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Prédica 10-05-2026 - Cl 3. 12-21 - Tópicos da visão cristã do matrimônio e família: Siga esta trilha!

10 de maio de 202653min
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Prédica 10-05-2026 - Cl 3. 12-21 - Tópicos da visão cristã do matrimônio e família: Siga esta trilha!

PARA REFLETIR E APLICAR

1. Qual destes tópicos sobre matrimônlo e familla mais diferem do que se vê em nossa cultura e socledade?

2. ⁠Por que jesus é a referência quanto à nossas relações conjugals e familiares?

3. ⁠Em que áreas você percebe que precisa ajustar a sua vida, seu matrimônio e sua vida familiar de acordo com esta Palavra?

Assuntos8
  • Medos e Responsabilidades no CasamentoSubmissão da esposa ao marido como ao Senhor · Amor do marido pela esposa como Cristo amou a igreja · Não tratar a esposa com amargura ou rispidez · Liderança servidora do marido · Sacrifício e cuidado do marido pela esposa
  • Propósito do CasamentoDiferenças com a cultura atual · Jesus como referência · Ajustes necessários na vida familiar
  • Gênesis: Transformado para ReinarA mulher como auxiliadora e complemento · Igualdade em dignidade e complementaridade em vocação · O homem se une à sua mulher, tornando-se uma só carne
  • A vida cristã como novidade de vidaRevestir-se de amor, bondade e humildade · Suportar-se e perdoar-se mutuamente · A paz de Cristo e a palavra habitando ricamente
  • Salmo 121Bem-aventurança do temor ao Senhor · Prosperidade e bênçãos familiares · Papel do homem na liderança do lar
  • A beleza do evangelho no casamentoApontando para a relação de Deus com seu povo · Simbolismo de Jesus como noivo e a igreja como noiva
  • Realidade dos Casamentos AtuaisA importância de compartilhar histórias de fé · Crise das instituições e aumento de divórcios · O casamento como representação de algo maior
  • Relacionamentos FamiliaresObediência dos filhos aos pais · Honra aos pais · Não irritar os filhos · Criar os filhos na disciplina e demonstração do Senhor
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Desvenda os meus olhos para que eu acolha a tua palavra no coração, viva de acordo com ela. Nessa manhã, gostaria de partilhar com vocês alguns aspectos que talvez em muitas situações que temos vivido, nos falta clareza de acordo com a palavra de Deus.

E eu escolhi esse tema aí, como é que é? Tópicos da visão cristã do matrimônio e família. Siga essa trilha. Qual é a trilha que devemos seguir? É a trilha de Jesus que diz que eu sou o caminho, a verdade e a vida. É a trilha da palavra.

É entendermos o que a palavra de Deus diz e essa nossa insistência aqui. Mesmo que algumas vezes a palavra... Ela... Até parece estar desatualizada, mas a palavra é eterna.

Ela é atemporal, ela se expressa em todas as culturas e situações. E eu quero começar com você, na verdade, lendo o Salmo 128. Eu vou fazer umas leituras bíblicas aqui, vou atentar para o tempo, sim. Mas eu penso que a gente precisa entender num domingo como este, e com algumas coisas que virão após isso aqui.

O que diz o Salmo 128? Salmo 128. Lá no meio da sua Bíblia. E já que nós temos uma Bíblia, uma Bíblia em comum aí, não é? A mesma linguagem. São poucos versos. Eu quero convidar para a gente ler junto.

Lemos juntos, vamos lá. Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. Do trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás e tudo te irá bem.

Tua esposa no interior de tua casa será como a videira frutífera, teus filhos como rebentos da oliveira, a roda da tua mesa. Eis como será abençoado o homem que teme ao Senhor. O Senhor te abençoe desde Sião, para que vejas a prosperidade de Jerusalém durante os dias de tua vida. Vejas os filhos de teus filhos, paz sobre Israel.

Esse Salmo já nos dá todo um cenário, toda uma atmosfera, toda uma clareza de algumas coisas da ordem de Deus. Porque é dirigido primeiro àquele que nas Escrituras é chamado a ser o responsável pelo andamento do lar, que é o homem.

É inegável isso do começo ao fim da Bíblia. É palavra de Deus. O que deve liderar os processos da casa envolvendo provisão, envolvendo cuidado, envolvendo liderança, envolvendo liderança espiritual. Está aí, isso muito claro.

Então quando eu falo antes da trilha que vamos seguir, é a trilha do que a palavra de Deus nos conduz e nos direciona. E por isso algumas coisas que são importantes quanto a isso. Hebreus 13, versículo 4, nos diz digno de honra, podemos dizer junto também.

Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula, porque Deus julgará os impuros e adúlteros. Nós até estamos imaginando trazer umas reflexões sobre a carta aos hebreus, porque ela tem, a carta dos hebreus nos fala, a carta aos hebreus, ela nos traz...

Essa ressignificação de diversos aspectos ligados à jornada do povo de Deus, que se concretizam em Jesus Cristo. E nesse capítulo 13 existem algumas outras orientações sobre hospitalidade, sobre cuidado, sobre confiança no Senhor. Mas também esse autor lembra numa cultura para a qual ele escreveu.

de uma dissolução do matrimônio, de desprezo por crianças, por mulheres, ele escreveu para uma cultura dessa dizendo, nós a partir da palavra de Deus, levamos o matrimônio em grande estima, em grande cuidado, a palavra de Deus tem para com o matrimônio, uma atenção que ultrapassa todas as culturas.

E nós precisamos como cristãos reafirmar isso, a partir da palavra de Deus, meu querido, minha querida. Coisa de uma vez aí na nossa vida, eu e a Sônia fomos num casamento, numa festa de casamento, coisa boa né? A gente poder celebrar com casais esse acontecimento. Eu tenho muita alegria, tem alguns aqui que eu tive o privilégio de ser oficiante.

E nessa festa a gente não conhecia lá muitas as pessoas e na hora aquela coisa de mesa, onde coloca. E eu e a Sônia ficamos nos perguntando, com quem que nós vamos sentar? E de repente a gente sentou com um casal jovem, que nós não conhecíamos. E ficamos pensando o que vai acontecer aí, o que nós vamos conversar?

E surpreendentemente não teve um momento que a gente não estava conversando naquela mesa. E conversas boas, conversas sobre literatura, sobre música, sobre trabalho. E aquele casal tinha uma vida bonita pelo que nós percebemos. Uns 13 anos de casados, uma coisa assim.

Foi uma graça de Deus, eles tinham uma outra expressão de fé, alguma coisa assim, mas a conversa era de igual para igual. Era maravilhoso aquele momento. E num determinado momento, ela perguntou para nós, conta a história de vocês. Olha que coisa fantástica. Perguntou, conta a história de vocês, como é que vocês se conheceram, como é que vocês chegaram a ser casal?

E quando ela fez essa pergunta, eu fiquei pensando assim, a nossa história é carregada de, digamos assim, de aspectos de comunidade, de fé e coisas desse tipo, envolvimento de comunidade. Eu pensei para um casal que não tem tanta experiência, agora vamos contar isso? E eu deixei a Sônia falar mais, a Sônia tem um jeito mais, digamos, né amor?

Mas enquanto a Sônia falava, eu fiquei pensando uma coisa que eu quero dizer aqui para vocês. A gente não deve ter vergonha de contar as nossas histórias, todas carregadas de fé. Todas carregadas, porque o nosso, a gente diz isso, o nosso casamento é um milagre de Deus, uma graça de Deus, como nós nos conhecemos, etc.

Mas é interessante que a gente, o mundo, presta atenção nisso, o mundo, a nossa sociedade está carente de conhecer essa coisa maravilhosa que Deus imaginou, quanto a casamento, quanto a família.

porque nós vivemos em uma sociedade em que as instituições têm ruído, em que não há mais conexões que se firmam, o número de divórcios aumenta gradativamente.

A coragem até mesmo para se firmar num relacionamento tem se esvaído. E nós temos que sim, há bom dizer enfaticamente, a nossa história sim, tem Deus na nossa história, tem Jesus na nossa história, é graça de Deus se estamos juntos, porque Ele nos sustenta, não é por causa de nós.

mas é por causa do que Deus faz em nós, que nós estamos juntos, não tem nada a ver com o nosso mérito, essa é uma afirmação do cristianismo, que se nós estamos juntos, se nós vivemos o matrimônio, se nós vivemos a família, com nossa fragilidade, com nossa vulnerabilidade, com nossas angústias, com nossas dores, é porque tem graça de Deus, e porque...

Nós precisamos falar isso para o mundo, nós precisamos falar do que entendemos sobre matrimônio, do que a Bíblia fala sobre matrimônio, do que a Bíblia fala sobre família, do que a Bíblia fala sobre relacionamentos. Na concepção cristã, meus queridos, o casamento que retrata algo muito maior do que ele mesmo, e precisamos também entender isso.

é a ação pública e voluntária da união entre um homem e uma mulher. Essa ação pública tem a ver com a gente realmente entender esse chamado de Deus. E talvez, inclusive mesmo, com essa declaração que a gente se submete também ao corpo.

Olha, por exemplo, tem um hábito prático que nós temos aqui na nossa igreja. Quando um casal...

vai receber a bênção aqui em nossa comunidade, a gente deveria, não sei se a gente sempre fez isso, mas algum domingo antes, um tempo antes, a gente tem que fazer algo que se chama proclama do casamento. Assim como lá no cartório, quando se vai casar, é feita uma publicação, declaramos que fulano de tal, e ciclano de tal vão se casar tal dia, se é alguma coisa, entende? Aqui nós também fazemos isso, ó.

Ó gente, domingo que vem ou sábado que vem, tal dia o fulano e esse clano vão se casar, então fiquem de pé, a gente quer anunciar que vai acontecer isso. Vai haver uma alteração, como a gente diz, brincando lá nas redes sociais, não é mais solteiro agora, vai ser casado, essa coisa assim, né?

Então há um processo muito interessante quanto ao casamento que tem a ver com essa questão, digamos, de uma ação pública para se unir, que envolve também de alguma forma esse obedecer as leis civis, mas ao mesmo tempo eu não digo obedecer as leis religiosas, mas buscar a benção, aliança com o Senhor.

E sabe, eu quero dizer uma coisa mais sobre isso, é que não importa a roupagem, digamos, cultural sobre essa questão. Na época de Jesus, o modo como as pessoas se uniam, ou como acontecia, era diferente do que hoje.

Mas Jesus respeitava a expressão cultural como um casamento acontecia. Da mesma forma, em nossos dias, nós temos esse hábito, né? Se reúnem, seja no templo ou fora, quando é feita a questão da bênção, vem à frente um líder, um ministro, seja o que for, oficia, lembra da aliança, da palavra.

E a gente fica, tem aquelas coisas todas, entra primeiro os padrinhos, entra os pais, a noiva, por final, está na Bíblia? Não, não está escrito na Bíblia como deve ser a cerimônia.

Mas se ela não choca a escritura, digamos assim, do que Deus fala, que aconteça. O que é essencial é a palavra que acontece nisso. E por isso a gente tem que entender, se alguém um dia quiser fazer uma cerimônia, digamos, diferente do que a cultura impõe, vai chamar a atenção, né? Mas também não está na Bíblia, não está errado, nós somos fruto da nossa cultura.

Mas de qualquer forma, está falando de um processo público e assim por diante. E aí, talvez a gente dizer assim, era uma vez. As histórias, como a minha história e da Sônia, tem era uma vez. E eu quero convidar você a abrir em Gênesis no seu começo. Quero falar rapidamente alguns textos ali. Vamos começar olhando Gênesis 1, 26 a 28.

Algumas coisas aqui que eu preciso lembrar a gente, e que tem a ver com relação também homem e mulher. Lá na primeira página da sua Bíblia, encontrou aí? Olha só, Deus falando, aliás, todo o processo da criação é Deus falando. Também disse Deus, eu vou fazer, é isso que está escrito?

Ah, está no plural, né? Então havia uma conversa aí, na hora da criação. Façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou Deus, pois...

O homem, a sua imagem e semelhança, a imagem de Deus o criou, homem e mulher os criou. Presta atenção. Não foi só o homem que criou a sua imagem e semelhança, também a mulher. E Deus os abençoou e lhes disse.

Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a. Dominai sobre os peixes o mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja sobre a terra. Então aqui nós temos algumas questões.

Quando a gente era, bom, umas gerações, agora vamos ficar falando essa coisa, não é o tempo, é horrível isso, né? Mas a gente fazia aqueles bonequinhos de barro, talvez essas coisas assim, gostava de brincar com essa coisa. Deus, de alguma forma, deixa eu dizer isso respeitosamente, Ele brincou assim ao nos criar. E Adão e Eva foram criados, aqui ainda não tinha o nome, não é isso?

Na essência de um padrão ligado a Deus. Ligado a Deus no sentido da comunhão plena entre Pai, Filho e Espírito Santo.

e foram abençoados, e foram chamados a um desenvolvimento da cultura e da sociedade. Essa é uma responsabilidade do ser humano. Mas aqui eu quero enfatizar, teria muito para falar sobre isso, eu amo falar sobre esse texto. Nós percebemos que Deus criou homem e mulher na mesma essência, e que tem a ver com masculinidade e feminilidade, claramente na Bíblia.

E até eu diria assim, soa estranho que uma sociedade que se diz cristã, se queira relativizar isso aí, como é a nossa. E aqui tem uma outra coisa que a gente não pode abrir mão como cristãos, e nós vamos pagar o preço por isso, inclusive. De dizer, não há fundamentação bíblica para nenhuma outra forma de expressão, a não ser homem e mulher.

Fundamentação bíblica, a sociedade é diferente, mas não tem como fundamentar biblicamente. Ambos foram criados para serem abençoados e no sentido de que lhes foi dada uma vocação.

Seja a multiplicação, que é algo maravilhoso, Deus, eu já disse isso, Deus ama a matemática, principalmente a multiplicação, porque tudo Deus imagina multiplicar, é semente, é peixes, é ar, é beleza, e é homem e mulher devem multiplicar homenzinhos e mulherzinhas, faz parte do processo.

E aí, quando a gente lê Gênesis 2, 18, vamos lá, vira a página, vira a página, muda o disco, não, faz a sequência. Diz o seguinte, disse mais o Senhor, Gênesis 2, 18, não é bom que o homem esteja só, far-lhe-ei uma auxiliadora.

que lhe seja idônea. Não é bom que o homem esteja só. Deus anuncia. Em uma outra linguagem, diz assim, eu farei para ele uma auxiliadora que o ajude, eu farei para ele alguém que o ajude e complete. Eu quero destacar uma questão aqui, no hebraico a palavra traduzida por auxiliadora, que seja idônea, é o termo ezer.

Ézer é um termo muitas vezes empregado para uma virtude de Deus, de um Deus que vem socorrer seu povo, que vem ajudar seu povo. E eu quero que você entenda que aqui a mulher foi criada para...

Podendo usar nessa corrente que significa Ézer a partir de Deus, não que ela seja Deus, peraí, não estou falando isso. Mas a virtude da mulher é alguém que vem em socorro do homem. Homem, saiba disso, a mulher vem em seu socorro, quando você não consegue fazer alguma coisa. Eu sei de muitas coisas, amor me ajuda aqui, não é isso?

A mulher é alguém que vem para completar essa situação toda de que nós não conseguimos desenvolver por nós mesmos. Então ela longe de ser alguém frágil, ela é alguém que tem capacidade de empregar suas forças para ser uma ajudadora firme e forte.

Dois F's, uma ajudadora firme, forte, que socorre, que completa. E tem mais uma coisa que é importante dizer, a mulher de alguma forma vem para ser o oposto do homem. Já percebeu quantas vezes em algum assunto a mulher tem uma perspectiva diferente do homem?

Dá uma tarefa para ambos fazerem. Perceba que normalmente a mulher faz de jeito diferente. Então é para esse processo. Mas eu quero dizer também, e nós vamos entender isso, que nesse aspecto, a mulher...

mulher e homem são iguais em dignidade diante de Deus, porque foram ambos feitos a sua imagem e semelhança, só que no sentido do processo, do desenvolvimento, da sua vocação, da sua atividade, do seu estar no mundo, eles são complementares, eles não são exatamente iguais. E essa é uma questão também bíblica que precisamos entender.

E é por isso que a gente entende, olhando rapidamente, que em 2.24 diz que a partir disso, que Deus dá sono ao homem, tira lá um pedaço da costela, forma a mulher a partir disso e tal, tal. E diz então...

2,24, por isso deixa o homem pai e mãe e se une a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Aí falando de novo do homem que assume a frente e firma uma união maravilhosa que representa também essa união, a trindade da comunhão do pai e do filho do Espírito Santo. O matrimônio, queridos, não sei se eu ia falar isso agora, mas vou falar agora então.

É, nessa questão, ele é mais do que apenas o acontecimento entre um homem e uma mulher, porque ele aponta para uma relação mais profunda que tem na criação, que é a relação da trindade, que é a relação de Deus com o seu povo.

porque no Antigo Testamento muitas vezes é falado disso na simbologia que Deus desposa o seu povo, e muito mais profundo da relação de Jesus com sua igreja. Ele como noivo, a igreja como noiva.

Então a gente diz assim que mesmo as pessoas que não creem no cristianismo, ao se casarem, estão representando uma grandeza maior, que é essa comunhão de Deus, essa comunhão de Jesus com a sua igreja. Que você vai ler em alguns textos, vai falar sobre isso, eu vou mencionar isso rapidamente.

Muito bem, há alguma coisa disso, eu teria mais coisa para falar aqui, mas o tempo não me permite. O que agora a gente vai olhar, e de alguma forma objetiva...

Domingo passado eu preguei sobre Colossenses e algo falou ao meu coração que eu gostei de partilhar. Essa palavra que tem Colossenses no seu capítulo 3, adiante do povo que vive a partir da ressurreição. Domingo passado nós falamos sobre viver as coisas do alto, para que tenhamos uma vida sem sobressalto.

Então, o que que fala em Colossenses, a partir do capítulo 3, versículo 17? E eu convidei quando mandei para vocês a mensagem dessa semana, por favor, veja as mensagens, não vou falar por favor, tenha a oportunidade de ver a mensagem que a gente manda sexta-feira sobre a reflexão de hoje. Então aqui diz assim,

Colossenses 3, 17. Convido você a ficar de pé. Vem aqui. Pode ficar de pé. Vamos ouvir essa palavra de pé aqui.

E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazeio em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. Esposas, sede submissas ao próprio marido como convém no Senhor. Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura.

Filhos, em tudo obedecei a vossos pais, pois fazê-lo é grato diante do Senhor. Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados. Amém. Pode sentar, vamos sentar. Eu até faço uma pergunta inicial, de tudo que eu falei até aqui, talvez tenha algumas coisas que incomodem você.

Mas eu quero dizer algo que inclusive tem para mim também. Muitas vezes ao ler a palavra, realmente tem coisas que me incomodam. Que me inquietam, que me fazem pensar, minha vida não está nesse padrão, isso aqui é difícil de entender. E eu sei que esse é um assunto difícil de entender. Esse é um assunto difícil de relacionar com a prática. Agora...

Se você procura, alguém disse uma vez, se você procura viver uma filosofia de vida em que você esteja em paz sempre, então não procure o cristianismo. O cristianismo nos inquieta, a Bíblia nos inquieta, a Bíblia nos desarticula.

E eu quero dizer que nesse texto, na verdade, ele começa significativamente no versículo 12, quando fala como deve viver o povo, ou como devem viver as pessoas que foram impactadas pelo Evangelho e que estão vivendo em novidade de vida.

E lá fala sobre revestir-se como eleitos de Deus, com amor, com bondade, com humildade. Versículo 12, fala de nos suportar uns aos outros e nos perdoarmos e resolvermos isso. No versículo 13, tendo Jesus como exemplo. No versículo 14, Colossenses 3, 14, fala que o amor é que aperfeiçoa todas as coisas.

E no 15 fala da paz de Cristo ser aquilo que também nos ajuda em nossas decisões. E que em nós deve habitar ricamente a palavra de Cristo. Isso é maravilhoso. Habite, versículo 16, habite ricamente em vós a palavra de Cristo. Instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda sabedoria. Louvando a Deus com salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão.

No vosso coração. Nos ingermos da palavra uns com os outros. Partilharmos a palavra. Nos ajudarmos a viver a palavra. Porque é importante que em tudo Jesus seja glorificado. Porque Jesus nos é o exemplo da sujeição da qual fala aqui. Eu quero tratar um pouco sobre isso.

O que diz então sobre mulheres, sobre homens, sobre filhos? As mulheres, caso sejam casadas, fique bem claro isso, sejam submissas ao próprio marido, como convém no Senhor. Se você, existe um texto muito semelhante a esse, que está em Efésios, no seu capítulo 5.

no versículo 22, fica um pouquinho antes de Colossenses, as mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor. E vai dizer, porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, veja de novo essa relação, casamento, Jesus, igreja, esposa e esposa, sendo esse mesmo o salvador do corpo. Como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido.

e aí vai explicar algumas coisas mais. Talvez você se pergunte assim, mas por que afinal Deus falou sobre essa questão de que é a mulher que deve ser submissa ao homem, e dessa forma?

De novo a gente vê que há uma representação de responsabilidades que são diferentes. Que há uma dignidade, digamos assim, igual entre homem e mulher, mas existe um chamado que é diferente. E quando aqui fala da mulher na sua submissão, está falando não de uma questão cega. E o cristianismo jamais advogou isso.

de criar mulheres passivas no processo, nunca. O cristianismo sempre foi justamente o chamado para a libertação da mulher em Jesus, como também do homem, das coisas da cultura que prendem na verdade. Então, na real, quando a gente fala de submissão,

Nós percebemos que esse é um aspecto que toma conta de todo o contexto da Escritura. Na trindade existe uma submissão mútua. O filho se submete ao pai. O Espírito Santo promove o filho. Há uma submissão. Deus instituiu o governo para que exista submissão a ele, para que aconteça ordem no mundo.

Entende? Na igreja fala-se, por exemplo, Hebreus 13 mesmo, onde eu li, que aqueles que estão na comunhão sujeitem-se a seus líderes. Não no sentido que às vezes vemos por aí de, posso dizer assim, de pastores que se julgam donos da vida das pessoas e manipulam as pessoas. Eu posso dizer com segurança que nós não fazemos isso aqui.

mas no sentido de reconhecer que eu devo contas a alguém. E assim também da mesma forma na relação, digamos, de trabalho, na relação familiar. Há uma ideia de Deus para que exista ordem no mundo, que exista submissão. Aliás, a palavra submissão...

ela tem um aspecto, falando de missão, vocação. Estar junto na mesma missão. E por isso, num livro que o Cristiano me emprestou, que aliás, depois a gente pode indicar esse livro, não é Cristiano? Do Kevin DeYoung, Homens e Mulheres na Igreja.

Esse autor, ele pergunta assim, como na prática a mulher submete-se ao marido? Ela submete-se ao marido num processo de respeito a ele. Por exemplo, em Efésios 5, 33, está escrito, deixa eu ver se eu encontro aqui. Não obstante, cada um por si ame a sua própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido.

Essa é uma questão que nós vemos que na nossa cultura, há um total desrespeito, na verdade, por todas as pessoas, por todos que têm autoridade. É fácil falar mal do outro, criticar, reclamar. Que o digam quando, às vezes, com todo respeito, homens se reúnem, vão falar mal das suas esposas. Mulheres se reúnem, vão falar mal dos seus esposos.

Na fé cristã nós devemos aprender que a coisa deveria ser diferente. Além disso, as mulheres são chamadas a serem aquelas que ajudam o marido a desenvolver o seu chamado. A desenvolver...

a vocação, ajudá-los a serem o que eles foram chamados a ser, líderes, provedores do lar, aqueles que expressam o desenvolvimento, a segurança, o apoio. E também as mulheres são chamadas a seguir seus maridos, estou contigo, venho que vier. Sei que tem momentos difíceis.

eu vou falar mais adiante de algum porém sobre isso. E os maridos? Porque o pessoal sempre diz que eu falo mais das responsabilidades dos maridos, e não vai ser diferente hoje. Quando a gente lê Efésios, no seu capítulo 5 ali que eu falei, olha no versículo 25, Efésios 5, 25. Maridos, amai vossa mulher,

como também Cristo amou a igreja e assim mesmo se entregou por ela. É, eu preciso fazer um momento de silêncio aqui. Como é que o marido ama a sua esposa? Na referência bíblica está bem claro. O marido não ama a sua esposa, ai se ela for querida comigo?

se ela me dá tudo o que eu preciso, o marido não ama a sua esposa apenas na fase romântica do namoro, não ama enquanto ela rende-lhe alguma coisa, na Bíblia está muito claro, a referência para o marido amar sua esposa é como Jesus amou sua igreja. Ponto final, ah Senhor, mas deixa eu negociar esse negócio, a minha mulher não sei o que, ah, ah, ah, ah.

Não tem conversa aqui. Está evidente. E algo que nós precisamos reavaliar. Aqui o apóstolo Paulo em Colossenses capítulo 3, ele diz assim, Maridos, amai você a esposa e não a trateis com amargura, não tratem ela com rispidez.

Os homens, no caso, por causa do pecado, muitas vezes tratam a esposa mal, fogem do seu compromisso como líder, oprimem, manipulam, violentam e assim por diante. Mas dentro da fé cristã, nós estamos percebendo um chamado radicalmente diferente.

E de novo esse livro aqui dá três orientações sobre como o marido deve amar a esposa. Em primeiro lugar, liderando. Eu vou copiar aqui John Piper, um pregador que vocês, a maioria já ouviu alguma pregação dele. Ele diz que esse liderar se resume, essa liderança do homem dentro da família se resume com o verbo vamos. Vamos.

vamos dar uma volta, vamos sair de férias, vamos lá visitar a sua mãe, vamos orar juntos, vamos pôr as crianças para dormir.

vamos ao shopping minha amada, cartão liberado para você comprar à vontade, é vamos, entendeu? O homem lidera, já pensou que amor que é isso? Vamos, certo? Liderança do homem. Segundo lugar.

Cabe ao marido a liderança espiritual, como eu falava, essa questão também de que aqui em Efésios, quando você lê Efésios 5, a responsabilidade do homem apresentar a mulher como Cristo apresentou a igreja, gloriosa, sem mácula, sem ruga, não é isso? Os maridos devem amar as suas esposas assim, porque se ele ama a esposa, enfim.

Então, gente, há um quê de sacrifício aqui, que é o segundo aspecto do marido que ama a sua esposa. Cristo sacrificou-se em função da igreja. O casamento, gente, nós temos que dizer assim, não é para crianças. E tem muitas crianças se unindo em casamento aí, e não conseguem sustentar isso aqui. É sério isso, na nossa cultura.

O casamento é para a gente madura, mas eu rimo até quando não quero.

O casamento é para entender que ao homem há uma espécie de autossacrifício, porque essa liderança da qual nós estamos falando aqui não é uma liderança da imposição, é uma liderança servidora que enxergamos em Jesus. Como é que Jesus serviu? Jesus disse, o filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

Jesus foi lavar os pés dos seus discípulos, quando nós estamos falando da liderança do homem, estamos falando de uma liderança sacrificial e servidora.

Nós estamos falando de uma liderança de abrir mão, de talvez abrir mão de algum lazer para ajudar ou para resolver coisas em casa. Abrir mão de estar com amigos para ter tempo com a sua amada e consertar algo que esteja quebrado na casa. Por recusar alguma situação que tenha vantagem para ele, mas que por causa da esposa ele abre mão para que ela possa estar bem.

E assim por diante, cada um tem que analisar o que está acontecendo na sua vida. Mas o homem no casamento é chamado a um auto sacrifício, a uma liderança servidora, a um cuidado pela sua amada. E aí, o amor também significa o cuidado, o carinho. É interessante essa dimensão de que...

o homem doou, digamos, uma parte do seu corpo para que a mulher fosse formada. Poeticamente a Bíblia fala isso. Quando se unem em casamento, é como que se recebesse de recompensa, não só agora a costela, mas inteira. Já percebeu que coisa maravilhosa que é isso? E aí, Efésios diz aqui, que, deixa eu ver onde é que está aqui, o homem...

Cuida da mulher como se cuidasse de si mesmo. E é verdade, porque quem ama cuida. E cuida de si mesmo, de sua metade, digamos assim. E por isso, supre das suas necessidades, lhe dá segurança, gentileza, carinho, cavaleirismo, dedicação e tudo mais.

Como alguém disse uma vez, se você quer saber a profundidade da espiritualidade de um homem, não vá ver como ele vai a um culto ou a um evento, mas veja como ele trata a sua esposa. Aí você percebe a espiritualidade profunda do homem. E aqui eu preciso dizer uma coisa, que o nosso senso profético, que o nosso senso profundo, que o nosso senso profundo,

também é chamado a dizer. Há coisas terríveis, difíceis acontecendo no seio familiar em nossos dias. Infelizmente, não é só hoje. Mas hoje a mídia também propaga isso muito mais. Eu estou falando de abuso, eu estou falando de violência, eu estou falando de assassinatos, feminicídios e assim por diante.

Nós vivemos em uma cultura, uma sociedade completamente doente. Uma situação desesperadora, na verdade, nós estamos vivendo. E por isso eu não sei se vocês viram uma pregação de uma pastora que estava num evento de uma instituição nacional no Balneário Camboriú, os Gideões. Ela levantou a voz, dizendo...

Se uma mulher em sua casa está sofrendo violência, está sofrendo maus tratos, está passando por risco de vida. E isso num seio, digamos, inclusive dentro da igreja.

Essa mulher jamais deveria ter na sua cabeça uma coisa que diz assim, ah, por amor a Jesus, por amor ao casamento, suporte isso. A Bíblia não autoriza esse tipo de situação.

porque a Bíblia, ela valoriza a questão da vida, e você pode imaginar o Senhor Jesus sofrendo por isso, e essa pregadora disse, isto é uma situação criminal, que deve ser denunciada, que se deve ir atrás do cuidado e do direito. Eu não sei se eu me fiz entender no que eu estou falando aqui. Queira Deus que nós possamos, como igreja, sermos promotores, não, e nós entendemos que...

dentro do seio familiar, do seio conjugal, o cristianismo propaga essa questão, de uma mulher sim, sumiça, apoiadora, caminhando complementarmente com a vocação, mas de uma responsabilidade que é dada ao homem, de maturidade, de liderança, de perguntar pelo melhor da mulher.

E de não de abuso, de nenhum tipo de violência, de nenhum tipo de manipulação, nenhum tipo de jogo, ou até mesmo, deixa eu dizer mais isso, se você precisa evocar a sua autoridade nesse relacionamento, do tipo assim, você me respeita porque eu sou o cabeça, ou o pai ou a mãe que precisa dizer para o filho, você me honre porque está escrito na palavra, então a coisa já está errada.

Porque autoridade, respeito não se impõe assim, mas transcorre numa relação de amor, de cuidado, de consideração, de apoio, de estar junto. O Espírito Santo é que faz fluir isso, é que faz isso ser realmente algo maravilhoso dentro da vida conjugal e dentro da vida familiar.

E é por isso que aqui está dizendo, dando essa relação de Jesus. Em ambos os textos que eu li com vocês, tanto Efésios 5, lá no versículo 21, sujeitando-se uns aos outros no temor de Cristo. E esse texto de Colossenses que fala que tudo que nós fizermos, seja em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. Está falando de um ambiente de amor, de carinho, de ternura.

De juntos construir-se um projeto onde todos estão bem. E não uma parte está por cima e a outra está sofrendo. Isso não é projeto de Deus. Amém?

Só para terminar um pequeno comentário sobre os filhos. Aqui diz o texto, em Efésios também fala, Efésios 6, Filhos, obedeçam seus pais no Senhor, pois isso é justo. Efésios 6, 1, 2, honra teu pai e tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem e vivas de longa vida sobre a terra. E pais, não provoquem vossos filhos a ira, mas criai-os na disciplina e na demonstração do Senhor.

O último versículo do Antigo Testamento fala que virá o grande profeta Elias, referindo-se a Jesus e diz que ele converterá o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais. Nós, em sua graça, a nossa oração é que pais e filhos possam viver uma conexão, que também é por causa de Jesus que é possível.

E que pais e filhos não sejam estranhos dentro de sua casa. Seja em que fase for. A fase da infância, a fase do colo, é fase de ouvir, é fase de celebrar cada conquista. Não é isso? E como a gente fala, passa muito rápido. Curtam seus filhos pequenos.

Depois vem a fase da adolescência, o confronto com outro mundo, os amiguinhos que influenciam, onde os pais precisam não simplesmente dizer como é que foi na escola hoje, mas dizer o que chamou a sua atenção na escola hoje, o que deixou você triste, o que você fez que você achou legal e assim por diante.

os pais participarem desse processo, e eu diria assim, não tem muitos filhos aqui para ouvir isso, mas eu creio que a gente tem que falar como liderança, os filhos que vão vivendo a vida mais adulta com seus pais.

Começar a considerar essa questão por amor, de também uma situação sacrificial. Porque a obediência, a honra, ela transcorre por toda a vida. Seja na sua fase como criança, como adolescente, como adulto e lá quando os pais estão na velhice.

O filho, vamos dar um exemplo aqui. O filho é já emancipado, vive lá com os pais. Ele chega a fé e percebe que é ingrato, que não ajuda em casa, que precisaria mudar esse seu modo de vivenciar em casa. Aí ele fala assim, surpreendentemente, mãe, vai descansar, eu cuido aqui da cozinha, hoje. É isso? Outra coisa.

deixa que eu vou fazer as compras hoje, eu vou fazer o rancho e eu pago. Não é isso? Amém? É. Pai, esse mês eu tenho, sei que eu uso aí a casa também, a conta de luz é minha. Ou eu usei o carro, mas eu estou entregando ele limpinho e com tanque cheio. Que tal?

Sabe que tem umas coisas assim que a gente precisa, tem muitas coisas para a gente conversar ainda sobre isso. Mas queira Deus em sua graça.

E também quando fala que os pais não devem causar amargura nos filhos. Uma coisa que a gente tem que dizer. Nossos filhos percebem se nós nos dizemos que amamos a Jesus. A nossa coerência entre o que nós falamos e o que nós vivemos. Isso é muito sério.

É algo que nós podemos pedir a Deus, Senhor me ajuda como pai, a ser uma referência para o meu filho. Não só que eu seja herói enquanto ele é criança, e não necessariamente ser herói, mas o jovem, o adulto dizer, meu pai e minha mãe eram coerentes com a sua fé no que viviam em nossa casa.

Em amor, em consideração, em bons relacionamentos, em vulnerabilidade, em pedir perdão quando erravam e assim por diante. Eu creio que vocês entenderam o que está falando aqui sobre não irritar seus filhos. É uma questão de virtude e de exemplo.

Eu teria muito mais a falar, mas eu acho que hoje está um bom recado, que essa palavra possa ser assim uma palavra de nos fazer refletir no contexto que nós vivemos e nos ajude também a... vivemos momentos maravilhosos em nossa jornada como pais, como marido e mulher, como família. Quero convidar para a gente orar.

Você quer se colocar de pé? Que aquilo também que... Ah, eu tenho que mostrar as perguntas. Me empolguei tanto. Se você não está encontrando satisfação em obedecer a Deus...

Também não a encontrará, essa satisfação, fugindo do modelo que ele definiu. Isso aqui é do livro do Timothy Keller, que eu também quero indicar depois, ele com a sua esposa, o significado do casamento. Para refletir, né?

Quais desses tópicos sobre matrimônio e família mais diferem do que se vê em nossa cultura e sociedade? A gente precisa refletir sobre isso e ser alguém que tem critérios, né? Por que Jesus é referência quanto a nossas relações conjugais e familiares? Seja no que diz aspecto, há várias coisas que eu coloquei aí.

Em que áreas você percebe que precisa ajustar a sua vida, seu matrimônio e vida familiar de acordo com essa palavra. Ó Deus querido, obrigado porque tua palavra chega até nós. Esse é um assunto com certeza não é neutro, todos nós estamos inseridos nele. E de alguma forma somos chamados a termos posição contra ele.

que o Senhor faça fluir em nós aquilo que o Senhor quer, uma vida conjugal de qualidade, que honre a Ti, e uma vida familiar que também glorifique, ao nome do Senhor.

O que o Senhor tem a trabalhar em nossas vidas, nós confiamos em Tuas mãos. Nós pedimos que não sejamos rebeldes de alguma forma, que não fujamos, Deus, do direcionamento da Tua Palavra.

Dá cura, Senhor, do que precisa ser curado. Inclusive situações de confissão de pecado, de pedido de perdão, de restauração, Deus. Como igreja, somos esse jardim, somos esse lugar onde talvez alguém possa procurar.

Um líder, procurar uma pessoa para conversar e dizer isso aqui, a gente precisa de ajuda, eu preciso de ajuda. Eu olhando para a palavra, olhando para alguém que ouve com amor, sem juízo, sem julgamentos. Não estamos aqui para isso, estamos aqui para nos amarmos e nos ajudarmos em todas essas circunstâncias da nossa vida.

Que nós possamos então crescer nisso, Deus, entender esses valores que são próprios da tua palavra e viver de acordo com eles. No nome de Jesus Cristo. Amém.