#301 - Qual a sua desculpa?
Falei sobre expectativas, saúde, livros e outras baboseiras. Vem comigo!
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E aí, tudo bem? Tá começando mais um André Otávio Podcast. Eu sou o André Otávio e este é o meu podcast. É claro! Sejam bem-vindos a mais um episódio desse podcastzinho aqui. Hoje é dia 9 de maio de 2025 e vamos pra mais um episódio dessa bagaceira aqui, beleza? Esse aqui é o episódio 301, mano. Caraca, que legal, velho. Chegamos no episódio 300, finalmente. O último episódio foi o episódio 300.
e eu com a minha cabecinha de passarinho, né, com o meu cérebro de mosquito, eu esqueci, mano. Eu só percebi que era o episódio 300 na hora que eu tava postando ele. Eu falei, pô, deixa eu ver que episódio que é, porque eu sempre verifico, né, pra eu não fazer a cagada de postar dois episódios igual. Aí eu sempre vejo qual foi o último pra eu... Cês entenderam, né, pra eu colocar o nome do próximo. Eu fui ver o episódio 300, aí que eu lembrei de uma outra coisa. Quando eu acabei o episódio 299...
Eu pensei, vou fazer uma coisa especial.
No programa 300. Aí eu pensei, vou interagir com a galera que escuta o podcast. Vou abrir uma caixinha de perguntas lá no Instagram do podcast. Arroba André Otavo Podcast. Vou abrir uma caixinha de perguntas e responder as perguntas no podcast. Durante a gravação do podcast. Pra ter aquela interação, pra fazer uma coisa diferente. Uma coisa especial pro episódio 300. Eu fui lembrar disso quando eu tava postando o episódio 300.
Eu esqueci totalmente que eu tinha pensado em fazer uma coisa dessa. Esqueci, mano.
Eu só lembrei depois. Aí, quando eu percebi, eu já tinha gravado o episódio 300. Aí eu pensei, pô, vou me redimir. Vou fazer um episódio especial no 301. Vocês acreditam que eu acabei de lembrar? Quando eu comecei a gravar, eu falei, puta, eu ia fazer de novo, velho. Eu esqueci, mano. Duas vezes seguidas, no episódio 300 e 301.
Caraca, bicho. Aí eu desisti. Eu falei, quer saber também? Eu acho que eu venci eu mesmo. A esperança perdeu pra falta de compromisso e o CLT. Eu acho que o CLT tem muita culpa nisso. Mas eu também não vou ficar culpando toda hora o CLT, não. Apesar de a culpa ser totalmente dele ou dela. O CLT é ele ou ela? É ele que é o sistema.
Mas eu esqueci, rapaziada. Eu queria fazer um episódio especial aí. Fazer uma coisa diferente pro episódio... Pô, 300, velho. 300? É muita coisa, bicho. São 300 semanas vindo gravar semanalmente. Entendeu?
Faz 300 semanas que toda semana eu venho aqui e gravo um episódio pra vocês. Isso é um marco mais pra mim do que pra vocês também, porque vocês nem escutaram todos os episódios, mas eu gravei todos, entendeu? Vocês não estavam aí o tempo todo, eu estava aqui o tempo todo.
Eu tô o tempo todo comigo. E eu tô o tempo todo pensando e gravando e fazendo as coisas aqui pro podcast. E isso é legal pra caramba, mano. Pô, eu, de verdade, eu fiquei muito feliz, sabe? Apesar desse podcast aqui, ele ter o mesmo engajamento, o mesmo, como se diz? A mesma repercussão de quando ele teve no primeiro episódio, que foi nenhuma. Eu gosto de vir aqui gravar. Eu, eu...
Eu fico feliz com isso, sabe? Eu me sinto bem vindo aqui gravar. Não sei se vocês se sentem bem escutando. Eu espero que sim. Eu sei que não vai ser a mesma sensação de vocês escutar e a minha gravando, porque não tem porquê ser igual. Se for igual, você é muito meu fã. Eu sou o seu bebê rena. Não é possível.
Mas eu gosto de vir aqui gravar. Eu queria... Sabe o que eu fiquei pensando? Tipo assim, pô, 300 episódios. São 300 semanas. Aí eu fiquei pensando, será que esse podcast aqui, ele é um... É assim, eu não vou dizer que é um fracasso, mas também não é um sucesso.
O que que se enquadra na categoria fracasso, sabe? Porque assim, o fracasso é só quando não dá certo? Tipo assim, se eu abro uma empresa e aí essa empresa, ela cria um tanto...
de prejuízo financeiro a ponto de ficar, sei lá, um dinheiro muito grande negativo, fico devendo. Aí foi um fracasso, né? Porque eu fechei as portas, saí devendo e tudo mais. Agora, se eu abro a empresa, tento, não dá certo, mas eu quito ela e fecho ela sem prejuízo, ainda é um fracasso. É um fracasso? É, né? Bom, eu não sei, mas esse podcast aqui, ele não rende nada, mas ele também não tira nada, mas ele também não acabou. Então, o fracasso é só quando para, certo?
Eu acho. Sabe o que eu queria ver? Eu vou pesquisar isso aqui no Google agora. Eu nunca usei inteligência artificial. Eu não sei como é que faz isso. Vou pesquisar aqui. Quantos episódios até o podcast dar certo? Podcast.
virar dar certo? Será que o Google vai entender isso? Dar certo
Vamos ver aqui se tem uma estimativa aqui do Google. Não existe um número mágico universal, mas especialistas e criadores experientes indicam que o sucesso no podcasting é fruto de consistência e tempo. Isso eu estou fazendo, hein? Eu já estou aqui a consistência semanalmente. Há 300 semanas, isso vai dar... Semanas, né? 300 semanas, esse ano aqui o podcast vai fazer, daqui a alguns meses inclusive, vai fazer seis anos, mano. Seis, hein? Porra.
pelo menos 10 episódios aqui estão o que os dados indicam pelo menos 10 episódios recomendo é
recomendado para dar aos ouvintes uma boa ideia do seu programa e construir autoridade inicial. Eu não tenho nada disso. Eu tenho a frequência. Eu tenho os 10 episódios. Já foi gravado, inclusive, há muito tempo. Mas os ouvintes nunca ficaram. Então, a cada 10 episódios, eu tenho que renovar a minha autoridade.
autenticidade, para os ouvintes ficarem, porque eles não ficam, porque eu não tenho essas coisas. Então, eu venho aqui e falo, é isso, é só isso. Mas eu já fiz, o primeiro passo eu fiz, eu fiz 10 episódios. De 50 a 70 episódios, geralmente é necessário este volume para consolidar uma audiência.
E começar a monetizar o podcast. Tá, essa parte que eles me perderam. Porque assim, 50, 70 eu gravei também há muito tempo, inclusive. E não consolidei nenhuma audiência. Assim, eu não vou falar também que eu não consolidei uma audiência. Porque deve ter aí umas 3, 4 pessoas que escutam o podcast regularmente. Isso é muito legal. As pessoas estarem escutando sempre. Mas são 4 pessoas, né? Preciso ver esse negócio aí.
quatro pessoas semanalmente. Então, eu não consegui monetizar, porque fala de 50 a 70 pra monetizar, pô, aí você me quebra, né? Porque eu já fiz umas três vezes isso e ainda não chegou nem perto. A menos que você já tenha uma grande audiência ou seja um artista famoso. Eu não tenho nenhum dos três. Eu não tenho uma grande audiência, eu não sou um artista famoso e eu não consegui monetizar o podcast dos 50 aos 70. Mas aqui, ele fala, consistência é mais importante que que eu quero ser. Você vai ser muito feliz. Você vai ser muito feliz.
Consistência é mais importante que quantidade? Podcasts que publicam semanalmente criam rotina para o público. Aí, ó. Mas eu não entendi. Consistência e quantidade. O que quer dizer isso? Qual que é a diferença? Porque assim, consistência é uma consistência. E quantidade é tipo uma quantidade, né?
Vamos ver. Tá você aí que é podcast também, tá? Já vai pegando as dicas aqui. Eu tô lendo pra mim, mas é pra vocês também. Fatores que influenciam o sucesso. Frequência, podcasts diários tendem a crescer mais rápido. Mas a consistência semanal é mais comum e é fiscais. Então, eu não gravo diariamente porque eu não consigo gravar diariamente. Para gravar uma vez por semana já é uma batalha. Então, é...
Eu não consigo fazer isso diariamente, que seria o ideal, né? No caso. Seria, pô, seria um programa de rádio. Eu queria, pô. Eu queria ter, tipo, um programa de rádio, assim. Sabe? Tem um som de bordo. Eu tava pesquisando essa semana. Quanto custa um som de bordo pra eu começar a fazer... Sabe? Quando eu contar uma piada... Umas piadas, assim. Umas risada. Então, eu quero fazer isso. Eu vou...
Tô nesse processo de montar um estúdio, e aí nesse processo eu vou... Um dos objetivos é colocar um soundboard aqui pra eu ficar fazendo barulho. Não sabe? Esses barulhos eu gosto. Eu acho engraçado. Então, bom. Diário não dá pra fazer. Semanal eu tô conseguindo fazer, mas não tá sendo nada eficaz. Quer dizer, tá sendo eficaz sim, pô. Porque eu venho aqui semanalmente e eu construo uma audiência.
quatro pessoas? De quatro pessoas. Mais ainda é uma audiência de quatro. Qualidade de conteúdo. Ixi, eu não sei nem se eu quero ler essa aqui, hein. A qualidade da informação é mais importante que a duração do episódio. Olha lá, ó. Porque, assim, eu tenho um episódio muito grande, inclusive, as pessoas não têm uma hora. Tipo assim, tem, né? Todo mundo tem uma hora. Mas você não quer ficar uma hora escutando podcast.
Você quer ver rios Você quer ver shorts Você quer ver TikTok, kawaii Você quer jogar no tigrinho Você quer fazer essas coisas Que o...
a indústria tecnológica, as big techs, elas querem pegar sua alma, elas querem sugar sua alma. E não tem como eu ganhar deles, que eles são bilionários, eles têm dinheiro pra investir e eles têm a fórmula de como aprender sua atenção. Eu não tenho nada disso, então o que eu conto com isso é que vocês falam assim, pô, é legalzinho, né? Eu acho que dá pra ficar uma hora da semana, uma hora e menos de uma hora, porque você escuta em 1.5, eu espero. Ninguém escuta esse podcast em 1.0.
Você está em 1.0 agora, já muda, já. 1.5 pelo menos. 1.2 pode ser também, melhor que nada. Inclusive eu fico até mais inteligente quando você acelera a minha voz.
Então, as pessoas não vão querer tirar uma hora da semana pra escutar o que eu tenho pra falar, porque eu não tenho informação. Aqui não tem informação nenhuma. Se você escuta esse podcast esperando as informações de coisas que aconteceram durante a semana, meu amigo, você tá completamente enganado. Tá aí o G1 pra te ajudar, tá aí o UOL, a Jovem Pan, cada uma com a sua alienação política de direita e de esquerda. Aí você escolhe quem acreditar, tá bom?
Aqui não vai ter informação, aqui é só pílulas de desinformação e de entretenimento puro. E falar que não tem informação também é exagero, porque eu tô aqui te informando de como construir um episódio de um podcast de sucesso. Isso aqui parece um curso. Parece um curso de... Já viu esses cursos de coach que tem na internet? Porque, mano, o curso de coach é muito fácil de fazer.
Você, você, igual isso aqui, ó. Isso aqui pode ser muito um curso de podcast, tá ligado? Eu pegar todas as informações que tá aqui no Google, é, é, sabe? Incrementar a coisa só pra encher linguiça. Pegar tudo isso aqui, ó. Esse negócio compacto aqui de informação, que é uma tela. Se eu tirar um print aqui, eu consigo todas as informações que tem. Aí eu começo a encher linguiça aqui, de colocar, sabe? Fazer você colocar outras coisas, sabe? Só inventar e fazer esse, essa tela.
virar 15 páginas de um roteiro, fazer 5 vídeos, um ebook digital e vender como um curso de como criar um podcast de sucesso, sendo que o meu podcast não tem sucesso. Isso aqui é um curso desses coach, caralho. Você que tá comprando curso de qualquer curso que você comprou. Ah, André, eu comprei um curso de culinária. É isso, é a mesma coisa. Todos os cursos, independente da vertente do assunto, é o mesmo.
Você acabou de comprar um print. Eu pesquisei no Google. É isso aqui. Um curso de podcast que você vai encontrar na internet. É isso aqui que eu estou lendo para vocês. Mas. Algumas coisas inúteis só para encher linguiça. Então eu estou aqui vendendo para vocês. Informação. Vou vendendo o curso. Aí na descrição tem o link do meu Pix. Você pode fazer o Pix de...
O meu curso é barato. O meu curso é R$2,50. Tá bom? Então você faz um Pix de R$2,50 aí e depois você me agradece. Tá? Quer dizer, eu te agradeço, né? Você que fez o Pix pra mim. Bom, mas eu te ensinei a fazer... Ó, eu tô te ensinando a como fazer um podcast de sucesso e como fazer um curso de sucesso, hein? Porra, R$2... Não, R$5. Pô, R$2,50 pra cada, né? É dois cursos, pô. Você acabou de cobrar dois cursos. Tu é doido.
Vamos lá. Qualidade do conteúdo, não tem. Duração do episódio é uma hora, porque isso aqui foi uma meta que eu coloquei pra mim de fazer um podcast de uma hora. E isso é porque o Bill Burr faz também. Eu sou muito pagapau de gringo. Então, vamos lá. Melhores épocas para lançar. Meses como janeiro, março, julho e outubro costumam ter maior crescimento de novos ouvintes. Oxi! O que tem a ver, caralho?
Meses como janeiro, março, já pulou fevereiro. Março, abril, maio, junho. Por que pulou? Todos esses meses foi pra julho e depois outubro. Por que setembro não é? Só porque setembro é amarelo. Nada a ver. Isso aqui, eu já tiraria do meu curso.
Ah, mas também os caras colocam as informações nada a ver, né? Ó, os melhores meses pra você lançar o curso é os meses de janeiro. O curso não, né? O podcast é mês de janeiro, março, julho e outubro. E você também tem que lançar no horário entre 11 e meio-dia ou entre as 3 da tarde e as 6 da tarde. Porque esse é o horário em que as pessoas, sabe? Começam a inventar coisas. Isso aqui os caras colocaram mais pra encher linguiça. Olha lá, o próprio negócio, que é o compacto, tem encheção de linguiça.
Aqui, ó, dica. Comece com uma frequência que você consiga manter. Isso é o que eu consigo manter. Eu comecei já. Então, essa parte aqui eu já concluí, 100%. Aqui, ó, a dica já tá, é, feitada. Eu não vi isso aqui, eu tô vendo agora. Já, faz ser... Faz seis anos que eu tô... Faz seis anos que eu tô nessa dica aqui. Como uma vez por semana, olha lá, ó, porra!
Eu consigo manter a frequência de 6 anos. Há 301 semanas. Gravando toda semana aqui. E foque na qualidade. Aí me perdeu. Aí que você tirou o que eu tinha conquistado até então. Porra, velho. Aí você me quebra. Bom, mas é isso, né? Eu tô... Eu tô...
Fica aí a dica, se você quiser ir montar um podcast, siga essas dicas que eu acabei de dar, e se você quiser montar um curso, você só vai no Google e fala, como fazer um curso. E aí você pega lá as informações, enche linguiça, vende o e-book, isso aí a inteligência artificial faz tudo, você só precisa reunir as informações e vendê-las, certo? Fica aí a dica.
Mano, eu tô, sabe, eu tô, eu tô, eu queria ser menos negativo, né? Assim, eu também não sou tão negativo, eu faço mais isso por conta do entretenimento. Eu acho mais engraçado eu vir aqui e ser negativo e reclamar das coisas, do que eu vir aqui e falar, ah, que legal, sabe? Eu acho que, tipo, o que legal, ele tem um limite.
Se eu vim aqui e falasse, pô, eu tô bem, hein? Aconteceu essa semana só coisas maravilhosas. Tchau, brigado, até semana que vem. Não tem o que, sabe? Eu acho que a vida, ela gira em torno das reclamações e das fofocas negativas. Porque é só coisa positiva também.
Ela é boa, você precisa delas. Você precisa delas pra você ver que a verdade, que o mundo real, ele não é só essa loucura e essas coisas ruins que aparecem ser. Mas você precisa estar conectado com as coisas boas também pra você, sabe, ter um equilíbrio ali emocional. Mas só as coisas boas não move. Sabe?
E aí, seu ouvir, o entretenimento mesmo. Fala pra mim uma coisa feliz, que dura. Não tem. Fala pra mim um jornal que só passa coisa boa e fica no ar. Não tem, pô. Todos os jornais são só coisa ruim, um atrás do outro, e a agência lá em cima, e sabe? Todo mundo assistindo. Aí você começa a contar uma notícia boa, a pessoa muda de canal, e ela vai mudando de canal, até achar um jornal que tá passando coisa ruim pra ela ver.
A manchete, mulher é atropelada no centro da cidade. A pessoa para, ela fala, por quê? Mulher foi atropelada no centro da cidade? Ela quer entender, né? O que é essa mulher? Por que ela foi atropelada? Quem que atropelou? O que aconteceu com a pessoa que atropelou? Ela foi socorrida. A gente quer saber. A gente quer saber o que aconteceu. Agora, aluno do ensino médio da escola pública passa em universidade. Clique. Já mudei de canal. Nem quero terminar de ler.
Eu vou querer saber o que a igreja fez. Não, caralho. Cadê a mulher que foi atropelada? Cadê a mulher que foi atropelada? Então você vem aqui e fala assim. Pô, legal. Rapaziada, você não sabe. Aconteceu uma coisa muito legal essa semana. Nossa, foi incrível. Eu acordei, né? Acordei logo cedo e foi muito produtivo. Ninguém tá nem aí, André, pro seu dia. Agora eu quero saber o que aconteceu que você ficou parado no trânsito lá. E foi uma desgraça que o ônibus tava cheio. E uma pessoa tinha sido atropelada.
Primeiro, quem foi atropelado? Foi a mulher? Foi a mesma mulher do centro? Você quer saber as coisas ruins. Então, eu venho aqui e reclamo das coisas por entretenimento. Mas de resto, na vida real, quando eu desligo aqui, eu falo Ai, que legal, né? Que felicidade. Eu não falo isso não, tô brincando. Mas só pra manter o ritmo aqui da reclamação, né? Antes de eu entrar nos assuntos aqui do podcast, eu tava pensando essa semana Eu não falo isso não, né?
Que é o seguinte, eu me sinto muito estagnado em tudo, mano. Caralho, eu falei disso já, não lembro. Eu acho que eu já falei disso em algum momento. É que eu sinto isso com bastante frequência. Mas assim, eu parei de fazer show, né? Tipo assim, não é que eu parei também.
fazendo entre um show e outro, tem um intervalo muito grande, né? Então, eu sinto que eu não consigo evoluir no stand-up. Aí, o podcast, eu também já não sinto que tá tendo uma evolução, assim, também, muito grande, assim, porque toda semana eu venho aqui, gravo e tal. E, assim, eu consigo perceber a diferença do que eu tô fazendo agora com o que eu fazia lá no primeiro ano do podcast. Então, eu percebo a diferença, tanto na qualidade, quanto no conteúdo, quanto no jeito de... ...
De gravar e tudo mais, né? Eu consigo perceber. Mas assim, eu não sei se essa evolução tem tanta diferença de hoje pra um ano atrás. Sabe? É isso que eu tô querendo dizer. Eu não tô nessa evolução. E assim, não querendo estender esse assunto. Mas em todas as outras coisas também. Tá ligado? Parece que estagnou, mano, tudo.
Eu não sinto... Agora, teve um momento que eu senti assim, pô, eu tô... Parece que eu tô evoluindo no podcast. Parece que o podcast tá melhorando. Mas aí, parece que parou agora. E aí, teve um momento que eu falei, pô, o inglês meu parece que tá evoluindo. Aí, agora, parece que parou o inglês. Aí, eu tô estudando espanhol, né? Aí, eu falei, pô, o espanhol tá evoluindo. Não é possível. Maluco, eu sinto que toda... Toda... Toda...
Tudo que eu aprendo de novo no espanhol não é novo. Sabe? Eu acho que eu preciso... Caralho, eu não sei, mano.
Eu não sei como metrificar, quantificar. Eu não sei qual que é a palavra também. Eu preciso ler mais. Eu preciso ter um arsenal de palavras melhores. Eu não sei qualificar, quantificar. Eu não sei como eu fazer um gráfico.
Como medir? Como medir a minha evolução no espanhol? Como eu sei que há três meses atrás eu tava pior do que eu tô hoje, tá ligado? Eu sei mais palavras hoje. O Duolingo, eu faço Duolingo, né? Espanhol no Duolingo. O Duolingo, ele fala assim, se você... Inclusive, fica a dica aí, tá? Não tô ganhando nada, mas eu sempre dou dicas aqui de como estudar, de como fazer as paradas. O Duolingo é uma coisa muito boa pra estudar assim. É de graça. Tem o pago, né? Onde não tem nenhum tipo de e...
propaganda e anúncio. Então, se você puder pagar, é bom, né? Mas se você não puder também, eu aconselho não pagar, porque... Porque, assim, também não é um curso, né? Você pode pagar pra concurso, caralho. Mas, assim, o Duolingo, ele fala que você aprende por mês, é... Em 30 dias, você aprende 150 palavras, alguma coisa assim. Então, se você fazer um ano de Duolingo, são 12 meses. 12 vezes... 150? Quanto que dá? Eu não sei.
150 vezes 12. Você aprende no ano 1.800 palavras. Então, no idioma que você não conhecia, apesar de que o Duolingo fala assim, você aprendeu uma palavra nova. Aí eu clico lá, que a palavra fica roxa. Está tudo escrito em preto. A palavra nova que eu supostamente aprendi, ela fica em roxa.
Aí você vai ver qual palavra, fala assim, porra, eu aprendi uma palavra nova? Obrigado, Dolingo. Obrigado, corporação que está sugando dinheiro e explorando pessoas para poder fazer um aplicativo em que outras pessoas de classe média consigam aprender outro idioma e serem exploradas também.
Que palavra nova é essa que eu aprendi hoje, meu amigo Duolingo? Muito obrigado, viu? Primeiramente, muito obrigado. Segundamente, que palavra eu aprendi hoje? Quando eu clico na palavra, é o nome. Tá lá, Laura. Pô, eu aprendi Laura hoje. O que é Laura? Laura é Laura. Em português é Laura. Espanhol é Laura. Em inglês é Laura. Só vai mudar o jeito de você falar.
porra, do língua, aí é foda, né? Aí ele se engrandece, eu falo, é, mas você, esse mês aqui, você aprendeu 150 palavras. Eu falo, é, mas 7 palavras delas eram nome. 8, 25 palavras eram a mesma coisa em português. Cama. Cama em espanhol, é cama em inglês, em espanhol, em português.
Porra, aí é foda, né, Dolor? Então, eu acho que dessas 1.800 palavras que você vai aprender num ano, eu acho que dá pra colocar umas 1.500. Pô, mas já é coisa pra caralho, né? 1.500 palavras de um idioma novo. Eu não sei como eu cheguei aqui. Caralho, bicho. Agora eu viajei, hein, rapaziada? Porra! O que eu tô falando, mano?
Caralho, esse podcast precisa urgentemente de um roteiro. Porque eu não... Se eu tivesse som de borde agora, eu ia fazer... Caralho, eu não faço ideia do que eu tô falando.
Bom, mas é isso, então. É isso, eu não sei, eu não anotei o que eu tava falando até então, então eu não faço ideia do que eu tava falando. Mas estudem, tá bom? Sei lá, eu tava falando de Duolingo, eu acho que era isso. Estudem, é muito importante você estudar pra você poder ter noção de quão fudido você está e o quão eles podem te fuder.
Caralho, só reclamação. Vamos falar de coisa boa? Você viu que subiu o imposto? Não, tô brincando. Mano, eu falei, né, no último episódio que eu tinha feito uma corrida.
inclusive, falei que eu fiz a corrida, gravei aqui no podcast, orgulhoso de mim por ter voltado a correr, orgulhoso por ter voltado a disciplina da corrida, feliz, porque lembra que eu falei que eu tava cheio de dor? Mano, coincidência ou não, essas dores pararam, as dores que eu tava na costa, nas costas, sabe? Tudo isso aí, mano, eu ficava com medo do caramba, assim, de fazer, mas agora que eu voltei a correr, esses dias eu cheguei em casa, fiz umas flexões, falei, porra, velho, fiz umas flexões, hein?
O André tá bombando. Então, eu tô aos pouquinhos, bem aos pouquinhos, tentando voltar a minha rotina de treinos, a minha rotina de fazer caminhada, fazer uma corrida, fazer uns exercícios em casa. Eu tenho as paradas aqui pra fazer exercícios em casa. O que eu não tenho...
tempo, talvez seja uma desculpa minha, com certeza é uma desculpa minha, mas eu não consegui encaixar na rotina e manter uma frequência de treinos de, como é que fala? Hábitos saudáveis. Caralho, eu gastei agora, hein?
Então, eu tô tentando, né? E aí eu feliz pra caramba. Último episódio. Pô, o último, acho que foi. Falando que eu fui correr, que me deu um ar de disposição pra eu voltar aos treinos, pra eu montar uma rotina de treino, pra eu voltar a fazer as coisas. Feliz pra caralho. Aí chega meu grande amigo Tiago Ferreira, que inclusive, todo o crédito pra ele, porque ele é um cara que começou, ele mudou os hábitos deles.
Dele, né? De alimentação. Ele cortou bebida alcoólica, cortou refrigerante. Ele bebe e toma refrigerante porque ele é hipócrita, né? Mas, assim, ele faz as coisas ainda. Ele treina pra caralho. Ele corre todo dia, eu acho. E, assim, ele perdeu muito peso. Se você ver o Thiago Ferreira, antes parece um balão. Agora ele parece um... Sabe? Antes ele era, tipo... Sabe o...
Madimbu, lembra do Madimbu? Dragon Ball, que era o gordinho lá comia chocolate Aí depois ele fica fortão Não lembro o que acontece, ele toma um whey Ele começa a fazer Propaganda da Growth Ele começa a treinar com o Cariani Aí ele fica fortão, o Thiago Ferreira é um Madimbu brasileiro
Ele é o Madin... É careca também, né? O Madin Boo tinha aquele negócio, aquela orelha do Shrek na testa, que eu não sei o que porra que é aquilo. Mas não tinha cabelo, né? O Thiago Ferreira também, ele é careca. Então ele é praticamente o Madin Boo. E ele é rosa também, quando ele fica no sol. Ele é branco, né? Ele fica rosa.
Mas aí o Thiago Ferreira, todo o crédito pra ele, não tô querendo desmerecer aqui não, mas ele corre, né, ele treina, ele ficou forte pra caralho, ficou fortão assim. E aí ele veio me tirar, falou assim, é, você tem que parar de ficar falando que você tá indo na corrida de pipoca, que isso aí é uma vergonha, isso aí tá errado, que você não pode ter orgulho de fazer isso.
Ah, meu amigo, vai te tomar no cu, caralho. Oxe, tu é doido? Eu tô correndo na rua. Ah, mas é porque eles fecharam a rua, eles pagaram, teve todo um custo pra... Foda-se. E eu tô aí ligando pra fila da puta que fechou a rua? Eu vou correr onde eu quiser, caralho. É, mas você não ia gostar que se eles fossem lá durante o seu show, ia atrapalhar... E eu tô atrapalhando alguém lá? Desde quando eu tô atrapalhando alguém?
O que eu atrapalhei lá? Porra. Eu não atrapalhei nada, inclusive no dia da corrida, lá onde foi a corrida, que foi na Lagoa do Taquarau, aqui em Campinas.
Tem a faixa de bicicleta, ciclofaixa, né? De bicicleta, assim. E aí tinha uns filha da puta de bicicleta que eles estavam atrapalhando a corrida. Aí as pessoas que pagaram, uniformizada, com o número do peito, correndo na ciclofaixa e os caras de bicicleta bravos. E aí, Meme, sai da frente, ó a bike, ó a bike, ó a bike, ó a bike, ó a bike. Esses caras estavam atrapalhando. E aí eu não podia falar nada, né?
Eu também não ia falar, ô rapaziada, caralho, tá tendo uma corrida, fecharam a rua, vocês estão malucos? Eu tava com síndrome de participação, né? Na verdade eu não podia falar nada. Então era eu e ele errado. Era eu atrapalhando ele, ele atrapalhando eu, nós dois atrapalhando todo mundo. Mas eu não tava atrapalhando ninguém. Entendeu? Eu tava atrapalhando o ciclista que nem tava lá. Ele não pagou.
Eu não peguei nem água, rapaziada. Quando eu vou de pipoca nessas corridas, eu não pego nem água. Como é que eu tô atrapalhando? Eu não usei nada. Eu não passei a... Porra. Ainda é a rua, né?
Você que foi otário o bastante pra pagar pra ir. Eu acho que é isso, mano. Eu acho que quem reclama de que as pessoas estão indo de pipoca nas corridas é só porque você foi otário de pagar pra ir nessas porra e você podia ter ido de graça. É igual alguém reclamar. Ah, é que não pode correr nesse quarteirão porque nesse quarteirão tem aquele negócio lá que eu esqueci o nome. Crossfit. Porra, lembrei, ó, do nada. Crossfit. Então esse quarteirão aqui é do crossfit e a pessoa correndo na rua fala, mano, você que foi o...
insignificantemente idiota, isso foi um insulto. Porque insignificante é bem pouco, né? E aí se eu falo que você foi insignificantemente idiota, quer dizer que você foi bem pouco idiota. Então você foi muito idiota, eu tô querendo dizer. Eu só tentei usar um adjetivo que daria força pro meu xingamento. Mas eu não soube fazer isso, porque, como eu disse... Burro.
Aí a pessoa fica brava. Nesse quarteirão não pode correr, porque esse quarteirão é só pra quem pagou pra fazer o crossfit. Meu amigo, quarteirão corre, quem quiser correr no quarteirão. Você não vê, você foi um otário. Pronto!
Se você correr nesse quarteirão, é de graça. Se você for ali no borracheiro, você pega um pneu. Tem vários pneus velhos lá, os caras dão e bora. Você começa a levantar os pneus do borracheiro. Você ainda é capaz de ganhar um dinheiro extra ainda. Porque você vai lá e começa a virar os pneus. O borracheiro fala, pô, obrigado por ter organizado aí o meu estoque. Ele fala, tô adiada pra você aqui, ó. Cincoitão. Fala, porra, ganhei cincoitão, corri de graça.
Tu é doido? Aí você acha algum... Sei lá, tem corda. Não tem pra que, né, ter corda.
Alguém enforcado. Você vê alguém enforcado na árvore. Você fala, dá licença aqui. Depois você... Viu? Depois não é continuar com isso aqui. Asfixia alterótica. A pessoa fazendo, você fala, não, peraí, peraí. Faz uma coisa de cada vez. Faz uma coisa de cada vez. Termina isso aí. Depois você vem aqui na corda. Deixa eu usar por enquanto. Aí você reveza. Reveza. Na academia reveza. Você tem que revezar também.
Agora você pagou pra correr na rua de graça, filha da puta, e quer ficar bravo? Ah, vai te tomar no cu, né? Corre de graça pra você ver, é muito melhor. A sensação é muito boa, sabe por quê? Porque depois você pode tomar um café. Eu não podia, na verdade, porque eu não tinha dinheiro, né? Mas assim, se você deixou de gastar o dinheiro de uma inscrição, que é, em média, 100 reais, você tem 100 reais pra ir na padaria e comprar.
Três pãozinhos e 100 gramas de mussarela, 100 gramas de presunto e acabou também, não vai sobrar mais dinheiro. Talvez um cigarro solto de 75 centavos, que é o valor do cigarro solto hoje em dia. Derby, viu? Derby ou esse falsificado. O que eu dou por dentro do valor do cigarro? Bom, não tava falando de corrida, né? Então eu fiquei feliz, o Tiago Ferreira veio quebrar meu barato, mas tudo bem. Eu perdoo ele dessa vez.
Bom, mas aí, né, como eu tava falando, eu tô mais disposto agora pra voltar a correr. E aí eu gravei o podcast no sábado. No domingo eu falei, porra, vou correr, maluco. Tu é doido. Sou atleta, caralho. Se eu corri domingo passado, durante a semana eu não consegui correr, porque choveu. Mas hoje não tá chovendo. Hoje eu vou correr.
Foda-se. Um frio do caralho, inclusive. Um frio do caralho. E assim, eu tinha na casa do meu sogro, né? E aí eu fui à tarde. Um sol desgraçado. Tava um sol desgraçado. Aí eu falei, depois de lá, eu vou correr. Um frio do caralho. Tava um sol desgraçado, à noite um frio do caralho. Eu não tava preparado pro frio do caralho. Eu tava preparado pro calor desgraçado.
E aí quando eu fui correr, um frio, um vento gelado, caralho. Eu falei, quer saber, o pai tá rom, o pai é atleta. Então, respeita, respeita o histórico, eu e o Bolsonaro, histórico de atleta. Já era, vou correr. Aí, mano, fui pegar meu fone, né, pra correr, ouvindo um podcast também, que eu não sou otário, né, de ficar correndo sem ouvir podcast, porque aí parece perca de tempo.
Sabia que eu... Às vezes eu tô lavando louça e eu falo, caralho, tô lavando louça aqui, mas eu podia estar fazendo outra coisa também, né? E aí eu quero otimizar o tempo. Então correr sem escutar podcast, pra mim, não existe. Aí eu fui colocar o fone. Quando eu coloquei o fone, só funcionou um lado, que é aqueles fones de Bluetooth. Só funcionou um lado. E aí tava 20%. Aí, maluco!
O fone descarregado. Um lado descarregado, o outro 20%. Falei, mano, isso aqui não vai durar muito não. Olhei no celular, 15% de bateria. Eu falei, maluco, um frio desgraçado. Sem bateria no celular. Pra marcar no Strava, né? Porque sem marcar no Strava também não tem pra que correr. Sem escutar podcast. Outro motivo pra não correr. Maluco, tava tudo jogando contra. Eu falei, André, você é o campeão. Você é o rei. Você é o histórico de atleta. Você é o Bolsonaro.
Só pensando nisso. Na minha cabeça só passava isso. Eu, Bolsonaro, histórico de atleta, é só uma grepezinha. Todo mundo falou, né? Ó, não vai não. Não vai, se você for, você vai ficar doente. Maluco, eu fui, maluco. Fui correr, eu falei, quer saber, tu é doido? Saí correndo. Fui correndo mesmo. No frio, sem bateria no celular, sem bateria no fone. Fui. Passou, sei lá.
Três minutos, o fone. Bateria fraca. E desligou. O fone desligou. Eu falei, o quê? O fone já desligou. Desgraça. Um vento gelado assim. Eu falei, mano, eu vou ficar doente com certeza. Puta merda, o celular. Bateria fraca. Eu falei, não é possível. Acabou a bateria do fone. Estava acabando a bateria do celular. Um frio desgraçado. Eu falei, mano, que arrependimento. Que arrependimento. Voltei pro carro. Fiz sabe quantos? Dez minutos de corrida.
mano, eu fiz 10 minutos, eu acho que 10 minutos é muito vergonhoso, né? 10 minutos? A semana inteira, 10 minutos eu fiz, 10 minutos de corrida. Eu corri 10 minutos, rapaziada, deu 1km e 600m, 1km e 600m de corrida. Oh, que isso? Eu fui vencer as adversidades e as adversidades me humilhou.
Mas tá pago, né? Melhor que nada. 10 minutos é melhor que nada. Quem sabe aí, nessa semana, eu consigo fazer 11 minutos. Porque, de novo, essa semana não fui. Nem um dia. Eu falei, pô, eu corri 10 porque foi o primeiro passo. O primeiro passo é ser mais difícil. O primeiro milhão é mais difícil. O primeiro passo é mais difícil. Aí eu dei o primeiro passo. Parei. Parei de novo. Agora eu tenho que dar o primeiro passo de novo. Toda semana é o primeiro passo.
Porque eu não fui, a semana inteira eu não fui. E agora a semana tá acabando de novo. Eu não corri nada até agora. E eu preciso me redimir. Então eu preciso correr pelo menos mais do que 10 minutos. 11 minutos, eu vou correr 11 minutos, você vai ver. Se eu não vou terminar de gravar aqui, vou sair correndo como um filho da puta por aí. Lá onde eu morava, no outro apartamento, tinha uma doidinha que ela... Acho que ela... Assim também, não vou ficar falando doidinha assim, mas ela é doidinha, né?
Ela fumava, eu acho que pedra, né? Tinha um bairro lá que é muito perigoso, assim.
VR, tá ligado? Vila Rica. Aí, maluco, essa doidinha, eu não vou julgar ela também. É porque assim, ela morava na rua, né? E aí ela... Mano, ela corria pra caralho. É isso que eu quero dizer. Mano, toda vez que você via ela, ela tava correndo assim, ó. E a doidinha corria, hein, mano? Porra, eu acho que ela é... Eu não sei se ela tava tentando equilibrar também. Porque às vezes ela fuma uma pedra e corre, né? A consciência pesa e ela corre.
Ela fala assim, não, eu vou fumar pedra, mas eu também vou correr. Mas aí, tem um limite, né?
Porque a pedra, ela corta a fome, é isso? Eu não sei. Você não come. E aí ela correndo, ela vai gastar mais energia ainda. Então, em algum momento, ela vai estar correndo assim, e some. Ela vai sumir. Em algum momento, ela vai desaparecer, maluco. Seria muito legal se ela virasse uma pedra, né? Porque aí ela... Não vou seguir com esse associado, não. Vocês entenderam, né? Então, eu estou feliz por...
Tá tentando voltar. Eu tô tentando voltar ainda. Faz um tempo que eu tô tentando. Mas eu tô tentando. Uma hora eu vou conseguir. Voltar essa rotina. Até isso, pô. Até isso, eu não tô sentindo evolução. Não evolui nada. Mas eu vou voltar, eu prometo.
Tô fazendo uma promessa com vocês e comigo mesmo de que eu vou me esforçar um pouquinho mais pra tentar vencer a rotina CLT mais... Mais o quê? Mais as responsabilidades da vida, né? Porra! Tem coisa que tem que fazer, as coisas tem que ser feitas.
Eu terminei de ler também o meu segundo livro em inglês do ano. Eu quero ler pelo menos cinco. E eu terminei de ler o segundo. Não sei se vou conseguir não, viu? Porque a gente já está quase na metade do ano. Eu li dois.
for seguir essa mesma parada, até o final do ano eu vou ler 4, é isso? Então, não sei se eu vou conseguir, mas eu tô aí nesse objetivo, essa meta que eu criei pra mim mesmo, pra no final do ano eu ver que eu não concluí ela e ficar decepcionado com mais uma coisa, apesar de ter sido uma coisa boa, porque assim, eu não cheguei na meta de 5, mas eu li, sei lá, até o final do ano, imagina, eu li 4. Pô, chegou perto, né? Mas ainda, na minha cabeça, não é o suficiente. Mas eu terminei mais um livro em inglês e...
Dessa vez foi o livro do Doug Stanhope, que é um comediante americano, um dos comediantes mais fodas que tem pra mim, um dos mais engraçados. Mano, a história dele é muito doida. Ele é um cara que é bem desgraçado. Se você ver o jeito dele, o show dele é sempre bebendo pra caralho, fumando cigarro.
Ele tem um estilo de humor que eu acho muito foda, que ele fala os assuntos, ele dá a opinião e ele faz uma coisa que chama...
Tap laughs. Entre aspas, ele pisa nas risadas, tá ligado? Ele conta a piada, aí a galera tá rindo. E aí ele começa a crescer a piada e dar tag em cima da risada. Então, tipo assim, mano, virou uma parada que ele contou a piada, a galera tá rindo, aí ele conta a piada, ele continua a piada em cima da risada, e a galera continua rindo, e ele conta, tá ligado? Ele vai contando piada em cima da risada, e a risada só vai crescendo, mano. Então, é...
Eu acho que isso dá uma parada de... Pro show, assim, pro ato, uma parada muito mais valorizada de risada. Mas pra fazer isso tem que ser muito bom, né?
É uma coisa muito difícil de fazer. E ele faz com maestria, assim. Ele é muito foda. A história dele é muito doida. Ele tem um texto, né? Ele tem um especial inteiro que é bem conhecido. Mas ele tem um texto, assim, que é desse especial que ele conta sobre o suicídio da mãe dele. A mãe dele tava muito doente, assim. E ela já não tinha mais... Como que fala? Quando a pessoa tá em estado paliativo, eu acho, né?
Assim, ela não tava inconsciente, mas ela já tava com o tempo de vida contado. Ela tinha alguns meses de vida, mas ela ainda tava consciente, tomando muito remédio, mas ela não tinha mobilidade, ela dependia de pessoas e tal. E aí ela decide que ela vai se matar. Então ela toma um monte de remédio pra se matar, sabe? E aí ele, que é o filho, ajudando a mãe a se suicidar, mano. Tá ligado? E aí ele conta essa história muito foda, assim. O jeito que ele conta.
a história em si, o peso dela, de você ajudar sua mãe a tirar a própria vida, mano. Só que ela tava num estado de... Pra você contar isso, essa história, sendo engraçada, tipo assim, como uma história triste é muito fácil, tá ligado? Você chegar nisso tentando causar emoção. Só que você fazer isso, tirando a risada dos outros, tirando o peso, você precisa contextualizar tanto.
detalhar algumas coisas, tá ligado? Fazer com que a história fique de forma leve é muito difícil, mano. E aí ele faz isso, e esse texto, tipo assim, é muito, é um texto bem comentado, assim, né, na comédia em si e tal, é muito foda, assim. E esse livro é basicamente ele contando a biografia dele, mas voltado pra relação dele com a mãe dele, assim, que eles eram bem próximos, e aí você vê o quão mais difícil foi e aí
essa parada dele ajudar a mãe dele com isso, porque eles eram muito próximos, tá ligado? Eles eram, tipo, muito assim, ele fala o tempo todo que a mãe dele era a melhor amiga dele, depois a mãe dele também fala que ele era o melhor amigo dela, os dois, tipo, tinham uma relação junto, pelo menos o que ele conta no livro, né? Tinha uma relação junto, assim, muito próxima, e aí você vê quão mais difícil deve ter sido pra ele poder fazer isso, mano. Então é uma parada muito louca, se o livro é muito bom,
não é engraçado apesar dele contar alguns bastidores da comédia que eu acho legal pra caralho também pra saber como que é a rotina de um comediante eu pelo menos acho
Bom, eu acho. E aí, ele conta mais essa parte da mãe dele, assim. Mas é bem legal, não é engraçado, mas é uma história bem maneira, assim, de você ver também o quão fudido ele é da cabeça pra ele ser do jeito que ele é. Porque se você já viu alguma coisa do Doug Stenholz, você sabe que ele é meio doidinho da cabeça, né? Pra ele ter as opiniões e o jeito que ele conta e o hábito dele e as paradas assim, você vê que ele é meio doido, assim.
Aí você vê o porquê, sabe? Você começa a entender um pouquinho de porquê as pessoas são do jeito que são.
Maneiro pra caralho, assim. Muito legal, mano. Porra, que maneiro, velho. Tem mais alguma coisa que eu tinha que falar? Eu lembro que... É porque eu não anotei. Eu só... Eu não marquei as coisas que eu queria falar. Bom, eu acho que... Bom, eu espero que tenha falado tudo. O que eu quero falar também? Não sei. Outro livro que eu li também foi Viagem ao Centro da Terra. Mano.
Às vezes eu fico bravo por não ir atrás de clássicos antes, mano.
Tá ligado? Porque agora eu tô lendo eu tô lendo bastante no aplicativo da Esquilo, né? Que é um aplicativo que tem bastante livro lá. Eu uso um... A minha operadora é a Vivo. E aí a Vivo te dá acesso ao Esquilo. Aí é uma estante meio limitada, não tem todos os títulos lá, mas ainda tem alguns títulos, né? E tem bastante livro clássico lá. Igual eu já li aqui O Médico e o Monstro. Já vim aqui falar pra vocês, né? O Médico e o Monstro. O que mais eu li? Viaja o centro da terra.
Tô lendo agora o Planeta dos Macacos. Então, tipo assim, lá tem bastante livro antigo, bastante livro clássico. E eu, tipo assim, cada vez que eu termino um, eu falo, porra, porque eu não fui atrás disso antes?
Que maluco burro do caralho. Por que eu não fui atrás dessas paradas antes? Eu sei que tem muito clássico brasileiro também. Que eu preciso ir atrás, mano. Eu preciso conhecer também, saber mais da literatura brasileira, mano. Assim, eu já li algumas coisas assim ou outras. Mas eu não sei muito a fundo assim. Não sei se eu devo saber também. Mas é interessante, né? Saber.
Mas aí eu terminei de ler esse, que é o Viagem ao Centro da Terra, do Júlio Verne. E, mano, muito, muito foda. Eu não lembro se eu falei aqui, mas eu tava conversando com um cara lá do trabalho, e ele tava falando que o Júlio Verne, ele criou, né? Eu pesquisei também meio por cima, assim, antes de ler o livro, pra ver quem que era o autor.
Ele estava escrito lá que era um clássico, que ele escreveu Viagem ao Centro da Terra, Volta ao Mundo em 80 Dias, ele escreveu também. E aí tinha outros livros lá também dele que são clássicos da literatura. E esse cara, ele era um maluco muito inteligente, muito estudado, tanto que você vê pelo livro Viagem ao Centro da Terra, que não é só um livro de ficção, tá ligado? Tem muita informação lá, porque ele era especialista em...
uns bagulho meio aleatório assim, sabe? E aí você vê o conhecimento que ele tem sobre pedras, né? Pedras, né? Sabe? Sabe?
pedregulhos, pedritos, eu não sei como é que fala, mas ele era, tá ligado? Durante o livro, você vê o tanto de informação que tem, tanto que você lê o livro, não parece nem com a ficção científica, parece que é um relato, mano, porque ele detalha muito sobre formação química e todas essas paradas assim, de porquê tal coisa é de tal jeito, e assim, pelo menos pra quem não entende nada, igual eu não entendo nada,
pra mim fica uma parada muito de, tipo assim, mano, parece que isso é verdade, hein? Eu acho que existe mesmo essa passagem que se você entrar nela, você vai dar no centro da terra. Porque ele contesta muito teorias que existem mesmo, tá ligado? E aí, mano, o bagulho é muito louco, o maluco é muito inteligente. E aí o cara tava falando que um dos livros dele, esse livro que eu li é de 1800 e o Viaja no Centro da Terra, ele é muito antigo, 1830 e tantos.
E aí ele escreveu um livro também, lá nos anos 1800 e tralala, que era sobre alguma coisa no mar. E aí, a partir desse livro, os caras criaram o submarino. Eu não sei até que ponto isso é verdade. Mas é uma informação bem maneira assim, né? Então, o maluco, ele era pica mesmo, tá ligado? O maluco era pica, mano. Eu acho muito maneiro. É igual eu falei, eu li o livro do...
Qual livro que foi, mano? Ah, é... Guerra entre mundos, né? E esse livro, ele falou sobre uma... aeronave dos aliens, tá ligado? Porque fala sobre os aliens vindo na Terra e tal. Fala sobre uma nave... Eu falei aqui no podcast.
vindo pra Terra e a tecnologia de uma espaçonave voando e tal, e que os humanos entendem como aquilo faz pra voar e tal. E isso, mano, foi antes da invenção do avião, mano. Alguns anos antes dos caras inventarem o primeiro avião. Então o cara tava falando sobre voar, sobre uma máquina que voa, antes dos caras inventarem uma máquina que voa, tá ligado? Esse cara, ele supostamente, eu não sei se é verdade, né? Mas ele supostamente falou sobre o submarino... ... ...
E os caras inventaram um submarino a partir do parado que ele criou, mano. Então, você vê essas paradas, é muito louco, mano. E aí, só pra concluir esse raciocínio, eu tô lendo o planeta dos macacos, e aí no planeta dos macacos, fala que eles estão, na parte que eu li até então, eles estão numa aeronave, e essa aeronave ela tem uma tecnologia de viajar no espaço, sabe? Ela vai pra outros planetas e tal.
E aí ele fala que essa máquina, você fala pra ela o que você quer fazer, e ela calcula, faz os cálculos, e ela faz as coisas, tá ligado? Mano, o que é hoje a inteligência artificial, mano? Você pra criar um site, você fala assim, eu quero criar um site sobre, sei lá, um site de receita focada em bolo. E a própria inteligência artificial, ela cria o site, ela cria as paradas do...
Tá ligado? Ela faz o site pra você, caralho. Ela faz tudo, na verdade. Tô falando de site aqui porque é simples, mas ela faz qualquer coisa. Então, os caras lá em 1900 e... Sei lá, esse livro é de 1960 e tantos, eu acho. Os caras já falam sobre a parada que hoje a gente tá sendo dominado, que é a inteligência artificial. Sei lá, mas é maneiro demais. O Viagem Centro da Terra é um livro muito foda. É um livro que não é longo.
E ele também não é curto, mas ele não deixa, ele não acelera o processo da história. Sabe, porque tem uns livros que você começa a ler e aí você fala, caralho, tá muito acelerado, tá muito devagar, tem muito detalhe. Não, esse livro, ele é objetivo, ele fala sobre os personagens.
Dá o contexto da história e vai pra cima do bagulho, tá ligado? Mano, é maneiro demais, muito bem escrito, do caralho. E eu vou esperar um tempo, né? Porque eu gosto de dar um tempo entre o mesmo autor e eu gosto de esperar um pouco, assim. A não ser que seja o mesmo livro num livro só, sabe? Se for tipo um box e tem três livros na sequência, eu vou ler os três também porque eu já tô lendo já, né? Mas eu vou ler mais do Júlio Verne pra saber mais, assim, sobre...
Sobre a história dele, vou tentar entender mais de quem foi ele e tal. Mas, mano, maneiro demais, assim. Muito legal. Viaja ao centro da Terra. Eu ia falar alguma coisa que eu esqueci. Pensei em falar e acabei esquecendo.
Bom, é isso. Leiam, Volta ao Mundo, não, Volta ao Mundo não. Leia também, mas eu não li, não sei se é bom. Mas o Viaja ao Centro da Terra, ele é muito legal. Inclusive, agora lembrei o que eu ia falar. O Viaja ao Centro da Terra, se você já leu ou se você assistiu o filme, não sei se o filme é baseado no livro, deve ser, né? Eu vou atrás do filme pra ver. Na história, é um professor...
que eles vão fazer essa viagem no centro da Terra, é um professor que é muito inteligente, ele é poliglota, fala vários idiomas, ele entende sobre vários assuntos, ele é um cara muito inteligente, muito assim, pra caralho, é um maluco porra, ele é o Dumbledore da ciência, ele é um professor pica, muito foda, o sobrinho dele, que é um rapaz que entende muito sobre pedras e tal, e ele é muito inteligente também, e ele tem o tio dele como referência, e...
É muito legal. E vai um outro cara que ele é um guia, porque a passagem que eles vão para o centro da Terra é num outro país, né? E aí eles precisam desse guia para chegar até lá e o guia meio que ajudar eles durante o percurso, né? Então, são só os três que fazem essa viagem.
E aí, mano, o guia, esse guia, ele é um zé ninguém, assim. Ele não tem o diálogo dele em outro idioma. Ele fala palavras, ele não cria uma frase, assim. Ele só fala palavras. Mas ele, claramente, é o cara que fez essa viagem dar certo, mano.
Ele é o cara que construiu tudo, que guiou tudo, que carregou tudo, que quando precisou fazer alguma coisa, ele foi lá e fez. Ele carregou os dois, ele salvou a vida dos dois, vários momentos. Ele nunca, tá ligado? Ele só foi. E a única coisa que ele pedia era o pagamento dele toda sexta-feira, que eram os três moedas lá da época.
E ele, a única exigência que ele tinha era essa. E ele salvava vidas. E ele fazia, ele construiu o barco, o barco destruiu, ele reconstruiu o barco, ele carregava as coisas, ele construiu bomba, ele fazia comida, ele acordava antes, ele descobriu o caminho, ele fez tudo, mano. Tudo foi esse filho da puta que fez. Só que ele não tem crédito nenhum na história, mano. Ele parece um trabalhador hoje, caralho. Ele é esse maluco. Até nisso os cara foi visionário de que o trabalhador nunca vai ser valorizado, mano.
Caralho, o maluco fez tudo, rapaziada. Vai ler a história pra você ver. Ele é o filho da puta que fez tudo, mano. A única coisa que o professor fez foi descobrir a passagem, tá ligado? O resto foi o filho da puta do guia, tá ligado? O moleque lá, o sobrinho do professor, ele não faz porra nenhuma. Ele só dá trabalho nessa viagem. Ele não acrescentou em nada na história. Ele é só o cara narrando. Ele é só o cara que narrou, tá ligado? Porque a história é meio que ele narrando todos os acontecimentos, né?
Ele só foi a porra do narrador dessa história. Ele não fez caralho nenhum. Ele só deu trabalho. Ele se perdeu. Ele quase caiu várias vezes. O guia que salvava ele todas as vezes que ele quase morreu. O guia que salvou ele. No final, os filha da puta estavam lá quase morrendo. E o guia estava de boa. Salvou, segurou os dois do penhasco lá e os caralho.
Mano, o filho da puta do Guia fez tudo e ele não teve porra nenhuma de crédito, mano. Foi o professor que teve toda a glória da viagem, foi o filho da puta que escreveu a história, que teve toda a obra produzida e replicada no mundo. E o filho da puta do trabalhador CLT que só queria receber o seu salário no final da semana, na sexta-feira, ele não teve honra nenhuma, mano.
Ele é o CLT, porra. Os grandes empresários aí levando toda a glória nas costas. Ah, porque o Steve Jobs criou. Porque o Elon Musk. E os filha da puta que estavam ralando lá o tempo todo. Ninguém sabe o sem nome. Eu não lembro o nome do filho da puta. Eu nem lembro. O professor Lindenbrock. Como é que eu lembro da porra do nome do Lindenbrock?
E não lembro da porra do nome do guia? Que foi o mais importante? Eu tô aqui, eu tô aqui sendo hipócrita. Pra esquecer o nome do filho da puta. Caralho, mano.
Isso é foda, né? O maluco fez tudo. Mano, ele fez tudo, velho. Se você ler a história, desde quando ele aparece até a hora que ele vai embora, foi ele que fez tudo. A viagem no centro da Terra, foi ele que fez, mano.
O filho da puta do professor só ficava falando, é, a gente tá ao sul do não sei o que, a gente, pelos meus cálculos, a gente tá do norte do não sei o que, e o outro lá construindo a porra do barco que eles usam, fazendo a comida que eles comem, carregando as malas, fazendo tudo, mano. E o professor, é, a gente, é, eu descobri que a gente, pelas minhas anotações, a gente tá agora debaixo da Letônia. Foda-se, caralho. E a porra do barco que vai precisar usar agora?
O maluco lá cuidando da vela do bagulho, segurando o filho da puta que ia se afogar. Cuidando da comida, cuidando das paradas. Trabalhando honestamente. E quem levou a glória? A porra do professor.
E eu tô lendo agora um outro livro que foi o Afonso Padilha que me indicou. Chama Battle Royale. Eu acho que eu falei já pra vocês desse livro. Não lembro. Mas ele é um livro japonês, né, mano? Tipo assim, eu não vou dar muito spoiler assim. Mas ele é um livro japonês. Então, mano, todos os nomes são japoneses, mano. Todos os nomes, tá ligado? E aí, eu já tô no, sei lá, no décimo capítulo do livro. E todos os nomes até agora eu leio. Hashitone Amikruki. Lindo Nyonho Amikosha.
Kawasaki Shiroheri. Mano, eu não tô fazendo nenhum esforço pra decorar os nomes das pessoas. Todo nome que aparece eu leio. Harikori Firifiri. Mano, eu não tô... Kawasaki Suzuki. Eu não tô fazendo nenhum esforço pra tentar entender o nome dos personagens. Agora a minha preocupação é espero que os nomes dos personagens não sejam importantes pro decorrer da história. Porque eu não faço ideia, mano. Eu já tô no décimo capítulo e eu só leio Harishori Firifiri.
Furitori Mirikori. Caralho, é muito engraçado, porque eu tô lendo a história, e o Shiri Shiri Hori Hori tava conversando com o Firi Piri Krimkori, e o Raimuri Hafshuri tava lá fazendo, tá ligado? Eu não faço ideia dos nomes. Nenhum. Juro pra vocês, nenhum. Tem um único nome que eu acho que é...
Shouyo? Shouyo? Shouyo? Shouya? Eu não sei. Tem nome de molho japonês. Shouyo. Acho que é Shouyo. Ou é alguma coisa parecida com o Shouyo. Porque, pelo que eu tô vendo, ele é meio que o principal da história, assim. Ou meio que o narrador conta a história a partir do Shouyo. Shouyo. Shéya. Miquitore. Shouyo Miquitore. E aí é o único nome...
que ele repete mais vezes. Então é o único nome que eu não decorei. Vocês viram que eu não decorei o nome, depois de 10 capítulos.
Mas é o único nome que eu olho e falo assim, ah, esse nome eu já lembro, hein. Agora o Harry Fora, equipe I, mano, os caras repetem pra caralho o nome e não dá pra saber. Aí o filho e o Harry estavam conversando com o McShady. Mano, tudo uns nomes filha da puta japonês, mano. Não tô entendendo nada. Eu só espero, de verdade, que não seja importante pra história. Porque, se bem que os personagens meio que vão morrendo, assim, é uma história meio cabulosa.
E aí os personagens vão morrendo. Então, dois já morreu. Não vou precisar lembrar.
O Herifiri Shirikori morreu. E o Ikiori Capitori também já foi pro caralho. Então, sobrou agora 40, até onde eu tô, sobrou 40 pessoas vivas. E é legal que cada final de capítulo vai mostrando, tipo assim...
Tava lá, 42 alunos sobreviventes. Aí agora já tá, 40 alunos sobreviventes. Caralho, o bagulho tá em cotagem decrescente, mano. Nossa, o bagulho... Só de quando você chega no final do capítulo e você vê isso, você fala, pô, o bagulho vai ficar louco, hein? Caralho. Mas o livro é muito bom, assim. Recomendo. Só espero que, de verdade, os nomes não sejam importantes. É muito engraçado. Hakatari Havitori. Nintendo Caratodo.
Bom, mas é isso. Muito obrigado a todo mundo que escutou o podcast. Fiquem bem. Tenham uma ótima semana. Um grande beijo na bonda de cada um de vocês, tá bom? Lembre-se, hein? Doe órgãos. É nóis. Tchau, tchau e tchau, tchau.