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EBD | 7º LIÇÃO: “UMA PROVA DE FÉ: A ENTREGA DE ISAQUE”

08 de maio de 20261h17min
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EBD | 7º LIÇÃO: “UMA PROVA DE FÉ: A ENTREGA DE ISAQUE”

Participantes neste episódio4
A

Alessandro Barreto

ConvidadoEvangelista
G

Givanildo Hermano

ConvidadoProfessor
J

Jonas Santana

ConvidadoProfessor
N

Nade Jackson

ConvidadoPastor
Assuntos3
  • Declarações de féO chamado de Abraão · A fé e obediência de Abraão · Deus provando Abraão · O sacrifício de Isaac · Tipologia de Cristo · A promessa confirmada · A fé de Isaac · A provisão de Deus · A recompensa divina · A maturidade espiritual de Abraão
  • Estudo Bíblico EfésiosTraduções da Bíblia · O sacrifício humano na Bíblia · A natureza de Deus (santidade, justiça) · Diferença entre prova e tentação · Tipologia bíblica · A lei e o pacto noético
  • Vida de CristoFé e obediência em meio às dificuldades · A importância da submissão a Deus · Consequências dos atos humanos · O amor a Deus acima de tudo
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Queridos irmãos, a paz do Senhor Jesus, estamos começando o programa Escola Bíblica Dominical. Obrigado por sua audiência. Que Deus continue abençoando você e toda a sua família através deste programa. Esta programação está no ar em Recife, região metropolitana, através do Canal 14 e em todo o estado de Pernambuco, pelas repetidoras da Rede Brasil.

Também estamos no Spotify e em nosso canal no YouTube Rede Brasil Oficial. Aproveite este início de programa e compartilhe nossos links com seus amigos e familiares. Hoje estudaremos a sétima lição do trimestre com o título Uma Prova de Fé à Entrega de Isaac.

E para comentar esta lição, contamos com a presença do evangelista Alessandro Barreto, pastor irmão Alessandro. Amém, pastor Nade Jackson. Do auxiliar e professor irmão Jonas Santana, pastor Nade Jackson. Pastor Nade Jackson. E do auxiliar e professor irmão Givanildo Hermano, pastor irmão Givanildo. Paz no Senhor pastor, é um prazer estar aqui mais uma vez.

Nesta lição veremos que o chamado na vida de Abraão exigia fé e obediência. Estudaremos que Deus colocou a fé de Abraão à prova com aquilo que ele mais amava, seu filho Isaac. E por fim, mostraremos que Abraão não hesitou em fazer tudo o que Deus havia pedido. Evangelista Alessandro, o senhor poderia ler, por favor, o textuário desta semana?

Sim, pastor, diz assim, e disse, toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaac, a quem amas, e vai-te a terra demorear, e oferece-o ali holocausto sobre uma das montanhas que eu te direi. Gênesis 22,2. Irmão Jonas, qual a verdade prática desta semana? A verdade prática diz, Abraão confiava no Senhor a ponto de dizer ao seu filho, Deus proverá para si o Cordeiro.

Irmão Givanildo, quais os objetivos da lição desta semana? A lição possui três objetivos. O primeiro é mostrar que Abraão teve a sua fé provada, mesmo sendo fiel a Deus. O segundo é refletir a respeito da promessa que foi confirmada na vida de Abraão. E o terceiro e último, expor que Abraão não titubeou em oferecer a Deus o seu único filho.

A leitura bíblica em classe para a lição de hoje está em Gênesis, no capítulo 22, versículos do 1 ao 11. Acompanhe conosco.

E aconteceu, depois destas coisas, que tentou Deus a Abraão e disse-lhe, Abraão, e ele disse, eis-me aqui. E disse, toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaac, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali, em holocausto, sob uma das montanhas, que eu te direi.

Então se levantou Abraão pela manhã de madrugada e albardou o seu jumento e tomou consigo dois de seus moços, Isaac e seu filho, e fendeu lenha para o holocausto e levantou-se e foi ao lugar que Deus lhe dissera.

Ao terceiro dia, levantou Abraão os seus olhos e viu o lugar de longe. E disse Abraão a seus moços, Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moço iremos até ali, e, havendo adorado, tornaremos a vós.

E tomou Abraão a lenha do holocausto e pô-la sobre Isaac, seu filho, e ele tomou o fogo e o cutelo na sua mão, e foram ambos juntos. Então falou Isaac a Abraão, seu pai, e disse, Meu pai. E ele disse, Eis-me aqui, meu filho.

E ele disse, Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto? E disse a Abraão, Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos.

E vieram ao lugar que Deus lhes dissera. E edificou Abraão ali um altar, e pôs em ordem a lenha, e amarrou a Isaac, seu filho, e deitou-o sobre o altar, em cima da lenha. E estendeu Abraão a sua mão, e tomou o cutelo para imolar o seu filho. Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde os céus e disse, Abraão, Abraão! E ele disse, Eis-me aqui.

Queridos irmãos, estamos iniciando o seu programa Escola Bíblica Dominical e nesta oportunidade estudando a sétima lição que tem como título Uma Prova de Fé à Entrega de Isaac. Semana passada estudamos a lição 6 que teve como título O Nascimento de Isaac.

E naquela lição, baseado no livro do Gênesis, capítulo 21, versículos do 1 ao 7, nós aprendemos as consequências da impaciência de Sara. Segundo, nós também aprendemos e refletimos que Abraão teve que tomar uma atitude diante da situação. E terceiro, Agar e Ismael deixam a casa de Abraão e aprendemos, sobretudo, que Abraão e aprendemos.

que nesta lição o amor de Deus, a misericórdia de Deus esteve presente, mesmo nas decisões de maiores ajustes em relação à sua vontade, mas a misericórdia de Deus, o amor de Deus atuou de maneira cirúrgica, também consolando e amparando Agar e o seu filho.

Esta semana nós estamos estudando a lição de número 7, que tem como título uma prova de fé à entrega de Isaac. Eu acredito, evangelista Alessandro, que esse texto é um dos textos...

ou uma das histórias bíblicas mais conhecidas, onde Abraão leva o seu filho para ser oferecido a Deus. Deus pede como prova, como prova da fé de Abraão. É bem verdade que algumas pessoas às vezes criticam e dizem assim, mas Deus não conhece o coração de Abraão?

Deus não saberia que Abraão iria até as últimas consequências em obediência a Deus? É, Deus sabia, mas nós não sabíamos. E na verdade o ato do registro da prova de Deus com Abraão entra naquele princípio paulino.

de Romanos 15, 4. Tudo quanto foi escrito para nosso ensino foi escrito para que pelas consolações das escrituras tenhamos esperança. Então é nessa ótica, é nessa base que nós devemos compreender.

esta relação, esta prova de Deus com Abraão ao pedir o seu filho como sacrifício. Pastor, essa sua palavra eu penso que é muito assertiva porque já no início da lição a gente resolve aqui um problema clássico nessa passagem.

Na realidade, Deus não estava provando a si próprio, mas provando o homem chamado Abraão. Abraão precisava ser provado, não Deus. E esse versículo 1, pastor, que dizia, aconteceu depois destas coisas que tentou Deus a Abraão e disse, Abraão, e ele disse, eis-me aqui.

Esta expressão, tentou Deus, Abraão, aqui, é uma expressão chave. A versão corrigida usa a palavra tentou, mas há outras versões mais flexíveis, como a NAA ou a própria atualizada, coloca o verbo provou ou testou. Até porque no próprio texto, no hebraico, diz...

Veah Elohim Nissa et Avraham. Essa expressão, Nissa, quer dizer provar, testar. Então Deus não estava provando a si próprio, porque Deus conhece todas as coisas. Deus estava provando o próprio Abraão. Deus queria provar para Abraão de que ele o amava. Deus já sabia disso. Mas Deus queria que as outras pessoas, inclusive o próprio Abraão, soubesse disso. Então quando Deus diz assim, faz isso, e Abraão faz, como o escritório dos hebreus, diz que ele ofereceu.

Ele usa o verbo já no sentido pleno da palavra, não disse que ele ia oferecer, disse que ele ofereceu, mesmo sem ter executado. Isso mostra o que o senhor acabou de dizer, essa lição aqui é uma das mais extraordinárias. Inclusive esse texto, pastor, é um antítipo da pessoa de Cristo, Abraão como sendo um símbolo da pessoa do pai.

E o próprio Isaac como símbolo do Cordeiro, o Cordeiro de Deus que é oferecido. Então eu penso que essa sua palavra aqui abriu chaves, até para a gente desenrolar aqui o comentário que virá a posteriori. E com toda certeza, sem sombra de dúvida, no meu ponto de vista, aposto, da lição 1 até hoje, esse aqui é o clímax da experiência de Abraão.

E é uma lição muito sugestiva a um gancho evangelístico. Exatamente. Em sala de aula. Sem sombra de dúvida, pastor, porque essa lição fala de graça, essa lição fala de misericórdia, essa lição fala do sacrifício, inclusive tipologicamente, o sacrifício de Cristo, fala de uma entrega, de uma entrega total, porque Abraão fez isso.

E por que não dizer que, acima de tudo, do amor a Deus? A Bíblia diz, amarás o Senhor teu Deus sobre todas as coisas, inclusive sobre o próprio filho. E Abraão demonstra isso na prática, pastor. Ele amava Isaac, mas o amor que ele tinha a Deus era acima do amor que ele tinha ao próprio filho que ele tanto esperou. E aí a gente vê uma sinergia, né? Porque dentro desse evento, claro que nós vamos comentar ainda, mas dentro desse evento nós temos, por exemplo, e aí e aí

As lições práticas em relação de Deus ao homem, mostra a graça de Deus, o amor de Deus, a renúncia, a humilhação de Cristo, em se submeter ao propósito, sobretudo em resgatar a humanidade. Por outro lado, nós vemos em contrapartida, claro, a salvação sempre será um ato gracioso de Deus. Sempre será um ato onde Deus não faz por pressão de quem quer que seja.

o fez voluntariamente, até o próprio Cristo disse que se entregava voluntariamente. Mas, por outro lado, nós temos também a relação, nessa sinergia, nós temos a obediência de Abraão, a submissão de Abraão e a fé de Abraão. Então, esse cenário é um cenário perfeito.

para descrever tanto a obra de Deus em relação à humanidade, como também o que Deus espera da humanidade. Sem sombra de dúvidas. Essa expressão sinergia é fantástica, porque vem a ideia de duas forças que trabalham em parceria. Sinergia. Existe o monergismo, que é a ideia de uma força só. E aqui a gente apresenta, como o senhor falou, lá na frente.

Se encaixar com a responsabilidade humana. É Deus quem age em favor da humanidade. Foi Ele quem enviou o Seu Filho, mas eu tenho que escolher sim ou não. Eu tenho que dizer sim ou não à graça de Deus, ao amor de Deus. E por isso que essa sinergia, esse trabalho mútuo, é Deus o responsável pela salvação, mas cabe ao homem aceitar ou não. Abraão podia dizer não a Deus. Se Deus eu não vou não.

Eu vou me recusar a ir para aquele monte. Mas ele aceitou. Então isso mostra a responsabilidade que estava sobre Abraão. E quando o homem aceita o convite de Deus, com toda certeza vai dar certo. Porque Deus interviu na história e todos nós sabemos que foi uma história linda para a glória do Senhor. E lembrando que essa lição tem esses dois propósitos. De mostrar o amor de Deus.

O amor de Deus tipologicamente, o amor de Deus, mas também aplicado à vida cristã, aplicada à vida cristã, primeiro, à lembrança do que Deus fez, a partir ali da relação tipológica que o próprio texto de Hebreus faz aplicação. Isso, isso.

Mas, por outro lado, olhando para Abraão, especificamente Abraão, agora não mais no sentido tipológico, descrito ali com relação à salvação, mas olhando para Abraão como crente Abraão, como a Bíblia chama, o posicionamento que nós, como cristãos, devemos ter diante das intempéries da vida, das situações, de se manter fiel.

Nos mantermos fiéis, melhor dizendo, nos mantermos obedientes à voz do Senhor. Sem sobra de dúvida. Ele saiu sem dizer nada a sua esposa. A gente vai falar sobre isso aqui, né? Mostrando total confiança e obediência em Deus. Ele saiu de madrugada, três dias sem dar resposta.

Não tinha WhatsApp, não tinha internet, não tinha telefone celular para ligar e dizer, minha filha, daqui a pouco eu chego. Como ficou Sara? Mas Abraão saiu certamente, dá a entender, pastor, nas minúcias do texto, de que ele deixou algum recado lá. Eu vou, mas eu volto. Porque foi isso que ele disse aos moços, os dois, fiquem aqui, porque nós subiremos, eu e o moço, mas retornaremos. Isso é uma confiança extraordinária. Graças a Deus que eu não tinha telefone. Eu telefone de Abraão e ela...

Não ia parar, leva a sua irmã e mãe. Meu temperamento de Sara. E mãe preocupada. Cadê você? Você saiu sem dizer nada. E aí, irmão Jonas? Nós temos a lição distribuída de uma forma gráfica, que é o nosso mapa mental.

Logo acima, nós temos o primeiro tópico, Abraão tem a sua fé provada, o objetivo desse tópico é mostrar. E os seguintes subtópicos, Deus manda Abraão sacrificar Isaac, Abraão obedece sem questionar e Abraão não era perfeito. O segundo tópico, que tem para o objetivo refletir, refletir sobre a promessa confirmada, e essa promessa confirmada está representada também nos seus seguintes subtópicos, Abraão não negou o seu único filho.

Deus viu a obediência de Abraão, a promessa de ser uma grande nação se cumpriu. E o terceiro e último tópico da lição, que tem como objetivo expor, Abraão ofereceu seu único filho. E os seguintes subtópicos que serão trabalhados, Isaac, o filho obediente, a morte de Sara, e por último, as características de Abraão, que é uma parte bem prática. Abraão sendo humilde e sincero.

O textuário diz o seguinte, como já foi lido, e disse, toma agora o teu filho, teu único filho, Isaac, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o a linha Holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi, está registrado em Gênesis capítulo 22, versículo 2. Nós temos um texto, que é da Bíblia de Estudo Pentecostal.

do ano 2022, que diz o seguinte, Deus não desejava na realidade a morte física de Isaac. Isso pode ser conferido, versículo 12 e 13, mas queria por aprova o comprometimento de Abraão. Posteriormente, Deus condenou o sacrifício humano como um pecado terrível. Levítico, capítulo 20, do versículo 1 até o versículo 5.

Temos ainda um texto que diz o seguinte, que é do livro de Gênesis, eu e o moço tornaremos. Esta declaração revela quanto era sólida a fé de Abraão nas promessas de Deus a respeito de Isaac. E esse comentário, irmão Jonas, é bem interessante, porque há pessoas que criticam que Deus...

que Deus seria a favor do sacrifício humano. E pega até aquele caso de Jefté, que não tem nada a ver com a questão de sacrifício humano. Tem alguns intérpretes aí que dizem, não, ele de fato sacrificou lá em Juízes XI, mas Deus não receberia.

nenhum sacrifício humano, porque a própria lei, né? A própria lei do Evítico 20, 1 ao 5, Deus condena esse tipo de prática e Deus não vai contra a sua própria natureza. E a própria leitura do capítulo 22, o livro de Gênesis...

já deixa claramente que Deus não quer sacrifício humano. O objetivo era justamente provar a fé de Abraão. Então, a ideia de provar, a ideia de testar, aquilo era necessário para aquele momento, até para Abraão se conhecer e, claro, ficar como referência histórica para a gente. Então, em nenhum momento, o texto do capítulo 22...

apoia o sacrifício humano. Outra coisa, foi citado o livro de Levítico, capítulo 20, do versículo 5, e é bom lembrar que o escritor de Gênesis também é o escritor de Levítico, nesse caso é Moisés. Então Moisés está dizendo, olha, lá no início, lá no princípio, quando a lei ainda não tinha sido escrita da maneira como temos nas nossas mãos.

Deus já estava proibindo o sacrifício humano. Deus está dizendo assim, não toque, sou melhor, não levante a tua mão contra o moço, porque agora eu sei que tu temes a Deus. Então, em nenhum momento apoia o sacrifício humano. Por outro lado, isso aqui é o objetivo do capítulo 22, reforçado com Levítico, capítulo 20, é mostrar que Deus estava testando Abraão. E uma coisa para os outros que merecem atenção, que o foco da lição é mais em Abraão, né? Mas nós temos um jovem. Temos um jovem.

que isso já demonstra muita coisa de Abraão em relação à criação do filho dele. Porque o menino jovem, como Isaac, ele está sendo levado sem saber que vai ser sacrificado e quando chegar lá, é ele que vai ser colocado em cima do altar.

E você não vê o texto bíblico dizer que ele correu, que ele reclamou, que ele confiou plenamente em Abraão e confia plenamente também em Deus. Isso é uma das maiores lições do que é realmente o ensino dentro de casa e a confiança no Deus de Israel que o pai passa para o seu filho. Porque qualquer filho, eu posso dizer assim...

o lado subjetivo, eu sei que o mundo das possibilidades é infinito, mas imagine numa situação como essa, um menino de 14 ou 15 anos, nessa faixa, diz, olha meu filho, não tem sacrifício não, o sacrifício vai ser você, vou colocar você aqui em cima e vou imolar, e o menino aceitar? Então, para ele aceitar, ele tem que ser muito bem ensinado e confiar no Deus de Israel.

E alguém pode até questionar e dizer assim, mas pastor, o texto de Levítico 20, versículos de 1 ao 5, é um texto num período da lei. Então, Abraão está antes da lei. Então, isso, alguém pode até dizer, mas isso não se aplicaria, porque nós estamos vendo uma proibição a posteriori. Só que algumas coisas precisam ser consideradas. Em primeiro lugar...

a lei vem institucionalizar aquilo que já era praticado. Aquilo que já era praticado. No pacto de Deus com Israel, ao dar a lei ao povo de Israel, Deus estava apenas formalizando como a questão do sacrifício, como a questão do culto. Então, Deus vai apenas institucionalizar uma prática que já existia. Segundo.

Algo Deus não permitir que Abraão sacrificasse seu filho, sacrificasse seu filho, isso já ainda dá mais provas substanciais do que estamos tratando da mesma situação.

E terceiro, o caso de Juízes, Juízes 11, ele está dentro da mesma rede, da mesma rede de alcance dos princípios bíblicos. E já é pós a lei. Veja, o Deus que não aprovou.

O sacrifício humano antes da lei não aprovou, referendou isso durante a lei, não aprovaria de forma alguma no período dos juízes. Então, nós temos que olhar, e nós falamos isso no primeiro programa, que não podemos tomar fatos isolados para construir uma doutrina.

Se o fato não me dá informações suficientes, e abre como o irmão Jonas disse, caminhos de N possibilidades, então a gente vai para o contexto amplo. O que é que a Escritura fala sobre este mesmo assunto em outros livros ou ao longo de todo o texto bíblico?

Então, a gente pega o princípio amplo e vai interpretar aquele fato que textualmente não está dando muita luz, mas que ao interpretarmos pelo princípio amplo...

consideraremos e compreenderemos de maneira mais plena, considerando que Deus não pode entrar em contradição, Ele não pode negar a si mesmo. Então, isso é ponto pacífico, é claro que no mundo das possibilidades, quando às vezes a coisa vai para o mundo da academia, aí tudo se transforma em escolas.

Fulano pensa assim, fulano pensa assim, fulano pensa assim, fulano pensa assim, fulano pensa assim. Mas a vida cristã não é de muitas janelas. A vida cristã é de texto bem objetivo. A gente precisa alinhar, precisa entender que na escola dominical nós precisamos ter uma mesma linha, uma mesma...

o mesmo parecer com relação à questão doutrinária, até porque nós temos aí a nossa declaração de fé que nos ajuda, pelo menos dentro do universo principiológico, nos orienta muito bem.

para entendermos de maneira mais clara o texto bíblico. Pô, pastor, exatamente. E além dessa explicação fundamental que o senhor trouxe, nós poderíamos dizer que, outro sim, alguém pode usar esse argumento que o senhor disse, que só depois da lei, em Êxodo 12, Êxodo 20, é que estabelece o não matarás.

Só que aqui tem uma explicação que, além do que o senhor disse, reforça a nossa visão contrária a esse posicionamento, é o pacto que Deus faz com Noé. Noé vem antes de Abraão. Temos o pacto abrahâmico, mas temos o pacto noético. No capítulo 9, versículo 5, 6, o senhor disse, olha, não matarás.

Quem derramar o sangue de um homem, seu sangue será cobrado. Então, aqui já está a condenação de sacrifício, não só de homicídio, mas implicitamente do homicídio. Então, do sacrifício humano, que é o caso de Abraão. Então, já anula essa questão de levar lá para frente para a lei. Se com Abraão, se com Noé, que vem antes de Abraão, Deus já condenou derramar sangue do homem para fazer qualquer coisa, então, com Abraão já estava implícito essa orientação divina.

E a gente vai ainda antes, aí vai para o Gênesis. É, se for lá para Gênesis, é Abel. Para Cair em Abel.

Aí não tem para onde fugir, que o mesmo Deus que falou com Adão e deu a lei oral a Adão, é o mesmo Deus. É o mesmo Deus que estabeleceu parâmetros para um relacionamento com ele. Ou seja, um Deus santo, criador de tudo e de todos, estabeleceu princípios e leis.

que esta criação deveria obedecer não só leis naturais, mas leis espirituais, que enquanto Adão estava no Éden, havia pleno equilíbrio entre as leis naturais e as leis espirituais, tanto que quando Adão peca...

Adão e Eva pecam, melhor dizendo, o que acontece? Há um juízo de Deus que tem uma repercussão até na própria natureza. Isso mostra que havia um alinhamento.

perfeito entre as leis espirituais e as leis materiais, as leis físicas que Deus havia estabelecido. Mas nós vamos agora para um rápido intervalo. Não saia daí, nós voltamos já já.

Livraria Bereia. Onde você estiver, a lição chega até você. Peça já em livrariabereia.com.br e adquira sua lição. Livraria Bereia. Palavras que marcam.

Queridos irmãos, estamos de volta em seu programa Escola Bíblica Dominical e nesta oportunidade estudando a sétima lição que tem como título Uma Prova de Fé à Entrega de Isaac. E no bloco anterior nós trouxemos aqui a introdução, comentamos...

Rapidamente aqui o tema em si. E aí, irmão Givanildo, Abraão tem a sua fé provada. Deus manda Abraão sacrificar Isaac, Abraão obedece sem questionar, e Abraão não era perfeito. E eu acho que esse ponto aqui é interessante lembrar, porque nós temos os grandes advogados.

de Abraão, que por não entenderem que o registro bíblico não é o registro de homens perfeitos, mas é o registro do desenvolvimento da história da salvação e um Deus que se revela...

no tempo, no espaço e na experiência humana, e que apesar de homens perfeitos, Deus consegue estabelecer a sua linha cronológica da salvação. Então, em nenhum momento a Bíblia é um relato de homens perfeitos, é até porque Abraão, a Bíblia diz, creio em Deus e isso foi lhe imputado por justiça. É o próprio argumento paulino, em Gálatas, que diz que Abraão não foi justificado por obras.

Porque por obras a gente vê os vexames de Abraão, mas exclusivamente pela fé. Eu acho que é importante dar um toquezinho antes de que a gente avance sobre este ponto, porque há pessoas que pensam que não, porque fé de Abraão, Abraão, homem de fé, acha que está se tratando de um homem perfeito. Exato. É bom nós lembrarmos que a Bíblia é um livro imparcial. A Bíblia apresenta as virtudes, as qualidades dos servos de Deus.

e também apresenta as falhas e os defeitos, e a mensagem é essa para todas as gerações, os bons exemplos você imita, e as falhas e defeitos você evita, então a Bíblia mostra Abraão saindo da sua terra, sem saber para onde ia, mas a Bíblia mostra duas vezes, no Egito e em Gerar, Abraão chamando Sá, e diz assim, olha, não diga que é minha esposa, diga que é minha irmã.

para eu não ser morto, isso foi, digamos assim, uma oscilação da fé, o pai da fé que saiu de Arã, cheio de fé, sem saber para onde ia, de repente temeu a morte, então a Bíblia apresenta as virtudes, mas apresenta também os momentos de fraqueza, os altos e baixos, e é interessante que nessa história belíssima, como disse o professor Alessandro, o ápice, o clímax dessa lição, é uma das lições mais maravilhosas, é a maior prova de Abraão.

A maior prova de Abraão não foi sair da sua terra sem saber para onde ia. A maior prova de Abraão não foi descer para o Egito ou gerar e dizer a Sara que não dissesse que é sua esposa. A maior prova de Abraão não foi se separar de Ló.

A maior prova de Abraão não foi juntar 318 homens para ir numa guerra de nove reis para libertar Ló, mas a maior prova de Abraão foi subir o Moriá. E o senhor falou muito bem, eu vou pedir para colocar a tela principal, por favor, que é onde aparece Abraão e Isaac. O professor Alessandro já falou sobre isso, que Abraão aí representa o próprio Deus e Isaac representa o próprio Cristo. Isso já é, digamos assim, uma ilustração, um tipo lá do Calvário, da morte de Cristo.

Então eu posso dizer assim, professor, que essa dor de Abraão, subir o Moriá, esses três dias, eu posso te ilustrar com a dor do pai, quando Cristo realmente foi sacrificado. Isaac aí que não foge, como diz o professor Jonas, que não corre, que não se esconde, poderia correr, era jovem, poderia correr, se esconder, fugir, ele representa Cristo, que como uma ovelha, como um cordeiro, foi levado ao matador.

Ele foi obediente até a morte. Isaac também, né? Exato. A diferença é que Isaac foi poupado e Jesus não foi poupado. E eu gostaria, pastor, de pedir sua permissão para sugerir aos professores, como a gente faz semanalmente aqui, o senhor sempre orienta isso.

que os professores não deixem de ler o texto da leitura bíblica em classe. Esse texto maravilhoso, tem apenas 11 versículos, mas eu queria destacar aqui algumas palavras que são muito importantes aqui dentro desse texto que eu selecionei aqui de Gênesis capítulo 22, versículos 1 a 11.

A primeira palavra já foi explicada aqui pelo professor Alessandro, que é tentou, que o sentido aqui é provou ou pôs a prova. Tiago 1,13 diz isso. Ninguém sendo tentado, diga de Deus sou tentado, porque Deus a ninguém tenta e não pode ser tentado pelo mal. Então essa tentação aqui não é uma indução para o erro, para o pecado. Aqui é uma provação.

Mas há outra palavra aqui, outra frase bem interessante, que aparece no versículo 1 e no versículo 11, que é a palavra, eis-me aqui. Quando o Senhor disse a Abraão, ele disse assim, eis-me aqui. A gente vê o quê? Prontidão. Alguém que está ali. Pois não, Senhor, eis-me aqui. Terceira palavra, frase que eu quero destacar, que está no versículo 2.

Deus diz assim, toma agora o teu filho, o teu único, é possível que surja essa pergunta, mas ele não tinha Ismael? Sim, mas Ismael não estava mais dentro de casa, era filho biológico sim, mas já não estava mais dentro de casa com Abraão, por isso que ele diz o único filho, e vai-te para onde? Para a terra de Moriá, de acordo com os 2 Cronicas 3, versículo 1, esse Monte Moriá é o monte onde, anos depois ou séculos depois, Salomão construiu o templo.

Versículo 3, uma palavra, um verbo curto, pequeno, mas de grande relevância, diz que Abraão fendeu a lenha para o holocausto, levantou-se e foi, ou seja, ele obedeceu. Aquele que crê, obedece.

A fé gera obediência. Abraão não apenas criou, mas ele obedeceu. Versículo 5, já foi falado aqui, ele disse, havendo adorado, tornaremos a vós. O escritor dos hebreus diz assim, ele acreditava que Deus era poderoso até para ressuscitar dos mortos. Se chegarmos hoje no paraíso, chamarmos Abraão, se assim, Abraão, rapaz, que coisa interessante, domingo nós vamos estudar essa lição, nós íamos estudar, mas eu vim primeiro, eu morri essa semana, eu vim para cá. Eu queria te fazer uma pergunta, Abraão.

tu ia sacrificar mesmo, eu ia, se o anjo não bradasse, eu ia imolar meu filho, agora eu tenho certeza que Deus iria ressuscitá-lo dos mortos, ou seja, ele tinha essa convicção, e no versículo 8, esse texto, Jeová Jireh é o Deus da provisão, Abraão disse assim, Deus proverá, então nós temos aqui nesse texto muito rico, esses 11 versículos, frases que são necessárias e importantes para ser trabalhadas, ensinadas na escola bíblica dominical.

E o senhor tocou num ponto que eu acho bem interessante, porque, às vezes, alguns professores se preocupam tanto com a questão dos tópicos em si, que tem que se preocupar. É o roteiro de aula, né? É o roteiro de aula. Mas eu acho que essa visita ao texto da leitura BIP em classe...

Ele é de uma relevância extraordinária, porque tudo que estará sendo desenvolvido na lição, nos três tópicos, está baseado nesse texto, está baseado no texto da leitura bíblica em classe. Então, é importante que o professor faça uma visita.

uma visita com seus alunos a esse texto em sala de aula, esses destaques que o senhor colocou. Veja, o senhor não gastou aí cinco minutos. Acho que eu estou falando muito. Mas não gastou cinco minutos para fazer todas essas observações no texto. Então, vamos ver. Um professor que tem em torno de uma hora para fazer exposição, cinco minutos seriam suficientes para fazer todas essas observações no texto que o senhor fez.

E já lançar, veja, você faz essa introdução no texto, você já lança na mente do aluno, a partir do texto, já muita informação e também aplicação. E quando o professor mergulhar na lição, no primeiro, segundo, terceiro tópicos...

ficará muito mais fácil para o aluno compreender, porque ele já fez a revisão textual. Givanildo. Então, Abraão tem a sua fé provada, e eu gostaria de dizer que todo crente, todo servo de Deus...

Ele também tem a sua fé provada. Deus tem várias formas de provar a nossa fé. É claro que há experiências da Bíblia que são únicas. É o único caso, é o único exemplo bíblico que Deus pede para um pai sacrificar o seu filho. E o senhor está falando isso, é muito relevante?

para que alguém diga assim, Deus pode pedir, Deus pode. Pode ser uma pergunta de sala de aula. Será que Deus, se Deus pedisse meu filho, eu ofereceria, seria no mesmo caso de Abraão, mas como tem uma jurisprudência, então Deus pode fazer isso novamente? Não. Porque primeiro, que foi uma prova de Deus com Abraão. Segundo, ele ilustrava, ilustrava não, ele estabelecia um tipo que apontaria...

Estava apontando para o sacrifício de Cristo. Então, por si só, pela própria aplicação que o escritor aos hebreus faz do texto, deixa claro de que essa situação é hermeticamente já resolvida. Não há possibilidade alguma em nenhum lugar do mundo, em nenhum lugar na história, de que Deus se revele e peça a algum filho de alguém. Porque aí entra o princípio paulino, Romanos 15, 4.

Tudo quanto foi escrito, para o nosso ensino foi escrito, para que pelas consolações das escrituras tenhamos esperança. E sobretudo é um texto que revela, que vai no germe, vamos assim dizer, no germe da revelação, que é justamente a encarnação de Cristo, a obra vicária de Cristo. E aí poderíamos até pegar esse texto.

E dizer que esse texto tem a relação simétrica com João 3,16. Que Deus amou o mundo de tal maneira que Deus se afirma de jeito que todo aquele que nele crê não pereça, mas tem a vida eterna. Então, nesse tópico aí, o pastor disse que Deus prova a fé e a obediência de Abraão. Já foi falado aqui algo muito interessante. Deus é onisciente, se Deus já sabia, ora, tudo bem. Se Deus dissesse assim, eu não vou pedir isso a Abraão porque eu sei que ele oferece. Mas onde estaria o exemplo para nós?

nós deixaremos de usufruir dessa lição hoje, de falar sobre fé e obediência, então Deus, mesmo conhecendo, Deus sabia muito bem que Abraão iria oferecer, mas Deus disse assim, eu quero não só revelar isso aqui acerca de um evento futuro, que é o Calvário, que é a crucificação, que é a morte de Cristo, mas também servir de exemplo, o que é que Deus quer de nós? Em meio à aprovação.

que nós tenhamos fé e sejamos obedientes, é isso que Deus quer de nós, todos nós somos provados, uns de uma forma, outros de outra, mas todos nós, então a experiência de Abraão foi ímpar, foi única, mas todos nós somos provados, e Deus ensina que ele deve estar acima de tudo, eu quero ler esse texto, Gênesis capítulo 22, versículo de número 12,

Diz assim, então disse, deixa eu ler o versículo 11 e 12 para entendermos melhor. Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde os céus e disse, Abraão, Abraão. E ele disse, eis-me aqui. Então disse, não estendas a tua mão sobre o moço e não lhe faças nada.

porquanto agora sei que temos a Deus e não me negaste o teu filho, o teu único ou seja, Deus está acima de tudo é isso que ele quer de nós é que Deus seja o centro ele esteja ocupando o primeiro lugar em nosso coração e nós lemos ainda nessa tela que pela fé ofereceu Abraão a Isaac quando foi provado

considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos ressuscitar, isso está na epístola aos Hebreus, capítulo de número 11, é bom lembrar que Abraão é um dos heróis da fé, Hebreus capítulo 11, versículos 17 e 18, para concluir, pastor, a minha fala.

Hebreus capítulo 11, versículos 17 e 18, na galeria dos heróis da fé está Abraão. Pela fé ofereceu Abraão a Isaac, quando foi provado, sim, aquele que receber as promessas ofereceu o seu unigênito.

Sendo-lhe dito, em Isaac será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dos mortos o ressuscitar. Então é como se Abraão dissesse assim, eu vou imolar, eu vou sacrificar, mas eu sei que Deus é poderoso para ressuscitar meu filho. O versículo 19 eu acho que complementa o que o pastor Nadi Jackson disse, que não cabe mais qualquer pergunta que seja, comparando o que Deus cobrou de Abraão, cobrar para qualquer pessoa. Porque o versículo 19, pastor, o escritor fecha.

Ele disse, e daí também, em figura, ele o recobrou. Então, em figura daquilo que iria acontecer. Isso. Eu não tenho como usar a figura para aquilo que já passou. Então, não tem como mais se repetir esse pedido de Deus em relação a sacrificar o próprio filho. E aí, o escritório aos hebreus, retomando aqui o que o irmão Alessandro falou, deixa claro que este evento no Antigo Testamento era um tipo.

Era um tipo de Cristo. Veja que, embora... Aí alguém diz assim, mas pastor, como é que vai ser um tipo de Cristo se Isaac não morreu? Só que, veja que o autor coloca, o escritor aos hebreus, coloca que figuradamente, figuradamente, veja aí o texto, o versículo 19, Hebreus 11 e 19. Essa é uma pergunta, com certeza, sairá em sala de aula?

11 e 19, diz assim, Abraão considerou que Deus era poderoso até para ressuscitar Isaac, até para ressuscitar Isaac dentre os mortos, de onde também figuradamente o recebeu de volta. Ou seja, Deus considerou...

Abraão, como tendo já sacrificado Isaac, pela disposição, e ao Deus impedir que Abraão não imolasse o seu filho, Deus considerou figuradamente a ressurreição desse filho. Então...

Nós temos aí, mesmo que o Isaac não tenha sido imolado, mas Deus olhou à disposição. E Deus, ao dizer a Abraão, não imole, Deus estava ressuscitando de fato, ressuscitando de fato a Isaac, como o texto diz, recobrando, veja que isso é tremendo, isso é tremendo, ele diz assim, e...

de onde também figuradamente o recebeu de volta. Mas ele não morreu. Mas estamos vendo aqui a sua intenção. Quer dizer, como já foi dito aqui, Deus viu a intenção para Deus.

Ele fez, Deus disse, não, você não vai fazer, mas para Deus ele já fez, porque já viu até onde a sua obediência iria, ele leva a sua obediência a Deus até as últimas consequências.

E no coração, ele já imolou o filho. Aí Deus diz assim, eu vou recobrar de volta, não mate. Então, recobrou de volta. Então, por isso que dentro da tipologia bíblica, como é uma tipologia bíblica, porque tem um evento no antigo e que aponta para o novo, e que isso já se cumpriu em Cristo, Deus não pedirá filho de ninguém. Então, você que é mãe aí, levante a mão, dê glória a Deus por isso. Você que é pai também, dê glória a Deus por isso. Porque o único filho que foi ofertado...

e que esta oferta reverberou em bênção para toda a humanidade, foi o próprio Jesus, não é, evangelista? Isso, pastor. E o escritor, no versículo 17, pastor, deixa claro que ele ofereceu. Não há dúvida. Ele diz o seguinte, que Abraão ofereceu a Isaac. Agora, no início do versículo, ele explica como foi esta oferta. Pela fé. Ele diz, pela fé.

ofereceu Abraão a Isaac. Então, de fato, quando Deus chama Abraão, ele sai, sem dizer nada, a sua esposa, pega dois de seus servos, leva tudo que é necessário para um sacrifício e levanta a mão o cutelo, ele já ofereceu. Não precisa fazer mais nada. E o que eu posso dizer, pastor, eu gostei muito de um comentário que eu vi de um determinado biblista. O verbo ofereceu aqui no presente, ele é confirmado pelo cordeiro que aparece. O cordeiro não foi oferecido?

Então houve ali a substituição. Aqui é a doutrina da substituição. É a doutrina da redenção, ser colocado no lugar de. Então Cristo foi colocado literalmente no nosso lugar. Isaías 53. Perfeito. Do mesmo jeito que o Cordeiro foi colocado literalmente no lugar de Isaac. Por isso que diz que ele, de fato, ofereceu. Próxima tela.

E aí a próxima tela, Evangelista. Pois não, pastor. O texto fala sobre Abraão tem sua fé provada, não é? O exemplo de Abraão traz luz ao modelo de fé e relacionamento para o qual somos chamados a construir na presença de Deus.

Na trajetória cristã, também passamos por experiências que colocam nossa fé à prova. Assim como Abraão, não devemos esmorecer, mas perseverar. E o grande ato de fé que Deus espera de nós é que não coloquemos em dúvida seu caráter santo.

Ele é fiel e justo, independentemente do que aconteça. E aqui tem um texto de 2ª Carta de Paulo Timóteo, capítulo 2, versículo 13. E eu acredito, pastor, que ainda pode ser acrescido aqui, já foi citado pelo nobre professor Ivanildo, irmão.

Mas é bom a gente ler o texto de Atos 1, quero dizer, desculpe-me, Tiago 1,13, quando ele diz assim, Ninguém sendo tentado diga, de Deus sou tentado, porque Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta. Por que eu quero ler isso aqui? Vou explicar aqui porque eu quero fazer esse link com a nossa fala nesse momento.

A fala anterior foi dita, de forma muito clara, de que Deus jamais compartilharia um sacrifício humano. Então, quando Deus provou Abraão aqui, Deus provou Abraão dentro de um parâmetro que a sua santidade não fosse atingida.

dentro de um parâmetro que ontologicamente a sua pessoa não fosse contraditada. Deus não vai pedir para alguém fazer algo que fira a sua própria santidade. Então, toda aprovação que Deus permitir alguém passar, pastor, isso nunca vai ferir a santidade de Deus.

A mesma coisa acontece com Jó. Quando Deus permitiu que o diabo tirasse tudo de Jó, inclusive seus filhos fossem até, infelizmente, mortos, aquilo estava provando de que Deus pode permitir com que alguma coisa ruim venha sobre nossa vida, mas essa aprovação jamais vai interferir na santidade de Deus. Por isso que o texto diz aqui que o exemplo de Abraão traz luz ao modelo de fé e relacionamento que temos com Deus.

Deus pode me permitir, ou Deus pode fazer com que eu ou qualquer um de nós aqui passemos por um momento de tribulação muito grande, mas isso jamais inferirá em dizer que Deus foi o autor de um mau moral. Era isso que eu queria dizer. Por que eu estou falando nessa fala aqui? Para fazer uma refutação indireta a um determinado grupo de teólogos que dizem que Deus é aquele que determina tudo, inclusive que é mau.

Isso é um equívoco. Inclusive, usam esse texto aqui de Abraão. É um equívoco, porque Deus jamais vai colocar a nossa fé à prova no sentido de tentação para o mal. Mas se no sentido de prova, de teste, para o meu próprio conhecimento, porque Deus já me conhece, Ele sabe quem eu sou. Por isso que diz assim, assim como Abraão, não devemos morecer. Em outras palavras é, se a coisa acolchou, me permite usar esse verbo aqui no sentido nordestino da palavra, se o nó acolchou, fique tranquilo.

Deus está por trás de tudo, então ele vai me ajudar a fazer com que eu consiga superar essa situação e sair dela vitorioso. O que eu tenho que fazer é obedecer e ter fé que Deus está no controle de todas as coisas. Esse texto de 2 Timóteo resolve o que eu acabei de dizer, que eu quero ler aqui. 2 Carta de Paulo ao Timóteo, capítulo 2, versículo de número 13. Olha o que Paulo diz aqui, olha. Se formos infiéis, ele permanece fiel.

porque ele não pode negar-se a si mesmo. É o que eu entendo que esse texto quer colocar para a gente hoje, pastor. O seu caráter é santo, diz o texto ali, o caráter de Deus. E a tentação...

São duas palavras que fazem a diferenciação, embora que, como já foi dito aqui, a depender do contexto pode ser traduzido por prova e pode ser traduzido também por tentação. A força do contexto onde a palavra está sendo inserida é que vai dizer qual a melhor tradução. Nós vimos que a corrigida trouxe... Tentar. Tentar.

Não é o melhor termo. A NAA e atualizada e outras traduções trazem... Provar, testar. Isso aqui reforça ainda mais aquilo que sempre temos comentado aqui no programa, a importância do professor ter duas ou três traduções diferentes para fazer a comparação de texto. Em nenhum momento também você vai...

fazer cavalo de batalha em torno a que essa tradução diz aqui, tentar, tentar, essa tradução está errada, não, calma, vamos ter cuidado, estamos tratando de um trabalho feito por homens piedosos e homens que têm compromisso com Deus.

Compromisso com Deus, além da erudição bíblica, da erudição das línguas originais. E precisamos compreender que as traduções se completam. Às vezes, há textos que na corrigida está mais claro. Há textos que na atualizada dão uma luz melhor. Há textos que nas traduções contemporâneas trazem uma explicação melhor. Então, nós não devemos excluir esta em detrimento daquela, mas devemos somar isso.

ao nosso crescimento e fortalecimento espiritual. Em Mão Jonas, nós temos a promessa confirmada. Abraão não negou seu único filho. Deus viu a obediência de Abraão. A promessa de ser uma grande nação se cumpriu. E aí na próxima tela nós temos a promessa confirmada.

Nessa tela que corresponde ao tópico 2 da lição, tem por título a promessa confirmada e nesse quadro que é apresentado, nós temos um título em cima, a confirmação inclui promessas específicas sobre a descendência de Abraão. Nós estamos em Gênesis capítulo 22, a partir do versículo 17, depois que Abraão ofereceu justamente seu filho.

Aí as promessas, promessas para os descendentes e promessa para as nações. Esse quadro pode ser resumido dessa seguinte forma. A primeira promessa, promessa que os seus descendentes serão numerosos. Gênesis capítulo 22, versículo 17. A tua semente como as estrelas do céu. É a palavra multiplicarei que vai aparecer anteriormente.

Os descendentes também serão vitoriosos. A tua semente possuirá a porta de seus inimigos. Gênesis capítulo 22, versículo 17. E por último, que esses descendentes, é claro, seriam bênçãos para as nações. A Gênesis capítulo 22, versículo 18. E em tua semente serão bendita todas as nações da terra. Então esse quadro ilustra muito bem.

as promessas específicas depois do evento, do sacrifício de Isaac, vamos colocar aqui entre aspas. Interessante que o capítulo 22 começa, Deus provando.

O texto é descritivo, Deus fazendo a substituição, não é Isaac que vai ser imolado, mas é justamente o Cordeiro, e no final, aí vem justamente as promessas. Veja que as promessas vêm depois de todos esses eventos. Depois da prova, da obediência, vem as promessas. Vem as promessas, isso já traz do ponto de vista devocional uma lição muito grande aqui para a gente.

Deus prova, mas tem que ter a obediência, tem que ter a fé e, claro, as promessas vêm depois. Detalhe, é bom lembrar que essas promessas estão sendo feitas aos descendentes, que ele vai colocar a tua semente, serão como as estrelas do céu. Ou seja, é uma promessa que não ficou somente com Abraão e sua família, é uma promessa que se estende para a sua descendência. Vamos trazer para o lado devocional, qualquer um da gente aqui pode ser provado, mas depois de provado...

As promessas que nós temos não ficam só com a gente. Essas promessas também têm repercussão na nossa família. Por isso que é tão importante estudar, nesse ponto de vista também, essa questão do lado devocional. As promessas que Deus fez, que nós temos aqui, que foi alcançar, que nós alcançamos pela infinita misericórdia de Deus, se repercutem também na nossa família. Por isso é bom o crente passar pela prova. Me permita, pastor. Estou dizendo do ponto de vista agora pessoal.

Eu acho que os senhores podem contribuir isso aqui também. Ninguém que passa por uma prova, quando sai, sai do mesmo jeito. Só sai melhor, só sai melhor, só sai mais reforçado. Um crente que já foi provado, testado por Deus, quando você conversa com ele.

É diferente a fala, é diferente a segurança, porque aquilo aperfeiçoou a fé dele também. Perfeito. E lembrando que existe a prova legítima, aquela que Deus nos prova, e a prova que as pessoas procuram. Não é essa, aí é outro detalhe. Geralmente são consequências. É consequência. Mas isso a gente vai comentar depois do nosso rápido intervalo. Voltamos já.

Não perca tempo, leve sua lição para qualquer lugar. Peça já em livrariabereia.com.br Livraria Bereia Palavras que marcam Queridos irmãos, estamos de volta para o último bloco de seu programa Escola Bíblica Dominical e esta semana estudando a sétima lição que tem como título Uma Prova de Fé à Entrega de Isaac.

E no bloco anterior nós estávamos comentando sobre a promessa confirmada. O senhor fez até, irmão Jonas, uma aplicação aqui de que quando um crente entra numa prova...

Quando Deus prova o crente, ele sai do outro lado da prova de maneira diferente. E nós fechamos, encerramos o bloco anterior aqui, comentando que existe também aquela prova que não é a prova de Deus, mas é a prova procurada pelo próprio homem. Inclusive, até o apóstolo Pedro fala sobre isso. Com certeza, pastor, porque para a gente ter uma ideia, no caso de Abraão, como foi...

ele é o nosso modelo, modelo nesse aspecto, foi Deus quem quis provar, o texto bíblico diz que é Deus que quis provar, então Abraão em nenhum momento chegou e disse assim, Deus eu quero sacrificar meu filho.

Isso nunca passou na cabeça de Abraão. E Abraão foi tão prudente, que com certeza os senhores vão comentar, que ele nem com a esposa diz o que vai fazer. Então aquilo foi algo de Deus. Então deixar isso como modelo. A outra coisa é quando o crente procura a prova para cima dele. Aí o apóstolo Pedro tem um texto que fala desse sofrimento em decorrência de...

de consequências, de atitudes, que é o primeiro livro de Pedro, capítulo 4, e o versículo número 14 e o 15. Estou lendo o versículo 15, é bem específico, mas o versículo 14, acho que ajuda também a gente ter uma leitura mais completa, que diz assim, Se pelo nome de Cristo sois vituperados,

Bem-aventurado sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória de Deus. Versículo 15. Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se entremete em negócios alheios. Versículo 16. Mas, se padece como cristão, não se envergonhe. Antes, glorifique a Deus nesta parte. Versículo 19.

portanto, também os que padecem segundo a vontade de Deus, encomende-lhes a sua alma, como ao fiel Criador, fazendo justamente o bem. Eu acho que aqui tem uma visão bem clara do que é o crente sendo provado por Deus e um crente que procura uma prova, que são justamente erros e desconsequências, atitudes impensadas, palavras impensadas, não buscou orientação de Deus. A gente teve um exemplo claro disso aqui, na lição que falou sobre Jó, para estabelecer um link com essa lição.

sobre Ló, Ló nunca levantou o altar, Ló não considerou o Abraão, Ló foi para a cidade de Sodoma, Ló podia dizer, eu estou sendo provado, por quem? Por Deus? Não, ele procurou aquela situação, ele perdeu a família, ela perdeu a esposa, perdeu a família, foi ele que procurou. Então é bom deixar claro que Deus prova, mas que tem crente que lamentavelmente procura a prova para cima de si. E lembrando que o fato de sermos...

filhos de Deus, de sermos herdeiros das promessas, herdeiros da promessa, termos o Espírito Santo, isso não nos isenta das consequências dos nossos atos. Abraão é a maior prova disso, já que estamos trabalhando Abraão, Abraão é a maior prova disso. E nenhum servo de Deus em toda extensão bíblica é muito gabiça.

Por qualquer decisão errada que ele tenha tomado, Deus tenha o isentado das consequências. Todos colheram as consequências dos atos impensados, das decisões mal tomadas. Abraão ofereceu o seu único filho.

Isaac, o filho obediente, a morte de Sara e Abraão, humilde e sincero. E aí, irmão Givanildo, Abraão ofereceu o seu único filho.

Pastor, essa tela aí, ela ilustra muito bem que esse sacrifício de Isaac, ele apontava para o futuro, para o Calvário. Há uma tipologia, há uma tipologia entre Isaac e o Senhor Jesus Cristo. E aí o professor pode, inclusive, imprimir essa tela, vai lá no Telegram.

e pega, imprime essa tela e leva para a sua classe, porque tanto do lado direito tem essa imagem, essa ilustração, essa figura, como também do lado esquerdo esses textos bíblicos que podem ser lidos em sala de aula. Então nós vamos perceber que há uma prefiguração do sacrifício de Cristo. Então, Cristo era o Filho amado e único de Deus, João 3,16.

porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crie não pereça mais ter a vida eterna, assim como Abraão, também Isaac era seu único filho, já dissemos aqui que ele tinha Ismael, mas Ismael já não estava mais na sua casa. Nós aprendemos também sobre essa submissão voluntária, e eu quero ler aqui alguns textos, pastor, para nós explicarmos melhor, capítulo 22 de Gênesis, versículo de número 9,

e vieram ao lugar que Deus lhes dissera, e edificou Abraão ali um altar, e pôs em ordem a lenha, e amarrou Isaac, então perceba, essa submissão voluntária de Isaac, o professor Jonas já falou sobre isso, ele era jovem, poderia ter fugido, corrido, se escondido, mas há uma submissão aqui voluntária, então,

amarrou Isaac e seu filho, deitou sobre o altar em cima da lenha, e isso aponta para Isaías capítulo de número 53, o versículo de número 7, que fala sobre o servo sofredor, capítulo 53, versículo 7 de Isaías diz, ele foi oprimido, mas não abriu a boca.

Como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosqueadores, ele não abriu a boca. Algo muito interessante aqui, que nos julgamentos de Jesus, Jesus não tinha interesse em se defender. Já percebeu isso? Jesus não quis se defender. Em momento algum ele disse assim, não me mate, eu sou inocente, se você me matar, você está com medo. Não, porque ele sabia que era necessário, foi algo voluntário. Outro detalhe, o cordeiro providenciado por Deus, capítulo 22, versículo 8,

Diz assim, e disse Abraão, Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos. E nós, lendo o texto, nós vamos perceber no versículo 13. Então levantou Abraão os seus olhos e olhou, e eis um carneiro detrás dele.

travado pelas suas pontas do mato, e foi Abraão e tomou o carneiro, e ofereceu em holocausto, em lugar do seu filho, ou seja, Deus proveu um carneiro, para ser sacrificado no lugar de Isaac.

E Cristo é o Cordeiro de Deus, como disse o João, eis aí o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, né? Cristo é essa provisão de Deus, para que através da sua morte, o seu sacrifício, nós sejamos salvos. Há também aí nessa belíssima história de Abraão, o sacrifício substitutivo. Capítulo 22, versículo 13, diz isso, né? Que... E aí

Abraão tomou o carneiro e ofereceu em holocausto em lugar de seu filho. E nós vamos perceber que Cristo veio para substituir a humanidade, e por que não dizer cada um de nós? Primeira epístola universal do apóstolo Pedro.

capítulo de número 2, e o versículo de número 24, que diz assim, levando ele mesmo em seu corpo, os nossos pecados, sobre o madeiro, ou seja, o sacrifício de Cristo, foi vicário, foi substitutivo, Jesus morreu pela humanidade, e morreu também individualmente, por cada um de nós, Pedro continua dizendo, para que mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça, e pelas suas feridas, fostes sarados.

e há uma figura da morte e ressurreição, lá na epístola aos hebreus, nós vamos perceber, eu quero ler mais uma vez esse texto,

na Epístola aos Hebreus, capítulo 11, versículos 17 a 19, que Abraão creu que Deus era poderoso para ressuscitar Isaac dos mortos, Hebreus capítulo 11, versículos 17 a 18 diz, Pela fé ofereceu Abraão a Isaac, quando foi provado, sim, aquele que receber as promessas, ofereceu seu unigênito, sendo lhe dito, Isaac será chamado a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dos mortos um ressuscitar,

isso é uma pré figura de Cristo, o senhor já falou sobre isso, então assim como Abraão acreditou que Deus era poderoso para ressuscitar Isaac, também isso é uma pré figura de Cristo que foi morto, Deus não impediu que ele fosse morto, mas ao terceiro dia ele ressuscitou, então há muitas lições nesse sacrifício de Isaac, nessa oferta de Abraão com o exemplo de Cristo que foi a cruz do Calvário para ser morto em nosso lugar. Obrigada.

E uma coisa que é preciso ser observada, já que nós comentamos muito aqui sobre tipologia, é lembrar que a própria Bíblia aponta a tipologia. Nós não podemos estar criando... Acho que isso aqui é a tipologia, não. Veja que o texto...

O texto, o evento que foi ocorrido lá no livro de Gênesis 22 foi interpretado pelo próprio escritor aos hebreus como um tipo de Cristo. Por exemplo, Jesus faz isso em...

Em alguns momentos, mas nos lembra aqui, por exemplo, a questão da serpente no deserto. Ele disse assim como a serpente foi levantada no deserto, assim convém o Filho do Homem. Quer dizer, o próprio Cristo aponta que aquela serpente, o levantar da serpente, não é que Jesus é a serpente, não. Na verdade, o levantar da serpente é uma tipologia de Cristo. O próprio Cristo também, Jonas...

Profeta Jonas, assim como o profeta Jonas passou três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim convém ao filho do homem também. Então, a Bíblia vai indicar, é a própria Bíblia interpretando a si mesmo. Então, uma coisa que é importante também lembrar é o seguinte, nós temos esse evento especificamente de Isaac e Abraão.

E que até nessa questão tipológica, há um, vamos dizer assim, neste filme, há uma fotografia que a Escritura tira para dizer essa fotografia aqui é que é a tipologia. Inclusive o próprio Jesus diz isso em João 8,56, dizendo a liderança incrédula religiosa de Israel. Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia e viu e alegrou-se. Então nós dissemos em alguns minutos atrás que essa foi a maior prova de Abraão.

e eu sou capaz de dizer que, essa voz do anjo do Senhor, Abraão não faça tal, isso foi algo que trouxe mais alegria, do que o próprio nascimento de Isaac, aquilo trouxe alegria a Abraão, então Jesus disse que Abraão exultou em ver o meu dia, ou seja,

Um carneiro foi providenciado para morrer no lugar de Isaac. E o dia de Cristo foi esse. Cristo foi esse cordeiro de Deus que foi sacrificado em nosso lugar. Muito bem. A gente já comentou sobre esta expressão do verbo ofereceu, estando como em seu sentido já pleno, concluído, não é? Não era no sentido de ser, ofereceria. Não, ofereceu. Porque para Deus, de fato, já havia consumado o fato.

E aqui nós temos os resultados provenientes dessa entrega de Isaac. Primeiro, houve intervenção divina. Deus intervém e Deus dá a resposta no momento certo. Segundo lugar, uma provisão. Já foi comentado sobre isso. Há aqui a substituição. O Senhor diz, eis um cordeiro, e eis um cordeiro atrás dele. Versículo número 13.

Em terceiro lugar, também tem as bênçãos que são renovadas. Estes dois versículos eu gostaria de ler, porque diz assim o texto, capítulo de número 22, e o versículo 16, e o versículo 17. Diz assim...

E disse, versículo 15, Então o anjo do Senhor bradou a Abraão pela segunda vez desde os céus e disse, Por mim mesmo jurei, diz o Senhor, porquanto fizeste esta ação e não me negaste o teu filho, o teu único filho.

que deveras te abençoarei e grandissimamente multiplicarei a tua descendência, a tua semente, como as estrelas dos céus e como a areia que está no mar, na praia do mar, e da tua semente possuirá a porta dos seus inimigos. Aqui é interessante, pastor, por quê? Porque Deus havia feito esta bênção em Gênesis 12.

O Senhor havia confirmado esta bênção em Gênesis 15. O Senhor havia ratificado esta bênção em Gênesis 17. Só que aqui em Gênesis 22, o Senhor utiliza um verbo, uma expressão que não aparece em nenhuma das outras.

Por isso que eu disse que é o clímax, que é o final. O Senhor diz assim, olha, te abençoarei grandissimamente. Essa expressão, grandissimamente, aparece especificamente aqui com uma conotação de algo mais amplo, algo mais maravilhoso. O Senhor, ele leva Abraão a lembrar desde o primeiro encontro, que é em Gênesis 12, até agora.

Então, quando Deus promete um filho a Abrão, Abrão sem poder gerar, depois, por meio de um milagre, uma intervenção...

Esse filho chega, e esse filho que chegou, Deus pede a Abrão que o sacrifique, e ele vai levar, isso significa dizer o seguinte, Deus estava fechando a história do patriarca dizendo, chegaste ao topo, chegaste ao lugar mais alto. Por isso que ele diz grandissimamente. E o interessante é que ele fala aqui como as estrelas dos céus e como a areia do mar. Observe que em uma das primeiras promessas ele fala da areia.

Capítulo 12, salvo engano. Capítulo 15. Depois, no capítulo 17, ele fala das estrelas. Aqui ele juntou as duas. Então, por isso que eu digo que aqui é o clímax da promessa de Deus. E, por fim, o teste da fé que é superado. Porquanto obedeceste a minha voz, versículo 18. E é tua semente...

E em tua semente serão benditas todas as famílias da terra, que nós falamos aqui da pessoa de Cristo, isso aponta para o Cordeiro, né? E diz assim, versículo de número 18, Porquanto obedeceste a minha voz.

A ideia aqui desse teste ser superado é a obediência. Abraão chegou a provar, ou melhor, Deus chegou a promover Abraão a ideia de que ele tinha capacidade de superar todas as coisas para obedecer ao Senhor. E aqui fica a máxima para a gente, né? Deus intervém e nessa intervenção Deus traz as bênçãos e quando essas bênçãos chegam é a confirmação de que houve uma obediência, uma superação da fé, paixão.

Uma coisa que eu acho ainda interessante nesse texto, Gênesis 22, 22 e 8, que está na leitura bíblica, diz assim,

E disse a Abraão, Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Veja que ele não diz assim, Deus proverá um cordeiro, mas Deus proverá o cordeiro. E observe que aqui ele se fala de holocausto, não apenas de uma oferta. O holocausto é considerado na Bíblia o sacrifício, dois sacrifícios. Que você tem na Bíblia sacrifícios que eram realizados semanalmente.

mensalmente e anualmente. Havia uns sacrifícios que eram oferecidos, em que quem estava oferecendo tinha parte também de sacrifício, o sacerdote tinha parte do sacrifício, e a família tinha parte do sacrifício. Havia uns sacrifícios onde os sacerdotes ofereciam, e o sacerdote tinha direito de parte do sacrifício, e a outra parte era do Senhor. Só que o holocausto é considerado sacrifício, dois sacrifícios, o outro,

porque ele é totalmente queimado ao Senhor, totalmente queimado ao Senhor e que ninguém tem parte nele. Ele é exclusivamente do Senhor. Por isso que ele é considerado sacrifício, dois sacrifícios.

porque ele é integralmente queimado e ocupa um lugar especial dentro da lei cerimonial ou dentro da relação com Deus, porque ele significa dedicação absoluta, adoração, ação de graças e expiação de pecados. Então, não era apenas...

Uma oferta que Abraão ia oferecer. Era o holocausto, o chamado sacrifício dos sacrifícios. E aí, irmão Givanildo, nós temos a sinopse da lição. Isso. Na verdade, pastor, são três frases aí, que é o resumo de cada tópico, e o professor tem duas opções. Primeiro é ler essa sinopse no final de cada comentário do tópico, ou fazer como estamos fazendo aqui.

É ler as três sinopses, os três resumos de uma só vez. O que é que nós aprendemos no primeiro tópico? Que Abraão, num gesto de lealdade e fé a Deus, oferece seu único filho em sacrifício. Ou seja, ele creu e obedeceu.

No segundo tópico, o resumo é, Abraão demonstrou lealdade a obedecer a Deus, e o Senhor reafirmou mais uma vez suas promessas sobre ele, ou seja, quando ele crê, quando ele obedece, o Senhor renova as promessas. E finalmente, Abraão, no gesto de lealdade e fé a Deus, oferece seu único filho em sacrifício, ou seja, ele não questionou, ele não titubeou, ele não perguntou, ele simplesmente creu e obedeceu, e é isso que Deus quer de cada um de nós.

Nós temos aí o infográfico de toda a lição resumida numa tela só, irmão Jonas. É uma tentativa de colocar toda a lição em figuras, em figuras e em frases curtas. Nós temos o título em cima, a fé inabalável, que tenta resumir tudo, embaixo a prova de Abraão no Monte Moriá.

O professor, ele pode observar, o professor, o aluno, que aqui nós temos a jornada da providência. Logo embaixo, uma frase bem curta, a prova da prioridade. Deus testou se o amor de Abraão por ele era maior do que pelo seu próprio filho. Então, uma frase que ajuda a lembrar um dos tópicos da lição é a ideia de, em uma das verdades, prioridade. A outra palavra, que é uma frasezinha, obediência sem questionar.

É algo que deve ficar muito claro na sala de aula. Abraão preparou a lenha, o fogo e viajou prontamente ao lugar indicado. E na parte de baixo nós temos também mais uma frase que é mais uma verdade. Fé como entrega pessoal. No contexto bíblico, fé é uma convicção firme que produz entrega e conduta. Então para esse primeiro momento dessa jornada da providência, então o professor pode deixar como palavra-chave para não esquecer daquilo que foi comentado ao longo da aula.

A palavra prioridade, a palavra obediência e a palavra fé. Já do outro lado nós temos o altar e a promessa. Veja que logo em cima nós temos a fé de Isaac. Isaac, jovem, forte, submeteu-se voluntariamente ao pai e criou na provisão. É destacada a questão da fé não somente de Abraão, mas também da fé de Isaac, pelo fato de ser voluntário, ele não correr.

e confiar plenamente no seu pai, e claro, confiar também em Deus. Lá do outro lado, nós temos lá a palavra provisão e recompensa. Deus proveu o cordeiro e reafirmou a promessa de uma descendência numerosa. Então, para não esquecer a palavra-chave, a fé de Isaac, que merece também destaque, a palavra provisão, Deus está provendo o cordeiro, e a palavra recompensa. Depois de uma prova, depois que o crente é testado, do ponto de vista devocional,

Deus também tem recompensas para o crente. E logo abaixo, nós temos Isaac como sendo um tipo de Cristo. Por qual razão? A entrega, como já foi comentado aqui pelo Evangelho de Salessandro, a partir do texto bíblico, é a ressurreição de Isaac, entre aspas, prefigura o sacrifício futuro de Cristo. Isaac foi entregue, foi oferecido, então, de maneira figurada, ele foi ressuscitado e se aponta para Cristo.

E na parte de baixo, que também é um dos tópicos da lição, nós temos a atitude de Abraão. A gente viu a falibilidade de Abraão no contexto bíblico, como já foi comentado também, mentiu sobre Sara e H, mas também teve o resultado de fé, a coragem sendo fojada, tem a questão da obediência e tem a questão da confiança, ou seja, Abraão está crescendo espiritualmente e chegou, no caso do sacrifício de Isaac, entre aspas, aqui.

chegou, como disse o professor Alessandro, ao ápice, a confiança total em Deus. Então esse quadro tenta resumir em poucas palavras, em palavras-chave, a lição. Só seguindo a sequência aqui, a prova da prioridade, a prova da prioridade depois vai para a obediência sem questionar, depois fé como entrega.

Aí sobe, fede Isaac, o altar e a promessa, depois aqui a provisão da recompensa, e depois você desce aqui Isaac como um tipo de Cristo, e aqui a aplicação total. É essa sequência que deve ser seguida na aplicação deste infográfico.

Evangelista Alessandro, nosso tempo já estourou. Que conselho você dá ao professor que vai ministrar esta aula? Muito bem, pastor. Além do conselho que sempre é dado aqui, ser bíblico, evitar discussões paralelas e olhar para a Bíblia, citar textos. E eu diria também, pastor, concluindo um pensamento, é de que essa lição nos apresentou algo interessante.

Esse Abraão não é mais o mesmo Abraão de 25 anos atrás, de 30 anos atrás. É um Abraão maduro. A gente viu aqui nesse infográfico que lá atrás ele mentiu, titubeou.

Pensou duas vezes, agora não. Ele nem pensa duas vezes. E o que Deus pede, ele faz. Isso significa dizer que nós temos um percorrer de maturidade. Paulo disse que quando eu era criança, fazia coisa de criança. Hoje não sou mais. Então isso existe maturidade. Isso fala para a gente, é o nosso coração. Nós também crescemos em Deus, progredimos e avançamos em conhecimento no Senhor. Bom, Jonas.

Pastor, quero deixar somente um refrão, não vou cantar, não tenho esse talento, mas é do hino 380 da Arpa Cristã, que tem por título Abraão e seu sacrifício. Na estrofe 7, está escrito assim, somente um trechinho. O nosso Isaac oferecemos com firmeza no Moriá onde finda o ideal, pois foi ali que alcançaram fortaleza. Ou seja, Deus cobrou Isaac.

E Deus também pede da gente coisas preciosas, para a gente entender que nós devemos amar a Deus acima de todas as coisas. Mão Giovanni, eu reforçaria, trazendo uma aplicação prática da lição, que todos nós somos provados, uns de uma forma e outros de outra, nenhum de nós na mesma aprovação de Abraão, mas Deus nos prova, e o que Deus quer de nós? A atitude de Abraão e a atitude de Isaac. A atitude de Abraão, fé e obediência, e a atitude de Isaac, submissão e obediência.

Quando estamos sendo provados, se usarmos a fé, se obedecemos a Deus, se formos submissos como Isaac, então Deus fará o milagre na nossa vida. Que Deus continue abençoando em nome de Jesus. Chegamos ao final do programa. Hoje estudamos a sétima lição do trimestre com o tema Uma Prova de Fé, a entrega de Isaac.

Na próxima semana, veremos a oitava lição com o título Isaac Herdeiro da Promessa. Lembramos que o programa Escola Bíblica Dominical vai ao ar na TV toda sexta-feira às 21h30 e no sábado às 16h. Também está disponível no formato de podcast no Spotify e em nosso canal no YouTube Rede Brasil Oficial.

Se inscreva, ative o sininho e compartilhe nossa programação. Obrigado por sua audiência e até o próximo programa. Que a graça do nosso Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus nosso Pai, a comunhão do seu Santo Espírito estejam com todos hoje e para todos sempre. Amém.

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