Episódios de Papo Condominial Cast

Elison Cardoso e Silverio Freitas | Papo Condominial Cast SP T07 - EP14

05 de maio de 20261h29min
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Anunciamos os nossos convidados do Episódio 14 da Temporada 07 do Papo Condominial Cast SP: o síndico profissional e criador de conteúdo Elison Cardoso @sindicosincero_ @sindicanciaethics e o Head Trainer e Host do @onelink.talks e @condo_talks Silverio Freitas @silveriofreitas_ht, com o tema: um papo condominial descontraído com comunicadores condominiais._Como Host teremos o nosso Diretor Executivo Daniel Lima @danielrslima e como Co-Host a Sindica Profissional Carla Regina @carlareginasindica._Um projeto gigante como este só é possível graças ao oferecimento da Superlógica (@superlogicatec) e aos nossos patrocinadores, Eletromidia no Seu Predio @eletromidia.noseupredio, É Seguro @esegurocorretora.oficial, Arsenal Consultoria em Elevadores @arsenalelevadores, BBZ Administradora @bbzadministradora, Teg Monitor @tegmonitor, Condomob @condomob, Carboroil @carboroil, Yellow Imoveis @yellowimoveis.oficial, Impersolid Engenharia @Impersolid, CondoHuby @condohuby, Orionlift Elevadores @orionliftelevadores e Condofaz._Data: 04/05/26._Início: 17:30hs._Vocês não podem perder!#papocondominial #podcast #síndico #Sindica #sindicatura #sindicoprofissional #podcastsindico #superlogica #eletromidianoseupredio #eseguro #bbzadministradora #tegmonitor #arsenalelevadores #yellowimoveis #condohuby #condofaz #carboroil #newsunenergygroup #superlogica #orionliftelevadores #carlareginasindica #elisoncardoso #sindicosincero #silveriofreitas #condotalks

Assuntos2
  • Papo Condominial Cast: Episódio 14Apresentação dos convidados Elison Cardoso e Silverio Freitas · Discussão sobre comunicação condominial · Experiências de síndicos profissionais · A importância da saúde mental para síndicos · NR1 e riscos psicossociais no ambiente de trabalho condominial · Estratégias de branding e marketing para síndicos · O papel do síndico como líder e empresário · O evento Condo Prime e suas experiências
  • Eventos e Experiências PresenciaisO evento Condo Prime como um divisor de águas · A importância de acreditar nas próprias ideias · Conexões e networking em ambientes informais · Superando preconceitos e julgamentos · A experiência do cruzeiro como parte do evento
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Começou! Saudações condominiais a todos vocês. Está no ar o Papo Condominial Cast, abrindo mês de maio. Isso mesmo. Olha, mês de maio já chegou o episódio 14. E mais uma semana ao lado dela, nossa querida Carla Regina. Saudações condominiais. Olá, aqui de novo, tentando contribuir, colaborar e conhecer mais uma turma legal.

Arrasou, semana passada, viu? Mandou bem demais. Sobreviveu, conseguiu controlar as emoções, respirou bem, mas acima de tudo. E entregou muito porque você ali trouxe sua experiência como síndica, trouxe a tua vivência que você tem dentro da tua própria casa, né? Que ali podemos encontrar pessoas que trouxemos o tema da arte e que a sua filha já acompanha, já seguia, ficou muito rico. É como é bom o tema, ele envolver a sua vida particular, você consegue agregar muito mais.

E foi falado sobre a arte nos condomínios, o poder da arte, como que ela ajuda a identificar perfis, o que diferencial ela faz, a questão das expressões, os tipos de desenho. A gente fala muito, eu fiz até a comparação, que muita gente pensa que a oratória é um dom, e a oratória, sim, ela é treinável, ela é ensinável, é a mesma coisa o desenho e a arte. Ela também, para você que não tem noção nenhuma, assim como eu.

Eu tô nesse meio aí. Não tenho noção nenhuma, alguma de desenho, né? Mas que isso sim pode ser praticado e você pode, a qualquer momento, aprender e ser boníssimo, né, Carla? Com certeza. E sem contar a socialização, o que ele pode trazer como sociedade, também pro meio condominial. Então acompanhe lá o nosso episódio número 13 com a Aline e a Gisele da Visuarte. Visuarte, isso mesmo. Visuarte tá lá no Instagram.

Quero saudar todos vocês que estão aqui conosco nesse momento no YouTube. Estão conosco também no Facebook e no LinkedIn. Quero dizer que...

principalmente as pessoas do YouTube, é onde a gente acompanha mais de perto, está acompanhando em tempo real o chat. Você que está aqui conosco agora, coloque as suas perguntas, dúvidas, comentários, elogios e tudo que você quiser colocar aqui. A gente está aqui para interagir com vocês. A partir de amanhã, estará disponível lá nos agregadores de podcast, para que eu não esteja falando grego, lá no seu Amazon Music, no Diesel, até mesmo no Spotify, que você consegue acompanhar em vídeo, isso mesmo.

Sim, o Spotify também tem vídeo. E aí tem gente que não quer acompanhar pela rede social, abre lá no teu Spotify. Duvido que você não tenha ou o Spotify, ou o Diesel ou o Amazon Music no teu aparelho. Se você gosta de música, vai ter. Um dos três tem, com certeza, tá? E também fique atento aos cortes que iremos disponibilizar aí em todas as redes sociais. Com oferecimento da Superlógica.

com o patrocínio especial da Eletromídia, BBZ Administradora, New Sun Energy Group, com The Hub, esse espaço super especial ao qual estamos aqui. O nosso estúdio fica aqui. Esse estúdio é a casa de alguns excelentes podcasts do mercado condominial. Condomob, que é o seu aplicativo condominial. Impersolid Engenharia.

Condor Faz, que é o seu consórcio para condomínios. Olha, Carboróio vai ter um testemunho aqui daqui a pouco. Eu fico tão feliz quando eu escuto esse tipo de testemunho, porque realmente a Carboróio tem salvado a pele de muitos síndicos, porque não é fácil viver em uma cidade como São Paulo com tanto problema elétrico. Ainda mais a hora que a gente precisa. Não é, Carla? Ainda mais a hora. Final de semana, madrugada, os caras atendem. Então, os caras entregam muito.

Quero agradecer a Orion Lift, né? Que estreou conosco aqui na semana passada, não foi, Carla? Então, Orion Lift também desembarcando aqui como nosso parceiro. Eu já falava da Eletromídia, já falo de coração, mas da Orion Lift também, né? Há muito tempo e agora oficialmente...

no nosso hall aqui de patrocinadores do Papo Condominal Cast. Fecho agradecendo o time da Yellow Imóveis lá de Arujá, né, Carla? Vou te levar lá pra conhecer a Paula, conhecer o pessoal lá. Magnífico. Conheço a Arujá, mas não conheço a Yellow. Olha, eu falo sempre, você quer conhecer a Arujá e quer chegar sentando na janela, vá lá na Yellow Imóveis que você vai conhecer.

simplesmente o que Arujá tem a oferecer. Mas hoje é dia de um papo descontraído com comunicadores condominais. Eu vou pedir para o nosso querido Gabriel abrir a imagem aqui do nosso estúdio. Opa!

Olha o Cardozão aí. O Silvério aqui conosco. Carla, vai ter um pouco de cada coisa. Vai ter NR1. Vai ter saúde mental. Vai ter a história do Cardozão, a história do Silvério. Hoje o papo é sincero. Sincero, né? A Carla também vai contar como é que foi a experiência no Cruzeiro Maravilhoso que tivemos, né? Tive o prazer de conhecer pessoalmente o Cardozão. Isso eu já admirava, passei a admirar ainda mais.

A gente que é desenrolado, viu? Obrigado. Desenrola. Olha, eles hoje vão experimentar de um sabor diferente, que eles têm sido também convidados para outros podcasts magníficos, né? Mas eu falo sempre, às vezes quando eu sento desse outro lado, é bem diferente do que você está do lado de trás. Toma cuidado. É!

tomar as perguntas. Exato, exato. São duas potências que também estão aí à frente. Exatamente. Dois grandes profissionais. A gente acompanha, a gente gosta. São caras de uma vivência e de uma história maravilhosa e que, junto com o Papo Condominial, cada um com o seu trabalho, nos ajudam a levar o melhor conteúdo do segmento condominial para todos que estão no segmento buscando esse conhecimento e essas experiências. Informação.

Mas eu falo sempre que, e eles são bem conhecedores disso, podcast é o lugar que dispensa formalidade, aqui a gente fala de maneira leve, eu falo sempre. Nós não zombamos com o assunto sério, porém, nós levamos o assunto de maneira descontraída. Eu falo sempre que, eu tenho um exemplo do professor de física, que eu sempre fui um aluno péssimo da física, mas eu tive um professor que me fez entender a física.

uma maneira, cara, que eu nunca imaginei, sabe uma trava que existia na física? Então eu tive um professor que me fez entender a física e tirar nota alta em física quando eu imaginei que isso nunca ia acontecer. Então aqui o objetivo do podcast é esse, é a gente trazer experiências, falar de maneira leve, dar boas risadas, né, Carlos? Então sente aí. E que esse momento seja prazeroso, eu tô muito feliz. Saudações condominiais, Siverio. Saudações condominiais. Saudações condominiais.

E aí, quem quer começar? Vamos começar, mano. Eu sou o meu da casa. Você é o mais velho. Vamos fazer o seguinte. O mais velho. A gente fala sempre que... Esse podcast é nacional, né? Ele começou lá em Sergipe, já estamos na sétima temporada. Então aqui tem gente de Porto Alegre até Manaus assistindo. Todos os estados acompanham a gente, né? Então, pra quem não está em São Paulo e não tem o privilégio de conhecê-los, de encontrá-los nos eventos, então, em respeito a essas pessoas, vou pedir pra vocês se apresentarem. Não é tão fácil a gente falar da gente, mas vamos tentar, né? Sim.

E aí? Quem vai começar? Começa então, né? Fica à vontade Tudo bem com vocês? Olha o Cardozão aqui Se digo sincero, né? Onde a verdade dói, mas constrói Daniel, obrigado Pelo convite, pela oportunidade Carla, já nos conhecemos, né? Lá no Condor Prime, no Cruzeiro, né? Silvério, grande amigo Putz

Bom, Elison Cardoso, mais conhecido como Cardoso, 41 anos de idade, casado, filho de 18, que está nas Forças Armadas. Opa! Vai com Deus. Milico. Milico, exatamente. Trabalho na área de condomínio, só com condomínio há 15 anos.

E a minha missão de vida é levar o assunto condomínio de uma forma simples, leve, objetiva e sincera. Falar aquilo que ninguém tem coragem de dizer. Mesmo que doa. Mesmo que doa. Porque, afinal de contas, ela vai construir. Sempre, sempre, gente. Sempre. A verdade doa é, mas constrói. E o condomínio só vai ser um lugar melhor para todos quando todo mundo, sem exceção, saber o seu lugar. Síndico, conselho, subsíndico, morador, inquilino e administradora. É isso.

O arroba, se dico sincero. O arroba, se dico sincero, você vai encontrar rapidamente. Silvério. Gente, prazer estar aqui, uma alegria, uma honra. Deixa eu me apresentar. Meu nome é Silvério Freitas. Eu sou casado com a Magda há 40 anos. Vamos completar agora. Opa! Marcante, hein? Tenho três filhos. Sou daqui de São Paulo.

Eu sou analista comportamental, trabalho com comportamento humano há 25 anos. Eu vim na indústria farmacêutica e na indústria farmacêutica eu pude formar equipes em todo o Brasil. E para mim é um orgulho, uma alegria dizer que eu sou apaixonado pelo comportamento humano, estudioso.

da gestão emocional. E eu conheci o mercado condominal através da Patrícia e do Djalma que me apresentaram esse mercado, esse universo maravilhoso. Há dois anos atrás, eles foram num evento e eu conheci e eles me mostraram como esse universo é grande. E como eu tenho uma missão de cuidar do planeta mente.

Então, eu enxerguei no mercado condominal uma grande necessidade. Senti um chamado para esse tipo de trabalho e foi quando surgiu a oportunidade de...

ser o host do Condotalks. Nome muito legal também. Condotalks, Conversas que Transformam. É um podcast que eu faço aqui no Hub. E agora também estou como host da OneLink, que é a primeira rede social do mercado condominial que vai ser lançada no mês que vem. Grande inovação para o mercado condominial, né, Carla? Então, a gente está fazendo um trabalho paralelo. Condotalks e a OneLink. A OneLink, o senhor é o Djalma Vedrano e é um parceirão meu.

E nós estamos juntos nesse projeto. Então, o meu negócio, eu olhei para aquele Wilson ali, eu quero falar sobre ele. Nós vamos conversar sobre isso.

O Wilson, a minha história com o Wilson, daqui a pouco a gente entra nele, mas só pra falar, a minha história com o Wilson foi uma mentora de comunicação, a Gislaine Esquerda, uma pessoa que eu gosto bastante. Legal. E lá no cenário dela tinha o Wilson e o filme ao qual remete ao Wilson, né? Que é estrelado pelo Tom Hanks, né?

É um filme que realmente marcou a minha adolescência e infância. Então, ali eu gostava muito de tudo que aconteceu. E aí eu trouxe esse elemento aqui para o papo condomínio Alcântico. Afinal de contas, ali acabava sendo também praticamente um condomínio, mas só de um condomínio, né? Sim, sim.

Foi a primeira Que o Silvira olhou na hora que ele entrou Foi, foi mesmo Eu já entrei aqui uma vez Eu comentei Ainda tinha o capacete do Ayrton É porque como essa mesa é menor A gente tem o capacete do Ayrton também No nosso cenário Mas como aqui a mesa, o espaço é um pouco menor Então não dava pra trazer Tá gente

Mas a gente traz alguns elementos aí, né? O maior ídolo do esporte brasileiro. Não, lenda, né? Lenda. É verdade. Carla Regina, a expectativa, vamos lá? Altíssima. Altíssima, né? Bora. Bora começar. Bora começar. Falando do Condor Prime.

Como foi o Condo Prime, que foi um grande acontecimento do mercado condominal desde o início de ano, sem dúvidas. Foi algo sonhado e idealizado por esse casal aqui citado, que foi a Patrícia. E eu estava no staff, escalado no staff, junto com esse cara aqui.

Mas a minha mãezinha ficou doente. Eu fiquei dois meses com a minha mãe no hospital. E aí eu não pude ir. Mas olha quem foi. Que já ia, né? Mas foi. Show. Não, na realidade, eu não teria nem certeza se eu iria. Não, foi ser show lá, irmão. Nem nada. Que isso. Eu lembro até hoje, na entrevista do Condotalks, né? Foi, foi. E ele fez uma pergunta pra mim. Falou assim, você vai no Condotalks? Eu falei, eu?

Como embaixador, aquela coisa toda Porque toda a ideia, inicialmente É... É desacreditada Toda a ideia, inicialmente, o Cídrico Sincero O Condo Prime Então vários loucos que fizeram história Na humanidade, inicialmente foi desacreditado E o Condo Prime

Foi um dos projetos acreditados. E aí eu falei com a Patrícia na época, né? Quando ela me convidou, fez o convite com o embaixador. Falei, irmã, você acredita na ideia? Ah, Cardoso. Não. Você acredita na sua ideia? Você acredita? Acredito. É isso que a gente precisa. Perfeito. Acabou. Porque se você for depositar a confiança da sua ideia em terceiros, em pessoas que não estão na mesma visão que você, você acaba engavetando uma ideia excelente, porque, pelo julgamento alheio. Exatamente. É isso que eu falo das pessoas. Você acredita na sua ideia?

Então, é o que importa. E vai que vai. E deu no que deu, né? E eu tenho história pra contar sobre o Condom Frime. Já pode começar. Eu tenho história pra contar porque num passeio no on-board, eu desci do ônibus, agradeci pela experiência de estar junto com o pessoal da BBZ. A Patrícia não tava nesse onde eu estava. E aí eu brinquei com o Marcio e falei assim, melhor do que esse, é só um cruzeiro.

O olhar pra mim foi tipo assim, aguardem. Exato. É o Alberto, aguardem. Melhor do que saber, e eu só deixei a mensagem, não ousem ir sem mim. Quando começou o movimento que a Patrícia, veio a coragem, né? Precisou da coragem feminina pra colocar isso.

de tirar do papel esse sonho e começou todo esse movimento quando teve o lançamento eu cheguei aqui eu fui uma das primeiras pessoas a chegar eu tinha uma reunião na BBZ não era no mesmo andar ainda e cheguei mais cedo e falei assim eu só vim pra ganhar o meu passaporte pra levar o meu marido eu entrei e falei assim eu vim ganhar mas

o meu, pra levar o meu marido. E começaram, e logo que antes começou a organização, começaram a numerar as credenciais. E o meu foi o número 1. Eu falei, nossa, chance zero. Não sei, pessoas, esquece. Esquece, né? Esquece. Quando começou o sorteio... É verdade, eu que fiz o sorteio. Na hora que começou o sorteio...

teve lá um desespero na hora da parametrização e o Jamil ganhou também o Jamil ganhou todo o Jamil vai nos eventos e ele ganha as coisas no evento do Jamil caramba, só você rapaz é mesmo, então, no evento do Rala da Resenha

Me sortearam. Aí eu notava o Jamil. Aí o Jamil foi o seguinte da Alexa. Eu me sorteava logo. O Jamil sempre estava. O evento do Telabio mês passado. Agora que teve do Alan para o Resenha. Ele ganhou a TV. Ele ganhou a TV. A Sônia veio. A Vera chegou. Querida. Ela falou assim. Aí a Carla chegou. Se a Carla está aí. Já perdi. Eu só vim ganhar o meu.

Só vim ganhar porque o meu marido vai comigo. Porque o meu marido sempre quis fazer o Cruzeiro. Eu sempre tinha muito medo.

E aí ele falou assim, quer dizer que eu consigo? Sente que você vai pro navio. Comigo, não. Falei assim, amor, vou ganhar o meu e você. Não vou perder a chance de fazer essa pergunta pra Silveira. Olha a mentalidade da pessoa. Olha a mentalidade da mulher que chegou decidida, que colocou aquela informação positiva na cabeça. Isso influencia? Uma mentalidade de crescimento. Eles gostam de falar mindset, mas eu sou brasileiro. Sou o meu. O cara não gosta de estrangeirismo.

Vamos fazer um alcohol. Vamos fazer um et de mar. E fazer um arco de mar. Um episódio. É muita síndrome de viralada, gente. É prazer. Naquele dia eu estava muito determinada.

E foi o primeiro. O primeiro passaporte a ser sorteado. Foi o meu. Que maravilha, hein? E fui. E fui. Foi uma experiência incrível. Foi emocionante. Foi muito maravilhoso. Aí já teve uma mentoria ali com o síndico sincero? Não. Ele já enquadrou você? Aí quando nós fomos no primeiro jantar, nós sentamos na mesa a esposa dele, querida. Teve um prazer. Ele conhecia a esposa. É tão gigante quanto...

E tivemos ali quatro dias pra gente se conhecer, pra gente conversar, pra gente brincar, e saíram várias trocas. É esse foi um negócio meio estranho. Inicialmente foi um negócio meio estranho. Foi? Como assim? Você vai no cruzeiro, e aí vai ali, aquela coisa toda, aí o jantar, aí te coloca uma mesa de um monte de estranho, né?

Eu quebro... Onde eu vou, eu quebro o gelo. Não adianta. Aí coloca na mesa um monte de estranho. Aí tava eu, a minha senhora, Solange. Beijo. Solange. Não está assistindo, inclusive. Exatamente. Não, está não. Está trabalhando. Está trabalhando. Ela só assiste depois. Tava eu, a Solange. Aí do lado, a Carla. O esposo dela. Aí tem o rapaz que eu esqueci o nome. E o outro é o Caruso. O Caruso.

Da Costa Security. É isso. Da Costa Security. E aí, sentamos na mesa, todo mundo com aquela cara de ué. Os caras do weather estavam... Né? Tavam com aquela cara de ué, tipo... E aí, eu comecei, vocês iam lá, tudo bem que você... Aquela coisa toda... Todos os jantares e café da manhã sentavam com pessoas estranhas, aleatórias, que não eram do mercado condominial, já chegavam logo cedo. Bom dia, você está bem? Qual o seu nome? Você está de onde?

Por quê? Eu acho... Acho não, né? Mas o Condo Prime, ele teve uma experiência para que todos que estavam ali...

conhecesse por trás do CNPJ. Sim. Eu até brinco. Brinco não, falo com muita propriedade, que esse cruzeiro deu pra separar os empresários dos meninos e meninas, entendeu? Sim, sim. Porque às vezes a pessoa vê aquele profissional e não vai muito com a cara. Só que às vezes a pessoa perde a oportunidade de conhecer pessoas extraordinárias, pessoas maravilhosas, mas tivemos a oportunidade de conhecer ali no dia a dia, no dia a dia, naquele ambiente informal.

por causa de um preconceito inicial. Vou dar um exemplo aqui. Sincero, né? Antes de eu e Silvério ter essa conexão, ele não ia com a minha cara. E foi declarado o bom de homem. A gente fala da lata média. Eu tô sabendo disso.

Esse episódio é revelador. Também que não tem nenhum ADR pra gente responder. Mas isso é algo muito crucial inicial de cada ser humano. Se eu não conheço você, se eu não me dou a oportunidade de conhecer o Daniel, se eu não conheci a Carla ou qualquer outra pessoa, inicialmente eu vou dar aquele pré-julgamento, né? Do mercado quando me referindo ao Cardoso, a galera meio que não vai muito com a minha cara. E tá tudo certo, porque as pessoas não se deram a oportunidade.

de conhecer o negão aqui. O negão aqui é resenha. Só que não é eu que vou destravar você. E só não gosta que chamem ele de baiano, viu? Não, porque a galera não sabe, né, meu? É soltero apolitano. Quem nasce na Bahia é baiano e quem nasce em Salvador é soltero apolitano. É isso aí. É muito feio você falar as coisas erradas das pessoas. É onde a pessoa é, o nome... Não. Qual o seu nome? Ah, é Daniel. Estou chamando você pelo nome.

Eu acho que isso traz um valor muito grande para as pessoas, porque nós não estamos lidando, por exemplo, com uma bola.

É isso aí. Bola. É uma bola. Mesmo da bola tem nome. Bola. É. E o que eu vou chamar você? E essa especialmente é o Wilson. Ela tá quente. Então.

deu a oportunidade das pessoas conhecerem todo mundo se conheceu por trás do CNPJ e outra, e é diferente você marcar uma reunião por exemplo, vamos falar, a gente falou da Márcio Zaitz no escritório dele, na sala é que é diferente é diferente uma coisa é você tomar um vinho e jantar com o Márcio, e a outra coisa é você fazer uma reunião formal pra tratar de parceria é diferente, não é?

isso eu tô falando do exemplo dele mas isso de qualquer empresa você sabe que na parte comportamental é comprovado que a maioria dos negócios que são fechados eles são fechados em momentos informais

Num churrasco, numa pescaria, num navio, num cruzeiro. Exatamente. Na boate. Jogando tênis. Na boate. Golf. Sim, prostíbulos, né? Exatamente, essa é a realidade. É verdade. Mas é a realidade. Os milionários negócios são fechados nesses ambientes. Jogando golfe, agora o MacComba do Prime Golf.

Sim. E quem vai estar lá? Ó, tem uns que fecham andando de jatinho, mas aí deixa ele lá para o Luís, né? Deixa, deixa, deixa, deixa, deixa, meu cara tá lá, comandos.

Mas é bem que o Silvério estava falando que essas pessoas lá ali, foi um momento onde a gente pôde estar despido. Isso mesmo. Despido de status, de quantidade, de qualidade. Só eram os nós. A galera fumando charuto e tomando vinho. Sim, foi o... Como que é? O Levi? O Levi que é o apreciador. O Levi, né? O Levi é apreciador de charuto, teve a oportunidade de ir lá. Então, como o Cardoso é saúde, obrigado de nada.

Condo Prime merece o episódio dedicado a... Com certeza, merece. Com certeza. Sem dúvidas. Cada um tem uma historinha pra contar, mas foi um momento bem prazeroso de conexão mesmo, de conexão. Sim. Conexão entre pessoas. Eu que participei de todo o processo, a construção e tudo mais, não pude ir, mas participei de tudo.

Eu vivenciei algo que eu aprendi lá atrás. Toda vez que você se propõe a fazer algo fora da caixa, existem três fases. Primeiro vem as zombarias. Pessoas tiram o sarro. Ah, por exemplo, agora. Virou blogueirinho agora, hein? Agora você é blogueirinho. Ah, eu mesmo. Netinho, agora. É o mesmo da cadeirada. Pessoas tiram o sarro. Isso aí não vai dar em nada. Deus me livre. Aí depois você consegue passar por essa fase. Sim. Aí vem a segunda fase, que é a fase, a pessoa fica com raiva, ela começa a te criticar.

Ela queria fazer o que você faz. Mas não consegue. Como ela tirou o sal e você continuou, ela começa a criticar. Não estou generalizando. São pequenos grupos. E não é só aqui no mercado condominial. Em todo o segmento. Eu vim na indústria farmacêutica, eu vivi isso. Aí entra a segunda fase. Se você continua perseverando e faz o negócio, aí você entra na terceira fase. Que é a pessoa fala assim, vamos tirar uma foto? Vamos. Cara, eu sempre acredito em você. Agora é fácil. Você precisa ir no meu programa.

cara, eu vou fazer um evento, eu faço questão de você que tenha a sua presença cara, sempre acreditei e assim é a vida e tá tudo certo a gente tem que aprender a aceitar as pessoas do jeito que elas são mas colocar cada uma delas na prateleira que elas merecem posso te pedir uma coisa agora?

contextualizar o Wilson, que você falou que ia contextualizar. Então, por que que eu senti um chamado pra trabalhar no mercado condominal na área de comportamento? Porque eu costumo dizer que o síntico ele é um super-herói. E o super-herói, ele tem que ter super-poderes. Só que existem, hoje...

Eu consigo enxergar, já entrevistei muitos síndicos, já conversei, atendo alguns particulares, e eu percebo o seguinte, existe uma diferença. Existe o síndico, todos são super-heróis, mas existe o síndico que tem poucas ferramentas para usar e tem o síndico que tem mais ferramentas para usar.

E a principal é a ferramenta emocional. Porque eu fico olhando, às vezes, síndicos que têm 30, 40 prédios, eles administram um universo de várias facetas, mas ele não consegue administrar o planetamente. Ele não consegue se manter calmo, ele não consegue, às vezes...

Não responder agressivamente a um opositor, porque o que o opositor quer é que você entre na reação. E mesmo o opositor merecendo aquela resposta. Então, quando eu olho para o Wilson, eu vejo o seguinte, por que o Wilson ajudou muito o Tom Hanks no filme? Principalmente porque ele não fala. Sim. Vamos dizer que ele também não escuta, porque é uma bola. Mas no imaginário do Tom Hanks, ele escutava.

Então ele conversava com o Wilson, ele desabafava. É verdade. E quantos, vamos falar do universo hoje de síndicos. Quantos síndicos hoje não procuram uma ajuda profissional? Pode ser um terapeuta, pode ser um psicanalista, pode ser um psicólogo, pode ser até uma fé, uma religião, seja lá o que for. Quantos dizem assim, não, eu não sou louco para procurar psiquiatra, não tenho problema de mental. Eu tenho um psiquiatra há oito anos e ele me atende todo mês.

Então ele é o meu Wilson. Só que é um Wilson que fala e que tem ferramentas para me ajudar. O que eu vejo hoje no mercado condominial, não generalizando, são algumas pessoas que se posicionam como esse profissional, mas que estão mais preocupados de fechar uma mentoria de 20 mil reais do que de ajudar o cargo. Sim. E eu quero criar um movimento para ajudar, principalmente o síndico. Agora está falando muito de NR1.

Beleza, a gente vai falar sobre isso, mas e o síndico? Qual é o um paro que ele tem? É o que você ignorava, né, Carla? Exatamente, foi a colocação que eu coloquei. Hoje a NR1 está muito voltada, ela é direcionada a... Sincero, fala, tá? A empresa. Com certeza. Estou se só maquiando aqui. Como a nossa equipe, como a turma terceirizada, como é que os funcionários... Mas isso tem que vir do alto, tem que vir da base. É o síndico.

E eu ouvi isso de cínticos. O Jamil foi um que se levantou pra falar isso pra mim. Porque ele é um cara das antigas, com raiz. E ele levantou essa bola, e não foi só ele, não outros, mas ele foi o primeiro a levantar essa bola comigo. E ele falou assim, velho, e a gente, cara?

Porque quem ajuda? É só cobrança. O síndico responde criminalmente, juridicamente. Ele responde, ele é cobrado, tudo. E ele, inclusive, vai ter que ser um dos supervisores da NR1 dentro do condomínio. Agora, e ele, gente?

Eu fiz uma pergunta no evento aqui semana passada. E quando o colaborador, o funcionário do condomínio, é tóxico com o síndico, ele é protegido pelos moradores, o síndico não consegue demitir ele. Quem que ajuda o síndico? A INE não ajuda ele? A resposta foi não. Eu só perguntei porque eu sabia que a resposta era essa. Posso quadronar com essa sua... Fala. Vai lá, Carlos. Ó, eu concordo com você em partes. Pode falar. Tá? Porque... É...

Vamos fazer aqui uma simbologia bem simples. Faça. Vamos trabalhar com a possibilidade que aqui na nossa mesa tem uma cobra aqui. Vamos colocar aqui uma mamba negra. Certo? É uma das cobras mais venosas do mundo, certo? Quem que se ousa dar carinho na cobra? Quem que se ousa? Por quê? Tô fora. Porque já sabe a natureza dela. Ok? Eu acho que o síndico, a questão da...

saúde mental é uma autorresponsabilidade, ok? Só que da mesma forma que o síndico ele tem que fazer a gestão da sua saúde mental, ele tem que se mostrar com ações pra aquela comunicação não verbal que ele é perigoso. Simples assim. Sim. Porque, desculpa, síndico não é com o que? Quem que chuta cachorro morto? Ninguém chuta cachorro morto, né? Agora quando o síndico, aceitando ou não, o síndico é um cargo de liderança. Sim. Liderança tem que ser mas

firme. Liderança não pode ter medo, por mais que nós tenhamos nossos medos, né? Também não vou entrar aqui no mérito porque às vezes nós temos síndico que tem somente dois prédios e precisa daquela receita pra se manter, sabe? Só que mesmo assim, ele tem que se mostrar pra oposição, principalmente, que ele não nasceu ontem. Quem elegeu aquele síndico não foi a oposição. Foi a maioria. Infelizmente, nos condomínios, a maioria é...

inerte, porque são aqueles moradores que só querem viver, querem pagar suas contas, seu boleto ali, pegar o seu levador e ir pra casa. Não tá afim de ficar nos grupos do WhatsApp, gente, tendo as paciências. Só que o síndico tem que se mostrar perigoso. Você não acha que não dessa minha pequena trajetória de condomínio? Você acha que eu não processei morador? Já processei morador. E processo de novo. Você acha que eu não já processei condomínios?

Você acha que eu não já entrei em ação judicial Uma medida Impetrando uma medida de segurança Para bloquear uma destituição Por parte de politicagem? Esse síndico que você está falando que não reage Ele tem um problema de identidade Você sabe muito bem quem você é Lógico Você tem a sua identidade muito bem firmada

senão eu não teria coragem de dizer eu sou síndico sincero, eu falei isso pra você exatamente, por quê? não é pra falar eu sou síndico sincero você tem que bancar isso porque as vezes o óbvio precisa ser dito porque as vezes o óbvio precisa ser dito eu até brinco, eu acho algo muito bizarro que nós síndicos profissionais a gente sai da nossa casa

vai fazer a gestão de outros lares, aí a gente pega toda a nossa bagagem profissional para trazer a valorização para aquele patrimônio e aí, infelizmente, tem a oposição que acha que a gente está brincando. Exatamente. Então, o síndico tem que botar na mesa. Fala assim, ó, quer me destituir?

destitua, só que tem que saber o que você está fazendo. Porque quando você fala em destituição, você está falando de reputação profissional. Exatamente. E às vezes para o mercado condominial, porque os condomínios se conversam e às vezes tem morador e conselheiro que vai fazer uma narrativa, vai fazer um levantamento daquela rua que está concorrendo, se você é síndico com o que é seu trabalho lá.

E aí, quando isso acontece, começa a perseguição. Ó, ele foi síndico aqui, ó. Ele foi destituído. Tá vendo? Isso é queima a reputação. E o síndico tem que estar à disposição de processar. Estamos falando de dano material. E aí, quando falamos de dano material, o nosso código civil também não ajuda. Quando fala assim, administrar o condomínio de forma conveniente. Conveniente é uma palavra abstrata. O que é conveniente? Conveniente a quem?

Depende do mapa mental de cada um. Depende de com quem treinou. Aí você vai fazer um raio-x daquele condomínio. A gestão está ok.

O dinheiro está ok. A gestão da inadimplência está ok. Os contratos estão sendo pagos. Não está vindo processo trabalhista. Está vendo? É a gestão ok. E aí quando você fala gestão conveniente, é muito abstrato. E a vida daquele síndico está sendo... A sua reputação está sendo manchada porque ele falou não para três pessoas. É.

Porque ele está seguindo a regra. Então, no meu caso, eu como, além de influenciador, e também eu sou síndico profissional dos condomínios com a minha carteira, eu deixo bem claro. Até porque o síndico tem que ser instruído. O síndico, importante em falar que a nossa atividade não é regulamentada por lei, não tem um QNAE profissional, só que o síndico tem que saber contrato. Tem colocado a cláusula contratual, inclusive, com plágio condominal, deixando bem claro as obrigações do conselho. Como que eu faço isso? Jurídico.

Foi eleito? Pega a convenção do condomínio, pega o regulamento interno? É, aí entra o que eu acabei de falar, as ferramentas. Por exemplo, você é um síndico que tem as ferramentas, você tem a identidade firmada. Agora, e aquele síndico que é muito competente, mas ele não sabe dizer não? Ele tem medo do opositor. Ele precisa de uma ajuda profissional. E quando fala de gestão emocional, a pessoa pensa que a gente é médico, vai dar remédio, vai ficar... Não! São ferramentas comportamentais, entendeu?

Isso é uma construção também. Até mesmo pegando hoje, o Cardezão, ele tem ali, ele está construindo isso. E aprendeu na rádio. Ele construiu, a gente aprende na dor. Apanhando, ainda aprende na dor. E aqui o ditado, ele é antigo e ele é válido até hoje. Não aprende do amor, aprende da dor. E é uma construção. E é por isso que hoje o nosso mercado, nós tivemos ali... E é...

uma evasão, não é essa palavra quantos desistiram na metade do caminho? Sim, evasou mesmo eu acho que no primeiro episódio que eu estava na bancada com a minha entrevistada eu era uma dessas pessoas que cheguei e falei, vou desistir

Eu sempre vim do mundo corporativo. Eu sempre fui contratada para entregar resultado. Então, eu sei entregar resultado. Você cuidar de um prédio, das manutenções, é a coisa mais fácil que tem. Como você lida com a emoção das pessoas? Porque as pessoas hoje... É um relacionamento. Sim.

Elas querem ser atendidas, elas querem ser satisfeitas. Você está ali para obedecer, você não está ali mais para gerir. Como que você se constrói, como que você se estrutura? Quais são as ferramentas que o síndico precisa ter hoje para ele não desistir no mês do caminho? Porque eu conheço uma gama de síndicos hoje que desistiram, porque adoeceram, e eu me coloco nesse lugar.

Que eu não desisti ainda porque eu sou dura na queda. Sim. Mas já tive vontade e já tive ali a necessidade de falar assim, eu preciso parar ou eu vou adoecer. Mas eu crio ferramentas desde a época corporativa que eu falo coisas básicas. Se eu levar tudo a ferro e fogo, a gente só briga.

Sim. Então eu foco no resultado. Se eu tiver que agradar um, eu já tô errado, eu não tô pra agradar, tô pra fazer o que é certo. Sim. E a gente cria, vai se blindando, mas é muito difícil, porque a pancada é dura pra nós. E é aquilo que o Cadazão colocou, assim, não é só o síndico que tem que saber o seu lugar. O conselho qual o seu lugar. Os moradores, principalmente, o seu lugar, que na minha opinião, tinha que começar do inverso. Primeiro o morador, depois o conselho.

E eu, assim, digo, porque quem entra ali não sabe porque as pessoas entram num ambiente coletivo pensando ainda no individual. Sim, pensando. Como a gente lida com isso? É verdade. Como que a gente se blinda e se estrutura? E quais são as ferramentas hoje que nós temos ali à nossa disposição para quem não sabe onde buscar?

Então, aí, de novo, síndico tem que ser líder. E se o síndico se propõe para ser síndico, aí não é nenhuma opção. Aí eu te faço uma pergunta. O líder, ele nasce líder ou ele pode aprender a ser líder? Depende do ponto de vista. Depende muito do ponto de vista. No caso do síndico. No caso do síndico, você está com a chaleira de leite fervendo no fogo, ok? Você vai meter a mão na chaleira quente?

Porque você sabe que você queima. Então, a partir do mês que eu me proponho a atuar em uma determinada profissão, que é síndico, eu já tenho que pesquisar o risco do negócio, se a galera não faz. E a maioria que eu entrevisto cai de paraquedas. Sim. A maioria. 90%. Não, ok, mas faz parte. Mas mesmo se eu estiver aqui, eu tenho que estar à disposição de entender o meu negócio. Porque qual que é o nosso risco do negócio, que ninguém pesquisa?

A reputação, inclusive. A gente tem seguro pra não usar, mas tem que ter, sabe? E tem editais que exigem, inclusive, né? Não, aí tem um outro rolê aí que é uma coisa que eu tô trabalhando forte pra desmascarar muita administradora que tá prejudicando o nosso trabalho. Porque muitas administradoras, inclusive eu tava entrevistando semana passada, doutor Diego Bassi, por exemplo, a Soares Ribeiro.

As administradoras É só olhar o código civil, gente Tudo bem que A gente que tem uma bagagem sólida Como a Carla A gente fala isso mamando com açúcar Mas olha o código civil Onde que no código civil fala que a administradora tem que impor No edital de convocação seguro de um milhão É, exatamente Aí você vai, aquele síndico que tem dois médios Que tem uma arrecadação de 20 mil Como que ele vai conseguir Ter um seguro de um milhão Sendo que as próprias seguradoras, por exemplo Barra

Porque nos bastidores tem muitos síndicos maus, que estão fraudando seguradoras. Então como que eu vou ter uma arrecadação de 20 mil reais e vou ter um seguro de um milhão? O edital de convocação é o primeiro desafio do Sérgio. Porque na hora que ele pega ali 20 páginas de exigências para ele cumprir, às vezes ele não consegue nem passar para o segundo. Eu participei de uma concorrência de um condomínio no Aldo Ipiranga. Teve 15 candidatos. 15 candidatos.

Pra se apresentar na Assembleia? Não, não, pra mandar a documentação. Tá bom. Se fosse botar 15 na Assembleia, já é um desespero. E aí, essa comissão de moradores que se juntaram, começaram a pedir documentos nossos, né? Tanto eu e nossos colegas de trabalho. Eu falei, gente, aqui eu vou ser diretor de uma base? Performance de inadimplência? Sendo que inadimplência é quem decide o juiz, não o síndico? E aí, eu chamei o meu jurídico e falei assim, ó. Olha aqui. E aí, elaboramos o documento e falou assim, ó.

Ó, nós iremos mandar a documentação do Código Civil. Tá aqui, ó. Nós somos obrigados a seguir a lei. Tá aqui, ó. Ele é queda da lei. Tá aqui, ó. Mandamos. Fiquei em terceiro lugar. Tive a entrevista pessoalmente. Fui lá. E aí a galera quis fritar o Cardoso. Eu falei assim, ó.

Eu vou pra final, mas eu vou fazer uma observação no contrato. Que todo conselho e subsíndico vai responder solidariamente. Porque caso seja destituído, eu consigo pegar a meada da Assembleia e mover uma ação de regresso contra vocês. E como vocês, pelo Código Civil, vocês fiscalizam as contas, não o síndico, eu posso trazer essa responsabilidade solidária de vocês e processar o condomínio inteiro. Vê se eu fui pra próxima fase. Foi sincero ou não, Carlos? Super sincero.

Eu não fui pra próxima fase. E tá o certo. Sabe que eu tô preocupado? Eu tô preocupado de proteger o que eu construí, a minha reputação. Não por causa de um condomínio. Só que, infelizmente, nós temos síndicos que não tem essa reputação construída porque tá começando, precisa de dois prédios.

Tem um bloqueio de identidade, bloqueio de rejeição, ele se sente inferior. Entendeu as ferramentas que eu falei? Se ele falar comigo, eu vou meter o louco. Você é carente? Eu conheço vários. Não, gente. Aí a gente não nasceu mulher, a gente nasceu homem. O homem é sangue no olho. Quer ver? Você falou que estava falando de oposição, né? Vou te dar um exemplo.

Todo síndico tem opositores dentro do condomínio. Normal, cargo de poder. Existem três reações que você tem com os opositores. Ou você tem um síndico que ignora completamente o opositor, finge que ele não existe, e finge que ele não existe.

Tem um outro que entra na briga, briga 24 horas, só brigando com o opositor. Ele não consegue nem dormir. A primeira mensagem que ele olha é... A gente já treme. E existe aquele que sabe trabalhar com os dois lados. O que esse cara está falando faz sentido? Eu posso dar uma melhorada? Então eu vou conversar com ele e falar que realmente essa crítica soa aí.

eu vou procurar observar melhor. Não, mas não tem nada a ver o que ele está dizendo. Não, então eu vou simplesmente, eu tenho a minha identidade ativada, eu sei quem eu sou, então eu não vou me deixar levar por isso. Só que a maioria que eu encontro, ou...

Finge que ele não existe, mas sofre. Os extremos, não é? Os extremos. Vai explodir, vai descontar na mulher, nos filhos. A úlcera que aguente. Descontar na mulher, nos filhos, no cachorro. E existe aquele que fica quebrando o pau o tempo todo e acaba tirando o foco dele de fazer aquilo que ele está fazendo. Exato. Então, essa pessoa precisa de uma ajuda. Mas ela precisa querer ajuda.

Mas isso é uma resposta humana também, porque a gente está muito acostumado a olhar sempre o problema e não a solução. E são poucos, e de novo a gente fala na construção, de você criar as ferramentas, onde você começa a melhorar ou sair desse limbo quando você começa a ter a clareza das ações. É aquela questão. São 100 pessoas. A oposição é 3. 3 está tirando o seu sono? Não?

De 97? De 97! Quando você começa a teoria, mas isso é um trabalho. E não é todo mundo, e não é a todo momento. Pra eu falar hoje dessa forma, eu só chuei muito. Já me desesperei bastante, mas assim... Não tem que pular essa etapa, né? Não tem coisa.

O que a gente precisa é ter ali claramente, visivelmente, essa construção de onde buscar, como buscar, como a gente se fortalece. Eu digo muito quando eu conheci o Cardozão e ele me falou sobre a questão de exposição. Eu falei assim, eu não sou a do Instagram. Eu posto muito pouco, mas eu não consigo estar eu à frente.

Eu converso aqui com vocês. Fazendo stories, contando vídeos. O celular virar pra mim. Eu não consigo me expor. Porque eu ainda tenho a mentalidade operacional. Eu ainda tenho a mentalidade do operário. Cara, eu fico feio vendo aqui. Você pode estar tensinho e eu não sou. Na verdade, isso é treinável. Você é treinável. Então você sabe que é treinável. Tanto que você está aqui falando.

parabéns tem gente que faça como você eu não consigo e eu não sou, aí eu falo, mas eu posso te ajudar não adianta, isso não está em mim aí você se vitimizou eu tenho um amigo meu que fala nem de joelho rezando, orando Deus ajuda, porque quando você não acredita que você não pode você realmente não pode exato

Entendeu o que eu falei? Todos são super-heróis. Mas uns tem ferramenta, outros não tem, mas também não quer buscar. Não quer buscar. Aí eu não posso ajudar. Ninguém pode ajudar. Você tá querendo tirar a pessoa do buraco, a pessoa quer ficar lá. Porque por muito tempo eu disse, gente, se eu depender do Instagram pra ser uma síndica é reconhecida, eu tô ferrada. Não, aí eu... Porque eu não vou conseguir. Eu sempre me coloquei nesse espaço de não querer, de não conseguir. Nos bastidores...

Vou que vou. Mas abriu a telinha... Aí eu vou abrir sua mente ainda mais. Vou abrir sua mente ainda mais. Mas como a gente usa essa exposição de forma assadenta, a nosso favor, porque nós conhecemos o nosso mercado. E aí agora eu vou jogar uma polêmica na mesa. Nós sabemos que temos muitos profissionais mas

Do Instagram. Sim. Que é do Oba-Oba, que é só do vídeo, que é só dos eventos. Joga a polêmica mesmo, isso eu não tô falando o nome, não tô citando. Porque é natural isso seja em qualquer ambiente. Sim. É onde a gente olha assim, pergunta assim, cara, como é que essa pessoa trabalha? Como que trabalha? Não, ela não trabalha. Como que trabalha? Não, mas aí que tá. Aí é onde eu falo, qual é a balança que mede? Não, aí eu vou te passar. Qual é a balança que mede quem tá ali?

nos holofotes com a entrega de quem está no anonimato e está ali, ó, suando. E aí eu vou... Segura esse rojão. Eu vou potencializar. Posso aqui? Segura esse rojão. Posso aqui? O negócio está bom. Entendeu que ela está na bancada? Segura esse rojão. Deixa eu passar. Estou perguntando tudo o que eu tenho vontade. Então pergunte que a gente vai responder. Ó, por causa do Zão, responde. Estivera também. Ó, vamos... Vamos... Você já leu...

Maquiavel Príncipe? Não. Não? Então leia. Você que é síndica tem que ler, tá? Sun Tzu, Arte da Guerra. Ainda não. Chega lá, né? Chega lá, né? Vamos falar desse livro. Não tem essa segurança dele. Maquiavel Príncipe. Maquiavel Príncipe. Pega esse contexto. Lula também lê esse livro, tá? O Bolsonaro, essa galera aí. Os políticos. Vamos falar dos políticos, né? Foi boa pegada. Por que político? Porque nosso trabalho é político. Sim. Pegou? Perfeito. Fechou?

Agora vamos estudar o brand. O brand. Eu peguei esses dias na palestra que eu fui. Se a gente pegar o hambúrguer do McDonald's, certo? E pegar o hambúrguer... Seus pais são vivos? Minha mãe. Ótimo, melhor ainda. Ó, não é questão. Você pegar o hambúrguer do McDonald's, certo? E pegar aquele hambúrguer que sua mãe faz. Qual que é o melhor? Qual que é o mais gostoso? O que a mãe faz. Pegou? Só quem aparece mais?

McDonald's. McDonald's. É gostoso? É. É nutritivo? Nem um pouco. Tem o amor de mãe? Piorou. Não. Fechou? Então, o que essa galera faz hoje nos eventos? É estratégico. Brand. Que o síndico é obrigado a aprender.

visibilidade é poder. E aí não vamos entrar no mérito aqui quem é ruim e quem é bom. Não entramos no quesito qualidade. Qual? Vai começar a conviver. A gente vai saber se tem qualidade ou não. Até porque, quando... Na hora que você fizer a primeira contratação da pessoa. Quando você vê essas pessoas que infelizmente só performam nos eventos e não performam na vida real, ele tá chocando o jogo, inclusive. Porque não precisa...

Falar que é bom. Eu preciso parecer ser bom. É a história do sabor, né, Silvério? Sim. Pegou? Um contexto? Sabor. Ai, me segura. Então, Silvia. Me segura. Então, quando você fala essas performances, esse síndico que é de evento, ele entendeu o jogo e tá jogando ele. Porque, mas que, sem um síndico sincero aqui, é muito chato ver histórias de síndico falando ó, eu tô aqui na caixa d'água. É chato. Quem que vai assistir isso?

Nós somos, aí é uma regra do marketing, né? Três segundos. Nós somos condicionados ao glamour, ao que é belo, à pirotecnia, aquela coisa, ó, famoso, entendeu? Aí o cara vai fazer uma estratégia de branding, estuda as ferramentas do Instagram, por exemplo, faz um patrocinado, investe ali R$ 1.500, R$ 25 por dia para ter um CPC aí, Custo por Clique, né? Isso, é.

E ele faz o quê? Abrange só aquela região. Se eu estouro só no orgânico, aí eu tô falando de métrica, não sei se eu tô sincero, imagina eu colocar dois contos por mês, só pra divulgar aquele meu evento. Pra quem tá aqui na tela...

scrollando, não entendendo de estratégia de marketing nem de brand, vai falar, malandro, o maluco tá bombando. Eu quero ir lá, porque eu quero ter um pouquinho. Eu quero tirar foto que eu tô lá. É assim que essa galera funciona. Que a maioria dos síndicos que não entendem esse jogo, essa estratégia, deveria aprender com eles.

Não é uma crítica que vai... Não, não é crítica, é estratégia. Eu vou nos eventos e vim, né? E comecei a ser conhecida muito mais do que eu imaginava do que era capaz, justamente por os eventos. Aonde você vai? Você tem que saber a mesa que você senta, você tem que saber o lugar onde você entra, né? E...

E quando eu entrei no mercado condominal, eu tenho aqui o braço direito e esquerdo, foi quem me deu os primeiros passos do mercado. Porque quando eu entrei no mercado condominal, primeiro, eu precisava saber como fazer. Administrar uma empresa é uma coisa, administrar um condomínio é outra coisa. É outra coisa, totalmente diferente. É outra coisa. E eu precisei estourar essa bolha, e comecei a ver gente, a conhecer pessoas, para depois eu saber com quem eu quero permanecer.

Mas a colocação que eu falo nesse sentido é de que como até mesmo essas pessoas anônimas, essas pessoas que estão ali nessa jornada há bastante tempo e não conseguem esse espaço de forma sólida.

Porque o mercado já está fechado, porque se você não é aquele, você não é aquele, ou você não está com aquele, você não tem acesso. Esse é o ponto, essa é a colocação. Não, sim. Porque o Cardoso bombou no desespero, tá? Quando eu comecei a ser síndico... Cardoso, a minha pergunta é se eu seguia, não vai ser agora, vamos lá. É isso?

Resgata essa frase. Eu ia perguntar o quê? A verdade dói, mas constrói. Conta um caso que doeu, né? Acho que tem pouco a ver com isso, né? Ou foi do além que você trouxe essa frase? Não foi. Teve um porquê, né? Foi lá no... Isso tudo começou no Sindiculab. Legal. O Rafael Bernardes, que me convidou, foi bem quando... Na época, o Rafael... Eu começava a já fazer isso, então foi três anos atrás. Três ou quatro anos atrás. Lá na Lapa? É, lá na Rua Tito. Isso, Rua Tito 678. Isso até é o número ainda.

Põe no desespero. Vamos dizer assim, tá? Que vai com o lado do que eu tô falando. Quero ser síndico. Porque eu sou foda, eu faço. Só que como que eu faço pra pegar o que tá aqui pra mostrar pras pessoas?

E aí a gente trabalha na prospecção tradicional, né? A gente manda, a gente investe o dinheiro, faz os folders, os envelas. Eu tinha que falar a mala direta. É, mala direta. Não, não, mala direta não, porque a gente investe o dinheiro ali e tal, aí tem os folders, aí você, o Cardoso bate, porque a gente era, na época, não era o empresário, né? Eu que fazia a prospecção, eu que ligava, eu que fazia...

E eu vou ligar para as administradoras, de modo geral, para apresentar o meu trabalho, para marcar uma reunião com o gerente de contas da administradora. Eu ia lá, com certeza. Eu ia, muitas das vezes. No meio do caminho, quando chegava na administradora, desmarcavam, sem me avisar. Eu chegava lá, ficava esperando. Ou entregava o meu material.

E meu material ia pro redondo, vulgo lixo. Vocês já conhecem, né? O redondo. O redondo. É. Ou seja, ligava pras construtoras, ligava pras incorporadoras. Ó, eu sou um cídico bom, sei o que lá. Rebanto bem, viu? Né? Sabe o que aconteceu? Nada. Nada. Eu falei, e aquelas coisas que vêm todos os meses? Alguma coisa errada não está certa, né? Isso. Porque, e aí eu falei, meu, eu preciso de alguma forma mostrar o meu trabalho. Aí entra...

E aí, falei, qual... Aí eu comecei a estudar brand. Você precisa chamar atenção. Brand é isso. Essa foi a virada de chave. Foi. Não, não, foi a virada de chave barra desespero. Porque ninguém... Eu não chegava na pessoa mais importante dos condomínios. O morador. O morador.

Tinha a parede ali, né? Administradora, construtora, incorporadora, os outros síndicos que me via como concorrência, né? Esse negócio é muito bom. Se ele abrir a boca, já era. Então, a parede. Vamos ao desespero. Falei, peraí. Vamos pesquisar? Vamos estudar? Vamos. Dei espacinho pra trás e fui fazer branding, fui estudar marketing, entendeu? Aí usei a estratégia de quem, por exemplo? Apple.

Diferente. Coca. Diferente. E quando aparece uma propaganda diferente, você tá ali sem fazer nada. Você tá ali sem fazer na sua casa às sete e meia da noite. Aí aparece um doido. Tudo bem com vocês? Peraí. Sim, síndico? Assim? Ou seja...

comecei a furar a bolha chegando em quem realmente elege o síndico. Não é a administradora que elege o síndico, não é a construtora nem a incorporadora. Tanto é, de lá pra cá, entre as incorporadoras e a construtora, virou a chave de uma forma onde que, quando na implantação mesmo, os próprios moradores já fazem o seu levantamento de síndicos e os próprios moradores já apresentam pra construtora. Ó, esses candidatos aqui. Ou a construtora manda que elege o síndico.

para o grupo de moradores que já estão ali nos grupos falando de chave, aquela coisa. Então, temos esses três candidatos aqui, para vocês escolherem na Assembleia. E aí os moradores falam assim, conhecemos esse aqui. A gente vai incluir assim. E qual foi essa situação que você entendeu? Como você chegou?

Pela internet. No morador, que é essa situação que fala assim, agora é aqui. Agora vamos de dados, né? Agora é aqui. Vamos estudar, né? Naquela época eu não tinha, foi na raça, mas depois de um tempo a IA ajudou a gente, mas naquela época eu não tinha. Nós estamos no Brasil. Nós somos o segundo país no mundo que consome rede social. O segundo. Sim. O segundo. Ó. Então seja, a galera que eu preciso alcançar...

Tá na internet, não tá na administradora, não tá na consultora, nem na incorporadora. Só que pra eu reter a sua atenção do morador, eu preciso fazer alguma coisa. Sendo quem? Eu mesmo. Aí comecei a fazer o perfil com o conteúdo daquela coisa toda e comecei a chamar a atenção. E aí, nessa que eu chamei a atenção, comecei a participar de concorrências. E aí, nas concorrências, conheci o Rafael Bernardes. Lá na Lapa, onde ele me convidou pra ir lá. Pra fazer um quadro, aquela coisa toda.

E ele falou, pô, negão, você é muito sincerão, meu. Você sabe que esse jeito incomoda, né? Do nada, tá? Já tinha a marca cídica ou sincero, no INPE, registrado, certinho. E aí, só que não tinha slogan, não tinha aquela frase de impacto. E o Rafael falou isso pra mim. Você sabe, viu, negão? Essa sua postura incomoda, você sabe disso, né? Eu falei, eu sei. E aí, eu falei assim, é porque na verdade dói, mas constrói. Do nada. Daí nasceu. Daí nasceu. Saiu. Recebeu um download. Foi, foi, foi. Boa.

Eu falei, é porque a verdade dói, mas constrói. Quem gosta de ver a verdade? Ninguém, né? Então, o negão tá aqui. E a gente vai desenrolar esse mercado. Ele falou assim, eu boto fé. Eu falei assim, não, eu boto fé. Não precisa você botar fé, não. Eu boto fé. E traz assuntos polêmicos não só na área condominial, viu? Porque eu acompanho e eu assisto. Porque, pô, meu, não dá, gente. O último tema foi... Imaginplência? Ah, não.

Manda aí, porque é tanto assunto. Político. Eu ouvi você, eu ouvi um microfone novo. Tá com o que é, né? Começa a ganhar dinheiro, né? Tá vendo? Aí, Biel, a gente começa a ganhar, o Biel é a produção, a pilota na nave, né, Biel? A gente começa a ganhar dinheiro, né? E quando você não tem ali, né? Acho que não sei quantos porcentes conseguem ser sincero, tão quanto o Cardoso, sincero, que não tem, que não tem essa... É...

Essa coragem, vou dizer como coragem mesmo. Coragem perfeita. Você ou eu vou pra trincheira, ou eu já me dou com humor, pega minha malinha.

Vou lá fazer igual... Vou fazer um trocadilho aqui. Que joga no chão igual nem mais pra casa. Como? Então aí entra a concentração. Aí é desse jeito você cair pra copa. É, ainda cair pra copa. Tudo vai no nível de consciência que você tem, o tanto que você quer alguma coisa. Porque tem gente que nem sabe que não sabe. Tem gente que sabe que não sabe.

Perceba a diferença. Quando eu não sei que eu não sei, não pode fazer nada. Alguém tem que chegar pra mim e dizer, ó, você sabia que existe um trabalho de gestão emocional pra você fortalecer a sua identidade, pra você aprender a dizer não? Ah, eu não sabia que tinha isso. Agora você sabe. Então agora você sabe que não sabe. E aí, o que você vai fazer agora? Cara, mas como é que é isso? Ah, não, vou ficar assim mesmo. Beleza.

Cada um tem a vida que merece. Ou então, não, não, eu quero aprender. Então, beleza. Aí vai buscar ferramenta, igual você que faz todo dia. Essa é a diferença que eu estou falando. E quando você, principalmente nesse mercado, lida, 98% das pessoas desse mercado não são tão sinceras como você tem que ter ferramentas para ter o discernimento.

de entender que aquilo não está sendo sincero, mas entender que você precisa de inteligência social para conviver com aquela pessoa. Porque você não dorme comigo, não passa o dia inteiro comigo. A gente só é um parceiro de trabalho ou de negócio, você é um morador. Então, eu só preciso aprender a lidar com você. Eu não vou mudar você. Ninguém muda ninguém. A gente só tem o poder de estragar mais as pessoas. A gente só muda a gente mesmo. Agora, quando você não tem ferramenta para lidar com o falso...

Você fica nervosinho, já bloqueia todo mundo. Como é que você vai viver no mercado se você bloquear todo mundo que não importa de você? Eu bloqueio. Não, todo mundo. Todo mundo não. Tem pessoas que você sabe, esse cara é mentiroso, ele fala mal de mim, ele tá fazendo um inferno na minha vida, mas nós temos um relacionamento comercial e nesse momento, por um bem maior, eu vou conviver com ele. Sabe como eu chamo essas pessoas? O mal necessário. É.

É o mal necessário. Agora, se você puxa a espada e quer arrancar a orelha de todo mundo, qualquer um, você tem que saber em que briga vale a pena você entrar. Depende, depende. Tem que saber. Tem briga que não vale a pena. Ah, tem briga que toda briga vale a pena. Não, eu tô dizendo com relação... São tizuart da guerra.

Quando você responde por uma comunidade, tem pessoas que dependem de uma decisão sua. Então, às vezes, eu preciso tolerar você por um tempo. Porque tem um bem maior tempo. Outras pessoas serão prejudicadas. Entendeu? É isso que eu estou falando. Sim. Mas tem pessoas que você tem...

Cortar imediatamente do seu rol. Tem que cortar. Não tem como. Nesse ponto, eu vou auxiliar nessa sua fala. Quando temos essas pessoas bem tóxicas dentro do nosso universo, nós temos que usar a comunicação a nosso favor. Vou dar um exemplo. Você tem uma demanda no seu condomínio para você trazer uma melhoria legal.

E aí você tem uma posição forte. Só que a oposição forte em todos os condomínios sempre são a minoria. Sempre. Sempre. Sempre. A minoria que faz mais barulho. O que você pega? Você pega um pouco da sua responsabilidade, daquela sua demanda, faz enquete. Manda para todo mundo.

Que aí, a galera, ó, eu tô querendo implantar essa questão aqui no seu condomínio, vai trazer mais qualidade, vai trazer um dinheirinho pra você, e quando falamos em dinheiro, a galera gosta. Sim, mexendo no bolso. Só que, infelizmente, tem algumas pessoas que são contra. E você, morador? Acha interessante ter essa melhoria? Responda pra gente pra deliberar na próxima assembleia. A enquete é 15 dias. Sim. Se você respondeu, se você não respondeu, aí o problema é seu, porque tem 15 dias pra você responder. Só que em sua maioria, em sua maioria...

responde. A maioria, a maioria sempre... Mas olha como a comunicação foi importante. Sim, exato. A comunicação. Ele trouxe uma fala, ele trouxe uma situação do quanto isso pode agregar pro seu condomínio e não quanto vai custar. Isso é uma ferramenta. Exato. A comunicação é uma ferramenta ou não é? O quanto você saber falar é importante. Esse meu condomínio que eu fui malhado como Judas, né?

Queria aumentar, não é que eu queria aumentar. Nós temos um zelador lá, que está lá há muito tempo, e ele recebeu uma outra proposta de uma outra empresa, de uma outra administradora para trabalhar. E aí a galera falou assim, meu... E aí a oposição se juntou e falou assim, não, nós não vamos aumentar. Não, se ele quiser. Eu fiz uma enquete, ó, essa é a situação, gente. 68% dos moradores responderam. Queriam aumentar. Queriam aumentar, só não perder o cara. Está vendo?

Como que a oposição fica desse jeito? Sendo que eu estou dando... Porque nós temos algumas decisões que tem que ser pela Assembleia. Mas as enquete, elas servem justamente para o nosso termômetro. Para não ficar, às vezes, o síndico não estar à disposição. Você poderia ter resolvido sozinho? Poderia. Mas se tivesse feito, o que você ia colher? Você ia sair como um moço. Não, aqui, você síndico acha que o nosso dinheiro é grama.

Fica aumentando o salário de uma forma deliberada. Ou seja, com esses dados... Você conquistou apoiadores.

E nessa situação de devido a responsabilidade. Sim, sim. E acabou, você colocou no chinelo. Isso, são ferramentas de comunicação. Agora, fala uma coisa, o síndico que põe na cabeça dele, cara, eu sou tímido, eu não sei falar. Ó, tem síndico que a Assembleia não pega no microfone, dá pra administradora falar. E fica no cantinho. Aí você já tá se colocando, meu amigo. Porque você... Você já tá dando brecha pra subir no teu canto.

Isso, você é o líder, caramba. Você não consegue nem falar, irmão. Ah, mas eu sou assim. Não, você...

o problema não é o que fizeram com você é o que você fez com o que fizeram com você você é tímido e tal, mas você sabe que você pode deixar de ser, se você aprender buscar ferramenta, ah não eu sou assim, eu nasci assim, eu cresci assim sou mesmo assim, é assim de quem? Gabriela, Gabriela tem como, tem como aí não tem como você aumentar sua carteira não tem como você ser uma referência no mercado, porque nem você acredita em você, se você não acredita em você eu vou acreditar em você

Exato. Quando falamos disso, quando um síndico vai se apresentar numa assembleia, por exemplo, a galera sabe que ele é o líder. E como que é a comunicação de um líder? Com a cabeça pra baixo? Uma coisinha bem tipo assim? Não, gente. Eu falo que é estilo pombo. Peito estufado. Peito estufado. Chega do trabalho suado e vai direto pra assembleia? Não. Não, você vê alguns síndicos aí, ou meus colegas, lida a gente aí, você vê a galera aí que não sabe nem se vestir. Sim, sim, sim.

E estão falando de uma roupa, uma calça ságea, por exemplo, que custa 90 reais no ACA, uma camisa assim, que custa 50 reais. A minha aqui é mais cara, mas mesmo assim, ó. Isso para não dizer que não é lá na 25 sem galantia, né? É, mas é, dá um jeito. Pode dar uma analogia. Conte? Isso aí eu criei pra ficar mais didático. Existe o síndico carro, existe o síndico avião e o síndico drone.

O síndico carro é aquele que você está andando de carro, você só enxerga o que está na sua frente. Você não enxerga o que está lá atrás, certo? O síndico só fica no operacional. Ele sobe na caixa d'água, ele está sujo, ele está suado. Então, ele é o funcionário. Ele se comporta como o funcionário do condomínio. É o síndico operacional. Cara muito bom.

Bom coração. Mas ele só enxerga ali na frente. Ele não tem as ferramentas de gestão. Agora, existe o síndico, o avião. Ele só quer ficar lá em cima. Todos os eventos ele tá. Ele tá em todo lugar tirando foto, fazendo live. Mas ele nunca sobe numa caixa dada. Ele não sabe nem como. Não sabe nem onde ela tá. Não faz nem ideia.

Ele também tá lascado. Por quê? Porque todo mundo vai conhecer ele, ele vai conseguir se meter, mas na hora da profundidade, dois estrangeiros vão ver que ele não presta. É verdade. E existe o síndico drone, que ele sabe ir lá em cima e ele vai lá embaixo. Ele vai lá em cima e ele vai lá embaixo. Ele tá no evento, é esse aqui, ó.

Ele está no evento. Gostei do drone, hein? Gostei, hein? Estou saindo do carro. Eu sou de drone. Vai ter analogia. Ele está no evento, ele sabe aparecer, ele faz a enquete, ele está com os moradores, ele está em cima da caixa d'água, ele coloca um terno se precisar ir numa cerimônia, fala no palco, faz um podcast. Ou seja, ele está variando entre o céu e a terra. Então...

O nosso trabalho, eu falo o nosso porque não tem só eu, eu estou chegando agora no mercado condominial, mas tem muito cara bom que pode ajudar o síndico a ser um síndico drone. E o meu trabalho é esse.

Então, aí pegando esse, gostei do drone. Gostou. Mas por quê? Tem fundamento. Total. Porque o síndico, por mais que a galera não acredite, ele é empresário. Ele faz a gestão do condomínio barra a empresa. Então ele precisa não saber, por exemplo, dos números. Ele precisa vistoriar o condomínio.

Não que ele vai lá trocar a bomba elétrica da caixa d'água, mas ele precisa, porém, subir na caixa d'água, pegar a bomba elétrica e levantar para cima e conhecer se está funcionando. Se é bomba de recalca, está funcionando lá embaixo. Supervisionar. Sabe? Controle de acesso, sistema. Ele precisa conhecer. Ele tem que entender, mas não fazer. Vou dar um exemplo. Vou dar um exemplo, inclusive, para agradecer o Caio da Carboróleo. Sim. Olha o contexto. Eu sou síndico do condomínio, lá na Moca.

o nosso gerador da St-Max deu problema na bomba injetora beleza a empresa tava lá, mandou o orçamento pra gente 16 mil reais a bomba injetora a base de troca e aí vai entrar no contexto do síndico drone a minha equipe que trabalha comigo, falou, Cardoso, olha seu orçamento aqui não vou nem dizer o nome da empresa eu sou rançudo, se eu pego uma empresa que quer me engabe lá, eu já tiro no outro dia e assim foi feito mas

Eu liguei para a empresa, eu falei, empresa, você está me cobrando 16 mil reais, uma bomba injetora, porque gerador é um motor de um caminhão, injeta diesel, né? S500.

E no orçamento não tá nem descrito, gente. O que a pessoa vai colocar lá se é uma bomba injetora? E a barra de troca? É, Cardoso, esse é o preço mesmo. Eu falei, tem certeza? Porque, engraçado, no próprio site da Stemac, uma bomba injetora nova, tá R$ 9 mil. Não tá R$ 16 mil. Você quer me vender R$ 16 mil uma bomba injetora, a barra de troca? Você vai me pegar uma bomba, vai tirar a minha bomba e vai colocar uma ousada lá, recondicionada. R$ 16 mil? Liguei pra quem? Pro Caio? Da Cartolho? Eu não entendi.

Ô Caio, tudo bem? Ô Cardoso. Ele falou, Cardoso, tá me ligando nesse horário porque é problema. Eu falei, com certeza.

Se não conheceu ninguém não bom pra ver meu gerador lá, que a empresa atual tá falando que a bomba injetora lá é 16 pau e o meu gerador tá dois dias parado e eu não posso deixar o gerador parar porque, né? Deu problema de energia, meu condomínio sem luz, né? E aí não funciona o elevador, a bomba de recalque, né? Pra mandar... A série de problemas, né? Peraí, Cardoso, vou mandar um... Vou falar um cara, passou a contar do Rodrigo, da DJP. Faço questão de divulgar isso de graça, gente boa.

Conheço, Rodrigo. Rodrigo, tô com esse bíblio assim, ó. Cardoso, como que tá lá? Ó, Cardoso, tem uma empresa lá, não tem? Eu falei assim, não tem mais não. Não tem. Não tem mais não. Tinha. Eu vou mandar embora. Ó, Cardoso, eu mando o cara hoje ainda. Estamos aguardando. Aí o cara foi lá, mandou, analisou, fez os testes. Cardoso, nós temos aqui, podemos, duas possibilidades. Temos aqui a bomba nova.

10 conto, só que demora, vai demorar de 15 a 30 dias pra chegar. Site da Stemak. Ele manda até o print do site. A gente compra direto lá. Ou nós temos uma bomba nova aqui, bomba a barra de troca, nova, original da Stemak. Manda o orçamento, 10 mil reais.

Chorei um pouquinho, né? Sabe como é assim? Tem que dar uma choradinha. Me ajuda aí, Rodrigo, nas parcelas, tal, na pedalada. Não, Cardosão, se você aprovar, aí a gente coloca essa bomba hoje. Já mandei pro conselho. Conselho, esse é o BO. Porque tem os orçamentos que a gente aprova direto, né? Passou desse encontro, eu chamo o conselho pra rachar a responsabilidade. Conselho, esse é o cenário. Aí teve o conselheiro que falou assim, não, vamos lá nova.

Eu falei assim, o conselheiro, estamos falando de 30 dias o gerador parado. E aí, como que a gente faz?

Acaba a energia, você fica sem água ou você vai bater em quem? No síndico, né?

Então, deliberamos no grupo do WhatsApp mesmo. Cardoso, taca pau. Tá lá. O gerador funcionando. Lindo, maravilhoso. E a outra empresa? Tchau. Simples assim. Tá vendo? Por isso que relacionamento, parcerias. Porque assim, aí eu vou ser bem sincero aqui. Quando falamos parceria, a galera que não conhece acha que quer fazer coisa errada, receber bola. Exatamente. Parceria é. O síndico tem empresas onde vai socorrer ele na hora do poço ali, sem água. Entendeu?

E resolvido o problema do gerador, onde é que abastece? Carboróleo. Carboróleo, cara. Carboróleo. Cai, cai assim. Aí você pega esse síndico carro, que só gosta de operacional, você fala pra ele, vamos num evento lá no Condor Rambi, ele fala assim, eu não sou vagabundo, quem vai ao evento é vagabundo. Tô aqui trabalhando, suando. Tá bom. Aí você pega aquele síndico...

avião, e fala assim, olha, precisa dar uma subi lá pra dar uma olhada, pra orientar o pessoal. Fala assim, amigo, olha pra mim. Eu tenho quem faça isso aí. Não manda alguém lá olhar e eu confio nas pessoas. Esse também tá errado. Exato.

Agora, o drone, o que ele faz? Ele não põe a mão, mas ele sabe. E se precisar ir lá mostrar como é que faz, só para dar um exemplo e falar, se você aprender agora, vai lá e faz. Porque eu não estou aqui para fazer, você que está aqui para fazer, mas eu estou aqui para...

E para você entender que você não me enrola. Exatamente. Exatamente. O drone faz isso aí. Vocês estão me encontrando nesse negócio aí. E esse é o ponto. E aí no universo feminino, nós, síndicas, a gente sofre muito... Mais pesado. Mais pesado esse machismo de achar que a gente não entende.

de que a gente não tenha experiência, isso acontece muito principalmente quando fala de restauração, não sou engenheira não sou técnico, mas eu conheço eu conheço e além do conhecer, tem um corpo técnico atrás ali que ela diria você e já recebi invertida de pessoas que falassem de você perguntar pra uma empresa o que está em andamento de responder, olha pra você me ver eu falei, não mas

Desse jeito. E você perguntar como que faz a trinca, você começa a dar as informações e aí você começa a destabilizar a pessoa porque ela fala assim, ela entende. É. Ela entende. E é muito difícil pra gente mostrar que a gente tem conhecimento. Sim. Porque acham que a gente também não tem tanta capacidade, não tem essa capacidade de execução. Não quer não só saber, ler, entender. Você saber executar também. Sim.

Mas também é muito disso de você não conseguir. Você conseguir sair do carro e às vezes você se permitir estar no passageiro. E não só ali no volante. Amei essa colocação que você colocou que é importante pra gente. Porque a gente também faz essa crítica. Você fala assim, puxa vida, eu não consigo. Eu não consigo ir em todos os eventos que eu gostaria. Mas nem dá, né? É muita coisa, gente.

Também falta essa visão estratégica de que eu não tenho toda hora que operar. Eu tenho que coordenar. Coordenar, exato. Para que eu vá buscar nesse mercado aquilo que vai trazer o meu crescimento. Isso mesmo. De verdade, eu queria ficar aqui o resto da manhã, o resto da tarde. Mas olha, eu vou contar uma coisa para vocês. Sabe qual é o horário depois ali do ao vivo que mais tem audiência no Papo Condominal Cast?

nas madrugadas, sabe por quê? caramba a turma termina a assembleia e a temperatura tá lá em cima assim, a assembleia é mais acalorada e aí a pessoa ela não, até estabilizar leva um período, não é assim vão vir a chave e aqui acabou não, não é assim, né então eles vão assistir os podcasts dentre eles o papo condominal, aí vão baixando a temperatura até ficarem parecendo que tomaram maracujina calminhos, calminhos, né, pra ir dormir

Isso é interessante demais, cara. É um trabalho que você desenvolve já é... Tem até um tempinho já, viu, que eu te acompanhei. Quando o cenário era azul. Isso, vamos, vamos sim. Vai ser um privilégio, né? Seu vídeo é sincero também, tá convidado já, hein? Você é aqui, Gabriel. É, é.

Vamos combinar essas agendas, né? Aqui a gente tem algumas co-hosts, né? Eu sou uma pessoa que gosto sempre de abrir espaço para as pessoas. A Domi estava aqui, Cid. A Domi também faz parte do projeto. Antes da Carla, ela é a co-host mais recente, né? Então agora vem a Carla. A Ligia vai estrear hoje à tarde também. Que legal.

Esse dia de gravação foi especial para mais meninas virem aqui. A gente começou com a Jailma, que está com todas elas, estão conosco. A Jailma da Oliveira? A Jailma Brito é a fundadora do projeto. A Jailma, eu falo que ela é minha madrinha. É, exatamente. Eu chamo de madrinha. Exatamente. É enorme por ela. Tem um coração gigante. A Jailma começou com a gente a...

Foi em 2022, quando a gente começou o projeto em videocast, porque a gente já fazia o podcast no formato somente áudio desde 2018. Então foram duas temporadas, 18 e 19, somente em áudio, produzido por Lina Fonseca, que é o coordenador artístico da Jovem Pan de Aracaju. Era só áudio, só tinha áudio o podcast, só que a gente já tratava isso de maneira profissional.

É mesmo? Então você gosta do caranguejinho também, né? Nunca fui. Caranguejo é uma terapia, eu falo sempre. Eu ia lá da treinamento. Vem de uma casquinha, mas o bom é quebrar Cardosão, morder. O baiano sabe, o baiano gosta de lambreta, caranguejo, não sabe o que é lambreta, Cardosão. O pessoal não sabe.

Mas o pessoal não sabe o que é a Lambreta, né, Cardoso? Não, mas tem que dar a oportunidade para a pessoa ir lá conhecer, né? Vocês conhecem a Ostra, mas eu quero ver vocês conhecerem a Lambreta. Exatamente. Silvério, eu quero abrir o microfone para que você faça ali uma última colocação. Não é ainda as considerações finais, mas digamos que o Carla quiser fazer uma última pergunta antes da gente partir ali para depois, aliás, logo em seguida partirmos para o gênio condominial. Eu quero fazer uma pergunta didática mesmo.

Quando a gente lê ali o nome do Silvério, explica para nós, o mercado condominal, o que é a NR1 para os condomínios e como ele se aplica, como que vai se aplicar. O que é? Veio a nova reforma tributária, todo mundo teve que se organizar, se adaptar. E a NR1, o que é? Então, isso aí agora é uma febre, todo mundo está falando nisso. Mas a NR1 existe desde 1978.

A Eliane é a mãe de todas as outras NRs. Ela que ordena as outras NRs. E agora está sendo exigido, não só dos condomínios, mas das empresas, de todos os segmentos, que seja avaliado o risco psicossocial do ambiente. Então, por exemplo, aquele prédio que tem lá 10 funcionários...

não basta você apenas ter uma PGR documentada, ah, eu fiz tudo que a lei mandou para eu não ser mutado. Quando o fiscal for lá, isso vai ser a partir de 26 de maio, já vai começar a ser exigido, até dia 25 do 5 é para se adequar. A partir de 26 de maio, o...

O órgão fiscalizador, ele já vai poder ir lá fazer uma visita, o fiscal vai fazer uma visita no seu contínuo. É mais uma linha de denúncia. E ele vai chegar para o Cardoso e vai falar assim, eu quero dar uma olhada na PGR, na sua PGR. Você tem? Se não tem, já está errado. Ah, tem porque eu comprei. Porque agora está uma febre aí, todo mundo está dando curso e vendendo PGR e pronta. Mas tem especialista. Não adianta você fazer isso. Por quê?

Você vai lá, eu comprei uma PGR por 750 reais. O cara veio aqui, preenchi o questionário e me deu o documento. Cara, crachá. Aí o cara chega lá e fala assim, me dá a PGR. Ele vai olhar a sua PGR e fala, beleza, aqui tá tudo certinho. Deixa eu bater um papo com o teu pessoal. Ele vai chamar o teu porteiro, vai falar assim, e aí, como é que tá? Tá com sobrecarga? Aí os caras vão começar a falar, tem que bater o documento? Não, não perfeito, mas a realidade.

Vai ser flagrante, né? O que tá escrito tem que bater com o que ele conversou ali.

E vai dar multa do mesmo jeito. Então, qual que é o grande problema que eu estou enxergando hoje? É a motivação errada. Claro, como ele diz, quando mexe no bolso da gente, a gente sai correndo, né? Quando você sabe que vai ter uma multa, aí você vai lá se adequar. Mas não adianta você fazer um trabalho mal feito. Você precisa contratar uma empresa.

que avalia os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos. E dentro do ergonômico é a NR17, que trata do ambiente psicossocial.

Então você precisa dar palestra para os seus colaboradores, você precisa sentar, fazer um bate-papo com eles, preencher o questionário, acompanhar. E quem é o pai de tudo isso? É o síndico. Ser síndico de fato na prática, né? Sabe uma coisa que eu faço e nem sabia que tinha ligação, que tinha esse nome? Vira e mexe quando eu percebo que há uma...

uma evasão, uma troca de funcionários, onde há essa rotatividade, onde começa a ter essa desmotivação, eu tenho muito hábito de pedir, quando é terceirizado, de fazer essa pesquisa de cliente, que é onde vem essa pessoa ali da Humanas e conversa e entrevista de forma confidencial para entender no ambiente o que está errado para que eu, como síndica, consiga melhorar. Porque, às vezes, é o ambiente.

o ambiente que está trazendo um problema onde ela não quer mais sair tive agora a saída no meu condomínio onde eu moro a saída de uma profissional excelente mas ela falou que precisa sair o ambiente para mim já não está agradável e aí onde eu fiz essa pergunta para ela mas o ambiente, pessoas, a sua equipe a empresa que houve a troca da terceirizada e houve essa essa

Essa mudança... Ficou absorvido, Zé. Eu troquei a empresa, mas absorvi os funcionários. Mas houve uma mudança de cobrança. Eram funcionários muito antigos, com protocolo novo, com cobranças maiores que talvez não se adaptaram. E aí eu fui buscando esses bens para a gente entender se era o ambiente...

ou se era industrializado, como é importante a gente buscar esses recursos. E, de novo, tem que ser natural isso. Tem que ser habitual. Faz parte da nossa responsabilidade. É saber se o ambiente... Eu não estou onde não me agrada, como é que eu vou permitir que os meus estejam? Exato.

Gente, vamos ter que ir embora? Gênio condominal. Temos o gênio ainda. Carlinha, você vai escolher quem vai fazer o primeiro pedido dos dois. Ah, ah, ah. Vamos, Carlos. Sabe que você vai pra mim? Pedido? Sim. O mercado condominal, do modo geral? Modo geral.

Pode ser sincero e pode doer tranquilamente. Não, e aqui é... Sempre, né? Na realidade, é uma coisa... Pode até ser uma certa... Qual o nome, gente? Fragilidade? Ou até... Fragilidade minha? Eu acredito que para o mercado... É um pedido, né? Eu acredito que para o mercado ser mais sólido do jeito que está se tornando...

Eu acho que os profissionais, de modo geral, desde o síndico, desde os podcasts, desde as relações comerciais, sejam mais simples, mais honestas, mais sinceras, mais éticas.

Porque hoje que você vê nos batidores do mercado condominial, como em outros mercados, é um puxando o tapete do outro. Nossa senhora, é um negócio feio, desagradável. Antes você ficava preocupada com conselho. Hoje você fica preocupado com o próprio reposto, furando os olhos do síndico. Entendeu? Então eu acho que todo mundo, acho que não, todo mundo está à disposição para sair da sua casa, trabalhar, conquistar seu dinheiro, da forma simples, objetiva e ética.

Porque quando você faz o certo por si só, você chega em qualquer lugar. Exatamente. O sol está aí para todos, né?

Pô, meu. Não precisa derrubar ninguém. Exatamente. Solta aí pra todos e vai conquistar a sombra que implantar, né? Exatamente. Pô, meu. A galera quer sombra sem implantar nada, aí fica difícil, né? Esse é o meu pedido. Isso aí, hein? Bom, gênio condominial. A cada quatro segundos uma pessoa pensa em se matar e a cada quarenta minutos uma pessoa se mata no mundo. E dentro do mercado condominial, eu quero que você

conceda o desejo do meu coração, de criar um movimento de cooperativismo com todos os profissionais que trabalham com comportamento e saúde mental para ajudar não só o síndico, mas também aqueles profissionais do mercado condominial. Por quê?

Ainda que não tenha o pensamento de se matar e não cometa o suicídio, existe um nível de ansiedade muito grande, um nível de depressão muito grande, um nível de burnout muito grande, síndrome do pânico muito grande e muitos desistindo. É um talento, mas desiste porque não consegue gerir a própria mente. Então, eu quero muito que seja criado um movimento onde os profissionais se ajudem.

sem ficar brigando, porque a demanda é muito grande, não dá conta de atender, por mais profissional que tenha. E os poucos que têm ficam se atacando e querendo apenas ganhar dinheiro ao invés de ajudar as pessoas, realmente. Boa. Sensacional. É isso aí. Espero que você tenha mais espaço para conseguir nos ajudar.

E contem comigo. E eu espero contar com vocês também. Porque esse movimento já está sendo formado. Você está no meio desse negócio. Eu sei fazer o que, né? Silvério, deixa o arroba, deixa o contato. Para quem quer fazer um contato com o Silvério, cara, gostei, fez muito sentido. Eu quero que o Silvério venha no meu condomínio. Eu me dê um atendimento online, eu me dê uma consultoria. Eu estou igual um cego no tiroteio. Como que eu faço para falar com o Silvério?

Instagram, arroba Silveiro Freitas HT e tem o meu direto WhatsApp Business 1196119 0660 Repita, 1196119 0660 É isso aí, você vai conseguir falar com o Silveiro E com o Cardozão? É simples, né?

pode me encontrar nas redes sociais síndico sincero, só o negão lá não tem outro, só tem ele só tem o negão lá, aquela foto escura lá aquela coisa de jambo, só o negão aqui telefone pra contatos de vistorias pra síndico, concorrência é o 11 9 11 15 8288 ainda tem algumas vagas lá pra poder administrar condomínio, né? Por enquanto sim e uma coisa que eu sempre falo, né? qualquer condomínio que queira prospectar o Cardoso queira o Cardoso

Eu sou aquele síndico profissional que eu vou falar o que você não quer ouvir. Você é morador, você é conselheiro, você é subsíndico. Se está à disposição de que alguém que resolva, cardozão. Agora, se quer um síndico banana que vai falar amém pra tudo, melhor nem falar comigo. Nem chama. Vai pra concorrência. Isso aí. Exato.

Carla e Regina, estamos chegando ao final. Duas semanas seguidas aqui conosco. Mas, minha amiga, muito obrigado. Parabéns aí pelo seu desempenho magnífico também. Bateu o bolão, hein? E parabéns pela sua coragem de desafiar. É isso aí. É onde, quando a gente está no ambiente certo, as coisas fluem. A minha história com o Daniel é de longa data. Verdade. E eu agradeço por hoje ser...

quem eu sou, de estar me tornando quem eu quero ser, e foi muito dos ensinamentos do Daniel que abriu um mercado, me mostrou um mercado como eu não conhecia. E aí, ao longo da minha caminhada, eu venho encontrando pessoas cada vez mais incríveis, cada um com suas histórias, com suas experiências, e aí cabe a mim...

E absorvendo aquilo que me faz crescer. E é uma grata surpresa na minha estreia. Estar aqui de cara com você e poder te dizer hoje. Obrigada por ter me dado coragem. Pô, meu. De ter coragem. É isso. E poder aceitar esse convite do Daniel. De poder estar aqui com vocês. E você que está começando assim como a Carla. Esteve lá atrás. Qual que é o arroba para seguir a Carla? Carla Regina Síndica. Carla Regina Síndica. Só me procurar. Estarei lá.

Gente, na semana que vem, quem estará aqui é mais uma pessoa que contribui muito com o mercado condominial. Uma delas, que é o Alan Lima. Resenha? O Alan vai estar... Esse aí é brabo. E ele falou para mim que, se a caneca não ia ter água, ia ter outra coisa. Cerveja. É o branding deles. É o branding deles. Fala aí.

ele foi no podcast e falou assim Cardozão, eu convidei ele para o podcast ele já foi, foi uma resenha sensacional ele falou assim, aí ele é meio boca suja já falei isso pra ele, ele falou eu vi seus podcasts lá você só serve água cara eu quero cerveja é isso aí

Então, beleza. Quero o Heineken. Tá bom, vai ter Heineken lá. É isso aí. O Alan estará aqui conosco. E também nós convidamos a Cássia. A Cássia Capuzzi é uma síndica que atua muito na região central. Eu tenho estudado muito sobre...

Condomínio tombado, a parte de potencial construtivo, região central de São Paulo, que é muito histórica, e ela tem um foco muito grande ali naquela região, e poucos síndicos têm uma experiência acumulada e tempo de atendimento que ela tem. Então, ela vai contar aqui vários causos de condomínio para que as pessoas percebam os diferentes perfis de tipo de condomínio. Exato.

A nossa área, ela também é nichada, né? Sim. Ela é nichada. E aí o nosso papel é esse de também trazer esses elementos para que cada um escolha aquele que tiver mais afinidade. Exato. É isso mesmo? Gente, então, agradeço a vocês. Aguardamos todos vocês semana que vem. Dia 11, viu? Dia 11 de maio. Dia 11 de maio vai ser a estreia da Ligia. Ligia Polesi vai estar aqui conosco. Vamos ter excelente companhia. É, exatamente. É uma síndica que está crescendo bastante, tá? E eu quero agradecer.

Em nome do Papo Condominal Cast, estive hoje aqui com minha querida Carla Regina e os convidados especiais. Elson Cardoso, o síndico sincero. E também com o Silvério Freitas. Prazerzão. Na operação do nosso querido Gabriel. Eu chamo ele de Biel. E ele está mais feliz ainda que você veja de camisa verde, que é a cor do verdão, do Palmeiras. Eu não manjo de futebol, eu não manjo de futebol nenhum, meu.

Você fala, Menezes, Biel? E muito. E muito. E o Lácio, oi, Gabriel? Ninguém é perfeito. Câmera central, para todo mundo dar tchauzinho para a câmera e se despedir. Até logo, gente. Até semana que vem. Tchau, tchau. Obrigado.

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