Corinthians perde para o Mirassol e entra no Z-4 do Brasileiro; Vasco empata com Flamengo - Linha de Passe
Neste domingo (3), nossos comentaristas repercutiram os jogos que agitaram a 14ª rodada do Brasileirão.
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William
Pedro Ivo
- Crise do CorinthiansEntrada do Corinthians na zona de rebaixamento · Análise da atuação do Corinthians · Desfalques do Corinthians · Comparação com a Libertadores · Estratégia de jogo do Diniz · Desempenho do Mirassol
- Lesão de Lucas MouraRuptura no tendão de Aquiles · Expectativa de retorno · Impacto no São Paulo
- Empate entre Vasco e FlamengoReação do Vasco após sair perdendo · Análise das substituições do Flamengo · Desempenho do Flamengo · Papel da torcida do Vasco · Gol de Pedro
- Domínio competitivo no BrasileirãoLance da expulsão de Edson Carioca · Lance do pênalti para o Mirassol · Falta no gol do Mirassol · Críticas ao VAR · Conspiração contra o Corinthians
- CorinthiansFalta de jogadores de velocidade · Limitações do elenco · Situação de Memphis Depay · Necessidade de reforços
- Análise do jogador Rodrigo GarroArtilharia e participações em gols · Comparação com outros atacantes · Possibilidade de convocação para a Seleção Brasileira
- Campeonato Brasileiro de FutebolCritérios de convocação de Dorival Júnior · Importância da coerência no trabalho · Potenciais convocados
- Relações InternacionaisDesempenho no Campeonato Brasileiro · Mudanças táticas de Eduardo Coudet · Aproveitamento de oportunidades
- Gestão do FluminensePoupar jogadores para a Libertadores · Desempenho de Fernando Diniz · Dependência de Soteldo · Falta de jogadores chave
Olá pra você que é fã de esportes, começa o nosso lenda de passe deste domingo agitado. Se o sábado não foi muito bom para o Palmeiras, o domingo os secadores de plantão ajudaram, hein? Ou esses aí foram fortes, hein? Que o Flamengo não ganhou, Fluminense não ganhou e a diferença do Palmeiras lá na frente continua mesmo.
E agora há pouco terminou a sequência invicta do Corinthians com o Fernando Diniz. 2 a 1 para o Mirassol, briga contra o rebaixamento, né? Duas equipes que estão ali na zona do rebaixamento. O Corinthians até estava ali por critério de desempate fora, mas acabou que o Corinthians perdeu e entra na zona de rebaixamento com 15 pontos. O Mirassol diminui um pouco a distância. Vai para 12 pontos e fica a 3 do Corinthians. O Mirassol que tem um jogo a menos, mas esse jogo é contra o Flamengo. Então é um jogo bem difícil para o Mirassol, mas de qualquer forma...
Uma partida a menos. A gente vai falar sobre tudo isso neste Linha de Paz, que tem o Pedro Ivalmeida, que tem o Vitor Birner, que tem o Jailson, que tem o nosso querido Eugênio Leal. E tem muita informação também. Daqui a pouquinho o Birner vai para o YouTube. Mais uma informação aqui para abrir o programa de um jogo que a gente vai falar daqui a pouquinho. Um empate do São Paulo com o Bahia 2x2.
E está confirmada realmente a ruptura no tendão de Aquiles do atleta Lucas Moura. Estava voltando o Lucas Moura, sempre a expectativa do retorno dele, né? Ele que é tão identificado com o São Paulo. Ele que, nossa, se esforça ao máximo, a gente sabe disso para estar em campo, para jogar.
mas infelizmente voltou, já teve essa ruptura e está confirmada após os exames. Então, muito provavelmente, este ano não tem mais Lucas Moura no São Paulo. Não vai dar tempo de se recuperar.
A expectativa é nove meses, né, Miriam? A gente estava falando geralmente, né, tipo de lesão. Sim. Nove meses, né? Você só tem mais sete meses de tempo. É, acabou. Acabou. Infelizmente que a gente sabe do comprometimento do Lucas Moura, da necessidade que o São Paulo tem de ter esse atleta em campo, mas infelizmente não vai dar para o Lucas confirmado aí após o exame de ele dar uma ruptura.
Só ano que vem, Lucas Moura, no São Paulo, infelizmente, é triste, é triste, é pesado ali. O Jair, isso aqui, já refletiu a dor ali, né, do Lucas Moura. Ele tentando voltar ali. É, tá forçando, tá tentando, e ó, já... E o tendão, quando rompa, é que você não tem mais controle sobre o pé. Exatamente. O jogador relata, geralmente, que você sente o pé soltando.
Exatamente. E isso ali a gente ainda tá falando no quente do jogo, né? O corpo ainda tá quente. Ele bota a chuteira novamente, vai tentar andar. É a primeira vez que já dá o pezinho dele, sabe? Já dá uma falseada ali, que nervoso. É uma pena mesmo, uma imagem triste, né? Porque a gente sabe do comprometimento do atleta e, imagina, qualquer que fosse o atleta, né? A gente não...
Péssimo ver a carreira ali comprometida. Já esse final de carreira do Lucas Moura comprometida pelas lesões, pelos problemas que ele vem tendo. Por mais que ele tente voltar, infelizmente, mais uma vez, vai para o estaleiro o Lucas Moura. A gente vai fazer um intervalinho aqui no nosso Linha de Passe. Vitor Birner vai para o YouTube, assim como nós, para responder aos nossos fãs de esporte.
Mas ele que é o nosso, né? Ombudsman. Exatamente. E a gente volta já já para falar da vitória do Mirassol sobre o Corinthians 2x1. Cai a sequência invicta do Diniz e também o time tomando dois gols. Não tinha tomado nenhum até agora, hein? Vamos ver o que aconteceu com esse Corinthians. Daqui a pouquinho a gente vai ouvir o Diniz também. Voltando! Vou ficar com sede aqui.
Atenção, começando aqui o nosso Linha de Passe, com a vitória do Mirassol sobre o Corinthians 2x1. Eugênio Leal, boa noite para você. O Corinthians do Brasileiro não é o Corinthians da Libertadores. O Corinthians do Brasileiro não tem jeito, hein? Primeira derrota, mas vinha de dois empates, uma vitória. E está na zona do rebaixamento. Fecha a rodada na zona do rebaixamento. Tudo bem, Eugênio? Tudo bem. Um abraço, William. Boa noite para você, Jair, Subirne, Pedro, fãs de esportes.
É, futebol. A gente, às vezes, tem um olhar muito pontual para o hoje do futebol. Quando nós temos um... Claro que a campanha do Corinthians como um todo não é boa no Campeonato Brasileiro, isso é óbvio. E não é só a culpa do Dinei, já pegou assim, né? Mas a gente, normalmente, coloca o foco muito grande em cima do que está acontecendo no hoje. Não só no Corinthians, mas qualquer clube, né?
Quando é normal, num campeonato como o brasileiro, você um dia ganhar, outro dia perder, outro dia empatar. E vai, é claro, que você tem aqui duas equipes que têm um elenco mais forte, que têm um orçamento melhor, que são Flamengo e Palmeiras. Dessas duas se espera um desempenho mais efetivo, maior soma de pontos, é o que normalmente tem acontecido nos últimos anos.
E as demais vão estar muito niveladas, vão estar muito para eles. Então você vai perder, vai ganhar. Mirasol faz também um início de campeonato ruim, comparado com o que ele fez ano passado. Mas hoje também poupou vários jogadores. Exatamente. Mas mantém uma ideia de futebol que está lá e com o tempo vai resgatando, está se adaptando a jogos paralelos com o campeonato.
brasileiro e libertadores, viagem para altitude e tal, mas é um time que mantém uma ideia de jogo, um padrão de jogo, toca muito bem a bola, mesmo trocando jogadores.
E ano passado, por exemplo, não perdeu nenhum jogo lá no Maião. Hoje conseguiu encaixotar o Corinthians. O Corinthians não jogou bem. O Corinthians, eu acho que como todo mundo sente a sequência de jogos a essa altura. A gente conversava até na redação, né, William, sobre a questão de uma rodada em que os times de cima da tabela não venceram. Exatamente.
O Coates está embaixo. A Tabela também não venceu, também perdeu, porque é muito nivelado, é muito parelho ao desgaste. E tem uma questão também para mim, que é o Coates não se adaptar a jogar fora, também a jogar fora de casa. O gramado da Neokimicarena é um gramado que dá muita agilidade ao jogo, muita velocidade. O Coates se acostumou com isso.
Hoje era um gramado que não dava a mesma velocidade, não era um gramado ruim, tá? Só características diferentes. E eu senti o Corinthians muito pesado. O jogo inteiro, lento, meio arrastado no jogo. Segundo tempo até melhor, né? Mas ainda assim, abaixo.
Já na volta do vestiário, a gente percebe que o Diniz deve ter a famosa bronca de intervalo dos jogadores. O time voltou um pouco mais a risco. Mas, principalmente, depois das mudanças, das substituições, o time ganha mais volúpia no jogo. Mas não foi suficiente, já perdia por 2x0. Aí tem polêmicas.
Só que olhando para o Diniz, que não tinha levado o gol, levou o primeiro. Vamos entrar daqui a pouco nessa polêmica do pênalti. Teve a expulsão que voltou atrás. O impedimento do Coríntios não é polêmico, mas está tudo uma conta da arbitragem. Leva um gol de bola aérea na ausência do Gustavo Henrique. Tem sido a grande força defensiva do Coríntios, especialmente pelo alto. E não tem fôlego, não tem gás, não tem elenco mesmo para ir buscar.
Um empate que já seria um bom resultado para evitar a entrada na zona de rebaixamento. Mas, cedo ou mais tarde, esse time levaria gols com o Diniz, perderia jogo com o Diniz. Aconteceu hoje. É entender que faz parte do processo e seguir adiante.
Vitor Birner, boa noite pra você. O Eugênio aqui citou a ausência do Gustavo Henrique, o Matheusinho também não estava à disposição, o André também não estava à disposição, fora outros que já não estão à disposição há muito tempo, como o Memphis Departes. Nem se conta mais com o Memphis. Nem se conta mais com o Memphis, até porque, né? O contrato está acabando. O contrato está acabando, mais um mês aí pra Copa do Mundo.
Eu te pergunto, se justifica essa derrota e a atuação de hoje por causa desses desfocos? Tudo bem, William? Boa noite a você, Pedro. Boa noite, Eugênio. Jair, suas famosas do esporte. Eu tenho uma visão de um pouco mais resumida que a do Eugênio sobre a derrota de hoje.
Eu acho que o Corinthians é um time com o Diniz ainda com bastante dificuldade de construção. Isso aparece menos na Libertadores, porque o Corinthians caiu num grupo fraco. E o Corinthians está fazendo o trabalho dele, que é ganhar os seus jogos, como jogou muito bem, por exemplo, no meio de semana, nesse grupo fraco, contra o Pearol com seus laterais reservas, sem o seu principal jogador de construção e com outros desfalques.
E quando chega o Campeonato Brasileiro, quando os times são melhores que os times da Libertadores, do grupo do Corinthians, e eu cito que o Corinthians tem méritos em conseguir a campanha que faz da Libertadores, porque o Palmeiras também está num grupo razoavelmente fácil e não tem conseguido resultados que o Corinthians consegue no grupo dele, da Libertadores... Esse time de hoje é de Libertadores, né? É, é o time de Libertadores.
E esse time constrói pouco. E quando ele toma um gol, coisa que não havia acontecido até agora com o Diniz...
Ele é testado pela primeira vez para tentar mudar um pouco, fazer uma coisa do jogo mais fluido. Contra um time totalmente alternativo do Mirassol. Ou seja, não é o Flamengo, não é o Palmeiras, não é um time de cima da tabela. É um time alternativo. Está brigando para não cair. Do Mirassol. Do Brasileiro. E está abaixo do Corinthians. E no teste hoje o Corinthians foi reprovado. Tá?
Por que o Corinthians chegou nessa situação no jogo de hoje? Aí tem um lance polêmico. Que a gente vai discutir durante o jogo. E pode ter nessa visão minha, não sei se certo ou errada, do Corinthians muito mais forte na marcação do que na construção.
pode ter, sim, um impacto no andamento do jogo e no resultado também. Para mim fica muito claro que o Corinthians com o Diniz já é um time que consegue se defender de maneira boa e vai evoluir. E que quando tem a bola, aí o caminho para conseguir ter um time que constrói como defende, sem perder a capacidade defensiva, aí o caminho vai ser longo e o Diniz não teve nem tempo para trabalhar ainda nisso. Você também reprovaria hoje, Pedro?
Você dá um desconto por desfalques e uma série de situações. Com bola. Com bola, com bola.
William, tudo bem? Abraço a você, Eugênio, Jair, eu sou o Vitor. Eu acho que eu reprovaria se a história do jogo fosse só contada pelo lado do Corinthians. Eu acho que do outro lado tinha um time que, acho que foi o Eugênio que usou o termo, encaixotou. E assim, não é todo mundo que talvez vai conseguir encaixotar, não é todo mundo que vai conseguir encaixar muito bem os jogadores.
nas peças corintianas para tirar opções de jogo, de aproximação, de conexão de passe. E acho que tem isso. Do outro lado também tem um time. Não é só simplesmente, ah, o Corinthians não conseguiu, então o jogo foi assim. Não, acho que o jogo passa muito mais para mim pelo que o Mirasol conseguiu. E não somente pelo que o... Tem jogos que o Corinthians entra, ou que um time entra. O Corinthians não, que um time entra.
e você vê que ele não tem a menor ideia do que ele vai fazer. Tem a questão do gramado, eu acho que pesa, sim, costume, e quando você tem pouco tempo para trabalhar, tem algumas coisas que vão ser de jogo a jogo, então isso vai impactar, não é algo que já está automatizado. Então, o gramado tira alguma coisa. Tem um mirassol que te encaixa bem, então isso não é que o Corinthians não sabia o que fazia, o Corinthians até buscava, o Corinthians tinha os dois homens de meio, tentava acionar os dois para sair jogando, os dois homens mal, e não tinha uma linha de passe para ele conectar.
O Corinthians meio mal, em alguns momentos no início do jogo, ele tenta repetir algumas coisas que vinham tentando dar certo em outro jogo. Só que o primeiro passo saiu, o segundo passo já não saía. A pressão do Mirasol era bem feita. Então, não é só que o Corinthians estava perdido. Aquele argumento que às vezes a gente até usa, o Corinthians hoje entrou fora de sintonia, estava fora do ar, a mobilização era baixa. Não, acho que o Corinthians tinha uma ideia do que fazer, mas tinha outro time que encaixotava, com o bendício Eugênio, e não deixava fazer.
Então, não sei se é só uma questão de reprovação, acho que vai acontecer. Não é um time amadurecido, é um trabalho muito recente do Diniz, e não sei se foi o Vítor ou o Joesso que falaram, o nível da Libertadores é outro e te permitiu também, em algum momento, construir. A grande notícia do trabalho do Diniz era não sofrer gols e liderar o grupo.
da Libertadores. É mérito dele, sim. Só que aí o mérito, o adversário hoje tinha outro nível. Fora de casa, um gramado diferente, te encaixotou, te sufocou, te tirou opção de jogo e isso fez com que a coisa não andasse. E aí um trabalho que não está tão amadurecido para buscar soluções alternativas dentro de um jogo fixo ali que foi encaixotado, é normal. Acho que é normal. Não é que reprovou, porque hoje deu tudo errado. É o que a gente sempre brinca. O viés de avaliação do Fernandinho é sempre um viés negativo.
Ah, porque o trabalho vai perder, né? O que já tem de gente no chat falando isso aqui é uma determinada. É sempre um viés negativo e nunca o que já fez de bom. E não acho que hoje é uma sinalização de que algo começou a desandar. Tinha um outro time capacitado, um time que estudou o Corinthians nos últimos jogos para tirar o que o Corinthians vinha minimamente fazendo. Então não consigo olhar e falar, desidratou, reprovou, daí para baixo, agora é ladeira abaixo. Não, não acho que seja isso.
Mas sim, fica aquele alerta do tipo, olha, quando acontecer isso e um time minimamente mais capacitado para te travar, vier te travar nesse sistema, o que eu consigo resolver de situação dentro do jogo? Acho que esse talvez seja o ponto agora do Fernando Diniz, que não conseguiu nem dar treino, é jogo em cima do jogo, não tem dois dias de treino seguido, é recuperação. Essa é a grande diferença da primeira ação, né, Pedro? É, exato, e que sabe como mexer e tem o Guanais lá.
Segundo ano de trabalho. É um time que já joga automaticamente, que é trabalhado, que foi trabalhado muito ano passado, é claro, trocou muitos jogadores do ano passado para cá, mas que mantém um conceito de futebol e que os jogadores que chegaram aos poucos vão pegando.
E que é um futebol propositivo também. Sabe jogar sem a bola, mas sabe jogar muito bem com a bola. As movimentações para receber passe, deslocamento, são sempre muito bem feitas em todas as partidas. E aos poucos vai encaixando de novo esse ano. Vai encontrando uma melhor produtividade. Então tem que se destacar isso também.
Jair, o som, boa noite pra você. Vamos lá. Boa noite. 0x0 com vitórias, 0x0 com Palmeiras. 1x0 no Vasco, perdeu o Mirassol 2x1 e põe os três jogos na Libertadores. Os três foram 2x0, né? Os três 2x0. Três vitórias. Pior atuação do Corinthians hoje? Disparado? O Corinthians hoje não conseguiu jogar. Boa noite, né? Boa noite aos amigos da bancada. Boa noite. Boa noite, forte. Boa noite, forte.
Sinceramente, o Corinthians hoje teve muita dificuldade, mas para mim pesam muitos desfalques. E principalmente, uma coisa que a gente já via com o time do Dorival, que era a ausência de jogadores de velocidade. Hoje, o Mirasol concorda com o Pedro, entrecheirou principalmente o Bidon e o Garro, que são os caras de mais talento. Eles tinham que jogar de forma curta para conseguir avançar em bloco, porque o Corinthians, a maioria dos passes era...
em bola longa na tentativa de achar o Yuri Alberto nas costas da defesa do Mirassol. Só que aí tinha uma preocupação. O Igor Formiga pelo lado direito, nas inversões, Alisson pelo lado esquerdo e Carlos Eduardo. Então o que acontece? Automaticamente os seus laterais vão ficar presos porque eles estão preocupados com a bola nas costas. Inclusive o pênalti sai numa inversão do Alisson lá nas costas do Bidu com o Igor Formiga fazendo a movimentação nas costas dele.
Então se o lateral tem que atacar porque o teu time não tem jogador de velocidade pelas costas, ele começa a ficar na dúvida. Eu vou avançar para dar opção no ataque ou vou prestar atenção que os caras estão aqui atacando as minhas costas? Então basicamente volta ao mesmo problema que já tinha anteriormente com o elenco curto, sem jogador de velocidade, até hoje o Diniz até tinha.
O Dieguinho que depois entrou, o time melhorou um pouco. O Caio Cedra também que entrou, o time melhorou um pouco. Vou lembrar que até o Vitinho, que o torcedor do Cônico morre de amolos por ele, mas poderia ser um jogador profundo de amolos. Ele tá lesionado também, tá forte. E aí tu usa o Lingar aberto pra ser o que o Kaique tava sendo...
utilizado como o Kuyk se machucou, mas era essa válvula de velocidade que o Diniz usava, né? E aí o Lingard não é esse cara de velocidade, a gente já falou 300 mil vezes a mesma coisa, que o Lingard vai ser um cara que vai se associar mais pelo meio do que, ao meu ver, pegar a bola aberta na esquerda e partir pra cima no drible. Então, pra mim, o Corinthians hoje, ele sentiu muita falta disso sim, de um jogador de velocidade, e o Mirassol, o Guanach, foi inteligentíssimo.
Qual é a forma que eu tenho de guardar os laterais que são as únicas válvulas de escape de velocidade do Corinthians? É explorar as costas dele. E aí automaticamente você vai fazer com que o seu lateral fique um pouco mais preso e o Mirassol foi muito inteligente nisso. Tem os lances polêmicos, enfim. A gente vai conversar sobre isso, mas eu acredito que o trabalho ali do Guanaz na hora de explorar as costas foi muito bem executado hoje.
Daqui a pouco a gente vai ouvir o Diniz. Pode falar, Bento. Só trazer alguns números aqui pra... O Corinthians tem o time que menos gols marcou no campeonato. Dez só. Dez gols. Por exemplo, a Chape, a Lanterna, tem um jogo a menos e treze gols feitos. Pô, você foi perfeito, cara. Eu queria chegar nisso aí. E aí a gente pega os jogos do Corinthians, os do Campeonato Brasileiro, tá?
Na Libertadores, quando o Corinthians é pouco agredido e consegue ter mais imposição, isso muda. Mas você pega o jogo de hoje, por exemplo, o Corinthians finalizou mais que o Mirassol, só pegando as estatísticas aqui, mas 11 a 7, só que a única chance clara de gol foi a chance do Mirassol. No jogo contra o Vitória, o Vitória finalizou mais que o Corinthians.
Nenhuma chance clara 13x7 finalizações do Vitória no jogo E no próprio jogo contra o Vasco Quando o Corinthians ganha por 1x0 Jogador a menos, vai lembrar A partir do certo momento do jogo Foram duas chances claras para cada um O jogo comando do Corinthians 13 finalizações do Corinthians 21 do Vasco Tem sido corriqueiro o Corinthians
finalizar menos com o adversário. Finalizar menos porque cria pouco? Sim, porque o Diniz chegou em uma baita crise. Quando você tem um time em crise, a primeira coisa para o time não perder a confiança durante o jogo é não tomar gols. Isso, exatamente. O Diniz é um técnico que tem a marca da ofensividade bem executada e da defesa vulnerável.
Ele chegou e contrariou todos os prognósticos, mantendo o time sem tomar gols, conseguindo resultados importantíssimos na Libertadores. Só que o jogo do Corinthians não está pronto ainda, não está desenvolvido. E aí eu vou muito na linha do que o Jair só falou. Hoje, por exemplo, o time...
praticamente de maneira inconsciente, afunila muito, porque falta um atacante com drible, com gol, lado de campo, para o treinador poder desenvolver melhor o jogo dele. Agora, eu fico no lugar do técnico, me coloco no lugar do técnico. Eu começo a ser mais agressivo e a soltar mais, ou eu continuo fechadinho, esperando fazer um gol? Mas como é que ele pode ser mais agressivo e soltar mais com o que ele tem em mãos nesse momento?
Ele pode adiantar todas as linhas, pedir mais pressão alta, ele tem muitas coisas... Eu não faria. Então, neste momento, acho que não dá.
Por isso eu acho que não tem crise. E aí, a gente vai entrar nisso depois. A gente vai falar sobre o Gustavo Henrique e o André Ramalho? Que para o Ramalho hoje... A diferença é brutal. É a diferença surreal. É isso, eu concordo. A diferença surreal. É, sim, é um ponto. Só para trazer números ainda em cima do que o Birner falou, o Corinthians é o time que tem o menor número de gols esperados do campeonato, no XG.
terceiro menor número de finalizações, terceiro menor número de finalizações na direção do gol.
E não só finaliza pouco, mas também a taxa de conversão é pequena. Finaliza mal. 6,9% é a segunda pior, só é um pouquinho superior à do Internacional, que é 6,6%. Se comparar, por exemplo, o Botafogo Convertis, que é o primeiro, 16,4%, 10% a mais. Ou seja, até segunda ordem, até que essa situação seja melhorada do jogo com bola, o Corinthians não pode tomar o primeiro gol.
Que aí vai ter que sair pro jogo. Coloca o time numa situação desconfortável. E é muito novo, né? Hoje foi o primeiro gol da era de início. Exatamente. É o sétimo jogo. Fora de casa. Só que você agora apresentou uma vulnerabilidade ali, que certamente, talvez não os times da Libertadores, porque aí é outro nível.
Mas do mesmo jeito que eu acho que o Guanais olha para esse time, ele entende isso que você falou, Rogelso, também. Não tem jeito de velocidade. Então eu vou forçar também a funilar e eu travo aqui. E aí ficou sem jogo. Eu pego num bidon, eu pego num garro, pego agora num bidu também, tiro o linha de passe. Então não é que é o problema do Diniz. É que é um time que vinha com muitos problemas. O Diniz tinha uma mínima solução para início de trabalho, porque precisava vencer, respirar, porque a gente sabe como são as coisas aqui.
Só que são pontos vulneráveis que talvez fiquem mais expostos por conta do resultado e de pegar um Mirasol. Daqui a pouco vai pegar um outro time competente também, que vai começar a buscar isso. Vai buscar travar esse jogo, acelerar, fazer um primeiro gol. Mas não é uma situação definitiva. Óbvio que não. É porque não tem como virar também e falar hoje. Os caras voltarem desde maio. A temporada para em 30, 31 de maio. Aquele fim de semana ali.
E até lá, é pancada atrás de pancada, é jogo atrás de jogo. O Corinthians vai tentar minimizar, tentar não ficar exposto, os adversários até lá vão tentar fazer isso. Só que não tem também como inventar muito o que o Bini falou. Começa de trás para frente, nesse nível de trabalho. E aí, depois com pausa, volta de férias e tudo mais, aí você vai trabalhar. Vai ter peça, não vai? Vai ter esse homem de velocidade, esses homens de velocidade, quem é que volta, quem é que vai ser a alternativa.
Agora, para esse momento, é o que tem. Também não dá para inventar e achar que vai ter muito mais, não. Aí jogo hoje, descansa, viaja, joga aqui tudo.
É, porque a realidade é essa. Esses caras voltarem. Vamos lá. Então, vamos lá. Vai lá, vai lá. Então, não, é só pegar o exemplo que a gente está falando do sistema de jogo que o Guanais acabou montando ali. O Ranieri estava improvisado na lateral direita. Isso. O Ranieri, raras vezes, fez a ultrapassagem para dar a opção de passe para o Ridon e para o Garro. Então, ele ficou preso ali numa linha de defesa. É o melhor dele, né?
Não é a dele, óbvio, mas ele ficou preso e os jogadores do Mirasol entenderam aquela situação. O bidon vai ter que ir para dentro. Vamos fechar. O Ranieri no Vasco, desculpa, Gerson. O Ranieri por ali contra o Vasco, um tipo de poder. Outra coisa é que eu pego o Ranieri por ali com outros jogadores. O Jaro Alisson tinha um...
Tinha o Alliasson e tinha o Victor Nui. Volta e meia caindo por ali. Então é diferente. E não é a bitueira da posição. E outra, a necessidade de hoje, como Mirafol fez o gol, o Corinthians tinha que sair. Então o Ranieri tinha que sair. Não era só guardar a posição, por exemplo... Pela primeira vez, na era de início, foi obrigado a sair.
Então teria que sair, então ele tinha que fazer a ultrapassagem. Só que no caso não é a posição que ele joga. Ele estava ali novamente improvisado. Então basicamente o Corinthians afunilava todas as jogadas. O Mirasol fez ali como o Vitor falou muito bem, né? De entrincheirar ali a frente da área.
e o Corinthians não conseguia basicamente fazer muita coisa. Então assim, eu fico pensando nos jogadores... O Gustavo Henrique fez muita falta na defesa, principalmente bola aérea, saída de bola também. Os jogadores que vão lutando, né? Hoje, a ausência de peças era tamanho. O Fernando Dirich, quando ele bota o Dieguinho, o Dieguinho entra pelo lado esquerdo.
Porque geralmente ele e o Caio César jogam na mesma função, ponta pelo lado direito, só que o Caio César já estava lá. Então ele, ó, eu preciso de alguém de velocidade pra não colocar o time pra frente. Vou colocar o Dieguinho e o Dieguinho acaba fazendo o gol da forma que ele geralmente faz mesmo. Cortando pra dentro e fazendo a finalização da direita pra dentro. Só que ele estava começando a atuar pelo lado esquerdo, porque o Corinthians não fez o jogador.
E a gente está falando isso há bastante tempo, não é novidade agora. Então assim, o Corinthians precisando correr atrás do resultado. Se os adversários perceberem que não tem ultrapassagem, que é só marcado novamente o garro e o bidon, que acaba meio que a criatividade dessa equipe.
Aí o Fernando Diniz vai ter um trabalho danado para correr atrás de uma coisa. E não é uma novidade da era Diniz, vamos deixar isso bem claro, porque fosse no 4-3-1-2 com o Garro antes do Diniz ou no 4-4-2, era a mesma coisa do Dorival. Era Mênfis e Yuri por dentro, porque não tem atacante do lado de campo, aí os meio campistas tinham que jogar pelos lados e não eram especialistas. O Bidou, o André... Aí já é muito jogador torto, né? Aí volta para o Dorival. Aí já é muito jogador torto, fala que coisa.
O André aponta a esquerda, o Bidon aponta a direita. E aí não tem a ver com o Diniz cai. É uma questão de limitação. Limitação do elenco, exatamente. Só o que eu estou querendo dizer é que dentro do que o elenco oferece, a era Diniz, ela está muito acima do que alguém que vê o futebol racionalmente e ninguém tem a obrigação de ver o futebol como quiser. Mas de quem olha o futebol racionalmente ou de resultados, está muito acima.
A gente vai voltar ao Birner, o Willian, companheiros. Eu lembro muito bem do dia que o Corinthians foi eliminado do Campeonato Paulista para o Novo Horizontino. Depois do jogo, o Dorival, ele fala claramente, olha, eu conversei com o presidente no final do ano, ele me pediu para permanecer, contava comigo e tal, mas eu quero ficar num clube que me dê chance de ser campeão. Por isso eu tenho cobrado reforços.
Porque eu preciso de reforços para tentar encaixar as competições que tenho pela frente, conseguir equilibrar a equipe, equalizar o elenco. Vou ter que rodar muito esse elenco, porque são muitas competições, são muitos jogos. E sem reforços eu não vou conseguir. Porque naquela ocasião se falava sobre a saída do André, que tinha já um negócio encaminhado com o Milan. O André ficou, mas depois problema também. Aí cai que aparece problema.
Memphis não volta a jogar e o elenco vai ficando cada vez mais curto e o próprio Dorival acaba indo embora também, porque não deu, a coisa não rolou, não funcionou com ele. O Diniz chega com um sistema emergencial, o Corinthians não joga ao estilo do Diniz.
Ele chegou... Mérito do Diniz, cara, porque muitas das críticas ao Diniz dizem que ele é turrão, ele é só o jeito dele, não importa o time, o jogador não tem características, ele quer forçar a fazer do jeito dele. Quem dizia que o Diniz fazia um jogo apenas... Desculpa, interromper rapidamente. Ideológico. Sim. Se surpreendeu ao ver um Diniz adaptado e pragmático. Nesses sete jogos. Nesses sete jogos.
que é o que o futebol brasileiro exige hoje dos técnicos. Concordo. E não se tem a ideologia, que se faça o possível para o amanhã. E ele estreia no Corinthians, ele assume o cargo dois dias antes da estreia na Libertadores.
E de lá para cá, ele tem no máximo três dias entre um jogo e outro. E perdendo atletas nesse intervalo. A cada semana ele perde mais um atleta, mais dois atletas. Então é muito difícil você implantar algo que a gente falava aqui. O Guanaz, com o tempo que teve no passado no Mirasol, conseguiu implantar. O modelo de jogo próprio dele, autoral.
Porque ano passado o Mirasol jogou só o brasileiro, ele tinha semanas livres para enraizar as ideias dele no time. Então o Diniz está fazendo o que ele faz por enquanto, é apagar incêndio. Hoje ele não conseguiu apagar um incêndio. Hoje foi o confronto de duas equipes que fazem uma boa Libertadores, o Corinthians, então é excelente, 100% de aproveitamento. O Mirasol tem seis pontos, só perdeu um jogo, ganhou dois. O grupo do Mirasol é difícil.
E os dois jogaram em casa, os dois jogos em casa, e que estão brigando para não cair no brasileiro nesse momento.
Acho que é o reflexo um pouco da nossa agenda do futebol, do planejamento. Tem muita gente aqui perguntando, reclamando, gritando, esperneando sobre os lances de arbitragem. Vamos chegar lá. A gente vai falar, calma, calma, meu amigo. Ainda tem uma hora de programa. Calma, calma, calma, que a gente vai chegar lá no jogo. Saúde, paz, calma. Eu fiquei com a língua coçando logo no primeiro comentário para falar sobre a sua... Porque a história do jogo passa muito por isso.
Passa. Não é só um lance pontual. Vamos chegar lá. Como eu sei que está preparado para daqui a pouco... Tá, fique tranquilo. Tem tanta polêmica.
não sei dizer polêmica, mas tem que discutir lance a lance. Mas tem um que dá margem. Eu tenho uma polêmica que não é de arbitragem. O Jair, você falou do gol do Dieguinho. Pra mim foi o gol do Pedro Raul de Calcanhar. Porque o Pedro Raul ali é deixando o goleiro em dúvida. Ele não sabe o que ele tem que fazer. Ele demora pra pular. Mas ele toca mesmo. Eu acho que tem um toquezinho dele. Eu não sei se foi dado o gol pro Pedro Raul ou pro Dieguinho.
Não sei nem ser intencional, tá? Mas acho que ele vai lá no Calcanhar. Tive essa impressão. Pro Pedro Raul é muito importante, né?
É fundamental. É fundamental. Antes da gente ir para a arbitragem, só uma coisa então. A gente está pensando aqui. O Corinthians tem problemas de elenco. Isso não é de hoje. Já foi lembrado aqui da época do Dorival e já até antes. Quando a gente fala em problemas de elenco, não é o 11. Se todos estiverem à disposição, o 11 do Corinthians é muito bom.
É competitivo. É competitivo. Sim. É bem competitivo. Mas não tem atacante de lado. É, então. Aí eu estou colocando nesse... Nunca ninguém vai ter o 11 disponível para todos os jogos... É que eu quero chegar. É que eu quero chegar. Nenhum time. Só um micro parênteses. Micro parênteses é ótimo. Não existe time no futebol mundial hoje.
campeão e muito forte, sem atacante de estado de campo, que resolvem jogos e fazem gols. Pega o semifinalista da Liga dos Campeões, qualquer dúvida. Tem tudo a ver com o que eu vou falar. Então vamos lá, tem um 11 que não dá para jogar os 11 sempre, certo? E o 11 é muito bom. Aí você olha para o banco, quando você tem que apelar para o banco, tem um desequilíbrio, tem um desequilíbrio de qualidade técnica, posição por posição, a gente vê claramente, você acabou de citar André Ramalho e Gustavo Henrique.
E tem também, evidentemente, um desequilíbrio de opções ali para o Diniz, o que ele pode fazer. Muito bem, gente. Legal. A gente sabe o quanto o Memphis, e aí a gente vai entrar numa discussão aqui que a gente já teve, mas está funilando, o tempo está apertando, está chegando a hora do Memphis ir embora ou ficar. E o Memphis custa caro. Se ele for embora amanhã, o Corinthians ainda tem uma bala para pagar para esse cara. Mas ainda assim, tira uma questão salarial, quem sabe alivie um pouquinho a folha, dá para negociar. A pergunta é, o Corinthians precisa...
Dá uma recheadinha nesse elenco. O Corinthians não tem dinheiro para rechear este elenco. Da onde vira o dinheiro? Na não permanência do Memphis. Vale a pena fazer essa troca? Mas tem esse dinheiro? Não sei. Tem uma dívida com ele, certo? Eu não sei se assim, você aliviando a questão salarial, como é que vai ser negociado isso? Como é que vai negociar? Você vai embora, a gente tem essa dívida, a gente vai fazer aqui assim, assim, assado para você.
Que nem o Santos tentou fazer com o Neymar, o Neymar ainda está lá, não sei se está pagando ou não. Mas enfim, está lá. É que a pergunta é a seguinte, Willian.
Hoje não está tendo dinheiro para pagar o mês. Sim, mas está pagando o cara por mês. Mas está pagando o cara por mês. Então agora ele vai sair, você vai deixar de pagar o cara por mês, mas não vai pagar a dívida que estava pagando? Você negocia essa dívida não sei como, você vai negociar. Quem quer falar de futebol, você está falando de economia.
Não, mas é isso. Eu sei que as coisas estão ligadas. Sim, mas não vai ter. A questão é assim, você não tem dinheiro para pagar o Memphis, você vai ter esse dinheiro para pagar outros? Você vai deixar de pagar o que estava pagando por ele por mês e vai ter que pagar o que está devendo para ele. Se o futebol brasileiro fosse... Vai pagar? Se o futebol brasileiro fosse sério, vou usar melhor, responsável financeiramente...
O Corinthians estava arrebentado, o São Paulo estava arrebentado e mais um monte de clubes estariam arrebentados. Mas a partir do momento que ele não é... O Memphis ficando e o Corinthians abraçando uma dívida e tal. Ele não tem como contratar e o Memphis ir embora, o Corinthians também não tem como contratar. Vou dar um exemplo bobo aqui, que não existe. A partir do momento que o futebol brasileiro não é...
responsável financeiramente e permite que clubes fiquem com dívidas bilionárias na primeira divisão, aumentando suas dívidas ao invés de pagá-las. Vou dar um exemplo. Vamos supor que você colocasse o Gabriel Martinelli. Não é um extra-classe, mas é um atacante lá de campo, assistência, seus gols. Na Holanda, ele não faria o número de gols que o Memphis faz. Por outro lado, ele seria mais útil ao Corinthians do que ao Memphis.
pela característica. Estou dando exemplo, porque eles não vão contratar esse jogador. Estou dando exemplo. Ah, entrando na conta, quantas vezes ele jogaria também? É um atacante do lado de campo, que... Nem coloquei isso na conta, estou falando só do futebol. É um atacante do lado de campo, que tem contra-ataque, tem drible, que recompõe a marcação na frente do lateral. E daria para o treinador opções de jogo diferentes, apesar de, tecnicamente, ser um jogador que não tem o refinamento do Memphis, que tecnicamente é bem superior ao Gabriel. Mas o Gabriel tem outras valias.
Isso gera preocupação para o lateral, por exemplo, na hora de correr para trás.
A hora que você vai ver a bola no pé de um garro e do bidon, você vai ver, olha, ele pode dar uma pifada no cara na bola longa. Não, concordo. Eu entendi o que você falou. Porque o Corinthians precisa de um jogador com essa característica. Precisa de um jogador de velocidade. Eu entendi perfeitamente. Então, se tem essa grana, e você pode trazer jogadores bons de lado de campo, mas técnicamente piores que o Memphis, eu traria.
Mas eu acho que o Corinthians vai continuar sem dinheiro. Essa grana é hipotética. O Marcelo Pai vai ter que de novo fazer isso. Essa grana é hipotética.
Essa grana é hipotética. Essa grana é inexistente. A grana que contratou o Benfica já é inexistente. A grana que vários times gastam em São Paulo. A grana que está devendo para o Benfica. Então estamos falando de contratar sem pagar. O discurso do Corinthians, desde a chegada do Marcelo Paes, é de estancar o sangramento. Até porque o Corinthians, bem estruturado financeiramente, vai brigar com o Flamengo pelos melhores jogadores. Lá na frente. Se fizer o trabalho para chegar lá.
O Flamengo ficou o quê? Cinco anos fazendo esse trabalho? O Corinthians vai fazer? O Corinthians se nega a fazer esse trabalho a 15. Mas pode minimizar os problemas, concorda? Pode minimizar os problemas, mas não é assim, usando um dinheiro que hipoteticamente existiria pro Memphis, que não consegue pagar. Mas se o Memphis sair, o Corinthians vai ter que contratar. Vai ter que contratar jogador do lado do campo. Ele vai ter que contratar com o Memphis ficando ou não.
Com esse dinheiro vai ter que contratar. Essa conta pra mim é meio louca, porque assim...
O dinheiro do Memphis é quase aquela coisa da nuvem, né? Você não vê. Porque ele não foi gasto, ele não foi pago. Ele vai ser disputado judicialmente. Para mim parece muito claro. Não é que o Memphis vai sair... Acho muito pouco provável, eu queria me enganar. Ah, caso o Memphis saia, vai fazer um acordo e vai se pagar isso. Isso não vai ser assim. Exatamente. Era o que eu estava falando no início. Aí esse dinheiro que é hipotético.
Aí eu contrato o outro jogador que X por um dinheiro hipotético também, porque ele não vai vir nem para cá.
Então a gente está assinando aqui que essa prática é ruim, ela vai continuar existindo, então não dá nem para colocar no papo de 5, 6 anjos. Só que agora a gente tem no futebol brasileiro o fair play, né? Tecnicamente. Tecnicamente. Teria aquela coisa de quando é o contrato do Memphis, até quando teria para... E como é que vai ser isso? Existe, por exemplo, o concreto. Então eu não vejo exatamente a coisa, porque se o Memphis sai, eu trago um jogador de velocidade.
Para mim não vai ser a altura, porque há um preço. E não vai pagar dois jogadores. Esse jogador...
e o que está devendo para o Memphis. A questão aí também é muito de inteligência de mercado. De você conseguir identificar jogadores, oportunidades de mercado. O Vasco vai buscar o Andrés Gomes, que se destaca hoje, que ninguém comentava. E é um jogador com essa característica. Vamos ouvir o Diniz e na volta a gente repercute o que ele falar ou então vai direto para falar da questão da desigualdade. Já, já. O segundo gol foi falta clara no garro.
O cara pisou no pé do garro. Como é que o VAR não chama? Foi o mesmo lance. Em seguida, dois...
Péssima a arbitragem hoje. Não sou bom de ficar falando de arbitragem, mas péssima, péssima. Não tem nada pelo já da arbitragem. Não fez o jogo andar, isso não justifica a derrota. Mas assim, a arbitragem foi condescendente o tempo todo no jogo, com os atrasos. E com a falta de coibir um cartão amarelo, tanto atrasos como faltas que o Mirasol fez, várias faltas para cartão amarelo. Segurão, puxa camisa, agarra na cintura. Então é... A arbitragem é muito mal hoje.
Diniz, boa noite. Alexandre Gimérez, foi tal, muito bom. Diniz, não é novidade o Corinthians ser prejudicado pela arbitragem, especialmente o Campeonato Brasileiro. Ano passado, praticamente todo jogo, sempre tinha uma questão aí para apontar da arbitragem. É possível fazer alguma coisa? Há uma conversa com diretoria, com Marcelo, com o presidente? Ou, infelizmente, é algo que a gente tem que digerir a seco? Obrigado.
O que der para fazer, eu tenho certeza que a diretoria não vai fazer. Mas não dá para ter a arbitragem como é de hoje. E o VAR. Não sei se vocês pensaram atenção na falta que teve no Garro no segundo gol. Absurdo. O cara nos chamou para tirar a expulsão e nos chamou para nular o gol do Mirassol.
Além da arbitragem, gostaria que você fizesse uma análise da questão física do Corinthians. Algumas anamistas atrás, o Danieli falou que o time estava saindo daquele jogo contra o Vasco, muito cansado, esperava que o time estivesse bem contra o Peanol, e o time vai se repetindo. Esse tipo de jogo, a questão física cobra da questão do desempenho? Difícil a gente falar, separar as coisas. Eu acho que...
A minha queixa, os jogadores sabem disso, é a falta de concentração e de ânimo que a gente entrou no primeiro tempo. Eu acho que a gente não pode justificar o que a gente fez no primeiro tempo, somente nos 30 primeiros minutos do primeiro tempo, com a questão física. Se o time tivesse começado bem e fosse caindo, a gente poderia até justificar. Mas eu acho que a gente, do primeiro tempo, foi muito mais focado, muito mais determinado para ganhar o jogo. E foi ali que a gente perdeu a partida, na minha opinião.
A questão física, obviamente, que determinadamente ela cobra, a gente sabe disso, mas eu atribuo mais o primeiro tempo, porque o segundo tempo a gente voltou era para a gente estar mais cansado, o time voltou melhor no segundo tempo. Se fosse uma questão só física, a gente teria que ter voltado pior no segundo tempo, não melhor como voltou. Obviamente, depois com as trocas, alguns jogadores tinham uma melhorada.
Mas eu não atribuo, primeiramente, a Mato Assunto pelo tempo, ou a questão física, não. Professor, aqui, Matos, que tira o rádio para aqui, Neto. Quando você acorda com essa derrota, entra na zona do rebaixamento, em meio da semana você tem o jogo da Libertadores. Mas que a Libertadores seja uma unidade, como é que o time está nesse momento, o rebaixamento, quando a Libertadores...
Tá ruim o sinal lá, hein? Tá bem ruim. Mas deu pra gente ouvir o Diniz falando sobre o nosso assunto aqui na sequência, que é a arbitragem. Arbitragem bem ruim, péssima arbitragem. Falou de falta do Garro no segundo gol lá no início da jogada. Teve o lance da expulsão que voltou atrás. Teve o lance do pênalti. Teve o lance do impedimento do gol do Corinthians. Enfim, tudo isso aqui pra gente tentar discutir em tempo hábil aqui nesse linha de passe. Então vamos lá, gente.
Tem os lances separados aí? Vamos à expulsão primeiro? Vamos por ordem aqui então. Primeiro a expulsão que o árbitro voltou atrás com a ajuda do VAR. Vamos dar uma olhadinha no lance? Vamos lá. É bom lembrar que foi o mesmo jogador que acaba fazendo o segundo gol do Mirafol. Edson Carioca. O Edson Carioca, exatamente. Tem imagem aí? Para a gente colocar? Atenção. Chegou a imagem. Vamos lá. Esse lance. Acerta o VAR ou o árbitro tinha acertado?
Eu acho um absurdo o árbitro pensar em aplicar um cartão vermelho num lance como o outro. Mas eu acho um absurdo também o VAR chamar pra reaptar o lance. Não, você tá maluco. É reaptar o lance. Obviamente que não era de cartão vermelho. O lance foi reaptado. Esse é o lance bobo. O conceito do VAR não é esse. Não, o conceito do VAR no Brasil é esse. O conceito do VAR... Por que? Você quer uma exceção? São duas coisas. Não, é uma coisa só.
Como é o VAR no Brasil ou como não é. São duas coisas distintas. Uma que o VAR no Brasil chama no seu lance, que obviamente não são de cartão vermelho.
Vale chamar pra reaptar, mas aí vai... Chamou pra reaptar, se chamar pra reaptar o jogo inteiro, não tem jogo. Agora, chamou pra reaptar aí e não chamou pra reaptar depois. É, mas é assim que o VAR é aqui, gente. Inclusive, tem uma discussão dessa há bastante tempo. Eu também não achei a entrada pra cartão vermelho, sinceramente achei ali pra amarelo, porque de fato o Edson Carioca foi mal na jogada. E o VAR hoje, das ações ali do Tandansão, o VAR foi salvando ele pouco a pouco, ao meu ver.
E aí... Não, né? No caso, essa e a do pênalti lá, que você acha que não foi pênalti, né? Você já falou pra gente ali na redação e eu acho que foi pênalti. Mas, enfim, essa daí pra mim era amarelo e essa discussão, eu de verdade, sinceramente, eu nem entro nessa discussão do VAR no Brasil, o conceito do VAR, ou o VAR tem que fazer isso, o VAR tem que fazer aquilo, porque aqui pra mim...
já banalizou e o VAR fica de olho em todas as jogadas possíveis. E aí tem aqui a margem que eu acho que é muito tênue, que é o lance interpretativo. Que essa, pra mim, são novas aspas lá, que aí você coloca a possibilidade ou não do VAR entrar por conta do lance interpretativo, que ninguém sabe que raio de lance interpretativo é esse. Quase todos são, na verdade.
Há lances que são factuais, outros não são. Impedimento, bola entrou, não entrou, houve o choque, não houve. Detectaram o jogador que cometeu a infração e tal. Agora, há lances que são... Lances interpretativos. Muitos são, mas há interpretações possíveis e há interpretações, sim.
Muito acima do normal, como foi essa daí. Não houve nenhuma intensidade no contato para marcar cartão vermelho ali. É uma interpretação, para mim, absurda. Amarelinho. Um vermelho direto. Não é um lance violento, não é uma agressão. Não tem nada demais no lance para ele dar um cartão vermelho ali. Não tem muita intensidade, não tem nada. É uma interpretação muito discutível. Outro dia eu defendi essa questão aqui do lance interpretativo.
E aí, a lance... Você vai olhar e uns vão achar uma coisa, outros vão achar outra. Eu não consigo encontrar quem imagine que isso aí seja cartão vermelho. Com certeza. Geralmente o torcedor do time. Com certeza. Com certeza. Tirando ele mesmo. Tomado por paixão. O lance do pênalti é lance interpretativo? Vamos para o lance do pênalti? Estou esperando o meu chefe chamar aqui para poder apilar sobre ele. Vamos lá, vamos lá. Primeiro lance, então, aqui.
Deu uma maioria aqui de que o amarelo foi ok. Tático, o amarelo foi ok. Na maioria, não. Unanimidade, né? Unanimidade. É. O meu único ponto é que o VAR está chamando para reabricar. Sim. O Pedro tem essa... E aí eu entendo o ponto dele. Por vir as tortas, já está bom. Mas o amarelo ok. Meu ponto é que era um absurdo vermelho. Lá, ponto para a arbitragem, então, ok? Aqui nós estamos na versão Pedro Ivo, Premier League. Este pênalti.
É meu sonho de arbitragem. Este pênalti que o Jair, o São Jair falar dele aqui também. Vamos lá.
Quer falar? Pode, fica à vontade, Jérgio. Se abrir o assunto. Fica à vontade. De fato, porque aí vai entrar a discussão do lance interpretativo. O árbitro estava ali na frente, o VAR deveria chamar para ele olhar ali em câmera lenta, frame por frame, para saber se foi pênalti ou não. Eu achei que rolou o puxão ali do Bidu e para mim foi pênalti. Bom.
Vai, meu filho. Não. Para mim, o futebol é um esporte que permite o contato. E não houve intensidade alguma. Para o jogador se lançar o marcador. Ele não é mais por isso. Obviamente, ele percebe que houve o toque. Porque ele sabe onde está. E ele se joga no chão. Ele sabe onde está. Então, para mim, isso é a cavada clássica que existe no futebol brasileiro. E o árbitro embarcou na dele. E aí o VAR não chama. O mesmo VAR que reapitou o outro lance, nesse lance ele se nega a reapitar.
Aí vale a máxima do não intervencionismo. Foi nisso que o Diniz se referiu. Foi a isso que ele se referiu. Então ele não tinha que ter entrado nenhum dos dois lanços. Ou entrado nos dois. Ou entrado nos dois ou não entrado ninguém. Ou é pra todo lance ou não é pra todo lance. O árbitro tá muito perto do lance, tá de frente, não tem ninguém entre ele e a jogada. E eu acho que é um contato pra pênalti. Teve uma hora que cercaram ele lá e ele ficou...
Eu não vi pra ser pênalti. Teve uma hora que eles cercaram ele lá e ele só ficou falando foi pênalti, foi pênalti, foi pênalti. Como se estivesse conversando.
com alguém que estivesse lá na orelha dele enquanto os jogadores estavam ali aos belos. E ele já vai meio que tentando buscar, porque o jogador sabe onde ele está, o contexto que ele está inserido. Para mim não foi pernante para mim, eu estou com o gênio. Não tem essa carga aí não, e também não acho, tinha que ter chamado como não acho.
É uma gritaria doida. No primeiro lance ali. Foi pra mim. O Biner falou que a arbitragem da Premier League é a arbitragem dos sonhos dele. Meu é. Hoje pela manhã eu comentei o jogo entre o Bournemouth e o Crystal Palace. E houve um pênalti pra mim também que... Nossa, não imaginei que poderia marcar um pênalti daquele na Premier League. E não teve bar. Uma bela cavada do Senese. Saqueiro argentino.
Vai ver que ele assistiu o jogo, mas eu vou fazer a mesma coisa aqui. O Birner vai dar a opinião dele, mas só pra pontuar, aproveitando que tava em lupa. Pra mim, o Bidu, ele se acusa no momento que ele puxa, tá ali o movimento, mesmo que seja leve, tá? Não tô falando que foi um movimento assintoso, que foi super pesado.
Mas ele dá o puxão, o Carlos Eduardo sente, e aí eu concordo com o Eugênio, ele força a queda, porque ele sabe onde é que ele está, o Pedro falou a mesma coisa, mas ao levantar o braço lá, eu não fiz nada, ele dá o puxão ali, olha lá, o desespero de levantar o braço para mostrar que não fez absolutamente nada. Aí ele se acusou? Para mim ele se acusou. O árbitro, é assim, é bom lembrar, eu sempre costumo pontuar isso aqui, o posicionamento do árbitro.
O posicionamento do árbitro é perfeito. Ele está em cima. Ele está muito em cima. Por mais que, às vezes, os lances sejam rápidos, mesmo na cara do árbitro, o lance rápido, ou ele está olhando na direção ali em cima e não percebe um trança-pé ali embaixo, alguma coisa assim, às vezes acontece, mesmo estando perto. Esse lance ali está muito claro de identificar de onde ele está. Até a distância dele, ele tem um ângulo perfeito ali para analisar o que aconteceu. E não teve trança-pé. Vai, Bruno. É.
Infelizmente, no futebol brasileiro, esses pênaltis são marcados várias vezes. Mas você não daria. Não, eu acho que esses pênaltis fazem parte de um plano secreto que não existe para a destruição do futebol. Plano secreto. É uma conspiração. Esse plano foi criado pelos... Como é isso?
Explica aí. Assim, quando as câmeras começaram a mostrar todos os lances e as pessoas que acham que o futebol de campo é de um jeito que ele não é e querem transportar para o futebol de campo os padrões e critérios do que jogam no seu condomínio, no seu jogo de sua site, começaram a ter uma grita muito grande. No jogo de sua site sai da uma treta danada. No jogo de sua site o mundo acaba. Sai da uma treta danada.
E aí, como a opinião pública tem muita força, os árbitros e os próprios dirigentes começaram a entender que coisas que nunca eram marcadas no futebol deveriam ser marcadas. Essa é uma delas. Então isso pertence a um futebol novo, a um futebol, digamos assim...
Pelo lado ruim, ele tem coisas boas também contemporâneo. É óbvio que quando o jogador se joga, você não marca o pênalti. Para mim, isso é muito óbvio. E para mim, é muito óbvio que o jogador do Mirasócio jogou. Mas o futebol brasileiro, já que a gente busca qualquer coisa miserável que se aproxime de um critério, esse tipo de lance costuma ser marcado. Então, eu acho que não é pênalti. Os árbitros aqui marcam. Então, ok.
Como disse o Eugênio e como também disse o Jailson, o tal do lance interpretativo, aqui você pode fazer o que quiser e decidir marcar. Então, para a maioria aqui não foi pênalti. É que tem argumento, é tanta falta de critério, é tanta absurda. É que se a pessoa quiser, tem argumento para tudo que é tipo de marcação no Brasil e nenhuma necessariamente está correta. Mas tudo não, porque uma vez já foi assim e aí acaba... Aí vai puxar.
É uma loucura, porque a gente fica aqui, eu sempre falo, chovendo no molhado, porque aí semana que vem é outro lance, outro argumento, é treinador. Só que eu entendo o corintiano que vira e fala que a coisa foi ali um pouco alterada, porque é o time dele, é a paixão, é o jogo. É um time que não conseguiu jogar, então precisava ter alguma coisa ali que talvez facilitasse, que eu digo, do jogo em si, algo que não viesse o gol, não virasse pênalti.
E o corintiano, assim como o Diniz, que hoje é um corintiano, tem razão em reclamar do segundo gol do Mirasol? Não. Vamos colocar lá.
Puxada lá, camisa do garro, enfim. Aí é o contrário. Aí é uma evocação pelos detalhes, o excesso de minúcias. Encostou é falta, encostou é pênalti. Diniz evoca isso, o que ele reclama, Lula, do pênalti. Ele evoca a seu favor para tentar invalidar o segundo gol.
Não é assim que funciona? Fora da área de um jeito, tem da área de outro jeito. Isso aqui é uma loucura, William. Eu não tenho nem clareza se o carro é pisado ou se ele pisa e cai pelo pisão que desequilibra. Tanto que ele levanta rápido. Ele levanta rápido. Nem reclama. Eu acho que ele pisa, vira o pé e levanta rápido. Ele perde duas divididas no mesmo lance. Ah, levantou, já levantou. É, e nem faz menção de reclamar de falta.
É uma dividida, perdeu. Ele perde duas, ele não é um jogador físico. Ele não é forte no duelo.
Ele perdeu. É do jogo. Eu gosto muito do Diniz, mas ele se perde também quando ele vai apelar para esse tipo de reclamação. Sinceramente, essa daí... Mas qual é que ele não se perde às vezes? Mas eu espero... Um show, Gêrio. Eu espero daqueles que eu considero mais sensatos, e há alguns que fazem isso, não recorrerem a esse tipo de reclamação. E o Diniz vira e mexe e recorre. Só não reclama quando é a favor dele, gente. Mas há os que preferem ser aposentado.
Então, dificilmente o árbitro vai vir. Ah, o juizão ali hoje me beneficiou, ele errou ali, foi o benefício do meu time. Não, vai calar a boca e vai fingir que nada aconteceu. E aí quando justamente tiver algo contra o time dele na cabeça dele, ainda mais num jogo que faltava um argumento para o Corinthians, o Corinthians não conseguia jogar, ele tem que fazer. Ele vai e arruma alguma outra coisa para reclamar. O Dorival também vira e mexe e falava aqui. É, mano.
Havia uma conspiração contra o Corinthians. Todos os treinadores vão falar a mesma coisa. Esse é o Corinthians, do Palmeiras, do Botafogo. Lembra o texto de conspiração? Vai lá fazer o dossiê de 2023. Mas a história do futebol brasileiro repleta, olhada com o Lupa.
pode sugerir que algumas vezes isso tenha acontecido. Nesses casos que você citaram, não aconteceram. É, o futebol italiano agora, novamente. O homem das escalas da arbitragem no futebol italiano está agora de novo. Aqui a gente, semanalmente, usa somente a narrativa de perseguição da arbitragem toda semana. Se não é perseguição ao seu time, é benefício a um outro time. Exatamente.
Isso é muito pobre, é muito pequeno, é muito raso e não ajuda em nada o futebol. Mas isso reverbera e isso... Sim, lamentavelmente. Eu acho que muitas vezes a pessoa não faz porque acredita. Faz porque sabe que reverbera e muitas vezes o discurso é de muito tempo coletivo.
é pra se defender é pra pressionar e é pra se defender e a partir do momento que eu corroboro que eu endosso o que eu falo demais até é quando eu falo assim cara, tu consigo enraizar ali o pensamento do torcedor que hoje foi somente uma questão de arbitragem eu tô defendendo meu trabalho também contra uma possível crítica do torcedor então sabe que isso faz barulho também não necessariamente fala por convicção
Péssimo! Já tô recebendo! Já tá bombando aí, amigão! Você também tá sendo pressionado, é isso? Você não vai falar da foto? A pressão vem aqui, meu amigo! E você aqui, ó, chora!
O que eu admiro muito... Tem aderência. O que eu admiro muito tem vários colegas de trabalho. O Eugênio é um amigo. Ele acabou de falar, mas isso não ajuda em nada o futebol. Aí o professor Calçade está sempre aqui falando do calendário. Ah, isso não é bom para o futebol. E eles têm razão. Só que ninguém está preocupado com isso.
Só se querem ganhar. Desculpa ser pragmático, mas... É o próprio umbigo. É o próprio umbigo. O que me irrita, desculpa. E não vou te cariguar porque ganhar também. Pelo bem do futebol brasileiro. O foco não é ajudar. Pelo bem do futebol. Tô pensando no bem do futebol brasileiro. Cada vez que eu falo isso, morre um pão.
Hoje é o dia de mundo real aqui. Hoje é o cara de batismo puro. Esse era um discurso de arquibancada. Passou a ser um discurso de dirigentes e está pegando boa parte da mídia. Sem nenhuma responsabilidade com nada. Vocês da mídia, viu? Tem uma mídia cada vez mais ampla, mais extensa.
mais abrangente e talvez por isso... Cada vez que ela se abre mais... Mais ampla, mais abrangente e cada vez mais falando de menos coisas. O Züller aqui falou que a gente está puxando o saco do Corinthians. Olha que loucura. Quem falou isso? O Züller aqui. O povo aqui no chat é maravilhoso.
Júlio Roteiro já mandou o segue o líder aqui. Segue o líder, segue o líder. Aliás, o líder do campeonato, ele poderia estar sendo nesse momento meio que incomodado pelo Fluminense. O Flamengo empatou, o Fluminense se venceu a sua partida contra o Inter, que estava ali. Nesse momento é briga para não cair ainda. A realidade do Internacional no campeonato, né?
Internacional só tinha vencido um jogo em casa até agora. E aí se o Fluminense vence, é Tamanacoal e Andurema. Não está, realmente segue o líder, porque o Fluminense perdeu uma oportunidade também, embora jogando fora de casa, mas perdeu uma oportunidade de colar. E aí o Internacional venceu apenas o segundo jogo fora de casa, mas para dar um pequeno respiro ali dentro de casa, mas dá apenas um pequeno respiro ali com relação aos anos no rebaixamento.
O Internacional, com as semanas de folga que vai ter, que são feitas a Copa do Brasil, está fora de tudo que é competição. Você percebe alguma evolução? Está andando para frente? Aproveitou, né, William? Sinceramente, o Pesolano vai tentando, de alguma forma, dialogar com esse time. Cada jogo ele tenta...
Uma formatação diferente dessa equipe, Carboneiro, por exemplo, está alternando entre ser titular e ser reserva, Allan Patrick ora titular, ora reserva, Alejandro a mesma coisa. E o principal jogador que hoje saiu aplaudido de pé do Beira Rio, o Bernabéi. Meteu o gol, mas é que o Bernabéi tem...
Tido a oportunidade de ser o lateral esquerdo, fica ali guardando um pouco mais a posição quando o Pesolano escolhe jogar com outro ponta. E hoje ele escolheu começar já com o Bernabé na segunda linha e o Matheus Bahia fazendo ali a função de lateral esquerdo pelo Internacional. Eu acredito que o Internacional tenha aproveitado as oportunidades, principalmente o Arana deu uma dormida.
considerável, o Vitinho que tinha acabado de entrar, consegue entrar nas costas dele, e o Alejandro acaba fazendo gol. E o primeiro gol, um pivosaço do Alejandro, a gente falava ali. Foi um belo giro e ele consegue servir. Assim, o Fluminense... Eu estava até falando ali agora, antes de vir para cá, né? Que loucura o Fluminense tendo que poupar contra o Internacional no Beira Rio, no Brasileiro, por conta do Rivadavia, na Libertadores. Que é a melhor campanha do Corinthians. Exatamente, que é a melhor campanha.
O Fluminense perdeu em casa, exato. O Fluminense muito mal. E aí tu pega o momento individual de alguns jogadores, né? O Serna perdendo esse gol, o Savarino que tava no banco de reservas, o Zubildia tendo que poupar alguns jogadores. Entra com a linha de três que não funcionou em absolutamente nada. É um time com três zagueiros e aquela lógica que não necessariamente... Três zagueiros e três volantes. Você tá mais protegido nem que o três volantes.
O time estava exposto. Exatamente. E assim, me parece... É porque não treina dessa forma.
Me parece uma tentativa, começa a me parecer, muito pressionado, está claro, uma tentativa de algo que não existiu até aqui. E preocupa muito a situação do Zubel Díaco, porque ele começa a se defender de um jeito... Ele começa a ficar um pouco descolado da realidade na entrevista, se defendendo com argumentos que não se sustentam. E ele não é um cara burro, e ele não é um cara de pouco futebol. Só que me parece que ali ele não está sabendo para a gente ter um trabalho dele.
Ele se defendeu com o resultado do Campeonato Brasileiro, a posição do time do Campeonato Brasileiro, e garantiu que o Fluminense classifica.
Como é que você garante? Me parece que o Eduardo Ivaldo na seleção começou a garantir um monte de coisa que não tinha mais, um trabalho que não existia. Porque a pergunta é a seguinte. Eu vou estar no C&A, eu vou classificar não sei o que, eu vou fazer. Eu não sei como, mas eu estou garantindo que eu vou chegar lá. A partir do momento que o cara garante que o time vai se classificar da Libertadores.
O jogo deste meio de semana contra o Rivadavia fora de casa. É tudo ou nada? Contra o bom Rivadavia. Contra o bom Rivadavia. Contra o bom Rivadavia. Desconhecido para a gente, mas a gente já avisava. A gente já viu um grande pôr. Desconhecido em Rivadavia, mas quem acompanha a gente aqui sabe desde o sorteio que ele é um dos times de melhor desempenho dentro do Campeonato Argentino. Perfeito.
Líder da Copa Argentina ano passado. Líder da tábua do álcool. Me parece que o crédito dele está acabando e ele pegou um pouquinho que ele tem para dobrar uma aposta que não tem nem como bancar. Aí três zagueiros, aí três volantes, estou dizendo que vai ser, não tenho trabalho para isso. A única válvula de escada é o Soteudo. Me parece um desespero. Toda hora a bola nele. E o Soteudo tendo que passar por dois, três jogadores. Cara, depois que o Lute e o Martinelli se machucaram.
O Lute principalmente. O Martinelli para mim também é igual. A combinação. Mas ofensivamente passava muito pelo Lute.
Claro, ofensivamente era o Lúcio. Mas isso caiu pra mim um eixo do time. Só que aí, querendo ou não... Ele perde ofensivamente, ele perde o eixo do time. Você ainda tem o Savarino que ali... Só que o Savarino tá ficando esgotado, porque fica tudo em cima do Savarino. E aí o Savarino... O Savarino que antes era preferido. Agora é a solução. Agora é a solução indiscutível. Tem que ter o Savarino. Tem pra onde correr. Mas, de fato, pra mim, o Lúcio Acosta, o Zubeldia perde o Lúcio.
E o Martinelli, aí, pra mim, ele entra nessa questão que o Pedro Ivo tava falando. Desmonta. Desmonta, ficou perdido, tá tentando aí, de alguma forma... Aí hoje tentou com linha de três, três zagueiros, três volantes, ficou sem válvula de escape, porque Samuel Xavier, tentando pelo lado direito, não tava conseguindo avançar tanto, porque o Bernabé tava ali nas costas dele o tempo todo. O Arana tentando chegar um pouco mais ofensivamente, só que também tendo problema na recomposição. E o Soteudo...
Toda hora pegando a bola e tinham dois, três em cima dele. E aí por dentro não tinha jogo. Aí era justamente o contrário do que a gente estava falando do Corinthians. O por dentro não tinha jogo, porque não tinha o Lúcio, não tinha o Martinelli. Aí pra mim o Zubel Dias tinha sentido muita falta desses dois caras fundamentais.
Vamos fazer um intervalinho. É hora do Birner promover saúde e paz. Principalmente paz no chat, tá bom, Vitor? Eu, assim, eu desejo paz para todo mundo. Inclusive para mim, às vezes eu também não tenho. Não precisa. Mas, assim, cada um tem que tomar as suas decisões, né? Exatamente. Eu sei o momento que ele não tem. Olha, não vamos falar do Flamengo hoje. Fazer um esforço. No próximo bloco, o empate entre Flamengo e Vá. Está 2x0 para o Flamengo.
Tudo certo, bacana. Hoje é a bola da adversária. Aí o Vasco foi lá e, rapaz, a partir dos 38 do segundo tempo começou a remontada a vascaína. O vascaína na redação falou assim, mas... Remontada não, né? Porque remontada seria que se tivesse vencido o jogo.
essa coisa de te vencer o jogo. A reação. Eu acho que pra quem tá perdendo de 2 a 0, tu vai buscar um empate, o negócio praticamente é uma vitória. É, mas não é uma vitória, é um empate. Se tivesse virado o jogo, seria uma remontada. Mas é um empate com sabor de vitória. Sabor de vitória. Só contou um pontinho na tabela que foi pouco porque o Vasco precisa hoje. Se eu fosse vascaíno hoje, eu seria uma sensação de goleada.
Um pontinho na tabela, o Will. Vamos lá para o YouTube. E você quer passe do chat, depois da sua declaração. O senhor é o hipócrita. Engoleada, calma lá, cara. O senhor é o hipócrita. Em relação ao jogo, o que é que eu posso vos dizer? Posso vos dizer que nós tivemos talvez 70 minutos, 75 minutos aceitáveis. Fizemos dois golos, tivemos mais uma ou duas situações.
pois a partir desse momento entregámos o jogo ao adversário.
e isso permitia que o adversário crescesse. Não tivemos bem. E que eu, toda a gente é responsável, mas eu sou o grande responsável, porque eu não consegui meter dentro da equipa os jogadores que mudassem ou que mantivessem o nível de exibição nos primeiros 70 minutos. Quando a gente entra a ganhar, temos de estimar a responsabilidade quando entra-se a perder. Quando a perder já está perdido, tudo o que nós fizemos é positivo. Quando está a ganhar, guardar resultado.
É uma coisa muito importante. Jogo um minuto, ou jogo dez, ou jogo quinze, é fundamental. E no desporto da Copa de Céu, isso tem que ser uma diretriz marcante naquilo que eu acredito como equipa. O resultado de um jogo depende dos jogadores. Eu converso, eu fico lapidando os jogadores, fico ensinando da melhor maneira possível, independente dos jogadores de cada posição. Procuro treiná-los na parte.
técnica, de tática principalmente. Aliás, o primeiro gol foi bastante treinado, inclusive. Nós sabíamos que o Flamengo, eu passei o vídeo pra eles, o Flamengo tá tomando alguns gols naquele setor do campo, por isso que eu falei pra eles atacarem bem, por isso que hoje você vê que nós não batemos o escanteio curto, batemos a bola na área, justamente ali onde o Hobbit fez o gol. Nós treinamos, sabíamos que nós poderíamos tirar proveito disso e tiramos. E depois na bola era, de novo,
O Coetze, sempre falo para eles, coloque a bola na área que lá tudo acontece. O Coetze colocou a bola na área, o Hugo entrou, fez o gol de 2 a 0, aqui dentro do Maracanã não é fácil. Mesmo assim a gente soube reagir. E como eu falei, ganhamos um ponto. Mas para a gente foram três, porque realmente pelo que estava acontecendo estava difícil.
continua a situação esse pensamento eu estou nessa pegada do Renato é isso rapaz, brincadeiras à parte é assim, resiliência não falta para esse invasco do Renato pode faltar outras coisas, pode discutir é o time que foi buscar a virada contra o Palmeiras é o time que foi buscar a empate contra o Cruzeiro é o time que foi buscar a virada contra o Fluminense é o time que saiu de um 0x2 para um 2x2 contra o Flamengo, isso aí não dá para negar né Eugênio
Não dá para negar, imagino eu que passa também pelo Renato.
não só por ele, passa pelo que a torcida consegue fazer na arquibancada, mesmo em inferioridade, hoje era um número bem menor, e todos que estavam no Maracanã destacaram isso, como a torcida empurrava, inclusive os jogadores na saída do campo, mesmo ainda com 2x0 no placar para o Flamengo. A torcida acreditava, empurrava o time, lembrando com certeza da virada sobre o Fluminense, ainda nesse campeonato brasileiro.
também dá um ânimo muito grande aos jogadores em campo. Mas tem várias outras questões que ajudam a explicar o que aconteceu. Nada é 100% exato no futebol, tem muita aleatoriedade. Mas o técnico do Flamengo, Leonardo Jardim, falou abertamente que o time dele entregou o jogo ao Vasco.
É verdade. Passa por isso. O jogo foi definido a partir das substituições de ambos os lados. O Vasco melhora muito com as substituições e alguma coisa que a gente tem comentado, o Pedro até falava agora há pouco. Renato, muitas vezes deixa os melhores jogadores no banco.
E pode ser uma estratégia isso mesmo, para pegar o time adversário mais cansado e colocar seus melhores jogadores no momento. Mas que coragem, gente. Que estratégia, hein? Escalar com os melhores no banco contra o Flamengo é porque o Flamengo ajudou. Até porque alguns desses jogadores foram titulares quinta-feira contra o Olympia, né? Acho que teve uma vitória importante na sul-americana contra o melhor time do grupo.
Por exemplo, o Adson foi o melhor em campo naquele jogo. E o Adson foi um dos que entraram no segundo tempo e ele ajudou bastante o Vasco. Jogando aberto ali, depois o Andrés Gomes caiu no mesmo lado que ele. O Vasco insistiu muito por aquele lado direito. Mas isso mostra também, Pedro, que hoje o Vasco dá ao Renato uma variedade de elenco que não tinha.
Um ano atrás, por exemplo, quando o Carilli era o técnico, depois quando o Diniz chegou. Hoje você tem mais, não estou dizendo qualidade não, tem mais quantidade de jogadores que você pode usar em algum momento. Eu poderia bater mais nessa tecla se você tivesse muita qualidade começando o jogo e muita qualidade entrando no segundo tempo. Mas aí se você comparar com o Flamengo você nunca vai ter mais qualidade. Mas é o jeito que ele tenta falar. É comparando com o que o próprio Vasco tinha há um ano.
Há um ano e alguns meses, no início da temporada passada, e o que tinha antes disso. A exceção ali do comando de ataque, onde o Vasco tinha o Verrete e o Rayan, que entregavam mais do que os atacantes entregam hoje, dos que estão lá. Mas é um elenco mais encorpado e que permite a ele girar mais e colocar jogadores importantes. Só para entender de vocês, quem deveria ter começado jogando, na opinião de vocês?
Eu tenho várias opiniões em relação às opções que o Renato faz. Por exemplo, eu não consigo entender o David de centroavante. Para mim, o que começou ele não deveria. Tinha um trem, pô. David, Brenner e o Spinelli. Brenner não tem como. O Brenner hoje...
Começou mais da esquerda, depois centralizou um pouco e tal. E acho que é mais que nome, Vitor. Acho que é muito de o que ele pensa para o início do jogo e depois o que ele pensa para o início do jogo. O David até entende por causa dessa velocidade. Apesar dos limites técnicos, o Brendan não entende também. Só um detalhe aí para a tela, aquela história. Times que mais conquistaram pontos após sair perdendo no Brasileirão. Vasco, 11 pontos em 8 jogos. O Bahia, 10 em 1.
Quem olha isso trata também um pontinho. Hoje eu estou com o Gênesis, como eu acho que é algo fora da curva. Os três pontos hoje, talvez, que o Renato queira se referir, talvez dialoguem muito mais com um Vasco que, sim, há muito tempo sofre contra o Flamengo. Lembrando que aí tem uma virada contra o Palmeiras também. Sofre contra o Flamengo e hoje evita uma derrota e vem de uma vitória contra o Olímpia. Pode pensar...
Tem muito mais a ver do emocional, do anímico, do que exatamente a pontuação. No passado, o Vasco não perdeu para o Flamengo no Brasileiro. E tem muito mais a ver hoje com que o Flamengo dá ao Vasco do que só o que o Vasco constrói. O Flamengo hoje coloca o Vasco no jogo.
Porque não é comum o Vasco ter bola, ter volume num histórico recente de Vasco e Flamengo. O Flamengo, e não é a primeira vez, ele faz um gol e baixa bloco. Faz o gol e dá campo. Mas isso é... Faz o gol e dá bola. E o Vasco, que não necessariamente é um time que trata a bola, ou que não necessariamente vai pegar a bola pra partir pra cima, ele se viu diante de um cenário que, opa, eu posso jogar. O Flamengo foi chamando, foi chamando, foi chamando. E aí, quando teve que trocar...
Aí a troca... Isso é uma das trocas. Mas o Leonardo Diagin, ele é sincero. Ele fala, fiz uma troca. Ele não virou para falar a culpa é toda minha, quase isso, mas fiz uma troca que não funcionou. O Flamengo acha que vai ter o jogo pela bossa. Não tem a posse. A posse fica com o Vasco. O Flamengo não consegue marcar a lateral. O Flamengo é passivo. O lance, muita gente vai bater na tecla do Alassane, mas não foi só ele.
O Flamengo não consegue abordar para pressionar e o Flamengo não consegue proteger a sua área. Se é discurso do Renato ou não, mais uma vez o Flamengo das pássaros sim no miolo de área e o Vasco levanta essa bola ali. E aí, Eugênio, só para completar, e aí tem muito de um Vasco que não desiste. Isso aí eu acho médico. Isso aí é três pontos de anímico, de não perder para o rival. O Vasco termina um jogo...
encurralando o Flamengo, que, repito, no histórico recente, não é exatamente a história que se conta desse confronto. Vasco-Flamengo de 5, 10 anos, 5 anos pra cá. Então, talvez por isso. Agora, o Flamengo coloca muito também o Vasco no jogo. E as mudanças, pra tentar corrigir, colocam ainda mais. Mas acho que já é isso que você fala de mudança. Só pra contar aqui, aquele primeiro gol é fundamental, porque o jogo tava morto. É uma jogada esporádica e, a partir dali, o Vasco cresce no jogo, acreditando que dá pra virar. Mas você falou das mudanças, você falou do Alassian.
Dela Cruz não entrega intensidade. Saúl não entrega intensidade. Bruno Henrique não entregou intensidade. O Wallace perdido. E ficou uma substituição no banco. É conta do Leal Jardim também. Agora, não é a primeira vez, gente, só pra passar por isso. Não é a primeira vez. É que dessa vez, repito aqui até no comentário inicial, dessa vez a bola entrou. Não é a primeira vez que o Flamengo flerta com perder o controle. Foi contra o Galo que teve a bola no travessão? Quando ele estava... ...
Então, algumas histórias depois, a qualidade, quando a bola entra, ela acaba apagando um pouco. Mas são alguns jogos que você perdeu o controle, mas o adversário não concluiu. Hoje o Flamengo não concluiu, como em outros jogos, perdeu o controle. E o Vasco naquela do abafa.
a tranquilidade para cruzar e a falha da lei de defesa do Flamengo, construiram esse empate. Fala, Gerson. Aí tem a saída do Jorginho. Esse é o ponto para mim, o ponto principal. Jorginho, na hora que o Jorginho sai, ainda estava 2x0. E ali o Leonardo Jardim, na teoria, ele precisa oxigenar esse meio campo, mas com controle. Na ideia dele, o Saúl teria esse controle e o Saúl não teve nem de perto.
o controle de meio campo que o Jorginho estava tendo. O Saúl, basicamente, ali, em todas as ações que ele teve com a bola, ele tentando reter um pouco mais a posse, mas faltou velocidade na tentativa de encaixar, às vezes, algum contra-ataque, enfim. Até na tentativa de ferir ali, o Vasco se viu no seguinte, ó, os caras não estão mais conseguindo ficar com a posse da bola, a gente pode avançar com todo mundo, porque aí o Bruno Henrique já não estava dando mais...
a velocidade pelas pontas que o Samuel Lino estava dando, o De La Cruz que entra no lugar do Luiz Araújo, que era na tentativa de preencher um pouco mais o meio, também não conseguiu fazer. Eu nem coloco muito na conta do Alassian em relação a essa substituição, não. É mais nessa... Eu estou com o Pedro Ivo na hora que ele fala do flerte que esse Flamengo está tendo há bastante tempo, mas os adversários não estavam conseguindo marcar. E aí é o seguinte, eu estava falando ali na redação, né?
O Leonardo Jardim hoje são 15 jogos à frente do Flamengo. Em nove oportunidades, em nove jogos, o Leonardo Jardim, esse time, fez o primeiro gol antes dos 20 minutos.
Já é o costume dessa equipe jogar dessa forma. A pressão é muito alta, consegue fazer o gol cedo e acaba dando ali a bola para o adversário. Para quê? Para você tentar atrair esse adversário para você, em transições rápidas, matar o jogo. A questão é que quando sai o segundo gol do Flamengo, na teoria para o Leonardo Jardim, foi feito o que a gente precisava fazer, a gente conseguiu fazer, o trabalho está feito. 38 minutos do segundo tempo, está 2x0 para a gente, no caso para o Flamengo.
contra o arquirrival e o Vasco, na teoria, tinha tido sim algumas oportunidades, mas não tinha conseguido marcar então. Ele vai fazer algumas dessas substituições. A principal pra mim, ele já tinha feito antes, né, a do Bruno Henrique ali, mas a principal pra mim é a do Jorginho, a do Jorginho do Saúl. E aí vem a bola parada de novo, bola parada, cruzamento, e aí sobe entre o Léo Ortiz e o Léo Pereira. É o ponto pra mim na zaga, o Léo Pereira tem, novamente pra mim, tem tido um ótimo, um bom ano, né.
Sinceramente, desde o ano passado, para mim, o Léo Pereira vem muito bem. Só que o Léo Ortiz, para mim, que teve um ano espetacular na temporada passada, para mim, ele está abaixo. E assim, o Léo Ortiz, em determinado momento do jogo, perde no alto para o David. Ele tem muita dificuldade na bola aérea. E aí, o Robert Renan que faz o primeiro gol. Sobe entre os dois defensores e consegue marcar o seu gol. Ali que precisava ter o controle.
ali que precisava ter a posse da bola na tentativa de você segurar a vitória porque você estava ganhando de 2 a 0 você estava diminuindo a distância do Palmeiras e o Vasco já estava no abafo o Vasco já estava naquela ali, a gente fez o primeiro gol vamos acreditar até o final que a gente vai conseguir empatar esse jogo e aí mais um cruzamento para a área o Vasco consegue chegar ao seu gol então para mim o controle que o Leonardo Jorginho falou, e aí para mim pesa muito a saída do Jorginho, é justamente na hora do 2 a 1 o Pedro
Pode falar, pode falar, que eu vou passar a bola. A gente falava dos desfalques do Corinthians antes. Arrascaeta, Paquetá e Carrascal. Faltou meia. Essa é a mesma função. Não são três desfalques quaisquer. São jogadores importantíssimos justamente nesse controle. Retir a bola. Que o Jailson falava. E o Flamengo, sem os três, sofreu quando precisou mudar. E assim, talvez se pudesse mudar um jogador, outro jogador, ele tira.
O Jorginho já falado, mas ele tira o Plata, tira o Lino e tira o Luiz Araújo. É muita mudança para jogadores que vêm sem ritmo. O Plata fica. Desculpa, o Plata fica. Luiz Araújo, Lino, Jorginho e Pedro. É isso, são os que saem. Desculpa, errei um. É muita gente fora do ritmo para entrar no time. Eu só acho que...
Ele tira o Plata do meio e joga para a ponta. A versão boa do Flamengo, o Felipe Luiz, teria funcionado nesse jogo, porque ele poderia abrir mão do meia para ter muita pressão alta. E a bola aérea do Flamengo com o Felipe Luiz decidiu a Libertadores contra o time que tem a melhor bola aérea dos últimos anos do futebol brasileiro. E nesse nível caiu. Esse nível caiu muito. Esse ano caiu muito com...
É com a mudança de treinador. Essa questão da bola era defensiva. É, porque o trabalho caiu, esse nível. A questão hoje pra mim era patente, porque o Mocupe constrói, né? Essa pressão alta que você falou, que você destacou de fato. Ele abriu mão completamente. É isso.
Cara, ele hoje vai na contramão de tudo que ele vinha fazendo e acreditava. Isso que me chama um pouco mais a atenção. E a bola aérea tinha um amigo Caio, que era o responsável da bola aérea. E você precisa saber contra quem você está jogando. O Vasco de hoje, ainda que seja um rival e tudo mais, é um time que o Flamengo tem condição de fazer um, pressionar, fazer dois, pressionar, esticar, para depois você negociar com o jogo. Foi isso que aconteceu.
Ô Pedro, você que já sabe a convocação da Seleção Brasileira, tá aguardando por uma questão ética, o Tchelote já passou por você. Todos os convocados eles sabem, as dúvidas do Tchelote são as mesmas dele. É, tá tudo certinho. Estuda isso diariamente. Estuda isso diariamente, já tá na manga. O seu xará, toda rodada aqui a gente tá trazendo o xará aqui na pauta, porque toda hora o xará tá entregando.
Toda hora. Cada jogo o Pedro aproveita como o Neymar deveria aproveitar, né? Aí o Pedro aproveita. Então, olha só. 15 jogos desde a estreia do Leonardo Jardim. Ele é o que mais atuou. Ele é o artilheiro com 10 gols. Ele é o quarto em assistências, ou seja, são 12 participações em gols. Ele é o cara com mais participações em gols no Flamengo na era Leonardo Jardim. Vitórias garantidas com gols ou assistências.
Cinco. Cinco. Ele é o que mais resolve jogos para o Flamengo na era Leonardo Jardim. Então, cada jogo... Semana passada o André Kfouri estava aqui e falou assim, o que eu vi do Pedro foi um recital.
E hoje o Pedro mais uma vez um bom jogo, fazendo gols, jogadas de efeito, inclusive, mostrando muita habilidade. E primeiro gol, uma sociedade, né? E uma sociedade que assinou... A defesa do Vasco, né? Ele tem uma finalização maravilhosa, mas ele já participa antes, né? Mas é importante frisar também, o quão frágil é aquela dupla de zaga ali que permite ele pintar e bordar a zaga, ele não tem nada com isso. Mas ele não tem nada com isso, assim, por exemplo, com o Atlético Mineiro também, o Flamengo passou o carro, enfim, né? Mas é certo. Hoje o Flamengo ficou no empate.
O Pedro, nesse período, ficou mais próximo de uma convocação ou não? Ou menos distante. Eu acho que se assemelha muito à história do Hendrick no início do ano.
que era alguém que não se considerava tanto, mas ele na marra ele vai se escalando, né? Na marra ele vai pedindo passagem. Eu acho que o Antielote sai da data FIFA de março com pouquíssimas dúvidas, e duas das dúvidas a gente trazia aqui a informação, diziam respeito ao setor ofensivo.
e mesmo perdendo jogadores por ali, como o Estevam e tudo mais, não é que ele já decidiu, mas ele tem o Hendry como opção, ele tem o Igor Thiago como opção, e agora sim o Pedro se coloca ali como opção. O que eu acho é, a gente tende a imaginar que a seleção só observa quem vai ser convocado, mas uma das coisas que eles sempre batem na tecla, em conversa e tudo mais, é que você precisa pelo menos ter aquele goleiro que você vai chamar se der qualquer problema, o lateral que você vai chamar se der qualquer problema.
O zagueiro, que você pode contar se der qualquer problema. O meio e tudo mais. E o atacante, se der qualquer problema. O Pedro, ainda que não esteja na lista de 18 de maio, aí ele está mais perto de ser esse cara que, com qualquer problema, ele possa se apresentar. Ainda vejo o Hendrik. Não estou falando de mesma posição, mas de corrida. Um pouquinho à frente. O Igor Thiago está um pouquinho à frente. O Ryan acho que é uma questão muito específica.
Se vacilar alguém, tiver algum problema, além do Estevam, ele pode pintar, mas não acho que vai pintar de primeiro momento.
E o Pedro está ali. Ele está lembrando para o Antielotti que ele está ali. Se ele quiser ter mais uma opção, ele está ali. Se tiver algum outro problema, ele está ali. Se ele vier numa crescente muito maior, o Igor Thiago tiver alguma situação, porque eles gostaram muito, sim, do Igor Thiago. Ainda é uma opinião minha. Eles gostaram muito do Igor Thiago. E foi bem mesmo. O período que estiveram juntos ali em março. E continua bem onde joga.
Então, assim, eu acho que o Pedro está menos distante. Se ele antes não era tão considerado, antes ele está ali naqueles, digamos, 30 nomes ali para sobrar 26. São 55. Segunda-feira que vem sai uma lista para a FIFA, né? Fechado, a CBF não vai divulgar uma lista com 55 nomes. O Pedro certamente estará.
E aí ele começa a se colocar e aí vira muito uma coisa ele de afunilar no dia 17, no dia 16. Tem a convocação, né, Pedro? E dali até a Copa... Tem muita coisa. Ainda pode ter corte. Até 24 horas antes da estreia você pode fazer corte. Tem os meios também na sua conta, pô.
E você pode virar e falar, perdi um cara aqui, não. Então talvez eu queira um homem a mais de frente, vamos levar um cara. Tudo mais. E aí vai pesar fase, vai pesar físico, vai pesar tudo mais. O Atilotti hoje estava lá para assistir a esse Pedro. E certamente gostou muito do que assistiu.
Só corroborando o que o Pedro está falando, porque ao meu ver ainda tem a questão dos meias também, que pode mexer no número de atacantes. Então, por exemplo, o Danilo que a gente falou, Danilo Santos, que jogou pra caramba agora na última data FIFA, primeira vez, basicamente, que ele teve oportunidade ali com o Antielote, ele deitou, foi muito bem.
E continua jogando muito bem no Botafogo. Então, ah, o Danilo já está certo ali. Aí, por exemplo, o Paquetá começa a jogar bem no Flamengo na função de 8 ali e 10. Então fica aquela discussão. Eles brigam pela mesma vaga ou ele vai tirar um dos atacantes, vai levar os dois. Então tem muito disso. O Antelote provavelmente vai queimar ali, né? A cabeça até a hora da lista final para decidir a questão, principalmente em número por setor.
Por isso que eu entendo muito o que o Pedro falou em relação ao seu cara da emergência. Porque, de fato, a briga do Pedro, diretamente falando, com o Igor Thiago e com o Hendrickson, de dois caras que agradaram. Os dois jogaram bem. Os dois agradaram o Antielote. Então, no sentido de, provavelmente, ele vai ser esse o nome da emergência, a não ser que aconteça alguma coisa e ele vai furar. Ou alguma coisa em outro setor. Eu prefiro levar outro nove. Pronto, vou levar outro nove que deu alguma coisa aqui, alguma ponta.
Vou com o homem ao menos na ponte e vou levar o Henrique para se precisar. Eu uso o Henrique ali. O Pedro, para mim, ele entrou em um estágio acima de desempenho a partir do jogo com o Fluminense.
E aí ele está sobrando. Hoje ele jogou muita bola. Muita bola. Mas o que acontece, eu vou até perguntar para o Pedro. Esse Pedro aqui. Para o Pedro Ivo aqui. Nosso Pedro. Nosso camisa 9. Tem que perguntar, aproveitar, só para falar para o fã de esporte. A gente aproveita que a gente está no ar, a gente vai perguntando as coisas para ele também. Exatamente. Agora o doar ele esconde. Começa.
Nesses 26, ou sei lá, 24, 23 já definidos, tem o outro Pedro, esse outro Pedro, o João Pedro está certo? Cara, na cabeça da comissão, sim. Porque ele não tem entregado, né? Mas é aquela coisa, eu também fico me perguntando às vezes, tem um grupo ali de jogadores...
Tentar pensar rápido aqui de cabeça. Bento, muita gente questiona. Alexandro, muita gente questiona. Danilo? Danilo, muita gente questiona. Fabinho, muita gente questiona. Andrei, muita gente questiona. João Pedro, muita gente questiona. Só que a comissão entende que a Copa do Mundo não vai se dar só com 23 jogadores de momento. Ela vai se dar com gente que esteve desde o início no processo, está entendendo a coisa.
teve seu momento, e talvez se não estiver tão bem agora, teve um momento de alta nesse ciclo e se garantiu. Eu acho que o João Pedro entra muito nesse papo. Eu ficaria muito surpreso se o João Pedro sobrasse da lista, simplesmente porque o momento atual de um clube que ele está aqui, não é também um clube... O Chelsea está potencializando o Andrei? Potencializou o Chelsea, potencializou o Estevam, potencializou o João. Então, acho que o João Pedro entra muito num grau de conhecer, trabalho, confiança, potencializar e já estar aí. O João Pedro... E aí
Mesmo na seleção não teve grandes momentos. Mas no Chelsea sim. Mas pro Chelsea... Mas na seleção não, no Chelsea sim. Mas eu acho que tem muito mais a ver com o global. Não simplesmente o Igor Thiago fez o gol de Peniton, só por isso ele vai, não dá pra dizer. Mas ele vai bem pra outras coisas além disso. O João Pedro também. Estou tentando responder com a cabeça do que a gente...
E tem uma questão ambiente. Tenta colher de informação. E ele preza muito isso, para chegar agora e trocar, vir com dois jogadores, talvez. Que ele não usou ainda. Um Pedro que não usou e o Igor Tiago só usou uma data FIFA e abrir mão de um cara que ele usa, vê potencial, acredita. É coerência de trabalho, né? E se fala muito das três semanas que vai ter, e coerência de trabalho. Falando das três semanas que vai ter, né? De 27 a 31 o primeiro jogo, depois a primeira semana antes do jogo contra o Egito, o Amistoso, e a semana antes da estreia.
de entender quem já está ali, quem já conhece o ambiente. Acho que isso pesa a favor de um João Pedro, que talvez no técnico e no momento de time não esteja pesando tanto a favor. Muito bem. E só uma coisa. Não, super rápido.
O treinador Antilote certamente tem um discurso para os jogadores, onde tem uma linha de trabalho, um caminho, e se ele quebrar essa coerência na convocação, provavelmente ele perde a confiança de alguns jogadores, ou pode perder, e eu no lugar dele não correria esse risco.
porque não tem nenhum, todo respeito, Pelé, não tem nenhum Ronaldo, nenhum Neymar no lápis da forma tem pra quebrar essa coerência. E há risco de contusão pra muita gente daqui até a convocação e até a convocação. Nossa, pelo amor de Deus. Nossa, chega, chega. Tirando Casimiro e Vinícius, todo mundo tá com alguma alerta ligada ali. Dos principais titulares. Tá bom, mais uma informação aí, né? Pra quem não tinha informação, foi bem. Ponto final.
Bom, é um bom dia. Obrigado. Obrigado, meu. Uma edição para você, para a Mari, para a Cláudia. Um sucesso para o Bruno Vicari, que amanhã também entra numa nova fase aqui na emissora. Continua lá, né? No Fala Fonte. Faz uma nova fase do Fala Fonte e vai fazer a segunda edição também do Sport Center. Comigo. Com você. Então, boa sorte nessa nova fase também. Já conhece bem o horário. Já conhece bem o horário e já conhece bem o apresentador. Muito bem.
Pra quem tava com pressa pra acabar, o senhor esticou assim... É, porque... Mais uma vez sendo incoerente. Porque o negócio é o seguinte, eu preciso falar... Saúde, paz a todos e a todos, vai ser lei de semana de coração. A educação, o respeito... Especialmente ao senhor William Tavares. E a saúde, paz aos companheiros. Vamos te cumprimentar, hoje não. Olha lá, olha lá. Vocês estão vendo, né? Guerra e crise pra você.