#715 - Nova Acrópole é o quê Filosofia, voluntariado e ações realizadas em janeiro - Prof. Kelly Aguiar - NOVA ACRÓPOLE BRASIL
Nova Acrópole é uma organização filosófica internacional sem fins lucrativos, presente em mais de 50 países e com mais de 100 sedes no Brasil desde 1984.
Neste vídeo, a professora Kelly Aguiar apresenta de forma transparente o que a Nova Acrópole faz na prática: cursos de filosofia presenciais, projetos sociais, ações culturais, voluntariado e parcerias com instituições públicas como Ministério Público, Defensoria Pública, UNESCO e Bibliotecas Públicas.
Se você pesquisou "Nova Acrópole é confiável" ou quer entender como a instituição funciona antes de se matricular, este vídeo foi feito para você.
📌 O que você vai ver:
→ Como funciona uma escola de filosofia à maneira clássica
→ Projetos sociais reais com resultados mensuráveis
→ Parcerias com órgãos públicos e reconhecimentos oficiais
→ Como a Nova Acrópole atua no Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil
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- Parcerias EstrategicasMinistério Público do Distrito Federal - saúde mental e autocuidado · Defensoria Pública do Distrito Federal - projeto Conhecer Direito · Ministério Público de Mato Grosso - reencerção social de presos · Novo projeto com Ministério Público de Mato Grosso do Sul para servidores do sistema prisional · Trabalhos com Polícia Federal e Polícia Civil
- Nova Acrópole: Organização e ModeloEscola de Filosofia à maneira clássica · Espaço de desenvolvimento humano · Formação de cidadãos fortes, felizes e bondosos · Diferença entre centro de ciência, escola de arte e instituição filosófica · Presença em 50+ países e 100+ sedes no Brasil
- Projetos culturais comunitáriosProjeto social principal da Nova Acrópole · Atendimento a crianças em situação de vulnerabilidade · Aulas de capoeira com foco em ancestralidade · Ensino de instrumentos musicais · Reforço escolar continuado · Transformação de crianças em adolescentes e profissionais · Impacto familiar além das crianças
- Prêmios e ReconhecimentoCertificado de Qualidade e Integridade em Senopim (2025) · Carta oficial da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal · Prêmio Dimas do Ministério Público de Mato Grosso (terceira vez) · Certificado SEBAS do governo federal · Título de Utilidade Pública em Senopim · Medalha de Mérito Líder Comunitário para Prof. Luís Carlos Marks Fonseca · Pontos Pontuais de Cultura Viva em Palmas
- Arte e cultura na Nova AcrópoleArte como finalidade para paz · Desenvolvimento humano através da arte · Repertório emocional ampliado pelo acesso à arte · Atividades culturais diárias nas escolas · Cinema comentado, coral, artes plásticas, restauração de livros · Palestra culturais semanais · 14 escolas em Brasília com programação cultural contínua
- Expansao Urbana BrasilAbertura da escola no Acre · Experiência em Roraima (Boa Vista e Rio Branco) · Atuação nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste · Oferta de cursos em inglês e português para brasileiros no exterior · Programação em cidades do interior
- Congresso NacionalTrabalho continuado com presos do sistema penitenciário · Formação de voluntários da sociedade civil · Taxa de reincidência de 14% (versus média nacional de 40%) · Expansão para 20+ comunidades · Impacto mensurável e resultados concretos
- TeatroPeça 'Ânima' - histórias de grandes mulheres · Peça 'O Silêncio' - biografias e história · 37 mil espectadores das peças · Direção e produção de Luzantônio Rochão · Tournê pelo Brasil · Combate à violência contra a mulher
- Programa Família FortesMetodologia de prevenção de uso de drogas · Fortalecimento familiar · Parceria com GDF (Governo do Distrito Federal) · Treinamento de instituições para usar metodologia · 7 finais de semana de acompanhamento por grupo · 200+ famílias atendidas em 7 anos · 16+ ações realizadas
- Voluntariado e SolidariedadeVoluntariado desinteressado pelo bem · Necessidade de capacitação de voluntários · Qualidade e profissionalismo no voluntariado · Congresso internacional de voluntariado · Voluntários como complemento ao poder público
- Eventos CulturaisDia da Arte - 5 mil pessoas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste · Dia da Terra · Dia da Filosofia · Realização em 50+ países · Arte como caminho para paz
- Disseminação e repercussão públicaImpacto na disponibilidade de livros de filosofia · Mudança no acesso cultural após chegada da Nova Acrópole · Exemplo de Brasília 25 anos atrás versus atual · Experiência em Manaus · Presença de filosofia em livrarias após atuação local
- Leituras Comentadas na Biblioteca NacionalParceria com Biblioteca Nacional de Brasília · Leituras coletivas de obras clássicas · Mil inscritos por edição · Leitura de Banquete de Platão, Cavaleiro Preso na Armadura, Hábitos Atômicos, Bhagavad Gita
- Filosofia e Transformação EducacionalFilosofia como ferramenta de desenvolvimento humano · Educação integral e integrativa · Inclusão de neurodivergentes na educação · Participação em simpósio sobre dislexia · Conceito de educação que transforma e desenvolve
- Padrão - Competição Pan-Amazônica de DançaSediado em Belém do Pará · Competição de balé e danças regionais · Câmbio de cultura e técnica · IPRT premiado com apresentação de balé · Destaque às artes da Amazônia
Hoje eu preparei para vocês uma coisa que eu acho que é bem importante. O que acontece? Quando nós falamos assim, olha, nós somos uma escola de filosofia à maneira clássica. Uma coisa que nós percebemos é que as pessoas não sabem o que isso significa. Porque, afinal de contas, não tem uma em cada esquina como outras instituições. Não é um conceito familiar. Então, às vezes, por exemplo, quando a gente tem algum historiador
Platão, por exemplo, então narra-se que às vezes você entende que é um centro de ciência, às vezes você entende que é uma escola de arte, às vezes parece que é um lugar que faz muito bem ao corpo, à personalidade, com atividade física, e é um lugar de filosofia, e tudo isso junta difícil esse conceito para a gente. E Nova Acrópole recria isso nos nossos dias, ou seja, um espaço de desenvolvimento humano em que a gente possa produzir
cidadãos que são fortes, felizes, bondosos, mas que por isso, justamente por isso, também são úteis para a sociedade. Então, às vezes é difícil imaginar. Então, a gente recebe muitas perguntas nesse sentido, sobre o dia a dia na escola, sobre as atividades que a gente realiza, e por isso a gente resolveu criar esse espaço, hoje, por exemplo, que é o que a gente vai fazer hoje, que é quase como se fosse uma prestação
de contas, a gente quer contar um pouquinho como foram os últimos tempos para vocês, a gente quer falar das novidades, a gente quer dizer o que está acontecendo, e aí eu fiz aqui uma pauta para mim, sabe, de algumas coisas que eu acho que são muito bonitas, que estão acontecendo nesse momento em Nova Acrópole, mas queria deixar esse espaço aberto, vocês podem aí pelo chat ir fazendo perguntas, a gente vai tentando
ler daqui, tentando acompanhar, e a gente vai fazendo aqui um bem bolado. Combinado assim? Pois então, vamos lá. A primeira coisa que eu queria dizer para vocês é que nós estamos expandindo muito as nossas atividades no Brasil. Então, hoje, eu vou falar especialmente dos trabalhos que a gente realiza nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Especialmente dos trabalhos que acontecem nessas regiões do nosso país.
coisa, novidade muito maravilhosa é que agora tem Nova Acrópole no Acre. Há pedidos, toda vez que a gente fazia uma live ou qualquer coisa assim, ou postava uma palestra aqui no nosso canal, alguém perguntava, mas e aí? E não vai chegar Nova Acrópole no Acre? Enfim, chegamos. Então, tem dois super professores aí, Pedro, Clarinha,
Já estão lá preparando as atividades para poder abrir essa escola e iniciar os trabalhos lá no Acre. Alguns anos atrás, a gente fez uma experiência com Boa Vista e foi uma experiência muito linda, porque a escola de Boa Vista cresceu muito. Eu aprendi, inclusive, com eles que não é Roraima, é Roraima. Vocês sabiam disso? Você que está em casa sabia que fala Roraima, não é Roraima? Pois eu aprendi agora.
Então, a gente abriu a escola em Roraima com boas expectativas, com o coração batendo forte, achando que ia ser bacana, mas a gente não imaginava que ia ser tão lindo, que a cidade ia acolher tão bem essas iniciativas filosóficas, culturais, que esse público ia ser tão receptivo. Foi muito legal e a gente está esperando uma resposta, pelo menos,
parecida com o Rio Branco, viu? Então, se você tem um amigo em Rio Branco, se você conhece alguém ali naquela cidade, já manda mensagem, já avisa, porque é isso aí. Outra coisa bacana também, que algumas pessoas perguntam, que nem sempre fica muito claro, é o fato de que a gente também recebe muitos pedidos de pessoas que moram fora do Brasil. Pessoas que assistem as nossas palestras, que acompanham tudo em língua portuguesa,
mas que quando saem do país, às vezes, não tem uma escola perto de si, embora a Acrópole esteja aí, tenha mais de 500 sedes mundo afora, né? Mas o fato é que a gente está com uma iniciativa muito bonita nos Estados Unidos, que a gente foi pensando nesse brasileiro que mora ali, então, bem nessa região, e os Atlânticos, né, que é Nova York, Orlando, Miami, enfim, é para essa turma.
de vez em quando ela vai lá, faz uma série de palestras em algumas cidades e a gente está oferecendo nessas cidades o curso de filosofia em inglês e em português, pensando nessa pessoa que mora fora do Brasil. Então também se você tem um primo, um tio, um amigo que está morando nessas regiões e que você começa a falar de filosofia com essa pessoa e vê que essa pessoa vibra, que é o momento dela, então avisa que a gente também tem sede lá.
E aí nas nossas redes sociais, Instagram, sites, enfim, vocês têm acesso a toda a programação, está bem fácil de achar. Bem, a partir de agora, então, passado esses recados gerais, eu queria falar um pouquinho dos trabalhos que a gente faz em parceria com algumas instituições, porque eu acho que isso é muito a cara da Nova Acrópole, essa ideia de que a gente não faz nada sozinho, de que a gente pode participar ativamente da sociedade,
a gente pode preparar as cidades, as organizações para estarem juntas, para poder colaborar umas com as outras. Eu acho que isso é bem legal. Estou vendo aqui no chat. Tem gente de Goiânia. É isso aí. Muito bom, gente. Pois sejam todos bem-vindos, viu? Sim, são muitas as iniciativas. Estamos bem felizes. Mais Patrícia, Helena, turma de Goiânia, Fortaleza.
Obrigada, viu, pela presença. Mas sigamos aqui um pouquinho. Então, como eu dizia, eu acho que é muito... Cabo Verde, gente. Olha que legal. Brasília, que bacana. Pois sejam todos bem-vindos. Vamos lá. E, como eu estava dizendo, a ideia é de que ninguém faz nada sozinho. E a Acrópole tem muito isso. A Nova Acrópole tem isso muito claro e faz muita questão de fomentar isso com a sociedade, da gente realmente se juntar em função do bem,
melhores práticas, para que a gente possa fazer, de fato, uma diferença no mundo. Porque eu posso ser uma pessoa muito bondosa, mas se eu sou bondosa sozinha, é mais difícil. Agora, se a gente está no mundo, se a gente está inspirando com esses bons atos, o nosso entorno, aí sim, as coisas começam a mudar. E aí eu listei aqui algumas iniciativas que eu acho que são muito legais. Olha, pessoal de Cuiabá também chegando, bem-vindos.
que todo mundo conheça, até para que se inspirem, até para que saibam como podem se relacionar com a Nova Acrópole, em que medida, em que atividades. Eu acho que é bem inspirador. Então, a primeira coisa é uma parceria que a gente tem com o Ministério Público. E a gente tem essa parceria com o Ministério Público em alguns estados. Por exemplo, no Distrito Federal, a gente fez uns trabalhos nesse ano de 2025 voltados para essa ideia da saúde mental.
psicólogos, pessoas da área de saúde, bem capacitadas, e pensando aqui, direcionadas aqui para o Ministério Público do Distrito Federal, e também abrangendo ali a Polícia Federal, a Polícia Civil, e aulas sobre autocuidado, aulas falando sobre ambientes institucionais saudáveis, então a gente entende que essa é uma super iniciativa, e que é legal, porque ela não tem como fruto só essa pessoa que está assistindo essa palestra, porque
São pessoas que estão em profissões muito chaves dentro da nossa sociedade. Se elas crescem como seres humanos, a gente vê que toda a sociedade se beneficia. E também eu queria mencionar um trabalho que a gente faz com o Ministério Público do Mato Grosso. A gente tem muito carinho por esse projeto, porque a gente vê que realmente faz muita diferença. A gente fez um trabalho com esse órgão voltado para a reinserção social de reeducandos,
sistema penitenciário. Então, um trabalho feito com presos, pessoas que estão detidas. E é um projeto continuado que a Nova Acrópole entrou ajudando na formação dos voluntários da sociedade civil que semanalmente estão ali do lado dos presos fazendo esse trabalho. Esse projeto foi crescendo, foi se expandindo. Hoje ele já está em mais de 20 unidades e uma coisa muito legal é que o índice de
A reincidência desses presos diminuiu. Então, a média nacional estima-se que seja de 40%. Eles estão trabalhando hoje com uma reincidência de 14%. Então, isso é muito legal. É muito legal. E eles estão trabalhando lá no Mato Grosso, a Nova Acrópole, junto com o Ministério Público, num novo projeto que eu coloco aqui para vocês em primeira mão, chamado Lotus, em que o Ministério Público do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul,
Nova Acrópole vão fazer um trabalho para servidores do sistema prisional. E nós entendemos, gente, que isso ainda é mais importante do que lidar diretamente com os presos. Então, são pessoas que precisam de suporte. Então, é uma situação muito chave dentro da sociedade em que a dignidade, a hombridade, a saúde emocional, a bondade, o equilíbrio, a justiça, tudo isso tem que estar muito afinado nessas pessoas para que esse sistema prisional
E a nossa sociedade precisa que esse sistema prisional funcione. Então, a gente está bastante feliz com essa iniciativa. É assim, é um grãozinho de areia, mas a gente vê que já faz resultados, que já tem um efeito, que já gera uma mudança. E a gente está bem feliz com isso. Também tem um trabalho sendo feito com a Defensoria Pública do Distrito Federal. E aí tem um projeto que a gente...
trabalhou nesse último ano chamado Conhecer Direito, que é uma iniciativa da Escola de Assistência Jurídica da Defensoria Pública do Distrito Federal e que tem esse objetivo de promover a cidadania, de promover a inclusão por meio da democratização do conhecimento jurídico. Então, a Nova Acrópole participa dando aulas sobre valores, virtudes. A própria professora Lúcia ajuda nessas aulas. A professora Lucelena Galvão,
Tenho certeza que vocês todos que estão aqui no canal conhecem. E as 50 primeiras bolsas desse projeto foram destinadas a alunos da rede pública e também a gente está dando os primeiros passos e tem sido bem especial. Enfim, outros projetos. Tem outro projeto também que a gente começou também a trabalhar há algum tempo e que tem sido bem especial para a gente, que é o projeto Sesc Mesa Brasil.
então, que a gente faz com o Sesc. Eu não sei se vocês conhecem esse projeto, hoje o Meso Sesc Brasil, ele é a maior rede privada de banco de alimento da América Latina e atua nessa tônica de combater a fome, de evitar o desperdício. Então, é um projeto muito bonito nesse sentido. Então, o que eles fazem? Olha só que bacana. Imagina que você tem um mercado, enfim, alguma instituição,
que tem uma sobra no sentido de que pode dispor de algo a mais, pode doar algo. Imagina que você tem, às vezes, um supermercado com um produto que está um pouco mais perto da validade. Então, imagina uma instituição que recolhe, concentra esses alimentos, nesse caso é o SESC, que distribui para instituições que precisam. E é nesse sentido aí a nossa parceria. Então, nós temos um projeto social muito forte,
que é o IP Arte, lá em Marituba, no Belém do Pará, e o Crianças para o Bem, que funciona aqui para a comunidade do Varjão, no Distrito Federal, em Brasília. E são projetos que atuam não só para crianças, acolhem crianças, mas acabam ajudando toda a família dessas crianças que estão ali em situação de vulnerabilidade. Então, nós recebemos do SESC frutas, verduras, estivas, muitos perecíveis,
inclusive, um pouco mais perto da data. E aí, com muita responsabilidade, eles fazem essa gestão e tem sido uma ajuda muito bonita para essas famílias. É muito bacana de ver como as crianças do projeto podem ter uma vida mais digna, porque tem menos fome. É um fato. Não dá para a gente falar só de tocar violino,
do projeto, a orquestra, fazer arte, capoeira e tudo, essas crianças não estão alimentadas. Então, essas crianças não estão saudáveis. Então, o projeto Crianças para o Bem tem muito esse foco de como é que elas estão bem alimentadas, saudáveis, com uma boa higiene, como é que esse básico está resolvido e a gente também faz esse aporte de cultura, de esporte, que forma e transforma. Tem uma turma dizendo que conhece o projeto Mesa Brasil,
Eu acho que é uma iniciativa linda do SESC e que faz a diferença. A gente vê que na prática, a diferença que faz na vida das pessoas, na vida de quem tem menos, na vida de quem está vivendo ali à margem, realmente faz muita diferença. Essa distribuição inteligente dos recursos, que é uma coisa que o nosso país precisa tanto. E eu acho que é uma iniciativa nesse sentido, de evitar a perda ou desperdício
quem precisa, né? A gente também segue aí na nossa parceria com a Unesco, o projeto Criança para o Bem, que é esse projeto da Unesco que todos vocês conhecem, né? Renovou mais uma vez essa parceria aí com o nosso projeto Criança para o Bem e também com o IPART. São projetos lindos, muito corretos, muito idôneos, com muito resultado objetivo, concreto. E aí a gente acaba contando com esse projeto aí, que é o Criança Esperança, né? Para poder manter
esse projeto, e a gente sente muito orgulho disso, é muito bonito de ver. Esse projeto Criança para o Bem, que é o projeto social da Nova Acrópole, é o nosso principal projeto, assim como o IP Arte, são projetos que eu sempre ouvi falar, sempre dei notícia deles, sempre tive algum contato, mas tem dois anos que eu me mudei de volta aqui para Brasília, e eu tenho tido a oportunidade de ir ao projeto,
Veio o projeto acontecendo. E eu digo a vocês que, para mim, foi um divisor de águas muito forte. Muito forte. Mesmo para mim que tinha contato, que conhecia as histórias. Mas é muito diferente de você ver. Você acompanha ali um grupo de crianças ao longo de um ano e chega no final do ano e você vê que essa criança está mais madura. Você vê que ela está sendo atendida de várias maneiras, de várias formas.
criança para o bem, por exemplo, é de capoeira. E é muito bacana ver aquelas crianças, ver crianças pretas, tendo esse contato com essa ancestralidade, vendo essas crianças entendendo suas origens, vendo essas crianças se empoderando a partir de toda aquela cultura. Então, não é só o esporte pelo esporte, não é só que a criança foi lá e aprendeu a fazer um movimento. Também tem, eles são muito bons,
inclusive, mas a gente tem tido essa sorte de fazer essas parcerias tão lindas. Então, um professor super sensível, uma pessoa politizada, cabeça. Então, quando você olha a criança, ela já não é mais a mesma. Então, você vê que ela já relaciona com o cabelo dela de uma forma diferente, ela relaciona com a cor da pele dela de uma forma diferente, porque ela tem acesso a essa cultura.
Acho que tem coisas que só quando você está lá dentro do projeto que você consegue enxergar. E talvez sejam as coisas mais bonitas. Então, para mim, foi uma alegria muito grande estar mais perto do Crianças para o Bem e assistir coisas que você olha e no vídeo não dá para ver. No vídeo é difícil de acessar. E é muito bacana ver isso. Esses dias mesmo, conheci a história de uma mãe lá no projeto que, vendo a filha dela,
da filha dela, estão se tornando uma jovem, uma adolescente que começou a correr atrás dos seus sonhos, aprendendo instrumentos, passando de ano, porque faz ali um reforço escolar todo dia. Enfim, viu a criança florescendo, viu aquela jovem florescendo e ela começou a estudar, a correr atrás dos próprios sonhos, a estudar para um concurso. É muito bacana ver isso. Tem até uma pessoa aqui no chat falando que recebe os boletins mensais, que tem as histórias.
Exatamente. A gente tenta contar, sabe, Ana Cristina? A gente tenta contar as histórias. Mas é incrível, né? Ali na pele, olhando, vendo. É muito bonito. Porque é um projeto que acontece diariamente. Não é uma ação bonita feita uma vez no mês, uma vez na semana. Vocês têm ideia do que é isso? Tem uma turma de manhã e uma turma de tarde todos os dias da semana. Segunda a sexta. Então, a melhor comida.
todo um cuidado, uma ordem, uma estética, os instrumentos, os professores, os livros, tudo é bonito, tudo é bem feito, tudo é ordenado, tudo é pensado, é muito bacana ver. E o que é mais legal é que é um projeto continuado. Ele foi nosso aluno ano passado, esse ano ele segue sendo nosso aluno. Então tem crianças que a gente vê crescer, tem crianças hoje, tem crianças que eram crianças ontem, que hoje são professores,
do projeto, por exemplo. São pedagogos do projeto, porque entraram na faculdade, estão se formando, entende? Então, é muito bonito ver essa transformação na criança e na família. Sigamos um pouquinho mais. Eu destaco também um projeto que a gente tem, que eu também sinto todo um carinho, com a Assembleia Legislativa também lá do Mato Grosso. Vocês viram que muitos desses projetos que a gente tem acontecem no Mato Grosso. No mês que vem, a gente vai fazer uma das lives também,
focado nos projetos mais recentes. E o diretor da escola lá de Cuiabá vai estar com a gente aqui na live para a gente poder conversar um pouco sobre alguns desses projetos, porque vale muito a pena, professor Vinícius. Então, o que acontece? Lá no Mato Grosso, na Assembleia Legislativa, junto da Assembleia, tem uma associação de dislexia. Então, imagina um grupo de mães que são militantes nessa causa da inclusão dos filhos delas, dos filhos neurodivergentes no sistema
educacional. Porque, às vezes, a gente fala assim, ah, não, mas as crianças têm acesso à escola. O dislexo, o autista, o neurodivergente, ele tem acesso à escola. Uma coisa é ter acesso à escola. Outra coisa é que a escola esteja preparada, que o professor esteja preparado, que você tenha o número de professores necessários, de assistentes necessários, que você tenha método. Então, elas estão ali junto da Assembleia lutando por isso. Então, a Assembleia é uma associação muito forte, muito potente.
E a Acrópole, Nova Acrópole, teve junto deles participando dos simpósios sobre dislexia que a Assembleia Legislativa recebeu. E a ideia é essa, é pensar numa educação que seja de fato integral e integrativa. Uma educação que tenha de fato a capacidade de incluir as pessoas, porque a escola está preparada para isso.
também uma experiência muito bonita. A Nova Acrópole participou trabalhando esse conceito de educação, do que é uma educação integral, de qual educação que a gente precisa, qual educação que transforma, que forma, que desenvolve o ser humano. Então, foi muito legal poder aportar com essa visão filosófica da educação nesse ambiente de discussões tão sérias e tão relevantes para a nossa sociedade. Boa noite para quem está
chegando, vou dar uma olhadinha aqui no nosso chat. Fiquem muito à vontade para qualquer pergunta. Boa noite para todo mundo. Vamos lá, sigamos. Como eu disse, a gente não tem como fazer nada sozinho. A gente tem essa proposta de fazer em parceria. E, claro, são muitas as parcerias feitas. Eu estou enumerando algumas aqui que são essas que deixam a gente muito orgulhoso.
Muito o que a gente acha que é muito importante de dizer, mas são muitas parcerias que tornam toda essa grande obra que a Acrópole faz no mundo todo possível. Tem um outro programa também que a gente sente um orgulho danado de participar, chamado Programa Famílias Fortes. Eu não sei se algum de vocês conhecem essa metodologia. Conhecem? Me digam aqui no chat, já ouviram falar? É uma metodologia de Stanford que a UNB,
uma universidade aqui de Brasília, fez um trabalho muito bacana de adequar para ser usado aqui no Brasil. Então, o governo federal começou a fomentar o uso dessa metodologia, e aqui no caso do Distrito Federal, não sei como funciona nos outros estados, sendo honesta, mas aqui no Distrito Federal, o GDF treina pessoas, instituições, para usarem essa metodologia. Depois que você foi treinado, ficou por sua conta, se você vai usar ou não, não tem vínculo, o trabalho em si não tem vínculo com o governo.
mas a gente aprende essa metodologia através dessa fonte. E a gente tem feito um trabalho muito forte, porque essa metodologia tem um objetivo muito direto, que é atuar na prevenção do uso de drogas e do fortalecimento familiar. Então, como eu disse, no caso aqui de Brasília, a gente atende essa comunidade, que é a do Varjão, e atendendo ali pessoas, crianças, em situação de vulnerabilidade.
é a nossa realidade. Então, fazer esse trabalho com as crianças e com as famílias, nos primeiros contatos a gente entendeu a necessidade de fazer-se a mais. A necessidade de chegar nesse ponto. Porque, infelizmente, o uso de drogas e os efeitos terríveis de tudo isso, de todas essas experiências adictivas, são uma grande realidade das famílias brasileiras.
daquelas que estão em situação de vulnerabilidade, a gente sabe disso. Mas a gente entende que essas famílias que estão em situação de vulnerabilidade, elas podem ser assistidas em como lidar, em como prevenir isso. Talvez essa informação não chegue. E por isso esse projeto é tão eficaz. Então, esse projeto funciona assim, a metodologia. Você faz sete finais de semana de acompanhamento de um grupo de famílias. Então, imagina o tanto de energia.
que você vai fazer uma ação, você está falando de se envolver sete finais de semana com aquele grupo de famílias especificamente. Então, por isso que, embora seja uma metodologia muito bonita, de efeitos muito concretos, de muito resultado, é muito difícil de tocar, porque que instituição que vai sustentar uma coisa dessa? É muita energia. E a gente tem muito orgulho de dizer que a gente tem conseguido sustentar isso aí já há mais de sete anos e que já foram mais de duzentas famílias
A gente já fez mais de 16 ações dessas e a gente tem tido aí um feedback muito bacana, né? Porque essa metodologia vai exigindo esse estreitamento de laços com essas famílias e vão permitindo, assim, né? Que a gente entenda melhor essas realidades, possa fazer uma formação mais continuada e possa assistir os resultados dessa formação para esses grupos, né? Então, também isso é um projeto muito bonito, de muito resultado,
Tem um outro projeto também, que eu não sei se vocês acompanham, chama Pop Rua Jude, não sei se vocês conhecem, um mutirão, na verdade, que tenta ali assegurar alguns direitos básicos para as pessoas que estão vivendo na rua. Então, a ideia é reunir, por isso se chama mutirão, num lugar só, órgãos do judiciário, defensoria pública, ministério público, prefeitura, que todas essas instituições estejam num lugar só,
só para ajudar essa pessoa em situação de rua. E a gente também participou desse último mutirão em Palmas, recentemente, fazendo esse apoio, apoio ao dia mesmo do mutirão, ajudando o mutirão a acontecer. Muita coisa, né, gente? Então, essas são algumas... Acabei, viu? Essas são algumas das parcerias que eu queria listar nessa noite com vocês, porque eu acho que são muito relevantes, porque eu acho que fazem muita diferença no nosso meio. É muito bonito ver isso, que a gente só... Não pode fazer muita coisa boa,
junta com alguém que realmente quer fazer o bem, como a gente fica muito mais forte, a gente pode chegar muito mais longe. Vamos lá. Estou vendo aqui também gente de São Paulo chegando no nosso chat. Bem-vindos, boa noite. Nessa segunda parte da nossa live, a minha proposta é falar sobre alguns reconhecimentos. Kelly, mas vocês não falam tanto que o voluntariado é para desenvolver a vontade,
ela precisa ser desinteressada, o bem se faz pelo bem, né? Por que essa preocupação de ganhar um reconhecimento? Eu acho que essa é uma... Eu mesmo estou fazendo a pergunta para eu mesmo responder. Vocês estão me deixando solitária aqui nesse chat. Aqui eu estou fazendo a pergunta e eu mesmo respondo. Boa noite, Rio Verde. Boa noite a todos. Boa noite para todo mundo que está chegando. Então, vamos lá. O que eu acho que é importante a gente entender é que todos esses reconhecimentos,
ganha um prêmio, uma homenagem, um selo. Isso tudo mostra, isso tudo fala sobre a forma com que a gente faz as coisas. Eu sei que a gente vive num mundo muito difícil de várias formas, que tem muitas questões muito complexas, de várias formas para a gente considerar. Mas o fato é que todos esses prêmios não são aleatórios.
eles avaliam, eles checam as nossas condições de trabalho. Agora, no final do ano, dia 5 de dezembro, a gente participou de um congresso internacional de voluntariado, que foi promovido pela Nova Acrópole Internacional, e tinham pessoas presentes de dezenas de países. Foi um momento muito forte. E foi trago para palestrar nesse congresso um momento inteira de temas excelentes. Quem quiser depois saber um pouco mais,
canal da Nova Acrópole do Chile. O Congresso está lá, é lindo. Grandes autoridades mesmo, dentro desse tema do voluntariado, no mundo inteiro tiveram presentes. Pessoas com muita bagagem, que coordenam as maiores ações de voluntariado do mundo. Foi muito legal. E uma coisa que esses voluntários profissionais falavam é que o maior problema do voluntariado é quando ele é só uma boa declaração. É quando ele é uma declaração
de boas intenções. Quando eu vou lá e faço o que eu acho que eu gostaria para você de coração, a conclusão que eles chegaram é que isso atrapalha. Por exemplo, teve um terremoto. Se você chegar lá com a sua boa intenção, você pode mais atrapalhar do que ajudar. Então, o movimento internacional que existe em torno dessa ideia do voluntariado, não sei o quanto vocês estão antenados nisso, é no sentido de capacitar esse voluntário. O voluntariado tem que ser bem
Perfeito. Se eu vou fazer defesa civil, eu tenho que entender de defesa civil. Se eu vou fazer ecologia, eu tenho que entender de ecologia. Ou seja, não é porque o aporte é voluntário que esse aporte é de qualquer jeito. Muito pelo contrário. Esse aporte voluntário, ele precisa ser super capacitado para que ele realmente possa atender o papel dele. Por que o voluntariado existe? Porque o poder público sozinho não consegue cumprir com todas as necessidades da sociedade.
esses voluntários chegaram lá no Congresso. Como falta do governo, a sociedade precisa entrar e ajudar. A gente precisa se unir e fazer junto. Não é uma questão só de ficar falando do que está ruim. Nada contra, de vez em quando a gente precisa para não morrer sufocado. Mas isso não resolve. A gente vai precisar se unir para poder construir as coisas, para poder resolver os problemas que existem. E nesse sentido, eu acho que essa questão das premiações e dos reconhecimentos
importantes, porque eles são esse selo. Eles estão dizendo assim, olha, esse voluntariado que vocês estão fazendo não é um voluntariado de qualquer forma, não é só uma declaração de boas intenções. Vocês estão se capacitando para isso e estão melhorando a cada dia. Eu que estou aqui na Nova Acrópole há muitos anos, mais de 20 anos, eu vejo isso, que é o que eu acho que a instituição tem de mais bonito. Eu acho que é isso que faz dela tão humana. É o fato de que ela cresce todo dia. Você vê as
a forma de fazer as coisas melhorando a cada dia. Existe uma preocupação muito genuína de fazer o bem de verdade para as pessoas, da gente ir se aperfeiçoando nesse exercício do bem, nesse exercício de ofertar o melhor para a sociedade. Isso é muito especial. Então, por isso que esse reconhecimento, esses prêmios são tão importantes. E aí eu vou destacar alguns que eu achei muito bonitos,
inspiradores, né? A Nova Acrópole de Palmas, por exemplo, nesse ano de 2025, conquistou um selo de ONG verificada, isso é uma coisa muito legal, porque fala de transparência, de integridade, responsabilidade social, então é um selo relevante. Outra homenagem também muito bonita que a gente recebeu aqui no Distrito Federal veio da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal. A gente recebeu uma carta oficial que eu achei comovente, sabe? Não trouxe hoje pra ler,
para vocês, mas devia ter trago, porque é bem bonita mesmo, a gente ficou bem comovido com o texto, né? E é uma carta oficial destacando aí essa contribuição da Nova Acrópole no lançamento do fluxo geral de atendimento integrado à criança e ao adolescente vítima ou testemunha de violência. Então, vocês estão vendo que essa é uma bandeira forte para a gente, né? E a gente, na medida do possível, tenta sempre colaborar nesse ponto. Palmas também foi premiada com o programa
Montões de Cultura Viva, que também é uma coisa muito bacana. Se vocês que estão aqui nesse chat hoje, vocês que estão nos assistindo, se vocês já tiveram a oportunidade de ir numa escola da Nova Acrópole, vocês sabem que nós somos um super point cultural. Então, é um lugar que está acontecendo arte todo dia. Enfim, eu vou dar um exemplo, por exemplo, a escola que eu frequento. Eu sou daqui de Brasília e eu frequento a escola da Azassu. Olha,
filme comentado. Então, tem sessãozinha de cinema. Tem atividade artística de todo tipo. Então, é canto, é instrumento. Enfim, isso tudo além das aulas de filosofia. É coral. O que mais que tem, gente? É restauração de livros na biblioteca. Enfim, é um super ponto de cultura. Palestras culturais. Toda semana tem uma coisa diferente. Uma programação que nem eu que estou lá
Lá eu não consigo assistir tudo. É impossível. Agora eu fui arrogante. Não consigo assistir um milésimo do que acontece lá. É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. E aqui em Brasília, por exemplo, você tem 14 escolas. Então, você imagina a potência cultural que isso reverbera numa sociedade, o agito de filosofia e cultura que isso faz. Isso é muito legal. E a gente vê isso, sabe? É uma coisa muito interessante.
interessante. Eu lembro que quando eu comecei a fazer, a estudar filosofia aqui em Brasília, 25 anos atrás, eu lembro que quando a gente queria um livro de filosofia, era muito difícil de comprar, gente. Eu lembro que a gente ia na livraria da UNB, eu lembro que a gente ia numa livraria que salvava todas, que era a livraria da rodoviária, que fica ali na frente do Conjunto Nacional para quem mora ali, né? Então, é isso. Então, eu lembro que eu,
adolescente, pegava um ônibus, que eu morava em Taguatinga, uma cidade satélite, para poder chegar na rodoviária e comprar um livro. Porque, ah, mas não tinha livraria nas satélites? Claro que tinha, mas não era fácil achar um livro de filosofia. Isso é uma coisa muito importante, né? E a gente vê que quando a gente começa a fazer esse movimento nas cidades, hoje passam-se alguns anos que a Nova Acrópole está ali atuando e tal, os livros aparecem em todos os lugares. Eu tive essa experiência
em Manaus. Morei em Manaus 8 anos e eu lembro também de chegar e ter uma dificuldade. Tô aqui tentando lembrar o nome da livraria que me salvava. Não tô lembrando. Valer? É isso? Era uma livraria linda, que também editora dos livros amazônidas. Era uma livraria que eu tinha um carinho enorme. Tô sofrendo agora que eu esqueci o nome da livraria maravilhosa. Que eu não sei se ainda existe, mas que era um sonho de livraria. E eu lembro claramente disso, que tinha essa livraria pra salvar. E aí a gente
começa a fazer os trabalhos lá de filosofia, de cultura, filosofia e cultura, e de repente, me lembro claramente, está andando no shopping Manauara, uma livraria, uma dessas gigantes, com cafés bonitas e tal, e você vê os livros de filosofia na vitrine. É muito legal ver isso. Ver que a gente consegue fomentar essa coisa da filosofia e da cultura na cidade de uma forma muito interessante. Não estou dizendo que a gente faz isso só, mas eu vejo claramente
Claramente isso, de que quando a gente chega na cidade, faz aquele burburinho ali que vocês conhecem, que logo começam a surgir essas coisas, essas facilidades, né? Isso é muito legal. Boa noite para a turma de Palmas que está acompanhando a gente hoje, São Paulo capital. Uma alegria ter vocês aqui nessa noite. Vamos lá. O que mais que eu conto para vocês de novidade? Ah, também tem uma coisa bem bonita. O diretor da Nova Acrópole no Brasil, na área norte,
é o professor Luiz Carlos Marques Fonseca. E ele recebeu uma medalha de mérito líder comunitário de Brasília, também pelo impacto do programa Criança para o Bem aqui no DF. Então também a gente ficou bem feliz aí com essa homenagem que ele recebeu, porque realmente mostra, como eu disse, só prova o impacto do programa. Aí tem uma pessoa aqui fazendo um comentário no chat, os projetos vão além da cultura e da educação, despertam consciência, promovem virtudes,
se resgatam filosofia, é inspirador ver ideias milenares, fortalecendo a ética e o senso de comunidade. Eu também vejo Yara, Yara ou Lara, fiquei na dúvida, mas eu concordo com você. Eu acho que é muito bonito, e sobretudo esse senso de comunidade, isso de que a gente pode fazer alguma coisa pela nossa cidade. Eu acho que isso também é uma coisa que a gente tenta resgatar, de que a gente só não ficar
de a gente fazer algo pela nossa cidade, pelo lugar em que a gente nasceu, pela cidade que a gente ama, enfim. Ainda de reconhecimento, a unidade de Sinop, a Escola de Nova Acrópole em Sinop, no Mato Grosso, também recebeu um título de utilidade pública, muito bacana isso. Em relação àquele projeto que eu falei para vocês, lá do Mato Grosso, de Cuiabá,
dos detentos, lembram do projeto que eu falei lá no início da live? O Ministério Público do Mato Grosso, ele confere um prêmio chamado Dimas, que é um prêmio que ele cede a instituições parceiras de projetos de reinserção social. E a Nova Acrópole ganha esse prêmio pelo terceiro ano seguido. É o terceiro prêmio Dimas. Pelos resultados, que foram 680 participantes detentos, desde o início do
E como eu disse para vocês, 14% de incidência. Ou seja, as pessoas estão cometendo menos crimes porque estão sendo melhor cuidadas. E isso é muito importante. E cuidadas significa formadas, significa acessar as ideias, os valores, os princípios que eles deviam ter acessado antes de cometer os crimes. Como não foi possível, que seja nesse momento.
chamado SEBAS. Não sei se vocês conhecem, mas o SEBAS é um título que é concedido pelo governo federal para organizações sem fins lucrativos que prestam serviços que sejam gratuitos e continuados dentro dessas áreas de saúde, educação, assistência social. E a gente recebeu o título pelos trabalhos de assistência social. E também deixou a gente bem orgulhoso, porque é um título muito exigente, muito exigente mesmo,
E é isso. Tem uma pessoa fazendo um comentário aqui no chat, dizendo que conheceu a escola recentemente através dos vídeos da professora Lucelena. Desde então, só tenho a agradecer por tanto amor. Que bonito. Eu também conheci a escola pela professora Lucelena. Foi minha primeira professora, viu? Então, acho que eu tive o mesmo impacto que você. Na época, não tinha vídeo ainda de internet, mas eu digo para vocês que, pessoalmente, ainda é mais impactante do que no vídeo.
realmente é uma professora muito especial. Tem uma capacidade de transformar a filosofia numa coisa tão fácil. É muito bonito. Pronto. Essas foram algumas ações de reconhecimento que eu citei pelo motivo que eu falei para vocês, porque eu acho que elas comunicam algo importante. E aí, eu queria separar dez minutos agora para poder citar algumas outras ações. Eu acho que essas eram as coisas mais importantes, mas eu acho que tem algumas coisas
legais acontecendo, que se vocês sabem que estão acontecendo, vocês podem acompanhar mais de perto e participar. Então, falamos das parcerias, falamos das homenagens, dos títulos, e agora eu queria falar das ações. Coisas que estão acontecendo agora na Nova Acrópole, que aconteceram recente. Ok? Vamos lá. Primeiro, a gente tem uma parceria muito legal com a Biblioteca Nacional aqui em Brasília. Primeiro, gente, que assim, é aquele ambiente mágico, né?
desenhado pelo Niemeyer. Tem um negócio aí muito legal. Eu adoro ir ali. Adoro andar naqueles prédios. Enfim, é bem especial, né? Eu acho que o Brasiliense tem muito carinho por isso, inclusive. E a gente, nessa parceria, a gente tá fazendo leituras comentadas. E aí eu já canto a bola pra você aqui. Eu tenho certeza que tem uma nova acrópole na sua cidade fazendo uma leitura comentada. Gente, a gente faz leitura comentada pra todo lado. E essa experiência de ler junto, gente, é muito legal.
o banquete de Platão. Uma coisa é você ler o Don Quixote sozinho. Outra coisa é você ler junto. Gente, faz toda a diferença. Então, a gente tem feito esse projeto aqui, junto com a Biblioteca Nacional, tem sido bem legal. Só para vocês terem uma ideia, a última edição tinha mil inscritos. Estão entendendo isso? Consegue imaginar mil pessoas lendo o mesmo livro? O efeito disso.
O nível dessa discussão, o diálogo, o tira dúvida. Gente, isso é muito legal. É muito legal. Nesse ano passado, a gente leu junto. Filosofia da Arte. A gente leu Cavaleiro Preso na Armadura, Hábitos Atômicos e Bhagavad Gita. Juntos. Estão entendendo isso? Tinha mil pessoas. Mil pessoas juntas. Boa noite, Recife. Chegando aqui também na área. Vamos lá. Então, chamo a atenção de vocês.
Se ainda não tiveram essa oportunidade de fazer uma leitura conjunta, façam, façam. É totalmente diferente de ler um livro sozinho e vale muito a pena. Também chama a atenção para os eventos nacionais. São três eventos que a gente faz todos os anos, não só no Brasil, mas em todos os países em que a Nova Acrópole está presente. São mais de 50 países, que é o Dia da Arte, o Dia da Terra e o Dia da Filosofia.
passado, a gente teve mais de 5 mil pessoas só nessas regiões de Norte, Nordeste e Centro-Oeste. 5 mil pessoas só nas atividades da Nova Acrópole. Então, o que a gente faz nessa Semana da Arte? A gente entende, na Nova Acrópole, que a arte tem uma finalidade muito importante, que é a paz. A gente pratica arte, a gente faz arte visando a paz. Então, a ideia é que esse ser humano que vivencia a arte, seja
plateia, seja fazendo a arte, esse ser humano ele tem mais possibilidade de ter mais sentimentos. Ele pode ser mais desenvolvido mental e psicologicamente. Uma pessoa que leu Otelo de Shakespeare é uma pessoa que ela não leu isso, ela é outra. Digo como uma pessoa bem viciada do assunto. Alguns de vocês conhecem esse amor que eu tenho pelo Shakespeare.
por isso, é porque é um tipo de obra de arte que muda a gente como ser humano. Então, é importante que a gente entenda isso. E isso não funciona só para Shakespeare. Então, o ser humano que escuta Maria Bethânia é um ser humano que não conhece Maria Bethânia outro. Entende isso? Eu acho que isso é fundamental da gente entender. Tem espaço dentro da nossa psique que a arte ajuda a revelar. É incrível como a arte ajuda a dar nomes,
como a gente tem mais repertório emocional se a gente consome arte. E a gente entende que esse ser humano assim é mais possível de aprender a dialogar, a conviver, e por isso a gente entende que a arte é um caminho para a paz. Então, quando a gente faz uma atividade artística, ensina num projeto como esse, Crianças para o Bem, IPA, quando a gente está ensinando uma criança em situação de vulnerabilidade a fazer arte,
porque é bonito só não. Não é só porque é legal. É porque a gente entende que a gente constrói um mundo de paz assim. Isso é uma concepção filosófica. Então, isso pra gente é muito sério. Pra gente fazer arte é muito sério. Muito sério. Tem um professor muito querido aqui, né? Professor Luiz Carlos Marques da Fonseca, diretor da Nova Acrópole aqui no Brasil, como eu já falei pra vocês. E ele tem um ditado chinês que ele repete toda aula.
Professor, não estou dizendo que sua aula é repetitiva, eu adoro quando você fala, mas ele fala toda aula, que é aquele ditado que diz, olha, se você tem dois pães, vende um e compra um lírio. Essa ideia de que não adianta só nutrir o estômago, de que não adianta só comer e dormir, que isso não é o suficiente, mas a ideia de que a gente precisa desenvolver o homem nesses outros planos e tornar o ser humano mais sensível,
do outro, mais sensível à beleza mais sensível à paz, ao amor mais sensível ao rastro que ele deixa no cotidiano dele isso é fundamental, não dá pra falar de paz não dá pra falar de um futuro de paz sem isso então esse é um ponto muito importante então pensa nisso 5 mil pessoas num evento, isso é bem bacana, fala muito sobre o nível da mobilização que a gente consegue fazer em torno dessa arte
de alto nível, com essa finalidade de desenvolvimento humano. Não é uma arte como entretenimento. Nada contra, mas não é isso que a gente faz. A arte como entretenimento, ela tem um lugar na sociedade, não é importante, faz parte do quê? Mas não é isso que a gente faz. Nós entendemos, Nova Acrópole, quando a gente fala que a gente pratica arte, a gente pratica arte como cultura, não como entretenimento. Então, isso é muito importante também. Como eu disse, nada contra, mas não é possível fazer tudo, né?
O nosso é a cultura. E aí, gente, o importante é a gente pensar assim, cada escola da Nova Acrópole realiza um milhão de atividades de arte. Então, por exemplo, você está lá no bairro de Morro Branco, no Rio Grande do Norte, lá em Natal. Então, você vai ter lá o projeto Domingo com Arte. Você vai ter mais de 70 pessoas, apresentações musicais mensais, muito legal. Você está em Palmas,
Então você vai ter o Café com Arte, mais de 100 participantes de toda edição, em que vai comentar livros, obras artísticas, clássicos da literatura. Muito legal. E assim, em toda parte. Toda escola que você se virar, você vai ver uma coisa como essa. Estou dando aqui só exemplos. Então se estiver no bairro de Fátima, em Fortaleza, você vai ter também lá o projeto Clássicos do Mundo,
pouco sobre isso. Enfim, cada estado, cada cidade, na verdade, dá um jeitinho de fazer o seu. Também a gente destaca as peças teatrais Anima e Blavatsky, que estão aí rodando o país. Na verdade, essas peças são todas dirigidas, produzidas por um artista sensacional, que é o Luiz Antônio Rocha, um ser humano maravilhoso,
uma pessoa realmente criativa, um artista de alma, uma pessoa... Não é só que a arte é o ofício dele, que ele tem alma de artista e ele faz produções lindíssimas, é muito sensível. E eu chamo atenção especialmente para essas duas, ele tem produções lindas, mas essas que ele faz com textos da Nova Acrópole são maravilhosas. Ânima, que é uma peça que retrata a vida de várias grandes mulheres da história. Então, num momento como esse,
Num país como o nosso, que é violento com a mulher, num país como o nosso que desrespeita a mulher, num país como o nosso que mata a mulher, a gente vê todas as campanhas que estão acontecendo para tentar reverter esse quadro. Nós entendemos que uma peça como essa é fundamental. Então o nome da peça é Ânima, ele está aí correndo o Brasil com essa peça. Já são muitos espectadores, todo mundo que assiste fica encantado. E a peça Blavatsky, que se você não viu, se vira, dá um jeito de ver.
vai lá no Instagram da peça, Blavatsky, A Voz do Silêncio e Ânima, procurem o dia que a peça vai estar na sua cidade, a peça está sempre andando, a peça não para. Gente, nós já contabilizamos 37 mil espectadores, tem noção do que é isso? Ouvindo falar sobre grandes mulheres, porque é isso que é, tanto o Ânima quanto o Blavatsky reivindica a biografia, a história, o feito, a obra de grandes mulheres que mudaram a história.
E a nossa sociedade precisa disso para ser mais humana. Ela precisa enxergar mais a mulher com outros olhos. E a gente precisa refazer essa visão. E essas peças trabalham ativamente nessa construção. O que mais que eu conto para vocês? Gente, meu tempo está acabando. Eu tenho tanta coisa linda para dizer, mas que eu disse o que podia já. Tem um elemento também que eu gostaria de citar, que eu acho que é muito bacana,
Eu não sei se vocês já ouviram falar no PADAM. O PADAM é o Encontro Pan-Americano de Danças da Amazônia. Então, é um evento que é sediado em Belém do Pará e ele reúne competições de balé, de balé contemporâneo, de danças regionais. E é um evento que tem toda essa tônica de fazer um mega intercâmbio de cultura, de técnica, de tudo. É onde acontecem as competições,
lá no Padam, lá no encontro. E, claro, tudo isso destacando as artes amazônidas. E também esse projeto de Marituba, esse projeto social da Nova Acrópole, que é o IP Arte, lá de Belém, foi premiado no Padam com apresentações de balé. Aí o que eu chamo a atenção de vocês é o seguinte, imagina a cena, aquela criança de Marituba, está ali mais ou menos a uns 10, 12 quilômetros da capital, mais ou menos, como se fosse ali uma região metropolitana,
ali mais ou menos onde está, na Lindeu, é por ali. Você imagina essa criança ali numa situação de vulnerabilidade, que do nada entra num projeto social, e que agora essa criança faz balé. Balé. Balé clássico. Sabe? Tutu, aquele negócio lá, clientes, tá lá fazendo o balézinho dela. Imagina essa criança que vai sustentando uma disciplina dia após dia, mês após mês, ano após ano, e agora essa criança ganha um prêmio de balé. Me conta.
dessa criança, o que ela não pode fazer? Gente, ela pode tudo. E é isso que a gente quer. Mais do que a preocupação se o balé estava bonito ou não, se mereceu o prêmio ou não, o que a gente quer é gerar esse gosto na boca dessa criança, de que ela pode tudo, de que ela pode conquistar qualquer transformação, de que ela pode se desenvolver como ser humano, de que ela não é uma vítima. Embora seja, mas não é só isso. Ela é um ser humano. Então, ela pode mais. Ela pode
quebrando essas barreiras, desconstruindo essas realidades e construindo um futuro diferente. A gente quer ensinar essas crianças a pensarem nisso, e para mim isso mostra demais isso. E aproveitando que a gente está falando do IPA Arte lá em Marituba, uma coisa muito linda é que no ano passado eles inauguraram um centro esportivo, gente, que tinha de autoridade lá assistindo, porque realmente foi muito impactante. Olha, piscina, quadra coberta, cinta coberta,
espaço para, como se fosse alojamento para atleta, pista de corrida. Gente, é muito legal ver isso. É muito legal ver isso. Ver que essas crianças que estão ali em situação de risco, que agora elas vão poder contar com uma super estrutura em que elas vão poder fazer esporte de verdade, com qualidade, com alto nível, para que isso possa ser um fator no desenvolvimento delas. Isso é muito legal também.
uma coisa que a gente não pode esquecer, foi uma conquista muito grande aí do projeto IP Arte nesse ano que passou. E, gente, eu vou parando por aqui porque foi muita coisa bonita. Então, a gente fez uma parceria lá em Cuiabá com o Hospital do Câncer, a professora Celeno fez uma palestra maravilhosa lá falando da filosofia como uma ponte entre a sabedoria e a solidariedade. E foi muito bacana a verba destinada para o Hospital do Câncer, muito bacana.
todo o projeto de profissionalização que está acontecendo aqui no Crianças para o Bem, posso falar mais para vocês numa próxima oportunidade. Enfim, a professora Lúcia presente lá na COP30, ao lado do Fê Cortes, Paul Watson, falando sobre a ética da vida, saúde como ecossistema planetário, experiência linda, e tanta coisa ainda para a gente gerir dessa COP30, não sei como é que vocês estão, mas eu ainda não terminei de gerir tudo, tem todo um ar de desesperança pairando, o que a gente faz com esses sentimentos,
Enfim, a gente pode em algum momento falar sobre isso. Enfim, os cursos que a gente realiza na Nova Acrópole para os alunos de formação continuada, do curso de filosofia, seguem acontecendo, procurem, fiquem à vontade para procurar uma turma perto da sua cidade, na sua cidade, perto da sua casa, na verdade, porque geralmente numa cidade, numa capital, por exemplo, você tem inúmeras sedes da Nova Acrópole, com certeza vai ter uma perto de você.
Hoje também a gente está em várias cidades do interior, nessas regiões do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Isso tem sido bem ostensivo. E é isso. Não vou seguir, porque nós já estamos aqui há uma hora. E não tem como seguir avançando. Mas, gente, tenho coisas lindas para dizer. Mas não é possível continuar. Agradeço a participação de vocês. Tenho aqui pessoas do Espírito Santo também,
Que coisa linda. Muito obrigada. Boa noite. Muito obrigada. Tem algumas pessoas perguntando sobre em que cidade, se na cidade X ou Y, se tem Nova Acrópole. A minha sugestão é vocês entrarem no site oficial da Nova Acrópole. Gente, esse site é muito bom. Não sei se vocês já tiveram a oportunidade de entrar no site, no nosso site oficial, acrópole.org.br.
O que tem de artigos maravilhosos na parte de conteúdo é muito legal. Agora está sendo construída toda uma outra parte de conteúdo em vídeo que vai para lá também em breve. Enfim, e lá tem uma partezinha que é assim, ó, nossas sedes. Pode clicar lá que vai te mostrar onde é que tem Nova Acrópole no Brasil. Então, por exemplo, na Bahia, certeza que tem. Escolas lindas lá na Bahia, em Salvador, eu sei que tem, mas em Léus eu não sei dizer. Dá uma olhada lá no site.
que vocês tenham dúvida em relação à Nova Acrópole, digo a vocês, o site institucional foi feito com muito carinho, tem um mega rodapé embaixo com informação de todo tipo que vocês puderem imaginar, explorem o site, lá tem muita coisa legal. O que mais? Tem gente perguntando como é que faz pra receber esses materiais informativos, né? Porque a gente tem, tipo, newsletters, boletins com notícias, pra vocês ficarem a par das coisas que estão acontecendo, né? Enfim,
Uma forma é você lá no site mesmo, na parte de contatos, fazer a solicitação. Essa é uma maneira. Outra forma é procurar a gente nas redes sociais. Você pode mandar um direct solicitando. A gente também inclui o seu e-mail com o maior prazer, a maior alegria. Então, entra lá no Instagram, Nova Acrópole, Acrópole Brasil. Brasil Norte, que é no caso que a gente está se referindo aqui, Norte, Nordeste, Centro-Oeste.
vai falar com algum voluntário, pode solicitar, que você pode receber nos leiras todos os meses e em todas as nossas informações. Chegando também aqui o pessoal de Recife, bem-vindos. Gente, então é isso. A gente tá aqui já tá uma hora. Eu tinha muita coisa pra dizer ainda, mas vou encerrando por aqui. Agradeço demais a companhia de vocês. Deixo aqui esse convite em primeira mão pra gente tá junto
quartas-feiras, nesse horário de 19 horas, nós vamos revezar os professores, e a ideia é fazer um bate-papo mais light, mais leve, mais informal, aqui nesse cantinho tão especial pra nós, que é esse canal da Nova Acrópole aqui no YouTube, que é onde a gente guarda aqui tantos tesouros, e eu espero que esses momentos em que a gente esteja aqui interagindo também sejam sim significativos, importantes, especiais, válidos pra vocês, e é isso. Agradeço
muito a presença. E a gente se vê, então, na próxima quarta, às 19 horas. Aí, na próxima quarta, nós vamos falar de filosofia. Então, hoje fizemos uma live um pouco mais institucional, tirando dúvidas de perguntas que vocês vinham fazendo. E a ideia é meio que uma vez por mês a gente fazer um alô sobre isso. Mas, na semana que vem, a gente vai estar filosofando junto aqui. Então, respira fundo. Pós-carnaval, nossa colega aqui, que estava em Léus, não sei se é nosso colega,
Jorge, que está ali em Léus. Não sei como é que ele vai estar desse pós-carnaval. Mas a gente que está aqui em Brasília vai dar certo. Nós vamos estar aqui quarta-feira conversando. Vai dar tudo certo, tá? E é isso. Ótimo feriado aí pra vocês. Ótima semana. E a gente se vê na próxima. Muito obrigada e até mais.