SAROS - Vale a pena? | NDPP #286
Chuva de review bomba, campanha de desinformação e até pressão dos antecessores... O lançamento de Saros não tá sendo tranquilo e a gente se reuniu pra falar do assunto. Prepare seus itens porque o bullet hell deataques ao capitalismo vai começar!
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Ficha técnica:
Pauta: Thiago Nabuco
Produção: Não Dá Para Pausar
Design: Vitor Fernandes
Edição: Igor Pinheiro | @igorpps
- Review bombing e intolerância ideológicaO fenômeno do review bombing · O que é 'woke' e sua aplicação em jogos · Críticas a protagonistas femininas e diversidade · Uso de IA para criar fake news sobre jogos · A hipocrisia de jogadores conservadores
- Saros e recepção críticaRecepção crítica do jogo Saros · Comparação com Returnal · Críticas negativas e review bombing
- Jogos que surpreenderam pela históriaElden Ring e sua narrativa não expositiva · Crimson Desert e sua história decepcionante · Gris e sua abordagem sobre luto · The Witcher e sua narrativa · The Last of Us e sua narrativa
- A natureza das contradições humanasConciliação entre ciência e religião · A capacidade de mudança e adaptação · O ser humano como ser de contradições · A busca por experiências e aversão ao novo
- Pokémon Pocopia e a relação com a naturezaA história de Pokémon Pocopia · A relação entre humanos e natureza · A evolução da franquia Pokémon
Fala galera! Shiba Giacom e mais um não dá para pausar. Piu, piu, piu de qualidade. Como não gostar? Mas tem gente por aí que tá reclamando de coisas. Hoje vamos falar de Saros, o novo lançamento da Housemarque que está tendo uma recepção crítica invejável do ponto de vista técnico. Mas uma parcela dos jogadores está reclamando que o jogo é o Oak.
Que não vai nem encostar nele. É, exato. Que não vai nem encostar nele. Aqui na pauta, galera, tá sinalizado assim, ó. Virar os olhos com força para o microfone e captar o áudio. Mas eu prefiro fazer esse som aqui, ó. Que é bem melhor. Era o Chewbacca que ele tentou editar. E foi, foi, foi.
É que ele fala ele fala o que com sotaque, cara, e... entendeu? Pô, você também é o cara pelo menos tá se esforçando pra falar outro idioma. Enfim, vamos logo pra perguntinha de apresentação, galera.
Já teve um jogo que te pegou de surpresa pela história? Tipo assim, ah, eu vou lá pela ação, e aí você saiu pensando em algo que o enredo fez você sentir. Vem, Sabota. Cara, eu vou ser sincero, teve... Deixa eu ver aqui, que eu tinha anotado uma frase de efeito.
Caralho, frases de efeito agora não dá pra pausar, hein? Não sabendo do que era impossível, foi lá e fez. Puta, p... Jogaram aos... Como é que é? Jogaram aos lobos e ele voltou liderando a batilha. Os jogos de sentir sentimentos do Sabota. Não, não, Sabota não, da Sony. Eu sei que ele vai trazer um desses. Eu sei que ele vai trazer um desses. Não, não é, não é, não é.
Cara, é... E o... Assim, o Forspoken... Mentira, mentira. Cara, o Elden Ring... Assim... Não é que eu não estava esperando... E eu não pensei muito em algum jogo que eu não estava esperando tanto da história. E que entregou. A maioria que eu não estava esperando não entregou de fato, tá ligado? Tipo, eu não achei minha frase de efeito. A maioria que eu não estava esperando não entregou de fato. Mas o Elden Ring... Respira! Opa, desculpa.
Mas o Elden Ring, o que aconteceu? Eu via muito as pessoas falarem como o Soulslike, ele faz essa... Como faz esse contar de histórias não expositivo. Ah, sim. Sabe, esse contar de histórias que você tem que pegar uma frase que você interagiu com um NPC, uma pintura em tal lugar, uma descrição na arma, e aí você tem que ir juntando.
E até aí eu falei, ah, beleza, vai ser uma coisa meio... Eu adoro usar a palavra quando eu não tenho certeza se faz sentido. Vai ser uma coisa meio oblíquo, mas dá pra levar. Ambígua. Não, eu tentei oblíquo mesmo. Ambígua, eu não sei. E aí, o que me admirou? O jogo conseguiu me entregar muito mais história do que eu achei que era possível desta forma.
Uma muito mais. Eu achei que assim, ia contar a beleza. O Cavaleiro Dourado foi lá, bateu, pum, pum, pum, matou um monstro malvado. E vilarejo feliz.
Só que, caralho, o jogo te conta uma trama de que, porra, milhares de anos teve um golpe e o camarada teve filho com deuses que não sei. E assim, literalmente é digno de George Martin. Tem um detalhamento, tem uma trama política, tem coisas envolvidas. Então o jogo, eu fiquei muito admirado de ter o tanto de história que ele tinha da forma que ele conta. Sendo bem sincero, eu achei que isso é uma coisa bem mais contida, sabe?
Show. E você, Dani? O que você jogou aí que a história te pegou de surpresa? Cara, surpresa boa ou ruim? Ah, boa, pô. Vamos de boa, né? Vamos de boa. Eu vou citar o último jogo que eu joguei agora aqui, tá? Porque acho que eu já, nesse podcast, já falei muito de coisa velha. E aí, cara, eu joguei Crimson Desert. E eu vou te falar uma coisa. Que história merda.
Que história ruim daquele jogo. Eu não sei como, em qual momento eu cheguei a comparar esse jogo com The Witcher. Cara, sabe o que é? Que você não fez um exército de gatos. Se você tivesse feito, você ia gostar mais do jogo. Eu pensei em começar, Giba. Eu pensei em começar. Só que aí, cara, eu fui me arrastando para fazer... Eu quero ver onde essa merda vai dar. Dessa história.
Meu irmão, é aquele jogo que os caras falaram assim, olha, vamos chegar na metade ali pro final do jogo e falaram assim, porra, não vai dar pra fazer um MMO não. Vamos ter que fazer um single player nesse jogo.
Então, meio que encerra aqui e aí vira endgame. Porque pra ele, você foi pensar dessa forma. Acabava ali a história pra continuar o jogo pelo endgame, pra fazer as lutas de boys, etc. Assim, tem uma variedade de maneiras. O jogo é porra. Tem muita coisa pra fazer no jogo.
Mas em termos de história, cara, eu tava esperando alguma coisa um pouco mais densa. Porque a galera tava falando, não, é um RDR2, é um Red Dead Redemption 2, é asiático, é um The Witcher asiático, blá blá blá, não sei o que, patati patatai, é uma merda. É uma merda. A história me surpreendeu negativamente, o jogo termina do nada.
ridículo, tu não sabe nem o que tu tá fazendo mais. Eu vi que, assim, a qualidade gráfica dele tava muito boa, aí eu falei, nossa, que maneiro o jogo, tal, não sei o que. E aí, do nada, uma galera começou a falar mal do jogo, eu falei, bom, não joguei, então, não sei qual é, né, mas agora você falando faz sentido, pô. É, a parte gráfica dele tá, assim, aí já saindo da história, né, a parte gráfica dele no PS5 ficou cagada. Pelo menos no PS5 base, né, no Pro, eu não sei como é que ficou.
Mas no PC, assim, eu joguei ele bem, tá funcionando, rodou legal. Mas o que me pega ali, cara, é que era um escopo completamente voltado pra um MMO. Era pra ser um MMO.
Tá muito na cara, assim, tipo, qualquer um percebe? Muito na cara, muito na cara. A mecânica dele é muito mecânica de MMO. Assim, hold the button pra fazer os golpes. Lembra, ele segue bastante ali, talvez, o que é o Black Desert Online. Que eu acho que é o MMO da mesma empresa.
E assim, é aquilo, os caras cagaram na história pra lançar o negócio logo, né? Porque acho que esse jogo ficou um bom tempo em desenvolvimento. É muito bonito, mas é vários nadas. Vários vazios de história. Você tem as side quests, algumas side quests são até mais interessantes do que a própria história, mas não rendeu. Eu, assim, me arrependo.
muito de ter comparado, em algum momento, comparado com The Witcher. The Witcher é impecável em termos de narração, que eu até posso usar como uma surpresa boa, né? Porque The Witcher, quando lançou também, era todo cagado. Pelo menos quem jogava no PS4. Ele lançou com quedas de frame, às vezes o jogo ficava 480p de resolução, né?
O 3 mesmo? O Deus é 3. É porque a galera deve ter jogado, muitas pessoas que jogaram depois, quando saíram as expansões, já que o jogo já tava muito consolidado. Exato. Eu peguei ele, porra, era mato ainda. Era mato, foda-se.
Cara, o jogo tava feio graficamente, mas em termos de história, porra, assim, difícil você ter, pra mim, ficar ali parelho com o Red Dead 2 ou o Red Dead 1 também com o The Witcher, em termos de narrativa, né? Eu posso botar The Last of Us também, que eu acho que tem uma narrativa muito boa. Eu não gosto muito da mecânica de combate, mas eu gosto muito da narração.
Mas é isso. Galera, eu vou fugir dos Triple A's aí e vou pra um joguinho indie que eu joguei no ano passado, chamado Gris. Gris é muito legal, porque quando eu fui jogar, já tinham me dado uma sinopse dele, que era um jogo mais sensível e tal, e aí você vai... Não tinha um combate de fato, tá ligado? E aí... E aí...
Eu falei, ah, vou jogar, porque eu curto, né, cara, esses índios assim. Não sou tão fã de índio quanto a Beca, né? Mas eu gosto de alguns.
E aí, inclusive, acho que os últimos três ou quatro jogos que eu joguei eram indies, por coincidência. E Gris, cara, tem uma puta história. É um jogo muito bonito, tá ligado? Diga-se de passagem assim. É um jogo bonito pra caramba. E eu fui achando que seria uma coisa mais contemplativa e ele te leva a primeira impressão que eu tive que eram estágios da depressão. Mas depois eu fui conversando e tal, não sei o quê. São os estágios do luto, cara.
Você passa por todos os estágios do luto durante o jogo, assim. E isso é uma parada que me pegou muito, assim, de caralho, que foda, tipo... Sabe? É uma forma de se expressar, né, cara? Eu gosto desse tipo de coisa que ela não é desenhada, que ela deixa até a...
a interpretação meio aberta, assim, sabe? Uma pessoa sente de um jeito, a outra sente de outro, sabe? Por aí vai. Eu gosto muito disso. E eu não esperei isso de gris. Eu falei, pô, que jogo bonito, cara. Deve ser, sei lá.
como o Journey, um jogo de você contemplar, né? Um jogo mais contemplativo e tal. E não, mano, o jogo veio com uma carga foda, assim, nada negativo nem nada, entendeu? Apesar de ser os estados do luto, você fica meio, tipo, caralho, mano, que foda assim, sabe? Tipo, essa interpretação e tal. Então, assim, jogo maneiro, quem quiser ver de fato os detalhes da história, vai jogar, que é muito legal. Tá certo? Então, por favor,
Igor, nos leve pra pergunta da pauta, por favor. Obrigado. Galera, quando a House of Micron sobre Returnal apresentou a mistura de gameplay... Outro que me pegou desprevenido com a história, tá? Returnal é foda, mas enfim. Apresentou essa mistura de gameplay...
Essa gameplay precisa Visuais inovadores Que poucos estúdios conseguem alcançar Com o Saros Fica evidente que o estúdio Não apenas ouviu o feedback Mas reuniu, refinou na verdade Refinou a fórmula Hoje eu não estou sabendo ler, não sei porquê Talvez é porque eu tenho dormido só 3 horas a noite Talvez, não sei, daqui a pouco Até minha mãe está me zoando Dizendo que eu estou se bilando agora Que nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca nunca
Entendeu? Talvez eu não saiba mais ler. Enfim. Mesmo assim, parte da crítica negativa vem de fãs que preferiam o estilo mais punitivo e solitário de Returnal. A Housemarque construiu um legado recente com Returnal e Razor Gun. Isso protege ou pressiona, Saros? E aí eu já vou puxar a pergunta porque vocês estão muito acanhados hoje, eu não gosto disso. Cara, eu acho que pressiona, tá?
Não pressiona, pressiona. É um novo título e como todo novo título, ele pode flopar ou ser sucesso. Assim como o Dani falou, fora, antes da gente começar a gravar, né? Não acho que vai ser gote. Não acho.
principalmente pelos jogos que tem pra sair esse ano, como o Wolverine... Falou Pokémon Pocopia! Falou Pokémon Pocopia! É verdade, é verdade. Deus me livre. Enfim, mas tem o GTA VI, se sair mesmo esse ano, tem o Wolverine, tem muito jogo bom ainda pra sair que saiu, né? Enfim.
É... mas eu acho que não protege, por quê? Pelo sucesso de Returnal, eu fui um cara que quando eu vi o trailer de... De Sarus, eu falei assim, mano... Eu quero jogar. Porque... Returnal foi foda, virou meu jogo conforto durante o... Tipo, eu entrava pra fazer uma run, assim, tá ligado?
E, mano, cheio de mistério, cheio de coisa, tá ligado? Tipo, toda hora via um pedaço de história que você ficava... Caralho, meu irmão, que viagem foi essa, tá ligado? Mano, a história de Return é muito foda. Se você não jogou, eu acho que ele ainda tá disponível na PSN, pra quem tem a PSN Extra, tá ligado? E vale muito a pena, é um jogo muito bom, tem uma rejogabilidade muito foda também.
Mas é aquilo, né, cara? Sarus veio, não que ele tenha que salvar Housemarque de alguma coisa, mas ele tem que manter o nível, né? Então, sei lá, de certa forma, pressiona, mas não acho que pressiona tanto.
E vocês, concordam, discordam? Quer marcar cinco minutinhos de porrada sem perder a amizade? Tá de boa? Eu vou ser sincero, tá? O que eu vi de... do... do Saro foi assim, muito pouco, tá? Eu vi bastante gameplay, não cheguei a jogar ainda porque eu estava nesta merda desse Crimson Desert. Opa, ei, que isso? Ei, ei, ei, cadê meu gamer?
Cara, eu acho assim, é muito fácil você... Você... Ficar puto com o Quizlet. Eu não vou ficar puto, mas com esses malucos que falam merda... De jogo, se vocês estão bem me entendendo, né?
Aqui não é o Chewbacca não, tá? É o bichinho lá do World of Aircraft. Morlock. É o Morlock, né? Eu acho que você tá falando daquele cara que diz, zerei todos. É ele?
Não, é aquele maluco que fala, porra, tá faltando jogo, não se faz mais jogo como antigamente, cadê o maluco com peitoral definido, que não sei o que, que é coadjuvante, blá blá blá. E pra mim, o Clube de São Dez, a gente passa muito essa impressão, tipo, é um jogo vazio, né? É um jogo vazio, cheio de qualquer coisa.
que essa galera deve, porra, olhar o... ficar meia hora contemplando o... o peito, o peitoral do... do personagem principal lá, do Cliff. Clig, Cliff, sei lá, nem lembro, pra você ver como o jogo é bom. Joguei essa porra três semanas pra fazer a merda toda nele.
Não sei o nome do código do personagem principal direito. Mas enfim. Eu não cheguei a jogar ainda. Está no meu backlog. Pisquei pra você, tá, Sabota? Está no meu backlog.
Tá no meu backlog. Mas, cara, assim, pra mim é uma continuação do Returnal. É o mesmo elemento, tá? Em termos de in-game. Pode ter uma variação ou outra, mas pra mim é só uma extensão do que é o Returnal. Então, assim, eu não vou esperando grande surpresa.
caso eu comece a jogar agora. Eu não vou com a expectativa lá em cima. Não considero, igual você falou, não considero o GOT desse ano. Pode dilatar entre os jogos em disputa?
Até pode. Pode. Assim, eles não costumam errar na mão. A Rosamark, ela faz um negócio bem amarradinho, não é um jogo bugado, inclusive. O meu primeiro drift no PS5 foi jogando Returnal. Eu amassei aquele jogo.
Mas, assim, eu não acho que pressiona, não, cara. Eu acho que é um jogo que já segue uma linha, já tem uma proposta. Eu não acho que tenha pressão, não. Vai vender bem. Tem uma base já da galera que joga, de fãs. Os babacas sempre, né? É, óbvio. Inclusive, a gente vai ver esses babacas mais pra frente. Isso dá pra volta. Mas, ô Dani, você sabe que eu tô curioso, cara? Porque, assim...
Não, por causa disso, cara, tipo, é óbvio, é um tema diferente, mas a mecânica é muito parecida, é um banho de real
tipo assim, eu tô muito curioso pra história você fala, ah, pô, é um sucessor, né, é uma continuação de Returnal eu acho que vai ser decepcionante se for de fato sabe, tipo, ah, mano, é Returnal assim, vou te falar que não é mais curioso na história não, é porque esse estilo de jogo, esses bullet hell da vida é mais a mecânica, né é mais a mecânica, isso, o principal ali pra mim é a mecânica, eu não olhei tanto pra história de ...
de retanar fala que a história tem uma parada legal pra caralho lá da... da... como é que eu esqueci o nome agora?
Bagulho alienígena lá, porra. Os artefatos alienígenas, blá blá blá. Ah, sim. Era pra curar, não sei o quê. Era uma civilização avançada. Meio... Isso me lembra muito Alien, tá? Os caras de ter bebido muito na fonte. Mas, enfim. Cara, mas assim, eu vou te falar... Tudo bem que é voltado pra mecânica, sabe? Mas, pô...
Já que vai botar ali um quesinho de história, que seja uma ótima história, como é o Returnal, cara. Assim, como eu falei, eu não esperava a história de Returnal, tá ligado? Mas é uma parada maneira, abstrata, tá ligado? Foda, sem começo, nem meio, nem fim. É um negócio que, ora, te entrega um pedaço, daqui a pouco te entrega outro. E aí, tipo, mano, tem interpretações que são dúvidas. Eu achei foda isso, tá ligado?
Não descarto. Mas eu considero... Oi. Não, e assim, tipo, é só um respiro, tá ligado? Você acabou aquela run, matou o chefe, você dá aquela pá, aí vem uma história pra, tipo, respira aí que daqui a pouco você vai de novo. Tá ligado? Isso é goste de maneiro. Cara, eu vou te falar porque, assim, eu entendo. Mas tem determinados jogos que eu pego pra, tipo...
É isso, é mecânica, é repetição, é chegar, passa de uma porta para outra, ponto A, ponto B, faça isso, não fico tão vidrado na questão ali do roteiro, enfim. É mais o puzzle, né, que você tem lá, a questão de, ah, você vai ter uma porta, você passa nessa porta e tem que fazer tal coisa, ok.
Mas o ponto ali pra mim forte dessa... A marca registrada da Ozmark, até com o Resolgan, que eu joguei muito também no PS4. É a mecânica. É a mecânica que eles botam que é viciante, cara. Essas mecânicas são viciantes. E eles botam um negócio que é bonito. Porque a gente pode pegar os índices que tem aí de Bullet Hell e tal. Tem umas paradinhas que são até legais, mas eles fazem uma parada com um certo zelo ali, com mais carinho, né?
Eu não sei se eu posso considerar a Rosemar uma AAA, né? Se encaixa nesse padrão, né? AA? É, eu botaria mais... Acho que é um double, né? Porque Return não teve isso tudo e tal. Porque tu vê que é um jogo com um escopo gigantesco, cara. É aquilo e... Você vai ver que em certos cenários, você vai ter uma mudança de um tema, etc. Mas você vai ver que são bem parecidos em termos de... de... Level Design, né?
Entendi. Sabota, vem comigo então. E aí, protege, pressiona, existe mesmo esse legado recente? Fala pra mim. Primeiro eu vou fazer uma correçãozinha aí que acho que não dá mais pra chamar de independente, nem da boa e nem... Assim, dá, né? Mas só lembrando que a retorno foi comprada pela Sony em... Ah, Sabota. 22, eu acho.
Ah, foi comprada pela Sony? Ah, então não é mais independente. Esquece. Não, não é independente, mas a blueprint também. O escopo dele pode até ser menor, mas é, acaba tendo a Sony por trás. Só pra... Que ninguém tá passando pano aqui.
Não, não, de forma alguma. Mas dá pra chamar de Double 8. Tem gente que chama o Neymar de menino. Opa. Yay! E, cara, eu acho que pressiona bastante. Eu vou trazer um ponto aqui que eu tava pensando. É, isso quer dizer que eu não copiei de lugar nenhum. Foi de mim mesmo que veio.
Eu acho que se fosse... Só corrigindo o que eu falei ali, eu falei blueprint, era blueprint. Foi. Eu deixei, eu deixei. Tipo, cara, se o jogo que eles lançassem fosse tudo igual, e não fosse... The Return of Returnal, sabe? A continuação do Returnal.
Eu acho que protegia um pouco. Porque assim. A franquia quando ela. Desenvolve. Quando ela vai pra frente e tal. E aí tem um jogo fraco. Você entra numa de assim. Não, tudo bem. A gente esperava mais. Tô puto. Tô não sei o que. Não sei o que lá. Mas tem sempre aquele um lá. Pra eu voltar. Pra eu dizer que o meu Returnal é bom. E quem sabe eles não acertam no terceiro. Então assim. Eu acho que a ideia de ser de uma franquia específica.
Eu acho que protege um pouco. Como é uma outra franquia, como eles começaram uma coisa, eu acho que pressiona no sentido de eles já fizeram uma boa. Eles têm obrigação de fazer. Só deu pra evoluir. Eles aprenderam. Agora tem mais dinheiro. Eu acho que é muito mais coisa... Eu acho que você perde um pouco o... Qual a palavra que eu tô procurando? Acho que você perde um pouco a permissividade. O jogo perde um pouco essa possibilidade de... De não ir tão bem, de não ser perfeito.
Não digo nem fracassar. Então acho que pressiona principalmente por ser uma outra franquia. Se fosse a mesma, acho que passava um pouquinho batido se fosse aquém do esperado. Tá certo. É isso. É o McDonald's? Boa! Caralho! A franquia? Você está... Por que ele é assim?
Assim, no Metacritic, entre avaliações entusiasmadas de jogadores, aparecem notas zero acompanhada de lixo woke. Sabota? O woke é acordado. Ok. Sem qualquer argumento sobre gameplay ou narrativa. O fenômeno do review bombing não é novo e também não parece acabar...
Não parece que vai acabar tão cedo. Mas é preciso entender os contextos. Por ele pode acontecer por protesto contra um produto defeituoso ou razões ideológicas, como é que está acontecendo. Como a intolerância consegue fazer uma parcela do público e ignorar criticamente um jogo com recepção quase unânime?
Cara, eu vi umas paradas. É porque assim, né? Desculpa interromper. Eu perdi muito a deixa que você deu. E repensando, acho que é importante. Posso contextualizar pro pessoal o que é woke? Quem não sabe? Pode, pode. Pode, pode. Nada a ver. Caralho. Chama a polícia. Estão estrangulando o Daniel.
Cara, eu acho que a melhor tradução cultural seria dizer que nos países que falam inglês e tal, chamam de cultura woke o que aqui no Brasil chamam de a galera do mimimi, ou algo assim. Porque é uma forma que as pessoas mais conservadoras...
é... Lacrádia. É um termo pejorativo que a galera gringa usa pra falar da galera mais progressista. Essa palavra que eu tava procurando.
É verdade que eles querem ver homens seminus Ou mulheres seminuas em jogo É isso que eles querem num jogo Se fosse o jogo da Rosemarca Um cara seminu ou uma mulher com os peitos Porra, batendo na testa Eles iam achar maravilhoso É isso
O Daniel tá certo, você faz aí, você, quase mais acadêmico, você faz aí a intersecção entre os grupos, então assim, ah, o que que o gamer médio é? Ah, vai ter o pessoal quem é o nerd, tá, tá, tá, tá, tá, mas ainda assim tem o cara que é isso tudo, que é muito conservador.
que ele é conservador pros outros. Pra ele, ele quer ver a putaria, quer ver seja o que for. Então, o Woke é isso. É uma crítica parecida que como fazem aqui pessoas mais conservadoras pra um grupo mais... 2026, gente, pelo amor de Deus. Supostamente progressista porque o que a gente vai falar sobre o jogo é só mais besteira mesmo que eles consideram... Porque o jogo é um progresso do outro ali. Ele é o retorno ao do mundo. É, enfim. Bom, contextualizado isso...
É tosco, né, cara? Porque, assim, é um ótimo jogo. Pelo menos é o que a crítica tá dizendo. E, né, os jogadores também estão dizendo. Mas vem essa parcela que não pode ver uma etnia diferente. Eu acho que Returnal sofreu um pouco com isso pela... Pela protagonista ser mulher, tá ligado? Então os caras ficaram meio... E não é o primeiro jogo da Housemarque com protagonista mulher, não.
Eu joguei um outro também que tava Sempre nessas experimentações Que eu faço aí na PSN Eu só esqueci o nome dele agora, mas depois eu pego Que também era uma protagonista Feminina e tal, mano Não muda em nada Não muda em nada Você só não tá vendo como Esqueci o nome, Stellar Blade Ela com Biquíni fio dental Qualaram?
Pequenininho, tá ligado? Enfim. Tá com os peitos batendo na testa. Isso, como o Daniel disse. Ou a porra do do biquíni rasgando a bunda.
Como o termo técnico que o Daniel cunhou com os peitos batendo na testa. Enfim. Mas é isso, cara. Eu acho que é tosco, sabe, velho? A gente ter esse tipo de coisa. Porque você não deu uma chance pra obra. Eu vi, inclusive, a gente falou disso fora do ar também. Tô trazendo pra agora.
Porque a premissa do jogo, galera, e aí livre de spoiler, é que esse cara caiu no planeta, tal, não sei o quê, e tem uns mistérios ali que... Não, tem spoiler sim, não vou falar não.
Enfim, tem uma premissa ali e tal E os caras inventaram Eles fizeram Uma imagem Uma fic Ah não, é realmente mais Não, mas aquela imagem é feita com IA Então tipo Os caras fizeram uma imagem com IA e criaram uma fic De que Enfim, havia um relacionamento homossexual Dentro do jogo De um dos personagens com um outro personagem Que
E aí eu falo, mano, tá, mas e se tiver de fato? Qual é o problema, tá ligado? Tipo, se você quer dar peso dramático pra parada, não interessa se são dois caras, duas meninas, um cara e uma mina, tá ligado? Como é que levanta a mão nessa merda aqui? Não dá pra levantar a mão, não? É só você falar, irmão. A gente tá num papo. Não, sabe o que é foda? Aí tu pega a Délia Chafeosch que tem um relacionamento homoafetivo.
Woke, tem um relacionamento homoafetivo. Aí tu pega um jogo que não tem supostamente, né? Não joguei pra saber. Ah, enfim. Não tem essa porra. Os caras vão lá e criam. Pois é, eu acho. Pô, desculpa, Dibinha, é o meme do cara andando de bicicleta que ele enfia a coisa na roda e reclama que caiu.
Mas é, cara, eu acho tosco isso, porque assim, mas a gente não pode deixar também de lembrar que isso aí é uma técnica que os caras têm, né? Tipo assim, pega o que já é uma mentira e aumenta isso pra cacete pra causar. Então é foda. Eu acho que é triste, mano, porque a gente perde tanta...
Tanta diversidade no jogo, tanta história que tá batida pra caralho, aí vem aquele jogo genérico, só troca roupinha, que vai de uma mitologia pra outra, que não sei o que, não sei o que. Quando vem uma parada legal, os caras implicam porque o maluco é de uma etnia não caucasiana.
Eu não vou falar que ele é indiano, porque eu não sei se ele é indiano, tá ligado? Mas ele tem um tom de pele mais escuro. Não é igual a pessoa que tá reclamando, né? Exato. Até porque ele não fica de cueca o dia inteiro e não cheira a Cheetos. Então... Sabe, velho? Eu acho tosco isso, cara. E nessa, você fode...
Porque imagina, você trabalhou pra caralho pra lançar o jogo. O jogo sai impecável. Mas aí, pô, não vai vender. Não vai vender muito. Isso aconteceu. De tal força, de tal maneira que até a Disney teve... Pra não perder o dinheiro dessa turma, né? Dos fãs do Robert Downey Jr. Porque não sei se são fãs de...
super-heróis, né? Eles começaram a tocar mais os projetos sem olhar pra diversidade, né? Pois é, cara. Eu acho isso tosco, mano. Tosco pra cacete. Porque, assim, é aquilo que a gente sempre fala, né, cara? Se você é nerd, se você consumiu cultura nerd, desde sempre você deveria defender a... a diversidade. Você imagina o universo de Star Wars feito só com humanos.
Mas esses caras não estavam lendo a história, mano. Estavam batendo punheta pra porra da vampira, cara. Da tempestade, mano. Daniel, está embrasado. O termo é embrasado. Porra, esses caras não estão lendo a história, mano. Não vão ler a história. Vou ver qual é a roupa que a vampira vai estar na HQ XPTO. Ah, é foda, mano. É foda, é foda. Enfim, Sabota. Traz aí seus dois centavos.
É meio complicado que eu trouxe um negócio pra... Assim... Pro bem e pro mal. A gente ficou puto. É, não. Pro bem e pro mal no sentido que tipo assim, pô... Todo mundo que a gente... Traz... Trouxe... Ou pretende trazer nesse podcast...
Tem a mesma opinião sobre isso, cara. E isso é ótimo do ponto de vista geral e absoluto. Mas isso é ruim porque não há uma discussão aqui sobre esse ponto. É a gente falando óbvio que, assim... Tentando extrapolar um pouco para que haja uma conversa. Supondo que não seja intolerância. Não isso especificamente. Qualquer coisa que faça você ignorar uma coisa e experimentar.
seja uma teimosia, uma falta, uma insegurança, qualquer coisa, tipo assim, putz, você deixa de experimentar uma coisa, e aí escolhe o que é essa coisa, se é uma comida que você nunca comeu, é uma viagem que estão te chamando pra ir, pô, na cidade do lado aí onde você mora que você fica meio assim de ir, é a pessoa que o crushzinho que tá te dando a chance, você não sabe se vai ficar crush ou não, qualquer coisa que você deixa de experimentar,
por um se, por um eu acho dá a impressão que é uma coisa meio que você vai se arrepender mais do que se você tivesse tentado e, putz, beleza, experimentei e não deu certo. Então assim, pelo bem da conversa eu acho que é isso de forma geral. É difícil, é ruim as pessoas deixarem experimentar algo porque estão com uma impressão, porque acham, porque estão pensando. Voltando para a questão da intolerância Então, vamos lá.
Cara, são jotas é uma bobeira pra manter meu eufemismo aí.
Mas assim, é isso de intolerância, cara. E acho que um nível, assim, as pessoas estão... Eu vou extrapolar de novo. Essas pessoas que querem fora da vida delas, pessoas diferentes delas, elas acabam se privando de coisas que podem ser muito boas também. E o jogo de videogame é a menor delas. Você extrapolou. É a menor delas, o jogo de videogame. Mas assim, acho que é um pouco de colher o que tá plantando, cara. A pessoa tá querendo mal, tá propagando mal, vai...
deixar de ter coisas boas na vida dela de todo tipo de grandeza. Mas assim, imbecilidade, basicamente. Depois não reclama que tomou nota nos, né, cara? Porque puta que pariu, né? É, tem sempre a mesma coisa. Pô, tu quer a mesma coisa, camarada? É, pô. Quando vem diferente tu reclama. De novo, o meme do cara enfiando o negócio na roda do bicicleta caindo sozinho. Pois é. Eu, quando era garoto, dizia que eu podia viver de pizza.
Não sei quando foi, eu tava trabalhando Eu tava trabalhando em São Paulo Eu fiquei três dias comendo pizza Direto E eu falei, é, o Giba O Giba era um tolo Não dá pra você viver de pizza, só não vai viver muito, né? Também Pode ser pizza vegana Não pode, Daniel Não pode
Ninguém que se propõe a viver de pizza vai pra pizza vegana, sem querer atacar os veganos. Não, não, de forma alguma. De forma alguma. É uma pizzazinha de tofu, hein?
Galera, eu sei que nos fóruns há quem responsabilize diretamente a liderança ocidental da Sony por esse, e aí aspas, tá ouvinte? Rumo-woke dos exclusivos. Saudando a época em que a sede da empresa era no Japão. Ao mesmo tempo, títulos como Astro Bot e o que eu falei lá atrás, o Stellar Blade, que a protagonista tá quase nua, também são da Sony, mas são celebrados pelas mesmas pessoas.
O problema tá na empresa ou tá na galera? Sabe? Eu acho... Pô, é foda, né, cara? Tipo, a empresa, ela tá sendo empresa, tá? Ela tá sendo CNPJ. Ela tá lançando um título como o Sars, que tipo assim, mano, vai agradar todo mundo e a galera tá achando woke. Mas vai lançar, não vai deixar de lançar um jogo mais fútil, mais, entendeu? Pra essa galera tonta que acha que...
Todo jogo tem que ter uma ceninha ali de nudez. Você viu, você viu. Sabe? É meio, sei lá, cara. Os caras... Mas é isso. Acho que é meio continuando aqui o que a gente estava desenrolando.
A galera precisa abrir muito mais os horizontes, cara. Não é pouco, não. Pra gente ter mais prazo. O que a Sabata falou, isso não muda, não, cara. Isso aí, a Sabata já disse, a parada não muda, não. Isso vai ser sempre assim, cara. Assim, sempre assim, também eu não vou ser fatalista, né?
Mas isso vai durar um bom tempo, cara. Isso vai durar um bom tempo. Ainda mais que a gente tá numa crise aí do capitalismo que se estende. Então, cara, quando o capitalismo começa a mostrar fraqueza, esse tipo de comportamento é impulsionado na sociedade, cara. Toca internacional, Igor.
Tá durando até demais, né, Daniel? Aí você tem... Você junta o útil agradável. A empresa quer dinheiro e essa galera quer ódio. Né? Quer dispersar o ódio dela em alguma coisa. Então... É aquilo. Não existe marketing ruim, né? É, o meu medo, galera, e aí eu trago esse ponto...
Será que de repente, por causa desse review bombing, o próximo título da Housemarque não vai ser tipo, sei lá, um Duke Nukem?
Sabe? Que era só... Aí provavelmente vai ser uma merda, e aí eles vão ter que voltar a fazer o jogo que eles sabiam fazer. Pode ser o que tu falou, Daniel. Por que pode ser uma merda? A Rosemarck não costuma acertar mecanicamente? Pode ser incrível. Mecanicamente pode ser incrível. Mecanicamente pode ser foda, mas a história pode ser aquela coisa. Um brucutu dos anos 80 falando frases de efeito, tá ligado? O maluco só três frases no jogo. Era isso que Duke Nukem era também, né, cara?
Enfim. Tu pode pegar o, assim, o jogo polêmico aí, né? Que é o Days Gone. Cara, pra mim é essa fórmula pra essa galera, o jogo é uma merda. O jogo é uma merda. Tem sido injetado dinheiro para um cacete naquela merda.
muito dinheiro pra fazer aquele jogo repetitivo, do início ao fim. Eu acho a mecânica da moto muito legal, cara, mas infelizmente... Mas a história é tipo, não tem o creche lá do Michael Bay? Do maluco manda outro subir no helicóptero, o maluco que manda subir tava mordido já, ia morrer naquela merda?
Mas irmão, era só subir na porra do helicóptero e subir o crédito, cara. Acabou. Aí tu vê que o roteiro já é um negócio cagado pra caralho. Ah, o pessoal até brinca. Ah, não, mas aí poderia ser também só dos anéis, né? Podia subir na águia, não sei o que. Mas pra conseguir invocar a águia, o Gandalf teve que virar o mago branco. Não é verdade? Olha, é verdade. Pode crer, eu não tinha mesmo tentado isso.
Ele não evocava elas quando ele era o cinzento? Se eu não me engano, não. Não lembro disso. Não, faz sentido, por ele ser um mago, entre aspas, inferior ao branco, né? O branco era tipo o líder dos Starry, né?
Olha aí, mano. Mas enfim, saindo desse ponto ali, tem coisas ali que não tem, não precisa ter um enredo, mas assim, vai ser o cara suado, o cara que anda numa porra de uma Harley, que sai dando tiro em 300. E pronto, é aquilo.
Fala mal da moto, nada a ver. Mas é isso, Giba. Essa porra que essa galera aí fica babando na frente da televisão do monitor, cara. Aí saiu disso. Se fosse uma mulher no Days Gone, tu acha que teria o mesmo sucesso? Nessa turma? Ah, não. Não teria. Com certeza não. Se fosse uma mulher, não teria.
Uma mulher padrão mesmo. Não é uma mulher com o peito batendo a testa não, tá? Sabe o que me remete? A moto passaram quebra-mola, os peitos lá. Não. Tô ligado. Sabe o que me remete? Lembra aquela imagem que saiu com o Joel, o Drake, o Solid Snake? Tudo de cara branco com a barba por fazer? Tipo, é o mesmo estereótipo de personagem, só que o cara tá em títulos diferentes, tá ligado?
Só não use falar mal de Snake, tá? Não, não, mas a questão não é essa. A questão é o estereótipo mesmo. Por que não botaram um Snake preto? Por que não botaram um Russo? Por que não botaram um Asiático? Não, aí eu te falo. Tem que botar aquela cara americana, vagabunda. Aí vem o novo Uncharted com a filha do Drake. Ah, vamos falar merda. Com certeza. Ah, o jogo é uma merda pra fazer a mesma coisa que o pai fazia. É.
Ah, o jogo é uma merda, não sei o que, woke, personagem feminino, não sei o que, blá, blá, vai ser isso, cara. Isso aí não vai mudar o torcedor, não, cara. Isso só vai mudar com uma revolução. E aí, Sabatinha? Temos, não temos, teremos? Temos um pouquinho. Acho que o Daniel veio com a foice na mão, eu gosto. Com a foice martelo. Eu gosto também. Eu sou, infelizmente, um pouco mais otimista.
Às vezes devolu Mas um pouco otimista Às vezes devolu Cara Eu acho que as pessoas mudam sim Óbvio não é todo mundo, óbvio não é o tempo todo Mas
Mas a gente tá falando de uma pessoa de um adolescente, 15, 16 anos, que tá nesse... Não, sei lá. Tendo esse contato pesado com a rede social, com a internet. Não, pega o grupo heterogêneo. Não tem só adolescente. Vamos também responsabilizar. Tem um monte de marmãs de imbecil. Ah, tem. Tem de tudo. A maioria acaba sendo homem. Não, mas eu digo os que têm a tendência de mudar. Você consegue... Cara, eu acho que a pessoa mais velha pode mudar também. Acho que todo mundo tá suscetível a mudar. Cada um num nível, é óbvio.
quando eu começo a pensar dessa forma, me aparece vídeo de um cara pregando, gritando numa praia mas aí tu tá vendo que não mudou esse cara foi sensacional mas aí tu tá vendo que não mudou o cara me fez a única vez torcer pra Jael a única vez
Quando ele apanhou Israel, esse pastor que fica pregando nos lugares públicos. Mas teve aquele moleque que participou daquele debate, um fulano contra vários cicranos. E o moleque ouviu, ouviu, ouviu, aí ele tomou, tipo, não foi um fecho, tá ligado? Mas ele meio que ficou sem argumento. Foi com o Jonas Manuel, eu vou supor. É, eu acho que foi com o Jonas Manuel. E aí ele... Opa, peraí, mano.
E ele começou a refletir sobre... E hoje o moleque é de esquerda, pô. Porque ele se ligou aqui... Não, quer dizer, ele deu a chance pra ouvir, tá ligado? Ele não ficou só falando... Gente, mas eu não falo nem ser de esquerda, não. Não falo nem ser de esquerda, não, mano. Não, não, não, de mudar direito. É um crime de humanidade. Isso foi assim, galera. Você pode achar que é um capitalista, que é um dono do meio de produção, alô, monarque. Você pode achar essa porra toda. Ah, mas... Até pra gente não ficar nessa cena.
Até pra gente não ficar nessa série de política, que também é chata pra caralho. Não, no sentido de um tal de opinião sobre as coisas mesmo. Mas é isso, é opinião. De forma mais abrangente, sabe? O garoto foi, ouviu e... Peraí, mudou a opinião dele. Eu acho... Sei lá. Tomara. Assim, Sabota, eu quero muito pegar a sua mão e ir pra esse futuro utópico de pessoas. Não tô dizendo que é fácil, não tô dizendo que é o tempo todo.
Mas, pô, até que, cara, a gente tá... Eu e o Giba temos camisas de futebol. Eu vou supor que o Daniel também tá, pelo bem da conversa, pelo bem do argumento. Ah, se o Giba voltou a jogar FIFA, né? Então, não pode acontecer. Eu não voltei. Quer dizer, talvez eu tenha jogado ontem. Voltei a ter fé na humanidade.
Tive uma recaída, liguei pra ela. Ah, pô, a parada veio de graça na PSCN, cara. Eu tomei a decisão de jogar apenas a New Squad Battle. Não, mas ó, então... Só o que eu posso jogar sozinho. Vou mandar ver. Eu acho que é assim que começa. É tipo assim, e eu falei do futebol porque, cara, não precisa ser só que a gente vai falar. Não precisa ser só política, me dá uma opinião de forma geral. Pô, o Gibinha pode falar que o melhor mei-campo de todos os tempos foi o jogador A. Eu falo que é o jogador B.
E a gente conversa, e uma hora eu falo, cara, eu não concordo contigo ainda, mas eu já não acho tanto que é o B, acho que tem uma discussão aberta aí. Então, eu acho que é possível sim pessoas abrirem a cabeça e tudo mais. Não vou dizer que é todo dia que acontece. Não, não. De uma forma ou de outra, né? Correto. Pesou pra caralho agora.
Mas respondendo a pergunta, cara, a empresa, eu não acho que o problema é o que o Diba falou, a empresa está empresando, né? A empresa está vendendo produtos. Não, a empresa está fazendo seus funcionários. E vai vender para a galera conservadora e para a galera progressista.
Quem espera, quem espera, quem vê, tipo, gente, ó, eu vou ser bem sincero com vocês, tá? Quem vê campanha, não importa a marca, não importa o segmento, quem vê campanha de marca falando de natureza, falando de não sei o que, falando de não sei o que lá, é pra parecer bonzinho.
Mas o Iber, isso que eu tô falando, pra mim, isso é culpa da empresa também, porque, assim, você pega uma pauta, como é que eu posso dizer? Uma pauta... Importante? Pertinente, importante. Boa. E você transforma aquilo em mercadoria. É tipo, porra, pretos no poder, não sei o que, mulheres no poder, blá, blá, blá. Ah, eu tava falando sobre isso outro dia.
Aí eu tenho que ouvir curso de capitalismo humanitário, capitalismo humano, capitalismo... Ah, porra, mano. O Daniel, o Daniel tá falando diretamente, Moscou. Não existe essa porra, cara. Não existe essa porra. Mas, Dani, Dani, eu vou fazer o advogado do diabo aqui. Tudo é mercadoria. Tudo é mercadoria.
Vou fazer a jornada de água aqui. Eu não estou tirando a importância disso, tá? Não estou tirando a importância. Não, a gente entendeu. É a empresa usar isso para vender mais e não porque ela se importa. É isso. Entendemos. Mas, ó, vou dar um exemplo aqui e é um exemplo pessoal, tá? É bem... Não é mais Saros. Não é mais Saros agora, a gente está falando de outro assunto. Sabota, não me faça perder o emprego. Se for para começar, nem comece.
De você eu já falei da outra vez, tem que falar do Daniel agora. Vou fazer o Daniel perdoa dele. Mentira, mentira. Vou dar um exemplo bem mais pessoal e, cara, é assim, a forma como eu, Thiago, vejo religião e eu sou católico e não praticante. Meu nome é Gilberto, tá? Pronto. E aí, assim, cara, tem um lado meu que é extremamente racional.
E como é que esse meu lado extremamente racional concilia com religião? Que é uma coisa de fé, que é uma coisa que não precisa de respostas. Não é que não quer, mas não precisa. Aí eu vou dar um exemplo de uma coisa, só para vocês entenderem. Como eu cheguei a ficar em paz comigo mesmo.
A criação do universo, da vida e de tudo mais. O lado da ciência fala que foi o Big Bang. E o lado criacionista, religioso, fala que Deus criou o mundo em sete dias, em sétimo descansou, tal, tal, tal. Eu consigo ficar em paz com o conceito de que Deus criou o Big Bang. Tá ligado? Assim. Meu coração e meu cérebro dão as mãos e... Mas não é lógico. Mas não é lógico que o cara precisava criar as pradas. As a influxo de...
pera, mas eu preciso de um meio pra fazer isso. E aí, de repente, ele criou as leis da física. Então, e aí... Não, porra! E aí, assim, o meu ponto é, dando essa volta aqui, Daniel, tem gente que acredita em coisas que são contraditórias porque é o máximo que elas conseguem cruzar a linha ali. Vou te dar um exemplo, Dani. E vagabundo tá lá!
O técnico do Palmeiras pode mostrar o dedo, mas o jogador pode bater no menor.
Ah, então tem gente que quer muito que o cara seja a personificação de sucesso de uma geração e tal. E estão todos os motivos ali na frente da pessoa falando, cara, não dá mais. Ele não quer, não adianta você querer. Ele não quer. Mas a pessoa se agarra no negócio. Então eu acho que é um pouco disso, Dani, vai ter... E só pra encerrar, voltando ao que o Jiba falou que vai vender pra um e pra outro. O Dani falou do Days Gone, por exemplo. O jogo não me pegou.
Não animei com o jogo, ainda vi umas questões sociais problemáticas lá. Eu falei, ah, beleza, não vou jogar. Pô, o Gibinho gostou do jogo. O Gibinho se divertiu com o jogo. Ele não tá falando que a obra é da vida dele. E não precisa ser. Mas ele se divertiu com o jogo. Pega o jogo lá do Harry Potter, da mulher transfóbica, otária. Cara, ser uma parada que conversa com a infância de muita gente é forte, pô. E aí tem gente que eu conheço que abomina o que essa mulher ensinou. Mas teve vontade de jogar o jogo.
E aí a gente brincou até na época, joga no sigilo, piraqueia. Eu joguei no sigilo. Aí, ó. O cara tá com o Manifesto Comunista debaixo do braço. Mas aí tem as contradições, meu caro. O ser humano é feito de contradições. Nós somos feitos de contradições. Nós temos o nosso nível de focacia também. Do nada o Daniel incorporou o galo de luta e falou assim, mas por que eu não posso falar mal de trans também? Tem que ser igual ao todo mundo. Ao jogar meu joguinho.
Eu já combato capitalismo, agora tem que defender. E achei um bom jogo. E essa turma tava chamando, acho que até o próprio jogo do Harry Potter de Woke, né? Teve essa... Ah, então, porque depois... Porque assim, depois que a parada ficou... Teve a polêmica toda e tal, parece que eles lançaram uma atualização e inseriram uma personagem trans. Trans, isso aí, exatamente.
que ficou totalmente forçado, não colou, vamos ser sinceramente, não colou. É Tolkien, né? Foi Tolkien, virou um Tolkien. É, exato. E aí a galera falou, agora virou jogo Hulk, mas enfim, mano. Galera, eu acho que pra gente fechar aqui mesmo esse pensamento, acho que é assim, é... Vá atrás do jogo, a gente não tá vendendo, a Housemarque e a Sony não tão patrocinando esse coisa aqui. Adoraria, adoraria. Ah, nem fala. Mas assim, vá atrás do jogo,
tenha uma experiência e depois faça o julgamento, tá ligado? Não dá pra você se basear... Porque assim, eu já quero jogar o jogo só porque os caras fizeram uma fake news sobre algo que não tem no jogo. Se os caras fizeram fake news é porque o jogo tá bom e eles estão querendo boicotar por besteira, tá ligado? Então assim...
Vá, porque eu já falei isso em programas passados, muito jogo que a crítica, porra, bateu em cima e eu fui me divertir muito, e muito jogo que todo mundo abraçou e falou, caralho, que jogo foda, e pra mim foi meh, tá ligado? Foi um negócio qualquer. Então vá atrás.
Ele tem aí Returnal e qual outro, Sabota? É... Razor Gun, tá ligado? Como prender assessores. É da Housemarque, que assim, não costuma errar nos seus títulos, tá ligado? Então, às vezes você tá perdendo um jogão por causa de uma cabeça que não, sabe, velho? Que deveria estar lendo um livro ao invés de estar...
sei lá, deveria estar dando um prato de comida pra quem precisa, ao invés de estar em casa enchendo o saco da mãe. Meu filho, você já tem 50 anos, quando que você vai morar sozinho? Sabe? Então, enfim, é isso.
Temos, galera. Agora? Eu só quero encerrar que eu tô impressionado. Dito isto. Dito isto. Se eu não estiver com vocês mais esse ano no no podcast, ou copia ao Gotes de 2026.
Cara, eu achei que ia ver uma parada pesada, sabe? Uma despedida. A história pica. A história é muito boa. Cara, sério, tipo, Daniel, o que vai acontecer? Vai acabar a internet de falta redonda? Eu achei que ele ia se mudar, que assim, a parada... Não, mudar pra gente não falar palavras mais pesadas, porque o cara se despediu no ar, pô. Não, gente, eu quero... Eu quero é...
É Pocopia campeão... Sai do fake, Jack. Sobe aqui na porta, sai do fake, Jack. Não, depois... Ô, Giba, se você tiver um tempinho, vai no YouTube lá, procura lá, escreve lá, é história de Pokémon Pocopia. Pode deixar, por conta de verdade. É uma história sobre a relação do ser humano com a natureza.
É pesadinho, né? É pesada. Não é leve, não. Olha, eu espero que seja bom. Eu chorei no final, nunca chorei num Pokémon, cara. Eu chorava de gráfico horrível. De negócio horrível, de gráfico feio. Negócio andando a 5 FPS. Não, Pocopia, acho que foi o melhor Pokémon que eu já joguei. Olha que porra, tu olha ali o jogo bobinho de criancinha, blá, blá, blá. Mas porra, joga e vê as histórias. Como o Shrek dizia, camadas, igual cebola. Eu espero que seja realmente bom, porque eu tenho duas percepções.
sobre Pokémon, tá? A primeira foi a que o Gustavo trouxe, que nada mais é do que uma rinha de animais. É porque essa não tem, nesse jogo não tem rinha. E a segunda é que o Professor Carvalho só queria pegar a mãe do Ash, por isso mandou ele pegar os 150 Pokémon espalhados pelo mundo. Tá errado. Tá ligado? Mano, eu falei, mano, por que que os caras fazem isso com uma lore tão legal? Mas enfim.
Bom, pessoal, se você ficou até o final, automaticamente não estamos na lista de flops, tá? Caso tenha gostado, indica pra quem gosta de games e avalie a gente no seu aplicativo de podcast. Ouvir, compartilhar e avaliar ajuda demais ou não dá pra pausar, galera. Agora, a gente também tem um projeto de financiamento coletivo contínuo. Tchim!
para nos ajudar a custear esse projeto, já que dá mais de cinco anos. A gente já está um pouquinho mais de cinco anos, tá? Mas, e se você quiser saber mais sobre as recompensas que a gente tem e tal, vai lá em apoia.se barra não dá para pausar. Se não puder, não tem problema.
Apoia.se. É o nosso Apoia.se. É o Apoia.se. É o Apoia.se, isso. É o Apoia.se, mas é... Já mais disseminado. Apoia.se barra não dá para pausar. Beleza? É o nosso Apoia.se. E aí, se você não puder, tudo bem, não tem problema. Segue ouvindo a gente, compartilhando. Vende o link. Faz aquela pirâmide. Vende do vizinho.
Eu não sei se é legal do ponto de vista jurídico. Pra ele, com certeza, não vai ser. Desculpa. Enfim, galera, o apoio de vocês, qualquer um que seja, é maravilhoso pra gente, beleza? Vocês nos encontram sempre nas redes sociais, como arroba não dá pra pausar. A gente é televisão, é podcast, não precisa ouvir, não precisa assistir, não. Coisa.
Pra comentar sobre os episódios. E também fazemos lives durante a semana. Na Kik, na Twitch, no YouTube. Além de episódios novos toda sexta no Spotify. Às vezes, inclusive, as lives se tornam... Na verdade, os programas são lives. Assim como as lanchas são motocicletas. Enfim. E as árvores... E... São as nazis. E é isso. Toda sexta no Spotify.
e principais agregadores, beleza galera? Valeu, até a próxima e tamo junto, valeu Dani, obrigado aí por ter vindo gravar com a gente, cara. Nada. Tô impressionado que ninguém falou que o protagonista parece que o Várito Estou nascido. Tu paga hoje ainda ou paga amanhã? O Várito Costo. Tá rodando ainda? Tá rodando ainda. O cachê vai cair no teu pix, cara, relaxa.
Esse podcast é produzido pelo grupo Não Dá Para Pausar e editado por Igor Pinheiro. Nossos avatares foram feitos pelo ilustrador Denis Sevlak. Você pode encontrar o contato dos dois na descrição do episódio. Para sugestões e opiniões, mande e-mail para nãodaprapausar.gmail.com ou contacte nossos integrantes em suas redes sociais.