Brasil bate o Haiti em noite de Matheus Cunha e Vinicius Jr. e tem primeira vitória na Copa - Linha de Passe
Nesta sexta-feira (19), nossos comentaristas repercutiram tudo da partida da Seleção Brasileira sobre o Haiti que resultou no primeiro triunfo da equipe de Carlo Ancelotti na Copa do Mundo.
Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Paulo Calçade
André Kifuri
Carlo Ancelotti
- Análise Brasil x HaitiDesempenho da seleção brasileira · Matheus Cunha · Vinícius Júnior · Endrick
- Vinicius JuniorVinícius Júnior · Seleção Brasileira · Copa do Mundo
- Comparativo de AtacantesMatheus Cunha · Igor Thiago · Endrick · Centroavante
- Seleção BrasileiraFormação 4-3-3 · Saída de bola · Casemiro · Bruno Guimarães · Paquetá
- NeymarNeymar · Copa do Mundo · Carlo Ancelotti
- Lesão de RafinhaLesão muscular · Rafinha · Copa do Mundo
- Lateral-direita do São PauloLuiz Henrique · Rayan · Danilo · Lateral direita
- VAR e arbitragemVAR · Copa do Mundo · Regras do futebol
- Chuvas torrenciais e enchentesAlerta de Chuva · Sistema de Alerta
Olá, fã de esportes! Começa o nosso Linha de Passe. Deu Brasil contra o Haiti, 3 a 0. Seleção se recupera na Copa do Mundo. A gente vai falar de muita coisa que funcionou hoje. Mateus Cunha, hein, entrou no lugar do Igor Thiago, meteu 2 gols. Teve mais um do Vinícius Júnior aí na Copa. E o Brasil consegue vencer o Haiti, tirar um pouquinho daquela pressão e aquela impressão negativa da estreia. E agora vai ter o jogo quarta-feira contra a Escócia para brigar pelo primeiro lugar, já que Marrocos também venceu o seu compromisso hoje, né, venceu por 1 a 0.
Linha de Passe tá chegando daqui a pouco, a gente vai ter 2 horas de programa e 95% do programa é para falar de seleção brasileira com a galera que tá aqui à mesa. E também nós vamos acionar o André Kifuri, o Pedro Ivo Almeida, tem muita gente ainda para participar desse Linha de Passe hoje. Gustavo o Pac também.
Tudo isso daqui a pouquinho.
A gente segue no YouTube durante o intervalo, você chegando com a gente no chat, e a gente volta já já.
Parece meio insatisfeitas, né?
É curioso, né? Temperatura aqui do nosso chat, ela tá curiosa, viu? Tudo bem, fã de esporte? Estamos começando o nosso linha de passe aqui. Com o Paulo Calçade, com Jailson, com Jean, com Vitor Birner. Daqui a pouco tem Zupac, tem André Kifuri, tem Pedro Rivalmeida. Lembrando, programa de 2 horas, né? Seguimos aqui 1 hora e meia na ESPN, no Disney Plus, depois mais meia horinha no YouTube. Mas programa todo no YouTube, com esse chorinho exclusivo no YouTube lá no final, e também no TikTok.
Participe com a gente, viu? Muito bem, temos o Jufo. Muito bem, vamos para Copacabana, princesinha do mar, que maravilha! Rodrigo, Jufo, e a repercussão aí da vitória da seleção brasileira aqui no site, Jufo, aqui no nosso chat inclusive, o Jufo, povo não tá tão empolgado não, viu? Vitória protocolar, não fez mais que obrigação. Ah, era o Haiti, pessoal não empolgou não. E aí, Jufo?
Boa noite, William, todo mundo ligado no Linha de Passe. No chat a galera pode ainda tá com um pezinho atrás, mas aqui no Rio de Janeiro o Brasil ganhou de 0 a 0 Já é funk, já é gente dançando feliz da vida, ainda mais com 3 a 0, a primeira vitória do Brasil. Ô meu amigo, vem cá, meu amigo Marcos aqui na bandeira do Brasil, empolgado com essa vitória, primeira vitória do Brasil. O que você achou?
Qual foi o saldo para você nesse jogo?
Brasil foi bem demais, o que faltava era o Hendrik titular, mas o antelote tá vendo que O principal jogador nosso é o Hendrick, é iluminado. Mateus Cunha fez 2 gols, cara, fez 2 gols.
Mas, cara, todos nós sabemos que o Hendrick é o nosso principal jogador, é iluminado.
No lado lá você ficou? Não, ele é iluminado, iluminado. E quando Mateus Cunha fez 2 gols, mas quando o Neymar entrar É o quadrado mágico: Neymar, Hendrik, Vinícius Júnior e Rafinha. Esse é o quadrado mágico.
É isso, é isso.
Então não tem o que errar. Faz o simples, é o quadrado mágico e seremos campeões. É que, ó, seremos campeões. Tá bom, é o quadrado mágico do torcedor carioca. Vamos dar uma caminhada aqui, é prático. Copacabana, todo mundo já no pânico aqui. Minha amiga, o que que você achou do jogo hoje?
Foi top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, top, Quem faz o gol é o melhor, né, William?
Todo mundo já caminhando aqui, meu amigo. Você achou do jogo?
Fala aí para mim, cara.
Impactou um pouco meu bolão, que tava esperando aquele golzinho do Haiti, para ser sincero.
Torcendo por um gol do Haiti só para acertar o bolão, mas de resto foi bonito, deu aquele ânimo de seleção brasileira novamente. Torcer para o próximo jogo ser melhor ainda. Mateus Cunha tirou aquela pulga do camisa 9, do centroavante ali, ou o Endrick ainda tá pedindo passagem?
Não, Matheus Cunha representou, gigante da colina, veio para representar a gente, foi sensacional.
É isso então, William. Vou cair no funk aqui com a galera, todo mundo já naquele clima. Ó, que batida é essa?
Sensação!
É claro que é funk, meu irmão. 3 a 0 Brasil, William Tavares!
É o clima, a vibe tá outra, tá bem diferente no chat aqui. Valeu, Jufu! O povo não cestou aí, tem gente se perguntar algum lance do jogo, não sabe nem o que aconteceu. Brasil jogou, né? Sextou, né?
Sextou.
É isso aí, é isso aí. Chegando nesse clima, o dia de passe. Daqui a pouquinho aciona o Zupac também, que já tá com a gente. Só para fazer um giro rápido aqui na nossa mesa, daqui a pouquinho tem Zupac, tem André, tem Pedro Ivo. Vamos lá, hoje é o de copo meio cheio. Beleza, ganhou, era importante tirar a pressão, bacana. Ou aquela dose realista?
Ah, mas era o Haiti.
Tudo bem, William?
Tudo bom?
Boa noite para você, para os companheiros, para quem tá assistindo. Cara, eu vou te dizer o seguinte: 2 copos completamente distintos. Eu acho que não dá para analisar. Eu sei que é um clichê a gente acabar separando os 2 tempos, mas eu acho que o primeiro tempo foi um primeiro tempo muito bom. Ah, mas é o Haiti, cara. Você não vai ganhar da França ou da Espanha jogando contra o Haiti. O adversário era o Haiti, dá para jogar contra o Haiti bem, contra o Haiti.
Cabo Verde, e aí o Brasil fez, sabe?
A gente tem A gente tem vários exemplos de seleções favoritas que acabaram tropeçando contra seleções muito frágeis. Então acho que no primeiro tempo o Brasil fez tudo que ele precisava fazer, fez 3 a 0, poderia até ter feito mais, né, com os gols anulados por pouco, 4 chances perdidas. Então acho que dentro daquilo que dava para fazer, e você tá jogando, repito, contra o Haiti, não contra a França, então o que dá para fazer é contra o Haiti, o Brasil foi bem.
No segundo tempo eu achei que não. E aí eu acho que não por duas questões. Primeiro, se foi uma escolha tática, e pode ser que tenha sido uma escolha tática de, bom, vamos jogar do jeito que a gente vai jogar os jogos do mata-mata, vamos baixar as linhas e chamar a seleção do Haiti e explorar dessa velocidade. Porque até acho que essa é a ideia do Brasil na hora que for pegar as seleções mais complicadas. Até acho que essa Pode ser a ideia do Ancelotti, mas se foi também não deu muito certo, porque a verdade é que o Brasil talvez tenha até sofrido mais no segundo tempo do que criado chances de fato.
Ok, teve o gol do Endrick anulado por um pouquinho ali, a chance do Martinelli, Douglas Santos, mas então foram 3 chances, é verdade, criadas. Mas eu acho que contra o Haiti você esperava até sofrer menos, né? O Alisson não precisa trabalhar como ele precisou trabalhar. Então acho que o primeiro tempo foi realmente bom. Dentro do que dá para ser. E o segundo tempo eu não gostei. Eu acho que se foi uma ideia tática, ela acabou mostrando que o Brasil pode sofrer bastante contra adversários mais fortes.
E acho que assim, cara, você tinha que exigir mais intensidade no segundo tempo, você tinha que continuar fazendo o que fez no primeiro, independentemente do teste que você eventualmente queira fazer, porque o saldo de gols era importante. Porque eu acho que é importante ficar em primeiro nessa chave. E hoje o Brasil teve a chance de terminar o jogo com 6 a 0, 7 a 0, o que poderia muito bem garantir para o Brasil a primeira colocação. 3 a 0 no Haiti, Marrocos pode fazer isso tranquilamente também.
Então eu acho que o Brasil falhou também por isso, porque era preciso fazer mais gols para encaminhar essa primeira colocação, que olhando para o que devem ser os cruzamentos na frente, traria para o Brasil um caminho mais fácil nos mata-matas.
É, a realidade hoje é a seguinte: o Brasil tem 3 de saldo, Marrocos tem 1 de saldo. Sempre bom lembrar, Marrocos venceu o confronto contra a Escócia. Então, para a última rodada, o Brasil enfrenta a Escócia, Marrocos pega o Haiti. Então quem tem mais chance de fazer saldo é Marrocos, né? A diferença é só de 2. Se o Brasil vencer a Escócia por placar mínimo 1 a 0, o Brasil abre um saldo de 3. Aí Marrocos tem que fazer 4 no Haiti, o que não é difícil de se imaginar.
Marrocos fazer 4 no Haiti, que já tá eliminado, que já era, já foi, e que vai ter que atacar. E exatamente, então é, vamos Vamos pensar um pouquinho aí que esse primeiro lugar tá bem aberto, justamente porque o Jean tem razão. Brasil perdeu a chance de fazer 5, 6 e tudo, e deixou esse confronto pelo primeiro lugar aberto. Vitor Birner, quanto vale a apresentação da seleção brasileira hoje? Vitor Birner, tudo bem?
Boa noite a vocês, Jean Calçade, Jair, aos fãs, as fãs do esporte. Olha, eu acho que o importante era ganhar. Eu acho que primeiro tempo, eu penso como o Jean, foi bom com a bola. O que eu achei ruim, tanto no primeiro tempo e principalmente no segundo, foi o sem bola. E o segundo tempo tem uma coisa que me assustou um pouco. Obviamente que a seleção tá sendo construída. Quando o Haiti abre mão da linha do 5-4-1 e passa a ter 3 jogadores avançados, era 4-4-2 sem bola, 4-3-3 com bola, o Haiti pressiona a saída de bola do Brasil e ela não funciona.
E se a saída de bola do Brasil não funciona contra o Haiti, é É muito assustador se isso não melhorar para os próximos jogos, quando seleções mais fortes vão pressionar a saída de bola do Brasil. Eu acho que aí, para mim, essa dificuldade de saída de bola, para mim, ali tava o grande problema da seleção brasileira no segundo tempo. Porque eu entendo o Ancelotti, sabendo que o adversário vai sair para o jogo, querer treinar, porque ele precisa treinar a seleção durante os jogos, uma equipe que baixa as linhas e usa o contra-ataque.
Mas no final das contas, para você fazer essa transição Você precisava pelo menos sair jogando de maneira simples contra uma equipe como Haiti e não conseguiu. Então o que funcionou no Brasil, principalmente no primeiro tempo? Os lançamentos nas costas da linha de zaga do Haiti, algumas individualidades, né? O Brasil, quando faz o primeiro gol, o Brasil toma conta do jogo e ali, se o primeiro tempo tivesse mais tempo, ia fazer mais gols.
No segundo tempo, quando o Haiti muda a maneira de jogar e não fez nada de tão especial, o Brasil sofreu. O que é isso? É o sinal de uma seleção que tá longe de estar pronta ainda, que precisa ir se arrumando durante a Copa do Mundo. Acho que vai melhorar mais na Copa do Mundo, mas não sei se vai chegar até onde precisa. Eu acho que no geral, entre vendo a situação pré-jogo e a situação agora pós-jogo, houve uma evolução. Eu acho que tá na conta, ok. Na enquete eu votei foi bom e só, é isso, joinha.
Gustavo Zupac, quero te ouvir também. Zupac in loco trazendo informações aí para gente, trazendo muita análise também aqui nesse Linha de Passe. Pois é, o Zupa, tivemos Mbappé, tivemos Haaland, tivemos Harry Kane, e agora temos Matheus Cunha.
Tudo bem, William? Ótima noite a você, aos companheiros da Fandisporte. Tava aqui pensando, William, eu quando adolescente acompanhava os primórdios do Linha de Passe, né? Calçade já estava na mesa. Opa, se eu não estou enganado, o Linha foi criado para, ou um pouco antes da Copa de 98.
Exatamente.
Linha de Passe já esteve em muitos lugares. Agora, debaixo de uma marquise, se protegendo da chuva, na comunidade haitiana de Miami, nesse lugar o Linha de Passe nunca esteve. Então estamos aqui para quebrar paradigmas e para fugir da chuva que cai neste momento Ao vivo para todo o Brasil no Linha de Passe, às 23 horas e 46 minutos. Começou a chover no instante em que a vinheta do Linha de Passe entrou no ar. São Pedro estava esperando o Linha começar para mandar água aqui em Miami.
William, aqui na Flórida, a maior comunidade haitiana fora do Caribe, e ela se reuniu aqui para acompanhar esse jogo. E eu vim observar como os haitianos se comportaram para assistir essa partida antes My friend, please, would you come to talk to Brazil live? Come here, come here.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
After fifty years, after fifty-two years, we still love Brazil.
Yeah, we gotta take Uber.
No, go take your Uber.
She go carro da Comunicativo na hora da entrevista. Isso, linha de passe também nunca fez. William, perguntei para ela como é que foi voltar para uma Copa do Mundo.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Portanto, olha foi a galera toda lotou o Uber, rapaz.
Chegou a Kombi, rapaz!
É uma Kombi, é uma Kombi!
Vamos falar a verdade, numa chuva como essa não tem uma entrevista que você dure mais do que uma Uber.
É uma van, não sabia que tinha Uber Van.
O que eu posso dizer? Eu vou falar eu. Então é um prazer voltar a encontrar o Haiti numa Copa do Mundo. As pessoas foram muito carinhosas com a gente aqui. E a galera que veio assistir o jogo A galera veio para ver um gol do Haiti, eles não vieram para ver vitória do Haiti. Então a cada momento em que o Haiti chegava perto da área brasileira era como se o Haiti tivesse para ganhar o jogo. Isso foi muito legal de assistir, uma atmosfera.
Sobre o Brasil, William, o Brasil fez basicamente o que precisava, não fez nada além do que precisava. E se esperava depois da atuação opaca que o Brasil teve contra a seleção de Marrocos na estreia. Que o Brasil desse um passo além. Então acho que isso não aconteceu. O Brasil deu um passo básico que daria num confronto qualquer contra o Haiti. Eu queria destacar o Vinícius Júnior, cara, porque a gente, a gente cobra e cobrava muito no pré-copa, e tem que continuar cobrando que o Vinícius participasse mais no papel de protagonista da seleção brasileira.
E é claro que foram só 2 jogos, mas foram 2 de contextos totalmente diferentes, mas foram 2 bons importantes jogos do Vinícius Júnior nesse começo de Copa do Mundo em um Brasil tão desarrumado. E a figura do protagonista se faz mais necessária num time que não tá arrumado, como o Brasil não está. Dos 4 gols do Brasil, um total de 4 com participação do Vini: 2 gols marcados e 2 participações nos gols do Matheus Cunha no jogo de hoje.
Acho que o Haiti, especialmente no primeiro tempo, ofereceu o tipo de espaço que o atacantes do Brasil por característica gostariam que todos os países oferecessem e quase nenhum oferece. E a partir daí o Brasil resolveu o placar. Não foi um jogo de dar certeza alguma ao Carlo Ancelotti, mas foi um jogo para dar confiança e começar a validar as escolhas mais recentes que ele fez. Vamos ver se contra a Escócia essas escolhas do Ancelotti continuam a ser validadas, mas é uma vitória que deixa o Brasil muito próximo da classificação.
Perfeito. Só te peço para não chamar teu Uber ainda, espera um pouquinho, não vai embora, que você vai ficar um vazio danado. Eu preciso de vocês. Ô Jailson, eu acho que esse é um ponto importante aí do Zupa, né? A gente tivemos duas escolhas hoje, Danilo e o Matheus Cunha, e as duas deram conta do recado, né? Matheus Cunha então com 2 gols, tudo bem?
Tudo bem, William, boa noite, prazer estar aqui com vocês. Boa noite, fã de esporte. Então eu queria falar justamente disso, da escolha tática, né, que o Ancelotti fez. Para mim, corrigindo algumas questões que a gente já vinha falando desde o amistoso contra o Panamá, contra o Egito, enfim, desde os amistosos ali. Acho que a questão do 4-2-4, que era o vazio que poderia ficar desde a lesão do Wesley, o problema que teria no corredor direito.
E ao meu ver, depois do jogo contra Marrocos que o Ancelotti ainda insistiu no Rafinha pelo lado esquerdo, próximo do Vinícius Júnior, e ainda tinha aquele vazio, coisa que ele só foi acertar naquela pausa para reidratação, que ele muda o Rafinha de lado. Hoje ele já de saída, ele já colocou o time no 4-3-3, né? Ele coloca o Casemiro como primeiro volante, Bruno Guimarães e o Paquetá um pouco mais, né, à frente, e bota o Rafinha aberto do lado direito.
E aí Vinícius Júnior e Mateus Cunha funcionando como esse centroavante. E aí eu tô com os companheiros, achei um jogo ok. Tem a fragilidade do adversário, mas era o adversário para hoje. Mas eu acho que é um jogo importante para o Ancelotti ver esses padrões, que ao meu ver ele não tinha conseguido atacar principalmente pelo lado direito, tendo em vista a lesão do Wesley e que o Danilo não é esse cara. Então ele precisava jogar do lado direito para ocupar.
Ele tentou com Paquetá, não deu certo. E hoje ele já, para mim, ele já fez um desenho diferente. Que pra mim funcionou, que era o Casemiro um pouco mais protegido, um passo atrás do Bruno Guimarães que o Paquetá. Bruno Guimarães muito bem, muito bem.
Os dois, né? Bruno Guimarães e Paquetá bem.
Gol anulado do Rafinha e depois a outra oportunidade que ele deu, foram 3 pifadas, né, que a gente fala, do Bruno Guimarães pro Vinícius Júnior e pro Rafinha. Paquetá também que dá assistência, o cara que—
E o gol anulado por pouco foi um baita passe, hein? Um baita passe.
E o do Bruno Guimarães quebrando, então é assim, Pra mim, os dois caras à frente do Casemiro também funcionaram muito bem. E o Rafinha, o Rafinha tem que ver a questão da lesão, né? Acabou ali sentindo, então sai lesionado. Mas era um cara que também estava um pouco abaixo, ele tava atacando bem o espaço, mas tecnicamente não tava entregando novamente. Mas assim, de resto, Matheus Cunha fazendo exatamente o que a gente esperava do centroavante, né?
Conseguiu o segundo gol, inclusive um gol difícil. Ele consegue ajeitar o corpo e dar uma chapada de canhota no ângulo. Mas eu tinha assim a sensação, né, de que uma inquietação, na verdade, se o Mateus Cunha fosse conseguir jogar de referência, porque ele é muito acostumado a descer, é automático dele, é o que ele faz no Manchester United. Só que não, ele conseguiu, ao meu ver, ficar lá na referência, faz os 2 gols, depois ele começa a baixar um pouco, desceu um pouquinho, e eu acho que ele foi bem, sempre servindo de apoio, né, a opinião dos companheiros, mas sempre servindo de apoio.
Quando tinha alguma coisa pelo lado esquerdo, ele se aproximava para ser essa referência. Do lado direito, a mesma coisa. Então achei um jogo razoável, um jogo que eu esperava, falando antes, que o Ancelotti arrumasse um padrão para a gente ver da Copa toda. Eu não queria que hoje, por exemplo, viesse um 4-2-4 ou um, sei lá, um 4-1-5, que fosse todo mundo no ataque para golear. Não, eu queria que o Ancelotti de fato arrumasse um padrão que fosse possível jogar contra qualquer adversário na Copa.
Talvez ele mexa no posicionamento, Bruno Guimarães fique um pouco mais para liberar um pouco mais o Paquetá. Mas eu gostei desse sentido de ter um padrão de jogo para o resto da Copa toda.
Deixa eu repercutir isso com o André Kifuri, que tá com a gente também a partir de agora. Começou, você começou a ver um norte para essa seleção brasileira em termos de padrão tático, de escolhas de jogadores ali, coisas que passam a fazer sentido aí nessa caminhada da seleção brasileira? André, tudo bem contigo?
Tudo bem, William.
Boa noite, boa noite a todos aí na mesa do Linha de Passe. Uma boa noite ao nosso Esportes. Eu tenho algumas coisas para dizer a respeito do jogo de hoje. Acho que a gente tem que partir do resultado final. Aí, nesse caso, falando só do resultado, porque o aspecto da diferença de gols é muito importante, vai ser decisivo, a gente pode fazer esse raciocínio, essa leitura do futebol resultadista, digamos assim. É claro que fica a sensação que o Brasil deveria ter feito feito mais gols, né?
Fica também uma preocupação em relação à noção que a gente tem de que o Marrocos pode fazer não só os 3 gols que o Brasil fez no Haiti, como pode fazer mais se de fato quiser se esforçar para isso, numa situação em que o Haiti vai estar desclassificado. É o que acontece, né?
Já está fora.
Mas eu esperava honestamente pouco mais do que o mínimo necessário no jogo de hoje. Eu acho que a gente viu bastante mais do que o mínimo necessário. O mínimo necessário seria ganhar o jogo, porque de fato a seleção brasileira não poderia deixar de vencer. O problema, entre aspas problema, né, o que aconteceu de interessante, que no intervalo tava 3 a 0, e aí você já pode pensar em goleada sem que isso pareça algo desconectado da realidade.
Antes do jogo falar em goleada me parecia precipitado. Com 3 a 0 no intervalo e a sensação de que a seleção brasileira—
O André, te peço desculpas, o áudio, o áudio tá muito ruim do microfone. Até para explicar, para o André ficar sabendo também, o áudio tá captando mais a torcida, o pessoal e tal, do que propriamente o que o André tá falando. Então tá difícil da gente entender o que o André tá falando. Quem tá em casa, principalmente, né, que é o mais importante, não tá conseguindo entender. Então vamos tentar acertar tecnicamente, regular esse áudio ali do microfone do André para a gente poder ouvi-lo melhor.
E aí a gente poder dar sequência com a participação do André aqui no Linha de Passe, tá bom? Tranquilo, tem bastante tempo de programa, a gente consegue resolver isso. Então passo para o Calçade. Boa noite, viu? Um norte aí para seleção brasileira.
Tudo bem?
A gente, a torcida sempre espera, na verdade, é uma explosão, né? Um negócio assim maravilhoso, um placar imenso. Olé, tal. E isso não vai acontecer, então não espere por isso. O que eu vejo é o Carlo Ancelotti treinando, ele melhora o time, ganha o jogo, porque tem que ganhar. Não basta treinar, tem que ganhar, fazer o placar. Mas ele tá tentando construir alguma coisa e tem coisas bem diferentes do jogo contra o Marrocos. Ele fixa Rafinha no início Depois, Rayan e Vinícius nos lados.
Ele prende a linha de 5 com 2 jogadores, e aí o meio fica com superioridade numérica, porque se 2 prendem 5, o resto do time tá aqui. Eu vejo, ele até falou na coletiva ontem da característica de cada atacante do Endrick, Matheus Cunha e Igor Thiago, e ele se refere ao Matheus Cunha uma expressão espanhola que é o mediapunta, que é um meia, ele é um meia atacante. Então o que eu vejo do Brasil é prendendo a linha com 2 atacantes de beirada abertos.
O Vinícius foi para dentro só no segundo tempo, ficou ali, porque ele testou formatos. Ele começou de um jeito, no segundo tempo ele baixou o time, depois ele ficou num 4-2-4, ele voltou, meteu 3 no meio de campo. Mas vamos chegar lá. E o Matheus, ele é um atacante que chega na área junto com a bola. Ele não é atacante que espera a bola na área. Igor Thiago espera a bola na área. Matheus Cunha, ele trafega junto com a bola, a bola chega junto com ele.
Então, nas jogadas, ele baixa, ele inicia a jogada do gol dele e chega na área. Quer dizer, isso Isso é bem interessante e o Carlo Ancelotti gosta disso. Eu acho que aí ele ganhou muitos pontos para permanecer no time fazendo esse tipo de situação, de uma questão de posicionamento tático. O Endrick não vai fazer isso, tá? O Endrick vai agredir mais, ficar mais à frente na velocidade. Ele fixa também Paquetá do lado esquerdo. Paquetá foi para truquelado no primeiro jogo.
Não deu certo, inclusive começando lá direito. E aí ele faz um trio no meio de campo bem definido: Casemiro, na direita o Bruno Guimarães, na esquerda o Paquetá. Paquetá, Douglas Santos, Vinícius. Bruno Guimarães, Danilo, Rafinha, depois Rayan. Então assim, ele tem um trio de cada lado, né? O Casemiro obviamente mais baixo. Então o Brasil foi dessa forma e com o Paquetá lançando bem, né? Até porque o Haiti, eu achei o Haiti com uma defesa muito alta.
O Haiti levou a defesa para linha de meio de campo. Isso é uma bobagem fazer isso já no primeiro tempo. Antes do primeiro gol, Haiti veio e deu ao Brasil o campo que o Brasil quer para continuar jogando a Copa do Mundo. Então o Ancelotti, por isso que eu digo que foi um treino O Ancelotti ensaiou esse formato e, ao que tudo indica, é o formato que o Brasil vai jogar o resto da Copa, com o time mais concentrado no meio e jogando a bola nas costas da defesa.
E o Haiti forneceu essa possibilidade. Achei, assim, tanto infantil no posicionamento, né, dos caras que aí vão tentar ganhar na corrida do Vinícius, do Rafinha, depois do Rayan. E esse foi o primeiro tempo. Na segunda etapa muda tudo, né? No segundo tempo, ele, o Ancelotti, baixa o time, faz um 4-4-2. Aí ele traz o Vinícius para dentro com o Matheus Cunha e fica numa postura mais defensiva justamente para reagir. E não foi bem, não foi bem.
O Brasil não fez gol no segundo tempo, não funcionou. Aí ele tira um jogador em meio de campo, ele vem com, ele tira um atacante, ele vai com quarteto, ele fica com Rayan, Martinelli, Endrick e Vinícius por alguns minutos, uns 10 minutos. E aí ele volta com o trio no meio de campo, Casemiro, Ederson e o Danilo Santos. Então veja, todo esse festival de trocas e situações é um time que tá treinando, se achando, se achando. E ele conseguiu o resultado de 3 a 0.
E é pouco, poderia ter sido mais, mas seria confortável. Mas eu vejo a equipe assim dando um passo adiante. A explosão, o brilho, o Brasil magnífico não tá presente nesse jogo, não estará contra a Escócia. Era até um absurdo esperar que o Brasil já avançou no modelo para ganhar da Escócia.
Esperar que fosse magnífico, sim, era absurdo. Agora, o que eu acho é que dava para esperar num segundo tempo mais gols. Aí eu não tô pensando em apresentação, em estilo, em plástica, em espetáculo. Acho que a necessidade, olhando para a questão do regulamento, olhando para o fato de que você ganhando por mais tem muito mais chance de garantir a primeira colocação. Acho que esse resultado talvez seja o resultado que deixa mais aberta essa primeira colocação.
Talvez tivesse sido 1 a 0 ou 2, a gente diria, não, Marrocos é favorito para ser primeiro. E se o Brasil tivesse ganhado de 5, 6, a gente diria, não, agora o Brasil é o favorito para ser primeiro. Até porque eu acho que o Brasil vai enfrentar contra a Escócia um time muito mais fechado do que o Haiti, né? É como, é como o Calçade falou, essa linha média ali do Haiti na marcação no primeiro tempo eu acho muito surpreendente. No segundo nem tanto, porque aquela história, você tá perdendo, vai tentar ir atrás, mas eu acho muito surpreendente.
Então nós estamos vendo aí, o Brasil tem um saldo de 3, Marrocos de 1. Agora o Marrocos pega o Haiti, que vai precisar sair se quiser sonhar com vaga, e acho que vai sonhar, né? Já mostrou hoje que sonha com o impossível ou com algo muito difícil. Então acho até que vai sair, vai dar muito mais mais espaço para Marrocos do que a Escócia.
A Escócia sabe muito bem que nessa Copa do Mundo, um empatezinho com o Brasil, tá dentro.
Então assim, a Escócia, essa sim, se a gente tava achando que o Haiti podia fechar com, né, uma linha de 5, 5-4-1, ou até 5-5-0, 11-0-0, 10-0-0, eu acho que isso a gente não viu do Haiti, não vai ver do Haiti contra Marrocos, mas tem muita chance de ver da Escócia contra o Brasil?
Eu acho que o Haiti não tem o que perder. O Haiti lida com goleadas, lida com goleadas com a maior naturalidade, porque é a realidade, é a realidade do Haiti. Então ele tem que tentar. E aí obviamente vai fazer um jogo mais exposto do que fez desde o início contra o Marrocos, do que fez contra o Brasil. Eu acho que o Ancelotti, depois do jogo de hoje, ele vai trabalhar muito a saída de bola. A gente viu o Alisson duas vezes em situação difícil.
Na saída de bola do Brasil contra o Haiti, só porque o Haiti colocou um jogador a mais, o Brasil teve bastante dificuldade. Se o Brasil tivesse feito a transição de bola como a gente imagina que é possível, aliás, como é possível, o Brasil teria saído na cara do gol diversas vezes no segundo tempo, porque tinha muito campo para isso. Uma outra questão para mim que assim é pega demais: você jogar com o modelo que o Ancelotti parece que tá preparando, e eu concordo com os colegas, de atrair o adversário para usar a velocidade dos jogadores de frente, você precisa em muitos momentos ter a bola atrás para chamar o adversário.
E aí, de acordo com as circunstâncias de jogo, você sai ou por baixo ou no lançamento longo. O Brasil se complicou nessa saída de bola diversas vezes porque não conseguia sair nem com passe curto e nem criar o espaço para o passe longo, sendo que o Haiti já estava lá, você não precisava atraí-lo. Então eu desconfio que Agora, no período de treinamento até o jogo contra a Escócia, essa vai ser a prioridade do Ancelotti: arredondar um pouquinho essa saída de bola.
O contra-ataque brasileiro já funcionou melhor, alguns jogadores parece que estão crescendo, principalmente para mim o Paquetá e o Bruno hoje já fizeram jogos melhores. Os passes saem deles com qualidade para os jogadores da frente, que vai ser um trunfo para o Brasil conseguir ganhar jogos na Copa do Mundo. Mas ali atrás, essa saída de bola para mim foi, sem exagero nenhum, foi dramática hoje.
Não, eu só ia pegar o gancho que você tá falando. Era essa tua reclamação, é com Mateus Cunha em campo ou ele já tinha saído?
Ele já tinha saído.
Por isso, porque por conta da bola longa, eu acho que o Brasil perdeu muito isso que você tá falando, da pressão do Haiti e tal, e complicar a bola longa, porque foi a hora do 4-2-4. E aí a hora que ficou Vini e Endrick lá na frente, talvez tenha sido por isso, porque o Brasil, o Haiti conseguiu pressionar, o Brasil não conseguiu sair por baixo e óbvio, tá errado. O Brasil tem que conseguir sair pressionado contra o Haiti, por favor, com todo respeito do mundo.
Mas talvez os zagueiros não quebraram a bola porque perdeu a referência. Não tinha o Matheus Cunha, que é um cara que, querendo ou não, ele consegue brigar um pouco mais no alto. E também não tinha o Igor Thiago, que nem saiu do banco. Então, com o Vinícius Júnior e o Endrick, talvez você complique para dar essa quebrada. A opção, ao meu ver, seria o Rayan, que é um cara mais alto, que é um cara mais forte de você quebrar na ponta para ele tentar ali Inclusive não foi quebrada, né?
Não foi essa bola no alto, foi uma bola no chão que ele conseguiu girar, né? Fazer o giro e conseguir sair um contra-ataque. A bola quase foi do Douglas Santos, não foi? Acho que foi do Douglas Santos.
E só para passar também, a bola para o Vini foi aquela, foi o Marquinhos.
Eu ia falar isso, era isso que eu ia pontuar. Óbvio, eu concordo contigo que faltaram gols. O Brasil deveria ter feito mais gols no segundo tempo, só que aqui o Brasil criou. As chances, o Brasil perdeu os gols. O Vinícius Júnior, Vinícius Júnior, o Ryan, aquela do cruzamento que o Vini faz o cruzamento e o Ryan não alcança pelo lado esquerdo. Teve a do impedimento, a bola na trave do Martinelli, né?
Martinelli, o chute do Douglas Santos, teve um lá no lado do Henrique, do Rafinha, o Henrique.
Sim, então assim, o Ederson que perdeu aquele gol no finalzinho agora, que a bola vem cruzada, ele bate na perna da outra. Então assim, querendo ou não, foram 5 ou 6 chances no segundo tempo que o Brasil teve.
É engraçado porque assim, eu acho que o segundo tempo, de maneira geral, assim, é que a nossa expectativa talvez fosse com 50, 55 já um 4 a 0, 5 a 0, pelo que foi o primeiro tempo, né, que eu acho que o Brasil tava criando o tempo todo, uma atrás da outra, e faz os 3 gols e tal. Mas o Jailson tem razão, se a gente parar para pensar, ainda que o Brasil tenha tido um volume bem mais baixo tenha pressionado menos, tenha tido menos intensidade, talvez, né, por uma ideia de implementar um estilo de jogo que vai ser o estilo de jogo utilizado contra as grandes seleções, quer dizer, então testar, implementar e tal.
Mas é verdade, no fim das contas não foi um grande segundo tempo, mas 5 ou 6 boas chances foram realmente criadas ali. E se elas tivessem entrado, certamente essa visão de que, ah, que o segundo tempo foi fraco, que é a minha visão, eu admito, mas talvez ela fosse completamente modificada se o jogo tivesse terminado 5 ou 6.
Eu acho que o Zupa chamou, né, Zupa?
É, sim. E ouvindo que os companheiros estão falando e juntando, juntando vários fragmentos, né, o olhar sobre a necessidade de melhorar a saída de bola, o que o Calçade falou sobre a linha quase que responsável do Haiti no primeiro tempo. E voltando para coletiva do Danilo ao longo da semana, onde o Danilo fala em talvez o Brasil entendendo o seu momento, ter, eu não sei se foi humildade ou maturidade que ele falou, de às vezes entender que vai ter que baixar mais a linha, talvez não ter mais a bola que o adversário, jogar, jogar mais em espaço do que propriamente no domínio.
Não que hoje não fosse ter a bola, hoje teria a bola. Mas os melhores momentos do Brasil no jogo de hoje foram quando o Haiti ofereceu espaço para atacar profundidade. Essa é a característica de quase todos os atacantes do Brasil. Talvez o passo que o Ancelotti precise dar, ou deva dar, na hora que a Copa do Mundo de fato afunilar, que a partir do mata-mata, do 16avos de final, é tentar condicionar mais, o máximo possível o jogo, para que o Brasil tenha um pouco da característica que teve hoje para atacar, né?
Atrair o adversário e melhorar essa saída de bola para que esse espaço apareça. E a gente não tá muito acostumado a isso, né? Historicamente, a seleção brasileira sempre foi cobrada para empurrar o seu adversário para trás, não para atrair e para gerar espaço. Mas acho que uma das coisas que o jogo de hoje deixou, jogo de hoje deixa muito pouco para uma avaliação mais concreta dos grandes desafios da Copa. Mas talvez uma das poucas coisas definitivas que o jogo de hoje deixou é que talvez de fato o melhor jeito do Brasil explorar os seus homens de frente seja gerando espaço, desde que consiga construir muito bem lá de trás para não depender só das bolas longas, como foram no primeiro tempo.
E um detalhe que me chamou atenção, não sei dos companheiros, é que quando o Rafinha se machucou. E aí nem é uma questão de preferência não, é uma questão de hierarquia. Eu esperava ver o Luiz Henrique jogar e o Rayan jogou antes do Luiz Henrique.
Isso me chamou atenção também. A gente falou, pô, e o Luiz Henrique, como é que fica nessa situação, né? A gente vai falar sobre isso. Vamos falar sobre o Luiz Henrique, sobre o Enderkin também, que foi ficando, que acabou entrando no segundo tempo. Vamos falar mais do Mateus Cunha, do Vinícius Júnior, da atuação do Vinícius Júnior.
Eu confesso para você que quando entrou o Rayan, eu pesquisei se não tinha deixado escapar nada no noticiário com algum problema físico com o Luiz Henrique.
O Luiz Henrique, né?
É porque para jogar do lado direito aberto era, então E ele foi o cara que não entrou.
Ele não entrou, acabou. Entrou o Rayan, entrou o Hendrik, entrou o Martinelli, entrou o Danilo Santos, entrou o Danilo Santos, não entrou o Bruno Henrique.
A diferença é que o Ancelotti comanda os treinos.
Exato.
E a gente não vê os treinos.
Exato.
E não pode.
Então fica muito análise externa por alguns minutos no campo, sendo que o treinador vê o campo e vê o treino.
Talvez.
E trabalha a equipe. A gente não sabia.
Perfeito.
A gente não sabemos esses formatos que a equipe teve hoje. É porque é o seguinte, não é um negócio, não pode ser aleatório, porque você bagunça a cabeça dos caras. Então o quanto que ele antes do jogo nesta semana trabalhou situações como essas, né? Porque é o seguinte, a segunda etapa ele não precisava jogar do jeito que ele jogou, não precisava. Ele poderia continuar do jeito que ele tava jogando embaixo. Ele mudou. Ele mudou por algum motivo.
E ele no Real Madrid, cansei de fazer jogo do Ancelotti. O Ancelotti cansou de fazer jogo assim. Ele tá lá jogando com adversário, tal, contra equipes bem inferiores, inclusive no Santiago Bernabéu. De repente o time baixa um pouquinho, fica esperando dar ali uma, dá uma animada no adversário, e ele diminui. Acabava. Só que isso não aconteceu. Se acontece em 2 gols assim, a gente ia falar, tá vendo, deu certo, tal. Mas uma coisa é o placar, o resultado no placar, a outra é aquilo que ele tá buscando fazer aproveitando 90 minutos como treinamento, que para mim é o que ele fez. Mas é um treinamento, tem que sair com a vitória, né?
A gente vai tentar contar daqui a pouco com Pedro Ivo. Vamos ver se o Pedro Ivo tem alguma informação. Claro, ele também não tem acesso ao treino 100%, treino, etc., mas talvez o Pedro tem alguma informação de bastidores. E também saber sobre Rafinha. Claro que é precoce, vai fazer exame e Mas isso é um perigo, uma primeira impressão, né? Vamos ver informações da coletiva também. Talvez o Ancelotti fale justamente sobre essa, sobre a questão de segundo tempo.
Mas me parece que tá tudo ok com André Kifuri. Vamos passar a bola para lá de novo para ouvir o André aí sobre essa vitória da seleção brasileira sobre o Haiti por 3 a 0. Tudo certo aí, André? Deixa eu ver se eu te ouço bem agora.
Eu que te pergunto, William, se você tá me ouvindo bem, se tá tudo certo aqui comigo. Tá Tudo bem, parece que tá melhor, parece que tá melhor, André.
Pode seguir.
Melhor. Esse barulho da torcida brasileira aqui na Filadélfia tem um culpado, é o Zinho, é o nosso tetra. Ele está por aqui. E aí a torcida se empolgou com a presença dele e é por isso que tá essa barulheira toda. Mas é uma coisa muito legal e ele tá muito feliz, evidentemente, com essa movimentação. Toda depois do jogo. Mas o que eu tava dizendo é, em retrospecto, se alguém me dissesse hoje pela manhã que seria 3 a 0 para o Brasil o jogo contra o Haiti, eu diria não precisa jogar, mesmo que eu já tivesse a sensação de que 3 a 0 não era um resultado que nos daria confiança em relação à classificação em primeiro lugar.
Mas eu esperava pouco além do mínimo necessário. E a seleção brasileira, não só em resultado como em desempenho também, eu acho, pelo menos na minha opinião, mostrou algo além disso, do mínimo necessário para vencer a seleção do Haiti. E eu tô no time do Jailson, eu tava torcendo para ver uma ideia de time que pudesse crescer e permanecer assim, ou seja, se desenvolver e não um esquema de emergência para tentar golear o Haiti, fazer saldo, etc.
Então o que nós vimos hoje, na minha opinião, é um esboço daquilo que nós vamos, nós vamos tentar acreditar que o Ancelotti vai conseguir desenvolver a partir da ideia que a seleção brasileira mostrou hoje. Achei que alguns jogadores foram muito bem. Importante ter se resgatado. Casemiro, Bruno Guimarães nem tanto, mas principalmente o Casemiro e o Paquetá no meio de campo. Evidentemente o Vinícius é o destaque do time, mesmo que o Haiti não tenha percebido que a bola para o Vinícius no espaço era um grande problema que teria que ser evitado hoje.
Não conseguiram fazer, a defesa do Haiti não conseguiu fazer isso, e o Vinícius mais uma vez deitou e rolou com o espaço avanço com a bola dominada em velocidade, ele cria o lance para si próprio e cria o lance para os outros. Essa é uma, uma possibilidade que a seleção brasileira evidentemente vai continuar usando. Mas assim, como chegamos ao intervalo com 3 a 0, era absolutamente natural imaginar mais gols, pelo menos mais um gol.
A sensação seria diferente, uma vitória por 4 a 0 em relação aos 3 a 0 que nós vimos. Mas de novo, se alguém me dissesse de manhã que o Brasil venceria por 3 a 0, eu deixaria assim, tá bom, tudo bem, não precisa jogar.
O André citou individualidades, a gente vai falar delas aqui. É só informação do Pedro Ivo Almeida, chamou, falou, né? O negócio é rápido. O Rafinha sentiu uma lesão muscular, faz exame amanhã. Aí aqui preocupa Botou a mão na posterior, né? Para além das bolhas no pé, tá? Questão é lesão muscular.
Isso ficou muito claro na hora que não era, que não era a questão das bolhas no pé, né? Pela expressão dele, por onde ele leva a mão. Mas a expressão, porque assim, jogador sabe, né, o nível de gravidade e tal. E eu acho que tem uma hora lá que a transmissão mostrou justamente a expressão dele, ele tava quase segurando para não chorar ali, sabe?
Então eu acho Acho que não serão 3 dias.
É uma, é uma sensação, pode tirar do jogo contra a Escócia.
Geralmente demora um pouquinho a mais, né?
Então, e assim, de novo, eu não acho que o Rafinha tenha começado bem a Copa do Mundo, não estivesse jogando bem, mas é impressionante que uma seleção perca 4 titulares.
Quando eu falo 4, eu tô falando que o Wesley se tornou um titular e também acabou tudo de solução que o Ancelotti arrumou para o lado direito, ele perdeu. É um negócio impressionante, que era o principal jogador da seleção brasileira, ele perde. Aí o Rodrigo poderia ser opção, eles perdem também porque o Rodrigo se machucou. Aí ele arruma uma solução com Wesley pelo lado direito, Wesley se machuca também. Agora quando ele desloca o Rafinha para o lado direito, o Rafinha se machuca também. E ainda tem o Militão, esse lado direito, hein, mano, é foda.
O Militão e Estevão era uma dupla ali, só que tinha muito a ver porque, né, o Estevão faz o que faz, o Militão É um zagueiro pela direita que dava toda liberdade. Daí, na hora que ele inverte o negócio, que ele passa a dizer, bom, tá bom, agora o meu meia pela direita vai cair um pouco pro meio, vai ajudar mais na marcação, e o meu lateral vai ter profundidade, ele perde o lateral. E aí tem que voltar atrás. Então também é uma coisa que me incomoda muito, que a gente usa, o trabalho é ruim, o trabalho é ruim.
Esse termo trabalho é ruim é um negócio meio irritante, porque assim, quando você fala o trabalho é ruim, você olha pro desempenho no jogo de futebol E aí decreta que o trabalho é bom, que o trabalho é ruim, sem considerar os contextos desse trabalho. E eu insisto que eu acho que o Brasil tava bem encaminhado no momento em que ele tinha todo mundo à disposição, com o Militão, com o Estevão, que era o seu principal jogador. O próprio Rodrigo era um cara importante.
Ele perdeu esses três, agora aparentemente vai perder o Rafinha também. Então esse papo de usar o termo trabalho é ruim, o trabalho é bom, eu sinceramente não me É uma coisa que acho que a gente usa de maneira muito simplista no dia a dia. Isso não é só com a Seleção Brasileira, com Ancelotti e tal, é sem olhar para o contexto, é olhando para o desempenho no jogo para dizer se o trabalho é bom ou ruim.
Mas não sabe dizer o que que tá ruim.
Exatamente. Aí você vai analisar, você fala, ah, mas perdeu fulano, ah, mas perdeu. Exato. Desculpa, chamou, hein? Fala, fala.
Também tinha o passe longo de muita qualidade para fazer a jogada calçada e falava que ele usou no Real Madrid 500 vezes quando baixava Fala, Zupa!
Me chamou atenção o Rafinha, assim, saiu, sentiu, colocou a mão no posterior da coxa direita, né, se eu não me engano. E o Rafinha teve a última lesão dele do Barcelona foi no bíceps femoral também, aqui na lateral para parte inferior da coxa direita, mesma coxa. E em novembro do ano passado ele teve uma lesão muscular no posterior da coxa direita. Então, se de fato confirmada a lesão nesse local, e pelo menos no visual me pareceu sentir a coxa direita, é uma perna, é um músculo, um grupo muscular que o Rafinha vem sentindo lesões periódicas, meses a meses, semestralmente, o que aumentaria o grau de preocupação.
O Rafinha conhece o próprio corpo, o que aumentaria o grau de preocupação para Copa do Mundo. Acho que é uma lesão uma decisão que talvez traga mais, mais problemas para seleção brasileira do que o Ancelotti esperava.
Bom, você tava espantado com o Luiz Henrique, não é isso? Sim, você olhou e falou, pera aí, errei, perdi alguma coisa aqui na história essa semana.
Eu fui conferir só, você fiquei na dúvida, porque até a Copa do Mundo a prioridade, quando não tinha ninguém na direita, ia jogar com um atacante, era o Luiz Henrique. Hoje, quando saiu o Rafinha, eu falei, vai colocar o Luiz Henrique. Entrou O Ryan, que não entrou bem, tá?
É normal, normal.
Exatamente, é um moleque, é um moleque assim. É Copa do Mundo, é um outro mundo. Eu sempre gosto de lembrar quanto tempo o Messi demorou para ser na Copa do Mundo o jogador que ele foi em clube. Eu tô falando do Messi, é o mais técnico de todos os jogadores do século. Então às vezes o cara entra e voa, mas assim, é normal que sinta. Então eu imaginava que ia entrar o Luiz Henrique. Eu tenho, quero falar uma coisa sobre o Rafinha.
Vai lá, Rafinha. Principal vítima das críticas aqui no nosso chat. E quando você conversa de futebol nas ruas, ele e o Casemiro são os mais criticados. Casemiro tá aqui com a medalha de prata.
Só lembrando, Biner, o Pedro Ivo mandou mensagem no nosso grupo dizendo que os dois foram vaiados antes do começo do jogo, na hora que apareceu o nome deles ali na escalação.
Eu entendo a insatisfação da torcida com as atuações do Rafinha na seleção. É uma pena que aquele gol dele impedido por centímetros não tenha acontecido. Depois ele perde um gol também. Só que para o Brasil ser mais competitivo, era, é muito importante que ele consiga permanecer na Copa e consiga crescer. Ele é um jogador muito mais pronto do que o Rayan. Não dá para comparar o estágio de carreira dos dois jogadores. Ele é, essa Copa do Mundo é uma Copa para ele passar a ser um protagonista da seleção, como o Vini está sendo nessas primeiras duas rodadas.
Né, como ele foi nas duas primeiras rodadas, espero que seja de agora em diante. E então eu entendo as críticas, mas eu acho que elas são muito mais na conta de buscarem o responsável por todo um problema do sistema de jogo, que tem a ver com tudo aquilo que a gente falou por anos aqui, CBF, troca de técnico, tempo de trabalho e etc., do que propriamente apenas pelas atuações do Rafinha, tá? Então assim, é Só pra fazer uma comparação hoje, eu sei que vão me criticar.
Se for comparar o que o Rafinha fez no curto tempo de jogo dele e o que o Rayan fez, o Rafinha jogou mais bola que o Rayan.
Hoje.
Hoje. Só hoje. Entendo as críticas todas, tá? Não tô discordando delas.
Não, aproveitando o que você falou, Birner, eu tenho uma hipótese da utilização do Rayan. Talvez seja o Ancelotti querendo aproveitar um jogo, que era o jogo contra o Haiti, que é um adversário mais fraco, pra tentar dar minutos pro moleque, pra sentir até, pra ver Como ele estaria pra tirar essa casca de Copa do Mundo?
Eu entendo, mas você não acha que o Luiz Henrique tem a vista disso?
Não, mas é porque já tava 2 a 0 e o Luiz Henrique já é mais experimentado, ao meu ver, com o próprio Ancelotti. O Luiz Henrique já jogou mais, mesmo que não seja Copa.
Você sabe o que eu ia falar?
O Caião acabou de chegar e topou ali.
Eu ia falar justamente isso que o Jailson tá falando. Eu só pensei, não vou falar porque daqui a pouco o Ancelotti vai dizer. Eu tenho certeza que ele vai ser perguntado por isso. Mas se eu tivesse que dar um palpite, eu diria exatamente a mesma coisa. Cara, você precisa também ter noção, né? Acho que hoje ele deu a meia hora para o Endrick, que, né, que tava todo mundo pedindo. O Endrick teve 30 minutos, né? Então acho que não é, não é tão pouco tempo assim.
Claro que muita gente queria mais, queria titular, e não foi mal não. Depois acho que a gente até fala da questão Endrick, do Cunha, etc. Mas eu tô muito com o Jailson em relação a imaginar também o porquê.
Pera lá, é um jogo, é um susto também, só para pontuar.
Isso, porque claro, porque a gente tá na cabeça de todo mundo. Inclusive o Luiz Henrique, talvez além das duas mexidas que ele fez em relação ao primeiro jogo, e que eram as mexidas acho que meio óbvias, todo mundo imaginava que ele fosse fazer, o Matheus Cunha e o Danilo lateral entrando no time, eu acho que a terceira mais cotada era justamente a entrada do Luiz Henrique, mais até do que o Danilo volante, né?
Porque o Danilo era o Endrick.
É isso.
A do Danilo Santos, que ficou por último, para todo mundo era o Endrick, e o Brasil precisava ganhar, né? Precisava fazer o gol depois, que foi a última substituição, que foi o Danilo Santos. Mas eu tô contigo, eu esperava, até porque o Brasil precisava do lado direito, que já tinha acertado. Só que a impressão que eu tive contra o Marrocos foi que o Ancelotti começou errado, ele acerta o time voltando para o 4-3-3, e depois ele volta para o 4-2-4.
E aí ficou ruim de novo, porque aí o Boadu voltou. A fazer o que tava fazendo antes, quando tinha um jogador a menos no meio-campo.
Eu vou te falar aqui assim, de tudo que o Ancelotti fez até agora, e aí eu englobo as escalações iniciais e as mudanças que eu achei que no geral foram bem feitas e foram rápidas, nenhuma mudança, né, esperou demais para acontecer. Não, acho que a gente falou disso depois do jogo contra Marrocos. As duas que ele faz no intervalo eram essenciais pelo que os titulares não estavam jogando, no caso do Casemiro, além de pendurados.
E depois as mudanças que ele faz também. Eu sei que todo mundo queria o Endrick, mas os jogadores que ele colocou fazia sentido que entrassem naquele momento no jogo contra Marrocos. Claro, se tivesse mais, provavelmente o Endrick também teria entrado. E hoje mais ou menos a mesma coisa. A única coisa que eu não engulo, que eu não consigo entender meio que o porquê dessa decisão, foi o Igor Thiago no no titular contra o Marrocos.
Ali é uma coisa que assim, era tão claro para mim por tudo que vinha acontecendo que o Matheus Cunha seria o titular, até por ter a qualidade que a gente viu hoje. E eu não tô falando só dos gols não, né, é outra coisa assim para jogar, ainda mais contra um time que você sabia que ia te atacar, como era o caso de Marrocos. Então assim, de tudo que o Ancelotti fez entre escalações titulares e mudanças, o que eu mais discuto é o Igor Thiago como titular naquele jogo.
Não discutia convocação, não disputa, mas acho que como titular naquele jogo, aquilo ali eu não entendi.
Sabe o que eu penso desse jogo? É em relação ao Igor Thiago, que para mim ele ainda tinha na cabeça do Mateus Cunha como aquele falso que o Calçade tava até falando, né, do meia-ponta que pode fazer meia e atacante também. E aí ele precisava de um 9 de referência e tal, então ele talvez ele não enxergasse ainda o Mateus Cunha com essa posição. E ele falou, vou tentar com o Igor Thiago.
Um 9 de referência. Essa é a minha questão. O jogo que ia ser menos precisa do 9 de referência, dos 3 que o Brasil fez ou fará, era contra o Marrocos.
Ali hoje na linha de 5 ia ser muito mais útil.
Ele queria ver se o Igor Thiago entregaria esse homem de referência caso ele precisasse ou vá precisar em algum determinado momento na Copa. E talvez na cabeça dele o Mateus Cunha, como faz geralmente segundo atacante, ele não visse o Mateus Cunha como esse cara. Talvez por conta dessas mudanças, o lado direito não ter funcionado, ele tendo que tirar o Rafinha, o que para mim impacta nessas mudanças que a gente tá falando, ele tendo que tirar o Rafinha do meio para colocar o Rafinha aberto, ele, opa, vou precisar talvez de alguém baixando às vezes para fazer essa organização, porque o Rafinha não vai estar lá.
E é algo que ele gosta de fazer. Então para mim, ele bota o Mateus Cunha hoje no jogo justamente para isso, que vai, teria mais espaço, que foi o calçado de vocês falaram, né, de prender a linha de 5 com 2 caras abertos, porque aí teria mais espaço no meio. Então, no final das contas, ele ficou com um trio para utilizar aquele espaço, e o Matheus Cunha que muitas vezes baixava. Então ele ficou com 4 jogadores por ali. Talvez tenha sido por isso, porque o Igor Thiago não ia baixar, não ia fazer isso.
É o meu ponto, só é esse: se você quer fazer o teste que você, né, supostamente queria fazer, que você falou do V9 de referência, se vai quando precisava. O teste era ou hoje ou contra a Escócia, que talvez fizesse até mais sentido. É claro que não acredito que o Igor Thiago, depois do que ele jogou na estreia, do que o Matheus Cunha jogou hoje, obviamente o Igor Thiago não vai ser titular contra a Escócia. Mas acho que eram dois jogos em que fazia mais sentido você ter o 9 de referência do que contra Marrocos.
Desculpa, mas sabe por quê? Eu entendi que você tá falando, mas talvez a quantidade de bolas por cima que a gente viu hoje do Bruno Guimarães, do Paquetá, tem a ver com Matheus Cunha e não com Igor Thiago. Se o Igor Thiago tivesse lá, talvez ele fosse prender a zaga, mas lá embaixo. O Matheus Cunha, na hora que ele tá jogando, ele acaba descendo, o zagueiro acompanha e fica meio que desbalanceado. Ainda mais uma zaga que não é bem treinada.
Então a zaga vem e os laterais ficam lá dormindo. E aí por isso que toda hora a gente via a bola por cima no subindo o Vinícius Júnior. Resumindo, seria por isso também.
Ele tá procurando time na Copa.
Isso é enorme, né? Eu vou começar. E a tendência, depois de tudo isso, olhando o que funcionou até agora, é que Luiz Henrique, se o Rafinha não tiver condição, comece o jogo contra a Escócia.
É, exatamente.
Acho que o Luiz Henrique—
o Zupa chamou. Fala, Zupa! Vamos entrar nessa. Fala, Zupa!
E outra coisa que o Matheus Cunha contribuiu bem hoje, e é uma característica que ele tem, é não só baixar para ajudar a organizar, mas mais baixar para ajudar a recuperar a bola, né? Porque o Matheus, ele é incansável, ele tem um nível de intensidade muito alto. Assim como Igor Thiago nos amistosos pré-Copa do Mundo fez boas pressões altas, especialmente do goleiro ou do primeiro zagueiro a receber essa linha de passe, o Cunha, como baixa mais que o Igor Thiago, ele ajuda essa roubada de bola junto com Bruno Guimarães, junto com Paquetá, numa faixa de intermediária.
E aí o Brasil, inclusive o primeiro gol do Brasil, o gol do Matheus Cunha, que foi um gol meio que sem querer, no sentido em que o zagueiro ia tirar a bola, pega no Matheus Cunha e entra. Mas começa de uma roubada do Matheus Cunha na intermediária, dá para o Vinícius, Vinícius devolve para o Cunha, o Vinícius bate para dentro e o Cunha acaba fazendo o gol. Ele também tem essa característica. Depois do primeiro jogo, na discussão, na comoção, na comoção nacional sobre o Endrick, eu entendia o clamor pelo Endrick porque ele é, o Endrick é um predador dentro da área, né?
Ele é um definidor, um cara que define jogos. Então acho que na terminação das jogadas o Endrick talvez contribuísse mais, mas eu acho que para dinâmica do time do Brasil de meio-campo para o ataque, o Matheus Cunha tinha mais a oferecer nesse sentido. E hoje a gente viu ele fazer isso, contribuindo essa dinâmica e aparecer para terminar. O Jailson citou o segundo gol do Matheus Cunha, um gol difícil de perna canhota, tão difícil que o goleiro do Haiti fez o movimento para esperar o chute cruzado do Matheus, que era o chute mais provável, e ele acerta na canhota, o chute no contrapé do goleiro, faz um belíssimo gol.
Então nós estamos no chat enquete. Qual a melhor opção para ser o 9 da seleção?
Essa é minha pergunta.
Se o Cunha é— desculpe, Cunha é a melhor opção para ser o 9 da seleção? Melhor opção: prefiro Igor Thiago, prefiro Endrick, prefiro Rayan. O Endrick por enquanto com 53%, Cunha 38%. Boa!
André, que fúria! Seleção funciona melhor com Matheus Cunha. Aí, Igor Thiago seria no caso para algumas situações específicas?
Creio que sim, e acho que essa é a razão da surpresa pela escalação do Igor Thiago como titular contra o Marrocos. Não só pela falta de encaixe entre o que é a principal função dele, a característica essencial que ele tem, o tipo de atacante centroavante que ele é, e aquilo que Marrocos ofereceria. E o Jean descreveu bastante bem essa, essa incompatibilidade, mas também porque sempre se imaginou que o Ancelotti, pela situação das ofertas do Matheus Cunha, momento sem a bola que o Gustavo agora pouco mencionou também, e aquilo que ele tem como dinamismo, um tipo de atacante diferente— o Matheus Cunha tem uma característica, um perfil de atacante que é bem particular dele— ele seria o principal, a principal opção, com o Igor Thiago sendo convocado por oferecer alguma coisa que o elenco da seleção brasileira não tem com os atuais atacantes para determinadas circunstâncias de jogos nessa Copa do Mundo.
E aí apareceu o Igor Thiago como titular logo no primeiro jogo. Eu acho que o Matheus Cunha, principalmente pela confiança que ele recupera hoje com os 2 gols e o restante da partida que ele fez criando espaço para os outros também, se solidifica nessa posição a partir de agora junto com Vinícius e alguém que muito provavelmente vai entrar no lugar do Rafinha. Ao que tudo indica, ele vai ter que aguardar por causa do problema muscular que infelizmente ele teve hoje.
Sobre essa situação, Luiz Henrique ou Rayan, não há nenhum motivo para a gente achar que ultrapassagem na fila, né, que o Rayan passou o Luiz Henrique na preferência do Ancelotti. Porque o Luiz Henrique não fez absolutamente nada para passar a ser desconsiderado. Ao contrário, né, a trajetória dele na seleção é a trajetória de se apresentar e muitas vezes transformar jogos. Isso aconteceu em eliminatória, isso aconteceu em data FIFA, né.
A amostra que ele tem em relação às oportunidades que ele recebeu é muito boa. A convocação dele para Copa foi totalmente justificada por aquilo que ele já tinha feito com a camisa da seleção brasileira. Então talvez o Ancelotti tenha aproveitado um jogo tranquilo, que o que se esperava era que o Brasil fizesse mais gols, mas não necessariamente precisaria resolver problemas no jogo para colocar o Rayan e dar a ele alguns minutos também.
Por último, assim como foi perceptível a vaia ao Casemiro e ao Rafinha no momento do anúncio da escalação inicial aqui no estádio, na Filadélfia, foi absolutamente notável a recepção calorosa, empolgada da torcida do Brasil aqui dentro do estádio quando o Endrick entrou. Na verdade, quando ele correu depois de terminar o aquecimento, já começou aquele frisson de um pessoal que tava esperando um determinado jogador. Então assim, da parte do público, o Endrick tem o mais absoluto apoio para ser o jogador que pode mudar as coisas no ataque do Brasil.
Lembremos, o Ancelotti ontem disse, eu vou colocar o Endrick no momento apropriado. Foi uma declaração dada na véspera era do jogo de hoje, que fazia a gente pensar que não seria para hoje, mas foi para hoje. O Endrick entrou e a minha impressão é que para segundo tempo, eventualmente, mesmo que ele não seja titular, isso vai continuar acontecendo. Mas a vaga é do Mateus Cunha.
O Pedro Ivo tá chegando com a gente. Recadinho para você que tá acompanhando Linha de Passe: seguimos aqui no Disney Plus e na ESPN até até a 1 da manhã, de 1 até 1:30, mais meia horinha para você acompanhar a gente ainda no Disney Plus, no YouTube e também no TikTok. A 1 tem o Resenha, aí vai ter Fábio Santos, aí vai ter Fábio Luciano, vai ter Amoroso, Zé Elias, Silas, Joãozinho González, comando André Pleyhal, na sequência também aqui na ESPN, certo?
Muito que bem. Pedro Ivo Almeida, nós tínhamos várias perguntas para o Ancelotti, várias. Várias aqui, né, de Luiz Henrique, de Endrick, situação do Rafinha, que você já trouxe uma informação aqui para gente também, a questão do segundo tempo, das mudanças e tudo. Você esteve na coletiva. Se eu fizer todas as perguntas, você vai ficar 2 horas aí respondendo para gente. Então você vai destacando o que teve de mais legal, a gente vai destrinchando aqui no programa.
Pois é, Pedro Ivo Almeida, vamos lá. Primeiro você faz um resumo e a gente vai, ó, mandar um monte de pergunta aí para você, hein.
Se eu, se eu esquecer, você me permita, já me perdoe desde já e me lembre que eu vou respondendo. Um beijão para você, William. Um beijo para o André que tá aqui pertinho. Um beijo para todo mundo na bancada, fã do esporte com a gente, mas tentando passar, claro, o que tem de mais quente. Vejo que vocês já debatem a situação do Rafinha, né, que a CBF já comunicou em nota, mas uma situação também que quem trouxe foi Carlo Ancelotti.
Agora não é uma questão de pode ser, deve ser, informação aqui, acolá, está na boca de Carlo Ancelotti. Ele falou em coletiva sobre Neymar. Vou me permitir sair um pouquinho do assunto do jogo porque é a primeira vez que alguém faz uma projeção um pouco mais exata sobre Neymar. Carlo Ancelotti foi perguntado sobre a situação dele, que não veio aqui para Filadélfia. Ele foi muito claro, ele faz um treinamento individualizado amanhã.
A programação para quem veio para cá, para Filadélfia, é um regenerativo. Para o Neymar é um treinamento individualizado. E ele fala que até segunda-feira ele estará treinando normalmente com o restante do grupo e que a projeção sim é ter Neymar com o grupo à disposição para o jogo contra a Escócia lá em Miami, dia 24. Então, pela primeira vez, a CBF estabelece uma data para ter o Neymar à disposição. Lá atrás, Doutor Rodrigo Lasmar falou em 2, 3 semanas.
Foi a primeira vez que falou em data. E agora Ancelotti, pela segunda vez, fala em data. Então, Ancelotti na coletiva, né, o Pedro Ivo, William, André, O Ancelotti em coletiva falou que a seleção sim terá Neymar à disposição contra a Escócia dia 24. Foi a última, uma das últimas perguntas por ali. Então trazendo aqui até a título de informação sobre Neymar. Mas voltando sobre o jogo, falou bastante. Eu tava até trocando figurinha com o nosso Felipe Silvani, nosso editor-chefe, durante o passe, porque eu não consigo ouvir exatamente.
Tava na coletiva, falei: Silvani, que que tá pipocando aí? Porque algumas coisas já foram perguntadas, outras coisas ainda não. Ele fala muito sobre a situação do Rafinha. Ele se aprofunda pouco sobre a opção, tava vindo debate agora do André, do Zupac com a mesa. Ele se aprofunda pouco sobre a opção do Rayan, furando ali, digamos assim, a fila do Luiz Henrique. Mas já conversando ali com a turma do staff, comissão e tudo mais, é uma questão muito mais de característica.
Rayan, Luiz Henrique, não tem exatamente quem tá na frente, quem tá atrás. Talvez com um pouco mais de campo, pega a bola, velocidade, ataca, cruza, facão, tudo mais. Eles acreditam que o Rayan tenha mais essa característica. Se fosse algo de uma defesa fechada, precisasse com alguém de beirada de campo para ter o drible do um contra um, para criar um espaço, esse espaço que não existe, eles pensam mais no Luiz Henrique. Criar um espaço, Luiz Henrique.
Atacar esse espaço, Rayan. Foi por isso que Rayan foi a opção hoje aqui. Sobre o Hendrick, não se desenvolve muito exatamente, ele é muito curto. Porque foi até o colega Pedro Bassam, se eu não me engano, ele faz alguma pergunta sobre pode ser uma solução, ele fala assim: pode. Ele não fala mais nada. Simplesmente fala pode. Então assim, também não deu muitos detalhes, mas colocou o Endrick, como André bem lembrou ontem, falou que no momento oportuno, a gente debatia aqui mais cedo que hoje poderia ser esse momento oportuno.
Eu pergunto a ele sobre a situação do segundo tempo. O Haiti chega, se a gente for levar em conta, né, números de chances, Brasil cede ao Haiti, que o Haiti cede ao Brasil, o Haiti chega muito, até mais que o Brasil, né? O Haiti espeta muito, obriga o Alisson a trabalhar, acha espaço demais. Ancelotti atribui isso a uma questão de diminuição de ritmo natural, que numa Copa do Mundo, quando você constrói uma certa vantagem, você começa a olhar já para o próximo jogo.
Isso levou a seleção a colocar um pouco o pé no freio, talvez gerar um pouco mais de espaço. E as tantas mudanças levam a campo um time que não tá acostumado a treinar junto. Os encaixes defensivos não são os mesmos, então ele atribui a isso. Acabou não saindo gol ali. O sentimento que fica me parece muito claro de que se buscou até o final um quarto gol, talvez com 5º, porque assim tem uma questão, né, de dificuldade próximo jogo, se vai conseguir ampliar contra a Escócia, é um time mais fechado, decisão vai ser no saldo de gols.
A gente imagina que Marrocos vai vencer o Haiti, Brasil vai buscar a vitória aqui contra a Escócia em Miami. Então foi mais ou menos um resumo. Se eu esqueci de alguma coisa, me pergunta, que eu tô ainda tentando aqui organizar as coisas, sai na correria para participar aqui, mas foi mais ou menos isso que a gente traz mais quente da coletiva de Carlo Ancelotti após a boa vitória, podemos dizer assim, por 3 a 0 sobre a Haiti aqui na Filadélfia.
William, o Calça tem pergunta aí para coletiva com Pedro Ivo.
Vamos lá, Pedro, em cima daquilo que você observou. E não sei se o Ancelotti avançou bastante em questões táticas, mas o que se viu de diferente hoje é a definição de funções e posicionamentos. Então o Bruno, tá bom, fica, Bruno Guimarães é do lado direito e o Paquetá do lado esquerdo. Um trio de meio de campo. Mateus Cunha se une a esse meio de campo e chega na área. Vinícius, Rayan e o Rafinha abertos, pontas. Você acredita que este jogo serviu para a gente observar um formato que pode continuar na Copa, ou Ancelotti vai trabalhar jogo a jogo, adversário em cima de adversário, observando características, ou ele usou esse jogo para tentar firmar uma equipe e seguir com ela na Copa?
É interessante, né? Quando ele foi perguntado, ele simplesmente respondeu assim, Calçade, abre aspas: pode. Foi assim, sucinto, às vezes bem-humorado, às vezes rápido, direto. Ele virou e falou: pode. Aquela olhada aqui na sobrancelha que eu ainda não consegui aprender, mas ele falou: Pode. Agora, eu vou muito além, cara. Eu vou um pouco além até das funções. A gente debatia muito ao longo da semana que, para além das entradas de Danilo e Matheus Cunha, eram duas trocas de peças.
Eu apostei, de fato aconteceu. Acho que a gente debateu muito aqui que seriam mais trocas de funções. Isso aconteceu. Eu acho que pode ser uma sinalização de cara de Brasil, porque nesse desenho é uma cara de time que você conhece bem, Calçade, tanto de jogo acompanhou, estudou e comentou de Carlo Ancelotti. É um time que funciona para além das funções de pressão e tudo mais quando atrai para acelerar. O Cunha baixa para fazer a saída e baixa também para procurar essa bola esticada.
Já tinha feito assim lá no amistoso contra a Croácia, lembra? Ele que faz, que dá o tapa para o Vini, ele que acelera essa saída. Hoje, em duas ou três oportunidades, ele que baixa para fazer esse lançamento, para esticar essa bola. Então acho que se começa a desenhar uma opção de time Porque para quando tem a bola para criar, ele acha que funcionou. Eu acho que ainda pode melhorar. Para quando atrai adversário, tem que sair velocidade, ele acha que funcionou também.
Então apostaram que começa a ter um pouco de identidade. Ele não responde claramente, mas ele fala que pode ser uma opção para o longo da Copa do Mundo. Acho que ainda vai amadurecer. Acho que a gente pode se preparar para mais trocas para o jogo contra a Escócia. Desculpa, eu acho que tem a ver com fadiga muscular, cartão, segurar olho no mata-mata, porque agora o intervalo passa a ser um pouco mais curto entre os jogos. Esse intervalo aqui do primeiro para o segundo jogo foi maior do que intervalo entre segundo e o terceiro jogo.
Mas eu acho que se começa a estabelecer ali uma cara, se for assim para atacar espaço, Rayan, se for assim para ter a bola e criar um espaço num contra um com dificuldade, talvez o Luiz Henrique por ali. Agora, de resto, acho que ele começa assim, posicionamento do Bruno ajusta onde ele quer o Matheus Cunha, como é que é o Vini por ali. Vi muito um Douglas Santos também fazendo um homem de beirada e abrindo o campo durante o primeiro tempo, principalmente me agradou muito eu vi ele fazendo.
Eu acho que a função do Douglas Santos do meio para trás sem bola, mas uma partida muito honesta, muito decente, muito digna até o final ali chegando. E eu vi ele subindo, ele subindo. Quando eu vejo aquelas, eu vi ele subindo, eu vi ele associando, eu vi ele chegando, quase faz aquele gol naquela aceleração ali do segundo tempo. Então acho que começa a ter sim, começa a ter uma cara, começa a ter um desenho. E aí você vai ajustando, tiver que trocar o Bruno, tiver que sacar o Casimiro para entrar o Fabinho, tiver que pensar algum ali na frente, de característica do Ryan.
Mas eu acho que ele começa assim a sinalizar uma questão de identidade. Não é exatamente a única, ele falou isso ontem em coletiva, ele quer ter várias, mas essa parece que vai funcionar e pode ser mais utilizada na Copa, calçadinho.
Só um minutinho, gente, tem que fazer um intervalo aqui, né, Silvani? Intervalinho rápido aqui, vamos nessa. Intervalinho aqui no Linha de Passe e a gente volta. Acho que o Jailson tem pergunta lá para o Pedro Ribeiro. Não esquece a pergunta, hein, é só tempo do intervalo. E a gente volta daqui a pouco ainda com Fury com os UPAC também, mais um pouquinho de Land Pass e depois mais meia horinha no YouTube, no TikTok, hein, e no Disney Plus.
Vitor Bittner, por favor, trate com carinho nosso chat agora. Fã de esportes, você sabe que o sabadão promete porque tem aquele grupo, tem os jogos daquele grupo que tem a ver com o Brasil na fase de 16avos de final, né? Já sabe, né? Então amanhã tem Holanda em campo, Holanda e Suécia. Suécia foi muito bem na primeira, na primeira rodada, goleou. Japão e Holanda fizeram um bom jogo, 2 a 2. Os dois jogam amanhã também, então não perca, hein?
Todos os jogos da Copa do Mundo você assiste na Gazeta TV no Disney Plus. Então de olho nessas partidas amanhã e depois siga a gente no Linha de Passe. Eu tenho que liberar o Zupa. Então, Zupa, Vamos lá, última participação sua, última neste Linha de Passe. Espero muito mais participações durante a Copa, mas nesse Linha, a última. E você fica livre aí se quiser falar dessa situação aí do Neymar. O homem tá confirmado, vai estar no banco contra a Escócia. E a enquete aqui do nosso chat era o que se esperava, né, William?
Porque tava ficando uma situação chata, porque o Neymar passou até a temporada e meia inteira no Santos se preparando para ir para seleção. E a impressão que dava que ele ia ficar a Copa do Mundo inteira se preparando para voltar para o Santos. Não, então o Neymar tinha que jogar, né? Então que bom que ontem a Lott confirmou, e o Pedro trouxe essa informação para gente, que o Neymar deve ficar à disposição para o duelo contra a Escócia.
Não sabemos por quanto tempo, mas especialmente diante de mais uma lesão, né, do Raphinha. E aí não é uma discussão se o Neymar está pronto para assumir um papel na seleção ou não, é quase que uma questão temática. O Brasil já perdeu o Estevão, agora o Brasil perdeu o Rodrigo, agora o Brasil tá perdendo o Rafinha. O Neymar tá convocado, ele precisa fazer parte do grupo para ser mais uma opção. Até acho que o jogo para ele hoje seria interessante no primeiro tempo, né?
O espaço que o Brasil teve para lançar os jogadores em profundidade, o Neymar faria isso. O Neymar de hoje, né, o Neymar do Santos, com espaço que o Haiti deu, faria isso com algum conforto, né? Hoje era um bom jogo para ele, mas ele não tava à disposição. Não sei se contra Escócia será um bom jogo. É um jogo viril, jogo duro, jogo de meio-campo pegado. Não sei como será para ele, mas tê-lo de volta, pelo menos à disposição, é a tendência.
É evidente que dentro desse quadro é uma boa notícia para a seleção brasileira. Contra Escócia é um jogo completamente diferente do que vimos hoje, mas era fundamental que o Brasil vencesse, e o Brasil Aconteceu de forma mais básica do que empolgante, mas por hoje missão cumprida. Aguardemos, aliás, eu aguardo a seleção brasileira e todo o nosso time de cobertura. André Kfour, Pedro Ivo, Tetra, pode vir todo mundo, estou esperando todos aqui em Miami para o duelo contra Escócia. Um abraço, William.
Muito bem, pode chamar seu Uber, viu, tá liberado agora.
Um abraço lá para o pessoal da van aí.
Isso, abraço, pessoal da van. E acho melhor melhor você não ir para o mesmo lugar que aquela galera foi, porque aquela galera tava bem animadinha. Acho melhor você descansar, né? Melhor você descansar, você se poupar.
Pode ser dúvida para amanhã, é ficar complicado, vai botar a mão na posterior.
Agora que a patroa tá por perto também, né, Zupá?
É bom avisar.
Valeu, meu querido.
Até Gustavo Zupá com a gente. Você tinha pergunta, Pedro Ivo Jailson?
Tem. Bora, Pedro. Boa noite, né? Queria saber se o Ancelotti falou alguma coisa da troca que ele fez aos 63. Que ele acabou tirando, né, o trio de meio-campista que tava dando certo. Ele volta a equipe para um quarteto, né, de ataque. Ele volta ali para um 4-2-4 com Casemiro e Bruno Guimarães mais centralizados, Martinelli aberto de um lado, Rayan do outro, e o Endrick e o Vini fechado. Sendo que era o momento que o Haiti tava saindo mais.
E aí acabou que ele tirou um homem do meio-campo. Talvez, pelo menos eu fico com a impressão de que havia necessidade de manter um cara a mais no meio-campo. Queria saber se ele falou sobre isso.
Jailson, ele não fala especificamente disso, mas quando ele fala que o segundo tempo você começa a olhar muito mais para os próximos jogos de Copa do Mundo, eu acho que tem a ver com troca de fadiga. E aí você acaba quebrando alguma convicção do que o jogo poderia pedir ali exatamente para sua troca, do que exatamente já tá pedindo um homem a mais de manutenção no meio de campo. Ele começa, depois ele coloca o Ederson, e aí o Ederson faz uma beirada faz exatamente esse meio de campo.
Ele não coloca alguém para recompor ali exatamente, fazer essa troca de meio de campo. Eu acho que tem mais a ver com o que tinha disponível, o que o campo pedia de segura, evita fadiga, evita um cansaço físico. Tamo olhando já para o dia 24 lá em Miami, do que algo assim de precisava de um homem de meio e li errado. Acho que foi isso. Ele não responde especificamente, mas pegando uma coletânea de tudo que ele falou do resto da entrevista coletiva, me pareceu que a decisão foi muito mais de olhar para frente, física, deixa o ritmo cair, a gente controla, do que exatamente erramos ali uma opção de ter um homem.
E eu tô de acordo com você, precisava segurar. É o momento que o Haiti começa a estufar o peito, chegar um pouquinho mais para o jogo.
Aliás, é interessante que o Pedro fala da questão física e de tirar, talvez pensando no futuro. E acho que com isso ele dá uma resposta, ainda que indiretamente, sobre quando eu falei depois do jogo contra o Marrocos que havia uma preocupação em relação ao Casemiro e a fraca atuação que ele tinha tido ali, porque talvez você olhar para um jogador de 34 anos que fez uma temporada exigente na Inglaterra, ainda que sem jogar competição europeia, e que tinha atuado tão mal— até brinquei, brinquei não, né, eu falei, é preocupante porque a gente não sabe o quanto disso que a gente viu hoje pode ser um reflexo do desgaste físico, né, do cara tá fisicamente extenuado e tal.
Eu acho que hoje o fato dele não sair, do Casemiro continuar em campo, né, na maior parte do jogo lá, tudo. Então eu acho que talvez seja um indício de que não é uma questão física. Ele, o Casemiro, foi muito mal contra Marrocos. Acho que o jogo de hoje não dá para tirar conclusão dele, do Casemiro não dá para tirar conclusão. Assim como acho até que do próprio Danilo também não dá para tirar muita conclusão pela pouca exigência defensiva, né, que então eu acho que Acho que a gente vai ter que esperar para ver outros jogos.
A gente não pode isso. Então, um fato positivo é que a gente não vai tirar conclusões negativas neste jogo. Isso poderia ter acontecido.
Já é um alívio, é um alívio, é um alívio.
Mas não dá para se dar por satisfeito nesse caso.
Uma coisa falar do Casemiro: o Casemiro foi protegido. O Ancelotti protegeu o Casemiro com o esquema que ele fez hoje. No momento que ele bota o Casemiro um passo atrás dos outros dois jogadores do meio-campo, ele tá É porque o Paquetá mudou o posicionamento do Paquetá, principalmente.
E o do Bruno também, claro, do Bruno tava ao lado dele, agora tá—
geralmente era o Bruno ao lado do Casemiro e o Paquetá sozinho na frente.
E o Danilo aqui, ó, o Danilo é aqui do lado.
Hoje não, hoje foi muito mais o Casemiro protegido pela linha de zaga, todo quarteto que tava atrás dele, porque o Danilo também não sai muito, tava aqui na diagonal. Além disso, a proteção de bola na frente com o Bruno pela direita, o Paquetá protegido.
Para mim, assim, chamou atenção do Douglas Santos. Fazendo um jogo muito mais solto. E o jogo do Marrocos era um jogo muito mais difícil, ele tinha o Brahim Dias e o Hakimi ali também.
Por isso entendi isso, saiu um pouco mais.
Então, mas ele foi exigido em dois contextos diferentes defensivamente, ele foi muito bom. E acho que foi bem nos dois, cara. Isso é uma, no fim, é uma surpresa. Eu digo uma surpresa porque é boa, porque se a gente sempre falou que um dos problemas, o que os principais problemas da seleção estavam nas laterais. E repito, eu acho que na direita a gente ainda tá esperando para ver, né, num jogo de maior exigência e tal. Agora também é evidente o quanto o Danilo trata a Copa do Mundo completamente normal, né, de uma maneira diferente do Ibanez.
Assim, a questão, com todo respeito, lógica, 30 minutos lá, aquele tempo antes da pausa para hidratação, o Ibanez ele não conseguia dominar a bola, não conseguia dar 2, 3 passos na bola. Ele realmente sentiu, ele tá sendo deslocado, né? Tem que falar a real, ele é zagueiro.
E tem uma questão psicológica, eu acho, também.
É, também, mas ele não conseguia nem dominar a bola e dar o passe reto para frente. Ele tava com muita dificuldade. Então ele, o último jogo amistoso, ele joga de zagueiro pelo lado esquerdo E aí ele vai no lugar de segurança dele, talvez tendo voltado para a lateral direita, ele meio que se assustou e acabou não tendo uma boa atuação. O meu receio só é assim, defensivamente falando, com o Douglas Santos, pelo menos o que ele demonstrou até agora, demonstrou ser um cara seguro ali defensivamente falando.
E no ataque ele não tem muito o que fazer, tem que servir de apoio para o Vinícius Júnior no momento que o Vinícius Júnior tiver com uma marcação dupla. Ou triplicada, ele tentar pelo menos por dentro ou fazer uma ultrapassagem. Eu acho muito difícil que o Douglas Santos faça ultrapassagem. O meu receio, isso a gente não vai ver provavelmente contra a Escócia, porque quem joga um pouco mais agudo corre pela Escócia, é o Bendou, que ele joga aberto pelo lado direito.
Então Douglas Santos que vai ter o embate. Meu receio defensivamente é o Danilo, no momento que a gente pegar um ponta esquerda do rabisco, e tem vários, né, nessa Copa, cara. Naquela paralelinha de fundo, e aí que vai ter um contra um com Danilo. Esse é o meu receio.
O Danilo, o Casimiro, Casimiro, anos, alguns anos atrás, ainda era na época da pandemia, a gente fez um Bola da Vez com Casimiro. Bola da Vez é do jeito que a gente trabalhava na pandemia, né, a distância, ele lá, a gente em casa. E aí eu perguntei para ele como ele preferia atuar, e ele O grande momento do Casemiro era Casemiro, Modrić, Kroos, né? Era 3, os outros 2 subindo, os outros 2, e ele na frente de defesa.
E ele cobria muito o Marcelo, né?
No caso do Casemiro é muito claro, né, Calçade? Acho que assim não existe outra.
E eu perguntei para ele se ele preferia jogar assim, porque na seleção às vezes você pintava uma dupla, né? E ele foi claro, claro assim, sem buscar outro tipo de resposta, tipo Ancelotti, pode. Ele falou, prefere jogar com 3.
E ele é um cara, pelo tamanho de jogador que é, conhecimento com Ancelotti e tudo mais, e tem diálogo aberto com o técnico.
Ele e Danilo total.
Talvez o Fabinho tenha sido convocado por indicação do Casemiro, né? Não, é porque acho que assim, né, o Casemiro falou isso abertamente, mas foi uma conversa, né?
Ele foi consultado. E aí, quem que você vê? Aí o treinador vai olhar. Eu acho que o Ancelotti é tão grande que ele pode fazer isso. Se é um outro treinador, análise seria diferente até, né, de falta de conhecimento. Mas assim, é uma— a gente tá numa Copa do Mundo com convocação emergencial, e a ponto de chegar na Copa, a gente só falava em Alexsandro. Agora Douglas, não se fala mais Alexander lateral esquerdo, Douglas Santos, entendeu?
Acabou aqui, vai, vai Danilo na lateral mesmo. Então o time tá começando a se definir e a buscar respostas com a Copa do Mundo em andamento. Nenhuma equipe grande da Copa do Mundo tá fazendo isso, nenhuma, porque mesmo se tiveram desfalques, caso da Espanha, não teve seus 2 pontos, você sabe que eles jogam e você sabe Como é o meio de campo, você só não tem caras parecidos, mas o meio de campo—
França foi com a escalação básica, Alemanha foi com a escalação que todo mundo imaginava.
Pode variar, mas a Argentina vem com título de campeão do mundo, ponto final no Liga de Pássaros.
Mas ainda não acabou, segura que você fala no YouTube.
No YouTube agora, que é legal, porque é o que falou Ancelotti hoje, do jeito que jogou, o que falou Danilo mostra um caminho.
Vamos lá, e vamos falar sobre Vinícius Júnior também no YouTube, no TikTok. Você segue com a gente no Disney Plus, na ESPN a gente diz adeus até este sábado. Lembrando que na sequência vem um Resenha, é muita gente lá. O Fábio Santos, é o Fábio Luciano, é o Amoroso, é o Zé Elias, é o Silas, tem o João González. Tudo isso no comando do André Plinhal. É nas 8 horas esse Resenha, vai até amanhã cedo, vai até amanhã cedo, vai até amanhã cedo.
Meu Deus do céu, se prepara Zé, a gente continua no YouTube, no TikTok, no Disney Plus. E você vai desejar saúde e paz, vai deixar a sua prova.
Todos que nos deixam, quem continua no YouTube, conversamos depois, tá bom?
Vem muito aí ainda nessa meia horinha de YouTube.
Bora lá!
Posso falar uma coisa aqui?
Você pode falar o que você quiser, contanto que—
contanto que eu não lembrava disso O RPOBX7EX fala que o Curaçao fez 5 no Haiti. Foi 5 a 1. Aí fui ver a data do jogo, tem 1 ano. Isso. Eu não sei se foi com o mesmo time, alguma coisa diferente, né, cara?
Esse assim, os resultados de—
é que aí se a gente fizer um comparativo vai ficar difícil, porque Brasil e Curaçao tomaram de 7 a 1 da Alemanha. Aí Curaçao fez 5 no Haiti, o Brasil fez só 3. Então Curaçao tá melhor que o Brasil. O William passou uma coisa, não creio, estatística.
Uma outra coisa também que sai do— a gente teve um lance histórico há pouco na partida do Paraguai contra a Turquia na Copa do Mundo, porque o Almirón do Paraguai foi expulso por fazer o gesto, que é aquilo que nasce depois do lance do Vini Júnior, né, contra o Benfica na Champions League. Nasce essa regra que você não pode fazer essa, falar com alguém escondendo a boca. O Almirão fez isso, jogador do Paraguai, o VAR chamou o árbitro para rever, foi expulso.
Paraguai com um a menos por conta do— é um, é um, é chocante, né? E acho que assim, é uma imagem que acho que tá entre as imagens da Copa, porque é uma regra nova. E claro, a surpresa do jogador, mas bastava saber, bastava ter sido informado a respeito disso.
Talvez tenha sido informado e não lembrou.
Eu acho que sim, certamente eles foram informados, todos eles, né, todos os jogadores. Mas é pesado, né?
Bom, eu vou lançar uma enquetezinha aqui, vou começar lá pelo André, e a gente vai falando aqui de Vinícius Júnior e também outros assuntos, como o Calçadinho apontou.
Ele acabou, ele já tava falando.
Você quer continuar?
Vai lá, vai lá.
O Danilo na coletiva Falou que o Brasil tinha que ser experiente, tinha que ser maduro, não tava maduro, às vezes tinha que baixar o bloco, jogar, como jogou o segundo tempo. O Ancelotti falou a mesma coisa, a gente observou ontem, e o Brasil fez isso segundo tempo com placar favorável. Óbvio, se não tivesse, seria bem estranho. Mas então me parece que tem assim nitidamente uma conversa interna e uma aceitação de que quando chegarem os jogos mais difíceis, tá, a partir de talvez agora das 16avas de final, oitavas, um pouquinho, o Brasil vai ser um Brasil mais reativo, que eu acho que é o que cabe, é o que combina melhor com a característica do time hoje. Se é o ideal ou não é outra conversa.
Força.
É o que temos, é o que tem para hoje.
Você que tá no nosso chat aqui, ó, nossa, também quer dizer sobre o Vinícius Júnior.
O Gabriel Colombo fala chat, leiam chat.
Isso, olha lá, você que tá participando com a gente no chat, vamos lá. Vinícius Júnior é o melhor jogador da seleção brasileira até agora na Copa? Sim, não ou outro? E aí, por favor, no chat você Quem é esse outro? É, André responde e você lê o chat na sequência. Fala, André.
Ah, eu acho que é com grande distância até agora, né? Duas partidas. A primeira, ele sozinho, do nada, inventou um gol que salvou a seleção brasileira. E hoje ele foi uma peça absolutamente decisiva durante um primeiro tempo em que o Brasil fez 3 gols Todos com participação dele. E mesmo que ele não tivesse feito esses gols, não que o gol seja um detalhe, nada disso, mas a opção ofensiva de soltar o Vinícius para que ele corresse foi a maneira como a seleção brasileira terminou por ganhar o jogo.
Foi isso que aconteceu. Então o Vinícius, ele é na cabeça do técnico uma figura central e ele tem o desempenho de um jogador central decisivo até agora em duas partidas.
Fala, Bernardo, lê o chat que eu vou distribuir essa história do Vini aqui para todo mundo. Vamos lá.
Tubicídio tá dizendo, hoje foi claro como o Hendrik ficou com medo de se movimentar em campo por causa da intimidação do Carleto.
O cara fez um gol, pô, aqueles 20 centímetros ali que ficou com medo, rompeu a última linha, fez um gol.
O pessoal acredita muito nos memes, cara.
Posso fazer uma observação nessa, nessa questão aí? As pessoas realmente acreditam que o Carlo Ancelotti convocou o Hendrik para fazer bullying com o Hendrik?
É exatamente isso.
Mas as pessoas de fato acreditam assim, é, o Endrick não era um jogador cuja convocação era obrigatória, concordam?
Perfeito.
Poderia ser convocado como foi, e acho que teria de ser mesmo. Eu teria convocado, ok. Mas se o Ancelotti não tivesse convocado o Endrick, não haveria nenhuma grande revolta no Brasil, né? É uma tremenda promessa um jogador jovem para um futuro mundial, não haveria, acho que, uma grande, um grande problema da opinião pública que se interessa pela seleção brasileira se o Endrick não fosse convocado. A partir do momento que ele foi convocado, qual é o sentido do técnico falar: agora você vai ficar aí, eu não vou te escalar, você fica sentado aí, treine, corra, mas você não vai jogar?
Qual é o ponto. E de que maneira algo de útil surgiria disso? É uma loucura, sadismo. André, não há outra palavra.
Mas agora o Carleto pode ficar tranquilo que vai ter um monte de maluco pedindo Neymar titular. Acho que essa grita, que ele já vai estar no banco, já vai sumir, que vai voltar.
Maluquice de pedir Neymar titular.
Olha, nem perto da Talvez é, trouxe o Pedro, talvez o Hendrik seja deixado em paz agora, hein? Vai sair do castigo.
Olha o que o Pedro Ivo trouxe, né? Assim, porque a gente viu essa semana, nem tinha gente botando assim falando que o Neymar poderia ficar no banco contra o Haiti. O Neymar não tava nem liberado para treino, o Neymar ainda estava sob os cuidados, ele tava sob os cuidados da equipe médica e fisioterapia. Então ele tava dando Colocaram uma imagem dele dando um trotezinho, cara, e o Neymar já tá em condição do jogo para caprar muitos depois de ficar um mês sem calçar chuteira.
Quer dizer, em que mundo alguns vivem, cara? Só pode ser, inclusive na nossa área, né? Cara, é um mundo assim, o cara fica um mês sem botar chuteira e aí ele dá um trote e ele vai para o jogo. Quer dizer, cara, É inimaginável, cara, que a gente esteja falando disso em 2026, Copa do Mundo. Ele vai, ele vai, talvez ele vai voltar a treinar segunda, razoabilidade de fanatismo, vai voltar a treinar segunda e tem um jogo na quarta. E você acha que ele vai jogar?
De jeito nenhum. Fala, fala, Birner, mais do chat aí profissional.
Violeiro, com seu tradicional sarcasmo, fala aqui com o Modric Cross. Até o Ilharão vira uma lenda do futebol. Não é verdade, mas tudo bem.
Sensacional! Que isso!
O Pepe, o 8WJ, fala que 3 a 0 tá bom para ele porque foi a única que ele acertou no bolão. Não é verdade, mas tudo bem. Sensacional! Que isso! O Pepe, o 8WJ, fala que 3 a 0 tá bom para ele porque foi a única que ele acertou no bolão. Ele tá satisfeito.
Não reclamo.
O Sekiro aí falando que com Rafinha machucado e Ryan sendo opção, ele põe uma interrogação, tem que entrar, né, com Luiz Henrique, que já fez vários bons jogos na seleção. Tremeu nas bases, pipocou, teve 60 minutos em campo e não produziu. Também é que também exigir 60 minutos de qualquer jogador em qualquer time, ele tá falando isso do Ryan, que pipocou.
Não, calma, cara, estreando primeira vez, sentiu a estreia, ok.
Mas eu acredito que o Luiz Henrique seja a primeira opção, gente, sinceramente. A gente já falou Acho que o Rayan foi mais para tirar essa casca mesmo.
Fala, Pedro.
Eu acho que depende do tipo de jogo. Só me corrijam aqui, não consegui ver o replay do lance. O gol lá do Endrick, quem acha o Endrick é o Rayan, não é?
Isso, isso é o Rayan por dentro, dá uma cavadinha e o Endrick finaliza de direita.
E não é a primeira vez. Eu só não tenho essa certeza sobre a opção, se é para tirar casca ou não, porque eu acho que um jogo talvez contra a Escócia, muito fechado, muito truncado. Não sei se vai ter exatamente as costas da defesa ou entrelinhas ali com espaço para correr, para atacar. Talvez o jogo mais truncado, talvez o Luiz Henrique, um pouco mais de opção. Hoje, com muito campo para atacar e para achar espaço, talvez o Rayan. Eu acho que são duas opções para momentos distintos da Copa do Mundo.
Acho que essa é uma questão, né?
Se foi algo para dar cancha ali, da casa, que não precisaria fazer isso hoje. Acho que tem mais a ver com o que o jogo tava apresentando. Mas fala, João.
Não, porque acho que muita gente olha assim para os times de futebol e tem o seu preferido para entrar. E o preferido do Brasil hoje claramente é o Endrick, é o nome que todo mundo quer ver jogar. E aí você olha para o time e vê quem não tá rendendo, ou nesse caso quem machucou. E aí, e aí cria-se essa lógica de, ah, machucou o Rafinha, o Rafinha não vai jogar, o Rafinha tá mal, tem que entrar o Endrick. Não que seja impossível, não acho que isso é impossível.
Agora, o Ancelotti levou 2 jogadores para essa posição, né, para essa posição na qual o Rafinha tá jogando hoje, que é pela direita. Então não tem jeito, não vai ser o Endrick que vai entrar no lugar do Rafinha. Ou vai entrar o Luiz Henrique ou vai entrar o Rayan, acho que são os 2 jogadores por ali. O Endrick, ele é mais um substituto para o Matheus Cunha ou até para o Vini, ainda que o Vini esteja jogando aberto na esquerda.
Em vários momentos a gente vê o Vini jogando como, né, um dos dois atacantes num 4-4-2 ali. E isso o Endrick faz muito bem. Então eu acho que o Endrick pode ser mais substituto para esses dois do que substituto do Rafinha hoje. Isso talvez seja uma questão para ele. Acho que a gente já falou bastante sobre as qualidades do Matheus Cunha, né, seja do ponto de vista do combate, da recomposição, que de fato é algo que o Endrick não faz no mesmo grau, seja nessa coisa de voltar e, né, e ajudar como um meia mais do que como um atacante.
E o Endrick é um atacante. Então eu acho que hoje a questão do Endrick, não é, ela não é técnica, evidentemente, e não é, como disse o Calçade, birra do técnico, como ironizou o André, né? Não é que ele tá, que só levou para fazer bullying. A questão, eu acho que hoje é uma questão tática. É um jogador tecnicamente muito capaz, que pode ser uma solução, mas acho que em geral, para entrar durante o jogo—
Argentina com Lautaro e com Julián Álvarez, esses caras jogam com o Scaloni há quanto tempo? Desde sempre. O Endrick foi convocado pelo Carlo Ancelotti agora, entendeu? E ele tem 19 anos. Você tinha um cara assim, 2 caras de 19 acabando o jogo. Acho legal. Acho legal, no futuro talvez sejam os grandes nomes da seleção. Isso não quer dizer que eles não devam jogar agora. Agora, para que eles joguem, o Carlo Ancelotti tem que botar esses caras assim como ele colocou.
Botou o Ryan para jogar, colocou o Endrick, porque ele sabe que precisa deles. Porque seria um louco o Ancelotti— sim, ele tem 26 caras, só joga um goleiro, então você já tira 2, 2, então já sobraram 24. O Neymar tá condição de jogo, sobrou 23. Rafinha acabou de se machucar e já tem 22. Você percebeu o drama dele? O Alexsandro não parece ser uma solução fácil e segura para lateral esquerda. Bom, tem 21. O Ibanez também não é para lateral direito, já tem 20.
Você percebeu que outros 2 são goleiros?
Não, já contei. Você já pensou? Olha a loucura que passa o treinador O cara fala assim, eu não quero saber, eu vou jogar com— daqui a pouco eu entro. Ele fala pro filho, aquece e chama o Ronaldinho Gaúcho que tá ali falando com o pessoal da Globo e bota pra jogar. Cara, tem umas coisas muito malucas no futebol. E eu queria assim só botar uma lenha, uma gasolina aqui.
À vontade, pô.
Se fosse Brasil e Argentina este jogo e o Brasil tivesse perdido por 1 a 0, com o gol que fez o Matheus Cunha, o primeiro, a gente estaria falando o tempo todo no programa da falta que ele fez no lance, tá? Como não é verdade, a gente ganhou, ele fez falta no defensor, ele chuta o defensor agora e vai bola para o gol.
Só para não, é bom registrar, mas também é bom registrar, e acho que a gente, e eu tô de acordo com calçade. Mas também é bom registrar que de fato assim o VAR tá intervindo muito pouco nessa Copa do Mundo, pouquíssimo, pouquíssimo. Se houver a mínima margem de manutenção da decisão de campo, do ar, aquele papo de mínima interferência que a gente sempre ouviu e só ouvia e nunca via aplicado, nessa Copa do Mundo está sendo assim.
As pessoas podem gostar, podem não gostar e tal, mas o fato é que é um padrão Sim, neste momento, plena coerência, não dá para discutir. É a pouquíssima intervenção, é pouquíssima mesmo intervenção do VAR nessa Copa.
Pouquíssima intervenção do VAR e as faltinhas não estão acontecendo. A falta que mais me irrita no futebol, que é a bundada, que é o cara que vai dar a bundada no jogador e se joga no chão e o juiz dá a falta. Eles não estão marcando. Eu odeio essa falta, me irrita muito.
Dá aquela curvada assim.
Curvado e espera o cara chegar perto e se joga no chão.
Tem medo da seleção que gosta, hein? Tem medo da seleção aqui que jogou hoje que gosta.
O Paquetá tentou fazer isso num determinado momento na linha lateral e o juiz não deu falta. O que foi?
Linha lateral, linha de fundo. Ele é o típico jogador, o juiz não deu, ele rapidinho levanta. Só faltou se citar, é o Paquetá.
É isso aí, eu não sabia, eu não Eu sabia que era essa opção, mas é que de fato ele tentou fazer isso na lateral, que eu lembrei, e aí o juiz não deu, ele rapidinho levantou e deu de letra. Eu posso só jogar uma pergunta para o Pedro?
Pode.
Pedro, tu vê qual é, tu vê tanta diferença assim entre Luiz Henrique e Rayan?
Não, não vejo muita diferença assim entre Luiz Henrique e Rayan, não. É, não sei se a sua pergunta é de ordem de como eles atuam, é isso, técnica, da comissão técnica.
Não, questão técnica mesmo deles dois jogando.
Eu vejo muito mais um, se a bola tiver que parar, linha lateral, linha de 5 postada da Escócia ou de outra defesa, não foi o caso do Haiti, tiver que você criar, fazer alguma coisa, trazer para cá, trazer para lá, criar um espaço, pode demorar um pouco mais, nem sempre com tanta efetividade. Prefiro o Luiz Henrique. A explosão do Thuram é capaz de fazer atacando o espaço, chegando dentro da área, vindo servir como o Endrick fez.
Prefiro o Ryan, acho que o Ryan tem mais opções para te entregar. Acho que o Luiz Henrique, no espaço um pouco mais reduzido, pode te ajudar um pouco mais. Eu vejo esse tipo de diferença. E pontuando, até porque a gente tá no assunto de hierarquia aqui, eu não vejo diferença. Acho que o Luiz Henrique tem momentos bons com a seleção, tem confiança da comissão técnica. O Ryan teve momentos bons, ele sai muito bem cotado do jogo contra o Panamá e não entra no jogo contra o Egito e não entra contra a estreia.
Acho que é muito de circunstância, não necessariamente quem tá na frente dessa fila hipotética que a gente debate, vai entrar jogo sim, jogo também. Acho que é muito mais de momento ali, de fato, como Ancelotti falou em coletiva hoje.
Eu queria só fazer justiça ao nosso companheiro, que eu tenho que liberar ele. Não, rapidinho, só o Caio Alves do Data ESPN, que ele tinha aventado essa possibilidade da resposta dada pelo Ancelotti durante o jogo. Eu não tinha visto, eu vi o tweet depois, mas o horário mostra que enfim, ele tinha tweetado antes que talvez fosse se essa a razão da escolha pelo Rayan e não pelo Luiz Henrique, pela questão, né, dessa coisa do um atacar mais espaço, outro ser melhor no um contra um ali recebendo a bola na frente.
Então assim, o Caio cita isso antes da coletiva?
É, sim, sim.
Ótimo, ótimo. A percepção da comissão, inclusive, sem surpresa, vindo do Caio Alves.
Sem surpresa. O André, você, você fez uma interferência agora há pouco, faltou te acionar. Não sei se você ainda quer falar sobre o tema que você tinha levantado aí, o que você queria interferir aqui na nossa conversa.
Não, eu tava concordando plenamente com o raciocínio do Calçade a respeito da diminuição do elenco que tem acontecido desde que a seleção brasileira chegou aqui. E de fato, quais são os jogadores com os quais o Ancelotti trabalha, aqueles que permanecem no radar dele para escalações. Então assim, são 26 convocados, mas na realidade, na prática do dia a dia, esse número é menor. E o raciocínio do Calçade tá perfeito, preciso, mais uma vez.
Perfeito. Vou liberar o André Kifuri e o Pedro, começando pelo André e elogiando a modéstia do André Kifuri, que é uma marca registrada. Afinal de contas, na nossa entrada ele falou que aquela comoção toda que acontecia naquele momento era devido à presença do Zinho. A gente apurou que não é bem isso. Vocês não fazem ideia, era o povo, era o povo em comoção que estavam vendo o André Kifuri em loco.
Eu sou testemunha, era o André, não é, Pedro? Isso, não é?
Porque André Kifuri, ele geralmente tá lá no hotel, aquele fundo verde bonitinho, tudo certo. Hoje André Kifuri estava no meio do povo. Não é fácil ter esse contato com o André Kifuri no momento 6, 7, né, André? Que fala Mano Aura, não é isso?
Ele estava à vontade no meio do povo, tá? Ele estava à vontade no meio do povo. É isso que eu trago aqui.
Parabéns, André, que símbolo de humildade, viu?
Que momento!
Humildade é André, né?
Eu vejo no sorriso dele que ele tá gostando.
Claro, eu digo a vocês que tenham um Uma boa noite, sigam bem.
Beijo para você, André, você é maravilhoso, maravilhoso.
Pedrão, beijo, até a próxima, até a próxima, que é em breve, já amanhã.
Pedrão, beijo para você também. Se quiser dar um plazinho final aí, fica à vontade. Amanhã que é hoje, né? É um eterno hoje.
Meu plazinho final é que o Linha siga tão bom Quanto conviver com o André Kfouri por aqui.
Sensacional, faça sua régua. Valeu, Pedrão, abraço para você, querido.
Todo mundo para Miami na quarta, não é isso?
Imagino que vai virar Miami na quarta. Meu Deus do céu, que vai ser Miami na quarta, gente! Caminhamos aqui para mais 10 minutinhos de programa. Atende o chat que eu ainda quero falar com você de Vinícius Júnior.
Vamos falar seriamente da saída de bola. Já falamos, resumindo aqui, ele fala que com 3 o Danilo tem que jogar no lugar do Casemiro.
Que que é que ele falou?
Que com 3 jogadores meio-campo o Danilo tem que jogar no lugar do Casemiro.
Aí ele enxerga o Danilo de primeiro, liberando o Bruno.
E não discordo, não jogou no Palmeiras com a Bela atrás.
Então o Danilo ultimamente no Botafogo ele tem jogado mais de 10 do que de 5. Talvez aí o Ancelotti tenha que testar nos treinamentos.
É um cara assim, para mim, teria que— não é estranho para ele, fez isso no Palmeiras. Sim, tem uma vantagem que é um cara que consegue caminhar sem marcação e correr para trás.
Ele vai correr melhor do que o Casemiro.
E aí, só que no momento que ele passa, alguém tem que ficar, porque se vai Bruno, vai Paquetá, E vai também todo mundo, vai todo mundo.
Só uma coisa de vocês, pelo que eu leio aqui, os problemas de saída de bola do Brasil, da visão das pessoas, estão todos na conta do Casemiro.
Não, aí é um absurdo. Eu só tô dizendo o seguinte, é com o Danilo do Botafogo há mais mobilidade, eu não tenho dúvida disso, mais vigor, frescor, cara que Agora, o que isso significa para um treinador italiano que talvez queira mais ordem, ordem tática? Até porque ele está formando um time, e antes de formar, ele não tá formando um bando, é um time. Então, cara, é passo a passo. É esse nosso, essa maneira da gente encarar o futebol, né, é totalmente diferente do Carlo Ancelotti.
Ele sabe dos problemas, sabe que o tempo é curto, sabe que a seleção chegou na Copa regredindo em função de contusões e de um sistema de jogo que não tava muito estabelecido, firmado. Então ele percebeu que os jogos da primeira fase são jogos para— e talvez até eu vejo assim, enquanto a seleção estiver na Copa, ela vai poder crescer de jogo a jogo. Onde ela vai chegar crescendo, se ela vai conseguir chegar longe. Porque vários times fizeram isso, gente.
A Itália, o Brasil— eu não gosto muito dessas comparações porque eu acho que 2026 é 2026, 1982 é 82. Mas só para você, qual é o time que se fala dele até hoje? O Brasil de 82. Não ganhou a Copa. A Itália tirou o Brasil. A Itália veio de 3 empates na primeira fase. Itália era um horror, era briga de jogadores com a imprensa, era uma coisa assim. Aí a Itália foi—
a seleção italiana não falava com a imprensa, não falava.
Ela foi indo e acabou fundo, como diria o outro.
Então ganhou a Copa.
Ah, então a gente se— então o Brasil deve— é a nova Itália.
A única questão é que não vai ter mais espaço depois do próximo jogo para o que foi feito hoje, pelo menos na nossa visão, pelo que a gente discutiu aqui.
Assim, ele vai ter que ter uma ideia e ele vai ter que testar, vamos ver, ah, vai para o 4-3-3, vai testar isso, testa aquilo.
Isso aí não vai dar mais. Agora, depois do jogo contra a Escócia, é jogo que você precisa ganhar.
Eu vou tocar para você, William Tavares. José Marcondes do Santos, ele faz uma pergunta tentando decifrar o que se passa na cabeça do Ancelotti: por que o Ancelotti joga uma informação dessa e uma coletiva sobre o Neymar agora.
Sobre o Neymar?
É.
Por que fala sobre isso?
Primeiro que ele deve—
desculpa.
Não sei qual a circunstância da—
A obsessão com a pauta Neymar é tão grande que primeiro que ele deve ter sido perguntado sobre o Neymar.
Não é dele essa obsessão.
Agora, assim, de fato, porque também vai ficar feio para o Brasil, para a CBF principalmente e para o próprio Ancelotti. Vai ficar feio se o Neymar vai para o grupo da Copa do Mundo. Tira a vaga de um cara que tava voando na Premier League e não entra em campo, não fica à disposição em nenhum minuto, vai ficar feio. Então, no fim das contas, eles também precisam prestar, né, contas pela convocação de um jogador nas condições do Neymar.
Gente, o Dexter Moser quer que a gente fale sobre a atuação do Martinelli. Pera um pouquinho, vamos falar do Vinícius Júnior primeiro. Se der tempo, a gente fala do Martinelli.
Audiência, né? Oi, dá mais audiência.
É que o cara tem sido o principal, né?
Mas eu tô falando, tem que ser, né? Obviamente, porque dá mais.
O Vinícius Júnior, o Brasil tem 4 gols na Copa, os 4 o Vinícius Júnior participou. Ele tá atendendo aquilo que se espera dele, é isso? Aquilo que se cobra dele tá correspondendo?
Exatamente isso. Acho que a discussão é exatamente essa, porque era o que a gente falava, por exemplo, antes da Copa do Mundo, sobre o Rafinha e o Vinícius Júnior, e a gente tava discussão na semana passada sobre a presença do Neymar na convocação, justamente por causa disso. Porque muitas vezes, por dois motivos, né? Uma, que muitas vezes o Vinícius Júnior e Rafinha não assumiam esse protagonismo que a gente esperava. E o segundo ponto é que os dois caras que lá estavam, estavam implorando também para o companheiro lá ser convocado.
Mas o Vinícius Júnior, sim, de fato, que o Rafinha não conseguiu entregar até agora. E agora a gente nem sabe se talvez ele não vá conseguir entregar mesmo, porque ele se machucou, é o Vinícius Júnior conseguiu nesses 4 jogos, sendo a válvula de escape lá contra Marrocos, muitas vezes pegando marcação duplicada e triplicada, e ele dando o jeito dele de driblar 1, 2, 3 para tentar fazer as jogadas, para tentar fazer gol, para tentar dar assistência.
Defesa de chuva, alerta de chuva, mas o calçado tá da Espanha.
Na Espanha, na Espanha, alerta de chuva na Espanha.
Mas o bicho vai chegar lá, viu?
Vai chover para vocês também.
Alerta extremo, meu amigo!
Mas virou um escândalo isso aqui.
Vai cair, vai cair o mundo, né? Daqui a gente vai embora.
Fala aí, Bernardo. Deve ser de novo, rapaz. Noé tá com a arca aqui na praça.
Gol no pior momento do Brasil na Copa do Mundo, no jogo contra Marrocos, quando o Brasil era pior que Marrocos. Hoje ele faz a jogada do primeiro também, quando precisava desafogar, né? Porque o Brasil tinha bola, teve um gol anulado. Quer dizer, nas horas mais difíceis, ele tá fazendo gols, cara. E a primeira coisa que o Brasil precisa é de calma e paz para poder trabalhar.
Então ele é o protagonista da seleção, não tem a menor discussão, né, com tudo que ele fez, com gol que ele faz no jogo, naquele momento do jogo contra Marrocos, né. O cara tira do nada, porque a seleção não tinha produzido nada até então, tira do nada aquele gol absurdo. Acho até, como eu falei aqui depois do jogo contra Marrocos, que em alguns momentos, talvez até no embalo do gol, ele tava exagerando na busca do protagonismo, né.
Quer dizer, às vezes não tocando quando poderia tocar e tudo mais. Agora, se você olha para o pacote entregue, ainda que isso tenha acontecido em um outro momento, hoje também, né, dele tentar chamar responsabilidade para si e não conseguir, não tem discussão, ele é disparado o melhor jogador da seleção brasileira, é o cara que mais entregou. E é isso, acho que ele tá fazendo aquilo que tanta gente pediu durante tanto tempo, dele ser o protagonista, dele chamar para si a responsabilidade E tomara até que esses dois primeiros jogos em que ele conseguiu esse protagonismo, de repente faz com que ele, tá bom, eu tô aqui, eu vou decidir.
É isso aí, eu vou decidir na hora que eu precisar decidir, como aconteceu no primeiro e no segundo jogos. E talvez não fique com essa ânsia também, que é algo que eu sinto às vezes, essa ânsia de querer ser o protagonista.
Onde se aproximou, ele não tocou, ele tentou passar por dois.
Teve alguns momentos, ficou irritado.
Uma informação fundamental, porque o Jean Inácio no Rio de Janeiro, o Emerson Souza em São Paulo, o Paulo também recebeu, todos receberam alerta.
Aí então todo mundo vai chover horrores, ou vai chover o país inteiro, ou deu ruim. Mas é porque não tinha nada escrito.
Mas agora realmente precisa chover, só tem tranquilidade da Defesa Civil.
Talvez tenha dado um bugzinho, alguém apertou um botão errado, alguém invadiu o sistema de alerta.
E esse barulho não é normal, né? Antes era aquele, era, era aquele.
Em Cuiabá também receberam.
Gustavo, alguém não conseguiu concluir, aconteceu um lance. Alguém invadiu o sistema lá. Eu tenho uma questão, uma preocupação na verdade, que é com a lesão do Rafinha, na divisão de atenção. Talvez o Vinícius Júnior aproveitando que muitas vezes tendo o nome, aí é nome e tamanho, né? O Luiz Henrique ou o Rayan podem entrar e podem desempenhar muito bem pelo lado direito, mas é questão de cara, de cara você tem um Raphinha aberto do lado direito e Vinícius Júnior aberto do lado esquerdo, talvez as defesas, né, tendo lá, ó, a gente tem que dividir, tem 2 para um lado, 2 para o outro.
E agora a preocupação maior vai ser uma marcação tripla às vezes no Vinícius Júnior. E aí o lado, quem entrar no lado direito vai ter uma responsabilidade maior de tentar dividir.
É, mas pode até ser bom, né, no sentido de que a gente já viu acontecer tantas vezes no futebol também Né, quem entrar pelo lado direito de repente ter menos, ter menos essas bolsas do adversário e poder ter mais possibilidade de resolver.
Só uma informação, já tá chovendo muito em João Pessoa e receberam o alerta em Brasília também. Salvador também recebeu.
Tava esquisito esse alerta, cara. Talvez tenha sido algum equívoco.
Salvador, Bahia tocou também.
Já foi a Vegas. Aí a torcida divertida aqui do chat.
Bom, acabou, né? Diz aqui pode ser um teste de alerta, né? Já aconteceu uma vez.
Itupéva não receberam, tá dizendo que lá não vai chover.
Itupéva não vai chover então. Então você quer essa brigada chuva?
Eu nunca vi um alerta tão histérico.
Exatamente, você viu? Tocou todo mundo aqui, todo mundo.
O Óscar Souza Corrêa também recebeu.
Acabou aí, Zé Vânia? É isso? O mimê é isso?
Antes que a chuva chegue.
Eu não sei o que aconteceu.
Bruno Bezerra falou que foi algum hacker.
Bateu para ele também. A gente já foi.
Eu tô sem ordem aqui, eu tô no voo cego, hein? Eu só sei que tem um GC dizendo que o Linha de Passe volta nesse sábado às 19. Isso é um sinal que é para ir embora então, que ninguém tá falando. O GC é um sinalzinho, então vamos embora, vamos embora. E a gente vai, mas você, pelo amor de Deus, né?
Mas eu vou chegar mais tarde na redação.
Eu também tô de moto, a minha preocupação é essa. Dimas falou que virou uma Ninguém viu na redação que todos os celulares apitaram juntos.
Então vamos embora, que é chegada a hora, que eu quero chegar em casa ainda seco.
E eu ainda quero saúde e paz a todos e a todas.
E cheguem em casa e guarda as chuvas. Alerta extrema falsa enviado.