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Na Ponta dos Dedos #298 - Kimi Antonelli vence a terceira no GP de Miami

06 de maio de 20261h7min
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Na 18ª edição da oitava temporada do podcast, Rafael Lopes e Luciano Burti comentam tudo sobre o GP de Miami e mais uma vitória de Kimi Antonelli
Assuntos3
  • Vitória de Antonelli na F1Vitória de Kimi Antonelli · Mudanças no regulamento de energia · Desempenho da McLaren · Problemas de Leclerc · Desempenho da Mercedes · Comparativo de pistas (Miami vs Japão vs Canadá)
  • Kimi Antonelli e seus recordesRecordes de poles e vitórias consecutivas · Comparação com outros pilotos · Pressão psicológica e maturidade · Papel de Toto Wolff · Desempenho na classificação
  • George Russell sob pressãoRenovação de contrato e futuro na Mercedes · Comparação com Kimi Antonelli · Dificuldades em pistas de baixa aderência · Possível interesse da Mercedes em Max Verstappen
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Amigos do GE e do Sport TV, sejam muito bem-vindos a mais uma edição do Na Ponta dos Dedos, a edição de número 298, a 18ª dessa 8ª temporada do podcast. Vamos falar bastante sobre o grande prêmio de Miami de Fórmula 1 também, etapa de Miami da Fórmula 2, as duas corridas que movimentaram a Autódromo Internacional de Miami no último fim de semana, aquele circuito montado ao redor do estádio do Miami Dolphins. Vamos para a gente comentar...

Tudo sobre o fim de semana. Eu estou aqui mais uma vez com o meu velho companheiro Luciano Burte, que assistiu pela televisão nesse fim de semana, mas vai estar de volta com a gente lá no Canadá. Tudo bem, Luciano? Seja muito bem-vindo mais uma vez ao Na Ponta dos Dedos.

Fala, Rafa. Tamo junto. Sim, cara, assisti. Fui forçado a ficar de fora dessa, mas tamo junto no Canadá. Bom, eu vou falar uma coisa que você sabe, né? Acho que é interessante para as pessoas também entenderem. Quando você está em casa, ao invés de estar lá comentando, narrando...

Você enxerga muito mais a corrida, você enxerga mais detalhes. Por quê? Quando a gente está indo no estúdio, fazendo a transmissão, você está olhando a imagem, mas está olhando a tela, você está olhando o rádio, tem o rádio escrito também, não somente o áudio. Você olha o tempo de volta, você olha a diferença, você olha tanta coisa, tentando estar atento para tudo.

que é muito diferente de quando você está no sofá de casa. Então, aqui, eu até evitei de ter muita informação, fiquei olhando para a TV e a gente em casa enxerga mais as coisas. Então, é uma experiência interessante também, mas, como eu disse, na próxima a gente está junto de novo, Rafa. Deve fazer mais um GP, um GP importante, que vai ser isso do Canadá.

e a gente vai falar mais a respeito, mas Miami já teve uma reviravolta, eu acho que no Canadá pode ter o segundo passo dessas mudanças da Fórmula 1. Que aliás, a gente vai debater essas mudanças no início do programa, falar se funcionaram ou não, pelo menos nessa pista. Canadá, circuito de Livlenay, um circuito tradicionalíssimo, que normalmente proporciona boas corridas.

Mas o GP do Canadá a gente vai falar ao longo das próximas semanas e também no fim dessa edição do Na Ponta dos Dedos. Mande sua mensagem na hashtag NaPontaDosDedos aqui no chat do YouTube. A gente lê as perguntas, mande sua pergunta, mande seu comentário que a gente vai lendo aqui ao longo do programa. E para começar, a gente tem, claro, a última volta do Grande Prêmio de Miami na narração do nosso querido amigo Bruno Fonseca.

Estamos na última volta da prova em Miami. A McLaren nesse momento colocando dois carros no pódio.

Já, já, a transmissão vai mostrar certamente o Antonelli, o mais jovem a fazer uma pole na história da Fórmula 1. O mais jovem a liderar o campeonato de uma categoria com 76 anos de história. Três poles seguidas, se aproximando de três vitórias seguidas, Leclerc. O que aconteceu, Leclerc? Rodando na pista, perdendo muito tempo, o piloto da Ferrari. Que isso!

O Piastri passou, é o terceiro. Já tinha feito a ultrapassagem, agora o Leclerc foi lá fora. Está com muita dificuldade com o seu carro nesse final.

Com problemas no carro, o Leclerc claramente, né? E agora a transmissão sim, mostrando o líder da prova no retão, na última passagem do Antonelli. Números absurdos, se juntando a Damon Hill e também a Mika Hakkinen. Conquistou as suas três primeiras vitórias de forma consecutiva na Fórmula 1.

Essa é a prateleira que Antonelli quer estar. Um futuro campeão mundial. Na última curva, Quimio Antonelli da Mercedes. Brilhando na Fórmula 1. Terceira vitória consecutiva do italiano. Norris chega em segundo.

Piastra em terceiro já tinha passado o Leclerc. E o Leclerc ainda rodou depois com dificuldades. Agora o Russell vai para cima do Leclerc, ainda tem a chance de ganhar a posição. Vamos ver. Pode ser que o piloto da Ferrari perca mais uma posição agora. O Russell passa e sem dificuldade. E os dois se tornam. E aí, Leclerc?

Na curva 17. O Rocio passou. O Max também vai para cima. Que desespero agora para o piloto da Ferrari. Perdendo muitas posições nesse final. E o Max também foi para cima. Max Verstappen à frente do Leclerc. Na quinta posição. Que final de prova é esse?

Está aí a vitória do Quimio Antonelli, terceira vitória seguida. E acho que a última volta é meio que um resumo do que aconteceu nessa prova. Uma prova extremamente movimentada, em que na última volta você não conseguiu acompanhar o vencedor da prova ao longo do traçado inteiro. Teve incidentes com o Leclerc, ultrapassagem, o Leclerc escapando e depois tomando punição pós-prova, 20 segundos.

Leclerc, a gente vai falar um pouquinho mais para frente. A gente vai começar a falar, Luciano, sobre o regulamento novo. A gente viu todos aqueles ajustes que foram feitos, a questão da energia, a questão da entrega de potência. Num circuito, tudo bem, Miami é um circuito que...

que favorece essa questão da recuperação de energia, mas funcionou melhor do que a encomenda. As ultrapassagens não estavam mais tão fáceis, não eram tão artificiais como foram faladas nas corridas anteriores, principalmente no Japão. E a corrida foi movimentada do início ao fim, com direito até a mudança de horário na corrida por causa de uma ameaça de tempestade.

Exato, Rafa. Vamos lá. E acho que você já falou algo muito importante sobre essa questão das mudanças. As mudanças.

funcionaram tá mas também não a gente não pode querer fazer um raio-x comparando Miami com Japão são são quase opostos né o Japão uma pista que não favorece a recarga das baterias né uma pista que não tem tanta frenagem aquela sequência daqueles S de alta aquela parte final da volta também da curva Spoon na 130

que você só vem aliviando o pé e freando fraco, então não favorece, diferentemente de Miami, que é praticamente uma pista de rua, por mais que seja um estádio, um estacionamento, é uma pista de rua com freadas fortes constantemente. Então, as mudanças funcionaram, mas, de novo, não é uma comparação tão real de uma corrida para outra. Canadá, por exemplo, vai ser difícil, por mais que tenha freadas fortes, no Canadá tem muita reta.

Então, em retas longas, né? Então, Canadá não vai ajudar tanto a Fórmula 1 nesse sentido, não vai ajudar tanto os carros a recarregarem as baterias, né? Então, vamos ver o que acontece, mas acho que a gente tem que levar isso corrida a corrida. Eu acho que todo mundo entendeu, né? Acho eu, pelo menos, que esse regulamento mudou esse tanto por uma questão de favorecer.

as montadoras que investem na Fórmula 1 em relação aos carros de rua, questão do motor elétrico e tal, está sendo tudo repensado, Rafa, acho que nunca também seria possível ter essa conclusão enquanto não fizesse uma mudança tão radical quanto essa foi, já viram o que funcionou, já viram também o que não funcionou, mas acho que foi legal, acho que também não dá para ficar querendo tirar conclusão, corrida, corrida, porque, de novo, cada pista vai ter um efeito, cada pista vai ter um resultado.

Miami foi muito favorável, a corrida foi boa. Até vou te falar, Rafa, no sábado, na corrida sprint, eu achei que foram poucas ultrapassagens. Eu falei, putz, todo mundo reclamando das ultrapassagens meio artificiais, mas também não foi legal. Já no domingo foi muito bom, as ultrapassagens foram legais.

um número bom de disputas e ultrapassagens. Então, é isso, cara. Funcionou. Mas calma, vamos esperar. Tem Canadá, tem uma sequência aí. E sim, cada pista vai ser um resultado diferente até a Fórmula 1 conseguir corrigir isso melhor, que, na verdade, é mais para 2027.

A gente viu, como você bem disse, uma pista que recupera bem a energia e a gente está partindo para Montreal, que é a próxima prova no fim do mês, 22, 23 e 24 de maio, no último fim de semana do mês.

que é uma pista, em teoria, também de fácil ou de boas condições de recuperação de energia. São retas separadas por chicanes, você não tem uma curva de alta velocidade, é tudo curva de baixa ou média, uma ou outra média de velocidade, mas é basicamente reta, freada, reta, freada, reta, freada.

Isso deve facilitar também a vida dos pilotos lá. Quando a gente vê que funcionou em Miami, é como você disse, não quer dizer que vai funcionar para o restante do campeonato. Mas eu acho, Luciano, e a gente acompanha a Fórmula há muito tempo, você esteve lá como piloto, você sabe como funciona essa questão política. Eu já acho que ter funcionado e todo mundo ter caminhado para esse lado do prévio.

de que para fazer funcionar, eu acho uma grande notícia para a Fórmula 1 atual. Aquela história, a gente falou bastante do conceito dos esportes americanos, das franquias, de todo mundo ali meio que remando para o mesmo lado, e a Fórmula 1 parece que...

Claro que ainda tem um lado político e sempre vai ter, mas parece que pelo menos nessa situação que a categoria se encontrou depois das primeiras corridas do ano, todo mundo resolveu remar para o mesmo lado e funcionou. É um bom indício de que pelo menos para o restante do campeonato, a gente vai ter alguma chance de não ter mais aqueles problemas no início do ano.

Sim, Rafa, mas vamos lá, dependendo da pista, vou pegar algumas aqui na minha cabeça, vai tipo Áustria. É, Áustria é complicado. Tem algumas pistas que, então, tem algumas, Silverstone mesmo também, entendeu? Tem algumas pistas que tem curvas de alta, um swing legal, né, que é legal, mas que não favorece a recarga das baterias. Vou te falar, você até falou melhor do que eu, tá? Você tem razão, o Canadá...

ele é propício, as freadas fortes são propícias para recarregar a bateria. Eu que não me expliquei tão bem. Acontece que como tem o limite dessa recarga, que no caso da classificação agora são 7 megajoules, tem muita reta lá. Então, em alguma reta, vai faltar potência. Você entende? Então, sim, as freadas são ótimas até. Na minha época, por exemplo, ao invés de usar o disco de freio de 25 milímetros,

A gente usava o disco de freio de 28 milímetros, de tão forte que são as freadas de tamanha exigência que você aplica sobre os freios. Aconteceu isso em Canadá e também em Monza. Então, assim, a freada é super forte. Você tem toda a razão, recarrega muitas baterias, mas tem um limite de quanto pode recarregar por volta. Então, em alguma reta, vai faltar energia. Por isso que eu digo que não é, talvez, o traçado ideal.

Então, concordo com você, acho que foi no caminho certo, não tem muita mágica para fazer, eles podem fazer mais algum ajustezinho, mas acho que não tem muito de sair de onde saiu, e sim, em algumas pistas não vão ser muito boas, cara, Áustria, Silverson, pensando que daqui a pouco vem mais alguma na cabeça, enquanto outras serão muito boas, né? Friadas fortes, retas não tão longas, então vai ser corrida a corrida, o que importa, Rafa? Eu vou falar também o seguinte.

A gente viu um GP de Miami super disputado. Eu não esperava, na quarta prova do ano, ter quatro equipes ali brigando meio de igual para igual. Porque, de repente, sim, a Mercedes, mais forte. Mas eu vou dizer que a McLaren está no mínimo, já no mesmo nível. Para mim é ali, que a gente vai falar daqui a pouco.

o Norris perdeu a corrida, a McLaren perdeu a corrida por questão de uma estratégia, de não só ter parado uma volta depois do Antonelli e por ter um pit stop que demorou um pouquinho mais, seis décimos a mais do que o pit stop da Mercedes. E, cara, foi isso. Você vê que o carro que estivesse à frente...

conseguia lá abrir uma certa vantagem por conta daquela turbulência do ar, ou seja, o desempenho era muito parecido entre os dois, mas tinha lá um Verstappen que classificou em segundo, tem uma Ferrari que estava ali com pinta de poder brigar de igual para igual também, tanto classificação quanto corrida, ou seja, cara, super legal, quatro equipes disputando, eu sei que...

A Mercedes ainda não colocou as novidades no carro, os upgrades no carro, vai fazer isso no Canadá, então pode despontar novamente? Vamos ver. Mas acho que, cara, está tudo bem, está tudo bem. A gente talvez tomou um susto no começo do ano. Eu posso falar por mim, tá? Uma Mercedes muito à frente, lembra? Parecia que está a Mercedes. Putz, vai ser um daqueles anos que a Mercedes vai passear.

Tudo bem que eles ganharam praticamente tudo até agora, mas a gente viu nessa última prova, cara, que foi uma questão muito mais de estratégia do que de desempenho. Várias ultrapassagens, a gente está vendo um pelotão ali já bem mais compacto. Então, cara, está tudo funcionando. Acho que a gente tem que olhar o lado bom e, sim, esperar um pouquinho para que algumas coisas que não possam ser corrigidas esse ano sejam corrigidas para o ano que vem.

Mas, cara, acho que está tudo bem. Melhor do que eu esperava para a quarta etapa do campeonato.

Concordo com você, acho que está melhor realmente do que era esperado e os ajustes colaboraram para isso no Grande Prêmio de Miami. Para a gente começar a falar efetivamente da corrida, Luciano, antes da gente ir para os assuntos da prova, a gente tem ali o que o nosso querido André Aquim Antonelli falou depois da corrida, falando basicamente sobre a questão dos recordes.

Bateu mais algumas marcas nesse fim de semana e ele deu essa entrevista após a corrida para o Jenson Button ali antes do pódio.

E então eu fiz um pequeno erro com o gerente de energia, tentando obter a charge, e então eu perdi o lugar para Lando.

Então a paz foi forte, eu consegui ficar perto e a equipe fez uma estratégia ótima, nós fizemos um grande undercut e nós conseguimos trazer isso para casa, mesmo que não era fácil. Obrigado, obrigado. Eu quero dizer, é só o começo, a caminho ainda é longo, mas nós estamos trabalhando super hard e a equipe está fazendo um trabalho incrível e sem eles eu não estaria aqui. Então, principalmente, obrigado a eles, a minha família. E eu vou gostar dessa e depois voltar para o trabalho, porque Canadá está em dois meses.

Aí o Kimi Antonelli feliz com a vitória.

ele ainda tem coisas a resolver para esse ano, a gente sabe disso, questão da largada principalmente, acho que é o grande ponto de atenção para ele, mas ele já melhorou na corrida de domingo. De qualquer forma, Luciano, eu confesso que sou um fã do Antonelli, acompanho ele desde as categorias de base, já fiz corrida dele em Fórmula 4, é realmente para mim, sempre foi um fenômeno, e ano passado fui um a defender o Kimi das críticas que ele recebeu ali, depois daquele meio de temporada complicado.

Mas confesso ao mesmo tempo que eu não esperava um Kimi dessa forma tão forte quanto o que a gente está vendo nesse início de ano. O Kimi simplesmente está dando um banho.

em termos de pontos, principalmente depois do grande prêmio da China, que foi a primeira vitória dele, sobre o George Russell, companheiro de equipe dele. Ele é o terceiro piloto a fazer as três primeiras pôles consecutivas, foi o terceiro piloto a vencer as três primeiras provas consecutivamente. Ele tem a questão de ser o único na história a marcar as três primeiras pôles e converter essas três primeiras pôles em vitórias.

Quer dizer, são números impressionantes para um moleque, e eu vou falar moleque, que eu gosto dele e é carinhoso, de 19 anos. Rafa, sim, você tem razão, eu concordo com você. Em algum momento do ano passado, ele estava numa performance muito abaixo do esperado.

né depois será que realmente esse moleque tá pronto para estar onde tá e aí é uma questão que eu sempre os né o minha frase o sucesso é circunstancial então vamos lá cara vou chamar de moleque também com todo carinho esse menino não tem como não torcer porque além de ser um moleque de 19 anos ele é carismático nesse jeitinho italiano moleque simpático

gente boa, tipo, né? Dá vontade de botar no colo, assim. Pô, moleque super legal. Família ali, você vê presente, mas de um jeito legal, sem o pai dele, né? Um cara que tá ali com ele o tempo todo, mas sem querer, diferentemente de alguns pais de pilotos, sem querer aparecer mais do que o filho e tal. Então, família legal, moleque legal, super talentoso, super talentoso. Mas por que que eu falo das circunstâncias, né, Rafa? Se a gente...

vai só pelos resultados, a gente tem que lembrar que quando eu falo circunstâncias, algumas coisas estão ajudando. E, cara, isso é fundamental para qualquer piloto, seja Ayrton Senna, Michael Schumacher, todos esses caras muito, né? Hamilton.

muito talentosos, muito fora da curva, eles têm também uma estrela, algo que ajuda, em termos de, seja o que quer chamar de sorte, quer chamar de circunstância, não importa. Eles têm um brilho ali, que além de todo o talento, toda a capacidade, todo o mérito, tem uma energia boa que ajuda a empurrar esses caras. E você vê no caso do Antonelli, e não que isso vai durar o ano inteiro, mas vamos lembrar.

o Russell começou como grande favorito porque o Russell o ano inteiro praticamente ano passado andou à frente do Antonelli é muito mais experiente tal

O Russell foi super rápido lá na pré-temporada, andou super bem já de cara na Austrália. Mas aí começou, algumas coisas foram acontecendo. Então, a gente lembra do problema que o Russell teve na classificação no GP da China, o carro teve problema. Aí depois no Japão, o Russell poderia ter vencido aquela prova, teve aquele safety car que acabou favorecendo o Antonelli.

aí vai para essa outra prova uma pista que o russell nunca andou bem o russell nunca andou bem em miami então ele sabe que essa é uma pista difícil para ele ou seja foram três corridas na sequência que o russell que eu mesmo apontava como favorito teve algumas questões aí que o atrapalharam e o antonelli capitalizou cara então ele mandou super bem eu não tô tirando nenhum mérito dele tá só tô falando que é importante a gente olhar o todo

ver que além de ser um moleque super talentoso, de estar com o melhor carro do grid nas mãos, algumas coisas têm acontecido e têm ajudado, mas ele tem feito a parte dele, então super legal. Torço por ele, tá? Digo isso aqui tudo, torcendo por ele. Ainda aposto muito no Russell, tá, Rafa? Eu acho que o Russell, por exemplo, agora vai ser um...

para ver se o que eu estou falando aqui faz algum sentido, a gente vai para uma pista no Canadá, onde o Russell, por exemplo, venceu ano passado. Então, cara, agora não tem nenhuma questão do Russell, quer dizer, problemas podem acontecer, mas é para o Russell chegar lá e tentar mostrar a autoridade dele ainda, como talvez o piloto mais forte da equipe. Mas super legal de ver o Antonelli com 19 anos.

Líder no campeonato, ganhando três corridas seguidas. Se alguém falasse faz uma aposta, jamais ia apostar no Antonelli vencendo três provas esse ano. Quanto mais três provas seguidas como essas. Então, super legal. A dúvida agora é se a Mercedes...

vai conseguir manter essa vantagem que eles têm. Eles prometeram trazer algumas novidades para o Canadá, que não é uma pista tão comum, uma pista de freada forte, tração e reta. Então, uma pista típica, mas quem sabe eles conseguem melhorar ainda mais o carro. E a questão também, só para não esquecer, Rafa, você falou das largadas. Realmente, a Antonelli está largando mal. Isso é uma coisa deles ali, dele, da Mercedes. Porque você pega o Russell, o Russell, não, desculpa, o Norris.

que usa o mesmo motor, cara, a largada do Norris na corrida principal, acho que foi tão boa quanto a do Leclerc. Então, assim, não é motor Mercedes o problema, tá? O problema está ali na Mercedes, está ali no Antonelli, principalmente. Os caras não acharam ainda o ponto de largada, porque, cara, a McLaren está largando super bem.

Então isso é realmente um ponto que pode atrapalhar, mas o mais importante é ser rápido. E quando o Antonelli estava ali na condição de ter a ponta da prova, mais uma vez ele botou um ritmo que ninguém conseguiu atacar, nem mesmo o Norris com a McLaren. Então vitória merecida para o Antonelli e para a Mercedes.

Então, deixa eu jogar mais um assunto então pra você, porque a gente acabou falando disso nas pré-horas das transmissões e eu acho importante sobre a questão justamente do Antonelli. A gente viu o Antonelli

sempre cobrando muito até chegar à primeira vitória, e a gente lembra do ano passado, ele começa bem, aí tem um meio de campeonato ruim, que é justamente nas pistas em que ele conhecia, que é a fase europeia, e aí na fase final do campeonato ele cresce novamente, foi até bem aqui em Interlagos, na corrida do Brasil. Agora, nesse início de ano, ele vence na China,

E aí parece que tira uma tonelada de peso das costas e começa a andar muito bem. Só que agora, Luciano, e a gente sabe que isso muda muito na questão do piloto, do psicológico do piloto, ele tem uma responsabilidade que ele nunca teve. Foi a primeira corrida que ele encarou a responsabilidade de ser o líder do campeonato, o piloto a ser batido.

E por outro lado, daqui a pouco a gente vai falar do Russell mais diretamente, ele tem um companheiro de equipe extremamente forte, como você disse, muito experiente e que estava naquela de, pô, esse é o meu ano. O carro é bom, eu estou aqui, fiquei na equipe, esse é meu ano e, bom, você falou das circunstâncias e nada está dando certo para ele até agora e ele está reagindo mal.

As circunstâncias. A gente falou disso lá no Japão. Agora, de novo, nas entrevistas lá em Miami, ele deu aquela bambiada. Você vê que ele sentiu o golpe. Para o Antonelli primeiro. Depois a gente fala do Russell, especificamente. Como é para o piloto chegar numa corrida, sendo o piloto a ser batido, tendo que carregar essa expectativa nos ombros?

Rafa, qualquer coisa que você pense, além de estar pensando no teu carro, na pista, na tua guiada, qualquer coisa é ruim. E aí talvez seja uma somatória, né? Talvez do Antonelli com 19 anos já tenha uma maturidade, um sangue meio frio, que ele não demonstrou muita questão de pressão ser líder do campeonato ou não. Então, de repente, é uma maturidade dele que eu com 19 anos não teria essa maturidade. De repente, ele tem. Mas pode ser somado a isso do campeonato,mlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlmlml

um chefe de equipe chamado Toto Wolf, que é um cara super inteligente. Ele é empresário do Antonelli. O Antonelli ali, cara...

foi uma aposta que, com o seu interesse próprio, de novo, o Toto é empresário do Antonelli. Então, quando ele colocou o cara para guiar ali, um moleque de 18 anos de idade, nem 18 tinha na época, ele assumiu um baita de um risco. Então, é muito importante o Antonelli andar bem para o Toto Wolf. E a gente viu alguns chefes de equipe... Vamos pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros

Bom, eu já contei um pouco da minha história aqui. Quando o chefe de equipe quer atrapalhar você, o cara consegue te detonar. Eu fui um deles que detonou. Você pega o Flávio Briatore, que já detonou tantos pilotos, que o Helmut Marko, que já mexeu com a cabeça de tantos pilotos, ele está assim. O chefe de equipe, cara, ele tem um poder na mão. Se ele começa a soltar algumas frases aí na mídia e tal, pode atrapalhar muito o piloto. Eu acho que ele é uma combinação.

Dom Antonelli, apesar de 19 anos, menino muito maduro, uma cabeça boa.

apesar de italiano, italiano, posso falar por cidadania italiana também, italiano é um povo emotivo, assim como o brasileiro, não reage bem com pressão, mas ele parece que está indo super bem, e sim, tenho certeza que o Toto Of está trabalhando esse lado, está blindando ele dentro do possível de aquelas picuinhas de imprensa, de torcida, deve estar realmente blindando ele, então, cara, não estou vendo o Antonelli preocupado.

com essa questão de recorde, líder do campeonato, o menino está sentando no carro, está pilotando. Eu nem falo muito pela corrida, tá, Rafa? Eu falo muito mais. Para mim, o momento mais difícil do final de semana não é a corrida, é a classificação. Você tirar 100% do carro é muito mais difícil do que fazer uma boa corrida, por incrível que pareça. Corrida, você tem que largar bem, você tem pit stops, você não pode cometer erro, mas é um outro ritmo.

Para mim, a classificação é muito mais difícil. Então, vendo o desempenho dele na classificação,

que ele mandou aquela volta lá que ele foi único a andar abaixo de 1,28, né? Sim. E virou 1,27. Cara, mega de uma volta. Então, o menino está super bem, cabeça boa. Vai durar o ano inteiro? Óbvio que a gente não sabe, mas que tem sido uma surpresa, que ele está reagindo bem com essa questão de pressão. Isso ele realmente está, mas tenho certeza que tem o dedo aí do Toto Wolff, que está ajudando bastante ele.

É isso aí. E por falar nisso, a gente pediu a participação do público logo no início do programa, pode colocar aí a tarde da enquete. A gente tem uma enquete e justamente o tema é Andréa Kimi Antonelli. Você acha que o Kimi Antonelli é o favorito, já pode ser considerado o favorito ao título de 2026? Sim, não ou ainda é cedo? A gente já falou um pouquinho aqui sobre o que a gente acha. Eu também concordo que ainda é cedo, está no início ainda do campeonato.

Mas, aproveitando esse tema de Mercedes, falamos do Toto, a gente tem um George Russell extremamente pressionado. As coisas estão dando errado para ele. Ele deu algumas entrevistas. Inclusive, ontem, para a imprensa inglesa, ele admitiu que, ontem, na segunda-feira, depois da corrida, ele admitiu que copiou o acerto do Antonelli e nada deu certo. Não entendeu como é que o Antonelli conseguiu andar com aquele acerto de carro.

Ele está cometendo, Luciano, alguns sincericídios, vai, quando ele está dando essas entrevistas. A gente lembra lá no Japão ele falando que o azar, lembra disso? O azar, que o azar está dando as coisas que estão dando errado só para mim e não sei o quê. A gente lembra que o Russell acabou de renovar o contrato também com a Mercedes por um ano. É um mais um. Então tem uma opção de renovação. E a gente também sabe que o Toto Wolf é louco para contratar o Max Verstappen.

então não tem, eu diria que nesse momento depois desse início de campeonato, não há um piloto mais pressionado na Fórmula 1 do que o próprio George Russell por todos esses itens que a gente acabou de dizer Rafa, acho que até esse ponto que você trouxe talvez seja o mais sensível que possa atrapalhá-lo se ele tivesse garantido já que ele ia estar pilotando no ano que vem, eu acho que ele estaria muito mais Vamos pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros pros

leve em relação a disputar com o Antonelli, não era, vou te falar, eu no lugar dele não ia esperar o Antonelli tão forte quanto tem acontecido, então está sendo uma surpresa, isso é piloto que, caramba, você toma um baque ali, mas acho que o que mais pode atrapalhar é justamente isso, ele fala, putz, se eu...

Não ganhar esse campeonato, inclusive, eu não só vou deixar de ser campeão, como nem vou continuar nessa equipe ano que vem. Na cabeça dele pode estar surgindo isso, e isso atrapalha muito, tá? De novo, ao invés de estar pilotando o carro, você está pensando em outras coisas. Qualquer coisa, Rafa, qualquer coisa que você pense, além de pilotar, cara, só atrapalha. Então, é um ponto importante.

isso pode realmente custar ao Russell aí um equilíbrio, uma calma, uma maturidade, uma frieza que, sem dúvida, é muito necessária dentro do carro e pode atrapalhar bastante. Então, por isso que eu estou falando, cara, a próxima prova, Canadá, que é uma pista, que não é uma pista tão comum, mas é uma pista que o Russell, inclusive, fez pole e venceu no ano passado com até uma certa facilidade, cara, se ele chegar lá...

e levar um couro do Antonelli, aí o bicho vai pegar, porque ele não vai ter desculpa de... Quer dizer, estou supondo, vamos dizer que nada aconteça entre os carros, tudo funciona normalmente. O carro deu problema como deu na China, no Japão ele estava à frente do Antonelli, aí lembra o Antonelli parou uma volta antes?

desculpa, o Russell parou uma volta antes, porque estava à frente, tinha preferência, na volta seguinte entra lá o carro de segurança, então, putz, ferrou o cara, o cara acabou perdendo a posição para o Antonelli, o Antonelli venceu a prova, e Miami, ele mesmo já sabia, a Mercedes sabia que não era uma pista que ele andava bem, nunca andou bem lá. Cara, chega no Canadá, tudo normal.

e o Antonelli vai lá e crava ele, meu, aí o bicho vai pegar, tá? E a última questão que ele está esperando agora, esperar a próxima corrida, lá eu ando bem, venci no passado, vou chegar lá, vou arrebentar. Vamos ver o que acontece, Rafa. E é isso aí, a gente tem um Russell pressionado, e a gente está pensando agora justamente no Grande Prêmio do Canadá, e a gente tem a classificação para você ver o tamanho do buraco em que o Russell está colocado em relação ao Antonelli.

Está aí, ó. Tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá, tá

Antonelli com 100 pontos, Russell com 80, já tem 20 de desvantagem. Depois o Leclerc com 59, o Norris chegando com 51, Hamilton 51, Piastre 43, Verstappen 26, Berman 17, Gasly 16, Lawson 10 e o Colapinto ali na 11ª posição com 7 pontos. Lindblad 4, Radjar 4, Sainz 4 também, Bortoleto 2.

Ocon e Albon, um ponto. Huckenberg, Bottas, Pérez, Alonso e Stroll ainda não pontuaram. A gente vai ver na sequência a classificação de equipes para mostrar também que a vantagem da Mercedes é grande ainda. É uma vantagem grande, mas você vê que a Ferrari continua ali e a McLaren está chegando. Mercedes 180, Ferrari 110, McLaren 94, Red Bull 30.

Alpine 23, Haas 18, Racing Bulls 14, Williams 5, Audi 2, Cadillac e Aston Martin. Seguem sem pontuar e sem nenhuma perspectiva de pontos aí, Cadillac e Aston Martin. Mas, e você falou do Russell? O Russell, além de ter ganhado ano passado, é um piloto que adora o circuito de Lille Ville Neve lá em Montreal. Uma derrota lá vai ser dramática para ele.

Conseguia ali Uma reação no campeonato Ainda mais com os adversários chegando A gente viu a Ferrari Estrear um pacote novo aerodinâmico

Funcionou para o carro, mas o motor não ajuda. Tem a questão da atualização dos motores que deve vir para a Barcelona, para a Ferrari. O motor a combustão completamente novo para a Barcelona. E a McLaren, que já no Japão tinha dado mostras de que vinha forte, estreou um pacote novo aerodinâmico com sete novidades e aí...

já fez frente a Mercedes pelo menos nos treinos ali na classificação sprint, na classificação e também na corrida sprint na corrida principal já foi um pouco mais difícil para o Norris chegar no Antonelli mas na sprint Luciano a gente viu uma McLaren muito forte com Norris em primeiro e Piastro em segundo

McLaren está sim muito forte, né, Rafa? Eles repetiram o que fizeram nos últimos anos, que quando trouxeram ali um pacote aerodinâmico, isso desde o ano retrasado, né?

Eles fizeram aquele pacote, novo pacote aerodinâmico para o GP da Áustria, que mudou o carro, na verdade, três anos atrás. Eles têm tido muito mérito nesses pacotes aerodinâmicos e para o Canadá deve ter uma asa dianteira nova. Lembrando que a asa dianteira não é só uma asa dianteira. A asa dianteira tem um efeito em todo o carro, porque justamente é o primeiro ponto ali, aerodinâmico na frente do carro, influencia toda a questão do que vem dali para trás. Então, tem mais um passo importante.

para o GP do Canadá, mas Rafa, eu vou te falar, eu acho que na corrida, mesmo na corrida principal, o Antonelli vencendo, o ritmo do Norris não era nada pior, tá? No momento ali da parada no box, o Norris estava 1.7 à frente, estava conseguindo ter um pouquinho, era um pouquinho mais rápido do que o Antonelli, mais ou menos o que eu disse, era um desempenho muito parecido, ou seja, quem estivesse à frente, que fica naquele ar sujo ali de um segundo e meio, dois segundos do carro que vai à frente, não consegue chegar. Quando isso inverteu,

que a Mercedes parou uma volta antes com o Antonelli, o pit stop foi um pouco mais rápido. Então, na hora que voltaram ali meio lado a lado, e o Antonelli conseguiu passar pelo Norris, e aí quando o Norris ficou no ar sujo, aí era ele que não conseguia chegar. Então, acho que foi muito parecido. A McLaren não devia nada, nada para a Mercedes. Tudo bem que na classificação a volta do Antonelli foi...

realmente muito forte né então acho que é uma clara que não mandou tão bem na classificação que tinha feito a pole para correr sprint mas cara acho que foi meio pau a pau então vamos ver o que acontece na próxima que a Mercedes vai trazer novidades a McLaren ter essa asa dianteira que é muito importante para o carro mas eu não achava que a McLaren que começou ali no primeiro e segundo um fraco né lembra chegaram na Austrália com Norris

Nem lembro agora, 20, 30 segundos atrás da Mercedes, né? Sim. Até mais, eu acho, mais de 30 segundos. Então, cara, para reverter o jogo como fizeram até agora, é surpreendente. Mas mostra a equipe McLaren, que é a atual bicampeã de construtores, não é à toa. Então, os caras estão bem, estão fortes, tem uma baita dupla de pilotos.

E isso melhora muito o ano da Fórmula 1. Quem vai ganhar, se vai sem Mercedes, não importa. Mas só da gente não ter uma equipe ali se destacando, Rafa, ajuda muito todo mundo. Para quem torce pela Fórmula 1, quem trabalha com a Fórmula 1, que é o nosso caso. A gente não quer ver ninguém passeando. A gente quer ver briga boa. E a McLaren, cara, surpreendentemente, está muito bem. Até para trazer um ponto, que eu falei de circunstâncias.

Eu falei, D'Antonelli, que além de todo o talento dele, as circunstâncias têm ajudado. Eu falo um pouquinho parecido com o Verstappen, tá? Que, meu, também super competente ali, a Red Bull, de melhorar o carro. De um carro péssimo, lembra? Na China e no Japão, a Red Bull foi péssima, né? Então, cara, ó, classificou em segundo. Tinha a chance ali de fazer uma corrida muito forte. Teve o erro do Verstappen ali logo na largada que ele rodou, mas...

Quando eu falo das circunstâncias, lembra nas primeiras corridas, principalmente ali vai Austrália, China e Japão, que a gente viu o Hadjar, que é um piloto muito bom. Andando meio de igual para igual até a frente do Verstappen, muita gente, e agora? Será que o Verstappen não está tão motivado? O Hadjar? Cara, a hora que eu falo das circunstâncias, a hora que corrigiram o carro, que o Verstappen pôde voltar a pilotar o carro no limite mais dele.

que estava nivelado por baixo, o carro saia tanto de frente, que não estava nem para guiar tanto. Quando ele voltou a pilotar o nível dele, olha só o que o Hadjar já sofreu, ficando muito para trás da classificação, cometendo erro, já que começa a mexer com a autoconfiança do cara. Então, por isso que eu chamo de circunstâncias. Voltou a ter um carro que ia ao encontro do Verstappen.

começou a aparecer aquela diferença meio grande entre ele e o companheiro de equipe. Acho que o Hadjard é muito bom, não vai ter uma diferença tão grande que nem a gente tem visto nas últimas temporadas, mas começou a ficar esquisito para o Hadjard e a gente viu ele revoltado, se culpando ali pelo erro que cometa na corrida, mas, de novo, só trouxe esse ponto para a gente falar das circunstâncias, como elas afetam a performance e o resultado de cada um.

Você falou da Red Bull, a gente chegou naquele ciclo, naquela parte do ano, dentro do ciclo do companheiro de equipe do Verstappen, a gente chegou naquela parte do ano que o companheiro de equipe começa a tentar andar mais do que o carro para chegar perto do Verstappen.

E aí começa a cometer alguns erros. A gente viu o erro no início da prova. Ele falou que perdeu a concentração ali, se desconcentrou, acertou o muro interno, aquela pancadinha no muro interno e bateu na sequência. Mas a gente estreou nesse fim de semana, Luciano, nas transmissões do Sport TV, uma novidade, a análise técnica. E já que a gente está falando da McLaren, a gente trouxe as novidades do carro da McLaren durante as transmissões do fim de semana. Pode rodar.

Olha, quando acabou a corrida sprint, o Rafael Lopes, vou confessar para vocês aqui, ele já foi lá pesquisar o que ele ia mostrar no tablet novo dele. O que você preparou para a gente, Rafa? Então, a gente tem que falar da McLaren, obviamente. É a McLaren que trouxe um pacote de aerodinâmico para Miami completamente novo. A gente já tem a imagem aqui no telão, deixa eu virar um pouquinho aqui. A gente tem aqui duas na parte dianteira do carro, a gente está vendo aqui justamente a asa dianteira nova.

E aqui o duto de freio. Lembrando, essa asa dianteira é uma asa específica para esse tipo de pista com esse tipo de pressão aerodinâmica. Para Montreal, que é uma pista de freada e reaceleração com curvas de baixa, geralmente se usa um pacote aerodinâmico com pressão aerodinâmica menor. Então vem uma asa nova para Montreal. E aqui só para dar um detalhe, esse aqui é o famoso duto de freio. Ele fica bem mais aberto nesse tipo de pista onde o calor é maior. Seguindo aqui a imagem, a gente está vendo o...

O Lando Norris saindo de lado, corrigindo a trajetória. A gente vai ver agora a lateral do carro, que também tem novidades aqui. Deixa só chegar no ponto certinho para a gente mostrar. Está aqui. A gente tem na lateral do carro, deixa eu numerar, uma nova lateral aqui, tanto esse bar de borde, que é essa peça preta que tem o logo da McLaren, quanto o side pod, que é essa peça aqui na lateral, com entrada nova, inclusive, de refrigeração para os radiadores. E a outra novidade na lateral é o...

tampa do motor aqui, acabou aparecendo dois números, deixa eu voltar aqui direitinho para aparecer certo, peraí, uma hora ia dar galho aqui, a segunda é a tampa do motor, que também tem uma entrada nova de ar ali naquele trecho azul ali, em cima da cabeça do piloto e também no desenho aqui do fluxo de ar. E por último, a gente vai ver com mais detalhes na próxima imagem,

que é a traseira do carro. Está aqui, bem detalhado agora. Tem uma nova asa traseira.

E tem aqui um novo assoalho com um difusor redesenhado, que é essa parte onde está o número 2. E aqui o canto, que é uma peça aerodinâmica separada, essa cantoneira aqui, que funciona integrado ao assoalho para justamente criar mais pressão aerodinâmica e ajudar o carro a ficar mais preso na pista. Com tudo isso, com essas sete novidades no total, a McLaren trouxe um carro totalmente revisado.

Para essa etapa de Miami, é um carro novo, é o tal do Spec B, versão B do carro. São essas as novidades. O que é mais importante aqui para a gente analisar? É justamente a asa dianteira e a asa traseira. São as duas asas que controlam o fluxo de ar e ajudam o carro a ser mais rápido, gerar mais pressão aerodinâmica, minimizar aquilo que o Russell, por exemplo, reclamou na Mercedes, que é uma pista já de baixa aderência e que o carro deslize tanto.

As asas dianteiras e asas traseiras justamente servem para que o carro fique mais colado no chão e o piloto não sofra tanto com isso. A gente viu uma McLaren muito forte tanto com o Novis quanto com o Piastri.

Tá aí. Análise técnica, estreamos nesse fim. Sabe criança, ô Rafa? Sabe criança quando ganha um presente de Natal, de aniversário, põe embaixo do braço, vai dormir com o presente, quer mostrar pra todo mundo? Era o Rafa Lopes com o tablet dele. Que ficou muito legal. Tô sentindo falta dele aqui, não trouxe pra cá. Tô sentindo falta dele, não veio pra cá. Mas a gente conseguiu pelo menos exibir. E é legal, porque a gente sempre fala, e o Luciano...

faz transmissão de Fórmula 1 há mais tempo do que eu. A gente sempre fala, ah, novo pacote aerodinâmico, nova Ásia, e acaba não conseguindo mostrar o detalhe. Com essa novidade que a gente trouxe, e que vai ter em todas as etapas a partir do Grande Prêmio de Miami, a gente consegue mostrar pra você o que as equipes trouxeram

de novo, para cada uma das corridas, outros detalhes, mudanças de regulamento, a gente consegue ilustrar com esse tablet e com essa análise técnica que vai estar presente em todas as transmissões. Falando do Norris, para a gente encerrar o assunto McLaren, me impressionou, Luciano, o...

a postura do Norris nessa corrida. Você vê que a McLaren vinha de três corridas não tão boas, o Japão um pouquinho melhor, com o Piastri ali quase vencendo a prova, e o Lando Norris discreto até então. Nesse fim de semana, ele dominou a disputa dentro da equipe, o Piastri é um piloto que sofre em pistas com baixa aderência, como é o caso de Miami, mas ainda assim, um Norris extremamente forte e muito consciente nas declarações dele após a corrida.

Sim, você lembrou bem também, tá, Rafa? O Piastri é muito parecido com o Russell, né? Quando tem pista de baixa aderência, os caras se perdem um pouco. Mesmo assim, o Piastri, tão talentoso, chegou em terceiro, então não deveu tanto, mas o Norris dominou, sim, ali dentro da McLaren. Eu achei legal do Norris, Rafa, que até o ano passado, se você lembrar, se ele não vencesse uma prova, ele estava sempre mais pensando no campeonato. Não, está tudo bem e tal.

Dessa vez, cara, ele ficou bravo, ficou pé da vida de ter perdido a prova. Então fazia tempo que eu não vi o Norris assim, lutando por uma vitória, bravo de não ter vencido. Ali meio polido, não culpando a equipe, mas culpando, né? Por não ter feito a estratégia talvez ideal. E não dá nem para culpar tanto a McLaren, tá? Ali era um pouco difícil, porque lembra? É muito fácil falar, ah, devia ter parado uma volta antes. Pô, e se chovesse uma volta depois? Estava quase chovendo também. Então, eu não culparei a equipe não, mas...

Achei legal essa bronca dele, a frustração por ter perdido a chance de vencer a corrida. Então, achei que ele mandou super bem, ele foi um pouco discreto, né? Ele ficou até aquém do piastre nas primeiras provas, mas dessa vez aí, provavelmente também essas mudanças no carro.

por mais é um encontro do estilo de pilotagem dele, então fiquei feliz de ver o Norris andando super bem, acredito que isso vai se manter durante toda a temporada, mas ali não é claro, a gente sabe que cada hora vai ser um, às vezes o Norris, às vezes o Piastre à frente, que o equilíbrio entre eles é muito grande.

E a gente, mudando de equipe, Ferrari, que é a outra equipe ali, a gente já falou um pouquinho da Red Bull com o Max Verstappen, que era o assunto, mas a gente tem o Leclerc, que vinha bem ali na corrida, talvez pegasse um pódio, mas perdeu o desempenho no fim da prova, cometeu um erro na última volta, mas a gente estava conversando depois da corrida, eu e o Luciano, e ele destacou uma imagem da câmera em cima do carro do Charles Leclerc. Vamos ver a imagem e o Luciano comenta.

Tá aí, são os carros vindo pela redor. Na verdade, eu vou te falar, eu, primeiro de tudo, deixa acontecer aí, você vê que está a asa fechada, era para estar a asa aberta, a asa do Leclerc está fechada, agora ela se abre. Eu, Rafa, eu, Luciano, até te mandei mensagem, achando que poderia ser algum problema no carro, por exemplo, problema hidráulico, mas aí, Rafa, eu saquei.

Foi proposital, tá? O que o Leclerc tentou fazer ali? Agora o momento da rodada dele, que eu já vou falar, vou falar uma coisa de cada vez. Ele bate no murei com a roda esquerda, então deixa eu falar uma coisa de cada vez. Essa asa traseira, asa na verdade traseira e dianteira, no modo reta, ela não abriu ali naquela reta como deveria estar aberta.

porque foi uma estratégia do Leclerc. Na verdade, quando você tira um pouco o pé do acelerador, você faz duas coisas. Ao tirar o pé do acelerador, você está piscando a luz traseira dele, começou a luzinha vermelha a piscar. Quando você tira o pé do acelerador, você começa a recarregar a bateria e outra. Quando chega ali próximo do ponto de frenagem, dessa reta que vem ali ao fim da volta, você ativa o modo ultrapassagem. Então, vamos lá.

principalmente no caso ali do Leclerc, nesse momento do Leclerc com o Piastre, pode ver a asa dele fecha, a do Piastre está aberta, então o Leclerc escolheu tirar o pé do acelerador para recarregar um pouco a bateria e para nesse ponto aí passar atrás do Piastre para que na reta do boxe ele pudesse atacar o Piastre, o que não deu certo e depois na sequência ele forçando aí.

nesse momento agora de estar pé embaixo, ele perde a traseira e quando perde, Rafa, ele bate com a roda esquerda no muro. E vou te falar, não dava para ver, mas depois eu fui ver, danificou bastante a suspensão.

dianteira esquerda dele, e por isso que ele conseguia fazer curva para a esquerda. Ele estava explicando ali que o piloto não conseguia fazer a curva para os lados, e por isso o Leclerc teve que cortar algumas curvas na parte final do circuito e acabou tendo que passar reto, e com isso cortando o caminho, acabou sendo punido, recebeu um acréscimo de 20 segundos.

ao tempo final de prova. Você vê que ele, obviamente, acabou se beneficiando por causa desse corte de curva, por mais que ele tivesse um problema no carro. A gente também fala do Hamilton, daqui a pouco o Luciano voltando, o Hamilton teve um toque com o Franco Colapinto na largada, logo ali na primeira curva.

E ele acabou danificando a parte lateral ali do carro dele, né? A lateral esquerda do carro. E com isso perdeu muita aerodinâmica, muita parte aerodinâmica. E acabou com isso, tendo a corrida dele comprometida. Fez uma corrida discreta ali. Com esse problema acabou não conseguindo atacar muito, né? Mas o ponto positivo, a meu ver, é que a Ferrari...

Trouxe um pacote aerodinâmico novo que funciona. Basta apenas ter um motor que renda, que tenha...

velocidade, que tem a potência, o motor a combustão, para que ela consiga fazer com que esse pacote aerodinâmico funcione da melhor forma possível e ele consiga ameaçar justamente McLaren e Mercedes, que nesse momento parecem estar à frente no campeonato, estar à frente deles aí no campeonato.

A gente tem, para continuar tocando o assunto, também para falar da participação do Gabriel Bortoleto na corrida, um final de semana complicado, e a gente tem a fala dele, o Gabriel Bortoleto falando sobre esse fim de semana, sobre esse fim de semana complicado de corrida lá em Miami. Vamos dar uma olhada e ver o que ele falou.

Acho que não tinha muito mais do que a gente fazer na corrida, a gente não teve cara ali no meio, vim vendo as posições, vim no meu ritmo. O ritmo era muito bom, eu diria, era ali perto do ritmo das duas Williams, e isso é muito encorajador, mas ao mesmo tempo... HE HE HE

É triste porque era um final de semana que a gente poderia ter pontuado se a gente não tivesse tido nenhum problema na classificação ontem. Nosso carro é facilmente um carro de Q2 e possivelmente esse final de semana era um carro de Q3. Então tem que largar a M11, você fica ali preso atrás dos carros nas primeiras voltas porque não tem muito o que você fazer. E depois vir ganhando posições não é fácil. Mas era o que dava para hoje.

Olha o nosso primeiro final de semana, não tem como você estar pior do que o seu primeiro final de semana do ano. Era a primeira vez que a gente colocou esse carro, esse motor totalmente novo na pista, então a gente evoluiu da primeira final de semana. O único problema é que a gente não consegue ter um final de semana limpo até agora. Um final de semana que a gente não quebra, um final de semana que a gente não tem algum problema que é fora do nosso controle. Então assim, é ter paciência até as coisas se resolverem.

E quando elas se resolverem, eu acredito que a gente vai estar pontuando com constância, mas não dá para você largar de último e tentar pontuar. Assim, lógico, você pensa positivo antes da corrida, você tenta, mas depende de muitos fatores. Mas numa corrida como hoje, que não tem muito que aconteceu, você só chega onde o seu ritmo te leva. E você foi bem. Obrigado, foi legal ali dentro do carro, deu para fazer boas ultrapassagens, eu me diverti, mas óbvio que a gente sempre quer mais.

Tá aí, o Gabriel Bortoleto em entrevista ao Gui Pereira, nosso Guilherme Pereira, repórter que estava lá em Miami. Luciano, de volta aqui, Luciano, ao programa. Só para aproveitar, termina lá o comentário do Leclerc, já aproveita e emenda o que você achou do fim de semana, que foi um fim de semana caótico para o Gabriel Bortoleto. Vamos lá, Rafa. Acho que caiu bem na hora que eu estava falando do Leclerc que bateu com a roda esquerda no muro, né? Então, você podia ver o seguinte. Quando ele virava...

Exato. Quando ele virava, então, curvas para a esquerda, que você apoia do lado direito do carro, o carro virava bem. Mas quando você virava para a direita, que apoia no lado esquerdo onde ele tinha batido, o carro não tinha nenhuma estabilidade, não contornava a curva, por isso que ele foi reto naquela parte verde de um S. Ele acabou cruzando ali a pista, por isso que ele foi punido em 20 segundos e por isso também...

que no finalzinho da volta ele acaba perdendo a posição para o Verstappen. Você vê que ele sai da última curva para a esquerda tracionando, mas quando tem aquela leve curva para a direita antes da linha de chegada, ele não consegue fazer, por mais que seja uma curva muito leve, ele não consegue fazer aquela curva com o pé embaixo, e por isso que o Verstappen passa por ele. Então, Rafa... Vamos lá!

A asa que abria e que fechava era uma questão de estratégia do Leclerc de tirar o pé. E depois o carro que não virava realmente foi por um erro dele de ter batido no muro e de ter danificado o carro. Já emenda o Gabriel aí. O que você achou do fim de semana do Gabriel? O fim de semana caótico. A gente viu problema de motor ali no sábado, uma desclassificação na sprint e uma corrida de recuperação no domingo. Ganhou oito posições em relação à largada.

Verdade, você já tinha pedido para mim dar o que falhei aqui. Não, estamos juntos, está tranquilo. Vamos lá, o Gabriel, cara, acho que tem que dar tempo ao tempo, tempo ao tempo ao Gabriel, acho que o Gabriel está muito consciente que a equipe é nova, o motor é novo, eles não têm outra equipe andando com o mesmo motor para ajudá-los, então é uma situação semelhante a Aston Martin, só a Aston Martin tem um motor Honda, e só a Audi tem um motor Audi, então isso dificulta o desenvolvimento.

Mas o Gabriel acho que está com o pé no chão, entendendo que foi frustrante o final de semana. O carro apresentou uma série de problemas, tanto para ele quanto para o Huckenberg. E ele está consciente, cara. Ele sabe que em termos de performance, ele tem um carro para marcar pontos constantemente, mas que esse carro tem que funcionar. Enquanto isso não resolver e vai demandar um tempo para esse carro funcionar perfeitamente, ele vai ter que lidar com maturidade, com esses problemas, com esse desenvolvimento da equipe.

porque isso faz parte de um projeto novo e que ele sabe que esse projeto é de médio a longo prazo para ter os resultados esperados.

Para a gente encerrar, Luciano, o assunto Grande Prêmio de Miami, que eu quero que você fale do Zanardi e a gente fale rapidinho também da Fórmula 2 antes de encerrar o programa. Queria destacar o desempenho do Franco Colapinto, que vinha tomando tempo do Pierre Gasly nas primeiras corridas do ano. Nesse fim de semana, muito consistente, muito rápido, foi melhor que o Gasly nas duas classificações, na sprint.

e na classificação para a corrida principal, mas o que mais me impressionou mesmo foi a consistência dele ao longo da corrida, chegou na sétima posição, o melhor resultado dele na Fórmula 1, e Luciano, como a gente conhece os argentinos, conhece a paixão dos argentinos, foi capa do principal jornal esportivo, a gente tem até a imagem da capa do jornal.

foi capa do principal jornal esportivo da Argentina na segunda-feira, ele abraçando o Lionel Messi, é um craque você é um craque, é a capa do jornal ali, só um craque é a tradução

E detalhe, Luciano, só para a gente complementar esse assunto de cola pinta. Nesse dia aí, nesse fim de semana, teve jogo do River, teve jogo do Boca, e a última rodada do campeonato argentino, que decidiu a classificação para a fase seguinte, mesmo assim o Olé colocou o cola pinta na capa. Realmente, os argentinos são apaixonados por esse negócio.

Rafa, eu vou usar uma referência aqui, que na minha opinião, e eu sei que Rafa Lopes, inclusive, elogiou muito Colapinto durante esse final de semana, mas eu acho que calma. A gente viu a imprensa brasileira cometendo um erro com um cara chamado Rubens Barrichello, que o Ayrton já tinha falecido e de repente colocaram todas as fichas em cima do Rubinho e transformou aquilo num grande problema para ele, que ele não tinha nem carro na época para vencer e fez algumas coisas sensacionais como...

pole position no GP da França, lá de Stewart, em 99, corridas que o Rubinho chegou a liderar, classificar na frente, mas, cara, não era o momento de botar pressão. Eu acho que a Argentina está sendo um pouco otimista ainda. Pode ser, Rafa, que o desempenho do Colapinto tenha sido um pouquinho pontual por conta dessas características da pista, não estou desmerecendo ele.

Mas eu acho o Gasly bem mais forte. A grande verdade é que nas três primeiras coisas do ano, o Colapinto mandou super mal. Austrália, China e Japão, ele mandou super mal. Então, calma. Eu acho que o Gasly é muito forte. Vai dominar essa equipe alpine. Torço pelo Colapinto, tá? Acho muito legal a Argentina ter um piloto bom e fazer festa, mas calma. Eu acho que é um pouquinho precipitado de botar ele na primeira capa.

dar essa moral toda, porque ele andou bem abaixo de esperado no começo do ano, mas...

Dá tempo ao tempo para ver se ele mantém esse bom desempenho ou se ele vai voltar a ficar ali um pouco aquém do Gasly. Torço por ele, mas tenho minhas dúvidas, Rafa. Estava conversando com o nosso correspondente na Argentina, que é apaixonado por corrida também, o Rafael Sibila. Ele disse que a coloapinto mania lá em Buenos Aires. É conversa de bar, é a galera assistindo corrida nos bares, lá como se faz com o futebol. Eu também concordo. Torcedores, calma. Aquele famoso meme é para...

É para ir com calma mesmo, porque ele teve algumas dificuldades e não apresentou esse desempenho todo nos últimos anos. Não só nessas três primeiras corridas, desde aquele início bom dele na Williams, que ele não teve mais o mesmo desempenho. Por falar, e agora a gente mudando de assunto, até mudando de tom, a gente teve uma perda no último fim de semana.

No último sábado, o Alessandro Zanardi, Alex Zanardi, nos deixou, depois de uma vida de superação. Foi bicampeão da Indy, com a Chip Ganassi. Várias vezes medalhista olímpico, paralímpico, no ciclismo paralímpico, se reinventou depois de perder as pernas em um acidente horroroso em Lausitzring, na Alemanha, em 2011.

Dia do 11 de setembro, Luciano, você tem histórias com ele, né? Pois é, Rafa. Bom, Zanardi, que baita de um piloto, e até as imagens pra quem tá vendo o acidente, né? E foi em 2001, tá? Eu falei em 2011, não, é em 2001. 11 de setembro de 2001.

Então vamos lá. O que eu me lembro é o seguinte, Rafa. Bom, o Zanardi é um baita de um piloto, mas principalmente, cara, um cara extremamente gente boa. Aquele italiano, gente boa, sorridente, legal. O cara, pô, não tinha como não gostar desse cara.

O acidente dele foi marcante para qualquer um, mas para mim foi muito marcante, porque algumas semanas, alguns dias antes do acidente dele, eu tive o meu acidente na Bélgica, que foi onde praticamente acabou minha carreira de Fórmula 1. O meu acidente foi no dia 2 de setembro de 2001. Se eu não me engano, Rafa, o acidente do Zanardi foi no dia 15 de setembro, que era um sábado, sábado que não é dia de corrida, mas como essa corrida era na Alemanha, eu acho que a corrida foi no sábado.

E quando eu vi as imagens, eu tinha acabado de sofrer o meu, eu estava muito sensível. Eu lembro que eu fiquei muito mal, fiquei muito, muito mal. Enfim, esse cara de repente volta, sem as pernas, vira esse cara aí, ciclista para o Olímpico, ganha medalha de ouro, ganha... Cara, um cara super forte. Realmente uma história motivacional aí de como se reinventar, de como superar as dificuldades. Um exemplo para qualquer um e, infelizmente...

também em cima dessa bicicleta que ele conseguiu se realizar tanto, depois do acidente da Fórmula Indy, ele acabou tendo também um outro acidente. Ele bateu, que eu sabe, ele bateu num caminhão, estava num treino de bike ali, ele bateu num caminhão, acabou sendo atropelado.

E aí teve diversas fraturas, questão também na cabeça e tudo mais, e veio acabar falecendo nesse dia 1º de maio. Dia 1º de maio que a gente também não tem lembrança boa dele, mas enfim, acho que é só uma coincidência. E uma grande... é muito ruim de perder um... Eu não era tão próximo, mas eu conhecia ele. Posso chamar aqui um amigo, mas além de um amigo de uma pessoa tão brilhante quanto esse cara.

Enfim, acho que vale, já que ele foi embora, guardar o lado bom desse Zanardi, um baita piloto, vencedor, um cara forte, literalmente forte, que passou por tantas dificuldades, deu exemplos, foi lá vencendo o ciclismo para o Olímpico, então é o que eu guardo, aquele cara forte, vitorioso e sorridente que sempre foi o Zanardi.

E até o Luciano lembrou bem, só para esclarecer, a morte foi anunciada no dia 2 de maio, mas aconteceu no dia 1º de maio, a família segurou a notícia, só anunciou no dia seguinte pela manhã, a Fórmula 1 fez muitas homenagens, e aí até para a gente já fazer o gancho para a Fórmula 2, dois italianos venceram as corridas principais da Fórmula 1 e da Fórmula 2 nesse fim de semana. Na Fórmula 1, o Antonelli, que é de Bolonha,

o Zanardi era de Bolonha e na Fórmula 2 o Gabriel e Mini que aliás no rádio da Vitória homenageou o Alessandro Zanardi a gente vai ouvir agora Oh my God Oh my God This one is for Alex I'm going to see you I'm going to see you

Tá aí o Gabriele Mini falando, sensacional, ganha a corrida, e essa é pro Alex. Gabriele Mini, aliás, fui olhar a pronúncia, né, porque rolou uma polêmica sobre a pronúncia do nome do Mini, do Gabriele Mini, Gabriele Mini, ele tem um acento grave ali, né, no último i, e a pronúncia é essa mesmo, Gabriele Mini, né, então por isso o italiano que é um dos...

fenômenos não, mas um dos principais pilotos de kart da época dele foi rival também do Rafa Câmara do Quim Antonelli e agora chegando na Fórmula 2, vencendo a corrida principal Luciano uma bela homenagem, mas vamos falar da Fórmula 2

Um final de semana que não teve vitória para o Rafa Câmara lá em Miami, mas teve bons resultados. Ele agora é o terceiro colocado do campeonato, era o segundo. Mas a vantagem em relação ao Tzolov, que é o líder do campeonato, o búlgaro, caiu para apenas um ponto. Então, no Canadá, a gente vai ter bastante emoção acompanhando esse brasileiro.

Vou repetir o que eu falei agora há pouco. Sabe, calma, calma, imprensa, calma, torcida, calma, não cria tanta expectativa. Então eu vou tentar falar só dos fatos, tá? É o seguinte, Rafa. O Rafa Câmara, na segunda corrida, vamos dizer, teve Austrália, o cara já foi para o pódio na primeira corrida, largou lá na frente, chegou em segundo, aliás.

na Austrália, mas de repente a primeira corrida, Austrália e tal, cara, chegou nesse final de semana, classificou em segundo no grid, vinha liderando a prova ali até o final, tudo bem que teve uma certa ajuda ali do pouquinho da questão do que ajudou ele no pit stop, mas vinha liderando a prova.

E ele mesmo disse, a primeira vez que ele andava de Fórmula 2 na chuva, então estava ali aprendendo como guiar esse carro. Eu mesmo, se estivesse no rádio dele na corrida, ia dar uns toques que em alguns pontos da pista ele estava ali pelo traçado mais de seco, né? Alguns outros pilotos mais rápidos vinham pelo traçado de fora. Cara, são coisas normais de corrida.

E ele foi se acostumando, se adaptando, foi aprendendo a guiar esse carro, estava liderando, faltando pouquinhas voltas ali. Ele acabou sendo superado, mas, cara, chegou em terceiro, muito maduro, baita de um piloto, super talentoso, cabeça boa. E eu vou te falar, Rafa, ele está mandando super bem e mostrando aí que vai em condições normais, obviamente.

disputar esse campeonato até o final. Então, estamos aqui na torcida, vamos ter calma, vamos ficar criando expectativa que atrapalhe ele de ficar falando mais do que deve, mas que início de temporada.

Um piloto que veio da Fórmula 3 vencendo no primeiro ano de Fórmula 3, sendo campeão e agora estreando já com dois pódios, em duas corridas principais. Está faltando, de repente, alguns pontinhos ali das corridas sprints para ele poder estar melhor ainda na classificação, mas, cara, fazendo algo assim surpreendente. E vamos torcer então pelo Rafa Câmara.

É uma corrida que começou caótica, a gente viu as imagens da chuva, e me impressiona muito, Luciano, a calma do Rafa Câmara, ele dando entrevista depois da corrida para o Gui Pereira, falando com uma tranquilidade absurda sobre o desempenho dele, com o pé no chão, ele é piloto da Academia Ferrari, sabe que só depende dele para ter um futuro legal ali, quem sabe até na Fórmula 1.

Mas é o que o Luciano falou. Resumindo, torcedores, calma de novo. Momento 2 do programa. Vamos dar tempo ao tempo e que o Rafa consiga um bom desempenho. A gente tem a classificação do campeonato da Fórmula 2 para rodar, justamente para ilustrar isso. O Tzolov lidera com 35, o Mini ao segundo com 34, empatado com o Rafa Câmara. Depois o Lawrence Van Hoppen da Holanda 26, o Miata 22, o Leon...

21, Beganovic 21 também, depois o Dürksen, o Paraguai com 16, o Itapu-Vazak da Tailândia com 13 e o Goethe da Alemanha com 12, fechando os 10 primeiros. O outro brasileiro, o Emo Fittipaldi, vigésimo colocado, ainda não marcou pontos, mas corre por uma das piores equipes da Fórmula 2, a AX. Próxima etapa já no Canadá junto com a Fórmula 1 e a gente tem algumas imagens pra te apresentar o Grande Prêmio do Canadá.

na próxima vez na F1.

Tá aí, Montreal, de novo, dando um show. A gente vai falar bastante de Grande Prêmio do Canadá nos próximos programas. É uma pista que todos os pilotos gostam, freada e aceleração, muitas chicanes. E, bom, já estamos na reta final aqui do programa. Deixa eu dar o resultado da enquete. Kimi Antonelli já é o favorito ao título de 2026?

o pessoal está animado com o Quimio Antonelli. 57% do nosso público votou sim, 30% ainda é cedo e 13% não. Não estão confiando no Antonelli. Obrigado pela participação. Semana que vem tem mais, Luciano? Obrigado mais uma vez pela presença aqui na Ponta dos Dedos. Ótimo programa mais uma vez. E semana que vem estamos juntos de novo.

Valeu, Rafa. Tamo junto. Assunto bom porque a corrida foi muito boa. Espero que continue assim durante essa temporada pra gente poder discutir. Às vezes até de repente ter opiniões diferentes, situações que a gente interpreta de formas diferentes. Porque isso que eu falo, quando é tudo muito igual, tudo muito fácil de entender, é porque o jogo não tá bom, a gente quer um pouco de confusão, um pouco de dúvida.

para a gente poder acompanhar essa temporada acompanhando cada detalhe. É isso que a gente quer, Rafa. Tamo junto e até a próxima. E lembrando, está aí na tela. 22 a 24 de maio, grande prêmio do Canadá, exclusivo na tela do Sport TV, todas as transmissões da Fórmula 2, todas as transmissões da Fórmula 1, largada, pelo menos a largada programada, e a gente não deve ter o mesmo problema de tempo da questão climática lá de Miami, 5 da tarde do domingo, dia 24.

É a última parada antes da entrada na temporada europeia. Depois começa Mônaco, Barcelona e aquelas corridas todas na Europa que a gente está acostumado, o berço da Fórmula 1, voltando ali no início de junho com o grande prêmio de Mônaco, mas antes tem Canadá no fim do mês. Lembrando que a gente volta na semana que vem, nas telas do YouTube da GTV e do Sport TV3, com tudo sobre a temporada 2026 da Fórmula 1. Vamos falar bastante ainda... ...

de grande prêmio do Canadá, vamos falar bastante também do que aconteceu até agora na temporada, mas nos próximos programas a gente entra melhor nesses assuntos. Beleza, gente? Obrigado e, como a gente sempre fala, Fórmula 1 do Sport TV, a gente se encontra na pista.

Na Ponta dos Dedos #298 - Kimi Antonelli vence a terceira no GP de Miami | Castnews Index — Castnews Index