Episódios de WW – William Waack

Trump adota em Cuba mesma estratégia usada com Maduro

21 de maio de 20261h9min
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Um porta aviões americano está se aproximando de Cuba depois do governo dos Estados Unidos ter indiciado Raúl Castro por assassinato e conspiração para matar americanos, as mesmas ações que precederam a captura do ditador venezuelano, Nicolas Maduro, no começo do ano. Além do âncora da CNN William Waack, participam desta edição Thaís Herédia, analista de Economia, Caio Junqueira, analista de Política, Sergio Denicoli, cientista de dados e CEO da AP Exata, Murillo de Aragão, cientista político e CEO da Arko Advice, Mário Braga, analista para América Latina da Rane, e Lourival Sant'Anna, analista de Internacional.
Assuntos7
  • Êxodo de cubanosPorta-aviões americano se aproximando de Cuba · Indiciamento de Raúl Castro · Conspiração para matar americanos · Captura de Nicolás Maduro · Derrubada de aviões da Irmãos ao Resgate · Pressão econômica e humanitária · Compra de drones do Irã por Cuba
  • Crise na campanha de Flávio BolsonaroRelação com Daniel Vorcaro · Crise de confiança no eleitorado · Crise no mercado financeiro · Divisões internas na campanha · Troca de marqueteiro · Banco Master
  • Desigualdade Social BrasilCuritiba como melhor capital · Gavião Peixoto como melhor cidade · Desigualdades territoriais profundas · Critérios de avaliação (Necessidades básicas, Bem-estar, Oportunidades) · Ranking de capitais (Brasília, São Paulo, Campo Grande, Belo Horizonte) · Piores cidades (Recife, Salvador, Maceió, Macapá, Porto Velho)
  • Inovação e Sustentabilidade no AgronegócioObrigação de monitoramento e relato de emissões · Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões · Setores incluídos (papel e celulose, alimentos e bebidas, transporte rodoviário) · Implementação gradual e sem cobrança inicial
  • Comercio de soja Brasil-ChinaImportações de soja dos EUA pela China · Cumprimento da promessa de compra de soja · Importações de soja do Brasil pela China · Exportações de carne bovina para a China · Tarifa de 55% sobre importações
  • Tendências alimentaresBusca por alimentos proteicos em alta · Impacto econômico da feira · Alimentos saudáveis e nutritivos
  • Candidatura Flávio BolsonaroEncontro com Daniel Vorcaro · Pressão para encontrar alternativa de candidato · Críticas de outros nomes da direita · Resistência à candidatura de Michele Bolsonaro · Auditoria de gastos solicitada à produtora do filme Dark Horse · Proposta de recriação de ministério da segurança pública · Proposta de redução da maioridade penal · Suspensão da reforma tributária · Encontros reservados com empresários e mercado financeiro · Críticas de Ronaldo Caiado e Romeu Zema · Perda de credibilidade e confiança · Deslocamento para a extrema-direita · Fragmentação da direita nas redes sociais
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Hoje, um dia depois do lançamento do programa de crédito para taxistas e motoristas por aplicativo. Assunto por fato relevante de hoje.

As ações de Localiza, Movido e Vamos, todas as empresas de locação de veículos, subiram mais do que o Ibovespa no pregão desta quarta-feira. O movimento de alta na Bolsa de Valores acontece um dia depois do lançamento do programa Move Aplicativos, que prevê R$ 30 bilhões em créditos para motoristas de aplicativo e taxistas comprarem seus próprios carros com juros subsidiados.

Para o Itaú BBA, esse é um sinal amarelo para as empresas de locação de veículos. Afinal, esse programa do governo federal representa um risco duplo, menos gente alugando veículos e menos demanda por seminovos. Nos próximos dias, é natural o mercado oscilar para tentar entender o tamanho do impacto do programa nessas companhias.

O investidor só precisa ficar atento porque o bom resultado de empresas como a Localiza, que pela primeira vez entregou um lucro trimestral acima de R$ 1 bilhão, pode ter seu roteiro de recuperação mudado pelo anúncio do governo federal. Esse foi o Fato Relevante, uma parceria entre a CNN Brasil e o Nelfeed. Até o próximo! O conteúdo Nelfeed também está disponível no site da CNN Brasil.

Foi divulgado hoje pelo Índice de Progresso Social, o IPS, o ranking que afere a qualidade de vida no Brasil. A pesquisa apontou que Curitiba, no Paraná, é a melhor capital para se viver.

A pesquisa do IPS mede a capacidade dos municípios de atender as necessidades básicas da população. O levantamento considera dados socioambientais e de resultados. Na prática, o índice não considera a infraestrutura ou quantidade de recurso empenhado numa cidade, mas o retorno para as pessoas.

Os dados analisados são separados em três critérios. Necessidades humanas básicas, que avalia questões como saneamento e moradia. Fundamentos do bem-estar, que analisa questões como acesso à informação e qualidade do meio ambiente. E oportunidades, que levam em consideração direitos individuais, inclusão social e acesso ao ensino superior.

Em 2026, a nota geral do Brasil ficou em 63,4, numa escala que vai de 0 até 100. Isso representa um avanço sutil em relação ao ano anterior. Essa é a terceira publicação do IPS Brasil. Primeiro foi em 2024, 2025 e 2026. Desde então, a gente teve sempre um progresso bem...

Tímido em relação ao outro ano, mas, no entanto, o nosso país segue marcado por desigualdades territoriais profundas, principalmente dentro dos estados. Considerando as bases de avaliação, a cidade de Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, aparece como a melhor cidade para se viver no país. Entre as capitais, Curitiba lidera o ranking. Na sequência, aparece a capital federal Brasília, seguida por São Paulo, Campo Grande e Belo Horizonte.

Na parte de baixo da lista, entre as piores cidades, aparecem Recife, Salvador, Maceió, Macapá e Porto Velho. Então, a região sudeste concentra aqueles tons de azul no mapa, a região sul também vai junto, e um contraste forte ali, principalmente com o norte, que é a região da Amazônia Legal Brasileira, e o nordeste.

E assim nós encerramos essa edição do CNN Prime Time. Tenham todos uma boa noite e até amanhã. Pense bem, pense CNN. CNN Prime Time. Apoio. Vale. Se é essencial para você, tem a ver com a Vale. Zero lactose e talac. Tá lá em casa.

Pense bem. Pense CNN. Seja bem-vindo à segunda edição do CNN Agro News aqui na tela da CNN Brasil. Eu sou Estevam Limano e te falo os destaques do agro nesta quarta-feira.

O Ministério da Fazenda incluiu setores ligados ao agronegócio na proposta de obrigação de monitoramento e relato de emissões de gases de efeito estufa dentro do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões, o mercado que é regulador do carbono do país.

Na proposta constam setores ligados ao agro como papel e celulose, além de alimentos e bebidas e o transporte rodoviário, principal aliado do escoamento da produção agropecuária brasileira. Essa proposta foi apresentada nesta semana pela Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono da Fazenda ao Comitê Técnico Consultivo Permanente.

Segundo o Ministério, a implementação será gradual e inicialmente sem cobrança ou obrigação de redução de emissões. Nos primeiros anos, as empresas terão apenas a obrigação de apresentar os dados sobre as emissões.

Essa semana acontece a APAS Show, um evento que reúne os principais empresários e empresas do varejo alimentar e a busca por alimentos proteicos deve seguir em alta. A indústria já se movimenta para atender essa nova demanda dos consumidores brasileiros. E quem fala sobre essa tendência e o impacto econômico é o diretor de operações da associação, o Fabiano Benedetti. Vamos acompanhar.

A gente tem uma perspectiva de crescimento da ordem desse ano da feira de 17 bilhões de reais que são gerados em negócios aqui. Então a gente está falando de um aumento substancial de um ano para o outro. E a gente vê realmente cada vez mais as indústrias investindo em categorias muito importantes que geram muito mais valor, principalmente dos alimentos saudáveis, proteicos, alimentos que geram um tipo de nutrição que vão fazer a suplementação do seu dia alimentar.

Então aqui a gente pode dizer que grande parte dos nossos expositores estão trazendo tendências para melhorar a qualidade de vida dos consumidores. Essa preocupação da qualidade do alimento é muito latente aqui.

As importações de soja nos Estados Unidos pela China mais do que dobraram em abril em relação a 2025. O fato é devido à chegada gradual aos portos chineses de cargas que tinham sido reservadas após Pequim ter retomado as compras no final do ano passado.

A China importou 3,33 milhões de toneladas de soja nos Estados Unidos em abril, em comparação com o ano anterior, que foi de 1,38 milhão de toneladas, segundo os dados da Administração Geral de Alfândega, divulgados nesta quarta-feira.

Até o momento, Pequim cumpriu a promessa declarada pelos americanos de comprar 12 milhões de toneladas de soja. Alguns operadores do mercado enxergam como provável que novas compras sejam retomadas, a partir de outubro, quando a nova safra americana estiver disponível.

Xi Jinping e Donald Trump chegaram a um acordo agrícola, mas não aumentaram as expectativas de compra. Já em relação ao Brasil, trazemos aqui a informação que as importações da China aumentaram 3,3% em relação ao ano anterior. Foram de 4,6 milhões de toneladas para 4,75 milhões.

Assim como o Brasil, a Austrália está bem próxima a esgotar a cota de exportações de carne bovina para a China. Isso acontece porque os chineses já compraram quase 3 bilhões de dólares de carne brasileira e cerca de 1 bilhão de dólares em carne australiana só no primeiro trimestre deste ano.

É bom lembrar que o sistema de salvaguarda criado pelo governo chinês neste ano prevê que os países que extrapolarem suas cotas deverão passar a pagar uma tarifa de 55% sobre as importações. Caso o ritmo continue, tanto o Brasil quanto a Austrália poderão ter que pagar esses tributos adicionais a partir do próximo mês.

E assim a gente encerra a última edição do CNN AgroNews desta quarta-feira. É claro que a gente volta amanhã. Você fica agora com o WW. Tenham todos uma ótima noite. Pense bem. Pense CNN. WW. Apoio.

Galápagos Capital, a evolução natural. Hospital Moinhos de Vento, redefinindo a saúde no Brasil. Boa noite, SSNN Brasil. Este é o WW.

A figura de Raul Castro, ex-presidente, ex-chefão do Partido Comunista de Cuba, representa bem o que é hoje o regime naquela ilha. Raul, irmão do carismático Fidel Castro, está com 94 anos em frágil estado de saúde, quase surdo, com dificuldade de se expressar.

mantém ainda enorme poder sobre as Forças Armadas e, principalmente, polícia secreta e política, sem a qual nenhum regime comunista jamais sobreviveu em parte ou época alguma. Mas, ainda assim, Raul tem influência em negociações meio secretas, meio abertas, que o atual governo americano tentou levar adiante com o regime cubano. E que não chegaram, pelo menos até agora, pelo menos publicamente, em lugar algum.

pois a exigência básica de Donald Trump é que o regime cubano deixe de ser o que é. Senão, o quê? Um porta-aviões americano está se aproximando da ilha do Caribe. Depois, o governo americano teria indiciado o próprio Raul Castro por assassinato e conspiração para matar americanos. As mesmas ações que precederam a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro no começo do ano.

Governos comunistas já foram tirados do poder por meios pacíficos. Isso aconteceu na Europa, mas envolveu a negociação e durante algum tempo até mesmo divisão de poderes com forças de oposição organizadas internas. Algo em que a ditadura cubana de fato se esmerou em reprimir, prender, censurar, impedir oposição.

Cuba chegou ao ponto no qual virou um agudo caso, agudo de fato caso de crise humanitária. Não inspira mais nada, a não ser pena pelo sofrimento de tanta gente que tem de viver ali naquelas condições. O que Trump vai fazer disso tudo? Talvez nem ele mesmo saiba.

Nessa edição, vamos tratar também da crise da candidatura de Flávio Bolsonaro. Antes, aos participantes da nossa roda nesse momento, quero agradecer a Sérgio De Nicoli, cientista de dados e CEO da AP Exata. Muito obrigado pela presença no programa e boa noite, Sérgio.

Boa noite, William. Boa noite a todos. E nosso mais novo parceiro também aqui de produção de conteúdo, Murilo de Aragão, advogado, cientista político, CEO da consultoria Arco Advice. Bem-vindo na sua nova condição aqui no WWW. Murilo, boa noite. Boa noite a todos. Um prazer e essa parceria acho muito importante para nós da Arco Advice.

Thaís Herédia, querida aqui ao meu lado, Caio Junqueira também, boa noite a meus colegas. Vamos ao principal assunto agora. As novas revelações sobre os contatos, a relação, como se quiser chamar, entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, aumentaram pressão para que o PL...

encontre eventualmente uma alternativa como candidato à presidência. As críticas de outros nomes, a direita contra Flávio tem aumentado, enquanto o senador busca, enfim, de alguma forma, refazer ou reconstituir contatos com a área empresarial e representantes também do mercado financeiro. A reportagem é de Luciana Amaral.

A revelação do encontro com Daniel Vorcaro depois do ex-banqueiro ir para a prisão domiciliar aumentou a desconfiança no entorno de Flávio Bolsonaro, especialmente entre pré-candidatos ao Senado, estratégicos para a pretensão da direita de impeachment ministros do STF, ao temor de que suspeitas dificultem as eleições nos estados.

O PL se vê com poucas opções para um plano B. Michele Bolsonaro é lembrada, mas sofre resistência da própria família. A ex-primeira-dama tem se mantido distante da empreitada eleitoral de Flávio. Só fala para a gente sobre o caso do Flávio, da campanha do Flávio. Você tem que perguntar para ele.

Aliados do senador apostam em uma auditoria de gastos solicitada à produtora do filme Dark Horse para silenciar suspeitas. Mas os resultados só devem sair daqui a pelo menos um mês. Até a crise sobre o Forcaro, Flávio buscava jogar parado contra Lula. Agora, além de continuar com agendas públicas e dar mais entrevistas, planeja antecipar pontos do plano de governo para criar fatos positivos para a própria base.

Na segurança pública, Flávio cita a recriação de um ministério para a área e a proposta de redução da maioridade penal. O filho de Jair Bolsonaro ainda quer suspender por um ano a aplicação da reforma tributária, com o objetivo de rever reduções na alíquota padrão e regimes especiais. A reforma foi aprovada no governo Lula com o apoio de empresários e já está em fase de transição.

Por isso, petistas questionam se haveria mesmo interesse do próprio empresariado em suspendê-la. Nesta quarta-feira, Flávio Bolsonaro teve encontros reservados com empresários e representantes do mercado financeiro em São Paulo. O senador busca se mostrar para este público como o único nome com capacidade de chegar a um segundo turno e derrotar Lula. Ainda mais por ser o único a ter a bênção do pai.

Enquanto isso, adversários tentam ganhar apoios em cima da crise de Flávio. Nesta quarta, em participação na marcha dos prefeitos, Ronaldo Caiado disse, sem citar nomes, que quem está contaminado pelo caso Master não tem autoridade para ser presidente.

A pessoa que está contaminada, ele não tem estatura para sentar na cadeira da presidência da República, ele não tem autoridade moral para chamar a atenção de ministro supremo e nem do Congresso Nacional. Já Romeu Zema se disse decepcionado com Flávio. As explicações para mim não foram convincentes e precisamos tê-las.

Nicoli, a sua atividade profissional obriga você a olhar com lupa o que está acontecendo nesse grande universo das redes sociais. Ontem tivemos aqui conosco o profissional da área de pesquisa clássica, tradicional. Hoje queremos, através de você, ter uma ideia do que está se movimentando nessas nuvens digitais tão importantes na política brasileira hoje.

Então, William, as redes têm apresentado as tendências antes das pesquisas. A gente já tinha observado, por exemplo, que o Flávio perderia a reputação, que o Lula não estava ganhando.

Ao mesmo tempo, a Atlas, a pesquisa Atlas mostrou esses dados, então a gente consegue antever aqui mais ou menos as tendências. E hoje foi um dia extremamente negativo para o Flávio. Ele chegou a 70% de menções negativas na rede. É algo inédito, desde que nós começamos a medir o Flávio Bolsonaro nas redes, quando ele anunciou a candidatura, então é algo muito frágil. Quando um candidato chega a esse ponto, ele fica muito tóxico.

Até porque já é uma semana de desgaste. As narrativas que ele colocou em defesa dele mesmo, ou seja, geralmente as narrativas são colocadas para que a militância as encampe e depois faça a defesa, foram narrativas frágeis, teve que mudar de versões durante muito tempo. Então, isso agravou a situação dele. Eu acho que hoje a candidatura do Flávio corre risco de se manter justamente por conta desse desgaste que deve refletir.

não somente na candidatura dele, mas também nos cenários estaduais. A gente observa também uma fragmentação muito forte da direita nas redes, a direita costumava operar de uma forma muito unida na guerra narrativa das redes, hoje ela está fragmentada, a briga dentro do próprio universo bolsonarista de direita, enquanto a esquerda tem falado unida e tem dominado as narrativas, o que também é muito prejudicial para o Flávio.

Murilo, como é que a gente deve encarar essas constatações que o Denícoli acabou de nos informar, nos relatar? Como algo passageiro, naquela velha frase da política mineira, se olha para uma nuvem ela está de um jeito, dali a pouco está do outro, ou você vê no que o Denícoli acabou de dizer algo mais perene, fundo, digamos até mesmo estrutural?

William, a gente tem que olhar o passado recente. Antes mesmo da divulgação do diálogo de Flávio com Daniel Vorcaro, já havia uma situação onde Lula liderava, apesar de ser uma situação de empate técnico.

por conta de alguns eventos. A própria rejeição do Jorge Messias colocou o Lula, de uma certa forma, em uma posição antagônica em relação ao Supremo Tribunal Federal. Havia também a questão do desenrola, o anúncio dessas medidas, esse saco de bondades que o governo distribui, e também, antes disso, uma certa desunião dentro da própria direita, com questionamentos à candidatura de Flávio Bolsonaro. Então, se nós olharmos...

o tracking uma semana antes do anúncio do diálogo do Vorcaro com o Flávio, do Flávio com o Vorcaro, porque não aparece a voz de Daniel nessa gravação, a situação dele já era de empate e perdendo. Ele estava cedendo a liderança que ele vinha mantendo ainda muito que apertado.

A questão da divulgação desses diálogos efetivamente traz um componente dramático para a candidatura dele. E não só o próprio fato em si, mas como os desdobramentos a seguir, as explicações, os questionamentos dos demais candidatos do campo da direita, tudo mais é ruim.

Evidente que a perda era mais ou menos esperada. Eu estava em Nova Iorque, lá na quarta-feira, quando saiu essa notícia. Alguns empresários ali ficaram consternados, achando, olha, isso aí vai terminar comprometendo a candidatura do Flávio. A perda ali de 6, 7 pontos era esperada. Mas hoje, até há pouco, a perda ainda estava...

de certa forma gerenciada. Agora, os próximos passos é que vão dizer o que vai acontecer. Eu acho que a candidatura do Flávio subiu no telhado, mas a gente não pode dizer que ela vai cair do telhado. E até também pelo fato de que temos novas revelações que podem acontecer, que podem agravar a situação ou mantê-la do jeito que está. William.

Caio, hoje houve um movimento relevante do ponto de vista da campanha, ou da pré-candidatura do Flávio Bolsonaro, que é a troca de marqueteiro. Claro, não vou usar metáforas futebolísticas de jeito nenhum, porque como eu mesmo acabo dizendo às vezes, isso aí é preguiça intelectual.

É fato, sim, importante quando uma campanha muda pessoas que normalmente na política moderna têm um papel muito forte em traçar estratégias, inclusive. O que isso significa para a campanha do Flávio? Bom, vamos lá, bem brevemente, tentar colocar duas percepções minhas. Primeiro, a crise da campanha do Flávio é maior do que parece na superfície, para mim. Por quê? Primeiro, porque tem uma crise de confiança.

dos políticos, e aí explica a candidatura, pré-candidatura Joaquim Barbosa e hoje Aécio Neves. Tem uma crise de confiança no eleitor, que ajuda a gente a entender essas interações que o Sérgio trouxe, nas redes sociais e no próprio campo bolsonarista, e tem uma crise também no mercado. Faria Lima, setor produtivo, empresariado, falando, poxa, esse cara...

Será que tem mais problema e tal? Então esse é um problema muito difícil de solucionar. E o outro problema que a gente que acompanha essa campanha e as outras também, mas especialmente essa, tem uma crise interna. Tem um problema dentro dessa campanha que é um problema que teve no governo Bolsonaro, que tem nesse universo Bolsonaro, que são divisões internas, basicamente, entre uma ala, vou dizer assim, bolsonarista, raiz, família, os filhos e o entorno dos filhos,

junto com uma ala política. E elas não se cruzam, tem divergências quanto a estratégia, quanto a estilo, quanto a forma como o Flávio deve tratar.

Logo, a mera troca do marqueteiro hoje, entrou o Eduardo Fischer, um publicitário premiado, conhecido, ela pode resolver uma crise de confiança a partir da forma como vai conduzir essa crise. Mas a divergência entre ala política e ala bolsonarista raiz, ela vai persistir. E se ela não se acertar...

é um problema contratado para a campanha dele. Hoje o Rogério Marinho e a ala política venceu, mas isso não quer dizer que ele vai ganhar todas e que na semana que vem tem uma nova crise envolvendo esses dois grupos internos. Hoje ele procurou, de alguma forma, laços, acho que a palavra está equivocada, contatos, atuar em direção a esses círculos que têm uma função grande como formadores de opinião. Estou falando do setor financeiro e empresarial. Como é que foi?

William, está todo mundo tomando uma certa distância, tem uma apuração até da nossa Lucinda Pinto aqui, dizendo que tem uma percepção no mercado de que é o Flávio que está tentando evitar um encontro cara a cara, ele tem feito alguns telefonemas, mas aqueles eventos que ele estava participando, até eventos mais fechados.

O que o mercado faz muito de trazer o candidato, perguntar, ter uma conversa mais tete a tete, fechada para a imprensa, acaba vazando uma ou outra coisa ali que é de interesse dos dois lados. Isso não está acontecendo. Agora, sabe a frase que eu tenho mais ouvido nas conversas com empresários, tanto do setor real quanto do setor financeiro?

Você lembra que eu te falei que ele não era um bom candidato, que ele não era o ideal? Essa é a frase que eu tenho mais ouvido. Então, assim, quando o Flávio aparece com aquela candidatura, ele saca da cartola a candidatura, a primeira reação de todos os setores foi...

Isso é um problema. O Flávio não tem musculatura para seguir. Isso mantém a radicalização, isso mantém a polarização. Por quê? Porque havia uma expectativa muito forte pelo fechamento em torno de Tarcísio. Tarcísio sempre foi o candidato ideal. Flávio passou a ser o candidato quase que obrigado. As empresas e o mercado tiveram que aceitá-lo obrigatoriamente. Então, hoje, não há disposição para acomodar o Flávio.

Porque, na verdade, ele nunca foi acomodado, ele foi aceito por uma realidade dessa polarização que permaneceria. Sérgio de Nicoli, deixa eu ver se você consegue nos ajudar numa outra abordagem do que a gente está tratando aqui agora. É normal, Murilo, experiente observador de Brasília, Thais...

Caio e eu somos jornalistas veteranos, a gente fica plugado nessa questão política toda. É claro que os acontecimentos em torno do Flávio Bolsonaro nos mobilizam tremendamente porque a gente infere a partir daí este ou aquele possível desdobramento político. Como é que é nas redes, Sérgio Denícoli?

Como é que, vamos dizer, o mundo normal, não o mundo nosso aqui, viciado nisso, está vendo esses desdobramentos? Então, o principal sintoma dessa crise toda é a perda de credibilidade do Flávio. A gente mede, por exemplo, William, a confiança que é colocada quando alguém fala de um candidato. A confiança do Flávio despencou de 20 para 10, ele perdeu metade da credibilidade que ele tinha.

Isso aconteceu na eleição de 2022, quando o Bolsonaro perde também confiança por conta da inflação. Nesse caso, a confiança é por conta das idas e vindas das declarações do Flávio, da falta de esclarecimento, e quando você perde metade da sua credibilidade para recuperar, é muito difícil. E uma outra questão que a gente observa também, a gente analisa, nas menções positivas aos presidenciáveis, quem o defende, de qual espectro esse eleitor fala.

O Flávio vinha conversando com o eleitor de centro de uma forma adequada. Ele não era um candidato de centro, mas havia pontos de contato, ele conseguia conversar com esse eleitor. Neste momento, ele foi deslocado para a extrema-direita, é quem o defende.

E, curiosamente, os demais candidatos de direita também, o Caiado, o Zema e o Renan Santos, também acabaram se distanciando do eleitor de centro, porque se colocaram, o Renan no caso é uma antítese dentro da direita do Bolsonaro, do Flávio Bolsonaro, mas o Caiado e o Zema se colocaram quase como um apêndice do bolsonarismo, buscando disputar espaço dentro.

desse espectro. Isso os afastou do centro, neste momento eles estão bem afastados, a crise acabou por afastar ainda mais e, curiosamente, o Lula, que estava restrito a um espectro de esquerda, ele começa a caminhar em direção ao centro. Então, aquilo que eu falei, que o Lula acabou não se beneficiando diretamente de melhora da imagem a partir dessa crise, isso já começa a mudar nos últimos três dias. Esse movimento é um movimento recente.

A gente observa um diálogo melhor do governo Lula com esse eleitor de centro que está muito assustado, que está abrindo mão da direita. Então, eu digo que se a direita insistir na candidatura do Flávio, isso vai contaminar esse espectro de uma forma bastante ampla. Não é uma crise somente do bolsonarismo, até porque a direita se identifica muito com o bolsonarismo. Ela surge a partir daí, a direita que nós vemos hoje.

Então há uma crise da direita de credibilidade que é afetada pela candidatura do Flávio, por isso que eu acredito que ela não deve durar muito tempo. O mundo fica para o Centrão, Murilo.

Olha, o Centrão vai tratar da sua vida a partir dos estados. A candidatura presidencial é um bônus, é um plus a mais, como diria um corretor de imóveis. Ter um presidente é bom, mas o importante é ter uma fatia expressiva dentro do Congresso Nacional. Agora eu queria voltar a um ponto aí. O que choca esse episódio é, primeiro, o fato do filme ter sido patrocinado pelo Banco Master, porque não aparece nenhum outro...

patrocinador. Segundo, porque esse tema deveria ter uma explicação pronta, porque se houve esse fato, se, quer dizer, como está comprovado que aconteceu e ainda mais esses diálogos, haveria que ter, o Flávio deveria ter uma explicação muito boa, pronta, para quando saísse esse tema na mídia. E não foi o que aconteceu. E, evidente, o que o Sérgio diz, tem toda razão. O problema maior não é o eleitorado bolsonarista que é bolsonarista.

É o eleitorado de centro que vai decidir quem ganha a eleição. É aquele que não é nem lulista nem bolsonarista. Este eleitorado, ele acha o episódio do Banco Master uma tragédia. Fica horrorizado com tudo que aconteceu, fica horrorizado com todas as autoridades que estão potencialmente envolvidas no caso. Então, o fato de se ter uma ligação tão forte entre a candidatura do Flávio...

E o escândalo do Banco Master traz um dano eleitoral terrível para ele, no aspecto desse eleitor de centro, que não é nenhum lado nenhum outro, e que, na verdade, buscava o Flávio por conta...

de uma decepção com o governo Lula, que não agrada, do próprio antilulismo também, que existe, é uma força política importante. Então, o fato é que isso gera uma situação muito ruim. Agora, falando do Centrão, o Centrão vai tratar das eleições dos estados. O importante é que esses grandes partidos que compõem o grande centro da política brasileira estão disputando para ver quem tem mais deputados.

para controlar a Câmara dos Deputados e mais senadores para controlar o Senado também no ano que vem. É uma eleição paralela a essa, pouco falada, mas que é realmente a grande disputa de poder no Brasil. William. Mas eu tenho sentido, William. Desculpa, cachorro. Não, é porque eu estou...

A gente tem que chamar o break. Faz o seguinte, eu já ia fazer isso mesmo, Caio. Pedir para você retomar o programa logo depois do intervalo, abordando essa linha e mais o que você já sabe de potencial mudança de estratégia na campanha do Flávio. Pedir sua licença. A gente volta daqui a um instantinho. Encontramos essa conversa pessoal. Até já.

A sua próxima evolução. Nós evoluímos com o tempo. Aprendemos a plantar, a trocar, a investir. A verdadeira evolução acontece no detalhe, no como se faz. A Galápagos Capital é a evolução do que você já tem. Um novo olhar para a longevidade do seu patrimônio e do seu negócio. Porque evoluir é se desprender do óbvio. Galápagos Capital, a evolução natural.

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Passamos dias inteiros para recolocar o Brasil no mapa da exportação. Batendo um recorde. 24 mil empresas conectadas com o mundo. Muita dedicação. De corpo e alma. O resultado? Um trilhão de dólares de produtos brasileiros exportados desde 2023. Números nunca antes vistos na história do país. E seguimos, dedicados por inteiro, fazendo o nosso trabalho. Para o Brasil inteiro crescer e progredir. Apex Brasil. Que venham mais conquistas.

Ei, olha para o seu banco. Agora volta aqui. É assim que você se sente. Há dois anos, a Amil voltou a ser uma empresa brasileira. E nesse tempo, conquistou a melhor performance do setor de saúde.

Eu vou seguindo de cabeça em pé. Eu perco tudo, mas não perco a fé. Somos a empresa de saúde que mais cresceu em 2025. Com grandes avanços em todos os indicadores da ANS que avaliam a qualidade do atendimento. É tempo de agradecer a confiança dos nossos clientes. O cuidado dos nossos médicos e prestadores.

A parceria dos nossos corretores. E a dedicação dos nossos 22 mil colaboradores diretos no acolhimento aos nossos clientes. A Niu, o melhor plano do Brasil.

Breaking News, San Andy.

Só aconteceu um fato importante no nosso intervalo, a Polícia Federal rejeitou a delação de Daniel Vorcaro. A gente conseguiu mais informações aí durante o intervalo. Caio reproduz para nós o que a gente já sabe. Isso, William. O que a gente conseguiu de informação é que a Polícia Federal encaminhou aos advogados a rejeição formal da colaboração premiada do Daniel Vorcaro, mas...

a Procuradoria-Geral da República segue firme em negociação junto com os advogados de defesa do Daniel Vercaro. Ou seja, há uma rejeição da delação pela Polícia Federal, mas a equipe que defende o Daniel Vercaro segue negociando, inclusive hoje presencialmente em Brasília, na Procuradoria-Geral da República. Parte da defesa esteve lá e segue a negociação com o Paulo Gone e a equipe dele.

Bom, isso aí tem uma implicação evidente. Quem é que vai homologar essa delação é o ministro, é o relator da questão, que é o ministro André Mendonça. Ele pode homologar ou não. Se ele homologa, segue o baile. Se ele não homologa, aí o que acontece?

Bom, aí pode ter, tem dois caminhos, né? Ou o Daniel Vercaro não faz colaboração premiada nenhuma, o que é muito arriscado para ele enfrentar aí 50 anos de prisão, 100 anos de prisão. Ou o que a defesa hoje do Daniel Vercaro defende, o Juca, o José Oliveira Lima, é...

de repente recorrer para a turma, passar por cima dessa decisão do André Mendonça, do relator, de rejeitar a colaboração e tentar ganhar o Supremo, ou a maioria do Supremo, numa homologação, num processo dessa linha. Ao que se comenta, a PGR insistiria muito mais na questão do ressarcimento, 50 ou 60 bilhões, e a defesa seria já concordada com 40?

É, esse é um debate muito firme e óbvio até do montante de recursos, mas tem uma questão política envolvida aí.

que é até que ponto tanto o advogado principal da defesa do Daniel Vercaro quanto a Procuradoria-Geral da República estaria comprometida ou interessada em entregar uma delação premiada completa que envolvesse cúpula do Congresso e também ministros do Supremo Tribunal Federal. Murilo está me pedindo a palavra. Prossiga, Murilo.

Seguinte, a gente tem que entender que há um balé em torno da delação. A primeira delação é uma espécie de vai que cola. Dificilmente uma delação seria aceita de primeira. Ela é um ensaio, ela vem com proteções evidentes. Então, a rejeição não implica que vai acabar o jogo da delação. É possível que...

que o Vorcaro e seus advogados preparem novas revelações e tentem novamente uma delação. Eu não acho que imediatamente eles vão bancar essa delação e tentar fazer valer no plenário, na turma do Supremo Tribunal Federal.

O que eu vejo é que faz parte do jogo apresentar um arsenal de informações ou um conjunto de informações e elas serem avaliadas e talvez elas não serem suficientes ou não guardarem uma relação de novidade em relação ao que a própria Polícia Federal já sabe a partir da quebra dos sigilos telefônicos e telemáticos de Vorcaro.

Então, acho que essa rejeição é uma etapa de um processo que poderá continuar. E não significa necessariamente que morreu o assunto de lação agora. Sérgio Denícolis, aproveitar aquela linha que você estava nos trazendo aqui, de captar esse, eu diria até, sei que a palavra não é boa, mas talvez funcione, esse sentimento.

em redes sociais, em relação ao escândalo. Como é que ele se traduz quando a gente está falando de... Pode parecer para um ou outro um detalhe, vai ter delação ou não vai ter delação.

Esse caso máster, Willian, ele começa como um problema para a esquerda, a esquerda foi envolvida nisso como se fosse o grande motor relacionado à questão do Daniel Vercaro, e isso vai se deslocando, no meio do caminho aí, esse caso se torna o caso da política, o eleitor e o internauta se manifestavam dessa forma, com uma decepção geral da política envolvida nisso, e agora então ele se desloca mais para a direita pelo envolvimento do Flávio.

Então, esse sentimento nas redes é um sentimento de muita decepção. E esse eleitor de centro, que eu estava citando, que é o eleitor que realmente vai definir as eleições, ele se alargou de 2022 para cá. A gente estima esse eleitor como sendo um terço do eleitorado. Esse eleitor está muito decepcionado com a política.

tanto que o próprio Lula, como eu disse, ele começa a conversar melhor com esse eleitor, mas até então não estava conversando, ele não estava conseguindo estabelecer esse diálogo com o centro. Alguns candidatos eventualmente conseguiam mais, era o caso do Zema e do Caiado, mas acabaram também se direcionando mais à direita. Então é um campo muito aberto.

Eu acredito que talvez uma mudança, como eu falei, não acredito que a candidatura do Flávio reafirma que continue, talvez optem, por exemplo, pela Michele. A Michele tem um contato um pouco melhor com esse eleitor, ela conversa pelo menos com o público feminino um pouco melhor que a direita, talvez seja a opção para tentar driblar essa rejeição. Mas a verdade é que quanto mais tempo demora, mais difícil vai ser a recuperação e realmente a crise do Márcio hoje é uma crise que está no colo da direita.

Esse ressarcimento que a PGR pode estar batalhando, um acordo para pagar 40 bilhões, é a comprovação do tamanho... Ela quer 60, parece que é. É, 60 porque é o tanto que custou ao fundo o garantidor de crédito.

Eu sempre falo esse número, todo o conglomerado liquidado pelo Banco Central, envolvido no caso o Master, não tinha 1,5% do sistema financeiro, tomou metade do fundo garantidor de crédito que serve para todos os bancos. Acho esse número um escândalo. Mas o Daniel Vorcaro tem 40 bilhões para devolver?

que está esse dinheiro? Quantos crimes ele cometeu e o tamanho dos crimes que ele cometeu para devolver? 20 bilhões, ele tem 20 bilhões? Ele tem 3 bilhões de dólares, enfim, numa conta? Onde é que está essa conta? Porque todo o dinheiro que foi rastreado, acharam 2 bilhões de reais na conta do pai dele.

Então, o acordo para a devolução do dinheiro, para ele ser crível até diante da sociedade, ele tem que estar de um tamanho que condiz com a realidade. Hoje, olhando, se o Flávio tiver, se o Vorcar tiver 10 bilhões de reais, 20 bilhões de reais ou 40 bilhões de reais para devolver para o Estado, só faz reforçar o tamanho da fraude, o tamanho do escândalo.

Eu não esqueci não da pergunta ali que aconteceu, esse break news no intervalo, e eu ia pedir que você trouxesse a sua apuração, Caio, sobre o que eventualmente a gente imagina que aconteça em termos de estratégia da campanha do Flávio com a mudança de marqueteiro. Bom, primeiro um alinhamento maior da coordenação política liderada pelo Rogério Marinho com o novo marqueteiro, publicitário Eduardo Fischer, publicitário premiado.

isso de cara, porque o que a gente sente nas conversas é que não havia esse alinhamento. A coordenação política conseguia ter uma interlocução, por exemplo, com a área jurídica, por exemplo, com outras áreas, mas não com a coordenação do marketing político. Eu apostaria muito pelo que eu senti. Primeiro, uma carta branca, entre aspas, do novo publicitário, alinhando e trocando algumas peças da equipe em alinhamento.

com o Rogério Marinho e principalmente buscas de fatos novos, positivos, de tentar vender o Flávio melhor. E claro, obviamente, tentar mostrar uma prestação de contas, uma auditoria sobre esse fluxo dos recursos desse filme, porque ainda há essa crise de confiança, que eu disse, na política, no mercado e no eleitor, mas principalmente para dentro da campanha.

de aparecer daqui a pouco um videozinho, alguma coisa do Flávio. Uma surpresinha. É, algo nessa linha. Mas a própria troca é um fato novo, que eles vinham buscando e não vinham conseguindo emplacar. Antecipar projeto econômico, antecipar nome da equipe econômica, antecipar propostas, auditoria. Não, acho que isso aí dá um novo start nessa campanha.

Só tenho, infelizmente, apenas mais três minutos para encerrar o segmento. Eu queria dividir entre os nossos dois convidados, entre o Sérgio Denícoli e o nosso agora parceiro de produção de conteúdo, Murilo de Aragão. Denícoli, começando por você. Que espaço você vê nesse universo para outras candidaturas do espectro de centro-direita que não há de Flávio?

Nós estamos ainda no meio do turbilhão, acho que esse turbilhão passa, acho difícil que o Flávio recupere a credibilidade, mas certamente o eleitor de centro, principalmente, vai olhar para o lado, vai analisar melhor as candidaturas, porque o Lula, apesar de ter melhorado com esse episódio, começa a melhorar, tem uma rejeição muito alta e essa rejeição certamente vai se direcionar para um candidato que eventualmente possa ter força para ganhar as eleições. Igualmente você, Murilo.

que é uma das questões que a gente discutiu. O cenário continua de uma disputa no campo da direita, do centro e da centro-direita, uma espécie de primárias no primeiro turno. O Flávio se enfraquece muito, talvez insistam na candidatura, mas tudo depende de novas revelações e como esse episódio com o Banco Master vai ser explicado.

Mas prossegue esse favoritismo do Lula, que já era favorito antes mesmo desse episódio, por conta da presença como presidente, por conta do saco de bondades que distribui pela máquina, enfim, pelos próprios equívocos no campo da direita. Então, vamos ver os próximos desdobramentos. Agora, William, existem duas certezas nesse processo. Uma é de que vamos ter eleições e segunda é que...

revelações vão acontecer de hoje até lá. E isso tudo pode mudar seguramente o destino das eleições. O destino de quem vai fazer as eleições. Queria começar por você, Murilo de Aragão, advogado, cientista político, senhor da Arco Advais. Agradecimento pela participação no programa. Boa noite, Murilo. Boa noite. Boa noite a todos. Obrigado, William.

Igualmente é o cientista de dados e CEO da AP, Zata, o Sérgio De Nícola. Obrigado, Sérgio, por ter participado do programa. Boa noite. Obrigado. Eu que agradeço, William. É sempre um prazer falar com vocês. Thais, querida, e Caio Junqueira. Boa noite aos meus colegas. A gente vai para o intervalo na volta. Vamos ver o que Trump pretende fazer com Cuba. Até já.

Num espetáculo, cada movimento precisa ser muito bem pensado. Nos investimentos também. E para proteger e multiplicar seu legado, conte com quem transforma a estratégia em resultado. Como apresentadora do Circo Solé e Alegria, Um Novo Dia, a EQ Investimentos valoriza a excelência, a precisão e a capacidade de alcançar o surpreendente. EQ Investimentos. Confiança, eficiência e precisão para você voar mais alto.

Olha lá, torcida, registrando tudo. Haja espaço, hein? E aí? Tô deletando foto, tô sem espaço. Cara, sobe na nuvem. O 5G da Claro é o primeiro com armazenamento na nuvem, já incluso no plano. Não preciso pagar nada mais? Nada. Nem pagar, nem apagar. Nem apagar esse vídeo seu. Fazer nenhum contra? Onde tem torcida, tem Claro. Assine já no Claro Multi.

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Acelera a Amapá, te puxa pra cá. É o governo do Brasil acelerando o potencial da nossa gente e da nossa terra. Com qualificação, microcrédito, obras do novo PAC e desenvolvimento. Governo do Brasil, do lado do povo amapaense, do lado do povo brasileiro.

WWW, nós estamos voltando ao intervalo. Conosco agora Mário Braga, analista de geopolítica para a América Latina da RAIN, a plataforma americana de risco político. Mário, obrigado por estar conosco. Boa noite.

Obrigado pelo convite, William. Prazer. Boa noite a você. Boa noite a todos. Nosso Lourival aqui igualmente ao meu lado. Boa noite, Lourival. Boa noite. O governo dos Estados Unidos indiciou o ex-presidente de Cuba, Raul Castro, por assassinato e conspiração para matar cidadãos americanos. É um sinal bastante grave de pressão da administração de Trump contra o governo cubano. Confira.

As acusações envolvem a derrubada de dois aviões civis da organização Irmãos ao Resgate, em 1996. À época, Raul Castro era ministro da Defesa de Cuba e, segundo os procuradores, deu a ordem para o ataque. Quatro pessoas morreram, sendo que três eram cidadãos dos Estados Unidos. Com isso, a justiça do país indiciou Castro por assassinato, por conspirar para matar cidadãos americanos e por destruir aeronaves.

O procurador-geral interino, Todd Blanch, disse que os Estados Unidos têm várias maneiras de levar o cubano à justiça.

O presidente americano, Donald Trump, se recusou a responder se planeje uma operação parecida com a que capturou o ex-ditador da Venezuela, Nicolás Maduro.

O governo de Cuba condenou as acusações. O presidente do país, Miguel Díaz Canel, afirmou que se trata de uma ação política, visando justificar uma agressão militar à ilha do Caribe. A acusação contra Castro eleva a tensão entre Estados Unidos e Cuba. O Washington impõe um severo embargo econômico contra aavana e um bloqueio contra a chegada de petróleo local, o que deixa ele em grave crise energética e humanitária.

Há também pressão militar. O porta-avião USS Nimitz, que consegue transportar mais de 70 aeronaves de combate, chegou ao Caribe. Havana teme uma ação indireta contra a ilha. Antecipando a iniciativa, Dias Canel já prometeu um banho de sangue caso qualquer força de invasão entre no país. Enquanto isso, parte do Senado tenta frear os poderes de Trump na guerra contra o Irã.

Senadores avançaram com um projeto que forçaria o presidente americano a encerrar o conflito ou pedir autorização do Congresso para continuar com ele. A medida ainda precisa passar por dois novos votos no Senado e depois seguir para a Câmara dos Representantes. No fim, Trump pode vetar o projeto e forçar que o Legislativo vote novamente.

No entanto, o processo marca uma chance dos democratas forçarem uma reação dos republicanos diante de uma guerra impopular no Oriente Médio.

Deixa eu começar por lá, pelos Estados Unidos, onde a gente está conversando com o Mário Braga, remoto. Mário, se a gente olhar para a história de Cuba e Estados Unidos, são mais de 60 anos nos quais nenhum presidente americano conseguiu lidar com a questão que Cuba representa. Trump tem a fórmula?

William, não dá para dizer se ele tem a fórmula, mas parece que essa é a ambição que ele tem. Isso é o que principalmente move o Trump, presidente, em relação a agir contra Cuba. Mas a gente sabe que dentro da administração, dentro do governo, existem outros membros, principalmente o Marco Ludo, como secretário do Estado, que também tem...

outros interesses. E aí o que a gente tem visto é que a fórmula que o Trump tem de aumentar significativamente a pressão, tanto econômica, as implicações humanitárias que isso tem, a gente viu no indiciamento de hoje um ponto alto de uma série de outras medidas que vêm sendo anunciadas principalmente ao longo das últimas duas semanas, que mostram essa intenção do governo americano de, em um sentido, preparar o terreno para se tomar a decisão.

de ter algum tipo de ação de forças especiais ou um tipo de ação militar mesmo na ilha, isso já está meio que encaminhado. Então, o indiciamento, assim como houve no caso do Maduro, tenta dar talvez um verniz de legalidade perante o judiciário para dizer que foi uma operação, como eles dizem, de law and order, de law enforcement, que é apenas a captura de alguém que é procurado pela justiça americana e que seria como para...

de certa forma, blindar de acusações de violação do direito internacional, apesar de, obviamente, continuar sendo uma medida potencialmente muito polêmica e muito controversa. E provavelmente, o que a gente tem agora, nos nossos cenários, é que essa passa a ser...

uma opção mais provável neste cenário. Porque os indícios que a gente tem, a visita do diretor da CIA, o vazamento de voos de inteligência sobre Cuba, essa presença do porta-aviões, sanções sobre auto-executivos do governo e das Forças Armadas, sanções sobre empresas.

E o fato de não haver progresso nas negociações com o governo cubano indica essa frustração de Washington. E aí sim, na falta de um acordo, ela varia um tipo de ação. Vai ser, bom, não está claro como é que seria esse regime change, uma palavra que ele não gosta, mas que ele buscou no Irã sem conseguir. No caso da Venezuela, regime change não houve. O que houve foi a entrega do petróleo venezuelano. Os cubanos não têm nada para entregar.

nesse sentido, no sentido de commodities que interessem a Trump. Você consegue ter na cabeça mais ou menos claro o que ele faz? Vai sequestrar um velho de 94 anos.

Não dá, né? Nicolás Maduro tem 63 anos, é diferente de uma pessoa de 94. Bom, se a gente reconstituir os fatos recentes, o John Ratcliffe, diretor da CIA, esteve lá em Havana no dia 14 de maio, levando uma mensagem do presidente Trump.

E foi recebido pelo Raul Guilherme Rodrigues Castro, que é neto do Raul Castro e é coronel do Ministério do Interior. É o responsável pela segurança do Raul Castro e de outras autoridades, pelo ministro do Interior e pelo chefe de espionagem cubano. E a mensagem era a seguinte.

A gente não quer mais que Cuba seja um hub de inimigos dos Estados Unidos, em que atuam espionagem chinesa, russa, antes venezuelana, iraniana. Então, a gente quer que vocês tenham uma atitude de amizade, de aliados, e aí nós vamos trazer prosperidade para essa ilha, acabar com o embargo, etc.

Bom, dois dias depois, Cuba anunciou a compra de 300 drones do Irã, drones Shahid do Irã, com doutrina de emprego russa e com inteligência de alvos chinesa.

E aí foi realmente que a coisa... A combinação do Irã. Essa é a combinação iraniana. É um pacote difícil de engolir. Isso foi há menos de uma semana. Nós estamos falando do dia 16. E aí foi que, então, acho que o plano B, digamos assim...

Só que esse plano B, na minha visão, é pura guerra psicológica. Você criar a expectativa, a tensão de que aquilo que aconteceu na Venezuela se repetirá em Cuba.

mas sem os elementos centrais que é identificar alguém que esteja ali, possa exercer o papel de Deuce Rodrigues. Então, acho que aí é que está toda a dificuldade. Agora, a pressão é gigantesca. A população cubana, que está acostumada com uma dureza, agora realmente está passando fome, está vivendo uma inanição.

Que peso ainda tem para o Trump nesse caso, do ponto de vista da política doméstica, uma ação contra a Cuba? O que você antecipa, Mário? Olha, William, tal que a gente tem nesse tabuleiro, que depois da ação da Venezuela, o Trump sentindo muito empoderado, fortalecido, como um exemplo do que ele poderia tentar fazer em outros países, ele parte para o Irã com essa visão de que o exército norte-americano pode ser usado e empregado.

para perseguir objetivos geopolíticos e que talvez ações cirúrgicas, pontuais, de curto prazo, sejam possíveis, o que daria para ele essa possibilidade de dizer que saiu vitorioso, uma narrativa positiva, sem entrar nas famosas guerras infinitas, guerras sem fim, que são muito rejeitadas pelo público norte-americano, inclusive pela base dele. Dado que a situação no Irã não evoluiu da forma como era inicialmente...

não dá para dizer se planejado, mas talvez com uma ambição, como um tipo de sonho por parte do Trump, principalmente, de ser uma coisa rápida. Cuba surge como uma alternativa.

seja de redirecionar o foco, seja de mudar o debate doméstico, seja de permitir que ele volte para os Estados Unidos, dizendo que a situação no Irã está encaminhada, deixa um pouco de lado o mérito de toda a questão do choque do petróleo, do preço de gasolina e tudo mais, e passe a poder oferecer, seja aos eleitores republicanos antes das eleições de meio de mandato ou de maneira mais geral,

Uma vitória, como você disse no início, que todos os presidentes, nas últimas seis décadas, tentaram que seria derrocado do regime cubano. Então, a questão simbólica geopolítica de Cuba parece ser muito atraente. Eu acho que existe uma percepção de que, dadas as limitações, como o Lourival bem colocou,

econômicas, a situação humanitária precária nesse momento, que haveria pouca resistência e que seria, portanto, algo relativamente menos complexo do que tem sido no Irã, por exemplo. Mas, assim, o regime cubano é um regime coeso, ele é um regime que, pelo menos, parte das forças armadas tem esse viés ideológico, tanto que era isso que eles, entre aspas, vendiam para a Venezuela, por exemplo. E o risco é ele tomar outra atitude que, dependendo de como for executada, é um âmbito.

vem a gerar complicações também. Se a gente não tiver objetivos muito claros, a parte tática militar pode ser bem-sustentida, mas não entregar resultados estratégicos condizentes. O embaixador de Cuba, nas Nações Unidas, acabou de dar uma entrevista para o New York Times, está aqui no site do New York Times, foi agora há pouco, dizendo que está disposto a negociar. O quê?

Pois é, eles têm assumido essa atitude, inclusive nessa conversa eles falaram para o Radcliffe, nós não autorizaríamos nenhuma ação terrorista, não apoiaríamos nenhuma ação terrorista contra os Estados Unidos, não permitiríamos o uso do nosso território para isso.

Procuraram dar o máximo possível de garantias nessa linha que o Radcliffe trazia, de que Cuba representava uma ameaça para os Estados Unidos. Agora, Cuba realmente tem esse enorme simbolismo, algo que vem...

desde os anos 60, de ser ali um posto avançado na época da União Soviética, hoje da China, da Rússia ainda também e tal. E assim como o Trump buscou algo histórico, algo incrível no Irã, que há 47 anos nenhum presidente americano tinha conseguido, que foi o que o Netanyahu vendeu para ele,

Da mesma maneira, ele busca agora em Cuba algo assim, que tenha esse simbolismo até para apagar um pouco o fracasso e a humilhação vividos no Irã. Mas o que Cuba tem para oferecer? É um resort, é um lugar que tem minérios.

Tem cobre, tem outros minérios, tem uma fantástica capacidade de produção de cana-de-açúcar, talvez de etanol, eventualmente, de tabaco e turismo. É aquele balneário que o Trump vislumbrou na faixa de Gaza de forma absolutamente alucinada, mas que em Cuba seria algo muito real.

Então, seria preciso destravar esse aspecto ideológico, trazer um pragmatismo para os governantes cubanos ou alguém que resolva substituí-los. Marco Rubio hoje fez um discurso extremamente eloquente em espanhol.

Dirigido aos cubanos. No aniversário da independência de Cuba, 124 anos de independência. Uma data que o regime não comemora. Ele comemora a chegada ao poder da revolução. Propondo, oferecendo uma nova via para as relações entre Estados Unidos e Cuba.

Deixa eu trocar rapidamente de assunto ainda nos santinhos que nos restam de segmento aqui do programa, Mário, para examinar em que medida esse esforço, ou não sei se posso chamar de esforço, do Congresso americano, do Senado, bem-vindo, de limitar os poderes de Trump na guerra é para ser levado a sério.

William, só um adendo bem rápido a um ponto que o Lourival trouxe em relação a Cuba, a questão de como o ângulo da abertura do setor de turismo, do setor imobiliário, pode ser interessante nesse sentido. A gente tem que lembrar que o Trump...

nesse aspecto transacional dele, ele não age como um presidente tradicional que está representando apenas os interesses do país. A gente sabe que o Trump tem um império imobiliário, que os filhos e outros aliados próximos seguem gerindo isso, teve revelações recentes em relação a isso.

Então, isso também entra como um ângulo que a gente tem que levar em consideração ao pensar na abordagem e na postura do Trump em relação à Cuba. Passando para essa questão que a gente vê do Congresso e do Senado nos Estados Unidos, o ponto é que a gente está chegando num momento em que o desgaste para o Trump está se tornando muito grande. A falta de uma resposta e essas repetidas promessas de que sempre...

daqui a três semanas ou em breve sairemos, mas que no dia a dia das pessoas a gasolina segue cara, não se vê uma saída possível, não há um recuo por parte do Irã. Então, esse movimento que a gente vê no Senado...

Pode ser, inclusive, não necessariamente uma tábua de salvação, mas algo que permita ao governo dizer que, se não der certo, foi porque os democratas, por exemplo, bloquearam ou enfraqueceram a postura que o Trump poderia ter numa situação em que é um impasse de claramente não haver ganhos possíveis no curto prazo por parte do Trump.

Ou seja, ensaiam, ensaiam uma coreografia, porque o Congresso tem falhado absolutamente em limitar Trump no que seja. Exato, e o Trump está realmente num beco sem saída em relação ao Irã. E quanto mais ele cede, mais o Irã exige. Então, o Trump já adotou uma linguagem assim, o Irã não pode ter uma arma nuclear.

Significa que pode ter outras coisas, como um programa nuclear pacífico, que é o que o Irã deseja. E aí o Irã vem e fala assim, criamos uma agência, chama-se a Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico.

nunca podia ter existido. É, e a partir de agora, está aqui o mapa, a gente controla a entrada, a saída, isso aqui é nosso. Outro dia eles até desarmaram um navio chinês, que é o principal aliado deles, porque estava escoltando um cargueiro chinês, eles estão deixando claro, isso aqui é nosso, a partir de agora. E quanto mais o Trump tenta ceder de forma mais discreta possível, mais os iranianos vão para cima dele. Então, realmente, a situação do Trump.

não é de se invejar. Queria agradecer a você, Mário Braga, analista de geopolítica para a América Latina da REN, que é uma plataforma americana de risco, a participação aqui no programa. Boa noite, Mário. Boa noite, William. É sempre um prazer.

Igualmente, Lourival. Muito obrigado aqui por estar conosco. Como sempre faço no encerramento do programa, queria dirigir vocês que visitem a página do WWW, no site da CNN. Ele tem mais materiais nossos e dos nossos parceiros e criação de conteúdo lá de exposição. Essa edição fica por aqui. Boa noite e obrigado.

www.apoi.org.br

Olá, muito boa noite e sejam todos bem-vindos ao Grande Debate. Hoje comigo, Débora Bergamasco e com os deputados federais, Carlos Jordi do PL e Glauber Braga do PSOL.

A empresária Roberta Luxinger, amiga do Lulinha, filho do presidente Lula, disse durante depoimento à Polícia Federal que ele, Lulinha, viajou com Antônio Camilo Antunes, o careca do INSS, para Portugal. A apuração é do Eli Jonas Maia.

O depoimento ocorreu no âmbito das investigações sobre fraudes bilionárias do INSS para esclarecer a relação de Roberta com os dois. Durante o depoimento, Roberta também disse que não repassou dinheiro à Lulinha.

Segundo relatórios da PF, a empresária teria trabalhado para o careca do INSS, sendo uma possível operadora financeira e política do esquema de fraudes. De acordo com as investigações, os recursos obtidos de forma ilícita eram distribuídos por uma série de empresas para permitir a lavagem e a ocultação dos valores subtraídos de aposentados e pensionistas.

Agora nós vamos ao debate. Muito boa noite.

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Trump adota em Cuba mesma estratégia usada com Maduro | Castnews Index — Castnews Index