A mãe bíblica - Gênesis 2.18 - Sueli Vieira - IEL Cajuru - 10/05/26
Pregação ministrada no culto dominical da Igreja Evangélica Livre do Cajuru, no dia 10/05/26, com o tema: A mãe bíblica - Genesis 2.18.
Instagram: https://www.instagram.com/ielcajuru/
Facebook: https://www.facebook.com/ielcajuru/
Demais links: https://linktr.ee/ielcajuru
Lucas Nunes
Sueli Vieira
- O Papel da Mulher como MãeFormação de fé e discipulado dos filhos · Influência da mãe desde o ventre · Exemplos bíblicos de mães discipuladoras (Lóide, Eunice, Joquebede) · Exemplos históricos de mães (Suzana Wesley) · Filhos como flechas lançadas pelo Senhor · Necessidade de treinamento e tempo com o Senhor para ser boa arqueira
- Paixão e amor no casamentoSubmissão da mulher ao homem · Amor sacrificial de Cristo pela igreja · Papel do marido como cabeça e cuidador · Respeito da esposa ao marido · Comparação do casamento com Cristo e a igreja
- A Mulher como Gestora do LarResponsabilidade na educação dos filhos · Harmonia no lar
Ficar alerta aqui para o meu tempo. Então, Efésios 5, 21, 33, nós vamos falar sobre a submissão, sobre essa sujeição da mulher ao homem. Vou começar no 22. As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor. Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja. Sendo este mesmo o Salvador do corpo. Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido.
Maridos, amai a vossa mulher como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisas semelhantes, porém santa e sem defeito. Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama?
Quem ama a esposa assim mesmo se ama, porque ninguém jamais odiou a própria carne, antes a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja, porque somos membros do seu corpo. Eis porque deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá a sua mulher e se tornarão os dois uma só carne. Grande é esse mistério, mas eu me refiro a Cristo e a igreja.
Não obstante, vós, cada um de vocês também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao seu marido. É um texto fenomenal.
Só que Paulo, quando escreve essa carta aos Efésios, ele parte do ponto de que ele está falando para a crente. É uma igreja cristã, uma igreja que está em desenvolvimento. Então, ele parte do ponto. São pessoas crentes, estou escrevendo para a crente. Porque as coisas de Deus se discernem espiritualmente. Então, só vai entender perfeitamente essa ordem aqui.
Quem é crente? Para quem não é crente, é muito difícil entender essa submissão, essa sujeição ao homem que nós devemos ter como esposas. Mas aqui, então, o mistério aqui, o mistério aqui que a gente pode pensar, que Paulo declara que é esse amor de Cristo pela igreja.
Como é que a gente pode imaginar esse amor de Cristo para a igreja? Então, ele descreve aqui, esse amor de Cristo para a igreja, que é um amor incondicional, sacrificial, um amor que tem a responsabilidade de apresentar a igreja para Deus, sem mácula, sem defeito, uma igreja linda, uma noiva embelezada, tudo que você possa imaginar.
E esse senhor que Paulo fala que é Cristo, que é o cabeça dessa igreja, desse corpo, ele cuida, ele zela.
Todos os dias, Ele nos persegue, Ele quer nos fazer sempre viver de uma maneira muito saudável e a percorrer o caminho de procurar a perfeição, até apresentar essa igreja perfeita a Deus. Esse é o caminho que Cristo percorre, que Cristo quer o propósito de alcançar com a igreja.
E esse deve ser o propósito do marido, de cuidar dessa esposa. Olha como esse papel é muito responsável do homem. A ponto de dar a vida por ela, como Cristo fez para a igreja. Quem de nós não gostaria de servir um homem que cuida de nós dessa maneira?
não é mesmo? É muita responsabilidade, é um papel muito grande, não quero dizer pesado, mas é um papel muito difícil, é um desafio muito grande para esse homem, para esse marido, crente, que entende também esse papel aqui. Então, o texto nos mostra que o texto todo vai nos descrever em vários versículos mais a função do homem do que da mulher.
é muito maior o que o homem deve fazer para cuidar da sua esposa. É tudo que você imaginar de cuidado, de zelo, que ele tem que apresentar diante da sociedade sempre essa mulher.
não com marcas de violência, vamos para uma metáfora, não com marcas de violência, uma mulher não magra porque está passando fome, porque está se cuidando, não magra porque está passando fome. Eu comecei a pensar em alguns termos também, uma mulher, um homem nunca deve representar para a igreja, para a sociedade, e para o senhor, uma mulher...
Uma mulher descuidada, uma mulher descabelada, desmantelada. Nem que você possa falar de desde, não é? Pense aí, então. Então, uma mulher, vamos dizer assim, saudável, uma mulher bela, uma mulher bonita. Mas isso não só a estética, mas o interior, não só aqui o exterior, mas o interior dessa mulher também.
Esse é o papel do homem fazer, claro que a mulher vai fazer por si mesma, mas é o papel do homem cuidar, é o papel do homem, é o maior papel nesse relacionamento, no casamento, é o do homem. A responsabilidade maior é do homem nesse casamento.
Então, quem de nós não ia com prazer submeter esse Senhor, como ele dá exemplo, como a igreja se submete, como a igreja se sujeita a Cristo, nós como igreja, como corpo de Cristo, com prazer, com alegria, porque nós somos cuidados.
porque há esse zelo enorme por nós, houve um sacrifício de morte por nós. Então, quando a gente pensa nesse aspecto e leva isso para o nosso casamento, e pensar assim, essa é a função do meu marido, é claro que eu vou com muito prazer me submeter ao que ele gosta, ao que ele quer, a servi-lo com muito amor, com muito carinho, com muito cuidado, a cuidar desse homem também. Isso é vice-versa, é um cuidado mútuo. Mas lembrando sempre,
Se você ler o texto bem lido, você vai ver nos versículos... Eu vou mostrar aqui uns versículos... Deixa eu tentar achar onde foi que eu anotei os versículos que falam sobre...
O versículo 25, 26, 27, 28, 29 desse texto, tudo fala, todos eles falam da função maior que é do homem. Sobrou para nós, bem no finalzinho do versículo 33, a palavra, a frasezinha, e a esposa respeite ao marido. Ele vai amar, ele vai nos amar.
Esse amor envolve tudo isso que eu falei para vocês. E nós vamos respeitar o marido. Não quer dizer que a gente não vai amar também, né? Que respeitar e também cuidar, exelar também e amar, né? Mas o papel mais difícil que é esse amor que vai levar até a morte é do marido. E nós vamos respeitar. Sobrou para nós bem essa frasezinha no versículo 33, respeitar o marido.
Então, eu penso que o amor, o casamento, na verdade, é algo impressionante que Deus, que Paulo, nesse texto, compara esse relacionamento com Cristo e a igreja. Pensem, irmãos, que não há um relacionamento mais apropriado para ser comparado.
de Cristo pela igreja. Foi o casamento que ele comparou. Não é um relacionamento de pai, de filhos aqui, de sogro com genro, com nora. Não é nenhum de amizade, não é nenhum desses relacionamentos que são belos também. Mas foi unicamente comparado com o casamento. Como isso é muito especial. Porque no casamento parece que uma mágica acontece. Quando você casa, quando você encontra a pessoa...
é ideal e adequada para você viver. A gente passa a maior parte da nossa vida, todos nós que somos casados aqui, passamos a maior parte da nossa vida com o nosso cônjuge. Eu saí de casa, por exemplo, com 18 anos, casei com 23, vou fazer 30 anos de casada. Então, a minha vida, a maior parte da minha vida é com o meu cônjuge, é com o meu marido. Então, o relacionamento que acontece, sim, 12 chanjas se encontram...
se amam, concordam no casamento, saem de casa, saem mesmo, deixem pai e mãe, como o texto fala. Isso é geograficamente, deixar pai e mãe. Não precisa ir para muito longe, pode ir para outra casa, pelo menos. Emocionalmente, também você deixa, porque aquela pessoa acaba sendo agora para você a pessoa a mais especial, a principal.
Não tem papai e mamãe mais não, nem irmãos. Agora é ele, agora é ela, e os dois seguem a vida. Então, é extraordinário essa comparação, e o casamento é extraordinário, se realmente for vivido o modelo ideal, como Cristo planejou para nós. Amém? Também eu quero falar de um papel, de outra face da mulher que Deus criou com sabedoria, com muita graça, que é essa face de nós sermos mãe, além de esposa.
Deus também nos fez mãe. A maioria daqui eu acho que é mãe. Quem está? A Rebeca não é mãe? A Estéia não é mãe? Só, o resto tudo é mãe. Então, muito bom. Então, Ele nos deu essa missão, essa função, de esposa é para sempre, até que a morte nos separe. De mãe também é para sempre. Só que o nosso papel, de certa maneira, ele vai se...
nunca vai deixar de existir, lógico, mas ele vai deixar de ser tão importante. Agora eu só entro na vida da Rebeca com o Lucas se eles me chamam para dar conselho. Fora disso, eles dois têm que se virarem. Então, aconteceu a chamada. Então, aquele papel que eu tinha maior na vida das minhas filhas, isso o casamento acaba. Eu continuo sendo mãe, lógico, mas eu falo para eles que agora eles são meus parentes.
Não são família. Família agora só eu não nasço, não é, amor? Eles são parentes agora, são familiares. Então, é isso. Isso tem que acontecer. Eu sei que é uma coisa que parece que vem para cortar, de certa maneira precisa ser cortado mesmo, o cordão umbilical e tudo mais, quando eles se casam.
Mas, assim, então, essa fase de mãe, esse período, é por um período mesmo, é por uma fase que nós temos essa responsabilidade maior com nossos filhos. Depois as coisas que vão ficando, eu acho não, devem ficar, quando eles casam, um outro relacionamento, uma outra vivência. Então, esse papel é...
Também é um papel magnífico na vida da mulher que Deus deu, é algo divino que Deus deu. Só que junto com esse papel, que é muito lindo, que é sublime, vem também uma outra responsabilidade, que é ser uma mãe formadora de fé que discipula. Nós precisamos ser formadoras de fé, de mulheres que discipulam os filhos. Nós podemos ver um texto lá em 2 Timóteo 1, 5, que diz assim.
Segundo Timóteo 1,5, vai nos dizer assim, pela recordação que guardo da tua fé sem fingimento, a mesma que primeiramente habitou em tua avó Loide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também em ti. Isso foi Paulo, outra vez, escrevendo para Timóteo.
Dizem, eu não procurei saber muito bem quem foi que escreveu essa frase, mas eu achei muito bonita, que diz o seguinte, dizem que o coração da mãe, ou o colo da mãe, é o primeiro púlpito que a criança ouve. Isso é verdade. Logo são as batidas do nosso coração que a criança ouve aqui no ventre, quando está aqui dentro de nós. E depois o colo, tudo em volta, a criança também está ouvindo.
E não pensem que é história, assim, de... Só história com E, que é história, mas lá no ventre, seu filho já está absorvendo, captando tudo que está por fora. Questões emocionais já começam a ser formadas lá no ventre.
Isso é tão certo, que sempre eu quero um texto bíblico para confirmar isso. Vocês lembram quando, quem já leu esse texto, quando Maria encontrou com Isabel, quando Isabel veio ao encontro de Maria, quando elas se encontraram, e Isabel estava grávida, e Maria estava grávida, o que aconteceu quando elas se encontraram?
o bebê se agitou quando viu Maria, João se agitou quando viu Maria, ou foi o contrário? João se agitou quando viu Maria, porque ele estava captando, absorvendo ali a presença do Messias.
Então, foi uma situação inusitada, esse acontecimento. Então, eu sempre lembro desse texto, quando eu aprendi essa questão de as crianças estão ali no ventre, já estão absorvendo tudo que está ocorrendo fora do ventre. Então, a gente tem esse texto maravilhoso também, que Paulo escreveu para Timóteo.
que ele recorda da fé que Timóteo tinha, mas essa fé tinha nascido antes em Lóide e Eunice, que discipularam Timóteo. Um dos papéis fundamentais de uma mãe cristã é discipular seu filho. Há nesse ato um poder que é comparado a uma dinamite. Nossos filhos discipulados irão explodir o mundo.
E isso pode acontecer. Nossos filhos vão fazer muita diferença quando eles são discipulados, vão fazer muita diferença no mundo onde eles vivem. A Evelyn, que foi missionária em Muaní, não sei se vocês sabem quem é a Evelyn, e o Marcelo, quem conhece, nos povos de Muaní, era entre os muçulmanos. Então, eu nunca esqueço, uma vez que a Evelyn veio na igreja e nos contou um pouco sobre a questão de muçulmanos e tudo, então, ela falou assim...
eles são tão rigorosos com a religião que o pensamento deles é o seguinte, quando nasce um muani, nasce um muçulmano. Não tem meio termo para eles, não tem possibilidade, outra possibilidade. Nasceu um muani, nasce um muçulmano, porque a religião faz isso com as pessoas.
elas são tão ensinadas, está tão impregnado isso na mentalidade deles, que eles não veem outra possibilidade para os filhos. E nós deveríamos ser assim também. Quando nasce um filho nosso, teria que nascer um cristão. E aí você pode perguntar assim, mas quem garante isso? Quem garante isso, Sueli?
Se eu discipular, se eu ensinar, se eu mostrar o caminho, eles vão ser cristãos. Eu não garanto nada, irmãos. Mas vamos fazer o que a palavra diz. Vamos obedecer.
Não é uma ordem ensinar? Doutora, não vem falar para nós. Deitado, andando pelo caminho, escreva nos umbrais da casa. E faça isso, literalmente, eu fiz muitos anos isso. Escrevei a versículo para tudo, quando eu canto em casa, na cama, na pia, fazia a lista de oração para as meninas, ensinei como orar, orar sozinhas. Façam isso. Eu não garanto nada para vocês.
Só o Senhor, sabe? E aí eu lembro de um texto muito lindo que eu li esses dias agora, que é Jó 41, 11, que diz assim, tudo que há debaixo dos céus me pertence. Então vamos confiar nisso. Se tudo que há debaixo dos céus me pertence, pertence ao Senhor, por que nossos filhos não podem pertencer ao Senhor?
Então, vamos fazer o nosso papel de mães, de se pular e ensinar como fez Lloyd e Eunice com Timóteo. Viram só as gerações aí? Lloyd ensinou a Eunice, e agora Eunice também está fazendo papel com o filho Timóteo. Isso é maravilhoso. Se a gente for lembrar, quem foi Timóteo? Outra pessoa que a gente pode lembrar aqui também na história é Joque Bede.
Lembra só de Joquebed? Naquela época lá, que o farol quis mandar matar os meninos, de certa idade, e entre eles estava, claro, Moisés. Então, Joquebed, com muito amor, com muito carinho, levou Moisés lá no Rio Nilo.
e mandou a filha dela, Miriam, ver até onde ia parar o cestinho na água. E uma filha de faraó, todo mundo sabe a história, eu acho, uma filha de faraó pegou essa criança. E aí a menina, muito esperta, lógico, também a mãe, ela indicou a mãe para ser babá, para ser ama desse menino. Então, a filha de faraó concordou. Pensou, uma mãe paga para tirar o filho?
Então, essa criança, Moisés, foi entregue para a filha de Faraó por volta de sete anos de idade. Mas, queridos, tudo o que foi inculcado na vida de Moisés fez muito mais efeito do que aqueles longos anos que ele ficou no Egito, a ponto de Moisés não querer depois ser reconhecido como filho da filha de Faraó.
Ele não quis, porque de um ou de zero, um ano, até sete mais ou menos, Moisés foi ensinado, foi discipulado por Joquebed. E isso ficou no coração dele, esse ensinamento, para toda a vida. Quem foi Moisés? Moisés foi instruído para guiar o povo de Jael por 40 anos. Quem foi Timóteo? Timóteo foi um líder na igreja primitiva do Senhor.
Imagina homens que fizeram muita diferença na história cristã. E por isso nós estamos aqui hoje, por esses homens. Aí eu quero lembrar, se o Lucas for colocar lá para mim, não sei como é que eu vou colocar lá, resumidamente aqui para a gente ver um pouquinho, rapidinho assim para a gente ler aqui, eu posso ler? A história de... Não, não, esse não, da Suzana Wesley. É uma mulher que criou...
Aqui, Suzano Wesley, é mãe do metodismo, quem sabe procura depois a história dela, que você vai saber com mais detalhes. Então, ela teve 19 filhos, 10 sobreviveram. Criou uma estrutura educacional e espiritual rigorosa para seus filhos, incluindo João e Charles Wesley. Sua educação baseava-se em disciplina, oração e instrução bíblica diária. Pode passar, tem dois textinhos menores para mim, por favor.
Olha só a rotina dessa mulher com 10 filhos queridos. Isso apelheceu horário restrito para dormir. Restrito para dormir. 20 horas os filhos iam dormir na noite, né? Acordar e estudar. Dedicava uma hora por semana para aconselhamento espiritual e individual com cada um dos seus filhos. Ela fazia isso com os 10 filhos. Uma hora cada dia.
filhos, acho que por semana, mais ou menos isso, assim. Então, ela era, assim, categórica, ela teria que fazer diferença no mundo. E fez, depois vocês podem ler um pouquinho a história mais dela e dos filhos, né? Estabeleceu, ah, pode passar outro, aqui. Ensinava os filhos a ler e escrever com o foco especial da Bíblia. Desenvolveu exposições escritas do pé dos apóstolos para o ensino.
Eles aprendiam a ler na Bíblia. Além dela educar a educação tradicional em casa, ela fazia esse discipulado. Face a face com os filhos. Dez filhos, dez crianças. E ela fazia isso rigorosamente todos os dias. E não pense que ela tinha muita empregada, não, que ela não podia ter, não, que ela era bem pobre, ela não tivesse uma pessoa para ajudar, talvez, né? Mas ela é cuidar de toda a casa.
de todos esses filhos. O marido foi muito omisso, vocês podem depois ler a história também dele, é um pouco triste também a história, mas ela foi uma mulher que estava ali. Essa não foi só auxiliadora, não foi só ajudadora, ela foi uma mulher realmente muito presente, porque o marido era ausente, muito tempo ausente. Então, são exemplos de mulheres, eu trouxe o que eu quis trazer para Lloyd, Eunice, Jock Bed e Suzano Wesley também.
Tem outra frase também que eu pensei e gostaria de falar para vocês, que é aquela frase que todo mundo deve conhecer. A mão que embala o berço é a mesma mão que governa o mundo.
Joke Bed, Lloyd, Eunice, embalaram a Suzana Wesley, embalaram esses berços, ou seja, elas estavam ali presentes, educando, e elas fizeram, com a vida dos filhos, diferença no mundo, na sociedade. Outro papel que é um papel também que a mulher pode ter como mãe...
No Salmo 127, versículo 4, diz que, como frechas nas mãos do arqueiro, são os filhos, os filhos nascidos na mocidade. Então, é uma mãe como aquela arqueira.
que está com a aljava cheia de flechas. Então, se imagine agora, esse esporte aí, você é uma arqueira com os filhos cheios de flechas. No contexto daquela época, os filhos não são vistos como... Os filhos são vistos como armas.
Ferramentas úteis que garantem a segurança e a continuidade da família, representando força e proteção, não apenas fragilidade. Essa questão de fragilidade aqui também, é que na mocidade, isso é uma coisa lógica até hoje.
Os filhos da nossa mocidade, eles vão ser crianças mais fortes, fisicamente, emocionalmente, tem uma série de questões aí que influenciam a saúde em vários aspectos da criança, se você tem filhos mais velhos. Você não vai ter nem muito vigor mais para brincar com seus filhos, quando eles são mais velhos.
Então, quanto mais cedo ter filho, mais fortes serão esses filhos. E mais forte você vai estar para acompanhar o crescimento, o amadurecimento e acompanhar melhor essas fases do seu filho, com certeza. Então, imagine você, você já deve ter ouvido essa aplicação, imagine você, uma arqueira, seus filhos são as flechas. E essas flechas...
vão pensar que essas flechas também não são nossas, elas são do Senhor. Nossos filhos não são nossos. Eles são, por um tempo, nossos. Não são nossos para sempre. Mas, por enquanto, você é arqueira, e essas flechas são nas suas mãos, elas são suas flechas. Agora, então, imagina essa cena de você, essa esportista lançando essas flechas para bem longe.
Elas vão voar muito mais longe que você. Essas frestas não são feitas para serem guardadas ou para a gente colecionar, não. Elas têm um propósito, que é alcançar um alvo. Então, nós vamos lançá-las no mundo. É assim que é para ser conosco as mães, os pais também, lançar essas frestas para bem longe, porque tem o propósito de alcançar um alvo.
Quão longe nossos filhos podem ir se formos boas arqueiras? Mas para sermos boas arqueiras, nós precisamos de treinamento. E treinamento requer muito tempo.
Não é qualquer pessoa que vai lançar as flechas, pode até lançar, mas as flechas talvez não podem ir muito longe, não. Dependendo do treinamento que você recebeu, elas vão bem pertinho, vão ser tão fraquinhas, vão quebrar pelo caminho. Então, precisa de treinamento para lançar as flechas. E esse treinamento requer tempo. E tempo aqui que eu quero aplicar para nós, é tempo com o Senhor.
tempo de oração, tempo de meditação da palavra de Deus. E isso requer esforço, requer decisão. Não é fácil dar trabalho estar com o Senhor. É uma decisão mesmo. Eu sempre digo que é uma decisão, um hábito que a gente pode adquirir de estar com o Senhor. É uma decisão, não é fácil.
porque não é uma decisão que eu posso tomar humanamente com minhas decisões, como, por exemplo, eu vou adquirir o águia de tomar muita água por dia, que é excelente para a saúde. Eu vou tomar três litros de água por dia. Isso com meus esforços, com meus conhecimentos, em ouvir médicos e tudo mais, falando, repetindo sobre isso. Eu vou me esforçar e vou acabar conseguindo fazer. Atividade física também.
Para um isso é mais fácil, para outro é mais difícil, mas a gente vai também recebendo consciência e conhecimento, a gente acaba também adquirindo esse hábito. Tem gente que chega até a gostar, depois. Ai, não posso ficar sem ir para a academia, não posso ficar sem correr, quer fazer mesmo.
porque são hábitos adquiridos com o nosso esforço. Não que também nós não buscamos a ajuda de Deus quando nós somos crentes, a gente busca a ajuda de Deus também. Senhor, me ajuda a tomar mais água, me ajuda a ter essa disciplina, me ajuda a fazer atividade física, isso é muito importante para mim, e tantos outros hábitos que são importantes. E claro, como a Bíblia fala, nós que somos espirituais, tudo é espiritual. Eu busco também a ajuda de Deus para adquirir esses hábitos. Só que esse de estar com o Senhor não é comum, é sobrenatural.
não vem de nós, isso vem do Senhor para nós. Eu não vou simplesmente acordar um belo dia e dizer, ai, que vontade, que sede, como a coça suspira pelas correntes de água, eu preciso, que desejo que eu tenho de estar com o Senhor hoje, eu não posso passar um dia sem estar com o Senhor.
Isso é muito difícil acontecer com nós, que somos crentes, que somos cristãos. Precisa realmente o Senhor estar constantemente nos mostrando que isso é importante. Então, é um hábito muito mais difícil da gente adquirir. Então, esse treinamento, para nós estarmos preparados para lançar nossas flechas, dá trabalho, requer tempo de treinamento para nós.
e tempo também para a gente habilitar essas flechas, mais tempo ainda, para elas irem bem mais longe do que nós. Se nós somos habilitados para lançar, são nossas flechas habilitadas para lançar essas flechas, essas flechas vão muito mais longe do que nós.
na caminhada cristã, em maturidade, em conhecimento do Senhor, em conhecimento de profissões, de ciência, de tantos outros estudos, eles vão muito mais longe que nós, com certeza. Esse tem que ser nosso alvo, lançar nossas flechas para ir muito mais longe que nós. Nossas flechinhas, não é?
Longe, geograficamente, longe na profissão, longe para ser um bom cidadão, para ser um político que faça diferença, para ser um presidente, quem sabe. Eles podem ir muito mais longe que nós, com certeza. Se nós treinarmos bem, e se nós também estivermos preparados para...
para ensinar e para discipular e para cuidar desses filhos que o senhor colocou nas nossas mãos por um tempo. E é bom sempre lembrar, essas festas não são nossas, um dia elas vão embora, não é para ficar conosco mesmo, tem que ser assim. E agora eu quero pôr aquela poesia, por favor. É uma poesia atribuída a José Saramargo?
Só que aí depois eu fiquei procurando, fiquei sabendo que não é muito dele, mas vamos pensar que é dele, esse poeta. Filho é um ser que nos emprestaram com um custo intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos de aprendermos a ter coragem. Isso mesmo, ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter.
principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder como não é nosso? Recordem-se, foi apenas um empréstimo. É um empréstimo. Esse homem não é crente, mas ele fala uma verdade. Então, nós cremos que toda verdade vem do Senhor. É uma poesia no sentido existencial, da vida, não conhece a Deus, mas a gente aplica para a nossa vida.
não é nosso, Ele nos deu por um período na nossa vida. E que esse período seja um período muito belo, que a gente aproveite esse período com nossos filhos para treiná-los, para educá-los, para ensiná-los a andar no principal, no primordial, no caminho essencial da vida, que é o caminho do Senhor. Outras coisas virão importantes também, mas não tão importantes quanto ensiná-los a andar com o Senhor. Amém?
Já foi meu tempo, Lucas? Já foi, não é? Então, eu quero parar por aqui. Eu tinha mais um ponto para falar sobre a mulher como gestora de um lar, da vida conjugal, da vida familiar, mas, quem sabe, fica para outra oportunidade, outro tempo.
Mas eu queria deixar essa palavra de incentivo para nós, como igreja, para nós, mulheres, esposas, mães, que esse realmente seja o nosso papel principal da nossa vida. Primeiro, ser essa mulher que auxilia o nosso marido em todas as áreas, os aspectos do casamento, e depois como mãe.
se sentindo responsável, junto com o marido, sendo auxiliar também na educação desses filhos. Que muitas vezes é atribuído mais a nós, porque nós ficamos mais tempo com nossos filhos, desde a gestação e tudo mais. Mas, se você trabalha fora ou está só em casa, que você consiga, de maneira sábia, seja estoura desse seu tempo, do lar, para que as coisas realmente vivam e ande sempre em harmonia no seu lar.
Amém?