20. O Colecionador de Lágrimas. Cap 16 - As loucuras do III Reich
Leitura do Cap 16 do Livro O Colecionador de Lágrimas, de Augusto Cury. Da pág 257 à pag 268.
- O Terceiro ReichDefinição de Terceiro Reich · Primeiro Reich (Sacro Império Romano-Germânico) · Segundo Reich (Império Alemão) · Supremacia racial · Raça e alma
- Apoio religioso a HitlerSubstituição de festividades religiosas · Substituição da cruz pela suástica · Jesus vs. Hitler · Culto ao Führer
- Confronto com Alfred da Juventude HitleristaJuventude alemã contaminada · Juventude Hitlerista · Hitler como messias · Técnicas de sedução de massas
- O Mito do Século XX e o Complexo de Inferioridade AlemãoO Mito do Século XX (livro) · Complexo de inferioridade alemão · Autoafirmação e poder · Exaltação irracional da raça ariana
- O Colecionador de LágrimasLeitura do Capítulo 16 · As Loucuras do III Reich
- Jesus e TolerânciaPaixão pela humanidade · Respeito às diferenças · Religião como veículo de libertação · Pertencer à humanidade
- Psicopatia no poderSociedade em crise · Psicose coletiva · Líderes com soluções salvadoras · Culto à personalidade
- Atentado contra Júlio VerneCarro blindado · Ataque com metralhadora
Olá, aqui é Erika Domingues, compartilhando leitura. Estamos lendo o livro de Augusto Cury, o Colecionador de Lágrimas. E hoje nós vamos ler o capítulo 16, que inicia-se na página 257. E o título é As Loucuras do Terceiro Rage. Durante o intervalo, o professor traduziu o incompreensível diálogo para Billy e Caterine.
O inspetor, preocupadíssimo, rapidamente acionou os policiais que faziam sua segurança. Depois de vasculhar em toda a área, concluíram que o jovem não se encontrava mais no ambiente e não havia mais ninguém suspeito, pelo menos fora do prédio. Eu não entendo. O jovem Alfred afirmou que me conhecia. Explique melhor. Ele disse que estiveram juntos numa peça teatral?
Sim, foi mais longe, disse o nome da peça, Irmãos de Sangue. E você já esteve nessa peça? Indagou o escritor. Não, pelo menos que eu me lembre. E o que é espantoso é que ele disse que a conferência abriu seus olhos, que descobriu que a juventude alemã estava contaminada, mas se referia à juventude daquela época, dos tempos do nazismo.
Pelo que eu saiba e pelo que estudei em psicologia social, só houve uma juventude hitlerista na Alemanha de 1933 a 1945, afirmou Caterine. É estranho, ele se identificou como Alfred, o braço direito de Baldur Von Tira, o líder da juventude hitlerista, o mesmo que citei na conferência que considerou Hitler um messias no julgamento de Nuremberg. Mas não há ninguém na lista de participantes com esse nome.
Parece que estou enlouquecendo. Ou então, professor, você é um Indiana Jones dos dias atuais, um viajante do tempo. Renan explica isso, disse com um sorriso no rosto, tentando relaxar o ambiente. Billy, exclamou Caterine. Subitamente chegaram os seguranças e lhe trouxeram o relato. O sujeito não foi encontrado, nem deixou vestígios.
Bem, professor, parece que se havia perigo, ele foi dissipado. Se você quiser, pode continuar sua conferência, comentou Billy. Júlio Verne ponderou amedrontado. É a primeira vez que os principais líderes mundiais das mais diversas religiões se reúnem para promover a paz, a tolerância e a inclusão social. Imagine as consequências de um atentado aqui. Eles não se reuniriam mais.
a humanidade perderia uma grande oportunidade de respeitar as diferenças e abrandar o terrorismo em suas disputas. Caterine percebeu o medo estampado na face de seu marido, mas pensando na sua saúde mental, considerou que seria melhor que ele continuasse sua exposição. Lembre-se do que você já nos disse, quem não tem nenhum tipo de medo é irresponsável. Coragem não é ausência do medo, é o controle dele.
Domine-o e continue sua preleção. Explicar o que está ocorrendo conosco gerará mais tumulto. Nem nós temos as explicações. Falar para esses líderes é um privilégio. Até presidentes de nações queriam ter essa oportunidade. Tem que ser breve. Nesse momento, o professor, e não seu marido, entrou em cena. Kate, como eu poderia ser breve numa conferência dessa envergadura sem cair no superficialismo?
Muitos desses homens e mulheres são mais cultos que eu em diversas áreas. Eles têm fome e sede de conhecimento. Porém, respirando profundamente, procurou ouvi-la. Mas vou tentar. Billy deu o aval de que reforçaria a segurança, alertaria todos os policiais para intervir em qualquer ato suspeito. O professor, mais calmo, voltou ao palco e se esforçou para ter o mesmo entusiasmo.
Precisava ser bombardeado pelas perguntas para se reanimar, o que não tardou. Nancy, uma teóloga da igreja anglicana, após ouvir as primeiras palavras de Jules Verne, quebrou o clima de apreensão. É surpreendente que um homem tosco, grosseiro, radical, fosse capaz de seduzir uma das sociedades mais cultas da história. Que técnicas Hitler usou e que poderiam ser usadas por outros líderes,
para flertar com novas sociedades em crise, inclusive instituições religiosas. Um ser humano em um surto psicótico nunca delira dizendo ser um personagem anônimo da sociedade, tal como um faxineiro. Ele se projeta num ícone social, como um famoso presidente, rei, ditador, ou até numa figura religiosa proeminente. A sociedade também pode viver uma espécie de psicose coletiva.
tempos de caos socioeconômico, rebaixando sua consciência crítica e se projetando num grande líder portando soluções salvadoras. Notem que palavras profundas ditas por pessoas anônimas podem não ter grande destaque e palavras débeis ditas por celebridades acabam adquirindo um status elevado. Tal injustiça intelectual é reflexo solene do cárcere do processo de interpretação a que podemos nos submeter.
Preocupado com esses mecanismos que asfixiam a liberdade, queimam um intelectual do islamismo, concluiu. O culto à personalidade que certos líderes e ditadores difundem é um dos maiores instrumentos de controle de massas. É tempo de exaltarmos os anônimos e estimulá-los a ter uma mente crítica para entender que todos os líderes sociais, inclusive nós, existem para servir e não para ser servidos.
A plateia o aplaudiu entusiasmadamente, inclusive o professor, que em seguida comentou. De fato, o culto à personalidade imprimido por Hitler era tão insidioso que quando ele entrava num ambiente, todos se aquietavam. As risadas eram silenciadas, as vozes caladas. Era um semideus. Chegou, inclusive, a substituir a Páscoa e o Natal por festividades nacionais.
e a cruz, como símbolo cristão, pela suástica. Ele se serviu da religião para subjugar a sociedade. Paolo, um dos grandes teólogos da Igreja Católica Apostólica Romana, PhD em filosofia, perplexo com o holocausto, acrescentou. A Alemanha era um país majoritariamente cristão, mas para Hitler, as teses sociológicas e humanistas de Jesus eram um tormento.
Hitler eliminou doentes mentais. Jesus investiu tudo o que tinha nos combalidos. Hitler não admitia opositores. O mestre de Nazaré recomendava a poesia do perdão. Sua afetividade era um escândalo para o nazismo. O professor sabia disso e completou o pensamento de Paolo.
Para Hitler, o Jesus judeu ensinava uma ética feminina de piedade. Proteger os diferentes e os que viviam à margem da sociedade, como os leprosos e os doentes mentais, era uma heresia inaceitável para Hitler e seus doze apóstolos. Himmler, Gore, Goebbels, Rosenberg, Hess, Hempstrop, Schirra, Strait, Freak, Funk, Boutchit, Leia.
Por isso, os pais alemães foram desencorajados de enviar seus filhos a qualquer escola religiosa que fosse. Para substituir a religião na Alemanha, foi instituído o culto ao Führer, do sangue e do solo. Hitler, esperto que era, não ia exteriormente contra a igreja, mas nos bastidores ele a minava sorrateiramente.
Houve um alvoroço na plateia. Os religiosos ficaram atônitos com a perspicácia do Führer em influenciar e manipular as crenças do povo alemão. Após essa exposição, Caterine entrou em cena. Como psicóloga social, era uma especialista em ciência da religião. E ela disse...
Hitler foi supervalorizado em ambientes nos quais deveria ser minimizado, destacadamente nos espaços acadêmicos e religiosos. Seduziu o psiquismo de muitos com uma pesada propaganda que valorizava a sociedade, a autoestima, o bem-estar social e até Deus. Só que esse Deus era criado à sua imagem e semelhança. Ele o chamava de providência.
Aliás, citou mais de mil vezes a palavra providência em seus discursos públicos e reuniões íntimas. O professor Júlio Verne fez coro a esse questionamento e comentou que, ao assumir o poder...
Hitler observou a febre partidária, as disputas irracionais e a crise social e fez, em 1933, com uma habilidade surpreendente, um apelo dramático pelo rádio conclamando a União Nacional com expressões místicas e sociais fortíssimas. Imitando a voz do Führer, o professor reproduziu alguns trechos do seu primeiro discurso logo após se tornar chanceler.
Desde o dia da traição de novembro de 1918, aqui ele está se referindo à assinatura do Tratado de Versace. O Todo-Poderoso deixou de abençoar nosso povo. Tal expressão evidencia que os alemães que assinaram ou ratificaram esse tratado seriam vingados e perseguidos em seu governo. E ele se considerava o único para essa missão. Vou restaurar a unidade de espírito e de vontade do nosso povo.
E ludibriando os religiosos, prometeu colocar sob sua proteção a cristandade, que é a base de toda a nossa moral e a família, a célula mater de nosso povo e nação. Ao prometer defender a religião, a família e o povo, Hitler mostrou uma notável habilidade para tocar a música que as pessoas queriam dançar. Fascinadas, anos mais tarde, eles atirariam no mais lúgubre abismo.
Inspirado pela exposição de Júlio Verne, William, teólogo protestante, estudioso do misticismo dos nazistas, comentou enfaticamente. Hitler era tão manipulador da religião que tinha a ousadia de terminar alguns discursos usando a estrutura de linguagem semelhante à da oração Pai Nosso, para exaltar a granteza do seu governo.
Soará a hora em que milhões de seres que hoje nos detestam cerrarão fileiras atrás de nós e saudarão conosco o novo reit alemão, o reit da grandeza e da honra, do esplendor e da justiça. Amém. Billy foi mentalmente iluminado com todas essas informações. Conhecia pouco a história geral, mas, instigado a desvandá-la, indagou. Afinal de contas, professor, o que é o terceiro reit?
Era uma pergunta simples, mas vital para compreender o governo que causou um terremoto social na Europa e arrastou nele grande parte das nações do mundo. E aí ele respondeu. O terceiro Reich é o nome do terceiro império alemão. Representou o delírio de grandeza dos nazistas. Alfred Rosenberg, ideólogo e papa do paganismo, propôs esse nome para o governo nacional socialista, embora não tenha sido ele o inventor da expressão.
Seu autor foi um escriba, Müller, Müller von den Bruch, conhecido como o excelente tradutor da obra completa de Dostoyevsky. A ideia do terceiro Reich é uma concepção histórica que se eleva acima da realidade, disse Müller. Ele queria que todos os nacionalistas alemães participassem da sua construção. Rosenberg retomou, promoveu e expandiu as ideias de Müller.
Mas quais foram os dois primeiros Reits? Perguntou Dorothy, uma das organizadoras do evento. O primeiro Reit, segundo Muller, foi o Santo Império Romano Germânico, 926 a 1826. O segundo Reit foi um dos imperadores alemães após a unificação do país, 1871 a 1918, que só se manteve com o gigantismo de Bismarck, mas desapareceu com seu promotor.
O terceiro Reich era, segundo Rosenberg, o autêntico império alemão, que respondia a todo anseio e expectativa dos alemães. E nesse magno terceiro Reich, o fundamento seria a raça alemã, e não mais as dinastias ou os líderes políticos. Foi lançado nesse império algo assombroso, a política da supremacia racial. A raça, afirma o filósofo do nazismo, é a alma vista de fora.
E a alma é a raça vista de dentro. Não há loucura maior do que essa. Por quê? Porque Rosenberg faz uma unidade inseparável. A raça e a alma são a mesma coisa. A raça é o centro da história biológica e a essência da história da humanidade. Desse pensamento, ele extraiu e vendeu para os nazistas a falsa tese da necessidade de uma raça superior.
para desenhar o novo capítulo do desenvolvimento biológico e histórico da humanidade, disse Caterine. Ao que parece, Rosenberg filosofou de maneira estúpida que no terceiro Reich tudo devia se submeter ao grupo racial, a ideologia, a política, a religião, as artes, disse Dr. Thel. Todas essas intervenções alegraram o professor, o que fez abrandar o seu estresse.
A segunda parte da conferência serviu-lhe de terapia e o fez relaxar. Em seguida, ele comentou que Rosenberg influenciou Hitler desde o começo. Marchou com ele no Port da Cervejaria, em Munique, em 1923, embora sempre fugisse na hora de maior risco. Quando Hitler foi preso, manteve a conexão com os partidários e escreveu artigos e brochuras sobre o programa do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.
que continha ideias de Hitler, projetos econômicos de George Fever e do próprio Rosenberg. Os textos de Rosenberg foram lidos por Hitler na prisão de Landsberg e pautaram as ideias atrás do seu livro Menkampf. Com isso, três novos elementos foram introduzidos no programa do partido. A doutrina da purificação da raça, a doutrina do terceiro Reich e a ocupação do leste da Europa em detrimento da Rússia bolchevista.
Anos mais tarde, todas as ideias de Rosenberg foram reunidas num livro que se tornou, ao lado do livro de Hitler, a Bíblia do Nacional Socialismo, chamada de O Mito do Século XX. E o prospecto da editora dizia que o Föhrer considerava essa obra como o trabalho filosófico mais importante da época. Mas os alemães daquela época se sentiam superiores a outros povos? Perguntou Kemal.
Ao contrário do que muitos pensam, o alemão médio sofria, segundo Rosenberg, de um crônico complexo de inferioridade. Sentia-se até inferior a si próprio. Tinha, portanto, uma necessidade vital de autoafirmação e poder, espaço que Hitler soube também ocupar. Ao colocar a questão racial no centro da política nazista, Rosenberg e Hitler perceberam que era necessário elevar às nuvens a autoestima do povo alemão.
Foi por isso que o nazismo começou a usar a exaustão expressões como grandeza da raça, o eterno destino da Alemanha, o puro sangue, somos únicos. Essas expressões falavam muito mais a emoção do que a razão, levando passo a passo a implosão do complexo de inferioridade.
e a construção do complexo de superioridade, gerando uma exaltação irracional da raça ariana. O nazismo passou a perseguir e massacrar tudo o que considerava uma ameaça à pureza racial, inclusive os homossexuais. Não os viam como mentes complexas, como seres humanos que amavam, choravam e sonhavam. Nancy, a teóloga anglicana, faz um novo comentário.
Diante dessa exposição, entendo que muitas desgraças da humanidade decorrem de tal distorção filosófica. Toda vez que supervalorizamos uma raça, um povo, uma nação, um grupo religioso, um partido político, causamos acidentes históricos, preparamos caminho para as atrocidades, o ser humano fica em segundo plano. E confesso que já caí nessa cilada, supervalorizei minha religião e diminui outras.
Não admitia perder membros para outras instituições. Lotei seres humanos sem aplaudir sua liberdade de escolha. Os brilhantes líderes presentes na Conferência Internacional sobre Tolerância e Paz Social ficaram tocados com a honestidade da respeitadíssima Nancy. Fizeram igualmente um exame de consciência. O Rabino Joseph, profundamente impactado, se levantou da primeira fileira e comentou.
Temos de aprender a ser apaixonados pela humanidade. Temos que prestar mais atenção na dor dos outros. O artífice da existência deu-nos uma consciência existencial. E no centro dela está a sede de ser livre. E não há como ser livre no teatro social se primeiramente não o formos no teatro psíquico. E não há como ser livre no teatro psíquico sem respeitar os que pensam e creem diferentemente de nós.
Karl Marx havia considerado a religião como o ópio que entorpece a mente humana, mas aqueles líderes consideraram que a religião poderia se tornar um importante veículo para libertá-la. Com o mesmo entusiasmo com que aplaudiram Kemal, o líder islâmico, a plateia aplaudiu Joseph, o líder do judaísmo. Júlio Verne, inspirado por esses homens, atingiu o ponto alto da conferência, dizendo Música
Em minha humilde opinião, deveríamos frequentar grupos, mas não pertencer a nenhum deles. Entre frequentar e pertencer há uma gritante diferença. Judeus, islâmicos, cristãos, budistas, hinduístas, inclusive membros de partidos políticos, deveriam pertencer em primeiro lugar à humanidade, depois ao seu grupo. Caso contrário, produziremos o fundamentalismo religioso e o radicalismo ideológico.
E, consequentemente, nunca beberemos o cálice da tolerância e nem sentiremos o paladar da solidariedade. O futuro da humanidade poderá ser sombrio. Com essas palavras, o professor terminou sua preeleção e se curvou diante daqueles líderes. A plateia, em peso, se levantou e irrompeu em aplausos, aplaudindo em especial toda a comunidade. Não poucos líderes se aproximaram de Caterine e a beijaram na face.
Depois de beijá-la, os participantes abraçaram-se uns aos outros, gerando um clima de notável afabilidade. Billy, que era um pouco machista, nunca fora beijado na face por homens. Olhava para Júlio Verne um pouco constrangido, mas deixou-se levar pelas águas da sensibilidade. Esquecera, por instantes, que lá fora alguns inimigos poderiam estar aguardando-os.
O professor sentiu-se intensamente realizado nessa noite, aprendeu muito mais do que ensinou. Sua mente foi envolvida por fagulhas de esperança ao ver aqueles líderes mundiais despertando um romance com a humanidade. Finalmente saíram de seu conformismo e começaram a pensar como espécie. Guerras, exclusão, destruição frequentemente foram deflagradas por disputas religiosas.
Ao sair do anfiteatro, Júlio Verne entrou rapidamente no carro, sob os olhares atentos dos policiais que faziam a sua segurança. Tudo parecia tranquilo. Nenhuma ameaça, nenhum acidente. Até que seis quadras antes de chegar ao hotel, o pior aconteceu. Um carro passou em altíssima velocidade e os metralhou. O veículo quase tombou. Se o carro que transportava Júlio Verne, Caterine e Billy não fosse blindado, todos estariam mortos.
sentiram o gosto virtual da morte. Foram 25 balas, das quais 18 pegaram o lado da porta em que o professor estava. Os seguranças que iam no carro de trás tentaram persegui-lo, mas a potência do carro dos assassinos era muito maior que a do deles. E, do mesmo modo como surgiu, desapareceu.
Muito bem, e assim nós finalizamos o capítulo 16. Espero que estejam gostando da leitura. Um grande fraterno abraço e até o próximo áudio.