Mais um 7 a 1: Alemanha goleia Curaçao, Holanda e Japão empatam, e Costa do Marfim vence Equador - Linha de Passe
Neste domingo (14), nossos comentaristas analisaram a goleada da Alemanha por 7 a 1 contra Curaçao, o empate em 2 a 2 de Holanda e Japão, a vitória da Costa do Marfim em cima do Equador e muito mais.
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E aí, fã de esportes, tudo bem? Chegando o nosso Linha de Passe, hein? Copa do Mundo, muitos gols. É uma Copa que não tem 0 a 0, é uma Copa com bons jogos, é uma Copa que já tem o seu 7 a 1 logo de cara. E de novo foi Alemanha, lá vem eles de novo, amigo. É 7 a 1 para Alemanha, tá terminando o jogo agora do grupo Alemanha também, Costa do Marfim, Equador. E a gente vai falar sobre tudo isso e o que isso impacta também na vida da seleção brasileira, porque afinal de contas esse Holanda e Japão de hoje, você olha para seleção brasileira de ontem e fala, é um desses aí na fase de 16 avos de final?
Vai complicar, hein? Vamos falar sobre tudo isso aqui nesse Linha com a sua participação no YouTube. 2 horinhas de programa, você já sabe, 1 hora e meia a gente vai estar aqui na ESPN, no Disney Plus, E durante 2 horas, ou seja, aquela horinha final tem aquele chorinho a mais também, no YouTube, no TikTok, no TikTok, e claro, sequência também no Disney Plus, tá bom? Então fique com a gente que o papo hoje vai ser bom demais. Daqui a pouco tem André Kifuri, tem Gustavo Hoffmann também, hein? Já já.
Qual é o papo aí?
Vamos ver o terceiro, porque assim, os últimos 2 2 grupos, eles já sabem que são K e L, não, K e J, L, J e L. Me perdi no alfabeto. Mas os 2 últimos grupos se cruzam, os terceiros com os primeiros, porque por logística, né?
Ah, entre eles, entre eles.
É isso, é essa conta.
Os outros todos podem variar.
Essa conta vai ser maluca de fazer aí.
Tem que, agora, o cruzamento do Brasil, para entrar no assunto de hoje já, esse é pesado.
Esse, meu Deus do céu! Aliás, acabou de acabar, como diria o outro, Costa do Marfim 1, Equador 0. Eu não sei se retrata bem o que foi o jogo, mas acho que podia um lado ganhar, o outro, mas tava com uma cara de empate ali. Eu só acho que o 0 a 0 não seria justo porque a gente teve 3 bolas no travessão, lances de perigo, jogadas de efeito. O jogo foi bem legal de acompanhar, que mostra também que a Alemanha, apesar de ter goleado hoje, Curaçao ter feito 7 a 1, não deve ter vida fácil nesses confrontos aí contra Costa do Marfim, Equador.
A gente vai falar sobre isso, seleção brasileira, Holanda e Japão, muita coisa nesse Linha que tem hoje a Mari Paulo Calçade, Jean Odi, também o Leonardo Bertozzi, como eu disse, daqui a pouquinho tem André Kfouri, vai ter o Gustavo Hoffmann também, que é o homem que mais chama 7 a 1 nesse mundo. Impressionante, negócio impressionante.
Foi lá e sempre para Alemanha, sempre vindo da Alemanha.
Só ele e o Neuer estiveram em 2 7 a 1 da mesma seleção, da mesma seleção. Isso é um caso para entrar naqueles livros de estatística, sabe? Aquelas, pode entrar no Guinness, pode entrar no Guinness.
Impressionante.
Muito bem, meu povo. Ô, Albertosi, vamos lá. 1 a 0 para Costa do Marfim, ficou justo?
Depende do que você tá chamando de justo, né?
Não teve interferência de arbitragem nem nada.
Para lembrar Vitor Birner, que não está conosco, né? Vou usar a teoria de Vitor Birner. Se não teve interferência de arbitragem, diria ele, né?
Foi justo.
Não teve.
Mas Equador merecia uma sorte melhor, não?
Mas lembra das eliminatórias? O Equador levou 5 gols em 18 jogos. Uma coisa fenomenal numa eliminatória sul-americana, que é uma eliminatória difícil. Ao mesmo tempo, a Costa do Marfim não levou nenhum na eliminatória africana, né, em 10 jogos. Só que assim, o Equador já mostrava ser uma seleção muito forte defensivamente, que tem 2 zagueiros finalistas de Champions, tal como o Brasil tem. O Equador também tem o Pacho e o Hincapié, que jogou de lateral esquerdo hoje e sofreu muito com o Diomandé, que para mim foi o melhor do jogo, né, o ponta da Costa do Marfim. Mas a hora que a bola cai nos atacantes, cara, Falta, né?
Aí é que sofre um pouco.
Foram 3 bolas na trave. O Equador até teve bom volume ofensivo, bom volume de oportunidades.
Teve um chute certo só em 12.
O problema é esse, né?
Bola na trave que sabemos—
Não altera o placar.
Não altera o placar e não é finalização certa na estatística. Justamente porque não altera o placar.
É isso.
Muita gente vai falar, mas você vai colocar na bola na trave. Não é finalização certa. Então, meu amigo, fica difícil fazer gol assim. Então as chances perdidas acabaram custando caro. O jogo parecia caminhar para o 0 a 0, mas a boa seleção da Costa do Marfim, boa seleção mesmo, bons jogadores, muito bem treinada, né, pelo, pelo Emerson Fae, que foi campeão. Ele assumiu a Costa do Marfim no meio da competição porque o técnico foi mandado embora porque eles tinham ficado em terceiro.
Aí eles classificaram em terceiro e foram campeões, né, isso em 2024, e tá aí até hoje. Mas é um time muito bem treinado. As duas equipes taticamente muito parecidas, né? As duas marcam em 4-4-2, então as duas com muitas semelhanças nesse aspecto tático, mas a qualidade acabou prevalecendo. O Amad Diallo, que só não é titular nesse time porque concorre justamente com o Diomandé, que acho que é o melhor tecnicamente, acabou entrando e fazendo o gol da vitória.
Mas como esse grupo tem Curaçao, todo mundo vai passar. A Alemanha vai passar, a Costa do Marfim vai passar e o Equador vai passar. A questão é em que ordem para saber dos cruzamentos.
Costa do Marfim dá um passo gigantesco, ela tem um confronto direto. É que assim, o que vai acontecer em campo a gente não sabe. Contra Curaçao a gente até imagina, mas contra Alemanha a gente não sabe.
Mas fica o alerta para Alemanha.
A Costa do Marfim tem 6 pontos praticamente garantidos já, então confronto direto com Equador.
Primeiro, a Alemanha vai poder fazer um jogo, a Costa do Marfim vai poder fazer um jogo muito tranquilo com a Alemanha, no sentido de que assim, vamos para o jogo, é verdade, que classificar vai classificar, é verdade.
E é o próximo jogo, no mínimo ela vai ter 6 pontos.
Então assim, vamos, vamos Vamos tentar esse primeiro lugar aqui para buscar um cruzamento melhor, porque o risco de ficar fora já praticamente não existe mais.
E o Equador também, por outro tipo de necessidade.
O Equador vai para Curaçao para tentar também ganhar e fazer saldo, porque essa Copa tem esse detalhe, né? Se você ganhar um jogo e não ficar com saldo horroroso, a tendência é passar com 3 pontos, porque alguns terceiros devem ter 2 pontos, alguns terceiros devem ter 3 pontos e um saldo muito ruim.
São 8 de 12, quase todo mundo. 2/3 dos terceiros colocados.
Esse grupo tem uma possibilidade enorme de ter 3 classificados. E assim, são 3 bons times, a gente viu hoje. A Alemanha, assim, não é porque ganhou de Curaçao de 7 a 1, mas a gente sabe que a Alemanha tem bons jogadores, tem um bom time. Mas assim, foi legal ver, teria sido um bom 0 a 0 de qualquer jeito, mas que bom que não foi 0 a 0, que a gente mantém a sequência de uma Copa sem 0 a 0. E acho que o Equador assim tem que sair não satisfeito que perdeu, evidentemente, mas é um time muito bem treinado pelo BKCS.
Assim, nada de culpa do que o Equador não fez hoje é culpa do técnico. Sim, o time é muito bem treinado, ele não tem como pegar a bola e botar dentro do gol também, cara.
Aliás, para Costa do Marfim, né, já acho que até uma vantagem pegar Curaçao na última rodada, né, porque ela pega Alemanha, joga e chega na última rodada. Aliás, precisa de alguma coisa de saldo, já se imagina pegando adversário mais fraco do grupo, já classificada praticamente. Se precisar de saldo e tal, já sabe até o que tem que fazer.
Aliás, boa noite, William, boa noite a todos. Eu acho assim, Aliás, para mim esse é um problema sério dessa Copa do Mundo, não em relação à chave em si, mas a coisa dos grupos que terminam por último saberem exatamente que placares vão precisar para se classificar em terceiro ou não é uma vantagem enorme.
Na segunda rodada você já sabe disso.
É um problema muito sério desse regulamento da Copa do Infantino, esse negócio de você chegar no final da fase de grupos e poder escolher o resultado, às vezes escolher o resultado que você precisa para se classificar Então dizer, bom, aqui eu preciso só do empate, ou aqui eu preciso ganhar por 2 ou por 3. Um benefício que os times que jogarem primeiro não vão ter, né? Mas também eventualmente você escolher o resultado para escolher adversário.
Então acho que esse é o grande problema dessa Copa com 48 seleções. Ninguém tá falando disso ainda, mas muito provavelmente quando chegar a reta final ali dessa fase de grupos, a gente vai falar bastante desse tema. Eu, como eu não sou partidário da tese do Birner de que placar justo é placar sem interferência de arbitragem, eu acho que aí é um placar legítimo, né, sem contestação do ponto de vista legal. Mas justo, para mim, eu sempre tento olhar para o que cada time produziu, para o que cada um fez ou não fez.
E aí eu acho que acaba sendo muito duro e muito injusto com o Equador. Não que eu acho que o Equador devesse ter vencido. Você sabe que eu até brinquei no Twitter no meio do jogo dizendo o seguinte: olha, se esse jogo for 0 a 0, vai ser a maior injustiça dessa fase de grupos até aqui, pelo que os dois times fizeram. E eu tô dando essa tuitada para ver se sai um gol, porque essa é a regra básica, né? Tuitou que vai ser 0 a 0, o gol sai. Muito bem, o gol saiu, e eu acho que o placar acaba sendo mais injusto ainda.
A culpa é sua, né?
Porque não era uma Copa.
Eu perguntei se era o melhor 0 a 0 da história das Copas e realmente não foi 0 a 0.
Exatamente. Mas acho que assim, foram duas seleções que jogaram bem, que criaram e que se defenderam bem também, embora tenham criado. Claro que acho que a falha, né, foi justamente ali no último lance, na finalização, às vezes no último passe. Mas foram dois times que mostraram qualidade também para golear Curaçao, ou para pelo menos vencer Curaçao e se classificar. Eu acho que isso tira um pouco o peso também da derrota do Equador, né, essa quase convicção de que Equador deve passar.
Acho pouco provável que não avance. Acho que o que Costa do Marfim fez talvez seja mais difícil do que o que a Alemanha fez, ainda que a Alemanha tenha garantido um saldo muito bom para disputa. A Alemanha ainda precisa vencer o Equador. Né? Então assim, vai ser um grupo legal para a gente ver destes 3 que ordem eles vão ficar, mas acho que os 3 vão acabar avançando. Mas foi mais um bom jogo dessa Copa do Mundo, né? Se eu tivesse que falar em placar justo, eu daria, eu daria para este jogo o mesmo placar de Holanda e Japão.
É bacana, bacana.
Reflete melhor, refletiria melhor aqui a competição do dia.
Você achou esse jogo melhor do que o outro? Pode dizer boa noite, vai, não tem formalidade não, vamos embora.
Boa noite, amigos, boa noite, fã de esportes, porque eu acho que esse a gente teve 90 mais acréscimos, né, o da Holanda com o Japão. A gente teve um primeiro tempo ali que pareceu mesmo um empate, mas aquele empate que não empolga tanto. E aí no segundo tempo, porque é uma característica da seleção japonesa marcar quando volta do intervalo, né, volta diferente. E isso é escola japonesa, porque no feminino isso também acontece.
Brasil sofreu recentemente com isso, o Japão virando o jogo ali no segundo tempo. Mas o que me impressionou nesse jogo, porque assim, a gente tem falado muito e falamos sobre o Brasil, né, o nervosismo de estreia. Isso aconteceu com o México, que poderia ter feito o saldo de gol já contra a África do Sul e ficou um pouco segurando, né, com medo de se lançar e enfim sofrer ou negociar ali com possível empate ou derrota.
Que tinha 2 a mais, hein?
Exatamente. Olha que acaba ali com 2 jogadores a mais. Isso aconteceu com a Escócia e a Haiti, porque a Escócia faz 1 a 0 cedo e depois recua e fica ali um pouco, né, segurando. Mas hoje as duas equipes buscando demais. E num determinado momento apareceu ali, né, números da partida, quanto tempo elas demoravam para recuperar posse. E era ali 13 segundos, assim, né, 13, 15 segundos, não lembro. Então foi um jogo de trocação, assim. 20 minutos ali do primeiro tempo era só Equador, bola na trave e tal.
Aí Costa do Marfim se colocava no jogo. Segundo tempo inverteu. Muito Costa do Marfim. E aí depois o Equador começa a tentar buscar alguma coisa. E o gol do Diallo, ele começa de trás. Então ele vai do goleiro para o lateral esquerdo, que passa pelo meio, e ele centralizado faz 1 a 0. Então assim, ideias de jogo, né? Muita troca ali entre os jogadores, aceleração. Então acho que foi um jogo que empolgou, que poderia ter sido um empate em 2 a 2, mas diferente do que foi Holanda e Japão, desde o início já um jogo que mostrava que ia empolgar mesmo.
É verdade, mostraram que podem fazer frente aí, pode dar jogo com a Alemanha, hein?
Nossa, eu acredito, né? Eu acho que a Alemanha, que a Alemanha vem— e boa noite, boa noite— a Alemanha vem num dia de um 7 a 1, e para a gente é marcante, né? Marcante. Mas a diferença da Alemanha para o Brasil é que a Alemanha teve dó do Brasil e não teve Coração. Isso, né? Isso aconteceu mesmo, só aconteceu mesmo no 7 a 1, né?
Alemanha, para os cara, segura aí, dá uma aliviada na casa dos cara, vamos jogar final aqui.
E lá no contrário, né? Agora Coração sofreu bem. Mas é o que, então parece que a Alemanha tá sobrando. A Alemanha pegou o time mais fraco, um dos mais fracos da Copa. O que eu acho bacana até agora que a gente tá vendo é que você olha para Costa do Marfim, para Equador, para Marrocos, para Japão, não eram países do grande centro do futebol. Talvez a gente não seja, mas é o seguinte, esses jogadores dessas seleções todas são jogadores com muita experiência internacional.
Então a gente consegue, eles conseguem formar um time com bons jogadores, inclusive reservas, para disputar uma Copa do Mundo. Então não adianta só olhar para a liga local, a gente tem que analisar o que eles são capazes de fazer como seleções, cara. E a gente tem um equilíbrio assim, não vou chamar de equilíbrio, mas é um nível mais alto, não é por baixo. Então olhando para Holanda e Japão, desse grupo sai o adversário do Brasil.
Sim, eu prefiro pegar Holanda. Prefiro pegar a Holanda, que é um jogo que encaixa mais, encaixa mais. O Japão é muito mais chato de jogar, né? E o Brasil teve uma experiência recente de 6 a 2, né? De virada. Então você tem coisas muito legais. Eu acho que esse ponto de olhar para algumas equipes que não são historicamente grandes seleções com um histórico maravilhoso, mas elas podem construir a partir de agora e podem avançar no E cara, vai ser um perigo porque tem uma fase a mais essa Copa. Então a gente sempre fala, nossa, caiu nas oitavas, quer dizer, é um lixo.
Não, não, vai cair antes das oitavas.
Vai cair, ou se a Holanda saindo em primeiro, o Brasil em primeiro, o Brasil, se a Holanda sair em segundo é Brasil-Holanda, né? E se Brasil-Holanda ou Brasil-Japão, vamos imaginar. Que é isso, pode ser, o Brasil pode ser segundo no grupo também, mas vai pegar um dos dois, claro, claro. Imagina o Brasil e Holanda, e a Holanda fora, ou o Brasil fora antes das oitavas.
Aliás, daqui a pouco eu quero falar desse assunto num cenário que é preocupante, vai dar corneta, vai dar barulho. A gente vai falar disso já já.
Só uma coisinha em relação ao que o Carlos está falando, porque eu vou te falar que eu era um cara, e talvez ainda seja um cara, que olhou com certo pessimismo pro nível técnico da Copa do Mundo quando a gente viu, enfim, esse aumento de seleções que a gente sabe, não tem jeito. Qualquer campeonato, basta olhar a Libertadores, qualquer campeonato, quando você aumenta o número de equipes, o nível técnico ele vai cair. Lamento que isso tenha sido feito por razões políticas e econômicas e não pra democratizar o futebol, como o Infantino gosta de propagar.
Mas a verdade é que até agora eu acho que os jogos estão muito legais, mesmo os jogos com equipes muito mais fracas. Eu acho que hoje a gente viu a primeira goleada retumbante porque obviamente não dá para comparar desse crescimento. Isso, exato, exato. Esse 7 a 1 é resultado disso. Tudo bem, o pessoal vai falar, não aconteceu no Brasil.
Quando que a gente poderia imaginar um 7 a 1, né, gente?
Esse daí é na conta do infantil, aquele é na conta de uma outra, de outras pessoas, vai.
Vamos, mas não vamos voltar àquele clima.
Mas assim, é claro que não é o normal você ter esse tipo de placar e é resultado desse desnível técnico. Mas a verdade é que tá muito legal até aqui, um pouco também por acaso, porque assim, o Catar, para citar uma outra seleção, podia ter tomado 4 gols da Suíça e foi buscar o empate no final, que torna tudo mais legal, mais mágico. Acho que mesmo o Curaçao, se você olhar O fato deles terem feito um gol, né? A Mari tava falando, fizeram um gol no Neuer.
Mas só na Alemanha. E talvez fique só nisso.
E vai ser recebido, claro.
Nossa Senhora, imagina, o cara vai virar ídolo nacional.
Lembrou muito em 18, quando o Panamá fez aquele gol na Inglaterra no 6 a 1.
Foi uma festa, uma coisa absurda.
Então assim, tá legal.
Canadá e Bósnia foi um bom jogo também.
Foi legal, foi legal também. O Canário merecia mais gols.
Acho que a gente teve, a gente, por exemplo, Austrália e Turquia. Se você disser não foi um resultado que reflete o que aconteceu nos 90 minutos, esperava mais. Certo aspecto é verdade, porque a Turquia teve mais volume, finalizou mais. Agora, para o que as equipes se propunham, o jogo da Austrália foi perfeito. Sim, então assim, no fim das contas é muito legal. E Austrália estaria de qualquer jeito, é bom sempre a gente destacar isso, né?
Mas então assim, no fim das contas, a Copa tá legal. Eu acho que o problema maior ele se apresenta justamente na última rodada dessa primeira fase, quando a gente vai entrar nessas questões que a gente tratou há pouco, de um regulamento que vai permitir alguns times escolherem, né, saberem o resultado que precisam, escolherem adversários. E também é claro que de alguma maneira o fato de você classificar 8 de 12 terceiros colocados tira um pouco o peso e a importância de determinadas partidas, de determinados campeonatos.
Só assim, 30 anos atrás, 20 anos atrás, é isso que o Costares tocou, é muito importante. Se você falasse que ia ter 4 jogos de seleções europeias contra seleções da Confederação Asiática e que as europeias não iam ganhar nenhum, pois é, Nenhum, porque a Coreia ganhou da, a Coreia ganhou da Tcheca, da República Tcheca, jogou mais nesse caso, jogou melhor, tá? A Suíça empatou com o Catar, jogou muito melhor, mas tomou o gol no final, né?
Hoje o Japão empatou com a Holanda e o outro jogo foi a Austrália que ganhou da Turquia, tomou sufoco o jogo inteiro, mas defendeu bem e ganhou o jogo. Então assim, ah, mas poxa vida, tem muita vaga para as outras confederações. Tem muita vaga para UEFA, que tem uma de cada 3 seleções europeias, né? Porque hoje eu tô vendo aí os italianos falando, nossa, aí Curaçao e tal. A Itália perdeu para Bósnia, que merecia ter perdido para o Canadá, entendeu?
Então assim, vocês estão reclamando do quê exatamente, né? As seleções europeias de médio escalão que já jogaram, elas não mostraram nada. A Bósnia e a Tcheca são duas seleções que dependeram de bolas paradas para fazer seus gols. E com bola no pé mesmo não mostraram nada. Então é que bom que a gente tá vendo fora de Europa e América do Sul seleções jogando bem. Então, ó, bom futebol.
Bom você citar isso que eu quero falar de América do Sul. Antes, só a enquetezinha aqui, ó: qual foi o melhor jogo da Copa do Mundo até o momento? Alemanha 7, Curaçao 1, Holanda 2, Japão 2, ou Costa do Marfim 1, Equador 0?
Vou dar meu voto aqui, vai ganhar Holanda.
Tá ganhando Holanda e Japão.
E eu tô muito com o Léo. Para mim foi esse, pelo motivo que a Mari colocou. Eu acho que esse para mim é o ponto, é o que a Mari falou. Se você olhar para o primeiro tempo de Holanda e Japão, você— e assim, só ressaltar isso também, o primeiro tempo de Holanda e Japão foi o primeiro tempo de dois times muito organizados, que sabiam o que estavam fazendo, né, que jogaram da maneira que seus técnicos pediram para que eles jogassem.
Então nesse aspecto foi tudo muito bom e foi um jogo muito bom, estudado. Agora, se a gente juntar as duas coisas, qualidade de jogo e entretenimento, que no fim das contas é o que a gente quer, apesar do placar tão magro, né, da Costa do Marfim contra o Equador, eu concordo muito com o Léo, foi um jogo, né, com muito mais oportunidades durante os 90 minutos.
Você não tirou o Oliveira, você não tirou o Oliveira em nenhum momento. Aliás, maldita pós-de-hidratação, fui buscar até uma pipoquinha.
Só o Calçade gosta.
Eu gosto.
O Calçade gosta.
Você também? Então pronto, então 2 a 2.
Quem gosta também é quem ganha dinheiro Isso, né?
Porque a pausa para hidratação, o Brasil ia tomar um pau do Marrocos no primeiro tempo todinho.
Foi ali que o Ancelotti conseguiu salvar o povo.
Mas é que às vezes um técnico, a gente vê, depois de Curaçao tava lá animadona e tal, e daí que veio a pausa, ela não tinha voltado ainda.
Os jogadores de Curaçao foram para pausa para hidratação vibrando, chamando a torcida.
Então assim, a gente vai entrar nesse tema Já, já, já, já, já, já, já, já.
Pausa como uma pausa técnica, que por acaso você toma alguma água ali.
Eu acho que quebra muito.
Pode falar, vai, vai, pode falar. Eu entendo o que o Calçade tá dizendo, mas aí é o professor Calcelote que tá falando mais daquele, porque ele mudou a final da Copa 7, ele mudou na parada, na parada técnica. Exatamente isso, ele tem que falar. Eu entendo quando o Calçade diz que é uma ótima oportunidade para o treinador arrumar o seu time. E quanto a isso, eu não tenho discussão. Então, de fato, muitas vezes o técnico vai chamar os seus jogadores, vai arrumar o time, e aquilo nem necessariamente vai ser benéfico para o jogo.
É isso, esse é o meu ponto. Quer dizer, para o jogo, eu prefiro que o jogo continue correndo do jeito que ele estiver. No intervalo, o técnico vai poder arrumar. Agora, o futebol já tem um problema sério nos últimos tempos desde que começaram as ceras insuportáveis, claro, menor na Europa do que aqui, mas de dinâmica. E depois ainda entrou o VAR, do qual, ao qual eu sou favorável, mas também trouxe um outro problema de dinâmica.
Então a gente tem um problema de dinâmica no futebol. Esse jogo de 4 quartos, eu tô com o Léo, eu não gosto. Eu acho que a gente não precisa parar o jogo o tempo todo. O técnico tem que fazer todo o suficiente para tentar arrumar o seu time, dar instrução e fazer com que as instruções sejam cumpridas nos primeiros 45 minutos, depois tem 15 minutos para arrumar e mais 45. Agora, para mim, se não fosse o prejuízo da parada, perda da dinâmica do jogo, eu não veria problema.
Mas como o jogo para, eu entendo parar para hidratação, mas tá muito claro que não é isso. É a parada do intervalo, é a parada das propagandas.
Isso claramente tá sendo usado para inserção comercial. Mas o segundo, assim, é isso assim, eu acho que a experiência de quem vê tá sendo quebrada, tá sendo interrompida. O jogo tá no momento muito legal. Isso é essa quebrada de clima, já me aconteceu várias vezes assim nessa Copa.
São 3 minutos, parece que não, mas é uma eternidade.
Embora eu goste, ele é contra o espírito da regra do jogo, que é um jogo intermitente, você não para nunca, você joga. Tanto que se não fosse esse o espírito da regra, você não tinha lei da vantagem, você parava tudo o tempo todo e tal. Então é continuar o jogo o tempo todo. Você não favorece a paralisação. Eles criaram uma parada para ganhar dinheiro.
Aliás, até perguntar para o pessoal no chat, hein, você é contra ou a favor a pausa para hidratação?
É a Copa, do ponto de vista comercial, acho que não tem nenhum evento hoje, acho que nem o Super Bowl tá ganhando deles. É tudo, tudo, tudo, tudo, tudo tá vendido no jogo e onde se assiste.
Existe um ponto, existem situações em que ela é necessária. Então, agora, alguns estádios da Copa são climatizados. No Mundial, na Copa do Mundo de Clubes ano passado, alguns jogos realmente assim eram temperaturas absurdas. Aí é para saúde do jogador, aí é outra coisa. Tá jogando com 35 graus na cabeça e tal, aí você precisa parar, aí é outra coisa.
Então, mas é que acho que tudo parte disso, né, Léo, de uma necessidade que houve, que aconteceu no Mundial de Clubes, por exemplo. A gente sabe, Copa de 94, que foi, né, Então assim, tudo parte de uma necessidade e aí é utilizado de uma maneira, deram um jeitinho para oportunista. É o oportunismo de ganhar dinheiro, sacaram que dava para ganhar dinheiro, tanto que a gente viu isso no Campeonato Paulista com, né, geladeira voando.
Agora a própria CONMEBOL, que os jogos são noturnos, adotou. Esse ano teve em Cusco lá Tá frio do caramba.
Eu vou falar da perspectiva de quem, quando precisa assistir os jogos por trabalho, aproveita disso, porque você consegue ver claramente ali, principalmente quando a gente tem os nossos produtos aqui, o nosso microfone consegue captar um monte de coisa. A gente vê, ó, tá vendo? Ele falou isso e deu certo, deu resultado, o jogador cumpriu o papel ali. Mas eu consigo ver também que vai passar esse período de adaptação, barra, a gente não suportar ser interrompido ali, assim como a gente passou por uma substituição a mais, assim como, enfim, VAR.
Acho que vai entrar na rotina, vai, esse ponto.
E aí eu acho que você pode olhar e falar assim, taticamente você analisando quem conseguiu de fato mudar um jogo por conta das instruções ou quem não entendeu que precisava mudar o jogo, sabe? Mas eu entendo que quebra o clima. Isso vai gerar.
Acho que você acostuma com tudo no fim das contas, né?
Até porque o futebol é muito legal, ele é muito especial, ele é muito mágico. Porque na boa, o Infantino, a própria UEFA também, os caras têm feito de tudo para estragar a modalidade esportivamente falando. Eles têm feito bastante esforço e eles não conseguem estragar, eles não conseguem. Eles estão fazendo esforços, né, com inchando campeonatos, fazendo mudanças que são meramente comerciais ou políticas para ganhar voto e tudo mais, e mesmo assim o futebol continua sendo espetacular.
E mesmo assim, na hora que a bola começa a rolar, eu acho que a gente, a gente, então assim, de fato, ouvir também é uma coisa legal, ouvir os técnicos falando, mas isso cada vez menos vai acontecer, provavelmente, porque cada vez mais vai ter geladeira voando na hora que os caras estiverem falando. Então assim, as inserções comerciais vão se dar nesse momento, isso vai deixar de fora, mas assim, eu também gosto muito, vou confessar, já que a Mari tá trazendo umas perguntas Que como eu moro grudado na ESPN, na pausa para hidratação ele vem, ele vem, ele vem, ele corre, ele corre, e ele chega antes do jogo reiniciar.
E ele chega antes do jogo reiniciar, é muito do lado, muito do lado, gente. A enquete já tá aqui no chat para o pessoal participar. O Léo tava falando da participação europeia por enquanto na Copa, né? Queria aproveitar o jogo do Equador para falar um pouco da participação sul-americana. Tudo bem que a Argentina ainda vai jogar, Uruguai ainda tem duas seleções de peso para entrar em entrar em campo. Mas já entraram em campo o Brasil, que entre aspas é a mais pesada, né, pelo menos 5 títulos mundiais e tal, etc.
E já entrou o Paraguai, né. E o Paraguai fez o que fez naquele jogo e o Brasil teve seus 30 minutos de Paraguai. O Equador acabou perdendo hoje. Estão decepcionando por enquanto, já era meio que esperado. Acho que Paraguai não era para tanto, Brasil não era para jogar tão mal 30 minutos. O Equador até jogou bem, mas acabou O Jean imagina que o empatezinho ali, um 2 a 2, seria melhor. Tão decepcionando? Tá no padrão? Como é que tá a avaliação das seleções sul-americanas, as 3 que participaram até agora?
Falta Argentina, Uruguai e Colômbia, que são 3, né? Que aí seria um quarteto: Brasil, Argentina, Uruguai e Colômbia seriam os principais.
A eliminatória do Brasil serve de referência um total de zero. Sim, porque enfim, Ancelotti dirigiu alguns jogos, mas também do que ele tinha para o que ele tem agora, já mudou praticamente tudo em relação ao que ele pensava por causa das lesões.
Ele tá a pé.
É isso, o Brasil começa a Copa do Mundo com uma folha em branco e ontem já pegou essa folha em branco e já deve ter amassado e feito outra folha em branco para o próximo jogo. Essa é a realidade, vamos ser bem sinceros aqui, né? Ele fez um rascunho, já pegou o rascunho e jogou fora. Ele vai ter que começar de novo, a Copa do Mundo vai começar de novo no próximo jogo.
Jogo.
Paraguai e Equador para mim são bem diferentes, bem diferentes. O Equador, mesmo com a derrota, eu não faço uma avaliação negativa.
Eu acho que foi o melhor desempenho dos três foi do Equador.
É, eu acho que tem coisas para melhorar ofensivamente, finalização, mas assim, são coisas que não estão tanto ao alcance do técnico assim. Já o Paraguai tem que corrigir praticamente tudo, cara. Assim, o Paraguai não conseguia concatenar três passes contra os Estados Unidos. O ponto forte do Paraguai, tal como do Equador, foi o sistema defensivo.
Competitivo.
Paraguai ganhou de 1 a 0 do Brasil, ganhou da Argentina, ganhou do Uruguai. O Paraguai se baseou também num time competitivo, de defensores fortes, líderes, né? Se você falasse para alguém que nunca viu a seleção paraguaia, fica de olho nesse zagueiro aí, o Gustavo Gomes e tal, capitão e tal, líder da defesa. Falei, esse aí Pois é, entendeu? Então assim, é o Paraguai, de fato, o Paraguai deixou para fazer o seu pior jogo do ciclo na estreia na Copa do Mundo, né?
Então assim, eu acho que é difícil até usar como referência qualquer coisa, mas eu tiro o Equador da discussão e o Brasil, a referência eliminatória do Brasil é zero. O Brasil está de novo, o Brasil vai começar agora de novo. Para mim, a impressão é essa.
Eu acho que se a gente tirar, se a gente começar, claro que tem na Copa do Infantino aí, você tira Curaçao, Haiti, Cabo Verde. Mas assim, fora isso, acho que isso pode enganar um pouco a gente, mas a gente tem um nível mais alto e algo mais nivelado, sim, um nível mais aqui em cima, não embaixo. Então as grandes potências, pega França, os mais tradicionais, todos nós, todos esses dessa faixa de campeões mundiais e aqueles que chegaram muito perto, como a Holanda, né?
Eu acho que esses países vão sofrer mais nesse Mundial. Não vai ser assim, alguém vai entrar e sair arrepiando todo mundo, 2, 3 a 0 e tal. Não acredito muito nisso. Acho que vai ser a caminhada de qualquer equipe, e considerada favorita, pode ser uma caminhada mais, com mais percalços, com jogos mais difíceis, E o Quinho, para mim, é o campeão mundial.
Acho que a segunda prateleira subiu um pouquinho.
Não, porque, cara, o que eu falei, né? Você tem Japão, você tem Marrocos, Costa do Marfim, o Equador. Quem garante que— olha a Alemanha, cara. Olha, olha agora o cenário da Alemanha. 7 a 1, que legal. Mas esqueça essa alegria, o 7. Agora você vai ter Equador e você vai ter Costa do Marfim. E outra E Costa do Marfim-Equador foi um jogo extremamente físico, são equipes muito fortes. Então é jogo de confronto o tempo todo, e é esse jogo que vai ser transportado também para Alemanha.
Então vamos ver agora a Alemanha esquecer. Claro que para tabela é maravilhoso, mas a performance da Alemanha nós vamos saber agora.
Sim, sim, sim, contra essas duas seleções.
A gente já vai entrar na Alemanha, né?
Porque já vamos, já só vou passar do Equador e Sul-Americano e vamos entrar na questão da Alemanha.
Não, porque eu só queria, em relação aos sul-americanos, até ler um trecho. Eu tô fazendo, né, propagandas editoriais aqui outro dia, do Guia da Placar. Não, esse é um trecho do Guia da Placar. O Guia da Placar vai estar aqui todos os dias.
Muito bem.
Mas esse é um trecho do Guia do Falha de Cobertura, que eu acho maravilhoso, ali dos nossos companheiros do Falha de Cobertura, que diz o seguinte: faça propaganda, você escreveu a orelha. Escrevi a orelha, é verdade. Inclusive, na orelha eu destaquei esse trecho hoje, por isso que eu lembrei, que ele diz o seguinte: a seleção do Canadá se classificou para a Copa pelo segundo método mais fácil, que é ser um dos países sede. O primeiro seria jogar as eliminatórias sul-americanas.
É maravilhoso, cara. Assim, é uma piada, obviamente, mas assim, a gente precisa levar isso também em consideração, né? Eu acho que assim, o Equador estaria na Copa de qualquer maneira, né? Mesmo com o regulamento antigo, antes das eliminatórias sul-americanas classificarem mais de 50% dos times, que eu acho um absurdo, e podendo crescer, né?
Você imagina 18 jogos, vai todo mundo, e de volta na próxima Copa levando 7? Tem que mudar o 7, pode ser.
Acho que tem que mudar o regulamento. Quer dizer, fazia sentido, eu até gostava da ideia das eliminatórias sul-americanas da maneira como eram, porque primeiro você e avaliar ali todo, todo o período, todo ciclo, né? Então, uma, e no fim das contas a gente sempre diz que os pontos corridos eles acabam sendo mais justos.
Então era justo também para que você, eu acho que eles vão transformar em Nations League, senão eles vão, como é que eles vão manter a atividade das 3?
Você não tem quem jogar.
É, não, e acho que tem que ser, tem que mudar. Mas assim, isso é para dizer, quando eu trago a piadinha dos companheiros do Falha de Cobertura, é justamente para mostrar que que não tem jeito. Na hora que você leva quase que 100% dos times de uma eliminatória para Copa do Mundo, e aí eu até assim, eu entendo que o Léo tá falando, mas eu acho que aqui tem um exagero mesmo, tem um exagero. A UEFA tem os seus problemas, na minha maneira de ver, na sua eliminatória.
Quer dizer, ela deveria fazer uma fórmula que, assim como a fórmula da América do Sul, levasse a Copa do Mundo as melhores seleções do continente. Não é o que acontece.
Vai mudar, inclusive, né? Vai ter fase de liga igual a Champions.
Por quê? Porque no fim das contas, a fórmula das eliminatórias europeias acaba permitindo—
você tá na mão do sorteio.
É isso, você tá na mão do sorteio. Se você vai decidir fora, se você vai cair numa eliminatória, numa repescagem contra um time forte ou não. Então assim, eu acho que também é normal a seleção do Paraguai, por exemplo, não é uma seleção hoje forte. Eu acho até que a gente vê bons jogadores, a gente até tinha uma expectativa, e eu confesso que torci pelo Paraguai, mas, mas claramente ela não é uma seleção forte.
É que eu acho que tem toda essa questão das eliminatórias sul-americanas, que assim, só não vai quem realmente não quer, só quem já morreu. Exatamente, só não vai quem já morreu. Mas ainda assim tem quem aproveite disso, né? Então assim, a gente vê o Equador hoje jogando é reflexo do que a gente viu ele fazendo nas eliminatórias. Você vê, é o time com a melhor defesa, que termina só atrás da Argentina, que teve partidas interessantes.
E se você vê o Brasil jogando, você também fala, um ciclo, um reflexo das eliminatórias também, entre aspas, só foi porque se aproveitou desse momento de que todo mundo vai. O Paraguai, eu acho que tem um ponto à parte por conta do confronto de Paraguai e Estados Unidos. Eu acho que foi muito decepcionante assim você terminar um jogo com os Estados Unidos com 4 a 1 de derrota assim, sabe? E a intensidade, o início, como Paraguai não se encontrou, como não conseguiu ajustar a defesa.
Eu acho que tem uma evolução também no futebol dos Estados Unidos, no trabalho, enfim, do Pochettino, como ele tentou ali encontrar algumas situações. O Pulisic jogando muito bem nesse, nesse jogo. Mas eu acho que ainda assim foi uma decepção o jeito que o Paraguai não conseguiu reagir a um primeiro tempo principalmente, né? E aí foi, foi realmente bizarro.
O Paraguai, acho que assim, ao contrário do Equador, que a gente tá falando que o Equador vai se classificar, eu acredito piamente que o Equador vai se classificar por conta de uma provável vitória contra Curaçao, e talvez até com uma boa margem de gols, embora não seja um time que tradicionalmente faz tantos gols. O Paraguai tem uma missão mais dura pelo que a gente viu no jogo entre Austrália e Turquia, né? Aí nem tanto pelo que a Turquia apresentou, mas pelo que ela pode apresentar, né?
Pela qualidade dos seus jogadores individualmente. Você olha para aquele time, você vê realmente muitos jogadores de qualidade, né? Çalhanoğlu, Arda Güler, o Yıldız, que não começou jogando, que porque não tá bem fisicamente, mas que acho que num jogo decisivo vai acabar jogando contra o Paraguai. Então acho que a missão do Paraguai de se classificar, mesmo com essa fórmula generosa da Copa, fora o saldo, né?
Esse saldo aí complicou a vida.
E acusou o golpe, né?
A gente via ali que tava claramente muito abalado, tava nocauteado no primeiro tempo assim. Nossa, terrível. Bom, é o seguinte, então derrota do Equador para Costa do Marfim, 1 a 0. Próxima rodada então, a Costa do Marfim vai pegar a Alemanha, de quem a gente vai falar agora, e o Equador vai enfrentar Curaçao. Mas antes da gente falar de Alemanha— antes não, já falando de Alemanha, a gente vai colocar no programa o Homem Chama 7 a 1, que é Gustavo Hoffmann. Vamos lá, Guga.
Todo dia um 7 a 1 diferente, e eu estive nos dois, hein? Goleada alemã atendendo às expectativas. Ótima estreia, excelente pensando que a equipe caiu, a seleção alemã caiu na fase de grupos das duas últimas Copas do Mundo. A diferença técnica entre os dois times era muito grande e o domínio alemão técnico, tático, territorial foi absoluto. É bem verdade que no primeiro tempo houve um momento, a partir do gol de Curaçao, cerca de 10 minutos, em que Curaçao conseguiu equilibrar a partida, diminuiu os espaços, evitou as triangulações mas de maneira geral, do início ao fim, tirando esse lapso, a Alemanha foi dominante.
Insisto, a diferença técnica é muito grande, mas não é todo dia que a gente vê um 7 a 1. No meu caso, um há 12 anos e outro agora. É bom, vamos lá, análise da equipe de maneira geral. Alemanha, para mim, ela não é candidata ao título. Acho importante ressaltar isso, mesmo depois do 7 a 1. Alemanha não chegou aqui nos Estados Unidos com a condição de favorita, de candidata realmente ao título. Precisará evoluir porque é um time com talento evidente, um potencial muito alto, mas que precisa se provar no mais alto nível depois de todas as últimas decepções.
O time é muito talentoso, o time é muito bom. No jogo de hoje contra Curaçao, o Julian Nagelsmann acertou muito na escalação do Felix Nmecha, jogador do Borussia Dortmund de meio-campo, que na prática hoje foi quase que mais um atacante, já que Curaçao pouco agrediu a Alemanha e jogava muito recuado. O Nemetša tinha essa liberdade para chegar à frente junto com Djamal Musiala, Florian Wirtz pelos lados do campo, o Kai Havertz sendo a referência da equipe, o Leroy Sané para mim abaixo.
Então assim, de maneira geral, pontos positivos: Felix Nemetša, Para mim, o melhor em campo, apesar do Kai Havertz ter sido eleito pela FIFA. Liderança técnica do Joshua Kimmich, mais uma vez provada. Ele, o jogo da Alemanha passa essencialmente por ele. Ele é o lateral direito na fase defensiva, essencialmente, mas quando tem a bola, ele trabalha muito por dentro, né? Tem uma saída de 3, Alemanha, ele fecha bastante por dentro também, porque no Bayern ele é meio-campista.
E o Kimmich é um caso raro, né? Jogador que está entre os melhores na sua posição original, meio-campo, e também consegue estar entre os melhores na posição adaptada na lateral direita. Além disso, bom rendimento do Florian Wirtz e do Jamal Musiala, os dois jogadores mais talentosos dessa seleção, dois jovens futuro da seleção alemã. Era para ter o Leonard Kall ali formando um trio ofensivo de armação atrás do Kai Havertz, acabou se machucando, perdeu na Copa do Mundo.
Pontos negativos, se é que dá para falar de um 7 a 1, mas eu acho assim importante também ter os pés no chão. E nesse aspecto, o alemão não se empolga, né? Até pela sua própria característica, o alemão ele não vai se empolgar com esse 7 a 1. Acho que ele tem a real dimensão de que ele se empolga e se empolgou com 7 a 1 contra o Brasil. Contra Curaçao, todos os alemães, principalmente da comissão técnica, claro, sabem que a diferença técnica é muito grande.
Então acho que eles vão analisar esse jogo com atenção, vão prestar atenção nas falhas defensivas que aconteceram, a própria jogada do gol, outros momentos em que Curaçao conseguiu achar espaço na defesa alemã. Porque nos jogos contra Costa do Marfim e Equador, Alemanha será muito mais exigida, muito mais exigida. Então, excelente estreia, goleada atendendo às expectativas, importantíssimo para um time que caiu nas duas últimas fases de grupos da Copa do Mundo.
Mas é uma equipe que precisa evoluir, que precisa crescer. Então, contra Costa do Marfim na próxima rodada e contra Equador, o time será mais testado e precisa mostrar uma curva de ascensão, crescer durante o torneio para aí sim, se provando em campo, mostrar que é realmente candidata a título.
Muito bem, até o Gustavo Hoffmann sabe muito de Alemanha, acompanha muito tempo. E a gente vai colocar na conversa aqui o André Kfuri, tá chegando conosco agora. Acompanhou, viu, esse jogo da Alemanha também, esse atropelo para cima de Curaçao. Queremos ouvi-lo, André Kifuri. Gustavo Hoffmann ainda não coloca a Alemanha entre as favoritas. Você coloca neste patamar ou não? Tudo bem, meu querido?
Oi, William, boa noite. Boa noite a todos os amigos aí no estúdio. Um abraço forte aos nossos amigos fãs de esportes que nos acompanham. Eu tô com Gustavo Gustavo. Eu achei que a descrição dele do jogo foi precisa. Eu via, eu vi a partida da Alemanha da mesma forma que o Gustavo acaba de contar para gente e entendo que a Alemanha não deve ser considerada favorita para ganhar a Copa do Mundo, até mesmo porque eu acho que entre os alemães essa condição de não favorito é a melhor, é a mais confortável, é a que mantém a Alemanha em possibilidade, né, em posição de causar uma grande surpresa se as coisas derem muito certo e a Alemanha se tornar, como a gente vem falando aqui, a equipe mais quente desse mês aqui nos Estados Unidos, no México e no Canadá de Copa do Mundo.
Ninguém deveria duvidar da possibilidade, né, disso acontecer. Ninguém deveria duvidar da capacidade dos alemães para jogar futebol Ainda que nas últimas Copas as campanhas tenham sido decepcionantes, o último ciclo de Copa também não tenha sido muito estimulante, digamos assim. Mas diante de um adversário muito fraco, uma distância técnica dessas que teoricamente não deveriam acontecer num jogo de Copa do Mundo, mas que a gente já esperava também por causa do novo formato de fato, e acredito que, né, nessas primeiras rodadas vai se repetir esse tipo de desequilíbrio técnico.
Nós vamos continuar a ver. A Alemanha fez exatamente aquilo que uma seleção dominante, uma seleção campeã do mundo, uma seleção com camisa pesada e trajetória muito mais do que respeitável tinha que fazer. O que seria muito estranho seria se os alemães tivessem algum tipo de dificuldade ou talvez até tirassem o pé numa situação como essa. É óbvio, né, que um novo 7 a 1, a ocorrência desse placar novamente, em especial para nós brasileiros, e num dia, um dia depois de termos mencionado o jogo de Belo Horizonte em 2014, para comparar o terror que sentimos ontem no começo do jogo contra o focos.
Então assim, um dia depois aconteceu um outro 7 a 1, mas são muitas questões que separam esses dois eventos. Um era numa semifinal de Copa do Mundo, na sede, na casa do país sede, com, né, com todo o impacto que aquilo teve. E outra numa estreia de Copa do Mundo, um resultado que é— não sei se poderia ser esperada uma diferença dessa de gols tão grande, mas uma goleada da Alemanha era absolutamente natural. E eu gosto de ver a Alemanha jogar, tem alguns jogadores alemães que, que me interessam muito individualmente.
Perdão, é que entrou um bichinho aqui, deixa eu só me arrumar aqui na TV ao vivo, televisão verdade, peço desculpas. Mas alguns jogadores da seleção alemã, eu gosto muito do Kimmich, gosto muito do Sané, gosto muito do Musiala, são que eu acho que a gente precisa parar para ver nesse estágio, porque a Copa do Mundo causa mudanças de comportamento, a Copa do Mundo atrapalha muito jogadores, mas também eleva o nível de vários outros.
Então eu vi o jogo da Alemanha com muito interesse para entender em que condições a Alemanha começa a Copa, mas sabendo que a distância técnica era, era muito, muito, muito grande mesmo, como como o placar mostrou. E antes de devolver aí para vocês, para não tomar demais o tempo da discussão, deixa eu só dar uma sugestão para um programa futuro. A gente fica numa correria muito grande aqui. É claro que eu poderia ter feito isso nos nossos grupos e tal, e vou fazer também com mais detalhes, mas deixa até um convite para a gente num outro momento, quando os nossos editores acharem que é apropriado, tratar desse tema que eu lembrei quando ouvi vocês falarem a respeito da parada e das questões comerciais que estão sendo impostas a esse momento.
Assistindo no local o jogo da Seleção Brasileira ontem, eu me senti numa arena das ligas esportivas americanas. E é claro que isso não é uma coincidência, afinal de contas nós estamos nos Estados Unidos, o MetLife Stadium. Eu já trabalhei no MetLife num jogo de Super Bowl, Já tive também a sorte de trabalhar em arenas de basquete da NBA diversas vezes, e foi assim que eu me senti. E tem uma coisa que talvez algumas pessoas não gostem: esse ambiente, com essas explorações comerciais, essas músicas, essas paradas, esse clima, essa atmosfera, não tem nada a ver com o futebol.
Mas nada, nada. Eu acho que vale a pena a gente conversar sobre isso também. Desculpem me estender, pelo depoimento do Renato Cenise depois de ter estado no Azteca e ter comentado a respeito da comparação que ele fez de sensações entre o seu trabalho, trabalho do Renato nos estádios da Premier League e outros lugares da Europa por onde ele transita profissionalmente, e ter voltado a uma sede histórica lendária do futebol da América Latina.
As coisas são muito, muito, muito diferentes. Nenhum tipo de crítica à organização, ao profissionalismo, as coisas bem feitas, mas esse ambiente de arena não tem nada a ver com futebol.
Essa é uma boa pauta, tá anotado, André. A gente com certeza vai falar sobre isso. Tem muitos programas, tem muita coisa pela frente, 2 horas todo dia. Esse é um ponto legal que conecta com a história da reidratação, dessa pausa, e com todo esse ambiente. É legal aí nesse dia também a participação de vocês para trazer essa realidade de quem tá acompanhando ali no estádio, tá, e tá vivendo isso. Bom ponto, vamos anotar que a gente vai comentar sobre isso também.
Mari, tem uma, tem uma enquete aqui, ó: após o 7 a 1, a Alemanha deve ser considerada favorita ao título, sim ou não? Você participa no chat. Não colocar esta Alemanha como favorita ao título é de alguma forma subestimá-la ou é realista?
Acho que esse é realista, até voltando um pouquinho o que foram as outras Copas, né, as últimas Copas principalmente, né. Eu acho que é um trabalho que teve os avanços e hoje eu acho que a gente consegue ver um pouco mais sobre como alguns jogadores ali eles se comprometeram a estar nesse momento muito bem, ou Nagelsmann banca o Musiala e hoje ele vai muito bem. O Kimmich que faz um trabalho específico porque sabia, né, que seria mais deslocado ali para lateral, mesmo hoje participando muito centralizado assim.
Um jogo muito legal de assistir, né, desses jogadores. O meio de campo que se conecta demais. E é isso, é Curaçao. Mas assim, independentemente, né, eu espero que a gente tenha essa avaliação no sábado seguinte, no Linha Pós-Brasil, de falar: tá vendo, era aí, mas olha como o Brasil conseguiu, olha como os jogadores se procuraram.
Só bom lembrar, viu, que Curaçao Curaçao enfrentou o Haiti em eliminatórias, foi 5 a 1 para Curaçao.
Então foi isso, então foi 5 a 1 para esse Curaçao que você faz muito mais forte nesse momento. Pois é, uma loucura.
Mas enfim, né, vamos ver. E como eu acho que essas peças que o Nagelsmann, ele olha para o banco de reservas e ele tem alternativas. Se você tem o vice-artilheiro da Bundesliga no banco de reservas, que foi o Undavi, ele entra e ele participa com assistência, ele participa marcando. Eu acho que dá um olhar de que, olha, essa Alemanha ela tem coisas a apresentar, mas ela tem coisas a apresentar talvez agora, coisas que Espanha, França, Portugal já vem apresentando, né?
Quando a gente fala de favoritas, Argentina, enfim, atual campeã. Então eu não coloco nessa prateleira de candidatas ao título, mas vem numa sequência. Sequência, vem numa sequência com certeza.
Acho que a pergunta para todo mundo é quem tá em qual sequência, porque a minha, a minha visão é, eu vejo a Alemanha como quase todas as outras. Eu só tiro duas seleções que são França e Espanha, né, para destacá-las como de fato favoritas. Uma pela qualidade individual dos seus jogadores, a outra pelo futebol que joga. A Alemanha para mim, e aí claro que entra uma série de fatores, né, entre a qualidade individual, porque a gente tá falando, né, né, não só do Musiala, do Kai Havertz, do Wirtz, que é um jogador espetacular, né.
Agora, Sané vai ter mais espaço do que talvez se imaginasse que ele fosse ter. E de repente, tecnicamente também ninguém discute. Kimmich tem uma qualidade que é indiscutível. Se a gente falou muito ontem da questão psicológica do Brasil, eu vi dessa maneira, o Brasil dá uma tremida no começo. Tem uma seleção que não treme essa daí. Como disse o Gustavo, até um pouco pela própria característica deles, cara. Os cara comemoram um título mundial com óculos no bolso, se abraçando, e isso é uma qualidade na disputa do jogo.
Então eu acho que assim, Alemanha tem muitas qualidades. Eu ponho a Alemanha no balaio de todas as outras depois dessas duas, todas, obviamente.
Ela tá à frente do Brasil, por exemplo.
Então é um balaio, mas você olha a Alemanha, é que assim, eu Eu acho também que as nossas avaliações são sempre baseadas no último jogo da última semana.
Tudo bem, não vamos computar o jogo de hoje, 7 a 1.
Vamos, né?
E assim, e nem o jogo do Brasil. Eu acho que o Brasil tem margem de melhora grande. Eu acho que o Brasil tem um técnico absolutamente capacitado, tem jogadores que aí tem uma questão psicológica que a gente vai ver como eles vão reagir, né? Enfim, não vou entrar muito no Brasil, mas o que eu quero dizer é, o Brasil tem uma margem de melhora E eu acredito que o Brasil possa melhorar muito. A gente tá falando do Brasil que vai se classificar, vai ter parada dura, a gente já falou, né, 16 avos e tal.
Mas eu ponho o Brasil mais ou menos na mesma, no mesmo balaio da Alemanha, no mesmo.
Desculpa, assim, Alemanha não vai enfrentar nenhuma seleção pior que o Curaçao daqui para frente, não. E o Brasil não vai enfrentar muitas seleções superiores ao Marrocos.
Quer dizer, a gente espera que enfrente.
Tomara que sim, mas assim, seria interessante. É, o Marrocos é uma seleção semifinalista de Copa do Mundo, com jogadores excelentes, sétima colocada do ranking, o Brasil é o sexto. É bom lembrar, muita gente não dá valor pro ranking, mas assim, o ranking, queira ou não, espelha o que as seleções são hoje.
Melhor que o Marrocos, indiscutivelmente, o Brasil pode pegar na semifinal. É, ou nas quartas, vai, com a Inglaterra.
Holanda e Japão, as virtuais adversárias na segunda fase, nenhuma das duas me passa como superior ao Marrocos. Acho também, tá? Então o que eu quero dizer, ok, o Brasil foi mal, nisso discute, mas assim, o Brasil só pode melhorar daqui para frente.
É isso, só pode melhorar. E Alemanha, cara, é Alemanha. Eu acho que o problema da Alemanha, e isso pode virar um problema para o próprio Brasil, problema da Alemanha é que se ela for primeira na chave, ela pega a França nas oitavas de final. Então assim, pegar a França nas oitavas de final, isso estamos considerando que a França vai ficar em pedreira, mas pegar a França nas oitavas de final obviamente é uma pedreira para qualquer um, e ninguém vai ser favorito contra a França nas oitavas de final.
A Alemanha pode fazer um cálculo estratégico aí.
Eles são bons nisso, hein? Eles são bons nisso.
Eu não sei se eles vão ficar fazendo essa conta, até porque eles não sabem o que vai, mas pode, como eu já falei, pode ser que na reta final da última rodada lá Seleções olhem e façam questão ou não. Eu não tô dizendo, vai entregar o jogo, mas tá bom, pera aí, se eu ficar em segundo eu vou ficar time reserva aqui, vamos me poupar.
Claro, aconteceu com aquele Bélgica-Inglaterra em 2018. A Bélgica foi para o lado da França, do Brasil.
Agora, eu acho que só destacar, se a Alemanha ficar em segundo, ela pegaria possivelmente a Noruega nos 16 avos e seria adversária do Brasil nas oitavas.
Olha que é um bom caminho, hein?
Então, se o Brasil chegar nas oitavas, só para retomar, você já falou lá atrás, cálculos, você tem um cenário em que você pode ter a disputa do segundo do grupo da Argentina, em que o segundo tem um resultado, tem um adversário pior do que o terceiro. Quer dizer, é melhor ser terceiro do que segundo, porque o segundo pegaria a Espanha.
É isso.
Então, jogo de xadrez.
Mas isso vai acontecer muito, não tem jeito. Esse é o problema. Tudo bem que às vezes pode acontecer em primeiro e segundo. Agora, a questão do inchaço da competição e da fórmula, ela vai permitir muito mais esse tipo de cálculo, esse tipo de jogo, esse tipo de avaliação. Para Alemanha, você pode dizer, bom, de fato vai pegar o— agora eu não sei quem ela pegaria possivelmente na 16ª passando em primeiro, né? Né, vai pegar o segundo do grupo dos Estados Unidos, que pode ser Austrália, que pode ser a Turquia, a gente não sabe.
Mas hoje me parece algo menos problemático do que pegar Noruega, por exemplo, que seria mais provavelmente. Então assim, não tem jeito, os times vão jogar.
Ninguém se compara ao Brasil, né? Eu acho que o nível de favoritismo, esse é meu ponto, ninguém tá com mais dificuldade que o Brasil. Pelo seguinte, você discute Alemanha, mas não é assim, você olha para Alemanha e fala, e aí, quem que vai jogar?
A lógica hoje, se tivesse uma Alemanha no Brasil, é que desse Alemanha, né?
Existe uma lógica na Alemanha, existe uma lógica na França, existe uma lógica na Espanha, na Inglaterra. Digo, o Brasil, o Ancelotti, é, e aí eu não atribuo a culpa a ele, porque, cara, às vezes eu começo a culpar o Ancelotti pelos 4 anos que ele não viveu na seleção. Então é um negócio maluco, mas ele chegou e tudo aquilo que ele conseguiu, as convicções dele para a Copa do Mundo, ele foi e ele tinha que agir rápido. A gente falou muito isso aqui durante as eliminatórias, ele tinha que fazer escolhas muito rápidas, margem de erro aqui.
Tanto que a primeira convocação foi bem diferente da segunda. A primeira foi uma convocação assim Ele sentou ali e a galera participou, né? A outra, a segunda, já era uma convocação de Ancelotti, era dele. Diante, você via ali marcas de Carlo Ancelotti. E ele construiu meio de campo. E esse é um problema, esse é o, para mim, o principal problema no futebol brasileiro. E a gente fala no Linha de Passe aqui, há algumas Copas, não é nessa Copa, o Brasil que já foi uma referência nesse setor criador no meio de campo.
Hoje o meio de campo é um local por onde a bola passa e rápido. A bola não— o Brasil não tem característica. Você tem um adversário trancado, você não tem um meio de campo particular. Tanto que a ideia era ter o— a gente falava no quarteto, porque não existe nesses 4 uma característica de criação. Eles são executores, são daquela parte final do de finalização. Por isso que a gente fala nos 4, os jogadores de meio de campo, Casemiro e o Bruno Guimarães.
A Copa começa, tem que botar mais um, tem que ter mais um aí. E não foi assim que o Brasil— o Brasil não jogou assim nesse período pré-Copa com Ancelotti. Então chegou no Mundial tendo que resolver um problema, e um problema em que o Brasil não tem jogadores neste momento, essa referência como outras equipes. Você pega o meio de campo da Holanda hoje, é muito melhor que o Brasil. Sim, né? E aí o Brasil não tem, e ele tem que resolver com aqueles que ele convocou.
Aí ele aproveita o corte do Wesley, traz o Ederson, né, para pensando, vamos ver onde ele encaixa o Ederson.
E ainda assim não é a solução.
Mas eu acho que a convocação do Ederson não foi só para preencher não, assim, eu Cara, eu vou ter que usar esse cara aqui, tá mais perto do jogado que a gente imagina. Eu também, eu vou ter.
E o Ancelotti, eu também acho, mas não como solucionador.
Não, não, solução assim, gente, a solução é tentar um encaixe modificando o time e talvez até uma mudança radical, tendo o Danilo, jogador do Botafogo, o Endrick, que, né, o Ancelotti não pode dar uma de Real o Endrick aqui, que o Endrick era o último da fila. Se ele convocou e o Endrick tava bem, o Endrick conseguiu neste ano se recuperar a ponto de ser convocado, é, o Ancelotti precisa acreditar que talvez exista uma solução e não demorar muito tempo.
Então é Endrick, é o Danilo, o Casemiro deixou muitas interrogações, né, e outros jogadores também. Claro que isso só piora a situação do Brasil porque é mais, é uma equipe que nunca jogou, claro, né?
Era uma equipe com dúvidas, que as dúvidas aumentaram para montar na Copa do Mundo mesmo.
É como o Ancelotti tá num ponto como se ele tivesse assumido o Brasil um mês antes da Copa. E essa é a realidade do Brasil. Então, ao contrário dos outros, eu vejo os outros com ajustes, situações de tabela, cruzamentos que podem levar um mais longe ou não. Já a seleção brasileira precisa construir algo que tá difícil de enxergar.
É esse o meu ponto também. É por isso que eu— e assim, eu entendo, Copa do Mundo, muita coisa pode acontecer, o caminho pode mudar a situação, um jogador pode se machucar, outro pode ser expulso, pode ir para pênalti, enfim, entendo tudo isso. Mas quando eu olho hoje, e isso se reflete também, né, quando a gente vê avaliação dos colegas jornalistas de fora, né, A maneira como eles avaliam o Brasil, falam, nossa, ele tem muita coisa para resolver.
E quando avalia a Alemanha ou quando avalia a Espanha, e essas seleções ainda vão jogar, mas a partir do momento que a gente olha o Brasil e fala, nossa, precisa mudar aqui muita coisa, e a tendência é só melhorar, não é piorar, mas aí é só melhorar já agora, entendeu?
Fica mais interrogações.
A gente olha, pensar em médio E aí quando a gente olha para Alemanha, a gente fala, nossa, mas no banco de reservas tem uma possível solução ali, né? Se você não tá com um bem aqui, você pode colocar o outro.
Em termos de conjunto, funciona muito bem.
Mas a gente olha para cima e fala, nossa, o Raya tem que ser titular. Olha a temporada do Raya no Arsenal, as coisas estão mais claras.
Sempre tem alguma dúvida ou uma outra, mas as coisas estão mais claras.
Tem uma ideia de jogo, um modelo de jogo jogo. E ele é muito claro, é isso, muito claro, sabe? Alemanha sai com 3 igual todo mundo, mas não é 3-2-5, é 3-1-6 na verdade, porque fica só o Pavlovic ali.
É muita gente, é muita gente ocupando o último terço, sabe?
E aí contra Curaçao, beleza. E já contra Curaçao teve um outro momento ali naqueles 10 minutos bons de Curaçao que a transição defensiva sofreu um pouquinho. Mas como é que vai ser essa transição defensiva?
A velocidade da Costa do Marfim, quer dizer, Mentalmente, né, fisicamente, como que vai se portar.
São dúvidas que a gente vai tirar ao longo da competição.
Claro que para Alemanha foi aquilo que a gente falava em relação ao Brasil, que era negativo você começar logo contra o time mais forte. Para Alemanha foi maravilhoso.
Treinou.
Se há, ainda que eu acredite que não existe muito esse peso, esse nervosismo para os alemães, pelo, por aquilo que eu já falei, mas se há, você também perde esse nervosismo num jogo de estreia contra uma equipe muito fraca, mete 7 a 1, garante a sua classificação, porque é o que a Alemanha fez ao meter 7 a 1 em Curaçao. E agora vai pegar dois bons adversários, que eu acho que até bom para Alemanha olhando para as fases mais agudas, porque ela vai poder testar sua qualidade, as suas valências, os seus defeitos, e olhar para isso também para depois avaliar na hora que for enfrentar, seja um Paraguai Sim, sim, sim.
Eu só queria perguntar para o André, esses dois adversários para Alemanha, Equador e Costa do Marfim, quem pode causar mais problema para essa seleção alemã, ô André?
É um combo bem complicado, né, porque o Equador tem futebol de sobra, eu diria, para tornar a vida da Alemanha no encontro entre eles bem difícil. E a Costa do Marfim já mostrou a que veio, o futebol diferente, né, de mais força, mas também de uma competição e de um nível de intensidade que sempre chama atenção. Então a Alemanha até agora ela fez o trabalho dela com alguma sobra, né. Ninguém poderia cobrar também, a gente falou, é goleada, é normal, diferença de gols compatível com a distância técnica entre os dois times, mas ninguém poderia cobrar de antemão um 7 a 1, por mais que a Alemanha já esteja se acostumando a fazer isso em Mas a partir de agora vem o mais difícil.
E embora eu concorde com o Jean totalmente no sentido da parte mental, essa seleção alemã traz para essa Copa do Mundo meio que uma obrigação a mais, né? É uma, é um peso a mais na mochila que talvez não mude o ponteiro e ninguém esteja, nossa, preocupado com isso, mas de fato na questão histórica tem um pouquinho a mais de quilos aí. Que é, né, a trajetória recente em Copas do Mundo, desde o título em 2014 no Brasil, muito abaixo do que os alemães estão acostumados a fazer nesse que é o grande cenário, grande evento, grande palco do futebol mundial.
Então tem aí uma necessidade de dar um rebote. Vamos ver, com a parte mais difícil da fase de grupos pela frente, o que os alemães vão fazer. Eu acho que o jogo mais difícil tende a ser Costa do Mas assim, palpite apenas da minha parte.
Costa do Marfim, que recentemente venceu a França em amistoso pré-Copa aí, né? Só para a gente fazer um último giro aqui, poder fazer um intervalo. Suécia, hein? Suécia. Poder fazer o intervalo. Vamos lá então, Bertozzi. Costa do Marfim, Equador, quem é que pode tirar pontos aí da Alemanha?
Eu acho que mais a costa do Marquinhos pelo pente, pensando até em vitória.
Dá até para ganhar, dá para chegar e ganhar. Dá, dá.
Se o Diomandé fizer o que ele fez hoje, eu acho que a Alemanha pode sofrer muito pelos lados do campo ali. Então eu acho, eu acho um encaixe que pode ser problemático para Alemanha na hora que perder a bola.
Pode até perder os dois.
Exato, pode acontecer, pode acontecer.
Que a gente viu hoje, esses famosos grupos 6-6-0.
Sim, é isso, é o que pode acontecer.
Costa do Marfim, o Equador, sim, também é, não é nem pela qualidade do time, eu acho que é o que o Léo falou, acho que é até o costume de enfrentamentos mais parecidos. Você citou o próprio jogou amistoso com a França, enfim. Mas acho que são jogos parecidos assim, os dois podem oferecer alguma dificuldade. E é claro que a gente tá muito na expectativa para ver a Alemanha contra qualquer uma das duas, acho que tanto contra o Equador como contra a Costa do Marfim, porque acho que vai dar uma medida melhor da força da Alemanha, que individualmente, eu repito, para mim tem jogadores muito bons e capacidade, né?
Você junta as duas coisas, os jogadores e a tradição da seleção, você tem condição de ir longe na Copa.
Sim, Mari, porque também não é apenas sobre a resistência que vai enfrentar, muito maior do que Curaçao conseguiu colocar, é outro estilo de jogo fisicamente, assim, um outro panorama também. Então eu tô com os companheiros, eu não vejo tanta diferença ou necessariamente entre Costa do Marfim e Equador, até pelo que a gente viu hoje, mas que vai precisar colocar algumas questões ali defensivas, isso com certeza.
Muito bem, a gente vai fazer um intervalo. O Progulli tá falando aqui que a Alemanha vai ganhar os 3 jogos. Pode ser, pode acontecer também, né? E a Alemanha pode chegar pelos cantos, diz o Igor Pereira. Eu ia perguntar para o Bertozzi se vai ser a Alemanha mais mineirinha de todas as 4, que é assim devagarzinho, vai chegando, vai chegando, fazendo barulho, assim vai chegando.
A gente teve um Equador, né, bem mineirinho.
Esse empático alemão não é exatamente a característica dele.
Dá para botar um joelhinho de porco no tropeirão, né?
Fica bom, não fica?
Um urso é a característica dele. Puro carisma.
O Venzo já agregou a nossa, né?
Puro carisma.
Mas o Venzo já é, já foi, ele foi abduzido.
Foi abduzido, foi abduzido. Faz bem ele. E só uma coisa, viu, é o nosso pastor alemão. Se o possível adversário da Alemanha fosse a Itália, eu acho que a Alemanha ia tentar sair do caminho. Como é a França, acho que ela não vai se preocupar muito. Contra Itália, mano, esquece. Mas contra a França ela sempre prevalece. Intervalo, a gente segue no YouTube, voltamos daqui a pouco. E o programa assim, ó, hoje a gente vai falando dos jogos de hoje, tudo, mas tudo vai esbarrando no Brasil, né?
Porque sempre o comparativo. O próximo assunto então vai esbarrar muito no Brasil. Brasil. Por que Holanda e Japão? A gente mostra daqui a pouquinho.
Em 2006, voltamos, né?
A gente dá aquela, né, aquela deitada, aquele escorado, ela vai ter um joguinho rolando ali. É isso aí, né? João Prudêncio, não posso ler sua mensagem no ar, viu, João Prudêncio? Mas eu entendi aqui o que você tá dizendo. É que tem os prós e tem os antes, né? Com prudência. Eu entendi sua mensagem aqui. É o seguinte, hein, você que tá acompanhando aqui o Linha de Passe, 2 horinhas todo dia acompanhando as análises aqui com a gente, as perspectivas dos próximos dias aí de Copa do Mundo, você pode ver os jogos na Kazé TV no Disney Plus.
Todos os jogos da Copa do Mundo você acompanha por lá, certo? Então põe lá na Kazé TV no Disney Plus, assiste as partidas e depois acompanha a gente aqui no Linha com essas análises. Só um recado para a galera que tá no YouTube, o break rapidinho, né? Mal deu para ler mensagem, mas a meia hora final aqui do nosso Linha de hoje vai ser no YouTube. Então a gente vai atender a galera aqui. Até pedir meus óculos aqui que tá difícil de ler. Ah, vai ser ótimo, porque esqueci lá. Eu ainda continuo esquecendo.
Funciona bem quando a gente—
meu Deus, é outra coisa, é melhor do que o seu, né?
Mas melhor que o meu, eu acho que deve ter uma experiência.
O melhor lugar para usar é o rosto, por experiência.
Exatamente. É que o meu é só para perto, então eu fico tirando toda hora aí.
Já era, já era.
Ai, ai, ai. É o seguinte, vamos falar dos possíveis adversários do Brasil na fase de 16avos de final. Não tem jeito, não tem como não esbarrar nisso. Holanda e Japão. Belo jogo, hein, Mari? 2 a 2. Quando parecia que a Holanda ia ficar com a vitória, o Japão empatou ali no finalzinho, gol de cabeça. Francesa. E um dos pessoal que ainda achou Equador e Costa do Marfim melhor, mas tem briga aí, um baita jogo, o que aumenta a expectativa aí com relação a essas duas seleções do Mundial, né?
Total. Assim, já era um jogo aguardado, né?
Quando sai toda a questão ali, tinha uma listinha dos principais jogos da fase de grupos, Holanda e Japão tava lá.
Esse entra, entra muito pela expectativa do que essas seleções elas podem apresentar nessa Copa e muito do que já vem apresentando, né? Então a gente tá vendo o Van Dijk aí que, enfim, dispensa comentários, como ele consegue se colocar como principal jogador que esteve em todas as partidas da Premier League. Assim, ninguém fez o que ele fez nessa última temporada. E uma bola cantada, essa bola aérea da Holanda, mas foi muito, foi muito bom mesmo assim, porque a gente fala de um Japão que em momento nenhum se entrega.
Estatisticamente, a equipe que volta do intervalo e os gols acontecem na segunda etapa, aquilo que eu falei, é uma escola japonesa que consegue replicar isso em todas as categorias, é uma forma de jogar mesmo. Então isso reforça um importante primeiro tempo japonês em que é uma tentativa de segurar mesmo ali, né, de não tomar gols ou pelo menos não se desestruturar. É uma disciplina tática impressionante. E a Holanda também com meio de campo muito bom, com acionando o Malen ali a todo momento, né.
E essa aproximação dentro da área que parece que a bola vai escapar, mas o controle acontece, ele faz o giro, finaliza, né. A primeira finalização muito bem. Memphis no banco de reservas, isso é um ponto. Exatamente, entra no segundo tempo e também né, ainda fisicamente ali não consegue.
Segundo o Cuma, ele tá 100%. É, mas não, ele pode estar, ele pode estar 100%, foi o que ele falou na coletiva, palavras dele, recuperado, mas fisicamente ele está baixo.
Hoje deu para ver, o jogo mostrou, não tem como você estar fora de situações de jogo e voltar voando fisicamente assim. Os companheiros dele estão em uma outra rotação. Então foi um jogo muito legal mesmo assim, das histórias, né? A emoção do treinador do Japão ali no hino chorando, né?
A gente, e a segunda Copa dele, né?
E a segunda Copa dele assim. Então essas histórias que as Copas, né, elas trazem para gente também é muito interessante, é muito legal da gente acompanhar. Então foi um jogo muito bom mesmo assim, mesmo que tenha sido um primeiro tempo de 0 a 0, o segundo ele refletiu o que as equipes buscaram na primeira etapa, mas com gols e de lá e cá.
Os jogos são de uma faísca, né? E o jogo foi exatamente isso, né? O primeiro tempo não deu essa faísca. E assim, uma coisa me chama atenção sobre essa Holanda: como sofre contra um time fechado. É muito quadrado o time do Kuman, e ele tem talento para fazer mais, né? Assim, é muito uma coisa assim, jogo posicional, beleza, mas assim, é muito cada um na sua, sabe? E assim, esse time tem ótimos meio-campistas, sabe? É o meio-campo que dá inveja, só tem gente que sabe jogar bola do meio para frente.
Acho que o Sami Avil foi uma ótima adição para esse time, né, como ponta direita. Já chegou, já virou titular, e o gol que ele fez mostra a qualidade que ele tem. Mas assim, a impressão que eu tenho é que assim, a criação de espaços depende basicamente de condução e drible, né? Você vê pouca associação, pouco movimento. Então assim, o Japão posicionou ali 5-4-1 sem bola. E tanto que assim, o gol, a Holanda consegue quebrar o jogo numa segunda bola, um cruzamento, e depois na individualidade.
Mas eu ainda acho que essa Holanda poderia fazer mais e poderia fazer melhor. O Japão sofre muito pelos jogadores que perdeu.
Pois é, isso que eu ia falar.
Se o Japão tivesse o Mitoma, se o Japão tivesse Minamino, o Endo até faz menos falta, eu baixo do que os outros dois, mas o Mitoma com esse Japão para explorar contra-ataque seria, seria um terror para os outros times. Então assim, às vezes o Japão até recupera a bola, mas acho que já não é aquele time de uma transição tão explosiva. Mas ainda assim, pô, o Japão conseguiu empatar o jogo no que seria sua principal deficiência hoje, seria a bola aérea, né?
E teve o mérito. E acho que o Moriasso hoje nas alterações ele matou A Holanda foi só, só indo para trás, só indo para trás, os minutos finais foram melhorando o Japão, e o Japão terminou o jogo em cima da Holanda, cara.
É, você sabe que eu sempre falei, Brasil para mim é a seleção mais prejudicada por lesões, perdeu 3 titulares, né? Então assim, é muito. Agora, o Japão, sempre vi o Japão como aquele que mais se aproximou por essas duas perdas que o Léo citou. Eu acho que o Japão perdeu muito da sua força ofensiva, até para maneira como joga, porque se defende muito bem. A gente viu hoje de novo. Eu vou te falar, se o Japão de fato for adversário do Brasil, né, nas 16avos, o Igor Thiago, que já é odiado por grande parte da população, acaba virando uma solução eventualmente para um final de jogo que seja— porque a gente viu como o Japão também sofre nas bolas aéreas defensivas, ainda que tenha empatado o jogo com bola aérea.
A Holanda ganhava todas pelo alto, todas, né? Todos os canteios, tudo, tudo que era bola pelo alto, até pela estatura dos jogadores, ficava muito difícil para defesa japonesa. O Malen quase fez duas vezes de cabeça.
Fosse na Roma, ele tinha feito.
Aliás, ele jogou bem, vamos dizer, ele jogou bem, fez uma bela partida, totalmente justificável o Memphis ser reserva ali, né? Claro, pela própria entrada do Memphis. A notícia para ele é péssima, para o Memphis é péssimo isso, porque o que foi o jogo, se você olhar o que o Malen fez no momento que o jogo tava muito difícil, aquele primeiro tempo que a Mari falou que foi um jogo de poucas chances, mas as 3 chances nasceram com o Malen.
Uma bem no comecinho que ele rouba a bola, consegue se livrar do defensor e bate para uma defesaça do Suzuki, que aliás é bom destacar também.
Muito bem.
E as duas bolas de escanteio ali, de bola cruzada, não me lembro se foi exatamente escanteio, que o Malen chega pelo alto. Então assim, esse é um problema do time japonês defensivamente, mas talvez seja o único, porque a maneira como eles se defendem, né, como eles conseguem se aplicar na marcação, não deixar espaço para triangulação e tudo mais, é louvável. E ficou claro assim, embora eu concorde com o Léo em relação ao jogo jogo, né, já falei, Equador e Costa do Marfim ter sido mais legal, ter sido um jogo melhor pela quantidade de chances.
Eu acho que do ponto de vista da qualidade dos times, os dois times, né, Holanda e Japão, mostraram mais qualidade. E tô de acordo com o Calçade também, que se tivesse que escolher o adversário para o Brasil entre os dois, não pela qualidade individual, porque acho que qualidade individual a Holanda até tem mais neste momento, Mas pelo encaixe, eu acho que para o Brasil é melhor pegar a Holanda do que pegar esse jogo.
Já antecipando, porque o brasileiro não admite isso, mas se o Brasil pegasse a Holanda, o Brasil deveria jogar como o Japão jogou hoje, fechado, fechadinho, e explorando a velocidade dos seus jogadores.
Mas aí é tudo que o Ancelotti quer. Mas é tudo que é isso, né? Aí é comigo, deixa comigo que é por aí.
O caminho é esse.
O Brasil vai vai assumir jogar com menos posse, vai assumir jogar com bloco médio baixo e tentar explorar isso aí.
Ele ganhou umas Champions assim, não era?
É com ele mesmo. E ele é italiano. Ô André, esse, vamos esbarrar aqui nesse Brasil, evidentemente, né, nesse confronto. Mas esse Japão hoje mostrou que pode ir longe na Copa do Mundo? Mesmo com desfalques?
Eu tenho um pouco de dúvida se o Japão vai longe, mas não deixa de me espantar. Eu não deveria, porque isso acontece com muita frequência, com a tenacidade, né, dos jogadores da seleção japonesa e coletivamente o espírito que eles têm, independentemente de quem seja o adversário. A Mari lembrou agora há pouco, a seleção brasileira naquela pequena gira de data FIFA pela Ásia, enfrentou o Japão e sofreu no segundo tempo. O Japão tem essa qualidade, ou é uma questão de mentalidade mesmo, de não desistir nunca, né, própria de uma, de uma cultura que tem a ver com coisas mais importantes do que o futebol?
Mas a maneira como a seleção japonesa se entrega a um jogo em que as coisas não iam bem e, né, do ponto de vista técnico também, eu entendo que tem individualmente uma diferença grande de Holanda para o Japão, mesmo pensando que o Japão poderia ter uma outra equipe hoje porque dois dos seus principais jogadores não estão presentes, infelizmente. Faz com que o resultado do empate, a forma como o Japão foi buscar até o fim, correndo, se jogando, lutando, seja ainda mais importante e mais legal de ver, né?
A gente assistiu esse jogo eu creio todos nós, com dois interesses, né? O primeiro é de um jogo que já prometia nessa fase de grupos da Copa do Mundo ser um dos mais interessantes. O outro é a questão do cruzamento de grupos, né, o que a gente pode pensar em relação à seleção brasileira. E o que me chama atenção também é o comentário do Léo durante o jogo. Eu pensei, mas é isso só, a Holanda? A Holanda também chega como uma das equipes que tem a esperança ou o excesso de otimismo de crescer durante o torneio?
Será que são tantos problemas assim pré-Copa, né? Uma coisa é a maneira de jogar, a outra coisa é o que a gente se acostumou a ver em relação ao que é, digamos, tradicionalmente o futebol holandês. Não importa quem seja o treinador, já houve Van Gaal, Copa do Mundo no Brasil, depois, né? Existem linhagens, existem maneiras de interpretar a uma cultura futebolística. E mesmo que isso cause debate, porque as opiniões elas são muito acaloradas sempre na imprensa holandesa, existe sempre muito debate, muito contraditório, porque tem um pessoal que é mais purista, digamos assim, que não gostaria de ver uma exibição da Holanda como foi a de hoje contra o Japão, por uma questão de estilo de jogo, não necessariamente do resultado.
E, né, os técnicos cada vez mais pensam do outro jeito, pensam o que eu preciso fazer aqui com esse grupo de jogadores para aumentar as minhas chances de vencer. Mas o Japão, ele sempre encanta pela, pela vontade, pela forma como os jogadores se entregam a uma missão independentemente do panorama do jogo. Eu acho que isso tem um forte componente de comportamento a ensinar para diversos times.
Qual time é melhor para o Brasil enfrentar na próxima fase? A gente vai entrar nisso, né? Holanda ou Japão? Vou fazer o seguinte, já vou começar esse assunto. Daqui a pouco vou ter que dar uma paradinha para a gente encerrar na ESPN.
E claro, você não tá dando nenhuma chance para Suécia.
É a parada técnica. É, e seguir no YouTube, mas a gente vai seguindo com o assunto. Então vamos começar já. Nenhuma chance para Suécia?
Você não tá dando nenhuma chance para Suécia?
Não, não tô.
Arriscar um segundo lugar aí?
Não, não tô, não tô, não tô. A enquete só com Holanda e Japão.
Então, porque você sabe que Brasil e Suécia é o jogo mais repetido das Copas, né?
É tipo um Cerro Porteiro e Palmeiras, é uma atração fatal aí, né?
De repente bate mais um aí.
Pode acontecer. Geralmente o Brasil sempre leva vantagem, né?
E a Suécia é chata, né? É chata, é chata, ela é chata para todo mundo. Então assim, eu tô com você.
Holanda, Japão, Suécia.
O que que é mais complicado para o Brasil? Brasil hoje?
Tunísia não é, não dá para negociar.
Não dá. Vocês quiserem, eu coloco no Baleja. A enquete fica aqui no site só com os dois, mas a gente pode ampliar, não tem problema. Para mim tá tudo certo. Que que é mais complicado para o Brasil hoje? Holanda, Japão, Suécia?
Eu acho Japão também.
É mesmo?
Olha onde chegamos, hein?
Olha onde chega. Não, porque se o Brasil é eliminado, chegou, sim, né?
Mas olha só, soma uma coisinha, porque o Japão defende bem e o Brasil contra as seleções fechadas sofre.
A gente tem que analisar todos os argumentos e o contexto atual de Brasil e Japão. Mas você imagina só se o Brasil é eliminado pelo Japão na fase de 16 avos de final da Copa do Mundo.
Nunca deixou de ficar entre as 16 melhores seleções da Copa.
Você imagina o barulho, né?
A discussão e o Carletto, os cara vão falar, cara, da perspectiva do Japão contra o adversário A FIFA mudou isso, né? Quer dizer, agora com a nova fórmula, evidentemente você ficar de fora das 16 é muito mais provável. É assim, é muito mais provável, porque antes você precisava passar da fase de grupos. Agora não basta mais.
A própria Alemanha já vem duas vezes sem ser na segunda fase.
Acho que era um mérito do Brasil, indiscutivelmente, nunca ter parado na fase de grupos. Porém, agora eu acho que a chance de você ficar de fora dos 16, ela é muito maior a partir do momento que você tem mata-mata.
Os cruzamentos são totalmente imprevisíveis, né? E é uma questão do sorteio, né? O Brasil caiu no pior grupo que podia cair. A verdade é essa. Você podia cair assim, quem caiu no grupo pior? Talvez o Uruguai, que vai dar de cara com a Espanha, a não ser que consiga, né? Ou que ela vai ter que dar de cara com a Espanha e pode pegar a Argentina na Sim, na segunda fase é um caminho tortuoso, algo estranho aconteça, né?
É um caminho complicado, mas seria um barulho danado ser eliminado pelo Japão.
Qualquer eliminação, mas a do Japão, se for a Holanda também, é de novo, é assim, mais uma Copa caindo no primeiro europeu que mais fortinho que cruzou no caminho.
É bom lembrar que ao contrário do Brasil, ao contrário do Brasil, o Japão não perde para europeus, né? Desde aquele jogo com a Bélgica em 2018.
Orgulhoso desse feito.
Aí nós vamos ter que—
tava 2 a 0 para o Japão.
Aí é assunto para os Linhas que vierem no pós-derrota.
Mas o Linho Habituário, que a gente já tem, olha, já fiz vários, viu?
Pelo amor de Deus. Assim, pensando, tudo bem, o assunto é outro, mas pensando no próximo ciclo de Carlo Ancelotti, com qualquer resultado, até se não seja o título, até se ganhar o título, ele tem muita coisa para reformar. Na seleção. Porém, não é tempo suficiente para reformar o futebol brasileiro, e a gente corre risco de continuar sem jogadores de meio de campo. Porque o jogador hoje, se o menino tem uma habilidade, ele vira ponta.
Habilidoso, ponta, ponta, ponta, ponta. O meio é um vazio. Ah, mas tem jogador brasileiro atuando fora. Tem alguns nesse setor, Mas a quantidade de jogadores que a gente importa aqui para jogar nessa posição, em função, no Brasil, ela é enorme. A gente então tem muito problema e não são 4 anos que resolvem isso. Então o Ancelotti, nesse ciclo, ele vai ter que criar uma seleção com esses mesmos problemas que não serão solucionados em 4 anos.
Se a gente tiver falando em 8, é outra coisa. Só que a gente tem que ir para base conversar com os treinadores, com os formadores, tal. Vamos entender o que tá acontecendo no futebol brasileiro, que é ou você empurra ali para frente, lá para o ataque, ou joga na beirada e o meio é um deserto. Esse é o futebol brasileiro algumas Copas do Mundo.
Eu vou encerrar agora na ESPN, certo? Você segue com a nossa programação e tem mais meia horinha do nosso Linha de Passe, tanto no Disney Plus quanto no YouTube e no TikTok. TikTok. Estamos no TikTok também, pode escolher, você fica à vontade aí. Como diria outro, é sortido, sortido. Então você escolhe aí o que você quiser, TikTok, YouTube, Disney Plus. Fique com a gente, tem mais meia hora de Linha de Passe. A gente vai seguir esse assunto aqui, viu? E a Suécia, amigo, eita, não, essa tá bem, uma festa. Fique com a gente, hein?
Fica com a gente.
Muito bem, seguimos então no YouTube. A nossa enquete continua valendo, hein? Qual time, qual time é melhor o Brasil enfrentar? Qual o melhor adversário, Holanda ou Japão? Pessoal aqui quis colocar a Suécia no bolo, a gente coloca aqui também, não tem problema, viu? Marcelo participando aqui com a gente. Tinha que imaginar que o que disse era marroquino. Aliás, ontem o técnico marroquino e também alguns jogadores lamentaram muito não terem vencido o Brasil.
Viram a possibilidade, tudo diferentemente de outros tempos que você sai com empatezinho com o Brasil, fala, pô, maravilha, né? Vai estar feito. Eles lamentaram não terem vencido o Brasil. As coisas estão, estão mudando. Diz aqui, o Fabiano disse que o calça é brabo, é brabo. É brabo, brabo com B, brabo com B, exatamente.
William, vai deixar os cara fazer piada no WhatsApp assim? Ah, foi você que mandou?
Foi eu que mandei. Eu posso até falar no ar a piada que eu mandei aqui, não tem problema nenhum, não tem problema nenhum, que é uma brincadeira aqui.
Mas é você que tá falando, tá?
Sou eu que tô falando. É aquilo, o YouTube é mais aqui aberto, mas o corte É uma piada que eu recebi aqui no Zap. Quem mandou foi meu pai, inclusive, né? Quem mandou foi meu pai, que inclusive é santista como eu, então eu posso falar porque é autozoação, certo?
E o Guilherme é torcedor da Luzinha.
Não, não. É também, né? Torcemos para a Portuguesa Santista, com certeza. O futebol brasileiro voltou à grandeza dos anos 60. Naquela época, a seleção lembrava o time do Santos. Hoje, a seleção também lembra o time do Santos. É basicamente quem é santista sabe, né, gente? A gente vai na Copa do Mundo para tentar esquecer esses momentos ruins, a seleção faz o que faz, né? Bom, mano, aí não dá, viu? Aí não dá. Vamos seguir na nossa conversa aqui de Holanda e Japão. Então vai lá, por que que o Japão é esse adversário? Não, não, não quero falar.
Eu falei isso aqui no tomara, tá valendo.
Vamos embora, vamos embora.
O Japão tá entrando em curto já, quarto dia de Copa, tá entrando em curto.
Tem mais 34.
Olha, eu vou te falar, para faltar um mês de Copa, que normalmente já começava faltando mês, ainda precisa de uma semana.
A gente tem um exemplo recente, né, um confronto que não foi nada legal. Você tem uma equipe que é muito, apesar dos desfalques, ela é muito disciplinada. Então você tem as missões bem definidas e os caras cumprem essas missões. Nem sempre você encontra isso no Brasil. Você pega o gol que o Brasil tomou do Marrocos, é até um assim, um totalmente desorganizado, mal posicionado. Uma bola entra entre os dois zagueiros, mas ela passa pelo meio de campo com uma facilidade incrível.
Então Ancelotti tem muita coisa, Ancelotti tem um time para construir. E o Japão tem um time que perdeu alguns jogadores, mas está construído, né? Então assim, a Holanda não é que a Holanda vai ser, a Holanda é mais fácil, a gente não pode falar isso. Não tem facilidade, é apenas uma questão de visão, entendeu? O Ancelotti pode pensar diferente, a gente pensa de outra forma. Eu acho que o Japão é um jogo que causa mais dano hoje, até porque a gente tem um exemplo aí de pouco tempo atrás que poderia causar mais dano ao Brasil.
Mas não quer dizer que a Holanda— a Holanda, por exemplo, tem um meio de campo superior ao Brasil. E Brasil, vamos ver qual é o Brasil Que versão teremos?
Porque até chegar lá tem mais 2 jogos, né?
Nós teremos um Carlo Ancelotti disposto a realmente mexer, encontrar um time.
Parece que ele vai mexer, né, Calçadinho? Acho que assim, ele já deu indicação.
A própria coletiva, que aliás ele estava bem pistola, né?
O que é ótimo.
E outra coisa, eu acho que assim, ele deu indicação no próprio jogo. As pessoas podem gostar ou podem não gostar, Mas ele deu indicação no próprio jogo de que a ideia dele é mexer rapidamente, porque ele fez as mudanças que tinha que fazer rapidamente. Quando eu digo que tinha que fazer, eu quero dizer, as mudanças que ele fez foram boas, todas elas. Eu acho que você pode preferir uma outra, você pode preferir que o Endrick tivesse entrado.
Eu também, eu também queria que o Endrick tivesse entrado, eu também queria que o Ryan talvez tivesse entrado. Só que você tem 5 substituições substituições. As duas do intervalo, elas são absolutamente indiscutíveis, necessárias, né? Porque acho que tanto Ibanez como o Casemiro não estavam jogando bem.
Eles eram um risco para o time.
Isso, eles não estavam jogando bem e eles estavam pendurados com cartão amarelo. Então era normal que eles saíssem. E acho que ele colocou os dois caras que eram para colocar, são substitutos naturais, entre aspas, desses dois. E depois eu acho que, né, Luiz Henrique por tudo que fez nas entradas na seleção historicamente, fazia sentido. Eu acho que não tem muita discussão em relação a isso. Inclusive, ele acaba tirando o Paquetá e deixando o time mais ofensivo, que é algo que sempre as pessoas pedem, né?
O Danilo no lugar do Bruno também, ainda que essa ele faça mais, mais tarde, mas as outras duas ele faz com 15 minutos do 15 do segundo tempo. Então assim, ele, o que eu quero dizer é, ele não deu indicação de que ele vai ficar esperando as coisas acontecerem para mudar. Não, ele fez as 5 mudanças, 2 já no intervalo, outras 2 aos 15 do segundo tempo e uma terceira, essa sim, mais tarde.
Só não fez mais à frente porque ele queimou 2 no intervalo e 2 que, 2 que no primeiro volante e lateral. Porque se ele segue entendendo que a atuação era pelo menos E sem amarelo ele poderia usar 4 alterações para ataque, e ele já tinha 3 de mudança ofensiva.
E não acho até que ele talvez tivesse tirado o Rafinha para colocar o Endrick, ainda que mudasse o posicionamento dos caras ali.
A minha dificuldade é entender por que que ele, o Matheus Cunha, era tão fundamental em toda a preparação e ele sacou tão facilmente no primeiro jogo.
Talvez, né, Léo, mais do que sacar o Matheus Cunha, porque eu acho que se ele saca o Matheus Cunha e coloca o Endrick, ia ter pouca discussão. Exato. Agora, foi a escolha, para mim, o mais discutível de tudo que ele fez é o Igor Thiago titular num jogo como esse, né, que não é um jogo contra o Japão, como a gente tava falando.
A aparência física dele não justificava tanto.
Eu falei isso no Esporte Center porque a gente trabalhou muito em cima do que foi foi o amistoso de Marrocos contra Noruega, né? Pensando nesse jogo assim, que foram 15 minutos ali arrasadores, né? Com Marrocos numa intensidade absurda, empurrando Noruega para trás. Noruega sem conseguir sair para o jogo e o Haaland não viu a cor da bola.
Ele tocou 4 vezes na bola no jogo.
Ele tocou 4 vezes na bola. Foi um jogo muito difícil para ele, né? Recorde negativo para ele, para ele ser encontrado, para ele sustentar, para ele tentar participar de algum jeito E ali para mim tava quase que claro que assim, a figura do Igor Thiago de fato não tinha muito sentido, né, para esse tipo de jogo assim, com que Marrocos já tinha mostrado. Era muito recente, né, a gente não tava buscando um Marrocos lá de trás, era muito recente o que Marrocos tinha apresentado ali contra a Noruega.
Não era qualquer seleção, era contra a Noruega. Então para mim, eu tava até acompanhando vocês aqui. E o Gian falou uma coisa que eu concordo muito. Quando eu pensei na figura do centroavante na convocação, para mim era para situações de jogo. Sim, tanto que, ah, o Pedro, nossa, o Pedro tá no momento ótimo no Flamengo. Não, Igor Thiago tá voando na Premier League. Ah, então tá bom, então alguém vai ficar de fora porque a figura do centroavante tem que ter para alguma situação de jogo, para você mudar algum panorama, o adversário muito fechado, cruza para dentro da área, que você vai ter um cara ali.
Então assim, de saída, para mim, contra o Marrocos, com que Marrocos já tinha apresentado desses primeiros 15 minutos, né, de intensidade, dessa dificuldade de você reter um pouco a bola ou tentar escapar nessa velocidade, tava muito claro que a figura do Igor Thiago ela não estaria presente entre os titulares ali, né?
Mas por ser ele, né? Isso, porque assim, você até ser o Pedro. Eu acho até que se fosse o Pedro faria um pouco mais de sentido, é uma situação diferente pela— e de novo, eu defendo a convocação de um cara com o porte, não tem que ter as características do Igor Thiago. Então acho que assim, eu entendo a convocação, sei que a maioria das pessoas acha que ele não tinha que estar na lista tal, mas eu entendo. Mas assim, isso que a Mari tá falando, acho que assim se aplica muito ao Igor Thiago, ele é um cara de momentos do jogo.
Fosse o João Pedro, por exemplo, pô, João Pedro, o Léo até falou no nosso grupo lá, falou, pô, João Pedro era uma boa opção nesse momento.
Fez uma escolha que foi para, em nome do grupo, né?
Exato, mas ficou de fora. Então assim, fosse o próprio Pedro, né, eu acho que ele poderia. Então é, para mim, de todas as decisões do Ancelotti, né, acho que a mais discutível é essa, né?
Porque isso, a lateral direita você vai discutir, né? Ele Não chamou ninguém que é lateral direito de ofício. Ele abriu mão de ter alguém ali para convocar um meio campista.
E agora não tem o que fazer.
É, exatamente assim, não tinha. Eu ainda morreria com a opção de você chamar talvez o Vitinho. Eu morreria com essa opção assim. Mas tudo bem, ele optou por não e é isso. Mas aí já de cara se mostrou que talvez só tenha uma opção. É assim, não sei quanto que o Ibanez vai recuperar essa confiança.
Aí acho que entra muito o que o Calçade falou, né, o Vitinho, o PH, porque eu talvez não convocasse de fato, mas aí tem muito a ver com o fato de que o cara tá pouco tempo, ele não testou um monte de gente, não sabe como esses jogadores que não estão numa fase magnífica vão se comportar numa Copa do Mundo e numa equipe que eles não conhecem, que eles têm que construir.
Sobre ele, se de fato ele tava muito apegado a esse lado direito ofensivo, que você perde o Estevam e aí, nossa, você perde muito. Aí ele vai, aí você ganha, entre aspas, o Wesley, né? Porque era um militão ali, né? Então, e aí você perde, aí você ganha ofensivamente. Isso, ofensivamente, exatamente assim. Ele tava muito apegado a isso ou não? Porque daí ele abre mão.
Quando ele tem, quando ele, ele tem assim ele imagina, poxa, eu vou ter o Rafinha, o Vinícius e o centroavante. Rafinha não joga preso, fixo. Aí então ele no jogo contra o Egito, Wesley tava lá largadão na ponta. Ele perde essa opção, aí ele sobra o quê? 2 zagueiros, vai. Assim, o esquisito é assim, ao perder o Wesley, eu entendo que ele mexeu muito no nas ideias dele em relação ao resto do time. Ele, quando coloca Douglas Santos, que é um lateral, para fazer o papel que o Alexsandro faz, que é ficar preso aos zagueiros, e libera um zagueiro para sair pelo lado, que era o Ibanez, era coisa mais esquisita.
Você saía para jogar com zagueiro que tava nitidamente desconfortável, e o lateral que poderia sair tá preso com os outros zagueiros aqui atrás. Então era para sair do outro lado. Então, seu Ibanez, você faz esse papel e sai pelo lado esquerdo.
Mas aí era um lado direito de ataque.
É o medo, entre aspas, a preocupação do Raí Dias.
Se você sai ali pela esquerda, porque ali você já não tem um Vini que tava ali, né, te ajudando tanto assim.
Tava mais ou menos nessa posição nisso, né?
Quer dizer, onde ele tinha o azar, a limitação do elenco mesmo, né?
Porque assim, se a gente for lembrar, tem a ver muito com limitação, viu? É porque claro que se ele tivesse um lateral direito ofensivo, ele teria colocado esse lateral direito ofensivo. Ele não tinha. Mas vale lembrar também que o Wesley não era a primeira opção. Então assim, a ideia inicial do Ancelotti era os laterais defensivos e os caras agudos no ataque pelo lado. Aí quando ele perde um cara que era titular indiscutível, ele vai para o lateral defensivo discutível, ele fala: então vou com lateral ofensivo e agora vou dar uma segurada no cara da direita. Ele tá no plano C, ele tá no plano C.
Mas o lado positivo é que você percebe que ele não tem, ele não tá agarrado a uma fórmula e tentando inventar jogador para fórmula dele. Ele tá olhando, e é o que ele tem que fazer agora, olhar para o grupo que ele convocou, que tem 25 jogadores, né? Não são 26, exato, por enquanto tem 25. Daí você levar alguém que não tem experiência de jogar com a seleção brasileira, já seriam 24, porque seria o último da lista para entrar. Então, ao ganhar mais um no meio de campo, ele deve estar queimando ali as pestanas para ir mascando muito chiclete para poder criar um outro Brasil.
E aí vem uma preocupação, é você sai de cara com a Haiti com time reformado, ou você mantém um pouco, mantém um pouco, 90% da estrutura do que você viu e dá uma chance a mais para esse time? E eu tô falando de Casemiro, Essa é uma boa pergunta.
Vamos botar uma sequência aqui. Eu vou ler algumas colocações aqui do chat. Tem muita gente falando e perguntando isso. A gente vai ouvir o Rodrigo, né, que infelizmente não pôde participar aí com a seleção da Copa do Mundo, se lesionou. Eu quero acionar o André Kfouri também, que eu sei que ele tá disponível lá. Então deixa eu só pegar algumas mensagens aqui, ó, da galera. Vamos lá. Eu entendi que parte do tempo do Carleto foi usado para ter resultado, para o Brasil evitar uma repescagem.
Não foi um ano com A4 em branco, mas de correções demais para formar um time, diz o Bruno Bezerra. O MRG8812 diz aqui: por aqui nos Estados Unidos, otimismo em relação ao Brasil se ampara na história e habilidades individuais. A despeito do técnico, faz tempo que não tem um time homogêneo. A seleção tem a imagem do Neymar passado. Tem coisas que o Ancelotti não pode mudar, diz o Igor Pereira. Vini Castro: a grande preocupação com o Alexsandro e Danilo nas laterais é a questão física por conta da idade, mas sabemos que eles são os únicos capazes de entregar uma lateral minimamente decente.
Aí vou discordar.
Vai lá.
Eu gostei da partida do Douglas Souza.
Eu também, eu também.
Eu acho que inclusive a associação dele com Vinícius foi das poucas, pouquíssimas coisas que funcionaram no jogo.
O Cleiton Romani fala aqui: o Pedro é muito mais centroavante que o Igor Thiago, ele teria levado o Pedro.
Ele é muito mais técnico, muito mais técnico, muito mais técnico. Mas também ele se assemelha mais, ainda que seja mais centroavante, aos outros caras que podem jogar naquela posição. Então por isso que eu digo que entendo o Igor Thiago, porque o Igor Thiago é o cara não para jogar contra o Marrocos desde o começo, é o cara para aqueles momentos específicos.
O Jesus King of My Life diz aqui, é, esses nomes são maravilhosos. Igor Thiago foi pouco testado, João Pedro é mais talentoso. Aqui o seguinte para fechar, o Eric: a diferença é que o Pedro não perderia aquele gol que o Igor Thiago perdeu. E o Fred, assim como muitos aqui: Hendrik titular para ontem. Vamos ouvir o Rodrigo que falou sobre Ancelotti. Para alguns até hoje Rodrigo, mas é Rodrigo. E aí a gente vai ouvir e sequência eu vou acionar o André Kfouri aí.
Vamos lá.
Poucas pessoas conhecem o anti-relógio como você, e certamente você já esteve envolvido em situações que o time não entregou o que se esperava, mas era normal. Como é que o míster age nesse momento?
O que que ele fala ali, ou que ele não fala? Como você imagina essa correção de rota dele?
Eu tenho certeza que o míster tranquilizou muito ali os jogadores. Como eu falei, tem toda aquela expectativa, né, de estreia, de você querer estrear vencendo. Você cria, cria muitas, muitos cenários assim na cabeça. Talvez quando a vitória não vem, vem aquela certa dúvida, aquela desconfiança. Mas o Ancelotti, por ser mestre, por ser muito experiente nesses, nesses cenários, nessas competições, nesse tipo de competição, né, como é a Copa do Mundo, como é a Champions League também, que ele já ganhou muitas vezes ele sabe tranquilizar.
E eu tenho certeza que ontem, depois do jogo, ele tranquilizou todos os jogadores, passou muita confiança. E ele é daquele jeito, talvez tivesse ganhado ele ia estar dando bronca, e por não ter ganhado ele tranquilizou para mostrar que ele tá junto, que ele confia. Então é por isso que eu tô confiante, creio que vai dar tudo certo.
É uma coisa, né, André, passar tranquilidade, passar confiança, tudo isso ótimo. Evidentemente é uma longa jornada aí se o Brasil chegar até as fases mais agudas.
Dúvidas.
Mas mesmo com confiança, com tranquilidade, né, no vestiário, ele vai ter que mexer para o próximo jogo.
Vai, vai ter que se— vai ter que mexer sim e vai ter que tomar decisões difíceis. A minha impressão é que agora a situação representa para ele um certo dilema. O Ancelotti é um cara mais conservador, não no sentido de olhar o futebol Mas no sentido de ter uma capacidade e mais clareza de leitura, né? Os trabalhos dele são trabalhos que têm uma linha que você consegue identificar. Ele não é um cara de mudanças de postura drásticas, mas eu acho que ele já percebeu.
E não só a conduta dele no jogo, mas também o que ele falou depois do jogo mostram para mim que ele não pode esperar, que ele já se convenceu que ele vai precisar agir e agir rápido. E aí eu acho que as decisões difíceis que precisam ser tomadas fazem parte da carreira de um treinador. Ele tem experiência de sobra e já viu muita coisa no futebol para identificar qual é a maneira certa de agir e como comunicar essas situações todas dentro do grupo sem correr o risco de perder autoridade ou gerar um problema de relacionamento que seja maior do que a decepção de um jogador que perde o seu lugar no time, porque isso também é absolutamente normal no futebol.
Os jogadores ficam chateados, ficam às vezes mais do que chateados, mas eles têm que entender que as coisas funcionam assim. A gente vai aprendendo a conhecer as pessoas, né, mesmo com essa distância, porque a gente não conhece pessoalmente quase ninguém que é objeto do nosso trabalho. Trabalho, mas a gente vai identificando os comportamentos. E o Ancelotti é um cara de poucas palavras. Quando as coisas vão bem, ele não aparece numa entrevista coletiva super empolgado e fala coisas que não deve, e você percebe ali.
Não, ele continua no padrão dele, discreto. Você vê um pouco mais de bom humor, uma outra palavra, um sujeito carismático a seu modo. Isso ele tem mostrado desde que assumiu a seleção. A noite, a tarde da convocação foi o ápice dessa capacidade que ele tem de, né, ser um personagem no bom sentido, né. Não tô fazendo nenhuma crítica a ele, mas quando as coisas vão mal, ele também não tem atitudes bruscas. Você jamais vai ver uma grosseria numa entrevista coletiva.
Ele é um outro tipo de pessoa. Mas o que acontece quando o Ancelotti está Ele também é um homem de incômodos discretos, porém claros, indiscutíveis. Ele fica mais, ele fala ainda menos, ele se utiliza de menos palavras. No rosto dele você percebe, né, a preocupação e às vezes até a irritação. Hoje de manhã no Futebol no Mundo, o Gustavo Hoffmann, que trabalha na Europa, na Espanha, conhece O Real Madrid tá lá quase todos os dias.
Disse que o comportamento da sobrancelha também muda quando ele está bravo. Isso também dá para perceber. E ontem ele foi muito claro. A impressão que eu tenho de tudo que ele falou, a questão da confiança para jogar, os comportamentos que ele criticou, a maneira como ele revelou estar decepcionado com coisas que ele viu, eu não acho que é apenas do ponto de vista técnico ou algo que foi combinado e não foi Ele tava reclamando do comportamento do time e de determinados jogadores, embora ele nunca vai dar nome a esses jogadores.
Então é como se ele tivesse dizendo o seguinte: olha, esse não é meu time, eu não vim trabalhar no Brasil, eu não fui trabalhar no Brasil para que isso aconteça. Então eu acho que a própria indignação que ele tá sentindo vai ser um combustível para mudanças coisas que ele já sabe que vai ter que fazer.
Ô André, deixa eu te perguntar uma coisa. Eu percebi que tava ventando aí, deu um barulho, não sei se é chuva. A gente vai ter que acionar o protocolo de clima com você de novo?
Tudo bem, nos jogos ainda não rolou, agora com André mais uma vez vai ser acionado.
Veja, houve um dia em que a gente estava em outro lugar e a posição ela não era adequada. Hoje estamos abrigados, mas esse barulho que os senhores e você, Mari, ouvem aí em São Paulo, sim, é a chuva.
Muito bem, ainda bem que ele tá protegido. Dá para ficar mais uns 8 minutinhos com a gente, que é a reta final aqui do Linha de Paz. Que bom que ele tá protegido, né?
Sempre à disposição, sempre à disposição.
Então qualquer coisa, o Protocolo do Clima tá aí para Impressionado. Calçade, você que puxou esse assunto aí das mudanças, diga lá.
Eu tô muito curioso.
Antes do jogo, gente, meu ponto aqui tá aberto, hein? Se puder fechar, eu agradeço.
Antes do jogo até a gente falava, a gente comentou aqui, eu queria ver o nível de alterações do Ancelotti, o nível da, de como ele iria interagir com as possibilidades de 5 mudanças. E ele logo Tudo bem, né? Também era impossível não fazer alguma coisa. Mas ele, primeiro, na parada técnica, ele consegue dar uma reorganizada. Porque o Brasil teve vários formatos ao longo do jogo, foram várias equipes diferentes dentro do mesmo jogo.
A equipe que tem o Ibanez, depois não tem o Ibanez, depois tem o Danilo. A equipe que tem o Paquetá do lado direito e nada funciona, depois tem o Paquetá do lado esquerdo com trio Casemiro, Bruno e Paquetá num formato diferente. Aí é Rafinha, depois sai, aí tem as alterações ofensivas também. Então assim, ele foi tentando com realmente tentando arrumar o avião, foi voando. Que perigo, hein? É incrível. E é uma situação que a gente não imaginava.
A gente dizia o tempo é curto e vai fazer falta o trabalho. Porém, ele chegou na areia assim, ele chegou com um trabalho, as coisas caminharam de uma forma, por contusão, principalmente pelas contusões que tiraram segurança de alguns setores, e ele vai ter que se mexer e se virar com essa lista. Eu quero ver, quero ver, porque são 3 jogos. O primeiro foi o grande impacto. Tem o lado negativo de começar muito mais forte, mas tem um lado positivo.
O lado positivo é você logo no primeiro jogo perceber que tem que trabalhar. O lado negativo é você na véspera do mata-mata perceber que aqueles dois jogos anteriores não serviram para muita coisa.
Não são poucos os que acreditam que a Argentina seria Argentina sem a derrota para a Arábia Saudita.
Exato, você é obrigado a corrigir.
E se a gente voltar na Copa de 2002, gente, a estreia contra a Turquia não foi um jogo muito diferente Brasil-Marrocos. Primeiro tempo horroroso, né? E o Brasil ganha aquele jogo porque inventam um pênalti. Aquele jogo era para empatar também.
Dessa vez o Brasil nem precisou da arbitragem. É isso.
Então assim, mesmo o jogo contra a Bélgica não foi—
aquele jogo contra a Bélgica também teve, né, polêmica de arbitragem. Polêmica, né, para quem quer polêmica, porque isso aí bem claro que é coincidência.
Depois do segundo jogo contra a China, o jogo contra a seleção bônus do grupo, né, a diferença que ele aí, como tinha ganhado, já chega no último jogo classificado. O que acontece também, se ganhar, vai a 4 pontos, já vai chegar no último jogo classificado.
A gente achar que o campeão vai voar nos 8 jogos vai ser difícil. Você vai ter provavelmente, não sei quem vai ser o campeão, né, pode ser Pode não ser Espanha nem França, pode ser Portugal, pode alguém chegar, ser uma Copa de um novo campeão mundial, pode, fora da lista dos tradicionais, pode ser. Mas eu não acredito que o campeão vai chegar ganhando os 8 jogos sem percalços, sem ter uns, de repente passar por pênaltis. Mas, cara, o evento é isso, e o Brasil 2002 é um bom exemplo.
Exemplo.
E 70, se tivesse árbitro em Brasil-Uruguai, a final tinha sido com muitas reservas. Era um festival de—
foi uma porradaria, foi uma pancadaria, cara.
E Copa do Mundo é isso, é isso.
Eu tava pensando aqui, né, enquanto os amigos debatiam sobre o melhor adversário para o Brasil, né, Holanda ou Japão. E eu lembro que um dos pontos que a gente levantou dentro do Esporte Center, quando o assunto era, né, Wesley sai, quem que o Brasil tem, né? Perde, não tem ninguém ali para ajudar ofensivamente. E eu lembro que eu falei, tá, mas defensivamente a gente confia 100%, né, nesses dois zagueiros improvisados de laterais.
E o Ibanez foi testado defensivamente, né? Assim, não é nem que o Brasil tentou contar com ele ofensivamente, não rolou. Defensivamente ele já não conseguiu ali desempenhar E eu tava pensando isso avaliando o jogo da Holanda e as peças, né, da Holanda. Então assim, porque a gente tá preocupado que ofensivamente o Brasil vai ter dificuldades contra o Japão, time fechado que marca muito bem, que vai exigir do Brasil essa paciência, essa troca.
Mas e defensivamente contra uma Holanda muito boa também, né? O Léo lembra muito bem, o Samir viu pelo lado, e o Gakpo também, que pode fazer esse lado, mas também pode trabalhar por dentro. Então com De Jong, com Gravenberch hoje que dá duas assistências. Então assim, avaliando circunstâncias, o Brasil pode ter mais dificuldades. São jogadores de embate individual o tempo inteiro, embate individual, e uma seleção melhor entrosada que tem questões a resolver, mas ainda assim melhor entrosada.
Então é por isso que quando a gente fala, né, que prateleira que o Brasil tá, a gente tem questões para resolver na fase defensiva, no meio de campo, ofensivamente, quem que vai fazer esse lado direito ou não vai fazer esse lado direito.
Que o Brasil tá numa situação que ele— nós não estamos só discutindo um sistema tático já estabelecido e tentando trocar nomes dentro de uma plataforma que não se mexe. Você não sabe nem qual é a plataforma, Diogo, qual é o sistema que você vai colocar. Vai ser um 4-3-3? Ah, então não vai ser, não vão ser 4 atacantes, vão ter 3 jogadores no meio de campo. Aí a pergunta é quais? Casemiro, Bruno e Paquetá, qual é a nota que a gente dá para o funcionamento do trio?
Nossa, muito boa vontade não passa de ano. Você tem uma nota individual e divide por 3, não vai dar média de 9.
Você tem uma nota que é individual, mas tem a nota no trabalho em grupo também. E o trabalho em grupo também não tá funcionando. E algumas seleções têm um ótimo trabalho em grupo com individualmente falando, abaixo do Brasil, né? Isso. Então você encontra times, você pega Brasil versus Japão, os grandes nomes, vai, não desconsiderando alguma experiência de alguns jogadores japoneses e os times que eles jogam, mas o Brasil tem jogadores do grande cenário do futebol mundial.
E quando você tem Vinícius e Rafinha, que é uma associação de caras de Real Madrid, Barcelona, que a gente sempre exalta e ressalta, cara, não tá saindo grande coisa. E por falar, e o Real Madrid, tinha até um fã de esportes perguntando aqui do Cucurella. Cucurella tá contratado pelo Real Madrid. Então o Real Madrid, que não tinha nenhum jogador na seleção espanhola, passou a ter porque o Florentino contratou no meio da Copa, tá?
A gente tem que encerrar o programa. Ô Silvani, já que a gente tá no YouTube, Posso estourar um pouquinho? Pode ser um pouco muito, muito rápido. Ei, TikTok! Então eu peço a colaboração de todos que eu vou fazer uma pergunta. Eu imagino qual é a resposta, mas unanimidade, ok. Mas é tudo muito rápido, tá bom? Vou começar pelo André para já liberar o André também. André Kifuri, sua última participação hoje, já te agradecendo demais.
Amanhã estaremos juntos de novo. Respondendo rápido, se você tivesse que fazer apenas uma substituição para o jogo contra o Haiti, qual seria?
Uau, mais um meio-campista especialmente jovem, de muita força.
Muito bem, obrigado, André, um abraço.
Um abraço a vocês, obrigado a vocês.
Uma substituição apenas para o jogo contra o Haiti, qual seria? Só uma, só uma, uma para começar, só uma, só uma.
Mateus Cunha no Igor Thiago.
Mateus Cunha no Igor Thiago.
É a minha também, mas eu vou até ser, como ele não como ele não experimentou o Hendrik, como ele não testou o Hendrik.
Achei que vocês iam falar mais do Henrique.
Hendrik no Igor Thiago seria a minha, pronto.
Você?
Eu vou de Hendrik.
Vai de Hendrik.
Nada do Igor Thiago.
Eu vou de—
Pensa, pode pensar um pouquinho. Pode pensar um pouquinho.
Eu comecei com o Lafley de Cunha, aí foi Hendrik.
Eu achei que o Hendrik ia ser uma unanimidade, mas vieram dois votos diferentes já.
Eu vou de Cunha, vou de Cunha no Igor Thiago. Thiago.
Então tá bom, então encerramos assim. Moral 2 a 0, tá bom? Muito obrigado pela colaboração. A Hendrique, eu achei que ia dar unanimidade o Hendrique. Bom que deu de verdade.
Eu achei que você ia torcer para o Neymar voltar e poder jogar.
Mas eu acho impossível assim, acho que impossível não, mas pouco provável. Acho que a Cunha vai começar no lugar do Igor Thiago.
Você fala do Neymar, aí eu ia cair na pira.
Não, Neymar eu não tô nem ouvindo. Neymar Quando ele tiver apto a jogar, a gente bota na conversa dele. Mas por enquanto, o dia que ele treinar, se a gente puder.
É isso, gente, voltamos nesta segunda, 10 da noite. E amanhã está no Esporte Centro? Então tá bom.
10 horas da manhã.
Mande um beijo para farofeira Glaucia, tô com saudade dela. Jailson tá lá também? Abração para o Jajá, que logo essa semana vai estar com a gente aqui.
Eu olharia uns jogos do Palmeiras com o Danilo primeiro volante com Perfeito.
Boa saúde e paz a todos. Saúde e paz a todos.
Eu gosto que você sempre lembra.
O Bine, o Bine.
O Bine tá na festa junina.
A gente volta a falar da estreia do Uruguai.
Ele é o padre.
Ele é o padre.
Ele é o padre.
Pode falar.