Falsos Lentos T6 Ep 35 - Batáguas celebra titulo
- Soneto do C* potente de BocageAnálise do poema e linguagem explícita · Uso de 'conos' e 'riba' · Piadas de engenharia e contrapesos
- Poesia e LiteraturaAnedotas sobre Bocage · Soneto do Prazer Efémero · Erros ortográficos em poemas antigos · Português arcaico e acordos gráficos
- Campeonato Português e Seleção PortuguesaReação à vitória do Porto · Desempenho do Benfica e Sporting · Críticas à arbitragem · Mérito do Porto
- Expressões de linguagem modernasDiferença entre 'poser' e 'LARPing' · Humoristas e música rap
- Natureza da LinguagemCiberdúvidas vs. Urban Dictionary · Dicionário Wise · Uso da internet como dicionário
- Violência vs. IntelectualidadeA evolução da violência para a intelectualidade · Inteligência artificial na escrita
- Mercado ImobiliárioFavoritos no Idealista e OLX · Problema da habitação jovem em Portugal · Revistas de imóveis antigas · Crise financeira e taxas de juro (Euribor)
Então, eu estava a explicar aqui aos nossos amigos mais velhos Pois é, eu esqueço-me que eu sou o mais jovem, portanto eu posso trazer-vos alguma algum do linguajar mais jovem Estava-me a dizer que o Diogo era era poser Poser e piso Piso não sei qual é que é a nova por acaso devemos ir investigar qual é que é a nova formulação que significa o mesmo que piso mas agora já não se diz poser diz-se que uma pessoa está a fazer LARPing mostra aí no Urban Dictionary M magnificent
E para ti, tu achas que o Batáguas já executou o LARP? Não, acho que não. Já, quando fez uma música de rap em 2019 ou 2018. 19 ou 18. Foi 19. E tu achas que cada vez que um humorista executa uma música de rap é LARP? Não, depende, depende. Mas lá está, mas o poser, tu assumes que é poser o quê? Aquela gás está com a mania. Está a tentar ser, não é. LARP, pelo que eu entendo aqui do Urban Dictionary, é fingir-se que és, para efeitos até de... Para dizer, Urban Dictionary é LARP.
E tu também tens um pouco de LARP? Eu com certeza Sou LARP Tu és LARP, João Batista? Eu acho que não O que vocês acham sobre Gostam mais de Ciberdúvidas ou Urban Dictionary? Ciberdúvidas Eu vou a primeira hora
é pá, o Priberan eu peço desculpa mas é um bocado incompleto há lá palavras que existem que aquilo não tem eu tenho todos os tomos do dicionário Wise lembram-se? foi muito publicitado para aí em 2008 e era um dicionário não é Wise és mesmo jovem, Manuel falar do dicionário Wise é com H eu em 2008 tenho o meu dicionário favorito
Deixa-me acrescentar-vos agora aqui o que é que os jovens andam a curtir. Olha, isso é um bom dicionário. Está ali. É um bocadinho de paus. 160 paus. E este aqui, mais complexo que isto. Parece uma caixa de chocolates. Não há. É bonito. É bonito. Olha, mas é. Parece uma caixinha de chocolates. E o dicionário para ti? É uma peça fundamental, é uma ferramenta fundamental para o teu trabalho.
É assim, hoje em dia, lá está, o browser da internet funciona como dicionário. É verdade. E tu achas que... Mas às vezes não é giro encontrar... Abra aí, mete aí qual é que é a palavra do dia no primeiro ano. Já agora aprendemos qualquer coisa neste podcast. Tu tens de dar-te ser um velhote.
Tu tens saudades de ser um velhote. Pois tem, pá. Não, não, eu já fui. Tu vives em sete dos quesitos. Eu sou o Benjamin, não é? Ele tem saudades de ser um velhote que nunca foi. Ah, deplorar. A palavra é deplorar. Sim, mas esta não é. Normalmente são meios... Sim, sim. Vocês deploram a violência do mundo? Eu gosto de violência.
Pois é. Eu acho que a violência é boa. Eu acho que nós acabámos com a violência e adotámos a intelectualidade, ou seja, é uma característica que nos permite chegar ao dinheiro e a um status. E antes era porrada, porque já havia guerras, e os condos, os barões, os generais, os corneis. O que é que acontece? Agora com a inteligência artificial, onde nós escrevemos uma composição... E fazem barão para onde?
é corrigido até sintase é corrigido por inteligência artificial eu acho foda-se você está no hipop isso é hipop
Bocage é hipop. Mete aí, Bocage, poesia erótica. Mas deixa o Carlos acabar que ele ficou estudiado contigo. Ele estava a tentar impulsar de qualquer e tu puseste a citar Bocage. É verdade. E eu no fundo... Como é que se consegue aquela mesma ideia? Estou a comer de uma própria veneno porque eu estou a não sei quantos potes que é sentir esta postura. Estás a ver. E agora é que eu percebi o que vão visar o Steve é esta atitude de merda.
Faz lá a pesquisa aí. Não, nem tu estavas. Onde estavas? Mas eu como dou a volta vou interromper novamente isto.
Segue. Eu já não tenho nada. Vamos ao Bocajo, para que é muito mais interessante. Não, não, força, vou concluir o raciocínio. Minha avó Rosa apoderava andotas do Bocajo. Aquela clássica, não é? Ele está no café Nicola, não é? No Recio. Essa aí não é do Rocha? Não, pá. Ele está no café Nicola, como é que é? E uma senhora que está ao lado dele... Muitas o Tiburcio aí no meio. Peida-se. Uma senhora que está ao lado dele, peida-se.
Dá um pum. Dá um pum, tem razão. Lembra-te o humorista que tu és. Vais para aquela do flat que não sei quem é. Não te esqueças também. Ela diz, ah, que vergonha. Eu agora, quer dizer, uma senhora, do início do século XIX, dá pum, não sei o quê, não pode ser. O Sr. Pecajo defenda-me aqui. E ele diz, uma coisa que chama a atenção, ele diz, o pai de que esta senhora deu não foi ela.
fui eu e é assim por acaso não sabiam entregar anodotas de locais não foi o flato, ele não traga muito flato não, mas há aquela ele também erra mas porquê isso mas também há aquela a única piada que eu conheço é aquela do senhor não, não, não, não não
Do senhor que vai a uma menina que trabalha com as sexualidades. Vamos acabar também com essa corrente. Diz o que é que é. Uma prostituta. Um homem vai a uma prostituta e começa ela, portanto, pelos preliminares, tocando-lhe com a mão em seu pênis. Estás a continuar, vai. Estar tudo a ponte. Três palavras para dizer a mesma. Há o que ele diz. Olha aí, eu não quero camões, eu quero bocajos.
Isto é uma anedota. Não é bem uma coisa que lhe aconteceu. Não, isto é uma anedota do Bocage. Sobre o Bocage. Opa, tu tens dos cenários, eu tenho estes. Mas olha, vamos ler aí. Atenção. Eu gostaria de... A nossa... O nosso Mário Viegas é Carlos Goutinho Velhena que vai passar a ler o poema Soneto do Prazer Efémero de Manoel Maria Barbosa do Bocage. Eu não sei se este soneto é interessante ou impactante. Quem é que decidiu? Quem é que escolheu?
Pá, se de eu, esta é a dos melhores. Já tens de ter que pôr os teus pares lá no meio. Dizem que o rei cruel do averno imundo tem entre as pernas caralhá as lancetas para meter do cu na boca a greta. Não está lá a boca. Não está lá a greta. A quem não federe bem cá neste mundo tremei humanos deste mal profundo deixai essas lições sabida peta. Foda-se a salvo.
coma-se a punheta. Este prazer da vida mais jacundo. Jacundo. Daqui não dá para ver. Tens que ir ver isso, pá. Se, pois, guardar, devemos castidade para que nos deu, deu-os porra leiteiras. Se não para foder com a liberdade, fodam-se, pois, casadas e solteiras. E seja isto já.
que é curta a idade e as horas do prazer voam ligeiras. Queria colocar aqui uma questão, que é, há ali vários, há ali alguns erros ortográficos, diz-me se isto é o português arcaico, eu tinha a ideia que o português arcaico é um bocadinho mais para trás, porque eu vou só explicar às pessoas, já me trocaram aqui o poema, por iniciativa própria.
Pesquisa outra vez o Lancet e vais lá. Não está aí, é o 17. Eu queria dizer que edade está com edade. Queria dizer que imundo está com dois M's e meter está com dois T's. Tá, mas por exemplo, punheta está igual. Há coisas que realmente não mudam. Mas por exemplo, não diriam que devíamos... E deixar, e também não é assim que se escreve.
É pá, pois, isto já foi há algum tempo. Mas eu quero saber se isto foi quem editou, foi o editor ou foi o autor e isto era uma proposta como o Saramago que utiliza pouca pontuação, não é? Eu acho que era como escrevia, mas tu não achas que devíamos começar? Nesta altura, acho que não. Eu tenho amigos para este, tenho um outro vídeo deste tempo e tenho ideia de como era assim. É pá, era muito à base do... de trocar o i pelo y, mas isto, agora...
Os PHs, né? De farmácia e tal. Os PHs para a de farmácia, tipo, exatamente. Os 6 anos do T, que era uma coisa que eu ainda escrevo assim. O actor. O teto, que é para não ser teto. Ah, então é, usas o acordo gráfico pré-90. É, mas eu faço para sempre uma ressalva.
Faz lá mesmo um asterisco Mas dizem-me uma mensagem qualquer que mandas a um amigo O autor utiliza o antigo Asterisco gráfico Conheço sempre um asterisco em todas as mensagens Mesmo tipo Uber está a chegar, já cheguei E eu respondo Mas acham que vinha começar a dizer Caralhás Lanceta
A minha favorita é Porras Leiteiras. Não, mas Porras Leiteiras... Vou dizer, aí o Manuel Maria está a ser Javardo. Por Caralhagem Lanceta, existe poesia em Caralhagem Lanceta. Agora, em Porras Leiteiras não há. Pois não, para que é um pouco para gratuito. Mas isso é que era o bom do Pocás, não é? Por exemplo, está ali...
É pá, mas isto é demais, pá. O soneto... Isto aqui vai ter que levar pis. Mas tem que ser o Batista a dizer. Ah, está bem. Exato, boa, boa. Boa, Batista. O Batista vai ler o poema número 16, soneto do c**** potente. E atenção que é para pôr pis nisto tudo. Não é. Tem que ser. Segue. Ah, mas uma... Olá, Batista. Pois, pis. Não é fácil titular estar à frente do computador. Ok. Bom, bora lá. Não valia a pena pôr uma pianada?
Mas estamos a pôr em pós. Em pós, em pós estamos a pôr. É isso. Olha, pode acontecer. Se eu não gostar da primeira quadra, trocamos, está bem? Ok, ok. Não, isto é bom. Para algum deles, não para mim. E vamos analisar depois. Posso? Força. Porre potente é dói. Aqui uma cadeia de sustentos. Porquê? Porquê? Porre potente é dói. É pá, dá-me aí uma vidinha, pá. Ok. Fala com o diafragma. Porre potente é dói. O que é aqui? Porre potente é dói. Espera, espera. Deixe-me. 3, 2, 1, segue.
Por ripotente herói, que uma cadeira sustens na ponta do c******o teze, pondes em riba mais por contrapeso, a capa de baitão na alcoviteira. Teu caço é como o ramo da palmeira, que mais se eleva quando tem mais peso. Se ou não conservas a saimada e preso, é capaz de f*** o Lisboa inteiro.
Que força tens no horrido marçapo? Que assentando a disforme que a chamorra deixa conos e cus feitos num trapo? Quem ao ver-te o tesão há não discorra. Que tu não podes ser senão preapo. Ou que tens um guiidaste em vez de porra. Pronto, o que é que eu acho aqui interessante? Conos. Não, porque eu acho que... Sem dúvida. Agora mete um piso também. É feio.
Quando é feio. Conos. Melhor. Olha. Agora, queria só realçar este... Conos. Esta parte ali do poema, que é ponde-lhe em riba mais por contrapeso. Será esta riba, Tânia Ribas de Oliveira?
Não é. Não. Não. Não é. Ainda pensei que ias para uma piada de engenharia, por causa dos contrapesos e não sei o quê, pensei que ias... Eu costumi ir para piadas de engenharia. Eu não utilizo muito isso. Esse tipo de raciocínio mental não é muito o meu. Ok. É para as ribas. Bom.
O Porto é campeão. Não sei se interessa. Não interessa não. Desculpem agora. Saltado no solento do c****** potente para o Porto campeão. Temos a via aí por tanta coisa com graça. Agora vamos ao Porto campeão. Mas não vamos dizer nada. Já algum dia voltamos. Não vamos dizer nada. Eu já te dei os parabéns em privado. Está bem, mas isto aqui é um podcast. E dote agora em público. É suposto ser público. Parabéns, Diogo. Para vocês mereceram. Parabéns, Diogo. Vocês? Me?
Não, foi a Mercedes. Não é então... Espero que fique em segundo lugar uma equipa que nunca esteve perto de conquistar o campeonato. Estes até, eu prefiro assim. Acabar em segundo? Não, acabar em segundo é horrível, mas ao mesmo tempo é muito pior acabar em segundo à 32ª jornada.
com uma reviravolta, com sofrimento até ao fim. Ou seja, tens um segundo lugar que é uma vitória moral. Eu já fiz o luto deste campeonato para aí em outubro. Portanto, não é uma vitória moral. É só... Fui sofrendo libertação prolongada de sofrimento. Porquê que o Google estão a festejar o campeonato do Porto com fogo de artifício nesta página? Porque o Google é parcial. Por outro lado, não concordas que é mais engraçado acabar sendo derrotas em terceiro?
É pá, não. Sim, mas quer dizer, eu não vou crer isso. Eu prefiro ficar e ter acesso à Liga dos Campeões. Se bem que o Benfica vai ter mais uma vez uma época em que não tem férias, o que é desagradável. Nas últimas épocas, muitos dos clubes que foram para a Liga Europa foram campeões. Portanto, não sei se o Sporting não está contente de estar em terceiro lugar. Mas pá, o Porto foi... Onde é que tu estavas? Tu não estavas... Quem está aí a receber e-mail? Quem é que não põe a Valdemar?
É o rebeldão. É o rebeldão. Ele não cumpre as regras. É eu visto como um discurato, mas depois quando está na hora de ser sério, não sou. Desculpem, desculpem. Tenho aqui uma mensagem. Mas lê se quiseres. A gente espera um bocadinho. Estava em direto. Espera aí então. Deixa-me só ver. Tipo, a sua casa já não está disponível. Idealista. Podem continuar.
Era um favorito para que eu tinha numa casa que eu não tenho palco de spa para comprar, mas tenho sonhos. Tu fazes os consultores imobiliários. Eu nunca na vida vou ter meios para comprar esta casa. Favorito. E mandar a mensagem automática. Olá, vi este imóvel e estou interessado.
Não, isso eu já não faço, para brincar com o tempo das pessoas. Isto é o mandar para o universo, para o universo depois devolver. Eu queria perguntar, será que o dono do imóvel tem noção que eu fiz favorito? Ou seja, no OLX há isso. E na vinta também há, que é tu carregas favorito e o vendedor entra logo em contacto contigo. Já me aconteceu com italianos. Eu estou na vinta para ver camisas italianas e os gajos, eu ponho favorito deles. Eu quero comprar e...
Até faço um disco-dito logo ali. Isto está italiano. E eu não respondo. É? Isto não é italiano? Quase não. A tu e se for, cara, tenho aqui uma proposta. Isto é o quê? Isto é brasileiro. Não sei. Não sejas legador. Há muitos brasileiros de origem italiana. Por acaso, pá, era giro nós vermos aqui tipo os nossos favoritos de idealista. Não. Pois não, não é para aqui. Fica para o próximo. Olhem. E ver os do Batista também.
Tu não tens, Batista? É o problema da habitação jovem, não há? Eu mudo com os meus pais. Está bem, mas isso também para todos nós. Quando vinha aquele BP Express Imobiliário, toda uma revista... Não é que vinha com o Express, não é? E tinha excelentes imóveis. E na altura, o T3 era 160 mil. O T3 ali... Bons tempos. Mas gastámos tudo para não bater das cantigas. Pois foi.
Epá, sim, não aproveitávamos. Onde é que nós já estávamos agora? Nós somos a geração que mais sofre. Nós não aproveitávamos aqueles anos. Epá, que eu não sei porquê. Por causa do Mário Draghi, presidente do BCE, de repente o banco pagava para tu pedir dinheiro emprestado. Ali entre 2014 e 2021. Acho que antes, antes, puto. Acho que foi de 2013 para 2017. Mete aí a evolução de Euribor. Mete aí a evolução de Euribor. A partir do jovem Mano Carlos. São as mais das letras, puto.
eu acho que a partir de 2017 para que a coisa já estava a ficar negra porque eu lembro-me de ter feito um vídeo sobre rendas não é no site da Euribor dados históricos representados na forma de gráficos as coisas que inventam para não falarem do Porto Campeão os dados da Euribor aí está, pronto quando se pensa que este podcast não tem mais para onde ir para além onde é que vocês estavam em cada uma destas fases? 2000, eu parti a perna ali em 2000 Euribor
estava na primária pá, atenção, os nossos pais tipo a malta que nasceu nos anos 60 também sofreu, teve ali taxas de 25% e mais, no início dos anos 90 estava taxas de 15% mas isto foi até à pandemia sim, isto, portanto, foi, foi depois só começou a subir depois da Ucrânia é verdade, não, olha aqui
Houve ali a grande crise, mete ali na primeira, no pico anterior. Não, a seguir, a seguir. A seguir tu não tiveste macros. Chegou em outubro de 2008, terça-feira negra e não sei o que mais. Não se pode dizer. Cai, cai muito rápido. O que é que não se pode dizer para a terça-feira negra?
não se pode dizer nada associado a mal seja negro segundo alguns livros e o Kappa Negra, aquele restaurante em Francinhas é uma coisa boa depende pelo ponto de vista do colesterol e das doenças cardiovasculares que são aquilo que mais matem em Portugal talvez não, mas depois o Vali
É aquela grande queda ali, olha ali, 2014. Calças negras. Pumba, ali, estou-te quase a pagar. Ali aqui, estou-te a pagar. Menos zero. Manel, tu tens razão, mas é que eu aqui fazia duas métricas. O preço das casas disparou foi aqui.
e das rendas, pá, 2016, 2017 estávamos nós, frente a frente, no escritório da Bandes quando ainda éramos muito amigos e lembro-me que estávamos a ver casas, achá que íamos conseguir sair com a miséria que nós tínhamos na conta não sei se amabas disso, os problemas onde tu andavas e eu lembro-me que nós estávamos a ver rendas em 2016 e 2017 eu até gravei um vídeo de rendas com o fundo branco lá na Bandes e as casas já estavam caríssimas
Mas foi aí que eu arrendei a minha primeira casa que hoje em dia são amigos. Mas sempre com sustento do Estado. Também diz as coisas como elas são. Com o quê? Zero. Sempre sustento do Estado. Zero. Olha, vou dizer... Sempre sustento do Estado. Apá, apanhei... Imagina, IRS jovem. Agora é até aos 35. Fui ver para pôr. Já trabalho há mais de 10 anos. Não dá. Outra. Ah, é? O IR... O...
o IMT que era para a primeira casa 30, tinha comprado a casa no anterior já não bateu eu estou tudo, aquelas rendas que a câmara mete um pouco e tu pagas só não sei o que nunca, nunca apanhei mas tu achas que os apoios são para ti está-me a fugir, está-me a fugir tudo assim são para ti? não são, mas o que é no início da vida tu tens tantos amigos que precisam mais que tu
E com certeza, não me estou a queixar-te, estou só a dizer que escapam-me todos assim, escapam-me todos assim, eu sou o gajo que menos foi alto de política pública deste país. Também eu? Olha, o Porto foi campeão, mas tu não queres falar sobre isso.
Não, pá, eu quero... Através ainda queria continuar no outro tema. Qual tema? Estava a mandar um prazer. Era o Bocajo ou eu ir embora? Era os dois. Não, para tu a brincares. O negócio estava no Porto campeão. Porquê que o Benfica empatou? Para ver se o Porto era campeão mais fácil. Porquê que ninguém quer ganhar jogos? O Benfica foi alvo da extrema roubalheira. Quer dizer... De extrema direita.
Isto seria uma roubalheira, um penalti claríssimo, uma expulsão perdoada ao lateral direito da fama ligada na primeira parte, mas isto é tudo absurdo, eu não quero falar sobre isso, porque, de repente, esta parte do podcast é sempre chata. O Porto foi campeão graças à arbitragem, Manoel Cardoso. É pá, que se sentiste com o mérito. Com o mérito, com o mérito, sofreram 15 golos.
Sofreram 15 golos, a defesa é muito importante. O BF aqui empatou 10 vezes, se era esquisito. Durmeceste? Então, Batista. Então, o que é que está a passar? A durmeceu, Patava, a olhar para o Brasil. Aborrecida, mas este é o tema do podcast. Com que vontade é que eu me sento aqui? Não, com que vontade é que o público vai ouvir este podcast quando o nosso produtor, eu estou a olhar para ele e ele está assim.
Ah, mata, desassociei-a um bocado, pá. Mas não pode ser. Não podes, não podes. Tu devias, tu devias ser, olha, isto é o problema do... Tu não celebraste... O estado português é que nós achamos sempre que não fazemos parte. Como este quer mamar a poesia e não precisa. E o Batista podia acrescentar valor a este podcast, mas cagou os outros que façam. Pois nem tudo é campanha da IL, cara.
Epá, fica-te mal. Tu sabendo o quão à esquerda eu tenho votado, fica-te muito mal. Mas tu não te podes assumir. Tu queres um facho. O quê? O Diogo? O Diogo é um facho. Já me disse. Pois é, ele não deixa a avenida desde 93. E era quando era obrigado. Desceu uma vez em 2003. Foi obrigado. Ficou com o Eduardo de Sopa.
Ah, boa, bom ponto. Eu estive no programa Noite das Estrelas da CMTV. Nem entrasse agora a explicar. Nem entrasse agora a explicar. Importa. Mas isso foi mais lá nos seus outros amigos, não é? Foi lá nos outros amigos que eu pensou. Mas achei que... Mais tempo, mais qualidade, mais profissionalismo. Sim. Queria...
Corrigir um equívoco, um erro. Eu, na verdade, dei os parabéns ao Manuel Cardoso. É verdade, a velocidade de vezes por dois. Ao contrário. Está bem, mas às vezes vocês falaram muito de pressa sobre muitos temas. Deixa acalmar um bocado.
Está bem, agora isto é um filme para o Tiago Guedes, para precisar de um plano de uma oliveira para abrandar o ritmo. Estás no YouTube, pá. O podcast não tem que ser frenético. O quê? O podcast não tem que ser frenético. Há pessoas que estão a conduzir no carro e não querem... Ai, que rápido eles falam. Há pessoas que estão a conduzir no carro. Isto é M80. Vou fazer a A23. Vou para tomar na A23. Vás lá a ter...
com a Miranda. Estou confortável. Falas devagar e depois pões uma música. Estás na internet. Estás a competir com o Tiago Ops. Está aqui um verde que é agradável. Deixa-me ouvir alguém a falar com alguma parte de tranquilidade e sofrer para acompanhar a minha viagem.
Eu dei os parabéns ao Manuel Cardoso, mas, realmente, não liguei e cagava-se que eu tinha que vir ainda. Não é isso. Ignorou na totalidade os parabéns. Sempre um contexto do episódio anterior. Nenhum de nós fez aquilo que a Rária Comercial pediu, que foi enviar um pequeno vídeo com uma pequena história gira, para o surpreender nas manhãs. Desculpa. Diz.
Tinhas alguma marionete lá? Tinhas algum boneco? Porque esse acting... Ah, mas agora quer dizer, se sou a falar... Isso é lento, é lento. Se mete um acting para dar ritmo, é acting para dar ritmo. Mas faz lá outra vez. Consegues outra vez? Consigo. Faz lá.
E também não demos os parabéns a... Que chatice. Eu pai ia ter graça, pá. Como foi pedido pela produção da Rádio Comercial, para contar-nos uma pequena história sobre o Alvaro Cardoso, não é? Uma pequena coisa engraçada sobre o aniversário. Uma pequena curiosidade que... Não, o primeiro tem que estava melhor. Conta a história. A primeira faz sempre melhor, pá. Mas quem é que disse isso?
Foi o Manoel Oliveira. Manoel Oliveira disse uma vez sobre o Miguel Guilherme, este é um ator a sério, é daqueles que a primeira que faz como deve ser.
Porque alguém fez merda. Isso foi uma entrevista que ele deu ao Hermano José, se não me engano. Alguém deu uma entrevista? O Manuel Oliveira deu uma entrevista, está a dizer... O Miguel... O Manuel José deu uma entrevista ao Hermano Oliveira, que é um jornalista de 00. O Miguel Guilherme fez uma bocadinha com o Manuel Oliveira. Que alguém tinha sido um filme que faz o Miguel Oliveira.
E houve um erro técnico qualquer que impediu que o primeiro take fosse utilizado. E o Manoel Oliveira ficou full porque o Miguel Guilherme tinha feito bem e o Manoel Oliveira disse não se pode cometer estes erros porque este é um ator ao sério que só faz bem à primeira, à segunda já não vai tão bem. Muito parabéns pelo aparentes. Não interessa. Aliás, quem deu esta entrevista foi o Miguel Guilherme, não foi o Manoel Oliveira.
Então, mas o que é isto? Tu não sabes contar nenhuma história. Contou esta história a alguém. Tu não sabes comunicar. Tu não tiraste paciências da comunicação. Não acabei o curso. Foi na Europeia. Oh pá, isso fica tão mal. Na Autónoma. Fica-te mal. É feito. Tu tens muitos fãs que adoram o teu trabalho. Os teus sketches estudaram na Universidade Europeia. É extraordinário, pá. Bom, meta e play.
Hoje temos que agradecer a presença de Diogo Batáguas. O que é isto? Foi muito difícil, custou muito. Aprendi imenso sobre este bem. Posso só mandar um abraço a um amigo meu? Claro. Porque eu esqueci de me dar uns parabéns a uma pessoa que é muito especial para mim, no dia que ela fazia anos, e ele fazia anos. E sempre assim aproveito para... É lá, pessoal. Manoel Cardoso, muitos parabéns. Desculpa, temos que assistir do teu aniversário, mas fica aqui um grande abraço sentido de amizade e fraternidade.
Manoel Cardoso, nós não somos amigos, mas um abraço a ti. É, logo. Pronto, é. Obrigado, Carlos Luís. De todos, de todos. De todos. A diversidade é a diversidade. A diversidade é a diversidade. A diversidade é o destemunho nacional. Se esquece este, ficou aqui o destemunho nacional. E é bonito a pessoa assumir que se esqueceu. Esqueci. Lamentas? Não.
O corpo está bom, não é? Ui, para mais uma dica. Para a Cristina. Lamento a questão é... Manuel Cardoso, eras capaz de te envolver? Não. Calma. Não. Não tem. Não sabes com quem é que é? Então, mas quer dizer... Logo à partida, não. Porquê? Nenhum daquelas pessoas, é isso?
Estás a mais a mais a mais a mais a mais a mais? Não, não, eu estou só a procurar, porque isto é tudo uma falsidade. Não estava a ver, porque eu acho mal a Maia ter dito que... Já a fugiu do tema. Mas podes perguntar enquanto estou à procura. Eu acho mal a Maia ter dito que não somos amigos quando fomos nós, eu e Diogo Batáguas, não é a primeira vez que o Diogo Batáguas está na CMTV, porque fomos lá com Coma de Ipec em 2013, promover...
E está à procura disso, não é? Estou, estou, estou desesperadamente, mas não estou a conseguir. Sabem que eu acho que nos falta mais na divulgação de espetáculos e iria-te dos programas?
a minha solução era fazer 5 minutos no início de stand-up lá como nós fazíamos no início falarmos um pouco da nossa vida e do nosso projeto o cartaz está a aparecer na tela uma fotografia nossa em criança e éramos capazes de ir a discutir mais um ou outro mal pensar mas às vezes parece que não queremos divulgar também os nossos espetáculos, parece que não temos visão encontrei, encontrei
Vou-te mandar, Batista. Não andamos a ir a nada. Nem ao curtir-cuito vamos. É uma tristeza. Esta aqui do YouTube. Está aqui, sim. Já está. É aquele? Uma vez quando o Covid queres fazer às pessoas...
Porquê que o Manel aparece? Para, para, para. O que é isso? Espera aí. Porra. Bastante mal. Por várias razões. Hipocrisia. Tu é um negócio bem.
Mas tu estás melhor. Não, tira isto. Para, para. Mas eu gostava para que tu parasse no plano geral. Não, espera com atenção que Maia vai alinhar na gordofobia. Vai. Sim, sim, ouve. Mete para trás, mete para trás. 10 segundos. Tu és um gordo, mas ainda podes... Daniel, és um grande acordo. Só isto. Ganha dois bilhetes do... Exatamente. Pronto, óleo, Daniel. És um grande acordo, mas ainda podes...
Tu riste também. Eu rimo de nervos, já há uma altura... Quando tiverem novidades, quando tiverem um novo espetáculo, podem para fora do livro... Manuel Cardoso... Para, para. O Manuel Cardoso parece um Beatle. Pá, sim, estou ali com um capacete, menos uma fatia. Sim. Ganhos ou morir, pá. É verdade. E o Batáguas? E estamos a ver televisão, não é? Parece que chegou a televisão, a televisão de 2013.
Eu acho que sou amigo da Maia porque nós ajudávamos a lançar a CMTV. Havia poucas pessoas que aceitavam ir a CMTV naquele momento e nós já na altura que punhamos 40 pessoas na sociedade Guilherme do Cossu, aceitámos ir.
Mas o Diogo Batágua é daqui. Não vale a pena. Estás aí com o Diogo, o Diogo, o Diogo. Vá, agora estamos todos em silêncio. Fazer o teu momento. Não, não. Deixa o que ele quer. Ele está mortinho. É porque ele parece várias pessoas aqui. Ah, então mostra. Não vale a pena. Isto já passou aqui. Já passou o timing. Não, não passou. Passou, passou. Não, não passou. Tu és um homem do timing. Não, muita expectativa. Não vale a pena. Vamos mudar de tema. Vamos mudar de tema. Vamos mudar de tema.
Parece que trabalhas uma loja de crepes. Pronto, vamos embora. Trabalha onde? Uma loja de crepes. Não é nada. Tu parece um colaborador de uma loja de waffles. De quê? Waffles. Quem, eu? Ele. Porquê? Parece o Don. Todo o que está? É verdade, pá, mas tens um par de tempo anavante também. Viciado.
O Porto foi campeão, mas não celebrou nos aliados. O que é que estás a dizer sobre isso, Diogo? Não o quê? Não celebrou nos aliados. O que é que estás a dizer sobre isso? O que é que estás a dizer sobre isso? A celebração é interna, é no coração de cada um. E é à volta do estádio e é com... Não interessa, pá. Eu não estava no Porto, infelizmente. Tive muita pena. Tive um fim de semana que estava marcado no estrangeiro há algum tempo e também não me ocorreu que o Sporting fosse para estar contra o Aves, não é?
Encontrou a Tondela depois. Está bem, mas na altura contra o Aves é que deu origem a tudo isto, porque o Porto não seria campeão se o Sporting não tivesse empatado contra os últimos dois classificados, numa altura em que nunca tinha perdido pontos, para além de equipas do Top 5. Portanto, eu estava perfeitamente convencido, há coisa de um mês, que estava tudo tranquilo para estar este fim de semana longe da sociedade invicta. Afinal, o Sporting não quer contribuir para a minha felicidade e obriga-me a ser campeão.
em Paris. Como foi ser campeão em Paris? O que é que tu fizeste? Devia estar as ruas cheias de adeptos do Porto, como é habitual em Paris. Porque não estava nem em Paris, estava numa espécie de maçamar de Paris, estava nos arredores. Como é que se diz maçamar em Paris? Não sei onde é que estava, não faço ideia como é que se chama o sítio. Porquê estava sem maçamar de Paris? Era um apelo de que tu falasse de anseias, mas ele recusou.
Amigos? Estava em casa de amigos. Em sítios? Começo a importunar tantas vidas das pessoas, tipo, olha, deixa-me só ficar aqui no sofá durante três dias. Lá está, não é bem Paris.
Não estão ainda nesse... Calma, então, não só fica tanto importuna às pessoas, como agora, tipo, eram num bairro social e nunca mais me convidam. Não, era uma casa muito boa. Aceita o abrigo e ainda diz que está em Maçambar de Paris. Está, é Maçambar de Paris, eu não sei dizer que não é no centro, não estava numa queijo de pombal de Paris, estava no... Mas não estávamos em Cascais? Estavas em Cascais de Paris? Não, estava... Mas estava na sobrença de Caparica de Paris.
Burralinho, estás bem ali. Mas não é no centro de Paris. Mas quanto tempo daí até ao centro?
Eu fui, portanto, ver o PSG... Eu só pedi números. Eu só pedi números. Não, estou a ver quanto tempo é que mudei a chegar ao estádio. Foi, sentivavelmente, meia hora. Então não estavas bem nos arredores. Então não é arredores. Estavas meia hora para chegar a país. Mas Samara também está a meia hora do Marquês de Poucau. O Palácio de Versalhes foi para não ser se não é mais.
Depende, Paris é grande e tal. Mas era para que lado? Não tenho a certeza, não faço ideia. Para o lado do estádio do PSG? Era mais perto do estádio do... Fora-se do aeroporto de Orly, do que do Charles de Gaulle. Mas eu nunca vou a Paris, portanto eu não sei bem onde é que ficam as coisas. Já não ia a Paris desde ser muito pequenino, desde os 10. Qual o teu arrondissement favorito? O meu quê? Arrondissement. Sim.
Ele não gosta de música. Ele não gosta de música. Tu és o sonho de ir estudar Ciência Política para Paris? Sim. Qual de nós é que vai financiar o teu curso em Paris? Por causa das suas falcatruas? Eu. É o Carlos que gosta de uma música. Tu vais ter negócios legítimos que vão ser... Vais ser o testa de ferro do Diogo? Sim. O testa de ferro não, mas o de cobre. Poderia ser perfeitamente. E eu adorava para financiar porque eu acho que ele precisa de estudar mais. Sim.
Ele pós temas que fala, até no humor, é muito pouco preparado, não tem bagagem, faltam-lhe adjetivos e palavras. Nós seremos... Não, mas eu não falo certas coisas. Nós seremos o conjunto de pessoas com mais plataforma na sociedade portuguesa.
mais ignorantes talvez não nós os humoristas ou nós os três? nós somos das pessoas mais ignorantes e incultas que há nesta área ele agora está a tentar embarcar não, não
Estou só a dizer... Porque também estendeste do tapete, agora não pode ser convencido, não pode ser convencido, não pode ser convencido. Para sair do bem disto, e depois... Com certeza, existem. Mas não quer dizer, está bem? Não, existem. Não te veste mal, Carlos. Há tanta gente mais culta, mais preparada do que nós, a falar no espaço público. Não, mas não existe. Existem youtubers que são mais... Eu nem uma frase consigo conjugar bem. ...e influencers, não sei o quê, que são mais ignorantes, no sentido da falta de curiosidade, do que nós, sem dúvida nenhuma.
Não, e também são mais privilegiados É que eu vejo isto como um programa de televisão, eu não vejo isto como uma internet, eu acho que isto é um programa de televisão. Pois achas. E eu também acho. E nos anos 50 e 60, as pessoas falavam na televisão...
tinham uma formação, não é? Não eram... Quer dizer... O Marco Paulo teve um programa na RTP. E na SIC também, já nos últimos. Sim, mas estou a falar do antigo. Com os cabelos ainda, de jeito.
O deporte não celebrou porque havia a ser... Então, mas tu lanças um tema e não acabas. Então. Mas é super interessante. Não estamos a falar sobre... Aqui, portanto, existe uma pessoa que não tem formação académica, outra que não tem, e outra que tem... Não, não, não terminei. Mas o que é que tu achas que a formação académica é importante neste momento? Aqui não há um único curso nesta sala. É aprender a pensar. Aprender a pensar no mínimo.
Mas tu não tens imensos amigos que têm mestrados e doutoramentos e têm uma... têm uma néspera na cabeça? Tu até... Não, acho que não é possível tirar doutoramento com um néspera na cabeça. Tu às vezes puxas-me... Também é um podcast. Puxas-me ao lado e dizes já viste este gajo doutoramento e não sei o que, não dá-me para cá. Nunca puxei e eu não conheço muitas pessoas que têm um doutoramento. Conheces? Reparem, eu andei só uma semana na faculdadeapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapapap
E aliás, tenho aqui imagens da minha primeira semana. Só andaste uma semana e tu és a Algarvão. Não, andaste uma semana e quer dizer. Tu até me deste apontamentos, tipo a história da antiguidade clássica. Fui através da aula, pronto. Está bem, mas a vez que foste para dar-te um apontamentos. Esta foi a minha participação na faculdade. É pá, mas tu meteste aqui AI. Estás porco. Mudaram-te os dentes. Não, não, os dentes são os mesmos, simplesmente tive que proteger a privacidade das pessoas. Eu só tive, pá, fui para a chá de baseia. Mas faz mais um.
Mas estás com um sorriso feliz? Não, não, não. Não está feliz. Está desconfortável. Não está feliz, é desagradável. Digam não à praxe. E há um rapaz do lado esquerdo para estar com a mão no pênis. Pois está. É um discípulo de bocajos. Porquê que trajar não é fixe em Lisboa, mas é fixe no Porto? Sabem disso? É mentira. É verdade. É mentira. É verdade.
Eu peço desculpa, eu sei que há muita gente trajada que até gosta do nosso trabalho e do meu, mas não é fixe. Acho que é fixe em Coimbra, é a única cidade onde podemos dizer que é fixe. Talvez acima do Mondego, não é? Depois também temos que debater o que é que é ser fixe, não é? O que é fixe para nós, não é fixe se calhar para uma grande maioria, não é? Mas os fiches trajam no Porto.
É mentira. É ou não é na verdade? Digam-me só. Se calhar eu estou errado. O teu conceito fixe de leiria para cima é que começa a diminuir. Não, é porque... Ou tens menos padrões para a malta do Norte. Estás a dizer que o centralismo... Tem menos acesso. Lá para os parolos lá de cima é giro. É o que ele está a fazer.
A malta diverte-se a trajar. É uma coisa mais ligada à música e não sei o que. É das tuanas e não sei o que mais no Norte. E cá, apesar também a ver, é visto com mais francerias. Se calhar os lisboetes... Mas é que tu cá não te abres ao público universitário. Tu cá sempre foste muito fechado. Os meus amigos, os meus amigos do colégio e os amigos da comédia. Então tens muito pouco horizonte para outras pessoas que também são cool. E que também trajam.
Acho que esse é outro problema. Não vamos falar sobre o meu colégio de semana porque saíram notícias trágicas. Foi o quê? Para que eu não ouvi? Não, não interessa. Tu sabes o que é que foi? Pá, vais falar disso no relatório. Eu nem sei a pessoa que ele disse que ele também não vai gostar. Pô, olha, para falar nisso, sabem que... Ah, para falar em escola, para falar em andar na escola, um dos campeões pelo Porto, Oscar Pietusevski, vai ter que se ausentar e não vai poder participar no próximo jogo. Por que está a rir?
Porque tem graça. Porque eu estou a pensar, se estivéssemos ainda na luta pelo título, que já está resolvida, felizmente, mas as últimas duas jornadas seriam importantes e nós ficaríamos limitados no ataque ao título. Desligaste-se o Piatus Esquipe vai ter que ir à Polónia para concluir o décimo segundo ano. Sim. Não é? Faltam três exames. Faltam. Estamos na altura dos exames. Na Polónia estamos. Como é que escorreram os exames na escola, no décimo segundo? Difícil. O que é que saiu? Saiu o pessoal ortónimo? Foi há muito tempo, Manel.
Eu por acaso... Mas eu não me vou acabar com isto aqui. É tão feio. Eu por acaso tive certo. Tive certo.
Tivesse sorte. Tivesse sorte no sentido de anulei a disciplina e naquele exame onde toda a gente chumbou, não sei se lembram, toda a gente a chorar a dizer que tive 1.8 porque estava à espera que saísse outra coisa. Escândalo nacional. Este miúdo sai de lá com 14 e maio. Desiludido. Não vou estar aqui a acabar. Não vou estar aqui a acabar. É porque eu não posso dizer a verdade. Aqui o intelectual. Eu não posso dizer a verdade.
fica mal para dizer a nota verdadeira mas o que eu quero dizer é ou seja, no meio daquela catástrofe até alunos que eram bastante melhores que eu e eu lembro-me disso tecnicamente
a chorar porque tiveram aquele 8, aquele 6, aquele 7, e eu saí de lá como o preguiçoso que teve sorte. Calma, estás a pôr aqui o meu exame? Este foi o teu? Foi, 2012 foi. Deixa lá ver se me vejo se lembra. Mas eu também fiz este aqui porque eu sou repetente. E 16, 8 o que o que foi de ilusão. Mas...
Por acaso, era giro, dá para ver tipo as notas públicas. Isso não dá. Já não dá ou dá? Não dá. Eu adorava. Eu adianto, mas eu não tenho três seguintes. Eu tipo, eu arrasei no testemunho. Por acaso, acho que estava aí.
Não, depois este aqui, este exame não era fácil. Pois não, mas eu lembro que acho que foi este exame, porque eu fiz o exame no ano a seguir. Ah, tu fizesse o 12. Ou seja, eu fui repetente, porque eu fiquei um ano chamado o ano zero, não é? Fiquei a pensar, fiquei a trabalhar e a escrever comédia já na altura, porque eu comecei muito cedo. Mas eu fiz o exame contigo e acho que foi este exame onde toda a gente espalhou. Não fizeste comigo?
Não, pá, contigo não fiz, pá, tu és de um colégio e eu era do povo. Portanto, eu tinha, eu estava na escola pública que foi essencial para a formação, para a minha formação enquanto ser humano. E obrigado Estado Social, obrigado. E obrigado.
me deram as condições de estudar em ótimos liceus que esta cidade tem e liceus históricos. Mas... Na escola eu tentei deixar o meu legado, não é? Participava nos concursos de poesia, ganhei alguns e de conto e não sei o que mais. Não, não, não é só isso.
Não é isto. Do nada mandas um prémio de poesia. Não é o prémio de poesia. Eu fui à final do jogo do 24 Eu fui à final regional do jogo do 24 Eu tentei trabalhar para deixar um legado de prestígio na escola e que me lembrassem pelo bom aluno que eu era
que é a pressão dos milénios não foi não foi isso que aconteceu porque eu tive um exame no lado de literatura portuguesa que eu tive literatura portuguesa e não Max que é bom mas esse preconceito também com quem teve Max que fui eu fica-te muito mal não, não, tudo bem não tenho matemática desde 2009 isso prejudica oi, oi, oi, oi oi, oi, oi acertaste-me a resposta o que é isso oi, oi não digo mais nada porque está a dar quem quer ser está a dar a Maia outra vez pá, que sustoap
Começa a dar CMTV a meio do nosso programa. Mas eu tive um exame anulado mesmo pelo GAVE em 2011. Mas não foi para aquelas fotografias? Foi por causa das fotografias? Não, eu nunca fiz cábulas na vida. Não, para fotografias mais íntimas que tu tinhas.
Sabe que isso aí é crime? Porque no fundo estás a supor a existência de fotografias íntimas de quando eu era menor. Vais processar o Carlos? Vou processar. Isto é a CP. Não se pode dizer, porque senão o vídeo vai abaixo. Eu fui analisar o exame porque eu estava a estudar para o exame, só que nas férias, não sou de exame nas férias, então acordava tarde. Então punha a alarme para as 11 da manhã para acordar todos os dias para estudar. Ah, e desliguei o telefone. Ah, e é suposto de entregar o telefone à porta.
E eu, como cheguei atrasado, não entreguei o telefone à porta, deixei-o no bolso e pensei, está desligado, o que é que vai acontecer? No último segundo de exame, toca telefone de alarme para acordar e eu tenho o exame anulado num momento... Isso deve ter sido para a dramática. Foi dramático. E de repente, a única coisa que... Fui à segunda fase. Fui para dois meses para fazer de novo o exame e tornou-se uma... Como é que se diz? Um cautionary tale.
antes de cada exame julgo que ainda até hoje, ou até há pouco tempo na escola dizem em 2011 um aluno garantia que tinha entregue o telemóvel mas não, estava no seu bolso e tocou no último segundo, não seja o Manuel Cardoso e é isto que eu deixei e bem vamos ao medir fichas ah, pois é, até vamos parece que eu ganhei aqui uns pontinhos quais?
O Benfica não vence, que é sempre o que tu fazes, lá acertas, não é? Mas tu és irrelevante. Todos os pontos que fizeste, foi à base do Benfica de empates, provavelmente. Isto é até 15 de julho, não, porque se ainda vai meter mundial. E o Benfica teve 10 empates, na verdade. Se ainda vai meter mundial. Eu internacionalmente sou muito forte.
até em termos de corpo e tudo e fazíamos um especial só para o Mundial foi como fizemos de outra vez sempre para virar as regras primeiro vamos tratar disto tudo é que tu queres, estás a perder e tu é que queres modificar as regras não, porque eu aceito as regras do jogo eu aceito as regras do jogo e do ser humano deixa-me só dizer-te eu que vais ser acusado de egoísmo por parte dos teus consócios consócios não, porque já se sabe sou sócio já né Eu.
Foste lá, nem pagaste uma cota. É vitalício. Tenho três meses pagos. É como aos atletas. Pagos por quem? Essa é que é a questão.
mas vais ser acusado de individualismo por tares mais focado neste campeonato, queres falar mais deste campeonato de medir fichas, do que no do Porto, que nós conseguimos desviar o assunto, e tu não fizeste nenhum chupa, nem nada, e portanto os adeptos do Porto vão ficar... Que estás bem mais leve. Pois é, antigamente era mais... Comparar a primeira temporada com agora. Olha, boa. Eu não venho para aqui nunca a ser estúpido e...
Benfica não vence. Espegar na vossa cara o meu título. Porque é difícil, quer dizer, é um show complicado, mas tudo bem.
Está bem, deixa-o estar. Pelo outro edifício. É relevante. O que é isto? É pá, eu acho que já que é passeio é para limpar tudo. E o meu palpite é que o Porto B vai a casa do Sporting B esmagar. Mas que letra é que é? B.
E tu? E tu, Manuel Cardoso? Podemos ter uma equipa portuguesa na final da Liga Europa e eu acredito que vamos ter... Sporting Braga passa, obrigado por ser difícil apesar de ter vencido o primeiro jogo. Qual é a temperatura média do Friburgo? Ou seja, basta um empate. Média? Até pode perder depois ganhar nos penaltis e é difícil.
eu quero é o Braga a passar nos penaltis 120 minutos de jogo mais penaltis para chegarem muito cansados segunda-feira, para o Benfica conseguir assegurar a presença na Liga dos Campeões um bom segundo lugarzinho, não é?
É necessário para as contas. Não interessa lutar até ao fim pelo segundo lugarzinho. Agora está a tentar meter, só como... Não é? Agora está a tentar. Força a vocês dois. Está bastante bem. Força a vocês dois. Lutem até ao finzinho pelo segundo lugarzinho. Vamos a um muito provavelmente repugnante e maniente momento Diogo Santos.
Cara, antiga glória de um grande do futebol português. Chegou a sua vez. Se deseja genuinamente o sucesso desportivo do seu clube de coração, por favor, faleça.
Os festejos deste fim de semana ficaram marcados por emocionantes alusões ao eterno capitão Jorge Costa. A nação azul e branca ansiava de dicar-lhe o troféu conquistar o campeonato tornou-se um imperativo, desportivo e esotérico. Contudo, o que ao olhar desatento passa por uma lamentável coincidência que obriga um emblema a tornar-se campeão a fim de poder homenagear uma lenda do clube, pode, na verdade, não passar de um secreto e macabro ritual sacrificial.
É que se o Futebol Clube do Porto beneficiou do desaparecimento do bicho no início da temporada, o Sporting contou com a morte de Manuel Fernandes no ataque ao Bi e o último título do Benfica não seria possível sem o adeus de Fernandes Solana durante a pré-temporada. Coincidência ou planeamento estratégico? A resposta parece-me evidente.
Ora, isto carrega o cargo de diretor desportivo de uma responsabilidade acrescida. À contratação de craques superlativos e de um técnico de craveira internacional acrescenta-se ainda à sempre complicada questão a quem é que vamos proporcionar um acidente de helicóptero no início de agosto para sermos campeões.
Porque não me venham com coisas. Jorge Costa fez mesmo a diferença. Se tivéssemos andado os últimos meses a bater no peito e a exclamar Esta é por ti, José Bozingua. Nunca serás esquecido. E em caoscas, para sempre dos nossos corações, Ruben Miquel.
Provavelmente teríamos menos 10 ou 12 pontos. Agora, trata-se de uma estratégia arriscada, face ao número limitado de lendas disponíveis, é imperioso calcular com exatidão qual o melhor contexto para aplicar o seu desaparecimento, por forma a catapultar as possibilidades de sucesso desportivo. É que se um Jorge Costa vale claramente um campeonato, um Walter Bigorna apenas se aproxima ligeiramente de uma taça da Liga. E, quero acreditar, para mim também modéstia, que se eu próprio for mortalmente serfado numa passadeira por um Renault Twink dos elétricos, talvez isso nos garanta um pontapé de can...
perigoso num torneio de pré-época em partida de relevância média-baixa contra o Estrasburgo. Mas sim, a gestão dos ativos é fundamental. Não queremos cometer o erro do Sporting, que abdicou o dia Maria José Valério, um mês e meio depois de ir buscar o Paulinho. Descabido, não é? Se investem 16 milhões num avançado, o mínimo que podem fazer é guardar o adeus à voz do hino do clube para o segundo ano do Amorim ou para aquelas duas semanas do João Pereira. Enfim, desperdício da VFC.
Para além do timing, outro aspecto crítico é a capacidade de ler as movimentações do adversário. Por exemplo, contra um Jorge Costa, mítico capitão, que ergueu a Champions, os rivais pouco poderiam fazer, e se juntarmos Pinto da Costa, quer dizer, foi um all-in que deixou os rivais de mãos atadas. O Sporting não tinha nomes desta dimensão para repostar, e o Benfica gastou estupidamente um Eusébio em 2014, a meio de um campeonato que já não escapava.
Era reservar o Eusébio para o ano do Penta, como é óbvio. Empurravam-no das escadas 10 minutos antes do gol do Herrer, na luz, e o título já nos culpava. São estes atos de gestão danosa que comprometem o futuro dos clubes no longo prazo. Os três grandes já estarão a preparar a nova temporada, os dragões dificilmente conseguem fazer melhor, a menos que o Vítor Bahia salte de um...
penhasco agarrado ao João Pinto, ao Paulinho Santos e ao calcanhar do Magier. O Sporting talvez possa pensar em enfiar o Pedro Barbosa num balão de ar quente não certificado, já que o conflito no Irão não tratou naturalmente do Sapinto. Já o Benfica tem tudo para se colocar na pole position para o título. Basta para isso sacrificar Rui Costa. Estrela da formação, anticapitão, lenda do clube. E a julgar pelo que oi-se dos adeptos encarnados, Rui Costa acrescenta ainda a rara vantagem de falecendo, deixar o clube mais forte.
desportivamente.
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