China mostra por que domina o mercado de elétricos
Se ajeitem no cockpit e apertem os cintos, porque o Máquinas na Pan está no ar.
- Tecnologia e estratégia da BYDBYD como fabricante de tecnologia · Ecossistema de tecnologia da BYD · Blade Battery da BYD · Sistema de carregamento super rápido da Denza · Produção de iPhones e iPads pela BYD · Estratégia de posicionamento global da BYD · BYD como ecossistema global de tecnologia · Desvalorização de carros elétricos BYD no Brasil · BYD Dolphin Mini líder de varejo no Brasil · Fábrica da BYD em Camaçari, Bahia · BYD como marca aspiracional
- Salão de PequimDenza D9 minivan de luxo elétrica · Yang Wang U9 super esportivo elétrico · BYD Shark caminhonete super híbrida · BYD Song Plus SUV super híbrido plug-in · BYD Z9 GT elétrico esportivo · Denza Z9 GT com carregador rápido · BYD U8 e experiência imersiva · BYD Xtreme recorde mundial Nürburgring · BYD Song Pro com motor Flex · BYD C-Lion 05 híbrido plug-in · BYD King (CIL05) sedã híbrido plug-in · Denza Z esportivo elétrico · Yang Wang U9 chegando ao Brasil · BYD e Fórmula 1 · Feng Shambao conceito esportivo
- Mobilidade e infraestrutura na ChinaTrem-bala Fuxing na China · Maior malha de trens de alta velocidade do mundo · Autonomia tecnológica chinesa em infraestrutura · China como referência global em infraestrutura ferroviária · Evolução da economia chinesa · China como potência global em tecnologia e infraestrutura · Controle da cadeia produtiva de veículos elétricos pela China · China como maior exportador do mundo · China como maior mercado automotivo global · China líder na eletrificação · Transição energética global · Controle da cadeia produtiva de terras raras pela China · China como plataforma de crescimento na América Latina · Estratégia industrial chinesa
- Audi RS Q8 e o mercado de SUVs de luxoAudi RS Q8 compartilhando plataforma com Lamborghini Urus · Audi RS Q8 com motor V8 4.0 biturbo · Consumo de combustível do Audi RS Q8 · Tecnologia embarcada no Audi RS Q8 · Suspensão pneumática do Audi RS Q8 · Eixo traseiro esterçante do Audi RS Q8 · Preço do Audi RS Q8 no Brasil · Comparativo de SUVs de luxo
- GWM e o mercado brasileiro de híbridos e el
máquinas na Pan de hoje. Estamos do outro lado do planeta, na China. Você vai ficar por dentro do Salão de Pequim, um dos maiores e impressionantes do mundo. Também estivemos em várias pistas diferentes e até na água, pra te trazer modelos incríveis que estão fazendo sucesso por lá.
Do lado de cá do globo terrestre, nosso prata da casa, Léo Maríngolo, faz um teste drive exclusivo do Audi RS Q8. Então, se ajeite bem aí no cockpit e aperte os cintos, porque o Máquinas na Pan dessa semana está só começando.
Máquinas na Pan Depois de uma jornada de 20 mil quilômetros, 24 horas de voo e duas horas de trem-bala, o Máquinas na Pan chegou em Pequim, na China.
Atravessamos o planeta para mostrar para você as principais novidades automotivas, novas tecnologias e test drives direto da terra dos mandarins e, claro, o Salão do Automóvel de Pequim. Para darmos a largada no Máquinas Dampan dessa semana, o ponto de partida dessa aventura automotiva e aqui no Oriente é Jane Joe.
Chegamos agora no main building da pista de teste aqui de Zhengzhou, da BYD. E antes de a gente ir para a pista, tem algumas coisas legais para vocês verem por aqui.
Começamos a nossa caminhada pela sala que antecede a pista com o Denza D9, minivan de luxo elétrica da BYD que prima por conforto, tecnologia e desempenho com interior bem sofisticado. Aí a gente seguiu até o U9, que é esse super esportivo da Yang Wang, que chegou no Brasil sob o guarda-chuva da Denza e que já já a gente vai acelerar muito aqui na pista de Zhengzhou.
Ele impressionou muito logo no lançamento pela capacidade de pular buracos da pista, de andar apenas em três rodas e também de acelerar muito forte com seus quatro motores elétricos, com potência de 1.200 cavalos para ir de 0 a 100 em apenas 2.36 segundos.
A Shark, caminhonete super híbrida da BYD, também é destaque nessa exposição e também nas feiras do agro no Brasil, que tem como foco o produtor rural num patamar muito alto de conforto. E o Song Plus, SUV super híbrido plug-in mais vendido do planeta e líder de vendas também no Brasil.
Bond, James Bond e o Z9 GT. Mas dá uma olhada só nesse perfil do carro, na aerodinâmica, um carro 100% elétrico, extremamente esportivo, mas na verdade esse cara aqui, Daniel Craig, que trocou a Aston Martin pela BYD, por Denza e pelo super esportivo da marca. Ele é o novo embaixador da BYD.
A parceria entre Daniel Craig e a Denza faz parte da estratégia da BYD em posicionar os seus modelos como produtos globais de alto padrão, reforçando os atributos de sofisticação, elegância, exclusividade e também como atalho por branding, para acelerar a sua entrada no mercado premium global, conectando tecnologia chinesa a uma imagem clássica de luxo europeu.
E agora literalmente um mergulho, um mergulho mesmo no universo da tecnologia com uma experiência imersiva durante o teste do Floating Emergency do U8. Bom, agora aqui já do lado de fora do U8 para ter essa experiência aqui com mais nitidez para vocês. Olha só que espetáculo isso aqui!
Parece um dia de verão na praia.
curtindo como a gente fazia antigamente através do teto solar, mas para provar com todos os pontos e vírgulas a eficiência do 8 com imersão. Ele vai até 1,60m e quando parte de 1m, ele já automaticamente fecha os vidros e abre o teto solar por segurança, para ter certeza que você tem uma área de escape em caso de qualquer tipo de problema. Dá uma olhada só.
É realmente uma experiência incrível, né? A gente tem tanta enchente em São Paulo, isso aqui certamente salvaria vidas. É isso aí. Continua ligado. Tem muita coisa legal no Máquinas na Pan dessa semana ainda. A gente já mostrou um pouquinho.
de tudo o que tem de capacidade, a gente não fala só off-road. Ontem vocês viram o teste que eu fiz da parte off-road com ele na lama. E agora dentro d'água. Veja só a capacidade de imersão e com muita segurança. Olha só.
Com uma agenda bem intensa de experiências imersivas, testamos ainda o Z9 GT numa pista molhada, simulando gelo para avaliar estabilidade e tração durante o exercício de drift. E ainda contemplamos com o show do 8, superando uma rampa de 30% de inclinação na areia.
E agora chegou o momento mais divertido do dia aqui na pista de Chen Zhou. A pista de teste da BYD, claro, da Denza. A gente vai andar no 1.9. Essa máquina aqui espetacular. Eu vou aproveitar para falar um pouquinho agora, para não falar durante o nosso test drive, durante a volta na pista, a volta rápida.
para não me distrair e ficar focado no carro. Aqui são 1.305 cavalos, são mais ou menos 960 kilowatts. É um carro que tem 4WD, tração nas quatro e com gerenciamento para cada uma das rodas, ou seja, para cada um dos motores tem uma centralina que comanda tudo isso. Esse é aquele que você deve ter visto em São Paulo com o Felipe Massa.
que ele meio dançava, fazia aquela história da suspensão se mexer, ele também salta buracos ou qualquer depressão na pista e anda só em três rodas. Então, fora todos esses gadgets, é um carro muito rápido, vai de 0 a 100 em 2.36 segundos, atinge a velocidade máxima de 300 km por hora e é de pista. E tem a sua outra versão, que é o Xtreme, que foi aquele que bateu o recorde mundial em Nürburgring.
do elétrico mais rápido com 496.22 km por hora. Por enquanto vamos ter cesse aqui, mas vai chegar o dia que a gente vai ser convidado para andar naquele bólido, o Xtreme também, vamos lá?
É isso aí, test drive feito na pista aqui. Não cheguei a tanto, não cheguei a 300 km por hora, mas foi a 180, o que deu para ver que o carro é muito, muito, muito no chão. Imagine então se fosse o Track Edition, o Ultra, o X, o Top, o Super, que bateu o recorde com 496,22 km por hora em Nürburgring. É isso aí.
Bom, e segue nossa jornada agora, direto lá de Shenzhou para Beijing, com o trem-bala, que faz parte da Railway High Speed, que é uma malha de trens, a maior do mundo, e que junta tanto a mobilidade quanto a estratégia geopolítica da China.
A malha de trens bala na China é hoje a maior e mais eficiente do mundo, um sistema que encurta distâncias continentais e redefine a mobilidade do país. O trem bala que nos levou de Zhengzhou a Beijing foi o Fuxig, que atinge 350 km por hora de velocidade, mas já foi testado a 400 km por hora para conectar os principais polos industriais em poucas horas.
e substituir até mesmo voos domésticos, reduzindo assim custos logísticos. Os trens da série Fuxing consolidam a autonomia tecnológica chinesa e projetam o país como referência global em infraestrutura ferroviária de alta velocidade. E a nossa jornada pela Terra dos Mandarins continua agora no maior salão automotivo do planeta, o Pequim Auto Show.
A plataforma inteligente do Denza reflete muito bem e tem uma assinatura do que representa o salão aqui da China. Muita tecnologia, muita inovação e, na verdade, é uma grande disruptura de tudo aquilo que a gente vê, até mesmo no Brasil, mas hoje com um gap muito pequeno do que é lançado aqui e o que vai chegar por lá.
A gente já teve a oportunidade de andar no Denza, no Z9 GT, numa pista alagada, para mostrar toda a tração, o sistema de tração, que era aquele Traction, que era a pista do Traction. Era praticamente um zerinho, mas com muito controle. E tivemos a oportunidade também de andar no U9 em pista de corrida.
que na verdade é o primo daquele 1.9 Xtreme, que bateu o recorde mundial de velocidade com 496,22 km por hora. Então acompanha com a gente agora as novidades aqui do Salão de Pequim na China.
E conforme o prometido, as novidades do grupo BYD. E para isso a gente vai ter essa análise dessa fera aqui do mercado, que é André Schaun, editor executivo da Autosport. Tudo bem, André? Tudo bem, Rufo. E você? Tudo certo? Tudo ótimo. E para a gente, num grande playground, novidades, vamos dividir em quatro. Primeiro, BYD, porque a gente tem BYD, Feng Shambao, Yang Wang e Denza. Vamos começar com a BYD? Bora, começar com a BYD.
Para o mercado brasileiro, acho que o mais interessante é o Song Pro, que está ali bem no fundo, mas antecipa muito do que a gente vai ter já na versão nacional dele, que vai chegar com o motor Flex, produzido lá em Camaçari. Então, visual renovado, o motor deve seguir o mesmo ponto 5 aspirado, mas já teremos tecnologia Flex e produção nacional inteira, já que a B-Word prometeu, deve chegar agora no finalzinho do primeiro semestre, começo do segundo semestre.
O C-Lion 05 é um carro que não foi confirmado, mas seria muito bom para o Brasil, porque é um carro híbrido plug-in com mais de 300 km de autonomia aqui no mercado chinês. Então, longo alcance, se pegar ali o combinado entre motor a combustão e motor elétrico, mais de 30 km por litro no Brasil, seria muito bem-vindo, né? E também uma novidade que eu li no site do Autosport, foi a primeira notícia que eu vi hoje de manhã, de um facelift, um novo King.
Exatamente, o King, que aqui é chamado de CIL05, para a gente é chamado de King, em alguns mercados é New King já, e ele deve antecipar o que a gente vai ter para o Brasil de novidade desse sedã híbrido, plug-in. Ele deve chegar no final desse ano, começo do ano que vem, parece que vai ter regime SKD com montagem lá em Camaçari.
E aí depois, quando a produção de fato chegar no Brasil, já será com esse visual novo aí do SIL05, que antecipa ali, tem uma cara de SIL já que a gente está acostumado no Brasil, mas com uma traseira de King, então é meio que um mix dos dois carros ali, mas ficou bonito.
No Brasil, do grupo, a gente já tem duas marcas, a BYD e a Denz. E a Denz também trouxe uma novidade aqui para o salão. A Denz apresentou o esportivo Z. A gente olha ali aqui, tudo em chinês, é difícil identificar mais o Z ali, dá para entender. E, enfim, chegamos aqui à conclusão de que ele tem muita chance de chegar ao Brasil. Foi um esportivo desenvolvido já para ser só elétrico, não vai ter nenhuma opção hívida, como tem o Z9 GT, que também chega ao Brasil agora. Então, é um esportivo ali que vai ficar na faixa dos mil cavalos.
vai chegar ao Brasil, possivelmente no final desse ano ainda. Então, para o entusiasta de motor elétrico e esportividade, teremos essa novidade bem legal.
O Yang, o Yang, nós estávamos juntos lá na pista, tem que aprender direito o nome, Jen Zhou, do lado da fábrica da BYD, eles trazem alguma novidade ou mais ou menos está permeando nesse super esportivo? O 9 chega ao Brasil, não vai chegar na versão Extreme, que é esse extrema de quase 3 mil cavalos, mas 1.300 cavalos também já é um bom número. Então, eles estão especulando no Brasil chegar como BYD, não como Yun Yang.
A pronúncia é até difícil, mas... Yang Wang. Yang Wang. Eu acho que vai chegar como biodig, justamente, para o brasileiro ter uma pronúncia mais fácil. Mas demos uma volta na pista lá, duas, na verdade, né? Com essa versão um pouco mais mansa, né? Digamos, de 1.300 cavalos, mas é bem legal.
E essa onda de elétricos chegar ao Brasil, primeiro ali como os carros de entrada e agora chegar nesse setor de esportivo, que é bem complicado, tem aquela coisa do entusiasta, com o motor a combustão, mas os elétricos estão chegando muito forte com mais de mil cavalos aí para quem gosta de esportividade. E já que a gente está falando em esportividade, quando eu entrevistei a última vez a Estela ali, eu fiz uma pergunta, se tinha alguma chance, até pelos rumores que a gente tinha ouvido no Brasil,
da Fórmula 1, ou seja, fazer parte do projeto também da BID, como troca de tecnologia e aquela exportar, né, que é o que as montadoras mais usam, toda a tecnologia da pista para as ruas. E hoje a FENC Xambal trouxe um carro, trouxe na verdade uma versão que ela remete muito à esportividade e à motorsport. Exatamente, ainda é um conceito, mas...
A velocidade que o grupo BYUG faz de apresentar um conceito, como foi o caso do Z, e chegar já em produção menos de um ano depois, ou quase um ano depois, vai chegar aqui também. Eles já deixaram claro que a Fórmula 1, o automobilismo, é uma ambição deles para entrar e justamente servir como um laboratório.
das pistas para as ruas, então é bem legal. Todas essas marcas integradas, né? Cada um tem ali um pouco do seu apelo, tem carro esportivo, tem carro híbrido, tem carro elétrico, mas o automobilismo aí está em alta e acho que promete aí para o ano que vem ser a versão de produção já dele.
André, para finalizar, se você puder pensar algum lançamento, algum carro que você viu por aqui, qual mais te chamou a atenção? Eu acho que o Denza Z9 GT é um carro interessante, porque ele chega no Brasil também agora, nos próximos meses, daqui acho que um mês e meio, vai chegar com carregador já mais potente do mundo, aquele de 1.500 kW, então isso eu acho que é uma coisa bem interessante, vai chegar com spec de 1.155 cv também, mas apesar do número superlativo, ainda é um carro familiar, se entrar dentro dele tem um entre-eixos enorme.
cheio de luxo dentro, bem confortável. Então acho que esse consegue unir um pouco da esportividade que eles estão tentando transmitir com um lado um pouco mais civil, digamos assim, para andar na cidade. Então acho que o Z9 GT é um carro bem legal. Valeu, André. Super obrigado, cara. Valeu, obrigado a vocês.
E agora, para deixar você ainda mais ligado na tomada, a gente vai trazer para a nossa China Connection a jornalista Rafaela Borges, que tem novidades do setor. Olá, Alex! Eu acho que aqui do meu lado eu tenho aquela que é uma das principais novidades do salão para os brasileiros.
Primeiro P-Heavy Flex do mundo. Para quem não sabe, P-Heavy é híbrido plug-in, aquele recarregável na tomada. Então, eu estou aqui ao lado do Tank 300 e ele já está à venda no Brasil por 342 mil reais. Ele teve um aumento de 3 mil reais em relação à versão que era apenas a gasolina.
Manteve os 394 cavalos de potência, mesmo os números de desempenho, tudo igual. E tem uma coisa, ele veio aqui da China, por enquanto não é montado lá em Iracemápolis, não. E ele traz algo de diferente? Duas coisas na verdade, vem ver. Uma delas aqui na traseira.
Os logotipos são escurecidos. Aqui na inscrição GWM Tank e na inscrição P-Rev também. E lá dentro, o interior agora ficou mais escuro. Vamos dar uma breve olhada.
E aí está, diferente do tanque que temos atualmente. Mas além desse carro aqui, tem uma outra coisa muito legal da GWM para o Brasil. Estamos mostrando isso no evento pós-salão de Pequim, que a marca está fazendo aqui num local próximo à sua sede, que é em Baldin. A novidade está aqui, é o Hora 5.
Ele está confirmado para o Brasil inicialmente nessa versão elétrica de 204 cv, mas o mais legal mesmo não está aqui não. Ainda não está homologado e nem confirmado oficialmente, mas é fato que vamos ter também no Brasil a versão heavy desse carro, imida plena, como o Corolla Cross. Com 4,47 metros de comprimento, ele tem porte de Corolla Cross.
Só que com 223 cv de potência e 7,7 segundos para acelerar de 0 a 100 km por hora. Coitado do Corolla Cross, né, gente? A autonomia aqui no ciclo chinês é de 1.100 km. No Brasil vai dar menos, tá, gente? Vai dar menos, mas ainda assim, bastante. E o preço? O preço, minha aposta é que a versão Heavy vai ficar próxima dos SUVs compactos.
não dos médios. Então criaram mais um problemão chinês para os SUVs médios. E, para finalizar, uma informação importante. Esse carro é o mais contado para ser produzido na fábrica que a GWM deverá ter no Espírito Santo. Então, muita notícia boa aqui da montadora chinesa diretamente para o Brasil.
Alex, eu agradeço a oportunidade de participar do Max na Zapan e espero que vocês tenham curtido essa imersão chinesa.
Rico em histórico, uma linha do tempo, que teve início na dinastia Qin há 2.200 anos, a construção da Grande Muralha, mas também a primeira unificação da China, sob um único imperador, Qin Shi Huang. Patrimônio mundial da Unesco e símbolo da identidade da resistência chinesa, a Grande Muralha não impediu todas as invasões, nem foi uma barreira intransponível.
Talvez esse nunca tenha sido o seu maior papel. Sua verdadeira função foi mostrar para invasores e para o próprio povo chinês até onde o império estava disposto a ir para se preservar. Com mais de 20 mil quilômetros, The Great Wall é testemunha de um crescimento que vai muito além da sua extensão.
Em apenas três décadas, a China deixou de ser uma economia emergente, baseada em manufatura de baixo custo, para se tornar uma potência global em tecnologia, infraestrutura e inovação.
O país que copiava automóveis é atualmente líder global de tecnologia, inovações disruptivas e detém controle da cadeia produtiva de veículos elétricos com soluções inteligentes para a mobilidade urbana global.
que saltou de 1 trilhão de dólares nos anos 90 para 17 trilhões no último ano, a China é hoje o maior exportador do mundo, maior mercado automotivo global, líder na eletrificação e um dos maiores responsáveis pela transição energética do planeta. O seu diferencial não está apenas na produção de veículos, mas no controle da cadeia produtiva, da extração e refino de terras raras e também na fabricação em escala.
No Brasil, esse movimento encontra um mercado especialmente relevante. Segundo a BVE, os veículos leves eletrificados somaram 224 mil unidades vendidas em 2025, com alta de 26% sobre 2024. Em janeiro de 2026, o mercado registrou mais de 23 mil emplacamentos, equivalentes a 15% do nosso market share.
Esses números deixam bem claro que o Brasil deixou de tratar a eletrificação como nicho de imagem. O segmento já ganhou escala suficiente para influenciar produto, preço, rede, pós-venda e estratégia industrial. E é aí que a China passa a ter peso ainda maior. A terra dos mandarins não vê o Brasil apenas como destino de exportação, mas como plataforma relevante para crescimento na América Latina.
Durante séculos, a China construiu muralhas para se proteger do mundo. Pedra sob pedra, ao longo de montanhas de desertos, a grande muralha foi erguida como limite físico, como defesa e estratégia para a sobrevivência. Atualmente, a China já não constrói muralhas para se fechar, ela as ultrapassa.
A grande muralha que serpenteia pelo território chinês não está mais aqui para conter invasões. A terra dos mandarins rompe essa barreira histórica e conquista mercados globais com tecnologia, escala e velocidade. A China contemporânea aprendeu a romper suas próprias muralhas, não com armas, mas com estratégia industrial, não com soldados, mas com cadeias produtivas.
A grande muralha segue como um símbolo poderoso, não mais de separação, mas de contraste e crescimento. A muralha permanece, mas a China expande o seu crescimento muito além dessa barreira física de pedra. De Pequim na China, Alex Rufo para o Jornal da Manhã.
E agora, diretamente do ocidente, o prata da casa Leonardo Maringlo testou o Audi RS Q8, concebido na mesma plataforma do Lamborghini Urus. E dessa vez, ao lado dessa escultura sobre quatro rodas, o SUV que anda junto com o Lamborghini Urus e Rouge Auto. Bora ver!
Aqui então o Audi RS Q8, o SUV que foi construído e compartilha da mesma plataforma do que Porsche Cayenne Turbo GT, Bentley Bay Taiga, Lamborghini Urus e também a Touareg. E ele custa menos do que 3 desses carros aí dessa lista. E aqui na nova geração nós tivemos algumas atualizações, principalmente de facelift.
Começando aqui na dianteira, com essa grade bem robusta, né, ela vai de ponta a ponta, invade um pouco a lateral aqui, tá nesse tom em black piano, mas ela invade a lateral justamente porque ela precisa de bastante entrada de ar lá pro motor que é bem grande, que é um V8.
a gente tem aqui também seguido esses faróis matrix em LED que faz todo aquele recorte dos carros que vem à frente então ou no mesmo sentido ou ao contrário né temos também as câmeras de hadas e aqui do night vision que fica aqui integrado no logo é o visual visão noturna
Falando em logo, a gente tem o logo também escurecido e a gente também tem aqui os sonares na frente, que ainda fazem a composição aí de todo o sistema do Adas. Agora, indo na lateral, a gente consegue ver que o que mais chama atenção são essas rodas aqui, que é aro...
23 e também com freios carbono cerâmica acompanhados é claro dessa pinça aqui pintado em vermelho o que casou muito bem com a cor do carro uma outra coisa que a gente tem aqui também são os retrovisores em fibra de carbono a gente tem um carro que mede aí total de 5 metros e tem 2,99 de entre-eixos bastante espaço interno
E tem uma outra coisa que me agrada muito aqui na lateral do carro, que eu acho incrível, pra mim é uma mão na roda. Quando a gente abre a porta, entra no carro e fecha a porta, ou vice-versa, a gente às vezes bate a porta e ela é pesada. E às vezes a gente não põe força suficiente pra fechar a porta inteira. A gente só dá aquele...
Primeiro clique, e aí o que a porta faz? Ela continua o curso e ela mesmo termina de fechar sem a gente precisar fazer esforço nenhum. É uma boa sacada isso daí. Isso nas quatro portas, tá? Agora, lá atrás a gente também tem algumas novidades. Começando aqui de cara pela lanterna OLED. Pô, então o que essa lanterna OLED aqui traz pra gente de legal?
ela tem grafia e animação, isso tudo configurado. Então lá no painel, lá na frente, a gente consegue configurar a animação que ela vai usar, o desenho que ela vai fazer. Então quando a gente der a partida no carro, porque o farol lá na frente também tem algumas animações, quando a gente frear, quando a gente der seta, então a gente consegue deixar cada desenho diferente. A lanterna ligada também tem outro desenho diferente, isso deixa o carro também bem estiloso, junto, é claro, com o friso que interliga as duas pontas das lanternas.
Uma outra coisa que puxa a tendência lá da frente é o logo da Audi aqui em 2D escurecido e também traz ali o RS-Q8 escurecido. Na parte de baixo a gente tem as duas ponteiras que são quádruplas na verdade, para esse V8 aqui é necessário né.
e junto também aqui desse difusor em Black Piano. Então o carro está com bastante detalhe em Black Piano, que está deixando um contraste bem bonito com esse vermelho e bem mais robusto, né? E quem disse que por ter uma traseira Coupé, a gente não pode ter um baita de um porta-malas? Aqui a gente tem uma capacidade de 605 litros.
É um bom espaço, então a gente consegue botar bastante compra, bastante mala aí para ir viajar e acaba ficando bem confortável. Tem umas duas coisas aqui também que são legais. Primeiro essa redinha de privacidade, que a gente não precisa puxar ela e nem subir manualmente. Assim que o porta-malas começa a levantar aqui a tampa, ela começa a subir sozinha.
Então isso é bem legal. Quando eu fecho e ele termina de fechar, a redinha fecha automaticamente. E uma outra coisa aqui muito útil é quando a gente vai fazer compra ou até tá com mala de viagem que tá pesado pra levantar e colocar no carro, nós temos dois botões aqui na parte interna, que um é pra descer e outro é pra subir a suspensão. Então o que é legal nisso? Quando a gente vai botar peso e a gente não tá aguentando levantar, a gente segura o botão de baixo pra descer a suspensão.
e o botão de cima para subir. Isso para quê? Para facilitar e fazer com que a gente consiga colocar as bagagens aí, com essa facilidade que o carro entrega para a gente. Pô, eu acho que é uma puta de uma sacada. E agora, vamos lá para dentro, que eu quero mostrar o cockpit aqui do RS Q8 para vocês. Bora comigo!
Vamos começar falando dos bancos de trás? Nos bancos de trás a gente tem um bom espaço interno para os três ocupantes, óbvio que o terceiro vai um pouquinho mais apertado por conta do túnel central, mas vão todos ali, vão muito bem, porque o espaço para as pernas são largos, é grande, então quem vai no meio vai ter que ocupar ali um pouquinho de cada lado dos passageiros, mas dá para ir tranquilo.
E aí a gente tem algumas coisas legais lá, primeiro que o carro é um carro com ar-condicionado de 4 zonas, então o que quer dizer isso? A gente tem um controle separado para mim aqui, que está no cockpit, tem para o passageiro dianteiro.
e para cada um dos passageiros das pontas de trás, o do meio não tem, porque daí seria 5 zonas, então eles tem ali um controle do ar-condicionado, da climatização digital. Fora isso, tem a entrada USB-C e a comum também, a USB-A, vista panorâmica aqui desse teto maravilhoso.
E também tem aquelas redinhas que ficam na janela, sabe quando a gente grudava antigamente com ventosa, aquela telinha para não incomodar o bebê ou alguma criança que está na janela? Aqui a gente também tem, só que aqui já é embutido na porta do carro, e como é que funciona isso?
O mesmo botão que fecha, que abre e fecha o vidro, ele também sobe a redinha. Então, quando o vidro já está fechado, a gente aciona o botão mais uma vez para cima, ele levanta a redinha. A gente aciona uma vez para baixo, ele desce a redinha e se a gente acionar a segunda vez para baixo, aí ele desce o vidro e obviamente que a primeira vez...
Se o vidro estiver abaixado, vai subir o vidro primeiro antes da redinha. Então é sequencial realmente, não dá para a gente subir a redinha sem estar o vidro fechado. Meu, mas é muito legal porque isso já é embutido no carro.
Agora, falando um pouco aqui da frente, realmente do cockpit, a gente segue, obviamente, o mesmo acabamento lá de trás, seja nas portas, seja no painel e também nos bancos. A diferença é que aqui o conforto já é um grau acima, por quê? A gente tem aquecimento e ventilação nos bancos, então faça frio ou faça calor, a gente tem a opção.
para usar nas duas temperaturas e poder usufruir no dia a dia com o Audi RS Q8. Outras coisas que chamam muita atenção aqui na frente são as três telas, por que as três telas? A gente tem o cluster, que abriga aqui em cima do volante, que fica aqui com o velocímetro.
A gente tem a multimídia e a gente tem uma terceira tela aqui que é dedicada apenas à climatização. E aí aqui então a multimídia abriga todas as configurações do carro, seja aquelas configurações que eu falei que a gente consegue colocar na animação do farol e da lanterna, até abrir a porta pelo controle quando a gente vai abrir.
se ele vai abrir apenas a do motorista ou se ele vai abrir o carro inteiro, várias outras configurações, quanto tempo o farol do carro vai ficar ligado depois que a gente trancar o carro, porque isso é uma facilidade quando a gente chega em casa de noite, tem um temporizador para você poder abrir a porta, enfim, enxergar, né, para entrar dentro de casa, então tem vários detalhezinhos assim, além, é claro, do Apple CarPlay e do Android Auto sem fio.
e também algumas configurações aqui da interface da climatização, porque a terceira tela é totalmente dedicada à climatização, como eu falei, só que quando a gente clica aqui em um botão, ele estende algumas configurações para a multimídia aqui para a tela de cima, então acaba que a gente consegue mexer um pouquinho em cada uma das telas. Aqui mais para baixo a gente tem alguns botões sensíveis ao toque, ele até dá um clique na verdade, né? Só que...
eles acendem conforme o carro está ligado. Então a gente tem aqui o Drive Select Mode, que aí aqui a gente consegue colocar no Off-Road, All-Road, o Efficiency, que é Efficiency aqui para economizar combustível, Conforto, Auto e Dynamic.
Obviamente cada uma dessa seleção aqui de modo de condução, o carro trabalha com uma suspensão e altura diferente, já que aqui a gente tem suspensão pneumática. Ah, e além da suspensão pneumática, a gente tem o eixo traseiro e estressante, o que facilita muito aí porque o carro é grande, então no dia a dia para fazer manobra, ele ajuda muito a gente. Quando a gente vai sair de uma vaga apertada...
ele tende a apontar a roda para o lado oposto de onde a gente está virando o volante. Agora, quando a gente está na estrada em uma curva de alta, aí as rodas traseiras, elas auxiliam e assim, são bem sutis, tá? Elas não esterçam igual a da frente. Então, quando a gente está na estrada, elas auxiliam em curvas de alta, então elas esterçam para o mesmo lado que as da frente, é muito legal. É um sistema que ajuda bastante porque o carro é grande, né?
Então, no dia a dia, principalmente a gente que está aqui na cidade de São Paulo, acaba dificultando um pouco.
E continuando aqui nos botões, a gente tem o controle de estabilidade OFF, a gente pode desabilitar aqui o controle de tração, a gente tem os botões de máximo aqui de desembaçador do vidro da frente e o desembaçador do vidro de trás. E ainda aqui no console, junto com esses botões, eu tenho o botão de volume do som, eu tenho o par que assiste, o botão que liga as câmeras, eu tenho o start-stop, alavanca de câmbio.
botão de freio, estacionamento eletrônico, auto-hold e um porta-copos aqui com um encaixe para a gente colocar a chave, caso a gente não queira carregar a chave no bolso, então é bem legal. E aqui a gente tem um espaço no console que é bem pequenininho, ele só tem aqui na verdade um carregamento de indução, duas entradas USB-C e mais um porta-treco, mas não chega a ser aquele baú gigante que a gente está acostumado a ver nos carros que utilizam.
com profundidade aqui o meio. E agora vamos ao que interessa, né? Que a gente veio para falar de motor, então vamos falar de motor. Como vocês viram no começo, eu mostrei aquela ponteira quádrupla, então para que a gente precisa de todas aquelas ponteiras? Para abrigar o motor que está aqui embaixo desse capô, que é um V8 4.0 biturbo.
De 640 cavalos, com quase 82 kg de torque, atrelado a um câmbio de 8 velocidades e é um carro que faz de 0 a 103,8 segundos. É um carro pesado, mas é um carro que anda muito. É um carro que pesa acima das 2,5 toneladas.
E automaticamente ele vai ser um carro que consome bastante combustível, né? Principalmente na cidade. A Audi fala que o carro faz 5.5, né? 5,5 km por litro na cidade e 7,1 na estrada. Eu fiz totalmente diferente. Andando bem tranquilo na rua, no trânsito principalmente, no vai e para, vai e para. O carro estava fazendo 2,5 comigo, então ele bebe bem.
E na estrada em compensação, eu fiz uma viagem bem longa com ele, eu cheguei a fazer 9. A minha média realmente foi próximo do que a Audi promete, foi 7.3, 7.4, foi até um pouco melhor. Mas na ida eu cheguei a fazer 9 km.
com 1 litro de combustível, ele fez muito bem e é um tanque que tem aí seus 80 e poucos litros de capacidade de gasolina. Então se a gente pegar uma viagem longa, a gente consegue rodar bastante com o tanque, um tanque que vai rodar bem. Como a gente já mencionou antes, cavalo que anda, cavalo que bebe, né? Então, ó.
E é um carro muito na mão. E é divertido, viu? E como freia. Agora, eu vou dizer uma coisa. Eu é que não gostaria de estar na esquerda quando esse bichão aqui chegasse com a seta para baixo encostando em mim. Ah, de jeito nenhum, eu sairia bem antes, viu? Mas vamos lá que agora eu vou falar quanto que custa levar um grandão desse daqui para casa e quanto vai cair dentro do nosso bolso.
Bom, e para ter esse espetáculo aqui de carro na garagem, a gente precisa desembolsar nada mais, nada menos do que pelo menos R$ 1.339.990, podendo chegar aí no R$ 1.500.000, dependendo do que a gente colocar no configurador do carro lá no site, na hora de escolher o que a gente quer de opcional aqui para o gigantesco SUV Audi RS Q8. Eu vou ficando por aqui e até a próxima. Tchau!
Hoje eu estou com mais do que credenciais VIP aqui, no Salão de Pequim, Salão do Automóvel aqui da China, e ao lado do vice-presidente, nosso amigo, vice-presidente sênior da B.O.D., Alexandre Baldi. Tudo bem, Baldi? É isso aí, eu falei, bom dia, boa tarde, boa noite para todos que estejam China, Brasil, Brasil e China. É uma alegria poder te receber aqui.
Salão do Automóvel em Pequim, esse que é um dos maiores eventos globais do setor automobilístico, podendo compartilhar com toda a nossa audiência essa tecnologia e inovação, e poder te receber aqui é um grande privilégio.
É um privilégio meu. Baldi, quando a Estela ali esteve no Brasil, uma das coisas que ela pontuou de maneira bem certeira é que a BYUD não é um fabricante de automóveis e que vai muito além da mobilidade urbana. Que ela fabrica tecnologia, até fez uma comparação com o iPhone.
Ou seja, é uma tecnologia embarcada e uma experiência imersiva. E é exatamente isso que a gente vê aqui no salão com uma vitrine tecnológica da BYD. Com a BYD, Feng Shambao, Yang Wang e Denza. É isso aí, Rufo. Para isso, nós temos um pavilhão exclusivo das marcas da BYD. Seja com as marcas que a BYD detém na China e pelo mundo que agora está lançando, como a Denza.
seja como o nosso sistema de carregamento super rápido, que será lançado pela Densa no Brasil e em todo o mundo. Então a BYU-ID é muito importante que você, todos que vieram conosco, convidados jornalistas, influenciadores e profissionais e demais, que a gente possa levar essa mensagem ao mundo e especialmente aos brasileiros. Ela é um ecossistema de tecnologia, ela desenvolve com mais de 120 mil engenheiros.
pesquisa, produtos com muita inovação, com muita disrupção, para que a gente possa ter como a Blade Battery, que é a bateria de carros mais seguras do mundo, mas você pode ver lá na nossa sede em Shenzhen. Produzimos telefones, produzimos iPhones integralmente, produzimos iPads, produzimos o que há de mais moderno.
que não é só carros. Então esse ecossistema da BID permite com o quê? Que a gente possa entender, ser sensível ao desejo do consumidor brasileiro e global, qual é a direção da tecnologia, da inovação, da sustentabilidade e também da economia, porque é uma preocupação 360 com o ser humano, que a BID possa pesquisar, desenvolver e lançar no mercado para que possa ser extremamente inovador, sobretudo no mercado automobilístico.
porque algumas empresas ficam muito na retórica de inovação, de tecnologia, e o convite que você me fez para vir para cá foi exatamente ter essa imersão de tecnologia que começou lá em Jendiu, com eu carregando um carro da Denza, o ZT, o Z9 GT.
com a Flash Charger Battery, ou seja, um sistema de tecnologia que eu nunca tinha visto antes, 10% até 70% em 5 minutos, de 10% a 97% em 9, e se tiver menos de 30 graus, que não é nosso caso no Brasil, 3 minutinhos a mais, fazendo uma analogia até com o tempo que você leva para ir em um posto de combustível e abastecer seu carro. Agora não tem mais desculpa, né Baldi?
É isso aí, Rufo. Como a gente não tem temperaturas muito baixas, menos de zero grau, nós não temos essa diferença. Então, aquilo que era um paradigma, nós vencemos um a um. Bateria é segura, não pega fogo, como a Blade Battery da BID. Provamos que de fato é segura. A duração da bateria. Hoje tem carros com quase meio milhão de quilômetros percorridos no Brasil e isso demonstra que é confiável e durável.
Revenda de carro elétrico. O BID Dolphin Mini desvaloriza menos que a metade da concorrência de marcas tradicionais. O BID Dolphin é o carro que menos fica no giro de uma loja de seminovos no Brasil. É o carro mais rápido para revender no país. E é um carro elétrico. Então imagine só, o BID Dolphin Mini foi o carro número um do varejo brasileiro automobilístico entre fevereiro e março. Agora, essa ansiedade recarga.
como eu vou fazer se eu precisar carregar o meu carro pelas ruas? Esse supercarregamento rápido que a B.O.I.D. lança na marca Denza no Brasil, onde teremos mil postos de recarga até o fim de 2027, ele vence mais um paradigma e prova que essa tendência não é meramente um desejo, mas ela veio para ficar porque a B.O.I.D. desenvolve o que é de mais moderno, esse ecossistema global de tecnologia, para a gente poder vencer esse paradigma da ansiedade de recarga pelo tempo, que pode ser mais rápido que carregar um carro a gasolina.
O Baldi já teve ido lá algumas vezes, para mim foi uma grande surpresa, uma grata surpresa visitar a fábrica. É a maior fábrica da BYD aqui na China, ou seja, a maior deles no mundo, além de ter em Tailândia, tem também na Hungria. E o Brasil vai se tornar o principal hub e também a maior fábrica fora da China.
O planejamento até hoje é na primeira etapa, 150 mil carros por ano, 300 mil na segunda etapa e até 2030, 600 mil carros. Eu acho que isso vai de encontro ao que você falou desde o começo, que até 2030 a BYUDI será líder total no Brasil com veículos urbanos. É isso aí, Rufo. Semana passada, nós pudemos ser líder do mercado, do varejo brasileiro, por três ou quatro dias. Celebramos muito, porque a BYUDI tem esse desejo.
Levar para o brasileiro o que há de melhor no mundo para rodar nas mãos dos brasileiros. Seja do Dolphin Mini, seja do Ato 8, do carro mais acessível ou do carro mais oneroso, para que a gente possa fazer com que essa experiência seja única. E a fábrica em Camaçari, ela é a maior fábrica WID fora da China. Nós vamos fazer até outubro de 2026 150 mil carros.
A partir de novembro de 26, o nosso desejo é já ultrapassar os 20 mil carros, chegando ao longo de 2027 aos 300 mil carros por ano. E em 2028, o nosso objetivo é começarmos o projeto para que a gente chegue ao longo de 28 ou 2029 com 600 mil carros por ano fabricados na Bahia, em Camaçari, no nosso solo brasileiro.
Baldi, e a viagem para mim não está sendo só uma experiência de tecnologia, mas também muita diversão. Lá em Shenzhou, num circuito feito pela BYUDI, eu tive a oportunidade, depois de ver muito isso, Léo Sanches andando, o Felipe Massa andando, eu tive a oportunidade de andar no U9, numa pista de corrida, com um carro extremamente rápido no chão. Aquele carro que vocês viram muitas vezes em São Paulo, nas ruas de São Paulo, com o Felipe Massa.
Ele praticamente flutuando, um carro que salta buracos, que anda em três rodas e que na verdade tem como espelho o Xtreme, que foi o carro que bateu o recorde mundial de velocidade com 496,22 km por hora. É uma vitrine tecnológica muito grande e de performance, né Baldi?
Exatamente, essa é a demonstração que a BYUD, quando nós andamos no 9 lá em São Paulo, saímos lá do escritório da BYUD e fomos até a concessionária da BYUD na Marginal do Rio Pinheiros. Mas aqui você percebe a importância, esse desejo da BYUD de ser uma marca aspiracional, desse sentimento, desse instinto tecnológico, inovador, disruptivo.
que mata a concorrência de inveja e de ciúmes. Por quê? Porque ela não se cansa de desenvolver, de pesquisar. E o 9 Extreme, que é essa série especial, que tem um único comprador brasileiro, como você mencionou, que é o Leo Sanches, é o mais icônico símbolo dessa revolução tecnológica global. A BYU atingiu o carro elétrico mais rápido do mundo, com 472 km por hora.
Mas não bastava. Ela depois procurou ser o carro mais rápido do mundo fabricado em série. E alcançou, como você mencionou, com mais de 496,22 km por hora, esse resultado. Mas esse é um símbolo icônico para que o brasileiro, o cidadão pelo mundo, entenda que a BYUI tem esse instinto de desenvolver, de ser desafiada, mas sobretudo de levar para o carro mais simples, mais acessível, mas todo esse ecossistema da tecnologia para poder levarmos o que há de melhor aqui.
na Europa, no Brasil e toda parte do mundo para o consumidor que ama carro. Bom dia, essa é a minha terceira vez aqui no salão, essa é a segunda em Pequim, o ano passado em Xangai, e cada vez que eu venho para cá dá para entender muito bem esses números tão grandes da marca globalmente no Brasil. Aqui, ou seja, no geral, a BYUD já vendeu globalmente 16 milhões de carros, o ano passado 4,6 milhões e o mais interessante,
1 milhão para chegar de 14 a 15 milhões em apenas dois meses. Então isso é reflexo também no Brasil nas vendas, também nesses recordes que a gente tem tido no Brasil, né? Exatamente. O Brasil é muito contributivo. Hoje é o país mais importante fora da China, em todo o planeta. Isso demonstra que o brasileiro...
Aderiu, o brasileiro gostou da BID, a BID é do Brasil, é fabricado por brasileiros e cada vez mais essa aposta da BID em ser essa marca, em ser essa empresa, em ser essa marca de carros que é a paixão do brasileiro, se tornar brasileira é cada vez mais efetiva. E esse investimento de mais de 5.5 bilhões de reais que se materializa, quando nós começamos lá no começo, aí na bancada do Pânico, junto com você, com o Emílio, com o Zuc, com todos.
falávamos desse investimento da Fábio. Hoje é uma realidade. Portanto, este desejo de você trazer as pessoas como você, que é profissional, que entende, que é muito capacitado na China para entender o que se passa aqui e o desejo de levar isso ao mundo, mas aí, para o Brasil, é um sentimento real de credibilidade, de investimento.
de seriedade, ao momento que o mundo vive diversas incertezas, mas a BYUD acredita no Brasil, a BYUD investe no Brasil, a BYUD emprega milhares de brasileiros no Brasil e ela leva o que tem de melhor no mundo automobilístico para os brasileiros de forma mais acessível e democrática. Baldi, se puder agora, para encerrar, fazer um resumo dos principais destaques que você viu até agora aqui, nesses lançamentos das quatro marcas da BYUD, o que mais chamou a atenção?
tecnologia. Certamente, Rufo, a tecnologia passa a ser incorporada cada vez mais dentro dos carros e dos carros mais acessíveis. Você terá no Dolph Mini cada vez mais tecnologias incorporadas que vão surpreender, vão assustar cada vez mais a nossa concorrência no Brasil e no mundo. Isso demonstra, Rufo, que o consumidor chinês, que é o mercado de maior volume no planeta,
ele está cada vez mais desejando e comprando, consumindo tecnologia. Isso é muito bom para nós, porque um mercado tão competitivo, um mercado tão gigantesco, faz com que a BYU-ID, com seus mais de 122 mil engenheiros, possa desenvolver tecnologia com custo mais acessível e que entregará certamente para nós no Brasil o que há de melhor, mais tecnológico, mais sustentável, que não polui e econômico, com cinco a seis vezes mais barato para você andar, dirigir no seu dia a dia, nas ruas do Brasil.
É isso aí. O Máquinas da Pan dessa semana mais que especial e diretamente da China fica por aqui. Mas vai lembrar que você pode acompanhar o nosso programa pela TV Jovem Pan, agora também na TV aberta e pelas nossas plataformas digitais. Super obrigado pela sua fiel audiência e até a próxima. Xê xê!
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