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T03:E23 Cheios de Manias

12 de maio de 202619min
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Todo mundo tem manias. A questão é até onde elas incomodam e o que a gente faz quando incomodam de verdade? Nesse episódio, Bruna e Leandro trocam acusações (com amor), relembram 20 anos de hábitos, barulhos, luzes acesas, carteiras sumidas e vídeos no volume máximo na hora de dormir. Com muita leveza e sem papas na língua, eles mostram que mania não termina relacionamento, mas uma boa conversa transforma qualquer um. Um episódio pra você ouvir e marcar aquela pessoa que sabe exatamente de quem a gente tá falando.

📌 Siga no Instagram: @divanmabaIdealização e Hosts: Bruna Maba & Leandro DivanEstúdio, gravação e edição: Estúdio Petrópolis

Participantes neste episódio2
B

Bruna Maba

Host
L

Leandro Divan

Host
Assuntos3
  • Interpretação excessiva em relacionamentosAssovio · Abrir e fechar caneta · Perder objetos · Luzes acesas · Correção de fala · Organização e pontualidade · Roupa de cama separada · Ouvir vídeos com volume alto
  • Comunicação em RelacionamentosConversa como solução para manias · Tolerância e adaptação · Exposição de manias · Ajuda mútua nas manias
  • Transformação e crescimento pessoalEvolução de comportamentos · Melhora em manias · Impacto da vida nas mudanças
Transcrição51 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Todo mundo tem suas manias, aquelas pequenas coisas que a gente nem percebe, mas que aparecem e muito quando a gente divide a vida com alguém. No relacionamento, elas fazem parte do pacote, mas quando começam a incomodar mais do que divertir, talvez seja a hora de fazer o que realmente sustenta um casal, conversar. Eu sou Bruna Maba. E eu sou Leandro Divan. E esse é o... De Casal. O podcast que desmistifica o relacionamento a dois.

Fala, meu povo. Suave? Oiê. De boa, campeão? Tudo bem. Graças a Deus. Hoje é guerra ou é paz? Não. Só uma central de acusações no qual eu vou erguer a minha mão direita, suspender meu dedo indicador, colocar em direção a vossa face e lá proclamar o meu grito de independência.

Sabe qual é o problema? Você tem uma memória muito melhor que a minha. Isso faz com que eu não lembre das suas manias. Então vou trazer aqui uma coisinha pra te trazer... Memória? Uma memória. Ai, gente, essa mania é muito chata. Mas você diminuiu muito. Não, para, para. Pelo amor de Deus. Para, cara. Gente, Bruno, corta o microfone dele. Caraca, pelo amor de Deus. Cara, que depois você começa. Dá uma sensação de prazer tão grande. É algo tão satisfatório.

Essa mania é muito ruim. Não, e sabe o que é pior? O pior é que ele descobriu que existe um grupo de pessoas que só fazem isso o dia inteiro. Eles só podem mandar a Suvi no grupo. Cara, eu quero fazer parte desse grupo. Gente. Sério. Eles conversam a Suviando.

Essa mania dele. Não dá, não tem como. Mas ele já melhorou muito. Eu preciso falar bem também, né? Já melhorou muito, diminuiu muito. E foi o que a gente falou no texto. Eu não melhorei, você me tolhou. Ai, que horrível. Pesei o clima, não foi? Eu já ia te elogiar, cara. Mas assim, você cortou minhas asas. Não. Eu era um pássaro pronto a subir.

Saí pelo mundo. Você foi e cortou minhas asas. Não, mas isso é uma mania que não dá pra mim. Mas pra mim, é qualquer barulhinho. A soviu é muito pior. É isso que tu tá fazendo com a caneta aí, tu não percebe. Eu tô fazendo? Um monte. Tu tá abrindo e fechando a caneta aqui, ó. Ah, tá. E aqui não dá pra... Como é que é aquele ASMR? ASMR.

É, mas eu acho que esses barulhinhos são muito chatos. Então, tem pessoas que têm algumas manias imperceptíveis, né? Imperceptíveis pra ela. Pra outra pessoa se torna um grito. Mas pra ela não tá nem percebendo. Por exemplo, o assovio pra mim, ele não era um ponto, vamos dizer assim. Porque eu assoviava normalmente, fazendo nada, lavando louça. E eu não faço o ato de assobiar, assobiar.

É, tem isso, né? Não sei qual é o certo. É, a sua, a sua. Liliane, você que assiste todos os nossos episódios, comenta aqui embaixo, por favor, qual é o certo. Eu acho que é a sua bio. Tá, que seja. Eu não tenho essa mania quando eu tô conversando com você. Se você parar pra pensar, geralmente eu faço isso quando eu tô sozinho. Ou melhor, quando eu tô em silêncio num canto largado, abandonado pelo mundo. Mas quando você percebe que eu tô fazendo isso, você vai lá pra falar, pô, tá me atrapalhando. Porque eu tô lavando louça. Tô lavando louça, teve...

Aí você... Ai, eu não sou essa pessoa, gente. Não, me liga. No meio do meu subi. Aí eu olho assim, tá tocando o telefone. Opa. Não, não faça isso. Não faça isso. Quais outras manias? Aí você falou a sua, né? Não, eu tenho um monte de mania.

E eu tô ficando cada vez mais velho. Se eu parar pra pensar, eu tô ficando cada vez com mais manias, sabe? Mania de lado da cama, mania de arrumação, mania de onde tá minha carteira. Minha carteira tem que tá aqui. Se ela não tá aqui, na hora eu acho que eu perdi. Não existe a possibilidade. Só existem duas possibilidades. Minha carteira fica na gaveta X ou minha carteira sumiu.

Ah, não, mas eu deixei ela no carro. Não existe essa possibilidade. Ela sumiu. Ela foi pra um buraco negro e ela desapareceu. Ela, assim, hoje ela tá sendo usada em Narnia. Ela foi abduzida. Entendeu? Isso é uma mania que, por exemplo, essa mania de perder as coisas, sabe? Pô, eu tenho muita essa mania. Papel, então? Caraca.

Vocês estão olhando aí de casa e vocês estão falando caraca, que maneiro, Leandro, tem um roteiro e tal. Eu não tenho roteiro, vou até passar essa parte aqui. Eu não tenho roteiro. Eu tenho um papel que eu fico escrevendo. O que que tá escrito embaixo? Manias. E assim nem meu nome. Da Bruna, tem um monte de coisa escrita. O meu não, o meu é só um papel. Mas vê se não passa a maior impressão que eu sou maneiro.

Pra vocês verem que a gente não tem um super roteiro. Dá pra perceber bem, né? Que a gente não tem um roteiro. Se acompanhar direitinho. Se olhar no detalhe. Sabe que a gente fica aqui dez minutinhos na resenha com a... E sai daqui felizão. Felizão. Espero que vocês também saiam felizes. A única coisa que a gente tem é um tema. Um primeiro norte e depois... A gente tem dois microfones e um sonho. É isso que a gente tem. Essa é a nossa mania de fazer coisa louca. E agora não marca. Êêêê! Fazer coisa louca, entendeu? E as minhas manias?

Cara, suas manias, por exemplo, você tem mania da luz. É. Tudo que você faz tem que ter uma luzinha. É verdade. Então você, ah, não, pô, vamos deixar essa luz acesa. Pra quê? Então essa é uma mania que, por exemplo, me incomodava antigamente. Hoje ela não me incomoda tanto. Depois de 20 anos também, né? Ela não me incomoda tanto. Mas a Bruna tem essa mania que ela não consegue ficar 100% no escuro.

Acho que até o cinema deve incomodar um pouco, dor de cabeça, essas coisas. Porque a gente vai assistir um filme no sofá. Tem a nossa cama e tem um sofá no nosso quarto. A gente vai assistir o filme sentado no sofá. Ela vai lá do lado da cama, acende a luminária. Mas pra que esse televisão tá aqui? Não, não, só pra... Pra ter uma luz. Limpa, limpa, limpa, limpa, limpa, limpa. Pra não ficar só ali o foco. Senão realmente dá dor de cabeça.

É, essa é uma mania que você tem. Você tinha antigamente, era uma mania positiva. Não sei se, é, acho que era uma mania positiva. Mas tinha mania de corrigir as pessoas e a mim. Quando a gente falava alguma coisa errada. Então assim, não podia rolar um nós vai perto de tu que nós vamos. E falava baixinho assim, nós vamos.

O Leandro falou que a gente tá mais velho, né? E tá com mais mania. Eu concordo. Só que eu acho que eu tô com muito mais filtro também. Muito mais filtro. Sim. Muita coisa. Mas voltando às manias, mudei de assunto. Não, mas pode falar do filtro. Não, mas eu lembrei de uma mania sua. Você tem mania... Voltou o foco pra mim. Tudo gira, gira, gira. Você tem mania de se arrumar 10 minutos antes do horário de sair?

O nome disso é organização. Isso não é mania. É mania. Por que você não pode tomar banho e ficar pronto antes?

Mas eu... Peraí, a sua frase agora foi extremamente contraditória. Por quê? Você falou assim, você tem mania de se arrumar 10 minutos antes. De sair de casa. Eu fico organizado 10 minutos antes. Então, o meu ponto é, por que você não pode ficar pronto meia hora antes e ficar esperando a hora de sair? Pra quê ficar meia hora pronto? Que eu vou me sujar.

É igual criança. É óbvio. Eu vou comer alguma coisa que eu vou me cagar todo. Eu vou fazer alguma coisa. Vai me dar uma vontade no banheiro. Tá justificado. Eu vou escovar o dente, vai cair pasta. É óbvio que isso vai acontecer. Tá justificado. Cara, falando em cair pasta, esses dias eu fui me arrumar antes. Sem brincadeira, eu escovei os dentes a seis metros da pia, com o rosto lá na frente, parecendo uma avestruz. E escovando assim, ó. Eu terminei. Lavei a boca.

Passei a toalha assim, pendurei. Quando eu olhei, tinha uma pasta no meio. Eu não sei de onde aquela pasta caiu. Ela caiu no ralo da pia e saiu pelo ralo do chão e veio na minha blusa. A pasta de dente é igual o chinelo de mãe, né? Que vai atrás da criança. Cara, sem brincadeira. Ela tem vida própria. Sério mesmo, ela tem vida própria. Eu tive que trocar a blusa por causa disso. Mas eu acho que a gente tem muito mais manias. Mas a gente já tá tão acostumado com a mania do outro que a gente nem percebe tanto, assim.

Esse é um ponto, né? A gente falava em outro podcast, que foi até o podcast que a gente teve um convidado, que falava exatamente sobre isso. Que quanto mais a gente convive, mais a gente vai pegando os trejeitos, os hábitos e o formato da outra pessoa. Então tem muito de Bruna Maba e Leandro de Van e muito de Leandro de Van e Bruna Maba. E as manias também são parecidas. Hoje nós somos chatos muito parecidos. Em questão de organização, por exemplo.

Nossa, a gente é muito chato. Nós somos extremamente chatos, cara. Organização com horário. Nossa, a gente é muito chato. Sim, sim. Muito chato.

Você tinha hábito de... Você falou de eu me arrumar. Você tinha a mania de se atrasar. Você era muito atrasada. Aí você foi melhorando, melhorando, melhorando. Hoje tem vezes que você fica pronta para o mesmo que eu. Hoje tem vezes que eu falo... Cara, se já está pronta e tal, eu vou só jogar uma água. A diferença é que eu me arrumo muito rápido. Então todas as vezes que eu tinha que te esperar, era papo de meia hora. Isso é uma coisa também, né?

Eu me arrumo muito mais rápido agora. Sim, sim. Muito mais rápido. Pensando há 20 anos atrás.

Não, pensando 20 anos atrás, cara. A gente mudou 100%. Não, eu com certeza. 100% acho que é demais, mas a gente mudou muito. Sério? Eu posso dizer que eu mudei 100%. Eu posso dizer que eu dei uma volta inteira em todos os meus jeitos, em todos os meus comportamentos.

E eu mudei. Alguns foram extremamente positivos, acho que a maioria, 90% foi extremamente positivo, mas tem uns 10% que eu melhorei, que eu mudei pra pior, sabe? Me tornei mais chato, me tornei mais... Isso não tem a ver com você, tá? Tem a ver com a vida. Eu acho que, lógico, que em 20 anos de convivência, a gente vai se moldando e o outro vai fazendo parte dessa mudança. Mas é natural que a pessoa mude.

Quantos amigos a gente encontra. E que bom que a gente muda. Sim, sim, sabe? E eu fico pensando muito nisso, nessa questão de... Quando a gente fala de mania, eu tenho mania, por exemplo... Na verdade, nós dois, né? Que é de roupa de cama. A gente não dorme com a mesma roupa de cama. A gente tem mania de dormir com roupa de cama separada. Até quando a gente vai em outros lugares. Hotel, casa de amigos e tudo mais.

Porque você sente muito frio, eu sinto muito calor. Isso não é uma mania, é uma necessidade. Podemos dizer que sim. Podemos dizer que sim.

Mas acho que o nosso ponto é esse, assim. Até onde que uma mania incomoda o outro a ponto da pessoa não suportar aquilo, sabe? Igual o negócio do subio, subio, não sei, que você começou falando. Isso me incomodava muito, assim. E tá tudo bem pra você não fazer mais ou fazer menos a partir do momento que me incomoda.

A partir do momento que me incomoda é real, assim. Eu faço no banho. Pode fazer no banho. Mas é muito difícil subir com água caindo no rosto. É. Parece que eu estou soprando um copo de Nescau. Essa é a minha vida agora. Mas é isso. Mas eu acho que, assim... Desculpa te cortar. Até porque parecia que você estava concluindo. Não, eu estava concluindo só esse raciocínio mesmo. Tá. Eu acho que é impossível...

um relacionamento terminar por causa de manias. Ah, não sei. Cara, acúmulo de muitas manias, tudo bem. Eu entendo. Mas estou falando, por exemplo, essa da Suílio. Não tem como você só terminar comigo por causa disso. Você conversou comigo, você, sabe? Demorou-se algum tempo até eu me adaptar. Uma vez ou outra eu escorregava e saiu da minha boca. Mas...

As pessoas vão conversando, cara. E quando elas gostam, você poderia se tornar mais tolerante. Não houve essa necessidade, mas você poderia se tornar mais tolerante. Porque não é algo que te fere moralmente. Não é algo que te fere emocionalmente. Então são manias que, caraca, cara. O meu balançar a perna.

O meu balançar a perna, por exemplo, é algo que te incomoda muito. É uma mania que eu tenho. Ah, o pessoal fala que é ansiedade. Não sei, eu nunca estudei pra ver se é isso. Mas pra mim é uma mania. Você deita no meu colo, de repente tua cabeça começa a fazer assim. Porque eu tô balançando a perna. O que você faz? Você sai dali.

Você não levanta uma bandeira e uma guerra que... Ah, se eu não posso deitar na sua perna, nunca mais viveremos em união. Entende? Então eu acho que assim, a mania não pode ser o ponto decisivo pra você estar ou separar de alguém, cara. Sim, faz sentido. Aquilo ali pode ser muito bem conversado. E se você permite que algo tão grande como é o nosso relacionamento...

Se esvazie. Por causa de um balançar de perna, por causa de um assovio, por causa de uma pessoa que fica corrigindo. A correção, eu acho que, assim, era algo que poderia ser humilhante, vamos chamar assim. Tô pesando, tá? Poderia ser humilhante que na frente dos outros você me corrigia. E eu não pedi pra você parar de me corrigir. Pedi pra você mudar a forma de me corrigir. Até hoje você me corrige porque eu falo algumas coisas erradas. Eu também, isso é normal.

Mas você mudou a forma de me corrigir. Você nunca me expôs. Você nunca falou... Ah, falou errado em meu cabeção. Não sei o que e tal. Não. Mas você fala... Aí agora eu também melhorei muito a minha fala. Você me corrigiu de outra forma. Às vezes tu manda um WhatsApp. Mandou mal em minha cabeça. Não falo isso. Caraca. Sign out. Meu Deus.

Mas é exatamente isso. Acho que a correção... Eu fico muito triste quando eu vejo casais que usam manias ou até mesmo vacilos do outro pra poder expor. Pra jogar numa rodinha, sabe? Pra zoar. Eu acho que poucas vezes eu conheci casais que se sacaneiam e se implicam tanto quanto eu e você. Assim de brincar. Mas a gente sabe muito o limite. Não vou tocar nesse ponto porque eu sei que é um ponto sensível.

E aquilo que a gente fala de se conhecer pelo olhar, né? Às vezes tu tá exagerando muito, eu só te olho, tu já entende, já, tipo, ah, pesei. É que se eu estiver conversando com vocês e de repente eu parar do nada, olha pra ela. Ela vai estar assim pra mim, ó. Não, é uma sobrancelha só.

É, faz a sobrancelha pra câmera, Val. Se você olhar pra lá e não tiver assim, saiba que eu tô no canto. Encolhido, triste. Nesse exato momento eu tô no canto. Pensando que eu sou um cachorro que fiz fora do jornal. Ai, cara.

Mas aqui, voltando nesse negócio da gente se acostumar com as manias dos outros, eu acho que tem uma coisa legal que às vezes a gente se conhece tanto que a gente ajuda o outro na mania dele. Vou dar um exemplo que eu lembrei aqui que talvez nem tenha nada a ver. Você sabe que eu vou dormir com uma garrafa d'água do lado.

Aí, às vezes, eu fui dormir e não coloquei. Quando você vai dormir, você pega a minha garrafa, enche d'água e coloca lá do meu lado. Então, assim, a gente se ajuda nas nossas manias. Tá que água é uma coisa boa, então não é propriamente dita uma mania. Eu só lembrei desse exemplo.

Mas tipo, o negócio da carteira. Ah, na carteira tem que estar sempre no lugar certinho. Se eu vejo que a carteira está em outro lugar, eu tenho certeza que ele vai achar que perdeu. Então eu pego a carteira, boto lá na gaveta certinho. E eu acho isso muito legal, sabe? Sim, sim. Do relacionamento, assim. É o cuidado com o outro, né? Sim. E quando está com raiva também, tu pode pegar a minha carteira e botar no teu lugar, assim.

É. Do lado. Na cabeceira da minha cama, assim, que sabe o que eu não vou achar. Vou ficar seis dias procurando a carteira, vou cancelar todos os meus cartões.

pedindo outro VR para a imprensa

Só porque eu perdi. Mas realmente, a mania às vezes é uma coisa que atrapalha. Às vezes a gente tem mania que a gente não consegue controlar e pode atrapalhar a gente num relacionamento com outras pessoas. E aquela companheira tem... No caso, não é obrigação, mas tem a missão de te ajudar. Porque, por exemplo, barulho. Ah, não, porque eu sou um cara que fica o tempo todo...

Cara, isso vai incomodar a minha parceira, vai te incomodar no caso, e vai me incomodar, vai incomodar outras pessoas no meio social. Na sua relação social. Na minha relação social. Então, tipo assim, cara, vamos levar o Leandro Batuquinho? Não, Leandro Batuquinho, não tem como levar o Batuque. O Batuque...

Sério, vai ser um lugar de silêncio. Ele está levando para a biblioteca. A gente vai levar para o cinema. Não tem como levar o batuque. O batuque vai ficar... Então ele vai ficar em casa. Então, assim, às vezes, a missão do companheiro é isso. Falar, cara, olha, você não está percebendo essa sua mania. E isso está te atrapalhando no teu trabalho. Isso está te atrapalhando. A questão da correção, que eu falo muito, me atrapalhava no meu trabalho.

Então assim, eu tinha algumas reuniões que falavam, olha, se você falar errado, se você falar nós vai numa reunião, vai ficar feio. Então se corrija. Então esses são pontos que manias que a gente tem, que o outro tá ali pra ajudar nesse formato de crescimento. Pra gente fechar, uma mania sua.

Pra fechar lá já em alta De ouvir vídeo No celular com volume Muito alto Isso é coisa de homem né Não cara, é pessoa que não escuta bem Não, normalmente isso é coisa de homem Normalmente é coisa de homem Comenta pra gente por gentileza Ah eu sou homem, eu escuto vídeo alto Eu escuto de fone, mas as vezes o fone Caba a bateria, então eu continuo escutando

E assim, eu não sei se a mania é só minha. Eu abro os comentários, eu gosto muito de ler comentários. Mas eu não abaixo o som do vídeo. Então ela fica ouvindo aquela música em looping, sabe? Hoje no carro aconteceu isso. Muito irritante. Aí ela vai e silencia. E o que você faz quando eu vou dormir?

Não sei. Ah, que eu desligo o TikTok. Ele vai dormir com o celular aqui assim. Mãozinha aqui assim, celular aqui assim. E aí eu tô do lado e o negócio tá lá. 500 milhões de vezes o mesmo vídeo. Aí eu vou do ladinho assim, ó. Faço assim pra mutar e acabou. E dorme feliz. É, e aí ele fica lá com o celular. No dia seguinte eu falo, caraca, tá aqui ainda. Meu Deus.

E eu fico lá, tentando desligar o negócio. E é sobre isso. Comenta com a gente aí quais manias. E faz o seguinte, não comenta as suas, não. Aponta o dedo pra alguém, marca o arroba de alguém, fala, ei, fulano, essa tua mania me incomoda. Entendeu? Marca a pessoa, expõe alguém. Aqui nos comentários, assim, sabe? Aqui no comentário do YouTube, do Instagram e tal, no comentário de todo mundo. Mas sabe o que eu percebi esses dias? Que você não tá mais mutando os vídeos.

Você tá apertando no botão e sobe a tela. Então fica... Sabe quando aparecem várias telas assim? Ah, aham. Tá direto acontecendo isso. Aí eu sei que foi você que mexeu.

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