#PraticaCeleste 009 - 40 dias com São José Parte 2
No episódio de hoje do *Podcast Prática Celeste, o *Leo Ferreira* conversa com Leandro de Souza, autor do livro: *40 dias com São José*.🎧 *Prática Celeste* é um espaço de diálogo, formação e espiritualidade, onde fé e vida se encontram para ajudar você a caminhar mais perto de Deus.
Dom Joel Portella Amado
Leandro de Souza
- Espiritualidade e SilêncioA virtude do silêncio em São José · A ditadura do ruído na sociedade e na igreja · A vida contemplativa no cotidiano
- Devoção a São JoséO Terço de São José · A intercessão de São José · A oficina de São José
- A Paternidade de São JoséSão José como modelo de masculinidade · A autoridade masculina a serviço · A crise de autoridade na sociedade
- O Livro '40 dias com São José'A proposta do livro e sua didática · Oração e práticas devocionais · A importância do Imprimatur
- Formação Cristã e CotidianoSão José como modelo de pai de família · Experiência de Deus nos desafios do dia a dia · A importância da união com Deus no cotidiano
- A Sagrada Família e a FéSão José como patrono da Igreja Universal · A importância da autoridade a serviço · A busca pela união com Deus
- Comunidade Mãe do Verbo DivinoVocação e carisma da comunidade · A importância da comunicação e evangelização · O processo vocacional
E aí
Ótimo. Exatamente, porque senão a gente acaba vivendo uma espiritualidade desencarnada totalmente no mundo das ideias ou só na missa e fora totalmente da nossa realidade. Essencial. Você falava em determinado momento sobre virtude e uma das virtudes que a gente conhece muito de São José é o silêncio. Pouco ele falou... E aí
Não tem quase nada na Sagrada Escritura sobre São José. Absolutamente. Ele falando nada, mas sobre ele tem pouca coisa. Então, o silêncio é uma das virtudes que a gente conhece em São José. Mas a gente vive hoje numa realidade...
filosófica, também social, onde tem muito ruído, muito barulho. Inclusive dentro da igreja também. Inclusive dentro da igreja, das espiritualidades. Das espiritualidades. Exatamente. Qual que você acha que é essa contribuição de São José hoje para que a gente possa, talvez, amadurecer um pouco isso?
deixar essa... Acho que até o Sará fala sobre a ditadura do ruído, se não me engano. Do ruído. A gente precisa viver um pouco essa realidade do silêncio. Como o São José pode nos ajudar? Então, em São José há uma escola...
da vida contemplativa no cotidiano. Essa é a beleza de São José. Quando uma alma se aproxima e se torna Josefina, se consagra a ele. Mas uma coisa é se consagrar, como você falou, às vezes a gente faz uma consagração, aí eu preciso de algo, pego São José dormindo e coloco algo embaixo dele, um pedido e vou rezar.
Mas é mais que isso. O livro quer dar um passo a mais. Quer dizer, olha, São José traz uma formação da vida cristã para a vida contemplativa no cotidiano. Eu trago esse tema também no livro. Então, ele contribui dessa forma. Por exemplo, quando você falou do ruído, o cardeal Sara fala isso em uma obra dele, Ditadura do Ruído.
Às vezes a gente percebe que os meios que hoje estão ao nosso alcance, em nossas mãos, como os celulares, os smarts, já nos empurram para um barulho. Você entra e a pessoa está com fone, está a todo momento com uma música, com alguma coisa, e até mesmo a gente transfere isso para a vida cristã.
Então, São José, como você bem disse, essa virtude do silêncio, não é simplesmente porque ele não tem nada a dizer.
mas ele tem muito a formar, muito a formar. O povo que São José aparece e uma das contribuições, sem dúvida, o pai de família precisa contemplar e fazer a experiência da união com Deus no cotidiano, num filho que está doente. No momento que ele às vezes passa, pode acontecer de um desemprego, um tempo de desemprego, o que eu vou fazer? Eu vou me desesperar, viver minha vida com Deus.
Um momento de desentendimento em casa. Um desafio de uma doença que chegou. Uma mudança que precisa ser feita. Estava numa cidade, eu vou para outra. Então, o nosso cotidiano está mergulhado numa experiência de Deus. Numa experiência de Deus. Assim como São José nos ensina. Ora, ele resolve deixá-lo em segredo.
E de repente o anjo diz, espera isso José, você faz parte do projeto. E ele imediatamente desperta para acolher Nossa Senhora. Então de um drama ele consegue perceber a vontade de Deus. Quando ele vai para Belém e está na época do nascimento, a...
Não tem lugar para eles na hospedaria. Não se desespera. Confia. Ele oferece o melhor no estábulo. Prepara o melhor. É o estábulo. Deus vai nascer aqui. Filho de Deus vai nascer aqui. Minha esposa vai ser acolhida aqui. Eu vou preparar o melhor. É um homem que está, mesmo diante das adversidades, ele está sempre contemplativo. Ele está sempre procurando as soluções. Você próprio dá uma contemplativa. Não se desespera. Espera o tempo de Deus.
E São José nos educa, uma vida contemplativa para fazer no tempo de Deus. Então, é o tempo de Deus de pegar um menino e ir para o Egito, é o tempo de Deus de voltar do Egito para Nazaré. Tudo tem um tempo de Deus e ele espera esse tempo de Deus. Mas só quem tem uma união com Deus cotidiana, que faz do seu cotidiano dar um caminho, um local de união com Deus, é que começa a perceber.
Onde estão os tempos de desação de Deus? Deus me manda ir para lá e vou para lá. Deus me manda ir para cá e vou para cá. Deus me manda abraçar a vontade dele sem reservas. Eu vou fazê-lo. Então, São José tem muito a contribuir. E o mais, eu acho que é aí...
respondendo a uma outra pergunta sua lá atrás, no início do nosso bate-papo, que é uma das outras contribuições de São José para os nossos tempos. Tempo em que somos mergulhados, inseridos, empurrados para o barulho, para muito ruído. São José quer justamente formar almas que tenham esta união com Deus no cotidiano.
e o que é próprio de uma vida contemplativa oracional. Entendam, né? Vida contemplativa não é uma vida que vive rezando 40 rosários por dia, né? Você começa rezando rosário e vai rezando rosário, toda hora está rezando rosário. Não é esse tipo de alma contemplativa que São José nos ensina, mas a viver a união com Deus no cotidiano, nos desafios. O que é próprio do...
A Lumen Gentium começa muito a ser do Conselho Vaticano II, as alegrias, as tristezas, os homens modernos. Então, tudo o que vivemos hoje, olhar com esse contemplar a Deus, viver a união com Deus. E esses homens e essas mulheres que vivem isso, têm muito a contribuir na área da educação, na área da política.
como pais e mães, como estudantes, como universitários, como trabalhadores no cotidiano. Enfim, São José quer fazer disso uma escola para que essas almas contemplativas de união com Deus constante, do cotidiano, contribuam para elevar a sociedade para o projeto de Deus.
Ótimo, eu lembro, te ouvindo, me fez lembrar o livro A Alma de Todo Apostolado, que vai falar sobre a vida contemplativa como aquela vida que consegue trazer aquilo que ele orou.
para a sua vida, para a sua realidade, para que a oração possa frutificar na vida. Exatamente. Para que ele não seja algo separado. Como a gente estava falando lá atrás, tem cristão que vai na missa, mas parece que depois da missa nada acontece.
Como também, nós sabemos, tem muitos cristãos que fazem oração, mas não conseguem fazer com que aquilo que rezou se transforme em vida. E isso é a contemplação, isso que é um dos grandes frutos da contemplação. Fazer com que a gente se encontre sempre com Deus. Nossa vida é permanecer em Deus. É orar sem cessar.
Por isso o título do livro, A Vida de União com Deus sobre os Cuidados de José. Ele quer nos ensinar a isso. Eu trago na obra uma parte de uma belíssima obra de espiritualidade na oficina de José.
é uma homilia de São José Maria Escrivá, um dos grandes santos, depois de Santa Tereza, junto com Santa Tereza, que traz essa carga de contemplação, de espiritualidade próximo de José, a partir de José. São José Maria Escrivá. Eu trago trechos dessa homilia, desse ensino que ele faz na oficina de José. Ele traz justamente isso que você falou.
homens e mulheres que entendam que o nosso apostolado e é isso também que muitos pastores muitos padres precisam entender aqui eu faço também um adendo
Muitos padres precisam entender. Eu sei que deve ser assim, os leigos devem assumir o protagonismo do leigo também dentro das igrejas, das pastorais, dos movimentos, das assembleias, das coordenações, mas é preciso entender que a maioria de nós leigos não está ali.
Está no cotidiano. E essa formação para o cotidiano é o que São José traz. É o que ele aponta, o que ele pede. Aliás, o carisma da comunidade é assim. O carisma da comunidade forma para o cotidiano.
então São José como contribui muito para a gente perceber isso também contribui para que essa espiritualidade para que o silêncio porque o silêncio de José é um hábito
da vida cotidiana. O Léo não está pregando numa TV, em cima de um púlpito, num congresso, mas ele está vivendo a vida cristã no escondimento de uma sala de aula, no atendimento de uma pessoa, indo levando o filho ao colégio, sendo educado e respeitoso com a esposa.
sendo exemplo de virtude, é uma pregação de santidade que Luiz e Zélia viveram e que nos deu nada mais, nada menos que Santa Teresinha. Existe uma obra muito bonita do Ítalo chamada Paz da Pequena Via. Vale a pena você ler. Paz da Pequena Via. Depois que eu li essa obra, eu falei, agora eu entendi mais ainda a pequena via. Sei de onde nasceu de Luiz e Zélia.
Então, quem começa a mergulhar em Luísa e Zélia percebe que Santa Teresinha teve uma escola antes do Carmelo, nos pais.
E foi uma pregação e foi uma formação no silêncio. Nós vamos conhecer após a morte deles, quando eles são levados a beatos, a servos de Deus, a beatos e depois a santos. Então as obras deles começam. Mas isso tudo foi vivido num silêncio cotidiano com a família. É o silêncio de José. Exato.
Lá está o José Miguel, a Tamires, daqui a pouco o João Paulo. Aqui vocês vão rezar, aqui nessa casa. Aqui vocês vão ser testemunho para outros casais. Vocês vão levar os filhos à escola, à igreja. E esse é o silêncio de Nazaré. Tudo em Nazaré lembra José.
É a beleza, né? É a beleza da nossa fé e daquilo que nós temos. Eu falava com o padre na gravação que fiz essa semana, como a gente estava trabalhando tratado, aí eu falava com ele, padre, tem uma coisa que eu acho muito bela na nossa igreja, porque nós temos os sacramentos, nós temos a Eucaristia, nós temos Nossa Senhora.
Nós temos São José, nós temos os santos, nós temos tantas riquezas, né? Coisas grandiosas, né? Que nos ajudam a se encontrar com Deus, né? Que todas essas coisas apontam pra Ele, pra Deus, né? Exatamente. O quanto tantas, todas essas coisas nos fortalecem, nos fazem ser pessoas de oração, pessoas mais próximas e mais amigas de Deus, né?
E sem dúvida, eu sei, São José, como eu estava falando, existem poucas coisas na Sagrada Escritura sobre São José, mas eu tenho certeza que ele também era esse homem de oração, esse homem da contemplação da face de Deus, que buscava essa face e o contemplou em Jesus Cristo, contemplou essa face no seu próprio filho, Jesus Cristo.
Léo, falando nisso, te interrompendo, olha que interessante que você falou, e me despertou aqui. Quando a gente pega Apocalipse 12 e vê uma mulher vestida de sol, e claro, a imagem da igreja, mas também da Santíssima Virgem, porque nela o sol habitou.
o sol da justiça que nos trouxe a paz, nos trouxe a salvação, habitou nela. Então, ela está revestida de sol. E como Santo Tomás de Aquino fala de que o estado de graça, a vida da graça, a partir da união impostada, que a gente está mais próximo, após a Santíssima Virgem José. Então, o que você falou é interessante por quê? Porque São José, como ele está tão próximo do sol,
silencioso, pouca coisa dentro da escritura, mas quando a gente mergulha para rezar 40 dias, quando a gente para para estudar José, para fazer uma experiência com ele todo momento, a todo instante, ou viver cotidianamente sob os cuidados dele,
Você imagina que depois da Santíssima Vida, ele que esteve mais próximo do sol. Quanta luz, quanta graça, quantas virtudes que está transbordando de José para nós. E esses tempos, a Divina Providência quis despertar José na igreja. Dizia, olha...
É a hora, é o momento. E aqui eu até digo para você, que nos acompanha nesse podcast, que é importante. Uma vez eu fui fazer uma formação numa paróquia sobre São José, o cordão de São José mesmo. E a matriz da paróquia não tinha uma imagem de São José.
Nós percebemos. Mas tudo bem, fomos fazendo as formações e um dia resolvemos conversar com o padre dessa paróquia. O padre é patrono universal.
E na matriz não tem uma imagem, um sinal de São José. E aí ele falou, então vamos fazer o seguinte, no dia da imposição do cordão, nós vamos fazer a introdução da imagem colocada aqui na matriz. E é isso. Que bênção. Assim, como a gente tem o Tratado da Verdadeira Devoção nos leva a ser todo de Cristo por Maria, essa espiritualidade que abraçou a gente tem o Tratado da Verdadeira Devoção
e se expandiu na igreja a partir do pontificado de São João Paulo II, depois da Santíssima Virgem, se eu ainda não entronizei como esse padre, não tinha entronizado na matriz, não é culpa dele não, porque ele já estava ali, mas tinham outros que passaram e ninguém se atinou, que naquela matriz não tinha a imagem de São José na matriz. E aí, nós, eu preciso introduzir José na minha vida.
Só que não só como aquele que coloca o papelzinho debaixo de São José dormindo. Mas no meu cotidiano, sob os cuidados. Viver como Jesus e Maria viveram.
eu devo introduzir São José na minha família, no meu apostolado. Assim como o tratado trouxe a verdadeira, a Santíssima Virgem, para mais próximo da gente, no nosso cotidiano, para nos ensinar a sermos todos de Jesus. São Luís tem a expressão belíssima, que venha o reino de Cristo pelo reino de Maria.
Ele vai dizer isso, Cristo será mais pleno, mais tudo em nossa vida, quando Maria for mais plena, quando o reinado dela acontecer nas almas. E eu, parafraseando, eu quero dizer em relação a São José. José precisa encontrar na minha alma uma acolhida.
para que Cristo também possa realizar maravilhas e graças que Ele quer realizar na minha família, na minha vida, no meu apostolado, no meu dia a dia. Isso aí. Bom, tem uma questão que você falava sobre a necessidade de a gente olhar também para São José, para Nossa Senhora como Sagrada Família, para a gente fortalecer mais a nossa família. Mas...
Olhando também para a figura masculina, hoje tão complexa, às vezes até machucada na nossa sociedade, quais virtudes ou quais ensinamentos você acha que São José pode dar para o homem? Primeiro assim, o mundo hoje aponta para o homem como aquele que é...
Vive meio que irresponsável por aí nos seus relacionamentos, né? Quase como um touro reprodutor que se bobear tem filhos por aí, mas não os assume, não cuida, não zela por ele, né?
E São José já é o contrário disso, aquele que já mostra a figura da paternidade como deve ser. Exatamente. Traz para mim algumas reflexões, para a gente algumas reflexões sobre isso, a figura masculina de São José como pai, que talvez ele possa educar a nossa sociedade hoje.
para tantos homens que já são como eu, sou pai, e alguns que ainda almejam ser, ou talvez ainda nem pensam, mas que possam ser no futuro bons pais católicos, cristãos.
Eu até estenderia um pouco mais. Os padres exercem uma paternidade. Exato. Entendeu? Então, assim, a masculinidade é colocada em xeque e toda hora combatida pela cultura. Você percebe isso nos desenhos, nas propostas de alguns sistemas de educação. Enfim. E por que isso?
porque justamente como essa vou trazer de novo aquela imagem da missionária do Shalom quando a gente olha para a Sagrada Família Jesus, Maria e José a gente pensa que José está ali compondo apenas precisou dele, ele está ali mas o destaque é para Maria e para Jesus onde está aqui em Nazaré era José
Claro que a centralidade estava em Cristo, como mostra a capa. Santíssima Virgem, comparável. Mas como figura masculina, pai, esposo, a centralidade está nele. Na condução da família, nas decisões. Recebe de Deus a inspiração e decide partir para o Egito.
Pega a mãe e o menino e parte para o Egito. Então mostra uma personalidade muito firme, muito determinada, virtudes mesmo, que colocam essa determinação e essa firmeza a serviço.
E uma das questões que coloca a masculinidade, a figura do homem, é colocar isso como se fosse um subjugar o outro. José pega essa presença paterna masculina e coloca a serviço.
Sem negar nada de si, sem negar nada de sua masculinidade e sem tornar isso o que hoje a cultura coloca como se fosse algo ruim, algo que diminui a mulher. E ao contrário, quando o homem pega a sua masculinidade, sua paternidade, a sua presença e coloca serviço...
Eleva a feminilidade. É claro. Eleva os filhos. Os filhos olham. Hoje a gente fala da geração TikTok, né? Muitas vezes as crianças já nascem volúveis.
já crescem volúveis, já não tem muitas vezes o poder de decisão, não são determinados, porque é falta de referência, José era essa referência. Então nós temos que aprender com José essa referência, em usar a masculinidade, a autoridade como serviço. E é assim a igreja. Nosso Senhor, há pouco saímos da Semana Santa, o padre é pai, ele exerce essa paternidade, e como homem, é importante dizer isso,
Ele é padre, mas não é anjo, ele é homem. Então, é uma referência muito importante a ser trabalhada nos seminários, a partir da figura de José, da formação sacerdotal. Essa paternidade masculina, interessante dizer isso, como a gente fala desse padre,
ele é, numa figura masculina, é como se colocar a serviço. E aí nós temos jovens, adolescentes e crianças mais robustas, mais firmes. Não que não haja problemas, não é que vai sumir, vai desaparecer os problemas. Não, não se trata disso.
mas nós vamos ter uma sociedade mais saudável também dessa figura. E não é isso também a sociedade? Quando você transfere uma paternidade, o que o político faz? Ele coloca seu poder de estar ali à frente representando o povo a serviço. De uma certa forma, é uma autoridade.
E quando a autoridade está em crise, a sociedade está em crise. Exatamente. Então, a crise de autoridade a nível de masculinidade, ela vai para além do homem somente, mas também daquela crise das autoridades que estão à frente, quando não se colocam a serviço do bem.
do próximo, a justiça. É assim que Jesus fala, eu sendo mestre e senhor, lavei os pés, vocês devem lavar os pés. Jesus não nega a sua autoridade, Jesus não nega a sua divindade e o seu senhorio. Ele é o senhor, ele é o mestre, ele é o Cristo que veio nos redimir, mas ele se colocou a serviço. Então,
Mas o que aconteceu com a cultura? Pegou isso tudo que acabamos de falar, que está na figura de São José e desconstruiu. Dizendo que é uma pessoa sem perigosa, diminui a mulher, não ajuda, quer dominar. E começou a bombardear ao longo de anos. Passa ano, passa tempo. E aí nós vamos criando uma sociedade em que...
Quando ela se pauta apenas no feminino, nas virtudes e nas coisas que são próprias da mulher, existe uma carência por um outro lado. A sociedade não está equilibrada. Ela precisa do equilíbrio. Geralmente, o equilíbrio, se você pegar uma coisa e colocar em cima de uma coisa volúvel, não se equilibra.
Ela precisa de algo forte, robusto. O ponto de equilíbrio precisa ser robusto. Sim. Pode ter outros elementos em torno, mas o ponto de equilíbrio precisa estar firme, robusto, porque senão não equilibra. Exatamente. Essa é a masculinidade. Mas esse ponto de equilíbrio não é dominador, não é subjugador, mas é a serviço.
E é justamente isso que São José quer resgatar na gente, na masculinidade. E aí depende de mim, depende de você, de entendermos isso, de nos colocarmos assim e ajudarmos a contribuir para termos famílias mais saudáveis, sociedade mais saudável, um serviço na igreja também mais frutuoso.
Graças a Deus, você trouxe essa imagem da necessidade da masculinidade, olhar para São José para também ser resgatada, reestruturada. Isso é essencial, de fato. Por exemplo, você falou da figura da autoridade. Hoje você olha as autoridades que não são dom de si para o outro, mas usa o outro para servir-se...
não para o bem comum usa sua autoridade não para o bem comum mas para si para si para si, para si então as coisas de fato estão desconstruídas invertidas hoje nós temos autoridades algumas instituições que estão foram corrompidas e isso é péssimo e a gente olha para a figura de São José para a figura de Nossa Senhora e nós vemos exatamente a oposição disso
ali a firmeza, algo que é concreto, verdadeiro, porque aponta para Cristo, olha para Cristo. Acho que a beleza da capa do teu livro está nisso aí. Os dois olhando para Cristo, olhando para aquele que é o centro, aquele que tente ser o centro. Exatamente. Já seguindo nesse caminho,
É claro, eu acho que o seu livro é essencial também para alguém que está começando ou quer iniciar a espiritualidade josefina, conhecer mais São José de perto. Mas o que mais você acredita que nós podemos hoje aqui no podcast apresentar?
sobre até mesmo algum tipo de oração ou algum conselho que você daria para que a gente possa iniciar nessa nossa espiritualidade de São José. Então, eu vou trazer um trecho para te responder. Ótimo. De um bispo que faz o prefácio, Dom Tiago Stanislau. Perfeito. O interessante, enquanto eu abro aqui e preparo,
a capa já te atrai para o livro. O prefácio já te mergulha. Pronto. Mergulha no lago. Sem... Sem... Como é esse G? Sem... É... Me faltou a palavra agora. Mas sem boia, sem nada. Joga no lago para você mergulhar mesmo em afundo. O prefácio do Dom Tiago ficou maravilhoso.
E olha assim, o Dom Tiago, quando eu o convidei para escrever o prefácio, ele aceitou e tal, eu já enviei para ele algo que já estava em construção ali do livro, e ele leu. Quando ele me enviou o prefácio, eu falei, vê se atende.
E Dom Tiago, o senhor nem conhece a espiritualidade que a gente propõe, e o senhor foi no cerne, e é isso que você está colocando. Eu quero fazer essa menção ao Dom Tiago, para que você entenda a precisão do que o livro propõe.
Olha só, ele diz assim, Esta obra, 40 dias com São José, oferece ao leitor a oportunidade de aprofundar-se na participação do glorioso patriarca no mistério da salvação. Essa palavra é importante, participação.
contemplamos sua paternidade, sob cuja sombra Jesus experimentava o amor do Pai e sua missão junto a Maria, garantindo a Sagrada Família, o lar, o sustento e a proteção em Nazaré. O leitor poderá também compreender a importância de se colocar sob os cuidados de São José, acolhendo as graças que Deus deseja nos transmitir por meio dele. Então assim...
Quando você coloca uma coisa que eu iria destacar, é justamente o que ele conclui. Ele vai dizer, essa experiência espiritual pode ser vivida através das orações e práticas devocionais aqui propostas.
Então, o Dom Tiago entendeu perfeitamente, vamos dizer assim, há um método, há uma didática com o livro. Que didática é essa? O que ele diz aqui? Levar você, Léo, a fazer uma... É possível fazer uma experiência no hoje da sua vida do que Jesus e Maria fizeram com José. É possível trazer essa paternidade.
estendida na bula pelo Papa Pio IX para a sua vida. Isso é o que eu destacaria no livro. Sobre uma oração...
É interessante. Ah, antes, deixa eu te falar uma coisa muito interessante. Uma coisa muito interessante, fazer menção aqui ao nosso irmão, você conhece o José Carlos da Elisa, né? Ele faz a introdução. Ele faz a introdução. E aí, na introdução, Léo, como é que você conhece São Luís Maria Grion de Monfort?
Pelo tratado. É a obra máxima que lançou São Luís. Você fez um programa sobre o tratado. Mas o José traz na introdução, eu não vou ler porque a pessoa vai ter que ler, ele traz na introdução um poema sobre São José escrito por São Luís, Marigrão de Manfora.
Olha que riqueza. Que maravilha. Então, olha só. Isso aqui eu queria destacar. Por quê? Porque uma espiritualidade cristocêntrica, através do Totostous de São Luís,
tem um toque de José por trás da alma desse santo. Esse poema mostra o amor e a proximidade de São Luís com São José. O que é óbvio. Porque onde reina Jesus por Maria, está os cuidados de José. É claro. Entendeu? Então, é isso que eu acho interessante. Onde reina Jesus por Maria, é isso que eu acho interessante.
silencioso, escondido, de alguma forma está o cuidado, ou estão os cuidados de José sobre aquela alma, sobre aquela obra, sobre aquela situação. E aí, só destacaria que você, na obra, quando o leitor for para a segunda parte, que é o que o Dom Tiago fala da vivência, vamos colocar na prática o que o livro propõe.
Como vai fazer isso? 40 dias é sugestão. Por que 40 dias? Eu só olhei para a sabedoria da igreja, quaresma, 40 dias de Jesus no deserto, os 40 anos do povo de Deus. Então, vamos pegar 40 dias. Vamos colocar. Você vai experimentar isso. O Dom Tiago propõe, a gente está conversando aqui esse tempo todo, durante 40 dias. Quer ser sendo consagrado ou não a São José.
Quem não é consagrado, depois procure fazer sua consagração a São José. O livro vai despertar isso também na alma. Mas quem já é consagrado também, vai ao final. Eu trago uma oração, e aí eu destaco como você falou da oração. Ao final, não vou rezá-la aqui, mas eu trago essa oração ao final. O Léo leu o livro. Eu sou consagrado a São José.
Quero entregar a minha vida durante todos os dias da minha vida. Por onde for, que Deus me reserva, o que eu vou fazê-lo para honrar a Deus, honrar a Virgem Maria, enfim. Quero viver. Então, esta oração que a gente já faz na comunidade há anos.
muito tempo, reconhecido pelo Dom Gregório e agora pelo Dom Joel através do Imprimato, que está aqui nesse livro. Eu adapto, claro, porque tem todo um linguajar próprio para a comunidade, eu adapto para a sua vida.
No final, a pessoa irá. Não precisa ter sacerdote, como é aquela toda estrutura do tratado. Ou da mesma da consagração a São José que muitos fazem. É uma coisa muito pessoal. Você pode ir com a sua família, você pode ir no seu trabalho, na sua casa. Entrou na igreja, vou fazer agora a minha oração depois desses 40 dias. Com essa oração, para dizer a São José, daqui para diante, quero fazer a experiência que Jesus e Maria fizeram em Nazaré. Viver sob seus cuidados.
e aí de Deus até o céu deixar Deus realizar essa obra meu irmão, uma coisa que me chamou muita atenção eu lembro até hoje a primeira vez que eu rezei o terço de São José não conhecia, para ser muito sincero eu era seminarista
Foi no Renascem, aqui em Teresópolis. Estávamos organizando o Renascem, terminando a organização. E eu estava preocupado porque faltavam algumas coisas para o Renascem. Coisas práticas, até eram descartáveis. E a pessoa que ia doar o descartável para o retiro falou em cima da hora que não ia conseguir doar. E faltava um dia. Aí a equipe toda, os seminaristas se reuniram e falaram, vamos rezar o Terceiro São José.
rezamos o Terço São José. Não conhecia, não sabia nem rezar. Falei, caramba. Vamos lá, vamos rezar, né? Beleza. E eu assim com um pouco de preconceito, assim, pô, o Terço São José, eu conheço o Terço Maria de Nossa Senhora, né? Pô, vocês inventaram esse Terço aí de São José? Falei, vamos rezar o Terço São José, então. Rezamos. Leandro, impressionante o que aconteceu. Nós terminamos de rezar.
o Terceiro São José, a gente mal se levantou das cadeiras de onde a gente estava, o sofá, de onde a gente estava. Ligaram para a gente, falando assim, olha, a van que está vindo um seminarista,
A gente vai doar alguns descartáveis pra vocês pro retiro. Sem brincadeira, olha só que loucura. A gente não pediu pra ninguém, Leandro. A gente não pediu pra ninguém. Pedimos a São José. Pedimos só a São José. Exatamente. Aí, uma pessoa lá de Nova Iguaçu...
mandou pra gente na van que estavam vindo alguns seminaristas pro retiro. Eu falei, gente... Naquele dia, meu amigo, eu falei assim, é São José. Exatamente. Como você cuida da gente, como você cuida da igreja, né? Impressionante. Maravilha. O livro traz várias orações sobre São José que você vai, ao longo de 40 dias, conhecendo. Um deles é o Terço de São José.
O texto de São José é uma das práticas espirituais que a gente traz no livro. E até explicando como rezar. Além de outras orações belíssimas, desconhecidas de muitos. Isso também é uma riqueza que o livro traz. Você passa a ter contato...
com orações belíssimas sobre São José, que você, ao longo de 40 dias, vai exercitando, vai vivendo. É assim mesmo, o livro é como entrarmos na oficina de José. Por que 40 dias? Por que essas práticas? Por que fazer isso? Porque nós somos assim. Nós precisamos de ordem.
Para se formar uma virtude de oração, você precisa ter ordem. Para uma virtude da pontualidade, você precisa ter ordem. Então, você entra como se fosse em uma oficina com José, e durante 40 dias você vai exercitando dia por dia aquilo que está ali proposto no livro, de uma forma bem didática.
Como uma oficina você trabalha, vai trabalhando, trabalhando. Essa mesa não chegou pronta para ser comprada, ela foi trabalhada. Detalhe dia a dia, assim como tantos outros móveis. Nós entramos como uma madeira bruta na oficina de José, na oficina espiritual de São José. Durante 40 dias ele vai nos moldando para essa união com Deus.
com o nosso Senhor no dia a dia, através dessas práticas. Você falou do terço agora, eu estou lembrando que o livro traz o Terço São José, para quem não conhece. E nós na comunidade, a gente reza sempre, todos os dias, o Terço São José. Nós temos uma rádio online, uma rádio, né? E ela está online também. E na programação da rádio, desde quando ela veio ao ar,
Às nove e meia é o Terço de São José, todos os dias. E eu vou te dizer, é um dos programas com mais audiência e mais participação. As pessoas estão descobrindo o Terço de São José de uma maneira assim como você falou.
através de Santa Teresa d'Ávila que vai dizer, tem graças específicas que Deus concede somente pela intercessão de São José. Santa Teresa d'Ávila vai falar disso. Então, é isso mesmo, essa experiência que você fez, nós fazemos na comunidade.
todos os dias e muitos desafios, que também faz parte da devoção a Josefina, você rezar e colocar o papelzinho debaixo da imagem do São José dormindo faz parte também, porque existem graças que são concedidas através de intercessão de São José, graças específicas, e além disso, esse terço que vai às nove e meia, todos os dias, nós temos ouvintes que participam de todas as partes do Brasil.
traz as suas intenções e é assim, um vai transmitindo para o outro, daqui a pouco vem um daquela mesma cidade porque o outro indicou aquele que está passando uma dificuldade, reza o texto de São José com a rádio e a gente vai fazendo, daqui a pouco vem as graças vem tudo, as pessoas vêm testemunhando, então realmente o texto de São José é poderoso
esse terço a gente pode acompanhar pelo Instagram o terço? sim e nós estamos nas redes sociais tanto Facebook, Youtube e Instagram e tem um aplicativo Rádio São José, a rede da família rede da família olha aí, ótimo
Bom que a gente já... Eu já conhecia pelo Instagram, não sabia que estava também nas outras... No YouTube também. Eu lembro que teve uma vez que eu até percebi isso, percebi que o povo ia lá nos comentários.
colocando um monte de pedidos, de oração. Isso é bonito. De várias formas, de todas as necessidades imagináveis que você pode ter aí na sua mente, chegam para o texto de São José. E muitas graças... As pessoas passam a ser cativas do ter São José por causa de graças recebidas. Não perdem, rezam.
muitos até dizem, a gente reza até depois às vezes não dá, está gravado no Youtube vão lá e rezam os textos de São José e é uma prática que a gente foi trazendo para a comunidade de décadas quando chegou o ano de São José Léo a gente foi um transbordar um exultar de alegria
Porque a gente vive tudo aquilo que começou, vamos dizer assim, a pipocar, a se manifestar sobre São José. Tudo não, mas é uma boa parte das coisas. Como, por exemplo, o texto de São José. A gente já vivia na comunidade isso, com muita...
de muito tempo, colocando muitas intenções pessoais. E aqui você pode perceber que no nosso podcast nós não falamos tanto de graças alcançadas materiais. Nossa linha de conversa, de diálogo, foi o nível espiritual, da união com Deus, a santidade, as virtudes. Porque é isso que o livro quer também fazer, que a gente descubra em José. Não só aquele que eu peço para o descartável. Deve pedir também.
está faltando descartar, vamos pedir. Aquela obra, aquele encontro, vamos pedir a São José, vamos recorrer a ele. Mas ele é um modelo e mestre, como diz Santa Teresa, mestre da vida interior, ou São José Maria Escrivá, meu pai da vida interior. Meu pai da vida interior. Por isso que ele chamava São José, meu pai e senhor.
por isso, uma familiaridade é isso, São José é o Pai nós devemos nos fazer um caminho ao longo desse tempo que a divina providência apresenta São José de forma mais constante mais forte na igreja como filhos, nós precisamos entender que o Papa disse, olha, São José é pai da igreja universal
Então, eu preciso agora me colocar como filho de São José. Agora é a nossa vez, vamos lá. E porque assim, também não temos resposta para tudo. Eu me lembro de uma situação muito interessante. A gente teve um contato com muitas pessoas de Deus, de grandes nomes da igreja, como foi o caso do beneditino Dom Estevão Bittencourt.
O fundador da Mater Ecclesi. E conseguimos, quando fizemos um curso de teologia para a Lígios em São José, ele foi fazer abertura. Celebrou a missa e foi fazer abertura. Estava na época o padre José Celestino. Estava lá. Então, aquela sala cheia de gente. Então, esteve uma coisa maravilhosa.
Eu me lembro que depois eu fiz uma pergunta para ele, eu não lembro do contexto, do conteúdo em si, mas era algo da vida futura, da escatologia da igreja. Isso mesmo, da escatologia. E aí ele só me disse assim, meu filho, nem tudo Deus quis revelar. Ele revelou o suficiente para a nossa salvação.
Vá viver sua fé. Exatamente. Então nem tudo sobre São José a gente tem resposta. Por que a divina proposta? Por que agora? E agora não vamos ter resposta de tudo. Mas o essencial Deus quer ter, revelar por São José, para que neste tempo de fortes batalhas, de grandes lutas espirituais, de grandes desafios da igreja, inclusive sobre o Papa, sobre o papado, ouve mulher
a gente encontra em José. Interessante isso, você vê. Há pouco tempo nós passamos uma crise, muita gente criticando os papas nas redes sociais. Muitos ainda se levantam contra os papas. Então, você vê, São José é pai da igreja.
A autoridade, você falou, a autoridade do pai na família, masculina na família, São José, patrono da igreja. Então, tudo relacionado à autoridade, São José está ali, porque ele exercia a autoridade na Sagrada Família, como um serviço, como um bem à sua família.
mas é uma verdade, então a gente precisa mergulhar nessa graça como filhos. Eu preciso dizer, eu me considero um filho de São José, o Léo deve dizer, eu me considero um filho de São José, você que nos acompanha deve dizer para si, eu me considero, ou então eu quero ser, eu sou o filho de São José, porque na verdade, quando o Papa diz, ele é patrono, ele é pai da igreja, é isso.
é a paternidade que deve se exercer sobre a minha vida. Perfeito. Então, meu irmão, minha irmã, se você ainda não se convenceu em adquirir essa obra maravilhosa, 40 dias com São José, conhecer um pouco mais São José, a espiritualidade Josefina,
Eu quero que você, Leandro, faça agora aquele apelo. Se de tudo isso que a gente falou aqui, uma hora e meia de programa, você ainda não se tocou que isso aqui é pra você também, agora o Leandro vai fazer aquele apelo, aquele momento que, de fato...
Vá tocar o teu coração pra que você possa conhecer São José por meio dessa belíssima obra. E depois disso, Leandro, eu queria também que você falasse pra gente como que a gente pode adquirir. Claro, a gente da Diocese, a gente vai...
ter facilidades. Mas se você não é daqui da Diocese de Petrópolis, não mora em Teresópolis, Petrópolis, São José, Magé, Guapimirim, como que a gente pode adquirir? Certo. Então, vamos à primeira parte. Eu queria dizer assim para você que nos acompanha. Nossa Senhora aparecesse para você nesse momento e lhe perguntasse.
O que José foi para mim? Eu quero que seja para você. Você aceita? O que você diria para Maria? É justamente a sua resposta aqui no livro. Nossa Senhora, o que ela disse uma vez para nós, da comunidade, para a nossa alma, ela está agora ecoando para você, lhe visitando e perguntando. É o desejo da Mãe Santíssima que tudo é o desejo da Mãe Santíssima que tudo
Tendo o termo, tudo o que ele foi para Jesus e Maria Nazaré, seja para a sua vida. Está aí. Está aí. E aproveitando, se você quer adquirir, nós temos a livraria Mãe do Verbo Divino Online. Você só coloca aí no nosso canal de busca. Você vai achar rapidamente. O livro vai estar lá à sua disposição. Nós temos a livraria também física.
Muitas pessoas que acessam, são de Teresópolis, são das regiões que a gente sempre está em contato, pedem para retirar na própria livraria, mas a gente também está despachando para toda a diocese, para todo o Brasil. E para de outras regiões, quem quiser também, as edições Loyola.
A Loyola também está vendendo, está distribuindo e vendendo para todo o Brasil. Perfeito. Também temos a Sagrada Família, a Editora Sagrada Família também está vendendo o livro, através dela também que nós publicamos, então também tem. A nossa livraria online, Editora Sagrada Família e Edições Loyola.
Beleza, e você vai poder acessar o link da livraria online aqui na descrição, tá bom? Se você quiser fazer a sua compra, adquirir o seu livro, ter essa experiência maravilhosa com São José, você pode entrar aqui na nossa descrição aqui embaixo, tá certo?
Adquiri o seu belo livro. Amém. É importante lembrar que de minha autoria, mas toda a arrecadação do livro, é importante falar, Léo, toda a arrecadação do livro vai para a construção da nossa sede, ampliação e reforma da nossa sede.
As nossas atividades têm aumentado muito pela vida, defesa da vida, evangelizações, etc. E nós precisamos ampliar. Então, eu estou abrindo mão de todos os direitos financeiros da obra e da aquisição com o livro e direcionando tudo para a sede da comunidade. Então, fique tranquilo.
que vai para uma causa, além de um bem espiritual, que vai fazer para a sua alma, também para a alma de tantos outros que estarão frequentando a nossa sede. Como lá tem uma grande devoção à Nossa Senhora das Graças, que é espalhada, está hoje em alguns lugares no Brasil, inclusive. Maravilha, olha aí.
Assim também a gente acaba ajudando a evangelizar. Exatamente. Você reza, se aproxima de Deus e evangeliza. Evangeliza, exatamente. É isso aí. Meu irmão, queria também que você falasse um pouco sobre a comunidade, apresentar essa comunidade.
Estamos aqui falando basicamente de parte do carisma de vocês, daquilo que vocês vivem. É importante anunciar a comunidade. Se alguém quiser conhecer a comunidade, o primeiro vocacional que eu fiz na diocese, adivinha onde foi?
Na comunidade. Foi lá, Léo? Depois foi no seminário. Amém, amém. Que bom. Onde foi que eu conheci o tratado? Na comunidade. Está vendo? Então, apresenta a comunidade. Eu acho que vai ser muito bom. É, e antes de falar da comunidade, eu queria dizer para você, pode ir com segurança no que é apresentado aqui no livro, ele tem um imprimato.
É importante isso. Hoje tem saído muitas obras sem esse selo da igreja. No momento que se prolifera tantas ideias, até mesmo dentro da igreja, então esse cuidado também é muito importante. O imprimato passou pelo crivo da igreja de um bispo.
de uma comissão ou de uma pessoa que o bispo indicou, um teólogo que o bispo indicou. Então, isso é importante que você saiba da obra. Sobre a comunidade, a comunidade mãe do Verbo Divino, ela faz esse ano 32 anos. Nós tivemos a graça de ter o reconhecimento canônico, então temos reconhecimento canônico.
somos uma obra reconhecida aqui na diocese, ou seja, a igreja reconhece o carisma, a vocação de mãe do verbo divino. Por que mãe do verbo divino? Olha para a capa, que você vai lembrar da comunidade. Nós somos chamados a grávidos do verbo, gerar esse verbo ao mundo. Essa é a palavra de Deus. Essa é a síntese da nossa vocação. Ah, mas muitas vezes as pessoas confundem. A vocação de vocês, o carisma de vocês é rádio, é comunicação?
De uma certa forma, é comunicar o verbo, porque você, Santo Agostinho, vai dizer que antes de Maria, esse grande doutor da igreja, vai dizer, antes de Maria conceber no ventre, ela concebeu na alma.
na alma. Então, nós imitamos Maria no mistério da encarnação, concebendo na alma a Cristo, e aí tem tudo a ver os cuidados de José, né? Cuidou dessa vocação, cuida da gente também. Por isso que a gente foi descobrindo. Assim, a gente já está aprendendo a deixar-nos cuidar por José, né? É uma questão que acho que vamos aprender até a nossa passagem para a eternidade.
Viver com José é um mar de graças, é mergulhar e não ter onde parar, porque ele estava muito próximo, depois da Santíssima Virgem, ele é o mais próximo do Sol, da união impostática, do mistério da encarnação.
Nós mergulhamos contemplando o mistério da encarnação, inclusive lá na comunidade tem a capela da anunciação. Você vai lá um dia, Léo, você vai ver a capela da anunciação. As pessoas que vêm, ela é simples, simples, simples, simples, mas profunda. Assim como a capa do livro. Você entra na capela, você já é levado para Nazaré, para o mistério da encarnação, que é simples. Então, a nossa vocação se dá na simplicidade do dia a dia.
Nosso chamado é nos formar para o dia a dia. A partir dos anos que foram acontecendo, Deus foi nos agraciando com alguns apostolados específicos. Mas isso não é o que define a comunidade, esses apostolados. Hoje pode ter, amanhã pode não ter, pode surgir outros daqui a algum tempo. O que nos define a vocação é essa.
grávidos do verbo para gerar esse verbo no mundo e como que a gente faz isso concretamente todos os dias na nossa regra de vocação vocacional nós somos chamados a meditar diariamente a palavra de deus a partir da meditação da palavra e pela ação do espírito na nossa alma é gerado o verbo
E assim nós vamos viver o cotidiano. Você é um médico. Na comunidade é bonito isso. Quando a gente se reúne em comunidade, fazer uma formação, partilhar a vida, ter vida fraterna, você tem de todas as áreas da sociedade. Jurídica, saúde, política. Então tem várias vocações, vários estados de vida, vários estados profissionais, porque é ali que o verbo deve ser gerado. E é assim que a gente vive a nossa vocação.
E como que a gente pode, se alguém tiver interesse de conhecer mais perto, até nível vocacional, existe um vocacional? Existe, existe o vocacional. Como é que é o processo inicial? Então, o vocacional da comunidade, ele começa como todo namoro começa. Aquele, eu me identifiquei.
Então tem que se aproximar. E aí você tem, você pode fazer por um e-mail, que eu vou passar aqui na descrição. Aí são muitas informações que eu não tenho. Terei que ter chamado os universitários aqui, da comunidade que são responsáveis. Nós temos uma equipe, um conselho responsável pelo vocacional da comunidade. Mas nós temos um e-mail para isso, que vai estar aqui na descrição dessa live, desse vídeo, desse podcast.
Mas também você pode entrar no site da comunidade, cmvd.org. Temos um site, uma referência. A pessoa pode ali, tem o link vocacional ali que você pode fazê-lo também. E entrar em contato conosco. A pessoa começa com encontros. Os encontros são bimestrais.
devido às realidades que as pessoas vivem. Então, a gente recebe realidades diversas, diversas profissões, diversas vocações. Então, é muito amplo. O leque é grande. Então, você vem e passa durante um ano caminhando com a gente, sem compromisso de regras. Não, é um ano de conhecimento, vai conhecer a comunidade, é chamado caminho vocacional.
Depois passado esse ano, a pessoa conhece o carisma, conhece a vocação, a missão, tem convivência fraterna, é chamada a fazer algumas experiências missionárias, mas tudo na liberdade, porque a gente acredita nisso. Um passo vocacional tem que partir de uma liberdade interior, de um entendimento.
de que Deus ali está movendo algo em mim para dar passos. Depois disso, sim, aí a pessoa começa a se tornar membro da comunidade e vai passar por um período de formação durante três anos para chegar aos compromissos transitórios.
e durante o período do compromisso transitório, ela vai renovando esses compromissos entre 7 a 10 anos para fazer o compromisso permanente. E o compromisso permanente, ela não precisa renovar mais os compromissos, ela está permanente. Esse entendimento vieram também, não é uma coisa nossa, é uma regra da diocese, até então Dom Joel, o bispo, não revogou, foi antes no...
no episcopado, no pastoreio de Dom Gregório, junto com os outros fundadores de comunidades, foram compondo esse conjunto de regras para a diocese. E assim nós seguimos também. Perfeito. Ótimo, Leandro.
Ótimo, gostei de ter esse papo, essa conversa contigo. Maravilhosa. Conheci o São José aqui presente. Claro, sem dúvida. Sem dúvida. Toda hora olhava para a imagem dele aqui. Ficamos olhando para a imagem dele aqui, contemplando o livro. Falei, olha, São José, que beleza. Maravilha. Que beleza. Muito bom. Que conversa de fato de Deus. Edificante. Edificante. Como alegrou o nosso coração, e eu tenho certeza que alegrou o coração de muitos que estão aí nos assistindo, né?
fazer esse momento de reflexão, de conhecimento de Deus, de conhecimento da palavra de Deus, se aproximar mais de São José, de Nossa Senhora, e assim também de Cristo. Eu até quero aproveitar, Léo, a gente está aqui no final já, para dizer o seguinte, a agenda nós começamos agora, o livro chegou há pouco,
E nós abrimos a agenda para poder levar essa obra. Isso que você está acompanhando, é possível levar a sua paróquia, a sua comunidade, a sua realidade. Nós temos uma agenda para isso. Eu já tenho algumas agendas marcadas, tanto no decanato agora aqui de Teresópolis, no decanato São José de Anchieta, Petrópolis. Então, as pessoas estão começando a procurar, estão começando a ter contato.
começando a conhecer a obra e estão se interessando. Vem cá falar para a gente, vem cá conversar conosco, vem apresentar a obra. Então, agenda totalmente aberta para que a gente faça isso também. Perfeito. E essa agenda, para a gente ter acesso a ela...
É pelo... Algum telefone? Então, tem sim. Tem o telefone da Michelle, que é a secretária da agenda, mas eu não tenho aqui agora. Mas eu posso colocar também aqui disposição nesse podcast. Ou mesmo, você pode entrar pelo Instagram da comunidade. Instagram da comunidade, você entra em contato conosco.
pede e ali vão direcionar pra Michele a nossa missionária responsável pela agenda pra ela organizar essa agenda perfeito, eu vou colocar aqui como de costume o Instagram da comunidade, também o link, o link não, mas o nome do canal no Youtube e também do canal no Youtube na leitura e também
da WebTV Morro Divino, para que todos possam conhecer e assim seguir. E assim você também possa acessar, conhecer um pouco mais a comunidade e assim, quem sabe, marcar, agendar com o Leandro, para que o Leandro possa pregar, palestrar lá, falar de São José na sua paróquia. Sim. Até dou aviso no final da missa, se deixar.
Tem dois minutos, Leandro, faço. Demorou. Dois minutos. Eu tenho já as minhas táticas, as minhas estratégias para em dois minutos te convencer que você precisa levar São José para casa. Está vendo? Isso aí. Que beleza. Leandro, muito obrigado. Eu que agradeço. Muito obrigado mais uma vez. Eu quero de coração agradecer, Léo, você por abrir o canal.
para a gente estar aqui falando porque o nosso amor por São José é o amor que Nossa Senhora vai nos educando a ter. Essa confiança, essa... Nossa Senhora não perdeu em nada ao se entregar a José, né? Sabia a quem ela estava se entregando. Que homem de virtude. Ele viu olhar, acordar, né? José lá em Nazaré.
E dizia, eu sou muito feliz por ter o próprio filho de Deus como meu filho e um esposo como José. Então, na mãe do verbo, ela nos educa todos os dias a ter esse carinho, sabendo que quem se une a São José não é a ele que se une simplesmente.
Mas Nossa Senhora unida a José vivia mais plenamente a sua vocação.
vivia com segurança a sua vocação, vivia com propriedade ainda mais a sua vocação. E é assim que a gente faz a experiência. Mais unidos a José, a gente passa a amar mais Jesus e Maria mais profundamente, entender a igreja. Aliás, eu trago no livro os frutos dessa união com Deus, sobre os cuidados de José. Eu elenco aqui alguns que a gente faz a experiência ao longo, alguns só, que tem muito mais, muito mais.
mas trago ali, é o último capítulo da primeira parte, a árvore boa dá bons frutos. Então ali eu elenco alguns frutos que ao longo dessas décadas vivendo essa experiência, nós fomos colhendo em nosso meio na comunidade. Amém.
Bom, se você acha que acabou, não acabou não. Ainda vamos fazer, o Leandro vai terminar esse podcast com uma oração a São José, que possa nos abençoar, nos guiar nesse caminho a Jesus Cristo. Mas não esqueça, deixe o seu like, compartilhe esse vídeo para muitas pessoas e se inscreva nos nossos canais, tanto no canal da comunidade, quanto no meu, na leitura e também na WebTV Amor Divino.
Leandro, encerra esse momento então com uma oração a São José e que nós todos possamos nos encontrar com Deus e com São José. Amém. Eu quero apresentar para vocês...
uma oração, vou rezá-la de forma mais simples, mais sucinta, porque no livro ela está mais completa. Ah, tá, desculpa, era aqui, né? Estou olhando para lá aqui. Eu vou rezar para você de forma mais sucinta, mais simples, mas no livro ela está mais completa, você vai aprender a rezar. Que é o Ângelo de São José.
Na capela da comunidade, quem for lá vai encontrar a Santíssima Eucaristia no centro, como deve ser, na capela. De um lado, dois quadros. O quadro da Anunciação a Maria e o quadro da Anunciação a José.
E a gente aprendeu na comunidade com Nossa Senhora a confiar tudo a Ele. Por exemplo, você fez um retiro, você fez uma boa obra na sua casa, você fez uma boa missão, você acabou de dar uma boa aula, confiar tudo a José. E uma desses, para contemplar a beleza e a vocação e a missão de José, é o Ângelos.
O Ângelo, quando você reza com atenção, com profundidade, você consegue mergulhar no mistério que é São José e a beleza e a missão dele unida a Jesus e a Maria. Se você quiser acompanhar, Léo, está a página 51.
esse Ângelos a gente reza, é da comunidade a gente reza há muito tempo na comunidade e a gente compartilha com você aqui no livro na obra, existem outros Ângelos sem dúvida, que são também fecundos muito belos, esse é o que a gente costuma rezar na comunidade perfeito
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Eu quero colocar nesse Ângelos os frutos desse podcast. O podcast na leitura e da Web TV Amor Divino. Aos cuidados de José. Aonde vai chegar, quem vai ver, ouvir, colocar sobre os cuidados dele. Para que colhemos muito frutos de união com Deus.
O anjo do Senhor anunciou em sonho a José. E ele obedeceu a palavra do Senhor. Eis o servo prudente e fiel. Que acolheu a Virgem Maria e o Verbo Divino.
E o verbo divino se fez seu filho adotivo. E nasceu para nossa salvação. Ave José, esposo castíssimo da veja em Maria, homem justo. Bendito sois vós entre todos os homens e bendito é o Filho de Deus, vosso Filho adotivo, Jesus.
São José, patrono da Igreja Universal, rogai por nós e nossa família, e na hora de nossa morte, amparai-nos. Amém. Eu termino nas práticas espirituais propondo...
Pedir o auxílio da Virgem Maria, que ela nos eduque a vivermos sob os cuidados de José. Cada dia da prática dos 40 dias, da prática espiritual, o dia termina dizendo, ó Virgem Puríssima, ensina-me a viver sob os cuidados de São José, como assim viveste em Nazaré. Amém.
Amém. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendito a suas vozes entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
Meu irmão, muito obrigado. Eu que agradeço, Léo. Só tenho... Estou muito feliz, de verdade. Eu também. Vou te dizer que eu estava muito ansioso por esse dia, por esse momento. Que bom, Léo. E fiquei de verdade muito feliz, muito feliz por esse podcast. Que Deus abençoe muito a sua obra, a sua missão, a sua comunidade, e que esse livro possa trazer muito bem
para muitas almas e para a igreja. Amém. Eu acho que é o grande propósito. Exatamente. É o grande propósito, a evangelização e a santificação das almas. Amém. Meus irmãos, muito obrigado mais uma vez por você estar com a gente e que Deus abençoe muito a sua vida, abençoe a todos. Muito obrigado, Leandro. Fique com Deus e até a próxima. Tchau, tchau. Tchau, gente.
E aí