Programa Interação - Luiz Alberto Neném Proprietário da Hering Campos#2418
Dr. Carlos Mário
Cristiano Abreu Barbosa
Igor Franco
Luiz Alberto Neném
- História e evolução da HeringOrigem alemã da Hering · Aquisição pelo Grupo Soma · Mudança de foco de produtos · Qualidade e custo-benefício
- Carreira política de Luiz Alberto NenémInfluência familiar na política · Primeira candidatura em 2004 · Secretário de Esporte (2008-2012) · Eleição para vereador em 2012 · Busca por apoio político
- Expansão e desafios da Hering em CamposAbertura da primeira loja em 1999 · Transição para franquia em 2006 · Fechamento de lojas em shoppings · Concorrência com vendas online
- Relação com shoppings e custosAluguel percentual e mínimo · Impacto da mudança de administração (Aliança para Partage) · Disputa judicial sobre aluguel · Custo do estacionamento
- Trajetória de Luiz Alberto NenémApelido Neném · Formação em Direito · Início no comércio
- Impacto da pandemia no comércioLockdown e fechamento de lojas · Saúde financeira dos comerciantes · Linhas de crédito governamentais
- Corrida e disciplinaMaratonas e desafios pessoais · Melhora do sono e bem-estar · Disciplina na vida pessoal e profissional
18 horas e 4 minutos, boa noite a todos os ouvintes da Folha FM, e agora boa noite mesmo, porque começa ali o noturno, chegando perto do inverno, os dias começam a ficar mais curtos, a noite cai mais cedo, então 6 horas é noite, pelo menos até ali em agosto, setembro, 6 horas, noite, fechada. Uma boa noite a todos os ouvintes da Folha FM.
Boa noite Cristiano Abreu Barbosa, boa noite Igor Franco, nosso convidado de hoje Luiz Alberto Neném, proprietário da Hering de Campos, ex-vereador e nós vamos bater um papo aqui bem descontraído.
Neném já está habituado aqui a Folha FM, já nosso convidado constante. Eu vou passar a bola para o Igor.
para começar naquele sistema do programa, fazendo a primeira pergunta para você. Boa noite. Obrigado, Marco. Boa noite aos colegas aqui da bancada. Boa noite aos ouvintes. Boa noite, Neném. Obrigado por ter aceito o nosso convite. Vamos aproveitar aqui e pedir, obviamente, é um nome amplamente conhecido na cidade, mas eu vou pedir para você falar rapidamente da sua trajetória pessoal, profissional. E também vou aproveitar para perguntar de onde veio o apelido Neném.
Não sei se a audiência sabe, eu não sei, pelo menos. Então, é uma boa oportunidade. É amigo há muitos anos, não sei. Boa noite, boa noite, Marco Antônio, meu amigo Diego, Cristiano. É um prazer estar junto com vocês aqui, batendo esse papo legal, descontraído, e querendo, se puder, acrescentar alguma coisa a mais para os nossos ouvintes. Neném, vamos lá primeiramente, foi que eu sou caçula.
Então, eu tenho quatro irmãos, eu morava perto do colégio, perto da auxiliadora, e a gente acaba, os colegas indo para a nossa casa, esperando, fazendo alguma coisa, alguma atividade, enfim. E minha mãe ficava chamando meu nenenzinho, meu nenenzinho, eu ficava do lado da vida.
aí a galera ficava me zoando o nenenzinho da mamãe, o nenenzinho da mamãe e pegou a pedido se incomodou não tem jeito não pode se incomodar mas assim, desde 4 anos de idade, desde 5 anos a gente tem esse carinho e graças a Deus hoje eu não tenho minha mãe mas fica essa saudade sempre que alguém me faz a pergunta porque eu fico satisfeito em responder foi por causa disso, foi minha mãe que me chamava por ser caçura obrigado
Mas ela te chamava de neném também? Até depois de uma... Só quando a gente fazia algumas artesinhas, ela chamava de Luiz Alberto. Mas isso é praxe. Não só mãe, como esposa, namorada. Eu sou Marco Antônio. Todo mundo me chama de Marco. Mas se eu ouvir da minha mãe assim, Marco Antônio...
ou da minha mulher Marco Antônio eu já sei, já vim quando a mulher fala o nome nome completo se falar o sobrenome então aí que está ruim mesmo e aí eu me formei em direito na Universidade de Gama Filho voltei para campus estava fazendo um estágio na FDC que ano é isso? foi na época, foi em 1999 e aí e aí
eu estava fazendo um curso de pós-graduação com a Fran de Silva Jardim, em Código Penal. E eu passava ali num Vib Center e eu vi uma loja escrita ali, aluga-se com seis meses de carência, aquilo me despertou.
Eu tinha um tino, gostava do comércio, meu pai era proprietário de terra, de vez em quando ele me levava na roça, eu trazia a pamba cheia de abacaxi, ia ali no mercado, vendia, enfim. Então eu sempre gostava, já tinha esse dom de lidar com as pessoas, um pouco do comércio, na época com meu pai junto, quando eu ia com ele na fazenda. E pintou essa oportunidade de eu olhar essa loja e me despertou.
e foi ali que eu abri minha primeira loja, em 1999. 9 de nove de 1999. 9 de nove de 1999. Nada bonito. Foi coincidência? Foi coincidência, foi coincidência, e eu não tinha percebido que era essa data, e foi às nove horas, porque é choque, choque era às nove horas. Então, nove de nove, às nove horas.
Mas já era a Hering? Já era a Hering, não era franquia. Era o modelo de varejo qualificado. Não era multimarco, porque eu só trabalhava com a Hering. Então a gente chama de varejo qualificado, exclusivo da Hering, mas não era franquia, porque franquia...
Tem a metragem, tem contrato, é um know-how diferente. Tem um projeto de arquitetura, tudo isso se envolve. Então eu comecei... Mas não detinha exclusividade naquele momento. Não, não. Mas já existia franquia na Eric naquela época. A Eric começou em 1990, quase franquias. Hoje eu sou mais de 700 franquias espalhadas no Brasil, na América Latina, no Paraguai, no Chile.
Eles contando o Ereg, a Ereg Key, o Zarm, tudo. Não, só de Ereg. Só de Ereg. Tem mais de 700 franquias. Só a Ereg. Hoje é o maior portfólio do grupo Asas. Hoje somou o grupo Soma, que comprou a Ereg e o grupo juntou com o Arezzo Pucu, que é o grupo da Zarm, da Arezzo, da Schultz, Anacarp.
Então hoje a Hering não é mais aquela empresa familiar. A gente acabou de misturar um monte de coisa. O legal é isso, essa passagem, porque a Hering era uma família de descendentes alemães, se não me engano Santa Catarina. Blumenau, Santa Catarina. A fábrica é original até hoje. Até hoje tem a fábrica lá, tem o museu Hering. É um ponto turístico quando você vai para Blumenau.
Você visitar a fábrica da R que é bacana, tem... Tinha uma loja de fábrica, comprei uma jaqueta que eu uso até hoje. Você compra por peso, você bota na balança e você paga por preço, pelo pelo pelo. Então, a R vem... Por que os dois
A Erick vem de origem alemã, eram dois irmãos, Bruno e Hermann Erick, vieram para o Brasil e abriram a primeira indústria texto de fio, foi a primeira tecelagem a fazer o fio, o próprio fio, e foram dois irmãos que vieram da Alemanha, e o Erick é um tipo um peixe.
É um peixe na Alemanha, então o símbolo são dois irmãos. É o arenque. É o arenque. Então são dois irmãos que abriu, aí passaram gerações, eu participei de três gerações com o Fábio Ehring, com o Ivo Ehring e por final agora foi o Thiago Ehring.
Em 2021. Em 2021. Foi até logo depois. Nós tivemos um showroom lá em Brunenal. Ele contou como foi a história. Que tem uma especulação. A Aresu também queria comprar. Só que a Aresu queria comprar. Até então. Com o valor da AERC. Antes da pandemia. Que era um valor de 5 bi. E eles queriam só dar 3. Enfim. Rolou uma especulação onde a AERC. Mendeu por 5 bilhões.
Você vê que é uma marca muito forte, muito grande. Hoje é o maior grupo da América Latina, hoje de roupa. Você sabe, Luiz Alberto, o que me impressionou nesse desenvolvimento da Hering, porque eu sou bem mais velho que você, então eu lembro da Hering, quando ela fabricava só camiseta e cueca. Era só cueca e camiseta. Primeiras cuecas de malha, essas boxes de malha,
Aí começou a fazer aquelas para o sul, que era o que chamava de ceroulas, que era com aquecimento. É o nono CNPJ no Brasil, olha que interessante. É o nono CNPJ, são 140 anos de história. Mas é incrível como a família entendeu a necessidade de mudar. Sim. Isso é que eu achei.
ela foi evoluindo, hoje a Eric, quando você volta lá atrás, a gente fala de Eric, lembra logo da camisa branca, primeira coisa, mas hoje a Eric não é só camisa branca, hoje a Eric é alfaiaria, modelagem hoje, diferenciada, tecido tecnológico, então a gente tem um algodão,
hoje o mais puro, mais macio que tem, que é o gudão peruano, e o custo-benefício do melhor que tem. Então, assim, a Helio hoje é uma marca muito bacana de você ter qualquer custo-benefício.
tem uma pesquisa que eles fazem toda franquia procura saber, tentar melhorar acertar e ver o que está e é uma coisa que mais cai no balanço é o custo e o benefício
Então a Ereg é uma marca boa Sempre tem produto de qualidade Num preço bom Eu sou um grande consumidor, inclusive essa calça aqui E final de semana, quando eu não estou com a camisa do Flamengo Eu estou com a camisa da Ereg Eu estou tipo Ser bom, você dá elegante E outra coisa Que a Ereg Por exemplo, para presentes
Eu comprei agora lá no final de semana. Você não erra. Você vai ter um custo-benefício bom para quem está comprando também. E você não vai errar o presente ali. Você pode errar o tamanho. Você pode errar o tamanho e uma pessoa vai e troca. É o tamanho desse presente que comprei. Mas assim, e a facilidade da foto que você compra aqui você pode trocar no Rio, pode trocar em São Paulo, pode trocar em Belo Horizonte, Vitória, você pode trocar em qualquer lugar.
Então essa facilidade e essa qualidade que a ERIG tem também, de você usar a mercadoria, se desbotar, se fizer alguma coisa que não está de acordo, você leva na própria loja da franquia e a franquia tem essa oportunidade de trocar para o cliente. Então é difícil você ver isso em qualquer outra marca.
Agora, Nenê, a gente hoje está mais habituado aqui em Campos. Eu lembro quando eu era novo, você ia viajar para o Rio, para Vitória, o grande parceiro, você ia ao shopping porque você tinha acesso a marcas que você não tinha aqui em Campos. Eu queria perguntar, quando você abriu a loja lá em 99,
Isso foi de alguma forma, já existia aéreo em campos, alguém já vendia ou isso foi uma novidade na época? E como que você viu essa transformação desse varejo de roupas ao longo do tempo? Justamente com o aumento da competição de marcas que passaram a vir para a cidade e fazer parte do dia a dia da cidade.
Então, Hugo, já tinha as lojas vendendo em multimarcas. Não existia uma loja exclusiva da Erig, pelo menos em Campos. Mas a Erig, com 140 anos, já tinha várias marcas vendido. O meu vizinho, por exemplo, Vendia a Erig.
Então, lá na loja dele, onde ele vendia várias outras marcas. Então, assim, em Campos, eu que cheguei com essa novidade do varejo exclusivo Ehring. Então, foi assim que nós começamos com a primeira loja Ehring ali no VIP Center. Depois, eu abri no Parque Center.
e depois eu abri outra no centro. Mas isso tudo foi varejo. Quando eu parti para a franquia... Isso aqui é... A franquia foi em 2006.
Na Pelinca. Que é a lógica que está até hoje na Passeira. Que é a lógica que está até hoje. Estamos lá, nós fizemos uma reforma agora, bacana. Reinaugurou no final do ano passado, né? Foi em outubro. Outubro. Outubro. Fechamos, fizemos uma obra recorde de 15 dias, mas graças a Deus deu tudo certo.
E a gente que é empreendedor, a gente aposta. Não sabe se vai dar certo ou não. A gente tem as previsões, a gente trabalha com números, mas o dia a dia é muito difícil. Então a gente... Eu fico mexendo para trás, para cá, e eu saio daqui da posição. É do microfone, para chegar mais perto. Então a gente acaba apostando, mas...
Tem hora que acerta, tem hora que erra. Mas ali na Pirinca, o nosso resultado é muito bacana. A gente tem um portfólio muito bacana, a loja é grande, dá para mostrar bastante coisa, então favorece-se muito. Mas eu já tive três franquias da Erig aqui em Campos. A primeira foi ali, depois foi no Shopping Boulevard.
Foi a segunda? Foi a segunda. Em 2011. E inaugurou junto com o shopping. Inaugurei junto com o shopping. E depois no centro da cidade, quando inaugurou o Central Plaza. O prometeu muito, mas acabou não acontecendo. Também não. Então abriu uma loja grande, de 150 metros, embaixo, 150 metros e cima, um estoque bacana, uma loja boa. Não foi porque ele era presidente do Botafogo, não, né?
Não, rapaz, Carlos Eduardo, pessoa bacana, rapaz, pessoa bacana, mas... Tem alguma vez? Não, não, eu sou botafoguense, né, eu sou botafoguense, foi até bacana, eu tive o prazer de estar, ele me convidou, eu sou pra quente, no dia que eu fui, o Botafogo ganhou de 4 a 2 do...
fugiu agora o dono do time, foi da Libertadores, não, foi da Libertadores, acho que foi a LDU, mas enfim, Carlos Eduardo é um cara muito bacana, mas o choque ali não foi, você vê que só tem de aluguel ali, a frente da praça e do lado.
O resto... É, prometeu muito que acabou não acontecendo. O centro da cidade em si, acho que o centro da cidade em si de todo o Brasil acabou sendo muito afetado com os comércios de bairros, que os comércios hoje começou a ter muitos comércios em bairros. Os bancos também saíram dos locais e hoje com o telefone...
Mas com o aplicativo você não precisa quase nenhum... O transporte urbano descentralizou, tudo surgiu do centro em geral. Esse... Tem essa disputa da ciclofaixa, da ciclovia, e isso atrapalhou também o comércio de uma forma bem forte também. Pessoa que não tem condições de parar.
no centro da cidade, já está bem atrapado, enfim. Então, são várias, inúmeras coisas que acarretaram nos vazamentos do centro. Essa foi a primeira loja que nós fechamos.
E depois foi o partaz, agora em janeiro, que a gente encerrou também nossas atividades. Desde quando abriu a loja, não foi por falta de faturamento, a gente tem um faturamento bacana.
a gente pagava em dia mas o shopping é o único shopping de campo de verdade que é um shopping 100% locado, está filiado a Brás os outros são galerias e tem um movimento porque faltam atrações na cidade infelizmente o lazer acaba indo para o shopping
então o movimento é garantido mas o que as vezes os lojistas reclamam é do custo que é um custo muito alto, por mais que você tenha movimento fature, no final quando você vai botar no brio do lápis fica pouco ou não fica o que deveria ficar, é mais ou menos isso que acontece ou a mudança do do boulevard que era da Alus, a antiga aliança Alus, a antiga aliança
isso é uma verdade de um shopping como toda a sua relação que você teve lá com a Aliança e Boulevard com a Partage, Partage ou você tinha uma relação melhor com a Aliança e a Partage acabou não tendo uma relação financeira que fosse mais adequada para o lojista foi muito...
Botou o pé muito no pescoço, como o pessoal disse. O Cristiano colocou uma pergunta muito interessante. Se você quiser fazer uma recapitulação da pergunta. Ele está fazendo a recapitulação aqui da expansão da Erig, das lojas dele, e comentou sobre o fechamento recente lá no Partage.
Não consegui entrar em acordo com a nova administração e não houve outro caminho, não sei encerrar a operação lá. Então, a pergunta que eu fiz para o Luiz Alberto, o Enem...
os lojistas às vezes se queixam que o shopping da cidade, que é hoje o Partage, ele tem uma geração de fluxo muito grande, é o shopping da cidade, e só que ele tem, os lojistas falam, é que o custo é alto, tem aluguel mínimo, aluguel percentual, então ele participa da sua receita e tal, então por mais que às vezes tenha um fluxo e fature, no final do mês ali,
o resultado não é aquele que se almejava ser. Então isso é uma realidade, realmente não é. E o que mudou da relação? Quando você entrou, em 2011 era a Aliança, que montou o Boulevard, depois a Aliança virou a Alas com as fusões lá.
E a Alos vende o Boulevard Shopping para a Partage. A Partage, a Alos sai de várias cidades médias, não só de Campos, mas de várias cidades médias. Ficou com os melhores negócios dela nas grandes cidades. E vem para a Partage, e a Partage passa a administrar o shopping aqui. Essa mudança impactou, decisivamente, na sua saída de lá? Como é que foi isso? Impactou diretamente, imediatamente. Eu tinha...
desde o primeiro... Eu entrei junto com o shopping. 2011. 2011. Na primeira operação com a Érica Adulta. A Érica História. Abrimos a primeira loja. E de lá pra cá sempre tivemos um bom relacionamento.
eu esqueci o nome do superintendente o primeiro superintendente foi o Marcelo depois o Almir o Almir não Leandro que era o fera Leandro era um cara excepcional e com o Leandro nós fizemos uma parceria muito bacana nós fizemos um acordo de pagar 10% do meu faturamento bruto
E esse acordo foi se renovando três meses, seis meses. Sempre sem seis meses a gente renovava, chegou a três meses, mas depois foi dando, e isso foi durante 18, 9 anos. Quando mudou para o partagem, eu estava no vencimento ainda, acho que dois meses para frente. Quando cortou o prazo, eu fui pedir um novo...
fui pedir um novo aditamento. O novo aditamento demorou mais uns dois, três meses, porque ele parecia se reunir em comitê. E já no partage. E aí ele negou essa negociação. E aí começou esse dilema de eles querem me cobrar a mais de 10%. Porque eu estava pagando 10% há 10 anos, 12 anos. Quase um direito adquirido.
e quiseram dobrar. Foi para 15%. Não, não. Eu não aceitei. Eu espichei bem a corda porque não tem jeito. Se eu pagar 15%, um...
do seu faturamento bruto, mais imposto a líquido do microempresário é de 6% a 16%. Bota aí 16%, com mais 15%, 31%. Eu quero saber qual é o empresário que vai conseguir ter algum lucro numa operação dessa. Agora, quem perdeu mais, na minha opinião, isso é opinião minha, foi o shopping, porque eu já vi pessoas...
buscarem um segurança, onde é que é a loja da Ering aqui? Ah, não tem mais. Então, eu já vi gente entrando no shopping procurando loja da Ering. E o cliente Ering é eles vão na loja e a nossa loja ali na Pelinca é uma loja de frente pra rua, faça acesso de estacionamento, tem estacionamento atrás, tem estacionamento na frente, a pessoa para ali na frente, abre de 10, tira o carro. A pessoa vai andando até a loja.
perto dos colégios, porque todo mundo geralmente tem filho, tem uma coisa, deixa o filho no colégio, vai e passa ali. Então, é a lógica de árvore de nove às nove, de segunda a sábado. Então, assim, meu faturamento aumentou na Pelinca após o fechamento.
lá do Boulevard, então isso que você está falando eu já estou sentindo em valores de acréscimo mensalmente a cada mês a gente fechou 20 de janeiro então eu já tenho em fevereiro, março, abril já teve um aumento significativo nessa operação e tem uma coisa que eu gostaria de te perguntar como lojista que foi do shopping em São Paulo existe uma lei municipal que e
Quase todos os shoppings, os principais shoppings, o Bourbon, aquele chique da Faria Lima, o outro lá do JK. Você entrou em qualquer loja ou qualquer restaurante, você gastou mais de não sei quantos reais, você já tem o estacionamento. Tem shopping até que não te cobra o estacionamento, o estacionamento é aberto.
É interessante. Aqui, só o Superbom faz isso. O Superbom, acima de tantos reais, você está isento. Mas aí a pessoa... Hoje está caro o sacimento lá. 15 reais. A pessoa já pensa... Se tiver umas quatro pessoas dentro do carro, já valeu a pena. Vai dar para dividir um pouquinho cada um. Mas o cara faz a conta. Pô, eu vou comprar... Se for comprar só um presente, por exemplo, uma roupa, você encarece, né?
Você já coloca 15 reais a mais ou então faz o que muita gente faz, estaciona lá fora. Pô, aí é doideira. É doideira. A gente estaciona no Saara ali na frente e vai atravessando a fé. Tá doido. É um perigo. Não tem a gestionamento adequada ali fora. Não tem, não tem. Não, o Saara é 5 reais, parece. Tem pra economizar. Tem pra economizar 9. Aí, pô, você atravessa aquilo tudo, anda pra cacete, chega lá todo suado. Se tiver com criança, então. Tá maluco. É, exatamente. Ou se tiver chovendo também, você vai tomar uma...
Até porque o shopping horizontal é grande, você sempre ir andando de lá, até chegar na loja. Se tiver que ir onde era a Eric, você vai chegar, já mudou até o número da roupa, não é não vir pegar uma calça 42, agora é 40, já emagreceu um pouquinho. Então, eu não acordo.
Até hoje está indo debate, estão querendo estar judicializado, mas a Eric por cima, porque a Eric tem um, hoje não é Eric só, hoje é o Grupo Asas. E o Grupo Asas tem mais de 30 marcas. Aqui em Campos, dado tempo do shopping, tem Anacap, tem Farme, tem Arias Unão.
acho que as chutes tem a Alisa tem no Pax Centro então eles também estão vendo os contratos que essas marcas tem, não sei se já virou birra comigo, porque eu estiquei a coda, comecei a pagar em juízo os 10%
A desembargadora Mariana Fux me deu 13% até junho de 2025. Então está em segunda instância. Então já está em segunda instância, já ganhei na segunda instância 13%. De 10 para 13 está tudo ok. Se fosse 13% eu volto hoje.
mas acima de 3% a loja está fechada? não foi ocupada ainda? ainda não é isso, bota um papelzinho lá isso foi em janeiro dia 20 de janeiro em fevereiro nós encerramos a KIDS também é uma operação é difícil hoje pode parecer soberba na minha parte
Mas é difícil uma loja hoje lá ter um faturamento de R$ 2,3 milhões. Nós tivemos isso no ano passado. Então, assim, eu não entendo com um faturamento desse a gente sair de um shopping. Então, assim, eu não sei o que eles pensam em termos de um lojista querer pagar um valor que a conta não fecha, entendeu? A gente tem que sentar junto, pegar o DRE lá, vamos aqui.
isso aqui, mais isso, mais isso, fecha, como que vai dar? Alguém eu vou deixar de pagar. Vou deixar de pagar o imposto, vou deixar de pagar a hélice, vou deixar de pagar o funcionário, alguma coisa eu vou deixar de pagar, a conta não fecha. Então assim, está bem difícil de... E várias pessoas estão fechando. É porque a gente não percebe?
A gente fecha um, aí bota esse papel pra disfarçar, depois vem outra pessoa Normalmente bota propaganda E um shopping grande, às vezes você até se perde de referência Eu vou muito pouco ao shopping Só quando eu preciso Quando fecha uma loja Eles tapam e botam a propaganda de outra loja
ou faz um co-work você não percebe que o espaço é fechado exatamente isso é expertise desde eles fizeram ali onde tem o comida lá que diz que é australiano, mas não é
Outback. Outback, não tem nada de australiano, é que é uma origem americana mesmo. É americano mesmo. É, exatamente, aquela história. Ali eles fizeram muito bom, muito bom. Tudo, tudo deles é muito bom. Tão bom que acabou fechando o outro lá na frente, o Detroit. Ah, fechou o Detroit. Fechou o Detroit, que caiu a qualidade. É difícil concorrer, né?
você quer ver uma coisa que eu não entendo, vocês podem rodar, todo shopping no Brasil tem uma Hering, eu não entendi, por que que não o partagem, é, eu acho o gancho, o Hering Kids é fantástico. A Hering Kids está sendo muito afetada com as grandes redes, a Líder, o C&A, o C&A,
os folhos delas também aumentaram porque é uma roupa mais barata, criança pede mais rápido então acaba tendo uma concorrência muito grande e dentro do shopping as pessoas já sabem vai andar e vai lá olhar e vai checar perto a kid sofreu muito com essas grandes
com essas grandes marcas você entendeu que essa mudança foi mais recente após essas magazines ampliaram o foco no infantil talvez para fugir do chines no público adulto pode ser, agora a gente vendo isso como que está aí assim essas vendas online eu ia perguntar agora como é que você sente esse movimento das vendas de roupa assim, eu sou
totalmente contra aumentar imposto. Mas se os chineses não pagam, a gente não deveria pagar. Não é ter que taxar mais qualquer venda, Shopee, qualquer outro tipo de plataforma, não. Eu acho que tinha que abaixar os nossos impostos para a gente poder concorrer de forma lícita e de forma correta. Porque não é justo
Você abre sua loja, abre sua indústria no Brasil e você é taxado de vários aumentos de imposto. Esse ano vai ser a maior arrecadação e não vai dar conta. Então assim, não adianta ficar taxando o empresário, o industrial, porque uma conta não vai fechar.
E a Ering, por exemplo, online, ela é concorrente da loja. Por exemplo, eu fui no Carrefour, queimou o micro-ondas lá de casa, eu tive que correr para comprar um novo. Eu cheguei no Carrefour, vi um micro-ondas, eu olhei no site, estava R$100 mais barato. Eu perguntei ao vendedor se eu poderia comprar pelo site e retirar. Ele falou, não, pode, mas é concorrente nosso. O que você faz aí, não tem nada a ver com o que faz aqui na loja. O que acaba sendo um...
um contrassenso você usar a loja para recolher o produto e ser um concorrente. Eu concordo com você, acaba sendo um concorrente, mas na L o cliente pode comprar no site, mas nós não somos obrigados a trocar. Então a pessoa que compra no site, troca pelo site. Então acaba sendo uma concorrência, dando muito...
mas geralmente coisas com peças de coleção espaçada mas acaba sendo sim uma concorrente nossa mas
Por enquanto, a gente não pode vender. A gente pode vender pelo Instagram, vender pelo WhatsApp, mas num site é só a companhia. Mas sabe que você falou dessas grandes marcas, tipo C&A e tal, mas eu já percebi que a Riachuelo, por exemplo, contratou ou fez acordos lá fora com estilistas famosos.
que fazem uma linha um pouco mais baixa que a Preta por ter, né? Mas que assinam. Mas a roupa não tem aquela qualidade, mas tem um charme, tem um jeitinho bonitinho e tal. Isso que você fala muito sobre... A gente faz essa coleção com os estilistas. Então, eles estão investindo, principalmente no infantil. Então, acaba valorizando aquela coleção, a marca. Exato.
E mudando um pouco Seu braço direito e esquerdo É a dona Soraya Lichim Menezes, né? Soraya Lichimenezes Como que é trabalhar ao lado da sua esposa? Rapaz, é um privilégio A gente está sempre junto A gente namora desde os 16 anos de idade Estou com 53, só fazer as contas
37. É bastante tempo junto, né? Então, assim, comprometimento, amor, carinho, tem as brigas, tem as divergências, ela é bem caixista, ela gosta muito certinha as coisas, eu sou um pouco mais...
ela já vê uma poeirinha e já está reclamando eu quero ver se o caixa está cheio tem uma diferença entre a gente para mim pode estar tudo sujo pode estar tudo amassado deixa o caixazinho está batendo meta então assim a gente faz reunião, hoje mesmo fizemos reunião a gente faz reunião mensal faz reunião individual com cada colaborador
porque nós somos falhos, o ser humano, mesmo sabendo a tarefazinha do dia a dia, a gente se não apertar ali um cadinho, se a gente não conversar, se não dar uma motivação, então a gente sempre tenta trabalhar, sempre motivar, mas é um privilégio trabalhar com a minha esposa, um beijo pra vocês, meu amor.
aproveitar esse gancho. É isso aí. E a divisão da tarefa? Das tarefas, como é que é? Eu fico mais na parte da área financeira, eu fico na parte de pagamento do funcionário, de pagar duplicata, esses problemas aí para discutir, é para mim que joga bola, problemas maiores assim, mas é no dia a dia, toca na loja, é o que faz as compras, a gente vai comprar agora.
a coleção de verão nem vender o inverno vai chegar agora na nova confusa para dezembro então a gente sempre está à frente de quase duas coleções no Brasil praticamente só tem pelo menos no estado do Rio, aqui no sudeste duas estações, o inverno mais ou menos o inverno no sul já é um pouquinho o inverno é uma coisa interessante que se fizer frio, é uma das melhores datas para mim
então ano passado foi bom, foi um frio desgraçado foi, foi muito bom ano passado foi muito bom, principalmente em julho, julho, agosto nós vendemos bem por causa do frio, e a peça do frio é um ticket médio maior é um casaco, já é mais caro então você já faz
uma casaca, uma calça, já dá um tique médio maior, então você faz um valorzinho rápido, então a meta fica quando faz frio. E frio no frio, frio no inverno, não adianta fazer frio no calor não, porque lá... É imediato, faz um frio, as pessoas vão para a loja, vão, vai comprar, a gente tem um...
A malha e o moletom É muito gostoso Então você faz a desastre do frio É fácil Ele também aqui em Campos quase não faz frio Quando você abre o armário e está frio Não tem roupa para poder usar no frio Fez 18 graus
me lembro daquelas famosas festas da pecuária fazia uma que vinha de casaco de pele brota, chapéu era época fria hoje você vai ter que cabisabolo é
não é? antigamente eu não tinha aliás, olha aliás, depois eu quero sugerir algumas coisas pra gente aqui pra mostrar as pessoas uma parceria boa usar, usar na próxima outra sortear pra um momento mas eu queria saber de você
Qual foi o momento mais difícil seu nessa trajetória da Eric? Foi a pandemia, foi a crise da Dilma lá em 2014, foi a crise do petróleo aqui em Campos, qual foi o pior momento econômico que mais balançou a sua operação aqui da Eric? Cristiano, acho que sem dúvida nenhuma foi a Covid. A Covid foi uma coisa que afetou.
todos nós de uma forma muito cruel, tanto com a saúde, de lockdown, e você não saber o que vai fazer no futuro, se você vai ter futuro. Você vai ficar eterno. Eu mesmo tive Covid e fiquei mal, fiquei 10 dias isolado em casa, no 10º e meia eu fui para o hospital. Falei, puxa vida. Foi no início logo da pandemia. Foi, foi, assim, foi umas três semanas antes de Gil falecer.
depois eu vou contar essa história rapidinho se fosse depois a cabeça então assim a Covid foi um momento muito cruel, não só para a saúde e tudo, mas para a saúde financeira de todos nós mas lógico que em 2014 teve uma queda mas de você a lógica fechar
Eu falei assim, a loja fechada e você não poder abrir. Eu tive uma discussão, o fiscal da prefeitura foi na minha loja, queria fechar, eu querendo debater que a loja estava fechada.
mas eles queriam fechar da forma que eles queriam, enfim. Então, assim, a gente nem poder abrir sua loja, seu estabelecimento, foi um momento muito difícil para a gente que vive de começo. E se eu não vender, eu não como, não bebo, eu não pago a faculdade da minha filha, não pago o colégio do meu filho, eu recebo aquilo que eu produzo. Se eu não produzir, eu não ganho. Então, foi um momento muito difícil.
para a gente que é comerciante, que vive diretamente do comércio, foi bem complicado. Você chegou a ter meu futuro ali, da Hélio e do Campos, em algum momento? Sim, sim. Pensei em... a gente sim. Porque as duplicadas não param, né? Como que ia pagar, como que a gente ia conseguir.
a gente lá no Boulevard eu continuava pagando condomínio era um condomínio menor mas tinha um mínimo que você pagava todo mês
Então, assim, teve um momento que eu pensei que a gente ia fechar, mas o governo deu uma linha de crédito, então a gente foi ajudado naquele momento, mas foi ajudado com um sacrifício enorme depois, a gente depois carregar esses empréstimos para frente, mas estamos aí, conseguimos vencer, um dia a gente perde.
Um dia a gente cai, mas a gente tem que levantar todos os dias. Só para comentar, e o melhor momento? É o de agora? Rapaz, Deus fecha umas portas e a gente acaba assim, a gente tomando um susto. Poxa, é o que está acontecendo, por que é comigo. E hoje eu estou num momento bem bacana, porque eu estou centralizando tudo num estoque só.
ano passado a gente está vindo de um crescimento
de uma base alta, eu não estou vindo de uma base fraca, nós estamos tendo um crescimento sólido e de uma base alta. O ano passado foi muito bom, inclusive o Igor levantou aqui a bola do frio e foi meses bons no segundo semestre, eu estava olhando, recapitulando para vir aqui, eu vi que meu faturamento aumentou bastante de 30, 40, a 42% em julho, julho e julho.
junho, julho e agosto. O dia dos namorados foi melhor que o dia das mães para mim, ano passado. Mas por conta do frio. Porque a minha roupa vende muito para o dia das mães e vende muito para o dia dos namorados. Então, assim, o pai é só, o pai é só, o pai é só, o pai é só, mas o pai é só. Não tem jeito. O pai é o tíquete médio ali embaixo. O tíquete maior é dia das mães, o tíquete médio é dia das mães. Faz sentido. E o pai...
Não tem jeito. Levar uma meia aqui. Uma bequinha, box, está muito bom. Enfim, a gente teve um crescimento. Então, hoje o melhor momento, eu digo que é hoje. Porque eu juntei os dois estoques, estou com menos custo.
consegui fazer uma equipe bacana, peguei os melhores colaboradores, hoje eu agradeci a todos eles que estão fazendo uma reunião hoje, agradeci a todos eles e pedi que a equipe também cresceu e é onde a gente cresce, acaba tendo um burburinho a mais, acaba tendo um disse-me-disse aí, então a gente sempre tentando conversar pra gente progredir e que esse ano a gente seja o melhor de todos, a gente vai lutar e trabalhar pra isso.
Bacana. Eu queria puxar agora o assunto para a seara política. Tem isso também, além de 30 anos de empreendedorismo no comércio, tem também a questão da vida política. Cara, como é que surgiu isso? Porque o dia a dia de um empreendedor não é fácil, ainda mais de varejo, de roupa, imagino que seja uma carga de trabalho muito grande, mas você achou um tempo para poder fazer algo leve, que é entrar para a vida pública. Leve.
isso está no sangue também meu avô Argi Oliveira foi três vezes vereador em São João Nabarra e uma vez prefeito era de São Francisco na época São Francisco era tudo junto o sertão todo e meu tio avô Donato Menezes foi duas vezes prefeito era de Gargaú todo o nosso nosso
nossa família do sertão lá, né? Então, veio daí a veia política. Mas eu sempre gostei de estar lutando de alguma forma. Eu, quando eu tinha loja no Vips, eu fui presidente da Associação dos Logistas. Depois, eu entrei na diretoria da CDL. Então, assim, eu sempre gostei de envolver, lutar pelo que a gente acredita e quer buscar.
Mas meu sogro também, doutor Denis Ar, teve uma parcela grande nessa... Que é produtor rural, né? É, que me empurrou assim, né? E aí eu lembro que a gente foi conversar com o Rockefeller.
Rock Fede, aí o Denizar era muito amigo de rock, aí eu falei, vou levar meu gemo aí pra vir candidato, aí eu tô de sem graça com o rock, apareceu o nome, Luiz Alberto, Luiz Alberto Menezes, aí Luiz Alberto, Luiz Alberto, você não tem apelido não? Eu tô de sem graça, eu falei, neném, tá aí, é o nosso neném, então Rock Fede acabou de ser patrinha. Rock Fede é feliz, o Chão Pandeiro ali já começou até o a música da campanha.
Começou, aí eu vim... Você veio com o KSDB, pela primeira vez. Com o Feijó e o Rockefeller. O Rockefeller era o vice da chapa. Pouca gente sabe daquela musa da harmonia do samba que ela vem, foi por causa da campanha. Eu aproveito todo ano. 2004, então, foi a primeira candidatura. Foi a primeira candidatura. A gente fez uma votação legal, fiz quase 2 mil votos pela primeira vez, mas não foi. É uma eleição difícil, né? Eleição para vereador, deputado.
São 500 candidatos.
para disputar 25 válvulas. Pulveriza muito, né? Então, assim, tem família que tem 2, 3 candidatos, tem bairro que tem 10, 11 candidatos, assim, é bem difícil, né? Você vê o próprio garotinho, que teve uma trajetória política grande, perdeu para a vereadora. Aquele não aí, perdeu aqui em campo, está bem? Ele nunca foi vereador. A primeira vez, ele teve a votação, acho que foi a maior votação, mas não teve legenda.
Então, assim, é bem complexo, né, a candidatura para vereador, mas a gente teve o êxito em 2012, tive 3.151 votos. Você foi secretário de esporte de 2008 a 2012, não é isso? 2008 a 2012. De Rosinha. De Rosinha. Quando eu perdi a segunda eleição, o garotinho me convidou para ser subsecretário. Você perdeu, mas foi bem votado. Isso.
Aí Maguinho era o secretário, eu fizemos o Monsub, lá fizemos um bom trabalho, consegui ampliar minha amizade, meu leque de convivência com as pessoas. Foi daí que eu comecei a correr, lá na Secretaria de Esporte, que eu conheci o Marcos Almeida, que foi diretor junto comigo. Então, assim...
Aí dali, sair para poder vir candidato, vir candidato para a primeira eleição, com 3.751 votos. No governo Rosinha 2. No governo Rosinha 2. Depois veio para a reeleição, foi para a reeleição.
2016 a eleição que Rafael ganha Rafael ganhou eu fiquei com o primeiro suplente eu entrei desde o primeiro dia você não se elegeu diretamente no dia mas depois o Caquinho tirou aquela galera quando saiu todo mundo eu fui o primeiro suplente de 5 candidatos
Tinha um quatro que estava envolvido. Então, qualquer um que saía, você entrava. Então, eu fui logo de cara e entrei. A partir daí, acabou a gente se afastando por conta de em circunstância. Eu me afastei do grupo do garotinho. Até porque ele foi para a rádio, falou de mim. Enfim, todo mundo viu o vídeo que depois ele vazou aí. A gente acabou se afastando. Aí...
Mas esse sonho de ser vereador ainda não acabou. A gente veio candidato na eleição passada, não fiz uma votação que a gente queria, mas como sempre é uma eleição difícil, a gente tentou... Foi bem complexa. Em campos é um...
é difícil de lutar porque são dois grupos políticos muito fortes, o Garotinho que nem se fala e o grupo de Bacelar hoje que está desmoronando mas foi até então na eleição passada dois braços fortes que nós temos na cidade você tem o sonho de voltar ainda a ser vereador
Tenho, tenho vontade, mas eu preciso de padrinho. E começa pela eleição novamente. Então, assim, eu vou depender de quem eu vou ajudar para o deputado federal, de quem eu vou ajudar para o deputado estadual, para que esse deputado federal, que esse deputado estadual ganhe a eleição e que depois me ajude a montar uma base, porque a gente não ganha sozinho. A gente precisa ter um grupo político por trás.
E assim, até hoje eu não tenho isso. Você foi qual partido depois das mudanças? Ou você permaneceu no MDB? Hoje eu estou no MDB, continuo no partido do vice-prefeito.
do vice-prefeito do atual prefeito então assim, ainda não tive com ele tive com ele agora no dia 1º, fui dar um abraço dia 30 lá na prefeitura ele fez um evento lá fui lá muito rápido estou ainda tentando ter algumas pessoas tentando me aproximar junto a ele, pra gente ver qual vai ser a nossa caminhada mas ele fez
Com o Vladimir, foi um afastamento muito longo. Então, no primeiro mandato dele, o meu partido coligou com... o meu partido indicou a vice-prefeita com o Caio. Então, no primeiro mandato do prefeito Vladimir, a gente não ajudou, não caminhei junto, por conta dessa coligação que eu estava com o Caio enviando, o partido indicou a vice.
foi a Gilmar Agones que foi uma eleição dura foi 121 para 110 mil votos então tudo bem, não andamos juntos no segundo nesse segundo mandato dele o MDD
Caminhamos juntos, trabalhamos juntos, fizemos uma nominata bacana, foram eleitos três vereadores, Sufim, Goté e Marcioni da farmácia, e a gente fez um bom número de votação, e ajudei de alguma forma, botei um tijolinho ali na parede.
Mas durante esse tempo, tentei a aproximação, mas a gente percebe que a aproximação de uma pessoa só acaba a gente perdendo a vontade de se aproximar também. Eu vi que não era recíproca a aproximação. Então, com o Vladimir, a gente se afastou.
bastante. Não sei como vai ser agora com o Federico. Então, a gente está aguardando, mas a gente também está buscando voos mais longe. A gente, graças a Deus, eu tenho um conhecimento, as pessoas estão me procurando, e vamos ver o que vai ser decidido. Você já se falou com algum deputado federal? Então, ainda a gente tem conversado.
Eu tenho... Acho que a política tem que conversar, ouvir, e tentar achar uma melhor maneira de você conseguir seus padrinhos para poder tentar te ajudar. Porque sem padrinho você não vai longe, não tem jeito. Você vai fazer apenas legenda ali para...
para alguém se eleger sem ajuda, se não tiver um padrinho político importante que te dê uma ajuda você não vai longe, então a gente está tentando conseguir esse padrinho ainda a gente está conversando gosto muito de Thiago Vigílio tenho conversado muito de Thiago Vigílio fui vereador junto com ele
Mas tem alguns empecilhos que a gente conversa e as coisas não andam. Então, assim, precisa ter andamento nas coisas para a gente firmar um compromisso com as pessoas. Torço pela candidatura dele, torço pela candidatura de Vladimir, mas se você perguntar para mim, o que você acha?
que ele fez. Eu discordo dele sair para poder vir candidato a deputado. Ele ganhou eleição para o prefeito. É uma cidade grande, é uma cidade importante de Campos. Tem três anos, praticamente, de mandato para poder vir deputado federal. Se sair, se vir vice-governador...
Eu acharia até que era legal. Eu acho que era a intenção. Mas sair para vir deputado federal, eu discordo, é minha opinião, quero deixar claro. O garotinho também discordo. E essa história de sair do cargo de prefeito, foi uma das coisas que prejudicou muito, criticaram muito o Dória, lembra?
lá em São Paulo, criticaram demais. Mas você vê quem usou o cargo da prefeitura como... Mas ele saiu para tentar ir para cima. E conseguiu, ele foi governador, não foi? Foi governador, mas ele tentou ser presidente. Ameaçou ser candidato ali. Mas acho que ele terminou o mandato, ele não chegou a tentar a presidência.
Ele não chegou a tentar, não. Foi Bolsonaro, ele... Não, acho que ele esvaziou a candidatura dele. Ele apoiou o Bolsonaro. E ele acabou apoiando o Bolsonaro, lembra? Bolsodori. Se o Zema está aí crescendo as pesquisas, vamos virar um presidente empreendedor, nem já tem até o mote de campanha. Na próxima não vem nem para o vereador, vem para o prefeito direto. Espelhando o Zema.
a semente ainda está plantada não está encerrada a carreira ainda não nem de corredor a gente é persistente é uma maratona estou preparado para isso estou preparado já estamos perto de fechar
Conta e rapidamente seu história de corredor e qual o próximo desafio aí. Está bem marmado, quem não sei se estão vendo, deve estar vendo no stream, o homem está bem marmado. Perdeu quantos quilos? Perdi 9 quilos. Mas é que em off tem cameta, não tem cameta. Tive ajudinho, não conta para ninguém não. É um padrinho. Conta para ninguém não. Mas tudo com ordem médica, não foi nada alinatório, tudo prescrito.
e aí, qual que maratonas você já fez? já fiz 5 maratonas meu melhor tempo foi 3,32 então foi um tempo bom, não chega nem aos pés seu, mas pra mim tá excelente foi em Rio? foi em Porto Alegre foi a maratona mais rápida do Brasil e o tempinho lá é agradável é plano é bem gostoso a corridinha lá
Esse ano, estou inscrito agora para a Maratona do Rio, vou fazer o desafio que está sendo bem bacana, bem gostoso mesmo, de treinar com minha filha, vou fazer meia maratona com minha filha, Nina, sábado, e vou fazer a maratona domingo.
42 quilômetros, então são 63 quilômetros em dois dias, nunca fiz, vai ser a primeira vez, estou treinando, perdi 9 quilos, semana passada eu fiz 32 quilômetros, então estou na quilometragem boa de subida, vou fazer mais uma de 34 quilômetros.
acho que semana que vem que eu vou fazer mais um treino de 34, depois vai reduzindo e espero alcançar o objetivo de terminar, aí durante a corrida a gente vai ver se dá pra apertar um cadinho acredito em que vai dar vamos ver e tá com o Mestre Marcos Almeida ainda
Marcos Almeida, nosso abraço aqui pra ele também, colunista, ele já vem de colunista, ele fica pra ela vida, é um blogueiro daqui do grupo Folha, então assim, a corrida é uma coisa que me ajudou em várias coisas da minha vida, principalmente disciplina, eu sou um cara muito indisciplinado, e a corrida vem me ajudando a ter um pouco mais de disciplina.
até na política, como empresário, o esporte ajuda a gente a melhorar como pessoa. Então, assim, correr por raio da vida, se Deus quiser. Bom, são 19 horas e 4 minutos, vamos para o ping-pong? Ping-pong, você manda. Bom, vamos começar comigo? Você está falando muito, mas o que o esporte, por exemplo, está te ajudando, como profissional, como pessoa?
coisa é o sono. Antes eu dormia mal, depois das 11 da noite, então hoje eu tento dormir 10 horas da noite, já tento estar desligando tudo, não olho no telefone, não olho na televisão, então tento descansar um pouco mais cedo.
Acordar cedo, eu brinco que é maravilhoso, eu brinco que quer acordar mais cedo, é mais feliz. Quem acorda mais cedo e praticando exercícios, é mais feliz ainda. Então assim, o sono, quando você tem uma noite bacana de sono bem dormido, você acorda com humor melhor, você acorda com mais vontade de fazer as coisas. Então, a primeira coisa na minha vida foi o sono.
é uma coisa que me atrapalhava. Então, qual a sua qualidade que você tem? O sono, porque o sono é tudo para você no dia a dia. Se você não tiver um sono adequado, então a primeira coisa que acertou na vida foi a corrida, me ajudou, foi no sono, dormir melhor. Cristiano. Um hábito que ajudou no seu sucesso como empreendedor? Difícil, Cristiano. Um hábito que me... Acho que vai acontecer, Edu.
Eu sempre gostei de acordar cedo. Então, quando a gente acorda cedo, a gente tem mais tempo de fazer isso. Tem mais dia. O dia rende mais. Então, acho que acordar cedo é um hábito que todos nós temos que ir para ser bem sucedido e lutar pelas coisas nossas e acordar cedo. Prato favorito? Rapaz, eu sou bom de comer.
lá na Brasa. O Lula te deu a picanha? Não trouxe picanha? Trouxe, mas trouxe mais caro. Mas você que é da lida, como você falou, de gargão, deve gostar de frutos do mar. Adoro garanguejo. Se botar uma dúzia de garanguejo, esquece, não precisa de mais nada. Ficou a cervejinha do lado. Ficou. Um lugar em campo que você gosta de frequentar? Lago de cima, pra nadar.
Bota fogo no brasileiro, briga pelo título, briga para não cair ou fica ali na Sul-Americana?
rapaz, a torcida fica pra ficar na Sul-Americana, mas eu acho que vai brigar pra não cair. Será? É, pela crise, dá um pelo elenco atual, como ele vai ficar com a Copa. A gente não sabe como que vai, a situação não cai, Barbosa, o Danilo, o Alex Telles, a galera aqui. Monta, desmonta, monta, desmonta e a gente não sabe como vai essa safra pra ficar, né? O que saiu do Botafogo foi pro Palmeiras?
Marlon Freitas. Marlon Freitas. Eu estava vendo um especialista, porque está cheio de especialista em tudo hoje em dia na televisão, dizendo que ele foi contratado pelo Palmeiras só para perturbar o juiz.
Que ele é o cara que mais reclama e que mais peita o juiz. Tá no time certo, então. Mas ele bota fogo e jogou bola. Ele foi da base do Fluminense. Foi da base do Fluminense. Teve inúmeras oportunidades do Fluminense. Nunca disse que veio. Aí rodou o Atlético de Guarulhinha, esse monte do clube.
Ele encaixou no Botafogo. Ele foi o líder. O time é muito bom também. Isso ajuda. E deu um de Léo Moura na hora que saiu. Ficou fazendo pobeira, piada. Com a torcida do Botafogo. Sem necessidade. É desnecessário. Bom.
Finalizamos o programa, passamos um pouquinho, mas é sempre bom, muito bom sempre conversar com você, Luz Alberto, e muito obrigado pela sua presença, obrigado ao Cristiano, obrigado a todos que nos acompanham até agora, e desejando um bom final de terça-feira e uma boa quarta-feira aqui na Folha FM com música e muita informação. Obrigado a vocês.
E aí