CAFE COM RESENHA #283
Desegunda a sexta
Emerson
Silvestre
C
- Muay Thai no MMAAttack Fight New Talents · STR (Minas Gerais) · Desafio Jab Direto (São Paulo) · WBC Muay Thai · WMO · BFT Boxing Stadium (Serra Gaúcha) · Território League · Minas Stadium
- Datas ComemorativasDia da vacina BCG · Dia Internacional do Cooperativismo · Dia Mundial da Arquitetura · Dia Internacional do Reggae · Julho Amarelo (combate às hepatites virais) · Julho Verde (câncer de cabeça e pescoço) · Criação oficial do Canadá · Primeira transmissão pública de rádio em Londres
- Carreira Esportiva de Ana AmorimTransição de categorias de peso · Importância da genética e metabolismo · Treinamento de força e velocidade · Saúde física do atleta amador · Planejamento de carreira a longo prazo · Evolução de atletas como Kauan e Decker
- Decker vs. JonasDecker · Jonas · Possível luta futura · Cirurgia de Jonas
- Lutas e UFCConquista do cinturão Diamond · WBC Muay Thai · Vitória contra Ittichai
- Temporal no Nordeste e SulPrevisão de chuva e frio · Temperaturas baixas · Inverno gaúcho
Muito bom dia, estamos no ar com mais um Café com Resenha, 8 horas e 17 minutos desse dia 1º de julho. Dia 2026, estamos no ar mais uma vez, no ar e ao vivo diretamente de Campo Bom, Rio Grande do Sul, onde o tempo está nublado, pesado, praticamente uma chuva, só que ainda não é chuva. Então bastante neblina, e a previsão para hoje aqui é chuva, amanhã é chuva, depois de amanhã é chuva, sexta-feira aí volta a abrir um pouco, né, a parar de chover, mas esfria mais.
Então hoje tá, acordamos aí com 13 graus e a máxima aí é 15, 16. Então segue o inverno gaúcho. Para galera que gosta do frio, pode aproveitar aí desse, desse bom momento aí, digamos assim, né. Vamos aproveitar o friozinho. Vamos lá então, dia 1º de julho, dia da vacina BCG, homenageia a vacina que protege contra tuberculose, sendo fundamental para a saúde pública desde o nascimento. Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado sempre no primeiro sábado de julho.
Destaca o trabalho coletivo, a união e a sustentabilidade econômica e social. Dia Mundial da Arquitetura destaca a arte e a ciência de projetar e organizar espaços urbanos e edifícios para melhorar o bem-estar humano. Dia Internacional do Reggae. Esse dia tinha, já tinha falado isso aí, né, nesse ano, se eu não me engano. Dia Internacional do Reggae., um tributo a esse ritmo musical jamaicano que difunde mensagens de paz e união entre os povos.
E ao início da campanha de saúde, início de campanhas de saúde, marcam o início do Julho Amarelo, combate às hepatites virais, e do Julho Verde, conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço. Fatos históricos: em 1867, criação oficial do Canadá como um país independente. Aniversário então hoje do Canadá. 1908, realização da primeira transmissão pública de rádio em Londres. Em 1979, a empresa Sony lança oficialmente o Walkman, revolucionando a forma de ouvir música portátil.
Essas são as principais datas comemorativas do 1º de julho ao longo da história. Vamos lá, então, hoje aqui, como vocês sabem, é dia de Minas Gerais. Cola aqui com a gente, né? Pessoal ainda não chegou, deve ter acontecido alguma coisa, mas então enquanto isso a gente vai tocando aqui, né? Falar um pouco, vocês já viram, né, pessoal que segue a gente lá no Instagram, a gente publicou ontem que o nosso Luiz Cajaíba aí foi campeão, né, do cinturão Diamond.
Até acabei nem pesquisando se tem, se passou em algum lugar, né? Se teve transmissão em algum lugar, mas eu acho que não. Normalmente não tem. Deixa eu perguntar aqui para o Google se teve a transmissão. Teve a transmissão da luta? Mas eu acho que não teve, provavelmente. Vamos ver, transição aconteceu terça. Lutador brasileiro venceu o tailandês Ittichai por decisão unânime e fez história ao conquistar o cobiçado cinturão de diamante da WBC Muay Thai.
A cobertura completa dos resultados, fotos e atualizações em formato de vídeo foram publicados diretamente no Instagram, tá? Isso eu já sei. O acompanhamento de eventos estádio do formato RJB Knockout Costumam ter trechos e lutas na íntegra disponibilizados nos canais digitais do próprio Rajadamere. Ou seja, não tem, né? Não tem um link. Se tivesse, poderíamos olhar, mas não tem. De quem chegou aqui? Bom dia, Silvia Dantas Oliveira!
Fazia tempo, hein, Silvia, que não colava por aí com nós. Nós estamos aqui ainda, Silvia, que tava aí todo dia, mas obrigado por retornar. Vamos que vamos! Rafael também tá por aqui, teve, foi pelo explay. O cinturão foi disputado dentro do evento Raja Damar Knockout. Ah, entendi. Postei no site do Acervo e não nas redes sociais. Tem a luta lá no site ou só a notícia? Vamos olhar então o site do Acervo Thai aqui. Enfim, a gente olha depois com tempo, né, para não precisar ficar pesquisando aqui junto com vocês.
Vou trazer aqui então, tava preparado para falar mais de Minas Gerais e aconteceu o STR, né, nesse final de semana que passou. Então queria ouvir mais o pessoal lá do Marreco sobre como foi. Eles também levaram o fim de semana passado, retrasado, retrasado, né, é o gente lá para lutar no ar. Então tinha alguns assuntos pendentes com eles, mas, né, acabou, acho que aconteceu alguma coisa aí que eles não colaram. Então vamos seguir aqui no nosso Muay Thai do Rio Grande do Sul, né?
Sabemos aí o próximo evento, pelo menos do circuito, é o Attack Fight New Talents. Então eu vou abrir aqui que eu acabei de ver agora de manhã que saiu o card, né? attackfightnewtalents.com.br E pelo que eu vi ali, 30 e 36, 36 lutas. Achei pouco, né, pouca luta. Na última edição, se eu não me engano, deu 60 e poucas. Mas ainda não tá, não tá fechado 100% o card, né? Tem algumas lutas aí que eles vão ainda casar, mas a gente já consegue ter uma ideia.
Lembrando, né, que é um evento, é um evento aí que é focado mais no, mais focado aí no amador, né, é sem-profissional. Ah, tá aí, porra, cara, esqueci. Desculpa, vou mandar o link aí, mas é aqui. Deixa eu só pegar o link aqui e mandar pra eles aqui. Pronto, pronto, link enviado. Falou só notícia, eles ainda não me autorizaram compartilhar o vídeo. Ah, top! Bom dia, Sete Team Gym! Tomamos a decisão de não apoiar nada relacionado a WBC por conta da WBC Brasil.
Eita, o que que aconteceu? O que que aconteceu, Rafael? Tô por fora. O que aconteceu? Outra coisa também, aproveitando que a gente tá falando das organizações, né, a WMO também publicou no Instagram que tá mudando algumas políticas aqui para o nacionalmente, né. Tá me vendo algumas coisas. Bom dia, Silvestre!
Bom dia, irmão, tudo na paz? Tudo, Deus te abençoe. Como é que você tá, irmão?
Tudo certo, tudo certo. Deu um desencontro, né?
Acontece de vez em quando, é normal, né?
Eu já achei que tinha acontecido alguma coisa contigo aí, porque tá sempre apostas.
Não, pô, tu não mandou o link, eu tava esperando.
Vai, desculpa, foi mal. Então tá, tava falando aqui do Attack Fight New Talents, você também tava pensando em trazer gente, né?
Sim, sim, é porque infelizmente coincidiu com a nossa graduação aqui de meio de ano, né? Então a gente, e exatamente no dia 12, a gente não vai conseguir, né? Mas para a próxima edição a gente pretende sim levar uma galera para estrear aí.
É massa, é bom, é um evento top. Mas enfim, vamos falar de Minas então. Eu ia até trazer aqui o card do New Talents, mas eu trago no outro momento daí.
A gente fala um pouco, depois a gente pode abordar também um pouco aí.
Show!
Pensa nessa, ó.
Teve o STR final de semana. E vocês levaram também gente para São Paulo, né? Foi no retrasado ou passado?
Foi no, acho que no retrasado, foi no Desafio Jab Direto.
Isso, sempre falo o ar, né?
A gente levou o Cauã, né, cara, para lutar lá. A gente treina aqui em Minas, né, cara? A gente tem sim como referência São Paulo, né, o Rio Grande do Sul como um nível do Muay Thai praticado assim, né, em mais alto nível, vamos dizer. E a gente queria fazer um alinhamento mesmo aqui do nosso time, né, para ver se o nosso Muay Thai estava condizente com o que estava sendo praticado no mais alto nível. Levamos o Kawan lá, que é um dos nossos atletas aqui muito bom, muito duro, muito dedicado.
E pô, foi uma experiência muito boa, cara. A gente foi lá, conseguiu fazer uma vitória. O atleta lá não bateu o peso, tava acima do peso, e a gente aceitou a luta porque Já tava lá, inclusive foi a segunda luta que a gente teve problemas com peso. A gente pode até abordar também um pouco sobre isso para ver qual que é seu posicionamento quanto a isso. Mas assim, o evento, cara, os eventos de São Paulo por si só são muito bons, cara.
Você chega lá, é da primeira luta até a última, você quer ficar assistindo todas. Quem gosta mesmo de ver uma boa luta ali fica ali, pô, o tempo todo vibrado mesmo para assistir todas as lutas. Foi uma experiência muito boa. O Kawan fez uma boa luta, ganhou a luta, e é isso, cara. Aí esse final de semana a gente teve lá na STR, a gente levou uma atleta também para lutar, que a gente também teve problema, que a adversária não bateu peso.
Mas pô, dessa do Kawan lá, o cara tentou desidratar, tentou bater o peso. Essa atleta que a gente trouxe agora para BH, parece que a adversária dela nem tentou bater o peso. Na pesagem tava 9 kg a mais.
Meu chapéu!
9 kg. Então foi outra luta também, né, que a gente aceitou mais pela nossa atleta do que pela gente, porque eu e o Marreca, a gente tem um posicionamento que tipo não bateu o peso, a gente não tem que lutar, velho. Até para profissionalizar a parada que a gente tanto fala em profissionalizar, se a gente não agir como profissional fica difícil, né? A gente não dá o exemplo, né? Essa é a verdade. Mas nessa situação, cara, acabou que a Aninha que é uma das nossas atletas aqui.
Ela queria muito, velho. Ela tipo assim, eu acho que foi a terceira ou quarta luta dela que ela tinha casado e ela não conseguiu lutar por cair luta, não conseguiu lutar. Então ela falou assim, não, essa menina tiver com 100 kg a mais eu vou lutar, porque já tô aqui, pô, tem 5 camp que eu tô fazendo já e não luto. Então a gente falou, não, tudo bem, quer lutar, vamos lá, vamos fazer nosso trabalho. E lutou, foi um resultado, deu empate, né?
A menina venceu os 3 rounds e ela entrou perdendo os 3 pontos da luta, então empatou a luta. Foi uma luta boa para gente porque primeiro, né, quando a gente tem um time, o aluno confia dessa maneira assim na gente, né? Muito bom de saber, mesmo que tá lá acima do peso, e ela mesmo que pediu, não foi a gente que sugeriu nada, né? A gente deixou muito assim por conta dela. Ela quis lutar, foi lá e fez o que a gente tinha treinado. Então, cara, foi bom demais, experiência muito boa.
Vamos lá então falar do assunto que é polêmico, mas não é, né, que é a questão do peso. Cara, a menina ficou 9 quilos acima, o certo ela poderia acontecer a luta, mas não podia ganhar, né, pelo certo. Menos 6 pontos entra na luta, né.
Eu penso da seguinte forma, Emerson: o certo é não aceitar a luta. Se você aceitou a luta, cara, eu já visualizo que nem tem que tirar ponto, porque você aceitou a luta, então você tá correndo risco. Eu tenho essa percepção. Se você aceitou a luta, você tá, ou seja, você tá certo, você tá coerente com o que tá acontecendo, irmão. Você sabe já que a menina tá acima do peso. Então você tá indo porque você quer, você não tá sendo obrigado.
Então já acho que ali é empatado, já entra normal, não tem que tirar ponto de ninguém. Enfim, aí já no profissional, acho que tem que doer no bolso, que é na bolsa, entendeu? O cara aceitou lutar, irmão, aí é problema do cara. Eu visualizo dessa forma. Mas em contrapartida fica uma situação que eu e o Marreco, a gente fica conversando na viagem, e fica difícil de E contra, é, e contra. E outra coisa, você fica, por exemplo, a gente já tava em BH, a gente viajou para lá sexta-feira que a gente tinha que resolver um assunto pessoal, ou a gente já tava, você fica sem solução, cara.
Parece que você, entre aspas, é obrigado a fazer a luta, velho, porque não tem punição. Se você não luta, a outra menina nos próximos eventos ela vai lutar, né? E pô, é amador, não tem bolsa, não tem nada. Então, cara, é É até bom também que amador tem que se testar mesmo, amador tem que ir para guerra. E vamos que vamos.
É uma política que o Super Champ adotou que eu acho legal, é já no amador punir financeiramente, né? Eles têm assim, ah, não vou lembrar exatamente a regra agora, mas se eu não me engano é assim, tipo, tu não bateu peso, tu tem que pagar R$100 para o adversário.
Tipo assim, eu acho muito justo, cara. Inclusive, eu não sei se tem algum treinador na live, se alguém, algum treinador vai assistir, mas eu, o Marreco fez um vídeo lá que a gente ficou assim, pô, puto, velho, com isso.
Na hora a gente tá no Instagram, o vídeo.
Aí eu acho, eu acho o seguinte, cara, isso aí eu acho que é 90% de responsabilidade do treinador com atleta amador, cara. Porque o treinador, primeiro que ele tem que saber em qual categoria que ele tá colocando um atleta dele. Pô, eu tenho 100kg, faz sentido eu botar, lutar 67? Pô, não faz, velho, não vou bater o peso. Ou se eu bater o peso, eu vou estar, porra, debilitado, com risco de saúde, de, pô, de acontecer até o pior comigo.
Então eu acho que esse filtro já começa aí. E, porra, é amador, velho, na semana da luta você tá vendo que seu atleta não vai bater peso, velho, o que que impede o treinador ligar para o outro assim, meu amigo, ó, 'Olha, a minha atleta tá com X peso, pô, ela não vai conseguir bater peso. Vamos fazer um peso combinado aqui para não prejudicar vocês aí, vocês não desidratar sua atleta à toa e chegar lá a gente não lutar.' Porra, velho, é amador, a gente não— beleza, vamos fazer um peso combinado.
Mas pô, o cara deixar o dia da pesagem, deixar a galera que é de fora viajar para o evento, porra, pesar, e nem na pesagem a menina foi. A gente teve que ficar correndo atrás, teve que ficar ligando. Aí, pô, nem fez vídeo da pesagem, mandou uma foto só do peso. Então a gente nem sabe, velho. Pô, é total, é total tipo assim descompromisso com o evento, primeiramente, né? Porque pô, STR você já sabe, velho, STR faz as paradas assim certinho, velho.
Mas pô, não depende dos cara, tipo assim, a parte dos cara eles fazem, mas a maioria das outras coisas depende de nós, de nós atletas, nós professores, para fazer com que o evento saia da melhor forma possível. Então eu acho que essa comunicação tem que ter entre os treinadores, de visualizar, pô, não vou conseguir bater o peso, por que que eu vou deixar outra atleta ficar debilitada sendo que eu sei que meu atleta não vai bater o peso, entendeu? Acho que tem que ter essa comunicação.
Com certeza, cara. Esse é um pepino que a gente volta e meia enfrenta aqui no Sul também, né? Claro que agora menos, né? Mas a gente já viu aí luta cair porque o cara chegar Eu vou contar uma história aqui, pessoal que tá por dentro vai saber quem é, mas o cara tipo fechou lá a luta, aí mandou o vídeo da pesagem, um vídeo estranho, né, um vídeo estranho da pesagem, e no outro dia o cara chegou com 20 kg a mais, tá ligado? Não tem como.
E era uma luta profissional. E aí o cara queria a luta, né, queria fazer a luta acontecer, e o adversário não aceitou, justamente, né. A gente sabe ainda, ainda que no profissional, cada quilo, cada grama capaz de fazer diferença. E aí ficava falando que o cara correu da luta, que isso, que aquilo, mas tipo com 20 kg a mais. Então é horrível, cara. Volta e meia acontece, mas é triste porque é um assunto que a gente vem batendo há muito tempo já, né?
Mas assim, amador, amador parou. Parou um pouco de acontecer. Quando acontece é 1kg, 2kg assim, mas é coisa que com o tempo, né? E isso que você pode, pode falar.
E o amador é justamente isso, é o amador vai errar mesmo, velho. O treinador com amador vai errar porque o treinador não conhece 100% atleta até fazer uma primeira desidratação do atleta, velho. Então Às vezes realmente dá errado, pô. Você pensou que ia conseguir, o metabolismo do cara não reagiu da forma que você achou que ia agir, aí deu errado. Beleza, o cara fica 1kg, 1,5kg, pô, beleza. Mas pô, a situação de 9kg, 5kg, pô, 3kg para frente, já tipo assim, é total já desleixo mesmo do atleta.
É, com certeza. Vou colocar aqui o vídeo do Marrecão aqui para a gente assistir.
Acabou com o final de semana do Marreco.
Muita gente, né, o cenário do Muay Thai aqui no Brasil, param de treinar. E às vezes a gente não entende o porquê. A verdade é que é muito desanimador, às vezes, às vezes dá vontade de desistir, às vezes dá vontade de deixar desse jeito, organizado, cada um fazendo do seu jeito, entendeu? É realmente muito chateado com a situação atual do Muay Thai, né? O que a gente tem cansado de ver atleta profissional não batendo peso é que é um erro absurdo, cara, profissional.
Profissional.
Então ele tem o dever de cumprir com as obrigações deles. Agora a gente tá vendo muito atleta amador também nessa pegada de não bater peso, né? E só que tem uma diferença: o atleta amador, ele, o próprio nome já diz, ele é amador, ele não tem experiência com perca de peso, ele não tem experiência com luta. Então cresce a importância do treinador assumir a rédea de fato, né, e começar a mostrar o caminho para ele, o que que ele tem que fazer, acompanhar mesmo, mandar mensagem: qual que é o seu peso agora?
O que que você comeu hoje? Não tá bem treinando, então você não comeu bem. Entender de fato ali como que tá a situação do atleta amador, para que o atleta amador ele consiga cumprir com obrigação. E ele já começa a criar essa parada de, opa, a minha obrigação tem que fazer desde lá do início, né? Para quando chegar no profissional, o cara não começar a faltar com o profissionalismo ali, de não acabar não batendo peso, né? E o treinador realmente acompanhar esse atleta amador, porque ele é um atleta amador.
Eu gosto de falar porque às vezes a galera esquece que o amador ele não tem experiência nenhuma. Então não adianta você colocar um atleta amador a lutar uma categoria muito abaixo do atual dele sem saber como que o corpo dele vai reagir um corte de peso. Então, pô, o cara quer tirar 4, 5 quilos de um atleta amador que nunca fez um corte de peso, ou ele não vai conseguir bater o peso, ou ele vai chegar na luta muito coitado. E a culpa infelizmente não é do atleta, infelizmente, né?
Então, pô, eu acho que a gente não é profissional também para fazer um corte de peso da forma que deveria, porque a gente não acompanha os atletas o dia todo. Então a gente não sabe o que ele come, que horas que ele vai dormir. Então a perda de peso, corte de peso, ele já é arriscado para o atleta. Para a gente que não é formado nessa área ainda, é pior ainda. A gente assume uma responsabilidade de cortar o peso de um atleta que a gente não conhece qual que é a rotina dele, correndo risco de acontecer até o pior inclusive.
Então, pô, um atleta amador tirar 2 quilinhos ali, acho que não atrapalha em nada, né? Não vai atrapalhar na performance, ele vai cumprir com o objetivo dele de boa e vai ter uma boa experiência, primeira luta dele ou das lutas iniciantes, né, que ele faz. Agora, o atleta profissional, de fato, ele mesmo, a galera tá deixando a desejar demais a perda de peso. Isso tá prejudicando a galera que faz um trabalho profissional, que se planeja, que cuida da alimentação, o cara se preocupa realmente com a carreira dele.
Então isso tá atrapalhando muito o cenário. E às vezes a gente vê o nosso esporte não andar pra lado nenhum, ficar estagnado, não ser valorizado, entre vários outros termos que a gente cansa de ouvir, né? É por conta disso, velho. A gente não tá sendo profissional, como que a gente quer ser tratado como tal? Não tem jeito. Nosso esporte, velho, ele tá realmente estagnado por conta de pessoas que querem ser tratados como profissionais, mas não conseguem fazer nem a parte deles, né?
De contrapartida, O evento, ele vende o ingresso, né, para várias pessoas que assistir aquela luta. Chega no dia da luta, atleta não bate peso, tem que sair da luta. Ou seja, o promotor do evento também fica desacreditado do atleta, porque ele não sabe se o atleta realmente vai bater o peso ou não, né. O cara que comprou ingresso, ele também é lesado, porque ele queria assistir aquela luta, ele não vai assistir. Eu queria que entendesse que uma falta de compromisso de um atleta, ele não afeta somente aquele atleta, ele afeta o evento como um todo.
Isso atrapalha aqueles que estão fazendo um trabalho de verdade, tá? O atleta que foi lesado, aquele atleta que bateu peso e cumpriu tudo certinho na risca para bater o peso, com honrar com seu compromisso, ele fica mais na merda ainda. Porque o cara que deixou de participar dos almoços, deixou de participar do churrasco, família É, ele é o cara que treinou para caramba, ele é o cara que cortou o peso e tava ali pronto. Agora, o cara que não bateu peso, a sensação que passa é que ele acha que só ele que sofre para bater o peso, que o outro adversário também não tá sofrendo para bater o peso.
Então, galera, tem todo um gasto para esse atleta chegar no evento para pesagem. Ele desloca de onde ele tá para aquele evento, ele investe alimentação, paga inscrição para tá lutando, enfim. Cara, é muita coisa que acontece para que aquele atleta ele chegue pronto para aquela luta. E quando um não honra com seu compromisso simples de bater um peso, ele acaba com toda uma preparação, com todo um planejamento. Então, cara, é um desabafo mesmo aqui da minha pessoa para vocês, para todos os atletas, treinadores, né?
A gente não vai conseguir ser tratado como profissional se a gente não começar a agir como tal. Galera, a gente cansa de ver atletas aí parando.
Resumidas palavras, né? Resumida não, né? O vídeo longo, né? Acho que você tá mudo aí, Emerson.
Perdão. Uma coisa que eu não sei como é que foi lá, mas aqui ajudou um pouco, é o announcer falar, né, falar isso. Porque assim, aí o pessoal acho que começou a ficar um pouco com vergonha, sabe? Porque antes assim, antes o pessoal não falava. Então, ah, fechou a luta, o cara ficou acima do peso, seguia normal. Aí depois, como começou a acontecer, o anúncio começou a falar, né, tipo assim, ah, dava aquela, vamos chamar no corner vermelho, falava o nome da pessoa, aí o cara entrava todo faceirão, chegou no ringue E falava, ó, carne vermelha aí vai não bater o peso, vai começar com tantos pontos a menos.
Até pro pessoal entender, né, o que que a visão dos árbitros e por que que às vezes o cara vai perder, né, sabendo se ele já entra com pontos a menos. No caso de vocês aí, deu empate, né? Então até pro— eu não sei se lá foi anunciado antes da luta.
Não, eles anunciam, anunciam sim. É igual você chegou a comentar, né, Emerson, que pô, Se a pessoa subiu com 9 kg a mais, ela não deveria nem ganhar, né? Mas aí é complicado, como eu te falei, né? Acaba que a gente acaba se apoiando nessa desculpa, né? Pô, ganhou porque tava com peso a mais. A gente sabe que isso influencia totalmente, né? Mas pô, já que você aceitou também, você não pode já aceitar uma parada para depois, se ganhar, você contar vantagem.
Já ganhei com 10 kg a mais. Perdeu, perdeu. Eu acho que por isso que é realmente os pontos não deveriam levar em consideração, porque o cara aceitou a lutar, ele tá assumindo os riscos. Agora, uma punição ali no bolso, que é onde todo ser humano, né, costuma sentir, eu acho que é válida mesmo. E pô, inclusive já devia ser regra do evento, velho. Ó, não bateu, mesmo que seja amador, 'Olha, já saiba que você vai ter que desembolsar, sei lá, R$200, R$100, só para a galera ter esse comprometimento.' E eu vou te falar uma parada, o announcer anunciar isso aí, acho que já ficou normal também.
A galera já começou a acostumar, não sente vergonha não. No começo eu acho que sim, surtiu efeito. Hoje eles fazem: 'Ah não, é isso mesmo.' Até os cara lá no evento mais top do Brasil, os cara anuncia que está com ponto a menos, os cara nem liga, então tá normal. Eu acho que já virou isso já também, porra.
É uma visão que eu não tinha, mas realmente pode ter acontecido isso mesmo.
Já acostumou, cara, pode ter certeza. A galera nem sente vergonha com isso mais, cara.
O William aqui, que é o auto vale lajeado, treinador e atleta, já sabe no início da semana se não vão bater o peso, com certeza.
Exatamente. Aí, pronto, é isso aí. A gente, pô, a Aninha aqui, ela tava, ela lutou no 5x7 Ela, quando ela falou assim, eu quero lutar, ela tava com 66 kg. A gente falou assim, Aninha, se você não chegar pelo menos no 63, não tem como te casar no 57. Aí, pô, isso é o quê, 4 meses antes da luta, 5 meses, sei lá, que ela falou assim, eu quero lutar. Eu falei, não, vamos começar a baixar o peso, que, pô, a sua categoria é 57, para sua estrutura, pela sua altura, não tem como a gente pôr mais pesado não.
Você vai pegar, vai pegar gente muito mais forte que você, você vai sentir muito essa saudade. Pô, a menina chegou na semana quando casou a luta mesmo, a menina já tava com 61, pô. Aí você descer isso aí faltando 2, 3 meses, todo treinador sabe que, pô, é ridículo, né? Ela nem desidratou, para ser sincero, ela já chegou no peso, ficou só de um dia para o outro ali sem fazer mais refeição, acabou, chegou lá, bateu o peso, nem ficou sem beber água muito tempo, enfim, né?
E é justamente isso, na semana da luta, o treinador, o atleta, o próprio atleta já sabe, pô, eu não vou conseguir bater o peso.
Sim, é isso aí. E aí, né, tem a opção de não deixar o outro atleta sofrendo também, né? Por mais que nesse caso aí a tua menina não sofreu tanto para bater, mas a gente sabe que tem casos que o pessoal sofre, né? Então quanto antes houver essa comunicação, que é uma coisa que tu falou aí que faz todo sentido, né, conversar, ligar, dar uma perguntada, como é que tá, E era isso, não tem muita explicação, mas enfim.
O evento já sabe que, pô, luta amadora, a probabilidade dela não acontecer é uns 90%. Se acontecer, pô, graças a Deus, porque é muito imprevisível. O próprio atleta tem medo, aí tá muito animado ali de lutar, mas chega na semana já dá aquele frio na barriga, já começa a passar mal, já quer desistir, pô. Aí coisas aí que todo mundo já tá cansado de saber, que, pô, é só quem tá predestinado mesmo, tá com porra, ele vai subir, esse cara vai subir, o menino, né, no caso, né.
Então, pô, é na semana da luta, velho, liga para o treinador, falou, meu amigo, ó, se eu não, se você não conseguir aceitar a luta, por exemplo, no 63, eu vou ter que tirar minha menina porque ela não vai bater o peso. Aí, pô, não desidrata outra atleta. Às vezes a minha menina também tá com dificuldade de bater peso, pô. Aí eu falo, graças a Deus, bom casar a luta assim no 63 porque vai facilitar para mim também. Acabou, vou resolver o problema, ninguém sofreu e o esporte não sai prejudicado, cara, que é o principal.
É isso aí, é isso aí. Mas enfim, como é que foi o STR lá? Eu confesso que eu não consegui assistir, tá? Mas como é que foi assim a luta? Se teve algum destaque?
Então, cara, o STR ele trouxe a proposta de fazer um card 80% amador, acho que até mais, né? E Semi-pro, né, para revelar ali a galera mesmo. Eu vi muita gente nova nesse card aí, que eu fico impressionado do quanto, quanto de equipe e atletas tem em Minas, cara. Porque, pô, um evento que teve mais de 40 lutas e você vê muita gente desconhecida, né, no cenário, então é algo diferente. Mas tipo assim, infelizmente o destaque é a falta de profissionalismo do peso, cara, no card semi-pro, que era o card principal.
A gente teve uma luta também que caiu por peso, teve uma luta também que caiu, eu não sei qual foi o motivo. Era prevista 5 lutas no card semiprofissional, aconteceram 3, né? E uma, por exemplo, que eu tava, pô, muito ansioso para assistir, cara, do Arthur Xavier e do Mike César, que é um menino que talvez você até conheça também. Sim, pô, tava muito ansioso que eu gosto muito do Arthur, sou fã dele mesmo. E tava doido para ver como é que ele se sobressaiu na luta.
O próprio Arthur não bateu peso, então uma das lutas mais esperadas ali do evento acabou não acontecendo. Deixa eu ver aqui qual que foi as outras partes.
Até o Pelejo, quando participava aqui do programa, ele levantou essa questão de tirar o menos peso possível, né, se possível até tentar lutar com peso corpo. E aí tem quem é contra, quem é a favor, né, por N motivos. Mas eu assim, eu entendo o que ele quer dizer, né. Que ele quer dizer é o cara não fazer loucura, né. Não adianta que nem tu mesmo falou, o cara pesar 70 quilos ali treinando e querer lutar 5x7, né. Não tem por que fazer, né.
Então se tu treinando ali, sabe que se tu tiver treinando 100%, tu vai bater ali, sei lá, um 65, faz um 63,5, mano. Não tem por que fazer 57. Ah, se tu tá muito acima, não tem por quê. Então, na verdade, eles, eles, eles, ele, o que que ele defende, né, é não se prejudicar, né, não prejudicar a saúde física para bater um peso que não é o teu. O Max também usa essa, usou essa essa frase, né? Ele falou assim: ah, não adianta tu pesar 80kg e lutar no 63,5 para bater nos cara pequeno, né?
Então tu não é campeão do 63, tu é um cara que desce para bater nos cara pequeno. Então é isso, né? E isso o atleta tem que saber desde sempre, né? Qual que é a sua categoria e até onde ele consegue chegar. Então é que nem tu falou, é um, é uma entender primeiramente, né? Usar inteligência entendeu o quanto o corpo pode, até onde o corpo pode ir, e se programar para isso, né. Jonas Nunes também, que a gente sempre usou por muito tempo ele como exemplo, porque ele era um cara que lutava 63,5, só que no off ele ficava em 66, 67, sabe.
Então, um cara que sempre, sempre cuidou a dieta, mesmo ele não tendo luta marcada, ele levava, levava uma dieta para não subir muito, porque quando marcasse luta ele não precisar sofrer para bater, né.
Então, exatamente, cara. O Marreco aqui trabalha com, o Marreco aqui, MC, ele trabalha com 3kg, cara. 3, 5 se for um cara muito com metabolismo bom, aquele cara que treina e já perde 1kg, sabe, só de treino normal mesmo. Tem esses caras que é, tem uns caras que favorece também a genética, né.
Sim, sim, porque aí vai do treinador entender isso também, né.
Exato, pô. Você tem atleta que você vai conseguir tirar 5kg dele tranquilo. Tem atleta que você vai morrer para tirar 1kg, pô. Tem atleta que tem muito músculo, velho, e você, pô, é muito difícil tirar peso de quem é musculoso, velho, quem tem muita, percentual de gordura é baixo, né.
E até mesmo os atletas que fazem peso menor, né, o Fontes é um exemplo disso, né. O Fontes ali, ele começa a ficar ruim para ele quando tem que tirar, quando ele tá perto de 50 ali, porque não tem de onde tirar, né.
De onde tirar, exato. Tem que catabolizar, né. Verdade é essa. A gente costuma olhar aqui, cara, a estrutura do atleta, altura, a força, para a gente visualizar categoria ali que ele vai ser competitivo. Porque também, porra, aí o cara vai comentar comigo, fala assim: pô, mas meu aluno ele é fraco, ele não tem força. Pô, aí é trabalho de força, pô, tem que botar força nesse cara. Tem gente que tem genética, tem gente que tem mais força, tem gente que tem mais velocidade.
É característica que você vai desenvolvendo também, não tem como. Mas pô, o que tem que se levar em consideração primeiro é, primeiro, se o cara vai bater o peso. Aí os outros atributos, que é se é a categoria certa para o atleta, se não é pela altura, né? Aí beleza, aí tu vai avaliando. Mas pô, eu acho que o principal é a saúde, principalmente que a gente conhece, vamos lá, 90% dos atletas amadores Nem chega no semipro, ou seja, fez ali só para poder se testar, para tá vivendo um momento ali que ele quis se superar.
Depois nem treina mais, cara. Aí o cara corre um risco de ter uma sequela aí para vida inteira por se arriscar ali em algo que é desnecessário, mano. Essa é a verdade.
Exatamente. Ó, o Open Arma mandou aqui: no Open, nos últimos eventos, incidência de não bater o peso quase zero. Atletas amadores batendo peso com excelência, acredito que treinadores estão colocando seus atletas no peso mais certo possível. É isso aí, é usar inteligência, né? É entender isso, é entender que tu não vai, tu não vai ser beneficiado se tu chegar com 1kg acima ou 5kg acima no amador, né? Porque tu vai fazer teu atleta sofrer e ele não vai recuperar em um dia, não vai, não vai ficar 100%, né?
Então o ideal é casar no peso mais próximo possível, desidratar o menos possível para fazer uma boa apresentação. E aí estamos falando de amador, né? Então com o passar de tempo tu vai entendendo até onde teu atleta pode ir, e é normal também o pessoal ir baixando, né, com a experiência, e baixando ao natural. Então a gente tinha aqui até o Chorão, que era um cara que ele começou lutando +93 e terminou lutando aí 7x5, né? Acho que a última luta dele foi até 7x5.
Um atleta profissional que não foi fazendo loucura, foi baixando ao natural, né? Então é isso, é entender o processo.
O Kauan, a gente fez isso, cara. O Kauan, o peso dele no off aqui é 66, 66,5 kg. A gente colocou ele no 66, aí depois botou ele no 63,5 kg, depois lutou com ele no 66 de novo aí não perder peso. E pô, a gente viu que para ele, velho, não é vantagem tá nessa categoria, ele tem que baixar para 61, porque no off dele agora ele tá batendo 63, 500, 64. Porque quando o atleta já começa, ele mantém uma rotina de alimentação, de treino, né, intenso, ele não sobe de peso mais, velho.
Se o cara quer ser atleta, ele não, pô, ele tinha 70 kg e baixou, ele não volta para 70, 70 e poucos, não. Ele vai querendo ou não, ele vai mantendo um peso ali da rotina de alimentar dele, né, da quantidade de treinos. Então, Cauã já é um cara que a gente já vai testar ele no 61, porque 63, 500 você tá indo praticamente sem desidratar. Aí não compensa para o cara, porque sai prejudicado na categoria, entendeu? Sim, mas aí é teste, né? 66, 63, 500, voltou para 66, depois 61. Quer dizer, no 61 a gente não lutou ainda, mas vai fazer.
É, aqui a gente não costuma ter 61. Aqui as categorias são 60. Se eu for falar todas, né, 48, 51, 54, 57, 60, 63,5, 67. Agora inventaram 65 também, né? 65, 67, 71, 75, 81, 86 e mais 93. Aqui não tem assim muito as quebradas, né? Tipo, eu vejo em alguns lugares fazer 50, outros lugares fazer 52, em meio a um também, né? Eu não sei, não sei. Aqui pelo menos é mais natural esses pesos que eu falei. Mas enfim, é só para trazer aqui então, o Attack Fight, ele lançou ali o card do New Talents, né?
Eu falei 35 lutas, 36 lutas fechadas, só que tem 30 4 atletas esperando para casar a luta. Então acredito que vai aumentar um pouco esse número aí, né? Quem quiser ver com mais detalhes, tá lá no story lá do @attackfight, tem lá. Não vou citar aqui todos os pesos que eles precisam, né, que é muita gente. Então, mas tem ali de praticamente todas as categorias. Então quem quiser colocar aí gente para lutar no New Talent ainda dá tempo.
Tem desde de 45 até 8.1. Então tem para todo mundo ali. Então quem quiser colocar alguém para lutar no New Talents, vai lá no store do Attack Fight, clica no link e já chama lá para ver como é que funciona. Também, né, sempre tem que dar uma lembrada que vai acontecer em setembro o BFT, que é um evento que acontece na Serra Gaúcha. É o BFT Stadium, que tá, que tá voltando. Eu acho que esse ano eles, não sei se chegaram a fazer uma edição, mas tá, né, o treinador, o CEO lá, ele tava na Tailândia, então ficou um tempo por lá, ficou um tempo parado, né, com o evento.
Mas tá voltando agora, vai fazer em setembro, e tá com inscrições abertas. Gosto de salientar bastante isso porque é um evento fora aqui do nosso eixo, né. Deixa aqui da região metropolitana. Então é legal que o pessoal da região metropolitana também suba, né, para fazer, porque isso acaba trazendo novos adeptos aí para todo mundo, né. O pessoal da serra acaba conhecendo o evento ou conhecendo o atleta, e o pessoal aqui da região metropolitana acaba conhecendo melhor o evento, né.
Então é um ganha-ganha aí para todo mundo. Então chamem lá, @BFT Boxing Stadium e conversa lá. Eu acho que quem tá fechando as lutas é o Cardoso, se eu não me engano, Matheus Cardoso. Então chama ele lá e garante. Qual que é a ideia aí para o final de semana agora? É agora? Ah não, eu vi que o Minas Stadium anunciou dia 30 de agosto, né, próxima edição.
Dia 30. E o próximo evento que a gente tem é dia 11, o Território League. É o que a gente, inclusive, né, a gente ia lutar lá também no território, só que acabou que o cara que ia lutar com o Kawanan não aceitou a luta. Aí o Goizer ficou em cima, a gente já não vai mais, meu.
E para finalizar, como é que tá aí? Não sei se tá conseguindo acompanhar, como é que tá essa história aí de Decker versus Jonas aí em Minas?
Cara, aqui a gente, na verdade, a gente tá mais acompanhando vocês aí do que aqui, né? O Decker agora ficou quietinho, né? Não tem falado muito mais nada, né? Mas eu encontrei com o Decker, velho. O Decker agora ele já deu uma, passou a luta, né? Inclusive ele é namorado da Ana, né, da nossa atleta aqui. A gente encontrou com ele, já tá bem mais assim sensato, já trocou uma ideia assim com a gente, mais de visualizando mais de como que foi a luta.
E pô, ele é um moleque muito diferente, velho. A gente, eu enfatizei isso que na primeira luta que ele teve com Ian lá assim no cenário assim, com nível mais acima. Ele falou assim, cara, ele perdeu e falou que ia voltar melhor. Realmente voltou tanto melhor que chegou na final do Open Iron, né? Eu acredito que ele vai evoluir muito e breve, breve vai estar fazendo frente aí de novo. E com o Jonas, né, eu acho que é mais é o lado do Jonas mesmo, né? Se o Jonas lutar, ele com certeza vai estar pronto para lutar.
Sei, eu também. Isso é uma incógnita, na verdade. A gente não pode afirmar ainda, né? Que a gente sabe, todos já falou bastante do Jonas aqui, né, que ele tem cirurgia para fazer, tem isso, tem aquilo. Mas a gente já viu que o Juliano tá querendo, né? É uma luta interessante, né?
Se o promotor quer, meu amigo, ele vai fazer acontecer.
Fechou por hoje, né, Silvestre? 9 horas e 2 minutos. Recadinho final, fica à vontade, galera.
Tamo junto, obrigado aí para vocês que nos acompanharam. Segue a gente na rede social também lá, Marreco Marreco na Voz. Se você não é inscrito no canal, se inscreva, deixa o seu like, torne-se membro. Membro por apenas R$7,99, né, Emerson? Atualizou, é uma pechincha para você que gasta dinheiro com tantas outras coisas irrelevantes. Pô, todos os dias Café com Resenha tá ao vivo aqui pela manhã trazendo informações. Atualiza a gente todos os dias também lá no Instagram, pô, com um parâmetro geral do que tá acontecendo no Muay Thai, de brasileiros também fora do Brasil.
Não é nada para você, R$7,99 para a gente ajuda muito. E é isso, tamo junto, até quarta que vem.
Isso aí, muito obrigado, Silvestre, pela parceria de sempre. Muito obrigado a todo mundo que passou aqui também no chat. O pessoal que também não entrou, né, o que tem bastante gente que assiste mas não comenta nada aqui, deixa o like, compartilha o vídeo, e amanhã estaremos de volta aqui às 8:15 da manhã para falar de Muay Thai, trazer a sua dose diária de Muay Thai. Forte abraço, ótima quarta-feira, e até lá! Valeu, Silvestre!
Ao vivo aí ainda? Tá. Meu pai tá me ligando aqui, tomei até um susto.