim não faz sentido. Mas outra coisa é a pessoa já ser vegana. Deu o passo. Exatamente. Em algum momento e falar Ah, não. Quero voltar aqui e ir no churrasquinho. Eu participo de churrasco. Na minha casa tem churrasco sempre.

Na minha casa tem churrasco. Sim, porque você mora com... Exato. E a Nata é legal ruxa. Bah!

E ela nem come caritá tanto, mas assim... Olha lá. Exatamente. Olha aí. Olha lá, o Nátaly. Eu nem ligo o bacalho. A Nátaly tá aqui, ó. A Nátaly tá aqui já, ó. Empurra a Nátaly.

E aí, porra, né? E aí, é... Mas sempre tem no churrasco um brócolis, um milho, uma batata doce, uma cebola, entendeu? Sim, sim. Eles todo mundo já pensam em mim. E até quando eu não tô, tem também legumes. Porque faz parte, né? Claro. É inclusiva. Exatamente. Comida vegana é mais inclusiva. Com certeza. E você descobriu isso antes ou depois de virar vegana? Depois.

Eu virei vegana sem nem saber direito o que é. É, eu só falei, assim, não importa o preço que eu tenha que pagar, seja com saúde, seja com... Eu não vou mais fomentar isso. Eu, na verdade, fui muito inconsequente, eu não recomendo. Vão se informar antes, pesquisar tal.

Porque primeiro eu tomei a decisão, depois eu fui atrás de entender de fato. Eu tomei a decisão baseada no documentário que estava todo mundo falando a respeito na época, o Cospiracy. Você lembra quem te indicou? Foi o Facebook, gente. Nem se usa mais. Mas estavam várias pessoas falando. Não foram uma nem duas, não. Muita gente tinha visto. Imagina agora, se todo mundo que assistiu tivesse virado vegano.

Porque é um documentário que não é tão assim, né? Não, não tem imagens fortes. Tem uma imagem forte. A informação, né? O acender de luzes que foi na minha cabeça mesmo. Caramba, mas não tem uma coisa boa da carne? Tipo assim, é pro meio ambiente horrível. Pra...

Para o planeta, para a saúde e para os animais. Para os animais nem se vale. É a coisa que mais me tocou. Então, por quê? Para quê? Continuar consumindo? Eu já não consumia muito, para ser honesta. Você já era dessa? Eu já estava. Eu não ligo muito para a carne. Não, eu já não ligava mesmo muito. Mais carne vermelha. Eu processava mal, obviamente, porque a gente não foi feita para isso.

Eu tinha muita questão de digestão, mesmo com a carne vermelha. Mas eu confesso que frango, peixe, ovo, eu comia bastante. Eu dava prejuízo no japonês. Pro dono do japonês. Comia muito. Eu nunca gostei de peixe. Eu sempre falei que eu gostava do mar só de sal. Vale? Era a única coisa. Só o sal.

Nunca gostei de nada. E agora eu consumo esses sushis veganos. Eu curto. Acho que é mais leve. Eu sempre achei o peixe com cheiro... Eu gosto do vegano. O cheiro do peixe... O pessoal gostava. Eu comecei a gostar da comida japonesa pela experiência, pelo social. Eu lembro que as pessoas iam, era uma coisa hypada. Vamos no japonês. E pega o hashi.

Não tem aí? Tem aí? É o palitinho. Não tem aí o rachinho. Vocês parem. Aí você me trobra a bolsa. Vocês parem. Eu não falei nada. Tem aí, Erikson? Você não tem palitinho? Caramba. Vocês são malvadas. São muito malvadas. Pô, eu sou, né? Pô, eu sou de idade já. E tem... Como assim?

Vamos voltar. Como é que tá o mood? Como é que tá? Ah, sempre assim. Com você e voz. Sempre assim. Aí tem que ver daqui a pouco como é que vai ficar. Bonitinho. Como que fica ele triste? Eu acho que não é triste. É bravo. Deixa eu ver o bravo. Ah, é com quem fala. Eu não ligo pra carne, mas eu como. Aí ele fica assim. Aqui é como eu fico com ex-vegano. Com ex-vegano, olha aí.

Que você acha que não existe ex-vegano. Eu acho que não existe, gente. Se você... Ai, sei lá. O pior é que eu acho que existe, sabia? Não entra na minha cabeça. Dá vontade de dar um... Sabe por que eu acho que existe ex-vegano? Por quê? Porque tem gente que você não conheceu pessoas que eram pelos animais. Pois é. Plenamente pelos animais. Mas aí me faz pensar, me faz questionar toda a tragédia dessa pessoa. Pra mim era. De fato ela foi pelos animais ou era hype ou era ela pessoa. Não tô dando nomes aqui. Sem processo, por favor, que eu não tenho advogado.

Não, mas se quiser falar nome também... Não quero, não. Mas ela é. Tem muita gente que era pelos animais. Você falava pelos animais. Mas aí era... Olha só o questionamento. Olha o questionamento aqui. Vamos lá. A pessoa era sobre ela na causa animal.

Ou os animais em relação a ela. Exatamente. Porque faz diferença. Muito boa pergunta. Gostei. Gostei. Porque faz diferença. É sobre mim na causa ou eu fazer parte ali de um conjunto de vozes em prol dos animais. Que faz sentido. Exatamente. Fica aí o questionamento.

Já que estamos falando de questionamento, vamos voltar para o... Tem muitas perguntas, muitas participações. Está valendo agora. Vamos lá. Põe na tela a VegSIM aqui, a logomarca, porque está valendo R$160,00 de compras na VegSIM, que é o empório vegano maravilhoso em São Paulo. Nossa, gente, é perfeito. Tem na Moca.

Tem Moema. Eu só fui de Moema. É um paraíso. Eu moraria lá dentro. É um parque de diversão. Não é? Do vegano. Maravilhoso. Gente, eu lembro que eu fui a primeira vez. Era perto do Natal, eu acho. E um panetone. Não, é incrível. É incrível. Gente, mesmo que você não for comprar nada, vai lá. Porque sempre tem umas amostras. Aí você entra, pega e vai embora. Olha aí, tá vendo? Olha que malvadeza. Mas, ó.

Mas o pior é que você vai lá e acaba comprando. Você só vai com a ideia de... E vai comprar. E se for comprar, compre no site também da VegSim. Coloca lá, Ericsson, por favor. E você utiliza o cupom, que é a Zona V10, né, Ericsson? Eu estou aqui esperando, vai chegar. Ah lá, chegou. Zona V10, vegsim.com.br e ganhe 10% de desconto nas suas compras. E conheçam as lojas. É incrível mesmo.

Tá valendo R$160,00. Agora, as respostas têm que ser rápidas, senão a gente não vai dar conta. Trás lá, Edson. Ah, é a partir de agora, né? É, não vou dizer sobe ou desce, porque eu já vi que eu confundo tudo. Vamos lá. Onde tá? Paula Borges. Eu acho que tá mais pra cima. Não, não sei. Ih! Mais pra cima. Isso, mais pra cima. O próximo era o Vovô Vegano.

Era o vovô vegano? Não, foi o Roger. Acho que foi o último aqui. É o Roger? Não, Karen. O Roger era antes, né? A Karen, olha lá, tinha o Roger, a Karen e o vovô. Vamos lá. A pessoa se torna vegana quando se conscientiza de que os animais são seres sencientes, sentem amor, dor, alegria, tristeza e merecem nosso amplo respeito. Não tem como se desconscientizar disso. Vou levantar. Tá aí. Vovô vegano.

É isso, porque não tem que voltar atrás disso. A pessoa tinha coração, depois não tem mais. Eu te entendo. É revoltante disso. Mas eu acho que a pressão social faz a pessoa... A pessoa fraca. Vai afastando. Mas eu entendo isso. É um questionamento que eu também faço. Sabe o que é pior? As justificativas absurdas que as pessoas usam. Aí zoa, né?

Mas não vamos entrar nessa não. Não, pode entrar. Podemos entrar. Vamos lá, valeu, vovô. Dia 15 estamos aí, hein? Amanda Barbosa. Natália abriu meus olhos para muitas pautas que antes eu tinha uma certa ignorância. É gratificante aprender com você, vida. Obrigada por fazer parte da minha vida. Obrigada por fazer minha vida mais leve. Te amo. Saudade do seu abraço.

Beijo, Amanda, que um abraço pra você. Eita, mas é muito carinho. Tô com muito ciúme disso. Vamos lá. Carlinha! De novo a Carlinha. E a Carlinha, ó, virou membro do canal, né? É membro do canal, com o Vezinho ali, ó. É isso? Tem gente, eu não tô vendo aqui se tem gente... Depois você me passa a lista.

para eu agradecer os membros do canal. Nath, acha que os produtos de origem animal deveriam ser vendidos no estilo do cigarro? Só que com imagem dos bichos sofrendo? Acho que ajudaria. Você teve e tem um papel de vida na minha vida. Te amo.

O que você acha disso? Acho que seria lindo, mas acho difícil isso acontecer com o lobby que a bancada do Boi tem na nossa... Muito forte, né? Acho muito difícil. Seria incrível. Você não acha que as pessoas consomem o reclamar também?

Acho, mas aí faz parte, né? Eu quis dizer porque esse lobby é muito forte, porque tem esse aparato também da sociedade que quer ouvir que isso é bom, que precisa. Olha pro lado, né? Exato. É isso aí, Carinha. Eu nunca conversei com um fumante de cigarro normal, que se isso tem algum impacto, quando ele olha ali a pessoa com câncer de boca, ele deixa de fumar. Eu já vi um.

Que escolhi, ele pegou uma vez uma caixinha de cigarro lá, aí falava que tinha impotência. Que dava impotência. Falei, essa eu não quero, eu prefiro a do câncer. Eu já vi isso. Vocês já viram isso? Vocês já viram isso, Erikson? E teve um cara que falou. Você invotou, né? Não, é verdade. A piada é ótima. É horrível a piada. Porque o cara é os dois, ele não sabe.

Vamos lá. Não é piada. Eu já ouvi, gente. Eu não pego aquele lá. Eu não pego aquele de potência. Eu pego de outro. Pulmão e tal. Que coisa, gente. Não tem o que é de um feto? Vamos lá. Tem também. Tem. A Madu. Madu, valeu demais. Te amo muito, Nath. Saudade. Sua existência é arte. Beijo, beijo, beijo. Subida. Muito legal. Ali embaixo é Ana?

Ana Clara, é muito bom ver vocês falando de forma tão clara e leve sobre a causa que é propósito da vida de vocês. Muito bonito que o veganismo fez vocês criarem uma relação tão bonita. Manda o Kibe para Salvador, please. Que é assim?

Mas foi veganismo? Lindo isso, foi. Depois que eu assisti Cowspiracy e fui nocauteada pelo veganismo, a primeira instituição que eu procurei, fui atrás e tal, foi a SVB. SVB, né? E esse senhor aqui era o dono da SVB. Que dono? O presidente. Era o presidente. E ainda tem um papel fundamental, ele é vice, né? Sou vice agora, junto com a Mônica e todo o time lá. Inclusive, eu tomo a bronca da Larissa, já falei, mas vamos lá.

Sara! Nath, é a melhor inspiração. O sol da minha vida. Olha aí. Um bacio, amor é meu. Você falou do dólar da Marta Di, agora é euro. Eu conheci a Sara quando fui pra Roma, mãe. Que chique, hein? Roma é legal, hein?

Eu fui só um dia. Você viu o Coliseu? Vi o Coliseu. Deve ser louco. Foi tudo que eu fiz. Eu fui no Coliseu. Não, mas tá bom, pô. Não, tá ótimo, pelo amor de Deus. Eu fiquei um dia só. Mas, nossa, saudades, Roma. Coliseu. Roma, sala. Ah, eu fui no Vaticano também. Eu fico pensando... Ai, nada a ver o que eu vou falar agora. Fala. Fico pensando, com aquele dinheiro todo que tem naqueles museus do Vaticano, resolvi todos os problemas do mundo, né? De fome, miséria. São umas coisas que devem valer mais do que sei lá...

É muito dinheiro. Não, isso teria, mas tem um problema disso, né? Quando a gente pensa nesse dinheiro, gastaria-se e acabou, né? Teria que ser algo que... É. Que desse base, né? Mas que é uma tristeza. Essas riquezas de lá, os ouros, as pedras, vem da exploração já. E por isso que muitos países estão na merda... Desculpa. Sim. Mas merda vegana, não é? Qualquer merda vegana. Mas depende do que você comeu.

Porque muitos países, muitos continentes estão vivendo mal, né? Estão subvivendo. Por conta da exploração que for extraída do laço, riqueza, tudo. É muito complexo. Eu me senti um pouco com o Pará de ter ido no Vaticano. Foi uma experiência incrível. No sentido de, cara, a história pura ali. Só que cada coisa que eu olhava...

Cada coisa que eu olhava, gente, isso aqui resolveria todos os problemas de São Caetano, sei lá. São Caetano não tem problema. Mas assim, cada peça... Sim, sim. Sabe? Eu acho que é muito assunto nisso. É muito assunto nisso. É. Bom, vamos lá. São Caetano é rico. O Anto, myself. Thanks to Natalia, my life is changing. Thanks a lot, Nat. Eu também. Um bacho grande. Um bacho, amore mio. Olha aí, Anto. Mais um lá com eu. Muitos euros, muitos euros. Tá vendo? Vamos lá, Ericsson. Pra baixo, né? É pra baixo.

Não, mas a mensagem tá pra baixo. Mas aí você tem que subir pra ver o que tá embaixo. Entende? Estamos todos certos. Vamos lá, Bárbara Pereira. Bárbara também. Olha lá, um vizinho de membro do canal. Olha aí, ó. Ela tem uma sobrinha veganinha. Ah. Aham. Qual a idade? Não me lembro agora, mas é nova. Que bonitinho. E aí a Nutri falou que não podia ser, que criança não sei o que. Sabe o que ela fez? Mudou de Nutri. Mudou de Nutri. É isso.

Beijo, meu amor. Lembre-se dessa frase que em breve você vai saber algo sobre a SVB a respeito disso. Lembre-se dessa frase. Mudou de nutre? É. Vamos lá. A Bárbara tá lá. Bárbara! Olá, te amo. Comenta sobre a ex-nutre da minha sobrinha. Peraí, ficou legal. Isso é ex-nutre. Ela nem nutre mais é. Ela é ex-nutre. Tipo, ela virou uma ex-nutre. Mas eu entendi. Era ex-nutre da sobrinha que a Natália conheceu.

isso e rosa? como é que fala esse? deve ser isso Nath, meu amor Netflix você é arte, te amo pra sempre beijos, Isa beijo, Isa vamos lá, a Bia te amo Nath, estou morrendo de saudade você mudou muito minha vida quero te ver novamente em Salvador nessas andanças pelo Brasil

Qual cidade você acha que está com o movimento vegano mais forte, tirando São Paulo e Rio?

Cara, Salvador tem... O que foi o i? Rolou um i aqui. Salvador tem o melhor hambúrguer que eu já comi na minha vida, vegano. Não sei se eu tava com muita fome e bêbada, alcoolizada, eu precisava comer. Meu Deus, o que é isso? É um hambúrguer que eu sempre comia num carnaval. Então isso é mais do meu estado, né? Quando eu parava. Tranquila. Você sempre foi bem comedida.

Estou te ajudando. Claro. Mas Salvador tem bastante opção legal. Salvador. Vamos falar de países. Países.

Coliseu tem opção vegana? Ah, lá em Roma tem bastante, né? Só comer só a massa. Não tem umas barracas? Em volta do Coliseu? Não lembro. Mas aí qualquer massa com moro de tomate já é vegana, né? Mas vamos falar uma cidade que tem muita opção é assustadora e é muito boa mesmo Madrid e depois

É? É. Nova York nem se fala, assim. Nova York é bizarro. Nova York você tropeçou. Tem Michelin vegano lá, né? Sim, sim. Surreal. Você foi nesse? Seis meses de fila, né? E deixa o coração. Sei lá, 400 dólares. Nossa, é muita grande. Faz a conversão aí. Quem converte, não se diverte, mas também... Mas não volta, né? Mas não volta, fica lá. Boa. Agora lê pra mim que eu tô...

Tamires, maravilhosa, meu amor. É mó legal conhecer o veganismo por você. Amo. Ela é muito boa. Mó legal. Mó legal. Ela é maravilhosa. Ela é paulista? Ela é. Não sei se é de São Paulo cidade mesmo, capital, mas é de São Paulo, São Paulo. Entendeu, né?

E você acha que o veganismo é visto como algo chato? Ela falou de mal legal. Tem muita gente que vê com uma pentelice, não tem? É, tem, porque... Porque a realidade, quando ela bate na gente, a gente naturalmente, né, meio que mecanismo de defesa. A gente querer taxar o outro, né? É uma forma de explicar. Se alguém traz uma realidade pra você que te incomoda porque você faz parte dela, você vai falar, ai, que pessoa chata. Ai, fala chata. Sabe, assim?

É uma defesa. É uma defesa. É uma defesa. Porque é difícil ouvir que a gente compactua com sofrimento, exploração, morte dos bichos, né? E as pessoas reclamam de algo que, pra você falar de veganismo, não tem como você não falar disso, né? Justamente. Tipo, cara, olha isso. E depois você vê que você tem opção, que não precisa daquilo.

É uma doideira. Vamos lá, ó. Clécia Santos, conheço a Nath pouco tempo e depois parei de consumir carne de animal. E minha filha que gosta de sardinha falei justamente o que ela disse. Que era o Nemo. E ela não quis comer mais, Nath. Obrigado por existir. Obrigada por ser, Clécia. Eu amei essa história. É isso, falar que é o Nemo, falar que é o linguado. Né? Quem que é o linguado? Eu tenho aqui uma porção de coisas lindas nessa pequena sereia.

Não lembro dele. Eu lembro da pequena sereia. Linguado é um... É um peixe. Um peixe. Ah, mas ele é um peixe. É um peixe, eu sei. Imagino que seja, né? É um azul e vou pegar aqui pra você. Pega lá. Enquanto isso, vou perguntar outro, ó. Fran Alves. Nath, obrigada por inspirar tanto. Você faz a gente querer ser melhor sem nem perceber.

Caramba, é muito legal essas mensagens. Comente! Comento. Olha lá. Fran. Não, eu percebo. Sim, eu me dedico pra vocês quererem se evoluir. Não, eu disse que ela sente... Ah, sem ela perceber? Sem ela mesma perceber. Esse é o linguado. Não lembro. Não lembro. Viu lá? Mostra o linguado. Você lembrava dele, Erickson? Mostra o linguado.

Olha lá o linguagem. Vocês são mais. Gente, olha. Vamos lá, vamos lá.

Paula Borges. Paula Borges de Portugal. De Portugal? Ó. Olá, Eurus. Por seres essa pessoa incrível, por tocares todos com a tua sensibilidade. Quase dois anos vegana graças a ti. Ricardo, obrigada por seres essa enciclopédia do veganismo. Beijinho. Ah, gostei. Ganhei beijinho. Um beijo pra Portugal. Beijo, Paula Borges. Saudade. Muito bom. Cadê, Erikson?

Eu não vou falar sobe ou desce porque vocês reclamam. Cadê? Não, é isso mesmo. Mas tem um monte de gente. Era aí? Então vamos lá.

Clécia, mais uma da Clécia. Obrigado, Nath, por existir. Você faz a diferença nessa terra de pessoas tão cruéis e só pelo fato de amar os animais, já percebe que você tem um ótimo coração. Estarei enviando um presente pra você. Aguarde! Clécia de Recife, Pernambuco. Beijo, Clécia. Obrigada, meu amor. E, gente, mas assim, né, vocês falam muito obrigada por existir, mas eu não tenho muita culpa. Quer dizer, eu vou falar sobre minha mãe, que foi produção independente, né?

Pronto, então ela tem responsabilidade positiva. Eu tenho que agradecer a minha mãe. Pronto. Vamos lá. Ih, descobriu. Descobriu agora. Vamos lá. Intersection, que é... Se eu não me engano, eu sempre falo isso, eu nunca lembro. Se eu não me engano, é marido da Marta Di. Você já foi criticada por alguém influente, diva. Influente, diva. Barra diva, no set, por levar comida vegana. Já foi? Como lidou com isso?

Já zoaram? Não, porque eu não levo, assim, refeição, né? Eu levo, sei lá, uma barrinha, uma proteína, uma coisa assim, para as pessoas provarem também. Mas o SESC que eu tenho trabalhado desde que eu me tornei vegana tem muita consciência, assim, preocupação comigo. E alguém já falou do teu meio artístico? Ah, isso é uma besteira?

Não, eles não são doidas, eu faço boxe. Muito bom. Vamos lá. Hello Marafa, é isso? Hello Marafa. Hello Marafa. É difícil. Hello Marafa. E a primeira vez eu li Elo. A primeira vez eu li Elo. Em defesa. Hello Marafa.

mensagem da Mili de Salvador que é uma amiga nossa Oi Nath e Ricardo, agradeço pelas vozes que lutam pelos animais e um mundo melhor, Nath, obrigada meu amor por mudar a minha vida de tantas formas te amo elas são maravilhosas, a Mili de Salvador eu fico falando que é a Mili que não é o meu Mili porque tem o Mili de Salvador que é outro Mili, né? sei lá

Como assim? Emiliano. Ah, o Emiliano. O outro Emiliano de Salvador. O outro Emiliano de Salvador, entendeu? Você tem razão. Não lembrei do Emiliano. Ela é a minha Emiliano de Salvador. Ela me deu uma plaquinha Cidadania Baiana. Que bonitinho. Viu? Eu conheço o Emiliano de Salvador. O Emiliano de Salvador, eu conheço.

Bia, é isso, né, Almeida? Te amo, minha lua. É porque eu sou a lua e a Sofia é sol, porque ela é loira, sei lá. Não, porque ela é loira, porque ela é radiança, porque ela é solar. E eu sou o que? Down, triste, deprimida. Sofrência. Sertaneja. Agora a Dayana. Valeu, Dayana.

Nat Zoka, minha linda. Como é bom te ver e sentir sua energia logo cedo. Ela foi no aeroporto me ver. Ah, que legal. Deve estar aqui. Não, lá em São Paulo. Ah, então não está aqui. Rio de Janeiro. Sucesso sempre que as gravações comecem com tudo. Te amo. Boa. Beijo, Dai. Valeu, Dai. Ju com... É isso, né? Dois vezes.

Tá precisando de mais paçoca de chocolate ou ainda tem? Pelo amor de Deus, ela me viciou numa paçoca que eu não conhecia. Uma paçoca de chocolate. Sei lá o nome desse desgrama. Não me manda mais, por favor, sério. Mas esse bolo aqui tá delicioso, hein? Te amo. Mas eu levei pro sete, pro ensaio. Aí todo mundo comeu e acabou. Mas eu não quero mais, pelo amor de Deus. Leia, leia pra mim, por favor. Tá precisando de mais. Ah, então sobe um pouquinho, por favor, Erickson.

A Cecília. A Cecília, né? Nath, tanto que aprender, teres... Você é um ser humano divino, princípio básico. Amor é prójimo, encorrega o seu vivo. Beijos, mexicano. Te veo pronto. Até mais, carinho. Quando? Quando é pronto? Que linda, que linda. Belíssima. Que bela.

Graças, carinho. Falando italiano, caramba. Um beijo, Cecília. Obrigado e desculpa. Eu vou para o México esse ano. Você? Vou para o México. Fazer. Cecília, eu estou chegando aí. O que fazer? Eu vou dar um rolê lá. Por que ele me leva? Eu vou dar um rolê. Vamos... É trabalhar? Não, que trabalhar? Ah, passear. É um trabalho. Vai com a gente? Eu só passeio. Vou. Olha. Vou.

Estou chegando, Cecília. Ó, vamos lá. Ana Maria. Oi, Nath e Ricardo. Sempre um aprendizado assistir o Zona V com a Natália. Ela mudou minha vida pra melhor. Te amo. Ai, sou eu também aqui. Oi, meu amor. Um beijo pra você, Ninha. Quantos fãs do clube você tem? Já contou? Uai, sei. Não.

Começou até antes de lançar a série. Pra ver quão doidas são essas meninas. Quando descobriram que era a gente que tava gravando, já fizeram o fã-clube já. Antes de saber se a gente ia entregar, se ia prestar o que a gente tava fazendo ou não. Já porcaria, já cai todos os fã-clubes. Essa menina. E antes eu conseguia seguir, interagir com todo mundo. Hoje em dia não dá mais não. E tem. O que? Richa entre as fãs de uma e de outra. Não as fãs de você. Tipo, porque tem várias atrizes.

Ah, não, não sei. Vamos falar de coisa. Olha, elas falaram tudo assim, ó. Ai, meu Deus. Mas assim, eu tenho... Não vai fudir, não. Não, mas assim, tem as preferências, né? Claro. E é normal, né?

Boa, saiu bem. Eu queria sentir como você estava nesse... Mas assim, eu não sei, não quero saber onde contem, se tem... É, eu estou sentindo um ar aqui, vocês não estão vendo, mas um clima... Tipo, fã clube da Sofia que me ataca, eu nunca vi, nem quero ver. Guarda pra você, se você sabe. Isso, boa. Vamos lá. Que pergunta, boa. Gostaram da pergunta? Boa pergunta. Hoje está bom.

Vamos lá, o Caio. Acho que merda não é necessariamente vegana. Porque aquele café que o Jacu come e caga para as pessoas consumirem depende da exploração do Jacu pássaro. Tem um café que é de cocô. Que é de cocô e é um dos mais caros. Caros. E é feito por uma exploração ridícula desses pássaros. Gente, vocês sabiam disso? Bem lembrado, Caio. A gente brincando aqui e você trouxe informação. Tá aí. Porque informar e são.

Muito bom, exato. A Ingrid, olha lá. Ingrid, valeu demais. Nath, meu mozico, obrigada por tudo. Você mudou tudo na minha vida. Vem pra Brasília logo, mulher. Te amo mil milhões. Te amo também, tio Ricardo. Tio. Tio Ricardo. Já tenho filha, tenho sobrinha. A primeira vez que eu conheci você. Beijo. Você me chamou de tio. Você conhece uma vez. Não, foi em Brasília.

No Vagfest de Brasília. Ah, foi lá, né? Foi, porque... Caraca! Faz tempo, hein? Faz tempo. Só que eu não era ainda, não tinha essas pessoas na minha vida. Então, quando eu fui para Brasília a única vez, não tinha elas ainda. Por isso que elas falam, vem para Brasília, eu nunca fui depois delas. Nunca mais você foi depois do Vagfest? Então fica perto, senão o pessoal não vai te ouvir, Natália. Viu? Eu dou bronca na Natália. Vamos lá. Bia, manda beijo, Nath, por favor. Beijo, Bia Almeida.

Ah, Bia Almeida. Vou mandar também pra Bia. Bia, beijo, Bia. Olha, Monara também tá com o Vezinho. Monara da Silva. Monara cheirosa da Silva. Olá, também com o Vezinho, membro do canal. O veganismo é realmente sobre alimentação ou é sobre responsabilidade moral nas escolhas diárias? Te amo, pitica cheirosa da minha vida. Você é meu orgulho e viva meu um ano de veganismo.

Palmas pra Monara. Um ano. Parabéns. Cara, é que é um conjunto de coisas, né? É por a gente ter responsabilidade moral nas escolhas que a gente escolhe uma alimentação livre de sofrimento.

Já é uma consequência a alimentação, né? Exato, mas é muito mais sobre isso aqui. Mas sabe o que é interessante? Eu não lembro quem falou isso. Se eu não me engano, foi a Carol, lá de BH. Se não for, desculpa-se a outra pessoa. Mas me falou algo bem interessante, que veganismo não é sobre alimentação. É verdade. Alimentação é uma consequência. Mas você percebe que as pessoas deixam o veganismo pela alimentação? Sim.

Ou a questão de saúde por conta da alimentação. É, exato. Mas é algo ligado... Ninguém fala assim, ah, eu não sou mais vegano porque eu quis comprar aquele sapato de couro. Ai, eu tenho um... Você tem um? Eu tenho. Ah, não. Aí é o caso de uma conhecenda. Mas é muito mais difícil. É difícil, claro. É muito difícil. Não, a maioria esmagadora dos... Exatamente. Exatamente. É isso. Bom, vamos lá. Esse aqui foi? Tá. Foi. Luísa.

Luísa Modesto, né? Nath, tô aqui na aula de dança, mas acompanhando nos intervalos. Você é uma preciosidade sem tamanho e é sempre um prazer aprender contigo, tia. Beijo, Lu, dançarina, bailarina, maravilhosa. Temos muitos ainda, Erickson, só pra ter ideia.

Onde eu olho? Acabou aqui? Ah, boa. Cadê? Onde? É a Luísa? Vanessa! Nath, fique tranquila, pois você tem advogada sim. Tenho sim, é verdade, tenho mesmo. O jurídico Nath Maia Rosa nunca dorme.

Certas marcas de cosméticos Acabam por induzir a erro Ao afirmar que um produto cruelty free É totalmente vegano Poderiam falar sobre Tem que ter dois selos Tem que ser cruelty free and vegan Porque cruelty free é quando não tem ingrediente Me corrija aí Esse é um erro que realmente As empresas de cosméticos acabam cometendo Se colocasse a informação De que é vegano Não poderia Seu trabalho Tchau, tchau.

ter teste em animal. Já seria cruelty free naturalmente. Mas tem empresa... Eles usam geralmente pra não testado, né? Cruelty free eles usam pra não testado. Pois é, mas se é cruelty free não podia ter... Não podia. Pra ser livre de crueldade não podia ter ingrediente. Não podia ter na de origem animal. Mas também tem uns que usam que é vegano.

Por conta de não ter nada de origem animal. Mas pode ter sido testado. Essa é a grande questão e é um equívoco. Ou seja, se está lá o cruelty free, significa que não foi testado em animais. E hoje em dia, os cosméticos aqui no Brasil...

Foi proibido. Digamos assim, ainda tem uma mínima possibilidade de ter teste. Sabia disso? Não, não sabia. Não está 100%. São circunstâncias bem difíceis de acontecer, que aí ainda é liberado o teste. Então é muito difícil que tenha mesmo.

Então, cruelty free eles usam pra identificar que não foi testado. E vegano deveria já englobar os dois, porque veganismo é uma postura de amplo respeito aos animais, não vai ter nada de origem animal e não deveria ser testado em animais. Só que utilizam de forma equivocada. É vegano.

E aí como é que faz? Consumidor faz como? É perguntando, né? É perguntando. E se tiver o selinho da SVB, a gente olhou os dois. Aí é tudo. Aí a gente olhou os dois, a gente confirmou os dois. Eu tenho uma curiosidade. Como é que faz, né? Quando uma empresa busca a SVB pra ter o selo, vocês têm que ir pra fábrica, têm que mandar um especialista? Não adianta ir pra fábrica.

que tem que fazer? É rastrear o fabricante e pedir compromisso do fabricante, assinatura oficial da empresa de que olha, não foi testado, não é testado. Ele que vai investigando o fornecedor. Não vai pra tudo quanto é lugar. Não, tem uma hora que para, né? Sim.

Mas vai pra... Nossa, a gente recebe documentação da China, da Europa, da Índia. Tem trabalho, parece que não. Dá trabalho, o pessoal lá fica. E aí tem umas que falam assim, ah, mas é só um que eu não consegui. E a gente fala... Sinto muito.

Pois é, é só um que a gente não tem certeza. Mas a gente ajuda muito, a gente dá a declaração, o modelo. Porque tem muitas vezes, isso acontece também. A empresa já tem o modelo dela de declaração. Aí como vem.

Até para vocês entenderem, gente. Não existe legislação no mundo sobre o que é um produto vegano. Não existe. Você não vai encontrar em um lugar, por exemplo, o que é um produto orgânico. Tem a regulamentação lá, a visa e os órgãos oficiais. Vegano. Não tem. Em nenhum lugar do mundo. E eu acho que nunca vai ter. Mesmo que tenha, não vai atender o vegano. E eu explico o porquê.

Depois. Mas aí o que acontece? Suspensa. Essa empresa não tem legislação, manda uma declaração para nós assim. Esse produto é apto para veganos.

Não tem legislação que determine o que significa. Então, não é válida. A gente tem que pedir, olha, tem que estar exatamente esse tipo de confirmação. Então, tem lá os critérios que eles têm que assinar de que realmente não tem. E por que, voltando, por que não vai, mesmo que tenha uma legislação, Natália, não vai dar para a gente confiar?

Porque como você vai dizer para uma marca, por exemplo, uma marca de cosmético, que decide patrocinar um aquário?

vai ter legislação que feche isso. Entendi, entendi. O produto pode ser vegano, até a marca pode ser, mas resolveu patrocinar o rodeio. Peguei lá um perfume tal e coloco a cara do perfume no rodeio lá. É difícil o perfume no rodeio. Aí matou. Já não vai dar, porque a gente também olha isso, a gente fala, olha... Entendi. O produto não pode fazer... Ele pode ser vendido lá. Claro. Pode, claro. Mas não pode patrocinar. Sim, faz sentido.

Doideira, né? Quanta coisa. Quanta coisa. É, esse bebê trabalha. Tem mais participação? Sim. Qual que é? É a última? Era a última, né? Não é mais. Giovana. Oi, meu amor. Sou muito grata pela sua existência. Você é muito importante pra mim e pra esse mundo. Eu te amo muito. Tô morrendo de saudade. Saudades também. Giovana. Beijo. Giovana. Tem uma uma faixa etária maior de tuas fãs?

Você já identificou isso? É bem amplo, porque tem umas fãs bem novinhas, como a que veio com a mãe dela agora aqui, que ela deve ter, não perguntei, mas deve ter gente de 14 anos, sei lá, 15. E tem umas senhoras, mais senhoras do que eu. Eu sou fã e eu sou senhor.

Não, não chega tanto assim. Não é tão assim. Pior que tem sim. Pior que tem sim. Obrigado. Pior no sentido de realmente ter. De pior é, eu sei. Tem gente pra me defender ali. Não é pra me defender. Se eu assistir... Eu sou fã da Natália antes do Checkmate.

Ei, Natália. Eu sou fã seu antes do Checkmate. Você é. Antes. Bem senhor. Senhorzinho. Mas vamos lá. Olha lá. Jordan Pierce, americano. Olá, Jordan. Oi, Natália. Question. Is VagFest open to foreigners? Uhum. See you soon. Ou seja, tá vindo. Please come. Explica pro pessoal o que tem assunto no mundo inteiro. Ela perguntou se a VagFest é aberto a estrangeiros, pessoas de forasteiros.

E sim, claro, são mais do que bem-vindos. Inclusive o Menkei vai vir de novo. Olha aí, temos palestrantes. Patrocinadores também, por que não? De fora. E tem o que? Tem um negocinho que a gente escuta aqui, quem não souber falar a língua da pessoa. Como é que chama? Tradução simultânea. Jordan!

Mas a Jordan já é fluente em português. Ah, sim? Não sei se ela é, mas eu acredito que sim. Porque ela entende tudo. É mesmo. Ou então está assistindo e gostando. E ela já veio mais para o Brasil do que... Do que nós. Do que nós. Ingrid, me manda um beijo aí, por gentileza. Manda um beijo aí, vai. Quem é? Sou Nair. Nair. Nair. Quem assina Nair. É Nair.

Um beijo Ingrid E ali quem é? Ser Milena, é isso? É, a Milena é maravilhosa, um beijo Mi Vocês juntos igual Coraçãozinho, tia Lunati, muita saudade Muito tempo que eu não vejo a Mi, beijo Mi Eu tô devendo um negócio pra ela É, na hora de sair devendo aqui Eu devo muito pra muita gente, né Bia, Bia de novo, não sei se você lembra de mim Mas fui te ver no aeroporto em Salvador Claro que eu lembro, garoto Você até comentou, né?

Comentou antes. Comentou antes, Bia. Vamos lá. Luísa Modesto. Tá me devendo... Mais uma dívida. Tá me devendo uma aula de dança. Cadê? Perdi. Perdi. Tava pra cima. Olha lá. Vou cobrar. Vai cobrar. Você dança bem, Natália? Olha. E aí? O que vocês acham? Dança bem? Eu tenho risco.

Hã? Eu tenho ritmo. Ritmo. O que é isso? Ritmo. Ritmo? Ah, então tá. Não, eu tenho noção, porque assim, né? Fui ginasta há muito tempo, então eu tenho noção o quê? Corporal, de ambiente, né? E sou atriz, tenho expressão. Nossa. Gente, parece que eu tô drogando. Ó, Isa Rosa de novo. Me manda beijos. Isa, claro, aqui, te amo. Beijo, Isa. Não, Gabi, claro. Isa.

É que ela tá vendo é claro. Entendi, entendi. Aliás, já foi todo mundo? Ou tem mais um grupo? Já foi? É, veio pouca gente hoje. É, muito pouca gente. Lotou. Estou em baixa. Olá. Stephanie. Olá, Stephanie. Obrigada por tudo, Nath. Beijo grande de Portugal. Beijo, Portugal. Vamos Portugal. Quero ir pra Portugal. Natália, antes de a gente continuar e você perder o lugar, você...

Você ganha muitos presentes que eu vejo. Eu ganho. Tá. Dinheiro não. Não ganhamos dinheiro. Ela falou que não ganha. Você ganha muitos presentes. Ganha. Você já recebeu algum presente não vegano, imagino eu. Não precisa responder. Você vai responder depois a respeito disso. Mas você...

Tem alguma preferência de presente que seja, por exemplo, temático sobre o veganismo? Por exemplo, você ganha uma camiseta vegana, assim, ou você ganha... Muitas já ganham. É, você não vai ganhar. Já vou te avisar. Mas... Pode entrar. Mas... Vai que o pessoal gosta da ideia. Mas eu quero mostrar pra vocês que...

você pode comprar a sua camiseta da Branvas. Você conhece a Branvas? Conheci hoje. É uma marca incrível. Esteve no Vegfest. Você ganhou o boné da Branvas. Exato. E eles fazem um trabalho muito legal, porque a ideia da Branvas é fazer com que a gente se vista, mas que seja um recado, uma voz.

daquilo que a gente acredita, dos propósitos que a gente tem na nossa vida em relação ao movimento vegano, ao veganismo, ao que eu costumo dizer de amplo respeito aos animais. Eu vou pedir pra gente mostrar aqui um vídeo pra vocês conhecerem melhor a Branvas. Então, Erickson, tá na agulha? Agulha é antigo, hein? Já que eu falei que eu sou dos antigos mesmo. Tá na agulha?

Então põe lá pra galera conhecer Brambas, a sua próxima camiseta com tema vegano. Eu tenho certeza que vai ser da Brambas. Aqui na Brambas você não veste só uma roupa, você veste os seus valores. Se você faz parte de uma comunidade que questiona, evolui e não aceita o...

Ah, mas sempre foi assim. As nossas roupas são pra você. A Brambas é uma marca vegana criada pra acabar com a pergunta. Mas e a proteína? Você veste seus valores no treino, no dia a dia e vira a prova viva de que é possível ser vegana e saudável. Cada estampa é um posicionamento. É pra quem não abaixa a cabeça e estampa no peito aquilo que acredita. Ou no pé. Ou na cabeça. Não sabe o meu vídeo? Por isso a Brambas tá com Zona V fortalecendo a comunidade que se posiciona, transforma e inspira.

Se junte à nossa comunidade que prova diariamente que é possível ser um vegano saudável. Vista seus valores quadrambas. Eis que a Natália falou o quê? Eis que a Natália falou o quê? Eu lembro deles! Eu lembro! Eu já ganhei coisas também e lembro deles no VagFest desse ano. Incrível! Inclusive, eu pedi desculpas aqui, porque ela me chamou e falei Ah, eu já volto aqui, porque eu tava atendendo fã e tal. E nunca mais voltei. A Nath. Nath? Eu perdi a chance de fazer um merchan lá, de fazer meu...

Mas faça agora, porque você não tá com o boné aí, né? Não, tá no hotel. A Natália ganhou o boné da Brambas. Não foi combinado. Eu já ganhei um top, também tá lá em casa. Não, muito legal, muito bacana. E você me pergunta, tá, Ricardo? Você mostra a camiseta, fala do propósito. São lindas, eu vi. Adorei o vídeo. Mas não tem desconto? Tem ou não tem, Erikson? Ih. Olha aí, ó. Tá aí, ó. Você entra lá no... Eu não consigo ler o site. Me ajude, Erikson.

Brambas.com.br. É porque eles usam muito o Uzi Brambas. É sem lente. Quer dizer, é com lente fake. Deixa eu ver. Que isso? Não tem nada. Não tem. É o estilo. É o style. Dá uma credibilidade. Utiliza lá. Entra no site. Brambas.com.br E utilize o cupom. Esse eu consigo enxergar. Zona V10.

e garanta a sua camiseta com estilo, com propósito. E é sempre legal a gente lembrar que são empreendedores veganos que acreditam no movimento. Então todas essas empresas que eu estou falando, agradecendo, não é só uma questão da gente ter o comércio, da gente ter o empreendimento. A gente tem uma representatividade de empresas que levam esse conceito que a gente fala e que a gente tanto defende.

para o dia a dia, para a gente poder comer, para a gente poder vestir um calçado e, no caso, utilizar uma camiseta e sair aí com o veganismo no peito. Eu não trouxe a minha, eu tenho a minha também, mas eu sempre digo, apoiem. Acompanhem essas empresas, sigam, porque isso faz com que o movimento cresça cada vez mais. A gente se apoiando, a gente ganha muito mais força.

certo? certo eu pensei que vocês iam aplaudir agora sim use bravas e vista-se com propósito oi? o que que faltou? o livro vai sortear o livro ainda

Vamos lá. Vamos lá, para as últimas... Preciso de um batom. Para as últimas perguntas aqui. Aí eu vou fazer outras perguntas. O pessoal vai participar, vai cantar. Cantar. Vamos lá, fiz o lugar. Hein, Natália? Vamos lá. Mais perguntas. O neurônio de vocês. Qual que é o último? Foi de Portugal aqui?

Me manda beijo, Isa. Claro, te amo. E aí dá certinho. A Stephanie a gente já agradeceu oficialmente? Já pelo CrossFox. Vamos lá. Hello! Hello Marafa!

Os neurônios de vocês dois assim. Viu? Que podcast bom. Eu também acho. O melhor podcast vegano aqui de São José dos Pinhais. Vamos lá. Amanda, Nath, estamos discutindo...

como que é o que você fala? Nyers. Nyers. Que a partir de hoje você é uma estrela, pois lua não tem luz própria e você tem muita. Portanto, é nossa estrela. Gostei. Bonitinho. Arrasou, hein, Amanda? Mas é uma estrela decadente, né? A idade avançada. Como assim? Vamos lá. Bruna, Bruna Pereira. Nath, hoje é meu aniversário. E eu falei para mim. Ah, não.

Parabéns, amor. Parabéns, Bruno. O seu foi sábado? Parabéns, meu amor. Tudo de melhor pra você. Você que mandou? Muitos aniversários. O teu foi sábado. Muitos aniversários. Parabéns, Bruno. Tudo de melhor. Parabéns, Lário. Tudo de melhor. Que legal assistindo Zona V no dia do aniversário. Isso é sensacional. Brincadeira. Brincadeira. Me mostra aqui. Vamos lá.

Sobe ou acabou? Acabou? Então tá. Então vamos fazer o seguinte. Podem participar do Super Chat. Eu vou ler. Mas nós vamos fechar agora para você escolher a melhor participação. E você me faz isso. E vai ganhar 160 reais no AVEG sim.

Isso. Não tinha negócio de tabuagem. Empório vegano que entrega para o Brasil inteiro. Agora, Natália, é com você. Ai, sabe? É, eu sei. É assim. A vida é assim. Já esqueci quem foi. Olha que sombra. Enquanto a Natália pensa, me manda a lista lá, por favor. Já está aí. Esse Erikson demais. Ah, eu vou dar para a Bruna que é aniversário dela. Ah, e... Ih, mas ela não é do Brasil.

Vamos ver. Que anticlimax. Deixa eu ver aqui. Por que eu esqueci? Ah, por que que... Estou esperando. Vai lá. Ai, não pode ir falando alguma coisa aí que eu quero. Eu vou falando, então. Era uma vez. Não, então. Já que a Natália está escolhendo, eu vou mais uma vez...

pedir para vocês, quem puder, se tornar membro, se inscrever no canal, compartilhar. A gente brinca aqui. Eu acho que é uma das coisas que aqui no Zona V a gente procura... Parei. Para o Caio Fornari, que trouxe aquela informação... O Caio! Do cocô, do café.

Cocô do café! Quem assiste agora... O que esses caras estão falando? Bem lembrado, o Caio trouxe uma informação diante de uma brincadeira que a gente fez, que foi uma brincadeira boazinha, inocente. Lembrando que até nisso o ser humano consegue pensar em exploração animal. Existe um tipo de café que é um dos cafés mais... Café!

você não viu? cafés caféses caféses porque de cocô? é um caféses meu Deus, ela me deu um susto que é um cafés é um dos cafés é um café

que obrigam uma ave a comer. É obrigado. Ela é como se fosse mais ou menos o fográ, né? Mas não coloca. Só que o contrário. Só que aí sai. E é um dos cafés mais caros que tem, enquanto elas dão risada. É difícil falar. A gente manter a seriedade. Mas é uma coisa terrível mesmo. E o Caio lembrou a gente. Até nisso, o ser humano consegue ter a mente absurda.

de explorar. Eu vou agradecer agora nominalmente os membros do canal do Zona V. Alguém aqui virou membro? Olha lá, agora todo mundo... Já era! Nossa!

bom. Obrigado. Vamos lá, então eu vou agradecer aqui. Ixi, me empresta o óculos que não funciona. Peraí aqui, ó. É psicológico, foi um óculos. A CLTS Natália Rosa. CLTS. A Monara da Silva. A Bárbara Pereira. Carlinha TWS. Bruna Forlipá. 3339. Samela Evelyn. Rafa Andrades. Monique Escabral.

Eli Mosco. É, Eli que tá aqui. Mate DT. Paula Motimba. Loures Nogueira. Tem mais, Natália. Que vai ganhar o nosso... Você lembra da pergunta, né? E eu vou ganhar o quê? Você lembra da pergunta, né? Uma taxa de agenciamento? Você lembra da pergunta? Peraí, agora eu me perdi aqui. Eu não lembro não. Peraí. Você não lembra da pergunta? Não. Eu lembro.

Cadê? A Paula já falei, Louris, Evora, Butterfly Neverlands, que é a Marta D, Marta D, Larissa Moreira, Félix Wegg, Caroline Breury, Mari Veltoven, Intersection 11 e a Ligia, Ligia, não, Ligier Acevedo.

Quero agradecer muito todos vocês, todas vocês, que são membros do canal do Zona V. É um carinho enorme que eu recebo de vocês. E hoje a gente vai ter esse presente baseado numa pergunta que a Natália vai fazer. Então vamos lá.

Erickson, olho aí, coloca na tela. Os tambores. O chat, agora tá valendo o chat só pro pessoal que é membro, tá? Só o pessoal que é membro, todo mundo pode responder. Mas vai valer um livro autografado, aliás, com dedicatória do Ricardo, com uma mensagem carinhosa da Natália, sem cafeses e uma marquinha. Podia ser uma marquinha de cafeses. É, né?

A pergunta a Natália vai fazer agora. E quem responder primeiro aqui tem que aparecer aqui, tá, gente? Porque pode ser que o teu sistema... Chat, não precisa ser super chat. É no chat valendo para membros. A Natália vai fazer uma pergunta. Quem aparecer aqui na tela e responder corretamente primeiro...

Vai levar o prêmio. Tem que ser pro Brasil, hein, gente? Eu não consigo mandar pra fora. Tá? Ah, você fez alguns fotos. É que fica muito caro. Agora? Vamos lá? Qual que é a pergunta, Natália? Vamos lá. Atenção.

Qual a raiz quadrada? De pi. É fácil. Em que ano eu me tornei vegana? Em que ano a Natália virou vegana? Que ano o Reeves? Que ano? Vamos lá. A gente vai ficar de olho. Tem que ser membro, hein? Se vocês quiserem participar, pode. Olha lá. Larissa Moreira, 2009. Tá certo? Não.

Vamos lá, pode colocar mais, hein? Vamos lá. Não, Erickson, não faz isso que aí... Resolva a base. Vamos lá. A Isabela disse 2016. Não. Eu também achei que fosse. Carlinha 2016. Não.

2016. O pessoal está escrevendo em 2016. Se alguém acertar, é só se for membro. Tem que ter o Vzinho. Tem. Quem acertou? Larissa. Larissa Moreira, que está presente aqui, é uma impressão minha. Está. Está. Que ano que foi? Reeves. Reeves? Que ano Reeves? Que ano Reeves?

Que ano? 2017. Palmas pra Larissa. E eu não vou já nem gastar em frete. Sandra, quer receber aqui, Larissa? Pelo menos a imagem e a gente parabenizá-la. Você sabia disso? Ou você chutou? Muito bom. Obrigado, Larissa.

Parabéns. Viva Larissa. Aniversário da Larissa no sábado. Olha aí, foi por presente. Aí a gente faz a dedicatória. O beijinho não é de fezes, hein? De cafés. Tem que ter. Não tem nada ainda. E eu fui pegar antes do bate-papo, hein? Ó, quero agradecer todo mundo que participou, respondendo a essa pergunta, e também todos que são membros do canal mais uma vez.

Natália, vamos lá. A gente está nos últimos... Não. 15 minutos. Gente, voa o tempo, né? Você acha que não tem assunto? Eu sempre acho que vai ficar assim. É, só aí agora. Não vai ter o que falar. Mas vamos lá. Você pratica muito esporte. E uma das coisas que muita gente acha é que vegano vai ficar fraco. Você mostra que nada disso e tal. Na tua experiência.

Você vê uma tendência de atletas a buscarem essa alimentação? Você já falou com pessoas que, caramba, estou pensando nisso e tal, porque antes era um tabu. E hoje já tem gente entendendo que traz até uma competitividade maior.

melhor a recuperação pro próximo treino e tal. Agora falando do teu lado esportivo, porque você é muito ligado ao esporte, né? Antes de atriz, você fez ginástica artística que fala agora, né? Antes era olímpica, né? Mas na minha época já era artística. Já era? Não era não, era olímpica. É, não rouba. Então, e...

Você percebe isso ou ainda não? Não caiu nesse mês, são só alguns. Assim, como eu não vivo mais no ambiente esportivo, eu treino por saúde mesmo, academia, não é mais a minha vida, minha rotina completa. Mas eu sim, vejo que tem um movimento de pessoas e atletas buscando cada vez mais alimentação baseada em vegetal por conta dos estudos, da ciência que avançou, da medicina que estão comunicando, que...

Traz inúmeros benefícios. Pra sono, recuperação muscular, regeneração celular, várias coisas. E você sentiu isso ou você já sentiu? Muita coisa. O que você melhorou? Dormir melhor. Dormir? Respirar melhor. O leite, não sei se é pra todo mundo, mas me dava... Te dava aquele...

Como é que fala? Muco. Muco. Tem até o filme, né? Tem o filme. Verdade. Tem uma coisa alérgica do leite, né? Aham. E a respiração melhorou muito. O sono melhorou. Disposição. O meu sono me descansar mais do que antes. E não sentir aquele peso absurdo depois do almoço, por exemplo. Se comia alguma coisa, tipo, sei lá.

frango, o pós da refeição era sempre muito difícil. Não seja muito fácil, mas às vezes é difícil mesmo, só porque a gente tá cansado. Mas eu acho que só teve benefícios, não senti nenhum momento fraqueza, nem...

Foi benefício mesmo. Independente do esporte. Na tua vida mesmo. Independente do esporte. É, porque agora realmente eu não tenho essa referência sendo atleta e me tornar vegana ainda sendo atleta. Sim. Mas nunca deixei o esporte, seja corrida musculação, funcional, boxe, muay thai. Sempre fui fazendo alguma coisa. Nunca parei. E nunca fiquei na mão depois de vegana. Nunca fiquei. Tá.

E elas já dão aquela risadinha, né? É que vem, eu falo e depois eu penso... É, e elas percebem. Poderia não ter falado. E elas percebem. É fato isso. É mais rápido. A cabeça é mais rápida. A boca é mais rápida. A boca é mais rápida que a... Olha lá.

Eu não tô falando nada. Nem eu? Nem eu, só ouvi aqui. O que é isso aqui? Vegano! Vegano é mais... Equilibrado? Não. É mais... Feliz! Não, eu quero dizer, você acha que vegano é mais irritadiço? Mais carrancudo?

Não. Você acha? Por que você está falando isso? Eu estou te perguntando isso porque, assim, eu já ouvi pessoas falando assim, ah...

Vocês levam tudo muito... Pensam em tudo, ficam pensando nessas coisas. Isso não deixa a vida leve e tal. É porque o não pensar trouxe a humanidade até aqui. Está na hora de a gente pensar um pouco e agir sobre os pensamentos. É engraçado que a pessoa fala isso, mas com certeza, em vários aspectos da vida dela, ela não acha tudo leve. Não, todo mundo tem suas preocupações, seus pensamentos. Pô, esse daí é um que faz sentido a gente fazer. Exatamente. Exatamente.

Mas eu escuto isso. Tem gente que fala assim. Que vegano é marrento. Muito mimimi, muito enenhe. Não, discordo. Discordo. E eu acho que assim, também tem uma hora que a gente tem que ter menos tolerância mesmo pra algumas coisas, né? Tipo, uma coisa é...

Ai, todo mundo faz, todo mundo come carne, então é o normal. Quantas atrocidades da humanidade já foram normalizadas, já foram naturais, né? Naturais. Foram vistas como normais e hoje em dia não são mais, né? Então eu acho que é isso, a gente tem que falar mesmo, se colocar e dizer, claro, com respeito, não na violência. Mas sempre que tiver oportunidade de falar sobre, falar. E é claro, como eu falei, quando você aponta uma atitude não legal de alguma pessoa...

A primeira reação é... Porque é difícil você falar pra pessoa, cara, olha se você tá contribuindo aí com sofrimento, exploração, estupro e várias coisas horríveis aos animais. E a pessoa fala, nossa, é mesmo. De cara, assim, nossa, é mesmo. Vou parar, imagina que é isso. Não, a pessoa fala... É humano a gente buscar ali...

Mecanismos. Mecanismos, né? Sim, subterfúgios pra justificar o nosso erro. Mesmo quando a gente sabe que a gente errou. A gente faz isso na vida, né? Alguém fala, nossa, mas não foi legal se você fez. Não, mas eu só fiz porque... Mas você vai explicar, né? Exatamente. Não, mas eu não tive a intenção, né? Eu fiz porque... Aí vai já falar, realmente, não foi legal. A gente demora, às vezes, um pouco pra...

Sim. E falando em tua mudança, você virou vegana assistindo Cowspiracy. Foi. E a gente pouco falou da questão ambiental. Muito pouco. Sim, muito pouco. E essa questão ambiental hoje está sendo questionada, né? Tem gente falando, não, isso é baboseira e tal. Principalmente quando falam em questões de mudanças climáticas e tal. Não existe mudança climática. Vai lá em Pernambuco agora ver como está. Cara, que doideira, né?

É surreal, né? Mas eu acho engraçado que pensam que é mudança climática, mas impactos ambientais não são só as mudanças climáticas. A gente tem um monte de problemas. Por exemplo, a gente tem um especialista em redução de consumo de água que é vegano, que é o Wagner. Eu não sei se você já viu, ele participou aqui de um Zona V muito legal também.

E ele fala muito sobre... Ele dá entrevistas e tal. Eu falo, olha, quando a gente coloca um bife no prato, a gente não tem ideia da quantidade de água que a gente... E as pessoas acham que é só questão de mudança climática. O que mais te impacta ambientalmente falando com relação à questão dos animais, da produção e consumo de produtos de origem animal? Para o pessoal entender a relação que tem. Porque às vezes acho que é o inverso.

Ah, não, se a gente não comer, eles vão invadir o planeta e tal. Que é exatamente o inverso que acontece. Sim. Eu acho que o que mais me choca é quando a gente faz aquelas comparações do desmatamento comparados a áreas de campos de futebol. Puta, é muito. É surreal. Eu falo, não é possível. Não tem nem tanto planeta Terra assim. Não tem nem tanto... Como é que está desmatando tudo isso por...

Mês por ano e ainda existe. É muito. É surreal. É muito. É equivalente a não sei quantos maracanas. Tipo assim, é muita coisa. É muito. É o que mais me assusta. Sabe uma coisa que você falou agora? E eu lembrei uma coisa que me assustou, mas que me... Como é que eu vou dizer para você? Com a boca. Boa. Que gera... Doze anos. Sete.

Que gera reflexão sobre a nossa vida mesmo. Foi a ida novamente do ser humano para a Lua. Sim. E o que os astronautas falam quando vem a Terra lá de cima. E eu achei muito interessante quando... Acho que foi a astronauta que falou. A Katy Perry. Ela foi, não foi? Foi. A Katy Perry foi, mas ela foi naqueles passeios, não é?

Não foi para a Lua. Não. Que foi a astronauta, acho que foi a primeira mulher que esteve na Lua, se eu não me engano, perto da Lua, que ela disse, cara, nós não percebemos que a gente, nós somos todos tripulantes dessa espaçonave chamada Terra.

E é interessante porque quando a gente fala dessa questão dos impactos ambientais, tem a relação com o que está acontecendo com todos nós. E a gente não tem isso. Quando coloca no prato ali, é tão distante a correlação que tem uma coisa com a outra. Não se faz, não se faz. É tão distante. A gente não acha que aquele pedaço de cadáver no nosso prato tem algum impacto, está causando algum tipo de dano ao todo.

E aí a gente pensa em gerações futuras. É muito doido isso. É muito doido. Você realmente quer ter um filho nesse mundo onde a gente tá acabando com ele e ele pode não existir daqui a 20 anos, pode não ter mais água. As pessoas não fazem essa relação. E segue o plano. E vai. E segue. O plano que nem dela. Não, o plano que foi...

Vamos lá. Das tuas colegas. Se você tivesse que escolher uma pra virar vegana hoje, qual que você falaria? Essa? A que tá mais próxima? Ou a mais distante? Quem? Vegana. A colega de alenco?

Qual é a que tá próxima? É, de elenco, de produções. Ai, para! Quem? Porque parece que eu vou estar intimando. Não tá intimando. Você tá falando, ah, eu gostaria. Seria tão lindo. Todas. Seria incrível se todas fossem. Imagina. Seria incrível. Você foi no show da Shakira? Fui. Quem você acha que seria mais legal virar vegana? Shakira ou a Madonna?

Onde está a vida? Shakira ou Madonna? Eu acho que é a Madonna, porque ela é maior, de forma mais famosa, ia chegar em mais gente, talvez. Mas também ela tem menos tempo de vida. Ai, que horror. Gente, por que eu sou assim? Não sei, não. Vai lá. Mas você faz as perguntas de propósito. Madonna ou Shakira? Madonna. Madonna.

Madonna... Madonna ou Anitta? Madonna ou Anitta? Você vai falar, está novinha Anitta. É porque Anitta já chegou tão perto. Se a Luísa Mel não conseguiu converter e elas foram... Não, não, mas você escolheu e ela vai virar. Pau, virou. Pau, virou?

Madonna. Madonna ou Bruno Mars? Nossa, Madonna. Desculpa aí, Bruno. Madonna ou Cristiano Ronaldo? Madonna. Mas bem que Cristiano Ronaldo ia ser bom, sabe por quê? Por quê? Porque a coisa do futebol é muito machismo, né? O carnismo é muito relacionado ao machista. Ia ser bom... Foi o que a gente falou do Laguna hoje, né? Exatamente. Ia ser bom ter uma figura ali, né? Se bem que o Hamilton tá aí na Fórmula 1 e não acontece nada, né?

Tem que ter um pessoal bravo com ele, né? Porque ele é vegano? Não, porque ele começou a fazer roupa pra rodeio. Eu não sabia disso. Como assim? É isso mesmo. Depois estude. Melhore, Natália. Eu não sabia, eu aqui falando que ele é incrível, maravilhoso. Não, eu acho ele demais, mas... Caramba, hein? Mas como assim, ele tem uma marca de roupa, é isso? Ou ele tá fazendo publi pra uma marca de rodeio? Não, tem a marca, ele... Não tá vendo o nosso sentido.

E aí, Cristiano Ronaldo ou Madonna? Ai, não sei. Cristiano Ronaldo, Madonna ou Papa? Ah, o Papa, né? O Papa. Se o Papa virasse, aí ele podia ficar um pouco mais consciente com aqueles dinheiros lá todos do Vaticano e tal, e fazer melhor hoje. Não, mas tem vegano que...

Ah, não é porque é vegano que a pessoa, de repente, vai ter a conexão da riqueza e tal. Mas é que você espera de um cara que representa Jesus na Terra, né? Não, mas é independente de ser vegano, Natália. Não, mas aí o veganismo é trazer um... Um tchan. Ah, sei lá, gente. Um tchan.

Deixa eles pra lá. Não, o Papa é ser bom o Papa. Eu preferiria o Papa. Pela influência. Você acha que ele ia falar isso na missa? Não, é influência. Imagina, o padre vegano quando vem aqui, já viu? Já é muito bonitinho você ouvir alguém que representa uma religião que pouco fala de animais. De repente, eu acho que... Só que falando do presépio, né? Não, é. E no Natal não como presépio, né? Exato, no Natal não como presépio.

Sua dica, sua dica para quem está te assistindo, está começando agora a acompanhar e falar, eu queria ser vegana, tá? Comece! Mas e aí, primeiros passos, Natália? Vai atrás de informação, vai consumir séries, documentários, vai seguir o Ricardo SVB, vai assinar VEG.

Piscina Verde. Acompanhe a Zona V. Vai se munir de informação, porque a informação é o que vai tanto te sustentar na causa, quanto sustentar os seus argumentos para quando vieram te questionar, porque vão. Vão te questionar.

E algum dia você já imaginou o que os animais falariam para os seres humanos? Esses animais que estão em abatedouro, que são explorados continuamente? Eu não queria nem que eles pudessem falar, na verdade. Eu queria que eles pudessem se defender e revidar. Eu ia achar lindo. Eu amo quando... Teve uma série dessa, né? Que os animais começam... Aham! É muito bom.

Eu adoro, desculpa gente, vou falar isso sem nem menor pudor Eu adoro quando tem uma torada Alguma coisa e o toureiro Se fura, se morre Adoro Desculpa Eu adoro Quando sei lá Um domador de tigre É mordido e engolido Adoro

Eu acho. E já que você falou, tem agora um movimento pra voltar animais em circo aqui no Brasil. Você viu isso? Mentira. Onde eu tava? É que eu não tô entrando no Instagram.

Tem. É isso. Tem. Tem um projeto de lei no Mato Grosso do Sul e agora uma bancada do circo no Congresso. É porque o Congresso já é um circo, né? É quase que um pleonasmo falar que é uma bancada do circo. Mas aí seria uma palhaçada, né? Deixaria os animais de fora, né? Não, deixa o palhaço lá. O palhaço é legal. Não é? Mas eles estão querendo isso. E aí eu te pergunto, do mesmo lado que a gente está indo avançando com o veganismo,

Por que você acha que a gente tem esses retrocessos? Ou visões? Mas é um movimento universal. Ao mesmo tempo que a gente avança em várias pautas, a gente elege um Bolsonaro. Ao mesmo tempo que os Estados Unidos elege um Trump. O conservadorismo vem em ondas. A gente avança em tantas coisas, mas aí vem os reacionários que querem segurar a gente lá atrás, a qualquer custo, e conseguem ali...

ter um... Como é que eu falo? Uma influência. Um acabolço de pessoas. É. Acaba entrando na mente muita gente. Aí vem fake news, aí vem, enfim, todos os mecanismos que se usa, né? Pra...

Sim. Apesar de eu achar que com os animais, tanto de um lado quanto do outro, geralmente não estão nem aí. Não dá para dizer que a causa animal tem um lado. É uma tristeza. Eu acho que tem muito mais a ver com os lados da esquerda, por questões óbvias de conservação. Por ser mais empático, mas pelo meio ambiente, planeta e tal, e por ter um lugar maior, ao meu ver, meu entendimento, uma empatia no geral.

Mas... Mas com animal é uma sacanagem, né? A gente não vê realmente nenhum dos lados abraçando a causa. É isso. Natália, seu recado pro pessoal que tá aí assistindo. O recado. O título de hoje era O Veganismo é o Futuro, como é? Exato. A gente falou o tempo inteiro sobre o veganismo e o futuro. Mas eu acho que o veganismo é o presente, porque se a gente não...

se conscientizar, se atentar pra causa animal e pra exploração, as consequências da exploração na terra, não vai ter futuro. Então, o veganismo precisa existir agora. Hoje, na sua escolha, vai jantar daqui a pouco? Repensa o que você vai escolher. Começa pela alimentação. Mas é isso. Se a gente não fizer escolhas agora, eu já não sei se dá pra salvar o mundo, né? Tem que ser agora. Pra haver um futuro, o veganismo precisa estar agora como presente nas nossas vidas.

E ainda que a gente não ligue pro futuro, os animais não merecem passar pelo que eles passam. E as outras pessoas também, né? Que vão sofrer com as escolhas também, com as nossas escolhas. Se você tem um filho, se você quer ter netos, enfim, o que você consome hoje...

É o legado que você deixar ou não deixar, porque pode ser que não tenha mais nada, mais mundo, mais nada. É, o legado que você deixa é um não legado. Exatamente. É um não legado. É isso. Gente, daqui a pouco eu vou gravar com a Natália o vídeo para quem é Zona V Lover. Você sabe, né? Um membro. Zona V Lover vai ter um vídeo extra que eu vou gravar daqui a pouquinho com a Natália. Eu espero que curtiram. E aí, o que vocês acharam? Foi legal, né? Foi.

acho que terça que vem a Natália tinha que estar aqui de novo aí na outra também e eu vou embora, né? vai virar Zona N olha, ela fez assim, olha que sacanagem vai virar Zona N Zona N, é isso olha, eu quero agradecer muito todos vocês agradecer a VidaVeg agradecer a Arcas Bear tá aqui os calçados a VegSim

Atlânticos, também a Bramvas, essa delícia de comida que a gente teve da semente de irassol. Agradecer vocês, meninas, que estão aqui, as que estão ali fora, que devem estar assistindo também, e eu só tenho realmente...

agradecer muito todo o carinho que vocês tem com o Zona V toda vez que a Natália vem aqui a gente tem essa celebração porque a gente brinca, a gente dá risada a gente fala de coisas sérias mas a gente sente muito esse carinho e esse apoio pelo trabalho que eu realizo aqui, trabalho incrível que a Natália realiza hoje eu nem falei

sobre como eu fico feliz e orgulhoso de ver a Natália bombando. Você sabe disso, o carinho que eu tenho e o respeito que eu tenho pelo teu trabalho e por você, porque eu te conheci antes desse sucesso e tudo mais. E quero agradecer mais uma vez todos vocês e quem é Zona V Lover.

Aguarde, que a gente vai gravar aqui mais um pouquinho de Natália pra vocês. Gente, se inscrevam se você ainda não se inscreveu. Curta, compartilha. Que papo gostoso. Quantas informações de um jeito leve que a gente trouxe aqui. E terça-feira que vem, você já sabe. Tem mais Zona Vê, o seu podcast sobre veganismo.

E muito mais. É isso, Natália? É isso. Quero agradecer mais uma vez a parceria. Muito obrigada. Você sabe que eu te admiro muito. É realmente o que falaram aqui, que eu já falei também. Você é a psicopédia vegana do Brasil. Eu sou muito, muito feliz com o nosso encontro, pelo seu discernimento, pelo seu direcionamento. Você realmente é uma pessoa muito, muito especial, cara, no sentido de importante para a causa. E os animais, com certeza, se pudessem, te agradeceriam.

Obrigada. Te agradeço demais, Natália. E o último recado que eu tenho pra vocês é que hoje eu ia mostrar imagens do primeiro zoo zoológico virtual que tem na Europa, que uma pessoa muito especial, a Michelle, mandou pra mim. Falou, Ricardo, eu não divulguei ainda, porque eu quero que você divulgue, eu gravei e tudo mais.

Só que não deu tempo, a gente viu a correria que chegou aqui, não deu tempo do vídeo do Erickson conseguir. Eu vou postar e mostrar isso nessa semana para o pessoal conhecer. Porque zoológico também é coisa horrorosa. E Natália, te agradeço pelas palavras, acabei não te agradecendo muito. Você sabe o quanto eu gosto de você, o quanto eu gosto das suas fãs também. E espero que daqui a um tempinho a gente se encontra de novo em mais um Zona V. Ou nas raves que a gente faz.

De podcast ou aqui mesmo, tá? Exato. Beijo. Beijo. Meninas, obrigado. Beijo. Galera, beijo pra vocês. E tô gravando aqui, é ali, né? O Zona V Lover pra você. Aliás, o vídeo pra quem é Zona V Lover. Valeu, gente. Beijo, gente. Beijo. Beijo.

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ELA ATRAI MILHARES PARA O VEGANISMO #zonaV | Castnews Index — Castnews Index