#T7E03: Amor, Coragem e Cachorros: A Receita de um Negócio de Sucesso
Se você ama cachorros e sonha em empreender, esse vídeo é pra você! 🐶💙Neste episódio, você vai conhecer a história de uma empresa do mercado pet em Alagoas que nasceu de um propósito simples: cuidar de cães com amor, atenção e qualidade. O que começou como paixão, hoje se tornou um diferencial competitivo em um dos mercados que mais cresce no Brasil.O mercado pet brasileiro está em constante expansão, e negócios que unem emoção, cuidado e estratégia têm conquistado espaço e clientes fiéis. Aqui, você vai entender como transformar amor por pets em um negócio rentável, com propósito e impacto real na vida das pessoas (e dos seus melhores amigos 🐾).👉 Se você quer empreender no setor pet, aprender sobre diferenciação e entender como criar conexão com clientes, este conteúdo vai te inspirar!👩💻Agende sua consultoria:0800 570 0800🧑🏫Cursos do Sebrae:https://www.doity.com.br/sebraealagoashttps://www.sebrae.com.br/cursosonline
Vitor
- Cão Terapia e ADAIntrodução à Cão Terapia · Origem da ideia em São Paulo com o Sebrae · Seleção e treinamento de cães terapeutas · A cadela Blu como cão terapeuta · Maturidade fisiológica para atuação · Certificação de cães terapeutas · Atuação em linguagem e seletividade alimentar · Benefícios para crianças com autismo e TDAH · Aumento do nível de serotonina · Restrições de trabalho para cães terapeutas · Avaliação de benefício para criança e cão · Programa ADA (Academia de Assistência) · Cães de intervenção, serviço e educação · Formalização e profissionalização de cães de função · Diferença entre adestramento convencional e ADA · Capacitação profissional canina e humana · Treinamento intensivo desde filhote
- História da FETOOrigem do amor por cachorros · Evolução da responsabilidade com animais · Adoção de Zeus e aprendizado · Estudo e início do adestramento · Fuga e reencontro de Zeus · Decisão de empreender no mercado pet · Cursos e especialização em comportamento canino · Inauguração da FETO em 2021 · Expansão do espaço físico · Modelo de negócio familiar e guerreiro
- Serviços da FETOCentro de bem-estar canino · Serviços de creche e hotelaria · Serviço de banho · Adestramento · Reabilitação canina · Projeto ADA (Academia de Assistência) · Número de cães na creche · Filosofia de inclusão de todas as raças · Foco na compreensão do tutor · Dog Park e atividades individualizadas · Monitoramento 24 horas · Capacitação de monitores
- Visão de Futuro da FETOReconhecimento no mercado pet · Expansão do amor, carinho e cuidado com pets · Ser referência em entender o cliente e tratar a dor · Inspiração para novos empreendedores
- Parceria com SebraeConhecimento através de missão do Sebrae · Apoio e consultoria do Sebrae · Reconhecimento do potencial da FETO · Importância do feedback externo para empreendedores · Construção de um casamento com o Sebrae
Eu te prometo que no vídeo de hoje tem muito latido, pelo e muito amor. É um mercado pet que você ainda não viu por aí. Então fica comigo que aqui tem história.
E o início dessa história começa aqui na FETO. Não é isso, Vitor? Eu quero saber exatamente tudo que a FETO oferece hoje aqui em Maceió. Muito prazer, viu? Prazer, satisfação. Bem, então assim, de fato tudo iniciou aqui na FETO, né? Esse trabalho com os cães deu início aqui. Hoje a gente é um centro de bem-estar canino. Trabalhamos tanto com serviço de creche como com serviço de hotelaria.
Obviamente a gente tem um serviço de banho, um serviço de adestamento, mas só que são serviços exclusivos aos nossos clientes, até porque o nosso foco são esses dois serviços de creche e hotelaria. E também o adestamento que a gente está começando a iniciar agora, assim como também a gente está trabalhando com a parte de reabilitação. Estamos entrando também agora com um projeto novo.
que é a Ada, que a gente vai discutir no decorrer. Ih, peraí, peraí, peraí. Ele já tá querendo acelerar tudo. Vamos discutir daqui a pouquinho. Fica aí pra ver tudo dessa história. Eu quero saber de onde surgiu esse amor por cachorro. Olha, tudo iniciou com Zeus, que é o nosso filho de quatro patas. Ele...
Tem uma trajetória muito bonita na vida da gente. Então, a gente recém-casados, eu e Emily, a gente cometeu essa loucura e dizia, vida, olha, precisamos urgentemente criar uma responsabilidade de casal. Só não bastava um ao outro. Então, a gente queria ter essa responsabilidade. Eu, na verdade, queria ter essa responsabilidade.
E assim, não, não vou não, vou no estágio. Então vamos começar pelo peixe, porque um peixe não dá tanto trabalho assim, né? Aí o que foi que eu fiz? Eu peguei o peixe, que chamava Teddy e Todd. Aí a gente pegou esses dois peixinhos e começamos a ter aquela rotina de responsabilidade com o ser vivo fora do nosso relacionamento.
O tempo foi se passando, a gente... A gente não, perdão. Eu tive uma brilhante ideia de, ó, agora eu quero evoluir o processo. Vamos pra um cãozinho.
Eu disse, vida, preciso de um cauzão. Saiu do aquário, né? Saiu do aquário, vida marítima pra o terrestre, né? Mas vamos lá. Responsabilidade aumentou. Eu disse, cara, eu preciso de algo que eu consiga interagir, eu consiga realmente ter uma responsabilidade a mais. Eu disse, Emre, a gente precisa ter um cachorro. Ela disse, de jeito nenhum, a gente é recém-casado, já baixa as nossas preocupações, não sei o que. Calma, vai dar certo. Eu vou ter paciência.
O Zeus veio. O Zeus surgiu na nossa vida. E a priori, ele foi só meu, né? Durante alguns meses. Era sempre dizendo, olha, seu filho, seu filho, seu filho. Vai cuidar do seu filho. Mas eu soube aí, né? Que viam você.
cacho Zeus puxando você. Sim, aí o que acontece. Eu não entendia nada de comportamento canino. Eu sempre fui muito assim, pegar um cão, dar amor e carinho, raçãozinha e aguinha. Acabou. E levaram pra passear. Que na verdade, ele que me levava pra passear. Essa é a realidade. E foi quando o Emile disse, olha, ele sempre foi muito metódica.
Se for fazer uma coisa, vamos fazer bem feito. Então ela começou a estudar raça. Entender de fato como é que... Os Zeus é de qual raça? Pitbull. Ah, eles começaram por o Pitbull. É, a raçazinho de porta pequenininho. Só que é pra fazer, pra fazer bem feito. Vamos fazer bem feito. Pitbull, faz chato de sentido. Exatamente. E foi o que aconteceu. Ela em Emely começou a estudar. E eu sempre lá no cantinho assim, Eita, Emely, pra quê? É só um cachorro, é só um cachorro. Em Emely não. Vamos estudar.
Lembre-se de chegar no trabalho, 3 horas da manhã, chuva, aí eu disse, Emelie, tá bom, vamos dormir, já não temos tempo juntos. Aí eu disse, não, vou fazer, vamos fazer bem feito. 3 horas da manhã, dentro do condomínio, o povo já conheceu, ó, essa mulher tá ali na praça, andando com o cachorro, andando com o cachorro dela. E ela foi percebendo, né, com os estudos, a parte do adestramento, ela que iniciou o adestramento do Zeus.
E com esse início, eu fui despertando esse interesse em mim também. Foi ele puxando, né? Foi puxando junto, foi pegando esse gancho aí. Eu disse, não, realmente eu já tinha um amor pelos Zeus, mas só que eu não tinha o cuidado como ela tinha o cuidado que ela tinha antes. E eu fui me aprofundando mais, aprofundando mais. Um belo dia, né? Como assim, nem tudo são flores, infelizmente.
Resumo da ópera, ela trabalhava, a gente tinha uma rotina muito puxada. A gente também foi cliente de creche, de hotelaria. E infelizmente, um belo dia, quando a gente voltando do trabalho, a gente foi buscar o Zezinho na crechinha. Sendo que a gente não encontrou mais o Zezinho na crechinha, ele tinha fugido.
Com isso, a gente ficou bastante chateado, aquilo ali incomodava a gente.
Esse não, vamos fazer o seguinte, eu sou muito renitente, sabe? Se for fazer, eu comecei a pegar esse espaçozinho com o Emelie, se for fazer, vamos fazer bem feito. Então vamos abrir um espaço agora. Mas Zeus voltou pra casa. Zeus voltou pra casa. Zeus voltou pra casa, a gente achou o Zeus, né? Num final do Vera Ruda, onde disse, não, ele quase fugiu. Só que quem achou foi ele, né? Quem achou foi eu, infelizmente. Infelizmente, mas infelizmente isso aconteceu.
E a pergunta é, se ele tivesse morrido, quase teria morrido?
O tempo passou, a gente desenvolveu essa ideia, assim, não, vamos trabalhar agora com cães. Mas você não era dessa área? Não era, não era. Aí a gente passou, em minha forma de óloga, na transportadora do meu tio. E assim, não, tá bom, eu também estava satisfeito no meu antigo trabalho. Vamos fazer o seguinte, vamos dedicar isso aí, 100%. Obviamente, pelo fato da gente querer fazer o efeito, passamos um ano e seis meses estudando sobre comportamento canino.
Antes de abrir afeto, realizamos cursos, curso em BH, curso em São Paulo, para poder realmente trazer o estudo, o trabalho com base em comportamento canino, na socialização, para a Maceió. Mas há afeto nesse começo que foi quando?
Foi em 2021. Então, 2021 e logo pós pandemia, né? Logo pós pandemia. Não foi aqui? Não. Não é esse espaço? Esse espaço, não. A gente evoluiu bastante. Graças a Deus, a gente deu uma evoluídazinha boa, né? Mas tudo deu início, ainda assim, na Jatiuca, né? Na próxima Felícia, na Pio 12.
Então a gente iniciou com 450 metros quadrados, com espaço que foi feito com estrutura que, vamos ter estrutura que ofereça segurança, mas ao mesmo tempo que comporte o nosso faturamento, o nosso investimento.
Tendo em vista que só era eu e Emily, na verdade ainda é eu e Emily para tudo. Então a gente é oriundo de famílias simples, não somos herdeiros, somos guerreiros. Estamos aqui na luta até hoje, mas Deus foi abençoando esse processo. Então a gente é muito grato a, primeiramente, Deus, segundo os nossos clientes que estão conosco até agora. É que esse espaço aqui...
tem um dedinho de cada um. Ou seja, digamos, uma patinha de cada um. Essa é a realidade. Então, migramos de um espaço de 450 metros quadrados para um de 1.000 metros quadrados. Então, hoje, a gente está, obviamente, a demanda aumentou, o trabalho aumentou, mas tudo do jeito que a gente quer. Quanto mais trabalho, melhor, porque realmente isso demonstra que, se a gente chegou até aqui agora, que realmente está fazendo um trabalho bem legal.
E aí hoje vocês têm aqui na creche quantos hóspedes? Olha, creche não é hóspede, né? Hóspede é hotelzinho, né? Hotelaria, que é que o hóspede... Na creche, quantos alunos? Em média, a gente tem por dia em torno de 45 cães, tá? De todas as raças. Todas as raças. Aqui no Espaço da Gente, a gente não determina porta nem raça. Todas as raças são bem-vindas, certo? Por quê? Porque a gente já sofreu esse preconceito com nossos erros.
Então a gente não queria ser só mais uma, pelo menos no estado de Alagoas. A gente queria ser a creche que realmente fizesse a diferença. Uma creche que, assim de tudo, se importasse com o tutor, até porque, como eu te falei, a gente já está no outro lado lá. A gente já foi cliente.
Então, a gente queria ser uma creche, não é a creche pra sair dizendo, ah, só o melhor. Não, eu quero ser a creche que entenda a necessidade do cliente, né? Entenda a dor dele e dizer, olha, eu também fui cliente. Eu também estava no seu lado. Eu lhe compreendo. Tem cliente cheio aqui, poxa, meu cachorro nunca chegou, nunca frequentou uma creche, nunca frequentou um hotelzinho. Morro de medo.
E você chegar pro seu cliente, né? Pro esse cliente que tá chegando aqui agora. E você ter propriedade de falar assim. Calma, eu te entendo. Eu também já estive nesse outro lado da moeda. Então, é super normal. Mas aí vocês têm todo um trabalho aqui, né? Claro. Pra você me mostrar. Pode ser. Claro, pode ser.
Esse aqui espaço que a gente está conhecendo aqui agora é o Dog Park. No Dog Park a gente realiza atividades individualizadas. Então, aulas de comando e obediência são as aulas que a gente quer direcionar dentro do espaço. Se é um cãozinho que tem uma certa dificuldade em ter essa atenção, a gente direciona para esse Dog Park.
Quando a gente consegue ter uma atenção maior desse cão e trabalhar com mais intensidade o comportamento e a atenção do cãozinho no comando que a gente quer. Então, Vitor, na verdade, é uma creche, mas eles não ficam simplesmente soltos, bora fazer o que eu quiser, não quero fazer nada. Aqui a gente tem regras. Eles ficam realmente até aqui no lazer e eles estão atorados. É uma escola. Aqui, sobre você falou, tem um ponto muito importante.
Sobre o monitoramento, todo o espaço é monitorado, 24 horas. Tanto com os monitores de urna, os monitores que ficam na creche, como também os monitores da hotelaria. Então, em momento algum, o cão vai ficar sozinho e desassistido. Sempre o cão está assistindo por algum monitor. Algum profissional, todos os nossos profissionais, é muito importante falar isso. Você abrir um espaço de creche.
ou centro de treinamento, seja lá qual for. Se você for trabalhar com cães, não é você somente colocar uma pessoa para trabalhar, para colocar raçãozinha, aguinha e jogar bolinha. Não é isso. As pessoas têm que entender comportamento também. Todos os monitores têm que ser treinados. Aqui a gente faz uma reciclagem a cada seis meses. Então, todos os monitores, todos os colaboradores, eles são treinados e capacitados para trabalhar com qualquer cães.
E ó, participação especial aqui dessa moça. Então, Emily, como é que a Blu chegou no consultório? Como é que vocês tiveram essa ideia de trazer a Cão Terapia pra Maceió? Me conta, eu tô cheia de dúvida e acho que a galera aí também. Então, eu conheci a Cão Terapia em São Paulo, numa missão que eu fui junto com o Sebrae.
E aí eu quis trazer para o Nordeste, comecei o processo de escolha do filhote, porque não é qualquer cão que pode ser cão terapeuta. Existe um teste que diz para a gente se esse cão tem ou não essa habilidade. E aí a gente começou a buscar nas caninhas, aplicar o teste, ver se esse cão tinha todas as competências.
Até que chegamos na Blum. Blum tem 11 irmãos, mas só ela exerce a cão terapia. Ela é um cão desde o início, desde os 45 dias que a gente via que ela tinha potencial mesmo. E a partir dela a gente começou a treinar. O cão terapeuta só começa a atuar depois de um ano, que é quando ele tem toda a maturidade fisiológica dele. Então depois de um ano a gente refez os testes, ela passou com muita competência, que começa a ficar maravilhosa que ela é.
Ela tá tranquilíssima aqui, viu? E aí, com um ano, depois de fazer o teste, ela ganhou o certificado dela de poder atuar dentro do consultório. E hoje é bom atuar aqui comigo já há um ano e meio. Atua na parte de linguagem e seletividade alimentar. E a gente tem tido muitos bons resultados. Ah, que bom. Agora você já é fono. Você já era fono. Já, já era fono. Já atuava aí com crianças, com TISMO. Isso, e com TDAH. E aí você falou que esses...
cães, eles têm, no caso da Bloom, ela é de intervenção. Isso. Mas tem outras possibilidades, né? Existe. E vocês desenvolvem isso aqui também. Isso. Depois da Bloom, a gente montou um programa, né? Que é uma academia, que é a ADA, né? Academia de Assistência. A gente tem hoje um grupo, né? Que a gente chama de Serviço de Assistência com Cães. Dentro desse serviço, existem alguns subtópicos.
que são os cães que trabalham com intervenção dentro do consultório, os cães que trabalham com serviço mesmo, que é aqueles cães que prestam assistência, alerta médico, e a gente tem os cães que são de educação, que são aqueles que vão na escola para auxiliar as crianças no aprendizado. E aí, nosso programa embarca essas três opções. Aqui no consultório, nos consultórios de saúde, normalmente a gente pega intervenção com cães.
Quantos cães, assim, vocês já têm hoje treinados, formados, diplomados lá pra lá? Assim como a Blue, né, Blue? E a mulher acorda, ó. Dá oi pra galera, Blue. Ela já tá cansada. Então, hoje a gente, formado mesmo no Nordeste, a gente só tem a Blue atualmente. Nós temos os filhotes dela. O Nordeste é Blue? É. Ai, gente, olha só.
Rock, meu filho, olha. Tá vendo a Blum, quietinha? É fácil também treinar, assim, vai, conta. A gente vai ver um pouquinho disso ainda. Segura aí que a gente vai mostrar. Não é tão fácil. Como a gente fala. Não é tão fácil quanto parece, porque tem toda aquela ansiedade, né? Igual quando a gente tem um filho que vai colocar na escola e a gente não sabe se vai aprender a ler, se não vai. Então tem toda a nossa expectativa também, né? Treinar um filhote não é fácil. Vocês vão ver que...
Filhote é filhote. Independente se ele tem todas as ferramentas ou não pra ser um contraputa. Porque quem muda isso é o treinamento. Mas você vai ver que não é fácil. Então assim, tem aqueles que já tem aptidão, mas tem a possibilidade também de se desenvolver. Isso.
E aí você vai ver que é um cão que pula, é um cão que late, é um cão que quer brincar. É um cão que é um cão filhote. É por isso que a gente falou que hoje tem história com o pelo e latido, né? Que é cão, é cão, né? Exatamente. Agora, sobre os resultados. E eu vou sentar, viu? Porque a Blue tá me deixando aqui numa situação bem desconfortável, né Blue? Vou ficar aqui do seu ladinho, tá certo? Pra ver essa paz aqui, tá bom?
Mas me fala, Emily, você falou dos resultados, né? Que você já tem aí bons resultados. Dá pra falar, assim, um pouquinho sobre esses resultados? Porque vai. Pode ser que aí, né, a gente pode estar chegando esse vídeo pra alguém que é profissional de saúde ou alguém que tem um filho numa situação de TDAH, de autismo, que não sabia que existe esse suporte, né? Existe esse suporte. Então...
existe que está dando resultado. Conta aí um pouquinho dessa experiência. Tá bom. A calterapia relativamente é muito nova no Brasil. Na realidade, nos Estados Unidos isso já vem sendo estudado há muito tempo, mas aqui no Brasil a gente tem pesquisas há menos de 20 anos, ou seja, é muito novo. E o conhecimento que ainda vai se espalhar um pouco, mas os resultados são muito fidedignos. Hoje, por exemplo...
Eu já estou querendo levar, já estou tentando levar isso para a academia, para as pesquisas, e principalmente para o Nordeste, porque o nosso Nordeste sofre muito com pesquisas que comprovem métodos não importantes. A gente sabe que nossas crianças autistas e que têm TDAH passam por uma carga horária muito grande de terapia, então são crianças que chegam muito cansadas na terapia, de um dia todo, de atividade. Ter essa sessão com a Bloom, eu percebo que é muito motivador para elas.
Aquele momento de ufa, que legal, é algo muito divertido. Não que as outras terapias não sejam, mas o cão, ele anima o espaço, ele dá a resposta assessorial. Nós temos pesquisas que falam que aumentam o nível de serotonina. Então essas crianças ficam extremamente felizes na sessão. Então assim, facilita. E tem idade para trabalhar com as crianças?
Da Blum? Da criança. Da criança. Então, aqui a gente trabalha com crianças a partir de um ano. Mas como ela tem uma carga horária muito reduzida, né? Porque o cão terapeuta não pode trabalhar todos os dias. Meu Deus! Como é que faz o seu cão terapeuta?
Todo mundo quer saber. Então, como terapeuta, ele só trabalha três dias, dias não seguidos. Então, se for exemplo, ela trabalha na segunda, ela não trabalha na terça. Ela trabalha na quarta, ela trabalha na quinta e trabalha na sexta. E ela bate o ponto de seis horas corridas, como é, Blum? Então, não bate o ponto de seis horas corridas. Só pode trabalhar três horas por dia, horas não seguidas também.
E tá cansada sim, mulher! E tá cansada! Um atendimento já demanda muito dele, né? É fato. Então, assim, pois todo atendimento, ela já tem um cantinho dela, ela sempre procura pra dormir. Ela já sabe que ali ela já deu o máximo dela, porque, assim, por mais que seja muito proveitoso, é cansativo também. Então, assim, lidar com uma mão pegando, às vezes as crianças estão aprendendo sobre força, então às vezes pega de qualquer jeito.
Então, assim, é essas competências que são tão importantes pra um cão não reagir durante a terapia.
Então, assim, necessariamente nós não temos idade da criança. Mas a gente avalia se aquilo vai ser benéfico pra aquela criança. E isso é algo que é muito importante falar. Porque as pessoas também começam a achar assim, não, eu vou pegar o cão, vou colocar na terapia. Não é assim. Precisa ser bom pra criança e precisa ser bom pro cachorro. Então, não adianta. Se a criança não gosta de cachorro, tem medo, não é benéfico pra ela.
Tá tudo bem. E se eu tenho um cachorrinho em casa aí, né? Tô vendo esse vídeo e diz, epá.
Meu cãozinho aqui, ele parece que gosta de ajudar as pessoas. Como é que faz? Tem idade para esse treinamento? Tem como diagnosticar? Tem. Fala aí. Para as pessoas que têm cãozinhos em casa, né? A Ada hoje faz o treinamento e faz a seleção. Então, se você tem um cãozinho que tem essa competência, quer saber se ele passa no teste.
Procure a gente. E aí a gente vai fazer toda a testagem. Vai saber se ele tem realmente esse biotipo pra atender essas crianças. E a partir disso ele pode sim fazer um treinamento. Qualquer idade. Tendo competência, ele pode ter qualquer idade. Então agora, eu vou olhar lá a Ada, tá bom? Tu deixa eu conhecer teus amigos lá? Bora pra Ada? Quero ver como é feito isso. Vamos lá com a gente.
Então aqui chegamos na ADA, tão famosa a ADA, e olha só quem tá me esperando, vou fechar aqui a porta. Vitor! Vitor, então aqui nesse espaço, nesse quadrado, é onde a mágica acontece. Isso, exatamente. Então esse espaço, ele é o centro de treinamento da ADA, né? É um espaço pequeno, no entanto, com um objetivo muito grande.
Foi onde tudo começou desse projeto lindo. Vocês viram, a gente acabou de ver lá.
né, adulto interagindo com a criança, dócil, amável e trazendo resultados, né? Claro, claro. O Cambridge trouxe muito isso, mas a gente quer saber como começou, o que é ADA, como começou e por que vocês trouxeram isso aqui pra Lagoas? Então, a ADA, né, a sigla, ela significa que é Academia Dog Assistência. Então, Academia de Cães de Assistência.
ela vem com o objetivo de realmente formalizar e profissionalizar os cães de função. Então, a gente sentiu essa necessidade aqui em Maceió, até no estado de Alagoas, de realmente uma intervenção clínica assistida por cães, assim como também cães de suporte devidamente treinados e certificados.
Infelizmente, como qualquer outro espaço, qualquer profissionais, a gente sabe que a vulgarização dessa profissão, dessa área, ela é muito frequente. Vou detalhar da seguinte forma, todo mundo pensa que é só pegar o cão.
e colocar dentro da clínica e trabalhar com crianças. Não é bem assim. O adestramento, o treino que a gente realiza na ADA, é diferente do adestramento convencional, onde a gente realiza a aptidão comportamental do cão. Na ADA a gente verifica se o cão tem competência. Costumamos dizer que todo cão pode ser um cão de função. No entanto, nem todos têm a competência.
Então, o estudo, a avaliação, ela é mais intensa, mais incisiva do que qualquer outra avaliação comportamental que a gente venha fazer, tanto no serviço de creche, hotelaria, ou até uma avaliação comportamental a nível domiciliar.
Que não é só um adestramento, né, Vitor? É um trabalho realmente, porque ele vai estar ali com crianças, né? Que já são vulneráveis. Claro, que de fato ele tem que dar uma assistência e fazer. Qual é o objetivo? Do cão de suporte emocional ou de um cão de intervenção clínica, que é o cão que trabalha em sessões assistidas com os profissionais. O objetivo dele é trazer benefícios, somar.
Então, se tem um cão que ele gera problema...
ele não é bem-vindo naquele espaço. Digamos, nem bem-vindo, mas na verdade ele não serve para aquele espaço, para aquela função. Então é muito importante a gente esclarecer isso, que tem que ter um preparo muito acido, a gente tem que ter uma avaliação muito criteriosa. Então a ADA tem esse objetivo de capacitar os cães. Então tem a capacitação profissional humana, tem a capacitação profissional canina.
Então é nesse espaço aqui que vocês fazem essa capacitação, que é comportamental, né? Exato. É toda com base... Porque a gente realiza essa capacitação nesse espaço aqui. Porque a ADA é aqui. Porque é onde inicia tudo.
Desde a parte da gestação da mamãezinha que vai gerar aquele filhotinho. Desde os primeiros contatos do filhotinho após a sua gestação, após o parto. Então é necessário que haja esse treinamento intensivo desde que ele é filhotinho. Então desde necessidades básicas como também.
educação sanitária, assim como também avaliação de comportamentos, de... Tudo é diferente, né? Tudo, tudo, tudo. E a ADA aqui, né? Na FETO, com a Emily sendo a única certificada, é também a única do Nordeste a ter essa... Essa tem a ajuda da mão da Emily? Vamos atrás da Emily? Vamos, vamos, vamos pegar. Então aqui está Emily.
Gente, eu queria muito agradecer a vocês por abrirem esse espaço aqui pra gente poder conhecer mais o que foi o início e o que é afeto. Agora sim, vai. Vou deixar você como porta-voz. Qual o sonho da afeto? Sua visão de futuro? Difícil, hein? É difícil. O sonho da afeto hoje é a gente se tornar reconhecido.
pelo belo trabalho que realmente, por modéstia a parte, a gente realiza um ótimo trabalho com os cães. Então o que a gente quer é reconhecimento. Reconhecimento, expandir o nosso amor, carinho, cuidado, compreensão com os pets. Demonstrar também que somos pai de pets, cinco. Então a gente entende perfeitamente o tutor. E se colocar no mercado pet como uma referência em entender o cliente, em tratar a dor do cliente.
Então, assim, começou lá com uma missão com o Sebrae. Hoje vocês ainda têm, né? Sebrae aí de mãos dadas. O Sebrae é um casamento. Então, a gente se conheceu aí, viu o namoro. Não foi o casamento, aquele que ele disse, não, viu que estava querendo... O casamento começou bom, né? Começou bom, começou bom. Foi forte, foi se concretizando aí, foi...
ficando mais forte, o elo. Então, essa parceria com o Cebra, ela vem nos ajudando bastante. Então, é muito gratificante essa parceria. Iniciou com o Debinha. Débora, ela deu uma força bacana para a gente e apresentou realmente o potencial da FETO. Então, isso é muito importante. Às vezes, a gente como empreendedor, a gente pensa o seguinte, poxa, a gente trabalha tanto, está tanto dentro do processo operacional da empresa.
que às vezes a gente acaba, infelizmente, se invalidando como profissional, como empresa, a nível de assim, poxa, será que eu estou fazendo certo? Será que eu estou fazendo... Será que realmente a minha empresa está saindo bem?
E às vezes acho que a gente precisa ouvir de outras pessoas para ver realmente onde a gente está, o que a gente conquistou e aonde a gente pode chegar. Então com o Sebrae, com as consultorias, com até a amizade que a gente criou dentro do próprio Sebrae, vem mostrando isso para a gente a cada dia, o nosso potencial e até onde a gente pode chegar. Então tudo começou com o Afuno.
Um amante de cães, um casal recém-casados. E foi um afeto pequenininho, né? E vocês viram aí que hoje virou uma referência, já são uma referência no mercado pet aqui em Alagoas. Porque não é só sobre creches, sobre hotelzinho, não é só sobre isso. A gente, vocês viram aí, então se não prestar atenção, volta esse vídeo, né? Vocês viram o cuidado e o afeto que tem em cada pedacinho dessa história.
indo aí extrapolando, né? Indo pros consultórios, indo pras casas dessas crianças que estão sendo assistidas por tanto afeto. Então, se esse vídeo ajudou você, curte, compartilhe, segue a gente. E eles, troca ideia com eles. Acho que vão estar aí super dispostos a falar com vocês. E a história foi sobre amor, mas foi sobre inspiração. Então, espero que a gente tenha aí tocado seu coração e quer investir no mercado pet, ó, procura a gente, tá bom?
Assim como eles, acho que o sonho pode ser grande pra vocês também. Até a próxima história.