AS QUATRO GERAÇÕES
Neste Dia das Mães, que tal homenagearmos não apenas a nossa mamãe, mas também tantas outras que vieram antes dela! Ficou curioso? Então, dê o play agora mesmo!
Avó de Clara
Bisavó de Clara
Clara
Isabela
Mãe de Clara
- Dia das MãesCelebração intergeracional · Amor de mãe como corrente · Reconhecimento e gratidão
- Legado familiarMemórias da bisavó · Travessuras da mãe de Clara · Impacto de Clara na vida da mãe
- Pressões sobre mulheresClara, mãe, avó e bisavó · Força e maravilha feminina
Mamãe, me conta uma história. Claro, filha. A história já vai começar. As quatro gerações. Era uma manhã de sol suave quando Clara acordou com um sorriso diferente no rosto. Não era um domingo qualquer. Era o dia das mães. Por isso, a menina pulou da cama e correu até a cozinha, onde sua mãe já preparava o café.
Mamãe, hoje é o seu dia! Disse abraçando-a bem forte. A mãe sorriu, surpresa com tanto carinho, logo cedo. Obrigada, meu amor, mas hoje não é só o meu dia! Respondeu ela, piscando.
nunca tinha pensado sobre isso. Mas assim como ela amava comemorar o dia da mãe dela, claro que a mamãe também adorava celebrar com a sua própria mãe, ou seja, a sua avó, que por sua vez também fazia questão de fazer festa para a sua mãe, a bisavó de Clara. Foi então que a campainha tocou.
Ao abrir a porta, lá estavam essas duas pessoas tão importantes. Sua avó, com cheirinho de bolo recém-assado, e sua bisavó, com passos mais lentinhos, mas com um abraço quentinho e carinhoso. E foi neste momento que Clara se tocou que aquele domingo não era apenas sobre ela e a sua mãe, mas sobre todas essas mães que vieram antes e que ainda viriam.
A menina ficou com isso na cabeça e correu para o quintal para montar um buquê para cada uma das três. Ao chegar lá fora, encontrou com sua vizinha Isabela, que também estava escolhendo flores de presente para sua mãe. Quando ela comentou com a amiga sobre a sua nova descoberta de tantas mães na família, Bebela disse.
A minha família também tem mulheres maravilhosas e fortes, por isso eu gosto sempre de estar com elas e não só no dia das mães. Durante o almoço, as histórias começaram a surgir. A bisavó contou como era ser mãe quando tudo era mais simples, sem celulares, mas cheio de brincadeiras na rua.
A avó lembrou das travessuras da mãe de Clara quando era pequena, das viagens para o sítio da família e das brincadeiras com os amigos. E sua mãe contou como Clara mudou a vida dela para sempre no dia em que nasceu. Clara ouvia tudo com atenção, aprendendo mais sobre a sua família. Era estranho imaginar a vovó ou a mamãe ainda crianças.
Mas na medida em que todas iam falando, ela ia visualizando as cenas e adorando saber tudo sobre as suas antepassadas. Depois de comerem, Clara entregou o presente que havia preparado. Um desenho das quatro juntas de mãos dadas com um grande coração em volta. Além dos três buquês. Somos uma família de mulheres. E eu também sou um pedacinho disso. As três se emocionaram.
A mãe a abraçou forte. Sua avó a beijou e a bisavó entrou no meio dessa agarração. Era lindo ver e sentir como o amor de mãe era uma corrente que só aumentava cada vez mais, sem nunca se quebrar. Naquele fim de tarde, sentadas juntas no sofá, Clara percebeu algo bonito. O amor que recebia vinha de muito longe, passando por gerações até chegar nela.
E naquele dia das mães, ela entendeu que celebrar não era só dar presente. Era reconhecer quem são as nossas pessoas, lembrar delas, agradecer por existirem nas nossas vidas e, principalmente, amá-las sempre. Se você gostou, curte e compartilhe!