Dropzilla #163 - Japão Aleatório - Edição de Abril
Edição de Abril do Japão Aleatório!
Japão em contradição: enquanto o visto para o Japão aumenta drasticamente, o Japão sofre com falta de mão de obra! Que ironia, não?
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Editado por DiRosa Edits
- Desvantagem competitiva das montadoras japonesas frente às chinesasFábrica totalmente automatizada em Xangai com baixo custo · Velocidade de desenvolvimento e lançamento de novos modelos · Logística e subsídios na China · Qualidade e tecnologia dos carros elétricos chineses · Paralelo com a indústria automobilística brasileira e o SUS
- Conflito diplomático Japão-China e desvantagem competitivaCompra de briga gratuita da primeira-ministra japonesa com a China · Monopólio chinês de super imãs essenciais para a indústria japonesa · Queda na popularidade da primeira-ministra e pressão da indústria · Dobrando a aposta com envio de destroyer para águas internacionais · Influência dos Estados Unidos nas ações japonesas
- Escravização sexual de menores em TóquioVulnerabilidade dos 'Toyoko Kids' em Kabukicho · Uso de redes sociais por jovens em busca de ajuda · Medidas higienistas do governo de Tóquio · Críticas à romantização do Japão
- Aumento das taxas de visto no JapãoAprovação do projeto de lei pela Câmara Baixa · Críticas sobre a rapidez do processo e falta de transparência · Impacto financeiro para estrangeiros e dependência da indústria de imigrantes · Aumento do fascismo em tempos de crise capitalista
- Falências de empresas por falta de trabalhadoresAumento de 43% nas falências relacionadas à falta de mão de obra · Impacto em pequenas e médias empresas e setores afetados · Ciclo vicioso de perda de funcionários e deterioração financeira · Dependência de imigrantes para trabalhos que japoneses não querem fazer
- Denúncias premiadas contra imigrantesIncentivo a denúncias de empresas com estrangeiros sem documentos · Paralelo com casos nos Estados Unidos · Influência política e histórico do partido governista no Japão
- Escassez de motoristas de ônibus em SapporoRecrutamento inédito de candidatos no exterior (Vietnã) · Treinamento intensivo e adaptação cultural dos futuros motoristas · Ouroboros e paradoxo entre dificuldade de contratação e aumento de taxas de visto · Competição com a China pela mão de obra
- Esgotamento da cota de visto de 5 anos para alimentaçãoDemanda alta por parte de empresas e candidatos · Impacto em restaurantes e serviços essenciais · Dependência da mão de obra internacional para setores básicos
- Aniversário de 40 anos do Konami CodeOrigem acidental na versão de Gradius para Famicom · Iconicidade do código de trapaça na história dos videogames · Comemorações pela Konami com página web e camisetas temáticas · Associação com jogos como Contra e Superstar Soccer
Primeiramente, obrigada. Segundamente, eu que peço desculpas porque muitas vezes eu fui... Não tive a capacidade de expressar qualquer reação. JÁ PEDINHA BERTÊR!
Yo, Tadaymar Renindes! Fala, galera, beleza? Começando aí, já pra um aleatório com as notícias de abril, ou quase, né? Porque hoje a gente gravando aqui é dia 25, então teria mais uma semana aí de notícias. Mas... Ah, mas foda-se, mano, a gente tá gravando mesmo assim, hein? E bora, mano. E comigo aqui, fazendo companhia pra passar raiva comigo, tá o Johnny, cara! Fala, Johnny, como é que você tá, mano?
Olá, meus queridos! Bom dia, boa tarde, boa noite! Tô bem, tô bem. Faz tempo que eu não apareci aqui. Tá bem por enquanto, né? Tá bem por enquanto, né? Por enquanto, por enquanto estamos bem. Faz um tempinho que eu não venho passar raiva aqui. Tô com saudade já, velho. Você tá bom, meu querido?
É muito masoquista, né, cara? Tava com saudade de passar raiva. Parabéns, parabéns. Parabéns. A gente vê o nosso nível de loucura quando ouve uma frase desse tipo, né? Exatamente. Assim, como o Johnny tava com saudade de passar raiva, resolveu distribuir com a família também, né?
Eu não gosto de fazer sozinho essas coisas. Pra que se fuder sozinho, acho justo. Pra que ter esse nível de prazer e de diversão sozinho, se a gente pode fazer em conjunto? Na saúde e na tristeza, né? Na saúde e na tristeza, exatamente. No surto e na loucura.
O Jolly trouxe a companheira dele aqui, a Thaís. E aí, Thaís? Primeira vez aqui no Drop, né? Bem-vinda. Já trouxe meu escafrando. Estou pronta para o que acontecer. Ou talvez não. Bom dia, boa tarde. E boa noite também.
Já peço desculpas, inclusive. Vai passar raiva, cara. Veio pra cá é pra passar raiva. Eu que peço desculpas pelo surto que vai vir. Porque com certeza, assim, pelo que eu ouço, pelo que eu já conheço, talvez não vai dar pra ser uma pessoa muito controlada. Pra isso não precisa pedir desculpa, porque isso é o que a gente espera. É assim, eu costumo xingar. A Thaís costuma ser um pouco mais visceral que eu, então...
Thaís, bem-vinda ao programa. Bem-vinda ao Trapizinho. Muito bem. Bem-vindo a me receber. E vai ser muito bom. Vai, vai. Todo mundo fala isso quando começa, né? Espera até terminar o episódio e aí você dá a sua opinião de novo. Inversão pra poder gritar em paz e estar lá. É justo, é justo, é justo, é justo.
poder extravasar tudo, vocês vão dar essa margem pra gente. É justo, é justo. Vou levar essa pro coração, então. Bora pras notícias, então, mano.
É lógico que a gente vai começar com a desgraça aleatória, né, cara? Como sempre. Então, vamos lá. Denúncias premiadas. Acende alertas em Ibaraki. Denúncias premiadas, cara. Vamos lá. A província de Ibaraki lançou uma linha direta que oferece recompensas financeiras para pessoas que denunciarem empresas que empregam estrangeiros sem documentos.
Puta... Caralho, velho. Isso daí tá cheirando ao quê pra vocês, cara? Lá em cima. Começamos alto. Nossa senhora. Essa denúncia premiada, a gente já sabe que nada mais é que incentivo. Já começamos aí no base. Aham.
Pra estrangeiro já tá fácil também pra que lado que isso vai. Consegue incentivar até o que não seja verdade só pra causar tumulto, porque você tá incentivando a galera, porque tem crime, pô. Olha que delícia! Vamos incentivar a ser arrombado. Editor, não sei o quanto de direitos naturais tem que se colocar dois segundinhos assim. Ai, ai, baby. É, né?
Aliás, vamos fazer um paralelo realmente com isso? Porque pra quem acompanha as notícias internacionais aí, já deve ter visto que nos Estados Unidos, aquele paizinho delícia de morar, não tá sendo raro os casos de empregadores que pegam pessoas que estão ilegais, acabam de fazer o trabalho na obra que ele contratou, coisa assim, eles vão e denunciam os caras, eles vão presos, eles não pagam a obra. Olha só.
A pilantragem acontecendo aí. Quem diria? Estou falando que é isso que vai acontecer? Não estou falando que isso vai acontecer. Porém, há semelhanças aí, né? É bom tomar cuidado. Muito. A fonte é a mesma, né? A política toda já é bem parceirinha nessa história. Exatamente. Uma gracinha, um querido.
Não, anda igual pato, nada igual pato Quacha igual pato Mas o pessoal tá achando Que é uma ornitorrinco Estou exportando essa galera que ensina A lidar com essa Essa política Vamos falar nem o que Então assim
Eles vão exportar essa estratégia do Ice Ice Baby o máximo que eles puderem. Não, e o Japão, a gente noticiou algumas coisas aqui. Teve uma abençoada. Qual que é o cargo dela mesmo, Reni? A primeira-ministra? A senhora, a primeira-ministra? É, ela mesmo. Eu ia falar que era ministra, mas eu tava na dúvida se era isso mesmo.
O Japão, como vocês sabem, né? Ele tem o imperador, então você não tem o presidente. O imperador, ele é decorativo, eu vou colocar entre aspas, porque a gente sabe que nunca é, né? Quem tem grana, tem grana, é isso que... Então, quem tem o cargo de presidente, entre aspas, que toma as decisões de fato, é o primeiro-ministro. E é o cargo dessa senhora que o Johnny vai falar agora.
E pensa em uma mulher que... Não é que ela trabalha, é que ela trampa muito, entendeu? Então é isso. É isso. Então, o Japão tem um histórico bom com os Estados Unidos, sabe? Tem uma coisa bacana. Tem algumas coisinhas que se acerminando muito. E não é só com os Estados Unidos, não.
Pois é, cara. E o Japão tá caminhando por um caminho meio difícil de novo, né, cara? Bem difícil. Dessa vez eu não trouxe tantas notícias relacionadas a... Aliás, eu não trouxe notícias relacionadas a Takahichi, né, que é a primeira ministra. Porém, no Japão Aleatório anterior tem bastante, então se vocês quiserem se atualizar um pouquinho do que ela tem feito por aqui...
Demovida lá, inclusive o último Japão aleatório teve muita desgraça aleatória, né? Porque até os jornais de mais de comédia, vamos dizer assim, estavam noticiando coisas mais sérias, então não tive escolha, cara. Foi uma desgraça aleatória expandida aí. Estendida.
Desde que essa mulher entrou, a desgraça aleatória pesou, porra, 120% o nível, assim. Ah, no caso, essa notícia de agora foi de Ibarac, da província de Ibarac, que não é exatamente o que a primeira-ministra toma conta, mas a gente sabe que tem influência direta, né, cara? Afinal de contas...
o governo vigente agora. Não só de agora, né? Vamos ser bem sinceros aqui que é o mesmo partido que está no poder desde sempre. Desde o final da Segunda Guerra Mundial está praticamente o mesmo partido, com uma exceção de alguns... Acho que não durou metade do mandato, assim, de um outro partido. É aquela meia dúzia de peixe que a galera arranca logo e...
Exato, exato. Bora pra próxima? Bora. Essa daqui tá uma delícia também. Puta que me pariu, cara. Japão, Japão. Japonês preso por escravização sexual de menor de idade em Toyoko. Vocês já devem ter ouvido nos Toyoko Kids, né?
A gente já passou notícias sobre os Toyo Kids aqui no Japão Leatório, mas para relembrar vocês, tem uma região em Shinjuku, em Tóquio, onde há muitos moradores de rua, e esses moradores de rua são basicamente crianças e adolescentes que fugiram de casa, né? Crianças não, adolescentes e pré-adolescentes que fugiram de casa. Eles ficam ali morando na rua, tá tendo muito problema de drogas entre eles, e como eu trouxe agora nessa notícia, prostituição também.
Então vamos lá. Um homem de 37 anos, Takahashi Iriuta, foi preso em Tóquio, acusado de manter uma adolescente de 16 anos sob controle e obrigá-la a participar de encontros pagos com adultos. A jovem que havia fugido de casa e estava na área de Toyoko, em Kabukicho, foi levada para a casa do suspeito sob a promessa de abrigo.
Durante cerca de 20 dias, ele teria organizado encontros com dezenas de homens e ficado com a maior parte do dinheiro. O caso reacende preocupações sobre a vulnerabilidade dos chamados Toyoko Kids, jovens que fogem de situações difíceis como violência doméstica e acabam vivendo nas ruas de Kabukicho.
Muitos enfrentam riscos como exploração por adultos, uso inadequado de medicamentos e envolvimento em atividades perigosas para sobreviver. Redes sociais também têm sido usadas por alguns desses jovens na tentativa de buscar ajuda, o que os expõe a pessoas mal intencionadas. Tá sendo um problema bem grave aqui no Japão já há anos.
governo de Tóquio como uma medida de higienismo, né? Tem promovido aí food trucks ali na região pra expulsar essa galera daquela parte ali. Pois é. Daí a gente, inclusive, a gente falou sobre essa notícia aí no último Japão Leatório, mas tem organizações que estão tentando ajudar essas crianças de fato, né? Mas até lá é isso que tá acontecendo aqui no Japão, cara.
pra variar então os governos fecham os olhos, no máximo vou varrer pra próxima esquina publicar foda-se e aí vai ficar vulnerável eu não posso dizer o que eu queria sobre esse querido mas saiba que eu pensei coisas horríveis péssimas e eu tô assistindo essa menina, vamos saber quantos outros e todo mundo passando e a escalada vai continuar porque nessa toada eu não posso dizer
O foda é que pra essa galera é mais fácil você jogar pra debaixo do tapete do que eles. É isso que me mata, tá ligado? Mas eles não varrem pra debaixo do tapete. É um lugar bem turístico. Vocês saberiam que lugar é esse se eu falasse? Esse lugar em Kabukicho, que essas crianças ficam, vocês já viram um prédio gigante, na verdade é um cinema, com o Godzilla em cima? Sim. É lá.
É onde todo mundo vai. É, porra. E eu falo, eles não varrem pra debaixo do tapete. Porque seria esconder e nem isso. Eles só varrem pro lado. Por quê? No fundo, nem é todo mundo que vai se importar. No final, colocam a culpa nos próprios adolescentes. A partir do momento que se torna sistêmico, não é um problema individual, não é um problema de indivíduo. É da sociedade e todo mundo tem que fazer junto. Só que eles tratam como uma escolha individual e boa sorte. E aí viram... Você dá margem pra uma notícia absurda dessa. Isso, senhor.
De vez em quando eu falo isso, mas é bom eu relembrar, né? O porquê de eu trazer esse tipo de notícia. Porque, geralmente, o Japão é visto fora do Japão por outros países de uma forma muito romantizada. Como exemplo, né? Exemplo de organização, de civilidade. Exato. E assim, pra você resolver um problema, primeiro você tem que reconhecer que esse problema existe. Sim.
Se as pessoas romantizam o Japão do jeito que romantizam, nunca vão resolver esses problemas aqui. É prejudicial pra caramba pro Japão essa romantização que o pessoal faz, saca? Então é por isso que a gente tenta trazer aqui, no Japão Aleatório, notícias do Japão real, saca?
Não é falando que o Japão é pior do que os outros países. Olha o que tá acontecendo. Não, é um país como qualquer outro. A gente tem que ver o Japão como um país de verdade. Não como o jeito romantizado que as pessoas encaram o Japão. Saca? Sim. Faz todo sentido. Todo mundo acha que o Japão é o que você vê em anime, né? Exatamente. Aquela coisa bonitinha. Isso daí é planejado, né? O soft power é pra isso. Sim. Amém. Saca? Então, vamos pra próxima? Bora. Vamos pra próxima.
A Thaís tá em choque, eu avisei. Eu avisei. Caralho, vamos lá. Câmara baixa aprova aumento das taxas de visto no Japão. A gente já tá vendo aí há um tempo essa briga que tá acontecendo pelo aumento das taxas de visto, né? Então foi aprovada aí pela Câmara baixa. Isso significa que foi aprovado no geral? Não, que ainda vai pra Câmara alta. Mas vamos lá.
A Câmara Baixa do Japão aprovou um projeto de lei que prevê um aumento significativo nas taxas de visto, incluindo a renovação, que pode passar de 10 mil para até 100 mil ienes. Nossa! E o visto permanente, cujo teto pode subir de 10 mil para até 300 mil ienes.
A proposta segue agora para a Câmara dos Conselheiros, que é a Câmara Alta, com expectativa de ser promulgada ainda nessa sessão legislativa. A votação contou com o apoio do partido governista e parte da oposição, apesar de críticas sobre a rapidez do processo.
O debate expôs divisões entre partidos oposicionistas, enquanto a coligação reformista centrista votou contra, o Partido Democrático para o Povo e o Partido Fascista Sanseito apoiaram o projeto. Além disso, foi aprovada uma resolução paralela pedindo diretrizes para definir possíveis isenções ou reduções das taxas, embora os critérios ainda não estejam claros e devam ser definidos posteriormente por decreto governamental.
Do lado de fora do parlamento, manifestantes protestaram contra a medida, criticando a falta de transparência e o pouco tempo de discussão. Cerca de 10 horas distribuídas em três dias. Organizado pela Rede Nacional de Solidariedade aos Migrantes, o ato destacou preocupações sobre o impacto financeiro para estrangeiros e a condução acelerada da reforma.
Só pra vocês terem uma ideia, o meu visto é visto de long-term resident. Eu pagava cerca de 6 mil ienes pra renovação desse visto. Vai pra 100 mil. Loucura, velho. Loucura. Ou seja, eles estão mandando as pessoas embora bem discretamente, igual que eles estão sutis. É um papo higienista, é um papo purista, né, de querer manter só. A gente sabe como é que... É bom que o partido mesmo já foi chamado de fascista, né? Já tá liberado.
Não, esse daí foi eu que coloquei no texto a mais. É. Que o Sunset, é que assim, o partido Sunset, o pessoal, eles, o pessoal que acompanha aqui o Drop, eles já conhecem o nome Sunset de longe, porque é daquele cara fascista pra caralho, que ninguém levava a sério, eles realmente são contra imigrantes e tudo mais, assim. Ninguém levava a sério esse partido até levarem. Então como é que é, né? É sempre assim. Chega essa hora que fala tanto que convence.
Exatamente. Então, bateu a crise, quando entra uma crise no capitalismo, a gente sabe que vem acompanhada de um aumento do fascismo. Isso é histórico e sempre aconteceu, sempre vai continuar acontecendo enquanto a gente estiver nesse sistema. Não é diferente de agora, então quando veio essa crise aqui, que a gente está vivendo nessa crise no capitalismo, não é uma crise pontual aqui do Japão, nem pontual aí no Brasil, está acontecendo no mundo todo, não é de se surpreender que esse tipo de partido tivesse tomado força, né? No caso. Então...
O curioso é que, tipo assim, na hora que foi falar quem foi contra a favor, quando falou governista ser a favor, faz sentido considerando a que trampa muito. Aí quando a oposição se perdeu e não teve força contra, a oposição não teve um lado e parece que foi a favor e contra, você ficou assim, gente, mas que... Quando a oposição acha...
que no Brasil se zoneada, porque por exemplo aqui é um partido que na sua prefeitura o seu vereador de boa ou o seu prefeito de boa é do PP que é um partido extremamente problemático, acontece. E aí quando chegar na esfera estadual vai vir um fascistóide desgramado Inclusive PP significa partido problemático, né? É isso mesmo.
Exatamente Exatamente Aí você vê isso no Brasil Mas aí a gente vê isso acontecendo por exemplo lá Porque o normal seria A oposição a isso Ser justamente quem pega pro outro lado E no final cai pro mesmo canto
É oposição não depende. Não, teve oposição de fato. Eles apontaram coisas que são óbvias, né? Que, tipo, a indústria daqui é absurdamente dependente de imigrantes. Isso vai dar ruim, capitão. Eles falaram. Isso vai dar ruim, capitão. Eles falaram mesmo, é verdade. Tem vídeos deles falando isso daí.
dentro da primeira posição você vê que nem eles tiveram convicção de ir todo mundo contra nem estamos pensando não estou nem pensando no imigrante não vou ser humano não vou ser prático meu país não é interessante, eu preciso de mão de obra deixa essa galera ficar agora a moda é, manda todo mundo embora vai ficar igual lá nos estragos unidos todo mundo chorando porque não consegue colher uma cenoura no fim da colheita porque não tem mão de obra claro
inclusive, né, vamos fechar aqui o desgraça aleatório aí para as notícias do Japão aleatório, né começando com uma bem interessante aqui, o Japão registrou 442 falências de empresas relacionadas a falta de trabalhadores entre abril de 2025 e março de 2026 quis quis
Um aumento de 43% em relação ao ano anterior. Por que será? Por que será? Tá certo que isso daqui é de 2025, mas já era um indicativo pra não acontecer o que tá acontecendo agora. Vamos lá. Segundo a Tokyo Choco Research, o principal motivo foi a alta nos custos de pessoal. Anota isso aí.
que levou 195 empresas ao fechamento, seguida pela saída de funcionários, responsável por 108 casos. O cenário evidencia como a crise de mão de obra está pressionando especialmente pequenas e médias empresas. Os setores mais afetados foram serviços com 170 falências, incluindo um salto expressivo no ramo de alimentação e bebidas, e o setor de saúde e bem-estar, que perdeu 53 empresas por falta de profissionais.
Construção civil e transporte também enfrentam dificuldades graves, com 93 e 70 falências respectivamente, já que dependem de trabalho braçal e têm dificuldade em recrutar novos funcionários. O relatório aponta um ciclo vicioso. Empresas menores não conseguem repassar custos de energia e matérias-primas, não aumentam salários, perdem funcionários para empresas maiores e entram em deterioração financeira.
Para muitas delas, aumentar salários é necessário para atrair mão de obra, mas financeiramente inviável. Esse desequilíbrio estrutural tem ampliado o número de falências e aprofundado a desigualdade entre grandes corporações e pequenos negócios no país.
É assim, acho que a gente já falou isso aqui em algum momento, mas se a gente não falou é bom citar. Existem trabalhos, certos tipos de trabalhos, que inclusive o japonês não vai querer fazer. E quem vai aceitar fazer porque precisa trampar é o imigrante. Deixa eu contar um negócio pra vocês aqui. Que geralmente a galera que vem de fora vem como mão de obra. E muitas vezes mão de obra barata, porque recebe pouco. Essa é a parte merda. Que é mão de obra barata pra caralho. Então, tipo assim, é merda, é.
Mas ainda assim, é uma galera que salva a indústria. Fica aí, por cento. Que poder. Porra, toma no cu. Eu vou comemorar? Não vou comemorar. Mas eu vou... Ora, ora, se não são as consequências, não é não? Exatamente. Vocês conhecem a musiquinha. Vocês conhecem a musiquinha. Porra.
Caralho, viu, mano? Puta que pariu. Vocês sabiam. Era só ter pensado um pouco. Vocês sabiam. Exatamente. Era só respirar um pouco. É pelo motivo errado? É pelo motivo errado. Mas é bom, porque, tipo assim, se isso tivesse acontecendo por uma...
coisa de direito trabalhista, porque dependendo de quem for, mão de obra barata, vira quase, chega perto do análogo ali, a escravidão, sabe como é que é? Esse negócio, barra ali, encosta pertinho, né, e tal, muitas horas trabalhadas, muita carga horária, pouco salário e tal, enfim, se ainda fosse pelo motivo certo, ainda tava mais tranquilo, mas não é, entendeu? Ainda era uma outra discussão, mas não é, na verdade seria a bosta dos dois direitos.
Mas ainda por um motivo Mais filha da puta ainda É que nem o Henning falou, as consequências dos seus atos Exato, exato Inclusive nessa votação Do lance do aumento De preço de visto lá, como eu falei Teve uma parte aí Dos políticos que estavam lá votando Que falaram, capitão, vai dar merda Não é? Não é mesmo? Olha que coisa Próximo Vambora
Vamos lá. Escassez de motorista de ônibus leva a cidade no Japão a recrutar no exterior. Eu já vi importar muita coisa na minha vida, mas motorista é a primeira vez. É, mano, o negócio tá feio, cara. O negócio tá feio. Estou impactadíssima com essa notícia. Sério mesmo? Não, é de parabéns. É a primeira vez que eu vejo um desgraça aleatório a trazer todo o resto que a gente pode...
Em off eu avisei pra vocês que uma das notícias do desgraça aleatória ia dar base pro que a vida foi, cara. Porra, que maravilha, cara. A cidade de Sapporo, em Hokkaido, enfrenta uma grave escassez de motorista de ônibus e decidiu adotar uma medida inédita, recrutar candidatos no exterior. A iniciativa, considerada incomum pelo Ministério dos Transportes,
busca garantir a continuidade dos serviços de transporte público, que vem sendo reduzidos ou até descontinuados por falta de profissionais qualificados. O plano prevê iniciar o recrutamento ainda nesse ano fiscal. A cidade firmará a parceria como operadora responsável por selecionar candidatos no Vietnã. Os aprovados passarão por cerca de um ano de treinamento intensivo em seu país de origem, incluindo preparação para obter a licença japonesa de motorista de ônibus, além de aulas de idiomas e cultura japonesa. Obrigado.
O objetivo é garantir que os futuros motoristas cheguem ao Japão já adaptados e aptos a completar o processo de certificação. Após o treinamento, as empresas de ônibus de Sapporo planejam contratar cerca de 10 profissionais como funcionários regulares, oferecendo suporte contínuo até que estejam totalmente qualificados.
Os custos do programa serão divididos entre a prefeitura e as operadoras de transporte. A iniciativa também inclui ações de integração cultural, buscando facilitar a adaptação dos novos trabalhadores à sociedade japonesa e ao ambiente de trabalho. E aí os 100 mil para poder ter o visto longo, eles vão ter que pagar então também, né? Porque assim, agora quem vai ter que arrumar com isso aí? E de onde que vai vir? Porque o cara que pagava 6 conto vai pagar 100. Porque o visto vence também, né? O visto vence. Eu vou ter que enobar por aqui.
E quem é que vai ganhar? Eu tô na dúvida se a gente tá num Ouroboros ou num paradoxo. Eu não sei qual das duas analogias é mais legal aqui. Eu gosto do Ouroboros, são eles comendo o próprio rabo. Exatamente. Esses dois que você falou agora, eles são circulares, né? Juntos os dois no símbolo de infinito. Eu acho que são os dois, na verdade. Entendeu? Porque assim, você tem que chamar de fora porque as condições pra galera trabalhar não tá bacana, então você tem que trazer de fora.
Eu só tô fazendo o ciclo pra galera... Pra quem não entendeu a analogia ainda, vamos pegar pra galera... Primeiro ouroboros aqui. Vamos lá, você tá com dificuldade de contratar gente porque provavelmente tá com uma condição média de trabalho. Aí você vai ter que trazer gente de fora. Aí pra trazer gente de fora, você tá dificultando o visto da galera que tá aqui. Então você vai ter que aumentar o emprego. Só que as empresas estão falindo porque não estão conseguindo pagar gente que tá de fora.
valendo a pena. Então você vai tentar colocar a gente de dentro. Mas a galera de dentro não tá valendo a pena pra eles trabalham lá. Então você tem que procurar uma coisa. E aí veio o problema de quem é de fora. Porque quem é de fora, agora pra ela poder se manter lá, ela vai pagar mais. E se o salário desse tipo de empreendedor? Mais não. Muito mais. Não é muito mais.
Pessoalmente falando, eu acho que esse preço tende a cair. Porque o Japão não vai aguentar levar essa. Eu acho que o Japão não aguenta levar essa.
É insustentável, não faz nem sentido. Eles podem estar jogando isso aí pra... Pra apito pra galera deles, lá sendo pra galera deles, mas no final não se sustenta. Não se sustenta. Até pra eles, no final das contas, quem manda é o dinheiro. Então, não adianta sua ideologia ser a mais do que quiser. Se quem manda tá falando que não vale a pena...
Até o laranjão lá tem coisa que ele teve que arregar. Por quê? Você pode pagar de louco, você pode fazer o que você quiser. No final, quem assina seu cheque vai falar. Então, eu concordo com você, eu até penso igual. Mas não dá pra fazer o que a gente quer, porque a gente precisa de dinheiro. Então nós vamos ter que baixar a bola.
E joga mais um problema nesse balaio aí. O Japão exporta produtos industrializados, tecnologia, certo? Se eles têm um delay de entregas e coisas assim, por conta desses problemas que estão acontecendo agora, a China é aqui do lado. Pra recuperar isso, maluco.
Era um ponto que eu ia falar. Eles ainda estão buscando a galera no Vietnã. Quem que tá colado ali? Mas pra assumir o que o Japão não der conta de produzir mesmo, né? Nem o interno. O externo é que é legal. É, não, mas é isso que eu tô falando. Além de tudo, eles estão tentando capitalizar a gente na China, no Vietnã, pra poder trazer. Só que deixa eu contar um rolê. A China tá logo ali. E com certeza não vai estar com esse BO todo.
Pois é, cara. Não existe vácuo. Onde ele arredou, é igual... Sabe aquele ônibus que você pega às 6h17 da manhã que você tirou o pé pro lado e não volta? É isso. O mercado vai fazer igualzinho. O Japão arredou o pé um pouquinho pra lá porque não deu conta de produzir. A China já enfiou o pé de lado. Opa, que dó, não é mesmo? Enfiou o pé embaixo e o cotovelo na costela. Assim, pra ver se você dá mais um espaço ainda. Um abraço, família. Um abraço.
Cara, eu acho que a China só olhou, porque tá acontecendo... Tá ligado quando você tá caminhando e de repente você dá um toquinho com o seu próprio pé esquerdo no seu pé direito? E dá aquele tropecão e cai sozinho. Porque o Japão tá caindo sozinho, cara. Do nada, como vocês sabem, como tá acontecendo bastante as notícias que a gente tá trazendo aqui, a primeira ministra do Japão começou a comprar briga gratuita com a China.
Do nada, do nada. Só que aí você tem que lembrar que, de novo, como eu comentei agora há pouco, o Japão exporta o quê? Produtos industrializados, tecnologia. Todos esses produtos dependem de um negocinho chamado super imãs. E tem o monopólio de quem mesmo? Puta, da China, cara. Pra que raios o Japão tá comprando briga com a China, cara?
Não, é um trem. Sabe aquele meme da bicicleta que o cara enfia o pedaço de pau na própria roda e de repente sai falando que foi a China? É isso. Caralho, não tem cinti... A China e o Japão não estavam tendo problemas, cara. O que essa primeira ministra foi fazer? Me explica. Aliás, a popularidade dela tem caído, né?
Por motivos óbvios, inclusive, né? Tem caído. E agora com essa do visto, ela vai perder... Pô, acredito eu que ela vai começar a perder apoio da indústria. E aí é um problema pro partido.
Aí, quando começa a vir de quem movimenta a grana mesmo, de quem bota pressão, é igual a quem começa a dar muita treta com o agro. Começa a se perder força em alguma coisa. É um lobby fortíssimo. Então, já não basta ser burro, entrar numa briga que nem é sua. Gente, se for prender numa briga que não é sua, entre com muita certeza do faz sentido. Eu vou aguentar sustentar o BO, porque é feio demais no final você não sustentar o BO e ter que sair.
Não entre numa briga que não é sua, cara.
A gente considerando, assim, do que foi igual, vai ter coisa que vai envolver algo maior e mais... É muito romântico da minha parte falar isso, mas envolve, às vezes, a parte de direitos humanos e tal, então... Quando a briga é correta, o que a gente sabe que nunca é. Mas geralmente é, por exemplo, uma treta contra o Estado que não existe lá. Aquele Estado que não existe. Todo mundo que for contra o Estado que não existe, eu sou a favor. É isso mesmo. Sim, sim, sim.
Concordo, concordo. Eu estava errado pra caralho nessa. Eu concordo. Eu estava errado demais. Nessa briga tem que entrar. Diplomaticamente é muito difícil um país comprar uma briga do lado certo. É muito difícil um país comprar uma briga que está correto. Fica neutro. Ficar neutro e tal.
Isso aí que eles fazem, aí compra uma briga que não... Gente, que vergonha, você vai ter que voltar atrás. Gente, é muito feio você ter que voltar atrás porque você falou merda por uma briga que não era sua. Você levantou a mão que não era pra você ter levantado, entrou numa briga que não era pra você ter entrado, pra fazer merda pra fazer seu próprio país e tomar porrada de dedo pra fora.
O Japão tem dobrado a aposta, na verdade. Tem dobrado a... Olha, essa notícia não entrou aqui nessa edição de agora, mas aconteceu esse mês, só não entrou aqui. Mas só pra deixar avisado pra vocês, o Japão mandou um destroyer pra águas internacionais ali na berola da China. Então, tipo, eles dobraram a aposta. Eles dobraram a aposta. Os caras com as cartinhas bosta na mão tentando dobrar a aposta. Pois é. Não, e assim? Chamou no truco.
Japão, tá. Aí vai pedir apoio pros Estados Unidos. Vamos, enfim. Será que o Zuníaco tá dando conta nem dos BODs mais? Não tá resolvendo nem os BODs dele direito. E ainda assim tá tendo a trabalheira do caralho. Aí vai mexer com a China. Brics, assim...
Só vou jogar uma sigla aleatória aqui pra começar. Só pra deixar no ar assim, sabe? De repente. Fora o tanto de galera que ia comprar essa treta. Não tô falando só do Brics. É o tanto de galera que ia comprar essa treta, velho. Não, não, não.
Todos os barulhos que os Estados Unidos invocam. Tanto é que eles estão tendo confusão justamente por causa disso. Porque eles antigamente eram fazer... Aí vinha o OTAN com todo mundo. Aí vem, galerinha, vem. A galera agora tá no modelo do... Irmão, tá todo mundo fodido. Eu tô segurando, morrendo pra pagar minhas contas. Você acha que eu vou tirar daqui de dentro? Você fica latindo pros outros porque você tá querendo tretar com os outros. O B.O. que é seu? Por nada? Você que não... É isso aí. É isso aí. Tchau, tchau.
Sabe o que eu acho? Eu acho que na verdade, na verdade, quem mandou, vou nem falar que pediu, quem mandou foi os Estados Unidos de fato. Porque ela começou com essas palhaçadas todas depois da visita do Trump pra cá. Só que depois que ela latiu a primeira vez, né, eu falo ela, mas tô querendo dizer o governo japonês.
o Trump fez um deixa disso ah, por que você tá fazendo isso? não tenho nada a ver com isso porra, nessa hora, o que você faz? pô, recua então, não, beleza, vamos resolver as coisas não, ela dobra a porra da porta, cara mas você sabe o que é isso, né?
É o famoso, ô, vai lá, velho, faz tal merda e tal, não sei o quê. Aí na hora que você vai, eu falei isso, eu falei, não, eu não mandei isso não. Agora eu sou obrigado a te repreender. Por que você fez uma merda dessa? Olha que coisa. Agora eu vou ser obrigado a interferir e meter a mão nas suas coisas.
Ó, eu vou usando a referência de velho. Ele ficou igual a Alexandre da Viagem. Na cabeça da mulher aqui, ó. Só jogando mal. Só jogando mal. Mas até ele me pediu literal. Ele ficou só jogando mal ali. Ela é interessante. Eu gosto desse grupinho. Eu gosto. Vai que eu subo de nível lá dentro. É, olha. O cara lá e fez. Aí na hora... Inclusive, se você pegou a referência... Sabe qual é foda? Sabe qual é foda? O celular tá doendo.
Vocês estão aí do outro lado do mundo, estão ouvindo as notícias, ficando indignado. Mas no meu caso, a água tá batendo na minha bunda, né, cara? Porque puta que... Mano, as coisas são caras pra caralho aqui, mano. Esse sem conta aí, foi com você. Isso aí já passou de bater na bunda daqui, ó. Não. Isso é grave.
Isso aí, como é que tá batendo na bunda? Tá fazendo igual aquele vídeo do Poseidon quando você tá no banheiro? Deixa parar, quem vai dar referência pra ele. Vamos pra próxima. Próxima. Vamos pra próxima. Vamos lá, que tem muita notícia aqui assim hoje. O Japão tem tanta necessidade de trabalhadores que esgotou sua cota de visto de 5 anos em tempo recorde.
Aí uma coisa explica a outra, mas não explica o resto. Aí você entende da onde está vindo, só que eles não pararam pra pensar. Mas é porque o preço não subiu ainda. Então eles já enfiaram o visto pra caralho até onde pode. Só que aí, a hora que vier a merda... Só que aí vem. Esse planejamento é considerado o quê? A estrutura do país... Deixa eu terminar a chocadinha. É, vai.
O Japão enfrenta uma escassez tão grave de trabalhadores que esgotou muito antes do previsto a cota de 5 anos de visto Specified Skill Worker, ou SSW, para o setor de alimentação. Criado em 2019 para suprir áreas com falta crítica de mão de obra, o visto exige que estrangeiros comprovem conhecimento básico de japonês Acedendo isso
e passem por exames técnicos antes de entrar no país. A demanda foi tão alta, tanto por parte das empresas quanto dos candidatos, que o governo suspendeu novas inscrições para o setor em abril, deixando muitos aspirantes bloqueados no processo. A interrupção afeta não apenas restaurantes, mas também serviços essenciais, como empresas que fornecem refeições para hospitais e instituições de cuidados. Essas organizações dependem fortemente de trabalhadores estrangeiros qualificados.
já que o recrutamento doméstico não supre as necessidades mínimas. Sem novos profissionais, há risco de que algumas delas não consigam manter suas operações, o que impactaria diretamente populações vulneráveis que dependem dessas refeições. A situação expõe o quanto o Japão passou a depender da mão de obra internacional para manter setores básicos funcionando.
Empresas argumentam que trabalhadores estrangeiros não são um extra, mas uma necessidade estrutural para a estabilidade do país. Enquanto o governo reavalia os números e decide se ampliará a cota, cozinhas continuam operando com equipes reduzidas e milhares de candidatos permanecem à espera, presos na burocracia que tenta equilibrar demanda, política migratória e necessidades sociais.
Ah, lembrando, a maior parte dessas notícias que eu pego são de jornais consideradas liberais. Só pra deixar claro aqui, não tô colocando algo que tenha um viés, que sempre vai ter uma pessoa que vai, pô, viés esquerdista e tal. As notícias eu tiro de jornais que são consideradas liberais aqui no Japão. Já falamos aqui da indústria, já falamos do transporte, e agora falamos do ramo alimentício.
que tá começando a afetar a saúde a próxima notícia é do ramo de saúde, fala vamos lá, fala que é a próxima da saúde notícia da saúde do Japão meu Deus do céu, cara
Estamos pro Orboros, pro... Vocês entenderam, né? Qual é que é o rolê? Ai, cara. E assim... A gente tá dando risada aqui, principalmente eu, nesse caso, porque é aquele lance, né? Tipo, tô rindo pra não chorar. Que a desgraça realmente tá batendo na minha bunda. E sinto uma frase que eu gosto muito do Frejá, que é que você descubra que rir é bom, mas que rir de tudo é desespero. Nesse caso, a gente tá rindo de tudo que tá passando aqui. Vocês estão entendendo, né? Tá foda, cara. Tá difícil. Tá difícil.
Pra gente que tá de fora já é desesperador. A gente tá rindo realmente de nervoso. Porque, tipo assim, é uma situação muito merda, tá ligado? É uma situação horrorosa. Tá complicado, cara. Até agora foi um grande desgraça aleatória. Lembrando que a gente saiu da desgraça aleatória há três notícias atrás. Exato. Esse é o ponto. Só que o desgraça aleatória tá refletindo em todo o resto. Então, tipo assim, ainda é um grande desgraça aleatória aqui.
Só que... Não, é que tá. Se você pensar bem, as três notícias atrás foi o último notícias do Desgraça Aleatória. As três que vieram depois, é só o Shockwave. É, exatamente. Não é a Desgraça Aleatória em percê, tá ligado? É só o Shockwave. E é a consequência da burrice, da imbecilidade que você tá vendo ser feita, sabe? E é por isso que a gente tá rindo. É rir de nervoso, mas também é um rir de... Porra, vocês estão percebendo o quanto vocês são idiotas?
Eu espero que estejam percebendo Porque a gente tem que sair dessa merda Eu ainda moro aqui Esse é o ponto Porque é foda Vocês estão vendo que está colapsando Área por área? Vocês estão vendo que a parada realmente não é exagero São empresas fechando Muitas empresas fechando
A parada realmente tá colapsando Porque você começa a ter falta em tudo E realmente Que nem eu brinquei, a área da alimentação Já tá afetando a alimentação, tipo assim Prestação de serviço alimentício pros hospitais Uma coisa começa a interferir na outra Realmente começa a virar um ciclo A parada É uma espiral de bosta
É uma parada que vai se retroalimentando e uma hora vai foder tudo. Tipo assim, vai chegar... E olha como a ideologia é filha da puta, né, cara? Tem bastante imigrante aqui que defende essas políticas aí da galera. Não, tem que dificultar mesmo a entrada desses gringos. Pô, o cara é gringo aqui também.
Eles acham que só porque eles estão aí dentro, eles estão seguros. Olha o jovem dos tragos unidos. Pois é. Uma galera que bateu palma aí, ó. Tá tudo voltando, chorando. E não é tratado nem com dignidade pra voltar pra casa. É tratado abaixo de lixo. Quando volta pra casa, né? Porque os Estados Unidos têm mandado pessoas pra países aleatórios, né?
exatamente, tá sendo extraditado mas errado ainda, então assim ainda tá sendo uma loucura então tipo assim, é porra, é você ver a parada sendo destruída e assim que nem você falou, vai ter gente que vai concordar com isso, vai ter gente que vai defender isso e vai ter gente que isso ainda vai falar que a culpa é do imigrante que imigrante é vagabundo já tem, já tem já tem gente aplaudindo ok
Que isso é imigrante vagabundo que não quer trabalhar, que é a galera que veio de fora que agora tá fudendo. Se não tivesse trazido antes a galera de fora, agora não estaria com nada disso. Tipo, tem gente que não vai entender a raiz do problema, tá ligado? Que vai querer jogar num outro ponto que não tem nada a ver com a história. Nada a ver.
negócio de puta que pariu, maluco que desespero vou pra próxima, vou pra próxima abre aspas aí, porque é uma citação não temos chance contra isso fecha aspas diz o CEO da Honda que foi para a China e voltou sem ilusões
Então vamos lá. A visita do CEO da Honda, Toshihiro Mibi, a uma fábrica totalmente automatizada em Xangai, deixou claro para ele o tamanho da desvantagem competitiva das montadoras japonesas frente às chinesas. A planta que produz peça para Honda e Tesla sem nenhum trabalhador humano no chão de fábrica simboliza a eficiência e o baixo custo que as empresas chinesas alcançaram.
Esse contraste ajuda a explicar a queda drástica das vendas da Honda na China, que despencaram de 1,62 milhão de unidades em 2020 para cerca de 640 mil em 2025, com nova queda prevista para 2026. O problema mais grave não é apenas o preço, mas a velocidade de desenvolvimento.
A Honda leva o dobro do tempo para lançar um novo modelo em comparação com concorrentes chinesas. A empresa cancelou diversos projetos de veículos elétricos, incluindo os conceitos SUV e Zero Sedan. Além da parceria com a Sony na marca Afila, acumulando previsões...
de perdas bilionárias. Outras montadoras tradicionais compartilham a mesma preocupação. Líderes da Ford e da Toyota alertam que, se nada mudar, a indústria japonesa pode não sobreviver à nova dinâmica global. Diante desse cenário, Mibi retornou ao Japão e convocou fornecedores para acelerar mudanças internas. A Honda está reorganizando sua divisão de pesquisa e desenvolvimento.
devolvendo autonomia aos engenheiros. Estratégia que remete ao período de maior inovação da empresa nos anos 70. A dúvida é se essa volta às origens, entre aspas, será suficiente para enfrentar concorrentes que operam com uma combinação de escala, automoção e rapidez que redefine o ritmo da indústria automotiva mundial. Assim, já adianto, não é suficiente. Até porque para eles voltarem... Não é suficiente.
Não, lógico que não. Até porque, assim, eles vão voltar a dar autonomia para os engenheiros. A galera vai começar a desenvolver para evoluir. Deixa eu contar um negócio para vocês. A China evoluiu nos últimos 20 anos. Exato, que acordou assim. Não é do dia para a noite que essa parada desenvolve. E a China tem uma coisa que nenhum outro país tem, que é chamado logística. A logística da China é algo fora desse mundo, cara. Fora desse mundo. Porque o país é estruturado para funcionar. Exato.
Outra coisa também, você consegue subsídios e financiamentos de uma forma muito mais barata na China, porque os bancos na China são públicos, coisa que não é aqui. Não tem como você competir contra isso. O CEO da Honda entendeu isso e ele disse, são palavras dele isso daí, não temos chance contra isso, isso são as palavras do CEO da Honda.
Se eu não estiver enganado, a China já é hoje a líder no mercado automobilístico, galera. No elétrico, se eu não me engano, já é. Eu não sei se já é em tudo, mas no elétrico é. Eu tinha visto alguma parada que se não é em tudo, já tá ali próximo. Já tá encaminhando, mas com certeza. Então assim, vocês entendem o nível da parada. Vocês lembram do Elon Rino, da BID?
Pois é, cara. Lembra. Isso é recente. É bem recente. E outra, não é nem só a questão da velocidade que eles colocaram ali também, velocidade de desenvolvimento. Quando é lançado, geralmente o preço é tipo 3 vezes menos, cara. Você paga muito mais barato.
Pela logística deles, né? Ele é mais barato pela logística, principalmente. E que nem o cara falou, o custo de produção é baixo. Muito. O custo de produção é baixíssimo. E de distribuição. É, exato. É muito baixo. Exato. Então, assim...
E se você pega um veículo chinês hoje, a qualidade é muito absurda de superior. Você tem tecnologias embutidas ali que são muito absurdos, cara. E aí você vai ver, paga muito mais barato ainda nisso. Cara, você viu a última tecnologia de reabastecimento de carro elétrico da China? Não. Não? Reabastece em cinco minutos.
Carro elétrico 5 minutos 5 minutos Caralho, velho Isso é um outro ponto importante falar Porque muita gente entende que A Honda tá levando 2 vezes mais De tempo pra produzir Só que aí, se demorou mais A qualidade é maior, nem sempre, galera Em algumas questões Aí sim
Isso funciona, vamos falar um jogo de videogame, um filme, uma série, às vezes um tempo maior de produção, realmente traz um produto melhor porque você refina. Não é o caso. Até porque a gente tá falando da qualidade dos carros elétricos. A gente tá falando de um produto que ele é um aglomerado de tecnologias que entram ali, né? E são tecnologias que quem domina? A China, cara, também. Como é que você compete contra isso, cara?
Você não tem vantagem de custo, você não tem de conhecimento, você não tem de logística, você não tem absolutamente nada. E como uma ala aí das pessoas costumam colocar sempre em pauta a questão da produtividade, colocar assim...
Eu atualmente estou trabalhando em fábrica, certo? Que é uma empresa automobilística. Não vou dar nomes porque eu não sou maluco, não quero ser processado, certo? Mas assim, as máquinas, elas colocam, as máquinas têm um monitor que mostra em questão de produtividade ali o que está sendo feito, certo? As máquinas param tanto que tem dia que dá 40% de produtividade, 30% só. Nossa!
Ou seja, durante o dia, durante aquelas 8 horas de trabalho, a máquina tá 60, 70% do tempo parado tentando resolver BO, de coisa que quebrou, saca? Ou de coisas que não tão conseguindo ajustar, porque apesar de precisar, de serem peças que exigem precisão, muita coisa resolvida é ajustada manualmente.
Entenda isso como no martelo. Como é que você vai conseguir precisão de milímetros no martelo? É lógico que a máquina vai ficar parada durante muito tempo. É lógico. E como é que você vai competir contra a China dessa forma? Não é só questão de mão de obra. Saca? É questão de tecnologia também. O Japão ficou parado no tempo, cara.
Isso foi falado várias vezes por várias pessoas, não as que romantizam o Japão. As que romantizam o Japão sempre colocam o Japão lá no alto. E aí lembra quando eu falei lá no começo do episódio que o problema maior de você romantizar é não reconhecer os problemas e não reconhecendo os problemas, você não resolve os problemas?
Tinha pessoas que colocavam isso e falavam, pô, o Japão tá parado no tempo, tem que resolver esse problema. Mas a pessoa sempre fala, ah, se não tá satisfeita com o Japão, por que não vai embora? Ah, vem morar no Brasil então. Pô, pessoal, e aí o problema não é resolvido, o problema nem sequer é reconhecido. E agora, olha a água batendo na bunda. E a água pra caceta.
E ainda demorou, tá? E ainda demorou. Que isso... Foi se contornando isso... Na verdade, não sei se foi se contornando ou se nunca teve alguém no nível da China pra fazer água bater na bunda. Porque agora ficou escancarado. O que era... Ah, não, mas não é assim, não é assim. Agora ficou escancarado. É assim, sim. É, exato. É foda. Lembrando também que a principal indústria do Japão é automobilística. Sim.
Ou seja, vai somando, vai somando. Os carros japoneses têm muita fama aqui no Brasil. Ah, caralho. Tem, tem fama pra caramba, por enquanto. É pior que eu ainda... Eu sou tão apaixonadinha pela Nissan. Pelo amor de Deus, gente, salva minha Nissan. É porque o carro... Uma boa notícia pra quem gosta de esportivos é que a Nissan tá voltando com um modelo que é muito apreciado por brasileiros aí, que é o Skyline. Ó!
Mentira! O novo Skyline tá sendo inspirado no antigo modelo de 1994, que todo mundo gostava. Caralho! A Nissan, eu sou meio caderninha dela pelo seguinte, a manutenção dela você vai fazer o mínimo
Porque você não precisa preocupar a real. E qualquer mecânico que já mexeu em algum carro na humanidade, ele consegue mexer no Nissan. É impressionante. A Nissan é muito boa disso. Eu falo que minha mãe tem um desde 2014 que ela tá com ele. Até hoje ela trocou aquela paradinha do porta-mala. Aquele bico que trava ali. Aquilo ali foi o que deu de desgaste. O resto é só desgaste comum. A única coisa que estragou de verdade foi aquilo.
Deu desgaste numa peça que você consegue imprimir numa impressora 3D. Exatamente, exatamente. Então, a tampinha do reservatório do radiador dele tava difícil de achar que em BH. Os meninos estavam usando tampa do Gatorade. Sim, é a mesma medida, certinho. A tampa do Gatorade. E segura ali. Então, assim, eu... Por favor, Japão. Além do principal. Pessoas, vidas e tal.
Não, mas o ponto todo é esse. Não tem a minha Nissan de pé. Os carros japoneses, eles são realmente maravilhosos. Você tem o Honda. Falando até em questão da... Que eu falei que eu tô trabalhando numa empresa japonesa, desse porte e tal. A questão da qualidade é incontestável. A máquina para durante tanto tempo assim, porque eles não operam enquanto a peça não estiver perfeita.
Isso é foda. Quando a máquina estiver sendo feita perfeitamente, aí eles soltam. O que entrou em questão aqui não foi a questão da qualidade do que eles fazem aqui. A gente sabe, a gente está com medo de não ter mais fábrica que eles querem assim. Mas exatamente, mas não vai ter mais fábrica que as vezes acontece. Exatamente. Exatamente.
o que é desesperador também porque você vai vendo os funcionários lá e os caras já com a mão na cabeça caralho a máquina para, mano, dá até dó dos caras a máquina para, que os caras são gente boa tá ligado, você vê até o eu olho pro operador da máquina que eu trabalho ali, quando dá o pau na máquina, o cara já faz assim já ele bate na mesa, sempre assim
Porque a máquina para, mano. A máquina vai parar sozinha. E ele para, ele sabe que ele vai ter que ir lá e fazer tudo de novo. Fazer os negócios apertando. Eu fico com dó do cara, mano. De verdade, eu fico com dó do cara, mano. E é um japa de gente boa pra caralho, mano. É um cara muito de gente boa, aquele cara lá. Eu acho ele firmeza.
Mas o meu ponto era justamente, a gente sabe a qualidade dos carros japoneses. Tanto é que Nissan é uma marca incontestável. Eu tenho um vizinho que ele tem um Nissan desde... Gente, eu não tô brincando. Eu não lembro o modelo do Nissan que ele tem. Mas desde que eu me entendo por gente que ele tem aquele mesmo Nissan. Nem era famoso, ele comprou com a... É, exatamente. Ele tem aquele Nissan, era o carro principal dele. Cheguei quando não era modinha.
ele tinha aquele Nissan e um Fusca de colecionador que ele tem até hoje, placa preta. Então, tipo assim, ele tem aquele Nissan e esse Fusca pra placa preta. Quem sabe, quem tem de cara? Que cor é o Fusca? Hã? Que cor é o Fusca? Só pra eu saber se é uma pessoa maléfica. Ah, não, uma pessoa tão maléfica assim, tá entendido. Não, não é o azul, não é o azul. Eu já ia bater nele só pela versão. Não é o azul, é. Eu já tava aqui, eu tô pegando o tapa.
Ele é laranja. E fora o Fusca, que é o carro de contato. Você sabe que o sonho da minha vida é ter um Fusca azul só pelo caos.
só. É maravilhoso. Esses dias a gente tava num boteco, foi o dia da minha despedida de solteiro, a gente no boteco conversando, passou um fuscazo. Cara, a despedida virou qualquer coisa. Porque quando saiu todo mundo... Quem tem um fuscazo sabe o que tem na mão. Sabe o que tem na mão.
Esse dia eu tava vendo um vídeo do cara, ele gravou ele passando pelas ruas com o fusca azul dele. Ele foi febrado igual o Google Street View, tá ligado? O cara sabe tanto da merda que dá que ele tava gravando, tá vendo? Isso aqui é uma notícia boa. A galera de 10, 12 anos se batendo. Ou seja, tá sendo ensinada essa tradição maravilhosa. Quase não existe mais...
azul. Essa tradição, ela não é ensinada. É que pode ter certeza que esse moleque já recebeu um tapa na nuca quando passa um fusca azul. Com certeza. E de um adulto. E de um adulto. Foi ensinado, nem que seja no trauma, mas foi. Alguém passou pra frente. Exatamente.
Então assim, a questão toda, até porque a Nissan é uma marca incontestável, a Honda, quem geralmente compra um Honda, só troca por outro Honda, a galera mantém. Não, meu pai é um desse, meu pai a vida inteira comprando GM e Volkswagen. Comprou um Honda, não troca mais, ele só troca por outro Honda agora, e ele entrou no looping do Honda, ele não larga nem fodendo. Só que, quando você fala em popularidade hoje, pelo menos aqui no Brasil,
O que você escuta muito a galera falar hoje, Elogiar? O BID. O BID, velho. O BID é o novo negócio do momento. Por quê? Eu não quero nem mais um celular da Xiaomi. Eu quero o carro da Xiaomi, cara.
É, exatamente, entendeu? É isso. Porque que nem, a galera fala, a economia com combustível, a qualidade do carro, você não tem BO com ele. E agora você recarrega o carro em cinco minutos. Não tem nem a demora de recarrega. Entendeu? Nem meu celular recarrega nesse tempo.
Exatamente. Exato, eu não consigo nem recarregar meu celular, que é pequenininho, mano. Imagina uma... E outra coisa, muito dos BOs que você tinha com o carro, com os carros tradicionais, com os carros a combustão, o problema era por ser de combustão. Você ainda eliminou os problemas que a combustão gera. O carro a combustão é basicamente uma explosão controlada. Exato, exato. Ele é uma bomba que está sendo conduzida ali, ó. É uma bomba que está explodindo não sei quantas vezes por segundo num espaço pequeno dentro do seu carro. Não!
Sabe aquele ditado, água mola em pedra dura, tanto bate até que fura? Você pode substituir as explosões pela água aí, porque é o que acontece no seu carro, mano. Exato. Exatamente isso. Então, assim, mesmo que os caras mantenham um nível, um padrão altíssimo de qualidade, você não consegue brigar com evolução, gente. Não dá pra brigar com evolução. Evolução é evolução.
É, é, é, papo de, de, de, as coisas, como é que é? É, foram ficando os fracos no carro, os fracos assim, né, que, os que não evoluíram no caminho, é a mesma coisa. Johnny, Johnny, Johnny, os carros elétricos na China, cada banco do carro, cada banco do carro tem massagem, vai tomar no cu, mano. Aí, bicho. Vai tomar no cu, mano. Em cada banco, em cada banco, você aperta o botãozinho lá e fica a massagem, na tua nuca.
Porra, você tá maluco. Daqui a pouco o carro elétrico vai vir com aquela... O vaso sanitário que limpa seu cu e os caralhos. Porra, só falta isso dentro do carro. É, se você sair do carro pra quê? Aliás, essa parte é uma parte excelente do Japão. Deixar bem claro. E volta o melhor do mundo. Entendeu? É só isso que falta. Só isso que falta. É, pode importar tecnologia.
O Japão vai mudar o ramo de exportação. Pode escrever. Puta, mano. Ó, pensa... Vamos falar agora pelo lado positivo. O shockwave das desgraças aleatórias acaba aqui. Agora vamos para... Agora me dá o urso, que eu tô esperando. Cadê o urso?
Não, esse daqui é primeiro de comemoração. Eu tive que trazer essa comemoração. Aniversário de 40 anos. Do quê? Do quê? Cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direito, BA.
Eu sei, esse código me veio o nome Konami na cabeça, mas eu não consigo lembrar o jogo. É o código Konami, porque é o código Konami. Não, não tem o jogo, esse código Konami tem vários jogos da Konami. Ah, tá, eu lembrava dele de algum jogo específico que eu usava isso. Aniversário de 40 anos, então vamos lá. Tem um artigo, inclusive, que saiu celebrando os 40 anos do famoso Konami Code. Corte rápido, corte rápido. Esses dias eu mandei esse código em algum grupo que a gente tá, que alguém falou alguma coisa, eu mandei cima, cima, baixo, baixo, esquerda, esquerda.
Aí alguém mandou L1, L2, aí eu falei, é, tipo, dá pra emendar, mas... Foi!
Vai, prossiga. A sequência de botões em cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direita, que surgiu por acidente na versão de Gradius para Famicom em 1986 e se tornou um dos códigos de trapaça mais icônicos da história dos videogames. Um dos não, é o mais, né? A Konami lançou uma página comemorativa dentro do projeto Project Zircon, sua plataforma Web3 em desenvolvimento, e também colocou à venda camisetas temáticas impressas sob demanda e também colocou a venda camisetas.
Com a personagem Namichan, conhecida como The Konami Maniac, que aparece aí em algumas dessas peças e participa das comemorações por meio de um mangá especial. Foi tipo, comemoração mesmo, cara. 40 anos do Konami Code. Isso daí me traz também a lembrança constante de que puta que pariu, eu tô velho, mano. Muito, muito. Se você reconheceu o código antes de...
Compre um salão, mas a sua lombar está doendo. Por favor, porque, bicho... Porra, você tá velho pra caralho. 40 anos. 40 anos. 40 fucking anos. Eu acho que nesse grupo que eu mandei ainda, alguém ainda falou, se mandar essa, o juiz vira o cachorro. O cachorro saca o cartão amarelo. Foi no Didi Brano, né? Foi. O cachorro vai sacar o cartão amarelo. O negócio assim, eu falei, caralho, é isso?
bicho, porra caralho, velho 40 anos já, mano aqui, no final desse artigo aqui, tá falando inclusive o que eu tinha te falado, né o autor comenta que embora o código seja mais associado ao Gradius no Japão, muitos jogadores ocidentais o lembram principalmente por Contra onde concedia 30 vidas extras caralho, porra isso é muito bom, velho
Mas ainda, além do Contra, eu acho que era um desses Superstar Soccer. Ah, deve ter tido. A Konami usou em mais de alguns jogos aí. Em muitos jogos, em mais de alguns. Pô, que perfeição, cara. Porra, que comemoração boa. Que felicidade saber que o código Konami ia celebrar desse jeito, cara. O código Konami representa... Não é nenhuma geração, representa gerações, cara.
Ele merece, ele merece ser lembrado aí com os 40 anos. Não, pra caralho. Pra caralho, muito foda. A ponto de terem feito merchandising, né, cara? Sim. Camisetas e tudo mais. Essa parte eu não esperava, de verdade. Essa parte eu não esperava. Que tivesse um merchandising. Muito foda, muito foda.
Será que ainda tem algum jogo atual da Konami que tenha o código? Pior que eu, se eu não me engano, eu vi não há muito tempo alguma coisa relacionada ao Konami Code. Eu acho que era num jogo recente. Mas aí eu não vou falar com certeza, não. Mas pode ser uma lembrança falsa? Que eu tenha tido de alguma coisa que eu passei os olhos vendo a notícia? Pode ser. Mas eu acho que tá mais pro porra, isso aconteceu mesmo, do que pra não, saca?
Sim, sei, foda. Bom, é o Konami Koso, mano. É o Konami Koso mais famoso. Que eles atualizaram, em vez do BA, era L1, L2, R1, R2. Não tinha uma parada assim? Que teve algum jogo... Ah, eu não sei. Teve algum jogo que... Não porque o controle do Playstation, por exemplo, não tem... Não tem a BA, exato. E eu acho que ele entrou L1, L2, R1, R2. Saquei, saquei. Eu acho que teve algum jogo que teve esse rolê de atualização. Se era da Konami, faz sentido.
Faz sentido. É, eu acho que era isso. Era algum bagulho que teve atualização e tal.
Enfim, pô, muito foda, muito foda. Vamos pra próxima? Bora. A próxima também tem a ver com videogame, hein, mano? Gosto. Teis jogaram Final Fantasy VII. Eu joguei muito. Ótimo. O bar Seventh Heaven, o bar da Tifa de Final Fantasy VII, vai abrir uma unidade em Tóquio. Caralho, que foda. Foda, né, cara? Que muito louco, velho.
Pois é. Ganhará uma versão real em Tóquio por tempo limitado. A iniciativa é uma parceria entre a Square Enix e a Asahi Beer, que é uma marca de cerveja muito famosa aqui no Japão, que transformará o espaço em Lemon's Heaven, criando o visual rústico e acolhedor do bar administrado por Tifa no jogo. O local terá cerca de 60 lugares e ficará instalado na área externa do complexo Oropong Hills. Então já tem até o local aí. Porra, é um lugar caro pra caralho, hein, mano?
E com essa referência vai ficar mais cara ainda, porra. Ainda é a toque eles estão de temporada então mesmo, só um bobo. E o bar no jogo, imagina o bar do Afonso, mesmo rolê. Será que vai ter máquinas de pinball lá dentro? Tem que ter, tem que ter. Ai, isso é o mínimo, se eu tenho, uai. É, uai. É possível? Eu revoltado, eu nem vi o bar. Era um balcão, cadeira aqui, cadeira aqui, um pinball, um jukebox.
É, só que o pinball, não sei se você lembra, o pinball, ele era um elevador que ia pra sala secreta da avalanche, né? Tem que ter um elevadorzinho ali, mano. Tem que ter um elevadorzinho ali. O pinball é um elevador escondido. Tem que ter um pinballzinho lá, velho. E o pinball tem que...
Se o pinball tiver uma aberturazinha ainda pra galera, tipo, qualquer subsolo, porra, seria muito foda, tá ligado? Seria, seria, mano, seria fantástico. Seria fantástico. Eu acho que deveriam fazer isso. Pra caralho. Não acho que vão fazer, porque, porra, pra um bar temporário ter que abrir o subsolo ali pra fazer, eu acho que não vão fazer, tá ligado? Mas se fizesse, seria muito foda.
Não, pra caralho. E você não precisa nem fazer um mecanismo pra arrastar o pinball nem nada. Só põe uma portinha no chão. Uma escada do lado do pinball que já é suficiente. É legal. Já é bom pra caralho. Pra quem tá aqui no Japão, é com urgência aí, porque a experiência funcionará apenas entre 29 de abril e 3 de maio.
Com horários variando conforme o dia. Cara, é muito curto. É muito curto. É muito curto. Aliás, peraí, deixa eu até abrir o calendário aqui. Porque esse episódio vai ao ar no dia 2. Então, a pessoa que tá ouvindo esse episódio aqui está no Japão. Você tem muito poucos dias pra ir lá. Então, por favor, corram. Hoje é amanhã, basicamente.
Aproveita enquanto você tá ouvindo a gente Já vai tomar um banho, já vai pegando sua roupa Já vai organizando, entendeu? Pesquisa direitinho O horário de funcionamento, na verdade, primeiro Vai não dar merda, mas já vai deixando a roupinha No jeito, separa, dá uma pesquisada Aí no menu, pra você ver Se vai ser igual, pra você ver o que você vai comer lá E já vai se organizando e já vai E se tiver uma buzzword aí Se o menu for uma bosta, vai lá pra tirar foto, cara Porque é o bar da Tifa, não tem erro
Se for cosplayer, tiver uma Buster Sword, leva. Vai com ela. Se tiver uma Buster Sword, aproveita e compra bastante salompas aí, cara. Que puta que pariu. Justo.
E pra carregar uma Buster Sword nas costas não é mole não, cara. Bom ponto, bom ponto. É, muito bom. Pô, olha a hora que eu resolvo ter me mudado de Tóquio, né, cara? Que pariu. É a melhor hora, mas tem os seus percalços, né, velho? Não adianta, é foda. Tem os seus percalços, exatamente. Sem jeito. Bom, bora pra próxima, né? Bora pra próxima. Bora. Essa próxima deveria estar no desgraça aleatória? Deveria, mas ela é curiosa o suficiente pra estar aqui. Meu Deus. Vamos lá. Vocês já ouviram falar em friendflation?
Eu não consegui nem entender o que você... Fred, o quê? Friendflation. Não? Beleza. A economia japonesa segue enfraquecida, com salários estagnados e inflação correndo o poder de compra. Como resultado, muitos jovens estão cortando gastos, inclusive reduzindo o número de amizades que conseguem manter financeiramente.
Esse fenômeno ganhou o nome de Fure Fure Game Show, ou Friendflation, que descreve a prática de evitar amigos cujo custo-benefício, entre aspas aí, é considerado baixo, especialmente quando diferenças de renda tornam encontros sociais caros demais. Alguns jovens até usam o termo Songiri, corte de perdas, emprestado do mercado financeiro para justificar o afastamento, mano.
Caralho, gourmetizar o U não dá pra... Não dá, galera. Gourmetizar o U não dá pra... Gourmetizar o U vamos marcar. Vamos marcar. Gourmetizar o U vamos marcar. Gourmetizar o U é uma parada. Caralho. Então, a gente... Então, vamos trazer essa novidade pra essa galera que, pelo visto, o mundo é novo pra isso. Então, gente, a gente faz isso.
Desde que a gente fez 18 anos e passou a pagar a conta. A gente sempre fez isso. Aí, assim, vai do que você considera. Tem amigos aí que você não consegue ver sempre, porque os rolês são mais caros e vale a pena vocês conversarem e administrarem o rolê. Mudar o tipo de rolê. E se é uma vez a cada seis meses, se não, uma vez por ano. Ou vocês estão aproveitando a deixa pra ficar livre dos pés no saco. Porque se for, apoio.
É, aí também. De resto, dá pra administrar. Porque tem muita gente que a gente faz isso, a gente administra. É um rolê que você faz em casa, é um rolê que eu sei que é muito cultural nosso, né? Mas no geral é, se for uma deixa e uma desculpa com nome legal pra poder dar linha nos pés no saco, apoio vocês pra cá.
Não, você que é velho e é de São Paulo, você vai entender. Você que é da Zona Leste, você não ia sair com a galera que estava lá na Vila Olímpia. Você ia sair com a galera que estava aqui no Nação Tantã, que estava saindo ali no Luau Rock Bar, sabe? Você vai pegar a galera que estava mais ali na Zona Leste.
Você vai pro lugar que você consegue bancar, né, cara? Exatamente. Acho justo, acho justo. Nesse ponto, acho justo. Você vai pegar uma galera que vai... Porra, como é que era o... É que isso não se aplica aqui no Japão, porque o Japão ainda é um país que não tem muito problema de diferenças sociais, né?
as diferenças sociais aqui não são tão grandes porém isso tem aumentado inclusive talvez seja por isso que tenha vindo esse song iria aí esse choque pra eles né é uma novidade muito grande você pode pagar uma glacial enquanto o seu amigo compra três tonelzinhos de Heineken é que eles ainda não aprenderam a frase vamos marcar exatamente
Mas eu vou marcar, é uma beleza, cara. É uma beleza. Eu vou marcar no sabor. Você tem os brother que quer tomar Malbec em algum lugar enquanto você pode pagar um... Como é que é o vinho de... Garrafa de plástico lá? Cantina das Trevas. Cantina das Trevas. Porra! Nossa Senhora, velho!
Ah, por isso que é uma política do... Aqui no Brasil ficou conhecido como churrasco americano, né? Sim. Que era a política do vamos fazer um rolê lá em casa. Cada um leva uma coisa. Cada um leva uma coisa. É um piquení. É. Um paga carne, o outro paga cerveja, o outro paga refrigerante. Cada um pacotinho um pouquinho do seu. Você não traz um quilo de carne. Você traz 300 gramas de carne. É, exatamente. Você traz e você vai comer. Você vai consumir. E aí, vai todo mundo trazer um pouquinho do seu.
Totalmente por aqui só ia funcionar o... Porra, cada um traz seu nigiri aí, porque o negócio tá foda, mano. Tem esse ponto também, é verdade, é verdade. Cada um com seu próprio capilame, tá ligado? É, aí fica complicado. Aí fica complicado realmente. Ai, que puta. Caralho, você fala que o capilame deu um... Eu quase soltei o vídeo do cara que tá comendo cup noodles. Segue o baile, vamos pra próxima. Próximo, vamos pra próxima. Aliás...
Antes de mais nada aí, falando da próxima notícia, pros macacos que estiverem ouvindo aí esse podcast, quero deixar claro aí que eu não compactuo com o governo japonês e que a gente é contra qualquer posição aí do governo japonês em relação a vocês. Já deu o recado pros macacos, não nos ataquem, por favor.
Político japonês preso sob acusação de aceitar subornos pra reduzir o número de macacos em parques. Ah, nem fudendo. Quem perdeu a temporada de macacos aqui no Dropzilla, né? Então não sabe... Dropzilla é igual o ano novo chinês. A gente já saiu do macaco, foi pro urso, agora a gente tá voltando pro macaco. É, é por aí.
Na temporada dos macacos, os macacos estavam tacando terror aqui no Japão. Estavam tacando terror mesmo, assim, né? Teve o caso dos macacos que atacaram a cidade, a mulher chamou ajuda e o bombeiro acertou o dardo de tranquilizante na pessoa que chamou, né? Você teve os macacos que estavam atacando os caras em terra. A pessoa foi pro mar pra fugir na praia e aí levou uma mordida de um golfinho, né?
Então, vocês já sabem que o macaco e os golfinhos estão juntos, estão fechados nés. Então, como vocês já sabem, os macacos tacaram o terror aqui no Japão durante uma época. Agora a gente está na temporada de urso, né? Porém, aconteceu esse problema agora aí. Vamos lá. A polícia da província de Shimane prendeu Kiyoshinata, vereador da cidade de Yonago, acusado de aceitar um milhão de... Porra, um milhão de hênios não é nada.
em suborno para pressionar o governo local a reduzir o número de macacos no Parque Minatoyama. O pagamento teria sido feito por um representante da empresa responsável pela administração do parque, que queria diminuir custos de manutenção do habitat dos animais. Após o suposto suborno, Inata passou a defender repetidamente em exceções do Conselho a redução da população de macacos e até o fechamento do habitat.
O parque é administrado por uma empresa terceirizada que cuida de jardins, área de lazer e do recinto dos macacos. Desde 2024, quando o suborno teria ocorrido, o número de animais caiu de cerca de 50 para 37. E houve três incidentes de fuga de macacos. A polícia investiga se a gestão do parque pode ter sido negligente.
negligente de propósito para reforçar o argumento de que o habitat deveria ser encerrado. Embora a redução da população de macacos possa ser discutida por motivos financeiros ou de bem-estar animal, o caso levanta suspeitas sobre motivações ilegais e manipulação de políticas públicas.
A matéria destaca que decisões sobre o futuro dos animais devem ser tomadas com transparência e foco no bem-estar deles, não em interesses financeiros obtidos por meios de pagamentos clandestinos. Já deixando o recado aí para os três que fugiram, que provavelmente estão em liberdade e ouvindo alguma coisa aí, nós não compactuamos com isso, a gente está do lado de vocês. Jamais. Só para deixar claro aqui. Inclusive, continue tocando o terror que essa galera merece.
Só se protejam Se protejam, mas toquem o teu olho Velho, que absurdo O foda é falar Vamos levantar a investigação Pra confirmar alguma suspeita Suspeita? Porra, o bagulho é nítido Vocês só precisam achar a prova Vocês só precisam ligar um ponto no outro Porque assim Já tem até o valor, né, cara? Pra saber o valor, você já imagina Até onde já não chegou pra esses caras Impressionante Que loucura, velho Caraca, gente E aí
Foi só pra ter a nossa notícia de animal aqui no Japão Aleatório, que a gente precisa ter. Tem uma cota. Tem uma cota que entra aqui. Fico triste de não ser um urso, mas... A próxima tem que ser alguém, algum desses cacacos jogando bosta na cara desse fia da puta. Você vai se deliciar com os Japões Aleatórios antigos.
O macaco tacou terror aqui nessa terra, cara. O macaco tacou terror. Já teve macaco tacando terror. A gente estava na temporada de urso. Já teve... Essa notícia é velha. Eu não sei se foi noticiada aqui. Do porco que bebeu e ficou muito louco e começou a causar confusão na cidade. Teve um porco que... Será que foi? Não lembro. Talvez tenha sido. Não, foi um porco mesmo. Teve um porco que bebeu cerveja e ficou muito louco e começou a caçar...
fazer uma parte de merda na cidade, foi preso. Tem a foto dele na viatura, sentadinho. Isso é época de, porra, outro podcast que eu fazia. Ah, então não foi aqui. Isso é velho pra caralho. Ah, não, aqui eu acho que não chegou a ser noticiado não, porque isso é muito velho. Ó, o lance dos ursos tacando terror aqui, pra Thaís ter uma ideia, assim, o negócio foi tão... Eles tacaram tanto terror...
Que teve um caso de uma mulher que foi parada na rua pra ser questionada e tal, porque confundiram ela com um urso. Ela tava com uma blusa, com uma touca, com duas orelhinhas de urso na beira da estrada fumando, tá ligado? E aí, acharam que era um urso, mano. Ligaram pra segurança, os caralho a quatro. Mais uma que tomou tranquilizante por causa de outro bicho. Pode crer.
Aleatoriamente. Minha vida inteira. Ai, o Japão é muito bom, velho. Vai tomando coisa. Muita qualidade. Pra caralho. Porra. Já que a gente tá falando de cotas, né? Vamos pra próxima aqui, que tem a cota também de... coisas bizarras que roubam aqui no Japão, né?
Lá vai. Praticamente está vindo toda semana um. Já roubaram borrachinha de tampa de privada. Já roubaram várias coisas. Os envelopes que pegaram para vender depois nas lojas online e tudo mais. Agora vamos para a próxima. Quadrilha rouba centenas de medidores de água. É isso.
O que? Medidores de água. O reloginho? Aquele reloginho? O reloginho, é. Vai, só vai. Só vamos.
Ai, meu Deus. A província de Caragaua enfrenta uma onda crescente, é uma onda crescente ainda, de furtos de hidrômetros, com 455 unidades roubadas até 17 de abril, o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior. Ou seja, nos outros anos já tinha esse absurdo também.
Tem o porquê, tem o porquê, tem o porquê. Os medidores feitos de liga de bronze são visados por quadrilhas que lucram com a revenda do cobre, cujo preço disparou no mercado internacional. Em alguns casos, como em Yokohama, até 70 hidrômetros foram levados de um único prédio em apenas uma semana.
Por foda-se é de prédio. Fala que é de prédio que tava armazenado, não que saiu arrancando do prédio dos outros, pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus, não. É, exatamente.
Bem-vindo ao Jephó Neto. Na verdade, na verdade, vamos lá. Os purtos se concentram em imóveis desocupados. Eu gosto de dar essas pausas porque a gente vai fantasiando o negócio pra caramba. Eu já imaginei a rua lá, vada de água. A gente com jeito tudo absurdos aqui. E essa é a graça. Aí depois rolando o imóvel e falei, e aí, cudeu.
Os furtos se concentram em imóveis desocupados identificados pela ausência de placa nas caixas do correio ou lácte de correspondência. Cidades como Yokosuka, Hiratsuka e Odawara também registraram dezenas de casos, incluindo episódios em que mais de 20 apartamentos foram atingidos no mesmo dia.
A polícia acredita que os criminosos atuam de forma organizada, aproveitando a vulnerabilidade desses locais. Diante da escalada, os municípios estudam medidas emergenciais para conter os roubos. Entre as propostas estão a remoção preventiva de hidrômetros em imóveis vazios e a instalação de dispositivos antifurto.
As autoridades alertam que a continuidade desses crimes pode afetar o abastecimento e gerar custos elevados para moradores e administrações locais, reforçando a necessidade de ações rápidas e coordenadas. Eles deram uma exageradinha pra assustar a galera e resolver o negócio? Deram, mas traz problema de fato, assim. Traz pra caralho. Não é o problema que eles falaram.
Mas traz uma série de BO E que vai acabar caindo no bolso de quem paga Sempre Sempre do consumidor Vai ter superfaturamento Pro hidrômetro novo? Vai ter É assim que acontece É um BOzão, mas É
Caralho, cara, eu quero... Porra, não pode ser, velho. Eu já falei aqui alguma vez. Alguém tá construindo um Gundam muito esquisito, velho. Porque o tanto de coisa que a gente já viu ser roubada aqui... Alguém tá fazendo alguma parada muito estranha, velho. Porque saco de gelo... O saco de gelo, os envelopes... Teve um que a gente viu que era os pininhos... Era pininho do quê que a gente viu que a galera tava roubando? Que era um pininho que fechava alguma parada. Não lembro, velho.
Caralho, eu também não tô lembrando. Vai falando tanta coisa bizarra que roubaram, cara. É, então. Tem algum pininho de alguma coisa que a gente noticiou. E vários dessas, porque ninguém descobriu por que que estavam fazendo isso. Exatamente. Esse é o ponto. Porque o do envelope ainda acharam a venda depois e tal. Mas teve um monte que não tinha. Por quê, mano? Entendeu? Não faz sentido, mano.
Não tem porquê. Vai vir em algum momento vai surgir uma junção que não é possível, velho. Olha, eu não acredito que possa vir uma explicação posteriormente. A gente tem o caso do maluco que entrou pelado na...
no combine, comprou uma cueca, saiu da loja de conveniência, roubou um capacete, uma scooter, rodou a cidade, voltou na mesma madrugada ainda vestindo só aquela cueca e foi preso. Até hoje a gente não descobriu o porquê que aconteceu aquilo lá e da onde veio. Porém, a gente tem a história oficial, que é a história que nós inventamos. E vai ser oficial nos nossos corações pra sempre.
Diante disso, eu digo Eu não acho que vai ter resposta Eu não faço ideia Não, teve um cara que pegou um pote De uma prateleira, mijou dentro da prateleira E colocou no mercado pra vender E alguém comprou um pote mijado Ah, é verdade, teve o chá Teve o chá Era um pote de chá, o cara pegou Esvaziou, mijou e devolveu Pra alguém comprar Felia, galera
O nome disso é parafilia. Não tem outra parada pra falar que é isso, não. Pois é, é doideira, sabe? Tem que ser ver. Tá rolando um round 6 no Japão bizarro que a gente não sabe. Na verdade, entra no server do Discord aí que vocês vão achar. Já vi o Discord essas porras. Tem a chance, tem a chance. Acabou, acabou. Acabou, acabou. Acabou, acabou. Thaís, desculpa.
Primeiramente, obrigada. Segundamente, eu que peço desculpas porque muitas vezes eu fui não tiver capacidade de expressar qualquer reação. É assim que você começa, né, Jopalão? Depois de um tempo... Depois de um tempo eu tô internada. Me manda pro André Luiz.
Pra quem não sabe, um hospital fica no horizonte. A gente tá anestesiado de tal forma que a gente só ri. A gente só ri, exato. A gente tava rindo de desgraça, de tanto que a gente tá anestesiado, a gente tava rindo de desgraça pra caralho. Eu sou um pouco mais visceral que isso. Provavelmente eu vou pro André Luiz. Mas tá tudo bem. Tá tudo bem. Eu tenho um plano de saúde. Tá tudo bem. Tá tranquilo. Porra, e é, Brasil ainda tem a vantagem de ter o SUS. A gente não tem por aqui, cara.
Tem, e a equipe de casa tem uma UPA maravilhosa. Muito boa, muito boa mesmo. Qualquer coisa ocorra ali. O CAPS é ali perto. Viva o SUS. O CAPS ali, entendeu? Viva o SUS. Onde a gente tá aqui, tá maravilhosa. E se é onde você tá, não é? Por favor, ao invés de brigar contra o SUS, briga contra quem atrapalha o SUS. Porque o problema não é ele. Acho justo, acho justo. E aqui eu tenho medo de ir no médico com o problema no joelho esquerdo, eles arrancarem a minha perna direita quando acordar da anestesia.
Se eles deram, é anestesia, né? A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A A
Esse é o ponto Tem alguns países Fora daqui Que o nível da medicina Eu acho que na Alemanha também O nível da medicina Pra algumas coisas é bizarro Da dificuldade do entendimento De tratar algumas coisas Que eles começaram a contratar Inclusive muita gente da saúde do Brasil Por causa do cuidado Da capacidade, do entendimento Porque era loucura
Thaís, eu tive epidermotórax aqui no Japão. Eles enfiaram um tubo no meu pulmão sem anestesia. Depois que eu voltei pra casa, aí eu resolvi dar uma pesquisadinha, né? Aí eu descobri que no Brasil eles resolvem isso com uma agulha. Meu Deus do céu. Que pesadelo! Que pesadelo! Dói, hein? Dói, hein? Dói pra caralho. Mas não tem como não doer pra caralho? É impossível!
É, cara. Japão. Ai, gente, eu falo. Eu não nasci pra viver em outro país. Alguns eu posso até querer conhecer, mas viver fora daqui jamais, entendeu? Aí me pergunto por que eu morro de medo de ir em médico aqui no Japão. Por que será? É a chave, cara. Pelo amor de Deus.
Esse negócio eu tinha visto Na Alemanha, sério, a menina falando que eles Não sabiam o que era labirintite Pra eles era uma coisa super nova Caralho Aqui qualquer farmácia você compra remédio pra labirintite Todo mundo sabe o que é De pirona nos Estados Unidos É controlado
E aí é legal, porque eles controlam uma de pirona, só que facilita acesso a derivados do ópio, praticamente, pra você ficar fodido. O que eu prefiro? Comprar um paracetamol aqui por 10 conto. E quantas vezes na minha vida eu tomo remédio pra dor forte? Zero. Eu tomo de pirona.
Inclusive você que tá no Brasil E tá ouvindo isso aqui e falando Ah, mas eu tenho plano de saúde Eu vou no particular, você vai se fuder Porque todo plano de saúde depende do SUS Exato Se você não sabe, vai pesquisar, mas assim Todo plano de saúde depende do SUS, tá? Obrigado
E a parte que regulamenta aumento dos preços e tudo, muita coisa do que atendem ou não foram brechas que eles foram conseguindo pra você não ser considerado uma pessoa. Por isso, tornam-se associações. Porque a regulamentação para associações e pessoas físicas é diferente. Então, a cobertura fica diferente. Por isso que plano de saúde de pessoa física é tão caro. Porque ele é muito protegido por causa da INS. Só que os de cooperado têm algumas coisinhas. Dá uma pesquisada, dá uma fala mal só.
olhadinha, rapidinho, rapidão. Saudade do SUS, cara. Essa é a parte que eu tenho saudade. Cara, eu tava com dengue. Não, minto. Eu tava com zika. Eu acordei toda manchada, aquela loucura, assim. Cheguei no postinho aqui perto de casa, eles tinham um protocolo já pronto me esperando. Cheguei na hora que eles me viram. Eu nem esperei, eles só viraram vai para aquela sala agora.
Já me dizem, fizeram um monte de coisa Me deram todo o soro caseiro Que eu precisava, me deram o paracetamol Para a febre, me deram tudo, viraram, pronto Agora casinha em repouso Aqui você pode estar tendo um ataque cardíaco Você primeiro tem que assinar As burocracias aqui Te colocar ali pra dentro Caralho, viu? Inclusive mais um ponto, ah, mas o SUS é sucateado Vai pesquisar o que é sucateado Também você vai entender O porquê que isso acontece Vai lá, vai lá Vai lá
Johnny, valeu, mano. Eu que agradeço. Valeu pra caralho, cara. Pô, eu tava com saudade disso aqui já, faz tempo que eu lembravo, velho. Dá agonia, faz falta, sabe? Pô, a gente passar essas raivas, dar essas risadas. Eu agradeço muito. Foi por bom motivo, foi por bom motivo. O Johnny, ele não tava aqui junto com a gente nos últimos Japão Leatório, principalmente por conta do casamento dele.
com a Thaís que eu agradeço pra caramba também Thaís, valeu demais, cara valeu demais, demais, demais nossa, e obrigada demais Reni, foi muito divertido frustador por alguns pontos e mais uma vez desculpa pelos hiatos, mas é porque meu Deus, meu Deus é maravilhoso estar aqui com você
deixamos a Thaís em choque já, logo de cara logo de primeiro episódio é que você chegou num mau momento o Japão tá uma maluquice acima do normal, assim, durante esses últimos tempos aí não, detalhe, pela primeira vez agora, porque assim, quem escuta isso aqui não sabe que em toda gravação eu passo em média de 3, 4 horas conversando com o Reni no off a gente faz a gravação e fica hoje a Thaís entendeu o porquê entendeu A's
Descobri o quanto que o Reni e quem faz parte disso aqui é maravilhoso, mas principalmente, pô, o Reni é... Pô, cara, porra!
Valeu, valeu mesmo. E deixa eu já bade vocês aqui, cara. Você primeiro, por favor. Eu estou no Dibrano todo domingo às 8h45 do Brasil. Mais assim, 8h da manhã, mas é pontualmente talvez 8h45. Na prática é a partir de 8h45. Pode ser que comece 10h às 9h. Não dê um desconto porque é domingo de manhã no Brasil pra poder estar aí à noite.
Sofrido, entendeu? É o domingo. Mas aí a gente fala de esporte, de futebol especificamente. Eu falo como representante do Cruzeiro. Então lá temos Santista, São Paulinos, Corintianos, Palmeirenses. Então vem conversar com a gente. Vem sofrer, rir. Pode zoar os amiguinhos. A gente tá sempre aberto a isso com muito respeito. Então espero vocês lá. No Di Brano, no canal do Prestar Cash.
Isso aí. E no Press Start Cast também, além de estar no chat do Dibrano, falando besteira lá com o pessoal todo domingo de manhã, eu tô também no Corneta, às terças à noite, por volta de nove e meia, mas é isso. Puntualmente às nove e qualquer coisa. Nove e qualquer coisa, entre nove e nove e meia. Nove e qualquer coisa é um horário muito bom. Exatamente. Entre nove e nove e meia, a gente tá lá, geralmente é entre nove e nove e meia.
A gente tá lá fazendo Corneta, que é um braço do Dibrano. Nove e meia em japonês, inclusive, é excelente. Como que é? Kudiham.
Nem fudendo. Nem fudendo. Eu juro pra você. Juro pra você. Eu vou levar isso pro cordeiro. Nove horas é QD. Di é hora. O Q é por causa do nove. E meio é Han. Então, realmente, é QD Han.
Obrigado. Obrigado. Eu vou levar isso pro Conexão. Então, exatamente ao Cudexão, né? Essas primeiras.
Estamos lá, com o braço do Gibran, no canal do Press Art, falando do que não conseguiu ser falado durante o intervalo entre domingo e terça-feira. O que aconteceu no domingo até a terça-feira, a gente tá comentando lá. E a gente tem também o... Tá sumido, tá parado. Mas tá voltando. Mas tá voltando. A gente tem o Poucas Trancas, que em breve vai mudar de nome, vai mudar de canal. A gente vai ter casa nova. A gente vai fazer só a despedida, né?
A gente vai fazer uma despedida, mas vai lá no Poucas Trancas. E por lá a gente vai explicar as mudanças e vem coisa nova por aí em breve. Certo. Querido, querido. Muito obrigado. Um grande abraço, meu velho. Isso aqui é muito bom. É nóis, mano. Agradeço pra caramba, de verdade. Bom.
Vamos pro Jabaz, né? Seguem a gente lá no nosso Instagram. Aliás, a gente tá em várias redes sociais aí como arroba Dropzilla Cast. Pode procurar lá no Insta. Aliás, entrem no Insta do Dropzilla. Entrem lá no topo ali. Vocês vão ver o link pra entrar no nosso grupo do WhatsApp.
Tem o nosso grupo aberto lá do WhatsApp, onde a galera tá interagindo lá o tempo todo. Pessoal gente boa pra caramba também. Às vezes a gente pega ideias do que a galera tá falando de lá e faz episódio. A gente cita, inclusive, a galera, né? Importante, importante! A ONG do nosso brother Henrique, do nosso editor Henrique, o Buxincheio, que ajuda animais de rua aí. Ele dá comida pra animais de rua. Se você puder contribuir, é buxincheiorn.com.
E lógico também, sigam aí a hashtag podnipo.br, que tem aí o podcast da nossa galera toda aqui do Japão. Então você vai encontrar lá o Press Start Cast mesmo, né? Com o Gibran e todos os shows que estão debaixo do guarda-chuva aí do Press Start. Você vai ter o No Japão, que voltou! O No Japão voltou finalmente aí. Você tem o Asabi Cast, você tem o Otaku no Kisaten. Você tem, porra, tem... E aí
Tem um monte de podcast legal aí. E se vocês tiverem com parafuso a menos aí, tem o nosso. Eu dropzila pra vocês ouvirem as notícias de merda que tem acontecido por aqui. Então é isso. Espero que vocês tenham gostado aí. Logo menos a gente traz mais notícias aqui pra vocês. Eu sou o Reni de Aite. Eu sou o Johnny de BH. Eu sou o Thaís. Di? Eu sou o Johnny.
E esse foi o Dropzilla. Djaré! Djaré! Este episódio foi editado por De Rosa Edits. Siga De Rosa Edits nas redes sociais.
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